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Nova pesquisa da FecomercioSP, em parceria com a E-bit, revela dados inéditos do e-commerce no varejo paulista, são 16 regiões do Estado de São Paulo

Uma pesquisa inédita da FecomercioSP em parceria com a E-bit, divulgada nesta quarta-feira (14), aponta que até agosto, o faturamento real do varejo eletrônico apresentou alta de apenas 1% na comparação com o mesmo período do ano passado. No comparativo do mesmo período de 2014 em relação a 2013, a alta havia sido de 17,9%.

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) traça as comparações entre os volumes negociados no e-commerce com o faturamento mensal das lojas físicas no Estado, segmentadas em 16 regiões. Também são disponibilizados dados inéditos sobre os números de pedidos, ticket médio e variações reais das vendas do setor.

Segundo a FecomercioSP, o comércio eletrônico ainda ganha espaço por causa da mudança de comportamento do consumidor, mas também já sente os efeitos da inflação elevada, dos juros altos, da escassez de crédito e do aumento do desemprego.

Além disso, as vendas no e-commerce estão mais concentradas em itens de setores duráveis (eletrodomésticos e eletrônicos, por exemplo) e semiduráveis (vestuários e calçados), os mais afetados pela retração econômica.

Confira no infográfico abaixo os destaques da pesquisa:

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Conteúdo publicado no site da FecomercioSP.

Foram registrados mais de 2 milhões de pedidos na Black Friday 2014. Na busca pela melhores ofertas, usuários aumentam em quase 500% acesso ao site do Buscapé. As ofertas atraíram 1,2 milhão de consumidores em todo o País, sendo que 18% desse público realizaram sua primeira compra online

A Black Friday deste ano no Brasil resultou num faturamento de R$ 1,16 bilhão, o que representa um crescimento nominal de 51% em relação a 2013. A informação refere-se às vendas realizadas somente na sexta-feira (28). Se formos considerar também as compras efetuadas na véspera, o valor chega a R$ 1,4 bilhão, 51% maior que o ano anterior, já que muitas das ofertas estavam no ar desde quinta-feira, ação que atraiu muitos consumidores por antecipação.

Para o diretor executivo da E-bit, Pedro Guasti, a previsão foi confirmada, já que a cada ano o evento ganha maior adesão do varejo e do próprio público. “O faturamento da Black Friday neste ano atingiu a expectativa que aguardávamos e representou o maior faturamento em um único dia no e-commerce”, assinala.

Os pedidos da sexta-feira chegaram a 2,2 milhões com o tíquete médio de R$ 522 – um crescimento de 32% em relação à última edição. Segundo o diretor, “a elevação do tíquete médio foi reflexo do aumento da confiança na data pelo consumidor e a possibilidade de efetuar bons negócios e economizar, muitas vezes para antecipar as compras de Natal”.

As ofertas atraíram o total de 1,2 milhão de consumidores únicos, sendo que 18% deles aproveitaram o momento e realizaram sua primeira compra pela Internet. As categorias que mais venderam no dia da Black Friday foram Telefonia e Celulares, Eletrodomésticos, Moda & AcessóriosInformática e Eletrônicos.

blackfriday2014

Em comparação a uma sexta feira comum (no caso, a última sexta feira de outubro de 2014), a Black Friday se destacou por superar dados nos seguintes quesitos: 867% no faturamento; 619% na quantidade de pedidos; e 536% em número de consumidores únicos.

A situação se repete no mobile commerce com 609% de aumento no faturamento e 600% na quantidade de pedidos. Na plataforma móvel, os shares transacional e financeiro foram de 7%.

Veja mais números do E-commerce: E-bit: Os números do E-commerce no Brasil

Site do Buscapé registra crescimento

No Buscapé, líder global em comparação de preços, o volume de acessos no dia 28 de novembro subiu quase 30% em comparação ao evento do ano passado (somente o dia oficial). Com relação a uma sexta-feira normal, o aumento do tráfego foi de 494,5%.

Já se considerarmos três dias de ofertas (de quinta-feira a sábado), visto que as lojas ofereceram descontos além do dia 28, o aumento no número de usuários pesquisando preços no site foi de 16,5% em comparação a 2013 e 275,6% em relação a estes mesmos dias na semana anterior.

Dentre as categorias com maiores volumes de vendas no período que precedeu a data estão Cosméticos e Perfumaria/Saúde, seguida de Moda e Acessórios e Eletrodomésticos Faturamento do setor no período atingiu R$ 1,34 bilhão.

O Dia das Crianças trouxe um resultado além do esperado para o e-commerce brasileiro. A data movimentou R$ 1,34 bilhão, o que representa um crescimento nominal de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o faturamento chegou a R$ 1,15 bilhão.

No período de 28 de setembro até 11 de outubro foram feitos 3,97 milhões de pedidos pela Internet. O tíquete médio dos e-consumidores, porém, ficou um pouco abaixo, em R$ 338 (ante R$ 394 em 2013). A categoria que mais vendeu foi “Cosméticos e Perfumaria/Saúde” (16%), seguida de “Moda e Acessórios” (14%), “Eletrodomésticos” (10%), “Telefonia/Celulares” (8%) e “Informática” (7%), completando o ranking das cinco primeiras (veja o quadro completo abaixo).

Neste ano, o Dia das Crianças apresentou um crescimento de 2 pontos percentuais acima da estimativa inicial, porém ficou aquém do potencial de anos anterior.

“Apesar do ambiente econômico pouco favorável, a cada ano, os consumidores se mostram mais confiantes em pesquisar produtos na Internet, buscando também os melhores preços. A próxima aposta do setor em aumentar as vendas de forma expressiva será a Black Friday, que deverá potencializar as vendas como ocorreu em 2013”, lembra Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit.

Categorias mais pedidas no período (Volume de pedidos):

Ranking Categorias Participação em Volume de Pedidos
1º Cosméticos e Perfumaria / Saúde      16%
2º Moda e Acessórios                                14%
3º Eletrodomésticos                                   10%
4º Telefonia / Celulares                              8%
5º Informática                                               7%
6º Livros / Assinaturas e Revistas           7%
7º Casa e Decoração                                    7%
8º Brinquedos e Games                               6%
9º Eletrônicos                                                5%
10º Esporte e Lazer                                      4%

Apesar do cenário de um movimento mais tímido no varejo brasileiro em 2014, se comparado a anos anteriores, o e-commerce continua a inspirar confiança e projeta um faturamento maior que o de 2013 para o Dia das Crianças. De acordo com o estudo realizado pela E-bit a previsão é de um crescimento nominal de 13% nas vendas – maior que o esperado pelo comércio offline.

Durante o período de 28 de setembro a 11 de outubro o faturamento do setor deve chegar a R$ 1,3 bilhão com os pedidos feitos via Internet. No ano passado, os ganhos atingiram R$ 1,154 bilhão.

Dia das Crianças deve faturar 1,3 bilhão em 2014
Imagem do Corbis Images.

Segundo a consultoria, a compra de itens para presente em sites se deve às facilidades que a modalidade oferece principalmente em momentos de dificuldades na economia.

“Mesmo com o desaquecimento, a inflação superando o teto da meta, a baixa confiança dos consumidores e a incerteza que antecede as eleições, o e-commerce pode ser uma vantajosa opção de compra por ser competitiva e oferecer facilidades de comparação de preços, benefícios como frete grátis e parcelamento”, analisa o diretor executivo da E-bit, Pedro Guasti.

Além disso, outros fatores têm colaborado com o avanço do setor como novos e-consumidores, banda larga e aumento na venda de aparelhos móveis. Dessa forma, a previsão de 20% de crescimento no faturamento de 2014 para o e-commerce se mantém.

Categorias e produtos mais pedidos (previsão)

O levantamento da E-bit aponta quais categorias e produtos deverão ter mais destaque na data:

Categorias e produtos mais pedidos (previsão)

O E-commerce brasileiro fechou o primeiro semestre de 2014 com um faturamento de R$ 16,06 bilhões segundo a E-bit, superando o mesmo período em 2013 (quando vendeu R$ 12,74 bilhões), e registrando crescimento nominal de 26% no setor.

O crescimento do faturamento das lojas virtuais foi mais significativo no primeiro trimestre do ano, sendo 29% superior ao mesmo período de 2013. Já no segundo trimestre o crescimento do tíquete médio sustentou o crescimento do faturamento. No mês de junho deste ano, houve queda de volume de pedidos em relação a junho de 2013.

Veja também: Todos os números do E-commerce no Brasil nos últimos anos.

A 30ª Edição do Relatório E-bit WebShoppers divulgada nesta semana, ainda traz detalhes importantes sobre o comportamento do mercado durante a Copa do Mundo. E um relevante destaque para o expressivo crescimento das vendas por celular, que já conta com 7% do faturamento de todo o Mercado. Veja o infográfico com um panorama geral das informações apresentadas:

Baixe a 30ª Edição do Relatório E-bit WebShoppers completa.
Baixe a 30ª Edição do Relatório E-bit WebShoppers completa.

Infográfico: Mapa do Comércio Eletrônico no Brasil. As lojas virtuais brasileiras devem receber, até o final do ano, 12,8 bilhões de visitas e 133,3 milhões de pedidos. As previsões estão no Mapa Conversion do E-commerce no Brasil, estudo realizado pela Conversion.

A empresa brasileira especializada em SEO também constata que a taxa de conversão média das plataformas de e-commerce ficará em 1,04%, enquanto o tiquete-médio será de R$ 292,47.

Infográfico: Mapa do Comércio Eletrônico no Brasil.
Conversion analisou mais de 100 milhões de lojas virtuais para realizar estudo.
Veja também: Os números do E-commerce no Brasil por datas comemorativas.

O Sudeste é a região do País com mais visitas (66,8%), seguida pelas regiões Sul (14%) e Centro Oeste (11,1%). Mas, em termos de taxa de conversão, o Mato Grosso é o estado campeão, com 1,3%. Veja o infográfico completo:

Infográfico: Mapa do Comércio Eletrônico no Brasil.

Publicação original do Proxxima.

A 29ª edição do Webshoppers, da E-bit, traz o balanço completo do e-commerce brasileiro em 2013 e aponta o mobile commerce como tendência para 2014.

De acordo com a E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, no ano passado, 9,1 milhões de pessoas compraram online pela primeira vez, elevando o número de consumidores únicos – que, ao menos uma vez, já utilizaram a internet para adquirir algum produto – para 51,3 milhões. Esses números fazem parte da 29ª edição do Webshoppers.

Veja o resumo dado no Jornal das Dez, da Globo News.

O relatório traz um balanço do e-commerce brasileiro em 2013, quando o setor cresceu, nominalmente, 28%, em relação ao ano anterior, faturando R$ 28,8 bilhões. Apesar da inflação, acima do centro da meta, e do baixo crescimento econômico, o número de pedidos aumentou 32%, chegando a 88,3 milhões. A Black Friday, que movimentou R$ 770 milhões em um único dia, é uma das explicações para resultados tão positivos, assim como a popularização da banda larga móvel. Os modelos mais simples de smartphones conectaram pessoas das classes C e D, que, antes, não tinham acesso à internet. Em contrapartida, o tíquete médio teve leve queda de 4,4% e ficou em R$ 327, refletindo o crescimento da participação de categorias com tíquete médio menor.

Frete Grátis

Teve queda também a oferta de frete grátis, um dos principais motivadores das compras online. Em dezembro de 2012, as entregas gratuitas correspondiam a 58%. Em dezembro de 2013, essa taxa caiu para 50%. De acordo com o diretor executivo da E-bit Pedro Guasti, essa redução deve continuar. “As empresas estão buscando rentabilidade e entrega rápida tem custos. A conveniência tem o seu preço. Mas em compensação, o consumidor passará a ter mais opções de frete”, explica.

Mobile

No último ano, o Mobile Commerce começou a ganhar força. Em janeiro de 2013, a modalidade correspondia a 2,5% de todas as vendas online. Em dezembro, já representava praticamente o dobro, 4,8%. A tendência é que as vendas através de dispositivos móveis cresçam ainda mais.

“Atualmente, são poucas as lojas preparadas para as peculiaridades da navegação em telas de tablets e smartphones, mas, no decorrer de 2014, mais empresas devem começar a direcionar esforços para esse canal”, garante Guasti.

As categorias mais vendidas

A categoria “Moda & Acessórios” foi a mais vendida durante o ano, seguida por  “Cosméticos e Perfumaria/ Cuidados Pessoais/ Saúde”, “Eletrodomésticos”, “Livros/ Assinaturas e Revistas”, “Informática”, “Telefonia/ Celulares”, “Casa e Decoração”, “Eletrônicos”, “Esporte e Lazer” e “Brinquedos e Games”, respectivamente.

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E como será 2014?

O relatório aponta a influência de fatores como carnaval tardio, maior quantidade de feriados prolongados, Copa do Mundo e eleições no segundo semestre, no resultado do e-commerce brasileiro em 2014. Até o final do ano, o setor deve apresentar um crescimento nominal de 20%, faturando R$ 34,6 bilhões.

VEJA TAMBÉM Recorde: E-commerce cresce 217% na Black Friday!

Com apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio SP) e da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o relatório também traz um estudo sobre troca e devolução de produtos no varejo online e a análise dos preços do setor através do Índice FIPE / Buscapé. Além disso, traz um estudo inédito, feito em parceria com a Bain & Company, sobre o indicador Net Promoter Score (NPS), que mensura a satisfação e fidelização dos clientes. Há, ainda, um capítulo sobre o consumidor Omnichannel no Brasil, produzido juntamente com a ABComm.

Troca e devolução de produtos

O estudo sobre troca e devolução de produtos revelou, entre outras coisas, que 47% dos consumidores passaram a comprar menos pela internet, após terem encontrado dificuldade ao tentar trocar ou devolver alguma mercadoria. A pesquisa também aponta que muitas pessoas sequer tentam trocar ou devolver a compra quando têm algum problema, por causa da burocracia dos processos. Além disso, 63% dos consumidores acreditam que é mais fácil trocar ou devolver algum produto em uma loja física.

Satisfação do consumidor

Em 2013, o NPS geral do e-commerce brasileiro, que mede diretamente a satisfação e experiência do consumidor em sua compra online,  foi bom. O ano começou com o índice em 45,94%, chegando a 59,29%, em outubro. Entretanto, em dezembro, houve uma queda considerável no indicador e o NPS ficou em 46,93%. Isso aconteceu porque foram registrados alguns problemas de atraso na entrega das compras feitas durante a Black Friday e Natal, em virtude do número de pedidos, muito acima do esperado. “O principal fator que gera insatisfação é a falta de pontualidade na entrega”, afirma André Leme, sócio do escritório da Bain & Company, em São Paulo.

Mesmo assim, ao comparar o NPS de dezembro de 2013 (46,93%) com o de dezembro de 2012 (40,96%), foi possível constatar uma importante melhora no indicador, um sinal de que os lojistas investiram mais e se prepararam melhor para o período aquecido de vendas de final de ano.

O consumidor Omnichannel no Brasil

O estudo feito em parceria com a ABComm revelou que uma das questões mais delicadas na integração entre canais online e off-line é o preço. Dos vendedores entrevistados, 68% se negaram a negociar os valores praticados nas lojas físicas para ficar no mesmo patamar das lojas online, comumente mais baratas. Também ficou claro que uma das maiores vantagens do comércio físico, em relação ao virtual, é a entrega imediata, além da possibilidade de tocar e sentir o produto.

Índice FIPE/Buscapé

No ano em que o e-commerce B2C brasileiro faturou R$28,8 bilhões e alcançou um crescimento nominal de 28%, o Índice FIPE/Buscapé teve, em média, queda de -3,8%. Ao analisar esses dados, foi possível observar um crescimento real de 33% no faturamento do comércio eletrônico, valor muito superior ao do PIB, de 2,3%, de acordo com o IBGE, e do varejo tradicional.

Webshoppers 2014
Clique na imagem e faça o download gratuitamente do relatório Webshoppers 2014

O relatório completo já está disponível para download gratuito, no site www.webshoppers.com.br.

O comércio eletrônico movimentou R$ 28,8 bilhões em 2013, alta nominal de 28% na comparação com 2012, quando o faturamento chegou a R$ 22,5 bilhões, de acordo com a E-bit. O resultado superou expectativas de crescimento nominal de 25%.

Comércio eletrônico cresce 28% em 2013 para R$ 28,8 bilhões.

“Muitas pessoas das classes C e D, que não tinham acesso à internet, passaram a se conectar através de modelos mais simples de smartphones. E se tornaram, além de internautas, consumidoras online”, avalia o diretor executivo da E-bit, Pedro Guasti, em nota. Além disso, Guasti aponta que o evento conhecido como Black Friday rendeu R$ 770 milhões ao e-commerce, resultado que bateu recorde de faturamento em um único dia.

A expectativa é de que, em 2014, o comércio eletrônico registre crescimento nominal de 20%, com faturamento de R$ 34,6 bilhões, puxado pela venda de materiais esportivos e de televisores de grandes proporções com tela fina por conta da Copa do Mundo.

A edição 2013 da Black Friday brasileira superou todas as expectativas. De acordo com a E-bit a data foi responsável por um crescimento nominal de 217%, em relação a 2012, e movimentou R$ 770 milhões, quebrando todos os recordes de faturamento em um único dia.

Para Pedro Guasti, diretor geral da E-bit, os resultados dessa edição aproximam o e-commerce nacional das estatísticas norte americanas. “A Adobe Systems indica que nos Estados Unidos, as vendas relacionadas à Black Friday movimentaram US$ 1.06 bilhões. O faturamento brasileiro, convertido em dólar, fica em torno dos US$ 330 milhões, o que representa cerca de 30% da receita americana”, explica.

Recorde: E-commerce cresce 217% na Black Friday!
RECORDE: 217% de Crescimento. Faturamento do setor chegou a R$ 770 milhões em um único dia.

Na última sexta-feira, 1,950 milhão de pedidos foram feitos via internet no Brasil, número cinco vezes maior, se comparado a um dia normal. O tíquete médio das compras ficou em R$ 396. A categoria mais vendida foi “Telefonia/Celulares”, seguida por “Eletrodomésticos”, “Moda & Acessórios”, “Informática” e “Eletrônicos”, respectivamente.

A previsão inicial, feita no início de novembro, era de que as vendas durante todo o dia gerassem R$ 390 milhões para o e-commerce, mas, às 17h, esse número já tinha sido alcançado.

Segundo Guasti, os resultados da Black Friday superaram até mesmo os mais otimistas e vão impactar no Natal.

“O período de compras natalino vai de 15 de novembro até 24 de dezembro. Constatamos que o evento não somente impactou positivamente as vendas na sexta feira, como também nos dias seguintes. Com o décimo terceiro em mãos e os descontos oferecidos, muitas pessoas aproveitaram para antecipar os presentes. O Natal, principal data sazonal do e-commerce, representa entre 15% e 20% do total das vendas do ano. Em 2013, certamente terá um peso maior por causa da Black Friday”, conclui.

A E-bit apurou que, com os indicadores registrados até o meio dia, dessa sexta feira, o faturamento da Black Friday 2013 deverá praticamente dobrar, se comparado ao da edição passada, quando os ganhos chegaram a R$ 243,8 milhões.

Inicialmente, a E-bit previu um crescimento nominal de 60%, com ganhos de R$ 390 milhões. Mas os números levantados até o momento apontam que, até às 23h59, as expectativas para essa edição devem ser superadas.

“As previsões já eram boas. Mas a movimentação dos consumidores em torno da data e a quantidade de lojas participantes está muito acima do esperado. Grandes varejistas já venderam 10 vezes mais, se compararmos com a última sexta-feira. De uma forma geral, o tíquete médio está bem acima do normal. Se todos os indicadores se mantiverem como nas últimas 12 horas, a Black Friday 2013 terá sucesso absoluto, quebrando todos os recordes de vendas em um único dia”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da E-bit.