Infográfico: Quem usa o Twitter no Brasil?

Twitter no Brasil. O Twitter divulgou no fim da semana passada um infográfico com dados sobre os usuários brasileiros da rede de 140 caracteres. Entre os dados revelados, está o de que 4 em cada 5 acessam a internet usando um telefone celular.

Infográfico: Quem usa o Twitter no Brasil?

A segunda tela passou de tendência para realidade, já que 97% dos usuários do microblog assistem TV todos os dias. Enquanto assistem, 50% deles utilizam o celular.

Quando o assunto é marcas, 64% dos tuiteiros afirmaram seguir alguma marca “para saber sobre novos produtos”. Já 50% deles seguem para interagir, dar ideias e feedback.

Veja:

Infográfico: Quem usa o Twitter no Brasil?Publicado no Adnews.com.br

Webinar gratuito: Marketing de Conteúdo: sua principal arma no e-commerce de guerrilha.

Ocorre no dia 23 de abril (quarta-feira), às oito da noite, a palestra online gratuita “Marketing de Conteúdo: sua principal arma no e-commerce de guerrilha”. O evento será apresentado por Marcio Eugênio da D Loja Virtual, e também por Vitor Peçanha da Rock Content. Os palestrantes irão abordar assuntos envolvendo o marketing de conteúdo como uma estratégia para se diferenciar dos grandes varejistas do comércio online.

Webinar gratuito: Marketing de Conteúdo: sua principal arma no e-commerce de guerrilha.

Em um primeiro momento, o sócio-diretor da D Loja Virtual irá apresentar estratégias de guerrilha para que as micro e pequenas empresas consigam se destacar no mercado digital. Marcio Eugênio pretende explicar aos espectadores que é preciso utilizar estratégias e ferramentas diferentes das grandes varejistas, de modo que o pequeno não perca lucro ao buscar competitividade com a concorrência.

Engajado com este mesmo viés, Vitor Peçanha irá apresentar estratégias de marketing de conteúdo totalmente focadas nas micro e pequenas empresas, de modo que elas se destaquem no mercado, atraiam mais clientes e consigam mais vendas.

Para assistir à palestra, basta se inscrever no endereço: http://goo.gl/eSr15o. O evento é totalmente gratuito, e as vagas são limitadas.

Marketing de Conteúdo: sua principal arma no e-commerce de guerrilha”, com Marcio Eugênio e Vitor Peçanha
Data: 23/04/2014 (quarta-feira)
Horário: 20 horas (horário de Brasília)
Valor: gratuito
Inscrição: http://goo.gl/eSr15o

Dicas de como fazer análise de risco em lojas virtuais.

A gente já falou aqui sobre chargebak e explicou porque isso acontece em uma loja virtual. (Se você não leu o texto ou não se lembra, vou contar rapidinho aqui: é quando a operadora estorna o valor da compra por suspeitar de fraude virtual, ou até mesmo por má fé do cliente). Hoje eu darei algumas dicas de como se prevenir, através da Análise de Risco.

Dicas de como fazer análise de risco em lojas virtuais.

Primeiramente, você precisa conhecer um pouco do seu negócio e qual o comportamento de seu cliente ao comprar na sua loja virtual. Assim você irá perceber quando uma compra sai fora do padrão. Outro comportamento suspeito é quando o comprador realiza muitas compras em um curto período de tempo e com muitas parcelas. Quando alguma compra é feita assim, ative o sinal de alerta e ligue para confirmar.

Outra estratégia bastante eficaz está em definir ações a serem tomadas em determinadas faixas de preço. Por exemplo: ligar para o telefone cadastrado nas compras entre R$ 100 e R$ 199; ligar para o telefone cadastrado e confirmar alguns dados nas compras entre R$ 200 e 299 reais, e assim por diante. Essa ação é barata e já poupa de muita dor de cabeça.

Há também a possibilidade de contratar sistemas de análise de risco, como o Fcontrol, por exemplo. Acontece, porém, que a maioria destes sistemas realizam análises de compras de no máximo R$ 5 mil. Portanto, se a sua loja tem um ticket médio acima desse valor, é interessante reforçar ainda mais a política de análise de riscos.

Como você pode ver, pra fugir do chargeback não precisa de figa, réstia de alho nem vassoura atrás da porta. Alternativas simples podem te ajudar a evitar esse tipo de stress e complicação!

Por que minha empresa PRECISA do LinkedIn?

Por que minha empresa PRECISA do LinkedIn? Um (pré)conceito importante a ser quebrado é: as pessoas que estão usando o LinkedIn não estão necessariamente procurando um novo emprego. É sério, este outro infográfico com o Perfil dos Usuários do LinkedIn Brasil mostra, entre outras coisas, que 99,7% das pessoas usam o LinkedIn por motivos NÃO relacionados à busca de empregos.

Por que minha empresa PRECISA do LinkedIn? E-book Marketing sofisticado no LinkedIn

Guia Marketing Sofisticado no LinkedIn: http://linkd.in/1kT0zYx

Dito isto, chegamos à importância do Conteúdo, do Marketing de Conteúdo no LinkedIn. A mídia é relevante e ideal para profissionais que buscam os mais variados tipos de informações sobre o ramo de atuação e oportunidades de negócio. Sem contar o potencial gigantesco de segmentação por localização, setor, tamanho de empresa, cargo e nível de carreira. Tudo isso sem necessitar de investimento inicial. Isso mesmo, diferente de outras redes sociais, estas opções são gratuitas.

Marketing de Conteúdo no LinkedIn, por que minha empresa PRECISA?

Uma premissa importante do Marketing de Conteúdo, é que mais importante que a venda, é a QUALIDADE desta venda. Um venda realizada a partir de um relacionamento já existente com o consumidor gera uma relação de negócio mais duradoura e valiosa, que tem grandes chances de gerar recomendações e novas vendas.

Veja abaixo, um infográfico compartilhado no canal de SlideShare do Linkedin Brasil com alguns dados bastante interessantes sobre a importância que o LinkedIn pode ter para sua marca.

Se interessou? Quer saber mais sobre como sua marca pode utilizar o melhor da maior rede social corporativa? Conheça nosso curso presencial de 8 horas, LinkedIn Marketing, o único curso no Brasil reconhecido e com conteúdo aprovado pelo LinkedIn.

Financiamento coletivo inspira e-commerce de moda.

De olho no avanço dos sites de financiamento coletivo, um grupo de empresários de São Paulo resolveu se inspirar no modelo para lançar nesta terça-feira (15/4) uma loja virtual com foco em coleções de estilistas novatos. Batizado como The Stylist, eles investiram R$ 500 mil na ideia, que tem como inspiração o site americano Betabrand – startup que faturou US$ 3 milhões em 2013.

Financiamento coletivo inspira e-commerce de moda.

O E-COMMERCE THE STYLIST QUER DAR ESPAÇO A PEÇAS FABRICADAS POR ESTILISTAS NOVATOS (FOTO: DIVULGAÇÃO).

A operação funciona assim: para cada projeto de nova peça disponível no site há uma meta de encomendas que precisa ser alcançada em determinado prazo (por exemplo, 10 unidades em 30 dias). Nesse período de pré-venda, quem gostar da peça se cadastra, fornece as informações de pagamento, o endereço para entrega e pode acompanhar o status das vendas numa espécie de marcador dentro do site. Ao fim do prazo, os clientes recebem um e-mail informando se o produto será produzido ou não. A confecção e a remessa da peça ficam por conta da startup, que remunera os estilistas com 20% dos royalties da venda. A empresa novata espera faturar R$ 1 milhão no primeiro ano de operação.

A fabricação, conta Bruno Amaro, sócio e diretor executivo do site, será três vezes maior do que a demanda diretamente gerada durante a campanha de divulgação. A ideia com isso é criar um excedente de produção que permanecerá à venda no site, passando a integrar o portfólio da loja virtual enquanto perdurarem os estoques.

“Neste primeiro momento, vamos começar a operação com seis estilistas e 30 ofertas de produtos. Mas queremos chegar a 30 estilistas em seis meses”, conta Amaro, que procurou profissionais da área de moda interessados em integrar a plataforma em universidades de São Paulo, Rio e Florianópolis. “Conversamos com professores e recebemos muitas indicações de estilistas já formados”, diz o empresário, que estima um desembolso médio de R$ 150 para quem apoiar o estilista quando o produto estiver na fase do projeto e cerca de R$ 300 para as peças excedentes, aquelas que já foram confeccionadas.

Para Miriam Levinbook, coordenadora do curso de Negócios da Moda da Universidade Anhembi Morumbi, a ideia é interessante, tanto para o consumidor final, quanto para os estilistas novatos. O ponto de atenção, no entanto, vai para o controle da qualidade da produção, detalhe sensível nesse ramo. “É fundamental que o prometido seja entregue ao cliente.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Publicação do site Época Negócios.

Um monstro chamado Chargeback.

Existe um monstro que aterroriza todo e qualquer empreendedor com uma loja virtual. Ele tem um nome feio, é impiedoso, e quem ainda não sofreu com ele é um sortudo. Seu nome: Chargeback.

Um monstro chamado Chargeback.

Mas onde vive, como se relaciona, do que se alimenta o Chargeback? Você não precisa assistir ao Globo Repórter para saber. O chargeback acontece quando o pagamento de uma compra é cancelado pela operadora de cartão de crédito.

Os dois principais motivos do chargeback aparecer para assombrar são: má fé da parte do cliente e fraudes virtuais. Estes são reconhecidos pelas operadoras através da divergência de cadastro, ou então do próprio cliente que, para tirar vantagem, entra em contato com a bandeira de cartão de crédito informando que não reconhece a compra de um determinado produto.

A consequência é a seguinte: o valor do produto é estornado e o lojista fica sem o produto e o dinheiro. Além disso, o empreendedor acaba tendo prejuízo administrativo, financeiro e fiscal. É preciso, portanto, ser mais criterioso nos processos de análise de risco. Semana que vem traremos um artigo falando mais a respeito sobre isso.

Até, fique sempre alerta e tome cuidado com o monstro Chargeback!

De volta? GIFs Animados no E-mail Marketing.

GIFs Animados no E-mail Marketing. Os GIFs animados  são um dos formatos mais antigos da internet. Sua imbatível capacidade de produzir um impacto emocional no assinante faz deles o meio ideal para captar a atenção e potencializar a taxa de cliques. Descubra no post a seguir como incorporá-los à sua campanha de E-mail Marketing.

De volta? GIFs Animados no E-mail Marketing.

O que é Exatamente um GIF Animado?

Um GIF animado (do inglês: Graphics Interchange Format) é uma repetição de imagens em sequência simulando uma fotografia em movimento que não para, jamais. Capta imediatamente a atenção e gera por alguns segundos uma espécie de efeito hipnótico-dependente incontornável.

Eles existem faz muito tempo. No entanto, recentemente tornaram-se mais relevantes devido à utilização em diferentes formatos como memes, blog posts, etc. Mas… eles são realmente benéficos no E-mail Marketing? Veja a seguir as razões pelas quais você deveria incluir os GIFs em suas campanhas!

Benefícios de Incorporar GIFs Animados a sua Campanha de E-mail Marketing.

Hoje em dia captar a atenção online de uma pessoa por mais de um minuto é um grande desafio. Incorporando GIFs animados em nossas campanhas, podemos gerar um impacto visual adicional no leitor, ajudando a destacar a nossa mensagem e produtos de forma criativa. Abaixo os principais benefícios:

  • Tempo: Com a ajuda de um designer gráfico você poderá criar um GIF animado de maneira simples e sem perder muito tempo.
  • Espaço: Apresente em uma só imagem toda a variedade de modelos e cores de um determinado produto, economizando espaço valioso do seu e-mail. Utilize esse espaço para que haja um maior descanso visual do leitor ou também para adicionar mais conteúdo à campanha.
  • Emoção: Em tempos tão visuais como o que vivemos, uma imagem animada faz a diferença, gerando um impacto emocional no leitor e potencializando o CTR (Click-Through Rate).

Dicas para Adicionar GIFs Animados a sua Campanha de E-mail Marketing.

As alternativas para incorporar GIFs animados em sua campanha são várias. Aqui apresento as principais formas para você explorar. Anota aí!

Inspire-se: Veja mais 10 campanhas criativas usando Gifs animados em e-mail marketing.

Anime seus Títulos.

O GIF animado é uma poderosa ferramenta publicitária e comunicacional. Adicione valor visual à sua mensagem de forma criativa e roube um sorriso de seu cliente. Nesta campanha de e-mail de Beyond Yoga você pode ver como explorar este recurso para seus títulos e peças em geral.

De volta? GIFs Animados no E-mail Marketing.

Destaque a Variedade de Modelos e Cores do seu Produto.

Mostre ao seu cadastrado os distintos motivos e variantes do seu produto que há para escolher. Aqui seguem 2 bons exemplos de empresas que souberam como fazer suas campanhas mais criativas e divertidas através de um GIF. Aqui você pode ver a peça da empresa de roupas OshKosh B´Gosh e abaixo a da Dell.

De volta? GIFs Animados no E-mail Marketing.

Utilize o Truque da Contagem Regressiva.

Incorpore uma contagem regressiva ao seu e-mail e gere expectativa no seu mercado objetivo. Esta tática pode ser muito útil em 2 casos: promoções por tempo limitado e lançamento de novos produtos como tem feito Lander nesta campanha.

De volta? GIFs Animados no E-mail Marketing.

Exalte o CTA (Call To Action).

Ao animar o CTA, você ajudará a destacá-lo ainda mais, fazendo com que o olhar do cadastrado se direcione naturalmente até o movimento do GIF. Aqui abaixo você pode ver um exemplo da empresa brasileira Mash.

De volta? GIFs Animados no E-mail Marketing.

Tenha em conta que utilizar vários GIFs animados em um mesmo e-mail pode sobrecarregar o leitor e prejudicar os resultados de sua campanha. Use-os moderadamente incluindo 1 ou 2 animações como muito.

O que você opina a respeito? Já incorporou os GIFs animados em suas campanhas? Comece a explorar novas alternativas para seu negócio!

Texto do Renato Rodrigues, Country Manager da Doppler e Lander para o E-commerce Brasil.

7 lições de empreendedorismo de Daenerys Targaryen, de “Game of Thrones”.

Lições de Empreendedorismo de Game of Thrones. No último domingo, a série de televisão “Game of Thrones” estreou sua quarta temporada. O programa é a adaptação televisiva das “Crônicas de Gelo e Fogo“, coleção de livros escrita por George R. R. Martin. Ambientada em um mundo medieval fictício, a série mostra a luta de uma série de personagens pelo reino de Westeros.

7 lições de empreendedorismo de Daenerys Targaryen, de "Game of Thrones".

Uma das postulantes ao Trono de Ferro é Daenerys Targaryen. A moça, antiga princesa de Westeros, teve de fugir para o continente de Essos após o assassinato de seu pai, o antigo rei. A série mostra a trajetória de Dany, como também é chamada, da miséria até a sua transformação em uma senhora de guerra.

Daenerys não quer abrir uma empresa, mas não dá para dizer que sua busca por poder não é um empreendimento. Empreender não é só abrir o próprio negócio. Antes de tudo, é traçar estratégias, identificar oportunidades e desenvolver meios de aproveitá-las – nada diferente do que Dany anda fazendo.

Alguns dos episódios da vida da personagem, além de algumas de suas características, podem ser aproveitadas por quem tem negócio próprio. Vale lembrar que este texto CONTÉM SPOILERS das três primeiras temporadas de “Game of Thrones”Se você não assistiu a todos os episódios, não continue a leitura.

Confira algumas lições de Dany:

#1. Se cair, levante-se.

Daenerys era uma princesa até o dia em que seu pai, o rei Aerys II, foi deposto e assassinado. Não sobrou outra alternativa a Dany, e a seu irmão, Viserys, a não ser fugir. E eles foram longe: acabaram em outro continente. Dany e seu irmão passaram anos dependendo de esmolas para sobreviver.

Apesar disso, Viserys se considerava o herdeiro do Trono de Ferro, cadeira ocupada pelo rei de Westeros. Visando a oportunidade de formar um exército, o rapaz tramou a união de sua irmã com o líder de um povo bárbaro, mas com grande efetivo militar. E aí a sorte de Daenerys começou a sorrir.

#2. Prepare-se para o que está por vir.

A tal tribo bárbara era do povo dothraki. Apesar das diferenças entre Dany e seu marido, Drogo, eles começaram a se dar bem. O problema é que Viserys era, digamos, mal educado – e acabou tendo uma morte brutal e dourada. Antes da morte de Viserys, Dany era tímida e insegura. Mas percebendo que poderia reclamar o Trono de Ferro, ela mudou sua personalidade e começou a se tornar uma líder.

#3. Fale várias línguas.

Dany é adolescente – apesar de, na TV, parecer ser mais velha –, mas já é poliglota. A menina foi educada em valiriano, depois aprendeu o idioma comum e se tornou fluente em dothraki em, tipo, três episódios! Essa habilidade faz com que Dany não tenha problemas em falar com pessoas dos mais diferentes lugares, algo mais do que necessário no mundo dos negócios.

#4. Tenha um diferencial.

O dinheiro é importante em “Game of Thrones”, mas Dany contou com um aporte que não é feito de metal: seus dragões. Assim como empresas bem-sucedidas têm diferenciais, Dany tem o seu: animais que nenhuma outra pessoa no mundo tem e podem ser a chave de seu sucesso.

#5. Aprenda com os erros.

Antes dos dragões, Daenerys teve outro “aporte” essencial: o exército dothraki de Drogo. Mas um erro de Dany colocou tudo a perder. Por confiar em uma feiticeira, perdeu Drogo e o filho. Mas aprendeu a lição para não cometer erros parecidos no futuro.

#6. Valorize seu pessoal.

Daenerys também manda bem no RH. Em sua trajetória rumo ao Trono de Ferro, Dany contou com a ajuda de serviçais e comandantes de guerra. Em reconhecimento ao trabalho, a moça trata muito bem as suas aias e leva em conta a opinião dos envolvidos nos confrontos com inimigos, como Jorah Mormont, Barristan Selmy e Daario Naharis.

#7. O sucesso não tem idade.

De acordo com os livros, Daenerys começa sua luta pelo Trono de Ferro aos 14 anos. Antes disso, viu sua família ser dizimada. Perde o irmão, o filho e o marido. E mesmo assim, demonstra maturidade para superar os traumas e se torna uma real postulante ao cargo de rainha de Westeros. Dany, pelo menos no mundo de George R. R. Martin, é a prova de que não há idade para empreender, apesar dos obstáculos.

Texto do site Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

O e-commerce do futuro não nasceu ainda – Parte 2.

Leia antes: O e-commerce do futuro não nasceu ainda – Parte 1.

Métricas são fundamentais e todo e-commerce aprende desde cedo que otimizar é a palavra-chave para o sucesso. Medimos dezenas de indicadores  e quando estes melhoram  temos uma sensação de segurança, de que tudo está avançando bem, de que basta seguir por esse caminho e não haverá problemas.

O e-commerce do futuro não nasceu ainda – Parte 2.

É uma falsa sensação de segurança associada à lenda de que gerente de e-commerce que se preze tem que comer KPIs no café da manhã para saber se o  e-commerce está de vento em popa!

O e-commerce do futuro não medirá o avanço, o sucesso  por esses KPIs. O novo e-commerce baseará  as suas ações em cima da uma métrica principal: a  taxa de clientes que tiveram uma experiência feliz.

O e-commerce do futuro não nasceu ainda – Parte 2.

Quantas pessoas estão tendo uma experiência feliz com a minha loja, dia após dia? Como faço para melhorar esse índice? Essa deve ser a preocupação constante do e-commerce. Essa é a métrica que deve nortear a otimização de todos os processos da loja.

No dia em que busquemos no Google por indicadores, KPIs ou métricas para e-commerce, e encontremos nas “boas práticas” a experiência feliz do usuário… Nesse dia, você saberá que o e-commerce do futuro chegou.

Nesse dia, o copo não estará mais “furado”, não gastaremos  pequenas fortunas para colocar visitantes no funil de vendas, apenas para ver em média 98% sair sem comprar nada.  Uma vez que o copo não perca “água”, aí sim focaremos em otimizar todos os índices que melhorem a aquisição de clientes.

Mas como  colocar a experiência feliz  no centro do e-commerce?

Seus clientes tem todas as respostas. Aprenda a ouvir o que eles tem a dizer e principalmente crie um processo para que ações concretas sejam tomadas a partir do feedback de quem comprou na sua loja. A recompensa será grande: conversão, fidelização e recompra passarão a ser apenas conseqüência de um trabalho contínuo e bem feito ne melhoria da experiência feliz.

Preparamos um passo-a-passo para que você possa, na prática, criar um processo de melhoria  continua da experiência feliz dos clientes do seu e-commerce.

1#. Pergunte pró-ativamente a *todos* os clientes que compraram na sua loja sobre a experiência de compra e sobre o produto adquirido.

2#. Assuma que os clientes que avaliaram a experiência de compra com notas 8, 9 ou 10, tiveram uma “experiência feliz”.

3#. Entenda que essa taxa de experiência feliz passará a ser o principal índice do seu e-commerce e norteará todas as suas ações futuras.

4#. Ouça o feedback dos seus clientes e tome cada avaliação negativa como uma oportunidade para melhorar a taxa de experiência feliz.

5#. Para cada avaliação negativa, utilize a técnica dos “5 porquês” para descobrir a raiz dos problemas que levaram àquela insatisfação do cliente. Escolha uma causa principal que precisará ser atacada e corrigida.

6#. Insira essa causa principal que você detectou com os “5 porquês” em uma planilha. Para cada feedback negativo recebido, adicione no mínimo 1 causa principal na planilha.

7#. Ordene e faça uma priorização de todas essas causas que devem ser corrigidas.

8#. No começo de cada mês selecione na planilha as causas mais prioritárias (de 3 a 5 no máximo) que serão sanadas naquele período.

9#. Envolva e engaje todos os colaboradores do e-commerce na resolução das causas prioritárias escolhidas.

10#. Comemore a melhoria contínua, mês a mês da taxa de experiência feliz dos seus clientes!

O e-commerce do futuro não nasceu ainda – Parte 2.

Dúvidas? Ficaremos felizes em ajudar. Deixe seu comentário abaixo.

Confira o post da primeira parte aqui.

Veja também o e-book gratuito sobre como lidar com feedbacks negativos:  http://bit.ly/como-lidar-com-feedbacks-negativos

Receita e Correios terão sistema para tributar compras online do exterior.

Receita e Correios terão sistema para tributar compras online do exterior. Em janeiro e fevereiro deste ano, as compras de mercadorias feitas por brasileiros no exterior via internet e entregues pela via postal deram um salto da ordem de 40% sobre o ano passado, e alertaram a máquina de arrecadação do Fisco, que já prepara ações para atacar esse “nicho”. O País tem recebido perto de 1,7 milhão de pacotes a cada mês, quando no início de 2013 o volume era da ordem de 1,2 milhão. No ano passado, foram 18,8 milhões no total, segundo dados da Receita Federal.

Receita e Correios terão sistema para tributar compras online do exterior.

A maior parte dessa farra de consumo tem chegado ao comprador sem a cobrança de tributos, mas isso está prestes a mudar. Um sistema que está sendo montado em parceria com os Correios e a Receita vai automatizar a fiscalização, que hoje é feita por amostragem.

E, ao contrário do que muita gente pensa, o que se adquire de estabelecimentos comerciais no exterior é sujeito a tributação, independentemente do valor. Há exceções, como livros, periódicos, medicamentos com receita médica e bens enviados por pessoa física de valor até US$ 50,00.

O sistema deverá entrar em teste em setembro deste ano, segundo informou a chefe da Divisão de Controles Aduaneiros Especiais da Receita, Edna Beltrão Moratto. A previsão é de que seja implantado em janeiro de 2015.

Segundo Edna, os impostos federais incidentes sobre as compras no exterior pela via postal são de 60%. Mas ainda tem o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual. Os Correios poderão ser incumbidos de recolher essa parte.

Rapidez

A expectativa do governo é de que, por outro lado, a liberação das mercadorias se torne mais rápida. Hoje, quando um produto chega e cai na amostragem, é calculado o valor do imposto e o comprador recebe um comunicado dos Correios em casa. Ele deve recolher o tributo e retirar a mercadoria na agência.

Com o novo sistema, o governo vai saber o que está sendo comprado antes mesmo de a mercadoria chegar, segundo explicou José Ademar de Souza, do Departamento Internacional dos Correios. “A partir da compra, o site repassa antecipadamente as informações para a Receita”, informou.

Os dados, explicou ele, podem ser fornecidos tanto pelo exportador quanto pelo operador logístico – no caso, o correio do país de onde a mercadoria vem. Existe uma legislação internacional que prevê a troca de informações entre os serviços postais.

“Temos a possibilidade de, a partir da informação, fazer a parte da tributação”, explicou Souza. “E fazer uma interação com o cliente via internet.” A ideia é permitir que ele pague os tributos via internet e receba o bem em casa, em vez de ter de buscá-lo nos Correios.

Edna explicou que o sistema terá filtros para detectar as mercadorias que exigirão mais atenção dos fiscais. Por exemplo, se a compra está subfaturada, ou seja, com um valor declarado baixo, para diminuir o valor do imposto a pagar. Para isso, a Receita se baseia num parâmetro internacional de preços e outras fontes de informação. “Às vezes, a mercadoria está lá com um valor muito menor do que o que a loja anuncia no site”, exemplificou Edna.

Hoje, todas as compras que chegam ao País passam por uma análise da Receita e, às vezes, de outros órgãos do governo, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Todos os pacotes passam por um raio X, onde se verifica se a mercadoria não é de importação proibida – como armas e drogas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Publicação da Info Exame.