Tags Posts tagged with "case"

case

Howard Schultz: esse nome pode não ser tão familiar para você, mas o logo verde da sereia de cauda dupla certamente já apareceu em algum lugar. É o símbolo da Starbucks: cafeteria mundialmente conhecida, que conta atualmente com mais de 20 mil lojas.

Schultz passou a fazer parte da empresa em 1982, quando havia uma única sede em Seattle. Um ano depois, em visita à Itália, apaixonou-se pelo modo como o café era vendido como uma experiência e não apenas um produto – e resolveu levar o conceito adiante com a Starbucks, da qual acabou se tornando CEO.

Com o sucesso conquistado e certo de que isso se deve à maneira como a marca se relaciona com os consumidores, ele atualmente participa de diversas palestras e entrevistas compartilhando o que aprendeu em sua trajetória de empreendedor – inclusive a máxima que intitula o post: “escute com empatia e comunique com transparência”. Mas o que isso significa?

As necessidades estão nos detalhes

A primeira questão que podemos refletir a partir da frase é a importância de conhecer e entender o seu público-alvo. Escutar com empatia significa ouvir o que o seu cliente tem a dizer e, principalmente, se colocar no lugar dele. As pessoas têm uma grande facilidade de falar a respeito do que querem, mas a sua estratégia de marketing precisa ir além e saber do que elas de fato precisam.

Portanto, deixe sempre aberto o espaço para que seus consumidores se expressem: seja diretamente pedindo feedback, convidando-os a prestar depoimentos ou mesmo comentar em sua página no Facebook. Depois, saiba ouvir e identificar na fala deles as suas necessidades diárias. O desafio será adaptar o seu serviço ou produto a elas, mas vale a pena.

Relacionamento é relacionamento

A segunda parte da citação, “comunique com transparência”, tem a ver com o outro lado desse diálogo – o que a sua empresa está dizendo para as pessoas. Schultz reforça que é preciso agir sempre com honestidade: fazer publicidade de acordo com o que você realmente oferece, informar a respeito de eventuais erros, lidar com os seus funcionários de forma sincera e responsabilizar-se por tudo o que acontece no pequeno universo sob seu domínio.

Afinal, nesse sentido, relacionar-se com sua equipe ou seu cliente é como fazer parte de qualquer outro tipo de relação, seja familiar, amigável ou amorosa: requer falar a verdade, expor as situações da forma como elas são e não tentar “maquiar” a realidade. Posicione sua marca (e também a si mesmo como líder) da maneira mais clara, transparente e confiável que puder. Isso é fundamental para conquistar credibilidade e confiança.

Construa a sua própria cultura

Por fim, podemos considerar esses dois valores – empatia e transparência – como pilares da cultura da Starbucks, já que sempre devem ser levados em conta no dia a dia de trabalho e estão de acordo com a missão da empresa:

“Inspirar e nutrir o espírito humano – uma pessoa, uma xícara de café e uma comunidade de cada vez.”

Definir esses core values logo no momento de estruturação do seu negócio faz com que todos os membros dele tenham uma base a seguir, uma orientação a considerar no momento de agir e tomar decisões. Isso garante que, por toda a existência da marca, ela siga seu propósito maior e tenha coerência com o que você acredita. E esse quadro é essencial para qualquer sucesso ou realização pessoal e profissional.

Publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

Empreendedores precisam de altas doses de inspiração para manter-se firmes. Hoje, a história motivadora que apresento não tem nada a ver com o universo digital, mas traz em sua essência valores fundamentais para quem que botar sua ideia na prática.

O foto documentarista brasileiro Sebastião Salgado é um dos ícones mundiais da fotografia. Começou a fotografar com quase 30 anos ao perceber que a fotografia poderia ir muito além de simplesmente registrar imagens. Aventurando-se com sua câmera pelo mundo e denunciando cenários de grande vulnerabilidade humana e natural, ele contaria histórias e sensibilizaria muita gente em prol de causas nobres.

A história de vida e carreira desse fotógrafo natural de Aimorés (MG) é um exemplo de perseverança que deveria inspirar todo empreendedor. Listo abaixo 5 valores que aprendi conhecendo um pouco de sua história e trabalho.

Ele não teve medo de arriscar

Antes de abraçar a fotografia como profissão, Sebastião Salgado já tinha pós-graduação em Economia pela USP, já havia se engajado em movimento contra a ditadura militar, emigrado para Paris, onde escreveu uma tese econômica, e trabalhado como secretário para a Organização Internacional do Café (OIC), em Londres. Só com quase 30 anos é que ele descobriu sua verdadeira motivação fotográfica, durante viagens à trabalho para a África, as quais registrava com a máquina de sua esposa.

Salgado precisou ter coragem para mudar de carreira e trilhar um novo caminho, que apresentava incertezas, até pelo fato da fotografia ainda ser um ramo relativamente novo. Um empreendedor precisa dessa coragem de concentrar todas as suas ações em sua ideia, acreditar nela e, assim, romper as barreiras de sua zona de conforto.

Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado
Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado

Ele mostrou aquilo que nenhum outro fotógrafo havia mostrado

O ramo escolhido por Salgado não seria simples nem fácil. Ele até trabalhou em estúdios, fotografando retratos posados e ensaios de pessoas na Europa, mas seu dedo ansiava clicar outras realidades. Munido de sua câmera, ele viajou continentes e viveu em meio às mais diversas populações pobres e vulneráveis. Criou seu estilo, firmou-se como um foto documentarista e, com suas imagens, conscientizou o mundo sobre a situação dessas pessoas.

Saber inovar seu nicho de atividade é um grande trunfo na mão de um empreendedor visionário. Apresentar um produto ou serviço diferente e significativo, explorando facetas de negócio até então inéditas é um talento a ser desenvolvido. Não se contente com o óbvio.

Foto do projeto Trabalhadores em Serra Pelada – Sebastião Salgado
Foto do projeto Trabalhadores em Serra Pelada – Sebastião Salgado

Ele conheceu bem quem fotografou

Em cada projeto em que se debruçava, Salgado projetava toda sua dedicação. Alguns de seus trabalhos, como Outras Américas, Trabalhadores Rurais e Êxodos, levaram anos para serem concluídos. Esse era o tempo necessário para que conhecesse a fundo as pessoas que fotografaria e, especialmente, a vida que levavam.

Um empreendedor não precisa levar todo esse tempo para conhecer seu público, mas precisa ter essa mesma dedicação para entendê-lo de verdade. O planejamento de negócio deve conter detalhadamente quais serão os tipos de públicos que interagirão com seu negócio. Assim, conhecendo seu comportamento, seus esforços serão muito mais assertivos e recompensadores, para ambas as partes.

Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado
Foto do projeto Êxodos – Sebastião Salgado

Ele escolheu gente apaixonada para acompanhá-lo

Sua esposa, a arquiteta Lélia Wanick Salgado, tem grande importância na obra do fotógrafo. Foi a câmera dela que Sebastião pegou “emprestada” para começar a fotografar. Quando a brincadeira ficou séria, Lélia firmou-se como autora dos projetos gráficos dos livros de Salgado, apoiando-o em todos os seus trabalhos.

Um empreendedor isolado não alça vôos tão altos. Cerque-se de pessoas que compartilhem do mesmo brilho de seus olhos.

Sebastião Salgado e a esposa Lélia no Instituto Terra, em Minas Gerais
Sebastião Salgado e a esposa Lélia no Instituto Terra, em Minas Gerais

Ele fez a diferença

Ao longo de sua vida, Sebastião não apenas denunciou a injustiça e a desigualdade, mas também contribuiu significativamente pra diversas organizações humanitárias.

Não seria possível para Salgado passar por onde passou e levar em si um pouco de cada lugar. Depois de tantos trabalhos denunciando a pobreza e a violência, sentiu que seria o momento de mudar de ares para revigorar-se. Voltou-se, então, a outra causa nobre, a natureza, lançando o projeto Gênesis com imagens de naturezas ainda intocadas pelo homem.

salgado6

De volta à Aimorés, sua terra natal, participou do processo de reflorestamento da fazenda de sua família, por iniciativa de sua esposa. Anos mais tarde, o lugar depredado havia voltado a ser floresta atlântica, dando origem ao Instituto Terra, organização que trabalha na reconstrução de ecossistemas na região do Vale do Rio Doce.

Sebastião Salgado, através de sua câmera, de seu olhar e de seu coração, contribuiu (e continua contribuindo) com diversas causas sociais e sustentáveis e fez a diferença.

Foto do projeto Gênesis – Sebastião Salgado
Foto do projeto Gênesis – Sebastião Salgado

Por fim, é essa profunda lição que fica: Um verdadeiro empreendedor deve ter em si a vontade primordial de melhorar a vida das pessoas com que interage.

Fontes: Biografia Sebastião Salgado – Wikipedia.
Documentário O Sal da Terra, de Wim WendersJuliano Ribeiro Salgado.

Texto publicado no Blog do Romero Rodrigues.

Esta imagem acima não é uma propaganda, muito menos estamos recebendo do Itaú por este post. Na verdade é uma propaganda, mas a ideia aqui é mostrar o case de uma comunicação conceitual e “responsável”. Parte do posicionamento com unidade dos canais de comunicação do Itaú.

Conteúdo MUITO relevante para todos interessados em Marketing de Conteúdo. O Cassio Politi, do excelente blog da Tracto Content Marketing entrevistou o Superintendente de Marketing do Itaú. O profissional contou a estratégia muito interessante do Itaú que tem trabalhado a relação com seu público através de conteúdo.

A marca pode ser considerada uma verdadeira referência em Content Marketing no Brasil hoje. Case dos bons de marca grande brasileira investindo forte no conceito. Um bom exemplo? Coisas simples e relevantes como este infográfico com 10 dicas para uma compra online segura.


Por Cassio Politi para o Blog da Tracto. Transformar qualquer marca numa empresa de mídia é o desafio de empresas que se aventuram em content marketing. O Itaú é um exemplo tipicamente brasileiro de como uma empresa grande pode assimilar essa cultura e, por isso, a entrevista desta semana é com o Superintendente de Marketing Eduardo Tracanella.

Um erro comum de content marketing é a comunicação em silos. Ou seja, o conteúdo de marca tem abordagem distinta da campanha publicitária, que por sua vez diverge da comunicação institucional e por aí vai. A comunicação do Itaú faz o oposto disso: segue a mesma linha em redes sociais mais populares, YouTube, revista impressa e canais e ações pontuais. E faz uma combinação balanceada entre a construção de audiência própria e mídia paga.

O que talvez torne o Itaú um exemplo a ser observado não é exatamente a escolha de canais — que nem é tão grande —, mas a consistência da mensagem que os permeia. A mensagem “Isso Muda O Mundo” faz com que um banco, cuja natureza da atividade sugere uma relação fria com o público naturalmente, consiga criar vínculos emocionais. Como?

Sendo útil a partir do momento em que educa o público; e sendo consistente ao aplicar a técnica de storytelling de marca (falamos disso num podcast neste ano), que começa a ganhar força no Brasil.

Entrevista com Eduardo Tracanella do Itaú. Ouça

A entrevista na íntegra com Tracanella, com duração de 19 minutos, está disponível abaixo.


Cassio é autor do livro Content Marketing – O Conteúdo que Gera Resultados e é o único jurado brasileiro do Content Marketing Awards, principal prêmio do mundo relacionado a essa atividade. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

Em busca de incrementar vendas online, a L’Oreal Estados Unidos anunciou esta semana um acordo com a Powa Technologies que permitirá a seus consumidores comprar online através de qualquer mídia de publicidade, promoção ou até mesmo lojas físicas.

Através de um comunicado, a L’Oreal comemorou o potencial da tecnologia PowaTag: “Transforma qualquer ponto de contato com o consumidor, para mídia impressa e publicidade na televisão para e-commerce, loja de varejo e mídia sociais em uma plataforma de transações mobile, promoções e muitos mais em qualquer smartphone.”

O PowaTag fornece códigos de barras 2D que direcionam os consumidores rapidamente ao aplicativo, onde podem encomendar os produtos em poucos toques.

A multinacional francesa de cosméticos se recusou entrar em detalhes precisos sobre exatamente como e quando a tecnologia será completamente adotada. Esta movimentação mostra a L’Oreal entre os primeiros grandes players do mercado mundial de beleza à adicionar meios de resposta direta para vendas integrando suas publicidades, online e offline.

“A L’Oreal está na indústria da beleza há mais de 100 anos em movimentação incessante de inovação para os nossos clientes”, destacou em comunicado oficial Marie Gulin-Merle, diretora de marketing da L’Oreal Estados Unidos. A parceria visa a “fusão dos mundos online e offline” para os clientes e ainda facilitar as compras por dispositivos móveis, disse ela.

Assim como outros players de beleza, a L’Oreal intensificou o foco em e-commerce nos últimos anos. Isto tanto para marcas mais prestigiadas como de massa, e até mesmo marcas vendidas exclusivamente online, como a de maquiagens da “guru” Michelle Phan.

O E-commerce tem sido um dos canais com maior crescimento para os negócios da empresa, movimento semelhante de outras varejistas como a Sephora e Ulta. Porém, as estimativas para o setor de beleza no mercado americano ainda são baixas. Texto traduzido do AdAge.

Assista o vídeo que mostra a tecnologia PowaTag, com até mais recursos que apenas o reconhecimento de códigos de barras. Parece realmente bem prático e inteligente.

Dafiti é a pioneira no Brasil

E aí, aplicável ao seu negócio? Achou avançado? A Dafiti acaba de lançar sua primeira loja física (caminho inverso do online para o offline) na Rua Oscar Freire em São Paulo.

O projeto ainda está em fase experimental até junho. Mas o conceito da loja traz processos bem parecidos. Assista:

O crescimento do e-commerce no mundo está transformando totalmente as lojas físicas, fundindo o mundo online e offline, possibilitando que as pessoas se envolvam com produtos e serviços de maneiras bem mais engajadas. E os varejistas abrem novos caminhos, maximizando ainda mais seus canais e potencial de vendas. Caso você ainda não conheça, pesquise sobre o assunto “omnichannel”.

Eu gosto muito de compartilhar esse tipo de ideia simples, direta, que resolve um problema de cara, sem muito esforço pra executar. Essa é daquelas que você diz: “como é que ninguém tinha pensado nisso antes?” Fica a dica pra empreendedores com oportunidades em shoppings.

The Science Project é uma empresa de Nova Iorque que trabalha com as marcas para promover experiências interativas com pessoas. Algo que eles nomearam “teatro do varejo”. Seu projeto mais recente foi executado em uma instalação de pré-abertura da marca fashion Kate Spade, transformando o tampão com aqueles dizeres “em breve” em um espaço para pré-venda online.

Um painel de pré-venda por onde você pode comprar antes da loja abrir

O sistema interativo é bem simples e funciona com telas touchscreen baseadas na nuvem. O objetivo da iniciativa é envolver e atrair clientes potenciais antes mesmo que a loja tivesse aberto.

Os compradores interagem com o display respondendo a questões extravagantes, do tipo “Faísca: muito ou pouco?” – e depois recebem uma mensagem personalizada e o carrinho de compras pra efetivar o pagamento. Dessa forma a empresa pode capturar dados riquíssimos com perfil de compra e os usuários podem receber recomendações e comprar mesmo fora da loja, em um local que antes era desprezado – só utilizado como teaser.

Você pode conferir o novo “tampão digital” no vídeo abaixo:

Site: www.tspxyz.com
Contato: hello@tspxyz.com

Publicação do Business Ideas.

Gary Vaynerchuk foi um dos pioneiros do Marketing de Conteúdo. Após trazer uma loja de vinhos (negócio da família) para os primórdios do e-commerce lá em 1997, o bielorrusso que cresceu nos Estados Unidos entendeu que as informações sobre os produtos precisavam ser descomplicadas. A solução para isso era gerar conteúdo relevante para os clientes sedentos de informação.

Através de um blog (Wine Library TV) e um canal no YouTube, ele publicava vídeos ótimos onde degustava sempre 3 rótulos. É desnecessário contar que a ideia foi um sucesso.

Mas o “guru das mídias sociais” não parou aí. Investiu no Tumblr, escreveu uns livros legais e se tornou referência na internet. Entenda melhor sobre a experiência do cara neste misto de palestra e show de stand-up dele abaixo:

Tirando a parte de show-man, com certeza ele diz muitas coisas para se aproveitar e você pode entender melhor sobre a história dele neste link do Papo de Homem. Mais do que isso, traduzi abaixo um texto imperdível do próprio Influencer para o Pulse, do LinkedIn. Como produzir este conteúdo relevante? O melhor conteúdo possível?

———————————————————————————————————–

Por Gary Vaynerchuk. Você já me ouviu falar muito sobre como toda empresa precisa estar preparada para ser uma empresa de mídia. Eu sou grande neste momento. E eu realmente quero dizer isso. Mas com isso encontramos algumas perguntas: Como fazer um BOM conteúdo?

Quando eu digo a todos vocês para começar a colocar para fora conteúdos relacionados à sua marca para que seus consumidores possam desfrutar e interagir, eu sei o que eu estou falando. É por isso que eu estou aqui para dar mais alguns conselhos.

Para começar, a grande questão aqui muitas vezes não é “como VOCÊ faz um bom conteúdo?” e sim “como você faz SUA EQUIPE produzir um bom conteúdo?” É uma pergunta difícil. Pense nisso. Você está tentando espalhar seu ponto-de-vista em marketing e suas várias idéias para toda a organização. Como você faz isso?

Isto se trata de organização e educação, mas gostaria de dizer que, na verdade, para mim, escalando e fazendo minha equipe que tem muito mais a ver com a osmose. Colocando tudo na corrente de água em vez de ter uma classe interna para ensinar.

Claro que você pode escrever e-mails ou tutoriais de aprendizagem de acolhimento para a sua equipe, mas você terá problemas. As pessoas realmente participam? Eles estão interpretando as coisas de forma diferente? Será que todo mundo sairá das reuniões com diferentes níveis de compreensão?

O que está realmente trabalhando para mim na Vayner começou a ser pensado por todo o caminho desde a contratação. Você precisa de pessoas inteligentes e que trabalhem duro. E isso começa na contratação. Você precisa contratar pessoas que estejam prontas para entrar nessa osmose que eu falo. A melhor maneira de aprender é estar perto de você. Cerque-se com sua equipe o mais rápido que puder, fale com as pessoas, uma por uma, certifique-se de que elas sabem os seus valores. Você não vai se arrepender.

Agora, o âmago da questão do conteúdo. Para mim, produzir o melhor conteúdo é tudo uma questão de respeito.

O que quero dizer com isso?

Duas coisas.

Em primeiro lugar, você precisa respeitar seus canais. Respeite o momento das pessoas que estão no canal. Eu conheço uma mulher de 40 anos de idade que tem uma mentalidade diferente quando está no Facebook e quando ela está no Pinterest. E é assim que eu conto uma história para ela, porque eu sei que no Pinterest ela tem a intenção de fazer compras, e no Facebook que ela está apenas passando tempo em seu mundo. Então eu crio estratégias em torno do momento dela e do canal que ela está.

Em segundo lugar, respeitar o seu público. Você precisa produzir um conteúdo que seu público goste e não que você goste. Sim, eu gostaria de vender uma garrafa de vinho. Mas, se eu colocá-la da maneira mais interessante para a mulher, eu terei mais chances de tê-la como consumidora.

“Cinco garrafas abaixo de $10 para ajudá-la a passar o dia como uma criança de oito anos de idade.” Quando você faz isso, vai entrar em um jogo que lhe dá uma chance melhor.

Isso é realmente tudo que você precisa. Respeitar o canal. Respeitar o público. E, finalmente, a terceira (ele roubou), conquistar uma oportunidade de participar daquele momento.

Texto do Gary Vynerchuk traduzido do Pulse do LinkedIn.

Em 2012, com apenas 22 anos, o jovem empreendedor grego-alemão Panayotis Nikolaidis já fundava a sua primeira empresa: a Panna Cotta Voucher Group, especializada em portais de desconto. Com sede em Berlim e Hamburgo, e operando em 9 países, a startup alemã atua no Brasil desde a fundação e atualmente busca reforçar seus laços com os consumidores do país, que possuí um mercado de e-commerce em “Fase de Profissionalização”, segundo o CEO Panayotis Nikolaidis.

CEO aos 22 anos, empreendedor grego-alemão aposta no mercado brasileiro de e-commerce

Especializada em oferecer cupons de desconto online, o conceito da startup alemã logo chamou a atenção da incubadora Hanse Ventures, que investiu no negócio. Hoje, com 2 anos de atividade, a Panna Cotta espalha sua rede por países como Espanha, Itália, México, Chile e Alemanha. A empresa, que no Brasil atua através do portal Cupom.com, já ajudou mais de 9 milhões de consumidores ao redor do mundo a economizar em compras online.

A história de sucesso da jovem empresa se confunde com a trajetória de seu dono. Se Panayotis Nikolaidis combina as culturas grega e alemã em sua personalidade, a Panna Cotta Voucher Group também possui DNA internacional. No total, são 60 pessoas de 17 nacionalidades diferentes trabalhando na mesma equipe. Essa verdadeira Torre de Babel dos descontos online só é possível, pois a empresa dá preferência a profissionais dos países de atuação para melhor compreender as necessidades dos consumidores nativos.

Panna Cotta Voucher Group no Brasil

A julgar pelo número de brasileiros na Panna Cotta, a empresa tem tudo para traduzir como poucas as necessidades e anseios dos consumidores do país. Ocupando cargos de gerenciamento (Managers) e liderança de setores (Heads), os brasileiros representam 10% da equipe, formada por profissionais com vasta experiência em E-commerce, Branding, Otimização para Ferramentas de Busca e Tecnologia da Informação.

Após 2 anos de atuação no e-commerce nacional, Panayotis Nikolaidis e sua equipe compreendem os hábitos e preferências dos consumidores e parceiros do Brasil, confirmando a carência de um serviço de qualidade. Dessa forma, oferecer uma plataforma sólida e criar laços ainda mais fortes com os brasileiros é o principal objetivo da Panna Cotta.

Panayotis Nikolaidis analisa e-commerce global e traça estratégias da Panna Cotta Voucher Group

França, Alemanha, Itália e Espanha são países que contam com um alto nível de penetração e o público já tem afinidade com compras online, porém o desafio de atuar em mercados mais desenvolvidos é que os concorrentes são extremamente competitivos e já garantiram uma boa fatia do market share. Nossa estratégia para esses países requer ações de marketing mais agressivas e que gerem visibilidade, aumentando nossa base de consumidores leais.

Já em países como Colômbia, Rússia, México e Turquia, a cultura do e-commerce ainda encontra-se nos seus estágios primários de aceitação. Nesses países precisamos primeiro educar os consumidores e lojas online sobre os benefícios do nosso modelo de negócios (cupons online).

O mercado Brasileiro encontra-se exatamente entre as duas situações mencionadas acima, nós chamamos essa fase de “Fase de Profissionalização”. Graças ao crescimento rápido do e-commerce no país, precisamos de estratégias ágeis e que funcionem bem a curto prazo garantindo a maior fatia do market share. Investir em relacionamentos fortes é a chave ocupar posições relevantes em mercados de rápido crescimento.

Qualificação de base. Para muitos vai parecer uma verdadeira loucura uma ação corajosa destas. Quantidade em Mídias Sociais é geralmente confundida com qualidade. Normalmente estes números apenas servirão para ‘massagem de ego’.

Este case que citamos na aula de ontem do Curso de E-commerce vem lá da Noruega, o Burger King ofereceu um Big Mac para cada seguidor que deixar de curtir sua página.

Qualificação de base: Burger King paga 30 mil likes por engajamento de verdade

Resultados? 30 mil seguidores a menos e 5 vezes mais engajamento!

Que você não seja tão radical, lembre-se sempre que qualificar seus contatos inclui se livrar de alguns deles. A Maria Ligia publicou o vídeo case no Brainstorm9, assista: