Tags Posts tagged with "audiência"

audiência

Ao falar sobre conhecer a sua audiência não estamos falando de informações rasas: saber se são homens ou mulheres ou qual sua idade aproximada. Nem de conclusões óbvias como: tenho um e-commerce de roupas femininas, logo, meu público é composto por mulheres que gostam de moda. Muito menos de informações adquiridas com base em palpites.

Estamos falando de um conhecimento mais profundo e científico. Sobre quais temas essa audiência se interessa? Com que trabalha? Com que outras marcas e produtos, além do seu, eles tem afinidade? O que os motiva na hora de comprar? São mais racionais ou mais emocionais? Têm o mesmo comportamento de compra em todas as indústrias do mercado? O que buscam no seu site? Como navegam? Onde clicam? Que páginas visitam?

Por que conhecer?

Imagine um palestrante que faz um discurso sem saber para quem vai falar. Certamente ele errará a abordagem, não dirá o que a plateia precisa ouvir, abordará tópicos que estão longe da realidade dessas pessoas e muitos outros erros.

No marketing digital, a lógica é a mesma. Saber quem é a pessoa que está passando pelo seu site e ter o máximo de informações sobre elas é essencial para trazer relevância e apoiar suas ações de marketing. Confira alguns exemplos de como esse conhecimento potencializa as suas estratégias:

Estratégia de marketing O conhecimento sobre a audiência ajuda a…
Compra de anúncios …escolher as segmentações de público, a abordagem e os canais que serão usados.
Produção de conteúdo …definir sobre quais temas escrever e qual abordagem utilizar.
Construção de personas …ter mais informações para estruturar as características de um cliente típico.
Criar novos produtos e serviços …entender o cenário do cliente, saber do que ele está precisando e oferecer isso a ele.
Parcerias …definir com quais empresas faria sentido firmar uma parceria.
Automação de marketing …pensar em mensagens direcionadas e automáticas de acordo com as características dessa audiência e da etapa da jornada de compra em que se encontra.
Construção e atualização do site …decidir a hierarquia das informações e o que precisa ser alterado com base na navegação deles pelo seu site.

Como fazer?

Existem várias maneiras de conhecer melhor seu internauta. O ideal é monitorar todas elas para ter um perfil completo da sua audiência.

• Plataformas analytics com dados quantitativos – esta plataforma trará informações sobre pageviews, em que site o internauta navegou antes de chegar no seu, se ele completou alguma ação, quantos entraram, por quanto tempo ficaram, quantos o abandonaram e etc.

• Heat maps e session recordings – a primeira ferramenta também é conhecida como mapa de calor e te mostra como navegam pelo seu site: onde clicam, como movimentam o mouse na tela, até onde rolam a página e etc. A segunda tem a mesma finalidade e grava sessões. Ou seja, você assiste um internauta navegando pelo seu site. São ótimas para as estratégias de UX.

• Identificação de navegação no próprio site – plataformas que mostram quais páginas foram visitadas e que ações foram realizadas por cada internauta dentro do seu site. São ótimas para estratégias de retenção e automação de marketing.

• Plataformas analytics com dados qualitativos – estas plataformas não te dirão quantos navegaram pelo seu site mas sim quem são eles. Ou seja, traçam um perfil comportamental dos visitantes do seu site.

O conhecimento que todas estas plataformas trazem somado ao que você já sabe sobre os seus visitantes é a combinação certa para ações mais assertivas.

Boa sorte!

Texto publicado anteriormente no Blog da Navegg.

Embora já existam há vários anos, o mercado começou 2015 numa onda forte: dados da audiência. Para muita gente – e muita gente boa, aliás – dados são o combustível da publicidade digital, principalmente na chamada mídia programática. Legal. E o que isso significa exatamente? Que dados são esses? Vem comigo.

Publicidade é a arte de falar a mensagem certa para as pessoas certas, com a maior frequência possível. Em meios de comunicação de massa offline, isso é feito por aproximação: assume-se que tal veículo atinge tais e tais tipos de pessoas, com determinados alcance e dispersão.

Já em marketing direto o anunciante consegue ter contato, via correio ou telefone, com as exatas pessoas que deseja, catalogadas uma por uma em cadastros de consumidores ou semelhantes. Mínima dispersão, às custas de um alcance também mínimo – ao menos que você seja um gigante com dezenas de milhões de clientes.

As duas modalidades – contexto e cadastro – também existem no mundo digital, mas a eles juntou-se um terceiro tipo de targeting, que só a internet poderia viabilizar: o comportamental.

Imagine poder impactar consumidores não pelo conteúdo que estão lendo no momento, mas pelo que eles fizeram no passado. O site é sobre futebol, mas agora nele está uma pessoa que leu muito sobre carros nas últimas semanas; por que não mostrar a ela um anúncio de automóvel?

É justamente esse tipo de análise continuada do comportamento de cada internauta que chamamos de dados de audiência.

Nem todos os dados nascem iguais

Existem dois tipos de dados de audiência. Se é o próprio anunciante que registra o comportamento do consumidor, dentro de suas propriedades digitais, esse dado é chamado de 1st party data. Se o anunciante compra informações de internautas capturadas e classificadas por outros – empresas especializadas, parceiros ou os próprios veículos -, tem-se a famosa e polêmica 3rd party data. Polêmica?

Sim, porque volta e meia se discute não somente a validade como a própria necessidade desse tipo de informação. Mas a controvérsia não faz nenhum sentido.

Eu poderia falar que a melhor estratégia é usar todos os tipos de dados, e não estaria errado. Mas prefiro dizer, simplesmente: depende. Depende do anunciante, depende do objetivo, depende da ação.

Todo mundo já foi impactado por anúncios de retargeting – um tipo clássico de 1st party data – e o mercado gosta de dizer que é uma tática super eficiente. Não duvido, mas será mesmo que são todos os varejistas que podem se dar ao luxo de falar constantemente com os mesmos consumidores o tempo todo? Algumas lojas estabelecidas recebem em seu site milhões de internautas por mês e conseguem criar bases gordinhas de retargeting. E quem está começando agora?

3rd party data

3rd party data tem quatro motivações bem específicas.

• A primeira é justamente essa: fornecer dados para a maioria absoluta dos anunciantes, que não têm audiência suficiente para criar bons clusters proprietários.

• A segunda é o know-how: capturar e classificar dados não é fácil e dá trabalho. Nem todos os anunciantes podem – ou querem – se dedicar a tal tarefa.

• A terceira motivação está na variedade: as propriedades web de um anunciante geralmente têm uma capacidade limitada de geração de informação, por serem naturalmente especializadas em um negócio determinado. Dados capturados em outros sites são muito mais variados e revelam outras facetas do público.

• E, finalmente, a quarta motivação: 3rd party data permite o chamado lookalike, que é a capacidade de encontrar audiências similares a um público desejado ou ideal. Já tem milhares de compradores na sua base e quer encontrar mais pessoas com mesmo perfil? Dados de terceiros é a resposta.

Uma prática consolidada

Existem diversos provedores de dados de audiência online no mercado brasileiro, alguns atuando há mais de cinco anos. Grandes portais têm produtos comerciais fortemente baseados em 3rd party data e usam essas informações para defender suas audiências.

Grandes anunciantes usam cotidianamente dados de terceiros em suas campanhas, em busca de maior performance. Vale lembrar que captura e classificação de dados é uma atividade complexa, que exige experiência e tecnologia. E, claro, as principais empresas da área são afiliadas ao IAB e seguem normas de conduta e privacidade.

Se você, anunciante, deseja entrar na onda dos dados – recomendo! -, dê especial atenção a 3rd party data. Ele será parte importante de sua estratégia.

Não é novidade dizer que homens e mulheres são muito diferentes e que se comportam de maneira distinta no convívio com os amigos, com a família, no trabalho e em diversas outras situações. Porém, você consegue identificar de que forma essas diferenças se manifestam no ato da compra?

Em relação à escolha da loja, por exemplo, os homens se mostram mais fieis a uma marca, escolhendo pela qualidade do produto e do atendimento, enquanto as mulheres preferem pesquisar preços e aproveitar melhores condições de pagamento. Para elas, abertas à experimentação, comprar em lojas variadas é muito mais simples do que para os homens, que também não costumam estar dispostos a procurar por novas opções.

De acordo com dados da Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE, aliás, houve uma mudança de hábitos de consumo: as casas que são sustentadas por mulheres tendem a ter despesas menores que as chefiadas por homens, que gastam mais em alimentação, vestuário, combustível, assistência à saúde, educação, entre outros, até pelo fato de, geralmente, contarem com ‘maiores salários.

A transformação dos hábitos familiares promoveu as mulheres à posição de administradora das despesas e dos recursos da casa. Quando passaram a definir as compras no supermercado, o destino da viagem de fim de ano, o modelo do carro e outras questões financeiras, as mulheres passam a consumir cerca de duas vezes mais que os homens. O público feminino brasileiro consome mais e mais a cada ano.

Em relação ao Comércio Eletrônico, por sua vez, como fica esta questão? Praticamente da mesma forma. De acordo com uma pesquisa da E-bit, homens e mulheres estão praticamente empatados entre os consumidores online. A diferença é que as mulheres lideram o número de usuários que compram pela primeira vez na internet. O crescimento da participação feminina no e-commerce foi de 93%, contra 61% do público masculino.

Em relação ao comportamento feminino na web, destacam-se algumas particularidades. As mulheres costumam ser mais receptivas e engajadas em promoções, por outro lado, são mais receosas com as propagandas, preferindo comprar quando recebem alguma indicação confiável. Além disso, são seletivas, exigentes e buscam a satisfação pessoal – muitas vezes, compram para realizar um sonho ou desejo antigo. Mais atento aos diferenciais, o público feminino busca qualidade, durabilidade e conforto e não se deixa levar apenas pela aparência dos produtos.

As mulheres consumidoras costumam escolher produtos com os quais se identificam, ou que, pelo menos, saibam diferenciar suas vontades e necessidades das dos homens. Campanhas que remetam à família ou a outra situação que envolva sua sensibilidade costumam dar certo. O mesmo ocorre para os homens que, em geral, são mais atraídos pelo design e desempenho do objeto de desejo, como é o caso das campanhas de automóveis, por exemplo.

Neste quesito, o mais importante para uma loja virtual é saber diferenciar seus clientes, transformando suas particularidades em formas de instigá-lo a conhecer mais sobre seus produtos. O gênero é uma forma bastante comum de segmentação, que pode ser usada em diversas situações: quando se vende um produto utilizado por homens e mulheres, como é o caso dos cosméticos para o cabelo, e se quer mostrar artigos específicos para cada um deles (como cremes de barbear para homens e tratamentos capilares para mulheres); quando se quer promover a venda de um presente para o sexo oposto; quando se oferece um produto unissex, mas quer chamar a atenção de homens e mulheres de forma distinta (e mais específica), entre outras maneiras.

Utilizando essas dicas, fica fácil atrair diversos tipos de consumidores para a sua loja virtual. Reformule suas estratégias e boas vendas!

Você conhece a personalidade do público-alvo do seu negócio? Esta é uma pergunta que parece simples, mas na maioria das vezes a resposta traz apenas uma união de experiências pessoais.  É claro que a sua opinião sobre o público é muito importante e deve ser levada em conta, no entanto, existem algumas soluções para suprir esta carência de informações detalhadas. Veja a seguir algumas práticas para definir seu público de uma maneira mais assertiva.

Defina suas buyer personas

As buyer personas são uma representação simplificada de um grupo de compradores. Uma persona é uma espécie de personagem, criado para identificar com clareza qual o comportamento, preferências e demandas de um determinado público. Quanto mais informações você tiver em mãos, melhor. Assim fica muito muito mais fácil de definir uma persona.

Mas como coletar e processar toda a informação necessária este método? Não se preocupe! Durante os últimos 5 anos nós analisamos e estudamos essas personas e seu comportamento online, então em conjunto com psicólogos, matemáticos e sociólogos reunimos toda nossa experiência e conhecimento para criar uma metodologia de classificação do consumidor de acordo com o comportamento online.

Veja também: Navegg E-commerce chega para aumentar os resultados das lojas online

Clusters Navegg

O estudo da Navegg buscou entender os hábitos de consumo e comportamento de internautas que passam diariamente por mais de 100 mil sites, levando em conta todo o processo de compra, desde o clique em um banner ou link até o fechamento de um pedido. Os clusters são grupos que retratam as diversas personalidades dos consumidores e servem justamente para entender qual é o comportamento, os hábitos e as motivações das pessoas que visitam ou compram no seu site.

Estes estão divididos em 8 grupos, separados quadrantes, de acordo com o seu poder de consumo e tendência à razão ou emoção.

Vencedores ou Conservadores? Aprenda a identificar a personalidade do público-alvo.

Conheça cada um dos clusters:

Vencedores

Em suas maioria, são pessoas bem sucedidas profissional e financeiramente. Valorizam a exclusividade, qualidade e inovação, e costumam pagar mais por isso. Porém, como são movidos pela razão, sempre analisam o custo benefício daquilo que desejam adquirir.

Exploradores

São os primeiros a experimentar de qualquer produto inovador. Seja em artigos de moda ou aparelhos eletrônicos, é importante para o explorador estar sempre a par do novo. Para o explorador, não basta seguir, eles também querem criar as tendências e os caminhos que os outros seguirão depois.

Batalhadores

Em geral são os responsáveis pelo sustento do lar. Trabalham muito para manter as contas em dia e dar conforto aos que dependem deles. Por isto, são bastante racionais, não cedendo facilmente a itens supérfluos. Para o batalhador, suprir as necessidades é o mais importante.

Transformadores

Pessoas que acreditam em alguma causa, em transformar o mundo e estão disposta a fazer parte disto. Transformadores são otimistas e refletem em seus hábitos de consumo esta sede de mudança. Valorizam produtos ecologicamente corretos e voltados para o bem-estar pessoal e social.

Seguidores

Responsáveis por espalhar tendências, os seguidores são sempre antenados à moda, sempre conectados às últimas tendências. Dão valor muito grande à imagem, ao luxo e a percepção que as outras pessoas têm deles. Com isto, são bastante consumistas.

Ostentação

Quem atinge o sucesso financeiro muito rápido muitas vezes se enquadra neste grupo. Consumistas e materialistas ao extremo, estas pessoas possuem verdadeiro desejo por tudo o que está na moda. Compram por impulso, e muitas vezes, sem olhar o preço.

Conservadores

Uma vez que um conservador cria confiança em uma marca ou serviço, é praticamente impossível fazê-lo mudar de ideia. Este público valoriza a família, as instituições, seus valores e regras e não farão nada que viole o status quo.

Despretensiosos

Stress não é com eles. Os despretensiosos são tranquilos, muitas vezes até demais. Ficam na espera por uma boa oportunidade e dão muito valor à conveniência. Como não fazem muitos planos para o futuro, são atraídos por crédito facilitado.

Texto publicado no Blog da Navegg.

Perfil do Internauta - Navegg

Como encontramos o perfil do internauta: pesquisas? Para esclarecer como funciona todo o processo – da coleta de dados até chegar aos relatórios que você vê, preparamos o post de hoje.

Coletando dados e gerando informações

Na Navegg, trabalhamos com os chamados “dados observados”, ou seja, inferidos a partir do comportamento de navegação do internauta anônimo. Coletamos a navegação dos internautas em mais de 7 mil sites – de diferentes tamanhos e  temas. Então, a Navegg compara esse registro com pesquisas de mercadoestudos de comportamento de consumo e reports de tendências de hábitos de leitura. Em seguida, utilizamos métodos estatísticos para analisar todos os dados coletados com base nessas pesquisas e estudos, para então chegar ao perfil sócio-demográfico (gênero, idade e escolaridade) dos mais de 80 milhões de internautas que segmentamos.

A Navegg utiliza outra abordagem quando o assunto é conteúdos de interesse e intenção de compra. Nesses casos, as informações são baseadas em demonstrações explícitas dos internautas. Nossa rede é formada por sites de conteúdo, comparadores de preço, clubes de compra coletiva e lojas virtuais. Quando os internautas acessam esses sites, eles demonstram exatamente por quais conteúdos têm mais interesse e quais produtos desejam comprar.

A Navegg coleta essas demonstrações e as analisa aplicando um modelo estatístico que inclui diversos métodos matemáticos, entre eles o de frecency, cálculo ponderado entre frequência e recência. Com base nos resultados, completamos o perfil do internauta com seus assuntos favoritos e produtos que deseja comprar.

Existem diferentes modelos de segmentação de audiência. O baseado em cadastros conta com informações fornecidas diretamente pelo internauta, mas desconsidera variações de comportamento e atinge somente uma pequena parcela dos internautas. Já o baseado em regras permite segmentações com características bem específicas. No entanto, seu tempo de implementação é muito longo e sua metodologia revela apenas uma faceta do internauta.

A Navegg é diferente de outras ferramentas de segmentação de audiência por adotar o modelo da segmentação em rede. Nessa abordagem, um mesmo conjunto de critérios de segmentação é utilizado em todos os sites que usam nossa tecnologia. Dessa forma, é possível analisar o comportamento do internauta em toda a web, obtendo uma visão mais completa de cada pessoa.

Outra vantagem da segmentação em rede Navegg é que ela elimina todo o trabalho de configuração: basta inserir uma linha de javascript no seu site para que seus visitantes passem a ser segmentados. Como os critérios são os mesmos para todos os sites, você vai descobrir o comportamento da sua audiência em páginas totalmente diferentes da sua, revelando facetas do seu público até então desconhecidas.