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Evento teve o segundo maior faturamento do setor, em 2016

O segundo maior evento do comércio eletrônico brasileiro está para começar. À meia-noite do dia 24/11 será dada a largada oficial para a Black Friday 2017, e a expectativa para o faturamento no e-commerce nunca foi tão alta.

Mesmo em anos de crise, o setor se mostrou forte, com aumento no faturamento em 2015 e 2016. Com o intuito de demonstrar esta evolução, a vitrine virtual UmSóLugar desenvolveu um infográfico listando os eventos de maior impacto no e-commerce brasileiro e a conquista do segundo lugar no pódio pela Black Friday, em 2016.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Segundo dados da Ebit, apesar da desaceleração do varejo nos anos de crise, o e-commerce mostrou expressivos +15% de faturamento, em 2015, registrando 41,3 bilhões em vendas. Em 2016, o setor fechou o ano com número ainda melhores, faturando R$ 44,4 bilhões, ou seja, um crescimento nominal de 7,4%.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

A Black Friday, que no começo trouxe bastante desconfiança aos consumidores, acabou por garantir seu lugar ao Sol poucos anos após estrear em solo nacional, em 2011. Ao menos no que diz respeito a vendas online o evento bateu o segundo lugar em faturamento, nos anos de 2015 (R$ 1,64 bi) e 2016 (R$ 1,90 bi), ficando atrás apenas do Natal e superando datas tradicionais, como Dia das Mães e Dia dos Namorados.

Lembrando que a Black Friday está dentro do período de faturamento do Natal.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Durante todo o ano, o e-commerce brasileiro é movimentado por importantes eventos que já fazem parte do calendário do consumidor, como datas comemorativas, feriados e ofertas sazonais. Dentre eles, alguns se mostraram especialmente relevantes para o setor em termos de faturamento, nos últimos dois anos, como o Dia das Mães (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,62 bi), o Dia dos Pais (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,76 bi), e o Natal (R$ 7,40 bi) e 2016 (R$ 7,7 bi).

Mais sobre o faturamento de datas anteriores:

Os números do mercado de E-commerce

O que esperar do ano de 2017

O relatório Webshoppers 36 mostra que o e-commerce já faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, apontando um crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, e a estimativa é de que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a expectativa de crescimento no acumulado do ano.

A Black Friday, por sua vez, tem um papel fundamental nas perspectivas para o segundo semestre de 2017, juntamente com Dia das Crianças e o Natal. Num estudo realizado pela Google Brasil/Provokers sobre as expectativas para Black Friday 2017, 68% dos entrevistados declararam sua intenção de fazer compras nesta edição, o que representa 7% mais pessoas que no ano passado.

Fontes: Ebit, Webshoppers 36, Thinkwithgoogle.com

Ano após ano a Black Friday se consolida como a data mais importante para o e-commerce brasileiro. Em 2016 o evento representou um faturamento de R$ 2,14 bilhões, tendo um crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2015, conforme levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Entretanto, nem tudo são flores para os lojistas. Com o aumento do fluxo de clientes, ocorre também maior número de chargebacks, solicitações de estornos que podem ser fraudulentos e, portanto, representar um grande impacto na operação dos estabelecimentos que não estiverem preparados.

Chargeback: o que é?

Ocorre quando o consumidor solicita um estorno ao emissor do cartão. Em um exemplo prático, pode acontecer de determinada pessoa não reconhecer um lançamento na fatura. 

A medida pode representar um grande risco ao varejo eletrônico: para que tudo ocorra da maneira certa, as pessoas não podem agir de má fé, solicitando devolução de dinheiro de compras realizadas.

Segundo levantamento realizado pelo Ebit, empresa especializada em transações on-line, no ano de 2016 houve 38 milhões de pedidos de chargeback. Desse total, apenas 2,8 milhões foram revertidos, ou seja, 7,4% foram recusados para o consumidor devido ao lojista provar que é fraude.

Como contestar?

Para provar que a requisição do usuário em sua operadora é uma fraude, os lojistas precisam ter documentos relacionados à transação:

• Comprovante de venda;
• Descrição do produto ou serviço adquirido;
• Nota fiscal;
• Dados do comprador e;
• Informações de entrega ou utilização do item.

Além dessa documentação, os estabelecimentos podem utilizar qualquer outra prova capaz de fazer a conexão entre comprador e operação. A loja tem por obrigação comprovar que houve a venda e que o item ou serviço foram entregues e usufruídos.

Todas essas informações devem ser levantadas e enviadas dentro de um período de dez dias. Em seguida, o banco responsável irá julgar a reapresentação. Caso a contestação seja favorável ao lojista, é realizado um crédito com o valor da venda, anulando o débito anterior, referente ao estorno do chargeback. Já o consumidor, por sua vez, precisa realizar o pagamento.

Caso a instituição não aceite a reapresentação, nada mais poderá ser feito. Provar que uma solicitação de estorno é indevida não é tarefa simples. Por esse motivo, o ideal é que ocorra o controle total das vendas e transações do início até o recebimento da última parcela.

Para diminuir as tentativas de golpes, as lojas precisam atuar diretamente com sistemas antifraude, que tornam-se responsáveis por toda a análise das compras, cruzando as informações dos clientes com as contidas em bancos de dados. Ao identificar um possível ataque, o lojista é avisado e cancela do saldo reservado no cartão do fraudador.

É fundamental ter soluções de gestão financeira e conciliação de vendas, que reúnem todas as informações necessárias sobre as operações realizadas, facilitando ao lojista o acesso fácil e rápido às informações.

Mais sobre chargeback:

Chargeback: o mal, o remédio e a esperança de cura!

A Black Friday já está chegando e esse ano será no dia 24/11. A data comercial, que foi incorporada ao calendário brasileiro desde 2010, já é a mais importante do ano para o e-commerce.

Em 2016, o evento gerou R$ 1,9 bilhão de faturamento apenas entre 0h e 23h59 da sexta-feira, 25 de novembro, segundo dados da Ebit. Foram mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653, uma alta de 13% em relação a 2015.

Para 2017, as perspectivas também são animadoras. Pesquisa da Ebit com 5.300 consumidores mostra que, quando perguntados se as pessoas pretendem comprar pela internet na próxima Black Friday, 81% disseram que sim. Veja a pesquisa: 

Black Friday no e-commerce deve crescer 15% em 2017 segundo estimativa Ebit

A data é uma grande oportunidade para os e-commerces que querem aumentar suas vendas e prospectar novos clientes. Mas atenção! É preciso fazer uma preparação com antecedência e aprender com a experiência das edições passadas.

Confira algumas dicas que a  Stelo preparou para seu e-commerce vender muito nessa Black Friday.

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Tradição no varejo norte-americano há décadas, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010 e em poucos anos já se tornou a principal data do e-commerce nacional, com uma expectativa de movimentação acima dos R$ 2 bilhões em vendas e mais de 3 milhões de pedidos, de acordo com a Ebit.

Black Friday no e-commerce deve crescer 15% em 2017 segundo estimativa Ebit

Diante do enorme volume de transações, são frequentes as reclamações sobre problemas técnicos que impossibilitam o acesso às páginas das lojas, a visualização de ofertas ou até a conclusão da compra em suas últimas etapas, frustrando consumidores e lojistas diante da perda de uma grande oportunidade.

Há, ainda, o registro de ocorrências de diferentes tipos de ataques virtuais que sobrecarregam e até derrubam os sites, ocasionando um prejuízo significativo aos comerciantes.

Apenas para dimensionar o tamanho das perdas, uma pesquisa do Google Brasil realizada em 2015 estima que uma loja perca mais de 300 mil acessos a cada hora em que fica fora do ar durante a Black Friday, número que pode representar um prejuízo de até R$ 1,5 milhão para um grande varejista. Logo, passa a ser fundamental o investimento em soluções tecnológicas que aumentem a disponibilidade, garantindo a operação em todas as etapas, a fim de que cada oportunidade seja convertida em uma venda.

Rede de Distribuição de Conteúdo

Uma das ferramentas essenciais é a Rede de Distribuição de Conteúdo, mais conhecida pela sigla CDN – Content Distribution Network, em inglês. Trata-se de uma infraestrutura interligada que hospeda alguns elementos das páginas em diferentes servidores espalhados pelo país (ou pelo mundo), com o objetivo de diminuir o tempo de carregamento do site ao direcionar o acesso ao servidor geograficamente mais próximo. Isso evita que o consumidor desista de uma compra quando uma página demora para carregar devido ao grande fluxo de usuários, por exemplo.

A CDN permite ainda que um consumidor de Manaus tenha mais facilidade em carregar a página de uma loja virtual de Porto Alegre que tenha seus dados hospedados em um servidor em Goiânia. Ela também facilita as compras de um consumidor brasileiro que garimpa em portais de grandes varejistas chinesas, os quais hospedam dados em servidores no nosso país.

Monitoramento de trânsito IP

Outra tecnologia indispensável que visa garantir a segurança do e-commerce é a de monitoramento de trânsito IP. Os ataques de negação de serviço, conhecidos pela sigla DDoS (Distribution Denial of Service, em inglês), estão mais frequentes e massivos a cada ano.

Eles acontecem quando milhares – ou até milhões – de dispositivos infectados conectados à Internet são direcionados para acessar um mesmo site simultaneamente, sobrecarregando-o até a interrupção dos serviços.

Na Black Friday, essa prática tem ficado cada vez mais comum, portanto a loja virtual deve reforçar sua infraestrutura de proteção para se prevenir contra esse tipo de crime, bloqueando as solicitações ilegítimas tão logo um tráfego suspeito seja iniciado.

O e-commerce tem sido um dos mercados mais saudáveis da nossa economia, mesmo no pior momento da crise, e por esse motivo tem atraído olhares de empreendedores e consumidores, e um dos principais motivos é a comodidade proporcionada pela tecnologia.

Portanto, o investimento no desenvolvimento das lojas virtuais deve acompanhar esse crescimento, incrementando soluções em todos os níveis, a fim de manter a prosperidade do segmento.

Leia também:

O Google disse 2 segundos de carregamento dos sites. E agora?

Na última semana o Mercado Pago realizou o primeiro Unbox Black Friday, evento com o objetivo de preparar vendedores para a Black Friday, uma das principais datas do e-commerce. Além de trazer dicas e debates para orientar o vendedor e impulsionar seus negócios, o encontro conta com palestras dos gigantes Google e Facebook contando sobre suas experiências nesta data comercial.

Como prova da importância da data, o destaque para o faturamento na última edição da Black Friday: R$ 1,9 bilhão, com alta de 17% em relação ao ano anterior, segundo dados da Ebit.

Compras por dispositivos móveis crescem e representam 20% do faturamento da Black Friday

De acordo com pesquisa realizada em setembro de 2017 pelo Mercado Pago com 900 consumidores online, 60% deles afirmam que aguardam a Black Friday para fazer uma compra, e a estimativa é que o tíquete médio fique entre R$ 500,00 e R$ 1000,00.

Para o e-commerce, a data – comemorada este ano no Brasil no dia 24 de novembro – é uma das mais importantes, já que a maioria das compras é realizada online, pelo computador (50%) ou pelo smartphone (41%), graças à comodidade e à facilidade de pesquisar preços e produtos pela internet.

O estudo também mostrou quais as categorias mais compradas em 2016 e com maior intenção de compra em 2017. Veja o gráfico abaixo:

Ao falar em intenção de compra, foram destacados alguns números fornecidos pelo Google:

Entre as palestras, a empresa ofereceu 10 dicas práticas para o lojista de e-commerce se preparar para a Black Friday. Confira:

1- Organize seu estoque e confira a logísticaImportante: Tenha sempre um plano B para as suas entregas. Não fique na mão de um único fornecedor para não falhar com o seu cliente. O seu fornecedor pode:

• Atrasar os envios; • Não suportar a demanda; • Priorizar outros clientes.

Dica: Se após a Black Friday o seu estoque ainda estiver alto, estenda os descontos até a Cyber Monday ou até mesmo para o Natal.

2- Turbine os servidores. Confirme se o sistema que você usa em sua loja está preparado para um aumento significativo de demanda e que seja confiável, incluindo o servidor do seu site

3- Divulgue a sua oferta e entre na competição. Comunique suas ofertas também na página principal do seu site, para que seus clientes as encontrem facilmente. Categorize seus produtos de forma clara, adequada.

4- Sua base de usuários é um ativo precioso. Monetize sua base: envie campanhas de e-mail marketing. Trabalhe segmentações. É mais barato e rentável reter um usuário do que conquistar um novo.

5- Ofereça bons descontos de verdadeCrie SENSO DE URGÊNCIA, como “SOMENTE HOJE”, ou “OFERTA IMPERDÍVEL”. Ofereça também mais benefícios, como frete grátis e parcelamento sem juros – a forma de pagamento preferida do consumidor Brasileiro.

6- Prepare o seu atendimento e seja eficiente. Ofereça um contato mais próximo para o seu cliente. Isso o deixará mais tranquilo e confiante para comprar online.

7- Tenha equipes de plantãoDeixe responsáveis de plantão (inclusive durante a madrugada) para agirem rapidamente, caso aconteça algum imprevisto.

8- Não se esqueça do pós-vendaMesmo depois que seu cliente já tiver comprado, mantenha o relacionamento saudável para trazê-lo novamente ao seu site e ser um embaixador.

9- Se você trabalha com serviços é uma ótima época para rentabilizar. Os compradores buscam oportunidades desde pacotes de viagens até festas em buffets.

10- Ponto de venda físico. Se você possui também um ponto físico para venda de produtos ou para retirada no local, tenha uma maquininha de cartões de crédito e débito sempre disponível.

Qual seu principal desafio previsto para esta Black Friday? Compartilhe conosco nos comentários.

Mais uma Black Friday se aproxima. Neste ano, a data que é considerada o segundo Natal para muitos lojistas pois movimenta a economia e estimula o consumo será celebrada no dia 24 de novembro. Além disso, em tempos de crise, os descontos que a data proporciona são vistos com ótimos olhos.

Há o internauta que compra na data para antecipar as compras de Natal e aquele que presente usar a data para adquirir produtos que já estavam em suas listas de desejos há algum tempo.

Como anunciar para o internauta que compra na Black Friday

Para aproveitar a data, as marcas precisam comunicar aos consumidores suas ofertas. Como encontrar tais consumidores e anunciar para o internauta que compra na Black Friday?

Com o objetivo de auxiliar os lojistas a aprimorar suas estratégias de marketing para a data, desde a edição de 2015, a Navegg oferece segmentos especiais para quem quer anunciar para internautas com intenção de comprar neste período. São eles:

Infográfico: O perfil do internauta que compra na Black Friday

Este estudo da Navegg permitiu observar que a maioria dos compradores em Black Friday são homens (75%), com idade entre 25 e 34 anos (41%), de classe alta (70%), graduados (75%) e pertencentes ao cluster Exploradores (43%). Os Exploradores tendem a estar altamente conectados, são arrojados, curiosos e valorizam a satisfação interna de viver intensamente. São eles que normalmente aceitam as evoluções tecnológicas e os produtos inovadores primeiro e, a partir disso, criam tendências.

No tema intenção de compra e marcas foi observada uma variação nas buscas por alguns produtos e marcas. A variação referente ao ano passado e a este ano, é representada ao lado de cada gráfico. Além disso, a coluna Black Friday 2017 corresponde a pesquisas feitas nos últimos 30 dias, período que pode refletir uma tendência para a Black Friday de 2017. Por fim, os itens estão ordenados do mais buscado para o menos buscado nos últimos 30 dias.

Nesse cenário, produtos de Comidas e Bebidas, Tecnologia e Artigos para a Casa são os produtos mais buscados para a Black Friday de 2017. Comidas e Bebidas foram os produtos com maior curva de busca em relação ao ano passado. Falando sobre marcas, as mais buscadas são Samsung, Microsoft e Apple. Sendo que a segunda se destaca na variação de buscas do ano passado para cá.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil do internauta que compra na Black Friday.

Mais sobre o mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Ainda faltam cerca de um mês para a Black Friday, que em 2017 acontece no dia 24 de novembro. Mas é preciso planejar com antecedência e estar preparado para a data que é uma das mais importantes para o comércio virtual. Segundo pesquisa da Google, divulgada dia 22 de agosto, as vendas durante o período devem somar R$ 2,2 bilhões, com crescimento entre 15% e 20%.

O estudo também diz que 68% das pessoas pretendem comprar algo na Black Friday deste ano, enquanto no ano anterior o índice era de 61%. Assim, é fundamental garantir que tudo no e-commerce funcione da melhor forma possível. Entre os principais pontos que precisam ser checados estão infraestrutura e relacionamento com o cliente.

De acordo com a All iN, o e-mail marketing foi o principal canal de conversão entre os varejistas durante a Black Friday de 2016 e a tendência é que a ferramenta mantenha o desempenho neste ano. Ainda segundo a marca, o envio de e-mails tradicionais no período deve crescer 15%, enquanto o disparo de e-mails comportamentais aumenta 25%.

Levantamento realizado pela Tray, informa que a movimentação nas lojas virtuais durante a Black Friday cresce em torno de 20 vezes em relação a um dia normal. O estudo também traz que o tíquete médio da data em 2017, deve ser em torno de R$ 350.

Já pensou o que pode acontecer ao criar uma campanha e perder todo o trabalho porque o número de acessos ultrapassou o limite que o site suporta receber? Ou criar uma ação inovadora e falhar na comunicação com os clientes?

Por isso, abaixo estão três dicas para que os empreendedores comecem a se programar e não percam a oportunidade:

Como está o site?

Aproveite que ainda há um tempo até a Black Friday e revise a estrutura das páginas e os conteúdos. Teste variações de cores e layouts, por exemplo, para deixar a navegação mais atrativa e intuitiva.

Inclua formulários de contato e/ou newsletters. Dessa forma, pode-se criar (ou aumentar) a base de clientes interessados em receber suas mensagens. Essa lista é fundamental para a divulgação de promoções e descontos, ou simplesmente para estreitar o relacionamento.

E se o site ficar fora do ar?

Faça uma análise do número de visitantes que o seu site recebe, acompanhe o histórico e, se possível, compare com o do ano anterior. Existem diversas opções, como Hospedagens ou Clouds, para ampliar a capacidade, mas é preciso entender o tamanho do negócio e o quanto pode-se investir em infraestrutura.

Como dito anteriormente, a estimativa é que o acesso às lojas virtuais durante a Black Friday cresça em torno de 20 vezes em relação aos dias regulares.

E-mail Marketing para avisar os clientes sobre os descontos?

É fundamental que os consumidores saibam o que acontece no e-commerce. As ferramentas de e-mail marketing são importantes para mantê-los atualizados sobre as novidades, promoções e novos produtos ou serviços. Assim, quando a Black Friday chegar, já haverá uma base trabalhada e engajada.

Uma campanha de sucesso depende, e muito, de um bom planejamento e de muita pesquisa.

O e-mail marketing tornou-se a técnica mais eficaz para venda online. Pense nisso, quantas vezes você ouve sobre ofertas ou descontos das marcas que você gosta em newsletters que você recebe? Muitas.

Ter uma ferramenta de envio de e-mail marketing profissional para criar campanhas tornou-se essencial para qualquer empresa. Mas hoje vamos dar algumas dicas para fazer o melhor e-mail marketing comercial e gerar um grande número de vendas por e-mail.

1- Concentre sua mensagem nos benefícios do seu produto

​Quando você cria as campanhas projetadas para vender seus produtos, há algo que você não deve esquecer: o único protagonista desses e-mails é o produto.
 
É essencial que, ao longo do e-mail, destaque as qualidades de seus produtos, a utilidade que eles possuem e os benefícios que serão obtidos por aqueles que os adquirem. Ele deve provocar o desejo de comprar, e não se esqueça, crie a necessidade. Convença o usuário de que ele precisa do produto. As razões podem ser milhares: é o melhor do seu setor, é a última moda, usado pelas estrelas de Hollywood…
 
Um elemento muito importante que aumentará suas vendas por e-mail são as imagens que você incorpora na campanha de e-mail marketing. Pense que essas imagens são a única referência que tem o destinatário do produto, então adicione a melhor que você tem.
 
As imagens devem ser feitas por profissionais e estar em alta qualidade. O produto deve ser apreciado perfeitamente e deve fazer com que você clique para saber mais sobre ele.

2- Ofereça descontos e ofertas reais

É muito importante que o que você anuncia no seu e-mail seja totalmente verdadeiro. De acordo com o estudo realizado em 2016 pela ONG FACUA, 82% dos consumidores consideraram que as empresas distorciam seus descontos.

Um anúncio enganoso fará com que os usuários acessem seu site uma vez, mas, se não houver descontos reais ou apenas tenham o desconto se gastarem mais que X$, eles não confiarão em você e irão sair da sua lista de contatos.

A Black Friday é propícia para fazer ofertas de todos os tipos. O mesmo estudo já acrescentou que oito consumidores em dez acreditam que as empresas oferecem descontos falsos durante essas festividades. Eles consideraram que o desconto que eles encontraram não foi aplicado no preço real.

Agora você pode aproveitar as festividades para gerar mais vendas por e-mail não usá-los como isca, pensar em uma estratégia que é benéfica para ambas as partes e deixar claro as vantagens de comprar nesse dia ou semana.

3- Use uma linguagem emocional e não racional

Uma conexão com seus destinatários é básico para criar motivação e desejo de compra. Se você usa uma linguagem séria, seca e sem emoção, dificilmente conseguirá bons resultados.

Você precisa recorrer ao usuário, usar um tom confiável e uma linguagem emocional. Storytelling funciona, você precisa de pessoas para se identificar com a marca e torná-la sua. Isso se reflete em seus produtos.

4- CTA efetivo, vendas seguras

Para obter vendas por e-mail, há um elemento muito importante e são chamadas para ação (CTA). Estes são os responsáveis ​​pela geração de tráfego para a sua página online.

A chamada para a ação eficaz é aquela que se destaca sem perturbar… Não coloque desenhos ou efeitos que não estão em sintonia com o resto da newsletter. Normalmente, os CTAs são tipicamente imperceptíveis.

As chamadas para ação devem abordar diretamente o que está sendo falado no e-mail. Se você levar o assinante para a Home, talvez fique cansado e desista antes de chegar ao produto. Quanto mais fácil para o usuário, melhor. Elimine todas as barreiras possíveis.

Se você fala sobre descontos em camisas e o CTA leva diretamente para essas camisas, ótimo. Não desperdice o tempo do usuário fazendo-o navegar sem necessidade.

Se você seguir estas dicas verá como suas vendas por e-mail aumentarão gradualmente. Fazer campanhas de e-mail marketing é a técnica mais rentável e eficaz no mercado, não perca!

Texto publicado anteriormente no Blog da Mailify.

As vendas da Black Friday no e-commerce devem atingir R$ 2,1 bilhões, um crescimento de 15% em relação a 2016. A estimativa é que o número de pedidos aumente 7,7%, de 2,92 milhões para 3,1 milhões.

Na onda de resultados positivos, a projeção para o tíquete médio é de R$ 695, ou seja, alta de 6,4%.

“A expectativa de crescimento para 2017 está baseada no aumento do número de consumidores virtuais e na melhora do cenário econômico com controle da inflação, diminuição da taxa de juros e o índice de desemprego. O consumidor está mais confiante de que o pior da crise já passou, por isso deve usar parte do 13º salário para comprar na Black Friday”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Uma pesquisa desenvolvida pela Ebit para entender o comportamento dos consumidores virtuais no evento aponta que 81% dos entrevistados pretendem consumir durante a Black Friday.

Os dados apontam que 41% dos entrevistados pretendem aproveitar a Black Friday para adiantar as compras de Natal, mas não necessariamente para comprar presentes. Apenas 18% dos consumidores pretendem comprar para presentear, enquanto 59% compram item para uso próprio.

Eletrônicos lideram o ranking de intenção de compras, com 34%, seguido de eletrodomésticos (27%), informática (24%), telefonia e celulares (23%). Esta última categoria é a de expectativa de tíquete médio mais alto, de R$ 1.236.

“A data ainda tem muito para crescer no país. Prova disso é que 38% dos consumidores falam que não compram porque não acreditam nos descontos. Com a consolidação da Black Friday, a tendência é que essa desconfiança diminua e a adesão aumente. Na comparação com o ano passado (41%), registramos uma queda de 3 pontos percentuais”, afirmou Guasti.

Leia mais sobre o mercado de e-commerce:

Os números do mercado de E-commerce

Infográfico Ebit destaca o perfil do consumidor e apresenta todos os dados sobre a principal data do varejo eletrônico brasileiro

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturados pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$753, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index.

“Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

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