Ecommerce e segurança digital: as empresas devem cuidar do usuário

Ecommerce e segurança digital: as empresas devem cuidar do usuário

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Milhares de compras online são feitas por hora, a todo o momento e de qualquer dispositivo. Como se prevenir de possíveis fraudes virtuais? Aqui alguns dados essenciais.

Seja por meio de dispositivos móveis ou de computadores de escritório, o e-commerce como hábito de consumo já não é mais uma novidade. As perspectivas de crescimento por compras virtuais têm um horizonte só: crescer, crescer e crescer.

De acordo com um informe difundido pelo Business Insider, site especializado em negócios e finanças, 20% dos latino-americanos fazem compras online, e existem prognósticos que indicam que para 2018 haverá vendas na internet por volta de 85 bilhões de dólares.

Ninguém duvidaria que estamos frente a um panorama totalmente alentador no que tange a um setor que fornece dados mais do que positivos para a economia, num contexto não muito favorável. Porém, episódios relativos a fraude informática, invasões de contas ou golpes online, fazem que tanto consumidores como companhias de e-commerce tenham que manter-se alertas ao momento de fazer as suas transações com total tranquilidade.

Tanto o consumidor como as lojas online podem ser vítimas de fraude, são estas últimas as encarregadas de potencializar os cuidados. Em geral, algumas empresas pensam em sua segurança após ocorrer algum incidente, quando o caminho deveria ser ao inverso: antes, a prevenção.

Num contexto onde os ciberataques adquirem um grau de sofisticação cada vez mais complexo, deve-se cuidar do usuário, do consumidor que efetiva sua compra online.

Mobile commerce versus desktop, qual é mais vulnerável?

O comercio mobile (o m-commerce), representa 20% de todo o comércio eletrônico na América Latina. É a modalidade de compra que mais cresce graças ao baixo custo dos dispositivos por contraposição aos computadores de escritório ou laptops e devido a sua portabilidade. Então, isso quer dizer que o m-commerce é mais vulnerável aos ataques?

Em ambos os casos não se encontram grandes diferenças se falarmos de ataque em si. Talvez os celulares, por ter uma tela de menor tamanho, tenham certa informação que não se possa visualizar. No entanto, os aplicativos abrem todo um leque de possibilidades já que são eles quem se encarrega de cuidar da segurança dos usuários.

Algumas recomendações

Tomar os cuidados necessários para não ser vítimas de um ataque já não é algo inalcançável como era até não muito tempo atrás. Por um lado, os usuários finais nunca devem acessar a sites de e-commerce por meio de links que cheguem através de e-mails desconhecidos ou outro sistema de correio eletrônico; realizar compras por meio de um canal seguro, o qual se identifique com HTTPS e por mais que seja óbvio, sempre verificar se a plataforma na que se encontra o comércio seja segura.

Por outro lado, quem deve tomar as redias em medidas de prevenção de ciberataques são as plataformas de e-commerce. É necessário que programem políticas de desenvolvimento seguro e que efetuem auditorias periódicas com o intuito de minimizar as brechas na segurança.

Também é necessário que estejam informados sobre as vulnerabilidades que surgem nos protocolos, serviços e produtos que utilizem para sua plataforma com o objetivo de tomar medidas rápidas e eficazes.

Com o fim do ano se aproximando, na temporada de celebrações e presentes, nada mais confortável que o e-commerce para este tipo de compras, sempre tomando os cuidados necessários para evitar fraudes e sem imprevistos em uma época onde tudo deveria ser uma festa.

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