3 vídeos sobre e-commerce para impulsionar sua loja virtual

Descubra as melhores dicas de especialistas em e-commerce para construir a estratégia da sua loja virtual. Assista aos vídeos sobre e-commerce para melhorar suas vendas online.

As lojas virtuais, ou e-commerce já são uma realidade. Mesmo para comércios offline, estar na web é uma questão de necessidade. O desafio que você empreendedor precisa enfrentar agora é se diferenciar no meio online, que demanda novas estratégias para atrair, manter e engajar clientes, que por sua vez estão cada vez mais exigentes com o serviço dos e-commerce.

3 vídeos sobre e-commerce para impulsionar sua loja virtual

Pensando nesse desafio, a Endeavor selecionou 3 vídeos com dicas dos melhores especialistas no assunto para você construir a estratégia da sua loja virtual.

1. Atenção aos detalhes – Workshop com Paulo Chacur

E-commerce é uma área que está em grande ascensão e promete crescer ainda mais. Mas como fazer o seu negócio dar certo? Não é tão simples assim, segundo Paulo Chacur, diretor executivo da Escalena, empresa especializada em comércio eletrônico.

“O e-commerce é um quebra cabeça. Ele tem muita coisa que deve ser vista com muito detalhe”. Este workshop traz ferramentas para o empreendedor que quer abrir sua loja virtual e contém dicas sobre quais plataformas usar, risco de fraude, formas de pagamento, logística, impostos, pós-venda, integração com ERP e entrega.

2. Faça mais do que a concorrência –  Workshop com Edson Rigonatti

“Fazer um e-commerce de R$ 1, 2, 5 milhões por ano não é um feito muito difícil. Hoje muita gente pode fazer e é uma boa oportunidade”. Neste workshop, Edson Rigonatti, da Astella Investimentos, mostra como o comércio digital no Brasil vive um excelente momento – e vai melhorar.

Quase 6% do PIB brasileiro passa pela internet e, em 2 ou 3 anos, esse mercado vai dobrar. Descubra como aproveitar essa oportunidade.

3. Acompanhe as tendências do mercado digital – CEO Summit com Claudio Gora, Julio Vasconcelos e Daniel Wjuniski

Desde seu surgimento, a internet não para de crescer e ela abriu espaço para a criação de novos modelos de negócio e inovações em suas mais diversas vertentes. Nessa roda de conversa, aprenda com a experiência e visão do mercado de grandes especialistas em negócios digitais: Claudio Gora, sócio da Locaweb, Julio Vasconcelos, fundador do Peixe Urbano, Daniel Wjuniski, fundador do Minha Vida, e o moderador Bob Wollheim, fundador do SixPix Content.

Texto publicado no site da Endeavor.

Quer vender mais? Quanto vale seu cliente? Use o Customer Lifetime Value (CLTV)

Por Martin Biegun. Existem números fundamentais para quem quer ter um negócio saudável. Em geral, esses indicadores estão relacionados com as operações do dia-a-dia e nos ajudam a detectar oportunidades e resolver problemas antes mesmo que eles aconteçam. Hoje focaremos em um deles: o Customer Lifetime Value ou CLTV.

Quer vender mais? Quanto vale seu cliente? Use o Customer Life Time Value (CLTV)

Imagem do Corbis Images.

Todo negócio possui suas métricas importantes. As mais comuns: custos, faturamento, quantidade de potenciais clientes em carteira, margem, ou seja, grandes números. Embora estes nos permitam ter uma imagem da situação de nossa empresa, não são suficientes no momento de fazer uma análise do ritmo do negócio.

O CLTV ou Customer Lifetime Value é o lucro líquido médio que obteremos de um cliente ao longo de sua relação com a nossa empresa. Por exemplo, se sabemos que um cliente em média compra nossos produtos 6 vezes no ano, por um valor de $100 a cada vez e com uma margem de 50%, o CLTV será de $300. Na tabela a seguir podemos ver com mais detalhes.

cltv

O CLTV é importante porque nos permite entender qual é o valor real de um cliente para nossa empresa e quanto podemos investir em nossas estratégias de aquisição e relacionamento.

Suponha que executamos uma campanha de geração de demanda na qual investimos $10.000 e graças a essa campanha, obtemos 200 novos clientes. Fazendo umas contas rápidas podemos dizer que cada cliente nos custou $50. Parece muito, mas como saber se esse custo é apropriado? Aqui é onde entra em jogo o nosso CLTV.

Seguindo com o exemplo anterior, vamos adicionar esse dado à nossa análise. Se sabemos que nosso CLTV é em média $300, um custo de aquisição de $50 nos deixa um lucro líquido de $250 por cliente. Agora sim, isso parece muito melhor!

Investir tempo e recursos em desenvolver uma relação de médio a longo prazo com seus clientes é, talvez, a decisão mais inteligente que você pode tomar para seu negócio. Um modelo de relacionamento básico necessita duas coisas: dados de contato e segmentação.

Por exemplo, um cliente que compra pela primeira vez nos deixa seu e-mail e telefone. Então já temos dois dados importantes: o que comprou e um ou dois dados de contato. Qual é o próximo passo? Algo tão simples como um e-mail de boas-vindas ou agradecimento pela compra se converte em uma arma de relacionamento e uma oportunidade de venda.

A relação com seus clientes, pensada a médio e longo prazo, é chave. O Customer Lifetime Value te ajudará a entender quanto valem e qual nível de investimento você poderá realizar para captá-los. Sua estratégia de relacionamento te permitirá aumentar o CLTV e maximizar a receita média por cliente. Nos próximos posts falaremos sobre como levar adiante programas de relacionamento, entender suas métricas e os canais mais eficazes.

Texto publicado no E-commerce Brasil.

Links patrocinados: Prepare-se para férias e fim de ano

Por Jennifer Overstreet. Enquanto para os consumidores ainda é cedo para se falar de Natal, para os varejistas já está na hora de planejar e traçar estratégias para os feriados e as vendas de final de ano. A alguns meses do Black Friday será que é tarde para gerar ações de impacto de vendas nessa época?

Links patrocinados: Prepare-se para férias e fim de ano

Imagem do Corbis Images.

De acordo com Katy Tonkin, especialista em links patrocinados e buscas pagas na empresa Point it ainda não é tarde. Durante sua palestra no Shop.org Summit Digital Retail Boot Camp, Tonkin reduziu o vasto campo dos links patrocinados para cinco ações gerenciáveis:

Identifique suas palavras-chaves mais eficientes (top keywords):

“Seu negócio são suas palavras-chave”, disse Tonkin. “Você revisou suas palavras-chaves muito tarde?” Se você está usando a estrutura correta, mas palavras-chave erradas ou alguma outra combinação que não está funcionando, Tonkin compartilhou uma estratégia para avaliar sua performance.

Para identificar corretamente suas “top keywords” verifique os relatórios de consulta de pesquisa, confira os dados mais antigos ou use ferramentas competitivas. Então, isole suas top keywords (que Tonkin chama de “mude a mobília ao seu redor”) e planeje os anúncios e propagandas com mensagens customizadas e landing pages.

Links patrocinados no Mobile

Se você não está usando links patrocinados para mobile, você está perdendo uma baita oportunidade. Tonkin citou uma pesquisa da comScore que revela que 20% dos consumidores online usam exclusivamente smartphones e tablets e 40% das compras da última Black Friday vieram de dispositivos móveis.

Para começar a produzir links patrocinados no mobile use suas “top keywords” e divulgue seus anúncios com antecedência e também até a última semana antes do Natal. Faça a mesma coisa no mobile, adaptações serão simples. Tonkin diz que buscas por “frete grátis” têm pico durante o período de ações de graças até o Cyber monday.

Use listas de retarget nos anúncios patrocinados

A visão de Tonkin é que é muito mais fácil pessoas que visitam seu site sem comprar nada voltarem pela segunda vez (e desta vez para efetivar a compra) que aqueles que ainda nunca visitaram comprarem alguma coisa.

É por isso que as listas de redirecionamento em anúncios de busca são uma boa aposta – permitindo que você segmente usuários e os oriente de forma mais objetiva e adequada.

Priorize o uso de extensões

“Ninguém lê anúncios, eles só leem o que lhes interessa”, explica Tonkin. “Extensões de anúncio são maneiras de gerar mais interessados naquilo que você tem a dizer.” Mas há muita confusão com Add extension. (veja gráfico).

As extensões dos anúncios ou “Ad extension” são permissões do Google para inserir textos adicionais além das palavras-padrão do anúncio pay-per-click do AdWords”. O conselho de Tonkin sobre este tema é começar com suas principais palavras-chave e se focar nos links de extensões, vendedor e comentários de revisão de extensões.

Use Adwords scripts

As pessoas pensam que scripts são assustadores e confusos, mas para Tonkin eles são o caminho para automatizar e identificar falhas humanas. “Scripts são suas asas. Eles economizam tempo, dinheiro e dead lines”, disse. Comece por onde você é menos eficiente e use recursos como Freeadwordsscripts.com.

Scripts podem verificar links quebrados, alertá-lo quando você está estourando seu orçamento e enviar atualizações sobre o desempenho do seu anúncio. Eles podem ajudar, por isso não deixe que eles intimidem você.

O tempo é curto até as férias e natal. Experimente essas táticas e confira se elas farão diferença nas suas vendas.

Artigo traduzido pela Redação E-Commerce Brasil com autorização do autor.

Quanto cobrar pelo trabalho de Marketing Digital?

Por Alberto Valle. Uma pergunta comum em nossos treinamentos é: Quanto cobrar pelo trabalho de Marketing Digital? Como esse ainda é um segmento novo, a pergunta faz todo o sentido. Não existe uma fórmula mágica ou resposta que satisfaça a todas as situações.

Quanto cobrar pelo trabalho de Marketing Digital?

Imagem do Corbis Images.

Decidir o quanto cobrar pelo trabalho em marketing digital é uma questão que precisa ser muito bem analisada para que você não acabe cometendo erros que podem acabar comprometendo sua carreira e negócios futuros. Esse valor irá variar em função da sua estratégia de mercado, seus custos operacionais e de quanto você pretende que seja a remuneração efetiva pelo seu trabalho.

Para lhe ajudar a determinar esse valor, vamos discutir alguns aspectos desse cálculo.

Defina sua estratégia de mercado

Antes mesmo de se perguntar sobre quanto cobrar pelo trabalho de Marketing Digital, você deve definir de forma clara, qual será sua estratégia de atuação no mercado. Se você já tem um nome como consultor de marketing digital, a estratégia é uma, mas se você está começando sua carreira agora, a estratégia é outra.

Como no dia a dia do marketing digital, ter um plano de ação bem definido é essencial para o sucesso neste mercado, portanto, planeje sua carreira antes de sair por ai distribuindo orçamentos.

Defina em que áreas você está realmente qualificado para atuar de forma diferenciada e invista pesado nelas. Não tente ser um “especialista em tudo” porque todos nós sabemos, que isso, nos dias de hoje, é simplesmente impossível.

O que é caro e o que é barato?

Uma pergunta que muita gente se faz é se o preço que está cobrando pelo trabalho em marketing digital está barato ou caro.

“Em se tratando de marketing digital, não existe nada caro. A única coisa que é cara é o marketing que não entrega resultados, não entrega ROI – Return of Investment. Isso sim, é tremendamente caro para qualquer empresário”.

Não é pelo fato de você estar começando sua carreira em marketing digital agora, que você terá que cobrar preços irrisórios ou então bem abaixo da realidade do mercado. A sua remuneração deverá ser proporcional ao serviço oferecido e o resultado que você poderá trazer.

Um erro muito comum de quem está começando agora é achar que por cobrar um preço muito abaixo do mercado, irá conquistar clientes. Muito pelo contrário, poderá até mesmo perder alguns mais criteriosos justamente por estar praticando um preço que eles sabem que está muito aquém do praticado pelo mercado.

Quando você está começando, em algumas situações, vale a pena cobrar um pouco mais baixo pelo seu serviço em marketing digital, para conseguir os primeiros cases do seu portfólio, mas nada que torne seu preço aviltante.

Se você já é um profissional conhecido, com um bom histórico de casos de sucesso em seu histórico, o preço deve ser o praticado pelo mercado, ou até maior, dependendo do diferencial que você possa oferecer em relação aos seus concorrentes.

Para que você não fique sem parâmetros, vale a pena dar uma olhada no Manual de Preços e Serviços Digitais da ABRADI. Não se trata de uma “tabela”, principalmente porque você deve respeitar as diferenças regionais, mas para ter uma ideia de quanto cobrar pelos serviços em marketing digital, serve como referência.

Calcule seus custos operacionais

Outra coisa a ser levada em consideração são seus custos operacionais. Já vi muita gente achar que estava ganhando algum dinheiro, e depois descobrir que na verdade estava pagando para trabalhar.

Faça um levantamento minucioso dos seus curtos operacionais como:

• Custo de locação ou oportunidade de negócio do ambiente de trabalho;
• Tarifas de serviços como internet, contador e outros;
• Custos de softwares e ferramentas de marketing digital;
• Impostos e outros encargos.

Não adianta falar em bancar um prejuízo no início, pois isso não funciona. Se você quer saber o quanto cobrar pelo trabalho de marketing digital, descubra primeiro o quanto custa prestar esse serviço.

Quanto cobrar pelo trabalho de Marketing Digital?

Imagem do Corbis Images.

Uma boa dica sobre redução de custos é o trabalho como consultor de marketing digital em home office, uma prática cada vez mais comum no Brasil, depois de ser consagrada como tendência mundial.

Com a tecnologia que temos hoje, isso é mais que viável e muitas pessoas estão abraçando essa alternativa para minimizar custos e com isso serem mais competitivas, e além disso, ganhar em termos de qualidade de vida.

O quanto você quer ganhar com o trabalho em marketing digital?

Em primeiro lugar, defina um número e se comprometa com esse objetivo. Como em campanhas de marketing online, precisamos ter uma meta. Chegou a hora de decidir e calcular o quanto você deseja ganhar com o seu trabalho em marketing digital. O quanto cobrar pelo trabalho de marketing digital para satisfazer suas necessidades e ambições? Esse é o número.

A sua última remuneração com carteira assinada, pode ser uma referência inicial, mas não se satisfaça com isso. Se você vai assumir os riscos de trocar a estabilidade(?) de um emprego fixo pelo desafio de ser um empreendedor digital, precisa ser remunerado por assumir este risco.

São 8 horas por dia durante 20 dias por mês, se você não quiser trabalhar nos finais de semana. Portanto o cálculo é:

• Horas trabalhadas por mês = 160
• Custos operacionais, digamos R$ 1.000
• Resultado líquido desejado = R$ 5.000

Valor da Hora  =  Resultado Desejado + Custos Operacionais / Horas Trabalhadas

Nesse caso, se forem cobrados R$ 37,50 por hora trabalhada, o resultado final será o que você deseja. Parece simples, mas não é. A sua competitividade estará vinculada a sua capacidade de otimizar seus serviços, com auxilio de rotinas automatizadas e muita integração entre as diversas plataformas de marketing online.

Quando abordamos a questão de quanto cobrar pelo trabalho em marketing digital,  que não existe um valor padrão a ser cobrado, pois cada projeto possui uma característica própria, demandando ações diferentes que acabam por gerar custos diferenciados.

Agora que você já tem uma ideia de quanto cobrar pelo trabalho de marketing digital, basta rever suas rotinas e avaliar os reais custos dos seus serviços como consultor de marketing digital.

Texto publicado pela Academia do Marketing.

CEO aos 22 anos, empreendedor grego-alemão aposta no mercado brasileiro de e-commerce

Em 2012, com apenas 22 anos, o jovem empreendedor grego-alemão Panayotis Nikolaidis já fundava a sua primeira empresa: a Panna Cotta Voucher Group, especializada em portais de desconto. Com sede em Berlim e Hamburgo, e operando em 9 países, a startup alemã atua no Brasil desde a fundação e atualmente busca reforçar seus laços com os consumidores do país, que possuí um mercado de e-commerce em “Fase de Profissionalização”, segundo o CEO Panayotis Nikolaidis.

CEO aos 22 anos, empreendedor grego-alemão aposta no mercado brasileiro de e-commerce

Especializada em oferecer cupons de desconto online, o conceito da startup alemã logo chamou a atenção da incubadora Hanse Ventures, que investiu no negócio. Hoje, com 2 anos de atividade, a Panna Cotta espalha sua rede por países como Espanha, Itália, México, Chile e Alemanha. A empresa, que no Brasil atua através do portal Cupom.com, já ajudou mais de 9 milhões de consumidores ao redor do mundo a economizar em compras online.

A história de sucesso da jovem empresa se confunde com a trajetória de seu dono. Se Panayotis Nikolaidis combina as culturas grega e alemã em sua personalidade, a Panna Cotta Voucher Group também possui DNA internacional. No total, são 60 pessoas de 17 nacionalidades diferentes trabalhando na mesma equipe. Essa verdadeira Torre de Babel dos descontos online só é possível, pois a empresa dá preferência a profissionais dos países de atuação para melhor compreender as necessidades dos consumidores nativos.

Panna Cotta Voucher Group no Brasil

A julgar pelo número de brasileiros na Panna Cotta, a empresa tem tudo para traduzir como poucas as necessidades e anseios dos consumidores do país. Ocupando cargos de gerenciamento (Managers) e liderança de setores (Heads), os brasileiros representam 10% da equipe, formada por profissionais com vasta experiência em E-commerce, Branding, Otimização para Ferramentas de Busca e Tecnologia da Informação.

Após 2 anos de atuação no e-commerce nacional, Panayotis Nikolaidis e sua equipe compreendem os hábitos e preferências dos consumidores e parceiros do Brasil, confirmando a carência de um serviço de qualidade. Dessa forma, oferecer uma plataforma sólida e criar laços ainda mais fortes com os brasileiros é o principal objetivo da Panna Cotta.

Panayotis Nikolaidis analisa e-commerce global e traça estratégias da Panna Cotta Voucher Group

França, Alemanha, Itália e Espanha são países que contam com um alto nível de penetração e o público já tem afinidade com compras online, porém o desafio de atuar em mercados mais desenvolvidos é que os concorrentes são extremamente competitivos e já garantiram uma boa fatia do market share. Nossa estratégia para esses países requer ações de marketing mais agressivas e que gerem visibilidade, aumentando nossa base de consumidores leais.

Já em países como Colômbia, Rússia, México e Turquia, a cultura do e-commerce ainda encontra-se nos seus estágios primários de aceitação. Nesses países precisamos primeiro educar os consumidores e lojas online sobre os benefícios do nosso modelo de negócios (cupons online).

O mercado Brasileiro encontra-se exatamente entre as duas situações mencionadas acima, nós chamamos essa fase de “Fase de Profissionalização”. Graças ao crescimento rápido do e-commerce no país, precisamos de estratégias ágeis e que funcionem bem a curto prazo garantindo a maior fatia do market share. Investir em relacionamentos fortes é a chave ocupar posições relevantes em mercados de rápido crescimento.

Pesquisa: 86% das empresas B2B utilizam content marketing

Segundo pesquisa do Content Marketing Institute, divulgada nesta quarta-feira, 1, a maioria dos profissionais de marketing B2B utilizam o content marketing como estratégia de aproximação.

A quinta edição do estudo anual “2015 B2B Content Marketing Benchmarks, Budgets and Trends” baseou-se em uma pesquisa online feita com mais de 1,8 mil empresas de marketing B2B norte-americanas em julho e agosto deste ano. O resultado revelou que 86% dos entrevistados utilizam content marketing como parte da sua estratégia. Entretanto, 48% afirmam não documentá-la e 35% registram a ação.

Pesquisa: 86% das empresas B2B utilizam content marketing

Manter uma estratégia de gerenciamento de conteúdo documentada parece surtir efeito; 60% dessas empresas apresentam alto grau de eficiência em content marketing, em comparação aos 32% que obtêm sucesso apenas com um plano verbal.

Mensurar o ROI em content marketing permanece um desafio. Apenas 21% dos profissionais dizem conseguir monitorar com sucesso esse retorno, embora 35% das empresas que registram sua estratégia alegam ser bem-sucedidas nesse monitoramento.

Apesar dos desafios, 70% das empresas B2B estão criam mais conteúdo do que há um ano, mesmo aquelas que se julgam menos eficazes (58%) e as que não apresentam qualquer tipo de estratégia (56%). Além disso, 55% dessas companhias planejam aumentar o orçamento destinado a content marketing nos próximos 12 meses.

Atualmente, essas empresas investem cerca de 28% do seu orçamento total de mídia em content marketing. Porém, as marcas mais bem sucedidas alocam uma média de 37% e as menos eficazes, apenas 16%.

Os métodos mais utilizados em content marketing são redes sociais (92%), newsletter (83%), artigos no site da companhia (81%), blogs (80%), eventos presenciais (77%), estudos de caso (77%) e vídeos (76%). Em termos de eficiência, as estratégias mais adotadas são eventos presenciais (69%), webinars ou webcasts (64%), vídeos (60%) e blogs (60%).

Com relação às plataformas de social media, as mais utilizadas foram: LinkedIn (94%), Twitter (88%), Facebook (84%), YouTube (72%) e Google+ (64%). O LinkedIn também foi classificado como a rede social mais eficaz (63%), seguido por Twitter (55%), YouTube (48%) e SlideShare (42%).

Já os principais canais publicitários pagos utilizados para o content marketing foram search engine marketing (58%), impresso ou outras promoções off-line (52%), anúncios em banner online (49%) e anúncios em redes sociais (48%). Com informações do Advertising Age

Texto publicado no Proxxima.

E-book: Marketing de afiliados em 1 hora

O marketing de afiliados é uma modalidade de publicidade que envolve produtores de conteúdo digital, e-commerces e, é claro, uma plataforma de afiliação. Portanto, é a plataforma que conecta quem tem espaços para divulgação com empresas que querem anunciar. Quando há uma venda no site do varejista originada pela rede de afiliados, o publisher – ou seja, o produtor de conteúdo digital – que possibilitou esta conversão recebe uma comissão.

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O marketing de afiliados no Brasil está em franca ascensão e ainda vai crescer muito mais. Nos Estados Unidos, os anunciantes chegam a investir cerca de 30% do orçamento neste tipo de modalidade, o que mostra também a sua representatividade em outros cantos do globo.

Voltando ao nosso mercado, a afiliação recebe mensalmente cerca de 20 mil novos empreendedores digitais no Brasil, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Marketing de Afiliados (IBM Afiliados).

Os profissionais estão buscando se aprimorar nesta área, tanto e-commerces quanto produtores de conteúdo digital. É por isso que a Lomadee, empresa do grupo Buscapé Company, elaborou um e-book exclusivo chamado “Marketing de afiliados em 1 hora”.

O material é gratuito e direcionado para aqueles que querem entender como funciona essa prática publicitária, assim como suas vantagens.

Conteúdo abordado no e-book:

O que é marketing de afiliados?
Panorama atual do mercado.
Como funcionam as plataformas de afiliação.
10 dicas para publishers.
10 dicas para anunciantes.
Monetização na prática.

Se você quer entrar no mundo do marketing de afiliados e lucrar muito, não perca tempo e faça o download do e-book agora mesmo: www.mktdeafiliados.com.br

Os 7 pecados capitais do Marketing de Conteúdo

Por Cassio PolitiO mercado brasileiro vive o momento de transição da comunicação corporativa baseada em assessoria de imprensa com pitadas em redes sociais para um modelo mais amplo, que é o Content Marketing (ou Marketing de Conteúdo).

Nessa fase de experimentação, erros não só são normais como são bem-vindos. Fazem parte do processo de aprendizado e de criação de uma cultura corporativa de fazer comunicação com foco em resultados.

7-pecados-marketing

Ilustração do Uberflip.

Em consultorias pelos quatro cantos do Brasil, tenho observado que as falhas são mais ou menos as mesmas em empresas privadas, órgãos públicos, agências grandes, agências pequenas. Reuni aqueles que considero mais frequentes. Cheguei ao número de sete, e por isso os batizei de pecados capitais, que enumero a seguir.

1. Escolher as táticas antes da estratégia.

Antes de publicar o próximo post ou de produzir o próximo podcast, pare por um instante e responda: aonde você quer chegar? Que tipo de resultados busca? Mais vendas? Reposicionamento? Fortalecimento da marca?

É muito comum as empresas começarem o plano de content marketing pela escolha das ferramentas, e não pela definição de objetivos, que deve sempre nortear a operação.

2. Não documentar a estratégia.

A pesquisa Content Marketing B2B no Brasil – 2014, da Tracto em parceria com o Content Marketing Institute, mostra que, entre empresas eficientes em content marketing, 58% têm sua estratégia não apenas definida, mas documentada. Entenda por documentada qualquer registro simples dos objetivos traçados.

Entre as empresas ineficientes em content marketing, no entanto, apenas 20% documentam suas estratégias. Há, portanto, uma clara correlação entre fazer o registro do plano de content marketing e o sucesso nessa atividade.

3. Criar personas sem entrevistá-las.

Construir persona é a maneira mais eficiente de se compreender o público-alvo. Para essa atividade ser bem sucedida, é preciso entrevistar clientes e, a partir daí, construir um personagem que represente fielmente o público. É comum empresas criarem personas com base em suas suposições.

Resultado: o processo de descoberta dos hábitos é dispensado e a persona acaba sendo reflexo do que os produtores de conteúdo acreditam que ela seja.

4. Misturar conteúdo e propaganda.

Conteúdo é conteúdo. Propaganda é propaganda. Um atrai a audiência, o outro turbina o processo de conversão. Use conteúdo e use propaganda, mas jamais os misture. Jamais faça propaganda disfarçada de conteúdo. O público perceberá, se sentirá traído e não hesitará em cortar relações com a sua marca.

5. Aderir à monocultura do Social Media.

Content marketing pressupõe um encadeamento das ferramentas formando um funil. Primeiro, as pessoas descobrem a existência da sua marca. Depois, se aproximam dela, por exemplo, participando de eventos, assinando newsletter ou baixando e-books. A partir daí, tem maior chance de se interessar pelas ofertas comerciais.

monocultura das redes sociais (especialmente, do Facebook) fez muita gente acreditar que bastaria ter audiência nas redes sociais para se conquistar clientes. Não é verdade. É preciso pensar num modelo de aquecimento dos lides (leads) comerciais.

6. Tratar assessoria e conteúdo separadamente.

Vejo muitos ― muitos mesmo ― profissionais de assessorias de imprensa que enxergam assessoria de imprensa como uma atividade diferente de Social Media, que por sua vez é diferente de envio de newsletter.

É compreensível que seja assim. Afinal, a cultura de comunicação corporativa se fortaleceu no Brasil nos anos 90 com base no serviço de assessoria. Mas não é compreensível que continue assim. O trabalho de comunicação de marca é um só. (Nota: este tópico rende um artigo inteiro. Sairá em breve. Prometo.)

7. Confundir ROI com resultados de comunicação.

Retorno sobre o investimento, abreviado pela sigla ROI, diz respeito ao resultado importante para a empresa como um todo, e não apenas para a comunicação. Obter mais visitantes, visualizações, curtidas ou retuítes significa que houve bom uso das respectivas ferramentas, mas as empresas precisam de mais do que isso. Precisam de resultados reais, como clientes, força da marca, posicionamento etc.

Lembre-se: mensurar é preciso; entregar resultado é vital.

O tema deste artigo foi apresentado em um webinar gratuito. Os slides estão disponíveis para download em nosso canal no SlideShare e também para consulta logo abaixo.∞

Texto do Blog da Tracto. Cassio Politi é diretor de content marketing da Tracto. É autor do livro Content Marketing – O Conteúdo que Gera Resultados. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

Design da loja virtual: o que você deve aderir e o que precisa evitar

Trabalhar o design da loja virtual é muito mais do que combinar cores e deixar o site “bonito”. Os elementos de design são muito importantes, pois acabam por guiar a navegação do usuário, contribuindo (positiva ou negativamente) para a experiência de compra.

Two young women in sitting room with digital tablets

Não esqueça de cuidar para que sua loja virtual seja vista em qualquer dispositivo. Imagem da Corbis Images.

É por isso que oferecer informações com clareza e dividir os departamentos da loja de maneira organizada são estratégias imprescindíveis para quem deseja obter bons resultados, porém não é só isso! Saiba o que mais você pode fazer para aproveitar ao máximo o design de seu e-commerce (e descubra, também aquilo que você realmente não precisa adotar!).

Disponibilize fotos maiores de seus produtos

Com o objetivo de oferecer aos usuários uma quantidade maior de detalhes visíveis, as lojas virtuais têm investido em fotos maiores para seus produtos, o que também pode ser explicado pelo surgimento de grandes telas e pelo aumento da resolução das fotos.

A imagem, por si só, chama mais atenção do que qualquer texto. No e-commerce, então, nem se fala: uma foto de boa qualidade vale muito mais do que qualquer descrição, por melhor que ela seja.

Oferecer diferentes ângulos de visualização também é interessante para melhorar a experiência do cliente, mostrando a ele todos os detalhes a respeito do produto ofertado – respondendo até as eventuais dúvidas que eles tenham a partir da leitura da descrição.

CUIDADO: Com descrições de produtos menores ou mal localizadas.-

Leia também: 7 Tendências do Design para Lojas Virtuais

Resuma as reviews ou destaque os termos mais relevantes

As reviews se fortaleceram com o tempo e hoje estão presente em grande parte dos sites de e-commerce. Além de influenciarem na decisão de compra dos usuários, as reviews podem solucionar as dúvidas e preocupações de outros visitantes.

A maioria das lojas, porém, tem optado por incluir essas informações de outra forma, oferecendo dados adicionais ou preparando um resumo a respeito delas, o que facilita a maneira com que o usuário receberá o conjunto de opiniões alheias.

As reviews, aliás, também são importantes para que a própria loja diagnostique quais são os principais problemas e as maiores questões levantadas a respeito de seus produtos e serviços, repensando estratégias que agradem mais consumidores.

Design da loja virtual: o que você deve aderir e o que precisa evitar

Pense que seu design deverá funcionar para todos. Seja seu filho ou seu avô. Imagem do Corbis Images.

Facilite a utilização de cupons para seus compradores

A fase em que os clientes precisavam “sofrer” para conseguir cupons e descontos no e-commerce já passou. Hoje, facilitar a utilização de cupons – ou até concedê-los gratuitamente – é uma característica que toda loja virtual deveria adotar.

Caso o desconto seja publicado em um website, ofereça-o aos clientes que estiverem navegando naquele momento. Se existes descontos disponíveis, faça com que os usuários consigam aproveitá-los antes de atingirem a página do check-out.

Essas e outras estratégias de facilitação dos cupons podem se tornar um grande diferencial para sua loja, conquistando a preferência dos consumidores.

CUIDADO: Atenda seus consumidores com a devida atenção e preocupação, demonstrando empenho em deixá-lo satisfeito com os serviços prestados por sua loja.

Preciso precificar produtos da loja virtual, e agora?

Um dos pontos mais sensíveis da operação de um e-commerce é a precificação dos produtos. Em linhas gerais, os empresários levam em consideração dois fatores para precificar produtos: o valor que é cobrado pela sua concorrência e os custos de produção daquele item.

Preciso precificar produtos da loja virtual, e agora?

Imagem da Corbis Images.

Apesar de ser uma prática comum no mundo inteiro, atualmente há diversas ferramentas que tornam o processo de precificação mais simples e acurado. Confira:

Valor percebido pelo consumidor

É cada vez mais forte a tendência de precificar os produtos do e-commerce de acordo com o valor percebido pelo consumidor — determinado com o auxílio de pesquisas com clientes em potencial, o valor percebido leva em consideração pontos como os motivos que levam o consumidor a querer comprar aquele produto.

Preço dinâmico

Assim como o valor percebido pelo consumidor, é importante levar em consideração ainda o preço dinâmico, que é aquele que diferencia o valor de acordo com cada grupo de consumidores, como, por exemplo, clientes que vivem em determinada cidade.

O preço dinâmico é aquele em que o valor acompanha o fato de que o produto certo está sendo oferecido para a pessoa certa, na hora certa.

Valor do frete

Assim como precificar corretamente o valor dos seus produtos, o empresário de e-commerce deve ficar atento ao frete cobrado, o que, atualmente, é um dos principais motivos que levam os consumidores a abandonarem o carrinho de compras.

Na hora de precificar o valor do frete a ser cobrado no e-commerce é importante analisar os custos reais (custos de envio do item para o e-commerce baseado na tabela da transportadora usada + custos de pessoal e material) e, ainda, os custos do mercado (que é definido de acordo com o valor de frete praticado pelos concorrentes ou área de atuação).

Considere a possibilidade de oferecer frete grátis para compras acima de determinado valor (ideal para quem quer aumentar o tíquete-médio da loja), frete grátis para produtos específicos (que estejam encalhados no estoque ou em destaque no momento) ou fazer uma grande promoção de frete grátis por período determinado, para gerar tráfego em épocas de baixa demanda.

Precificação inteligente

Muito comum em e-commerces internacionais, a Precificação Inteligente, que está chegando ao Brasil, é feita com o uso de uma plataforma que permite que o empresário que atua em um e-commerce acompanhe preço e disponibilidade de produtos vendidos nas lojas concorrentes. De posse destes dados, pode investir em estratégias que serão automatizadas pela própria ferramenta.

Um exemplo de como a Precificação Inteligente pode ser aplicada é aumentar, de forma automatizada, o preço de determinado item quando o concorrente aumentar. Ou, ainda, aumentar o preço de um item quando ele estiver em falta no estoque das lojas concorrentes. A grande vantagem da Precificação Inteligente é que as estratégias são aplicadas automaticamente, em tempo real, o que é muito útil especialmente para e-commerces que trabalham com uma grande gama de produtos.

Na hora de precificar os produtos do seu e-commerce é muito importante levar em consideração, além de fatores como preço da concorrência e custo de produção, o valor que o consumidor percebe no seu produto e o conceito de preço dinâmico. Esta preocupação aumentará ainda mais as suas chances de sucesso.

E você, como precifica seus produtos? Ainda tem alguma dúvida a respeito de como melhorar sua estratégia? Deixe um comentário!