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“Vou abrir um e-commerce, é um jeito barato e simples de ganhar uma graninha extra.

Vários erros na frase, não é fácil, não é necessariamente tão barato e muito menos deveria ser levada como uma simples tarefa secundária pela grande complexidade e variedade de tarefas fundamentais. Entenda sobre o tamanho de uma operação de e-commerce:

Operação de e-commerce: não durma nunca mais

Fato é que estamos falando de um dos únicos segmentos do país que, na Economia atual, mesmo desacelerando, mantém crescimento. Isso acontece por inúmeros motivos. Entre eles está a própria crise econômica, que acabou lançando ao mercado milhares de profissionais desempregados, o e-commerce acaba como uma saída para obter renda.

Além disso, esta mesma crise demanda que as pessoas economizem, e a tecnologia da internet provê exatamente isso: tira fronteiras e possibilita comparação de preços

Não é exatamente um mercado novo, contamos na área já com muitos profissionais: marketing digital, logística, tecnologia, administração de empresas e atendimento são apenas algumas das variadas funções necessárias em uma operação de e-commerce.

Desde 2012, o Profissional de E-commerce (na época apenas como blog da Universidade Buscapé Company) em parceria com a Ebit, iniciou um estudo que visava entender melhor quem é este profissional de e-commerce. São mais homens? Trabalham todos na mesma região? Que habilidades de fato são importantes para ele?

Esta primeira edição em 2012 já detectou uma grande tendência. O mercado tem oferta de emprego, mas os profissionais não necessariamente atendem a todo nível de conhecimento esperado. Foi exatamente este o destaque na Veja online ao divulgar estes resultados lá em outubro de 2012: E-commerce brasileiro procura profissionais. E não acha.

Esta constatação que se provou nas edições seguintes de 2013 a 2016, gera uma discussão importante. Falta mesmo qualificação dos profissionais ou existe um problema nas empresas de e-commerce? No meu ponto de vista, as duas hipóteses são válidas:

1- Falta capacitação

Estamos em um país não-desenvolvido, em que a Educação, a básica/fundamental mesmo, é um dos nossos maiores problemas sociais. É algo impregnado em nossa cultura há tantos anos que reflete hoje nos líderes que governam o país (sem falar em partido político). É algo que se mistura até mesmo com a história do Brasil – ou afinal não fomos “colonizados” por portugueses excluídos da sociedade?

Para um segmento iniciado neste milênio então, é natural que existam habilidades necessárias que não são abundantes nos profissionais. Pensemos que durante a formação profissional da maioria das pessoas desta geração, a venda online ainda era vista com muita desconfiança por todos, no mínimo, era uma novidade.

2- As empresas exigem mais do que deveriam

Estamos passando por um momento em que existem muitos profissionais de qualidade desempregados. E pensando em lei de oferta e procura, muitas empresas se veem no direito de exigir muito mais e pagar menos aos profissionais, que acabam aceitando por falta de opção. O problema citado ali sobre Educação e Cultura entra aqui também, só que do outro lado. 

E existe outro probleminha: as descrições de vagas – que acredito que vá muito além de simples descrições. Aparentemente também falta conhecimento aos profissionais que buscam por outros especializados na área. Eu mesmo já fui alvo de anúncios de vagas que procuravam perfis totalmente diferentes dos anunciados:

O que há de errado com as descrições de vagas para E-commerce?

Nova edição do estudo

Após não divulgar os resultados da edição 2016 por limitações comerciais, em 2017 retomamos o estudo sobre o perfil do profissional de e-commerce brasileiro. Com inúmeros parceiros, o estudo atual trouxe a evolução de algumas questões importantes para o mercado.

Esta constatação de falta de capacitação é uma delas: o hiato entre conhecimento esperado pelas empresas versus conhecimento percebido nos candidatos diminuiu significativamente em cinco anos. Em 2012, a diferença entre a média de notas de 1 a 5 era de 1,15, em 2017 já é de 0,96. Porém, esta queda na diferença se deve principalmente a um nível de conhecimento esperado menor. 

Outros aspectos são interessantes para análise. Como conhecimento em atividades mais importantes, na ordem:

Marketing Digital
Atendimento ao cliente
Ferramentas de analytics
Mídia online
Controle de estoques

E um último destaque antes do seu download do material completo ali embaixo. As habilidades mais valorizadas para os profissionais:

Agilidade
Organização e planejamento
Foco em resultados

Pesquisa Profissional de E-commerce 2017

Sem mais blá-blá-blá, vale conferir o resultado da sexta edição da Pesquisa Profissional de E-commerce. São estas informações citadas acima completas e outras igualmente relevantes, como necessidades de contratação e demissões (com motivos), perfil demográfico e muito mais.

Basta preencher nome e e-mail abaixo e receber o e-mail com o link para o material completo. Espero que seja útil e de extrema relevância para o mercado. 🤓

Pesquisa Profissional de E-commerce 2017 - Download Pesquisa Profissional de E-commerce 2017

O link para download do material irá para seu e-mail.

Depois passe por aqui para comentar o que achou, ok? 😉

Quando falamos em home office, o importante é entender que, apesar de não existir um perfil ideal para a atividade, é possível conhecer as características que favorecem esse profissional e interpretar se a personalidade deles pode interferir nos resultados de quem pretende trabalhar em casa.

Segundo o levantamento feito pela Carreira Muller, na maioria das empresas não há preocupação em identificar o perfil do profissional designado ao home office – apenas 17% dos RHs voltam sua atenção para essa questão.

Para as empresas, no momento de eleger profissionais da equipe para assumirem atividades em home office, alguns pontos podem ser observados pelos gerentes. Já no caso de profissionais autônomos ou que terceirizam alguma função, uma autoavaliação com base dos itens abaixo também pode ajudar:

1- Maturidade Pessoal

A capacidade de administrar as próprias emoções, de forma condizente com o ambiente no qual se insere é uma habilidade que precisa ser dominada pelo profissional, já que ele deverá ser capaz de agir e reagir de forma condizente com o ambiente profissional, apesar de estar em sua própria residência.    

2- Conhecimento técnico

O home office exige a capacidade de resolver sozinho a maior parte dos desafios e a responsabilidade de saber onde procurar as soluções para problemas inéditos, ou que não estejam diretamente relacionados à sua área de especialização.

É imprescindível que o profissional seja um profundo conhecedor de sua área de especialização, domine os recursos técnicos disponibilizados pela empresa e possua excelentes noções dos processos envolvidos.

3- Local de Trabalho

Ambientes barulhentos, desorganizados, ou repletos de possíveis distrações, dificilmente favorecerão o bom desempenho.

Se o profissional tem dificuldade de se concentrar na sua residência, ou não consiga focar no trabalho em ambientes públicos, como cafés, hotéis ou espaços de coworking (trabalho compartilhado) é preciso considerar se ele é realmente o mais indicado ao home office.

4- Perfil Comportamental

Competências técnicas podem ser desenvolvidas por meio de treinamentos específicos, porém, o desenvolvimento de competências comportamentais não é tão simples assim.

Uma das maneiras para resolver e identificar brechas nesses casos, é a aplicação de ferramentas capazes de avaliar o perfil comportamental, como a teoria DISC, a Tipologia de Jung ou o Big Five.

Pode ser que o RH da sua empresa já tenha contato com alguma delas, vale a pena perguntar!

Confira abaixo as áreas elegíveis ao teletrabalho:

Conhecendo as competências necessárias para administrar seu tempo e desempenho para o trabalho em home office, fica mais fácil perceber se essa atividade se encaixa ou não no seu perfil profissional.  Investir no autoconhecimento é um dos segredos para se preparar para essa modalidade de serviço, agora regularizada pela Reforma Trabalhista.

Janeiro: você pode imaginar um período melhor para fazer um plano para o ano que está começando?

Tenho certeza de que há um lugar especial para o propósito, a cada ano mais promessas e menos sucesso, “ir para a academia toda vez que puder”. Mas talvez em sua lista também tenha “encontrar uma nova oportunidade de trabalho”: em caso afirmativo, você precisará ter um bom plano para encontrá-la.

Bem, um grande ponto de partida é entender onde você pode encontrar mais oportunidades, ou melhor, é ter uma ideia, com base em dados reais, de qual é a distribuição das oportunidades de trabalho no Brasil: este artigo vai tentar ajudá-lo a construir esta ideia**.

Leia também:

7 Competências para te destacar no mercado de e-commerce

Em primeiro lugar, um olhar geral para a distribuição das oportunidades de trabalho nas principais cidades do Brasil, e, depois, um olhar mais atento para o campo específico das ofertas de emprego para o e-commerce (e o confronto com as vagas de estágio):

1- A distribuição geral das ofertas de emprego no Brasil

Vamos começar a partir de uma perspectiva mais ampla: todo o Brasil. Quais são as melhores cidades para disponibilidade de emprego? Deixe os números falarem!

Top Três (total do Brasil: 539.000 vagas disponíveis)

São Paulo (SP) (94.397 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (63.689)
Campinas (SP) (42.529)

Depois deles, encontramos Maringá (31.268), Porto Alegre (25.886), Belo Horizonte (MG) (18.997), Fortaleza (14.777), Curitiba (14.693), e Brasília (8.472).

A mesma imagem é confirmada se olharmos para uma representação estadual:

Estado de São Paulo (SP) com 229.873 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 71.829 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 55.280 vagas disponíveis

Assim, esta é a imagem na sua perspectiva geral; é o mesmo para o mercado de e-commerce? Vamos ver!

2- A distribuição específica das ofertas de emprego em e-commerce

Agora, o olhar mais atento: como parece o mapa da disponibilidade de trabalhos em e-commerce?

Top Três (total do Brasil: 4.600 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (865 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (681)
Campinas (SP) (538)

Depois deles, encontramos Maringá (298), Porto Alegre (242), Belo Horizonte (MG) (233), Fortaleza (205), Brasília (149), e Manaus (111).

Novamente, procurando por estado:

Estado de São Paulo (SP) com 1980 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 728 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 487 vagas disponíveis

Bem, o olhar mais próximo parece quase uma cópia perfeita do mais amplo: na verdade não há nenhuma mudança nas melhores cidades e estados. As mesmas cidades onde estão disponíveis mais ofertas de emprego no total, também são as mesmas onde há uma maior disponibilidade de oportunidades para encontrar emprego no campo de comércio eletrônico.

Quase o mesmo é visível se olharmos para a disponibilidade de estágios no e-commerce (mas para ser honesta, os números são tão pequenos que não são muito significativos).

Top Três (total do Brasil: 80 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (19 vagas disponíveis)
Porto Alegre (13)
Belo Horizonte (MG) (6)

Procurando por estado:

Estado de São Paulo (29)
Rio Grande do Sul (20)
Minas Gerais (8)

Então, este é o mapeamento das cidades com mais oportunidades de emprego no campo do comércio eletrônico: espero que seja útil para sua busca de trabalho neste começo de 2017… E boa sorte!

** Todos os dados apresentados provém da base de dados da Jobbydoo.

Mais sobre o assunto:

As principais carreiras e habilidades para um Profissional de Marketing Digital

Muito se diz sobre a Geração Y no mercado de trabalho. Entre análises e estudos, destacam-se alguns preconceitos, como a ideia de que os Millennials, como também são chamados, não gostam de trabalhar. Na verdade, a Geração Y adora trabalhar, mas precisa de motivos que vão além do salário para realizá-lo bem e se sentir satisfeita.

Existem alguns cuidados importantes que devem ser tomados ao tratar com a Geração Y. Muitas pessoas caracterizam essa geração como formada por jovens que alternam muito o emprego, mas isso só é um fato quando as empresas tratam os funcionários de maneira antiquada.

Uma empresa jovem desde o princípio, não se baseia unicamente no tempo de permanência dos colaboradores. Uma pessoa que começou a trabalhar há pouco tempo pode se destacar mais do que alguém mais antigo, desde que dê mais resultados.

No entanto, não é só valorizar o resultado que faz com que os Millennials se sintam satisfeitos.

Satisfação em mudar o mundo

Enquanto muitas pessoas criticam a Geração Y por ser mais egocêntrica, o fato é que trata-se de um grupo de pessoas que geralmente está muito voltado à autorrealização. No entanto, essa vontade de fazer algo que dê satisfação pessoal também está relacionada à vontade de mudar o mundo.

Quando o trabalho promove alguma transformação positiva nas pessoas, ele gera satisfação, mas para isso é preciso que eles conheçam o processo no qual estão inseridos.

É por isso que não basta ensinar um único processo aos profissionais da Geração Y. Eles precisam saber de tudo o que é feito e de como o trabalho deles influencia no resultado final.

Tecnológica e baseada nas interações pela internet desde sua fundação, nossa empresa não viu dificuldades em trabalhar de forma integrada à internet. Mesmo assim, uma dica importante aos outros empresários:

Em vez de impedir o uso das redes sociais ou encarar o celular como um vilão da produtividade, você pode usar tudo isso a seu favor, com aplicativos que ajudam nas tarefas e maior entrosamento da equipe pela internet. Em nossa empresa temos um grupo no Facebook onde sempre trocamos ideias, insights e notícias importantes do segmento.

Mudando o tempo todo

Por fim, a área de Marketing Digital combina com muitos profissionais da Geração Y. Além de permitir levar mensagens positivas às pessoas por meio das redes sociais, como mensagem transformadora dos clientes, por exemplo, é um segmento que está em constante mudança.

É importante estar sempre antenado às novidades e aberto para o novo. Os Millennials são pessoas que não conseguem ficar muito quietas no mesmo lugar, e essa possibilidade de mudança faz com que o trabalho seja ainda mais desafiador e, consequentemente, mais prazeroso.

Você já deve ter lido centenas de textos e guias sobre como elaborar um bom currículo, mas aqui estão algumas dicas que com certeza são novas para você e vão ajudar a deixar seu currículo ainda melhor!

Primeiro é importante que você saiba quais são os principais objetivos de um currículo:

1- Atrair a atenção do RH

Em meio a milhares de currículos que o selecionador de RH recebe todos os dias, fazer com que ele se interesse exatamente pelo SEU currículo é o primeiro passo.

2- Manter o selecionador interessado na leitura

Após despertar o interesse do selecionador de RH pelo seu currículo, você precisa fazer com que ele continue querendo ler seu currículo até o fim.

3- Ser convocado para a entrevista

Após o selecionador de RH ter lido totalmente o seu currículo, você só será convocado para a entrevista se o selecionador tiver uma boa impressão e gostar do que leu. Se suas experiências estiverem condizentes com seus objetivos profissionais, se o currículo está bem escrito, sem erros de português, entre muitos outros fatores que vou comentar neste post.

Considere esta maneira de encarar o seu currículo:  ele nada mais é que seu material publicitário, que vende um produto principal: você mesmo! O material deve ser elaborado como um folder ou folheto promocional, destacando o que o você tem de melhor e suas principais forças.

Pensando nisso, sugerimos uma forma bastante prática para construir um bom currículo.

Como fazer um bom currículo?

Primeiramente vamos dividir o currículo em duas partes:

  1. Identificação, dados pessoais e dados de contato
  2. Dados de formação e da sua vida profissional

A primeira parte é bem simples e fácil. Vamos deixar o nome sozinho, numa linha e escrevê-lo com fonte número 12.

Abaixo do nome colocaremos os outros dados, divididos em duas colunas, uma alinhada à esquerda e outra à direita. Vamos utilizar aqui fonte número 10.

Faça uma linha de divisão entre a parte 1 e 2 e vamos agora para a segunda parte.

Comece a segunda parte com seu Objetivo Profissional. Ele deverá estar sozinho na linha e ser escrito com uma fonte maior do que a do seu nome. Vamos utilizar aqui o tamanho 14 para fonte.

Agora, vamos subdividir estes próximos textos em cinco grandes grupos:

  • Grupo 1:  Principais Qualificações
  • Grupo 2: Formação e Experiências profissionais
  • Grupo 3: Idiomas, cursos e informática
  • Grupo 4: Prêmios, viagens e trabalhos voluntários
  • Grupo 5: Observações ou Informações Adicionais

Relembrando os três objetivos que o currículo precisa atingir e fazendo um paralelo com o que já dissemos até agora:

  • As informações do Grupo 1 servem para atrair a atenção do selecionador para o seu currículo e criar nele a vontade de continuar lendo.
  • Os outros grupos (de 2 a 5) são relacionados ao objetivo número 2, que é manter a atenção do selecionador, e a ordenação destes grupos serve para apresentar as informações de acordo com a relevância de cada assunto. As informações mais relevantes aparecem primeiro. Com isso, continuamos mantendo a atenção do selecionador para a leitura total do currículo.
  • Por fim, a informação que estiver contida no currículo e a forma como esta foi escrita é que despertará, ou não, o interesse do selecionador para chamá-lo a uma entrevista presencial.

A ilustração abaixo demonstra a estrutura básica de um currículo:

modelo-de-curriculum

Coloque no Grupo 1 seus pontos mais fortes, pode ser sua formação, uma de suas experiências profissionais, um prêmio importante, uma viagem, enfim, qualquer coisa que esteja muito alinhada com o seu objetivo profissional e que seja muito relevante para o cargo pretendido.

Já nos grupos 2, 3 e 4, você pode alterar a ordenação das informações que estão dentro de cada grupo. Por exemplo, no Grupo 1, se você tiver pouca experiência profissional e uma boa formação, deixe a Formação em primeiro lugar e a experiência em segundo. Já, se você tiver mais idade e sua experiência profissional for bastante relevante, coloque as experiências profissionais primeiro e só depois, a sua formação acadêmica.

Faça o mesmo com os outros grupos, ordene-os internamente de acordo com as suas informações mais relevantes. Veja um exemplo de um currículo construído com este formato: http://curriculo.com.br/exemplo

Com um currículo bem estruturado suas chances para ser convocado para a entrevista, aumentam.

Foi chamado? Parabéns! Seu currículo cumpriu a sua função.

Agora aproveite este encontro presencial com o selecionador, venda corretamente seu produto (você!) e conquiste seu novo emprego.

Boa sorte!


Este artigo é parte integrante do novo Manual da Recolocação Profissional, produzido pela Curriculum.com.br.
Novos artigos são publicados toda semana, até que o conteúdo integral do Manual esteja inteiramente publicado.
Acesse aqui mais artigos do Manual.

E para acessar às vagas disponíveis de E-commerce, clique nos links abaixo e boa sorte!

Assistente de E-commerce
Analista de E-commerce
Coordenador de E-commerce
Gerente de E-commerce

Sou regularmente questionado por alunos e clientes sobre as faixas salariais dos profissionais que trabalham com e-commerce no Brasil.

Percebi que este é um ponto sensível que gera bastante curiosidade e também uma certa polêmica, tanto para quem trabalha no mercado como para os empregadores. Para ajudar, compilei algumas informações e indicadores de mercado e montei um infográfico sobre os salários no e-commerce. Listei os cargos mais populares: Gerente de e-commerce, Coordenador de E-commerce, Analista de E-commerce, Analista de Conteúdo, Analista de Mídia e Web Designer.

Minhas referências do estudo de salários foram: E-Vision Carreiras, Catho, E-commerce News, Sine, E-bit e Uni Buscapé.

Espero que gostem.

PS: Confesso que achei os números um pouco altos em relação ao que tenho visto no mercado. Ainda mais em tempos de crise.

salarios-no-e-commerce

Texto publicado anteriormente no Pulse do LinkedIn.

Growth Hacking para E-commerce


Veja também:

Vagas para E-commerce

Um novo termo vem sendo bastante utilizado no mercado: mentoria reversa. Mas, você sabe o que significa? Quando pensamos em relações de mentoria, automaticamente enxergamos profissionais mais velhos guiando os mais novos, oferecendo insights ganhos através de anos de trabalho duro e de muita experiência. Porém, na mentoria reversa, o que acontece é exatamente o contrário: funcionários mais jovens oferecendo uma nova perspectiva sobre tecnologia, social media e hábitos dos consumidores.

Com avanços tecnológicos ocorrendo a todo o momento, aqueles que nasceram em meio a essa turbulência de informações, os chamados “nativos digitais”, tem maior facilidade para acompanhar, aprender e se adaptar as mudanças que movem o mercado.

As empresas estão cada vez mais adeptas a contratar funcionários mais jovens, que possuem a mente aberta para aprender e inovar sempre que for preciso e, ao somar experiências com quem está presente no mercado há mais tempo, gerar melhores resultados com uma equipe potencializada. E é aí que a mentoria reversa entra em cena, servindo como uma poderosa ferramenta para uma organização.

Ao falar de social media, não basta ter uma conta, é preciso ser ativo e engajar o seu público com o seu conteúdo. Além disso, ajustar o tom de voz é essencial, pois muitas empresas tradicionais ainda tem o costume de ser formais quando conversam com clientes e esse não é o melhor caminho quando lidamos com pessoas que passam boa parte do dia conectadas.

É necessário ter uma aproximação mais casual, que humanize as relações profissionais. Vale encarar essa situação como se estivesse falando com um amigo, fazendo com que as pessoas se sintam mais acolhidas.

Um exemplo bem atual que mostra o quanto as habilidades de um nativo digital podem ter bastante sinergia com uma marca tradicional é o caso do Snapchat, aplicativo que vem adquirindo enorme visibilidade para as marcas mas que é dominado predominantemente por jovens. Neste caso, é primordial que o tom de voz esteja em harmonia para gerar maior engajamento entre o público alvo e a marca em questão.

Outro ponto bastante importante que pode ser aprendido com os mais jovens é não ter medo de arriscar. Quem já está no mercado há bastante tempo e já passou por períodos de crises econômicas, fica receoso de investir em algo novo e que sai fora de uma zona de conforto criada por eles mesmos para garantir estabilidade.

Porém, a pedida do século é justamente sair fora da caixa, arriscar, pois ideias que antes eram boas já ficaram ultrapassadas e está cada vez mais difícil de surpreender as pessoas. As ideias mais “improváveis” e “malucas” são as que mais estão dando certo hoje em dia.

Se você falasse de realidade virtual, há pelo menos um século atrás, quem acreditaria que daria certo? Pois é! Contudo, vale lembrar que é primordial existir um equilíbrio entre o novo e o tradicional, um não deve existir sem o outro, uma vez que a maturidade e a inteligência emocional também atuam como protagonistas nesta relação, fatores que costumam vir com o tempo e bastante experiência.

A maior lição que podemos tirar da mentoria reversa é que cada um de nós é expert em determinado assunto e, quando o assunto é tecnologia, as formalidades têm de ser deixadas para trás e os nativos digitais precisam colocar suas habilidades em prática. Ou seja, tem espaço para todos no mercado, onde todas as vozes precisam ser ouvidas para que se forme um ciclo constante de trocas de experiências valiosas tanto na vida profissional quando pessoal de cada um.

Publicado anteriormente no Pulse do LinkedIn.

Livros são grandes recursos de aprendizado: transmitem experiências e conselhos através dos tempos, podendo causar um grande impacto na sua forma de enxergar as coisas.

Contemplei diversos gêneros e áreas, dois idiomas e a opinião de pesquisadores ao redor do mundo e leitores da nossa equipe para listar 20 livros que podem te ajudar a conquistar todo o sucesso que o seu negócio merece:

Em Português

1- A Menina do Vale

O livro que lançou a empreendedora Bel Pesce na mídia não fez tanto sucesso à toa. Disponível para download gratuito e também nas livrarias, conta a trajetória e os aprendizados da brasileira que, ainda jovem, realizou o sonho de estudar no Massachusetts Institute of Technology (MIT), conhecer diversas pessoas influentes e trabalhar em grandes empresas do Vale do Silício, como Microsoft e Google.

2- A Revolta de Atlas

Para quem gosta de ficção, este clássico da filosofia pode ser uma boa pedida. Em três volumes, Ayn Rand referencia o mito grego de Atlas, titã condenado a carregar o peso do céu sobre os ombros, para contar a história de empreendedores criativos que veem seus impérios serem corrompidos por pessoas que desconhecem o valor do trabalho. Uma verdadeira reflexão sobre capitalismo, ética, sociedade e política.

3- A Startup Enxuta

Empreendedor residente na Harvard Business School, Eric Ries compartilha em sua obra algumas experiências e dinâmicas de funcionários de grandes empresas. Isso o permite desenvolver umaconceituação da ideia de Startup Enxuta (ou Lean Startup), tão visada nos dias atuais, que corresponde a baixo custo, agilidade e foco nas expectativas dos clientes.

4- Atravessando o abismo

Abordando diversos conceitos de Marketing, este livro é muito admirado pelos especialistas da área.Geoffrey Moore demonstra a diferença entre os principais tipos de consumidores, as variáveis do macroambiente empresarial, o ciclo de inovação de uma empresa e muitas outras reflexões necessárias para quem está na jornada do negócio próprio.

5- Aventuras empresariais

Este é o livro favorito de Bill Gates, fundador da Microsoft, por um motivo. Escrito por John Brooks ebest-seller do New York Times, compila doze histórias reais de empreendedorismo em empresas de sucesso, como a Xerox e a Ford, analisando os pontos altos e baixos e refletindo sobre questões administrativas mais fortes que o tempo e as fronteiras geográficas.

6- De zero a um: o que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício

O principal fator de sucesso não é competir com empresas parecidas, mas tornar a sua única. Essa é a premissa do livro de Peter Thiel, um dos fundadores do PayPal. Defendendo o pioneirismo, o autor discute a trajetória de diversas startups bem-sucedidas para ensinar como viabilizar o crescimento vertical do seu negócio. Trata-se de um dos livros mais recomendados entre os fundadores da Nuvem Shop.

7- Delivering Happiness – Satisfação garantida

Nesta obra, Tony Hshie compartilha sua carreira de empreendedor e comenta a criação e gerência da Zappos. O e-commerce de calçados, referência mundial em atendimento ao cliente, destaca-se por suas iniciativas ousadas, sua inovação no modo de trabalho e, claro, o objetivo de sempre entregar felicidade para as pessoas (mesmo que isso signifique recomendar o concorrente em caso de falta de estoque).

8- Design Thinking: uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias

O Design Thinking é uma abordagem bastante interessante para os gestores, por ajudá-los a enxergar a empresa sob uma ótica mais parecida com a do designers: identificando padrões, buscando inovação e solucionando problemas. Com o livro de Tim Brown, você entenderá esta ideia mais profundamente e verá como aplicá-la à sua realidade.

9- Geração de Valor

Geração de Valor é um projeto de Flávio Augusto da Silva, fundador da WiseUp e um dos maiores empresários do Brasil, que tem como objetivo compartilhar conselhos sobre realização de sonhos, criação de negócios, crescimento pessoal e liderança. O autor resolveu compilar alguns de seus melhores artigos em um livro, cujos lucros de direitos autorais seriam usados para reformar escolas no nordeste brasileiro.

10- Marketing 3.0 – As forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano

Você já ouviu falar de Marketing 3.0? Trata-se de uma nova forma de direcionar essa atividade, dando prioridade ao lado emocional dos consumidores e destacando a missão a visão e os valores da empresa. Neste livro, Philip Kotler, considerado uma das maiores referências da área, apresenta sua perspectiva da prática.

11- O Lado Difícil das Situações Difíceis

Em uma obra que vai na contramão das outras, Ben Horowitz discorre a respeito das situações administrativas “sobre as quais ninguém fala”: demissões, crises, vendas da empresa e muitas outras. Uma leitura prazerosa e enriquecedora que conta a trajetória de um dos maiores empreendedores do Vale do Silício sob um ponto de vista pessoal.

12- O Poder do Hábito

Qual o segredo das pessoas bem-sucedidas? Aquelas que são produtivas, disciplinadas e arrumam tempo para tudo o que querem ou precisam fazer? Segundo o pesquisador Chales Duhigg, é apenas uma questão de hábito. Neste outro best-seller do New York Times, você entenderá como implementar novos comportamentos na vida pessoal e, claro, profissional.

13- Steve Jobs

Escrita por Walter Isaacson, a biografia construída a partir de entrevistas promete desvendar alguns aspectos da personalidade empreendedora e peculiar do gênio da Apple. Steve Jobs revolucionou diversas indústrias, em especial a de tecnologia, e tornou-se uma das maiores referências mundiais graças à sua criatividade e a ousadia nos negócios.

14- TED Talks

Um bom líder precisa saber se comunicar. Então, para não dizer que não indicamos lançamentos, a dica é o livro do projeto TED com técnicas de oratória. Nele, você aprende os segredos dos palestrantes para transmitirem sua mensagem de maneira clara e carismática, demonstrando domínio do assunto e, ao mesmo tempo, gerando credibilidade.

Em Inglês

15- Brain Chains

O desenvolvimento pessoal está totalmente relacionado à maneira como você usa suas próprias capacidades (inclusive, como já falamos acima, para criar hábitos). Com base em diversas pesquisas, Theo Compernolle se propõe a apresentar alguns métodos de aprimorar o funcionamento do seu cérebro e explorá-lo ao máximo.

16- Creativity, Inc.: overcoming the unseen forces that stand in the way of true inspiration

Este livro é considerado um dos melhores sobre liderança e empreendedorismo de todos os tempos. Escrito por Ed Catmull, atual presidente do Walt Disney Studios, DisneyToon Studios e cofundador da Pixar Animation Studios, em parceria com Amy Wallace, traz inúmeras dicas para construir a cultura criativa da sua empresa e criar grandes obras.

17- Elon Musk: Tesla, SpaceX, and the quest for a fantastic future

Elon Musk é um executivo muito admirado no Vale do Silício, sendo responsável por tornar grandes empresas como o PayPal, a SpaceX, a Tesla Motors e a SolarCity o que elas são hoje. Nesta biografia, o jornalista Ashlee Vance destaca alguns momentos da trajetória do empreendedor e mostra o que podemos aprender com cada consequência.

18- Rework

Com a promessa de quebrar os clichês administrativos, este livro de Jason Fried traz orientações variadas a respeito do que você realmente precisa para criar um negócio e alcançar o sucesso, deixando de lado alguns pontos que, segundo o próprio autor, são apenas “desculpas”. Tudo de uma forma descontraída, dinâmica e direta ao ponto.

19- The Intel Trinity: how Robert Noyce, Gordon Moore, and Andy Grove Built the world’s most important company

Por seu importante papel na evolução da tecnologia, a Intel chegou a ser considerada a empresa mais importante do mundo. Seja isso ainda verdade ou não, é inegável sua relevância e o quanto podemos aprender com sua história. Com base nisso, Michael Malone reúne os principais fatos da linha do tempo da companhia a partir de seus três gestores principais.

20- The Long Tail: why the future of business is selling less of more

Em sua obra, Chris Anderson discorre sobre o consumo dos produtos com baixa demanda, argumentando que eles têm um potencial maior do que muitos outros. Uma reflexão interessante sobre o mercado, a verdadeira relevância de uma empresa e, claro, a produção em si.

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.


Mais livros?

7 livros que todo empreendedor de e-commerce deve ler

Todos nós temos visto o forte aumento no número de brasileiros desempregados, mas a dúvida que fica é: Qual é o real impacto no consumo?

Antes de tudo, vamos aos fatos: desde o início de 2015 houve um forte aumento no desemprego no Brasil, considerando os dados da PNAD contínua do IBGE, esse indicador passou de 7,1% em 2014 para 8,0% em 2015 e para os atuais 11,2% em 2016 (todos dados do trimestre móvel de fevereiro a abril dos seus respectivos anos), representando assim um contingente de 11,4 milhões de pessoas economicamente ativas que procuram emprego, porém não o encontram.

Outro aspecto bastante preocupante é que os brasileiros têm levado mais tempo para se realocar no mercado, o percentual de pessoas procurando emprego há mais de seis meses em apenas três anos subiu de 18,4% de fev/2013 para 30,9% em fev/16. Além de não encontrar ocupação por muito tempo, esses trabalhadores também deixam de receber o seguro desemprego, aumentando ainda mais a pressão sobre essas famílias.

Impacto na confiança

O emprego e principalmente a qualidade do emprego (estabilidade, perspectiva de crescimento, etc.) são os principais fatores que direcionam a confiança do consumidor no Brasil.

A confiança do consumidor, por sua vez, é o principal fator que direciona o consumo, afinal de contas, você compraria uma roupa nova se achasse que iria perder o emprego em breve?

O inverso também é verdadeiro, com a confiança em alta, as famílias brasileiras tiram do papel seus planos de reformar a casa, trocar de carro, experimentar novas categorias de produtos, etc.

Cuidado com a média

Apesar do número de 11,2% de desempregados no Brasil ser bastante alto, temos que ter bastante cuidado com essa média nacional.

Abaixo temos esse mesmo dado de desemprego por região e por faixa etária, notem que o desemprego no Nordeste bate os 12,8% enquanto que no Sul temos 7,3%. Além disso, o desemprego entre as pessoas de 18 a 24 anos chega a ser 24,1% enquanto que os de 40 a 59 anos ficam em 5,9%. Se combinarmos esses fatores o cenário é ainda mais crítico: jovens de 18 a 24 anos no nordeste tem a taxa de desemprego em 27,4%!

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Veja também o Perfil do Profissional de E-commerce brasileiro:

Pesquisa Profissional de E-commerce 2015

Perspectivas

No Brasil, os indicadores de desemprego demoram a apontar queda quando há uma crise, pois o custo de demitir, contratar e treinar novos profissionais é tão grande que os empresários postergam ao máximo essa decisão.

Por outro lado, o inverso também é verdadeiro: os empresários só voltam a contratar após enxergarem sinais claros da retomada da demanda. Assim, o mercado projeta que ainda haverá um aumento do desemprego chegando ao patamar de 13% a 14% ainda em 2016 e aterrissando entre 12% a 13% no final do ano (sempre há uma queda em novembro e dezembro devido às vagas temporárias).

O cenário para 2017 não deve ser muito diferente, o mercado projeta que o indicador fique no patamar de 13% e que apresente recuperação apenas a partir de 2018.

Por outro lado, a expectativa é que o varejo volte a ter vendas acima da inflação ainda no final de 2016, em parte influenciado pela própria estabilização do desemprego, mesmo que em patamares elevados.

Publicado anteriormente no site da GS&MD – Gouvêa de Souza.

As pessoas julgam você em segundos, mas o que exatamente eles estão avaliando?

A professora de Harvard Business School, Amy Cuddy vem estudando as primeiras impressões ao lado dos colegas psicólogos Susan Fiske e Peter Glick por mais de 15 anos, e descobriu padrões nessas interações.

Em seu novo livro, “Presença”, Cuddy diz que as pessoas respondem rapidamente duas perguntas quando eles te encontram pela primeira vez:

  1. Posso confiar nesta pessoa?
  2. Eu posso respeitar esta pessoa?

Os psicólogos referem-se a estas dimensões como cordialidade e competência, respectivamente, e, idealmente, você quer ser percebido tendo ambos.

Curiosamente, Cuddy diz que a maioria das pessoas, especialmente em um contexto profissional, acreditam que a competência é o fator mais importante. Afinal, eles querem provar que eles são inteligentes e talentosos o suficiente para lidar com o seu negócio.

Mas, na verdade a cordialidade, ou confiabilidade, é o fator mais importante na forma como as pessoas avaliam você. “De uma perspectiva evolucionária”, diz Cuddy, “é mais crucial para a nossa sobrevivência saber se uma pessoa merece a nossa confiança.” Faz sentido quando você considera que para os homens das cavernas era mais importante descobrir se seu companheiro estava lá para matá-lo e roubar todos os seus bens ou se ele era competente o suficiente para construir um bom fogo com você.

Livro Presence de Amy Cuddy Novo Livro de Amy Cuddy: Presence.
Novo Livro de Amy Cuddy: Presence.

O novo livro de Cuddy explora formas para nos sentirmos mais confiantes. O livro já é best-seller na Amazon dos EUA e está aqui.

Enquanto a competência é altamente valorizada, Cuddy diz que ela é avaliada apenas depois que a confiança é estabelecida. E, que se concentrar demais em exibir a sua força pode sair pela culatra.

Cuddy diz que estagiários de MBA são muitas vezes tão preocupados com parecerem inteligentes e competentes que isso pode levá-los a ignorar eventos sociais, não pedir ajuda, e geralmente parecer inacessível.

“UMA PESSOA CALOROSA, CONFIÁVEL QUE TAMBÉM É FORTE PROVOCA ADMIRAÇÃO, MAS SÓ DEPOIS QUE VOCÊ ESTABELECEU A CONFIANÇA É QUE SUA FORÇA SE TORNA UM DOM E NÃO UMA AMEAÇA.”

Estes overachievers podem se frustrar ao não receber a oferta de emprego porque ninguém os conheceu melhor para confiar neles como pessoas.

“Se alguém que você está tentando influenciar não confia em você, você não vai chegar muito longe. Na verdade, você pode até provocar suspeitas por você parecer apenas um grande manipulador”, diz Cuddy.

Amy fez um TED Talk muito interessante e está legendado abaixo:

Artigo da Business Insider. Publicado anteriormente no Jornal do Empreendedor.