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Ao contrário dos dois últimos anos, crescimento foi motivado pela alta no volume de pedidos

A Black Friday gerou faturamento de R$2,1 bilhões no e-commerce em 2017, alta de 10,3%  ante aos R$1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado*. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos.

A retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela Ebit na quinta-feira (23), véspera da Black Friday, quando os varejistas dão início às vendas dos produtos com descontos.

“Para atrair o consumidor, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no e-commerce e isso refletiu no gasto médio”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Para Guasti, o grande destaque foi o expressivo crescimento no volume de pedidos, que foi quase o dobro do estimado pela Ebit.

“Ao contrário das duas últimas edições, que foram pautadas pelo crescimento no tíquete médio, neste ano o grande vetor do crescimento foi no número de pedidos. Lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor”, disse.  

Outro ponto de destaque da Black Friday foi o crescimento das compras realizadas por celular. “O share de pedidos feitos via celular aumentou 81,8% na comparação com o ano passado. Quase 30% dos pedidos já são realizados por meio de dispositivos móveis”, afirmou. O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. “O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios e perfumaria e cosméticos”, disse.

Em apenas quatro anos, o m-commerce sextuplicou. “Em 2013, as compras por celular representavam apenas 4,4% do total. Com a expansão do mercado de smartphones e do acesso via 3G e 4G no Brasil, esse é um mercado em franca ascensão, com potencial de crescimento bem acima da média do mercado”, afirmou

Confira o ranking das principais categorias da Black Friday por volume de pedidos e faturamento:

*Os dados apresentados pela Ebit neste press release referem-se ao montante faturado pelo e-commerce nos dias 23 e 24 de novembro. Por conta de uma recente mudança de metodologia e aumento na antecipação de compras ocorrida este ano na véspera da Black Friday dia 23 de novembro, a Ebit irá a partir de agora divulgar o resultado agregado de quinta e sexta-feira, como já ocorre em outros países como Estados Unidos.

Veja todos os números do mercado de e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce

Estudo da One Day Testing monitorou 43 e-commerces nas primeiras horas da Black Friday e constatou que 83% apresentaram instabilidade em algum período

Com faturamento esperado de R$ 2,1 bilhões, de acordo com a Ebit, na Black Friday cada segundo que um site fica fora do ar faz diferença. É com essa premissa que a One Day Testing monitorou 43 lojas virtuais com alto volume de acessos e registrou informações como tempo de carregamento, quantidade de dados transferidos e diferentes tipos de erros que o consumidor pode ter encontrado.

A análise mostra que as 43 lojas demoraram, em média, 9,3 segundos para carregar o conteúdo completo do site no período registrado, entre 22h de quinta-feira (23/nov) e 2h de sexta-feira (24/nov). Destas, 36 (83,7%) apresentaram instabilidade em algum momento, considerada como variação no tempo de carregamento médio superior a 3 segundos. Para ter uma ideia do impacto desta demora adicional, a Akamai estima que cada segundo a mais no carregamento implica em perda de conversão de 20,5% no celular e 21,8% no computador.

O estudo também registrou o timeout, quando o site não termina de carregar mesmo 45 segundos depois de acessado. Neste caso, 32% das lojas virtuais monitoradas (14 sites) enfrentaram esse problema, totalizando 4 horas e 16 minutos fora do ar. Cada segundo conta: de acordo com o Google, um site perde R$ 1,5 milhão quando fica 1 hora fora do ar na Black Friday. Sendo assim, estima-se que apenas nesses 14 e-commerces houve uma perda de faturamento de R$ 6,4 milhões por estarem fora do ar, número que abrange apenas as quatro horas de monitoramento.

O prejuízo total, porém, é maior ainda. Um estudo da NewVoiceMedia mostra que 34% dos consumidores se vingariam de uma experiência ruim compartilhando sua insatisfação nas redes sociais ou em avaliações negativas. Além disso, a White House of Consumer Affairs afirma que experiências negativas são espalhadas para duas vezes mais pessoas do que experiências positivas. Assim, problemas como demora no carregamento ou site fora do ar não só deixam o consumidor insatisfeito, como podem fazer com que o impacto de uma experiência negativa para a marca seja muito maior.

O impacto que ninguém esperava

Durante as 4 horas de análise, constatou-se que o principal problema não foi necessariamente com os servidores dos e-commerces, mas com plug-ins antifraude ou programas de afiliados, que, por conta do incomum volume de acessos, deixaram o carregamento da página excessivamente lento. Dentre os sites analisados, 41% possuíam algum script de terceiros que estava com problemas técnicos e de lentidão, alterando drasticamente o tempo de carregamento do site.

Confira nos gráficos abaixo o comportamento da Loja 1, uma das maiores varejistas do Brasil, e da Loja 2, uma grande livraria. A linha azul mostra o tempo de carregamento do conteúdo completo do site, em segundos.

Loja 1

Loja 2

 

Em análise interna, apurou-se que a demora foi por conta de um plug-in de programa de afiliados usado no site, que provocou um efeito cascata negativo em todas as demais lojas virtuais, em pleno horário de pico da Black Friday. A instabilidade do plug-in apenas foi resolvida por volta de 1h30 da madrugada de sexta-feira.

Sobre a metodologia

Para a coleta dos dados, a One Day Testing acessou uma lista pré-definida de 43 sites a partir de servidores localizados em São Paulo, onde cada servidor monitorava apenas um site para evitar interferência de outros processos. Para simular a experiência de um usuário real, as páginas foram carregadas com o navegador Google Chrome 62.0.3202.89, com cache desativado e aba anônima.

Durante o monitoramento, o Chrome abre uma aba em branco e acessa a página principal da loja virtual; o processo é repetido a cada 60 segundos, e então as informações são registradas. Consideramos um timeout quando, mesmo depois de 45 segundos, a página ainda não terminou de carregar. Foram registradas métricas como tempo de carregamento, quantidade de requisições, dados transferidos e erros HTTP 4xx ou 5xx (como Forbidden e Internal Server Error).

As vendas desta quinta-feira (23), véspera da Black Friday 2017, apresentaram crescimento nominal de 21% no e-commerce, de R$355 milhões para R$428,5 milhões, na comparação com o dia anterior à grande data em 2016, de acordo com o monitoramento da Ebit.

O número de pedidos cresceu 23%, de 723,5 mil para 886,8 mil, e o tíquete médio caiu 2%, de R$ 491 para R$ 483, refletindo os descontos maiores praticados pelos lojistas nesta edição e a própria deflação apontada pelo índice Fipe Buscapé nos últimos meses.

O levantamento compreende as compras online realizadas entre 0h e 23h59 desta quinta-feira (23), em comparação com a véspera da Black Friday 2016 (24 de novembro). De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado ficou acima da expectativa.

“Os números mostram que deu certo a estratégia dos varejistas online de aproveitar a véspera da Black Friday para atrair a atenção do consumidor, que, por sua vez está mais atento e não se deixa enganar com falsos descontos”, disse.

Veja quais foram as categorias mais vendidas em volume financeiro e sua participação no e-commerce nesta quinta-feira (23/11):

Eletromésticos – 23%
Telefonia/Celulares – 19%
Eletrônicos – 15%
Informática – 9%
Casa e Decoração – 7%

Veja quais foram as categorias mais pedidas no e-commerce e sua participação em volume de pedidos nesta quinta-feira (23/11):

Moda e acessórios – 14%
Eletrodomésticos – 14%
Perfumaria e cosméticos – 13%
Casa e Decoração – 9%
Telefonia/celulares – 9%

Veja os números finais de faturamento na Black Friday 2017:

Com forte expansão das compras via mobile, faturamento do e-commerce cresce 10,3% na Black Friday 2017

Evento teve o segundo maior faturamento do setor, em 2016

O segundo maior evento do comércio eletrônico brasileiro está para começar. À meia-noite do dia 24/11 será dada a largada oficial para a Black Friday 2017, e a expectativa para o faturamento no e-commerce nunca foi tão alta.

Mesmo em anos de crise, o setor se mostrou forte, com aumento no faturamento em 2015 e 2016. Com o intuito de demonstrar esta evolução, a vitrine virtual UmSóLugar desenvolveu um infográfico listando os eventos de maior impacto no e-commerce brasileiro e a conquista do segundo lugar no pódio pela Black Friday, em 2016.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Segundo dados da Ebit, apesar da desaceleração do varejo nos anos de crise, o e-commerce mostrou expressivos +15% de faturamento, em 2015, registrando 41,3 bilhões em vendas. Em 2016, o setor fechou o ano com número ainda melhores, faturando R$ 44,4 bilhões, ou seja, um crescimento nominal de 7,4%.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

A Black Friday, que no começo trouxe bastante desconfiança aos consumidores, acabou por garantir seu lugar ao Sol poucos anos após estrear em solo nacional, em 2011. Ao menos no que diz respeito a vendas online o evento bateu o segundo lugar em faturamento, nos anos de 2015 (R$ 1,64 bi) e 2016 (R$ 1,90 bi), ficando atrás apenas do Natal e superando datas tradicionais, como Dia das Mães e Dia dos Namorados.

Lembrando que a Black Friday está dentro do período de faturamento do Natal.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Durante todo o ano, o e-commerce brasileiro é movimentado por importantes eventos que já fazem parte do calendário do consumidor, como datas comemorativas, feriados e ofertas sazonais. Dentre eles, alguns se mostraram especialmente relevantes para o setor em termos de faturamento, nos últimos dois anos, como o Dia das Mães (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,62 bi), o Dia dos Pais (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,76 bi), e o Natal (R$ 7,40 bi) e 2016 (R$ 7,7 bi).

Mais sobre o faturamento de datas anteriores:

Os números do mercado de E-commerce

O que esperar do ano de 2017

O relatório Webshoppers 36 mostra que o e-commerce já faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, apontando um crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, e a estimativa é de que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a expectativa de crescimento no acumulado do ano.

A Black Friday, por sua vez, tem um papel fundamental nas perspectivas para o segundo semestre de 2017, juntamente com Dia das Crianças e o Natal. Num estudo realizado pela Google Brasil/Provokers sobre as expectativas para Black Friday 2017, 68% dos entrevistados declararam sua intenção de fazer compras nesta edição, o que representa 7% mais pessoas que no ano passado.

Fontes: Ebit, Webshoppers 36, Thinkwithgoogle.com

Ano após ano a Black Friday se consolida como a data mais importante para o e-commerce brasileiro. Em 2016 o evento representou um faturamento de R$ 2,14 bilhões, tendo um crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2015, conforme levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Entretanto, nem tudo são flores para os lojistas. Com o aumento do fluxo de clientes, ocorre também maior número de chargebacks, solicitações de estornos que podem ser fraudulentos e, portanto, representar um grande impacto na operação dos estabelecimentos que não estiverem preparados.

Chargeback: o que é?

Ocorre quando o consumidor solicita um estorno ao emissor do cartão. Em um exemplo prático, pode acontecer de determinada pessoa não reconhecer um lançamento na fatura. 

A medida pode representar um grande risco ao varejo eletrônico: para que tudo ocorra da maneira certa, as pessoas não podem agir de má fé, solicitando devolução de dinheiro de compras realizadas.

Segundo levantamento realizado pelo Ebit, empresa especializada em transações on-line, no ano de 2016 houve 38 milhões de pedidos de chargeback. Desse total, apenas 2,8 milhões foram revertidos, ou seja, 7,4% foram recusados para o consumidor devido ao lojista provar que é fraude.

Como contestar?

Para provar que a requisição do usuário em sua operadora é uma fraude, os lojistas precisam ter documentos relacionados à transação:

• Comprovante de venda;
• Descrição do produto ou serviço adquirido;
• Nota fiscal;
• Dados do comprador e;
• Informações de entrega ou utilização do item.

Além dessa documentação, os estabelecimentos podem utilizar qualquer outra prova capaz de fazer a conexão entre comprador e operação. A loja tem por obrigação comprovar que houve a venda e que o item ou serviço foram entregues e usufruídos.

Todas essas informações devem ser levantadas e enviadas dentro de um período de dez dias. Em seguida, o banco responsável irá julgar a reapresentação. Caso a contestação seja favorável ao lojista, é realizado um crédito com o valor da venda, anulando o débito anterior, referente ao estorno do chargeback. Já o consumidor, por sua vez, precisa realizar o pagamento.

Caso a instituição não aceite a reapresentação, nada mais poderá ser feito. Provar que uma solicitação de estorno é indevida não é tarefa simples. Por esse motivo, o ideal é que ocorra o controle total das vendas e transações do início até o recebimento da última parcela.

Para diminuir as tentativas de golpes, as lojas precisam atuar diretamente com sistemas antifraude, que tornam-se responsáveis por toda a análise das compras, cruzando as informações dos clientes com as contidas em bancos de dados. Ao identificar um possível ataque, o lojista é avisado e cancela do saldo reservado no cartão do fraudador.

É fundamental ter soluções de gestão financeira e conciliação de vendas, que reúnem todas as informações necessárias sobre as operações realizadas, facilitando ao lojista o acesso fácil e rápido às informações.

Mais sobre chargeback:

Chargeback: o mal, o remédio e a esperança de cura!

A Black Friday já está chegando e esse ano será no dia 24/11. A data comercial, que foi incorporada ao calendário brasileiro desde 2010, já é a mais importante do ano para o e-commerce.

Em 2016, o evento gerou R$ 1,9 bilhão de faturamento apenas entre 0h e 23h59 da sexta-feira, 25 de novembro, segundo dados da Ebit. Foram mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653, uma alta de 13% em relação a 2015.

Para 2017, as perspectivas também são animadoras. Pesquisa da Ebit com 5.300 consumidores mostra que, quando perguntados se as pessoas pretendem comprar pela internet na próxima Black Friday, 81% disseram que sim. Veja a pesquisa: 

Black Friday no e-commerce deve crescer 15% em 2017 segundo estimativa Ebit

A data é uma grande oportunidade para os e-commerces que querem aumentar suas vendas e prospectar novos clientes. Mas atenção! É preciso fazer uma preparação com antecedência e aprender com a experiência das edições passadas.

Confira algumas dicas que a  Stelo preparou para seu e-commerce vender muito nessa Black Friday.

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Tradição no varejo norte-americano há décadas, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010 e em poucos anos já se tornou a principal data do e-commerce nacional, com uma expectativa de movimentação acima dos R$ 2 bilhões em vendas e mais de 3 milhões de pedidos, de acordo com a Ebit.

Black Friday no e-commerce deve crescer 15% em 2017 segundo estimativa Ebit

Diante do enorme volume de transações, são frequentes as reclamações sobre problemas técnicos que impossibilitam o acesso às páginas das lojas, a visualização de ofertas ou até a conclusão da compra em suas últimas etapas, frustrando consumidores e lojistas diante da perda de uma grande oportunidade.

Há, ainda, o registro de ocorrências de diferentes tipos de ataques virtuais que sobrecarregam e até derrubam os sites, ocasionando um prejuízo significativo aos comerciantes.

Apenas para dimensionar o tamanho das perdas, uma pesquisa do Google Brasil realizada em 2015 estima que uma loja perca mais de 300 mil acessos a cada hora em que fica fora do ar durante a Black Friday, número que pode representar um prejuízo de até R$ 1,5 milhão para um grande varejista. Logo, passa a ser fundamental o investimento em soluções tecnológicas que aumentem a disponibilidade, garantindo a operação em todas as etapas, a fim de que cada oportunidade seja convertida em uma venda.

Rede de Distribuição de Conteúdo

Uma das ferramentas essenciais é a Rede de Distribuição de Conteúdo, mais conhecida pela sigla CDN – Content Distribution Network, em inglês. Trata-se de uma infraestrutura interligada que hospeda alguns elementos das páginas em diferentes servidores espalhados pelo país (ou pelo mundo), com o objetivo de diminuir o tempo de carregamento do site ao direcionar o acesso ao servidor geograficamente mais próximo. Isso evita que o consumidor desista de uma compra quando uma página demora para carregar devido ao grande fluxo de usuários, por exemplo.

A CDN permite ainda que um consumidor de Manaus tenha mais facilidade em carregar a página de uma loja virtual de Porto Alegre que tenha seus dados hospedados em um servidor em Goiânia. Ela também facilita as compras de um consumidor brasileiro que garimpa em portais de grandes varejistas chinesas, os quais hospedam dados em servidores no nosso país.

Monitoramento de trânsito IP

Outra tecnologia indispensável que visa garantir a segurança do e-commerce é a de monitoramento de trânsito IP. Os ataques de negação de serviço, conhecidos pela sigla DDoS (Distribution Denial of Service, em inglês), estão mais frequentes e massivos a cada ano.

Eles acontecem quando milhares – ou até milhões – de dispositivos infectados conectados à Internet são direcionados para acessar um mesmo site simultaneamente, sobrecarregando-o até a interrupção dos serviços.

Na Black Friday, essa prática tem ficado cada vez mais comum, portanto a loja virtual deve reforçar sua infraestrutura de proteção para se prevenir contra esse tipo de crime, bloqueando as solicitações ilegítimas tão logo um tráfego suspeito seja iniciado.

O e-commerce tem sido um dos mercados mais saudáveis da nossa economia, mesmo no pior momento da crise, e por esse motivo tem atraído olhares de empreendedores e consumidores, e um dos principais motivos é a comodidade proporcionada pela tecnologia.

Portanto, o investimento no desenvolvimento das lojas virtuais deve acompanhar esse crescimento, incrementando soluções em todos os níveis, a fim de manter a prosperidade do segmento.

Leia também:

O Google disse 2 segundos de carregamento dos sites. E agora?

Na última semana o Mercado Pago realizou o primeiro Unbox Black Friday, evento com o objetivo de preparar vendedores para a Black Friday, uma das principais datas do e-commerce. Além de trazer dicas e debates para orientar o vendedor e impulsionar seus negócios, o encontro conta com palestras dos gigantes Google e Facebook contando sobre suas experiências nesta data comercial.

Como prova da importância da data, o destaque para o faturamento na última edição da Black Friday: R$ 1,9 bilhão, com alta de 17% em relação ao ano anterior, segundo dados da Ebit.

Compras por dispositivos móveis crescem e representam 20% do faturamento da Black Friday

De acordo com pesquisa realizada em setembro de 2017 pelo Mercado Pago com 900 consumidores online, 60% deles afirmam que aguardam a Black Friday para fazer uma compra, e a estimativa é que o tíquete médio fique entre R$ 500,00 e R$ 1000,00.

Para o e-commerce, a data – comemorada este ano no Brasil no dia 24 de novembro – é uma das mais importantes, já que a maioria das compras é realizada online, pelo computador (50%) ou pelo smartphone (41%), graças à comodidade e à facilidade de pesquisar preços e produtos pela internet.

O estudo também mostrou quais as categorias mais compradas em 2016 e com maior intenção de compra em 2017. Veja o gráfico abaixo:

Ao falar em intenção de compra, foram destacados alguns números fornecidos pelo Google:

Entre as palestras, a empresa ofereceu 10 dicas práticas para o lojista de e-commerce se preparar para a Black Friday. Confira:

1- Organize seu estoque e confira a logísticaImportante: Tenha sempre um plano B para as suas entregas. Não fique na mão de um único fornecedor para não falhar com o seu cliente. O seu fornecedor pode:

• Atrasar os envios; • Não suportar a demanda; • Priorizar outros clientes.

Dica: Se após a Black Friday o seu estoque ainda estiver alto, estenda os descontos até a Cyber Monday ou até mesmo para o Natal.

2- Turbine os servidores. Confirme se o sistema que você usa em sua loja está preparado para um aumento significativo de demanda e que seja confiável, incluindo o servidor do seu site

3- Divulgue a sua oferta e entre na competição. Comunique suas ofertas também na página principal do seu site, para que seus clientes as encontrem facilmente. Categorize seus produtos de forma clara, adequada.

4- Sua base de usuários é um ativo precioso. Monetize sua base: envie campanhas de e-mail marketing. Trabalhe segmentações. É mais barato e rentável reter um usuário do que conquistar um novo.

5- Ofereça bons descontos de verdadeCrie SENSO DE URGÊNCIA, como “SOMENTE HOJE”, ou “OFERTA IMPERDÍVEL”. Ofereça também mais benefícios, como frete grátis e parcelamento sem juros – a forma de pagamento preferida do consumidor Brasileiro.

6- Prepare o seu atendimento e seja eficiente. Ofereça um contato mais próximo para o seu cliente. Isso o deixará mais tranquilo e confiante para comprar online.

7- Tenha equipes de plantãoDeixe responsáveis de plantão (inclusive durante a madrugada) para agirem rapidamente, caso aconteça algum imprevisto.

8- Não se esqueça do pós-vendaMesmo depois que seu cliente já tiver comprado, mantenha o relacionamento saudável para trazê-lo novamente ao seu site e ser um embaixador.

9- Se você trabalha com serviços é uma ótima época para rentabilizar. Os compradores buscam oportunidades desde pacotes de viagens até festas em buffets.

10- Ponto de venda físico. Se você possui também um ponto físico para venda de produtos ou para retirada no local, tenha uma maquininha de cartões de crédito e débito sempre disponível.

Qual seu principal desafio previsto para esta Black Friday? Compartilhe conosco nos comentários.

Mais uma Black Friday se aproxima. Neste ano, a data que é considerada o segundo Natal para muitos lojistas pois movimenta a economia e estimula o consumo será celebrada no dia 24 de novembro. Além disso, em tempos de crise, os descontos que a data proporciona são vistos com ótimos olhos.

Há o internauta que compra na data para antecipar as compras de Natal e aquele que presente usar a data para adquirir produtos que já estavam em suas listas de desejos há algum tempo.

Como anunciar para o internauta que compra na Black Friday

Para aproveitar a data, as marcas precisam comunicar aos consumidores suas ofertas. Como encontrar tais consumidores e anunciar para o internauta que compra na Black Friday?

Com o objetivo de auxiliar os lojistas a aprimorar suas estratégias de marketing para a data, desde a edição de 2015, a Navegg oferece segmentos especiais para quem quer anunciar para internautas com intenção de comprar neste período. São eles:

Infográfico: O perfil do internauta que compra na Black Friday

Este estudo da Navegg permitiu observar que a maioria dos compradores em Black Friday são homens (75%), com idade entre 25 e 34 anos (41%), de classe alta (70%), graduados (75%) e pertencentes ao cluster Exploradores (43%). Os Exploradores tendem a estar altamente conectados, são arrojados, curiosos e valorizam a satisfação interna de viver intensamente. São eles que normalmente aceitam as evoluções tecnológicas e os produtos inovadores primeiro e, a partir disso, criam tendências.

No tema intenção de compra e marcas foi observada uma variação nas buscas por alguns produtos e marcas. A variação referente ao ano passado e a este ano, é representada ao lado de cada gráfico. Além disso, a coluna Black Friday 2017 corresponde a pesquisas feitas nos últimos 30 dias, período que pode refletir uma tendência para a Black Friday de 2017. Por fim, os itens estão ordenados do mais buscado para o menos buscado nos últimos 30 dias.

Nesse cenário, produtos de Comidas e Bebidas, Tecnologia e Artigos para a Casa são os produtos mais buscados para a Black Friday de 2017. Comidas e Bebidas foram os produtos com maior curva de busca em relação ao ano passado. Falando sobre marcas, as mais buscadas são Samsung, Microsoft e Apple. Sendo que a segunda se destaca na variação de buscas do ano passado para cá.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil do internauta que compra na Black Friday.

Mais sobre o mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Ainda faltam cerca de um mês para a Black Friday, que em 2017 acontece no dia 24 de novembro. Mas é preciso planejar com antecedência e estar preparado para a data que é uma das mais importantes para o comércio virtual. Segundo pesquisa da Google, divulgada dia 22 de agosto, as vendas durante o período devem somar R$ 2,2 bilhões, com crescimento entre 15% e 20%.

O estudo também diz que 68% das pessoas pretendem comprar algo na Black Friday deste ano, enquanto no ano anterior o índice era de 61%. Assim, é fundamental garantir que tudo no e-commerce funcione da melhor forma possível. Entre os principais pontos que precisam ser checados estão infraestrutura e relacionamento com o cliente.

De acordo com a All iN, o e-mail marketing foi o principal canal de conversão entre os varejistas durante a Black Friday de 2016 e a tendência é que a ferramenta mantenha o desempenho neste ano. Ainda segundo a marca, o envio de e-mails tradicionais no período deve crescer 15%, enquanto o disparo de e-mails comportamentais aumenta 25%.

Levantamento realizado pela Tray, informa que a movimentação nas lojas virtuais durante a Black Friday cresce em torno de 20 vezes em relação a um dia normal. O estudo também traz que o tíquete médio da data em 2017, deve ser em torno de R$ 350.

Já pensou o que pode acontecer ao criar uma campanha e perder todo o trabalho porque o número de acessos ultrapassou o limite que o site suporta receber? Ou criar uma ação inovadora e falhar na comunicação com os clientes?

Por isso, abaixo estão três dicas para que os empreendedores comecem a se programar e não percam a oportunidade:

Como está o site?

Aproveite que ainda há um tempo até a Black Friday e revise a estrutura das páginas e os conteúdos. Teste variações de cores e layouts, por exemplo, para deixar a navegação mais atrativa e intuitiva.

Inclua formulários de contato e/ou newsletters. Dessa forma, pode-se criar (ou aumentar) a base de clientes interessados em receber suas mensagens. Essa lista é fundamental para a divulgação de promoções e descontos, ou simplesmente para estreitar o relacionamento.

E se o site ficar fora do ar?

Faça uma análise do número de visitantes que o seu site recebe, acompanhe o histórico e, se possível, compare com o do ano anterior. Existem diversas opções, como Hospedagens ou Clouds, para ampliar a capacidade, mas é preciso entender o tamanho do negócio e o quanto pode-se investir em infraestrutura.

Como dito anteriormente, a estimativa é que o acesso às lojas virtuais durante a Black Friday cresça em torno de 20 vezes em relação aos dias regulares.

E-mail Marketing para avisar os clientes sobre os descontos?

É fundamental que os consumidores saibam o que acontece no e-commerce. As ferramentas de e-mail marketing são importantes para mantê-los atualizados sobre as novidades, promoções e novos produtos ou serviços. Assim, quando a Black Friday chegar, já haverá uma base trabalhada e engajada.

Uma campanha de sucesso depende, e muito, de um bom planejamento e de muita pesquisa.