Como definir métricas de UX para produtos.

Por Fabrício Teixeira, do Arquitetura de Informação. Desenvolvido em parceria entre a Digital Telepathy e o Google Ventures, o framework abaixo pode ajudar Product Owners ou profissionais de UX a definirem quais os números que indicarão se o produto está atingindo o sucesso esperado ou não.

Como definir métricas de UX para produtos.

Definir as métricas de UX é um pouco mais difícil e subjetivo do que definir as métricas de negócios (número de produtos vendidos, número de leads gerados etc.). Mas o framework pode ajudar.

Como definir métricas de UX para produtos.

O framework, chamado de H.E.A.R.T. (Happiness, Engagement, Adoption, Retention, Task Success), nada mais é do que uma série de métricas que você pode aplicar ao produto inteiro ou a uma funcionalidade específica que você pretende lançar.

Happiness (felicidade) mede as atitudes do usuário, normalmente coletadas através de pesquisa.

Exemplos:
• Satisfação.
• Facilidade de uso percebida.
• Net-Promoter Score.

Engagement (engajamento) mede o nível de envolvimento do usuário com seu produto.

Exemplos:
• Número de visitas por semana.
• Número de fotos submetidas por pessoa por dia.
• Número de compartilhamentos.

Adoption (adoção) mede a quantidade de novos usuários que chegam até o produto através/por causa de alguma funcionalidade.

Exemplos:
• Upgrades para a última versão do produto.
• Novos usuários inscritos.
• Compras feitas pelos usuários.

Retention (retenção) mede a frequência com a qual os usuários retornam ao produto.

Exemplos:
• Número de usuários ativos com o passar do tempo.
• Usuários que renovam o uso ou que deixam de usar.
• Repetição de uso e compras.

Task Success (sucesso da tarefa) mede a eficácia, eficiência e taxa de erros.

Exemplos:
• Resultados de buscas que dão certo.
• Tempo para subir uma foto.
• Porcentagem do perfil do usuário que está completo.

Como definir métricas de UX para produtos.

Definido isso, para cada uma dessas 5 categorias, você começa a olhar para as metas, os sinais e as métricas.

• As metas devem ser um pouco mais abrangentes. Minha meta, por exemplo, é que os leitores do blog continuem retornando com frequência e que eles apreciem a qualidade do conteúdo.
• Os sinais são sintomas que vão te ajudar a medir a evolução em direção a essa meta. O tempo de navegação do leitor aqui no blog, por exemplo, ou o número de compartilhamentos nas redes sociais, ou a qualidade dos comentários que eles deixam.
• E as métricas são mais específicas, mais detalhadas. Ainda no exemplo do blog: o número de pessoas que leram um artigo e na sequência decidiram assinar as novidades do blog.

É claro que esse é apenas um dos vários frameworks que existem, mas achei interessante compartilhar por aqui.

Lá no site dos criadores tem ainda mais detalhes.

Texto do Fabrício Teixeira publicado no ArquiteturadeInformacao.com.

Webinar: Como conquistar a confiança do consumidor nas vendas do e-commerce.

Foi-se o tempo que apenas informações técnicas, preço baixo e um bom projeto de marketing eram suficientes para que um e-commerce tivesse sucesso em vendas.

Para você ter uma ideia, segundo um estudo realizado pelo Google, consumidores consultam em média 10,4 fontes de informação, atrás de experiências felizes (e frustrantes!) de outros consumidores e só clicam no botão comprar se sentirem confiança na loja virtual.

Webinar: Como conquistar a confiança do consumidor nas vendas do e-commerce.

E para orientar gerentes, empresários e profissionais do mercado com soluções e estratégias que podem conquistar a confiança e aumentar as vendas é que a plataforma VTEX – especializada no segmento de tecnologia para e-commerce – em parceria com a Trustvox – empresa especializada em otimizar as vendas através da confiança – promovem o webinar exclusivo ministrado pela CEO Tatiana Pezoa, da Trustvox.

No webinar, Tatiana Pezoa discutirá como é possível aplicar na prática as diversas pesquisas de mercado a respeito de como a confiança do consumidor impacta diretamente no faturamento e na reputação online de um e-commerce, além de dar soluções e estratégias que podem transformar seus clientes nos maiores vendedores da sua loja.

O evento conta com inscrições gratuitas e podem ser realizadas através do link http://bit.ly/trustvox-vtex
Data: 24/07/14
Horário: 15h às 16h ao vivo
Palestra online
Inscrições Gratuitas no link: http://bit.ly/trustvox-vtex

Como introduzir uma Cultura de Métricas para a Equipe de Marketing.

Por Peter Rosenwald para a Endeavor. O problema é que muitas pessoas de marketing, com os olhos claramente focados em ganhar o prestigiado e glamoroso Leão de Cannes pela “criatividade”, têm pouco interesse em qualquer coisa tão mundana como “métricas”.

Isso é para contadores, dizem ironicamente. Ninguém é tratado como celebridade nos happy hours frequentados pelo pessoal de marketing e publicidade pelo ROMI (retorno sobre o investimento em marketing) de uma campanha. Mas eles deveriam ser.

Como introduzir uma Cultura de Métricas para a Equipe de Marketing.

A disponibilidade de dados que medem o desempenho de marketing com muito mais detalhes do que jamais foi possível antes, e a crescente concentração de clientes e demanda por retornos mensuráveis sobre seu investimento em marketing estão mudando essas atitudes. Mas um dos maiores desafios é encontrar mais pessoas de marketing que vejam o quanto as métricas de marketing podem ajudá-las a fazer um trabalho melhor e servir melhor os seus clientes.

No filme “Todos os Homens do Presidente”, um filme dramático de 1976 sobre o escândalo de Watergate, um personagem fundamental aconselha os repórteres investigativos a “seguir o dinheiro”. Esse é um bom conselho de como gerentes devem conduzir o seu pessoal de marketing para construir uma estratégia fundada em métricas e não apenas em inspiração. Dito isso, não é tão simples quanto parece. Mas também não é tão difícil.

Examinando por que algumas pessoas de marketing em uma empresa brasileira conhecida estavam sendo contrários ao desejo dos seus colegas de produto de mudar uma iniciativa de marketing, seguimos o dinheiro e descobrimos que era uma simples questão de que as compensações de bônus dos dois grupos não fora alinhada.

Fazer a campanha de uma maneira era melhor para o pessoal de marketing, da outra forma era melhor para a equipe de produto. Alinhar o sistema de bônus imediatamente acabou com a discordância. Nenhum dos grupos havia se perguntado: o que é melhor para a empresa?

Essa pergunta: “o que é melhor para a empresa” (e a cultura de se fazer essa pergunta constantemente) está no cerne de como introduzir uma cultura de métricas para o pessoal de marketing.

Imagine uma situação em que duas iniciativas de marketing foram comparadas lado a lado. A equipe que criou e gerenciou a iniciativa na qual as métricas apresentaram a maior ROMI foi recompensada com um bônus significativo, talvez até mesmo com uma parte do aumento do lucro. O time perdedor não recebeu nada. Isso não chamaria a atenção e promoveria a mudança da cultura?

Embora nunca deva ser apenas sobre o dinheiro, não há dúvida de que o dinheiro desempenha um papel principal. Mais e mais empresas estão exigindo que suas agências e fornecedores de marketing trabalhem em regime de “risco”. Depois de o cliente cobrir os custos básicos, a remuneração das agências é baseada em quão melhor ela desempenha em relação a métricas de base pré-determinada.

A métrica chave deve ser o ROMI: Quanto de vendas adicionadas, de lucro, ou do que seja, são provenientes da aplicação de uma estratégia ou de outra? Ao olhar para estratégias alternativas com base em qual é mais provável de produzir o melhor resultado (e talvez um bônus maior), o pessoal de marketing está mais propenso a escolher aquele com o maior retorno.

Como introduzir uma Cultura de Métricas para a Equipe de Marketing.

Há, a meu ver, 6 principais métricas a serem consideradas:

#1. O custo permissível por pedido (ACPO).

Saber o que você pode gastar em marketing para atrair, vender e manter os clientes, e medir seu gasto real em relação a isso;

#2. Breakevens de marketing.

Saber quantos pedidos você precisa receber provenientes de cada meio para atingir o breakeven em relação ao seu ACPO, e determinar se você alcançou essas metas ou não;

#3. Etapas do Funil.

Conhecer a porcentagem de resposta e o custo por cliente em cada etapa do processo do funil desde o contato inicial até a conversão em venda, e medir o real em relação a isto,

#4. Lifetime Value, Churn (ou atrito) e CRM.

Conhecer o lifetime value do cliente, os níveis e custos dechurn e investimentos em CRM permitidos, segmentados e apropriados, e medir o desempenho real em relação a estes,

#5. Taxas de abertura, Taxas de clique, Taxas de abandono, etc.

Saber que estes e muitos outros sãoúteis, mas todos fazem parte do quadro econômico total.

#6. Os resultados, o lucro: O Retorno sobre o Investimento em Marketing (ROMI).

Conhecer o retorno em receita e a margem sobre a sua despesa promocional é a métrica final. Você já fez melhor ou pior?

Uma empresa da indústria de bens e produtos de grande consumo pode se recusar a aceitar essas métricas: estas só se aplicam a comercialização orientada a dados, dizem. Até certo ponto eles estão corretos: as mesmas métricas não podem ser aplicadas a todas as iniciativas de marketing. Mas variações dessas métricas podem ser a base sobre a qual qualquer programa de marketing pode ser construído e avaliado.

Deixar muito claro para as equipes de marketing que eles serão julgados e premiados de acordo com o quão bem eles desempenham em relação a essas métricas, não quantos prêmios eles ganham em Cannes, será a melhor forma de fazê-los entender e abraçar a cultura de métricas de marketing.

Pensando bem: se um Leão de Cannes fosse dado por “desempenho nas métricas” em vez de apenas julgamento de pares em “criatividade”, pense quantos profissionais de marketing iriam perceber sua importância.

Até a próxima!

Peter J Rosenwald é especialista em Data-Driven Marketing e autor do livro ”Accountable Marketing: Otimizando resultados dos investimentos em Marketing”.

Texto publicado no site da Endeavor.

Botão comprar no Facebook entra em fase de testes.

Botão comprar no Facebook entra em fase de testes.O Facebook anunciou no fim da semana passada (17/07/2014) que já iniciou os testes de um novo recurso direcionado para as páginas de empresas. Vem aí o botão COMPRAR no Facebook.

Com este recurso, o call-to-action promete permitir os usuários a efetuar compras sem sair do Facebook.

No comunicado, a empresa ainda garantiu que os dados serão mantidos em segurança: “Nós construímos esse recurso com privacidade em mente e já tomamos medidas para tornar a experiencia de pagamento segura. Nenhuma das informações de crédito ou cartão de débito das pessoas serão compartilhadas com outros anunciantes e as pessoas poderão escolher salvar ou não os dados para compras futuras”. 

O teste ainda está limitado para empresas de pequeno e médio porte dos Estados Unidos. Após os primeiros resultados, a empresa deve começar a ampliar seus testes.

Fonte: Facebook for Business.

Como utilizar o SlideShare para negócios.

Por Hildebrando Trannin. Quando o assunto é criação de conteúdo, uma das ferramentas que mais se destacam no ambiente online é o SlideShare. Na realidade, o SlideShare é uma mídia social que permite o compartilhamento de apresentações – PDFs, PPTs, vídeos, documentos etc. – para a sua rede de contatos.

Todo o conteúdo disponibilizado ali, portanto, pode ser visualizado, buscado e compartilhado pelos usuários. Um ótimo recurso para dividir conhecimentos e buscar informações.

Como utilizar o SlideShare para negócios.

Para negócios, o SlideShare é muito utilizado como forma de produzir conteúdo relevante para o público-alvo e, assim, se mostrar como autoridade também para o Google. É possível utilizá-lo como mais um caminho para aumentar a presença online e ainda gerar tráfego para o site e bons ranqueamentos nas buscas orgânicas.

Leia também: YouTube, Vimeo, SlideShare, Vine ou Instagram? Qual plataforma de vídeo online é melhor para minha marca?

Por isso, listamos aqui algumas dicas de como utilizar o SlideShare de forma estratégica para marcas que desejam melhor posicionamento no ambiente digital. Confira!

1. Faça um trabalho digno de compartilhamento.

É claro que a falta de um conteúdo bem preparado, competente e atrativo gera falta de interesse e, pior, zero compartilhamento. A regra é simples: se dedique à criação de um conteúdo completo e focado em inovação. O que o seu conteúdo tem de diferente? Por que ele merece ser visualizado por muita gente? E não esqueça de incluir estudos de caso personalizados e chamadas de ação para conteúdos externos.

Além disso, pense que o design conta muito na apresentação de um trabalho. Invista um tempo na formatação dos seus slides para que eles sejam interessantes também ao olhar. Juntos, forma e conteúdo são o ponto chave para o sucesso online.

2. Invista tempo na sua rede de contatos do SlideShare.

É preciso deixar claro que o SlideShare não é uma ferramenta de armazenamento de arquivos de Power Point. É uma mídia social, baseada nas redes de contatos estabelecidas ali. Se você deseja que os outros interajam com a sua marca, comentando, fazendo download dos seus trabalhos, compartilhando, você precisa fazer o mesmo.

Então, diariamente tire um tempo para se relacionar com as pessoas, ver novas conferências preparadas, perceber quais são as apresentações que despertam a atenção da sua rede etc. Isso atrairá interesse ao que você produz.

3. Potencialize as suas apresentações.

São muitos os recursos do SlideShare. Você pode, por exemplo, compartilhar seus conteúdos em outras mídias sociais; adicionar vídeos do Youtube ou trilhas sonoras em mp3; além de incorporar o código das publicações no seu site (o que ajuda muito no alcance e no tráfego para a sua página). Sobre esse último, lembre-se que o usuário também pode incorporar o seu conteúdo no site ou blog dele, o que ajuda ainda a obter backlinks importantes.

Por isso, inclua uma chamada de ação nesse sentido! Esses são os recursos gratuitos, mas o SlideShare ainda oferece planos pagos com outras diversas oportunidades para deixar as suas apresentações ainda mais interessantes.

4. Não deixe de inserir a URL para baixar as suas apresentações.

Não deixe dúvidas sobre como o usuário pode baixar o seu material. Uma dica é apresentar o link para download no início e no final da apresentação. Isso é uma ótima forma de democratizar o seu conhecimento e alcançar ainda mais pessoas.

Vamos concluir com mais uma dica. O SlideShare, como foi dito, é um ambiente de interação social, por isso, não faça spam. Você deve criar o melhor conteúdo que puder para que ele, naturalmente, gere compartilhamento. O foco apenas nesse quesito pode prejudicar a sua marca, ao invés de gerar boa reputação.

Por isso, pense no SlideShare como mais um recurso que você tem para produzir relevância no ambiente online. E relevância se alcança com produção e muito trabalho. Mãos à obra!

Texto do Hildebrando Trannin para o E-commerce Brasil.

E-commerce de suplementos usa WhatsApp para interagir com clientes.

Por Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Na hora de fazer qualquer tipo de suplementação alimentar, a coisa mais importante que uma pessoa precisa é informação – afinal, não dá para sair por aí tomando qualquer combinação ou dosagem. Para não deixar seus clientes no escuro sobre o assunto, o e-commerce de suplementos alimentares Centralfit incluiu uma nova ferramenta em sua estratégia para interagir e gerar conteúdo: o WhatsApp.

E-commerce de suplementos usa WhatsApp para interagir com clientes.

Segundo Rafael Rebouças, 30 anos, fundador da startup, ainda há uma falta de informação muito grande sobre suplementação. “Mais que um comércio eletrônico, nós somos também um site de conteúdo, que quer informar e criar um canal de diálogo com o consumidor”, diz. Nada mais natural, portanto, que a Centralfit investisse em sua presença em todas as principais mídias sociais e em blogs.

Mas Rebouças queria levar sua empresa para um novo nível de interação e intimidade com seus clientes. “O WhatsApp é um aplicativo que você usa com amigos. Abrimos esse novo canal para tirar dúvidas sobre como tomar ou quanto tomar de cada suplemento”, afirma o empreendedor. A demanda foi tão grande que a startup tem uma pessoa para cuidar apenas das mensagens geradas pelo aplicativo. Todas as respostas são supervisionadas por profissionais de nutrição e educação física.

Segundo Rebouças, quase 60% das mensagens vêm de números do eixo Rio-São Paulo, o que pode ser um indicador do grande potencial de crescimento da estratégia. O empreendedor não quer parar por aí: ele diz que já pensa em adotar outras ferramentas mais populares entre usuários de tecnologia e mídias sociais, como o Snapchat.

A Centralfit surgiu em 2012 e atualmente possui mais de quatro mil produtos em seu catálogo. Com uma equipe de nove membros, seu faturamento em 2013 foi de R$ 3,5 milhões e já apresentou um crescimento de 54% no primeiro trimestre de 2014.

Texto publicado no site Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

3 Mitos sobre Conteúdo Duplicado.

As palavras “conteúdo duplicado” normalmente causam calafrios quando pronunciadas na internet. ‘Nunca fale CONTEÚDO DUPLICADO em voz alta‘. Pessoas sem experiência em SEO usam elas o tempo todo. A grande maioria nunca parou para ler simples e claras orientações do próprio Google sobre conteúdo duplicado. Assume-se apenas que, se de alguma forma algo aparecer mais de uma vez, asteróides e gafanhotos virão decretar uma maldição eterna ao seu site.

3 Mitos sobre Conteúdo Duplicado.

Diante disso, é bem saudável tentar derrubar alguns mitos que correm no boca a boca de quem trabalha com conteúdo. Vamos à eles:

Mito 1#: Conteúdo não-original vai comprometer o rankeamento de todas as páginas do seu domínio.

Alguém conhece alguma evidência de que conteúdo não-original atrapalha a classificação de um site, com exceção de casos extremos? Eis o que acontece:

Um novo site entrou no ar, uma preguiçosa empresa de relações públicas copiou o texto da home page e colou em um comunicado de imprensa. Eles enviam para inúmeros veículos de notícias, criando imediatamente centenas de versões de conteúdos idênticos ao da home page por toda a internet. Alarmes ensurdecedores disparam pelo Google e seu domínio entra manualmente em uma Lista Negra.

Coisa feia. Uma vez que você participa do projeto, tem responsabilidade se isso acontece. Ainda é possível entrar com um pedido de reconsideração e o domínio pode ser re-indexado. Porém, você não vai querer ter este tipo de emoção e incerteza.

Então, qual foi mesmo o problema?

• Volume: Haviam centenas de instâncias do mesmo texto.
• Tempo: Todo o conteúdo apareceu ao mesmo tempo.
• Contexto: Foi a cópia página inicial em um novo domínio.

Não é nada difícil imaginar como isso acabou marcado como SPAM, certo?

Porém, não é exatamente disto que as pessoas estão falando quando sussurram “CONTEÚDO DUPLICADO“. Eles normalmente estão falando sobre alguns parágrafos de um texto simples em um site bem estabelecido. É preciso de bem mais do que isso para fazer os alarmes altos do Google entrarem em alerta.

Muitos sites e blog bastante populares na internet, incluindo este que você lê, muitas vezes repassam artigos que apareceram pela primeira vez em outros lugares. É o que chamamos nas aulas de Marketing de Conteúdo, de Curadoria de Conteúdo. Você mostra o conteúdo que você sabe que é relevante para seu público, mesmo sem tê-lo desenvolvido, amplia o alcance do conteúdo original e direciona para quem escreveu.

Não se espera que este conteúdo seja bem ranqueado, ele normalmente serve como alimento diário aos seus seguidores. O mais importante é que isto, apesar de ser menos relevante do que um conteúdo original, não vai prejudicar a credibilidade do seu domínio.

Mito 2#: Web Scrapers ferirão seu site.

Um conteudista que ler atentamente o Google Webmasters Tools, certamente terá medo de robôs Scrapers (que varrem o site e clonam todo o conteúdo) e apontam o link para você em busca de relevância. Na sua reputação, estas páginas de entrada contam, e caso este site que aponta para o seu viole diretrizes do Google, pode jogar seu site para baixo. Para isso é indicado a leitura deste texto sobre conteúdo duplicado, ou este a seguir, sobre como rejeitar links.

Imagine um grande Blog com centenas de milhares de acessos diários. Agora imagine o número de trackbacks recebidos até a hora do almoço de um dia comum. E depois de um final de semana! Você realmente acredita que existe uma equipe focada tempo integral em rejeitar todas estas ligações ao longo do dia? Não. Eles não ligam! E dormem tranquilamente à noite sem temer o conteúdo duplicado.

O web scraping não vai te ajudar, mas também não deve te prejudicar. Eles simplesmente serão menos relevantes do que você. Pessoalmente não me preocuparia com esse tipo de “raspagem”. Eles copiarão normalmente todos os links internos, e ocasionalmente você terá até mesmo mais visitas. Como disse anteriormente, seu alcance também cresce em uma Curadoria.

Dica: Denúncia de Scrapers.

Na raríssima possibilidade de o Google confundir a versão copiada e esta superar a versão original, existe salvação. Aqui você pode contar tudo para sua mãe  reportar o equívoco ao Google. Use o Scraper Report.

https://docs.google.com/forms/d/1Pw1KVOVRyr4a7ezj_6SHghnX1Y6bp1SOVmy60QjkF0Y/viewform

Dica: Assine seu conteúdo digitalmente com o Google Autoria (Authorship).

Fazer sua foto aparecer nos resultados de busca não é a única razão para usar o Google Autorship, e se fosse o seu único motivo, seria tarde demais. O Google Authorship é a melhor maneira de provar que você é o autor do conteúdo.

Com isso, cada parte do conteúdo estará liga somente com UM autor, sem importar quantas vezes aquele conteúdo foi replicado.

Dica: Como agir contra plágio na internet.

Existe um abismo de diferença entre conteúdo ‘raspado’ (ou Curado) e violação de Direitos Autorais. Em algumas ocasiões empresas copiam seu conteúdo (quem sabe o site todo) e dizem ser autores.

Plágio é o ato de assinar alguma obra intelectual que contenha algo desenvolvido por outras pessoas. E não é isso que o Scrapers fazem. O plágio é ilegal e é exatamente contra ele que você tem o Copyright em seu rodapé. Se isso acontecer, nem adianta procurar o Google, é melhor acionar seus advogados.

Para lidar com isso, ouça este podcast da Agência Mestre: Plágio na internet: Casos e como combater.

Mito 3#: Republicar seus textos para outros blogs no seu blog penalizarão seu site.

Você escreve para diversos sites. É improvável que seu público habitual veja todos os seus textos, por isso é bastante tentador republicá-los em seu próprio site. Caso você tenha como estratégia um site ou blog com conteúdo estritamente original, faça isso pela intenção de agregar valor, não por medo de uma sanção que provavelmente não existirá.

Lembra daquele grande Blog com milhares de acessos? Existe uma boa chance dele te incentivar a republicar seu texto no próprio site algumas semanas depois. Eles têm consciência de que o Google não vai se confundir. É simples, eles apenas pedirão para inserir uma simples tag em HTML no post…

Dica: Use Canonical Tag.

A Canonical realmente pode resolver todos os problemas. Se você quer publicar um artigo que saiu anteriormente em outro lugar, basta usar esta linha de código para dizer ao robô do buscados que foi publicada uma versão original àquele texto em outro lugar. Mais uma que o Google Webmasters Tools ensina. Veja um exemplo:

É isso aí! Basta adicionar a tag e republicar sem medo.

Dica: Escreva o “Evil Twin”.

Se no texto original era “Como fazer” (How To) olhe pelo espelho e escreva “Como não fazer“. Baseie-se no mesmo conceito e pesquise, mas use diferentes exemplos e agregue valor. Seu texto “Evil Twin” (irmão gêmeo do mal) será semelhante, mas ninguém poderá dizer que não é original.

3 Mitos sobre Conteúdo Duplicado.

Você não vai só evitar uma penalidade, mas pode obter benefícios de SEO. Ambos os textos aparecerão bem ranqueados. Não só você vai evitar uma penalidade, mas você pode obter um benefício SEO.Ambas as mensagens classificar na primeira página de “navegação do site.”

Acalme-se, sem pânico!

Sem exageros, nem pânico desnecessário. Respire fundo e considere:

“Googlebot visita a maioria dos site diariamente. Se ele encontrar uma versão chupinhada de alguma coisa uma semana depois em outro site, ele saberá onde a original apareceu. O Googlebot não vai sentir raiva e te penalizar. Ele simplesmente seguirá em frente. Isto é muito bonito e uma coisa que você precisa saber.”

Lembre-se, o Google tem 2 mil doutores de matemática na equipe. Eles constroem carros que dirigem sozinhos e óculos computadorizados. Eles são muito, muito bons. Você acha que eles vão banir um domínio porque encontraram uma página de texto banal?

Uma enorme porcentagem da internet é conteúdo duplicado. O Google sabe disso. Eles estão separando os originais de cópias desde 1997, muito antes do termo “conteúdo duplicado” tornar-se um chavão em 2005.

3 Mitos sobre Conteúdo Duplicado.

Relatório de interesse ao longo do tempo por “conteúdo duplicado”.

Discorda? Tem qualquer evidência conflitante?

Quando falamos em SEO e principalmente sobre conteúdo duplicado é importante procurar por evidências. Eventualmente se encontra alguém que fez. Andy Crestodina, autor da versão original em inglês deste texto para o blog da Kissmetrics contou este caso: Como experiência foi construído um site com mensagens republicadas por toda parte, literalmente e gradualmente alguns deles começaram a ser indexados. Até que veio nosso amigo Panda e derrubou.

Seria uma penalidade? Ou apenas alguns pontinhos negativos na relevância? Existe diferenças entre uma penalidade (como a temida Lista Negra já mencionada) e uma correção para restaurar a ordem correta das coisas.

Se você tem exemplos reais sobre penalidades relacionadas a conteúdo duplicado, gostaríamos de ouvir. Comente!

Texto traduzido e adaptado do Blog da Kissmetrics.

Mulheres ou Homens? Como cada público se comporta no ato da compra.

Não é novidade dizer que homens e mulheres são muito diferentes e que se comportam de maneira distinta no convívio com os amigos, com a família, no trabalho e em diversas outras situações. Porém, você consegue identificar de que forma essas diferenças se manifestam no ato da compra?

Mulheres ou Homens? Como cada público se comporta no ato da compra.

Em relação à escolha da loja, por exemplo, os homens se mostram mais fieis a uma marca, escolhendo pela qualidade do produto e do atendimento, enquanto as mulheres preferem pesquisar preços e aproveitar melhores condições de pagamento. Para elas, abertas à experimentação, comprar em lojas variadas é muito mais simples do que para os homens, que também não costumam estar dispostos a procurar por novas opções.

De acordo com dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, aliás, houve uma mudança de hábitos de consumo: as casas que são sustentadas por mulheres tendem a ter despesas menores que as chefiadas por homens, que gastam mais em alimentação, vestuário, combustível, assistência à saúde, educação, entre outros, até pelo fato de, geralmente, contarem com ‘maiores salários.

A transformação dos hábitos familiares promoveu as mulheres à posição de administradora das despesas e dos recursos da casa. Quando passaram a definir as compras no supermercado, o destino da viagem de fim de ano, o modelo do carro e outras questões financeiras, as mulheres passam a consumir cerca de duas vezes mais que os homens. O público feminino brasileiro consome mais e mais a cada ano.

Em relação ao Comércio Eletrônico, por sua vez, como fica esta questão? Praticamente da mesma forma. De acordo com uma pesquisa da E-bit, homens e mulheres estão praticamente empatados entre os consumidores online. A diferença é que as mulheres lideram o número de usuários que compram pela primeira vez na internet. O crescimento da participação feminina no e-commerce foi de 93%, contra 61% do público masculino.

Em relação ao comportamento feminino na web, destacam-se algumas particularidades. As mulheres costumam ser mais receptivas e engajadas em promoções, por outro lado, são mais receosas com as propagandas, preferindo comprar quando recebem alguma indicação confiável. Além disso, são seletivas, exigentes e buscam a satisfação pessoal – muitas vezes, compram para realizar um sonho ou desejo antigo. Mais atento aos diferenciais, o público feminino busca qualidade, durabilidade e conforto e não se deixa levar apenas pela aparência dos produtos.

As mulheres consumidoras costumam escolher produtos com os quais se identificam, ou que, pelo menos, saibam diferenciar suas vontades e necessidades das dos homens. Campanhas que remetam à família ou a outra situação que envolva sua sensibilidade costumam dar certo. O mesmo ocorre para os homens que, em geral, são mais atraídos pelo design e desempenho do objeto de desejo, como é o caso das campanhas de automóveis, por exemplo.

Neste quesito, o mais importante para uma loja virtual é saber diferenciar seus clientes, transformando suas particularidades em formas de instigá-lo a conhecer mais sobre seus produtos. O gênero é uma forma bastante comum de segmentação, que pode ser usada em diversas situações: quando se vende um produto utilizado por homens e mulheres, como é o caso dos cosméticos para o cabelo, e se quer mostrar artigos específicos para cada um deles (como cremes de barbear para homens e tratamentos capilares para mulheres); quando se quer promover a venda de um presente para o sexo oposto; quando se oferece um produto unissex, mas quer chamar a atenção de homens e mulheres de forma distinta (e mais específica), entre outras maneiras.

Utilizando essas dicas, fica fácil atrair diversos tipos de consumidores para a sua loja virtual. Reformule suas estratégias e boas vendas!

Social Commerce: você está fazendo isso certo?

Também conhecido como comércio social, o Social Commerce consiste na integração dos negócios virtuais com as redes sociais. Seja para incrementar as vendas, aumentar a taxa de conversão ou mesmo para estabelecer um relacionamento mais próximo com os seus clientes, esse tipo de estratégia permite interações em tempo real dos consumidores com a sua marca.

Social Commerce: você está fazendo isso certo?

É claro que isso pode ser uma faca de dois gumes, dependendo de como você o fizer. Porém, você não deve temer, pois, se é preciso estar presente nas redes sociais é melhor aproveitar essa oportunidade!

Se você ainda está com o pé atrás em relação a esse fenômeno, temos algumas dicas para que o Social Commerce da sua empresa torne-se uma forma de otimizar seu negócio, não um pesadelo. Confira:

Defina onde você vai atuar e invista.

Antes de qualquer coisa, é preciso que você defina em quais redes sociais você se fará presente. Vale ressaltar que o Facebook e o Instagram têm se destacado nesse sentido.

O Facebook, por exemplo, oferece a possibilidade de fanpages, nas quais você pode conversar com seu público, realizar um atendimento mais rápido e até mesmo dispor de lojas dentro da plataforma, as chamadas Likestores. Porém, muito cuidado! Lembre-se que nessa rede social os consumidores esperam por agilidade. Portanto, defina uma estrutura, defina pessoas (qualificadas) para responder as dúvidas e interagir com o cliente. Isso fará toda a diferença.

No caso do Instagram, a rede social funciona muito bem para o segmento de moda, principalmente. É possível expor seus produtos e angariar vendas dentro da rede social mesmo. Lembre-se de ser transparente e ágil no seu atendimento ao consumidor para transmitir credibilidade.

Estimule a interação entre os consumidores.

O diálogo entre os clientes, e potenciais clientes, é o que manda nesse tipo de negócio. Por isso, é muito importante estimular a participação de todos, para que opinem sobre os produtos e serviços que você tem a oferecer.

Nessa hora, não dá para ter medo de mostrar a cara do seu negócio. É preciso se expor mesmo, focando, é claro, seus pontos positivos, e direcionando a interação, tanto entre os próprios clientes quanto deles com a sua marca.

Além disso, você precisa mostrar a eles o quanto suas opiniões são importantes para continuar o seu trabalho. Para isso, estabeleça um relacionamento mais próximo, de diálogo mesmo, sem formalidades excessivas ou tentativa de vender o tempo todo.

Social Commerce: você está fazendo isso certo?

Realize promoção de forma eficiente.

É preciso realizar diversas ações para atrair e fidelizar os seus clientes. Para isso, que tal apostar em sorteio de brindes, ações promocionais ou enviar descontos através de newsletters? Essas são algumas das ideias para alavancar este modelo de negócio para seu comércio eletrônico.

Seja bom de papo.

É preciso que você argumente e mostre ao seu cliente que você se diferencia dos demais. Como fazê-lo? Bem, um conteúdo chamativo e interessante é um excelente começo e talvez, será o fator principal para o sucesso do seu Social Commerce.

Por isso, aborde os assuntos que seus consumidores querem ouvir e principalmente, assuntos leves, que tenham a ver com o cotidiano. Faça sua página ser interessante para o cliente, de forma que ele volte, não apenas para comprar, mas para interagir com você – a compra será uma consequência em algum momento.

Lembre-se que essa não é a hora de ficar “empurrando” o seu produto. Você precisa primeiro, criar a necessidade dele através de posts atrativos – tornando-se uma referência.

Conheça muito bem o seu púbico.

Se você já entende os seus clientes, ficará bem mais fácil conversar com eles e oferecer o que eles precisam. Além disso, você pode proporcionar a eles melhores experiências de compra.

Conhecer seus clientes também é saber até onde chegar, sem desrespeitá-los, e fazer as ofertas certas na hora certa. Se você ainda não conhece, não tenha medo de investir em pesquisas e enquetes para conhecer.

Além disso, fique de olho no comportamento deles nas redes sociais. O que eles curtem? Sobre o que estão falando? O que será que eles mais reclamam quando fazem compras – e o que mais elogiam? Procure as respostas para essas perguntas nos perfis dos seus clientes – e clientes em potencial – e otimize seus resultados de forma efetiva.

Seja flexível e bom de negócio.

Ser flexível e bom de negócio faz parte do sucesso da sua empresa no Social Commerce. Negocie com o cliente os melhores prazos, disponha de várias formas de pagamento e possibilite a ele uma experiência agradável e menos burocrática para comprar nas redes sociais.

Lembre-se que ele não está num ambiente convencional de compras, portanto, precisa fugir do convencional para agradá-lo e conquistá-lo.

Torne-se confiável.

Cumprir prazos, respeitar o seu cliente e se manter acessível para tirar dúvidas são alguns dos principais fatores de sucesso no Social Commerce. Tenha em mente que você precisa da confiança dos seus clientes para, só então, movimentar a base com novos consumidores. Lembre-se, também, que será através deste envolvimento que a fidelização será gerada – além, é claro, de atrair os novos clientes.

Tenha paixão por atender bem.

Neste modelo de negócio, não se pode cogitar um atendimento mal feito – lembre-se que se você furar no atendimento seu cliente falará de você ali mesmo, deixando para todo mundo ver o que ele pensa. Por isso, é de suma importância que você busque sempre as soluções para entregar ao seu consumidor um antes, durante e pós-venda impecáveis, dignos de elogios.

Se você já vendeu pelo seu perfil ou fanpage, por exemplo, sabe que o segredo é estar sempre disponível e lembrar sempre de zelar pela imagem do seu negócio. Ainda tem dúvidas sobre o Social Commerce? Deixe-as nos comentários que lhe ajudaremos.

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Mídias Sociais já representam 8% do faturamento da Netshoes.

Por Meio & Mensagem. As redes sociais já respondem por quase 8% do faturamento da Netshoes. Esses canais foram responsáveis por mais de R$ 100 milhões do faturamento total de R$ 1,3 bilhão registrado pela loja virtual de artigos esportivos em 2013. Em 2012, esse valor foi de R$ 1,2 bilhão. O resultado marca o aniversário de cinco anos da presença da marca nas redes sociais (veja abaixo um gráfico com o histórico da companhia nas redes).

Mídias Sociais já representam 8% do faturamento da Netshoes.

Netshoes renovou sua marca recentemente.

O projeto começou em junho de 2009 com o atendimento no Twitter. Em novembro do mesmo ano, o lançamento da fan page da Netshoes no Facebook marcou a entrada do departamento de marketing da empresa em ações nas redes sociais relacionadas a branding e a vendas. Os perfis oficiais no Google+ e no Instagram surgiram em janeiro de 2012 e setembro de 2013, respectivamente. Já no LinkedIn, as ações de branding e atração de talentos começaram em maio de 2013.

Para Juliano Tubino, CMO da Netshoes, a empresa encara as redes sociais como uma ferramenta voltada aos negócios. “Seja como um importantíssimo meio de diálogo com nossos clientes de forma transparente, seja para construção de engajamento com os nossos mais de nove milhões de fãs”, aponta. Em 2013, foram, em média, 52 mil interações com os usuários por mês.

Além do quesito vendas, as redes sociais ajudam a empresa no relacionamento com os clientes. Nos últimos 12 meses, 100% das reclamações do site Reclame Aqui foram atendidas e mais de 96% delas solucionadas, sendo que mais de 76% dos clientes afirmaram que voltariam a comprar com a empresa.

Mídias Sociais já representam 8% do faturamento da Netshoes.

Texto publicado no Meio & Mensagem.