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Cientes do impacto que o design para loja virtual exerce sobre a efetividade das conversões, os gestores estão cada vez mais preocupados com este fator, sempre atentos às tendências e práticas para otimizar de forma contínua suas plataformas de vendas.

É importante que ao pensar em design, você deve ter consciência que estamos falando muito mais que simplesmente de senso estético do subjetivo bonito ou feio. Será que a sua loja está provendo uma boa experiência ao usuário? Ele está fazendo o caminho certo? Vendo o que você quer que seja visto? Entendendo a linguagem visual e conceito que você pretende transmitir?

Confira, neste artigo, 6 dicas de design sobre para deixar o layout da sua loja virtual enxuto, prático e preciso!

1- Possua um mecanismo de busca funcional

Sabe quando você entra em um site e a barra de buscas não encontra os resultados que você procura? É desanimador, não é mesmo? No comércio online, quem auxilia o cliente é o sistema de vendas, desta forma, o seu mecanismo de buscas precisa ser o vendedor que você não tem.

O incrível poder das buscas em uma loja virtual

Ele precisa ser bastante funcional, pois nem sempre o usuário está com tempo ou vontade de navegar pelas categorias. Um recurso bacana para agilizar o processo e evitar perda de tempo, é o Instant Preview, o qual exibe resultados abaixo da barra de buscas conforme o usuário digita a palavra-chave.

2- Tenha cuidado com as propagandas

Oferecer produtos interessantes ao usuário é uma boa prática, mas que, feita em excesso, pode se tornar invasiva Os famosos banners e janelas pop-up são práticas costumeiras dentro das lojas virtuais, mas é primordial saber usá-los de forma estratégica.

A dica aqui é reservar uma área específica da interface para exibir produtos de interesse do usuário, sem a necessidade de apresentar, por exemplo, um balão cada vez que o usuário carrega uma página. Não se esqueça também de mapear os passos do usuário para oferecer somente produtos relacionados aos interesses dele.

3- Apresente bem os seus produtos

Embora diversos usuários entrem nas lojas já sabendo que querem comprar a cafeteira modelo “xyz”, alguns deles entram somente querendo comprar uma cafeteira. Desta forma, atentar a como você está apresentando os seus produtos é essencial para não deixar os clientes com dúvidas, porque a dúvida é uma das maiores inimigas da conversão.

Aposte em uma fotografia bem apresentável, que permita ao usuário avaliar todas as suas características. Além disso, é necessário que a descrição dele seja rica, contendo informações realmente relevantes a respeito do produto e de seu funcionamento.

Como fazer boas fotografias de produtos e aumentar suas vendas

4- Facilite o acesso a informações importantes

Muitas informações devem ser alteradas conforme a navegação, como dados e preço dos produtos, no entanto, alguns elementos precisam ser altamente acessíveis, devem estar destacados no site e presentes em todas as telas, como informações institucionais, menu de contato, barra de buscas e painel de categorias de produtos.

Além disso, botões de call to action ― que incitam o usuário a executar uma ação ― como o de acesso ao carrinho e o de finalizar a compra, devem estar em destaque para facilitar a localização. Falando em carrinho de compras. Leia também este texto que destaca 10 elementos críticos para um checkout efetivo:

10 elementos críticos de uma efetiva página de checkout em e-commerce

5- Entenda o layout como uma extensão da sua marca

É bastante comum encontrarmos lojas virtuais onde as cores, temas e demais elementos empregados no site não correspondem aos usados na construção da marca, o que pode acabar confundindo o leitor.

Manter esta correlação é fundamental porque ajuda a fixar a identidade da marca na mente do consumidor e permite que ele possa identificar você através destes elementos.

O logo é o ativo estratégico de marketing mais importante que uma empresa pode ter

6- Invista em um design responsivo para a loja virtual

O mobile é uma das mais quentes tendências dos últimos e para os próximos anos, e você precisa se adaptar a isso se quiser manter seu e-commerce no páreo. Tanto usuários comuns quanto empresas já aderiram à onda.

Qual é a sua estratégia para o m-commerce?

Investir em um design responsivo não se trata mais somente de um investimento para melhorar o layout, mas, sim, de uma característica essencial para atender a um novo público que está se formando.

Existem, é claro, diversos outros fatores impactantes no sucesso de uma loja virtual, como logística, sistemas da informação, equipe capacitada entre outros., no entanto, o design da sua loja virtual é a sua identidade na web, e se ela não for intuitiva e de fácil navegação, o cliente não vai sequer conhecer o restante da sua estrutura, por mais robusta e capacitada que ela seja.

Em que momento do processo de compra os clientes abandonam a sua loja? Possivelmente, essa pergunta já passou pela sua cabeça. Você deve saber quantas visitas a sua loja virtual recebe e o faturamento gerado, mas reconhece qual das suas páginas te faz perder dinheiro?

Neste post, aprenderemos como o Google Analytics pode responder a essas perguntas. Se você ainda não conhece essa ferramenta, confira nosso antigo anterior que explica o que é Google Analytics e como utilizá-lo.

O que são metas no Google Analytics?

Conversões são as ações que os usuários podem realizar em seu site, gerando valor para a sua empresa. No caso de uma loja virtual, por exemplo, a conversão principal seria a venda. O Google Analytics permite que você defina e meça quatro tipos de metas relacionadas à conversão em seu site:

• URL de destino: é a página visitada pelo usuário. Pode ser uma em que você agradece pela compra ou recepciona um novo cliente;
• Duração da visita: é o tempo médio que os visitantes costumam passar na página. Se eles ficam poucos segundos, você pode se perguntar se o conteúdo está atrativo o suficiente;
• Páginas visitadas: corresponde à quantidade de páginas que o usuário visita em uma sessão, ou seja, em um único acesso;
• Evento: ocorre quando algum visitante realiza uma ação previamente definida como um “evento” por você: compartilhamento nas redes sociais, clique em um anúncio etc.

A seguir, nos concentraremos nas metas de URL de destino, uma das mais importantes para quem investe no e-commerce. Para mais informações sobre os objetivos da ferramenta, visite o Centro de Atendimento do Google.

O que são funis no Google Analytics?

Um funil de conversão permite que você especifique o caminho que os visitantes do seu site precisarão seguir para realizar um determinado objetivo. Pode ser, por exemplo, a série de páginas pelas quais seu cliente deve passar para completar uma compra em sua loja.

Com a definição dos passos de um funil de conversão, o Google Analytics possibilita o acompanhamento da página de entrada e saída do site, ou seja, por onde os visitantes chegam e em que momento eles abandonam seu e-commerce. Assim, você identifica as páginas em que está perdendo dinheiro e pode elaborar estratégias para otimizá-las.

Como configurar metas e funis?

Agora que você já sabe o que são funis e metas, vejamos como configurar o Google Analytics para medir a quantidade de vendas geradas em sua loja virtual. É importante lembrar que esses objetivos não medirão o faturamento e outros fatores relacionados: apenas as vendas em si. Preparado?

1. Acesse seu painel do Google Analytics e clique em “Administrador”;

Como configurar meta e funil no Google Analytics 0

2. Selecione sua conta, a propriedade à qual deseja adicionar um objetivo e o perfil que será utilizado para medir o tráfego da sua loja (caso possua apenas uma opção de cada, não se preocupe: você pode conferir este artigo do suporte do Google para mais informações);

Como configurar meta e funil no Google Analytics 12

3. Clique em “Metas” e, na tela seguinte, selecione “Nova meta”;

Como configurar meta e funil no Google Analytics 2

4. Preencha os atributos da meta que você deseja definir;

Como configurar meta e funil no Google Analytics 3

5. Em “Detalhes da meta”, ative o funil de conversão e configure todas as etapas pelas quais o cliente passará até concluir a compra.

Como configurar meta e funil no Google Analytics 42

Se você tiver por exemplo uma Nuvem Shop, pode incluir as seguintes páginas:

• /checkout/order/new
• /checkout/order/shipping_address
• /checkout/order/shipping_method
• /checkout/order/payment
• /checkout/order/confirmation

Lembre-se de não adicionar como etapa a página exibida quando uma compra é finalizada, pois ela se trata, na verdade, da URL de destino de meta. Recomendamos também não tornar nenhum passo obrigatório, para que a conversão não deixe de ser contabilizada caso o usuário siga um caminho alternativo.

Quais as informações fornecidas pelos funis?

Uma vez configurados os objetivos e funis para a sua loja, você poderá conferir um relatório que mostrará o comportamento dos seus clientes durante o processo de compra. Para visualizá-lo, acesse Conversões Metas Fluxo da Meta no menu à esquerda.

Relatorio Fluxo da Meta do Google Analytics exemplo

Entendido?

Seguindo estes passos, você poderá acompanhar constantemente a experiência de compra dos seus clientes e saber exatamente as partes do processo que geram mais ou menos resultados. E aí, curtiu? Sobrou alguma dúvida? Comente.

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

Entre várias áreas de concentração, como por exemplo sua estratégia de SEO para e-commerce, sabemos que a página de checkout de qualquer loja online é muito importante. Na verdade, este pode ser um dos principais fatores para manter os compradores focados e prontos para comprar. Se a sua página de checkout é uma bagunça, você pode estar afastando compradores mesmo sem saber.

Felizmente, nós temos boas dicas para você! Dê uma olhada na página de checkout do seu e-commerce e compare o que você vê com a nossa lista de conselhos:

1. Chamada à ação

Faça com que seja fácil para os compradores tomar o próximo passo. Quer seja “Inicie pagamento” ou “Compre agora”, algum tipo de direção é necessário. A sua CTA deve dizer-lhes exatamente para onde irão ao clicarem em um botão específico. Portanto, não tente nada complicado.

2. Barra de progresso

Ninguém quer passar por 400 passos para comprar um livro ou novo sapato, mas é mais propenso que seus clientes sigam todo o processo se você, pelo menos, deixá-los saber em que parte estão. Caso contrário, eles podem alcançar o passo 399 e desistir, sem saber que a vitória estará “ao virar a esquina”.

Pagina de checkout ecommerce Lojas Americanas

3. Visão geral do carrinho (thumbnails de compra)

Garantimos que mais do que uma pessoa já fez uma compra acidental em e-commerce por não ter visto o que estava comprando ao chegar à página de checkout. Lembre seus clientes sobre o que estão colocando em suas cestas, ou eles podem clicar no botão de volta para se lembrarem. Se o fizerem, é possível que mudem de ideia e nunca mais completem a compra.

Exemplo de carrinho de compras

4. Opção de editar itens do carrinho

Mais uma vez, o comprador clicando no botão de voltar deveria ser evitado. É por isso que você precisa permitir que os clientes editem a cesta mesmo já estando na página de checkout. Se um comprador precisar voltar à página anterior para fazer uma mudança, ele poderá ficar distraído ou até mesmo frustrado. Movimento para frente – esse é o segredo quando os compradores alcançam a página de checkout.

Edicao de item no carrinho em ecommerce

5. Botão para voltar para as compras

Ok, então você quer que as pessoas avancem a página. Mas se elas estão determinados a voltar, facilite. Assim, seus clientes podem ter a certeza de que os produtos colocados na cesta estarão disponível quando eles retornarem para pagar. Além disso, se eles estão comprando mais coisas, isso sempre é uma coisa boa.

6. Sugestões de cross-selling

Pedir aos compradores que paguem por mais coisas depois de já terem completado a compra é um pouco atrevido. Entretanto, não há nada de errado em fazer algumas sugestões antes de serem inseridas as informações de pagamento. Apenas certifique-se de que os itens sugeridos realmente correspondam aos hábitos de compras de cada cliente. Relevância é a chave.

Sugestoes de produtos no carrinho

7. Sugestões de upselling

Talvez você não tenha itens correspondentes para completar um conjunto, mas isso não significa que não existam outras opções de upselling (encorajar o cliente a comprar mais) disponíveis. Um exemplo pode ser simplesmente mostrar o quanto ainda é necessário para atingir o valor que oferece frete grátis.

8. Informações de contato e serviço ao cliente

Às vezes, alguma coisa vai dar errado durante o processo de pagamento. Talvez os seus compradores não se sintam confortáveis ao compartilhar informações financeiras online, ou talvez o código do cupom não funcione. Seja qual for a razão, informações de contato disponíveis podem ser a diferença entre uma venda e um carrinho abandonado. Se você puder fornecer mais de uma opção de serviço ao cliente, verá resultados ainda melhores.

9. Opção de salvar o carrinho

Isso acontece às vezes: o cartão de um comprador é rejeitado e ele não tem outra maneira de pagar, ou então se distrai e não pode terminar o pagamento na hora. Será que ele voltará no momento em que receber o próximo pagamento? Pode ser. Neste caso, você deve deixá-lo salvar seu carrinho e seguir em frente.

10. Várias opções de pagamento

O cenário anterior pode ser evitado se você fornecer mais de uma opção de pagamento. Boleto e serviços similares são excelentes complementos para as habituais opções de crédito e débito.

Com isso no lugar, você terá uma página de checkout fácil de navegar e que faz os compradores se sentirem confortáveis, movendo todos eles até o último passo do processo: o pagamento!

Texto publicado no Blog da Nuvem Shop.

Checkout é o nome que se dá a todo o processo de fechamento de uma compra online. Em poucas palavras, envolve desde colocar o produto no carrinho até a aprovação do pagamento. Ou seja, é determinante para a decisão de compra do seu cliente.

O que um checkout eficiente pode fazer pelo seu e-commerce?
Imagem do Corbis Images.

Investir em um checkout que realmente funcione – e te ajude a vender – pode alavancar o lucro do seu e-commerce. Para ajudar, contamos aqui algumas medidas que podem garantir um checkout eficiente:

Segurança e confiabilidade

Invista em segurança e mais do que isso, faça seu cliente perceber que está em um ambiente seguro. Selos, certificadores e checkouts transparentes são ótimas alternativas. Deixe claras suas formas de pagamento e a política de troca de sua loja.

Esse tipo de medida traz confiabilidade. Resultado? Você não perde a venda por desconfiança do cliente.

Menos é mais

Quanto mais simples for o processo de fechamento da compra e quanto menor for o número de etapas que o cliente tem que passar para concluí-la, melhor. Tenha certeza que o processo de fechamento da compra é intuitivo e que o cliente não corre o risco de se irritar e abandonar a transação.

Segundo pesquisa realizada pela Forrester Research, checkouts complicados são responsáveis por 11% do abandono das compras. Evitar cadastros obrigatórios também é uma boa medida, já que 14% dos abandonos ocorrem por essa razão.

Usabilidade

Tenha certeza de que todo o seu e-commerce prioriza uma experiência de compra simples e intuitiva para seu cliente. Mas, na conclusão da venda isso é ainda mais essencial. Verifique se os dados solicitados são claros e se o volume de informações que o cliente precisa preencher antes de comprar é mesmo necessário. Tenha certeza que todas as etapas da compra sejam visíveis e intuitivas em todas as telas. Também é importante que o cliente consiga voltar facilmente a uma etapa anterior para corrigir algum equívoco. A forma mais sábia de garantir usabilidade é testando. Teste seu checkout – vale pedir para familiares, amigos, parceiros e diferentes públicos – principalmente com usuários que não tenham o hábito de comprar online.

Formas de pagamento

De nada adianta oferecer tudo isso se seu cliente não encontra uma forma adequada de realizar o pagamento. Conheça seu público e pense em atender as necessidades de seus clientes. Parcelamentos em diferentes cartões? Crédito, débito, boleto? Quais são as formas de pagamento que não podem faltar em sua loja?  Pense nisso e busque alternativas eficientes para garantir a sua segurança e do seu cliente.

Pense bem, se você já conseguiu levar um usuário até sua loja, não converter é um desperdício do empenho e dinheiro gasto para levá-lo até ali. Trabalhe para não perder vendas! Invista em um checkout transparente e seguro.

Texto publicado no E-commerce Brasil.

Quem atua no comércio eletrônico sabe bem que um cliente adicionar um item no carrinho de compras, definitivamente, não é garantia que ele finalizará a compra daquele produto, não é mesmo?

Vale ressaltar também que são diversos os motivos que levam os e-consumidores a abandonarem uma compra antes da finalização, sejam altos custos de frete, formulários complicados demais ou até mesmo problemas com a acessibilidade do carrinho, por exemplo.

A situação, no entanto, pode ser revertida com alguns cuidados simples. Confira algumas dicas que separamos para lhe ajudar a diminuir a quantidade de carrinhos abandonados em sua loja virtual:

1 – Mostre o custo do frete para o seu cliente para que ele não tenha surpresa com o valor final da compra

A maioria dos e-consumidores já abandonou o carrinho de compras pelo menos uma vez. Alguns deles desistem de suas compras virtuais no meio do caminho porque o vendedor não mencionou em nenhum momento o custo que o cliente teria com o frete, por exemplo.

Para lidar com a situação, deixe de forma clara e visível em sua loja virtual o valor do frete – em caso de frete padrão. Essa informação deve já vir junto à descrição do produto, para que o cliente não se surpreenda negativamente quando estiver concluindo sua compra.

Ofereça várias opções para seus clientes

Se possível, ofereça várias opções de envio para seu cliente. Dessa forma, ele poderá escolher a que melhor se encaixa na sua necessidade, guiado por valor ou tempo, por exemplo.

Essa será a melhor forma de não perder mais vendas porque o cliente ficou sem saber quanto pagaria pelo envio do produto adquirido, por exemplo.

Que tal oferecer frete grátis para quem não concluiu a compra?

Com um mercado online cada vez mais competitivo, muitos compradores esperam também um frete gratuito ou, no mínimo, de baixo valor e, alguns deles, encaram isso como um elemento crítico de sua experiência de compra online.

Contudo, é preciso muito cuidado para não se enrolar nessa oferta. Por isso, avalie essa possibilidade de oferecer um frete grátis sem que isso comprometa a sua margem de lucro.

Leia também: Correios mostra como calcular o valor do frete de um produto

Nesse caso a dica é: use o fator como um diferencial. Por exemplo, mapeie quais clientes abandonaram o carrinho de compras e ofereça o frete grátis como um “bônus”, caso seja possível. Sua abordagem deve ser algo como “estou te oferecendo frete grátis porque você é muito importante para minha loja e não quero perder sua compra”.

2 – Muito cuidado com encargos e taxas ocultas

Além de não ficarem nada satisfeitos com altas taxas de frete, os compradores de e-commerce também não gostam nada de cobranças extras.

Por isso, principalmente se você trabalha com produtos importados, tenha em mente que encargos que não aparecem até chegar a hora de fazer o checkout desagradam muito os clientes e o resultado é a desistência da compra.

Independentemente destas taxas serem relativas à postagem do item ou impostos, os consumidores que compram online certamente querem saber da existência deste valor antes de inserirem os seus dados para pagamento da compra.

Mas não se preocupe, pois existem formas de evitar isso e uma delas é oferecer uma ferramenta de calculadora junto com o carrinho, por exemplo. O segredo, portanto, é ser transparente, demonstrando confiabilidade para seu consumidor.

Leia também: Correios agora cobra taxa extra sobre produtos importados

3 – Seja inteligente na hora de precificar seus produtos

Leve em conta qualquer valor adicional na hora de definir o preço final do produto. Contudo, para isso, é preciso muito cuidado.

Vale a pesquisa do que tem sido praticado no mercado pela sua concorrência e o planejamento para a precificação de acordo com os custos que você tem com aquele produto (incluindo as taxas).

Isso será muito importante para manter a competitividade mas também para não ficar no prejuízo!

Leia também: Os erros mais comuns na formação do preço de venda

4 – Aposte no e-mail marketing

Seu cliente desistiu da compra no meio do caminho? Uma alternativa para reverter isto é enviar um e-mail marketing com os produtos que foram abandonados, incentivando o consumidor a concluir a compra.

Isto mostra que sua loja está atenta ao cliente e estimula uma conversão imediata.

Automatize o processo através da tecnologia

Para que essa comunicação seja efetiva você pode apostar em uma ferramenta de alimentação de funil de vendas. Nesse caso, o e-mail será disparado assim que o consumidor concluir determinada ação. Você pode, por exemplo, programar sua ferramenta para enviar um cupom de desconto toda vez que determinado cliente colocar o produto no carrinho, mas não finalizar a compra.

Outra forma de automatizar este processo é oferecendo aquele produto que o cliente desistiu de comprar com uma condição de preço ou parcelamento especial, ou mesmo produtos similares que sejam mais baratos.

Veja também: Infográfico: Como reduzir o abandono de carrinhos de compras na loja virtual

5 – Melhore a acessibilidade do carrinho

Consumidores online perdem rapidamente o interesse na compra quando são forçados a voltar para a página em que estavam ou obrigados a navegar para um lugar diferente para lembrar quais itens eles já tinham colocado no seu carrinho de compras, por exemplo.

Portanto, por mais que seja mais simples desenvolver uma página separada para o carrinho, saiba que os clientes querem ter acesso rápido ao que eles já acrescentaram à sua compra independentemente do lugar em que estejam na sua loja virtual.

Para lidar com este problema, você pode desenvolver, por exemplo, uma lista que permaneça sempre visível no topo do e-commerce, contendo os itens já adicionados e a quantidade de cada um deles.

Lembre-se também de utilizar ícones inteligentes e intuitivos para identificar o carrinho de compras.

E-commerce: 6 dicas para reverter carrinhos abandonados em vendas.

6 – Facilite o processo de checkout para que o cliente não tenha tempo de desistir da compra

Por conveniência, compradores de lojas virtuais querem um processo de checkout simples. Por isso, quando eles são forçados a preencher formulários intermináveis e passar por diversas páginas para, enfim, conseguirem finalizar sua compra, são muitos os que simplesmente desistem e abandonam os seus carrinhos.

Portanto, tenha em mente que, por mais que as informações do checkout sejam importantes para a sua loja virtual, não é todo tipo de consumidor que tem paciência para fornecê-las.

Por isso, evite o abandono do carrinho oferecendo uma opção de checkout express – ou checkout em uma página. Isto permitirá aos clientes do seu e-commerce finalizar a compra sem necessidade de criar uma conta em sua loja.

Leia também: E-commerce: três dicas para reduzir perdas no funil de compra

Priorize informações relevantes no seu checkout

Nesse caso a dica é: não precisa deixar de coletar informações, mas é preciso priorizar as que são realmente importantes como critério para que o cliente finalize a compra em sua loja.

Cabe dizer que, após a primeira compra, você terá meios para falar com ele novamente e fidelizá-lo – a ferramenta de alimentação de funil que falamos acima é uma das opções.

Saiba que você poderá, posteriormente, até oferecer algum benefício em troca de informações. Por exemplo, em troca de uma assinatura da sua newsletter você pode dar um percentual de desconto, ou em troca de algumas informações sobre hábitos de consumo, estilo, etc.

E você, tem alguma outra dica para reverter os carrinhos abandonados em vendas? Conte para a gente nos comentários.