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Copywriting é o método que consiste em produzir conteúdos para promover e/ou vender ideias, produtos e serviços. São técnicas aplicáveis em qualquer tipo de texto, não importa tamanho ou local de publicação — blogs, e-commerces, redes sociais, e-mail marketing ou materiais impressos.

Os objetivos são gerar engajamento, influenciar uma ação por parte do público e converter mais. Se usada da forma correta, essa estratégia impactará positivamente no relacionamento com os clientes e nas receitas da sua empresa.

Diante disso, destacamos uma lista com 6 técnicas fundamentais de copywriting para sua escrita envolver mais o público e gerar mais vendas. Confira!

Estude a sua persona

Se em vez de um texto, você conversasse pessoalmente com um cliente, qual seria o assunto e de que forma você reproduziria o conteúdo?

Essas duas perguntas resumem o quanto é importante entender como o seu público pensa e qual a melhor maneira de fazer ele assimilar sua proposta. Só assim você saberá as dores do seu consumidor, quais soluções espera, a razão de ele ser seu cliente, a linguagem a ser usada etc.

Defina uma meta

O que se espera atingir com determinado texto? Que ação os leitores devem tomar ao final do artigo que você está escrevendo?

Se você tem um objetivo claro para cada conteúdo que está sendo produzido, a escrita se torna mais fácil e você não se perde no meio do caminho. Essa finalidade pode ser um comentário, conversão em lead, engajamento, geração de mais tráfego para o blog/site ou finalizar uma venda.

Tenha clareza e objetividade

São dois itens que devem ser incorporados em qualquer texto para melhorar sua compreensão. Seja claro para que o público não tenha uma leitura difícil, procure usar termos mais simples e menos rebuscados.

Por último, escreva de forma de objetiva para que o conteúdo não fique confuso e as pessoas não demorem a entender as informações passadas.

Crie empatia com o público

Anteriormente falamos em conhecer as dores do seu consumidor. Então, essa é uma das principais chaves para estabelecer uma aproximação com o leitor. Se você entende dos problemas dele, deve explorá-los no texto, inclusive propondo soluções para que o público se identifique.

Outras formas de gerar empatia são chamar o leitor por “você”, pela profissão ou grupo (quando o foco do conteúdo está em um nicho específico), além de eliminar possíveis excessos de adjetivos e opiniões pessoais.

Use storytellings

Histórias boas e bem contadas costumam chamar a atenção e prender o interesse do público. A maioria das pessoas gosta de acompanhar uma narrativa envolvente, como as descritas em filmes, músicas, conversas com amigos e até em propagandas (como esse exemplo da Nissan abaixo).

Entenda: Homem anuncia seu carro velho de forma tão genial que a própria Nissan quis comprá-lo

Seus textos também podem ser assim, o ponto é fazer com o que o leitor se identifique com os elementos da história e apresentar sua proposta de valor sem ser impositivo.

Torne os textos mais lúdicos

As comparações, analogias, metáforas e exemplificações são algumas formas de tirar o seu leitor do campo teórico e ir para o prático. Aliás, isso costuma até ajudar no entendimento do texto, pois as pessoas passam a ter uma ou mais referências para que determinadas ideias sejam assimiladas.

Poderíamos comparar o copywriting, por exemplo, a um candidato de uma vaga de emprego que é bem-sucedido na entrevista. O postulante ao cargo provavelmente passou confiança ao entrevistador, mostrou bom conteúdo, foi claro, objetivo e conhecia bem a empresa a qual ele pretendia trabalhar.

Neste artigo oferecemos uma amostra de técnicas básicas e mais avançadas de copywriting. Outros métodos devem ser lembrados, como a revisão, o uso de intertítulos para dividir o texto e a utilização de gatilhos mentais em títulos.

Em suma, o que você precisa ter em mente para ter uma redação que venda é construir uma leitura amigável e um conteúdo memorável ao público. Desse modo ele entenderá sua proposta e terá mais confiança em converter no seu e-commerce.

Você tem mais alguma técnica de copywriting para adicionar à lista? Participe nos comentários e assine a nossa newsletter para ter acesso aos conteúdos do nosso site.

Todo blog de e-commerce precisa de um calendário editorial para que as publicações sejam mais organizadas. Esse é um item muito importante no planejamento de conteúdo da sua marca, pois oferece um maior controle sobre o fluxo de postagens, assegura a previsibilidade e garante o perfeito funcionamento desta estratégia.

Criar um blog não é difícil, no entanto, é importante que ele seja bem detalhado e rico em informações, para que você não se perca futuramente. Confira 5 dicas para você montar seu calendário editorial e organizar o seu blog.

Adote uma frequência de publicações

A periodicidade das postagens de conteúdos dependerá muito do tempo que você e sua equipe dispõem para escrever. Não só isso, nessa conta podem entrar fatores como recursos para investir em redatores terceirizados, densidade dos textos produzidos e engajamento do público.

Pense na seguinte situação: ao montar o blog, foi definido que todos os textos seriam mais detalhados, com o mínimo de 1.000 palavras cada um. Nesse caso, não é necessário postar todo dia, pois esse tipo de conteúdo costuma atrair tráfego por mais tempo e demanda mais pesquisas e um período maior para escrever.

Uma frequência de 1 a 2 textos por semana pode ser o suficiente. O contrário aconteceria com artigos mais curtos, o que permitiria uma maior frequência de postagem.

Estabeleça os formatos que serão adotados

Vamos seguir no exemplo dado no tópico anterior. Se apenas textos de no mínimo 1.000 palavras serão publicados, isso não quer dizer que todos eles deverão possuir o mesmo estilo. Por exemplo, você pode alternar entre listas, guias, tutoriais, estender postagens antigas ou inserir infográficos, imagens e vídeos no meio dos artigos.

A ideia é variar os formatos para não tornar as leituras monótonas, além de analisar quais os tipos geram mais tráfego, tempo de permanência no blog, engajamento, maiores taxas de conversão, etc.

Não se esqueça de colocar metas para cada texto

Espera-se de um blog de e-commerce que ele influencie positivamente nas vendas da sua loja virtual, não é mesmo? Cada artigo publicado precisa cumprir uma missão, logo, é muito importante que você defina qual o caminho que o leitor deve seguir após ler um determinado texto.

Isso normalmente é feito por meio dos calls to action (CTA). Pode ser um convite para conhecer seu e-commerce, assinar a newsletter, seguir seus perfis nas redes sociais ou interagir com um comentário na página. O importante é manter o público envolvido para que, aos poucos, ele adquira mais confiança em sua marca e passe a considerar sua loja virtual para resolver seus problemas.

Não deixe de estudar o seu público-alvo

Analisar o comportamento dos consumidores que você pretende atingir é fundamental e você deve saber disso. Não só para definição de temas, mas, principalmente, para determinar a linguagem a ser adotada nos textos e como os problemas da persona serão resolvidos.

Para ajudar o seu público você precisa entregar uma solução e facilitar o entendimento dele, envolvendo-o e trazendo-o para o universo da empresa.

Monte um calendário para seu blog de e-commerce

Você pode usar ferramentas como o Google Calendar, uma planilha no Excel ou até mesmo um sulfite com post-its. O importante é ter um local onde você possa organizar tudo que será publicado em seu blog — como as datas, formatos dos conteúdos, assuntos, títulos das pautas, palavras-chave, etc. A vantagem do app do Google é que ele emite alertas para que não haja riscos de atrasos e nem de esquecimentos com as postagens.

Esse apoio de softwares e aplicativos é importante justamente para manter uma ordem quanto ao funcionamento do blog, pois muitas vezes o foco dos trabalhos está na loja virtual e a produção de conteúdo pode acabar de lado.

Para criar seu calendário é muito importante também estar por dentro de todas as datas importantes do ano. Pensando nisso, montamos este calendário para você começar:

Antecipe sua estratégia para as principais datas do calendário do e-commerce em 2016

A construção de um calendário editorial para um blog de e-commerce gira em torno de um planejamento bem definido. Ele funcionará como um guia para que você não se perca em relação às datas, formatos e objetivos das postagens, às informações importantes sobre o seu público e à ajuda de tecnologias que facilitem a organização das tarefas.

Se você se interessou pelo nosso texto e quer receber mais conteúdos como esse em seu e-mail, assine a nossa newsletter! 🙂

A criação e divulgação de um livro digital passam por uma série de etapas importantes, que incluem análises, conhecimento técnico de algumas áreas e até mesmo o domínio de ferramentas.

Para aprender como montar um e-book, você e sua equipe devem estar focados, entre muitas outras coisas, nas suas personas, na escolha de temas relevantes, na vontade de escrever bastante conteúdo, no aspecto visual e na criação de landing pages.

Para te ajudar nesse processo, vamos mostrar cinco dicas essenciais para saber como montar um e-book para seu blog. Confira!

Estude as personas para ajudar na escolha do tema

O assunto do seu e-book não deve ser baseado apenas no segmento dos produtos que você vende ou pelos textos do blog. Eles devem ser bases complementares às suas personas.

Por exemplo, se você tem uma loja virtual que vende acessórios de informática, nada adiantaria escrever um material incrível sobre as “5 tendências em tecnologia para desktops em 2016” se o público não demonstrar muito interesse pelo tema.

Você pode analisar os produtos que mais vendem em seu e-commerce, os que mais recebem avaliações positivas ou os que têm as taxas de abandono de carrinho mais altas, e vale lembrar que é importante criar e-books para eliminar qualquer dificuldade da persona, quando o motivo pra desistência não for preço, frete, condições de pagamento etc.

O comportamento dos visitantes em seu blog também pode ser fonte de inspiração, especialmente nos temas de posts mais visitados ou comentários. O importante é que você pense em um e-book que ajude a resolver um problema da sua persona.

Defina o tipo e escolha um título matador

Quando falamos em tipo de e-book, estamos nos referindo as estruturas de conteúdo que ele pode ter, como Guias, Tutoriais, Listas e Glossários. Isso está diretamente ligado aos títulos dos e-books, pois geralmente o formato já é exibido logo de capa. É comum encontrar pela internet livros digitais com “15 dicas para…”, “Como fazer…”, “Como aprender…”, “O Guia do…”.

A definição do título tem muita relevância porque é o que mais aparecerá em chamadas para ação em seu blog, nos resultados do Google ou em menções em outros sites. Por isso você deve prometer algo muito valioso para o público logo de cara.

Outro detalhe, não hesite em escrever bastante, é normal que um e-book tenha dezenas de páginas. A chave para a boa aceitação desses materiais é que eles são detalhistas e completos sobre o assunto tratado.

Monte sempre a melhor capa

O desenho da capa é muito importante, já que ele é uma espécie de cartão de visitas do seu e-book. Aqui entra a parte do conhecimento técnico e do domínio de ferramentas. É bom saber ou ter alguém na sua equipe que trabalhe bem com Photoshop, Indesign, Corel ou até mesmo Power Point.

Não necessita ser nenhum expert, porém quanto melhor visualmente sua capa estiver, mais chances de conversão.

Use imagens e links

A vantagem de um e-book é a variedade de itens que podem ser acrescentados. Aproveite essa liberdade e coloque imagens para ilustrar os conceitos passados no texto, usar somente palavras pode tornar a compreensão mais difícil e a leitura entediante.

Já os links podem ser interessantes para você gerar tráfego para páginas do blog e, principalmente, do seu e-commerce – quem sabe conversões não surjam diretamente do seu livro digital?

Crie uma landing page atraente

As páginas de inscrição são fundamentais para você atingir o primeiro objetivo do seu e-book: a conversão, ou seja, o download.

Nas landing pages, o visitante normalmente só tem a opção de colocar seus dados para baixar o material ou fechar a página. Logo, trate de expor os principais benefícios do seu livro digital para o consumidor claramente, explique um pouco do que terá ao longo do e-book e não enrole muito. Se ele já chegou até esse ponto, é porque ele já está interessado em seu material.

O e-book é uma das formas mais interessantes de educar o mercado, melhorar a relação da marca com o consumidor, crescer sua lista de contatos e nutrir seus leads.

Agora que você sabe como montar um e-book, recomendamos a leitura dos 6 mandamentos para criação de conteúdo, pois será bastante útil nos momentos que você precisar de uma forcinha na escrita.

Em nosso site já mostramos como um blog pode agregar muito valor a um e-commerce no contexto do marketing de conteúdo. Se você se convenceu que esse canal é ser útil para aumentar as visitas e, principalmente, as conversões em sua loja virtual, pode ter certeza: já está um passo à frente em relação à grande parte do mercado. O primeiro passo para se organizar melhor quanto a isso é fazendo um planejamento de conteúdo.

Mas por que um plano é tão importante? O marketing de conteúdo feito em blogs não é um processo tão simples. Pequenos erros em sua concepção inicial fazem com que todo o resto sai prejudicado. Em função disso, vamos passar pelos principais pontos que precisam ser estudados antes de você criar seu blog e publicar artigos. Confira!

Tenha objetivos e metas claros

Como qualquer estratégia de marketing digital, o planejamento de conteúdo para blogs precisa contar com um horizonte que seja realista e que justifique sua execução. Comece respondendo as seguintes perguntas:

 O que você almeja com o blog?
 Quais resultados são esperados em X meses (ou anos)?

Seus objetivos podem ser a geração de mais leads, aumentar o tráfego do e-commerce, fortalecer a relação entre marca e consumidores etc. Já as metas são mais quantitativas, como gerar 25.000 leads em 12 meses, ter um aproveitamento de 20% de conversão em vendas do tráfego vindo do blog ou outros exemplos ligados ao seu objetivo.

Defina KPIs e métricas para acompanhar os resultados de seu planejamento de conteúdo

De nada adiantaria estipular grandes objetivos e metas se você não puder comprovar os resultados. Logo ao definir aonde quer chegar, estabeleça índices que o auxiliem a monitorar os resultados obtidos.

Concentre-se nos indicadores mais relevantes para o que mais interessa em seu e-commerce: vendas. Por exemplo, leads gerados a partir do blog, vendas originadas do blog, taxa de conversão de visitantes vindos do blog, entre outras métricas. Leia também: 7 métricas para mensurar o desempenho de seu Inbound Marketing

Foque nas personas

Elas formam a parte mais importante da existência do seu e-commerce e assim será com o seu blog. Aqui vale ressaltar mais algumas questões necessárias antes de seguir com o planejamento: Quais são as maiores dúvidas do meu público? Como meu conteúdo pode resolver esses problemas? Como o meu blog poderá ajudar a minha persona a tomar uma decisão de compra mais segura?

Existem outras questões que devem trabalhadas, mas o foco principal deve ser na forma como você irá ajudar a sua persona. Você também pode definir outros pontos importantes a respeito da linha editorial, como a linguagem adaptada ao perfil do público e o tamanho dos textos, por exemplo.

Para as personas veja este conteúdo: Superpersona: A ferramenta para criar uma Buyer Persona

Escolha cuidadosamente as palavras-chave

Esse é um fator que também está ligado à linha editorial do seu blog. São as palavras-chave que definirão os temas de um ou de uma sequência de artigos. A sua importância está na intenção de conseguir o melhor posicionamento nos motores de busca (Google, Yahoo, Bing).

Não hesite em lançar mão de ferramentas como o Keyword Planner e SEMRush para conseguir as melhores palavras-chave na sua área e ou nos segmentos dos seus produtos.

Mais sobre entender as tendências de busca: Como identificar produtos em alta para vender pela Internet

Crie um calendário editorial para organizar suas tarefas

A ideia é construir um cronograma semanal, mensal ou com qualquer outra frequência que organize a rotina do seu blog. Desde os temas, o tipo de conteúdo (se será para topo ou meio de funil), formato (texto, infográfico, e-book, áudio ou vídeo), palavras-chave, títulos, redatores, dias de publicação, dias de reuniões de pauta, enfim, tudo que centralize em um único lugar as atividades do blog.

Entre as ferramentas para cumprir esse papel, duas opções interessantes são o Asana e o Trello.

Montar um planejamento de conteúdo pode dar um pouco de trabalho no início, mas os seus resultados são compensadores. Você tem uma estratégia mais sólida e uma equipe mais preparada para colocar as ideias em prática. Portanto, valorize essa etapa, se antecipe aos possíveis equívocos e elimine-os já em seu plano.

Saindo do planejamento de conteúdo, é hora de colocar a mão na massa. Veja como criar um blog de sucesso para o seu e-commerce. O autor garante resultados certeiros! Portanto, vale conferir. 😉

Recentemente, o especialista em marketing digital Gregory Kennedy, em parceria com a equipe do Kissmetrics, lançou um estudo interessante relatando os principais erros em marketing de conteúdo que ele identificou em 2015.

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Perfil de Gregory Kennedy no LinkedIn.

Nesse artigo vou mencionar os 4 que considero os mais importantes e, com base no artigo original (link no fim do post), propor soluções adequadas a realidade do mercado nacional.

1- Impaciência

Após concluir seu artigo, e-book, vídeo e/ou afins, vem a ansiedade por resultados.

Se no mercado norte-americano isso acontece, no Brasil é ainda pior por conta da nossa cultura imediatista. Repare que o norte-americano, de modo geral, pensa sua renda de forma anualizada enquanto aqui vivemos no sufoco do mês a mês.

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“Acertar na mosca” requer paciência e processo.

Gregory recomenda os 3 passos a seguir:

a- Promova

Identifique os locais onde seu público alvo se encontra na web. Alguns exemplos:

• Grupos de Facebook e LinkedIn.
• Seção de comentários em um blog onde um webinar foi apresentado.
• Seção de comentários em vídeos sobre o assunto no Youtube.

Atenção: não existe “bala de prata”! O local vai variar de acordo com cada negócio.

b- Eduque

Uma vez identificados os locais, não adianta colar o link para seu conteúdo e achar que todos vão clicar. No máximo será visto como um “spammer“, aquele que faz spam.

Explique de forma sucinta, em um parágrafo curto, o assunto que o seu conteúdo trata. Se for realmente relevante, os interessados no tópico vão clicar para saber mais.

Por tanto, para pavimentar o caminho para captura de leads:

• Crie conteúdo que ensine algo relevante ao leitor.
• Não tenha receio de citar técnicas de terceiros, os respectivos especialistas e outras empresas.
• Dê os devidos créditos, sempre!

c- Capture

O exercício de paciência começa quando a captura de lead é o terceiro e não primeiro passo.

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Não é objetivo desse artigo explicar como capturar leads. Por tanto, fica o link para um ótimo artigo (5 tipos de iscas para geração de Leads) da Resultados Digitais que trata do assunto.

Por hora, vamos focar nos erros e suas soluções.

2- Mais foco em si do que no leitor

A partes do conteúdo onde são citadas sua experiência pessoal ou em seu negócio devem ser encaradas como coadjuvantes.

O foco é desenvolver conteúdo relevante em ajudar o leitor a atingir seus objetivos. Gregory mostra o foco ideal a ser mantido no item 5 da imagem a seguir:

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Tradução: 1) Conteúdo engajante; 2) Conteúdo em troca de informação; 3) Formas de geração de lead; 4) Conteúdo possível de se produzir; 5) Ponto ideal; 6) Blos, infográficos, videos, listas de e-mail e redes sociais.

3-  Muita ambição que resulta em pouca execução

Erro clássico que costuma atingir empresas que estão começando a investir em marketing de conteúdo.

Encantados com conteúdos bem produzidos por empresas que além do tempo de experiência possuem recursos necessários, a equipe subestima formas simples de começar e opta por mídias mais complexas como vídeos, webinários, e-books, dentre outros.

A fórmula de um possível fracasso é então produzida:

• Mais tempo e dinheiro alocado, mais caro e lento será seu aprendizado.
• Quando há investimento explícito de dinheiro, a pressão por resultados aumenta e tende a ficar somente no âmbito financeiro.
• Quando as infladas expectativas não são atendidas, o resultado é a frustração da equipe e falta de confiança na estratégia de marketing de conteúdo por parte de gestores impacientes. (Lembra do primeiro erro? Sim, a impaciência ataca novamente!)

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Tradução: Aqueles que priorizaram artigos em blogs tem 13x mais chances de ter ROI positivo em sua estratégia de inbound marketing.

Comece simples: Um bom aprendizado é começar a escrever em blogs de parceiros. Dessa forma é possível testar de maneira rápida diferentes tópicos e canais onde divulgar seu material.

Assim você ganha experiência e será mais assertivo quando possuir recursos para investir em mídias mais complexas.

4- Ignorar parcerias

Esse é um complemento ao item anterior. Não comece sozinho, faça parcerias com empresas que possuem blogs que se comuniquem com seu público alvo e cujo serviço seja complementar ao seu. Algumas razões e dicas fundamentais:

• Seu artigo pode ajudar a complementar a produção de conteúdo da empresa parceira. Portanto, invista em tópicos que complementem as duas empresas.
• Você conta com a audiência e tráfego que a empresa parceira já construiu.
• Eles serão importantes validadores da sua forma de escrever e tópicos escolhidos.
• Discuta formas de divulgação do conteúdo no blog deles e ofereça contrapartidas. Provavelmente eles solicitarão algum tipo de divulgação para sua base de clientes, em vista de você utilizar o tráfego do blog deles.

Testes seus conhecimentos em Marketing de Conteúdo

Publiquei este texto anteriormente no Blog da Izzui.


Fontes: Content Marketing Mistakes Made in 2015 — and Ways to Improve Next Year – http://pt.slideshare.net/kissmetrics/content-marketing-mistakes-made-in-2015-and-ways-to-improve-next-year
[Quiz] What’s Your Content Marketing IQ? – http://hub.uberflip.com/h/i/8897076-quiz-what-s-your-content-marketing-iq

Se ao analisar as principais plataformas de blogging você escolheu o WordPress, está no lugar certo. Para a versão mais robusta, WordPress.org, basta baixar o pacote de instalação e seguir as orientações do arquivo “readme”.

Neste artigo, te ensinaremos a criar seu blog com o WordPress.com. Vamos lá?

1. Clique em “Criar site”

1 Criar site

Primeiramente, acesse o site oficial. Logo nesta página você já terá a opção de criar seu novo blog, mas antes, recomendamos que você confira a seção “Compatível com dispositivos móveis” e baixe o aplicativo para iPhone ou Android, que facilitará bastante o seu dia a dia.

Feito isso, volte para o início e clique no botão “Criar site”. Não tem segredo!

2. Escolha um layout

2 Escolher tema

Começa então a configuração do seu blog. Entre as opções disponíveis, escolha um layout básico (que também poderá ser alterado). São diversos estilos: em formato de galeria, com foco maior em texto, dinâmicos etc.

Clique na opção que mais combina com a proposta do seu espaço.

3. Escolha um domínio

3 Escolher dominio

O próximo passo é selecionar o endereço do seu site. A princípio ele terá a extensão .wordpress.com, mas você poderá configurar um domínio próprio mais tarde.

Para elaborar sua URL, pense em palavras-chave que representem o seu segmento ou a proposta da sua marca, evitando caracteres especiais, números ou termos estrangeiros, que são mais difíceis de serem memorizados.

4. Escolha um plano

4 Escolher plano

Na tela a seguir, você poderá selecionar o plano do seu blog no WordPress. Com o gratuito já é possível ter acesso a todas as funcionalidades básicas de publicação e configuração, como comentamos anteriormente.

Avalie a melhor opção para o seu propósito e avance.

5. Informe seus dados

5 Dados da conta

Por fim, basta informar os dados que serão usados para a sua conta. Preencha os campos com seu endereço de e-mail, usuário e senha. Confirme-os para garantir que não há nenhum erro de digitação (uma letra errada da senha poderá atrasá-lo no futuro) e selecione “Criar minha conta”.

Pronto!

7 Visao geral

A seguir, você será redirecionado para uma tela de boas-vindas da plataforma com sugestões de atividades e links para alguns artigos explicativos. Avançando, acessará o seu painel (ilustrado pela imagem acima) e, a partir dele, poderá conferir as estatísticas do seu blog e gerenciar todas as funcionalidades.

Leia também: Como criar um blog de sucesso para o seu e-commerce. Resultado garantido!

Na aba “Personalizar”, altere seu layout e monte menus. Em “Configurações”, redirecione seu domínio e adicione plugins. Explore o serviço e deixe seu blog com a sua cara!

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

Você quer garantir que seu conteúdo faz sucesso? Nós temos 6 mandamentos para a criação de conteúdo

Você sabe como criar um processo de produção de conteúdo que permita você transformar a sua marca em uma autoridade na mente do seu consumidor?

Hoje, disputamos com milhares de marcas, e centenas de milhares de empresas a atenção de nossos usuários quando o assunto é conteúdo. Toda empresa praticamente tem um blog, com atualizações periódicas, e focam na produção de conteúdo.

Sendo assim, se todos são iguais, como fazer que as pessoas leiam nosso conteúdo ao invés de curtirem e compartilharem o conteúdo de nosso concorrente?

Existem algumas maneiras de garantir que o seu conteúdo seja lido e compartilhado. Para isso é preciso criar um processo funcional.

E é aí que chegamos aos mandamentos para a criação de conteúdo.

6 mandamentos para a criação de conteúdo

A sua empresa está pronta para produzir conteúdo que funciona? Se você quer ter algum sucesso na produção de conteúdo precisa estar atento aos mandamentos para a criação de conteúdo.

Nós fizemos um infográfico para ajudar você a criar o conteúdo que funciona. Veja abaixo.

6-mandamentos-criacao-de-conteudo

Aqui estão os 6 mandamentos para a criação de conteúdo:

1- Escute: redes sociais, telefone, e-mail, representantes de vendas. Não importa onde ou quem esteja falando, escute o que as pessoas têm a dizer sobre sua marca. Essa pode ser a sua melhor estratégia para criação de conteúdo.
2- Seja claro: não crie conteúdo para impressionar ou parecer descolado. Crie conteúdo para educar. Conteúdo não serve para mostrar quão inteligente ou genial você é. Mantenha o conteúdo simples e garanta que sua audiência entenda o que você.
3- Seja criativo: todos nós sabemos que quanto mais conteúdo, maior o número de visitantes no seu blog. Mais importante do que ter visitas, é ser reconhecido como referência no assunto. Garanta que o internauta se apaixone pelo seu conteúdo e volte sempre.
4- Seja honesto: sua honestidade está diretamente relacionada à sua credibilidade. O menor indício de falar sobre algo que não seja verdade pode fazer com que a sua marca perca seu valor e sua audiência exclua você de seus negócios.
5- Pesquise: pesquise o as pessoas querem e precisam ouvir. Existem muitas ferramentas disponíveis que podem ajudar na sua estratégia de conteúdo. Elas indicam quais são as dúvidas, problemas e necessidades da sua audiência.
6- Linha editorial: crie uma estrutura otimizada de conteúdo, visando sempre cumprir os objetivos estabelecidos na criação do projeto. O conteúdo deve responder perguntas, educar seu público, criar autoridade no assunto e converter visitas em vendas.

Você está pronto para fazer o seu conteúdo captar a atenção de seus usuários?

Texto publicado anteriormente no Blog da Excited.

Ter blog é divertido, cria presença na internet e traz um excelente retorno. Apesar de simples, contudo, requer alguns cuidados de criação e manutenção, nem sempre tão claros a quem está investindo nesse espaço.

A seguir, veremos alguns dos erros mais comuns entre blogueiros (iniciantes ou experientes) e o que você pode fazer para evitá-los e garantir o sucesso da sua página:

Promover a “poluição visual”

Já falamos sobre a importância de elaborar um layout harmonioso e sutil para o seu blog, mas é importante reforçarmos essa questão. Cores demasiadamente contrastantes, excesso de fontes e elementos desalinhados podem cansar rapidamente a visão do visitante, fazendo com que ele desista da leitura.

Outro fator que você precisa considerar é a formatação de todas as suas imagens e textos – seguir um padrão visual sempre sugere profissionalismo e dedicação. Use o mesmo esquema de cores e fontes em todo o conteúdo (uma tipografia especial para destacar os títulos ou dar um toque personalizado na assinatura dos posts, por exemplo), buscando manter um certo equilíbrio.

Para todas as dicas, não deixe de ler este artigo: 4 dicas para aprimorar o layout do seu blog

Não caprichar no conteúdo

O ideal é que o conteúdo do seu blog seja realmente relevante para quem o lê e, principalmente, transmita informações verídicas. Não publique nada de que você não tenha absoluta certeza – ou ao menos avise ao público quando algo ainda não está 100% determinado (como a data de um evento ou o valor de um produto não lançado). Evite também propagandas diretas, sem teor informativo.

Transparência é fundamental em todas as relações, e isso inclui a que você, como autor do blog, construirá com os seus leitores. Fazer afirmações enganosas, incertas ou de caráter exclusivamente publicitário pode prejudicar gravemente a sua credibilidade. Produzir conteúdo de qualidade não é fácil – requer pesquisa e constante aprimoramento – mas, sem dúvida, vale a pena.

Não criar páginas institucionais

Muitas vezes deixadas em segundo plano, as páginas institucionais podem dizer muito sobre o seu comprometimento com o blog e são um excelente recurso para trazer informações importantes que nem sempre cabem nos posts.

A página de “Sobre”, por exemplo, permite ao leitor conhecer um pouco mais de você ou do seu negócio. É o espaço ideal para contar sua história, apresentar a proposta dos seus produtos e convidá-lo oficialmente a conhecer sua loja virtual, por exemplo.

Outra página bastante comum e relevante em blogs é a de “Contato”. Nela, é possível incluir um formulário ou simplesmente informar seu endereço de e-mail e suas redes sociais. Assim, quando um visitante quiser falar com você de maneira “particular”, saberá exatamente onde procurar o melhor canal.

Ignorar a usabilidade

A usabilidade é um ponto importante a ser considerado no desenvolvimento de qualquer página da web – e não seria diferente com o seu blog. Coloque-se no lugar do seu leitor e avalie sua experiência de navegação. O que pode ser aprimorado para que ele permaneça por mais tempo em seu espaço?

Um elemento muitas vezes esquecido de ser avaliado pelos blogueiros é o sistema de comentários. Algumas plataformas como o Blogger e o WordPress oferecem um incluso, mas será que ele é suficiente?

Dependendo da sua demanda e dos dados que você deseja obter do seu público, pode ser interessante procurar um serviço diferente, como o Disqus ou o próprio sistema do Facebook. Não se esqueça também de desativar o captcha, que faz muitas pessoas desistirem de escrever.

Verifique ainda cada um dos recursos do seu blog para analisar se eles não estão deixando o carregamento da sua página mais lento. Talvez seja necessário reduzir a quantidade de plugins ou publicar vídeos com qualidade mais baixa.

Por fim, ative o feed do seu blog. Atualmente, muitas pessoas preferem acompanhar postagens por meio de um centralizador de conteúdo como o Feedly e o Bloglovin, que agrupam novidades de diversas páginas para que seus usuários ganhem tempo.

Leia tambémComo criar um blog de sucesso para o seu e-commerce. Resultado garantido!

Deixar de responder comentários

O grande trunfo dos blogs é possibilitar um diálogo constante e diversificado entre quem lê e quem escreve. Depois que as pessoas encontrarem o seu e se manifestarem, você precisará continuar a interação – ou todo o trabalho para atrai-los terá sido em vão.

Se você realmente deseja ver seu blog crescer e desenvolver um relacionamento com o seu público, separe um tempo diário ou semanal para responder aos comentários, fazendo outros questionamentos para prolongar a conversa. É com essa troca que você conquistará leitores fieis e interessados em saber o que você tem a dizer.

Tudo certo?

Prestando atenção a esses fatores você terá um blog atrativo e agradável aos visitantes. Nos próximos posts, aprenderemos a analisar os resultados do seu trabalho e tomar novas direções.

Este texto foi publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

Vivemos em uma era onde potenciais clientes estão dispostos a pesquisar e estudar a respeito de um produto ou serviço que desejam.

Nesse contexto, produzir conteúdo relevante virou padrão de marketing e não é mais um diferencial no e-commerce, portanto concorrentes agora brigam pelo maior engajamento possível.

Com base na experiência da minha equipe, separei 4 dicas para aumentar o engajamento em seu conteúdo.

1. Não existe “bala de prata”

Dizem que vídeo é a mídia que mais engaja, porém não é tão relevante ao segmento que acessa seu conteúdo via celular em locais onde a conexão móvel é de baixa velocidade ou inconstante (Metrô, por exemplo).

Portanto, experimente diferentes mídias para diferentes segmentos e dispositivos.

2. Recicle seu conteúdo: teste diferentes formatos e canais

Em complemento a dica anterior, aquele seu artigo bem-sucedido pode ter o alcance ampliado se entregue em outro formato como, por exemplo, infográfico ou e-book em uma landing page para captura de leads.

Esse artigo que escrevo pode virar uma apresentação no SlideShare ou Prezi, e gerar leads de interessados no assunto.

3. Separe campanha mobile e desktop

Dica que vale para o Facebook mas é importante checar o comportamento de outras mídias. Se o objetivo é cliques para levar tráfego para seu conteúdo e gerar leads, você pode ter problemas se não separar as campanhas.

Segundo o relatório da Oribi, “[…] usuários mobile tendem a clicar mais, porém converter menos. Nesse caso, o Facebook passará a exibir mais sua propaganda aos usuários mobile que clicam mais que os do desktop”.

4. Identifique e recompense os mais engajados

Concursos culturais podem ajudar, pesquisas de conhecimento também, nesse caso você pode usar o Survey Monkey. Se além do e-commerce existem lojas físicas, estimular o check-in no Swarm é interessante à marcas cujo conteúdo propõe experiência além do site.

Sistema de ranking também é bom para identificá-los e fazê-los competir pelo posto de mais engajado. Nesse caso, o Izzui é uma alternativa interessante para empacotar seu conteúdo de forma a identificar os mais engajados. Porém, atenção ao contexto. Há assuntos que ninguém quer ser identificado como expert.

Então, o que você tem feito para aumentar o engajamento no conteúdo produzido pelo seu e-commerce? Compartilhe suas dicas nos comentários. E fiquem à vontade para entrar em contato comigo em caso de dúvidas.

Abraços e bom engajamento!

Buyer Personas são personagens fictícios que descrevem os padrões de comportamento dos seus usuários e clientes ideais. As personas ajudam a refinar suas atividades de marketing por meio de pesquisa.

Por que seu negócio precisa de Buyer Personas?

Vou citar 6 motivos para você entender porque é necessário criar personas para o seu negócio.

1 – Conseguir o tipo certo de tráfego, leads e clientes.

Uma das funções do inbound marketing é atrair o tráfego e os leads certos para o seu negócio. Você deve perguntar a sí mesmo: Faz sentido meu site ou blog ter 500 mil visitas, se no final eu consigo apenas 10 leads e 1 cliente?

O ponto aqui não é perder tempo e nem esforços em tráfego que nunca vai comprar de você ou ajudá-lo de alguma maneira.

2- As buyer personas ajudam sua empresa.

Os profissionais de marketing se tornaram os principais agentes de mudança nas empresas. A buyer persona tem um grande impacto na sua empresa, mudando a organização para melhor. Esse impacto gerado pelas personas levará mais tráfego e novos leads ao seu negócio.

Se você definiu bem as suas buyer personas, o seu time de vendas vai saber com quem e como fechar a venda de maneira clara e mais rápido. Após a sua equipe de vendas concretizar a venda, o seu suporte ao cliente vai ter um entendimento maior sobre seus clientes e também saber como atendê-los.

3- Desenvolver um produto novo.

Quando você investe tempo desenvolvendo sua persona, você percebe oportunidades para criar novos serviços e produtos. E também poderá melhorar os que você já tem.

4- Aprender onde as pessoas gastam seu tempo online.

Você sabe onde seus ideais clientes passam a maior parte do tempo na internet? Facebook? Blogs? Linkedin? Twitter? Uol?. Se for em blogs, em quais tipos de blogs? quais especificamente?

Depois que você descobre onde seus clientes ideais estão, você tem alguma estratégia específica para atingi-los? São muitas perguntas, mas é necessário que você tenha resposta para todas elas.

5- Para ter sucesso com inbound marketing, você vai precisar usar as Buyer Personas em cada atividade de marketing.

Cada atividade que você fizer será ditada pela sua persona, independentemente se você trabalha no mercado B2B, B2C ou B2G. Quando digo “cada atividade de marketing”, incluímos o seguinte:

  • Estratégia de palavras-chave
  • Artigos no blog
  • Ofertas (guias, e-books, checklists, etc.)
  • Landing Pages
  • Páginas de Agradecimento
  • Nutrição de Leads
  • E-mail Marketing
  • Novos produtos / serviços

O principal motivo para usarmos as buyer personas em todas as atividades que foram citadas acima, é porque elas irão dar foco a atividade específica que será utilizada.

Um exemplo: Quando escrever um artigo em seu blog, você será capaz de visualizar exatamente o cliente ideal com quem quer manter o contato e criar uma publicação direcionada a ele.

Confira a diferença neste exemplo na chamada ou título do artigo:

“10 dicas para ter sucesso”

“10 dicas para ter sucesso com marketing de conteúdo na sua PME”

6- Criação de conteúdo convincente e sabe como lidar com a “dor” / problema do cliente

Quando você conhece suas buyer personas, você passa a conhecer os desafios e os problemas delas. Dessa maneira você cria um conteúdo que vai dialogar com as necessidades e desejos do seu cliente ideal. Assim, eles terão o desejo de consumir a informação que você criou especificamente para ele.

Exemplo: A audiência do seu blog tem um nível elevado de educação, então, você vai precisar desenvolver conteúdos mais sofisticados. Ou talvez, você tem um serviço que é mais caro, no qual vai precisar inserir mais declarações de valor no conteúdo.

O que não é Buyer Persona?

  • Pessoas reais: As personas são personagens fictícios, arquétipos. Enquanto pessoas reais têm idiossincrasias (reação individual própria e típica a cada pessoa.) e diferenças.
  • Influência por mudanças na tecnologia: Personas são descritas por seus objetivos e comportamentos. As buyer personas não variam com as mudanças na tecnologia.
  • Cargos ou Funções: 2 pessoas podem ter a mesma função ou cargo, mas trabalham em negócios completamente diferentes. Um exemplo é quando imaginamos um Diretor de uma ONG e um Diretor de uma Multinacional. São pessoas com o mesmo título, porém, com comportamentos e objetivos bem diferentes.
  • Mercado-alvo: Às vezes pode ser possível que uma persona se encaixe em vários mercados-alvo, e em outros momentos, que várias buyer personas se encaixem em apenas um mercado-alvo. Exemplo de mercado-alvo: 18 a 50 anos de idade, sexo masculino, morando em Florianópolis, ganha mais de R$4.000,00 e adora cinema. Isso tudo não tem nada a ver com os objetivos e comportamentos.

Como criar Buyer Personas?

Para criar uma persona, é necessário, que no mínimo tenha os seguintes itens:

  • Nome fictício da buyer persona;
  • Informação profissional (Cargo, empresa, objetivos & desafios, onde procuram informações);
  • Antecedentes pessoais (Idade, família, educação e preferência de compra).

Perguntas-chave para criar Buyer Personas

Função

  • Qual é seu trabalho e o nível de hierarquia?
  • Como é mensurado o seu trabalho?
  • Como é o seu dia de trabalho?
  • Quais habilidades que são exigidas?
  • Quais ferramentas você utiliza e qual o seu conhecimento?
  • Para quem você se reporta? Quem se reporta a você?

Empresa

  • Em qual indústria sua empresa trabalha?
  • Qual o tamanho da empresa? (Receita, funcionários)

Objetivos

  • Qual é a sua responsabilidade na empresa?
  • O que você dá mais valor?
  • O que significa ter sucesso em sua função?

Desafios

  • Quais são seus maiores desafios?
  • Quais são seus pontos fracos? Como você os resolve?

Onde mais passam o tempo online

  • Onde você pesquisa informações?
  • Quais revistas, publicações ou blogs você lê?
  • De quais grupos e redes sociais você faz parte?

Informações pessoais

  • Qual a sua informação demográfica?
  • Idade?
  • Família? (Ex.: estado civil casado, com filho)
  • Educação (Graduado, MBA, Mestrado)

Preferências de compra

  • Como você prefere interagir com as empresas (e-mail, telefone, vídeo conferência, pessoalmente)
  • Como você usa a internet? Para procurar por soluções e serviços?
  • Como você procura por essa informação? Quais palavras-chave você utiliza para procurar?
  • Qual o tipo de experiência você busca quando pesquisa pelos produtos ou serviços?
  • Qual é sua objeção comum ao produto ou serviço?

Dicas para criar os perfis das Buyer Personas

Agora você vai conferir 5 dicas para criar os perfis de suas personas.

Foque no comportamento

Veja um exemplo de como focar no comportamento:

Gabriel é recém-formado da FGV e começou a trabalhar como desenvolvedor da Apple. Desenvolve aplicativos móveis, que é a sua paixão. Ele também gosta de tirar fotos enquanto passeia pela cidade, capturando olhares únicos. Ele não se considera um artista, mas adora investir em seu blog.

Mantenha fictício, mas realístico

Você não quer usar o exemplo real de um dos seus clientes. A pessoa tem idiossincrasias específicas e talvez não se aplique ao arquétipo que você está construindo.

Use imagens

Para compreender completamente a vida da persona, seus interesses, objetivos e comportamentos.

Conte histórias

Esse é um dos pontos que irá te ajudar a entender bem uma persona. Conte histórias em vez de usar marcadores. Confira o exemplo:

Maria, 48 anos de idade, é mãe de dois filhos. Mora em uma casa própria com o marido Roberto, e seu labrador caramelo Jack, de quatro anos. Toda manhã ela leva Jack para dar uma volta de uma hora no lago perto de sua casa, quando o tempo está bom.

Maria é diretora de uma multinacional, e tem uma boa renda fixa. Ela é cliente do mesmo banco a 20 anos e nunca fez qualquer transação por telefone. Vai toda semana ao banco para conferir seus lucros e aproveita para fazer compras no mercado ao lado.

Foque em um (ou em poucos)

Escolha uma persona como primária e as outras como secundárias. Tipicamente, empresas vão ter entre 1-5 diferentes buyer personas. Crie a mais proeminente e depois desenvolva as outras. De qualquer forma, quando você está criando conteúdo, você deve focar em apenas uma persona. Você também deve identificar personas negativas.

Maneiras de pesquisar suas Buyer Personas

Formulários

  • Sua empresa é B2B ou B2C?
  • Quantos funcionários sua empresa tem?
  • Qual sua função na companhia?
  • Qual o seu maior desafio?

Entrevistas

  • Podem ser pessoalmente ou por telefone
  • Trabalhe apenas com os seus melhores clientes porque são os tipos que você quer atrair mais
  • Explique para seus clientes que você está tentando melhorar seus serviços

Pesquisas e questionários

  • Existem várias empresas / serviços que podem ser usados para coletar dados quantitativos e qualitativos

Lead Intelligence (CRM ou Software de Automação de Marketing)

  • Número de visitas ao site antes da compra
  • Número de visitas ao site depois da compra
  • Número de downloads de conteúdo educativo
  • Treinamento online e gratuito completo

Ouvir seu time de vendas

  • Pratique brainstorm com eles
  • Aprenda com a experiência deles
  • É uma ótima fonte de informação

Como utilizar as suas Buyer Personas

No blog e com conteúdo relevante

Para efetivamente utilizas as buyer personas, você vai precisar desenvolver um conteúdo direcionado para esses segmentos. Exemplo, para os recém-casados, você pode ter um blog que fala tudo sobre casamentos.

Antes de começar uma campanha ou artigo, pergunte a si mesmo “O que a Carol falaria a respeito do casamento? Ela estaria interessada neste conteúdo?”. As buyer personas são únicas no que precisam e no modo como você vende para elas.

E-mails e nutrição de leads

Uma vez que você atraiu as buyer personas para o seu site e eleas fizeram o download de alguma coisa, você pode mandar e-mail com informações mais interessantes e relevantes. É importante que você continue usando a informação que aprendeu sobre elas.

Agora você já vai poder criar suas personas sem dificuldades!

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Conteúdo publicado anteriormente no Superstorm.

Superpersona: A ferramenta para criar Buyer Personas