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De acordo com Janrain & Harris Interactive, 74% dos consumidores online ficam frustrados quando encontram conteúdos irrelevantes no website em que estão navegando. Dados como este empurram a indústria da tecnologia programática rumo ao desenvolvimento de mecanismos de anúncios online cada vez menos invasivos e mais assertivos.

A Infosys, por exemplo, descobriu que 86% dos consumidores consideram a personalização um diferencial para suas decisões de compra. Isso ocorre porque o uso de recomendações altamente precisas fortalece o relacionamento da marca com seus consumidores, melhorando as taxas de conversão e aumentando as receitas.

Em outras palavras, é necessária uma abordagem precisa e persuasiva, não só para o comércio eletrônico de varejo, mas para todos os setores, seja o bancário, de seguros, viagens ou mesmo nas compras diárias de supermercado.

Steve Jobs é frequentemente citado por sua frase que diz que “as pessoas não sabem o que querem até que você mostre para elas”. E novas práticas e estudos sugerem que a Inteligência Artificial pode ser a chave para que essa façanha se torne uma experiência comum, automatizada para todos os usuários na era digital, e o mais importante, de maneira extremamente assertiva.

O que os computadores sabem sobre você

A era digital tornou as jornadas de compra mais acessíveis, mas cada vez mais complexas. Ter de escolher uma entre centenas ou mesmo milhares de opções torna as decisões mais difíceis. Pensando nisso, os sistemas de recomendações online vêm mudando a maneira como navegamos e escolhemos produtos – eles direcionam nosso processo de tomada de decisão, aproximando-nos do que estamos procurando, sugerindo produtos complementares ou mesmo alternativos.

Este “conhecimento” sobre a sua personalidade de compras geralmente se baseia em informações como o que você comprou ou visualizou no passado, o que compradores com perfis semelhantes visualizaram ou compraram, bem como a data e hora de visualização. Basicamente, as tecnologias de recomendação reúnem e analisam milhões de pontos de dados sobre suas preferências para gerar sugestões.

Parece simples, mas essas tecnologias precisam de enormes volumes de dados para fornecer previsões realmente precisas. E, claro, quanto mais informações disponíveis, melhor. E é justamente nesse ponto que entra em jogo o Deep Learning – um subcampo da Inteligência Artificial que simula o cérebro humano no processamento de dados e na criação de padrões de tomada de decisão.

A Inteligência Artificial pode prever o que você quer

Os motores de recomendação estão ficando cada vez mais inteligentes com algoritmos de autoaprendizagem baseados em Deep Learning. Em suma, essa metodologia tenta descobrir os hábitos do usuário depois de apenas algumas visitas ao website – às vezes durante o primeiro acesso – para então poder personalizar a sua experiência. Quando aplicada juntamente com análises em tempo real, a técnica pode melhorar drasticamente as recomendações, chegando ao nível de realmente prever os interesses do consumidor.

De acordo com a RTB House, ao tornar as recomendações mais precisas os algoritmos de autoaprendizagem podem garantir até 50% mais eficiência às campanhas online.

Mas como o Deep Learning funciona na prática?

Algoritmos de Deep Learning simulam a nossa maneira de pensar e aprendem sem qualquer interferência humana. Uma máquina irá analisar inúmeros conjuntos de dados implacavelmente, em tempo real, sem ficar cansado ou entediado, e produzirá decisões lógicas, confiáveis, sem estresse, dúvida ou o envolvimento de emoções.

Ele obedecerá às regras gerais do anunciante, mas também poderá aprender e escrever suas próprias regras. Esta é a essência dos algoritmos de autoaprendizagem e a razão pela qual eles são tão eficazes para a indústria de anúncios.

A maioria dos mecanismos tradicionais de recomendação simplesmente reúnem informações e, em seguida, selecionam produtos para serem exibidos com regras predefinidas por um ser humano, como: mostrar joias apenas para aqueles que visitaram roupas femininas, seguindo a lógica de que, muito provavelmente, são mulheres.

Já o sistema baseado em Deep Learning consegue interpretar inúmeras outras variáveis. Ele reconhece que a visita à seção de roupas femininas é um indicador para a compra de joias, mas também consegue cruzar outras informações para identificar eventuais homens que pretendem comprar joias como um presente, por exemplo.

No campo da previsão de compra, os algoritmos de autoaprendizagem já obtiveram tanto conhecimento que tornaram desnecessárias as interferências manuais. Além de otimizar o processo, essa automação também reduz as chances de interpretações errôneas ou tendenciosas, garantindo anúncios mais assertivos e menos invasivos.

A “taxa de conversão” é um termo altamente recorrente no universo digital. Para conquistá-la, é imprescindível um bom plano de marketing nesse ambiente. Quanto mais estratégias o profissional utilizar, maiores as chances de alcançar bons resultados e, consequentemente, vendas, leads qualificados e audiência.

Anúncios on-line, principalmente em redes sociais, são as melhores formas de se fazer uma divulgação, dado o grande alcance que possuem. Um importante aliado nesse sentido é o Facebook, especialmente se a estratégia envolver anúncios pagos. Mensalmente, mais de 102 milhões de brasileiros se conectam à plataforma. A ampla possibilidade de segmentação, o direcionamento e seus vários formatos tornam essa ferramenta uma excelente opção da equipe de marketing, independente do setor de atuação da empresa. Todo tipo de venda é possível, desde que você tenha a estratégia certa.

Fazer uma boa campanha utilizando o Facebook Ads envolve muito mais do que impulsionar uma determinada publicação e segmentar o público que será atingido por ela. É preciso um objetivo claro, uma ação estratégica e atenção aos mínimos detalhes, principalmente em relação ao conteúdo, às imagens utilizadas e ao posicionamento do anúncio. Isso porque são várias as possibilidades que a rede social de Mark Zuckerberg oferece: é possível anunciar um produto ou serviço, um aplicativo para dispositivo móvel, fazer propaganda de um site ou de uma página específica, impulsionar uma nova postagem de um blog, divulgar um evento, gerarleads, criar anúncios interativos, etc.

Para otimizar as conversões, um dos aspectos mais importantes é a segmentação. Selecionar o seu público-alvo faz com que a publicação alcance justamente quem realmente importa para o seu negócio, aqueles que têm potencial de compra, seja por perfil, por já ter interagido com sua marca ou mesmo por localização. A ferramenta oferece parâmetros como idade, gênero, informações demográficas e até os interesses dos próprios usuários. Costumo afirmar que uma segmentação bem feita é o primeiro grande passo que diferencia um anúncio que realmente converte dos outros milhares que são encontrados por aí. É preciso pensar em quem é o seu público, o que eles esperam e quais ações os levariam a interagir com a sua marca.

Outra dica valiosa é acompanhar bem de perto o desempenho da campanha – e isso pode acontecer em tempo real, inclusive. O Facebook Ads fornece vários relatórios e gráficos sobre o andamento do anúncio em questão. A partir dessas informações, é possível entender quais são os acertos e erros, fazer comparativos e modificar uma divulgação que esteja em andamento, além de aperfeiçoar ainda mais as próximas ações. A posição do anúncio também é muito importante e acredite: faz muita diferença dependendo do objetivo da campanha. Aqueles que ficam localizados na coluna da direita, por exemplo, não são visíveis em dispositivos móveis – e se você se esquece disso, pode ter problemas no seu índice de conversões.

A melhor e mais completa ferramenta para a criação dos anúncios é o Power Editor, oferecida pelo próprio Facebook e que também serve para o Instagram. Ela fornece diversas opções de formato, como o Carrossel, Imagem Única, Vídeo Único, Apresentação Multimídia, Canvas e Facebook Messenger Ads. Com características diferentes, cada recurso deve ser considerado de acordo com o seu objetivo e com o que quer mostrar e quem deseja atingir.

A questão do formato remete a outro quesito bastante importante: o design da campanha. Em um anúncio, o recurso visual é o que realmente capta a atenção das pessoas em um primeiro momento. Só depois de ver a imagem é que o seu possível consumidor irá se ater ao texto. Os elementos visuais são essenciais. Você deve pensar no que essa imagem representa para a sua audiência: provoca empatia, identificação, desperta a curiosidade? Além disso, conteúdos interativos geram valor e agregam novidade e entretenimento. Pesquisas e quizzes são bons exemplos de campanhas que podem se destacar no ambiente do Facebook.

Também recomendo sempre realizar testes com diferentes formatos de anúncios. Isso permite ver qual das versões gera maior número de conversões dos seus usuários. Para garantir que você entenda exatamente qual elemento está afetando os resultados, um único item deve ser testado de cada vez.

Há muitos fatores que podem ser avaliados: o texto, a chamada para ação, o horário de publicação, a imagem do anúncio, as cores, o ângulo da foto do produto, a duração do vídeo, a chamada do vídeo, etc. Quanto mais informações, dados e números você gerar a partir dessas verificações, mais parâmetros vai ter para promover uma melhoria contínua das campanhas. Otimizar as suas conversões é uma questão de experimentar, anotar resultados e aprimorar.

Por fim, destaco: é preciso contar com uma agência ou especialista que use as opções avançadas do Facebook Ads. Só assim, você pode fortalecer a veiculação do anúncio escolhendo a frequência e alterando dados de segmentação do público em relação à sua publicação, ao período de conversão, ao “valor do lance” (que define o custo por interação com o anúncio) e aos dias nos quais sua marca deve aparecer para o público.

Criar anúncios no Facebook pode parecer simples, porém não é uma tarefa fácil. Seja nessa plataforma, seja em qualquer outro tipo de campanha, elaborar uma estratégia clara, profissional e que seja condizente com seus objetivos é fundamental para garantir bons resultados.

Aviso aos marketeiros de plantão do Facebook: os 20% de texto em imagens de anúncios não são mais obrigatórios. Se você não faz ideia do que eu estou falando, explico: antes, para fazer um anúncio no Facebook, não era permitido subir imagens compostas por mais de 20% de texto. A medida tinha como objetivo promover uma timeline menos poluída visualmente e garantir anúncios com maior engajamento.

Nos últimos dias o Facebook começou a tirar essa regra aos poucos. Agora, o anunciante tem a opção de colocar quanto texto quiser em uma imagem. Entretanto, manter a regra dos 20% pode continuar sendo a melhor alternativa. Vamos entender o porquê:

O Facebook vai penalizar os anúncios com maior quantidade de texto

Ainda que você tenha a liberdade de promover imagens da forma que quiser, o Facebook continuará preferindo o mínimo possível de texto. Sendo assim, ao fazer o upload da sua imagem, ela passará por uma análise que determinará quantidade de texto presente como:

OK

fb-ok

Baixa

fb-baixa

Média

fb-media

Alta

fb-alta

Quanto maior a quantidade de texto na imagem, maiores serão as restrições de público, menores as chances do seu anúncio performar bem e, consequentemente, mais alto você pagará por ele.

Imagens com pouco texto são Mobile Friendly

Isso quer dizer que não podemos nos esquecer dos dispositivos móveis. Se você pretende capturar a atenção da grande porcentagem das pessoas que verá seu anúncio por meio de um smartphone, deve garantir de que a imagem será bem visualizada em telas menores. Muito texto pode dificultar a leitura e fazer com que as pessoas percam o interesse no anúncio.

Para saber se o seu anúncio está dentro dos padrões, use a ferramenta de medição do Facebook. Procure focar em imagens que despertam o desejo do consumidor e deixe os textos para a descrição da imagem. Caso o texto seja essencial, tente resumi-lo em poucas e fortes palavras. E se necessário diminua a fonte.

Espero que essas dicas te ajudem a criar anúncios mais engajadores!

O e-commerce continua sendo cada vez mais dominado pelos smartphones no mundo inteiro. Segundo pesquisa do eMarketer, enquanto no desktop o tráfego de comércio eletrônico teve uma queda de 67,2% para 61,1%, do segundo trimestre de 2014 até o segundo semestre de 2015, as compras feitas através de smartphones aumentaram consideravelmente. Durante o mesmo período, o e-commerce através de smartphones aumentou de 16,2% até 22,7%.

A tendência é que, estando no mesmo lugar, comércio eletrônico e publicidade mobile se conectem, gerando uma série de facilidades para os possíveis clientes. A publicidade deve ser construída do público para o anúncio e jamais o contrário. Ou seja, o ponto de partida é entender o que o público quer ver e, consequentemente, de que maneira isso pode gerar resultados de compras.

Campanhas com clicktoaction são ideais por incentivarem a compra instantânea, além de tornarem o processo mais prático para os usuários. Um caso hipotético, de um anúncio de loja de roupas, teria um retorno muito maior se fosse direcionado para o setor de compras do site da marca. O clicktoaction
evita que o produto seja logo esquecido, já que a decisão de adquirir o produto torna-se instantânea.

Um case de sucesso desenvolvido para um site de anúncios classificados possuiu como objetivo o download do app de compras e vendas. Utilizando a lógica de atrair o consumidor a desenvolver relações comerciais não somente através do site, mas também do aplicativo, a empresa apostou em anúncios geolocalizados com clicktoaction para o download.

A segmentação foi feita considerando lojas de produtos específicos, como artigos para bebês, para casa, lojas de carro e de celulares e impulsionando, no celular, o anúncio adequado ao local em que o consumidor estivesse. Como exemplo, é possível imaginar um anúncio sobre berço sendo impulsionado para alguém que está em uma loja de artigos para bebês.

O foco desse tipo de mobile ads é, portanto, a conversão. A estratégia deve partir de uma dada inspiração, que define o alcance pretendido, seguida da visualização do conteúdo pelo cliente, adequada ao produto, para conquistar o objetivo pretendido, ou seja, número elevado de compras realizadas pelo público impactado pelo anúncio.

A relação entre e-commerce e mobile ads facilita essa conversão, otimizando o anúncio para pessoas com maior probabilidade de adquirir um determinado produto. Tem um e-commerce e não sabe como anunciar mobile? Deixe um comentário.

O Instagram é uma rede social excelente para marketing de negócio. Para administradores de lojas virtuais, por exemplo, existe a possibilidade de exibir produtos, imagens de campanhas e momentos alternativos da produção, reforçando a proposta da marca e estreitando o relacionamento com os clientes.

Recentemente, a plataforma passou a liberar aos usuários, pouco a pouco, o recurso de anúncios pagos. Com ele, as empresas poderão escolher exatamente qual publicação desejam promover e para qual público. Neste tutorial, trouxemos os passos de como fazê-lo.

Observação: como os anúncios no Instagram funcionam a partir dos recursos do Facebook, você precisa ter uma conta no Facebook for Business. Caso ainda não a possua, você pode criar a sua clicando aqui e vincular o serviço à sua conta no Facebook.

Configure sua conta

Com seu Facebook for Business devidamente integrado à sua conta do Facebook, é hora de associar suas contas do Instagram ao serviço. Acompanhe as imagens a seguir:

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1. Acesse o seu painel do Facebook for Business e, no menu “Configurações”, selecione “Contas do Instagram”. Caso você não tenha essa opção, aguarde algumas semanas: a funcionalidade está sendo liberada gradativamente.

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2. No canto superior direito da tela, selecione “Reivindicar nova conta do Instagram”.

Como criar anuncios no Instagram 3

3. Informe o usuário e a senha da sua conta do Instagram e clique em “Avançar”.

Como criar anuncios no Instagram 4

4. Associe sua conta de anúncios ao Instagram e selecione “Next” ou “Avançar”.

Crie sua campanha

Configurou sua conta? Agora vamos finalmente criar as suas campanhas e anúncios. Para isso utilizaremos o Power Editor, já conhecido de quem utiliza o Facebook Ads.

Como criar anuncios no Instagram 5

1. Clique para abrir o menu e selecione “Power Editor”.

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2. Na janela seguinte, clique em “Criar campanha”. Caso o pop-up não esteja mais sendo exibido para você, selecione a opção na caixa de opções “Criar conjunto de anúncios”, à esquerda.

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3. Defina os atributos da sua nova campanha e do seu conjunto de anúncios. Aproveite para definir um novo anúncio também e clique em “Criar”.

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4. Abra o menu de opções do conjunto de anúncios e selecione “Visualizar anúncios”.

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5. Na tela seguinte, abra o menu de opções do anúncio em questão e clique em “Editar”.

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6. Defina os atributos da sua publicação (forma, imagem, link etc) e pronto! Seu anúncio irá ao ar no período determinado.

Entendido?

O procedimento é mais simples do que parece. Executando as etapas acima, você poderá criar seus próprios anúncios no Instagram e aumentar a audiência do seu negócio. Para conhecer mais estratégias de marketing na plataforma, não deixe de conferir este e-book completo e gratuito sobre o assunto.

Guia prático do Instagram para lojas virtuais

Texto publicado no Blog da Nuvem Shop.

Como montar um Media Kit completo enriquece o inventário do seu blog ou portal

Media Kit (ou Mídia Kit) é o documento que apresenta as informações de um blog ou portal para potenciais anunciantes. A sua finalidade é ser um catálogo. Ou seja, mostrar as características do site, as peças publicitárias que podem ser veiculadas (como post, release, banners e projetos especiais) e seus respectivos valores para quem compra mídia entenda como anunciar naquele site pode ser um bom investimento.

posto-media-kit

A maioria dos mídia kits apresentam:

• Introdução sobre o site e quem o escreve;
• Perfil do público;
• Cases;
• Formatos de comercialização;
• Valores;
• Informações de contato.

O segundo tópico, “Perfil do público”, é um dos mais importantes. É nele que você dirá qual o perfil da sua audiência e, com base nisso, os anunciantes poderão decidir se anunciar para essas pessoas faz sentido para eles.

O problema é que, nessa etapa, a maioria dos blogs descreve a sua audiência apenas com dados quantitativos. Ou seja, número de usuários únicos, quantidade de visitas mensais e etc. Alguns vão um pouco mais além e incluem informações de gênero e faixa etária. Convenhamos: como um anunciante decidirá se um blog ou portal possui o perfil de pessoas que ele deseja atingir com apenas essas informações?

Por isso, lançamos hoje um manifesto: por um media kit mais rico, com informações mais profundas e detalhadas sobre a audiência. Com dados sobre quais são os interesses dessas pessoas, que produtos compram, que tecnologias utilizam, se são pessoas que compram mais pela razão ou pela emoção, qual o comportamento de compra delas em cada indústria do mercado e etc.

Isso é importante pois munidos de informações tão ricas, os veículos poderão:

1 – Valorizar seu inventário, pois informações mais ricas são mais bem remuneradas.

2 – Vender mídia de acordo com o perfil do internauta e não somente com o conteúdo das seções do site. Isso ajuda a página a vender espaços ociosos do seu inventário, pois prova para o anunciante que o público que ele quer impactar está presente não só nas seções mais visitadas.

Por exemplo, anunciar uma marca de roupas na seção de moda, seria o mais óbvio, mas é possível impactar os fãs de moda mesmo que eles estejam acessando páginas sobre cinema, economia ou esportes dentro do portal.

Texto completo publicado no Blog da Navegg.

Anúncios online são o ponto-chave para convencer pessoas a conhecer determinado produto, atraindo-os das mais diversas plataformas — como as redes sociais (Facebook Ads, LinkedIn Ads e outras), mecanismos de busca (Google Adwords), e através de banners em outros sites — para o seu e-commerce.

Quando falamos de anúncios, temos que ter em mente que, para conseguir fazer os melhores, é necessário um grande conjunto de pequenas ações. Para entender melhor como prosseguir com cada detalhe, listamos algumas dicas de marketing para criar anúncios com grande potencial de cliques.

Escolha a imagem perfeita

Uma das coisas que devem ser feitas para ter anúncios online de sucesso é saber escolher a imagem do anúncio. Ela deve ser compatível com seu produto ou com o serviço que você estará disponibilizando para a pessoa que vai clicar nesse anúncio.

Além disso, podemos citar que o grande objetivo das imagens é causar impacto nas pessoas, despertando curiosidade e vontade de clicar. Uma técnica muito usada por empresas de marketing é usar imagens com bordas destacadas e, também, rostos de pessoas, pois eles costumam chamar mais a atenção do leitor.

Direitos de uso de imagem

Tome cuidado com os direitos de uso da sua imagem. Tenha em mente que é diferente de quando trabalhamos um conteúdo editorial. Imagens para anúncios de marketing precisam ser produzidas, adquiridas em um banco de imagens ou terem a marcação de utilização livre (o que pode não ser muito recomendado, pois se é livre para seu uso, é livre para o uso de qualquer um).

Recomendamos esta leitura antes de escolher suas imagens: 12 melhores tipos de imagens para atrair e persuadir usuários

Lembre-se de que título e texto precisam conversar com a imagem

Depois de escolhida uma imagem que desperte a curiosidade do leitor, você precisa cuidar o título e do texto dos seus anúncios online. A dica é optar por um título que combine com a imagem e que também gere impacto e curiosidade no leitor. A maioria dos títulos de anúncios possuem dois objetivos: evitar a dor e proporcionar prazer.

Exemplificando, evitar a dor é solucionar algum problema das pessoas e proporcionar prazer significa oferecer um título que fale de vantagens que a pessoa pode obter se clicar ali ou adquirir o produto.

Com relação ao texto, é necessário fazer uma breve explicação do seu produto ou serviço que está sendo tratado no anúncio. Também é importante falar das vantagens que o seu produto possui com relação a outros do mercado.

Call-to-action

Outro ponto importante que deve ter em qualquer anúncio online (seja em ads em forma de texto ou em banners em forma de botão) são os call-to-actions (ou chamadas-para-ação). Mostrar claramente o que seu anúncio pretende faz diferença para a pessoa impactada. Termos imperativos com “compre agora”, “inscreva-se” ou até mesmo um “saiba mais” fazem toda a diferença. É fundamental que seus anúncios sempre tenham call-to-actions.

Direcione o anúncio para o público ideal

De nada adianta ter a melhor imagem e os melhores títulos e textos de anúncios online se você não conseguir achar o público ideal, isto é, o público-alvo do anúncio. É muito comum a taxa de clique de um anúncio ser baixa quando ele é mostrado para as pessoas erradas. Dessa forma, preocupe-se muito com a segmentação do público que visualizará o seu anúncio.

O erro de muitas empresas ao fazer anúncios é pensar que, por ter um grande público, os anúncios serão muito clicados. Na verdade, quanto maior for o público, menor será a taxa de clique caso esse público não tenha interesse nos produtos que são exibidos nos anúncios.

Lembre-se ainda de nunca prometer algo diferente do que tenha no link de direcionamento. É fato que você pode aumentar sua taxa de cliques com chamadas muito sensacionalistas. Porém, elas são prejudiciais. De nada adianta conquistar um acesso que procura algo que não existe.

Além disso, qualquer um que clicar em um anúncio e descobrir que se tratava de “sensacionalismo” ficará insatisfeito e muito provavelmente nunca mais clicará em um link seu. Sua reputação em um primeiro contato com o público estará em jogo.

Saiba encontrar o seu público-alvo

Agora que você já sabe que achar o público ideal é uma das principais dicas de anúncios online, precisa saber como achar esse público-alvo.

Caso você esteja em plataformas de anúncios como Facebook ou Google Adwords, é muito fácil achar o seu público-alvo. Para isso, é necessário definir qual é a persona do seu produto, sabendo qual o gênero, idade, localização, interesses, etc.

Com essas informações em mãos, basta colocá-las na segmentação das plataformas de anúncios online. Por exemplo: mulher de 20 a 30 anos, que mora na região Sul do país e que tem interesse em emagrecer, produtos para emagrecimento, dietas, etc.

Você tem alguma outra dica para compartilhar? Conte para nós através dos comentários!

Instagram Ads. Rede Social divulgou ontem em seu blog a estrutura para publicações patrocinadas. A identificação de que é um post patrocinado está na parte superior e, ao clicar tocar nela, o usuário pode obter mais informações de como são feitos os anúncios no Instagram.

Se o que for mostrado não lhe interessar, é possível ocultar a publicação: basta tocar nas reticências na parte inferior e explicar o porquê de não ter gostado do que viu.

Instagram divulga como será o Instagram Ads

A partir disso, o Instagram pretende entender que tipo de conteúdo patrocinado é interessante para cada pessoa, compreendendo o perfil de cada uma. Ele será inicialmente traçado de acordo com a atividade no próprio Instagram (baseado em quem você segue e nas fotos que curte) e no Facebook, que é dono da rede social de fotos, caso o usuário tenha perfil nessa rede também.

Leia também: Foursquare Ads: Rede Social lança plataforma de anúncios voltada para pequenos e médios

O Instagram ainda faz questão de deixar claro que suas fotos e vídeos continuam sendo sua propriedade; ninguém vai utilizar algo que você fotografou para promover uma marca.

Ainda não há notícia de quando as propagandas chegarão para perfis de fora dos Estados Unidos, é até para os americanos elas devem chegar só no ano que vem.

Informações do Tecnoblog – É assim que os anúncios aparecerão no Instagram