Tags Posts tagged with "app"

app

Tela conectada a gamification para pagamentos

Há muito tempo, o mercado compreendeu a importância de simplificar, otimizar e efetivar a jornada de compra do consumidor.  O e-commerce, no entanto, por mais responsivo e engajador que tenha se tornado, ainda amarga estatísticas frustrantes num certo ponto da jornada: 60% dos pedidos são abandonados antes que a etapa de pagamento seja concluída.

Existe uma espécie de incoerência entre a plataforma de vendas (focada na atração, atenção personalizada, retenção e condução do cliente através de caminhos agradáveis) e as velhas plataformas de pagamento, onde os aspectos restritivos – e de aparência burocrática – são, em geral, predominantes.

O uso de plataformas de pagamento verdadeiramente multicanais e com tecnologias inovadoras estão entre as soluções para reverter esse problema. Afinal, o que poderia ser melhor do que uma interface de pagamento capaz de seduzir o cliente ao invés de desapontá-lo?

Requisitos básicos em uma plataforma de pagamento

A plataforma de pagamento ideal precisa ser capaz de responder a requerimentos primordiais, tais como:

  • A capacidade de oferta e interação multi-idioma e multi-moeda (sempre com conversão automática nos dois casos), uma vez que o cliente de e-commerce circula em um espaço virtual sem fronteiras geográficas;
  • Nunca se limitar a este ou àquele meio de pagamento, e sim oferecer o máximo de opções, tais como cartões de todas as bandeiras; pagamentos no débito ou no crédito; à vista ou em múltiplas prestações;
  • Ter a segurança como quesito principal no check out. Soluções de segurança com Inteligência Artificial, como a Fraugster Fraud Free, são capazes de eliminar com eficácia as fraudes que miram as lojas virtuais, ao mesmo tempo em que garantem experiência de pagamento sem atritos para os consumidores legítimos.

Estes são apenas alguns requerimentos que, se atendidos, podem estender a feliz jornada do usuário até o ponto mais almejado pelo varejista, que é o fechamento da compra.

Bots e gamification

Algumas soluções de e-commerce já utilizam os fantásticos recursos dos chatbots para interagir com o cliente e propor novas ações voltadas para o upselling, cross-selling e atratividade pós-vendas.

Mas o que está surgindo de realmente novo é a utilização das ferramentas de mensagem preferidas do consumidor (WhatsApp, Facebook Messenger e outros), como um ambiente natural para as compras. Isso é exatamente o que o cliente quer: não precisar entrar em um site e nem em um aplicativo para adquirir um produto ou serviço.

Consideremos que você queira viajar para Curaçao, por exemplo. Basta procurar o perfil de uma agência de viagem no seu aplicativo de mensagens e, junto ao avatar dessa agência, você terá ao seu dispor um bot extremamente apto a entender sua consulta verbal e direta (feita em linguagem natural!), e de conduzi-lo à aquisição da sua passagem da forma mais ágil e descomplicada.

O bot está conectado ao sistema de machine learning de seu aplicativo preferido de mensagens e, portanto, já o conhece a ponto de oferecer um atendimento personalizado. Ele ainda saberá acionar informações de big data relacionadas à agência e conseguirá oferecer a você uma opção econômica e promocional para que, além de comprar a passagem, você também tenha a comodidade de reservar um hotel e alugar um carro no destino usando a mesma interface e as mesmas modalidades de pagamento que melhor lhe convenham.

O bot poderá ainda te convidar para um game online (explorando as fantásticas funcionalidades de atração e engajamento que só a gamificação oferece) para proporcionar um checkout divertido e confortável.

Gamification pode dar o empurrãozinho que seu negócio precisa

Telas conectadas e escaneamento automático

Uma vez em seu destino final, você pode escolher e comprar ingressos para uma peça de teatro diretamente na recepção do hotel, em grande display digital – a tela conectada – e fazer o pagamento de forma simples, apenas aproximando o seu cartão ou seu smartphone à tela conectada (NFC).

Nos dias finais de sua viagem, ao visitar as lojas de souvenirs em busca de lembranças para os amigos, bastará entrar em uma loja física, abrir um aplicativo no seu smartphone, escanear o código de barra do produto que deseja comprar, pagar diretamente no app e sair da loja com seu produto. Há ainda uma segunda opção: escanear o código de barras do produto com o celular, receber um QR-code e aproximá-lo do caixa. Essas tecnologias evitam que o consumidor pegue filas (66% deles desistem da compra caso tenham que esperar na fila) e possibilita um pagamento rápido e sem atritos.

Em suma, a inovação está acontecendo neste momento. Para não ficar para trás, os varejistas devem compreender e adaptar-se aos consumidores, oferecendo a melhor experiência em qualquer canal de compra.

168 milhões. Em maio deste ano, esse será o número de smartphones em uso no Brasil. De acordo com a 27ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, há uma alta de 9% em relação a maio de 2015, quando esse número era de 151,5 milhões.

Em 2018, a projeção é que o número de smartphones ativos chegue a 236 milhões. No comércio eletrônico, a CNova por exemplo, já possui mais de 30% do seu tráfego oriundo de mobile. Na VTEX, alguns clientes possuem mais de 55% dos visitantes e mais de 40% das vendas originados por celulares.

Avaliando esses dados fica fácil entender a relevância do mobile commerce para os negócios, uma vez que todos esses dispositivos representam consumidores em potencial. Que a sua empresa precisa ter uma estratégia mobile é indiscutível. Mas qual é a melhor forma de fazer isso? Existem três opções:

1- Criar um site móvel responsivo,
2- Um site dedicado,
3- Ou desenvolver um aplicativo móvel.

Site responsivo

Ter um site responsivo significa que o seu e-commerce em desktop será adaptado ao mobile: layout e funcionalidades serão ajustadas para as telas de smartphones e tablets. Alguns conteúdos podem até não aparecer para smartphones, mas eles serão carregados normalmente pois o layout é único.

Essa alternativa exige menos recursos, investimentos, e não demanda muito tempo de programação, uma vez que as plataformas desktop e mobile possuem similaridades e são necessários somente alguns ajustes e modificações (que normalmente não possuem um grau alto de complexidade).

A manutenção é simples, pois pode ser feita simultaneamente às atualizações do site. Já quando falamos sobre a experiência do usuário, ela pode ficar um pouco comprometida, pois depende de conexão constante com a internet e limita-se às funcionalidades já existentes na plataforma, reduzindo as possibilidades de customização e interação. Além disso, esse tipo de site pode demorar para carregar, o que diminui as taxas de conversão.

Site dedicado (M.)

Também conhecido como .M, pois costumam ser precedidos pela letra “m” ou pela palavra “mobile” em sua URL, não é apenas uma versão desktop que se ajusta ao mobile – um site responsivo é feito exclusivamente para o ambiente de dispositivos móveis.

Por exemplo, quando alguém acessar seu e-commerce pelo celular, será redirecionado ao site .M. Como esse site é desenvolvido exclusivamente para o smartphone, toda a estratégia desde conteúdos e funcionalidades são pensados para que esses dispositivos.

Como ele é otimizado especialmente para telas pequenas, ele carrega rapidamente e os usuários navegam por ele com mais facilidade em seus smartphones e tablets. A criação e manutenção também são simples, já que é projetado para ser “pequeno” e por isso possui uma quantidade reduzida de códigos e arquivos.

A desvantagem do .M é que a sua empresa terá que cuidar de dois sites: desktop e mobile. Isso significa trabalho dobrado com arquitetura de informação, produção de conteúdo, design de interface e SEO.

Aplicativo

O investimento em um app é mais alto e demorado, pois é preciso desenvolver uma interface, totalmente nova, integrada ao sistema de comércio eletrônico e que funcione nos mais variados aparelhos. Como cada sistema operacional possui uma loja de aplicativos própria, é importante que o app esteja disponível para iOs, Android e Windows Phone. Além disso, aplicativos necessitam de atualizações e testes periódicos.

Contudo, a experiência do cliente tende a ser mais enriquecedora, uma vez que todas as features foram pensadas não somente para ele, mas também exclusivamente para o dispositivo que ele tem em mãos. Ainda, o usuário não precisa estar conectado à internet em tempo integral para interagir com a sua marca através de um app. Mas é importante ressaltar que é necessário um engajamento maior para baixar um aplicativo e mantê-lo instalado no aparelho do que para acessar um site, por exemplo.

É muito comum vermos lojas quererem iniciar suas operações com a terceira opção, os aplicativos. Porém, você deve pensar muito antes de tomar essa decisão.

Eu gero vantagem para o cliente ao fazer o download do aplicativo? Quais os diferenciais que o aplicativo irá entregar? Quanto eu terei que gastar para fazer propaganda desse aplicativo? Bom, então como decidir?

Primeiro é preciso definir a verba existente para o investimento em mobile e os objetivos que a empresa deseja alcançar com a estratégia. Ter uma loja responsiva inicialmente é a melhor estratégia. Ela é rápida e fácil.

A partir do momento que a loja amadurecer e tiver tráfego e vendas que justifiquem, você pode fazer a segunda opção, o M. Por fim, se você entender que consegue gerar um grande engajamento com o cliente a partir de um aplicativo, aí você poderá pensar nessa estratégia.

Texto publicado anteriormente no Blog da Vtex.

App consulta informações sobre os dados cadastrais do MEI, como nome, situação, natureza jurídica e endereço

Os microempreendedores individuais (MEI) já podem consultar a regularidade das suas contribuições mensais e emitir os seus boletos pelo celular ou tablet. A Receita Federal lançou um aplicativo que permite que o MEI acompanhe toda a sua situação tributária.

O programa APP MEI está disponível para as versões Android e iOS e pode ser baixado gratuitamente. Os usuários podem emitir os documentos de Arrecadação (DAS) já vencidos e a vencer.

mei

Por meio dele também é possível consultar informações sobre os dados cadastrais do MEI, como nome, situação, natureza jurídica e endereço. Quem baixar o aplicativo ainda terá acesso aos conceitos, formalização e obrigações acessórias do MEI e poderá fazer um quiz para testar seus conhecimentos e avaliar o aplicativo.

Outra opção

Outra opção para o empreendedor manter sua MEI em dia e organizada é o Qipu. A ferramenta ajuda a controlar pelo celular ou pela versão web as obrigações das microempresas, mandando alertas sobre contribuições fiscais, arrecadação do microempreendedor ou os benefícios a que ele tem direito. Este app é uma iniciativa em parceria do Sebrae e do Buscapé.

Leia também:

Simples Nacional ou MEI? Qual é o modelo ideal para quem vende online

Por Bill Siwicki. O que esses varejistas têm em comum, além de faturarem bilhões de dólares em seus aplicativos de e-commerce este ano? Eles compartilham quatro estratégias e funcionalidades que ajudam os consumidores a tomarem decisões na hora de comprar seus produtos.

Os cinco maiores varejistas no mobile commerce também compartilham os cinco aplicativos de venda que geram mais conversão. Estima-se que juntos esses cinco aplicativos vão gerar até $ 22.70 bilhões de dólares em vendas em 2014, de acordo com a pesquisa “Mobile 500”, da Internet Retailer publicada recentemente. Só para se ter uma ideia, isso representa quase 20% dos $117.78 bilhões de dólares estimados para as vendas mobile deste ano nos 500 maiores sites e aplicativos do mercado.

Em outras palavras esses cinco varejistas conhecem bem as estratégias de venda por mobile. Veja quais são eles:

• Apple Inc., $11.20 bilhões de dólares.
• Amazon.com Inc., $5.88 bilhões.
• Google Play, $3.52 bilhões.
• Jingdong Mall, $1.45 bilhões.
• QVC, $744 milhões.

O relatório “Mobile 500″ pesquisou as funcionalidades e features – incluindo estratégias e ações de marketing – de 262 varejistas dos 500 que oferecem aplicativos e checou a conclusão que os 5 Varejistas líderes em vendas por aplicativos compartilham quatro práticas comuns, que são: notificações por “push”, imagens alternadas, zoom de imagem e checkouts com 1 ou 2 passos.

Não por coincidência, as quatro features são muito importantes no mundo mobile, com destaque para a imagem (ou foto). Nesse caso, os consumidores que possuem dispositivos móveis precisam visualizar imagens em alta resolução.

O checkout é uma área crítica para esse consumidor mobile que espera que os aplicativos sejam rápidos e fáceis. As notificações por push podem levar muitas vezes os clientes fieis para os aplicativos durante o mês, por exemplo.

“Nós prestamos atenção às formas de engajamento dos clientes através dos dispositivos móveis, plataformas e contextos e então personalizamos a experiência dele para atender suas necessidades”, diz Tood Sprinkle, vice presidente de conteúdo e inovação em plataforma na QVC, varejista de TV e de internet que faz parte do Liberty Interactive Corp.

“O iPhone, por exemplo, é frequentemente usado como forma de fazer um pedido ou como um buscador rápido, para checar as novidades. Com este entendimento nós projetamos nosso aplicativo para iPhone com foco no acesso fácil e experiência em checkout.

A foto (imagem) é essencial em qualquer venda online e particularmente no mobile, acrescenta Sprinkle. “Com o tamanho da tela reduzido, é importante que o consumidor consiga enxergar o produto com clareza suficiente e em detalhes para tomar uma decisão consciente, ele diz.

“E com as notificações por push, nós estamos nos certificando com cuidado que as informações são relevantes e atuais. Nosso negócio é construído com base em relacionamentos, confiança e um amor compartilhado por vendas, então nós procuramos por formas de vender mais acessíveis, informativas e divertidas para o cliente”, acrescentou.

Os maiores desenvolvedores concordam com as features, incluindo notificações por push, imagens alternadas, imagens com zoom e checkouts de 1 ou 2 passos como pontos chave para o mobile commerce.

“Smartphones estão mais abarrotados que nunca com um número gigantesco de aplicativos sendo instalados em cada dispositivo, então consumidores têm muito mais que percorrer antes de chegar ao seu destino final”, diz Imtiaz Jaffer, líder de marketing na Pivotal Labs, onde projeta, desenvolve e gerencia softwares e apps e constrói apps para mobile para varejistas como Best Buy, Fanatics Inc., Karmaloop, Kay Jewelers, Shopzilla and Weight Watchers International Inc.

“As notificações por push possibilitam o acesso com apenas um clique para qualquer oferta importante que um varejista queira mostrar – esta é a razão pela qual Apple e Google têm investido tanto em melhorar a experiência do push. Assim, os varejistas têm a oportunidade de alavancar notificações que possibilitem a última forma de customização: Notificações que são relevantes e estão no tempo certo para o consumidor.

Texto publicado no Ecommerce Brasil.