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China

A gigante Amazon também está de olho no não menos gigante mercado chinês. A norte-americana abriu sua loja da Tmall.com, Marketplace da Alibaba Group, visando vender diretamente para os consumidores chineses.

“Parabenizamos a Amazon por entrar no ecossistema Alibaba, sua presença vai ampliar ainda mais a seleção de produtos internacionais e elevar a experiência de compra dos consumidores chineses do Tmall”,  declarou Candice Huang, porta-voz da Alibaba baseada na China.

Alimentos, sapatos, brinquedos e utensílios de cozinha já estão na lista da loja totalmente customizada da Amazon no marketplace, uma das muitas do Tmall, que vende online produtos de marca para os chineses.

A Amazon tem se esforçado para replicar seu sucesso nos Estados Unidos com os e-consumidores do exterior. As vendas internacionais já somam 38% da receita de varejo online de 2014. Enquanto a Alibaba atende principalmente empresas que procuram comprar produtos por atacado (B2B), o Tmall.com é um portal marketplace, que vende diretamente aos consumidores finais (B2C).

O E-commerce na China estima superar 1 trilhão de dólares em 2018, mais do que o dobro do que os Estados Unidos devem atingir (493 milhões). Os dados são da eMarketer.

Craig Berman, porta-voz da Amazon Seattle, contato que representa a Amazon na China, não estava disponível para comentar o assunto.

“Todo mundo sabe que o E-commerce chinês é dominado pela Alibaba e em algum momento você busca peixes onde os peixes estão”, disse Sucharita Mulpuru, analista da Forrester Research Inc.

Leia também: A escalada dos pandas: Lojas virtuais chinesas ganham espaço no Brasil

Em agosto de 2014, a Amazon iniciou operações no Brasil, porém ainda apenas para a venda de livros. Os negócios internacionais da Amazon estão concentrados em Reino Unido, Alemanha e Japão, e os esforços têm crescido para aumentar as vendas na China, onde tem investido construindo armazéns para entregar produtos. A logística eficiente é um dos atributos que a Amazon mais se preocupa.

O Tmall e o Taobao, ambos do Grupo Alibaba, somaram juntos 334 milhões de consumidores ativos em 2014 segundo Huang.

Texto traduzido da Bloomberg.com

Por Renann Mendes e Keine Monteiro. A liderança do e-commerce mundial está em novas mãos. Os resultados de 2013 oficializaram pela primeira vez os Estados Unidos em segundo lugar no ranking mundial de vendas do e-commerce. E levando em consideração os números de 2014 e suas projeções, esta parece ser a nova realidade. Esta realidade se chama China.

Os números de crescimento da China são impressionantes. Segundo dados do eMarketer, chegou à 47% de crescimento em 2013 e 426,26 bilhões de dólares em vendas em 2014.

Conforme a projeção para 2018, os números devem superar assustadores 1 trilhão de dólares (U$ 1.011.280.000.000,00), quase o total de vendas do E-commerce mundial de hoje (1,221 trilhões segundo o eMarketer). Para se ter ideia, os Estados Unidos em 2014 registrou U$305,65 bilhões de dólares em vendas e a projeção para 2018 registra “apenas” U$493,89 bilhões. Mais que isso, os Estados Unidos devem superar os números de 2014 da China apenas em 2017!

A líder China - Vendas da China no E-commerce

Neste ranking do e-commerce mundial o Brasil está bem colocado. Um honroso 10º lugar à frente de qualquer país da América Latina. Porém, quando comparados com os líderes, em faturamento ainda somos mais de 20 vezes menores do que a China. Veja mais sobre os números gerais do e-commerce no Brasil.

A líder China - China vs. Estados Unidos vs. Brasil

Quando comparados à outros grandes com crescimento significativo (como Estados Unidos, Alemanha e Brasil), a China também fica bem à frente, mesmo nas estimativas. É possível verificar que a tendência é que a liderança aumente. Veja:

A líder China - Crescimento de vendas no e-commerce

Cross-border

Se pensarmos que o e-commerce representa hoje apenas 10% de todo o varejo chinês, é possível entender o potencial deste mercado. O grande ponto é que a China não se limita ao seu gigantesco território e população. O crescimento conta com uma boa parcela de exportações. A área de Cross-border é o foco por permitir um rápido crescimento.

“Impulsionada por novas tecnologias e modelos de negócio inovadores, a indústria de e-commerce tornou-se um dos novos motores para o desenvolvimento econômico na China e ajuda as empresas chinesas à explorar o mercado internacional”. Explicou Li Jinqi, diretor do bureau do e-commerce no Ministério do Comércio da China no China Conference 2014.

O governo chinês já tem feito sua parte. Têm incentivado as vendas online internacionais, diminuindo impostos e fornecendo linhas de crédito atraentes para promover a expansão das lojas.

Segundo o The Paypers, hoje 17,2% das vendas chinesas são para os Estados Unidos, 16,3% para o Reino Unido e 15,8% para Hong Kong. O país ainda exporta para Brasil, Índia, Alemanha, França, Rússia, Japão e Coreia do Sul.

Não é à toa que, segundo a ComScore,  a Alibaba.com já é a sétima loja virtual mais acessada pelos brasileiros. O site, assim como muitos outros já conta com versão em português. No Brasil, de 2011 para 2012, o crescimento de encomendas vindas da China, cresceu 47%, de 2013 para 2014 o salto foi ainda maior, 87%! Vendas “capitaneadas” pela gigante Alibaba.com.

Este cenário é registrado principalmente pelos preços dos produtos bem abaixo dos registrados no Brasil. O governo brasileiro já sentiu com este crescimento e reagiu aumentando a tributação destes produtos importados. Porém seria esta a melhor estratégia?

Você, por exemplo, já comprou da China? Entende que o Brasil poderia prosperar com um incentivo maior do governo? Dificultar as transações vindas da China ou facilitar os empresários que trabalham no Brasil? Compartilhe sua opinião!

Parece mais um chavão americano para dar nome a algum modelo de negócio, mas desta vez a iniciativa vem da China. O poder de transformação gerado pela internet no mundo dos negócios continua mais forte do que nunca, e todo dia, temos a oportunidade de ver e conhecer novas e melhores maneiras de fazer as coisas de um jeito mais sustentável, integrado do que ontem. Um jeito de fazer o varejo online, diferente, está vindo da China: é o varejo O2O ou Online-to-Offline.

Em tempos de B2C, B2B, vem aí o O2O.

Há tempos ouvimos, lemos e aprendemos os conceitos de: cross-channel; multicanal, omnichannel e quando pensamos nestes modelos, aqui no Brasil, encontramos sérias dificuldades de concretização, no dia-a-dia, das operações na parte fiscal e tributária, além da gestão de pessoas, integração de tecnologias e bases…ainda temos alguns muros para derrubar. E alguns deles, independem da capacidade de investimento, por exemplo, só do lado dos varejistas. Mas, vamos conhecer este novo modelo.

Temos visto não só nas capitais mas em algumas cidades do interior do País a população fazendo uso do objeto mais presente e atuante das suas vidas: o mobile. E aqui, uma dica, antes que você ache que isso ainda não tem nada a ver com a sua loja, lembre-se: quem é mobile é o seu consumidor, o aparelho que ele usa é portátil.

Entendeu a diferença? O showrooming deixou de ser tendência e se transformou em realidade independente de classe social.  Dê uma olhadinha na sua próxima visita a uma destas redes do varejo estadual ou nacional e veja como as pessoas estão fazendo as pesquisas sobre os produtos e preços. Qual tela o comprador está olhando nestas horas? Qual aparelho está na sua mão?

O O2O vem tomando algumas partes do território chinês como força. Este é um modelo que economiza dinheiro das empresas, realoca empregos, se adapta às demandas de conveniência do cliente e proporciona economia de custos associados aos consumidores. A esta altura você já deve estar se perguntando: Online-to-Offline, isso não me é estranho…nós já não temos isso?

Certamente, o O2O é parte de uma operação multicanal/omnichannel, mas no fundo é muito mais do que isso que vem acontecendo na China. Lá neste novo modelo quase todo os espaços utilizados pelo varejo estão migrando para as periferias, ocupando um terreno menor e menos caro das cidades. As operações chinesas estão alocando em um mesmo espaço:  loja e centro de distribuição. Esse modelo assume essencialmente o melhor das práticas de varejo e atendimento e aumenta exponencialmente o valor do ponto de venda por metro quadrado. As vantagens que percebi neste modelo são:

• Redução dos custos com equipe;
• Realocação de pessoal para outras áreas da empresa;
• Redução dos custos com alugueis, condomínios, segurança;
• Atende às exigências estabelecidas pelos consumidores para maior comodidade durante as compras e mais agilidade;
• Revê o  zoneamento residencial nas cidades, estimulando um crescimento para além dos centros;
• Reduz o custo da cadeia de suprimentos como distâncias entre CD e as Lojas.

Não sei se este modelo funcionará aqui no Brasil, mesmo que, em teoria, pareça um modelo mais eficiente para o varejo. Temos que lembrar o que significa o ato de comprar para os brasileiros. Pensar em implantar modelos de negócios sem considerar contextos e cultura é insanidade, mesmo em tempos tão acelerados.

o2o

O que você tem percebido de diferente na interação com a sua loja preferida?

Texto da Vivianne Vilela publicado no E-commerce Brasil.

Em breve, ficará mais difícil resistir à tentação de comprar acessórios, componentes, roupas, bugigangas e outros em sites como DealExtreme e FocalPrice. É que, numa tentativa de aumentar as exportações, o governo chinês decidiu incentivar as compras online internacionais, o que deverá resultar em taxas e prazos de entrega menores, mesmo para países longínquos como o Brasil.

O primeiro passo neste sentido está na facilitação do despacho de pedidos nas barreiras aduaneiras, incluindo aí redução de eventuais taxas de envio e geração mais eficiente de documentos. Isso significa que os produtos poderão sair com mais rapidez da China e chegar aos países de destino em menor tempo. Outra medida visa facilitar o recebimento dos pagamentos, muitos dos quais feitos via PayPal.

Leia também: Game of Thrones do E-commerce: A Estratégia da Amazon para dominar totalmente o varejo online mundial

E não para por aí: o governo chinês também pretende, entre outras iniciativas, fornecer linhas de crédito atraentes para promover a expansão das lojas, reduzir os impostos pagos por estas empresas e até mesmo construir um monumental centro de distribuição na cidade litorânea de Hancheu.

E-commerce chinês de olho no mercado brasileiroOs brasileiros estão entre os maiores clientes de sites chineses, mesmo em época de dólar alto, como agora. E há motivos de sobra para isso: pode-se adquirir produtos dos mais diversos tipos por preços muito menores que os praticados no Brasil, sem contar a imensa variedade de itens inusitados que só podem ser encontrados nestes sites.

É claro que é necessário considerar também a outra extremidade deste sistema. Quem já fez compras em sites estrangeiros sabe que, quando o pacote chega ao Brasil, pode levar semanas para ser entregue pelos Correios e, de acordo com as leis de importação, está sujeito à taxação.

Mas nem isso, nem o risco de adquirir produtos de qualidade duvidosa é capaz de amenizar a sede de compra dos brasileiros. Levando em este aspecto em conta, não me surpreenderia saber que as medidas do governo chinês têm como foco justamente os compradores do nosso país.

Publicado no Tecnoblog.net | Lojas online chinesas terão entregas internacionais mais rápidas e menos taxas

Essa semana o Vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios do Buscapé Company, Guga Stocco falou sobre o crescimento e relevância da indústria brasileira de telefones celulares à CCTV, emissora de televisão da China.

“Temos um nicho de mercado, e você tem um crescimento que está acontecendo ano após ano. Então, é um bom Mercado para estarmos agora.”
Destaca Guga Stocco.

Além de chamar atenção do outro lado do mundo pelo potencial, vale destaque para “a indústria campeã de reclamações de consumidores brasileiros“, altos preços e estrutura deficiente. Acompanhe a matéria na íntegra.


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