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168 milhões. Em maio deste ano, esse será o número de smartphones em uso no Brasil. De acordo com a 27ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, há uma alta de 9% em relação a maio de 2015, quando esse número era de 151,5 milhões.

Em 2018, a projeção é que o número de smartphones ativos chegue a 236 milhões. No comércio eletrônico, a CNova por exemplo, já possui mais de 30% do seu tráfego oriundo de mobile. Na VTEX, alguns clientes possuem mais de 55% dos visitantes e mais de 40% das vendas originados por celulares.

Avaliando esses dados fica fácil entender a relevância do mobile commerce para os negócios, uma vez que todos esses dispositivos representam consumidores em potencial. Que a sua empresa precisa ter uma estratégia mobile é indiscutível. Mas qual é a melhor forma de fazer isso? Existem três opções:

1- Criar um site móvel responsivo,
2- Um site dedicado,
3- Ou desenvolver um aplicativo móvel.

Site responsivo

Ter um site responsivo significa que o seu e-commerce em desktop será adaptado ao mobile: layout e funcionalidades serão ajustadas para as telas de smartphones e tablets. Alguns conteúdos podem até não aparecer para smartphones, mas eles serão carregados normalmente pois o layout é único.

Essa alternativa exige menos recursos, investimentos, e não demanda muito tempo de programação, uma vez que as plataformas desktop e mobile possuem similaridades e são necessários somente alguns ajustes e modificações (que normalmente não possuem um grau alto de complexidade).

A manutenção é simples, pois pode ser feita simultaneamente às atualizações do site. Já quando falamos sobre a experiência do usuário, ela pode ficar um pouco comprometida, pois depende de conexão constante com a internet e limita-se às funcionalidades já existentes na plataforma, reduzindo as possibilidades de customização e interação. Além disso, esse tipo de site pode demorar para carregar, o que diminui as taxas de conversão.

Site dedicado (M.)

Também conhecido como .M, pois costumam ser precedidos pela letra “m” ou pela palavra “mobile” em sua URL, não é apenas uma versão desktop que se ajusta ao mobile – um site responsivo é feito exclusivamente para o ambiente de dispositivos móveis.

Por exemplo, quando alguém acessar seu e-commerce pelo celular, será redirecionado ao site .M. Como esse site é desenvolvido exclusivamente para o smartphone, toda a estratégia desde conteúdos e funcionalidades são pensados para que esses dispositivos.

Como ele é otimizado especialmente para telas pequenas, ele carrega rapidamente e os usuários navegam por ele com mais facilidade em seus smartphones e tablets. A criação e manutenção também são simples, já que é projetado para ser “pequeno” e por isso possui uma quantidade reduzida de códigos e arquivos.

A desvantagem do .M é que a sua empresa terá que cuidar de dois sites: desktop e mobile. Isso significa trabalho dobrado com arquitetura de informação, produção de conteúdo, design de interface e SEO.

Aplicativo

O investimento em um app é mais alto e demorado, pois é preciso desenvolver uma interface, totalmente nova, integrada ao sistema de comércio eletrônico e que funcione nos mais variados aparelhos. Como cada sistema operacional possui uma loja de aplicativos própria, é importante que o app esteja disponível para iOs, Android e Windows Phone. Além disso, aplicativos necessitam de atualizações e testes periódicos.

Contudo, a experiência do cliente tende a ser mais enriquecedora, uma vez que todas as features foram pensadas não somente para ele, mas também exclusivamente para o dispositivo que ele tem em mãos. Ainda, o usuário não precisa estar conectado à internet em tempo integral para interagir com a sua marca através de um app. Mas é importante ressaltar que é necessário um engajamento maior para baixar um aplicativo e mantê-lo instalado no aparelho do que para acessar um site, por exemplo.

É muito comum vermos lojas quererem iniciar suas operações com a terceira opção, os aplicativos. Porém, você deve pensar muito antes de tomar essa decisão.

Eu gero vantagem para o cliente ao fazer o download do aplicativo? Quais os diferenciais que o aplicativo irá entregar? Quanto eu terei que gastar para fazer propaganda desse aplicativo? Bom, então como decidir?

Primeiro é preciso definir a verba existente para o investimento em mobile e os objetivos que a empresa deseja alcançar com a estratégia. Ter uma loja responsiva inicialmente é a melhor estratégia. Ela é rápida e fácil.

A partir do momento que a loja amadurecer e tiver tráfego e vendas que justifiquem, você pode fazer a segunda opção, o M. Por fim, se você entender que consegue gerar um grande engajamento com o cliente a partir de um aplicativo, aí você poderá pensar nessa estratégia.

Texto publicado anteriormente no Blog da Vtex.

O Snapchat é um aplicativo de compartilhamento de fotos e vídeos para dispositivos móveis, que também pode funcionar como um bate-papo, assim como o WhatsApp, Viber, Facebook Messenger. A diferença é que o Snapchat não possui registro de arquivo, ou seja, qualquer mensagem é apagada automaticamente em até 10 segundos e é impossível recuperá-la.

Mas uma ferramenta como esta poderia ser utilizada dentro da sua estratégia de Marketing Digital? Claro que sim. Quer saber como trabalhar o Snapchat para a sua marca? Vamos lá.

Como funciona o Snapchat?

A única alternativa para salvar as fotografias do Snapchat em seu próprio dispositivo é através da função Print Screen (captura de tela) que qualquer smartphone possui. Porém, o remetente receberá um aviso comunicando que a mensagem enviada por ele foi salva em outro celular, e essa alternativa obviamente não funciona com os vídeos.

Além disso, existe o recurso “minha história”, uma funcionalidade que permite ao usuário publicar fotos e vídeos que podem ser acessados por todos os seus seguidores durante 24 horas a partir da postagem. Depois desse período, eles também são destruídos.

O Snapchat está entre os 15 aplicativos mais usados pelos brasileiros e pelo mundo são, ao menos, 200 milhões de usuários. A frequência e o volume de imagens postadas chega a ser maior que o WhatsApp, aplicativo mais usado no Brasil. Quer mais dados? Dê uma olhadinha nos top 10 aplicativos de mensagens ou de mídias sociais com crescimento mais acelerado no mundo em 2014.

crescimento-apps-2014

Como sua marca pode se beneficiar do Snapchat?

Primeiramente é bom que se saiba: a maioria dos usuários do Snapchat é composta por mulheres e jovens de até 25 anos. Trata-se de um nicho bem específico, que representa um ambiente ainda não muito interessante para empresas que não pretendem atingir essa parcela de consumidores.

No entanto, as mídias sociais hoje são essenciais para os negócios, e se o Snapchat é uma das redes mais difundidas entre os brasileiros, por que deixá-lo de fora das estratégias? O pessoal do Marketing sem gravata desenvolveu este infográfico bem válido sobre o assunto. Além dos insights, destacamos as dicas de marcas para você seguir e se inspirar:

Infográfico do Marketing sem gravata. Mais sobre isso você encontra neste post: [infográfico] SnapChat para Negócios.
Além disso, se o seu objetivo é gerar novas oportunidades de negócios e fortalecer a marca a partir da interação com a Geração Y, a hora para incorporar o app às suas estratégias é agora. Veja a seguir algumas sugestões de como ele pode (e deve!) ser utilizado a seu favor:

Promova descontos

É interessante usar o curto tempo de vida das imagens para veicular promoções e aumentar as chances de novas conversões e fidelização de clientes. Os cupons devem ter conteúdos simples e de fácil entendimento, já que desaparecerão em até 10 segundos.

Uma boa dica é anunciar esses descontos em outras redes sociais para que a base de seguidores no Snapchat aumente e mais pessoas possam ter acesso ao desconto. Você pode limitar a validade dos códigos para fazer com que as conversões ocorram mais rápido.

Revele detalhes de novos produtos

Fazer pré-lançamentos usando fotos e vídeos é uma estratégia válida para estimular a curiosidade em relação a novos produtos. Podem ser mostrados detalhes a respeito da funcionalidade, do design ou a opinião de um especialista em relação à nova oferta.

Por exemplo, um e-commerce de vestuário feminino pode relevar detalhes do acabamento ou formato de um novo sapato para as seguidoras da empresa, deixando um mistério para atrair a curiosidade das potenciais consumidoras.

Realize desafios

Além de garantir a interação com os usuários, você pode oferecer a eles alguns benefícios em troca. O propósito é pedir que seus usuários enviem fotos ou vídeos em resposta a um estímulo, nesse caso os desafios.

Ex.: Você pode sugerir para que os primeiros 10 seguidores enviem fotos usando algum produto específico com uma identificação da empresa. Como prêmio podem ser oferecidos pequenos descontos.

Mostre bastidores da empresa

Fotografar a rotina de trabalho de alguns setores da empresa, como reuniões ou horários de descanso dos funcionários, pode ser uma boa forma de humanizar a marca. Aliás, as práticas mais comuns para as empresas no Snapchat têm a finalidade de se aproximar do público por meio de interações mais naturais e menos comerciais.

O Snapchat pode se mostrar muito vantajoso para quem foca no público jovem e tem criatividade de sobra para criar ações eficientes e engajar os seguidores. Vale lembrar que o nicho predominante de usuários ainda não tem um poderio financeiro grande o suficiente para fazer aquisições mais caras.

Você acredita que o Snapchat pode gerar retorno à sua marca? Uma forma legal de usar esse app é contando histórias, a partir de fotos e vídeos, para causa impacto, aproximar e envolver seus seguidores. Essa estratégia chamada Storytelling pode te ajudar a dar um “up” nas mídias sociais da empresa e fazer elas realmente funcionarem.

Cada rede social representa uma oportunidade a mais para que empresas possam estabelecer um canal de contato direto com seu público. Nesse contexto, o Periscope surge como uma opção viável para empresas de todos os portes se aproximarem ainda mais de seus seguidores.

Mas como usar o Periscope para criar boas ações de marketing? Antes de mais nada você precisa ter um objetivo, que pode ser impulsionar as vendas de um novo produto, aumentar a interação e engajamento com a empresa, humanizar a marca, educar o mercado, fazer promoções ou criar ofertas exclusivas.

Enfim, uma série de possibilidades que podem ser pensadas ao utilizar um app de transmissão de vídeos ao vivo. Mostraremos agora algumas maneiras de tirar proveito desse aplicativo para promover ações junto ao seu público. Confira!

Lançamento de produtos

Se você construiu uma base de seguidores engajados, o Periscope se torna uma oportunidade bacana para promover novidades do seu e-commerce, especialmente os novos produtos. Mas não é qualquer oferta que merece esse destaque, somente aquelas que tem potencial gerar expectativa em seu público.

Você pode estabelecer como parâmetro de escolha os produtos mais comprados e que recebem constantes atualizações ou remodelagens.

Sessões de perguntas e respostas com o público

Essa é uma ótima ocasião para eliminar dúvidas e objeções que possam estar prejudicando o uso de produtos ou a intenção de compra por parte dos consumidores. Diferentemente de um atendimento, o ideal aqui é fazer uma transmissão aberta para que todos os usuários possam fazer perguntas por meio dos comentários em tempo real e tenham seus questionamentos resolvidos.

Usando as transmissões para essa finalidade, você colhe feedbacks relevantes do público. São informações que podem ajudar a otimizar processos internos e a forma como suas ofertas são apresentadas.

Demonstrações de uso de produtos e serviços

Ideal para produtos e serviços com um maior planejamento de compra e para o público que precisa de uma prova mais convincente para efetuar uma aquisição. Mas é bom não confundir com aqueles programas e emissoras de TV que vendem suas inúmeras ofertas diariamente.

A vantagem do Periscope é que as transmissões são feitas ao vivo, ou seja, não tem cortes e nem edições. Isso ajuda a aumentar a credibilidade da marca e a confiança no produto.

Promover ofertas e descontos exclusivos

Isso pode ser feito no Periscope na maioria das ações ditas anteriormente. Por exemplo, um código promocional ou um link que leve a uma página exclusiva de uma oferta pode ser enviado aos usuários que estiverem acompanhando uma determinada transmissão em tempo real.

Pense na experiência proporcionada aos clientes. Eles gostam de fazer parte de um grupo com vantagens exclusivas.

Como qualquer outra rede social, o Periscope se mostra muito eficiente naquilo que se propõe a fazer. O uso do streaming é uma tática valiosa em qualquer estratégia de marketing digital. Afinal, vídeos são relevantes tanto para aumentar o engajamento quanto as receitas dos e-commerces, ou seja, funcionam bem no institucional e no comercial.

Ficou interessado em como utilizar o Periscope? Desenvolvemos o Guia do Periscope para lojas virtuais abaixo com tudo que você precisa saber para começar a trabalhar com o aplicativo e ampliar sua estratégia de atuação de Marketing Digital.

Guia do Periscope para Lojas Virtuais

A economia compartilhada surgiu na última década para revolucionar a área de transportes e viagens. Será que uma ruptura parecida poderia acontecer com o Varejo?

Em relatório publicado em novembro, “The Sharing Economy: How Uber and Other Upstarts Will Affect Retail” (A economia compartilhada: Como o Uber e outras startups em ascensão afetarão o varejo”), a eMarketer investiga este potencial.
economia-compartilhadaEconomia compartilhada não é o único termo para definir a área, muito menos esta possui uma definição padrão. Economia Colaborativa, Economia On-demand, Economia Peer-to-Peer, são todos termos comumente utilizados, com pequenas diferenças e muitas semelhanças entre si.

O eMarketer usa o termo em inglês: “Sharing Economy” (Economia compartilhada) para significar serviços que vinculam bens subutilizados ou compartilhados – sejam eles um produto, tempo ou habilidade – à pessoas interessadas nestes recursos.

Em pesquisa realizada pelas empresas Vision Critical e Crowd Companies a Economia Compartilhada foi vista de uma forma mais ampla, na qual incluíram negociações entre pessoas conectadas à rede, sem um intermediador, chamada de “Trocas Peer-to-peer”, como as empresas Etsy e eBay. A pesquisa descobriu que 51% dos usuários de internet dos Estados Unidos entrevistados utilizaram algum serviço de compartilhamento em 2015, 12% acima de 2014.

As empresas que tem mais destaque atuando na economia compartilhada estão centralizadas em poucas áreas. Empresas como Spotify, Uber e Airbnb tiveram um grande impacto, levando muitos consumidores a compartilhar ou alugar bens na indústria de entretenimento, mídia, automotivos e transportes, hospitalidade e alimentação.

Leia também: O Uber das entregas é viável no Brasil?

economia-compartilhada2Mas, segundo outra pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers (PwC) em dezembro de 2014, apenas 2% dos consumidores dos EUA haviam realizado transações no mercado da economia compartilhada no varejo. É necessário ressaltar que na pesquisa da PwC, não foram incluídas transações de bens usados, como é o exemplo do eBay.

“Se eu vejo que as empresas [de varejo] estão transformando completamente seu modo de agir? Não, não é bem assim”, disse Tanner Hackett, co-fundador da Button, empresa que oferece tecnologia aos aplicativos. “Tudo tende para uma maior eficiência. Isto não é verdadeiramente uma ruptura; este é o “efeito Amazon”. Oferecer melhores preços, melhor serviço e mais produtos. Esta é a evolução natural das coisas.”

Texto traduzido do site eMarketer.com.

Oi, seuslyndos! O cenário do Mobile no mundo todo é animador, segundo a E-bit, no Brasil em 2014 10% de todas as compras online já foram feitas por celular. Estes indianos, por exemplo, até fecharam o site para vender exclusivamente pelos aplicativos. Nada mais justo do que pensarmos em como devemos olhar e interpretar as métricas no mobile, como ficam nas ferramentas de análise para os apps.

Se você deseja investir nesta área, ainda destaco esta pesquisa realizada pelo Internet Media Services (IMS) e comScore de Março de 2015, os usuários de smartphones tem em sua grande maioria um smartphone com o sistema Android, do Google. Com dispositivos em preços mais acessíveis, o sistema é de longe o mais popular no Brasil e na América Latina como um todo:

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Gráfico original completo publicado no eMarketer.

Hummmm… Na web, entre outras métricas, monitoramos sessions (sessões), pageviews (visualizações de páginas), visitors (visitantes únicos), time on site (tempo de visita), bounce rate (taxa de rejeição). Mas o que monitorar e o que observar/medir quando estou falando de métricas nos aplicativos?

Bem, você deve monitorar as mesmas métricas, a diferença estará na sua interpretação, na forma de como ela é mostrada em sua ferramenta de web analytics e de como ela deverá ser encaminhada para a área de marketing.

Leia também: Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Minha ideia é expor as diferenças, para que este mundo de BI/Web Analytics se torne um pouco mais simples para você. Minha solução está logo abaixo, montei esta tabela com referências das métricas e técnicas mais usadas e mais importantes, bem como, seu equivalente no “mundo app” e, claro – bem simples – o que cada uma delas significam.

Como interpretar as métricas no mobile?

Vale lembrar também que o Google Analytics já padronizou a métrica “visitas”. Deixando tanto nos relatórios de website como de apps a métrica nomeada como: SESSIONS. Para você que está interessado/precisa saber mais sobre o assunto, recomendo este e-book (em inglês): “App Marketing for Web Marketers“, da Localytics.

E você, como está medindo seus aplicativos? Faltou alguma métrica que você acha importante? Conta pra mim!

Em meio ao “boom” de novos aplicativos surgindo diariamente, alguns fazendo sucesso mundialmente com uma propagação viral, pode-se imaginar o potencial que eles têm para contribuir em qualquer setor de atuação.

No segmento de Logística essas aplicações móveis podem ajudar a aumentar a produtividade e a eficiência logística das transportadoras. Uma das principais razões para isso é o fato de permitem uma ótima versatilidade, antes complicada e muito custosa.

Com apenas um dispositivo mobile, seja um smartphone ou tablet, conectado à internet é possível enviar e receber importantes informações em tempo real. É notável que o mercado demanda cada vez mais qualidade e menores prazos quando o assunto é transporte. A possibilidade dos motoristas, sejam próprios ou agregados, estarem com um meio de comunicação de dados onde quer que estejam proporciona maior eficiência ao setor.

Através de apps, os quais devem ser intuitivos e de rápida navegação, é possível atualizar ocorrências, verificar tarefas, enviar fotos, visualizar mapas, entre outras funcionalidades.

Veja alguns exemplos práticos em que a ferramenta contribui:

Visualização pelos motoristas das atividades diárias, semanais ou mensais atualizadas;
Atualização do status de entrega em tempo real;
Envio de fotos de cargas com algum tipo de não conformidade;
Preenchimento de relatórios diários;
Envio e recebimento de mensagens para a base operacional.

Além dessas é possível imaginar diversas outras funcionalidades úteis aos transportadores. Com essa solução eliminam-se as atividades que não agregam valor ao cliente, como o lançamento dos dados por um intermediário entre o motorista e o sistema. Isso contribui para uma operação com maior produtividade e um modelo de trabalho mais enxuto.

Os benefícios são diversos, dentre eles:

Redução de custo

A comunicação em tempo real e direta entre o motorista e a matriz elimina a necessidade de atividades que não geram valor agregado ao cliente, principalmente com retrabalhos como a alimentação de sistema com dados contidos em papéis.

Maior Controle

A possibilidade de visualização e atualização online das atividades dos motoristas próprios e agregados pela matriz, assim como o conhecimento de sua posição, tempo de trajeto e paradas, por exemplo, permitem maior controle operacional à transportadora.

Informação rápida

É comum surgirem ocorrências durante um transporte, seja um material com avarias, endereço incorreto, ausência de receptor da carga, confirmação de entrega, entre outros. A ferramenta permite também que toda e qualquer não conformidade seja registrada no momento em que acontece, o que aumenta o tempo hábil para solução de problemas.

A tecnologia disponível no mercado deve ser explorada para trazer resultados positivos no segmento de logística, a qual tem um papel fundamental em qualquer economia.

O cliente final precisa perceber a evolução e se beneficiar dela pelos ganhos de qualidade, custo e prazo.

Texto publicado no Blog da Asaplog

Você já trabalha sua marca no Instagram? Talvez você esteja olhando para a rede social errada. Dados publicados agora em janeiro de 2015 pelo Pew Research Center mostram que o Instagram superou o Twitter em popularidade entre os adultos dos Estados Unidos em 2014.

O relatório do Pew afirma que 26% dos adultos online nos Estados Unidos usaram Instagram em 2014. Em 2013 o número era de 17% e em 2012, metade: 13%. Em comparação, 23% dos adultos online usaram o Twitter em 2014.

Kevin Systrom, co-fundador e CEO do Instagram contou ao TechCrunch“o que começou como dois amigos com um sonho tornou-se uma comunidade global.” De fato, veja abaixo os dados da pesquisa do Pew Research Center:

Sem filtro: 14 estatísticas para investir em sua marca no Instagram

Os números do Instragram chamam atenção, e olhando como um todo, a ultrapassagem frente ao Twitter parece apenas consequência. Em destaque, mais 14 estatísticas do Instagram melhores que qualquer filtro:

1# O Instagram conta hoje com 300 milhões de usuários ativos mensais (Instagram).
2# Os executivos Instagram miram um número: 1 bilhão de usuários ativos mensais (Business Insider).
3# O Instagram é o 8º aplicativo móvel mais popular dos Estados Unidos (comScore).
4# A projeção é que o Instagram conquiste 45,8 milhões de usuários nos EUA em 2015 e 50,6 milhões em 2016 (Statista).
5# Mais de 30 bilhões de fotos foram compartilhadas no Instagram desde que foi lançado em 2010 (Instagram).
6# Uma média de 70 milhões de fotos são compartilhadas através do aplicativo a cada dia (Instagram).
7# O engajamento no Instagram é 15 vezes maior que o do Facebook (Fast Company).
8# 53% dos adultos com idade entre 18 e 29 anos estão no Instagram (Pew Research Center). Este número era de 37% em 2013.
9# 76% dos adolescentes americanos usam Instagram, sua rede social favorita (CBS News).
10# 49% de todos os usuários do Instagram usam o aplicativo diariamente (Pew Research Center).
11# 94% dos usuários do Instagram estão no Facebook (Pew Research Center). O Facebook também possui Instagram.
12# 58% dos usuários do Twitter também usam Instagram (Pew Research Center).
13# 52% dos usuários do Instagram também usam Twitter (Pew Research Center ).
14# A Nike é a marca mais popular no Instagram com quase 3 vezes mais seguidores que a Adidas, segunda colocada e 4 vezes a terceira, Starbucks (Totens Lista).

Sem filtro: 14 estatísticas para investir em sua marca no Instagram“Um dos aspectos mais interessantes do Instagram é que ele não é realmente um ‘site’, vive quase exclusivamente nos celulares”, Jeff Peters, especialista em mídia social do Halo Groupem um release à imprensa.

“Embora seja possível para praticamente qualquer marca de usar Instagram, a própria plataforma é mais atraente para as marcas e indústrias que conseguem ter um apelo visual”, acrescenta Peters.“O Instagram ajuda a criar uma ligação visual entre uma marca e um consumidor ou cliente potencial.”

A relações públicas Natasha Koifman conta ainda que praticamente qualquer marca pode capitalizar sobre Instagram, contanto que sejam “criativas e autênticas.”

“A chave é como você aproveitá-lo. Para nós, ser autêntico é a regra número um”, escreveu Koifman no blog Cision.

Texto traduzido do John Egan para o Entrepreneur.com.

Guia prático do Instagram para lojas virtuais

A Apple continua faturando bilhões de dólares com a porcentagem que cobra (em média 30%) para cada aplicativo vendido na App Store. A empresa divulgou que houve um aumento de 50% na receita em 2014 em relação a 2013. Para os desenvolvedores de aplicativos, os valores se aproximam dos U$ 15 bilhões dólares.

A parte da Apple foi de U$ 4,5 bilhões de dólares. Um valor quase insignificante para uma empresa quem tem um faturamento em torno de U$ 180 bilhões em vendas anuais.

Em comparação com o Android, do Google, maior sistema operacional móvel do mundo, sua loja de aplicativos (Google Play) gera muito menos dinheiro do que o da Apple. A resposta para esta diferença pode estar na renda média dos usuários de iPhone em comparação com usuários de Android (que conta com aparelhos de custo mais baixo).

Segundo a App Annie, empresa de análise que acompanha vendas de aplicativos móveis, no terceiro trimestre de 2014 a receita da App Store foi 60% maior do que a receita gerada a partir do Google Play. Segundo os dados da própria Apple, a App Store disponibiliza 1,4 milhões de aplicativos para todos os dispositivos da empresa, já o Google Play, conta com 1,72 milhões.

Aplicativos gratuitos são os mais rentáveis

Vale destacar que não estamos apenas falando do valor do aplicativo, os líderes em rentabilidade são gratuitos. Os jogos são verdadeiros mestres na arte de rentabilizar com ferramentas que possibilitam acelerar a evolução nas histórias.

Uma arma nova, ou uma caixa de joias virtual podem significar fortunas aos desenvolvedores. No ranking abaixo, note que os jogos dominam as 20 primeiras posições de apps em rentabilidade. O primeiro colocado “não-jogo” é o Pandora Radio, na quarta colocação geral.

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Print de sexta-feira 23/01/2015 dos Top 20 aplicativos rentáveis de iPhone. Veja a lista dos 200 primeiros atualizada de hora em hora.

Clash of Clans na liderança

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No topo da lista aparece o jogo Clash of Clans, gratuito para download, mas que conta com opções de compra de ferramentas para auxiliar o desempenho do jogador.

Faturamento diário:  U$1.118.457
O que é: Clash of Clans é um jogo de estratégia de combate que lhe permite construir uma vila, treinar tropas e batalha com outros usuários. Ele tem destaque em dois lugares na home page do iTunes e tem uma classificação média de 4,6 estrelas.
Como faz o dinheiro: os usuários podem comprar itens no jogo, como pedras preciosas para ajudá-los a assumir o reino, acelerando o processo de construção. Usuários podem obter mais pedras preciosas automaticamente depois de um tempo, mas são facilmente tentados a gastar dinheiro real para economizar tempo.
Quem faz isso: Este é o maior hit da Supercell, ajudando a empresa finlandesa conseguir uma avaliação de US $3 bilhões.
Quanto custa: O item mais caro disponível para compra é de: $99.99 para uma caixa de jóias
Estimativa de novos usuários por dia: 39.814

Fontes: The New York Times, Statista.com, businessinsider.com

Por Bill Siwicki. O que esses varejistas têm em comum, além de faturarem bilhões de dólares em seus aplicativos de e-commerce este ano? Eles compartilham quatro estratégias e funcionalidades que ajudam os consumidores a tomarem decisões na hora de comprar seus produtos.

Os cinco maiores varejistas no mobile commerce também compartilham os cinco aplicativos de venda que geram mais conversão. Estima-se que juntos esses cinco aplicativos vão gerar até $ 22.70 bilhões de dólares em vendas em 2014, de acordo com a pesquisa “Mobile 500”, da Internet Retailer publicada recentemente. Só para se ter uma ideia, isso representa quase 20% dos $117.78 bilhões de dólares estimados para as vendas mobile deste ano nos 500 maiores sites e aplicativos do mercado.

Em outras palavras esses cinco varejistas conhecem bem as estratégias de venda por mobile. Veja quais são eles:

• Apple Inc., $11.20 bilhões de dólares.
• Amazon.com Inc., $5.88 bilhões.
• Google Play, $3.52 bilhões.
• Jingdong Mall, $1.45 bilhões.
• QVC, $744 milhões.

O relatório “Mobile 500″ pesquisou as funcionalidades e features – incluindo estratégias e ações de marketing – de 262 varejistas dos 500 que oferecem aplicativos e checou a conclusão que os 5 Varejistas líderes em vendas por aplicativos compartilham quatro práticas comuns, que são: notificações por “push”, imagens alternadas, zoom de imagem e checkouts com 1 ou 2 passos.

Não por coincidência, as quatro features são muito importantes no mundo mobile, com destaque para a imagem (ou foto). Nesse caso, os consumidores que possuem dispositivos móveis precisam visualizar imagens em alta resolução.

O checkout é uma área crítica para esse consumidor mobile que espera que os aplicativos sejam rápidos e fáceis. As notificações por push podem levar muitas vezes os clientes fieis para os aplicativos durante o mês, por exemplo.

“Nós prestamos atenção às formas de engajamento dos clientes através dos dispositivos móveis, plataformas e contextos e então personalizamos a experiência dele para atender suas necessidades”, diz Tood Sprinkle, vice presidente de conteúdo e inovação em plataforma na QVC, varejista de TV e de internet que faz parte do Liberty Interactive Corp.

“O iPhone, por exemplo, é frequentemente usado como forma de fazer um pedido ou como um buscador rápido, para checar as novidades. Com este entendimento nós projetamos nosso aplicativo para iPhone com foco no acesso fácil e experiência em checkout.

A foto (imagem) é essencial em qualquer venda online e particularmente no mobile, acrescenta Sprinkle. “Com o tamanho da tela reduzido, é importante que o consumidor consiga enxergar o produto com clareza suficiente e em detalhes para tomar uma decisão consciente, ele diz.

“E com as notificações por push, nós estamos nos certificando com cuidado que as informações são relevantes e atuais. Nosso negócio é construído com base em relacionamentos, confiança e um amor compartilhado por vendas, então nós procuramos por formas de vender mais acessíveis, informativas e divertidas para o cliente”, acrescentou.

Os maiores desenvolvedores concordam com as features, incluindo notificações por push, imagens alternadas, imagens com zoom e checkouts de 1 ou 2 passos como pontos chave para o mobile commerce.

“Smartphones estão mais abarrotados que nunca com um número gigantesco de aplicativos sendo instalados em cada dispositivo, então consumidores têm muito mais que percorrer antes de chegar ao seu destino final”, diz Imtiaz Jaffer, líder de marketing na Pivotal Labs, onde projeta, desenvolve e gerencia softwares e apps e constrói apps para mobile para varejistas como Best Buy, Fanatics Inc., Karmaloop, Kay Jewelers, Shopzilla and Weight Watchers International Inc.

“As notificações por push possibilitam o acesso com apenas um clique para qualquer oferta importante que um varejista queira mostrar – esta é a razão pela qual Apple e Google têm investido tanto em melhorar a experiência do push. Assim, os varejistas têm a oportunidade de alavancar notificações que possibilitem a última forma de customização: Notificações que são relevantes e estão no tempo certo para o consumidor.

Texto publicado no Ecommerce Brasil.

Loja virtual no Flipboard. Lançada essa semana, a nova atualização do Flipboard para iOs e Android vem como uma grande novidade. A empresa passou a oferecer aos usuários e empresas a possibilidade de criar catálogos de lojas completos, com tags de preços que levam diretamente à compra do produto.

Da mesma forma que os usuários podem tirar vantagem do serviço para se manterem atualizados com seus feeds sociais e as principais notícias, a curadoria de qualidade e design intuitivo do app agora trazem a opção de vasculhar por catálogos online.

UMA TENTATIVA DE TRANSFORMAR PARTE DA EXPERIÊNCIA DE COMPRA
E RECONFIGURÁ-LA PARA A ERA DO IPAD.

Essa nova mecânica funciona de forma quase automática. Quando um produto é adicionado ao Flipboard, o serviço buscará detectar qual é o seu preço, mostrando a informação bem ao lado da imagem do produto.

Porém, ao ser levado da tag de preço à página de compra do produto, o usuário ainda precisa passar por todo o processo de cadastro e check out. Por enquanto, o Flipboard não oferece nenhuma forma mais automática de pagamento, gravando o cartão de crédito do usuário, por exemplo.

Loja virtual no Flipboard? Aplicativo lança recurso de catálogo social para venda de produtos

Alguns grandes nomes do varejo já lançaram seus catálogos online, como Levi’sBanana RepublicFab e ModCloth. Mas o recurso pode ser aproveitado por qualquer publicação que queira mesclar páginas de artigos tradicionais com venda de produtos (veja mais sobre como construir catálogos no vídeo abaixo).

Com mais de 90 milhões de usuários, Flipboard ainda não está lucrando em nada nos sistemas de direcionamento e pagamento gerados pelos catálogos. Mas é visível que este é o primeiro passo para trabalhar com experiências e ambientes de compra, lado a lado com seus artigos de alta qualidade e conteúdo social.

Texto da Samanta Fluture para o Brainstorm 9.