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Infográfico Ebit destaca o perfil do consumidor e apresenta todos os dados sobre a principal data do varejo eletrônico brasileiro

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturados pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$753, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index.

“Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

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Bom resultado da Black Friday deve continuar impulsionando vendas no final de semana e na Cyber Monday

O e-commerce faturou R$1,9 bilhão na Black Friday 2016, alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 5%, para 2,23 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

Somado ao faturamento das quatro horas de quinta-feira (24), quando os principais e-commerces iniciaram suas promoções, o faturamento foi de R$2,06 bilhões, em linha com a previsão da Ebit, de R$2,1 bilhões para a edição de 2016.

“Os varejistas se prepararam antes e anteciparam muitos descontos das categorias mais buscadas pelos consumidores e isso acelerou parte das vendas para a quinta-feira, mas os picos de consumo continuaram acontecendo na madrugada de sexta-feira, especialmente entre às 0h e 1h”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O expressivo crescimento de 2016 mostra duas coisas, segundo Guasti. “A Black Friday está cada vez mais consolidada no calendário brasileiro do varejo e o crescimento do número de e-consumidores ativos, que subiu 17%, para 1,955 milhão, dos quais 281.264 usuários novos que fizeram sua primeira compra na internet”, diz o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

A alta no tíquete médio deve-se principalmente a maior participação de itens de maior valor agregado, porém potencializou uma mudança de comportamento do consumidor. “A crise econômica acabou ajudando a atrair novos consumidores que antes compravam produtos de maior valor agregado somente no varejo físico”, afirma.

Pedro Guasti acredita que o sucesso da Black Friday deve refletir-se também nas vendas do final de semana e na segunda-feira, conhecida como “Cyber Monday”. “A tendência é que os varejistas que ainda possuem estoque prolonguem suas promoções, praticando descontos semelhantes aos concedidos na noite de quinta-feira (24) e sexta-feira (25). 

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume de pedidos):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o. Moda e acessórios
4o. Eletrônicos
5o. Informática

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume financeiro):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o Eletrônicos
4o Informática
5o. Casa e Decoração

Faturamento do e-commerce cresceu 236% na quinta-feira (24); na madrugada, cerca de 50 pedidos foram realizados por segundo

Balanço parcial da Ebit aponta que as vendas da Black Friday atingiram R$519 milhões das 20h de quinta-feira (24) até às 8h desta sexta-feira (25). O faturamento é 60% superior ao registrado em 2015, no mesmo intervalo. Na mesma base de comparação, o número de pedidos cresceu 23%, de 621 mil para 763 mil.

No intervalo de maior movimento da Black Friday, entre 0h e 1h, foram realizados cerca de 50 pedidos por segundo no varejo eletrônico brasileiro.

Monitoramento realizado pela Ebit na última quinta-feira indica que, com o início dos descontos, o e-commerce faturou R$354,9 milhões nesta quinta-feira (24), alta de 236% na comparação com o mesmo dia da semana anterior (17), quando o faturamento foi de R$105,7 milhões.

“Comparando os dados da terceira semana de novembro ante a anterior, verificamos um faturamento 19% menor. Essa redução preliminar aliada ao crescimento registrado ontem mostra que as antecipações de promoções feitas pelos varejistas não surtiram o efeito esperado. O consumidor realmente estava aguardando a Black Friday para comprar”, afirma André Dias, diretor de Operações da Ebit.

“Caso sejam mantidas as promoções, a tendência é que a Black Friday 2016 atinja a previsão inicial da Ebit, que é de R$ 2,1 bilhões em faturamento somente nesta sexta-feira, alta de 30% ante o ano passado. Nossos clientes também podem acompanhar o desempenho de sua loja frente ao mercado em tempo real, utilizando a Ebit Real Time”, destaca Dias

Referindo-se à ferramenta que permite aos varejistas a realização monitoramento dos principais indicadores do e-commerce – captura de vendas, captura de pedidos, tíquete médio capturado e share por dispositivo -, além do cruzamento das informações para a geração de análises.

O atendimento na Black Friday é, normalmente, o pilar esquecido na sustentação da operação deste importante evento para o varejo. É natural que ela seja pensada, primariamente, com três pilares de sustentação: Produto, Marketing e Tecnologia. O pilar de atendimento pode ser decisivo para que o objetivo de estreitar laços com clientes e expandir a visibilidade se cumpra.

Este ano, estima-se que o e-commerce brasileiro movimentará mais de R$2bi em apenas um dia, na conhecida Black Friday, crescimento nominal (sem descontar a inflação) próximo de 30% em relação à edição de 2015, segundo a Ebit. Não há mais dúvidas da importância da data para todos os varejistas, especialmente em um ano de crise em que todos estão buscando vender e adquirir novos clientes.

Quarto Pilar: O Atendimento

Quando se pensa em Black Friday, geralmente, três pilares principais vêm à cabeça do varejista: Produto, Marketing e Tecnologia. São raros os varejistas que pensam em montar ou melhorar uma equipe de atendimento para ajudar a vender mais nessa data. Neste artigo, pretendo mostrar a importância de incluir o quarto pilar, o pilar de atendimento na Black Friday.

O Propósito da Black Friday

Afinal, para que serve a Black Friday?

Para boa parte dos varejistas, a Black Friday é uma data em que podem mostrar seus produtos e serviços a uma série de novos consumidores, considerando um custo de aquisição relativamente baixo. Geralmente, varejistas acabam vendendo produtos nessa data com uma margem menor, ganhando pouco, ou, não ganhando dinheiro.

Mas, se o objetivo da Black Friday não é ganhar dinheiro e, sim, mostrar sua marca, seus produtos e serviços a novos clientes, por que você deixaria o atendimento de fora dos pilares? É fundamental mostrar para estes novos clientes que, além de oferecer um site seguro, confiável e com bons preços, a loja também sabe atender e se destacar de seus concorrentes por meio de um bom serviço, uma boa entrega e um excelente atendimento ao cliente.

Se a Black Friday é uma data para atrair novos clientes, precisamos saber trabalhar esta nova base para que o ciclo de vida seja cada vez mais longo. A estratégia do varejista precisa ser de encantar seu cliente com uma experiência única.

Black Week: A Verdadeira Demanda de Atendimento na Black Friday

Um dos principais problemas no atendimento ao cliente, na Black Friday, é o que chamamos aqui de “Black Week”. Geralmente, na semana seguinte à Black Friday, é quando os varejistas começam a ter um volume bastante acima do normal, com novos clientes perguntando sobre seus pedidos e tirando dúvidas ao recebê-los.

Tecnologia + Pessoas

O varejista precisa ter em mente que só irá prover uma experiência fantástica nesta data por meio de tecnologia e pessoas.

Em tecnologia, gosto de destacar dois pontos: ferramenta de autoatendimento, integradas ao ERP e uma plataforma que consiga receber toda demanda de atendimento, independente do canal escolhido pelo consumidor, de forma unificada.

Quando falamos de pessoas, o investimento do varejista precisa ser em contratação e treinamento. Uma equipe mal treinada ou, em número inferior a demanda gerada pela data, com certeza será uma frustração enorme para os novos clientes adquiridos.

Pensando nessas dicas e, colocando-as em prática, tenho certeza de que você conseguirá usufruir ao máximo da data e captar uma base de clientes que tiveram uma ótima experiência com a loja.

Boas vendas!

Em períodos como a Black Friday, a caixa de entrada dos usuários se torna um verdadeiro campo de batalha em que as marcas disputam a atenção e o volume de campanhas cresce consideravelmente. Os destinatários chegam a receber, em média, 50% mais mensagens promocionais.

Esse excesso de informações exige que profissionais de e-mail marketing tenham ainda mais cuidado ao planejar suas estratégias. É muito curto o espaço de tempo em que um usuário decide se vai abrir, deletar ou ignorar uma mensagem.

Nesse processo de atração do cliente no ambiente do e-mail, a linha de assunto das mensagens se torna um fator muito relevante nas taxas de abertura das campanhas. Destaco a necessidade de atenção especial a 10 pontos:

1- Personalização

Colocar o nome dos usuários na linha de assunto faz com que se sintam especiais, além de dar maior credibilidade à sua marca, mostrando um forte laço de engajamento. Mas você pode ir além, utilizando os dados que possui sobre os assinantes para personalizar o assunto de acordo, por exemplo, com o time para qual torcem, sexo, localização, etc.

Porém, também é preciso ter cautela ao usar essas informações: não adianta adicionar em todas as campanhas o nome dos clientes, pois isso pode fazer com que se sintam saturados e suas mensagens não pareçam mais exclusivas, deixando de chamar a atenção.

Tenha cuidado ao utilizar dados que não possui de toda a sua lista, para não enviar e-mails que fiquem com assuntos incompletos, como: “Nome do cliente, confira esta promoção”.

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Exemplo de mensagem que explora o nome do usuário em um e-mail de aniversário.

2- Estimule a curiosidade de seu usuário

Faça perguntas no assunto do e-mail ou o incentive a procurar uma informação ao abrir e clicar em sua mensagem. O uso de algumas palavras que se correlacionam com o senso de urgência também performa muito bem, por exemplo: ‘Ainda dá tempo’, ‘Corra e aproveite’, ‘Último dia’…

3- Use e abuse do pre-header

Principalmente para complementar sua linha de assunto. Sempre que possível, personalize também esse elemento, mas evite deixá-lo como: ‘Clique aqui para visualizar seu e-mail no navegador’ :/

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Exemplo de mensagem com uma boa utilização de pre-header personalizado.

4- Sender Name

Eu, particularmente, não gosto de sender names como: ‘Fulano, do E-commerce X’, e as empresas usam essa estratégia para parecer que estão tratando com proximidade seu usuário, porém acredito que deva-se utilizar apenas o nome da marca.

Ela sim é conhecida pelos clientes, que não fazem ideia de quem seja Beltrano ou Ciclano!

5- Tamanho

Seja breve nos assuntos – nada de escrever um “textão” na linha de assunto do e-mail, pois diversos provedores irão “cortá-la” e seu usuário irá ler apenas as primeiras palavras. Confira a lista de quantidade de caracteres por provedores.

Isso vale também para quem abre mensagens no mobile. O recomendado é que se utilize de 41 a 50 caracteres na linha de assunto, porém nunca exceder a 70 caracteres. Nesse caso, menos é mais 😉

6- Faça um benchmark de seus concorrentes ou de empresas que considere com estratégias de linha de assunto positivas

A Return Path possui o SLO (Subject Line Optimizer), que pesquisa as palavras-chave de seu assunto e compara com mensagens da concorrência que já utilizaram esses mesmos termos, mostrando a efetividade da campanha por meio da taxa de leitura.

7- Utilize caracteres especiais e números

Smiles, corações e estrelas sempre são bem-vindos e se destacam na caixa de entrada – alguns provedores mostram eles até coloridos! E isso, com certeza, se usado com moderação, impacta positivamente na taxa de abertura. Brincadeiras com números, como contagens regressivas, também resultam em um bom engajamento.

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email4email5Exemplos de linhas de assunto que utilizam caracteres especiais.

8- Utilize palavras-chave

Palavras como ‘Desconto’, ‘promoção’, ‘off’ e outras antigamente impactavam negativamente a entregabilidade, pois os provedores as julgavam como tendenciosas a spam, porém hoje em dia o que vale muito é o seu engajamento com o cliente, e esses termos na linha de assunto não afetarão em nada sua reputação.

9- Linguagem da marca

Se sua marca usa linguagem informal, utilize gírias para lidar com o público, mantendo a mesma abordagem na hora de elaborar o assunto das mensagens. Não seja cordial com um público que é despojado e vice-versa. Fale a língua do seu cliente.

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Exemplo de um bom uso de linguagem da marca.

10- (E mais importante) Teste sempre

O teste A/B com linhas de assunto é pouco usado e precisa ser mais explorado. Mensure os testes pela taxa de abertura, cliques e até mesmo conversão. Só assim você irá conhecer o seu público e mensurar a efetividade de sua linha de assunto.

Não há mágica para uma linha de assunto perfeita. Teste o que funciona para sua marca e para os seus usuários, e boa sorte!

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Exemplo em que a palavra “teste” foi esquecida na linha de assunto.

O potencial de conversões e vendas da Black Friday é enorme, e atualmente isso é fato não só nos Estados Unidos, onde a tradição dos descontos surgiu, mas em todo o mundo. Para entender um pouco melhor os efeitos da data sobre os e-commerces, e identificar formas de explorar o seu máximo potencial, analisamos os anúncios de clientes em 40 mercados diferentes.

A partir dos dados estudados, descobrimos que as campanhas digitais tiveram um desempenho cerca de 70% superior na Black Friday de 2015, e quase 30% maior na Cyber Monday, em comparação com o resultado médio de todo o mês de novembro do mesmo ano. Além disso, o tráfego total nos sites também foi mais de 30% maior na sexta, e 20% superior na segunda.

A Black Friday é mais do que um dia de promoção. Além das vendas tradicionais do período, é uma oportunidade única para as marcas criarem interesse e influenciarem o envolvimento futuro dos clientes. Se os comerciantes conseguirem fornecer os melhores negócios online quando os consumidores estão ativamente procurando por isso, fica mais fácil para eles conquistarem o reconhecimento da marca, e até mesmo alavancar as vendas do período de fim de ano, já visando o retorno futuro desses clientes.

Personalizar os anúncios focando os usuários individualmente durante o período é uma das formas mais poderosas para os comerciantes incentivarem as compras dos visitantes de seus sites e maximizarem o retorno sobre o investimento.

Crie campanhas “teaser” da Black Friday para usuários inativos

Criar um senso de urgência é importante durante a Black Friday e a Cyber Monday. Por exemplo, com o retargeting personalizado, os comerciantes podem exibir anúncios com produtos para os quais o usuário já tenha demonstrado interesse antes, e que incluam uma oferta personalizada e específica para aquele momento.

Os visitantes que navegaram pelo site dias, semanas ou mesmo meses atrás podem não ter comprado na ocasião, e a Black Friday é uma grande oportunidade para incentivá-los a levar produtos que eles já querem.

O retargeting ainda torna possível preparar uma campanha teaser para informar os clientes sobre as promoções que estão por vir na Black Friday ou na Cyber Monday. Deixe que os banners digam, por exemplo:

“Ei! Faz algum tempo que não o vemos em nosso site, venha conferir o que preparamos para você na Black Friday e na Cyber Monday”.

Atraia consumidores que querem comprar agora

As ferramentas de retargeting ajudam a impactar os usuários no momento em que eles estão com a maior intenção de compra, além de permitirem criar conexões com consumidores nos momentos atuais e futuros.

Anúncios que respondam e se adaptem rapidamente às particularidades de cada indivíduo permitem envolver e reengajar os usuários certos no momento certo, o que é fundamental para a curta janela de oportunidade criada durante o fim de semana da Black Friday e da Cyber Monday.

A partir de uma estratégia de anúncios personalizados, as campanhas podem ser otimizadas em tempo real para que exibam produtos que já foram visualizados pelos consumidores durante a Black Friday e, em seguida, tragam descontos ou lembretes na Cyber Monday, por exemplo.

Explore datas futuras para maximizar vendas e promoções

As campanhas de retargeting também podem focar não apenas uma compra única, mas uma série completa de eventos de engajamento para os consumidores. Um anúncio inteligente não deve apenas levar em conta o histórico e as necessidades de um cliente.

Precisa também despertar o seu interesse sobre outros produtos. Ao configurar a campanha para a Black Friday, é possível já focar a jornada do consumidor como um todo, a fim de facilitar suas compras de fim de ano com dicas sobre o que mais ele pode precisar.

Por exemplo, se o cliente tiver comprado uma jaqueta de inverno durante as vendas da Black Friday ou da Cyber Monday, o retargeting personalizado poderá exibir anúncios com produtos correspondentes, como lenço ou luvas, nos próximos dias e semanas. Este planejamento sequencial de anúncios permite incentivar o usuário a considerar comprar naquele e-commerce também antes do Natal.

Os dados utilizados nesta pesquisa foram extraídos de ferramentas de retargeting personalizado desenvolvidas pela RTB House.

A Black Friday – que acontece sempre na última sexta-feira de novembro – já é um acontecimento tradicional e esperado pelos consumidores de vários países. O evento, que surgiu nos Estados Unidos, ganhou adeptos em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.

Por aqui, o evento acontecerá pela sexta vez consecutiva e está marcado para o dia 25 de novembro, prometendo descontos de até 80% em diversas categorias de produtos e serviços. Para verificar o tamanho e o sucesso da Black Friday, basta observar os números: só no ano passado movimentou R$1,5 bilhão em todo o país. E esse resultado só aumenta a cada ano.

Leia também, os números da Ebit:

84% dos consumidores online pretendem comprar na Black Friday

A expectativa de crescimento para 2016 é de, pelo menos, 18% – tanto nas vendas em lojas físicas quanto no e-commerce, responsável pela maior parte das ofertas. Ou seja, é uma ocasião excelente para os lojistas – que conseguem alavancar as vendas e esvaziar o estoque – e para os consumidores, que com o planejamento certo conseguem garantir a compra de produtos com uma boa economia.

Contudo, é importante lembrar que existem alguns cuidados que devem ser tomados para não cair em roubadas e garantir bons descontos!

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O final do mês de novembro marca a chegada de uma das datas mais esperadas pelo comércio brasileiro na atualidade: a Black Friday. O grande dia de descontos, que muitas vezes se estende por mais de uma semana, é o momento ideal para que os consumidores possam se aproximar das lojas, encontrando bons produtos por preços mais acessíveis.

Se é bom para os consumidores, também é bom para os lojistas. Se você é proprietário de um comércio eletrônico, deve redobrar a atenção nesta época do ano, uma vez que a demanda cresce muito e qualquer problema que apareça pode ser potencializado caso você não esteja preparado para agir rapidamente.

Por conta disso, garantir a segurança na Black Friday para os clientes que vão acessar o seu e-commerce é fundamental. Um plano de negócios bem estruturado aliado à companhia de uma empresa especializada em soluções de segurança em TI é primordial para que você passe por esse período com bons lucros e saia com a imagem da sua marca fortalecida ao final da maratona de descontos.

Baixe o infográfico Phishing Analytics, que relata o cenário dessa ação de fraude que já atingiu mais de 83% dos usuários digitais.

Cuidado com os sequestros de site

Um golpe que tem se tornado bastante frequente na web, e cujo número de denúncias cresce nessa época do ano, é o de sequestro de conteúdo. Basicamente, pessoas mal-intencionadas roubam de você o acesso à área administrativa e pedem uma quantia em dinheiro como resgate para liberar a página. Para não perder vendas ou desapontar seus clientes, muitos lojistas aceitam pagar para se livrar do problema logo.

Nesses casos, o ideal é prever que problemas como esses possam acontecer e já ter de antemão a parceria com uma empresa de soluções de segurança em TI que possa “blindar” o seu site de golpes como esse. Investimento em segurança nunca é demais e na Black Friday há um grande potencial de aumento de demandas como essas.

Certificado digital SSL

Não são apenas os seus dados que devem estar seguros, mas principalmente todas as informações relacionadas aos seus clientes. Para isso, ter um site com certificado digital SSL ativo é um dos itens primordiais que você deve levar em consideração. Essa característica é facilmente identificável pelo usuário, que checa se a URL do domínio é do tipo “https”.

Além disso, nas páginas em que ocorrem transações, é possível verificar o ícone de um cadeado, indicando que os dados ali transacionados não sofrerão ingerências por parte de terceiros não autorizados. Esse talvez seja o item mais básico de segurança na Black Friday ao qual você deve prestar atenção.

Ataques DDoS podem acabar com sua noite

Esse é outro cenário que habita os piores pesadelos dos donos de e-commerce. Os chamados ataques DDoS – ataques de negação de serviço que visam enviar um grande número de requisições para um determinando local visando derrubá-lo – são mais comuns do que você imagina e grandes sites contam com equipe técnica especializada para conter esse tipo de ameaça.

Além disso, você vai precisar se preocupar também com o grande volume de tráfego que seu site pode ser capaz de receber numa noite. Quantas pessoas simultâneas podem acessar a sua página de uma só vez? É muito comum lojas pequenas oferecerem promoções que, quando descobertas pelos clientes, geram um número de requisições maior do que a infraestrutura é capaz de suportar – derrubando ela do ar imediatamente.

Cuide bem do seu código fonte

Grandes sites precisam lidar também com potenciais ataques aos seus servidores, visando atingir o código fonte da sua página. Para minimizar esses riscos é preciso manter seus sistemas sempre atualizados com o que houver de mais recente em termos de protocolos de segurança ou versões de software.

Lembre-se: é justamente nas brechas de segurança, que são comuns de acontecer, mas sempre que descobertas são corrigidas em atualizações de software, que os bandidos se apoiam para encontrar vulnerabilidades nos seus sistemas. Não facilite a vida deles e tenha a certeza de que especialistas em soluções de segurança em TI estarão por perto para te ajudar.

Amplie a proteção oferecendo serviços de segurança

Essa dica provavelmente não vai servir para os sites menores, mas quanto mais o seu e-commerce for crescendo, maiores devem ser os seus investimentos em segurança. Uma das possibilidades é a de oferecer mais serviços para os seus clientes, que possam fazer com que eles se sintam ainda mais seguros enquanto navegam pelas suas páginas.

Softwares de scan de malware para aplicações web, scans de vulnerabilidade em IPs públicos, e PenTest automatizado são apenas algumas dessas possibilidades. Vale a pena conversar com o gestor se segurança do seu e-commerce e verificar a viabilidade de implantação se serviços como esses em suas páginas.

Ofereça apenas o melhor que você puder

Imagine a seguinte situação: um restaurante faz uma promoção em seus pratos que, com valor abaixo da média do mercado, atraem centenas de clientes em uma única noite. O problema é que o restaurante tem um espaço físico limitado e não consegue atender todo mundo. O resultado são clientes insatisfeitos, que ficam para fora sem serem bem atendidos, e que vão espalhar por aí suas frustrações.

Não seja a loja que frustra o consumidor. Se for oferecer uma promoção acima da média, deixe claro o seu prazo de vigência e a quantidade de itens disponíveis. De nada adianta chamar o cliente para a sua loja se você não tem mais o produto que anunciou para entregar para ele. Nessas horas, o ideal é planejar bem o seu estoque e garantir que a segurança na Black Friday não vai ser um problema para o gestor de sua loja virtual.

Fonte: CYLK.

Pesquisa da Ebit prevê faturamento de R$ 2,1 bilhões no evento que promove descontos; Eletrônicos devem ser os itens mais vendidos

A cada ano que passa, cresce o interesse dos consumidores brasileiros em realizar compras durante a Black Friday. Uma pesquisa realizada pela Ebit identificou que 84% dos consumidores online ativos irão aproveitar a sexta-feira de descontos, que está marcada para o dia 25 de novembro, um aumento de três pontos percentuais em relação a 2015.

Segundo o estudo, o faturamento somente na sexta-feira deve chegar a R$ 2,1 bilhões. Esse valor representa um crescimento nominal próximo de 30% em relação à edição de 2015, ano em que as vendas superaram as expectativas, alcançando um montante de R$ 1,6 bilhão.

Os produtos com maior intenção de compra devem ser das categorias Eletrônicos (34%); Eletrodomésticos (28%); Telefonia e Celulares (27%); Informática (23%); e Casa e Decoração (13%), respectivamente.

Além disso, a pesquisa também indica que das aquisições esperadas na Black Friday, 44% devem ser feitas com o intuito de antecipar as compras para o Natal. O destino dos produtos é variado: 59% para uso próprio, 24% para familiares, 14% para presente e 3% com outras finalidades.

“Não há dúvida de que a Black Friday já entrou para o calendário dos brasileiros e que é muito esperada. As pessoas se planejam para a data, até porque muitas famílias ainda estão com o orçamento apertado e a data é uma ótima oportunidade para garantir as compras de final ano, gastando menos. Mesmo nos momentos em que a economia estava mais desfavorável, o comércio eletrônico conseguiu manter um nível de crescimento. E no decorrer de 2016 percebemos sinais de melhora. Por tudo isso, nossas previsões para o final do ano como um todo são otimistas”, explica o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Para este levantamento, foram entrevistadas 5.791 pessoas. A pesquisa considera ainda o aumento de 31% no número de consumidores virtuais ativos no primeiro semestre, conforme dados do relatório WebShoppers 34.

Cartão de crédito como forma de pagamento e aviso de ofertas

Dos consumidores que pretendem adquirir Eletrônicos – os itens mais desejados nesta Black Friday –, a maior parte (82%) apontou o cartão de crédito como o meio de pagamento preferido. Em seguida vem boleto bancário (13,12%), débito em conta (2,47%), além de outros meios com representação menor. Os respondentes afirmaram ainda que desejam comprar dois itens do tipo. O tíquete médio da categoria deverá ficar em torno de R$ 1.180.

Questionados ainda se desejam receber informações (como dicas, ofertas e promoções) nos dias que antecedem a data, 85% dos entrevistados disseram que sim. Dentro deste grupo, 87% afirmaram ter o e-mail como canal preferido para esse fim.

Experiência de compra em 2015

Da base de 5.791 consumidores que responderam à pesquisa da Ebit, 41% aproveitaram alguma oferta da Black Friday na edição de 2015. Mas não só os e-commerces foram visitados, já que 19% desse grupo escolheram lojas físicas para fazer o pedido. Desse público, 77% utilizaram algum site de comparação de preços, como o Buscapé, para uma pesquisa prévia sobre o produto.

Para avaliar a loja online em que a compra foi feita, os respondentes selecionaram algumas palavras/termos que definiram a experiência. As mais assinaladas foram “confiável” (37%), “preços baixos” (26%), “excelentes promoções” (23%), “excelente prazo de entrega” (22%) e “frete grátis” (21%).

“Essa avaliação nos ajuda a entender melhor os principais interesses dos consumidores nesta data específica, em que os lojistas investem em fortes campanhas e prometem descontos atrativos. E percebemos que, além do preço, a credibilidade da empresa é forte fator de motivação, demostrando como o público está mais consciente quando busca uma oferta na Internet”, complementa Guasti.

Ter muitos produtos encalhados no estoque reflete, muitas vezes, um mal desempenho nas vendas durante um determinado momento. A Black Friday ano após ano tem crescido seus números no Brasil. As empresas investem pesado em marketing, logística e em cargas de novos produtos para garantir o suprimento da demanda em um período com alto potencial de aumento de consumo.

Contudo, enfrentamos um ano de desaceleração na economia, e principalmente um e-commerce novo que ainda não testou seu potencial inteiramente, pode acabar sofrendo com produtos que não venderam. É um problema bem comum.

A solução é transformar o problema da falta de movimentação nas vendas em novas oportunidades. Criamos uma pequena lista com 5 maneiras para você comercializar os produtos encalhados depois da Black Friday.

Cyber Monday

É, sabemos que para este ano já passou (alguns sites estão fazendo uma Cyber Week), mas a Cyber Monday que passou a ser adotada no Brasil desde 2012, traz muito deste conceito, limpar os estoques. Ela ocorre toda segunda-feira após a Black Friday. A diferença é que na Cyber Moday somente as lojas virtuais participam e é normalmente focada na categoria de Eletrônicos.

No Brasil os descontos chegam até 80% e geralmente são comercializadas as ofertas que não vingaram na Black Friday. Essa é uma ótima chance para voltar a movimentar o estoque. Um trabalho de marketing para alertar os consumidores é importante para mantê-los informados sobre os descontos do Cyber Monday.

É preciso ter cuidado com a escolha dos produtos a serem ofertados e no valor das ofertas. Cliente nenhum irá gostar de saber que um produto comprado na Black Friday aparece com um desconto ainda maior na Cyber Monday.

Faça promoções

Independentemente da Cyber Moday ou qualquer outra data comemorativa, você pode realizar promoções e liquidações para chamar a atenção do público para as ofertas disponíveis. Uma dica é aproveitar um dia que nenhum concorrente direto da sua empresa esteja oferecendo descontos. Promoções relâmpagos também costumam funcionar bem.

Você pode usar as promoções e comercializar os produtos não só para fazer lucro. É possível separar parte do estoque e criar concursos ou sorteios que estimulem o engajamento do público com a sua marca de alguma maneira. Assim, mesmo perdendo em receitas, você pode expandir o alcance da sua marca, tornando-a mais presente na vida dos consumidores e fazendo com que mais pessoas conheçam. Pense que você está investindo o valor do produto-prêmio em propaganda.

Isso pode gerar um bom retorno em médio prazo, já que esse tipo de estratégia envolve um público maior. Mesmo que não estejam dispostos a comprar no momento, muitos desses consumidores podem lembrar da sua empresa no futuro.

Economize e reserve para o Natal

A vantagem da Black Friday é que ela é realizada a menos de um mês do Natal, outra data que movimenta o comércio eletrônico. Logo, há de se imaginar que muitos dos produtos preparados para o primeiro evento venham a servir para o segundo.

Não é o cenário ideal e nem deve ser realizado com todo o estoque. Mas parte dele pode ser aproveitado para voltar a ser comercializado no Natal.

Estabeleça acordos com outras lojas e fornecedores

Essa é uma outra solução bem viável. Existem várias empresas, como a varejista online de moda Privalia, que trabalham com a revenda de produtos encalhados em estoques de outras empresas. As renegociações dessas ofertas por meio desse tipo de parceria são boas para a empresa, intermediário e consumidor final.

Um modelo parecido pode ser aplicado com os fornecedores. Em caso de problemas para esvaziar um estoque, um e-commerce pode negociar possíveis trocas de parte do seu estoque por novos produtos.

Elabore kits para venda

Outro modo para se livrar do estoque encalhado é fazendo combinações de produtos similares ou complementares. Com um desconto perceptível, esse tipo de oferta pode ser bem recebida pelos consumidores.

Por exemplo, um e-commerce de moda e vestuário pode criar um kit com calça, sapato e camisa polo selecionado diretamente do estoque.

Só tenha o cuidado de não praticar venda casada — quando um produto só pode ser comprado se for junto com outro —, pois isso é crime.

De fato, se livrar de produtos encalhados não é fácil. Uma oferta que não atrai a atenção do consumidor, principalmente em uma data onde o movimento no comércio eletrônico é maior, dificulta as coisas. Mas acredite, usando a criatividade e pensando em outras formas de gerar algum ganho com essas mercadorias, sua empresa poderá obter bons resultados.

Você tem alguma sugestão para comercializar as possíveis ofertas encalhadas?