3 dicas sobre Teoria das Cores para inspirar o seu projeto digital

Por RitikaPuri – ShutterStock. A cor torna o mundo belo. Nada inspira mais energia do que um céu de cor azul vibrante, num dia de sol. E quando precisamos de paz? Caminhamos por um campo iluminado, relaxamos na areia da praia, ou nos deixamos fascinar com um pôr do sol que exibe as estonteantes cores laranja, roxo e rosa e, sem falhar, traz paz ao nosso corrido dia.

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Teoria das Cores | Tradução Universidade Buscapé. Arte Original Teoria das Cores.

Nossas experiências diárias nos ensinam que a cor tem um valor que vai além daquilo que podemos ver. Ela complementa nosso humor, ajuda-nos a organizar planilhas e nos faz lembrar dos brinquedos preferidos de nossa infância. É por isso que Teoria das Cores é tão importante para o seu projeto digital.

Veja também: Infográfico: A Psicologia das Cores no Marketing.

Além de ver a aparência das combinações de cores, é importante compreender a ciência (e as ciências sociais) que estão por trás das cores. Qualquer que seja o seu nível de técnico com projetos, estas 3 dicas sobre a Teoria das Cores irão ajudar você a navegar na complexa arte da escolha de uma paleta de cores.

cores

1. Sociologia é a alma da cor

A cor nos faz pensar da mesma forma que nos faz sentir. Algumas cores estão vinculadas à experiências culturais, emocionais e sociais – que são, às vezes, maiores do que nós. Ao escolher as cores, pense a respeito do que a paleta de cores significa para seu público-alvo. Se estiver fazendo uma campanha internacional, por exemplo, você precisará entender o que cada cor significa no país de destino.

Nicky Szmala, diretor digital na Geometry Global, publicou um gráfico onde ele analisa os significados das cores básicas por localidade. No mundo ocidental, por exemplo, vermelho significa perigo, amor, paixão, emoção e sacrifício. No Leste da Ásia, o mesmo tom de vermelho vivo pode corresponder a celebrações, felicidade e vida longa. Entre os povos Celtas, entretanto, o vermelho corresponde à morte. Na Rússia? Comunismo.

De acordo com a discussão de Quora relacionada ao assunto, aqui está o significado de algumas cores no mundo ocidental.

Azul: segurança, tranquilidade, paz

azul

Verde: frescor, ambientalismo

verde

Amarelo: energia, alegria, cuidado

amarelo

Roxo: espiritualidade, luxo

roxo

Rosa: romance, beleza, amor, sensibilidade

rosa

Ao escolher um esquema de cores para o seu projeto, aproveite para se atualizar sobre os valores de quem está tentando alcançar. Melhor ainda, converse com o seu público-alvo para compreender o que as cores significam para ele.

2. Há uma ciência para isso

Colm Tuite, um projetista com experiência em usuários, enfatiza que a ciência da escolha das cores é igualmente importante para o componente subjetivo. Ele explica que as cores dividem-se em três categorias gerais.

Puras: cores que, normalmente, estão incorporadas a projetos bem vivos e transmitem aparência vigorosa, de verão, alegre, energética ou “descolada”.

puras

Matizadas: cores misturadas com branco que transmitem uma sensação mais leve, serena e com menos energia.

matizadas

Sombreadas: cores misturadas com preto que transmitem sensação de mistério, penumbra, perversidade ou perigo.

sombreadas

Ao trabalhar em um projeto de design, sua intuição pode indicar algumas conexões emocionais criadas pela combinação de cores escolhidas por você – e sua intuição provavelmente estará correta. O próximo passo é entender o por quê.

3. Projeto para a diversidade

Nossa biologia e fisiologia controlam a forma como percebemos as cores. Algumas pessoas são daltônicas, enquanto outras têm dificuldades em ler textos muito próximos. Ao fazer um projeto de design, certifique-se de atender às diversidades. Torne seu conteúdo o mais fácil possível de ser lido – o que significa evitar uma fonte amarelo neon em um fundo cinza claro, por exemplo.

diversidade

Tente inspirar o público-alvo em todo o espectro de cores. Todos nós vemos o mundo através dos nosso olhar único, e como profissionais de marketing e design, nosso trabalho é tornar esse processo o mais fácil possível.

Veja todas as imagens anexadas a este post na Mesa de Luz Teoria das cores da Shutterstock »

Como a teoria das cores afetou sua estratégia de projetos? Que outras dicas você adicionaria a esta lista? Compartilhe sua opinião na seção de comentários abaixo.

Texto publicado pelo Blog da Shutterstock.

Como proteger uma marca?

Por Mauricio de Souza Tavares. Quando uma empresa inicia suas atividades, normalmente cria uma marca para identificá-la ou para identificar o seu produto ou serviço junto ao seu público consumidor. Esta marca será importante para que o consumidor faça uma ligação direta entre o produto ou o serviço ofertado e a própria empresa, para que seja estabelecido um elo de fidelidade entre os dois lados.

Dentro deste pensamento, seria lógico que esta empresa que inicia suas atividades tomasse um certo cuidado para evitar problemas no futuro, ou seja, que ela fizesse uma verificação da marca pretendida, se existe alguma empresa já utilizando-a, ou se ele corre algum risco em relação a este assunto no futuro.

Como proteger uma marca?

Entretanto, a grande maioria das empresas que iniciam suas atividades deixa para depois este tipo de cuidado. Isso, quando ela resolve tomar alguma atitude em relação à sua marca e a proteção da mesma.

Segundo a Serasa Experian, em 2013, foram abertas 1.840.187 empresas no Brasil. Entretanto, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), tivemos 163.587 marcas depositadas naquele órgão. Se pensarmos que, historicamente, 20% destes pedidos de marca são depositados por empresas estrangeiras, chegaremos a um número próximo de 131.000 marcas depositadas por empresas brasileiras por ano.

A disparidade entre a quantidade de marcas depositadas e a quantidade de empresas abertas é uma monstruosidade. Se, ainda formos pensar que uma boa parte destas marcas depositadas por empresas brasileiras foram depositadas por empresas já existentes e não empresas recém criadas, a disparidade aumenta ainda mais.

Uma decisão que não deve ser adiada

Nos contatos que tenho com empresas iniciantes, startups, empresas individuais, ou qualquer outro tipo de empreendedor, a resposta é quase sempre padrão. A desculpa para tal atitude (ou falta dela) é quase sempre que, neste momento, isso demandaria um investimento que ele não possui, mas que, futuramente, ele tomará os procedimentos necessários.

É bem verdade, que a empresa que inicia tem vários tipos de gastos, tais como contadores para abertura de empresa, profissionais até mesmo para a criação do nome ou da logo, investimento em estoque, na reforma de um ponto, na compra de equipamentos, compra de móveis, entre outros.

Entretanto, na verdade, tudo indica que não é uma questão financeira, mas, sim, de cultura, e mais, de cultura de desinformação.

E, sendo viável de utilização, o empreendedor poderá fazer uso dela e protegê-la, tornando-se exclusivo no mercado, o que sempre facilita a fidelidade do consumidor. A proteção da marca, por sua vez, também não envolve valores extremamente altos.

A taxa governamental envolvida para isso gira em torno de R$ 142 para microempresas. O custo de um profissional especializado também irá variar muito (como no caso da busca), mas, em média, ficará em torno de R$ 1.000 ou até menos. Tudo dependerá do profissional escolhido. Como exemplo deste raciocínio, é fácil demonstrar que esta análise inicial não é tão cara como se imagina.

Uma análise de viabilidade de uso de uma marca (o que chamamos de busca de marca no mercado) custa de R$ 100 a R$ 1.000, dependendo do profissional ou escritório especializado envolvido (lembrando que o mais caro nem sempre tem uma qualidade melhor), mas, em média, podemos dizer que fica mais próximo da parte de baixo do que da parte de cima.

Este investimento não é alto, se pensarmos que esta busca e o depósito da marca darão uma tranquilidade ao empreendedor para que ele invista em sua marca e na conquista do seu consumidor potencial. Muitas vezes, nestas conversas com empreendedores, questiono quanto se gasta com a criação de um letreiro que identifique sua loja, ou uma embalagem para acondicionar o seu produto.

Evitando problemas futuros

Muitas vezes, comparo o registro de uma marca, com o seguro de um carro. Provavelmente, o seguro de um carro custa bem mais caro do que a proteção da sua marca, ainda mais se pensarmos que o seu carro só perde valor, enquanto que sua marca tende a criar cada vez mais valor.

Sendo assim, fica claro para o empreendedor que, na verdade, o momento de proteger uma marca é exatamente no início de tudo. Posteriormente, existe o risco (até grande) de ter que mudar a sua marca, e avisar os seus consumidores da mudança, o que, na minha opinião, geraria um custo muito maior, fora a perda de receita pela confusão e o desconhecimento da nova marca em questão.

Portanto, fica aqui a dica. Antes de abrir o seu negócio, tome também cuidado com a sua marca. Assim, você evita problemas e trabalha tranquilo.

Mauricio de Souza Tavares da Lext Intellectual Property

Texto publicado no EmpreendedoresWeb.com.br

Quando é a hora certa de buscar capital externo?

Acessar recursos externos também é uma questão de timing, saiba quando é o momento certo de procurar bancos ou buscar capital de investidores externos para sua empresa

Se você tem uma empresa e quer crescer agressivamente, estas dúvidas já devem ter lhe ocorrido. Quando é a hora certa de levantar investimento ou captar recursos externos? Eu realmente preciso levantar investimento? Um empréstimo pode ser uma boa alternativa para mim? Quais os benefícios e os problemas trazidos pelo capital de risco?

Quando é a hora certa de buscar capital externo?

Imagem do Corbis Images.

O capital externo, muitas vezes é algo que ajuda as empresas a crescer mais rápido, mas também pode trazer algumas complicações. Cabe a você, empreendedor, descobrir a hora certa e as condições ideias para ir atrás de uma captação de recursos. Neste artigo vamos falar um pouco do timing para buscar recursos externos.

Não basta uma ideia

É extremamente raro o caso de investidores/financiadores de empresas apostarem em uma ideia apenas. Se você ainda está neste estágio, uma boa alternativa é seguir pelo caminho do bootstrap, ou seja, você mesmo financia seu negócio até chegar a hora correta de buscar o capital.

Segundo este artigo da revista Forbes, o empreendedor tem que se mover e provar que já percorreu um longo caminho com a sua empresa. Não no sentido de tempo, mas no sentido de resultados alcançados. Chegue o mais longe possível sem investimento e faça as contas.

Quanto me custou para chegar até aqui? Qual o retorno que tive? Se você tivesse mais capital, você chegaria mais longe? Um investidor quer ver seu mercado se movimentando, um time formado e os primeiros sinais de que seu negócio vai ser um estouro. Se este não for o caso, é melhor aguardar.

Você tem tração?

Se você não tem destaque no mercado, clientes importantes, volume de clientes ou faturamento, provavelmente você não tem muita tração. Pouca tração significa muita diluição em um cenário de investimento e muitos investidores sequer olham empresas sem sinais de tração. Se você busca recursos no banco, como um empréstimo ou programas de acesso a capital do governo, ainda assim precisa provar que tem crescido rápido para conseguir o melhor custo de capital possível.

Se você ainda não tem números e resultados expressivos no seu mercado é melhor fazer o dever de casa antes de captar recursos. Este artigo da aceleradora 500 startups é um bom lugar para começar a aprender como gerar tração para sua empresa.

Apenas para ilustrar, existem dezenas de indicadores de tração para empresas. Tração pode ser um número grande de usuários do produto, faturamento, alta capacidade de geração de leads, entre outras coisas. No caso do Facebook, quando a empresa levantou sua primeira rodada de investimentos, no valor de U$500.000 do empreendedor Peter Thiel, a empresa já possuía quase 1 milhão de usuários. Posteriormente, este investimento chegou a valer mais de U$ 1.1 bilhões, quando Peter Thiel vendeu a maior parte das suas ações.

Você consegue captar o volume de recursos suficiente para atingir seus objetivos sem comprometer a gestão e a sua participação no negócio?

Se você precisa do capital, tem também que saber o quanto está disposto a pagar por ele. Quanto você quer diluir do seu negócio. Quanto de juros você está disposto a pagar. Qual a contrapartida você dará no caso de recursos governamentais.

Se você está disposto e tem a maturidade para lidar com sócios externos. Se sim vá adiante. Caso contrário, analise profundamente sua situação e repense seus conceitos.

Seu negócio está indo bem e você não precisa captar para continuar crescendo?

Se esse é o caso, você está na melhor posição. Afinal você não tem pressão e o dinheiro é apenas uma opção de aceleração do crescimento. Os investidores vão fazer ofertas, aumentar seu valuation e fazer de tudo para serem seus sócios.

Os bancos vão lhe oferecer as melhores linhas de crédito. Use isso a seu favor. Neste cenário se você for captar recursos, você terá os melhores termos possíveis.

Texto publicado pela Endeavor Brasil.

Google planeja priorizar sites mobile nos resultados de busca

Entenda por que que é fundamental que as empresas tenham sites para dispositivos móveis

Via Proxxima. O Google já vem alertando sobre a necessidade dos sites mobile há alguns anos. Empresas que estão à frente já colhem os frutos do investimento em portais para dispositivos móveis. Se o seu negócio ainda não mergulhou nessa onda, saiba que gigante de buscas comunicou a intenção de priorizar sites mobile nos resultados de busca.

A companhia sempre batalhou para entregar a melhor experiência ao usuário e, claramente, websites para smartphones e tablets são cruciais já que o volume de buscas nesses devices ultrapassam as buscas no desktop.

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Só que o Google não pode controlar se o site é mobile ou não. Também leva tempo desenvolver um ranking que proporcione a melhor experiência sem ignorar sites importantes que ainda podem não ter se tornado mobile. Com esse desafio, a companhia começou a testar um ícone que avisa usuários quando o site é mobile. Essa ferramenta pode ser valiosa para direcionar tráfego para esses sites. Além do crescimento de mobile search, é imperativo que todo site invista em versões para dispositivos móveis.

O mobile está deixando o desktop para trás?

Segundo pesquisa recente da comScore, a maioria dos consumidores são multitela. Isso não significa que o mobile sozinho está vencendo, e sim que vários dispositivos estão sendo utilizados pelo mesmo visitante nos mesmos sites. Essa é a principal razão para valorizar experiências consistentes em múltiplos devices.

Um site padrão em um dispositivo móvel resulta em uma experiência ruim para o usuário: as fontes são muito pequenas, há informação excessiva em uma só tela, e é muito difícil de se navegar. A menos que o site seja a única fonte de informação para o que o usuário busca, ele definitivamente abandonará o endereço e procurar um mais compatível com seu device.

O Google defende que um site precisa oferecer a mesma experiência ao usuário, independentemente do device escolhido. Larry Page, co-fundador e CEO da empresa, é firme em sua opinião de que sites não devem ter múltiplas versões para múltiplos devices e acredita que desenvolver o design de um site mobile não é a função do webmaster. O design responsivo é uma abordagem de web design cujo propósito é criar experiências positivas – leitura e navegação descomplicadas, sem muito zoom e scrolling – em vários dispositivos (do mobile ao desktop).

A emergência da busca de voz

Essa é mais uma razão para se ter um site mobile. A busca mobile via voz é uma tecnologia emergente que combina o poder do mobile com algoritmo que reconhece a voz. Esse algoritmo dá aos usuários a possibilidade de fazer pesquisas no Google falando de maneira informal. A empresa melhorou o formato ao utilizar o Knowledge Graph para os resultados. O maior banco de informações do mundo é do Google, portanto, dar a resposta certa a qualquer pergunta é importante para o sucesso da empresa como buscador.

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Para alimentar o Knowledge Graph com resultados locais, o Google usa informações do Wikipédia e do próprio site. Consequentemente, é muito importante manter as seguintes informações atualizadas: logo, endereço, telefone, pessoas e outros dados relacionados ao negócio.

A companhia também anunciou uma nova plataforma de busca em setembro de 2013, o Hummingbird. O nome vem de “preciso e rápido” e tem o objetivo de focar no significado por trás das palavras. O serviço presta mais atenção a cada palavra da busca, garantindo que toda a sentença seja considerada, em vez de focar em palavras isoladas.

Um estudo recente comissionado pelo próprio Google aponta que adolescentes já têm o hábito de fazer buscas com a voz, enquanto adultos ainda não aderiram à prática. A maioria das buscas por voz envolvem direções, ligações e questões sobre lições de casa. No entanto, o número de buscas relacionadas a negócios, produtos e críticas aumentaram exponencialmente no ano passado.

O tráfego mobile está crescendo a uma velocidade impressionante e os passos que o Google deu sinalizam que toda empresa deve ter uma estratégia mobile. É possível que os testes recentes feitos companhia, como ícones mobile, não se tornem padrão nos resultados de busca. Porém, está claro que ter um site otimizado para buscas mobile não é mais uma opção. Sempre tenha em mente que o objetivo do Google é oferecer qualidade à experiência do usuário e garantir que seu site seja construído com a mesma meta. Com informações do Click Z 

Texto publicado no Proxxima.

Segredos da Fotografia de E-commerce

Trabalhar com a venda de produtos online exige uma constante busca por estratégias que possam diferenciar seus produtos dos oferecidos pelos concorrentes. Afinal, é preciso que haja um “algo mais” para que o cliente opte por você e não pelo outro. Como vivemos na era da imagem, é importante saber usar bem esse recurso, pois ele se torna um dos grandes diferenciais ao seu favor.

5 segredos da Fotografia de E-commerce

Para que você obtenha sucesso e amplie suas vendas, separamos os 5 segredos da fotografia de e-commerce para que você “fisgue” o interesse do internauta e o leve a fechar o negócio. Câmeras a postos e vamos lá!

#1. Adquira um equipamento de qualidade

Por melhor que seja a câmera do seu celular, ela não vai fazer uma foto profissional. Por isso, é preciso que você Invista em equipamentos de qualidade. Uma boa câmera fotográfica, uma lente adequada para o tipo de foto que você vai realizar, tripés, painéis refletivos, dentre outros, precisam ser adquiridos.

Lembre-se que esses não são gastos, mas sim, investimentos.

Leia mais: Top 10 Melhores câmeras para fazer vídeos e fotos de produtos para Loja virtual

#2. Esteja atento à iluminação

Fotos tiradas com a luz adequada são muito mais atrativas e agradáveis. Na maior parte dos casos, a iluminação mais indicada é a natural. Mesmo assim, é preciso ter conhecimentos adequados para obter o melhor que todo tipo de luz pode oferecer à imagem produzida.

Se você puder usar o espaço externo para fotografar, o faça; mas se isso não for possível, busque uma janela e utilize a claridade indireta que ela oferece.

#3. Faça fotos com boa resolução

A qualidade da imagem é essencial para se conseguir uma ótima fotografia. Fotografe em uma resolução alta, isso permite uma visualização melhor – e maior – da imagem, com menos distorções e mais detalhes. Sem ela, o cliente não conseguirá ver seu produto da maneira adequada, o que poderá impedir que ele realize a compra.

Portanto, antes de publicar suas fotos em sua loja online, verifique se as imagens estão com qualidade suficiente.

#4. Invista em ângulos alternativos

Mostre seus produtos de todos os ângulos possíveis. Como o cliente não terá o objeto em mãos para poder olhar de todas os jeitos que ele quiser, ofereça a ele a noção mais próxima possível da sensação de estar manuseando o produto.

Poste as fotos em galerias, aposte em distâncias e ângulos diferentes (de frente, costas, de cima, por dentro, zoom, etc), para que ele consiga analisar bem o que ele está comprando.

#5. Busque qualificação

Para tirar boas fotos, você precisa entender de fotografia, certo? Muito mais do que apontar a câmera e disparar o flash, é preciso conhecer técnicas para serem aplicadas em diferentes ambientes e contextos, com pessoas, objetos, paisagens, etc. Procure um curso de fotografia, presencial ou online, para adquirir esses conhecimentos.

E-book: Guia Prática da Fotografia para Lojas Virtuais

Para você que se interessou pelo tema e deseja aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto, baixe agora o e-book Guia Prático de Fotografia para Lojas Virtuais. Esse material gratuito oferecerá a você outras informações relevantes sobre como deixar as imagens de seus produtos mais atrativas para conquistar o interesse do cliente e garantir a venda.

Não perca tempo! Pratique nossas dicas, busque outras fontes de conhecimento em nosso site e usufrua de todos os benefícios que a imagem é capaz de proporcionar à sua loja virtual!

Guia prático da Fotografia para Lojas Virtuais.

9 melhores práticas da nutrição de leads por e-mail

Por Andre Metzen. A nutrição de leads é um passo importante para que a sua marca se relacione com seus clientes de maneira mais próxima, despertando interesses e construindo um elo que antecede a compra e que se perpetua depois dela.

Uma das melhores maneiras de criar essa ligação é o relacionamento, o e-mail marketing se torna a escolha perfeita para nutrir leads e assim aprender aos poucos como lidar com os seus prospects, como mantê-los próximos e satisfeitos, até que se tornem clientes fiéis. Eis o porquê de termos selecionado 9 melhores práticas do mercado para a nutrição de leads por e-mail marketing. Esperamos que este artigo ajude na sua jornada!

9 melhores práticas da nutrição de leads por e-mail

Imagem do Corbis Images.

Torne-se conhecido

Empresas conhecidas têm maior aceitabilidade por parte das pessoas, tanto na comercialização de produtos e serviços quanto na permissão para envio de e-mails marketing. Estudos da RainToday indicam que 65% das empresas conhecidas têm excelentes resultados com a geração de leads, portanto, construa sua marca com zêlo na internet, para que as pessoas se sintam mais confiantes em estabelecer um relacionamento com ela.

Seja influente

Torne-se um conselheiro, aquela empresa que antes de qualquer menção à venda, dá ao prospect o poder para decidir o que é melhor para ele. Para que isso aconteça, crie conteúdo relevante e ofereça-o gratuitamente, via e-mail marketing. Estabeleça a confiança antes de mais nada.

Desenvolva whitepapers

Whitepapers são documentos de 4 a 12 páginas que abordam um tema específico, dando ao cliente um conhecimento novo, que agregue valor ao dia a dia dele. Aborde temas interessantes para a sua audiência e conquiste credibilidade na rede.

Crie e-books

Os e-books são materiais extremamente bem aceitos pelos seus leads, pois trazem conhecimento rápido e de fácil absorção, geralmente com soluções que podem ser aplicadas imediatamente. Utilize versões como apresentações de Power Point, pois são mais dinâmicas e diretas, facilitando a leitura.

Use as mídias sociais

As mídias sociais estão no topo das estratégias de geração de leads e contribuem para gerar tráfego para sua landing page ou site. Trabalhando uma boa comunicação nas mídias sociais, você obtém a permissão da sua audiência para manter contato, podendo fortalecer suas estratégias de e-mail marketing junto aos seus leads.

Ofereça conteúdo premium

Conteúdos mais aprofundados e que solicitem em troca algumas informações são poderosas armas para nutrir a geração de leads por e-mail marketing. Obtendo os dados essenciais da sua audiência você envia e-mails marketing segmentados e de acordo com o perfil dos seus leads, aumentando o engajamento.

Utilize cases de sucesso

Na nutrição de leads não é proibido dizer os resultados que os seus clientes atingem com os seus serviços, desde que não seja algo recorrente. Crie materiais com estudos de caso onde sua marca tenha oferecido um serviço de qualidade e seu cliente tenha obtido sucesso. Não esqueça de solicitar alguns depoimentos para corroborar sua fala.

Faça webinars

Webinars são maneiras de manter um relacionamento mais próximo, oferecendo um conteúdo diferenciado para sua audiência e fomentando a geração de leads. Para inscrever-se no webinar, seu prospect deverá preencher um cadastro, iniciando assim um relacionamento de longo prazo com a sua marca.

Seja mais humano

As pessoas esperam por contatos mais reais, despidos das formalidades das empresas, pois gera mais empatia. Ao lidar com seus prospects e leads, seja pessoal, trate-os pelo nome, como se fossem amigos travando uma boa conversa. Nada de conteúdos herméticos e cheios de termos técnicos, o objetivo é o diálogo!

Texto publicado no E-commerce Brasil.

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Andre Metzen trabalha com internet desde 2001 e é graduado em Ciência da Computação pela UFES. Foi gerente de tecnologia do iMasters por 7 anos responsável pelo desenvolvimento do Portal iMasters. Fundador da Conceptho, empresa especializada em serviços web, onde é responsável pelo projeto RockPigeon.com.br. Palestrante, articulista e consultor sobre infra-estrutura cloud e desenvolvimento web.

6 passos para desenvolver sua estratégia de links patrocinados para loja virtual

Os cobiçados primeiros lugares nas páginas de resultados de busca do Google não são apenas daquelas empresas que possuem uma boa estratégia de marketing digital — são daquelas que investem em campanhas no Google Adwords, os chamados Links Patrocinados.

Você já deve conhecê-los bem, e provavelmente já clicou em algum deles: são os que ficam em destaque, no topo e em uma coluna posicionada no lado direito da página. Muitas lojas virtuais hoje devem o sucesso nas vendas de produtos e serviços aos bons resultados nesse tipo de campanha.

6 passos para desenvolver sua estratégia de links patrocinados para loja virtual

Em suma, campanhas de Links Patrocinados funcionam como uma espécie de “atalho” para se chegar ao topo das páginas de resultado do Google, sem ter que passar pelo, nem sempre rápido, processo de otimização via SEO (Search Engine Optimization). Ainda assim, trabalhar com o AdWords também requer bastante planejamento e dedicação. Que tal então conferir nossos cinco passos essenciais para desenvolver uma estratégia matadora de Links Patrocinados para sua loja virtual?

1 – Defina objetivos

Básica para qualquer estratégia de marketing e vendas, a definição de objetivos claros e plausíveis é o que norteia todo o processo e ajuda a não se desviar do caminho.

Bons exemplos são: aumentar as vendas de determinado produto ou serviço, aumentar o tráfego do blog dentro do seu e-commerce, ou simplesmente conquistar mais assinantes para a sua newsletter. Evite ser genérico ou institucional demais nas campanhas.

2 – Defina seu orçamento

Com o AdWords, você é quem escolhe o quanto vai gastar com a campanha. Isso porque você pagará por cliques que os usuários fizerem nos seus links que aparecerem nas páginas de resultados, em valores descontados de acordo com a cotação de cada palavra-chave, de um montante pago previamente por você, como se fossem créditos.

“Mas como assim?”, você deve estar se perguntando. É que no AdWords, seus anúncios serão vinculados a palavras-chave definidas por você, e que tenham a ver com seu negócio ou seu produto. Essas palavras-chave têm um custo por clique (CPC), determinado pelo nível de procura dela, como se fosse mesmo em uma bolsa de valores.

Supondo que você tenha definido um orçamento de R$500 para a sua campanha e definido “veículos usados” como uma das palavras-chave, se cada clique custar R$1, esse valor será descontado do seu orçamento toda vez que um usuário clicar em seu anúncio.

3 – Defina palavras-chave

Faça um brainstorm de todas as palavras e termos que são relacionadas ao seu produto e, de maneira mais específica, à sua campanha. Tente não ser muito genérico!

Por exemplo, “carros” é um termo bastante genérico e concorrido, ao ponto que “carros usados Belo Horizonte”, mais específico e menos concorrido, pode trazer melhores resultados. Depois, use a Ferramenta de Palavras-Chave do AdWords, que você pode acessar dentro da sua conta dentro do sistema do AdWords, em “Gerenciamento de Campanhas – Ferramentas – Ferramenta de Palavras-chave”. Esse recurso bastante útil mostra o volume de buscas mensais por termo, a concorrência e também quanto vale o clique de cada um deles.

Leia também: Como montar uma campanha de links patrocinados eficiente

4 – Construa as landing pages

De nada adiantaria atrair o público até seu anúncio, fazê-lo clicar, para depois mostrar uma página de produto, serviço ou site ruins. Capriche no conteúdo, dê o máximo de informações que conseguir sobre o seu produto e faça uso das boas práticas de marketing digital: use as palavras-chave, elabore bons títulos e coloque um bom call-to-action.

Atenção: é imprescindível que os links de sua campanha apontem direto para essas páginas.

5 – Construa os anúncios e dê start na campanha

Obedecendo sempre aos limites de caracteres impostos pelo AdWords, crie os títulos, os textos e separe os links de seus anúncios. Lembre-se de que os títulos devem ser bastante chamativos e os textos devem possuir o máximo de informação útil possível, de preferência fazendo uso das principais palavras-chave de sua campanha.

Depois disso, insira essas informações dentro dos formulários de campanha do AdWords e comece sua campanha!

6 – Monitore tudo, sempre

Campanhas de AdWords são bastante dinâmicas — ou seja, é possível alterá-las ao longo do tempo, a partir de dados obtidos das mensurações de suas campanhas. Acompanhe diariamente os índices de cliques e preste muita atenção nos bounce rates (taxas de rejeição), pois um valor alto significa que algo está inconsistente na sua campanha.

Está nas primeiras experiências com campanhas de AdWords ou pelo menos já se aventurou nelas? Como foi o processo e quais os resultados? Compartilhe com a gente suas experiências!

Como negociar a taxa de cartão de crédito com as operadoras

Por Etelvino C. Santos. A taxa de cartão de crédito cobrada pelas operadoras junto aos estabelecimentos comerciais e outras empresas influencia diretamente no preço final de produtos e serviços. Quem pretende abrir um negócio e receber pagamentos por esse meio precisa considerar essa variável no seu plano de negócio. Mas é possível negociar essas taxas?

Para quem vai abrir sua empresa, a taxa inicial cobrada é de aproximadamente 3,6% sobre o valor de uma transação com cartão de crédito à vista, em que o lojista recebe 30 dias após a data da venda.

Como negociar a taxa de cartão de crédito com as operadoras

Imagem do Corbis Images.

Para transações de débito em conta, como o Visa Electron ou o Maestro, a taxa é de 0,5% a 1,0% inferior à de crédito. E as transações parceladas no cartão possuem uma tarifa crescente, de acordo com a quantidade de parcelas. Existe a possibilidade de negociar uma “taxa escalonada” do parcelado, como, por exemplo, 1% a mais em relação à de crédito para duas a cinco parcelas, 2% a mais em relação ao crédito para seis a nove parcelas, 3% ou mais para 10 a 12 parcelas.

Por padrão, a taxa do cartão de débito sempre será menor que a do crédito, enquanto a da venda parcelada é sempre a mais alta. É preciso tomar cuidado com o recebimento em prestações, porque impacta o fluxo de caixa. Se for preciso pagar um fornecedor em 30 dias, será necessário ter dinheiro no momento.

Se o valor médio da venda for superior a R$ 120, considere a possibilidade de receber pagamentos em pelo menos três parcelas. No geral, a média uma prestação é de R$ 75, e os principais fatores que influenciam são o segmento de empresa, mix de produtos e perfil do consumidor.

Dicas para negociação

As principais operadoras de cartão de crédito, também conhecidas como adquirentes, são a Cielo, Redecard, e ainda temos a Elavon e a Getnet. Concentrar as vendas em uma das operadoras é proposta interessante para elas, mas tenha sempre outra como backup.

O ideal é ter pelo menos três meses de faturamento com a operadora para tratar de negociação e apresentar expectativa do volume de venda nos próximos 12 meses (faturamento, quantidade de vendas e/ou valor médio da venda).

É importante identificar qual opção de pagamento representa maior volume (débito, crédito ou parcelado). Se por exemplo, as prestações correspondem a mais de 60% das vendas, lute por uma taxa menor neste quesito, ainda que isso represente a taxa no crédito ou no débito mais alta.

Para conseguir uma tarifa ainda mais baixa, estude a possibilidade de fazer antecipação de recebíveis, um tipo de financiamento. O adiantamento de uma venda a crédito ou parcelada pode ser feita pelos bancos ou pela própria operadora. Pesquise pela menor tarifa.

Entretanto, mesmo com toda a importância da menor taxa, o conjunto de serviços oferecido pela operadora, deve ser considerado e pode ser determinante, tal como um bom atendimento, tecnologia e soluções adequadas para sua operação.

Seja uma simples máquina de pagamento (POS) ou uma solução de comércio eletrônico para pagamentos via Internet, vale fazer algumas contas e, pelo menos uma vez ao ano, tentar renegociar as taxas. Em toda negociação, o ideal é sempre buscar uma proposta onde as partes sintam-se satisfeitas, pois quem quer produtos e serviços de qualidade precisa pagar por um preço justo.

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Etelvino C. Santos é Diretor da empresa T3L – Internet Business, especialista em meios de pagamento. Além de consultoria, desenvolve projetos em E-Commerce e Mobile. Também é Diretor de Meios de Pagamento da ABComm.

Texto publicado no E-commerce Brasil.

5 maneiras de tornar sua marca mais conhecida usando Marketing de Conteúdo

Cada vez mais empresas de e-commerce têm incluído uma página de conteúdo em seus sites – na maior parte das vezes, um blog ou revista eletrônica. Isto não é à toa: o conteúdo e um serviço adicional que agrega valor ao negócio. O cliente sente que está ganhando algo a mais.

Além disso, é uma excelente forma de branding: a página de conteúdo ajuda a definir melhor o que é sua marca e quem ela quer atingir, além de aumentar as chances do cliente passar mais tempo em seu site, se lembrar da sua marca depois e recomendá-la. Por fim, pode melhorar suas vendas: você direciona os clientes a determinados produtos, dizendo por que comprá-los e dando dicas de como usá-los.

5 maneiras de tornar sua marca mais conhecida usando Marketing de Conteúdo

Essa estratégia de marketing, porém, só funciona quando muito bem feita. Se você oferecer um conteúdo mal produzido ou que não cative o seu cliente, estará dando um tiro no pé. Confira abaixo cinco dicas para tornar-se um bom criador de conteúdo:

1. Estabeleça um objetivo a ser alcançado

Não crie ou blog ou página de conteúdo apenas porque todo mundo está fazendo isso. Antes de tudo, é preciso estabelecer o que você quer alcançar. O que deseja entregar ao cliente e por quê?

A partir daí, você poderá definir a sua linha editorial, a “cara” do seu conteúdo – a qual precisa ser consistente e realmente “falar”com seu público-alvo. Uma agência de marketing ou produtora de conteúdo pode ajudá-lo a definir as melhores maneiras de atingir seus objetivos e fornecer insights mais detalhados de como atingir seu público.

2. Vá além do óbvio

Lembre-se que o blog do seu e-commerce irá competir com todo o resto da blogosfera – e, nela, já há muita gente falando sobre os mesmos assuntos. É preciso definir uma linguagem e enfoque que não só tenha, a ver com sua marca, mas que também se diferenciem das centenas de outros blogs existentes. Pense fora da caixa e tenha como objetivo máximo ajudar o internauta, que busca informação que lhe seja útil e interessante. Quanto mais útil for o conteúdo, maiores as chances dele ser compartilhado.

Não surpreendentemente, tutoriais, artigos de passo a passo, novas ideias que facilitem a rotina das pessoas, pesquisas e infográficos são alguns dos conteúdos com maior potencial de compartilhamento. As pessoas gostam de aprender coisas novas. Além de ajudar o leitor, este tipo de conteúdo ajuda a estabelecer a sua marca como uma autoridade, uma voz a ser ouvida em seu nicho de mercado.

Veja também: Qual tipo de conteúdo utilizar? Como vencer na corrida do Marketing de Conteúdo.

3. Use a newsletter também como um canal de conteúdo

Muitas lojas online já fazem isso, mas não custa reforçar a dica: newsletters que oferecem conteúdo interessante têm mais conversão do que aquelas que apenas mostram novos produtos ou ofertas.

Se sua newsletter contiver sempre apenas uma lista de produtos, pode ser que o cliente não a abra quando não estiver planejando comprar nada. Mas, se, a cada semana, a newsletter trouxer conteúdo interessante e útil (o qual pode ou não ser mesclado com ofertas), a pessoa sempre vai ter curiosidade de abri-la. No longo prazo, isso torna sua marca mais forte.

4. Crie uma comunidade em torno da sua marca

Na Internet, a comunicação não é feita de cima para baixo: as pessoas querem comentar, contribuir, trocar. Abra, então, um canal de interação e não se esqueça de sempre responder as dúvidas, sugestões e (principalmente) reclamações dos clientes.

Clientes insatisfeitos muitas vezes se utilizam dos canais de conteúdo do e-commerce para reclamar. Eles esperam ser prontamente respondidos, mesmo que aquele não seja um espaço para SAC. Ignorá-los ou deletar seus comentários é algo que vai prejudicar sua imagem não só perante àquele cliente específico, mas a todos os outros visitantes.

5. Não tenha medo de ser “engraçadinho”

Os brasileiros são reconhecidos pelo bom humor na Internet. Mesmo que a sua marca seja mais séria, não tenha medo de adotar uma linguagem mais divertida de vez em quando.

Textos e imagens bem-humorados são o tipo de conteúdo que mais tende a viralizar – quando o humor é aliado a algo útil para o dia a dia do leitor, o potencial de “viralização”, então, é enorme! Fotos de cães e gatos e referências a memes, por exemplo, são coisas bobinhas e que dificilmente têm a ver com as marcas e produtos. No entanto, este tipo de conteúdo tem se mostrado eficaz em termos de “brand awareness”, ou seja, aproximar sua marca do leitor.

Jochem Vroom é o fundador da Imbull, empresa holandesa responsável pelos maiores sites de cupons de desconto da Holanda e da Bélgica, com os quais ganhou diversos prêmios do ramo, como o Affiliate Awards e a lista de pessoas mais influentes do marketing holandês. Ano passado, a Imbull lançou o Flipit, um portal mundial de cupons, presente em 22 países incluindo o Brasil.

8 essenciais integrações para loja virtual

Muitas pessoas que querem empreender consideram o comércio eletrônico como a melhor alternativa para começar seu negócio. Afinal, ele não demanda a procura e manutenção de um ponto físico para receber os clientes, muitos são administrados por equipes pequenas e em diversos casos não é necessário um aporte financeiro muito grande inicialmente.

Mas apesar destas facilidades, a gestão de um e-commerce não é tão simples quanto parece. Ela envolve detalhes como a composição do estoque, precificação, planejamento de vendas, logística, estratégias de relacionamento com o cliente, entre outros desafios.

8 essenciais integrações para loja virtual

Contar com uma plataforma que possa ser integrada a sistemas e plug-ins pode auxiliar e muito a gestão interna da loja virtual. Neste post, separamos 8 integrações para loja virtual que não podem faltar, independentemente de tamanho ou área de atuação.

1# Gestão empresarial

Mesmo em negócios pequenos, os empreendedores à frente de lojas virtuais precisam se preocupar não somente com as vendas, mas também com a reposição do estoque, cadastro de novas mercadorias, etiquetas e embalagens, troca de pedidos, fluxo de caixa, despesas e faturamento.

Uma maneira de não se perder entre tantas tarefas é unificar todas por meio de um sistema integrado de gestão empresarial (ou ERP – Enterprise Resource Planning) que otimiza os processos — faturamento, etiquetagem e envio de produtos, reposição de estoque, cotação e negociação com fornecedores — de forma segura e organizada e ainda gera relatórios que auxiliarão na tomada de decisão.

Por exemplo, por meio de alguns cliques, é possível saber quais mercadorias devem ser repostas no estoque e quais precisam ser liquidadas por ter um vencimento próximo.

2# Meios de pagamento

Pesquisa feita pela Cyber Source Corp, empresa de gerenciamento de pagamentos no comércio eletrônico, apontou que lojas virtuais que oferecem quatro ou mais meios de pagamento têm uma taxa de conversão de vendas 12% maior do que os que oferecem somente uma opção.

Utilizar em sua loja virtual uma solução que integre diversos meios de pagamento, como cartão de crédito e débito de várias bandeiras, boleto bancário, débito em conta e outros métodos digitais, ajudará não só na gestão dos pagamentos, como permitirá que você atinja públicos que prefiram finalizar a compra de diferentes formas. Também é possível oferecer mais formas de pagamento — à vista, com descontos ou parceladas — de forma prática.

3# Carrinho de compras

Uma das principais ferramentas do e-commerce é o carrinho de compras. Ele proporciona uma experiência de consumo muito bacana, para que os clientes agrupem itens que desejam comprar ao mesmo tempo que navegam no site.

É importante contar com esta facilidade no e-commerce, pois ela pode determinar o sucesso de uma venda, seja na hora da escolha dos produtos ou mesmo no pagamento do pedido. Há inúmeros sistemas e plug-ins que integram o carrinho à loja virtual e que podem ser integrados também a vários sistemas de pagamento.

4# Nota Fiscal eletrônica

A emissão da Nota Fiscal eletrônica (NF-e) é obrigatória para muitos segmentos de atuação no comércio. Um e-commerce precisa emitir nota fiscal sempre, pois a Secretaria da Fazenda audita eletronicamente todas as operações online. Um sistema de emissão de NF-e integrado ao site garante maior agilidade no processamento da nota, com mais segurança, e facilita o fechamento do mês com o contador.

5# Logística

A entrega dos produtos é um ponto crítico no comércio eletrônico. O cliente precisa sentir segurança para finalizar a compra e muitas vezes ainda lidar com a ansiedade de esperar a mercadoria em casa.

A integração com um sistema de logística e transportadores permitirá ao consumidor saber em quanto tempo a mercadoria vai chegar e acompanhar o envio da entrega. Esta solução também oferece aos clientes opções de entregas (Correios, PAC, transportadora particular) e mantém tabelas e informações sobre o frete atualizadas.

6# CRM

Integrar o e-commerce com uma ferramenta de gestão de relacionamento com o cliente (ou CRM – Customer Relationship Management) é fundamental para oferecer experiências de consumo cada vez melhores.

Por meio do CRM, você coleta e cadastra todas as informações dos clientes — perfil econômico, dados de contato, histórico de compra, hábitos de consumo, histórico dos atendimentos realizados — e gera relatórios específicos. Dessa forma fica fácil segmentar os consumidores em grupos e desenvolver ações mais pontuais e certeiras, de promoção ou mesmo de venda direta.

7# Análise de riscos

Há sistemas de integração com e-commerces que verificam os riscos de um cliente fraudar seu negócio. Estas soluções analisam os dados de cada pedido e fazem uma classificação de risco de cada comprador.

Assim, é possível barrar compras de inadimplentes ou de clientes que estejam mal intencionados, pois, uma vez verificado o risco, o empreendedor pode autorizar ou cancelar o pedido e evitar o risco de entregar um produto e não receber o pagamento, por exemplo.

8# Comparador de preços

Integrar o e-commerce a um comparador de preços é uma forma de atingir cada vez mais consumidores que já sabem o que querem, principalmente quando você conta com preços competitivos. Para isso, você escolhe o sistema do comparador que quer integrar e gera um arquivo XML, formato mais utilizado para garantir que duas plataformas online estejam interligadas.

Quanto mais completo este arquivo estiver, mais vezes seus produtos serão clicados, pois o consumidor extrai o máximo de informação possível dos seus produtos.

Você conhece mais alguma integração que considera fundamental para o sucesso de um e-commerce? Então compartilhe seu conhecimento com a gente nos comentário!