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Cada vez o marketing digital vem se tornando uma estratégia de grande importância para as empresas, porém poucas empresas veem o potencial do viral para impulsionar a conversão para o negócio.

Segundo a pesquisa realizada pela empresa Bain & Company no final de 2016, apenas 18% do investimento em publicidade das empresas brasileiras é direcionado para mídias digitais. Em 2015 esse investimento chegou a 8 bilhões, sendo a expectativa chegar a 16 bilhões até 2020.

O conceito de viral em vídeos e seus benefícios é pouco explorado pelas empresas e quem ainda não buscou investir nesse formato estratégico está ficando para trás. Isso porque os vídeos virais estão deixando de ser uma tendência e estão se tornando uma realidade dentro do marketing e comunicação digital das empresas.

Por outro lado, mesmo enxergando essa mudança de comportamento, ainda existem empresas que não estão usando da forma correta esse conceito e com isso não atingindo uma conversão da forma desejada. Esse é um principal gargalo de muitas PMEs que não enxergam o verdadeiro potencial de criar esses conteúdos bem elaborado e com as características necessárias que não irá interferir no resultado almejado.

Pensando em como auxiliar as empresas que querem se inserir nessa nova realidade, listei quatro pontos que projetam um vídeo nas redes sociais na rota da viralização:

Roteirização

A maioria dos vídeos viralizados por pessoas é em alguma situação cotidiana que foi filmado por acaso. É a típica frase: pessoa certa no local e horário certos.

Muitas marcas, acreditam que vídeos podem ser viralizados desta forma e acabam forçando uma situação. O internauta dificilmente irá acreditar no conteúdo, por este motivo, é necessário seguir um roteiro, com ideias pré definidas, e um conteúdo atraente que gere curiosidade no outro lado.

Protagonizar o conhecimento

A falta de empatia ou entendimento com quem segue a marca nas redes sociais, faz com que sejam criados vídeos que sirvam apenas para destacar o institucional da empresa, enaltecendo durante minutos a excelência nos serviços que são prestados.

Esse erro é muito comum, pois ninguém quer saber o que a marca diz sobre ela mesma. Para isso, existem outras formas de medir a reputação de uma empresa.

O protagonismo da marca em um vídeo acontecerá quando ela mostrar que entende do assunto, posicionando-se como um especialista de um determinado assunto/tema.

Narrativa

Não basta ter um conteúdo intelectual e informativo para ter uma grande audiência nos vídeos. É necessário que a narrativa seja construída de acordo com o perfil do público que quer engajar.

Além disso, para deixa-lo ainda mais atraente é necessário ter dosagens de perfis, com um pouco de humor e emoção, para envolver ainda mais as pessoas, além de expressões faciais e corporais.

Investimento Técnico

Já ouviu falar da expressão “Comer com os olhos”? Pois é, nos vídeos para redes sociais, também deve-se ter o mesmo pensamento.

Quando um vídeo tem um investimento em iluminação, áudio e edição, as chances dele chamar a atenção do seguidor, aumentam ainda mais.

A necessidade de um bom planejamento de alocação de produtos e a garantia de execução podem ser fatores que trarão o sucesso ou fracasso a uma marca, seja no varejo físico quanto on-line.

A mudança do comportamento do consumidor, que interage cada vez mais em múltiplos canais, além de questões relativas à quantidade de tempo gasto nas lojas, necessidade de grandes estoques e dispensas para armazenamento de produtos, entre outros fatores, são agentes transformadores da evolução dos processos não só no varejo, mas também na indústria.

Com isso em mente é importante buscar novos formatos de exibição, para garantir a sobrevivência e a competitividade em espaços cada vez mais reduzidos.

A exibitécnica – termo utilizado para descrever o modo que o produto vai ser exposto de acordo com as estratégias de Trade Marketing formuladas pela indústria para garantir a melhor visualização dos produtos no ponto de venda – é responsável pelo desenvolvimento de tarefas como comunicação, exibição e mão-de-obra (do profissional de marketing responsável pelo planejamento ao funcionário alocado no ponto de venda exclusivamente para garantir a boa apresentação dos produtos).

Mesmo com essa ferramenta à mão, um dos maiores erros das empresas ainda é a falta de inovação derivada do receio em não conseguir aplicar no e-commerce variações das exibitécnicas consolidadas do mercado físico. Um exemplo é a parreira de ovos de Páscoa, case dos anos 1980 usado ainda hoje como estratégia nos supermercados e lojas de departamento. Como replicar experiências como essa nas lojas virtuais? A resposta é o Digital Trade Marketing.

Quando falamos na questão exibitécnica, temos alguns desafios. O primeiro deles é o tipo de público que vamos atingir. Em segundo lugar, a capacidade e mão-de-obra necessárias para a execução do planejamento. A realização de um bom plano estratégico para colaborar com os varejistas e garantir uma exibitécnica qualificada é fundamental para gerar um incremento de venda. 

Exibir de forma adequada os atributos dos produtos

No estabelecimento físico, cada espaço tem um papel importante, dependendo do momento, ciclo de vida do produto e campanhas de divulgação. Por exemplo, no lançamento de uma bolacha recheada, utilizar uma disposição em ilha no supermercado gera menos resultado do que a exposição na gôndola junto com outras ofertas do mesmo produto, pois é nesse momento de decisão, tendo em base a comparação com os demais concorrentes, que o consumidor decidirá se vai experimentar a novidade ou não.

Já no e-commerce vale o velho ditado: a primeira impressão é a que fica. Passa a ser fundamental a exibição dos produtos de acordo com parâmetros predefinidos pela marca. É preciso dar atenção ao cadastro do produto, exposição das informações, qualidade dos textos. As fotos devem estar nítidas e as descrições cada vez mais completas. Os vídeos institucionais também são uma boa aposta.

É importante focar em como expor melhor o artigo, garantindo o destaque dos mesmos em um ambiente competitivo.

Algumas dicas na hora de criar a estratégia para apresentar os atributos: o cliente precisa ter total compreensão do que é o produto, e quem produziu; a proposta de valor deve estar clara (exemplo: shampoo cachos macios).

No varejo físico o benefício ou diferencial de cada item devem estar não só na embalagem, mas em aplicações como banners, catálogos, etc.; no on-line, o descritivo precisa estar com o maior número de detalhes possível.

Todos os exemplos citados mostram que não é possível ignorar a experiência do consumidor. A fidelização, experiência, estímulo e todos os processos trade marketing – tanto no e-commerce quanto no varejo físico – são necessários para garantir que o produto continue sendo adquirido pelos distribuidores e varejistas.

Esses fatores estão atrelados à capacidade da indústria em garantir a vitória frente a seus concorrentes no ponto de venda, no momento de pesquisa e consulta da sua necessidade ou desejo de consumir aquela categoria.

Mais sobre como melhorar sua página de produtos:

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

Como a Red Bull se tornou referência em Marketing de Conteúdo

Nunca fui muito fã de dar aulas, sempre tive problemas com a timidez e fico tenso (dias antes) com a preocupação em trazer conteúdos que realmente sejam interessantes e agreguem valor aos presentes. Entendo que no caso de uma aula de Marketing de Conteúdo (o meu) cria-se uma expectativa maior por isso, ou pelo menos entendo que deveria.

Com o o tempo aprendi a lidar com a situação e hoje é algo até prazeroso (ou quase). Um dos segredos que encontrei para tornar a aula interessante foram os cases. De nada adianta a boa teoria se não mostrarmos uma aplicação prática sobre o tema. E de fato este é o momento que as pessoas mais interagem com perguntas e troca de experiências.

Além disso, o case de uma marca conhecida por todos traz mais que uma aplicação prática, temos neste caso uma amigável familiaridade da plateia. Que empresta suas próprias experiências com aquela marca para um entendimento mais adequado da teoria em questão.

Nesta busca constante por exemplos interessantes estava perdendo um que estava ao meu lado o tempo todo. Explico: como um verdadeiro “ritual” para as aulas, encontrei um item que me ajuda a sentir-se mais seguro, minutos antes do início, bebo uma latinha de Red Bull. Com mais energia e bem disposto, entendo que o discurso fica mais interessante e a performance melhora. Não tenho a noção exata que faz de fato diferença, mas se tornou quase uma superstição.

E era isso mesmo. Estava ali o tempo todo, naquela amigável e simpática latinha de energético…

A história resumida da Red Bull

Ao contrário do que muitos pensam, a Red Bull não é 100% austríaca, pelo menos a origem do produto tem mais história. A bebida foi criada na Tailândia. Diante de uma potencial demanda grande por bebidas na região, o xarope energético que antes era uma quase exclusividade da elite, foi popularizado em uma nova fórmula baseada na hoje já famosa substância taurina.

Porém, o desafio era fazer essa bebida (ainda no formato xarope) chegar ao grande público (trabalhadores rurais, taxistas, etc), quem de fato precisaria de “mais energia” segundo seu criador. Foi então que surgiu a grande ideia de patrocinar o esporte mais popular do país, o Muay Thai, arte marcial local – o futebol deles.

Krating Daeng, vendido na Tailândia.

O sucesso absoluto em seu país chamou a atenção do empresário austríaco Dietrich Mateschitz, com problemas de fuso horário em uma viagem à Tailândia conheceu a bebida Krating Daeng, gostou muito, investiu ($$$) na fórmula do autor Chaleo Yoovidhya e levou para a ideia para a Áustria.

No entanto, alguns ajustes precisavam ser realizados, a marca precisava ser mundial e foi traduzida do tailandês para a hoje conhecida Red Bull. Além da marca, era preciso transformar o xarope, o produto em algo mais fácil e convidativo de ser consumido. Só então foi transformado no modelo “refrigerante”. Mais sobre a história da Red Bull neste vídeo.

A estratégia de Marketing para a operação na Europa

A estratégia de entrada do produto no mercado foi agressiva e com público-alvo bem definido: adolescentes. Já associando o produto à energia, latinhas eram distribuídas em baladas, carros adesivados com latas gigantes, um grande poder de distribuição e a contratação de universitários para representar a marca.

Carro da Red Bull.

Mais do que isso, a bebida entrou no contexto das baladas, virou drink. Foi misturada com inúmeras outras bebidas para se tornar imprescindível em qualquer festa. Movimento semelhante temos hoje à estratégia da Oreo, bolacha (sim, sou de São Paulo) que se tornou ingrediente de várias outras receitas.

Mas cadê o Marketing de Conteúdo?

Em todo lugar com criação de contexto. Como estratégia de branding hoje a associação da marca Red Bull é quase automática: a palavra ENERGIA vêm à mente. Essa associação é simples e direta com os esportes radicais de alta performance. Pense em qualquer esporte maluco ou não, o campeonato será patrocinado pela Red Bull (Motocross, Mergulho, Snowboarding, Skate, Parkour…).

Mas o conceito, aquele mesmo do Muay Thai cresceu, e o apoio ao esporte entrou na cultura da organização. Onde mais estaria esta alta performance? Corridas de carros, claro! Alta velocidade, demanda atenção no nível máximo, altos índices de energia. Eles montaram uma equipe de Fórmula 1.

Leia mais sobre cultura de organização:

Zappos e a Cultura de Atendimento ao Consumidor

O modelo chegou também aos clubes de futebol, o Red Bull Leipzig incomodou o gigante Bayern de Munique e foi vice-campeão da Bundesliga 2016-2017 (Campeonato Alemão), o New York Red Bulls já teve até o lendário jogador francês Thierry Henry como astro e o Red Bull Salzburg é hoje o maior time de futebol da Áustria (venceram 8, das últimas 11 temporadas do país). O Red Bull Brasil, de Campinas/SP, já figura há alguns anos na elite do Campeonato Paulista de futebol. Veja todos os esportes patrocinados pela marca.

Porém, isso tudo é mais do que simples patrocínios. A marca hoje é sinônimo de esportes radicais e atletas de alto desempenho. Através da Red Bull TV e da revista The Red Bulletin gera conteúdo constante sobre o tema. É um novo produto em forma de conteúdo entregue aos seus potenciais consumidores bem diferentes de suas latas de energético.

Os produtos de conteúdo são da Red Bull Media House, outra empresa do grupo, com foco em esportes, cultura e estilo de vida. Conteúdo que virou até filme, abaixo o trailer de The Art of FLIGHT:

Site oficial do filme The Art of FLIGHT

Onde estão as latinhas?

Sem a aparente intenção constante de vender o produto. A marca entrou na rotina e até mesmo no inconsciente das pessoas com a simples associação: alta performance. A Red Bull hoje é conceito puro, traz valor agregado à marca, e o produto em si em muitos momentos é apenas um detalhe. Quando alguém pensa em alta performance, em mais atenção para o trabalho, em energia para um grande projeto, em TCC, praticar esportes, uma única bebida vem à mente… Café Red Bull.

E é exatamente essa uma das melhores definições/associações do conceito do Marketing de Conteúdo:

Segundo o Content Marketing Institute “Marketing de Conteúdo é a técnica de distribuir conteúdo relevante para atrair, adquirir e/ou engajar determinada audiência conhecida com o objetivo de lucrar futuramente com esta audiência”. 

Sim, o conceito habitualmente trata de conteúdo online (não apenas texto, importante destacar), gerado para criar autoridade de marca (credibilidade), para que a marca seja encontrada por consumidores potenciais que já estejam interessados no conteúdo gerado, e que não por acaso conta com exatamente o que a empresa tem à oferecer

Assim, o contato do consumidor com a marca será estimulado por ele próprio, e a empresa aparece como a solução do problema procurado e não como um agente de interrupção de experiência. O relacionamento de negócio, a experiência inicia-se muito mais amigável e sobretudo relevante.

Entende a relação? É exatamente este o conceito da Red Bull, tira do objetivo final (vender bebidas energéticas) e cria um contexto de modo que o público-alvo procure o produto da empresa quando tiver a necessidade que ele se propõe resolver: a alta performance.

E agora a bebida mágica que me traz confiança para falar ganhou um merecido slide da minha aula, o slide que aplica e empresta familiaridade ao conceito principal do Marketing de Conteúdo. Em um case que igualmente merece ser contado repetidamente, como em mais este conteúdo espontâneo gerado por mim para a marca deles. 🤔

Investir em Inbound Marketing não é mais uma questão de estar à frente dos concorrentes: é uma obrigação para um negócio se manter. O Inbound Marketing é um conceito que envolve diversas ações de marketing, sempre focando a comunicação do produto e a construção de um relacionamento com os usuários que chegam até a sua marca.

Utilizar a estratégia de Inbound Marketing permite enxergar todas as pessoas que podem vir a se tornar clientes e se comunicar com cada uma delas de maneira diferente. Com isso, você vai saber exatamente o que oferecer de acordo com o momento, para que o público veja a marca como referência, já que ela consegue suprir as necessidades dele.

Lembrando que são necessárias algumas ferramentas para gerenciar os leads – que são os contatos qualificados de uma pessoa (ou empresa) que demonstra interesse através de algum meio em algum produto ou serviço. Para alertar as empresas, destaco 3 consequências que acredito que vão ocorrer com as empresas que não investirem nestas estratégias.

1- Perda de espaço na internet

Como as técnicas de Inbound Marketing são responsáveis por manter a marca presente na internet e sendo vista por aqueles que importam, que são as pessoas interessadas na área, a falta de investimento vai fazer com que a marca pare de ser vista.

Além de não ser encontrada pelos termos de busca, ela vai perder espaço para os concorrentes que fizerem o investimento primeiro, a concorrência é cada vez maior. Além disso, esse investimento permite destacar-se em nichos específicos, o que permite uma diferenciação dos concorrentes.

Ao perder espaço na internet, e considerando que estar presente no ambiente online é imprescindível, a marca perde sua força em todos os ambientes.

2- Queda no valor da marca

Já se foi o tempo em que o valor da marca era dado apenas pelas estratégias de publicidade. Vivemos na era em que o conteúdo dita as regras. Assim, as marcas precisam oferecer informação e experiência aos usuários, e isso só é possível com o investimento em Inbound Marketing.

Mais do que tudo, as marcas precisam entender que as pessoas não querem saber apenas sobre os produtos ou serviços. Essas pessoas precisam de ajuda, com conteúdo simples e objetivo, que agregue valor de verdade no dia a dia.

Caso contrário, ele explica que a percepção de valor da marca passa a ser menor e pode perder para a concorrência.

3- Estagnação

O Inbound Marketing é o grande responsável pelo crescimento de qualquer empresa, seja qual for o segmento e o foco dela. A empresa que não estiver voltada a nutrir os leads tende à estagnação, e no mercado atual, estar estagnado é o primeiro passo para a crise. Não é só o faturamento e o crescimento da empresa que estão em jogo, mas o valor da marca e o posicionamento da empresa.

Não se trata mais de sair na frente. Com as mudanças rápidas do mercado, já é uma questão de não ficar para trás.

Em meio a uma época que vem sendo marcada pelo crescimento do número de empreendedores no marketing digital, conseguir autoridade na internet e aumentar a relevância da sua marca vem se tornando, como já se podia prever, um ponto cada vez mais crucial.

Vários fatores levam a isso. Entre eles está o crescimento de estratégias eficazes, tanto no marketing de conteúdo em si quanto nas práticas de SEO, fazendo valer aquela antiga máxima de que a alta concorrência implica em serviços mais bem prestados ao consumidor final.

Como para os empreendedores o trabalho de conquistar autoridade na internet é árduo, é preciso saber alguns truques. Neste post, você aprenderá alguns passos importantes para construir uma imagem influente na internet, através de estratégias que não são tão difíceis de aplicar. Confira!

Seja uma autêntica “fonte de conhecimento”

Publicar conteúdo online é como escrever uma obra a ser constantemente referenciada em trabalhos acadêmicos. Quando o autor produz um grande trabalho, cuja consistência é tão grande que suas ideologias contribuem para o aprendizado de várias gerações seguintes, a autoridade conquistada é algo que nada e nem ninguém apagará.

E é exatamente isso que os maiores vencedores do mundo digital conseguem ao fornecer conteúdos autênticos, ricos e informativos. Se você possui o conhecimento, não hesite em deixá-lo disponível para quem necessitar dele futuramente. Deixe o seu legado ao público.

Com o tempo existirão muitos concorrentes procurando fazer conteúdos parecidos com o seu, mas o conteúdo que sempre será amplamente consultado e compartilhado é o original. De forma mais poética, podemos dizer que ser semeado é melhor do que ser simplesmente lembrado.

Ensine primeiro e venda depois

Ofertar uma promessa é algo a ser evitado. Além de não passar credibilidade, estratégias dessa natureza estão próximas de ser extintas do marketing digital — a própria concorrência trata de derrubar essas táticas.

Siga os princípios de inbound marketing, que consistem em fornecer conteúdos ricos e educativos para o público. Sem desembolsar nada os leitores passarão a reconhecer você como uma referência no assunto e então se aproximarão, por conta própria, da sua marca.

Lembre-se de que toda autoridade é construída por valores, portanto esse deve ser o seu foco.

Como criar o melhor conteúdo possível

Produza conteúdos específicos sobre determinado tema

Deixemos de lado um pouco o conceito de funil de vendas — que é imprescindível para o planejamento. Você, caro leitor, já parou pra pensar em como deve ser o conteúdo ideal? Muita gente pode supor que as melhores produções textuais priorizam a quantidade de informações, ou seja, textos que sejam o mais informativo possível.

Porém, por mais informações que você tente colocar em um post, sempre faltará alguma coisa. Fora que um tópico sempre leva a outro, e, por fim, o conteúdo se torna complexo e de difícil compreensão. O que fazer então?

A solução é simples: escolha um tema como base e produza uma série de posts relacionados a ele. Isso comprovará o seu nível de conhecimento acerca do assunto e promoverá um aprendizado ainda maior aos seguidores, dois fatores-chave da autoridade na internet.

Lembre-se de não escrever demais: os textos para internet precisam seguir a dinâmica do resto da rede.

Por que o conteúdo autoral é mais importante que o SEO

Trate o networking como algo fundamental

Ampliar a sua rede de contatos profissionais e marcar presença em eventos importantes — você tem ideia do quanto isso reflete no ganho de autoridade na internet? 80% dos grandes executivos do mercado reconhece o networking como estratégia determinante — segundo pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE) —, e os seus benefícios são nítidos para as empresas de menor porte.

Entre as várias posturas a serem adotadas para ter sucesso com networking, uma delas em especial tem muito a ver com ganho de autoridade e também de notoriedade. Trata-se de ser uma “engrenagem” num círculo social, aquele que apresenta as pessoas umas às outras, o ponto a que a maioria recorrerá em situações diversas. Ou seja, ser um influenciador!

Quando você desempenha um papel de influência entre profissionais e empreendedores de uma mesma área, muitas boas oportunidades surgem. Seu nome passa a ter maior credibilidade, outros influenciadores vão citá-lo e recomendar seus conteúdos, e isso vai refletir significativamente no crescimento de autoridade e notoriedade de sua marca.

Considere o SEO como uma prática relevante

As tendências podem acarretar em algumas mudanças no marketing digital, porém, é certo que durante os próximos anos as estratégias de otimização para motores de busca (SEO) continuarão sendo fundamentais para o engajamento de novos leitores.

Se o seu website não estiver bem posicionado nos resultados do Google, será difícil reforçar o peso de sua marca ao público. Deve-se compreender que o ponto de vista do usuário do Google não é igual ao de quem trabalha com marketing e web. Geralmente, as pessoas consideram as páginas posteriores do Google uma colocação entre os sites menos acessados, o que dá a entender que seu conteúdo não é dos mais qualificados.

Portanto, é altamente recomendável continuar desenvolvendo e aprimorando os aspectos SEO de sua página, até porque somente benefícios serão recolhidos.

Como produzir blog posts e descrições de produtos pensando em SEO?

Invista no design

Um ótimo design gera muito mais do que um bom aspecto ao site. Ao investir em design de bom gosto, que seja responsivo e também funcional para o usuário, sua marca demonstrará, acima de tudo, que se importa em oferecer a melhor experiência possível.

Todo mundo — sem exceção — gosta de sites que carregam rapidamente, que tenham uma navegação simplificada (acessar conteúdos em poucos cliques), compatível com qualquer dispositivo e navegador, e, é claro, com um visual atrativo. Vale lembrar que o público se tornará cada vez mais exigente e aqueles que ignoram a importância disso ficarão para trás.

Tenha uma variedade de materiais em diferentes formatos

Em vez de se basear em pesquisas sobre “qual o formato de mídia preferido dos internautas”, procure ser mais abrangente com relação a isso. Faça dos seus conteúdos algo acessível para todos os gostos e necessidades.

Muitas pessoas têm maior facilidade de compreensão assistindo a vídeos, enquanto outras gostam mais de ler arquivos em PDF (como e-books, pesquisas, tutoriais, etc.). Há também o público que prefira webinars por conta da interação em tempo real, assim como os que acham infográficos mais interessantes.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

Em suma e sem ressalvas: conquistar maior autoridade na internet significa se tornar uma referência consolidada, o que só vai acontecer se o maior número possível de gente interessada no assunto tiver acesso aos conteúdos que o seu site promove.

Por Daniel Silva. Se a sua resposta para o título desse texto for não, então aí vai uma outra pergunta: está esperando o que? Lembro até hoje a primeira vez que ouvi falar sobre o INPI. À época estagiava em uma siderúrgica de grande porte e as idas de uma colega de trabalho ao mencionado órgão eram frequentes.

O INPI ou Instituto Nacional de Propriedade Industrial é, basicamente, um autarquia federal localizada no Rio de Janeiro onde são feitos registros de marcas, patentes etc. Ou seja, regula as normas relacionadas à propriedade industrial.

Se você está se perguntando o que o seu e-commerce tem a ver com isso, continue lendo.

Partindo da premissa de que a sua loja online possui um nome como qualquer outro negócio, se tratando de uma marca, o registro no INPI é visto por muitos como condição sine qua non (“sem a/o qual não pode ser”).

A sua marca é um dos ativos mais valorosos do seu e-commerce e talvez, até o momento, esse detalhe tenha passado despercebido. É o chamado ativo intangível. Uma sugestão de leitura sobre o tema é o livro do autor José Roberto Martins chamado Capital Intangível – Guia de melhores práticas para a avaliação de ativos intangíveis.

No que se refere ao escopo legal, estou restringindo esse artigo aos trâmites atinentes ao órgão INPI sem estender a nossa conversa ao campo contábil com influência direta no balanço da sua empresa. Algo muito mais complexo e carente de explicações profundas. Quem sabe não vira matéria para um outro artigo.

Mas porque registrar a marca do seu e-commerce no INPI?

Indo direto ao ponto: você já imaginou daqui a algum tempo quando a marca da sua loja virtual estiver na boca do seu público-alvo e alguma entidade simplesmente dá o grito dizendo que você não tem qualquer direito sobre a marca, pois não há registro no INPI que lhe assegure esse direito, sendo que o primeiro a ter feito pedido de registro sob a marca foi ele/ela?

Ou seja, ter o desgosto imensurável de ter que trocar de marca por um lapso que poderia ter sido evitado logo no início, não é nada fácil. Você constrói com muito suor a sua marca, taca-lhe pau no branding com toda a sua energia e aí, subitamente: com licença, gostaria de discutir os direitos econômicos sob a minha marca que a sua loja vêm usando há tempos. Funciona como “àquele interessado que primeiro protocolar o pedido junto ao INPI…

De toda sorte, há um aspecto que sinto me na obrigação de alertá-los. Não que seja a minha intenção jogar um banho de água fria, porém, é imperioso adverti-los.

Há casos de marcas que, mesmo efetuando pedidos de registros e inclusive atingir a fase de pós-conclusão dos processos associados no INPI, acabam enfrentando um cenário de disputa judicial.

Você muito provavelmente ouviu falar da batalha travada entre Gradiente e a galinha dos ovos de ouro de Steve Jobs – Apple. Se não ouviu, sintetizando, a Gradiente ganhou o direito de usar a marca Iphone, após finalização do seu pedido de registro, decisão oriunda da autarquia federal.

A Apple buscou a justiça brasileira para reverter o quadro a seu favor e, baseando-se em argumentação cheia de excertos como “empresa revolucionária e pioneira”, “mundialmente conhecida”, “líder das líderes”, foi exitosa perante os juízes que analisaram o caso segundo notícia do jornal Folha de São Paulo. E olha que nesse caso o INPI se posicionou no sentido de defender que o seu ato fosse respeitado – o que fatalmente beneficiaria a Gradiente.

Esse não é o primeiro caso. Recentemente, uma guerra envolvendo os personagens United Airlines, INPI e empresa de transporte rodoviário (Urubupungá) também foi parar na justiça.

Para que fique ainda mais clara a percepção de que o registro do seu e-commerce (logo no início das operações) sela o começo de tudo, tornando ainda mais legítimo o direito que você possui sob a sua marca, ainda que seja contestável na justiça qualquer ato emitido pelo INPI, veja mais um exemplo e dessa vez, envolvendo uma marca detentora de um e-commerce.

A Mary Confecções é dona da marca VIP Reserva focada em camisas masculinas. Inconformada com as operações da marca Reserva pertencente à empresa Tiferet, sem hesitar, munida do seu registro junto ao INPI, entrou na justiça contra a Reserva – desprovida da formalização junto ao INPI.

É que passados 7 anos desde quando a Tiferet começou a explorar a marca Reserva, a empresa foi pega em calças curtas quando o INPI declinou seus pedidos de registro em função do já existente solicitado previamente pela VIP Reserva.

Então, como dizemos nas redes sociais, fica a dica. E você? Acha importante e/ou imprescindível fazer esse tipo de registro junto ao órgão federal?

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Daniel Silva é CEO na Mony Mony, e-commerce de moda feminina.

Texto publicado no E-commerce Brasil.

Você já trabalha sua marca no Instagram? Talvez você esteja olhando para a rede social errada. Dados publicados agora em janeiro de 2015 pelo Pew Research Center mostram que o Instagram superou o Twitter em popularidade entre os adultos dos Estados Unidos em 2014.

O relatório do Pew afirma que 26% dos adultos online nos Estados Unidos usaram Instagram em 2014. Em 2013 o número era de 17% e em 2012, metade: 13%. Em comparação, 23% dos adultos online usaram o Twitter em 2014.

Kevin Systrom, co-fundador e CEO do Instagram contou ao TechCrunch“o que começou como dois amigos com um sonho tornou-se uma comunidade global.” De fato, veja abaixo os dados da pesquisa do Pew Research Center:

Sem filtro: 14 estatísticas para investir em sua marca no Instagram

Os números do Instragram chamam atenção, e olhando como um todo, a ultrapassagem frente ao Twitter parece apenas consequência. Em destaque, mais 14 estatísticas do Instagram melhores que qualquer filtro:

1# O Instagram conta hoje com 300 milhões de usuários ativos mensais (Instagram).
2# Os executivos Instagram miram um número: 1 bilhão de usuários ativos mensais (Business Insider).
3# O Instagram é o 8º aplicativo móvel mais popular dos Estados Unidos (comScore).
4# A projeção é que o Instagram conquiste 45,8 milhões de usuários nos EUA em 2015 e 50,6 milhões em 2016 (Statista).
5# Mais de 30 bilhões de fotos foram compartilhadas no Instagram desde que foi lançado em 2010 (Instagram).
6# Uma média de 70 milhões de fotos são compartilhadas através do aplicativo a cada dia (Instagram).
7# O engajamento no Instagram é 15 vezes maior que o do Facebook (Fast Company).
8# 53% dos adultos com idade entre 18 e 29 anos estão no Instagram (Pew Research Center). Este número era de 37% em 2013.
9# 76% dos adolescentes americanos usam Instagram, sua rede social favorita (CBS News).
10# 49% de todos os usuários do Instagram usam o aplicativo diariamente (Pew Research Center).
11# 94% dos usuários do Instagram estão no Facebook (Pew Research Center). O Facebook também possui Instagram.
12# 58% dos usuários do Twitter também usam Instagram (Pew Research Center).
13# 52% dos usuários do Instagram também usam Twitter (Pew Research Center ).
14# A Nike é a marca mais popular no Instagram com quase 3 vezes mais seguidores que a Adidas, segunda colocada e 4 vezes a terceira, Starbucks (Totens Lista).

Sem filtro: 14 estatísticas para investir em sua marca no Instagram“Um dos aspectos mais interessantes do Instagram é que ele não é realmente um ‘site’, vive quase exclusivamente nos celulares”, Jeff Peters, especialista em mídia social do Halo Groupem um release à imprensa.

“Embora seja possível para praticamente qualquer marca de usar Instagram, a própria plataforma é mais atraente para as marcas e indústrias que conseguem ter um apelo visual”, acrescenta Peters.“O Instagram ajuda a criar uma ligação visual entre uma marca e um consumidor ou cliente potencial.”

A relações públicas Natasha Koifman conta ainda que praticamente qualquer marca pode capitalizar sobre Instagram, contanto que sejam “criativas e autênticas.”

“A chave é como você aproveitá-lo. Para nós, ser autêntico é a regra número um”, escreveu Koifman no blog Cision.

Texto traduzido do John Egan para o Entrepreneur.com.

Guia prático do Instagram para lojas virtuais

Por Blog Shutterstock Brasil. Infográficos são um poderoso meio de se conectar a sua audiência, desde que sejam bem feitos, claro. Mas, às vezes, até mesmo uma grande ideia pode ser difícil de ser comunicada visualmente. Caso você esteja precisando de inspiração, considere alguns dos infográficos abaixo.

Temas sazonais

Editores estão sempre à procura de conteúdo relevante, e ficar de olho no calendário pode ser uma grande ajuda. Quais são os feriados mais importantes no seu país? O St. Patrick’s Day está chegando na Irlanda, por exemplo? Qualquer coisa relacionada a bebidas, sorte, ou o próprio dia da data comemorativa pode funcionar muito bem.

E o Thanksgiving? (No caso de datas fora do Brasil). Talvez sua marca/empresa não tenha nada a ver com o dia, mas isso não importa. Basta ser criativo. Alguns dos tópicos mais criativos abordados em ações têm como tema datas comemorativas, etiqueta, obesidade e até mesmo futebol.

Dica: Muitas vezes, o principais feriados ou datas comemorativas são inundados por uma enxurrada de assuntos relacionados, batidos, e infográficos não são exceção. Portanto, seja diferente e procure datas mais obscuras. Exemplo? O aniversário de alguma figura importante do seu país, ou a estreia de um seriado, como o The Walking Dead. Se você conseguir “sair na frente”, você terá uma enorme vantagem sobre aqueles que não conseguiram se organizar mais cedo.

Números

O infográfico abaixo é um dos favoritos desde 2007. É um dos formatos mais fáceis para apresentar pesquisas, já que mostra uma coleção de números e fatos de maneira simples. Este formato pode ser aplicado a qualquer tema, desde vida selvagem ao índice de desenvolvimento humano, e ainda pode ser combinado com um tema sazonal, para impactar mais ainda.

Dica: Certifique-se de fazer uma pesquisa primeiro para ver se o tópico escolhido por você já foi debatido – caso sua resposta seja sim, faça melhor. A chave do sucesso é conectar os números aparentemente díspares. Um editorial ou narrativa visual deve fazer qualquer informação parecer mais fácil de ser entendida, friendly, e menos do que uma colagem de dados aleatória.

3 maneiras de usar infográficos para promover sua marca
Vetor com elementos de infográfico de Sergey Kandakov.

O mais prático

Alguns infográficos utilizam dados para contar histórias; outros são usados como referência. O gráfico de referência é sempre uma aposta segura, não importa o tema: História, verduras, ou até mesmo algo tão simples (mas incrivelmente útil) como as configurações de um jantar formal.

O fundamental é mantê-lo simples e não complicar o layout; referência serve para obter informações de forma rápida. E caso seu infográfico de referência seja digno de alguém querer colocá-lo em sua parede, melhor ainda!

Dica: Existe algum aspecto da sua empresa que você  poderia usar como referência? A oportunidade de unir sua marca a uma fonte de referência da indústria é valiosa. Apenas uma ressalva: é fácil pegar o formato de tabela periódica e adaptá-lo para seu conteúdo. No entanto, infográficos de “tabela periódica” raramente, ou nunca, na verdade, representam algo periódico, e são, portanto, imprecisos. Há provavelmente formatos muito mais criativos para você escolher.

Post do Blog da Shutterstock Brasil

O que é cashback solidário?

A prática de cashback já é conhecida no marketing de afiliação: o consumidor compra o produto de um anunciante por meio do site afiliado e recebe parte do dinheiro gasto de volta. Por levar o cliente à loja, o site recebe uma comissão e é parte dessa comissão que volta para o consumidor.

No caso do cashback solidário o processo continua o mesmo, porém, o consumidor tem a opção de direcionar o valor que receberia de volta para uma iniciativa social. São diversas organizações sem fins lucrativos e as instituições defendendo todo o tipo de causas.

Um bom exemplo está na Lomadee, rede de afiliação do Buscapé Company, que conta com alguns afiliados de cashback solidário, entre eles o I Robin Hood. O projeto que se inspirou no herói da floresta de Sherwood, não pega nada de ninguém, na verdade, ele oferece a oportunidade de o consumidor fazer sua boa ação, contribuindo com os mais necessitados, de forma simples e rápida, o site conta com diversos anunciantes da plataforma e ajuda instituições sérias.

Mas quais as vantagens de associar sua marca a uma rede de afiliados com cashback solidário?

Compromisso

Além de ajudar uma iniciativa positiva, a empresa ganha valor através da adoção de um compromisso social e solidário.

Branding

Ao associar sua marca a uma rede de afiliados com cashback solidário sua organização estará apoiando as causas beneficiadas pelo site e fortalecendo sua imagem diante dos consumidores.

Consumidores fiéis

Os consumidores de sites de cashback de caridade costumam ser fiéis, pois criam o hábito de comprar pelo site para ajudar as instituições beneficiadas. Eles também são bem engajados e costumam incentivar novos consumidores a comprar pelo site.

Zero investimento

Assim como todas as ações do marketing de afiliados, trabalhar com cashback solidário não gera nenhum gasto inicial para a empresa, o anunciante só paga o valor da comissão para o afiliado, ou seja, só paga quando recebe resultados.

Associe sua marca a uma rede de afiliados de cashback solidário e faça a diferença, não só para sua marca, mas para boas causas.