Altas temperaturas de outubro movimentaram as vendas de ar condicionado no e-commerce

Outubro de 2014 vai ser lembrado como um mês quente! E não podemos falar que apenas as altas temperaturas que bateram recorde na cidade de São Paulo atestam isso. São Paulo registrou a temperatura mais alta em 71 anos, a época mais quente desde a década de 1940.

O mês movimentou significativamente os números de vendas de ar condicionado no e-commerce, que conta com um tíquete médio bem alto, R$1.300 no mês de Novembro de 2014.

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O estado de São Paulo representa em média 40% do share financeiro do e-commerce brasileiro, sendo assim, uma movimentação de um mercado tão relevante merece destaque.

Para confirmar o comportamento do mercado e que os números foram movimentados exatamente pelo calor excessivo, montamos um gráfico comparativo da temperatura diária na cidade de São Paulo com o share de volume de vendas de ar condicionado no e-commerce. Perceba a movimentação semelhante:

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Note que existe um “tempo de reação” do mercado diretamente relacionado aos picos de temperatura. Destacamos o dia 13 de outubro onde a temperatura atingiu 36º. Dois dias depois, as vendas no e-commerce atingiram também seu pico no mês, com mais de 25% do share de volume financeiro em vendas de aparelhos de ar condicionado.

Se levarmos em conta os 9 primeiros dias do mês então, onde a média de temperatura foi de 22º, as vendas representaram em média 7% do mercado. Com o calor aumentando, a partir do dia 10, com uma média de temperatura de 29º, as vendas saltam para uma média de 17% de share financeiro ultrapassando Celular e Smartphone.

Internet das coisas pode chegar ao varejo brasileiro já em 2015

Por Jacqueline Lafloufa. Em breve, o processo de decisão de compra de produtos em uma loja não será mais como antes. Dentro de alguns anos, os consumidores serão reconhecidos por pequenos objetos conectados à web, afixados dentro das próprias lojas, que poderão oferecer ofertas, informações ou até mesmo mapear o percurso dos clientes dentro da loja física.

beacons

Conhecidos como beacons, esses aparelhinhos já estão no mercado há algum tempo – a Estimote apresentou em setembro os seus Nearables, beacons autoadesivos que poderiam ser responsáveis pelo monitoramento e notificação de diversas atividades.

Aos poucos, essa conectividade vai chegando também ao varejo, e o mercado brasileiro poderá ser impactado por essas inovações logo no ano que vem. Para demonstrar como a tecnologia dos beacons funciona, a YDreams instalou em São Paulo, na Vila Madalena, uma espécie de showroom da novidade.

Na Loja Ao Vivo TV, os visitantes poderão experimentar uma exposição de produtos equipados com beacons, que são pequenos dispositivos rádio transmissores, que usam conectividade via Bluetooth Low-Energy, para enviar informações contextualizadas aos smartphones habilitados.

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Além dessas informações enviadas aos smartphones dos clientes, os beacons também permitem mapear o movimento dos consumidores dentro da loja, um tipo de big data bem interessante, que pode ser utilizado pela equipe de marketing em um momento posterior.

Ações promocionais ou de degustação também podem ser programadas de acordo com o interesse do cliente, e até mesmo museus, centros culturais e exposições podem implementar a tecnologia, que passaria a funcionar como um guia do local.

Quem quiser conhecer a tecnologia pode passar na Loja Ao Vivo TV, que fica na rua da Harmonia, 661, na Vila Madalena, em SP. A exposição dos beacons e do seu uso no varejo vai até o dia 21 de dezembro.

Texto publicado no Brainstorm 9.

Seus clientes esperam mais da sua loja virtual no Natal

Não é de hoje que a palavra “Natal” faz os comerciantes suspirarem de alegria. E com toda razão! É a melhor data para todos os tipos de comércio. Todo mundo vende mais no Natal! Mas para que esse sonho não se transforme em pesadelo, é preciso levar em conta as tendências e o nível de maturidade dos consumidores, principalmente quando falamos de e-consumidores.

Pensando especificamente em e-mail marketing, ao desenhar estratégias para aproveitar o entusiasmo consumista do momento, muitas empresas caem na mesmice de preparar  campanhas sem diferenciais atrativos, com layouts tradicionais, muitas vezes beirando o brega, e até reaproveitando mensagens antigas, já conhecidas do público e amplamente utilizadas por todas as marcas.

Seus clientes esperam mais da sua loja virtual no Natal

Se você está fazendo isso, melhor repensar! Vivemos na era do engajamento e você acha mesmo que seu cliente vai se impressionar com uma campanha assim?

Faça a diferença! Seu cliente precisa se sentir único para que sua marca chame a atenção em meio a tantas promoções. Devido a quantidade de campanhas enviadas nessa época, cerca de 80% dos e-mails não são se quer abertos pelos usuários. Por isso, pense fora da caixa para não fazer parte dessa estatística.

No Natal, a segmentação é um pouco diferente. O foco não é quem está recebendo seu e-mail, já que a maioria das pessoas está em busca do presente ideal para seus entes queridos. Antes de oferecer o presente, cabe uma reflexão sobre quem está recendo as ofertas. Quem é? Quantos anos têm? Onde mora? O que tem procurado?

É bastante difícil refletir ou ter estas respostas se não a conhecermos previamente, isto é, se não criamos relacionamento prévio com nossa base de clientes. Se você ainda não fez isso, calma! Ainda dá tempo! O Natal é ótima oportunidade para isso. As pessoas ficam mais receptivas e, em um primeiro momento, você pode até enviar mensagens sem objetivo comercial. Criando uma relação de parceria com o receptor.

Evite reflexões existencialistas e generalizadas. Congratule pela passagem de mais um ano. Comemore as conquistas, fomente identificação. Mostre ao usuário que você sabe quem ele é.

Uma alternativa pode ser uma “linha do tempo” do relacionamento de vocês. Pode até valer a pena relembrar alguns produtos que ele comprou em sua loja ao longo do ano, por que não?!  Faça isso e aproveite para colher as informações necessárias para segmentar ainda mais suas próximas mensagens.

Lembre-se: nada de copiar fórmulas batidas. Os símbolos natalinos por si só não expressam nada de relevante. Para ter sucesso com este tipo de mensagem é necessário esforço criativo, pois até uma mensagem de Natal com palavras lindas pode ter a aparência de um par de meias comprado de última hora se não houver comprometimento de quem envia com quem recebe, ou seja, relacionamento.

Por Bárbara Gengo, Analista de Comunicação e Marketing da All In Mail.

Publicado no Blog da AllInMail.

Você investe no layout da loja virtual?

Com o crescimento do mercado de E-Commerce, surgem a cada dia mais e mais empreendedores virtuais que, infelizmente, ainda acreditam no paradigma de que montar uma loja virtual é algo fácil e que não precisa investir muito para obter visibilidade e sucesso nas vendas.

Mesmo os empreendedores que já perceberam que é preciso entrar de maneira séria nesse mercado, costumam se esquecer de um ponto fundamental: a estrutura de layout e navegação da sua Loja Virtual. A questão é simples de se compreender: o que adianta investir rios de dinheiro em estratégias de Marketing Digital sendo que a sua loja não está devidamente preparada para atender da melhor maneira possível os seus clientes?

Você investe no layout da loja virtual?

Vejo muitos casos de pequenos e médios e-commerces que se preocupam em vender desesperadamente em curto prazo e acabam ficando cegos para a estrutura visual e de navegação de sua Loja Virtual. É uma doença! Ambos querem investir R$ 300,00 e retornar R$ 1.000,00 nas primeiras semanas de atividade da loja, e se os resultados não aparecem, querem apontar os culpados, pausam as atividades e começam a fazer tudo por conta própria! Definitivamente não é assim que as coisas funcionam no mercado de E-commerce.

Assim como em outras fases da vida em que você investe sem ter nenhuma garantia de retorno, como por exemplo na faculdade ou em um concurso público, no seu próprio negócio não é diferente.

Se a sua Loja Virtual não estiver devidamente bem estruturada, com um ótimo layout e detalhes de navegação corretamente implementados, dificilmente você terá um rápido retorno. Se deixar apenas para investir em etapas de divulgação, só conseguirá mostrar a sua loja mal estruturada para um número maior de pessoas.

A economia excessiva, neste caso, pode acabar prejudicando ainda mais o seu negócio! Não somente isso, uma ótima estrutura de layout certamente lhe trará relevância e resultados em longo prazo. Poderá, até mesmo, te deixar à frente da concorrência ao combinar com outras estratégias e ações.

Layout da loja virtual

Aproveito para destacar alguns detalhes importantes que devem ser observados em sua Loja Virtual:

 Disposição das cores da sua loja virtual;
 Simplicidade na comunicação;
 Tarja informativa;
 Itens posicionados em seus respectivos lugares;
 Nomenclatura dos produtos para uma melhor relevância nos mecanismos de busca;
 Qualidade das fotos;
 Descrição dos produtos;
 Opções de parcelamento visíveis.

Uma boa saída para sua loja pode ser procurar uma consultoria de Agências Digitais especializadas em implementação de Lojas Virtuais. O mais importante é entender que esta é uma etapa que não deve ser ignorada.

Não pule etapas! Com uma boa estratégia desenvolvida suas chances de obter sucesso com a sua Loja Virtual aumentará, sem dúvidas! Caso ainda tenha alguma dúvida ou sugestão, deixe um comentário abaixo!

Clientes fidelizados compram mais que novos compradores da Amazon

Ofertas exclusivas e preços baixos são bons, mas a fidelização é melhor. Mais de 50 milhões de pessoas se consideram membros do Amazon Prime, releva uma análise da RBC deste ano. Amazon Prime é o programa de fidelidade da Amazon.com, que garante a gratuidade do frete de dois dias na maioria dos pedidos sem valor mínimo de compra e acesso a milhares de programas de TV e filmes.

Clientes fidelizados compram mais que novos compradores da Amazon

Foto: David Paul Morris/Bloomberg via Getty Images.

Além do preço da adesão ao programa ter crescido mais de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior, de 70 para 99 dólares, seus membros continuam engajados – e comprando mais que os não-membros do Prime.

Leia também: Game of Thrones do E-commerce: A Estratégia da Amazon para dominar totalmente o varejo online mundial

Em setembro de 2014, o RBC Capital Markets entrevistou mais de 4 mil clientes da Amazon nos Estados Unidos e descobriu que 37% deles eram membros do Prime. Quão importante são esses programas de fidelidade para os clientes regulares da gigante do e-commerce? Se os seus hábitos possuem qualquer indicação de consumo, então eles importam muito. Os membros do Prime são mais propensos a comprar itens da Amazon.com porque eles sabem que os itens serão enviados rapidamente. Membros do Prime também gastam mais.

Em novembro de 2014, a Amazon declarou que iria aplicar os benefícios dos membros do Prime em compras feitas em outros sites do varejo, como o AllSaints. Tudo que o consumidor precisa fazer é clicar em “Fazer login e pagar com Amazon”. Os planos de expansão da Amazon indicam sua postura de consolidar o envolvimento dos clientes em muitos programas de fidelização – um estudo de 2012 releva que o consumidor em geral pertence a cerca de sete programas pelo menos – e unificá-los em um programa que se estenda pelas marcas.

Enquanto a maioria dos sites de e-commerce se preocupa com a aquisição de clientes, a Amazon trabalha para alcançar seu objetivo de transformar todos os clientes em membros do Prime. O frete grátis é uma parte importante da experiência do consumidor, geralmente ultrapassando as ofertas e descontos como iniciativa preferida entre os consumidores acima dos 45.

A adesão ao grupo do programa de fidelidade do varejista americano cresceu mais de 1 bilhão, segundo dados divulgados em junho de 2014 por uma pesquisa da Bond Brand Loyalty. Para muitas marcas, criar esses programas significa construir melhores ferramentas de personalização, que é conectar os dados e informações do cliente com os benefícios do programa e ofertas para evitar descontos globais.

De qualquer forma, o que os consumidores querem são recompensas financeiras por sua fidelidade, se eles estão comprando livros, eletrônicos ou vestuário – e se eles estão comprando online ou na loja física. Em programas de fidelização bem-desenvolvidos, as duas partes ganham.

Publicado no E-commerce Brasil. Fonte: eMartketer

9 Formas de reduzir custos com B2B

Reduzir custos é um assunto chave em qualquer empresa, principalmente em épocas de crise. Neste artigo iremos explorar 9 formas que as empresas podem cortar custos através do uso de plataformas B2B de vendas. Indústrias, Importadores e Distribuidores normalmente tem várias áreas e ações que podem ser impactadas pelo uso correto de um portal de vendas B2B.

9 Formas de reduzir custos com B2B

Imagem do Corbis Images.

1 – Reduzir custo de catálogos impressos

O meio mais simples de divulgar os produtos que uma empresa fabrica ou distribui é imprimindo catálogos e distribuindo aos clientes.

Catálogos têm um grave problema. Para serem bonitos e chamativos, ficam caros, quanto maior for o leque de produtos que a empresa vende, maiores (e mais caros) eles serão. E dependendo do mercado, eles ficam obsoletos com uma facilidade espantosa.

Produzir, imprimir e distribuidor (seja o vendedor levando em mãos ou indo pelo Correio) são todos processos muito caros. Tendo um portal B2B, a empresa pode divulgar seus produtos de uma forma muito mais eficiente. Decisões como qual foto vou colocar, ou a quantidade de informação que cabe numa página impressa deixam de existir. Ao contrário, a empresa deve colocar o maior número de fotos, esquemas, especificações técnicas, vídeos, conteúdo técnico e de marketing. Quanto mais rico for o conjunto de informações, maior as chances dos clientes se sentirem confortáveis e tomarem a decisão de compra.

Catálogos digitais estão disponíveis para qualquer cliente consultar a qualquer momento, independente de quem seja ou onde esteja. E podem ser atualizados também a qualquer momento.

2 – Reduzir custo em materiais promocionais

Além de caros catálogos impressos, as empresas também necessitam frequentemente se comunicar com seus clientes. Falar sobre promoções, novas condições, oportunidades de estoque, etc.

Da mesma forma que catálogos precisam ser impressos e distribuídos, diversos outros materiais também necessitam.

Tendo uma plataforma B2B, tendo os clientes acostumados com seu uso e aproveitando-se de todos os benefícios do mundo digital, a empresa tem a disposição diversas soluções digitais para executar estas ações.

Sejam banners dentro do site, hotsites direcionados, landing pages e o email marketing, é possível fazer muito mais com muito menos.

3 – Reduzir custo de lançamento de novos produtos

Para uma indústria lançar novos produtos, ela precisa comunicar aos clientes, mostrar os diferenciais, benefícios, custos, planos de produção, e então captar os pedidos.

Eventos de lançamento, coquetéis, estandes em feiras, rodadas de negócio, visitas e demonstrações aos clientes, e diversas outras ações presenciais no mundo físico devem ser executadas. Todas estas ações consomem um custo altamente elevado.

Empresas com estratégias digitais podem trocar uma parte destes custos por ações digitais, que podem ter inclusive uma maior capilaridade e atingir um maior número de clientes.

4 – Reduzir gastos com viagens

Para que a equipe comercial vá até clientes distantes geograficamente, a empresa arca com altos custos de deslocamento e hospedagem. Em diversos casos, o custo/benefício de ir até determinados clientes inclusive se mostra proibitivo. E os clientes distantes acabam ficando sem atendimento e consequentemente sem vendas.

Plataformas B2B podem atingir estes clientes, gerando um canal de vendas, atendimento e relacionamento com eles.

Mesmo para os clientes que são visitados normalmente, podemos reduzir o custo de visitas presenciais e estimular o uso da plataforma B2B para realizar negócios.

5 – Reduzir gastos com VANs EDI

Muitas empresas hoje trabalham via EDI (Eletronic Data Interchange). Trocam arquivos com fornecedores e/ou clientes digitalmente usando para isto um serviço de integração e troca de mensagens operado por empresas chamadas de VANs EDI. Estas empresas facilitam em muito a comunicação entre as empresas, porém com um custo agregado no processo.

Quando uma empresa consegue fazer a venda direta para seus clientes usando seu site B2B, parte deste custo de EDI pode ser reduzido.

6 – Reduzir custos com telefonia

O telefone hoje ainda é um essencial na área comercial. Sejam os vendedores se comunicando com seus clientes ou com a empresa para colocar ordens de compra e acompanhar pedidos, sejam os clientes se comunicando com centrais de vendas e/ou atendimento.

Por mais que tecnologias como chat, mensagens instantâneas e e-mail venham se tornando cada vez mais comum, a telefonia, e seus altos custos, ainda responde por uma parcela do custo comercial em algumas empresas.

Quanto mais os vendedores e clientes puderem usar plataformas digitais para fazer negócio, menos usarão o telefone.

7 – Aumentar eficiência da equipe comercial

Equipes comerciais são caras. São a principal força de vendas da empresa, mas é possível ter uma maior eficiência.

Um site de vendas B2B pode ajudar muito os vendedores/representantes, seja por tornar a operação de venda mais fácil e eficiente, seja por permitir que os próprios clientes coloquem pedidos diretamente.

As equipes podem focar em clientes estratégicos sem perder a atenção nos demais clientes. Tornar uma equipe mais eficiente significa aumentar a capacidade de venda sem aumentar proporcionalmente seus custos.

8 – Reduzir custos provenientes de erros operacionais

Erros operacionais significam dinheiro perdido. Erros na colocação dos pedidos são responsáveis por inúmeras perdas. Envio de produtos errado, itens faltando, itens a mais, logística reversa, trocas e clientes insatisfeitos.

Pedidos enviados via fax, ilegíveis, e-mails confusos, telefones com ruídos, erros na digitação, tudo isto contribui para que o pedido solicitado pelo cliente chegue diferente na hora do faturamento e expedição.

Tudo isto se traduz em custos desnecessários e problemas que poderiam ter sido evitados.

9 – Reduzir custos de licenciamento de software de gestão

Em algumas situações, a equipe comercial deve ter usuários cadastrados nos softwares de gestão (ERPs). E a empresa é cobrada pelo número de licenças de usuários que ela contrata. Quanto mais vendedores/representantes precisarem de um usuário no sistema, maiores os custos com as licenças.

Uma plataforma B2B permite que esta equipe interaja com o site B2B ao invés de diretamente com o ERP para colocar os pedidos e consultar informações de clientes e produtos e status de pedidos.

O benchmarking e o comércio eletrônico: entenda a relação

O mundo dos negócios é recheado de palavrinhas da moda, geralmente em inglês, que desaparecem com a mesma velocidade em que surgem. Mas um dos termos mais usados pelas empresas de diferentes segmentos — e que provavelmente jamais cairá em desuso — é o benchmarking. No e-commerce, essa expressão deve ser familiar para qualquer empreendedor que queira se destacar em meio à concorrência acirrada.

O benchmarking e o comércio eletrônico: entenda a relação

Conheça o benchmarking e sua relação com o comércio eletrônico:

De olho no mercado

Benchmarking nada mais é que aprender com empresas que atuam no mesmo segmento ou em outros. Não vá confundir com cópia barata ou espionagem, hein? Ao fazer benchmarking, sua empresa deve comparar projetos, processos, produtos, serviços, indicadores, melhores práticas, preços e outros fatores com as empresas concorrentes. Agindo assim, ela consegue identificar oportunidades de melhoria em seu próprio negócio em busca de aumentos nas vendas.

No e-commerce, o benchmarking pode ajudar sua empresa a avaliar qual o diferencial da sua loja frente aos concorrentes, assim como desenvolver ofertas mais adequadas ao público-alvo.

Benchmarking estatístico

Muitas vezes, o benchmarking pode ser feito por meio de estudos que revelam dados concretos sobre o comportamento dos consumidores no ambiente virtual.

Você sabia, por exemplo, que os consumidores premium (que representam entre 1 a 10% do total) costumam gastar de 3 a 5 vezes mais que o restante? Além do valor da compra, esses clientes classe A também fazem 4 vezes mais transações que os demais. E, ainda por cima, gastam 30 vezes que os consumidores regulares quando se compara todo o dinheiro gasto em seu ciclo de vida (LTV).

Ao conhecer essas estatísticas, amplamente divulgadas na web, sua empresa consegue analisar sua própria base de clientes para identificar as pessoas que mais gastam na loja e desenvolver ações específicas para ela.

Inspiração que não vem do além

Além de compreender o mercado por meio de estudos que levam em conta dados de diversas empresas, sua própria equipe pode estudar a movimentação dos outros players.

Usando ferramentas automatizadas ou estabelecendo uma rotina de visitas periódicas, sua loja pode observar catálogos de produtos, serviços adicionais, preços, políticas de entrega, valores de frete, ofertas e promoções, e muitos outros fatores.

Além disso, também pode observar como os clientes se comportam em seções de avaliações e comentários para estudar a implementação de ferramentas similares em sua loja ou sentir o clima dos internautas em relação a um determinado produto.

Esse tipo de benchmarking oferece insights valiosos para que sua empresa faça pequenos ajustes em suas operações para se tornar mais competitiva.

Benchmark ideal

Um bom benchmarking precisa ter um objetivo claro. Ou seja, sua empresa precisa saber exatamente aquilo que está querendo comparar para não se perder em modelos de negócios que não dizem respeito a sua realidade.

Além disso, é preciso escolher como alvo do estudo somente empresas que se tornaram referências no mercado. Outra medida importante é tornar o benchmarking um processo contínuo, monitorando as movimentações na web de forma frequente e periódica.

Lembre-se de que, com tanta informação pública disponível na web, saem na frente aqueles empreendedores que sabem utilizá-la para transformar a realidade do negócio no dia a dia.

E você? Acredita que o benchmarking pode ajudar sua empresa a se tornar mais competitiva sem copiar os concorrentes? Deixe sua opinião na seção de comentários!

Como criar conteúdo fácil de consumir e valioso de compartilhar

Defendo muito em sala de aula a importância do visual de qualquer tipo de conteúdo. Além de demonstrar capricho para seus clientes/consumidores, um visual bem cuidado proporciona uma experiência agradável e atrativa. Diminui sua rejeição e aumenta consideravelmente as chances de compartilhamento e consequente alcance do seu discurso.

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Mas isto vai muito além do básico como evitar blocos de textos grandes, destacar termos mais importantes com negrito, itálico e sublinhado e respiros para leitura com subtítulos. Neste infográfico (nem tão bonito assim), a americana Kwiktum Media desenhou alguns dados bem relevantes, destaco dois:

90% de informação transmitida ao cérebro é visual.
O cérebro processa informação visual 60 mil vezes mais rápido do que texto.

Leia também: Como fazer Infográficos sem gastar muito

O grande desafio de quem desenvolve conteúdo para internet hoje é conseguir encontrar o “Wow Factor“, algo que além de útil, é atrativo. A ideia é tentar transformar algo tão útil como um estudo de mercado em algo muito atrativo que gera compartilhamentos como um filhote de gato (macho que é macho nunca fala no diminutivo!) brincando com um novelo de lã.

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Sweet Spot, Teoria que conheci pelo material de pesquisa fornecido pelo LinkedIn. Traz um conceito bem parecido exemplificado de outra maneira. O objetivo aqui é buscar a intersecção entre o conteúdo “valioso de compartilhar” e “fácil de consumir“.

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Conteúdo Richmedia com SlideShare

Eis que quando comecei a dar aulas de Marketing de Conteúdo no LinkedIn encontrei um poder que não imaginava em uma ferramenta que supostamente já conhecia: o SlideShare. O Canal Social vai muito além de um simples lugar para arquivar e compartilhar suas apresentações.

Empresa do LinkedIn, o canal é totalmente integrado com a relevante rede corporativa. Sendo que mostra um conteúdo richmedia (como um slide ou vídeo) diretamente na timeline da rede. A ferramenta aceita arquivos em pdf, Power Point, imagens e até vídeos. Além disso, o SlideShare também é uma rede social e está completamente otimizado e simplificado para incentivar o compartilhamento.

O ponto é: por que não incluir um material Wow Factor no SlideShare? Por que não utilizá-lo como mais uma oportunidade de mídia? Quer ver?

Separei 9 dicas do Guia de Marketing Sofisticado no LinkedIn para ajudar a garantir o melhor uso do seu conteúdo no SlideShare. Incorporei aqui:

Lições da Black Friday para as vendas de fim de ano

O aumento no faturamento durante a Black Friday não pode ser a única “lembrança” que um lojista guarda do evento. A Black Friday deve ser vista como um intensivão para as vendas de fim de ano, outro período fortíssimo para o e-commerce.

Nós já falamos sobre algumas boas práticas para lucrar com marketing de afiliados durante o Black Friday, que podem (e devem) ser aplicadas às estratégias para o fim do ano. Agora vamos destacar as lições que podemos aprender com a Black Friday:

Lições da Black Friday para as vendas de fim de ano

Imagem do Corbis Images.

Datas, horários e prazos

Boa parte dos consumidores ainda deixa as compras de Natal para última hora. Por isso é muito importante especificar claramente em seu site os horários de expediente, atendimento e posteriores trocas durante o período.

Lembre-se de deixar bem visível a última data de compra para entrega antes do Natal. Você não vai querer deixar uma criança sem presente!

Reveja a política da loja

Vendeu muito na Black Friday, mas teve dor de cabeça com devoluções, trocas e reclamações sobre entrega e formas de pagamento? Em datas com grande movimento é interessante rever previamente as políticas da loja para esses casos.

Estipule condições justas e viáveis para o seu negócio, porém sempre de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Não adianta oferecer um prazo de entrega irresistível e o cliente receber seu presente de Natal só no Ano Novo.

Não se esqueça do mobile

Sempre falamos da importância do mobile no e-commerce. Dados recentes da E-bit, só fortalecem a ideia: a utilização de dispositivos móveis nas vendas cresceu 84% em apenas um ano. Disponibilize uma versão mobile de seu site.

Utilize as dicas e além de alavancar as vendas de seu e-commerce, aproveite para criar relacionamentos com clientes novos e estreitar os laços com os antigos.

Como deve ser um blog de e-commerce

Não há dúvidas de que “conteúdo” é a palavra que melhor define e norteia as mais bem sucedidas campanhas de marketing relacionadas a e-commerce e negócios similares. Desenvolvida na imensa maioria das vezes por meio de blogs, essa estratégia promove aumento de tráfego, de interação do consumidor com a sua marca ou produto e, claro, da conversão. Diante de tantos benefícios, resta então saber: como deve ser um blog de e-commerce?

Como deve ser um blog de e-commerce

Alguns aspectos específicos devem ser levados em consideração na hora de planejar, desenvolver e colocar no ar um blog associado à sua loja virtual, e sempre com muito cuidado — pois todo e qualquer conteúdo nele publicado está invariavelmente vinculado à sua marca e aos seus produtos. Vamos conhecer alguns dos principais?

Conteúdo e relevância

Um dos primeiros questionamentos que vem à tona sobre a criação de um blog é: que tipo de textos e de assuntos seriam publicados nele? Na verdade, essa definição é uma das principais nesse processo todo e exige uma boa dose de planejamento. Basicamente, o blog de seu e-commerce deve tratar de assuntos relacionados aos produtos e serviços que você vende. Mas não é só isso!

Os textos publicados no blog devem ser, acima de tudo, relevantes para o público do seu e-commerce. Precisam, necessariamente, tratar de temas que despertem o interesse dessas pessoas e gerem nelas o ímpeto de clicar, ler, ter a sua vida mudada (de alguma forma, em algum nível) e partir para a compra. Um bom começo seria delimitar assuntos que se refiram direta e indiretamente ao universo dos produtos e serviços que você comercializa. Se a sua loja virtual é especializada em bijuterias, por exemplo, seria uma grande pedida manter um blog com dicas de beleza, de composição de looks, dentre outros temas — sempre relevantes para um público específico.

Layout

A dica aqui é deixar um pouco de lado aquele design voltado para a conversão, tão presente dentro do e-commerce, e partir para um visual mais clean, que dê claro privilégio para a informação. Afinal, o usuário acessou o blog inicialmente não para ser conduzido à compra, e sim para consumir informação útil.

Se, de alguma forma, ele perceber que está sendo coagido, existem grandes chances de ele deixar o blog e engrossar os índices de rejeição.

Frequência de atualização

Cuidar para que o blog tenha atualização periódica e frequente é muito importante, pois um blog de e-commerce parado e deixado às moscas causa uma péssima impressão, e pode pesar de forma negativa para a reputação de sua loja.

O ideal é manter um planejamento semanal de atualizações, com pelo menos duas publicações por semana.

Otimização e divulgação

Para fazer com que o público encontre, de fato, o seu blog, é necessário que ele seja “encontrável”. Para tal, é importante otimizar os textos seguindo as melhores práticas de SEO (Search Engine Optimization), com o uso, por exemplo, de palavras-chave no decorrer do texto e títulos bem chamativos. Outra forma eficaz de divulgar as postagem do blog é compartilhar os links nas redes sociais, por meio de páginas do Facebook e perfis do Twitter, por exemplo.

Leia também: Infográfico: Como Marketing de Conteúdo, Mídias Sociais e SEO trabalham juntos?

E você, empreendedor digital? Já se aventurou com um blog? Conte e compartilhe suas experiências nos comentários abaixo!