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Entre os dados apresentados pela Ebit, destaca-se o aumento de 31% dos consumidores virtuais ativos no período ante os seis primeiros meses de 2015. Compras realizadas por smartphones e tablets representam 18,8%, na média do semestre; em junho, chegou a 23%

34º Ebit WebShoppers já está disponível para download, o principal relatório sobre o setor no Brasil. Nesta edição, o estudo informa que no primeiro semestre de 2016 as vendas pela Internet alcançaram um faturamento de R$ 19,6 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado.

Diversos são os fatores que influenciaram este crescimento do volume financeiro movimentado pelos sites de comércio eletrônico. Entre eles estão:

  • Aumento de 7% no valor do tíquete médio, ficando em R$ 403,46, crescimento puxado pela alta de preços registrada pelo Índice FIPE/Buscapé;
  • Maior participação das classes AB;
  • Manutenção das vendas de categorias de produtos de maior valor, como “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”.

Ainda podemos acrescentar a esse resultado outros motivos que colaboraram.  O aumento de 31% em consumidores virtuais ativos, aqueles que realizaram pelo menos uma compra no período, chegando a 23,1 milhões. E o forte crescimento das vendas via dispositivos móveis, que tiveram 18,8% em participação média no semestre e, em junho, representaram 23%.

“Todos esses fatores somados tiveram influência para que o faturamento registrasse um índice positivo, mesmo com um cenário de retração do varejo como um todo no atual momento do País. Mas as vantagens que a compra online oferece também é motivo de atração aos consumidores que desejam fazer uma compra mais qualificada pagando menos”, avalia o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

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Os números do mercado de E-commerce

No entanto, com o aumento do desemprego e enfraquecimento das compras feitas pela classe C, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior. No total, foram contabilizados 48,5 milhões de encomendas virtuais. Por outro lado, a renda média familiar dos consumidores online aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174.

Neste semestre verificou-se uma mudança no comportamento dos consumidores em relação à preferência dos produtos adquiridos. A categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%, que estava à frente desde a primeira metade de 2013), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%), nesta ordem.

“Apesar de um começo de ano com menor ritmo nas vendas, a Ebit registrou uma melhora na confiança do consumidor, o que garantiu uma retomada das transações nos últimos meses. A expectativa é de que o crescimento do e-commerce seja maior no segundo semestre potencializado, principalmente, pela Black Friday e Natal”, comentou o COO da Ebit, André Dias.

A estimativa de vendas até o final do ano se mantém de acordo com o previsto pela Ebit no começo de 2016. O faturamento deverá totalizar R$ 44,6 bilhões, um crescimento nominal de 8% ante 2015. O número de pedidos poderá chegar a 106,5 milhões, próximo ao apresentado no ano passado.

O ciclo de compra na Internet

Em pesquisa especial da Ebit realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho de 2016, sobre o ciclo de compra na Internet, uma pergunta abordava quais produtos foram comprados no e-commerce nos últimos três meses. Celular/smartphone foi o campeão, com 26% da preferência, seguido por Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%).

Analisando o item líder em vendas, verificou-se que em média as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram este produto, 37% já buscam informações apenas na Internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal.

“Cada vez mais estamos vendo uma migração do consumo do varejo físico para o virtual. Isso porque as compras online podem ser mais planejadas, pois possibilitam que o consumidor compare mais facilmente produtos e preços em diversas lojas, antes de fechar seu pedido. E isso lhe garante mais economia e satisfação”, assinala Guasti.

Questionados sobre os fatores de indução de compra, ainda no caso desse produto de preferência, os respondentes indicaram preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) como os que mais levam em consideração no momento de decisão.

Em relação ao NPS® (Net Promoter Score®), indicador que mede a satisfação e fidelização do cliente, pode-se perceber uma evolução gradativa nos últimos meses. Uma das causas foi a queda no volume de atraso na entrega, de 8,6% para 7,7% dos pedidos. Se em dezembro do ano passado o índice sofreu uma queda, logo houve uma retomada, saindo de 59,7% naquele mês, alcançando 61,6% em março e chegando a 64,4%, em junho deste ano.

Pesquisa com FecomercioSP

O Estado de São Paulo é o que tem maior faturamento no comércio eletrônico no Brasil. E no primeiro trimestre de 2016 atingiu R$ 3,6 bilhões, segundo pesquisa da FecomercioSP em parceria com a Ebit para o relatório WebShoppers.

A quantia representa, porém, uma queda real de 7,4% na comparação com os R$ 3,9 bilhões registrados no mesmo período de 2015. A região Sudeste é também a mais forte em participação nas vendas (Ebit), detendo no primeiro semestre 64,5% do todo.

Apesar da retração no início do ano, a perspectiva pelas entidades é de melhora nas vendas do varejo geral no segundo semestre, com a retomada dos investimentos e reaquecimento da economia e, por consequência, maior confiança também do consumidor. Datas como Black Friday e Natal também deverão colaborar com um melhor desempenho do setor, fazendo com que 2016 termine melhor do que começou.

Índice FIPE/Buscapé detecta alta menor devido ao câmbio

No primeiro semestre de 2016, a alta dos preços no varejo continuou a atingir também o comércio eletrônico brasileiro.

No entanto, a variação acumulada positiva de 2,83% registrada pelo Índice FIPE/Buscapé foi menor que a apontada no mesmo período do ano anterior, de 3,73%. Muito por conta da menor pressão do câmbio sobre os preços dos produtos e componentes importados, que têm grande peso no setor.

Para ter acesso ao relatório completo, basta acessar o site da Ebit e fazer o download gratuito em www.ebit.com.br/WebShoppers.

O melhor jeito de ter sucesso nos marketplaces é conhecer o mercado. Para isso a informação de qualidade faz toda a diferença. Com base nos dados da pesquisa E-bit WebShoppers 2015, o Olist produziu um infográfico exclusivo, que mostra os produtos “queridinhos” pelos consumidores.

Essa é uma excelente fonte de informação para inspirar a criação do seu portfólio de produtos e garantir os melhores resultados. O Hall da fama dos produtos do e-commerce brasileiro, vamos lá?

Hall da fama dos produtos do e-commerce brasileiro
Hall da fama dos produtos do e-commerce brasileiro. Conteúdo do perfil do Pinterest da Olist.

Post do Blog Universo Marketplace da Olist.

O mercado de Cosméticos & Perfumaria cresce aproximadamente 10% ao ano, tendo chegado a um faturamento de 43,2 bilhões de reais em 2014, segundo dados da Abihpec – Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.

Isso significa que as oportunidades são muitas para quem possui um e-commerce de cosméticos, basta investir nas estratégias certas para divulgá-lo, como o marketing de conteúdo. Mas que tipo de conteúdo você pode usar para atrair e converter mais clientes?

Faça reviews de produtos

Para faturar muito mais na sua loja de cosméticos, que tal falar a respeito dos produtos que você vende? Os chamados reviews vão além dos dados fornecidos na embalagem pelo fabricante, eles têm um toque de dicas, de usuário para usuário.

Fale da consistência do produto, do cheiro, da suavidade, dos benefícios, dos resultados. Encante seus visitantes com um tom sedutor, que desperte a imaginação e faça com que eles desejem experimentar o produto.

Faça comparações

Por que esse creme e não aquele? O que difere um shampoo do outro? As comparações são outro tipo de conteúdo que não pode faltar para sua loja de cosméticos atrair mais e mais clientes. As pessoas têm dúvidas sobre qual produto comprar e pedem ajuda com frequência ao buscadores.

Se você está lá para dar essa força e munir seus potenciais clientes com toda a informação de que eles precisam para tomar uma decisão de compra, fatalmente se tornará o fornecedor mais confiável desses produtos.

Dê dicas de uso

Nem todo mundo é expert no uso de cosméticos, muitas pessoas compram e nem sabem como atingir os resultados que esperam. Uma máscara capilar pode ter seus efeitos potencializados se o cliente deixar agir por 10 minutos, então que tal dar essas dicas e mostrar o quanto você pode ajudar?

Além de deixar seus clientes mais satisfeitos com a compra, você gera autoridade na internet, constrói sua reputação e se torna referência para outras empresas, profissionais e consumidores.

Faça ofertas e promoções

É só falar em promoção ou oferta de cosméticos, que aparece uma verdadeira enxurrada de pessoas querendo disputar. Esse tipo de conteúdo não falha na hora de captar clientes e faturar ainda mais com o seu e-commerce de cosméticos.

Aproveite datas comemorativas, como dia das mães, dia das crianças e dia dos namorados para lançar grandes promoções e alavancar as vendas. Não se esqueça de divulgar nas redes sociais para dar visibilidade e atingir muito mais pessoas!

Desenvolva tutoriais

No mundo da beleza, tutoriais não podem faltar! Aproveite o potencial das redes sociais que trabalham com imagens, como Pinterest e Instagram, assim como os vídeos do YouTube ou Vimeo, para ensinar o seu público a usar os cosméticos que você vende.

Da aplicação de um creme esfoliante à composição de um look para festas, tudo é insumo para que você faça tutoriais e encante os seus clientes. Nunca se esqueça de dizer que os produtos utilizados estão disponíveis na sua loja de cosméticos, é claro!

Conteúdo é o que não falta para alavancar as vendas da sua loja de cosméticos! Aproveite essas dicas, dê um upgrade no seu blog, marque presença nas redes sociais e fature muito mais fazendo com que as pessoas compartilhem seu conteúdo!

Gostou dessas dicas? Então que tal deixar seu comentário?

Roupas masculinas aparecem como melhor área no comércio eletrônico para os próximos cinco anos nos Estados Unidos. Mas e no Brasil, quais seriam as melhores áreas?

Por PEGN. Cada vez mais vaidosos, os homens estão impulsionando as vendas online de roupas. Segundo um estudo feito pela consultoria IBISWorld, o comércio eletrônico de Roupas masculinas foi o que mais cresceu nos últimos cinco anos nos Estados Unidos.

O estudo analisou o crescimento de vários segmentos entre 2010 e 2015 e os e-commerces de roupas masculinas apresentaram avanço de 17,4%, ficando na frente de setores mais consolidados como Eletrônicos e Bebidas. Confira a relação completa do crescimento entre 2010 e 2015:

crescimento-segmentos-2010-2015
Pesquisa publicada no IBISWorld. Dados referentes aos varejos online e offline dos Estados Unidos.

• Roupas masculinas: 17,4%
• Comidas: 16,7%
• Sapatos: 13,6%
• Saúde, vitaminas e suplementos: 13,4%
• Computadores e tablets: 11,4%
• Cosméticos: 10,9%
• Cerveja, vinho e outras bebidas: 10,8%
• Arte: 10,6%
• Joias: 8,9%
• Peças automotivas: 8,1%
• Produtos para pets: 7,1%
• Flores: 3%
• Cartões e presentes: 1,8%
• Óculos e lentes de contatos: 1,3%
• Câmeras: 0,9%

Em seguida, aparecem sites de Comidas, com aumento esperado de 12,2%, Sapatos (8,3%), Produtos de Saúde e Suplementos (7,2%) e Computadores e Tablets (7,1%). Confira a relação completa da expectativa de crescimento entre 2015 e 2020:

crescimento-segmentos-2015-2020
Pesquisa publicada no IBISWorld. Dados referentes aos varejos online e offline dos Estados Unidos.

• Roupas masculinas: 14,2%
• Comidas: 12,2%
• Sapatos: 8,3%
• Saúde, vitaminas e suplementos: 7,2%
• Computadores e tablets: 7,1%
• Cosméticos: 6,7%
• Cerveja, vinho e outras bebidas: 6,6%
• Arte: 6,2%
• Joias: 6%
• Peças automotivas: 5,9%
• Produtos para pets: 5,1%
• Flores: 3,7%
• Cartões e presentes: 2,4%
• Óculos e lentes de contatos: 1,8%
• Câmeras: 1,6%

Segundo o instituto de pesquisa, o mercado de vendas online cresceu uma taxa de 8,9% ao ano nos últimos cincos, chegando a faturar quase US$ 315 bilhões. O estudo demonstrou também que as vendas pela internet cresceram em ritmo bem mais acelerado do que em lojas físicas. Texto publicado no site da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.


O E-commerce brasileiro, apesar de suas particularidades, normalmente acompanha as tendências do mercado norte-americano, um mercado mais amadurecido. Porém, vale o destaque para o fato de que a categoria de Roupas Masculinas não é a líder do nosso mercado.

Dados divulgados no último relatório E-bit Webshoppers.

A Categoria de Moda & Acessórios realmente lidera em pedidos no mercado brasileiro, porém segundo a E-bit, “Roupas Masculinasnão é a principal dentro desta categoria. Em volume de pedidos no Brasil, os homens representam 51%, porém dentro da Categoria Moda & Acessórios, são 62% de mulheres.

Veja mais números do mercado de E-commerce.

Entre todas as várias categorias de produtos no mercado digital, a que está no auge das mais vendidas é a de Moda e Acessórios, a qual representou 17% do volume total de pedidos em 2014, segundo resultado apresentado no 31° edição do Webshoppers. Atrás desta categoria, se encontra a de Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais/ Saúde, representando 15% do volume de pedidos. Esses dados nos mostram que não há mais dúvidas sobre o segmento de moda e beleza ter conquistado um grande espaço no e-commerce.

Além do ticket médio das vendas no segmento ser significativo, de R$432,00, o índice de satisfação na categoria de produtos de moda e acessórios é de 92%, um valor considerado alto pelos especialistas do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e, no segmento de cosméticos e perfumaria, o número sobe para 97%, indicando o grande potencial desses produtos.

Tendo em vista ampliar os resultados aproveitando o crescimento do segmento no e-commerce, os grandes varejistas estão investindo significantemente em estarem presentes no meio digital. Um case que ilustra a expansão de lojas bem conhecidas no mercado físico para o comércio eletrônico é o da C&A, a qual recentemente inaugurou a sua loja online para entrar na disputa deste segmento com seus concorrentes já presente no meio, como a Renner e a Marisa. Outro varejista de moda de grande porte que também aderiu ao e-commerce é a Tommy Hilfiger.3

Leia também: Tem um e-commerce de moda? 5 dicas para ter um blog top!

Marketing que fortalece o setor

Um dos fatores que colaboram para que o setor de moda e beleza continue crescendo é o alto engajamento dos clientes, pois costumam ser muito mais recorrentes do que em outros segmentos. Portanto, esse fator pode ser considerado uma oportunidade para quem trabalha com marketing de afiliados, formato de marketing digital baseado em performance no qual os anunciantes recompensam os afiliados que divulgam seus produtos e serviços.

Para esse segmento, especialmente, os programas de afiliados são muito rentáveis, pois os publishers que trabalham com moda são formadores de opinião e conseguem agregar ao seu conteúdo tudo o que o consumidor precisa saber para comprar determinado produto.

Um exemplo disso são as blogueiras de moda, que fazem conteúdos descritivos bem completos sobre determinados produtos, esclarecendo as dúvidas do seu público, influenciando e incentivando a decisão de compra dos consumidores. Nesta ferramenta de marketing digital, todos saem ganhando, tanto a marca anunciante quanto os afiliados que divulgam os produtos dos anunciantes em seus canais, recebendo um percentual pela venda realizada.

Uma prova de que investir na estratégia do marketing de afiliados para aproveitar o auge do segmento do e-commerce, é a volta e a estreia de grandes anunciantes do mundo fashion na Lomadee, como a Marisa, DafitiEnjoei e Zattini.

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O setor de varejo está passando por algumas mudanças dramáticas: o E-commerce está capturando a maior parcela de vendas que já vimos. O BusinessInsider.com montou uma análise bastante completa sobre o futuro do varejo nos Estados Unidos.

Destaque para as categorias do varejo onde o E-commerce tem mais impacto e onde ainda existem oportunidades. Fato é que a migração do varejo físico para o varejo digital está acontecendo bem mais rápida do que muitos analistas previam. Veja a projeção em destaque:

EUA: E-commerce ganha ainda mais espaço dentro do setor de Varejo.

Você pode encontrar o relatório The Future of Retail 2014 completo no site do Business Insider.

Publicação original em inglês de Cooper Smith.

O perfil do novo consumidor online. Em 2012, o e-commerce brasileiro conquistou 10,3 milhões de novos consumidores, alcançando assim o número de 42,2 milhões de pessoas que fizeram ao menos uma compra no ambiente on-line, segundo dados da e-bit.

O perfil do novo consumidor online

Para levantar um perfil desses novos consumidores, o Mundo do Marketing, revista eletrônica especializada em marketing, em parceria com a Consumoteca, empresa de pesquisa e inteligência de mercado, realizou a pesquisa “Novos E-consumidores”, em março deste ano. A categoria de entrada nas compras online apontada foi “eletroeletrônicos/informática”, com 47% dos primeiros pedidos, seguida por eletrodomésticos com 42%, roupas/acessórios/calçados com 20%, e livros/revistas com 19%. O que motivou o brasileiro a realizar a compra virtual foi o preço, em 37% das respostas.

Leia também: Os números atualizados do e-commerce no Brasil

Ao serem perguntados sobre os motivos pelos quais hesitavam em comprar pela internet, 28% dos pesquisados disseram que tinham medo do produto não chegar, porém a preocupação cedeu espaço para a confiança, como revelou a amostragem no período da pesquisa. Outros 23% alegaram sentir insegurança em relação a roubo dos dados pessoais e, de cartão de crédito, mas agora já se sentem mais seguros. O estoque exclusivo nas lojas virtuais também apareceu como uma das razões, com 10%. Já a falta de tempo de ir à loja física também foi indicada com 7%, enquanto 1% indicou que o ato de ir até a loja física era um passeio.

Já no quesito “pontos que te surpreenderam positivamente”, o preço mais uma vez lidera na experiência positiva de compra pela internet com 54%, seguido por frete grátis com 43%. O fato de o produto chegar em perfeito estado e a entrega rápida responde por 37% e 35%, respectivamente, dos pesquisados. 57% dos compradores consideraram satisfatória a primeira compra e 35% ficaram muito satisfeitos. Aqueles que não gostaram da primeira experiência somaram apenas 6%. Além disso, 97% disseram que voltarão a comprar on-line.

Outros destaques

A pesquisa ainda revelou outros pontos importantes da experiência do novo e-consumidor: O cartão de crédito foi a principal forma de pagamento para 61%; As principais portas de entrada para que encontrassem suas lojas virtuais foram Busca no Google (26%) e e-mail marketing (23%). As grandes lojas são preferidas por 74% dos entrevistados.

Classe B prevalece

A amostra do perfil dos entrevistados apontou que a Classe B, com 62%, é onde está a maioria dos novos e-consumidores, seguidos das Classes C/D com 27% e Classe A com 12%. Em localização o Sudeste lidera com 58%, seguido pelo Nordeste, 20%, e, o Sul, 10%.

Na divisão de gênero, há empate entre masculino e feminino. A faixa etária, predominante é de pessoas com 40 a 49 anos, seguidas pelas de 50 a 58 anos, com 28%. As pessoas com idade entre 20 a 29 anos e 35 a 39 anos estão empatados com 17%.