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O Amazon não é a mesma empresa de quando foi fundada, em 1994. Nesta época, o comércio eletrônico ainda era uma indústria relativamente pequena e a Amazon vendia exclusivamente livros. Hoje, a quarta empresa mais valiosa do mundo vende um número impressionante de produtos para bilhões de pessoas em todo o mundo.

Tudo começou quando Jeff Bezos decidiu iniciar um site de comércio eletrônico com o dinheiro investido pelos seus pais. O site, onde vendia livros chamava-se Cadabra, até que mudou o nome para a Amazon depois de perceber que o nome soava parecido com “cadáver”.

Bezos
(fonte da imagem: https://twitter.com/JeffBezos)

Mais sobre Jeff Bezos:

Jeff Bezos: o termo “visionário” se encaixa com perfeição

Hoje, com todo o investimento feito em marketing digital, a Amazon é uma das gigantes da internet. Existem várias maneiras de olhar para o tamanho da Amazon, e cada uma é mais surpreendente que a outra.

7,5% da população trabalhadora de Seattle são funcionários do Amazon

O Amazon possui mais de 300 mil funcionários em todo o mundo e 40 mil deles estão presentes só em Seattle. O gigante do e-commerce fez de Seattle a maior cidade empresarial dos EUA. Além disso, recentemente, a Amazon anunciou planos para investir US$ 5 bilhões em uma segunda sede, para 50 mil funcionários, em algum lugar da América do Norte.

Amazon Seattle

(Fonte da imagem: https://www.gannett-cdn.com/-mm-/4c8d84aa3e148fefef05515b5510da017d0ba257/c=0-0-5177-2925&r=1280×720&r=540/local/-/media/2017/05/08/USATODAY/USATODAY/636298505496030046-AP-AMAZON-CAMPUS-90525690.jpg)

O Amazon envia 1,6 milhões de pacotes por dia

Um relatório de 2013 mostra que a Amazon já enviou 608 milhões de pacotes só neste ano, o que dá uma média de 1,6 milhões de pacotes por dia.

45 mil robôs percorrem os armazéns do Amazon

Para fazer com que os pacotes sejam despachados a tempo, a Amazon confia em uma frota crescente de robôs autônomos que pegam pacotes de suas prateleiras e os trazem para funcionários humanos.

Os 45 mil robôs estão em 20 centros de atendimento nos EUA. Em 2016, a empresa aumentou a frota 50% em relação ao número anterior de 30 mil.

Robôs da Amazon (fonte da imagem: https://i.ytimg.com/vi/4sEVX4mPuto/maxresdefault.jpg)

O Amazon é mais valiosa do que todos os principais varejistas combinados

A soma total dos investimentos em infraestrutura e gerenciamento da cadeia de suprimentos tornou a Amazon de longe o varejista mais valioso nos Estados Unidos.

A avaliação de US$ 356 bilhões do Amazon é maior do que o Wal-Mart, Target, Best Buy, Macy’s, Kohl’s, JCPenney e Sears combinados.

Com a recente aquisição da Whole Foods, não há sinais de que o Amazon tenha planos de desaceleração.

O Amazon conta com 43% de todas as vendas online dos EUA

A Amazon, que antes costumava ser um site para comprar livros online,  hoje, é o site de compras padrão para praticamente tudo.

Uma análise da Slice Intelligence, divulgada em fevereiro, descobriu que 43% de todas as vendas de e-commerce nos EUA foram feitas através da Amazon em 2016. Isso é superior aos 33% de 2015 e aos 25% em 2012.

Com números tão impressionantes em vendas, percentual de mercado e com uma tecnologia de logística muito acima da média, a pergunta é: quem parará a Amazon?

Leia também:

Game of Thrones do E-commerce: A Estratégia da Amazon para dominar totalmente o varejo online mundial

Como a Red Bull se tornou referência em Marketing de Conteúdo

Nunca fui muito fã de dar aulas, sempre tive problemas com a timidez e fico tenso (dias antes) com a preocupação em trazer conteúdos que realmente sejam interessantes e agreguem valor aos presentes. Entendo que no caso de uma aula de Marketing de Conteúdo (o meu) cria-se uma expectativa maior por isso, ou pelo menos entendo que deveria.

Com o o tempo aprendi a lidar com a situação e hoje é algo até prazeroso (ou quase). Um dos segredos que encontrei para tornar a aula interessante foram os cases. De nada adianta a boa teoria se não mostrarmos uma aplicação prática sobre o tema. E de fato este é o momento que as pessoas mais interagem com perguntas e troca de experiências.

Além disso, o case de uma marca conhecida por todos traz mais que uma aplicação prática, temos neste caso uma amigável familiaridade da plateia. Que empresta suas próprias experiências com aquela marca para um entendimento mais adequado da teoria em questão.

Nesta busca constante por exemplos interessantes estava perdendo um que estava ao meu lado o tempo todo. Explico: como um verdadeiro “ritual” para as aulas, encontrei um item que me ajuda a sentir-se mais seguro, minutos antes do início, bebo uma latinha de Red Bull. Com mais energia e bem disposto, entendo que o discurso fica mais interessante e a performance melhora. Não tenho a noção exata que faz de fato diferença, mas se tornou quase uma superstição.

E era isso mesmo. Estava ali o tempo todo, naquela amigável e simpática latinha de energético…

A história resumida da Red Bull

Ao contrário do que muitos pensam, a Red Bull não é 100% austríaca, pelo menos a origem do produto tem mais história. A bebida foi criada na Tailândia. Diante de uma potencial demanda grande por bebidas na região, o xarope energético que antes era uma quase exclusividade da elite, foi popularizado em uma nova fórmula baseada na hoje já famosa substância taurina.

Porém, o desafio era fazer essa bebida (ainda no formato xarope) chegar ao grande público (trabalhadores rurais, taxistas, etc), quem de fato precisaria de “mais energia” segundo seu criador. Foi então que surgiu a grande ideia de patrocinar o esporte mais popular do país, o Muay Thai, arte marcial local – o futebol deles.

Krating Daeng, vendido na Tailândia.

O sucesso absoluto em seu país chamou a atenção do empresário austríaco Dietrich Mateschitz, com problemas de fuso horário em uma viagem à Tailândia conheceu a bebida Krating Daeng, gostou muito, investiu ($$$) na fórmula do autor Chaleo Yoovidhya e levou para a ideia para a Áustria.

No entanto, alguns ajustes precisavam ser realizados, a marca precisava ser mundial e foi traduzida do tailandês para a hoje conhecida Red Bull. Além da marca, era preciso transformar o xarope, o produto em algo mais fácil e convidativo de ser consumido. Só então foi transformado no modelo “refrigerante”. Mais sobre a história da Red Bull neste vídeo.

A estratégia de Marketing para a operação na Europa

A estratégia de entrada do produto no mercado foi agressiva e com público-alvo bem definido: adolescentes. Já associando o produto à energia, latinhas eram distribuídas em baladas, carros adesivados com latas gigantes, um grande poder de distribuição e a contratação de universitários para representar a marca.

Carro da Red Bull.

Mais do que isso, a bebida entrou no contexto das baladas, virou drink. Foi misturada com inúmeras outras bebidas para se tornar imprescindível em qualquer festa. Movimento semelhante temos hoje à estratégia da Oreo, bolacha (sim, sou de São Paulo) que se tornou ingrediente de várias outras receitas.

Mas cadê o Marketing de Conteúdo?

Em todo lugar com criação de contexto. Como estratégia de branding hoje a associação da marca Red Bull é quase automática: a palavra ENERGIA vêm à mente. Essa associação é simples e direta com os esportes radicais de alta performance. Pense em qualquer esporte maluco ou não, o campeonato será patrocinado pela Red Bull (Motocross, Mergulho, Snowboarding, Skate, Parkour…).

Mas o conceito, aquele mesmo do Muay Thai cresceu, e o apoio ao esporte entrou na cultura da organização. Onde mais estaria esta alta performance? Corridas de carros, claro! Alta velocidade, demanda atenção no nível máximo, altos índices de energia. Eles montaram uma equipe de Fórmula 1.

Leia mais sobre cultura de organização:

Zappos e a Cultura de Atendimento ao Consumidor

O modelo chegou também aos clubes de futebol, o Red Bull Leipzig incomodou o gigante Bayern de Munique e foi vice-campeão da Bundesliga 2016-2017 (Campeonato Alemão), o New York Red Bulls já teve até o lendário jogador francês Thierry Henry como astro e o Red Bull Salzburg é hoje o maior time de futebol da Áustria (venceram 8, das últimas 11 temporadas do país). O Red Bull Brasil, de Campinas/SP, já figura há alguns anos na elite do Campeonato Paulista de futebol. Veja todos os esportes patrocinados pela marca.

Porém, isso tudo é mais do que simples patrocínios. A marca hoje é sinônimo de esportes radicais e atletas de alto desempenho. Através da Red Bull TV e da revista The Red Bulletin gera conteúdo constante sobre o tema. É um novo produto em forma de conteúdo entregue aos seus potenciais consumidores bem diferentes de suas latas de energético.

Os produtos de conteúdo são da Red Bull Media House, outra empresa do grupo, com foco em esportes, cultura e estilo de vida. Conteúdo que virou até filme, abaixo o trailer de The Art of FLIGHT:

Site oficial do filme The Art of FLIGHT

Onde estão as latinhas?

Sem a aparente intenção constante de vender o produto. A marca entrou na rotina e até mesmo no inconsciente das pessoas com a simples associação: alta performance. A Red Bull hoje é conceito puro, traz valor agregado à marca, e o produto em si em muitos momentos é apenas um detalhe. Quando alguém pensa em alta performance, em mais atenção para o trabalho, em energia para um grande projeto, em TCC, praticar esportes, uma única bebida vem à mente… Café Red Bull.

E é exatamente essa uma das melhores definições/associações do conceito do Marketing de Conteúdo:

Segundo o Content Marketing Institute “Marketing de Conteúdo é a técnica de distribuir conteúdo relevante para atrair, adquirir e/ou engajar determinada audiência conhecida com o objetivo de lucrar futuramente com esta audiência”. 

Sim, o conceito habitualmente trata de conteúdo online (não apenas texto, importante destacar), gerado para criar autoridade de marca (credibilidade), para que a marca seja encontrada por consumidores potenciais que já estejam interessados no conteúdo gerado, e que não por acaso conta com exatamente o que a empresa tem à oferecer

Assim, o contato do consumidor com a marca será estimulado por ele próprio, e a empresa aparece como a solução do problema procurado e não como um agente de interrupção de experiência. O relacionamento de negócio, a experiência inicia-se muito mais amigável e sobretudo relevante.

Entende a relação? É exatamente este o conceito da Red Bull, tira do objetivo final (vender bebidas energéticas) e cria um contexto de modo que o público-alvo procure o produto da empresa quando tiver a necessidade que ele se propõe resolver: a alta performance.

E agora a bebida mágica que me traz confiança para falar ganhou um merecido slide da minha aula, o slide que aplica e empresta familiaridade ao conceito principal do Marketing de Conteúdo. Em um case que igualmente merece ser contado repetidamente, como em mais este conteúdo espontâneo gerado por mim para a marca deles. 🤔

Empreender não é fácil: requer muita responsabilidade para gerenciar as demandas, disposição para lidar com os problemas, atenção para acompanhar as tendências de mercado e a concorrência. Mas, uma vez que você opta por esse caminho, vale a pena continuar.

Para inspirá-lo, trouxemos hoje alguns pensamentos de Bill Gates, simplesmente o homem mais rico do mundo segundo a revista Forbes. A fortuna não é por acaso: sua empresa, a Microsoft, foi a responsável por desenvolver e popularizar o computador pessoal (PC) da maneira como conhecemos hoje, e o sucesso foi exponencial.

1. O tamanho trabalha contra a excelência

A primeira lição de Bill pode parecer óbvia, mas é frequentemente deixada de lado. Muitos empreendedores, ao se empolgarem com o sucesso inicial do empreendimento, investem mundos e fundos para ampliar o negócio sem ter muita clareza de qual será o próximo passo.

Se você tem uma loja virtual que vende para todo o Brasil e deseja levá-la para o resto do mundo, por exemplo, tenha em mente que será preciso adaptar toda a sua logística para essa nova realidade. Com o atendimento é a mesma coisa: quer passar a responder consultas de clientes também pelas redes sociais? Considere que não será possível utilizar os mesmos procedimentos do telefone e do e-mail.

O objetivo principal do seu negócio deve ser continuar crescendo, claro. Mas talvez seja melhor fazer isso horizontalmente (infraestrutura, equipe, linha de produtos) antes de verticalmente (regiões de atuação, nichos específicos do segmento, entre outros).

2. Seus clientes menos satisfeitos são sua maior fonte de aprendizado

Já falamos no nosso blog que a melhor propaganda é feita por um cliente satisfeito, pois poucas iniciativas de marketing são mais poderosas do que o boca a boca. Por outro lado, os consumidores que não estiverem tão contentes com o produto ou serviço do seu negócio também têm um grande valor.

Eles demandam uma atenção extra da parte da sua equipe, pois possuem informações diferenciadas a respeito dos seus erros e acertos. Tente realizar algumas interações via e-mail ou mesmo uma ligação curta para entender os motivos que os fizeram desistir da sua marca. Será o preço? Uma oferta melhor da concorrência? Ou eles simplesmente não tinham nenhuma ligação afetiva? Você pode utilizar o modelo de Aaker para direcionar as perguntas.

Além dos insights estratégicos que suas experiências promovem, clientes insatisfeitos podem ser um desafio para o seu suporte. Querem uma compensação, precisam ser monitorados para evitar crises de imagem, requerem um esforço extra para serem fidelizados novamente. Veja-os como uma excelente oportunidade de evolução.

3. Os líderes do futuro serão os que empoderam os outros

O que diferencia um chefe de um líder? Enquanto o primeiro simplesmente dá ordens e cobra resultados dos subordinados, o segundo sabe orientá-los em tomadas de decisões, explorar seus pontos fortes e ajudá-los a evoluir.

Outras comparações podem ser feitas: o líder, ao contrário do chefe, mantém a equipe motivada e faz um planejamento a médio e longo prazo, em vez de pensar apenas no quadro imediato. Tais conceitos vão diretamente de encontro com a crença de Bill Gates: ele defende que a principal habilidade de liderança é o empoderamento dos colegas de trabalho.

O segredo, portanto, é entender quais as principais habilidades de cada pessoa da equipe e oferecer a ela todos os recursos necessários para que possa desenvolvê-las. Trata-se de dar aos subordinados o poder de crescerem e superarem suas próprias dificuldades e dúvidas. Nas palavras do próprio fundador da Microsoft: “se você mostrar às pessoas os problemas e as soluções, elas estarão dispostas a agir.”

4. A maneira como você gerencia as informações determina se você vai vencer ou perder

Você não quer tomar decisões de negócio baseadas apenas em suposições, e sim em números concretos ou estatísticas confiáveis. Por isso, é importante saber coletar os dados certos a respeito do seu público e aproveitá-los da melhor maneira.

Pense em seu funil de vendas e faça uma lista de todas as variáveis do processo de compra, tentando identificar quais fatores levam seus clientes a fazerem suas escolhas. Se você tem um e-commerce ou um site, por exemplo, pode experimentar o Google Analytics para medir conversões e entender o comportamento dos usuários em cada página.

A inteligência de informações (ou business Intelligence, em inglês) tem um impacto tão positivo na estratégia das empresas que, em algumas delas, tem sua própria equipe dedicada. Não dispense a oportunidade de avaliar o material que você já possui e utilizá-lo para planejar suas próximas ações.

5. A inovação realmente vira o jogo

A história da Microsoft começou com o lançamento do computador pessoal (PC), passando pela venda do primeiro sistema operacional e atingindo seu clímax com o Windows 95 (que possibilitou, entre outras coisas, o acesso dos usuários domésticos à internet). Bill defende a inovação como essencial para o sucesso, e não parece estar errado.

Afinal, para que serve um produto igual a dez outros? Ou um serviço que não traz nenhuma vantagem para quem o utiliza? Seu empreendimento precisa de diferenciais, tanto na proposta quanto no que oferece. E essas diferenciações devem ser constantes, ou eventualmente a concorrência as tornarão obsoletas.

Lembre-se do conselho de um outro grande nome do mundo business (Seth Godin): “não procure clientes para o seu produto – encontre produtos para os seus clientes”. Tenha bem claro o público que você deseja conquistar e fidelizar, e procure identificar as necessidades mais básicas e cotidianas para entender como atendê-las de uma forma que ninguém fez.

Espero que este artigo tenha inspirado você a começar a empreender ou continuar investindo em seu próprio negócio. Finalizo com um último conselho de Bill Gates: “nunca se compare com ninguém neste mundo. Caso o faça, entenda que você estará insultando a si mesmo.”

Howard Schultz: esse nome pode não ser tão familiar para você, mas o logo verde da sereia de cauda dupla certamente já apareceu em algum lugar. É o símbolo da Starbucks: cafeteria mundialmente conhecida, que conta atualmente com mais de 20 mil lojas.

Schultz passou a fazer parte da empresa em 1982, quando havia uma única sede em Seattle. Um ano depois, em visita à Itália, apaixonou-se pelo modo como o café era vendido como uma experiência e não apenas um produto – e resolveu levar o conceito adiante com a Starbucks, da qual acabou se tornando CEO.

Com o sucesso conquistado e certo de que isso se deve à maneira como a marca se relaciona com os consumidores, ele atualmente participa de diversas palestras e entrevistas compartilhando o que aprendeu em sua trajetória de empreendedor – inclusive a máxima que intitula o post: “escute com empatia e comunique com transparência”. Mas o que isso significa?

As necessidades estão nos detalhes

A primeira questão que podemos refletir a partir da frase é a importância de conhecer e entender o seu público-alvo. Escutar com empatia significa ouvir o que o seu cliente tem a dizer e, principalmente, se colocar no lugar dele. As pessoas têm uma grande facilidade de falar a respeito do que querem, mas a sua estratégia de marketing precisa ir além e saber do que elas de fato precisam.

Portanto, deixe sempre aberto o espaço para que seus consumidores se expressem: seja diretamente pedindo feedback, convidando-os a prestar depoimentos ou mesmo comentar em sua página no Facebook. Depois, saiba ouvir e identificar na fala deles as suas necessidades diárias. O desafio será adaptar o seu serviço ou produto a elas, mas vale a pena.

Relacionamento é relacionamento

A segunda parte da citação, “comunique com transparência”, tem a ver com o outro lado desse diálogo – o que a sua empresa está dizendo para as pessoas. Schultz reforça que é preciso agir sempre com honestidade: fazer publicidade de acordo com o que você realmente oferece, informar a respeito de eventuais erros, lidar com os seus funcionários de forma sincera e responsabilizar-se por tudo o que acontece no pequeno universo sob seu domínio.

Afinal, nesse sentido, relacionar-se com sua equipe ou seu cliente é como fazer parte de qualquer outro tipo de relação, seja familiar, amigável ou amorosa: requer falar a verdade, expor as situações da forma como elas são e não tentar “maquiar” a realidade. Posicione sua marca (e também a si mesmo como líder) da maneira mais clara, transparente e confiável que puder. Isso é fundamental para conquistar credibilidade e confiança.

Construa a sua própria cultura

Por fim, podemos considerar esses dois valores – empatia e transparência – como pilares da cultura da Starbucks, já que sempre devem ser levados em conta no dia a dia de trabalho e estão de acordo com a missão da empresa:

“Inspirar e nutrir o espírito humano – uma pessoa, uma xícara de café e uma comunidade de cada vez.”

Definir esses core values logo no momento de estruturação do seu negócio faz com que todos os membros dele tenham uma base a seguir, uma orientação a considerar no momento de agir e tomar decisões. Isso garante que, por toda a existência da marca, ela siga seu propósito maior e tenha coerência com o que você acredita. E esse quadro é essencial para qualquer sucesso ou realização pessoal e profissional.

Publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

Empreendedores precisam de altas doses de inspiração para manter-se firmes. Hoje, a história motivadora que apresento não tem nada a ver com o universo digital, mas traz em sua essência valores fundamentais para quem que botar sua ideia na prática.

O foto documentarista brasileiro Sebastião Salgado é um dos ícones mundiais da fotografia. Começou a fotografar com quase 30 anos ao perceber que a fotografia poderia ir muito além de simplesmente registrar imagens. Aventurando-se com sua câmera pelo mundo e denunciando cenários de grande vulnerabilidade humana e natural, ele contaria histórias e sensibilizaria muita gente em prol de causas nobres.

A história de vida e carreira desse fotógrafo natural de Aimorés (MG) é um exemplo de perseverança que deveria inspirar todo empreendedor. Listo abaixo 5 valores que aprendi conhecendo um pouco de sua história e trabalho.

Ele não teve medo de arriscar

Antes de abraçar a fotografia como profissão, Sebastião Salgado já tinha pós-graduação em Economia pela USP, já havia se engajado em movimento contra a ditadura militar, emigrado para Paris, onde escreveu uma tese econômica, e trabalhado como secretário para a Organização Internacional do Café (OIC), em Londres. Só com quase 30 anos é que ele descobriu sua verdadeira motivação fotográfica, durante viagens à trabalho para a África, as quais registrava com a máquina de sua esposa.

Salgado precisou ter coragem para mudar de carreira e trilhar um novo caminho, que apresentava incertezas, até pelo fato da fotografia ainda ser um ramo relativamente novo. Um empreendedor precisa dessa coragem de concentrar todas as suas ações em sua ideia, acreditar nela e, assim, romper as barreiras de sua zona de conforto.

Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado
Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado

Ele mostrou aquilo que nenhum outro fotógrafo havia mostrado

O ramo escolhido por Salgado não seria simples nem fácil. Ele até trabalhou em estúdios, fotografando retratos posados e ensaios de pessoas na Europa, mas seu dedo ansiava clicar outras realidades. Munido de sua câmera, ele viajou continentes e viveu em meio às mais diversas populações pobres e vulneráveis. Criou seu estilo, firmou-se como um foto documentarista e, com suas imagens, conscientizou o mundo sobre a situação dessas pessoas.

Saber inovar seu nicho de atividade é um grande trunfo na mão de um empreendedor visionário. Apresentar um produto ou serviço diferente e significativo, explorando facetas de negócio até então inéditas é um talento a ser desenvolvido. Não se contente com o óbvio.

Foto do projeto Trabalhadores em Serra Pelada – Sebastião Salgado
Foto do projeto Trabalhadores em Serra Pelada – Sebastião Salgado

Ele conheceu bem quem fotografou

Em cada projeto em que se debruçava, Salgado projetava toda sua dedicação. Alguns de seus trabalhos, como Outras Américas, Trabalhadores Rurais e Êxodos, levaram anos para serem concluídos. Esse era o tempo necessário para que conhecesse a fundo as pessoas que fotografaria e, especialmente, a vida que levavam.

Um empreendedor não precisa levar todo esse tempo para conhecer seu público, mas precisa ter essa mesma dedicação para entendê-lo de verdade. O planejamento de negócio deve conter detalhadamente quais serão os tipos de públicos que interagirão com seu negócio. Assim, conhecendo seu comportamento, seus esforços serão muito mais assertivos e recompensadores, para ambas as partes.

Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado
Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado

Ele escolheu gente apaixonada para acompanhá-lo

Sua esposa, a arquiteta Lélia Wanick Salgado, tem grande importância na obra do fotógrafo. Foi a câmera dela que Sebastião pegou “emprestada” para começar a fotografar. Quando a brincadeira ficou séria, Lélia firmou-se como autora dos projetos gráficos dos livros de Salgado, apoiando-o em todos os seus trabalhos.

Um empreendedor isolado não alça vôos tão altos. Cerque-se de pessoas que compartilhem do mesmo brilho de seus olhos.

Sebastião Salgado e a esposa Lélia no Instituto Terra, em Minas Gerais
Sebastião Salgado e a esposa Lélia no Instituto Terra, em Minas Gerais

Ele fez a diferença

Ao longo de sua vida, Sebastião não apenas denunciou a injustiça e a desigualdade, mas também contribuiu significativamente pra diversas organizações humanitárias.

Não seria possível para Salgado passar por onde passou e levar em si um pouco de cada lugar. Depois de tantos trabalhos denunciando a pobreza e a violência, sentiu que seria o momento de mudar de ares para revigorar-se. Voltou-se, então, a outra causa nobre, a natureza, lançando o projeto Gênesis com imagens de naturezas ainda intocadas pelo homem.

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De volta à Aimorés, sua terra natal, participou do processo de reflorestamento da fazenda de sua família, por iniciativa de sua esposa. Anos mais tarde, o lugar depredado havia voltado a ser floresta atlântica, dando origem ao Instituto Terra, organização que trabalha na reconstrução de ecossistemas na região do Vale do Rio Doce.

Sebastião Salgado, através de sua câmera, de seu olhar e de seu coração, contribuiu (e continua contribuindo) com diversas causas sociais e sustentáveis e fez a diferença.

Foto do projeto Gênesis – Sebastião Salgado
Foto do projeto Gênesis – Sebastião Salgado

Por fim, é essa profunda lição que fica: Um verdadeiro empreendedor deve ter em si a vontade primordial de melhorar a vida das pessoas com que interage.

Fontes: Biografia Sebastião Salgado – Wikipedia.
Documentário O Sal da Terra, de Wim WendersJuliano Ribeiro Salgado.

Texto publicado no Blog do Romero Rodrigues.

Esta imagem acima não é uma propaganda, muito menos estamos recebendo do Itaú por este post. Na verdade é uma propaganda, mas a ideia aqui é mostrar o case de uma comunicação conceitual e “responsável”. Parte do posicionamento com unidade dos canais de comunicação do Itaú.

Conteúdo MUITO relevante para todos interessados em Marketing de Conteúdo. O Cassio Politi, do excelente blog da Tracto Content Marketing entrevistou o Superintendente de Marketing do Itaú. O profissional contou a estratégia muito interessante do Itaú que tem trabalhado a relação com seu público através de conteúdo.

A marca pode ser considerada uma verdadeira referência em Content Marketing no Brasil hoje. Case dos bons de marca grande brasileira investindo forte no conceito. Um bom exemplo? Coisas simples e relevantes como este infográfico com 10 dicas para uma compra online segura.


Por Cassio Politi para o Blog da Tracto. Transformar qualquer marca numa empresa de mídia é o desafio de empresas que se aventuram em content marketing. O Itaú é um exemplo tipicamente brasileiro de como uma empresa grande pode assimilar essa cultura e, por isso, a entrevista desta semana é com o Superintendente de Marketing Eduardo Tracanella.

Um erro comum de content marketing é a comunicação em silos. Ou seja, o conteúdo de marca tem abordagem distinta da campanha publicitária, que por sua vez diverge da comunicação institucional e por aí vai. A comunicação do Itaú faz o oposto disso: segue a mesma linha em redes sociais mais populares, YouTube, revista impressa e canais e ações pontuais. E faz uma combinação balanceada entre a construção de audiência própria e mídia paga.

O que talvez torne o Itaú um exemplo a ser observado não é exatamente a escolha de canais — que nem é tão grande —, mas a consistência da mensagem que os permeia. A mensagem “Isso Muda O Mundo” faz com que um banco, cuja natureza da atividade sugere uma relação fria com o público naturalmente, consiga criar vínculos emocionais. Como?

Sendo útil a partir do momento em que educa o público; e sendo consistente ao aplicar a técnica de storytelling de marca (falamos disso num podcast neste ano), que começa a ganhar força no Brasil.

Entrevista com Eduardo Tracanella do Itaú. Ouça

A entrevista na íntegra com Tracanella, com duração de 19 minutos, está disponível abaixo.


Cassio é autor do livro Content Marketing – O Conteúdo que Gera Resultados e é o único jurado brasileiro do Content Marketing Awards, principal prêmio do mundo relacionado a essa atividade. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

Em busca de incrementar vendas online, a L’Oreal Estados Unidos anunciou esta semana um acordo com a Powa Technologies que permitirá a seus consumidores comprar online através de qualquer mídia de publicidade, promoção ou até mesmo lojas físicas.

Através de um comunicado, a L’Oreal comemorou o potencial da tecnologia PowaTag: “Transforma qualquer ponto de contato com o consumidor, para mídia impressa e publicidade na televisão para e-commerce, loja de varejo e mídia sociais em uma plataforma de transações mobile, promoções e muitos mais em qualquer smartphone.”

O PowaTag fornece códigos de barras 2D que direcionam os consumidores rapidamente ao aplicativo, onde podem encomendar os produtos em poucos toques.

A multinacional francesa de cosméticos se recusou entrar em detalhes precisos sobre exatamente como e quando a tecnologia será completamente adotada. Esta movimentação mostra a L’Oreal entre os primeiros grandes players do mercado mundial de beleza à adicionar meios de resposta direta para vendas integrando suas publicidades, online e offline.

“A L’Oreal está na indústria da beleza há mais de 100 anos em movimentação incessante de inovação para os nossos clientes”, destacou em comunicado oficial Marie Gulin-Merle, diretora de marketing da L’Oreal Estados Unidos. A parceria visa a “fusão dos mundos online e offline” para os clientes e ainda facilitar as compras por dispositivos móveis, disse ela.

Assim como outros players de beleza, a L’Oreal intensificou o foco em e-commerce nos últimos anos. Isto tanto para marcas mais prestigiadas como de massa, e até mesmo marcas vendidas exclusivamente online, como a de maquiagens da “guru” Michelle Phan.

O E-commerce tem sido um dos canais com maior crescimento para os negócios da empresa, movimento semelhante de outras varejistas como a Sephora e Ulta. Porém, as estimativas para o setor de beleza no mercado americano ainda são baixas. Texto traduzido do AdAge.

Assista o vídeo que mostra a tecnologia PowaTag, com até mais recursos que apenas o reconhecimento de códigos de barras. Parece realmente bem prático e inteligente.

Dafiti é a pioneira no Brasil

E aí, aplicável ao seu negócio? Achou avançado? A Dafiti acaba de lançar sua primeira loja física (caminho inverso do online para o offline) na Rua Oscar Freire em São Paulo.

O projeto ainda está em fase experimental até junho. Mas o conceito da loja traz processos bem parecidos. Assista:

O crescimento do e-commerce no mundo está transformando totalmente as lojas físicas, fundindo o mundo online e offline, possibilitando que as pessoas se envolvam com produtos e serviços de maneiras bem mais engajadas. E os varejistas abrem novos caminhos, maximizando ainda mais seus canais e potencial de vendas. Caso você ainda não conheça, pesquise sobre o assunto “omnichannel”.

Eu gosto muito de compartilhar esse tipo de ideia simples, direta, que resolve um problema de cara, sem muito esforço pra executar. Essa é daquelas que você diz: “como é que ninguém tinha pensado nisso antes?” Fica a dica pra empreendedores com oportunidades em shoppings.

The Science Project é uma empresa de Nova Iorque que trabalha com as marcas para promover experiências interativas com pessoas. Algo que eles nomearam “teatro do varejo”. Seu projeto mais recente foi executado em uma instalação de pré-abertura da marca fashion Kate Spade, transformando o tampão com aqueles dizeres “em breve” em um espaço para pré-venda online.

Um painel de pré-venda por onde você pode comprar antes da loja abrir

O sistema interativo é bem simples e funciona com telas touchscreen baseadas na nuvem. O objetivo da iniciativa é envolver e atrair clientes potenciais antes mesmo que a loja tivesse aberto.

Os compradores interagem com o display respondendo a questões extravagantes, do tipo “Faísca: muito ou pouco?” – e depois recebem uma mensagem personalizada e o carrinho de compras pra efetivar o pagamento. Dessa forma a empresa pode capturar dados riquíssimos com perfil de compra e os usuários podem receber recomendações e comprar mesmo fora da loja, em um local que antes era desprezado – só utilizado como teaser.

Você pode conferir o novo “tampão digital” no vídeo abaixo:

Site: www.tspxyz.com
Contato: hello@tspxyz.com

Publicação do Business Ideas.

Gary Vaynerchuk foi um dos pioneiros do Marketing de Conteúdo. Após trazer uma loja de vinhos (negócio da família) para os primórdios do e-commerce lá em 1997, o bielorrusso que cresceu nos Estados Unidos entendeu que as informações sobre os produtos precisavam ser descomplicadas. A solução para isso era gerar conteúdo relevante para os clientes sedentos de informação.

Através de um blog (Wine Library TV) e um canal no YouTube, ele publicava vídeos ótimos onde degustava sempre 3 rótulos. É desnecessário contar que a ideia foi um sucesso.

Mas o “guru das mídias sociais” não parou aí. Investiu no Tumblr, escreveu uns livros legais e se tornou referência na internet. Entenda melhor sobre a experiência do cara neste misto de palestra e show de stand-up dele abaixo:

Tirando a parte de show-man, com certeza ele diz muitas coisas para se aproveitar e você pode entender melhor sobre a história dele neste link do Papo de Homem. Mais do que isso, traduzi abaixo um texto imperdível do próprio Influencer para o Pulse, do LinkedIn. Como produzir este conteúdo relevante? O melhor conteúdo possível?

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Por Gary Vaynerchuk. Você já me ouviu falar muito sobre como toda empresa precisa estar preparada para ser uma empresa de mídia. Eu sou grande neste momento. E eu realmente quero dizer isso. Mas com isso encontramos algumas perguntas: Como fazer um BOM conteúdo?

Quando eu digo a todos vocês para começar a colocar para fora conteúdos relacionados à sua marca para que seus consumidores possam desfrutar e interagir, eu sei o que eu estou falando. É por isso que eu estou aqui para dar mais alguns conselhos.

Para começar, a grande questão aqui muitas vezes não é “como VOCÊ faz um bom conteúdo?” e sim “como você faz SUA EQUIPE produzir um bom conteúdo?” É uma pergunta difícil. Pense nisso. Você está tentando espalhar seu ponto-de-vista em marketing e suas várias idéias para toda a organização. Como você faz isso?

Isto se trata de organização e educação, mas gostaria de dizer que, na verdade, para mim, escalando e fazendo minha equipe que tem muito mais a ver com a osmose. Colocando tudo na corrente de água em vez de ter uma classe interna para ensinar.

Claro que você pode escrever e-mails ou tutoriais de aprendizagem de acolhimento para a sua equipe, mas você terá problemas. As pessoas realmente participam? Eles estão interpretando as coisas de forma diferente? Será que todo mundo sairá das reuniões com diferentes níveis de compreensão?

O que está realmente trabalhando para mim na Vayner começou a ser pensado por todo o caminho desde a contratação. Você precisa de pessoas inteligentes e que trabalhem duro. E isso começa na contratação. Você precisa contratar pessoas que estejam prontas para entrar nessa osmose que eu falo. A melhor maneira de aprender é estar perto de você. Cerque-se com sua equipe o mais rápido que puder, fale com as pessoas, uma por uma, certifique-se de que elas sabem os seus valores. Você não vai se arrepender.

Agora, o âmago da questão do conteúdo. Para mim, produzir o melhor conteúdo é tudo uma questão de respeito.

O que quero dizer com isso?

Duas coisas.

Em primeiro lugar, você precisa respeitar seus canais. Respeite o momento das pessoas que estão no canal. Eu conheço uma mulher de 40 anos de idade que tem uma mentalidade diferente quando está no Facebook e quando ela está no Pinterest. E é assim que eu conto uma história para ela, porque eu sei que no Pinterest ela tem a intenção de fazer compras, e no Facebook que ela está apenas passando tempo em seu mundo. Então eu crio estratégias em torno do momento dela e do canal que ela está.

Em segundo lugar, respeitar o seu público. Você precisa produzir um conteúdo que seu público goste e não que você goste. Sim, eu gostaria de vender uma garrafa de vinho. Mas, se eu colocá-la da maneira mais interessante para a mulher, eu terei mais chances de tê-la como consumidora.

“Cinco garrafas abaixo de $10 para ajudá-la a passar o dia como uma criança de oito anos de idade.” Quando você faz isso, vai entrar em um jogo que lhe dá uma chance melhor.

Isso é realmente tudo que você precisa. Respeitar o canal. Respeitar o público. E, finalmente, a terceira (ele roubou), conquistar uma oportunidade de participar daquele momento.

Texto do Gary Vynerchuk traduzido do Pulse do LinkedIn.

Em 2012, com apenas 22 anos, o jovem empreendedor grego-alemão Panayotis Nikolaidis já fundava a sua primeira empresa: a Panna Cotta Voucher Group, especializada em portais de desconto. Com sede em Berlim e Hamburgo, e operando em 9 países, a startup alemã atua no Brasil desde a fundação e atualmente busca reforçar seus laços com os consumidores do país, que possuí um mercado de e-commerce em “Fase de Profissionalização”, segundo o CEO Panayotis Nikolaidis.

CEO aos 22 anos, empreendedor grego-alemão aposta no mercado brasileiro de e-commerce

Especializada em oferecer cupons de desconto online, o conceito da startup alemã logo chamou a atenção da incubadora Hanse Ventures, que investiu no negócio. Hoje, com 2 anos de atividade, a Panna Cotta espalha sua rede por países como Espanha, Itália, México, Chile e Alemanha. A empresa, que no Brasil atua através do portal Cupom.com, já ajudou mais de 9 milhões de consumidores ao redor do mundo a economizar em compras online.

A história de sucesso da jovem empresa se confunde com a trajetória de seu dono. Se Panayotis Nikolaidis combina as culturas grega e alemã em sua personalidade, a Panna Cotta Voucher Group também possui DNA internacional. No total, são 60 pessoas de 17 nacionalidades diferentes trabalhando na mesma equipe. Essa verdadeira Torre de Babel dos descontos online só é possível, pois a empresa dá preferência a profissionais dos países de atuação para melhor compreender as necessidades dos consumidores nativos.

Panna Cotta Voucher Group no Brasil

A julgar pelo número de brasileiros na Panna Cotta, a empresa tem tudo para traduzir como poucas as necessidades e anseios dos consumidores do país. Ocupando cargos de gerenciamento (Managers) e liderança de setores (Heads), os brasileiros representam 10% da equipe, formada por profissionais com vasta experiência em E-commerce, Branding, Otimização para Ferramentas de Busca e Tecnologia da Informação.

Após 2 anos de atuação no e-commerce nacional, Panayotis Nikolaidis e sua equipe compreendem os hábitos e preferências dos consumidores e parceiros do Brasil, confirmando a carência de um serviço de qualidade. Dessa forma, oferecer uma plataforma sólida e criar laços ainda mais fortes com os brasileiros é o principal objetivo da Panna Cotta.

Panayotis Nikolaidis analisa e-commerce global e traça estratégias da Panna Cotta Voucher Group

França, Alemanha, Itália e Espanha são países que contam com um alto nível de penetração e o público já tem afinidade com compras online, porém o desafio de atuar em mercados mais desenvolvidos é que os concorrentes são extremamente competitivos e já garantiram uma boa fatia do market share. Nossa estratégia para esses países requer ações de marketing mais agressivas e que gerem visibilidade, aumentando nossa base de consumidores leais.

Já em países como Colômbia, Rússia, México e Turquia, a cultura do e-commerce ainda encontra-se nos seus estágios primários de aceitação. Nesses países precisamos primeiro educar os consumidores e lojas online sobre os benefícios do nosso modelo de negócios (cupons online).

O mercado Brasileiro encontra-se exatamente entre as duas situações mencionadas acima, nós chamamos essa fase de “Fase de Profissionalização”. Graças ao crescimento rápido do e-commerce no país, precisamos de estratégias ágeis e que funcionem bem a curto prazo garantindo a maior fatia do market share. Investir em relacionamentos fortes é a chave ocupar posições relevantes em mercados de rápido crescimento.