Câmara-e.net oferece curso gratuito de e-commerce em Guarulhos.

Mostrar aos micros, pequenos e médios empresários como ingressar no comércio eletrônico. Este é o objetivo do Ciclo MPE.net, curso gratuito de e-commerce que a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net) promove, em Guarulhos, no próximo dia 31, em parceria com a Dersa.

O evento oferecerá aos novos empreendedores a oportunidade de aprender como implementar e desenvolver seu comércio eletrônico. Para quem ainda não está na Internet, as aulas mostram como planejar, estruturar, operar e divulgar uma loja virtual. Para aqueles já têm o seu negócio online, o curso oferece a oportunidade de aprimoramento.

Câmara-e.net oferece curso gratuito de e-commerce em Guarulhos.

O Ciclo MPE.net acontece em várias cidades do país desde 2003. De sua primeira edição até agora, já participaram mais de 60 mil pessoas. Dessas, 22% já abriram seu negócio virtual e podem se associar ao Movimento MPE. O movimento é uma iniciativa da Câmara-e.net para difundir informações e conhecimento estratégico sobre e-commerce e promover benefícios que possibilitem às MPEs tirarem proveito da economia digital seguindo os melhores padrões de ética.

Fernando Ricci, coordenador do Ciclo MPE.net, afirma que ainda existe espaço para crescimento neste segmento. “Aproximadamente 20% das pessoas que acompanham os nossos eventos de e-commerce ainda não atuam neste mercado, mas depois de participarem das nossas palestras se sentem motivados e também acabam aderindo às lojas virtuais”, garante Ricci.

Câmara-e.net oferece curso gratuito de e-commerce em Guarulhos.

Se você está pensando em abrir uma loja virtual, comece do jeito certo. Participe do seminário gratuito sobre comércio eletrônico no dia 31/07/2014, em Guarulhos, e saiba como planejar, divulgar e aprimorar seu negócio na internet! O #ciclompe é promovido pela camara-e.net há 11 anos e tem como objetivo capacitar micros e pequenos empresários de todo o País.

Inscreva-se já! As vagas são limitadas: http://goo.gl/IzuMTO

Por que apostar no Marketing de Afiliados para e-commerce?

O Marketing de Afiliados é, atualmente, a forma de publicidade online mais eficaz para e-commerces, principalmente quando pensamos no custo/benefício para o anunciante.

Quando uma loja online entra para um programa de afiliação, ela disponibiliza suas ofertas para que produtores de conteúdo, como blogueiros e gerentes de sites, possam divulgá-las em troca de uma comissão (quando uma venda é efetuada).

Por que apostar no Marketing de Afiliados para e-commerce?

Esse modelo de negócios bem simples possibilita que o proprietário do e-commerce trabalhe com a partilha das vendas, ou seja, ele só paga quando obtém resultados.

Confira a seguir alguns motivos que fazem do Marketing de Afiliados a melhor aposta para seu e-commerce:

• Gestão: Você não precisa se preocupar com nada. O programa de afiliados é totalmente responsável pela comunicação e por todo o processo de pagamento de comissões aos afiliados.

• Clientes potenciais: Publishers trabalham com nichos. Seus canais de divulgação são sempre segmentados o que permite maior alcance de clientes potenciais dentro do seu segmento.

• Credibilidade: Publishers prezam pela sua boa reputação e pela confiança do seu público, pois isso garante que eles serão sempre lembrados como especialistas na área que atuam. Quando o afiliado ligar seu produto ao conteúdo do seu canal, estará agregando essa credibilidade à sua marca e aumentará a possibilidade de conversão.

• Branding: Sua marca ganhará força e visibilidade graças ao grande alcance da divulgação dos publishers que atuam em diversos canais e com diferentes formatos.

• Tráfego e vendas constantes: A divulgação contínua nos canais dos afiliados garante um volume constante de tráfego e, consequentemente de vendas ao longo de todo o ano.

• Fortalecimento de campanhas: A parceria entre o programa de afiliação e os publishers permite criar ações para fortalecer campanhas específicas para aumentar vendas, alavancar lançamentos ou limpar o estoque.

Esses são apenas alguns motivos para apostar nesse mercado promissor. Para saber mais, procure uma plataforma de afiliados e se informe sobre as vantagens do marketing de afiliados para o seu e-commerce.

Novas lojas virtuais: Comece pequeno, sonhe grande!

Um problema que percebo ser recorrente entre os micro e pequenos empreendedores que estão começando, ou que querem começar novas lojas virtuais, é o de iniciar seus negócios pensando que é a próxima Netshoes (mas podemos trocar este nome também para Submarino, ou Dafiti, ou qualquer outra gigante do mercado de e-commerce).

Novas lojas virtuais: Comece pequeno, sonhe grande!

Na verdade, não vejo problema algum no MPE ter estas grandes empresas como guias para o crescimento de sua loja. Muito pelo contrário. Por trás destas grandes marcas, existem histórias interessantíssimas que podem inspirar aquele cara que está começando.

O problema, na verdade, está em achar que é possível começar oferecendo a mesma quantidade de produtos que uma Dafiti ou Netshoes.

Um faturamento com mais de R$ 1 bilhão e aproximadamente 39 mil produtos cadastrados, como é o caso da Netshoes, só é conseguido depois de anos de trabalho e muito planejamento. Este é o maior erro dos empreendedores MPE’s: querer comparar o cenário atual de uma gigante do e-commerce com a loja virtual que estão recém começando. Não tenha vergonha de ser pequeno! Seja pequeno e sonhe grande!

Não adianta tentar agarrar o mundo com as pernas e querer atender todos os tipos de clientes que passarem pela sua loja virtual, oferecendo mais de mil produtos em seu e-commerce. Isso não só pode confundir o comprador, como também existe muito esforço que o micro e pequeno empreendedor terá em cadastrar e controlar um estoque de mil produtos é muito grande para quem está começando. Além disso, um mix de produtos muito extenso – para quem está recém começando – pode dar prejuízo e, com o tempo, a quebra da empresa é quase certa.

É muito importante ter foco no começo da empreitada, saber exatamente quem é seu público-alvo e procurar atender o cliente de forma eficaz. Com um mix de produtos menor (porém com uma grade com todos os tamanhos e cores disponíveis), é possível concentrar sua energia para atender e oferecer ao cliente um produto e serviço com melhor qualidade.

A partir daí, pensar em crescimento é natural, mas precisa sempre de um bom planejamento. Atendendo bem o nicho de mercado onde a loja virtual atua, é possível crescer de forma escalonada e sustentável, expandindo para novos nichos, ou até mesmo projetando um número maior de vendas para o mesmo público que a loja virtual já atende.

Portanto, é possível começar pequeno e se tornar grande. Basta não trocar os pés pelas mãos e se planejar.

LinkedIn apresenta Conteúdo Patrocinado Direto.

Com o objetivo de oferecer ferramentas adequadas para que seus clientes estejam frente a frente com o público desejado, o LinkedIn lançou o Conteúdo Patrocinado Direto. A nova solução, que é uma expansão das Atualizações Patrocinadas, oferece às marcas a capacidade de personalizar e testar conteúdo em seus feeds sem necessariamente publicar posts em suas Company Pages.

LinkedIn apresenta Conteúdo Patrocinado Direto.

Por meio do Conteúdo Patrocinado Direto, as empresas poderão aumentar a relevância de seu conteúdo ao personalizar mensagens para públicos mais específicos. O novo recurso oferece a capacidade de testar diversas vezes uma variedade de informações em tempo real, até chegar a melhor escolha. Desta forma, é possível obter desempenho aprimorado conforme as empresas buscam se conectar com seus públicos-alvo, alimentar relacionamentos e gerar chamadas de maior qualidade.

A solução também elimina restrições de quem pode ou não postar no feed. Uma vez que o conteúdo não precisa mais começar pela Company Page, diferentes divisões de negócio podem experimentar a criação de material específico para os seus públicos, através da aprovação do administrador da página.

O LinkedIn lançou o Conteúdo Patrocinado Direto em sua plataforma e também pelos seus parceiros de Atualizações Patrocinadas. Algumas das empresas que participaram no piloto foram Comcast, Telstra, e Newscred.

Texto do Adnews.com.br.

Infográfico: Profissionais de Marketing B2B estão afogando no Conteúdo?

Marketing B2B. No começo do mês de julho, a B2B Marketing, empresa inglesa, divulgou o Content Marketing Benchmarking Report 2014, relatório (pago e caro) de um projeto de pesquisa exclusivo detalhando e analisando tendências de Marketing de Conteúdo em organizações B2B. Como “isca” para o relatório completo, montaram o infográfico abaixo com informações resumidas, que traduzimos.

Não por isso torna-se menos relevante. Destaques para os tipos de conteúdo mais atraentes, os mais populares e os mais efetivos. Além disto é bom ver que a importância dada para Análise de Dados e logicamente para o Marketing de Conteúdo tem crescido. Veja o infográfico “Profissionais de Marketing B2B estão afogando no Conteúdo?”.

Profissionais de Marketing B2B estão afogando no Marketing de Conteúdo?

Como definir métricas de UX para produtos.

Por Fabrício Teixeira, do Arquitetura de Informação. Desenvolvido em parceria entre a Digital Telepathy e o Google Ventures, o framework abaixo pode ajudar Product Owners ou profissionais de UX a definirem quais os números que indicarão se o produto está atingindo o sucesso esperado ou não.

Como definir métricas de UX para produtos.

Definir as métricas de UX é um pouco mais difícil e subjetivo do que definir as métricas de negócios (número de produtos vendidos, número de leads gerados etc.). Mas o framework pode ajudar.

Como definir métricas de UX para produtos.

O framework, chamado de H.E.A.R.T. (Happiness, Engagement, Adoption, Retention, Task Success), nada mais é do que uma série de métricas que você pode aplicar ao produto inteiro ou a uma funcionalidade específica que você pretende lançar.

Happiness (felicidade) mede as atitudes do usuário, normalmente coletadas através de pesquisa.

Exemplos:
• Satisfação.
• Facilidade de uso percebida.
• Net-Promoter Score.

Engagement (engajamento) mede o nível de envolvimento do usuário com seu produto.

Exemplos:
• Número de visitas por semana.
• Número de fotos submetidas por pessoa por dia.
• Número de compartilhamentos.

Adoption (adoção) mede a quantidade de novos usuários que chegam até o produto através/por causa de alguma funcionalidade.

Exemplos:
• Upgrades para a última versão do produto.
• Novos usuários inscritos.
• Compras feitas pelos usuários.

Retention (retenção) mede a frequência com a qual os usuários retornam ao produto.

Exemplos:
• Número de usuários ativos com o passar do tempo.
• Usuários que renovam o uso ou que deixam de usar.
• Repetição de uso e compras.

Task Success (sucesso da tarefa) mede a eficácia, eficiência e taxa de erros.

Exemplos:
• Resultados de buscas que dão certo.
• Tempo para subir uma foto.
• Porcentagem do perfil do usuário que está completo.

Como definir métricas de UX para produtos.

Definido isso, para cada uma dessas 5 categorias, você começa a olhar para as metas, os sinais e as métricas.

• As metas devem ser um pouco mais abrangentes. Minha meta, por exemplo, é que os leitores do blog continuem retornando com frequência e que eles apreciem a qualidade do conteúdo.
• Os sinais são sintomas que vão te ajudar a medir a evolução em direção a essa meta. O tempo de navegação do leitor aqui no blog, por exemplo, ou o número de compartilhamentos nas redes sociais, ou a qualidade dos comentários que eles deixam.
• E as métricas são mais específicas, mais detalhadas. Ainda no exemplo do blog: o número de pessoas que leram um artigo e na sequência decidiram assinar as novidades do blog.

É claro que esse é apenas um dos vários frameworks que existem, mas achei interessante compartilhar por aqui.

Lá no site dos criadores tem ainda mais detalhes.

Texto do Fabrício Teixeira publicado no ArquiteturadeInformacao.com.

Webinar: Como conquistar a confiança do consumidor nas vendas do e-commerce.

Foi-se o tempo que apenas informações técnicas, preço baixo e um bom projeto de marketing eram suficientes para que um e-commerce tivesse sucesso em vendas.

Para você ter uma ideia, segundo um estudo realizado pelo Google, consumidores consultam em média 10,4 fontes de informação, atrás de experiências felizes (e frustrantes!) de outros consumidores e só clicam no botão comprar se sentirem confiança na loja virtual.

Webinar: Como conquistar a confiança do consumidor nas vendas do e-commerce.

E para orientar gerentes, empresários e profissionais do mercado com soluções e estratégias que podem conquistar a confiança e aumentar as vendas é que a plataforma VTEX – especializada no segmento de tecnologia para e-commerce – em parceria com a Trustvox – empresa especializada em otimizar as vendas através da confiança – promovem o webinar exclusivo ministrado pela CEO Tatiana Pezoa, da Trustvox.

No webinar, Tatiana Pezoa discutirá como é possível aplicar na prática as diversas pesquisas de mercado a respeito de como a confiança do consumidor impacta diretamente no faturamento e na reputação online de um e-commerce, além de dar soluções e estratégias que podem transformar seus clientes nos maiores vendedores da sua loja.

O evento conta com inscrições gratuitas e podem ser realizadas através do link http://bit.ly/trustvox-vtex
Data: 24/07/14
Horário: 15h às 16h ao vivo
Palestra online
Inscrições Gratuitas no link: http://bit.ly/trustvox-vtex

Como introduzir uma Cultura de Métricas para a Equipe de Marketing.

Por Peter Rosenwald para a Endeavor. O problema é que muitas pessoas de marketing, com os olhos claramente focados em ganhar o prestigiado e glamoroso Leão de Cannes pela “criatividade”, têm pouco interesse em qualquer coisa tão mundana como “métricas”.

Isso é para contadores, dizem ironicamente. Ninguém é tratado como celebridade nos happy hours frequentados pelo pessoal de marketing e publicidade pelo ROMI (retorno sobre o investimento em marketing) de uma campanha. Mas eles deveriam ser.

Como introduzir uma Cultura de Métricas para a Equipe de Marketing.

A disponibilidade de dados que medem o desempenho de marketing com muito mais detalhes do que jamais foi possível antes, e a crescente concentração de clientes e demanda por retornos mensuráveis sobre seu investimento em marketing estão mudando essas atitudes. Mas um dos maiores desafios é encontrar mais pessoas de marketing que vejam o quanto as métricas de marketing podem ajudá-las a fazer um trabalho melhor e servir melhor os seus clientes.

No filme “Todos os Homens do Presidente”, um filme dramático de 1976 sobre o escândalo de Watergate, um personagem fundamental aconselha os repórteres investigativos a “seguir o dinheiro”. Esse é um bom conselho de como gerentes devem conduzir o seu pessoal de marketing para construir uma estratégia fundada em métricas e não apenas em inspiração. Dito isso, não é tão simples quanto parece. Mas também não é tão difícil.

Examinando por que algumas pessoas de marketing em uma empresa brasileira conhecida estavam sendo contrários ao desejo dos seus colegas de produto de mudar uma iniciativa de marketing, seguimos o dinheiro e descobrimos que era uma simples questão de que as compensações de bônus dos dois grupos não fora alinhada.

Fazer a campanha de uma maneira era melhor para o pessoal de marketing, da outra forma era melhor para a equipe de produto. Alinhar o sistema de bônus imediatamente acabou com a discordância. Nenhum dos grupos havia se perguntado: o que é melhor para a empresa?

Essa pergunta: “o que é melhor para a empresa” (e a cultura de se fazer essa pergunta constantemente) está no cerne de como introduzir uma cultura de métricas para o pessoal de marketing.

Imagine uma situação em que duas iniciativas de marketing foram comparadas lado a lado. A equipe que criou e gerenciou a iniciativa na qual as métricas apresentaram a maior ROMI foi recompensada com um bônus significativo, talvez até mesmo com uma parte do aumento do lucro. O time perdedor não recebeu nada. Isso não chamaria a atenção e promoveria a mudança da cultura?

Embora nunca deva ser apenas sobre o dinheiro, não há dúvida de que o dinheiro desempenha um papel principal. Mais e mais empresas estão exigindo que suas agências e fornecedores de marketing trabalhem em regime de “risco”. Depois de o cliente cobrir os custos básicos, a remuneração das agências é baseada em quão melhor ela desempenha em relação a métricas de base pré-determinada.

A métrica chave deve ser o ROMI: Quanto de vendas adicionadas, de lucro, ou do que seja, são provenientes da aplicação de uma estratégia ou de outra? Ao olhar para estratégias alternativas com base em qual é mais provável de produzir o melhor resultado (e talvez um bônus maior), o pessoal de marketing está mais propenso a escolher aquele com o maior retorno.

Como introduzir uma Cultura de Métricas para a Equipe de Marketing.

Há, a meu ver, 6 principais métricas a serem consideradas:

#1. O custo permissível por pedido (ACPO).

Saber o que você pode gastar em marketing para atrair, vender e manter os clientes, e medir seu gasto real em relação a isso;

#2. Breakevens de marketing.

Saber quantos pedidos você precisa receber provenientes de cada meio para atingir o breakeven em relação ao seu ACPO, e determinar se você alcançou essas metas ou não;

#3. Etapas do Funil.

Conhecer a porcentagem de resposta e o custo por cliente em cada etapa do processo do funil desde o contato inicial até a conversão em venda, e medir o real em relação a isto,

#4. Lifetime Value, Churn (ou atrito) e CRM.

Conhecer o lifetime value do cliente, os níveis e custos dechurn e investimentos em CRM permitidos, segmentados e apropriados, e medir o desempenho real em relação a estes,

#5. Taxas de abertura, Taxas de clique, Taxas de abandono, etc.

Saber que estes e muitos outros sãoúteis, mas todos fazem parte do quadro econômico total.

#6. Os resultados, o lucro: O Retorno sobre o Investimento em Marketing (ROMI).

Conhecer o retorno em receita e a margem sobre a sua despesa promocional é a métrica final. Você já fez melhor ou pior?

Uma empresa da indústria de bens e produtos de grande consumo pode se recusar a aceitar essas métricas: estas só se aplicam a comercialização orientada a dados, dizem. Até certo ponto eles estão corretos: as mesmas métricas não podem ser aplicadas a todas as iniciativas de marketing. Mas variações dessas métricas podem ser a base sobre a qual qualquer programa de marketing pode ser construído e avaliado.

Deixar muito claro para as equipes de marketing que eles serão julgados e premiados de acordo com o quão bem eles desempenham em relação a essas métricas, não quantos prêmios eles ganham em Cannes, será a melhor forma de fazê-los entender e abraçar a cultura de métricas de marketing.

Pensando bem: se um Leão de Cannes fosse dado por “desempenho nas métricas” em vez de apenas julgamento de pares em “criatividade”, pense quantos profissionais de marketing iriam perceber sua importância.

Até a próxima!

Peter J Rosenwald é especialista em Data-Driven Marketing e autor do livro ”Accountable Marketing: Otimizando resultados dos investimentos em Marketing”.

Texto publicado no site da Endeavor.

Botão comprar no Facebook entra em fase de testes.

Botão comprar no Facebook entra em fase de testes.O Facebook anunciou no fim da semana passada (17/07/2014) que já iniciou os testes de um novo recurso direcionado para as páginas de empresas. Vem aí o botão COMPRAR no Facebook.

Com este recurso, o call-to-action promete permitir os usuários a efetuar compras sem sair do Facebook.

No comunicado, a empresa ainda garantiu que os dados serão mantidos em segurança: “Nós construímos esse recurso com privacidade em mente e já tomamos medidas para tornar a experiencia de pagamento segura. Nenhuma das informações de crédito ou cartão de débito das pessoas serão compartilhadas com outros anunciantes e as pessoas poderão escolher salvar ou não os dados para compras futuras”. 

O teste ainda está limitado para empresas de pequeno e médio porte dos Estados Unidos. Após os primeiros resultados, a empresa deve começar a ampliar seus testes.

Fonte: Facebook for Business.

Como utilizar o SlideShare para negócios.

Por Hildebrando Trannin. Quando o assunto é criação de conteúdo, uma das ferramentas que mais se destacam no ambiente online é o SlideShare. Na realidade, o SlideShare é uma mídia social que permite o compartilhamento de apresentações – PDFs, PPTs, vídeos, documentos etc. – para a sua rede de contatos.

Todo o conteúdo disponibilizado ali, portanto, pode ser visualizado, buscado e compartilhado pelos usuários. Um ótimo recurso para dividir conhecimentos e buscar informações.

Como utilizar o SlideShare para negócios.

Para negócios, o SlideShare é muito utilizado como forma de produzir conteúdo relevante para o público-alvo e, assim, se mostrar como autoridade também para o Google. É possível utilizá-lo como mais um caminho para aumentar a presença online e ainda gerar tráfego para o site e bons ranqueamentos nas buscas orgânicas.

Leia também: YouTube, Vimeo, SlideShare, Vine ou Instagram? Qual plataforma de vídeo online é melhor para minha marca?

Por isso, listamos aqui algumas dicas de como utilizar o SlideShare de forma estratégica para marcas que desejam melhor posicionamento no ambiente digital. Confira!

1. Faça um trabalho digno de compartilhamento.

É claro que a falta de um conteúdo bem preparado, competente e atrativo gera falta de interesse e, pior, zero compartilhamento. A regra é simples: se dedique à criação de um conteúdo completo e focado em inovação. O que o seu conteúdo tem de diferente? Por que ele merece ser visualizado por muita gente? E não esqueça de incluir estudos de caso personalizados e chamadas de ação para conteúdos externos.

Além disso, pense que o design conta muito na apresentação de um trabalho. Invista um tempo na formatação dos seus slides para que eles sejam interessantes também ao olhar. Juntos, forma e conteúdo são o ponto chave para o sucesso online.

2. Invista tempo na sua rede de contatos do SlideShare.

É preciso deixar claro que o SlideShare não é uma ferramenta de armazenamento de arquivos de Power Point. É uma mídia social, baseada nas redes de contatos estabelecidas ali. Se você deseja que os outros interajam com a sua marca, comentando, fazendo download dos seus trabalhos, compartilhando, você precisa fazer o mesmo.

Então, diariamente tire um tempo para se relacionar com as pessoas, ver novas conferências preparadas, perceber quais são as apresentações que despertam a atenção da sua rede etc. Isso atrairá interesse ao que você produz.

3. Potencialize as suas apresentações.

São muitos os recursos do SlideShare. Você pode, por exemplo, compartilhar seus conteúdos em outras mídias sociais; adicionar vídeos do Youtube ou trilhas sonoras em mp3; além de incorporar o código das publicações no seu site (o que ajuda muito no alcance e no tráfego para a sua página). Sobre esse último, lembre-se que o usuário também pode incorporar o seu conteúdo no site ou blog dele, o que ajuda ainda a obter backlinks importantes.

Por isso, inclua uma chamada de ação nesse sentido! Esses são os recursos gratuitos, mas o SlideShare ainda oferece planos pagos com outras diversas oportunidades para deixar as suas apresentações ainda mais interessantes.

4. Não deixe de inserir a URL para baixar as suas apresentações.

Não deixe dúvidas sobre como o usuário pode baixar o seu material. Uma dica é apresentar o link para download no início e no final da apresentação. Isso é uma ótima forma de democratizar o seu conhecimento e alcançar ainda mais pessoas.

Vamos concluir com mais uma dica. O SlideShare, como foi dito, é um ambiente de interação social, por isso, não faça spam. Você deve criar o melhor conteúdo que puder para que ele, naturalmente, gere compartilhamento. O foco apenas nesse quesito pode prejudicar a sua marca, ao invés de gerar boa reputação.

Por isso, pense no SlideShare como mais um recurso que você tem para produzir relevância no ambiente online. E relevância se alcança com produção e muito trabalho. Mãos à obra!

Texto do Hildebrando Trannin para o E-commerce Brasil.