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Em meio a uma época que vem sendo marcada pelo crescimento do número de empreendedores no marketing digital, conseguir autoridade na internet e aumentar a relevância da sua marca vem se tornando, como já se podia prever, um ponto cada vez mais crucial.

Vários fatores levam a isso. Entre eles está o crescimento de estratégias eficazes, tanto no marketing de conteúdo em si quanto nas práticas de SEO, fazendo valer aquela antiga máxima de que a alta concorrência implica em serviços mais bem prestados ao consumidor final.

Como para os empreendedores o trabalho de conquistar autoridade na internet é árduo, é preciso saber alguns truques. Neste post, você aprenderá alguns passos importantes para construir uma imagem influente na internet, através de estratégias que não são tão difíceis de aplicar. Confira!

Seja uma autêntica “fonte de conhecimento”

Publicar conteúdo online é como escrever uma obra a ser constantemente referenciada em trabalhos acadêmicos. Quando o autor produz um grande trabalho, cuja consistência é tão grande que suas ideologias contribuem para o aprendizado de várias gerações seguintes, a autoridade conquistada é algo que nada e nem ninguém apagará.

E é exatamente isso que os maiores vencedores do mundo digital conseguem ao fornecer conteúdos autênticos, ricos e informativos. Se você possui o conhecimento, não hesite em deixá-lo disponível para quem necessitar dele futuramente. Deixe o seu legado ao público.

Com o tempo existirão muitos concorrentes procurando fazer conteúdos parecidos com o seu, mas o conteúdo que sempre será amplamente consultado e compartilhado é o original. De forma mais poética, podemos dizer que ser semeado é melhor do que ser simplesmente lembrado.

Ensine primeiro e venda depois

Ofertar uma promessa é algo a ser evitado. Além de não passar credibilidade, estratégias dessa natureza estão próximas de ser extintas do marketing digital — a própria concorrência trata de derrubar essas táticas.

Siga os princípios de inbound marketing, que consistem em fornecer conteúdos ricos e educativos para o público. Sem desembolsar nada os leitores passarão a reconhecer você como uma referência no assunto e então se aproximarão, por conta própria, da sua marca.

Lembre-se de que toda autoridade é construída por valores, portanto esse deve ser o seu foco.

Como criar o melhor conteúdo possível

Produza conteúdos específicos sobre determinado tema

Deixemos de lado um pouco o conceito de funil de vendas — que é imprescindível para o planejamento. Você, caro leitor, já parou pra pensar em como deve ser o conteúdo ideal? Muita gente pode supor que as melhores produções textuais priorizam a quantidade de informações, ou seja, textos que sejam o mais informativo possível.

Porém, por mais informações que você tente colocar em um post, sempre faltará alguma coisa. Fora que um tópico sempre leva a outro, e, por fim, o conteúdo se torna complexo e de difícil compreensão. O que fazer então?

A solução é simples: escolha um tema como base e produza uma série de posts relacionados a ele. Isso comprovará o seu nível de conhecimento acerca do assunto e promoverá um aprendizado ainda maior aos seguidores, dois fatores-chave da autoridade na internet.

Lembre-se de não escrever demais: os textos para internet precisam seguir a dinâmica do resto da rede.

Por que o conteúdo autoral é mais importante que o SEO

Trate o networking como algo fundamental

Ampliar a sua rede de contatos profissionais e marcar presença em eventos importantes — você tem ideia do quanto isso reflete no ganho de autoridade na internet? 80% dos grandes executivos do mercado reconhece o networking como estratégia determinante — segundo pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE) —, e os seus benefícios são nítidos para as empresas de menor porte.

Entre as várias posturas a serem adotadas para ter sucesso com networking, uma delas em especial tem muito a ver com ganho de autoridade e também de notoriedade. Trata-se de ser uma “engrenagem” num círculo social, aquele que apresenta as pessoas umas às outras, o ponto a que a maioria recorrerá em situações diversas. Ou seja, ser um influenciador!

Quando você desempenha um papel de influência entre profissionais e empreendedores de uma mesma área, muitas boas oportunidades surgem. Seu nome passa a ter maior credibilidade, outros influenciadores vão citá-lo e recomendar seus conteúdos, e isso vai refletir significativamente no crescimento de autoridade e notoriedade de sua marca.

Considere o SEO como uma prática relevante

As tendências podem acarretar em algumas mudanças no marketing digital, porém, é certo que durante os próximos anos as estratégias de otimização para motores de busca (SEO) continuarão sendo fundamentais para o engajamento de novos leitores.

Se o seu website não estiver bem posicionado nos resultados do Google, será difícil reforçar o peso de sua marca ao público. Deve-se compreender que o ponto de vista do usuário do Google não é igual ao de quem trabalha com marketing e web. Geralmente, as pessoas consideram as páginas posteriores do Google uma colocação entre os sites menos acessados, o que dá a entender que seu conteúdo não é dos mais qualificados.

Portanto, é altamente recomendável continuar desenvolvendo e aprimorando os aspectos SEO de sua página, até porque somente benefícios serão recolhidos.

Como produzir blog posts e descrições de produtos pensando em SEO?

Invista no design

Um ótimo design gera muito mais do que um bom aspecto ao site. Ao investir em design de bom gosto, que seja responsivo e também funcional para o usuário, sua marca demonstrará, acima de tudo, que se importa em oferecer a melhor experiência possível.

Todo mundo — sem exceção — gosta de sites que carregam rapidamente, que tenham uma navegação simplificada (acessar conteúdos em poucos cliques), compatível com qualquer dispositivo e navegador, e, é claro, com um visual atrativo. Vale lembrar que o público se tornará cada vez mais exigente e aqueles que ignoram a importância disso ficarão para trás.

Tenha uma variedade de materiais em diferentes formatos

Em vez de se basear em pesquisas sobre “qual o formato de mídia preferido dos internautas”, procure ser mais abrangente com relação a isso. Faça dos seus conteúdos algo acessível para todos os gostos e necessidades.

Muitas pessoas têm maior facilidade de compreensão assistindo a vídeos, enquanto outras gostam mais de ler arquivos em PDF (como e-books, pesquisas, tutoriais, etc.). Há também o público que prefira webinars por conta da interação em tempo real, assim como os que acham infográficos mais interessantes.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

Em suma e sem ressalvas: conquistar maior autoridade na internet significa se tornar uma referência consolidada, o que só vai acontecer se o maior número possível de gente interessada no assunto tiver acesso aos conteúdos que o seu site promove.

Por Daniel Silva. Se a sua resposta para o título desse texto for não, então aí vai uma outra pergunta: está esperando o que? Lembro até hoje a primeira vez que ouvi falar sobre o INPI. À época estagiava em uma siderúrgica de grande porte e as idas de uma colega de trabalho ao mencionado órgão eram frequentes.

O INPI ou Instituto Nacional de Propriedade Industrial é, basicamente, um autarquia federal localizada no Rio de Janeiro onde são feitos registros de marcas, patentes etc. Ou seja, regula as normas relacionadas à propriedade industrial.

Se você está se perguntando o que o seu e-commerce tem a ver com isso, continue lendo.

Partindo da premissa de que a sua loja online possui um nome como qualquer outro negócio, se tratando de uma marca, o registro no INPI é visto por muitos como condição sine qua non (“sem a/o qual não pode ser”).

A sua marca é um dos ativos mais valorosos do seu e-commerce e talvez, até o momento, esse detalhe tenha passado despercebido. É o chamado ativo intangível. Uma sugestão de leitura sobre o tema é o livro do autor José Roberto Martins chamado Capital Intangível – Guia de melhores práticas para a avaliação de ativos intangíveis.

No que se refere ao escopo legal, estou restringindo esse artigo aos trâmites atinentes ao órgão INPI sem estender a nossa conversa ao campo contábil com influência direta no balanço da sua empresa. Algo muito mais complexo e carente de explicações profundas. Quem sabe não vira matéria para um outro artigo.

Mas porque registrar a marca do seu e-commerce no INPI?

Indo direto ao ponto: você já imaginou daqui a algum tempo quando a marca da sua loja virtual estiver na boca do seu público-alvo e alguma entidade simplesmente dá o grito dizendo que você não tem qualquer direito sobre a marca, pois não há registro no INPI que lhe assegure esse direito, sendo que o primeiro a ter feito pedido de registro sob a marca foi ele/ela?

Ou seja, ter o desgosto imensurável de ter que trocar de marca por um lapso que poderia ter sido evitado logo no início, não é nada fácil. Você constrói com muito suor a sua marca, taca-lhe pau no branding com toda a sua energia e aí, subitamente: com licença, gostaria de discutir os direitos econômicos sob a minha marca que a sua loja vêm usando há tempos. Funciona como “àquele interessado que primeiro protocolar o pedido junto ao INPI…

De toda sorte, há um aspecto que sinto me na obrigação de alertá-los. Não que seja a minha intenção jogar um banho de água fria, porém, é imperioso adverti-los.

Há casos de marcas que, mesmo efetuando pedidos de registros e inclusive atingir a fase de pós-conclusão dos processos associados no INPI, acabam enfrentando um cenário de disputa judicial.

Você muito provavelmente ouviu falar da batalha travada entre Gradiente e a galinha dos ovos de ouro de Steve Jobs – Apple. Se não ouviu, sintetizando, a Gradiente ganhou o direito de usar a marca Iphone, após finalização do seu pedido de registro, decisão oriunda da autarquia federal.

A Apple buscou a justiça brasileira para reverter o quadro a seu favor e, baseando-se em argumentação cheia de excertos como “empresa revolucionária e pioneira”, “mundialmente conhecida”, “líder das líderes”, foi exitosa perante os juízes que analisaram o caso segundo notícia do jornal Folha de São Paulo. E olha que nesse caso o INPI se posicionou no sentido de defender que o seu ato fosse respeitado – o que fatalmente beneficiaria a Gradiente.

Esse não é o primeiro caso. Recentemente, uma guerra envolvendo os personagens United Airlines, INPI e empresa de transporte rodoviário (Urubupungá) também foi parar na justiça.

Para que fique ainda mais clara a percepção de que o registro do seu e-commerce (logo no início das operações) sela o começo de tudo, tornando ainda mais legítimo o direito que você possui sob a sua marca, ainda que seja contestável na justiça qualquer ato emitido pelo INPI, veja mais um exemplo e dessa vez, envolvendo uma marca detentora de um e-commerce.

A Mary Confecções é dona da marca VIP Reserva focada em camisas masculinas. Inconformada com as operações da marca Reserva pertencente à empresa Tiferet, sem hesitar, munida do seu registro junto ao INPI, entrou na justiça contra a Reserva – desprovida da formalização junto ao INPI.

É que passados 7 anos desde quando a Tiferet começou a explorar a marca Reserva, a empresa foi pega em calças curtas quando o INPI declinou seus pedidos de registro em função do já existente solicitado previamente pela VIP Reserva.

Então, como dizemos nas redes sociais, fica a dica. E você? Acha importante e/ou imprescindível fazer esse tipo de registro junto ao órgão federal?

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Daniel Silva é CEO na Mony Mony, e-commerce de moda feminina.

Texto publicado no E-commerce Brasil.

Você já trabalha sua marca no Instagram? Talvez você esteja olhando para a rede social errada. Dados publicados agora em janeiro de 2015 pelo Pew Research Center mostram que o Instagram superou o Twitter em popularidade entre os adultos dos Estados Unidos em 2014.

O relatório do Pew afirma que 26% dos adultos online nos Estados Unidos usaram Instagram em 2014. Em 2013 o número era de 17% e em 2012, metade: 13%. Em comparação, 23% dos adultos online usaram o Twitter em 2014.

Kevin Systrom, co-fundador e CEO do Instagram contou ao TechCrunch“o que começou como dois amigos com um sonho tornou-se uma comunidade global.” De fato, veja abaixo os dados da pesquisa do Pew Research Center:

Sem filtro: 14 estatísticas para investir em sua marca no Instagram

Os números do Instragram chamam atenção, e olhando como um todo, a ultrapassagem frente ao Twitter parece apenas consequência. Em destaque, mais 14 estatísticas do Instagram melhores que qualquer filtro:

1# O Instagram conta hoje com 300 milhões de usuários ativos mensais (Instagram).
2# Os executivos Instagram miram um número: 1 bilhão de usuários ativos mensais (Business Insider).
3# O Instagram é o 8º aplicativo móvel mais popular dos Estados Unidos (comScore).
4# A projeção é que o Instagram conquiste 45,8 milhões de usuários nos EUA em 2015 e 50,6 milhões em 2016 (Statista).
5# Mais de 30 bilhões de fotos foram compartilhadas no Instagram desde que foi lançado em 2010 (Instagram).
6# Uma média de 70 milhões de fotos são compartilhadas através do aplicativo a cada dia (Instagram).
7# O engajamento no Instagram é 15 vezes maior que o do Facebook (Fast Company).
8# 53% dos adultos com idade entre 18 e 29 anos estão no Instagram (Pew Research Center). Este número era de 37% em 2013.
9# 76% dos adolescentes americanos usam Instagram, sua rede social favorita (CBS News).
10# 49% de todos os usuários do Instagram usam o aplicativo diariamente (Pew Research Center).
11# 94% dos usuários do Instagram estão no Facebook (Pew Research Center). O Facebook também possui Instagram.
12# 58% dos usuários do Twitter também usam Instagram (Pew Research Center).
13# 52% dos usuários do Instagram também usam Twitter (Pew Research Center ).
14# A Nike é a marca mais popular no Instagram com quase 3 vezes mais seguidores que a Adidas, segunda colocada e 4 vezes a terceira, Starbucks (Totens Lista).

Sem filtro: 14 estatísticas para investir em sua marca no Instagram“Um dos aspectos mais interessantes do Instagram é que ele não é realmente um ‘site’, vive quase exclusivamente nos celulares”, Jeff Peters, especialista em mídia social do Halo Groupem um release à imprensa.

“Embora seja possível para praticamente qualquer marca de usar Instagram, a própria plataforma é mais atraente para as marcas e indústrias que conseguem ter um apelo visual”, acrescenta Peters.“O Instagram ajuda a criar uma ligação visual entre uma marca e um consumidor ou cliente potencial.”

A relações públicas Natasha Koifman conta ainda que praticamente qualquer marca pode capitalizar sobre Instagram, contanto que sejam “criativas e autênticas.”

“A chave é como você aproveitá-lo. Para nós, ser autêntico é a regra número um”, escreveu Koifman no blog Cision.

Texto traduzido do John Egan para o Entrepreneur.com.

Guia prático do Instagram para lojas virtuais

Por Blog Shutterstock Brasil. Infográficos são um poderoso meio de se conectar a sua audiência, desde que sejam bem feitos, claro. Mas, às vezes, até mesmo uma grande ideia pode ser difícil de ser comunicada visualmente. Caso você esteja precisando de inspiração, considere alguns dos infográficos abaixo.

Temas sazonais

Editores estão sempre à procura de conteúdo relevante, e ficar de olho no calendário pode ser uma grande ajuda. Quais são os feriados mais importantes no seu país? O St. Patrick’s Day está chegando na Irlanda, por exemplo? Qualquer coisa relacionada a bebidas, sorte, ou o próprio dia da data comemorativa pode funcionar muito bem.

E o Thanksgiving? (No caso de datas fora do Brasil). Talvez sua marca/empresa não tenha nada a ver com o dia, mas isso não importa. Basta ser criativo. Alguns dos tópicos mais criativos abordados em ações têm como tema datas comemorativas, etiqueta, obesidade e até mesmo futebol.

Dica: Muitas vezes, o principais feriados ou datas comemorativas são inundados por uma enxurrada de assuntos relacionados, batidos, e infográficos não são exceção. Portanto, seja diferente e procure datas mais obscuras. Exemplo? O aniversário de alguma figura importante do seu país, ou a estreia de um seriado, como o The Walking Dead. Se você conseguir “sair na frente”, você terá uma enorme vantagem sobre aqueles que não conseguiram se organizar mais cedo.

Números

O infográfico abaixo é um dos favoritos desde 2007. É um dos formatos mais fáceis para apresentar pesquisas, já que mostra uma coleção de números e fatos de maneira simples. Este formato pode ser aplicado a qualquer tema, desde vida selvagem ao índice de desenvolvimento humano, e ainda pode ser combinado com um tema sazonal, para impactar mais ainda.

Dica: Certifique-se de fazer uma pesquisa primeiro para ver se o tópico escolhido por você já foi debatido – caso sua resposta seja sim, faça melhor. A chave do sucesso é conectar os números aparentemente díspares. Um editorial ou narrativa visual deve fazer qualquer informação parecer mais fácil de ser entendida, friendly, e menos do que uma colagem de dados aleatória.

3 maneiras de usar infográficos para promover sua marca
Vetor com elementos de infográfico de Sergey Kandakov.

O mais prático

Alguns infográficos utilizam dados para contar histórias; outros são usados como referência. O gráfico de referência é sempre uma aposta segura, não importa o tema: História, verduras, ou até mesmo algo tão simples (mas incrivelmente útil) como as configurações de um jantar formal.

O fundamental é mantê-lo simples e não complicar o layout; referência serve para obter informações de forma rápida. E caso seu infográfico de referência seja digno de alguém querer colocá-lo em sua parede, melhor ainda!

Dica: Existe algum aspecto da sua empresa que você  poderia usar como referência? A oportunidade de unir sua marca a uma fonte de referência da indústria é valiosa. Apenas uma ressalva: é fácil pegar o formato de tabela periódica e adaptá-lo para seu conteúdo. No entanto, infográficos de “tabela periódica” raramente, ou nunca, na verdade, representam algo periódico, e são, portanto, imprecisos. Há provavelmente formatos muito mais criativos para você escolher.

Post do Blog da Shutterstock Brasil

O que é cashback solidário?

A prática de cashback já é conhecida no marketing de afiliação: o consumidor compra o produto de um anunciante por meio do site afiliado e recebe parte do dinheiro gasto de volta. Por levar o cliente à loja, o site recebe uma comissão e é parte dessa comissão que volta para o consumidor.

No caso do cashback solidário o processo continua o mesmo, porém, o consumidor tem a opção de direcionar o valor que receberia de volta para uma iniciativa social. São diversas organizações sem fins lucrativos e as instituições defendendo todo o tipo de causas.

Um bom exemplo está na Lomadee, rede de afiliação do Buscapé Company, que conta com alguns afiliados de cashback solidário, entre eles o I Robin Hood. O projeto que se inspirou no herói da floresta de Sherwood, não pega nada de ninguém, na verdade, ele oferece a oportunidade de o consumidor fazer sua boa ação, contribuindo com os mais necessitados, de forma simples e rápida, o site conta com diversos anunciantes da plataforma e ajuda instituições sérias.

Mas quais as vantagens de associar sua marca a uma rede de afiliados com cashback solidário?

Compromisso

Além de ajudar uma iniciativa positiva, a empresa ganha valor através da adoção de um compromisso social e solidário.

Branding

Ao associar sua marca a uma rede de afiliados com cashback solidário sua organização estará apoiando as causas beneficiadas pelo site e fortalecendo sua imagem diante dos consumidores.

Consumidores fiéis

Os consumidores de sites de cashback de caridade costumam ser fiéis, pois criam o hábito de comprar pelo site para ajudar as instituições beneficiadas. Eles também são bem engajados e costumam incentivar novos consumidores a comprar pelo site.

Zero investimento

Assim como todas as ações do marketing de afiliados, trabalhar com cashback solidário não gera nenhum gasto inicial para a empresa, o anunciante só paga o valor da comissão para o afiliado, ou seja, só paga quando recebe resultados.

Associe sua marca a uma rede de afiliados de cashback solidário e faça a diferença, não só para sua marca, mas para boas causas.

Por Mauricio de Souza Tavares. Quando uma empresa inicia suas atividades, normalmente cria uma marca para identificá-la ou para identificar o seu produto ou serviço junto ao seu público consumidor. Esta marca será importante para que o consumidor faça uma ligação direta entre o produto ou o serviço ofertado e a própria empresa, para que seja estabelecido um elo de fidelidade entre os dois lados.

Dentro deste pensamento, seria lógico que esta empresa que inicia suas atividades tomasse um certo cuidado para evitar problemas no futuro, ou seja, que ela fizesse uma verificação da marca pretendida, se existe alguma empresa já utilizando-a, ou se ele corre algum risco em relação a este assunto no futuro.

Como proteger uma marca?

Entretanto, a grande maioria das empresas que iniciam suas atividades deixa para depois este tipo de cuidado. Isso, quando ela resolve tomar alguma atitude em relação à sua marca e a proteção da mesma.

Segundo a Serasa Experian, em 2013, foram abertas 1.840.187 empresas no Brasil. Entretanto, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), tivemos 163.587 marcas depositadas naquele órgão. Se pensarmos que, historicamente, 20% destes pedidos de marca são depositados por empresas estrangeiras, chegaremos a um número próximo de 131.000 marcas depositadas por empresas brasileiras por ano.

A disparidade entre a quantidade de marcas depositadas e a quantidade de empresas abertas é uma monstruosidade. Se, ainda formos pensar que uma boa parte destas marcas depositadas por empresas brasileiras foram depositadas por empresas já existentes e não empresas recém criadas, a disparidade aumenta ainda mais.

Uma decisão que não deve ser adiada

Nos contatos que tenho com empresas iniciantes, startups, empresas individuais, ou qualquer outro tipo de empreendedor, a resposta é quase sempre padrão. A desculpa para tal atitude (ou falta dela) é quase sempre que, neste momento, isso demandaria um investimento que ele não possui, mas que, futuramente, ele tomará os procedimentos necessários.

É bem verdade, que a empresa que inicia tem vários tipos de gastos, tais como contadores para abertura de empresa, profissionais até mesmo para a criação do nome ou da logo, investimento em estoque, na reforma de um ponto, na compra de equipamentos, compra de móveis, entre outros.

Entretanto, na verdade, tudo indica que não é uma questão financeira, mas, sim, de cultura, e mais, de cultura de desinformação.

E, sendo viável de utilização, o empreendedor poderá fazer uso dela e protegê-la, tornando-se exclusivo no mercado, o que sempre facilita a fidelidade do consumidor. A proteção da marca, por sua vez, também não envolve valores extremamente altos.

A taxa governamental envolvida para isso gira em torno de R$ 142 para microempresas. O custo de um profissional especializado também irá variar muito (como no caso da busca), mas, em média, ficará em torno de R$ 1.000 ou até menos. Tudo dependerá do profissional escolhido. Como exemplo deste raciocínio, é fácil demonstrar que esta análise inicial não é tão cara como se imagina.

Uma análise de viabilidade de uso de uma marca (o que chamamos de busca de marca no mercado) custa de R$ 100 a R$ 1.000, dependendo do profissional ou escritório especializado envolvido (lembrando que o mais caro nem sempre tem uma qualidade melhor), mas, em média, podemos dizer que fica mais próximo da parte de baixo do que da parte de cima.

Este investimento não é alto, se pensarmos que esta busca e o depósito da marca darão uma tranquilidade ao empreendedor para que ele invista em sua marca e na conquista do seu consumidor potencial. Muitas vezes, nestas conversas com empreendedores, questiono quanto se gasta com a criação de um letreiro que identifique sua loja, ou uma embalagem para acondicionar o seu produto.

Evitando problemas futuros

Muitas vezes, comparo o registro de uma marca, com o seguro de um carro. Provavelmente, o seguro de um carro custa bem mais caro do que a proteção da sua marca, ainda mais se pensarmos que o seu carro só perde valor, enquanto que sua marca tende a criar cada vez mais valor.

Sendo assim, fica claro para o empreendedor que, na verdade, o momento de proteger uma marca é exatamente no início de tudo. Posteriormente, existe o risco (até grande) de ter que mudar a sua marca, e avisar os seus consumidores da mudança, o que, na minha opinião, geraria um custo muito maior, fora a perda de receita pela confusão e o desconhecimento da nova marca em questão.

Portanto, fica aqui a dica. Antes de abrir o seu negócio, tome também cuidado com a sua marca. Assim, você evita problemas e trabalha tranquilo.

Mauricio de Souza Tavares da Lext Intellectual Property

Texto publicado no EmpreendedoresWeb.com.br

Cada vez mais empresas de e-commerce têm incluído uma página de conteúdo em seus sites – na maior parte das vezes, um blog ou revista eletrônica. Isto não é à toa: o conteúdo e um serviço adicional que agrega valor ao negócio. O cliente sente que está ganhando algo a mais.

Além disso, é uma excelente forma de branding: a página de conteúdo ajuda a definir melhor o que é sua marca e quem ela quer atingir, além de aumentar as chances do cliente passar mais tempo em seu site, se lembrar da sua marca depois e recomendá-la. Por fim, pode melhorar suas vendas: você direciona os clientes a determinados produtos, dizendo por que comprá-los e dando dicas de como usá-los.

Essa estratégia de marketing, porém, só funciona quando muito bem feita. Se você oferecer um conteúdo mal produzido ou que não cative o seu cliente, estará dando um tiro no pé. Confira abaixo cinco dicas para tornar-se um bom criador de conteúdo:

1. Estabeleça um objetivo a ser alcançado

Não crie ou blog ou página de conteúdo apenas porque todo mundo está fazendo isso. Antes de tudo, é preciso estabelecer o que você quer alcançar. O que deseja entregar ao cliente e por quê?

A partir daí, você poderá definir a sua linha editorial, a “cara” do seu conteúdo – a qual precisa ser consistente e realmente “falar”com seu público-alvo. Uma agência de marketing ou produtora de conteúdo pode ajudá-lo a definir as melhores maneiras de atingir seus objetivos e fornecer insights mais detalhados de como atingir seu público.

2. Vá além do óbvio

Lembre-se que o blog do seu e-commerce irá competir com todo o resto da blogosfera – e, nela, já há muita gente falando sobre os mesmos assuntos. É preciso definir uma linguagem e enfoque que não só tenha, a ver com sua marca, mas que também se diferenciem das centenas de outros blogs existentes. Pense fora da caixa e tenha como objetivo máximo ajudar o internauta, que busca informação que lhe seja útil e interessante. Quanto mais útil for o conteúdo, maiores as chances dele ser compartilhado.

Não surpreendentemente, tutoriais, artigos de passo a passo, novas ideias que facilitem a rotina das pessoas, pesquisas e infográficos são alguns dos conteúdos com maior potencial de compartilhamento. As pessoas gostam de aprender coisas novas. Além de ajudar o leitor, este tipo de conteúdo ajuda a estabelecer a sua marca como uma autoridade, uma voz a ser ouvida em seu nicho de mercado.

Como vencer na Corrida do Marketing de Conteúdo

3. Use a newsletter também como um canal de conteúdo

Muitas lojas online já fazem isso, mas não custa reforçar a dica: newsletters que oferecem conteúdo interessante têm mais conversão do que aquelas que apenas mostram novos produtos ou ofertas.

Se sua newsletter contiver sempre apenas uma lista de produtos, pode ser que o cliente não a abra quando não estiver planejando comprar nada. Mas, se, a cada semana, a newsletter trouxer conteúdo interessante e útil (o qual pode ou não ser mesclado com ofertas), a pessoa sempre vai ter curiosidade de abri-la. No longo prazo, isso torna sua marca mais forte.

4. Crie uma comunidade em torno da sua marca

Na Internet, a comunicação não é feita de cima para baixo: as pessoas querem comentar, contribuir, trocar. Abra, então, um canal de interação e não se esqueça de sempre responder as dúvidas, sugestões e (principalmente) reclamações dos clientes.

Clientes insatisfeitos muitas vezes se utilizam dos canais de conteúdo do e-commerce para reclamar. Eles esperam ser prontamente respondidos, mesmo que aquele não seja um espaço para SAC. Ignorá-los ou deletar seus comentários é algo que vai prejudicar sua imagem não só perante àquele cliente específico, mas a todos os outros visitantes.

5. Não tenha medo de ser “engraçadinho”

Os brasileiros são reconhecidos pelo bom humor na Internet. Mesmo que a sua marca seja mais séria, não tenha medo de adotar uma linguagem mais divertida de vez em quando.

Textos e imagens bem-humorados são o tipo de conteúdo que mais tende a viralizar – quando o humor é aliado a algo útil para o dia a dia do leitor, o potencial de “viralização”, então, é enorme! Fotos de cães e gatos e referências a memes, por exemplo, são coisas bobinhas e que dificilmente têm a ver com as marcas e produtos. No entanto, este tipo de conteúdo tem se mostrado eficaz em termos de “brand awareness”, ou seja, aproximar sua marca do leitor.

Por Diego Ivo. “Os registros da Internet mostram que, durante aquele período [meados de 1994], eles registraram os domínios Awake.com, Browse.com e Bookmall.com. Bezos [dono da Amazon] também considerou Aard.com, de origem irlandesa, por um curto tempo. A ideia era usar a palavra para aparecer no topo da maioria das listas de websites, que na época seguiam a ordem alfabética.” (A Loja De Tudo – Jeff Bezos E A Era Da Amazon, de Brad Stone).

O trecho acima, do excelente livro A Loja de Tudo, que conta a história de Jeff Bezos e, portanto, da Amazon.com, narra as peripécias que levaram ao nome do maior e-commerce do mundo. O que poucos sabem é que ele surgiu levando em conta as práticas de SEO daquele tempo, em que os sites eram ordenados nos buscadores (na verdade, diretórios de sites) em ordem alfabética. Bezos, durante essa época, consultou todas as palavras com a letra “A” em um dicionário até chegar ao “Amazon”.

Desde os primórdios da Internet, Bezos sabia que os buscadores eram grandes responsáveis pelo tráfego a sites na web. Até hoje, segundo um levantamento feito pela Conversion, os mecanismos de busca são um dos grandes responsáveis por visitas a sites, respondendo por 50% das visitas a sites no Brasil. Desse tráfego, 34,5% dos acessos são oriundos da busca natural, cujo trabalho de SEO é responsável por otimizar.

Amazon refere-se ao Rio Amazonas, imenso e gigante, cuja grandeza Jeff Bezos julgou que descrevia perfeitamente seu projeto ambicioso. Sem contar a letra “A”, que há mais de 20 anos praticamente garantia o primeiro lugar nos mecanismos de busca. Vale ressaltar que essa é uma técnica dos primórdios de SEO e que está completamente ultrapassada.

Mas a lição de investir em SEO dada por um dos mais bem sucedidos e-commerces do mundo continua viva.

PS: só a título de estatística, em agosto de 2014 o tráfego de busca orgânica da Amazon foi estimado em cerca de 230 milhões de visitas por mês.

Texto publicado no blog da Conversion.

Os clientes e a percepção do valor da marca. Você dá desconto ou dá resultado para os seus clientes? Essa é uma pergunta interessante para começar esse artigo com o qual falo sobre posicionamento de marca e geração de valor.

Os clientes e a percepção do valor da marca.

Qual é o posicionamento do seu negócio? Você gera resultados concretos e relevantes para os seus clientes ou faz um precinho camarada para fisgá-los? Cuidado! Posicionar-se perante o mercado e principalmente perante os seus futuros clientes é fundamental para o sucesso da sua marca. Eu sei que a tentação é grande em aceitar qualquer oferta, mas seja firme. Afinal de contas, você é um especialista na sua área, tem domínio sobre o assunto. Sabe como alcançar os melhores resultados para os seus clientes. Não seria justo, não é verdade?

E posicionamento não é criar uma marca maravilhosa, um cartão de visita bonitinho, um site bacana… É mostrar verdadeiramente qual é o objetivo do seu empreendimento. Mostrar ao mundo a que veio, como costumamos falar. Qual é o seu diferencial?

Caminhando de mãos dadas com o posicionamento está a geração de valor. O que é isso?

Geração de valor é aquilo que o seu cliente ou prospect percebe que a sua empresa, produto ou serviço tem de diferente da concorrência. É quando, por exemplo, ele entende que você tem como objetivo não apenas vender o seu produto, mas principalmente ajudá-lo a decidir de forma segura pela compra com base no máximo de informações possível. É dar segurança para a sua escolha. 

“Um consumidor seguro é um consumidor comprador” já disse Conrado Adolpho autor do livro 8Ps do Marketing Digital.

A construção de valor pode acontecer de diferentes maneiras e não ocorre de uma hora para outra. É como uma pessoa que você conhece hoje e vai construindo uma relação de amizade aos poucos. A marca e o cliente são as mesmas coisas.

Quando você ajuda o seu prospect, aquela pessoa que está interessada no seu produto, mas que ainda não comprou, a decidir se aquela é a melhor compra para ele, dando informações suficientes sobre o produto, formas de pagamento, garantias, prazo de entrega, melhores formas de uso e de conservação do produto etc. Você está gerando valor para ele em relação a sua marca.

Perceba que em nenhum momento eu falei em vender um produto qualquer da sua loja a qualquer preço. Veja que eu nem mencionei o fator preço. Mesmo porque esse consumidor que está indeciso pode não comprar agora. Mesmo com todas as informações que você passou a ele. Ele precisa ainda de um tempo para pensar, falar com a família. Às vezes, a compra desse produto ou serviço vai pesar no orçamento doméstico porque ele já tem outras despesas.

Então é preciso entender isso. Estou falando em ajudar sem intenção de vender logo de cara. É o princípio da reciprocidade. Você ajuda o consumidor com informações importantes sobre o seu negócio e ele se sente seguro em comprar de você, gerando valor para ele em relação a sua marca.

Texto da Luciana Lopes para o Webinsider.

Plano de Negócios Global

É importante ter um Plano de Negócios Global! Se você quer criar um e-commerce e pensa em futuramente expandir seus produtos e serviços para outros países, inclua no seu Plano de Negócios as seguintes variáveis:

• Branding – Construa uma marca fácil de ser assimilada por diversas culturas. Utilize frases e termos comuns para qualquer usuário que está navegando na internet.

• Payment – Estude qual plataforma de pagamento ideal para garantir ao seu usuário uma compra segura.

• Affiliate Programs – Você pode publicar no seu e-commerce lojas que são internacionais, oferecendo produtos da Amazon, Comission Junction e ganhar uma comissão sobre cada venda.

• Free Shipping – Verifique localmente quais são as práticas de frete adotadas.

• Delivery – Exiba em seu e-commerce informações claras sobre as entregas em cada país.

• Call Service – Construa uma equipe especialista em atendimento, com modelos padrão de diversas respostas envolvendo dúvidas sobre seu e-commerce

• Benchmark – Busque em outros sites internacionais a forma correta de escrever as especificações sobre um produto.

Muitas lojas estão se tornando case de sucesso em vendas, como Decolar.com (Despegar.com em espanhol), Dafiti, Netshoes, internacionalizando seus sites, produtos, serviços e campanhas.

Faça um plano de negócios abrangente e torne o seu e-commerce totalmente flexível para atender a necessidade de distintos mercados.