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comparador de preços

Para muitos essa sigla ainda pode não ser muito familiar, mas não é o caso dos anunciantes que adoram pagar apenas pelo que foi vendido.

O CPA é um modelo por performance já praticado pelo mercado, mas que o Buscapé conseguiu melhorar, principalmente pela proposta comercial e facilidade operacional para o lojista.

O nome do produto é BP +. Isso mesmo, pronuncia-se “Bepê mais” 🙂
O mesmo Buscapé de sempre, mas com diferenciais para fazer a loja virtual  vender ainda mais e com um retorno garantido sobre os investimentos.logo-bpmais

Conheça algumas vantagens:

Taxa de comissão atrativa
O valor da taxa de comissão é de 15% sobre o preço do produto vendido.

• Anuncie todo o catálogo
O modelo comercial permite que você divulgue todo o seu catálogo de produtos aumentando ainda mais as suas vendas e a visibilidade da sua loja.

O consumidor se relaciona direto com sua loja
Sua loja estará interagindo sempre com o consumidor e não apenas no momento da entrega do produto.

Não existe exclusividade de meio de pagamento
O lojista não está atrelado a nenhuma forma de pagamento para usufruir dos benefícios deste modelo. A loja poderá utilizar o meio de pagamento mais conveniente para ela.

Modelo de integração por API
Garante muito mais confiabilidade na troca de dados com a loja evitando divergências de preços ou disponibilidade.

Como usar o BP+

Neste período de lançamento ainda existe um número restrito de plataformas que permitem o uso deste novo produto, uma vez que toda integração é entre Buscapé e Loja virtual feita por API (interface de programação de aplicativo), que conectará as informações das transações.

Muitas plataformas estão agora em processo de integração, mas algumas como as abaixo, já estão homologadas:

Biz commerce
EZ Commerce
F1 Soluções
Flow commerce
HUB2B
Hystalo
Loja Integrada
Loja Virtual
Moovin Plataforma E-commerce
Pense Big
PXW
Redfeet
Ren9ve
Soulmkt (Magento)
TMW
Vtex

Alguns lojistas já começaram a sentir na prática as vantagens do novo produto.

“Aumentamos em mais de 100 vezes nosso número de produtos ofertados no Buscapé, o que permitiu um aumento de 60% no faturamento originado pelo Portal. Trata-se de um formato com ROI garantido e saudável para o anunciante, uma vez que o retorno é rápido, certeiro e com um enorme potencial para aumentar não somente a conversão mas também o fluxo de acesso ao portal”, contou Alexandre Manguinho gerente de E-commerce da Eletrocity

Em tempos de crise (como diria um dos maiores papas do Marketing que o mundo conhece, Philip Kotler), muitas vezes o maior custo que uma empresa pode ter é o de “não fazer nada”.  Taí, se você estava esperando uma boa notícia para investir em marketing digital, agora já tem.

Leio bastante sites e fóruns de pessoas que buscam vender mais e mais em seus sites. Um dos temas que sempre aparecem, diz respeito a aumentar a quantidade de visitantes na loja virtual. Ora, aumentar os visitantes só é realmente bom quando estes visitantes estão interessados em comprar, e, sobretudo, os produtos que sua loja vende.

O Buscapé é hoje o principal site de comparação de preços do Brasil, com cerca de 30 milhões de visitantes por mês. É o equivalente a 14 vezes o estádio do Maracanã lotado, ou 1.100.000 consumidores diariamente.

Como aumentar a quantidade de visitantes na loja virtual?

Mas quantidade de pessoas, como dito acima, não é suficiente. A audiência de um comparador de preços, diferente de outros sites, não possuem pessoas interessadas em saber o funcionamento, procurando assistência técnica, saber opiniões… Não, elas estão em um comparador de preços procurando pelo produto de interesse e indo atrás das melhores condições, seja de frete, prazo de entrega, condições de pagamento ou valor.

Na pesquisa “Hábitos de consumo de Mídia 2014“, realizada pelo IAB Brasil e ComScore, você pode entender melhor o comportamento online das pessoas. Destaco o slide 18, que mostra o comportamento dos consumidores antes de fazer uma compra online:

Um comparador de preços é o maior shopping que a sua loja pode estar, com a vitrine repleta de produtos, com consumidores ávidos pelas melhores condições sem que você não gaste absolutamente nada de aluguel, manutenção… Nada! Você paga apenas pelo consumidor já qualificado que entrar em sua loja.

O consumidor está passando pela sua vitrine com real intenção de compra, esperando você dar a ele a melhor condição e experiência de compra.

Mas, este comparador não está no mundo físico, e sim no virtual. Na tela do seu computador? Claro. Mas não apenas na tela do computador. Ele está também na tela mais usada pela maioria das pessoas, os dispositivos mobile são responsáveis por 40% das visitas ao Buscapé. Com design responsivo para todas as telas e app para todas as plataformas, qualquer loja pode ser encontrada e vender literalmente de qualquer lugar.

O último relatório WebShoppers desenvolvido pela E-bit mostrou o poder do mobile na internet. Em janeiro de 2013, as vendas online por dispositivos móveis representava 2,5% de todas as vendas do E-commerce no Brasil. Agora, em janeiro de 2015, estes números já são animadores 9,7% de todo o mercado.

Lembro ainda que assim como em uma loja, não são todos os produtos que devem ser expostos na vitrine. O produto que é bom ficar exposto hoje já pode não ser bom estar amanhã, e isso, só aprendemos acompanhando de perto os visitantes, colocando grupos de produtos, analisando resultados e aprendendo o perfil em tempo real dos consumidores.

E você? Usa Comparadores de Preço na sua estratégia de Marketing Digital? O que acha?

Você sabe qual é a melhor forma de divulgação para uma loja virtual? A resposta é fácil: é aquela que dá maior retorno sobre o que você investiu (ROI). O único problema é como achar essa forma para a sua loja virtual. Às vezes, demora-se bastante tempo e demanda-se bastante investimento para isso.

Para te ajudar nesse trabalho no dia 25/02/2015 às 16 horas foi realizada a palestra online “Melhore suas vendas utilizando Comparadores de Preço”. Gravamos ela para você!

Nessa palestra o Jorge Ayache do Buscapé e eu falamos sobre estratégias de como utilizar os comparadores de preço para fazer divulgação da sua loja virtual.

1. As vantagens de utilizar um comparador de preços
2. Como utilizar um comparador de preços
3. Dicas para otimizar suas campanhas e conquistar mais resultados
4. Mobile commerce

Imperdível, assista!

Buscapé lança nova funcionalidade de gerenciamento de CPC por Oferta.A partir do dia 24 de fevereiro o Buscapé disponibiliza aos lojistas que anunciam no site a opção de gerenciamento de CPC por oferta.

Através desta nova ferramenta, a loja pode controlar o posicionamento de uma oferta dentro do resultado de busca de forma individual e conseguir, assim, destacar os produtos de maior relevância para seu negócio, obtendo um melhor resultado.

Com isso, é possível direcionar estrategicamente os investimentos para as ofertas mais vantajosas de cada categoria, ao invés de distribuir seu budget apenas em categorias como um todo.

Se você já é um lojista Buscapé, acesse sua conta e assista ao tutorial disponível sobre o gerenciamento de CPC por oferta.

Caso ainda não tenha uma conta, acesse agora mesmo http://negocios.buscapecompany.com.br/ e aproveite as vantagens que o Buscapé tem para sua loja.

O Buscapé vai expandir sua operação para além da América Latina e incorporar mais treze sites estrangeiros de comparação de preços da Europa e da África. A empresa, fundada por brasileiros, foi escolhida pela Naspers, conglomerado de mídia sul-africano dono do Buscapé desde 2009, para agrupar todas as empresas do grupo neste segmento. Segundo a empresa, o conjunto de sites formará o maior grupo de comparação de preços do mundo, com audiência mensal de 120 milhões de usuários.

Buscapé vai incorporar 13 sites de comparação de preços da Europa e África.

“A ideia é trocar experiência e levar o que a gente fez aqui para nos tornarmos líderes a esses outros mercados”, diz Romero Rodrigues, ex-presidente do Buscapé para a América Latina e agora CEO global de comparação de preços da Naspers. Entre os conhecimentos que o Buscapé pode exportar, segundo ele, está o botão “comprar agora”, que permite a compra dentro do próprio site.

Na próxima segunda-feira, Romero vai à Europa para visitar as novas empresas do grupo. Ele continuará baseado no Brasil, mas deve passar metade de seu tempo viajando. Quem ocupa a posição de CEO do Buscapé para a América Latina, deixada por Rodrigues, é Rodrigo Borer, antes vice-presidente da unidade de comparação. “O fato de o Buscapé ter sido escolhido (pela Naspers) para agrupar todas essas empresas mostra que o trabalho que a gente vem fazendo há 15 anos está sendo reconhecido e se tornou referência mundial”, diz Borer.

Entre as novatas que passam a integrar a operação do Buscapé estão os sites Ceneo (Polônia), Heureka (República Tcheca e Eslováquia), Vcene (Ucrânia), Ucuzu (Turquia), Arukereso (Hungria), Compari (Romênia), Pazaruvaj (Bulgária), Shoppydoo, Trovaprezzi, Misshobby e Drezzi (Itália), Shoppydoo (Espanha) e Pricecheck (África do Sul e Nigéria). A marca adotada pelos sites não será substituída pela marca Buscapé.

Segundo o Buscapé, sua ferramenta de comparação de preços tem 30 milhões de usuários únicos no Brasil atualmente, somando os acessos por meio de computadores e dispositivos móveis. De acordo com a consultoria comScore, que mede apenas as visitas por meio de computadores, a audiência do site passou de 20,6 milhões para 23,4 milhões entre fevereiro e novembro de 2013.

O Buscapé lidera o ranking de comparadores de preço no Brasil, seguido por Uol Shopping, Zoom e Google Shopping. Já no ranking global, os dados de novembro passado mostram o Buscapé em quarto lugar, atrás de Price Grabber, Google Shopping e Yahoo Shopping, que lidera a lista com 55 milhões de visitantes.

Segundo o Buscapé, a nova configuração do grupo reunirá uma audiência de 120 milhões de usuários por mês, o que torna a empresa uma das maiores do mundo na categoria de comparadores de preços. O número de funcionários do grupo passará de 1,4 mil para 1,7 mil e a receita deve saltar 40%, estima Rodrigues.

Publicação da Veja.

O efeito da internet do campo do direito tem sido cada vez mais impressionante na medida em que, por afetar diretamente o cotidiano da sociedade, acaba fazendo surgir novas situações e relações jurídicas até então desconhecidas, e ainda não especificamente tuteladas em nosso direito.

Tais mudanças e inovações deram gênese a uma gama de serviços à disposição do consumidor nunca vistos no mundo. O acesso às empresas e suas ofertas tornaram-se instantâneos, e os usuários passaram a ter ferramentas inovadoras para consulta e conhecimento de detalhes do produto, que antes do advento da internet certamente seria impossível.

Entre os serviços disponibilizados pela evolução da Internet, no âmbito consumerista, certamente os comparadores de preços foram os mais acertados como ferramenta de auxílio ao consumidor na busca de produtos e serviços, permitindo o acesso em milésimos de segundos, à informações que certamente só estariam ao seu alcance depois de horas ou até mesmo dias de pesquisa nos demais meios de comunicação disponíveis, e, com certeza não atingiriam nem um pequeno percentual da especificidade alcançada ao utilizarmos tais instrumentos on-line, tendo em vista que os meios convencionais de divulgação além de exigirem um tempo maior do consumidor, demanda altos investimentos dos fornecedores em publicidade.

A principal característica da internet é a interatividade. Tal atributo além de facilitar aos fornecedores a divulgação de seus produtos, apresenta um retorno imediato de seus consumidores quanto à qualidade, apresentação e seu preço. Nesse ponto entra os comparadores de preços da internet, funcionando analogamente como os antigos catálogos que conhecíamos como as “páginas amarelas” que eram ostensivamente usados antes do surgimento da internet. Tais catálogos que outrora eram de grande serventia para as antigas gerações, traziam consigo o grande problema da estática da informação neles contida, que não tinha como ser alterada, pelo óbvio motivo de estar fisicamente impressa.

Nos sites comparadores de preço, a mutabilidade instantânea da informação apresentada, torna a ferramenta uma joia de publicidade, dando ao consumidor informações atualizadas de preços e produtos, bem como sua apresentação detalhada e recente, além é claro, de toda lista de fornecedores que dispõe de tais produtos para venda e seus respectivos preços e condições de pagamento.

Enquanto o consumidor goza de tais privilégios para que possa não só conhecer o produto que almeja, como também verificar diante das opções apresentadas pelo comparador de preços, qual fornecedor oferece as melhores condições de acordo com o seu anseio e possibilidade de compra. O comparador de preços dá aos fornecedores ferramentas de métricas e informações outrora nunca vistas e quiçá imaginadas pelo melhores publicitários.

O fornecedor virtual passou a poder ver em tempo real o comportamento de seus consumidores e concorrentes, podendo e devendo estar sempre “on-line” para tomar medidas imediatas quando um ou outro apresenta comportamento divergente do objetivado em sua campanha.

Toda essa mudança e surgimento de novos meios e tecnologias ligadas basicamente à informação, que é na verdade o âmago da Internet, não poderia deixar de gerar efeitos na esfera jurídica, trazendo questionamentos a serem respondidos e situações a serem resguardadas pelo direito. Temos nesse sentido um grande “calcanhar de Aquiles” nessas relações jurídicas, qual seja, a velocidade com que inovações brotam na internet e a morosidade legislativa sobre o tema. Tal problema, no Brasil é ainda mais acentuado em razão de sermos um país de ordenamento jurídico legalista que tem sido por vezes obrigado a se utilizar do direito consuetudinário para sanar litígios oriundos das novas tecnologias.

O objetivo do presente artigo não é esgotar tal tema tão atual e complexo, mas sim trazer à luz, especificamente, a questão da responsabilidade civil dos comparadores de preços na internet, tendo em vista ser tal serviço, aparentemente tão simples e claro, em razão da falta de conhecimento de nossos operadores do direito, está sendo abordado e decidido em nossos tribunais de forma totalmente heterógena.

Para situar o leitor quanto ao instituto da responsabilidade civil, faz mister algumas considerações sobre a origem e definição desse instituto para depois ligarmos ele ao serviço dos comparadores de preços na Internet

Definição de Responsabilidade Civil

A responsabilidade civil, é, sem sombra de dúvidas um dos tópicos mais importantes e ricos do direito civil, trazendo em seu bojo uma rica evolução histórica e o surgimento de teorias que, foram amadurecendo, dando novos ares ao tema. Temos dessa forma infindos subsídios para dissertar sobre tal instituto. Entretanto, pela brevidade do presente trabalho e limitação intelectual e jurídica do autor, teremos que nos ater às mais superficiais definições e conceitos desse rico tópico, afim de evitarmos divagações filosóficas que fujam do objetivo do presente.

Segundo San Tiago Dantas, o principal objetivo da ordem jurídica é proteger o lícito e reprimir o ilícito. Diante de tal objetivo, a ordem jurídica estabelece princípios, organizações e regras que devem ser seguidas no intuito de um saudável e ordeiro convívio social, tendo por condão final a definição de direitos individuais que devem ser protegidos e garantidos por todos e contra todos. Nesse sentido, Sergio Cavalieri filho nos ensina em seu programa de responsabilidade civil.

“Para atingir esse desiderato, a ordem jurídica estabelece deveres que, conforme a natureza do direito a que correspondem, podem ser positivos de dar ou fazer, como negativos, de não fazer ou tolerar alguma coisa. Fala-se até em um dever geral de não prejudicar a ninguém, expresso pelo Direito Romano através da Máxima neminem laedere.”

Nosso entendimento , decorrente de tal disposição, é de que a responsabilidade civil trás em sua essência, a tutela ao direito de um, diante da ofensa desse direito por outro, gerando por este ato de desvio de conduta (ato ilícito) um prejuízo (dano) ao ofendido que deve ser reparado pelo causador, devolvendo o ofendido ao mais próximo possível “Status quo ante”, e, quando tal estado não seja mais alcançável, que o ofendido seja pecuniariamente indenizado pelo algoz de seu direito ofendido.

Exemplo claro de tal concepção está no artigo 186 do nosso código civil in verbis:
“Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.”

Afina-se também ao nosso pensamento o amigo e Professor Pablo Stolze Gagliano em seu Novo curso de direito civil quando afirma:

“Responsabilidade, para o Direito, nada mais é, portanto, que uma obrigação derivada – um dever jurídico sucessivo – de assumir as consequências jurídicas de um fato, consequências essas que podem variar (reparação dos danos e/ou punição pessoal do agente lesionante) de acordo com os interesses lesados”.

Temos então definida a direta ligação da responsabilidade civil a um ato de um indivíduo que ao cometer ato ilícito contra direito de outrem, chama para si a responsabilidade pessoal de sanar tal ilícito, dando à responsabilidade civil caráter plenamente subjetivo.

Podemos dessa forma afirmar que a natureza jurídica da responsabilidade civil será sempre de sanção, independente da forma como ela se apresente, pois consiste na necessidade de reparação, na maioria das vezes pecuniária, frente a uma ofensa a bem de terceiro, bem este material ou não, em função de um ato, a princípio ilícito, causador de tal dano.

Três elementos podem ser decompostos da responsabilidade civil e definidos como alicerces desta. A conduta, um dano e o nexo de causalidade. Esses três elementos geram a obrigação derivada de reparação que é concretizada por meio de uma sanção reparadora.
Diante do apresentado, podemos observar que a culpa parece ser inerente ao instituto da responsabilidade civil e, o é, pelo menos em parte, como podemos observar em nosso diploma civil em seu artigo 927 caput “in verbis”:

“Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, é obrigado a repará-lo”

No mesmo artigo em seu parágrafo único ele define não mais a culpa como único pressuposto para a responsabilização civil do agente:

“Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, riscos para o direito de outrem.”

Essa é sem sombra de dúvidas uma das mais importantes inovações do código civil de 2002 no que tange à responsabilidade civil. Neste sentido Carlos Roberto Gonçalves afirma:

“Adota assim, solução mais avançada e mais rigorosa que a do direito italiano, também acolhendo a teoria do exercício de atividade perigosa e o princípio da responsabilidade independentemente de culpa nos casos especificados em lei, a par da responsabilidade subjetiva como regra geral, não prevendo, porém, a possibilidade de o agente, mediante a inversão do ônus da prova, exonerar-se da responsabilidade se provar que adotou todas as medidas aptas a evitar o dano.”

Possibilidade de responsabilizar civilmente os comparadores de preços que atuam na internet

Diante do Apresentado e, levando-se em conta a natureza jurídica do negócio dos comparadores de preço na Internet, qual seja, o de mero meio publicitário onde o consumidor tem em suas mãos uma forte ferramenta de pesquisa quanto aos itens anunciados, podendo inclusive partilhar com os outros consumidores suas experiências com determinados produtos e anunciantes, não há como contemplar qualquer responsabilidade no que diz respeito aos negócios fechados posteriormente a tais pesquisas e consultas, pois, como mero meio de publicidade que é, não participa da operação de venda em si, nem aufere em tal venda, a princípio, qualquer vantagem ou comissão, faltando portanto os pressupostos básicos da responsabilidade civil, quais sejam, o dano, o nexo causal e a necessidade de reparação do dano. Se assim não o fosse, seria perfeitamente possível responsabilizarmos um jornal, revista ou até mesmo a TV por termos comprado um carro anunciado nesses meios e não ter o bem sido entregue conforme prometera a concessionária.

Parece óbvio ao leitor usuário costumeiro da Internet e de seus serviços, mas acreditem, inúmeros usuários, Advogados, juízes e Desembargadores não conseguem entender isso por mais claro que pareça.

Como toda e qualquer evolução que se apresenta ao homem, o serviço dos comparadores de preço ainda precisará ser absorvido no mundo jurídico e tutelado de forma correta pelo mesmo, caso contrário corremos o risco de limitar seu desenvolvimento e aperfeiçoamento como ferramenta publicitária de auxílio ao consumidor e ao anunciante, que é seu principal objetivo.

Forte abraço e espero ter ajudado no entendimento desse tema.

Saiba como extrair o máximo do comparador de preços Buscapé
Buscapé oferece também um aplicativo bem completo para comparar preços nas lojas físicas.

Sabemos que navegar de loja em loja pesquisando preços e informações sobre determinado produto ou serviço não é uma tarefa prática. Porém, hoje em dia, com a ajuda dos comparadores de preço, torna-se cada vez mais simples e fácil encontrar um produto ou serviço desejado.

Um dos comparadores mais utilizados pelos consumidores atualmente, é o Buscapé, e boa parcela de sua popularidade é devido à qualidade das informações que ele fornece, tanto sobre o produto, quanto do lojista.

Sabendo que o Buscapé é um dos canais para divulgação de produtos mais popular, fica a pergunta: Como sua loja virtual pode obter melhores resultados usando essa ótima ferramenta de vendas?

Para ajudá-lo a atingir um melhor aproveitamento, a aumentar as vendas e não desperdiçar tempo nem dinheiro seguem algumas dicas:

1. Utilize o Bcash – usando esta ferramenta como meio de pagamento exclusivo, você pode anunciar gratuitamente seus produtos no Buscapé.

2. Estude a concorrência – opere com preços mais competitivos. Procure manter uma margem pequena do valor utilizado por seus concorrentes, baixe e suba o preço quando necessário. Afinal, de que adianta ter todos seus produtos no Buscapé se nenhum tem preço melhor do que a concorrência? O parcelamento, formas de pagamento disponíveis e frete também são importantes, mas dê mais foco ao preço.

3. Não cadastre muitos produtos – faça um levantamento dos produtos relevantes para seu negócio, os que loja mais vende ou os que você possui maior margem para trabalhar o preço. Cadastre-os e mantenha os dados sempre atualizados.

4. Dados do produto – evite utilizar a descrição enviada por seu fornecedor, desenvolva sua própria descrição, trabalhe as características e o modelo do produto de maneira clara. Procure imaginar como os consumidores irão pesquisar o produto e utilize palavras-chave relacionadas. Além disso, faça uso de imagens com boa qualidade, elas chamam a atenção dos consumidores. Publicar vídeos também é uma ótima alternativa para demonstrar melhor o produto.

5. Utilize o alerta de preço – usufrua da ferramenta do próprio Buscapé para receber notificações de alteração de preço, assim você poderá tomar ações rápidas frente à concorrência.

6. Estimule com cupom desconto – utilizar cupom desconto é uma ótima forma de incentivar seu cliente a concretizar a compra, além de ser um diferencial frente aos seus concorrentes.

7. O Buscapé anuncia no Adwords por você – economize seus investimentos em marketing digital. O Buscapé investe forte em SEO e Adwords, utilize seu budget em outras mídias, ou até para baratear ainda mais o valor de seu produto.

8. Sua reputação é importante – solicite que os consumidores respondam a avaliação da compra em sua loja no e-bit, assim como no próprio Buscapé, essa informação influência muito no momento de decisão de compra.

Explore ao máximo as funcionalidades que o Buscapé pode lhe oferecer. Teste, e se suas ações não estiverem dando o resultado esperado, mude! O importante é não temer possíveis alterações de suas estratégias de marketing.

Bons negócios!

Por Rafael Berto para o E-commerce News.