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Com o comércio eletrônico crescendo dois dígitos ao ano, oportunidades de promoção e publicidade surgem diariamente em contextos que fazem sentido ao anunciante, veículo e principalmente ao consumidor, que hoje é quem literalmente possui o poder nas mãos.

Os anunciantes buscam na publicidade digital uma alternativa efetiva para geração de performance e vendas de seus produtos e serviços, mas muitos ainda acreditam que o volume e insistência serão suficientes para entregar resultado. O mercado virtual é um ambiente democrático, com trocas frequentes nas cadeiras do poder, ocupadas sempre por quem investe no engajamento e interesse do usuário, que é quem realmente manda no jogo.

O maior problema nessa corrida em busca da preferência do cliente é a conjuntura, somada à maturidade das empresas. Em um mundo com mil possibilidades de personalização, fica fácil uma marca perder a medida e faltar com as boas práticas, tornando-se inconveniente aos olhos do consumidor.

Para garantir que isso não aconteça, é necessário que grandes marcas, anunciantes de produtos e promoções em sites de varejo busquem alternativas e metodologias para executar o papel do marketing sem prejudicar a experiência do público. Na era do e-commerce, é responsabilidade também do fabricante auxiliar um potencial consumidor a ter uma melhor visualização do item.

Um bom exemplo é a utilização de “hero Images”, as “imagens heroicas” que ajudam o usuário ao exibir características e benefícios do produto estampados de forma clara e principalmente adaptadas às telas de smartphones.

É sempre importante ter em mente que, mesmo em um período em que as lojas virtuais investem em chatbots para emularem o papel do atendente, além das ações de retargeting, ainda não existe a figura do vendedor para sugerir produtos mais adequados às necessidades do comprador ou para esclarecer dúvidas de uma forma mais humanizada. Portanto, o fabricante deve fazer a sua parte ao garantir que a exposição dos itens seja a melhor possível: chamativa, descritiva e com imagens em alta resolução que deem a devida noção do que é o produto.

Ao comunicar o consumidor com informações relevantes, indústria e comércio acabam contribuindo exponencialmente para a aceleração do processo de decisão de compra diminuindo atritos, alcançando o grande objetivo em comum: aprimorar a experiência de compra para aumentar as conversões.

Leia também:

3 coisas que vão acontecer com empresas que não usarem Inbound Marketing

Atender bem é fundamental para que os clientes fiquem satisfeitos e voltem a comprar de você, além de aumentar as chances deles recomendarem sua marca para outras pessoas. A interação através das mídias sociais é essencial para obter sucesso nisso, pois ela pode reforçar a relação com o consumidor, tonando-o cada vez mais próximo do sua marca.

Mas como fazer um bom atendimento nas redes sociais, atendendo tanto as expectativas do público quanto os objetivos da sua empresa? Conheça, neste post, 7 regras básicas para que essa experiência seja a mais memorável possível para o seu público. Boa leitura!

Dica 0: Defina os canais (e domine suas funcionalidades)

Antes de entrar nas dicas de como oferecer um bom atendimento nas redes sociais, é importante sempre ressaltar que a sua empresa não precisar estar em todas elas (e isso nem é possível, por sinal). Lembrando também que quanto mais perfis, mais complexa a operação.

Entenda qual o perfil do seu cliente e saiba e em quais redes sociais ele está presente. Depois que escolher, faça um treinamento com a equipe, pesquise na internet por vídeos tutoriais e artigos. É importante conhecer os recursos que estão disponíveis em cada rede para oferecer um bom atendimento.

Pronto, agora sim:

1- Fale a mesma língua dos consumidores

As mídias sociais permitem que você consiga utilizar uma linguagem menos formal, inclusive com a possibilidade de usar imagens, emojis, frases curtas e vídeos.

Apesar disso, o uso desses recursos devem ser moderados respeitando sempre o discurso da persona. Se seus clientes usam uma linguagem mais informal e descontraída, aproveite!

Tome cuidado também com jargões e termos técnicos utilizados no seu setor. Alguns nomes e expressões podem ser conhecidos dentro da sua indústria, mas podem gerar confusão para o consumidor.

Dica: nunca se esqueça que a cordialidade e a empatia cabem muito bem em qualquer situação. Não economize em expressões como por favor, obrigado, desculpe, bom dia, boa tarde etc!

2- Defina um SLA de atendimento (e que seja rápido)

Sua empresa provavelmente já possui um SLA de atendimento definido e mensurado regularmente para os canais  tradicionais de relacionamento, como o telefone, o chat e o e-mail.

Quando a empresa passa a atender através de novos canais, a regra é a mesma!

Lembrando sempre que o atendimento nas redes sociais exige agilidade. Portanto, nada de 24 ou 48 horas para responder um post, ok? Isso vale também para sites de reclamações, como o Reclame Aqui.

Uma forma de garantir um atendimento rápido e de qualidade é utilizando soluções de autoatendimento, como os chatbots. O software pode ficar responsável por esclarecer dúvidas mais frequentes e enquanto a equipe trabalha nas soluções de incidentes e solicitações mais complexas.

3- Tenha uma equipe responsável pelo atendimento nas redes sociais

Para evitar que alguém não seja atendido por falta de uma definição clara de quem deve responder as interações nas mídias sociais, é preciso designar uma equipe responsável por atualizar e responder nas plataformas sociais. Ao adotar tal prática, os responsáveis terão essa atividade como prioridade, o que permite que todos os clientes tenham uma boa experiência e recebam a devida atenção.

Utilize o SLA de atendimento definido e o volume de interações recebidas para mensurar o tamanho da equipe necessária.

4- Prepare-se para contornar as crises

Casos de clientes insatisfeitos que decidem expor algumas marcas nas mídias sociais são muito comuns. O ideal nesses casos é prever possíveis adversidades com um eficiente plano de gestão de crises. Assim, caso uma reclamação ganhe (ou tenha potencial) para uma grande repercussão, você saberá como reagir.

A melhor forma de se preparar para este tipo de situação é tendo acesso à liderança da empresa e autonomia para tomada de ações rápidas. A maioria destes casos vai exigir soluções mais criativas e que saem dos processos tradicionais e, por isso, não podem estar presas a burocracias.

5- Nunca delete reclamações e problemas

Um erro bastante comum no atendimento em redes sociais é apagar os comentários ruins. Apesar de ser incômodo para a marca, é importante ter esse tipo de opinião na sua página para demonstrar aos visitantes (que não deixam de ser futuros clientes) que, mesmo em situações desse tipo, sua empresa é transparente e está disposta a encarar possíveis problemas e fazer o possível para satisfazer o cliente.

O recomendado nesses casos é pedir desculpas e convidar a pessoa insatisfeita a ter uma conversa no privado, para que o caso seja resolvido. Depois de ambas as partes entrarem em um acordo, é interessante voltar nesse mesmo comentário e publicar a solução, marcando o autor. Esse registro demonstrará que sua empresa age com transparência.

Por mais estranho que pareça, os autores de comentários negativos têm grandes chances de se tornar defensores da empresa, pois ficam satisfeitos com a rapidez e esforço da empresa na resolução do problema.

O que fazer com comentários ofensivos?

Evidentemente que não deletar críticas significa que sua empresa deve permitir comentários ofensivos ou inapropriados. A solução para isso é ter uma política na sua rede social, explicando que conteúdos deste tipo são passíveis de exclusão ou bloqueio. Com isso, caso algum consumidor deixe um comentário agressivo, peça que ele edite o conteúdo para que seu comentário não seja excluído.

Se o objetivo da pessoa for só distribuir ofensas gratuitas na internet, o melhor a fazer é excluir mesmo.

6- Integre os diferentes canais de atendimento

Outro ponto importante para um bom atendimento nas redes sociais é garantir que a equipe responsável tenha visibilidade sobre os últimos contatos que o consumidor tenha feito com a marca por outros canais, como telefone, chat etc.

Isso vai garantir uma abordagem muito mais contextualizada e positiva para o cliente (uma vez que não precisará repetir todo o histórico). Basicamente o software que faz a gestão dos contatos dos clientes deve seguir um conceito de atendimento omnichannel.

7- Determine quais assuntos serão tratados publicamente e quais serão de forma privada

Esta é uma dúvida de muitas empresas.

Como regra básica, podemos considerar que dúvidas gerais, que se aplicam a outros consumidores, devem ser tratadas de forma pública, uma vez que podem ajudar outras pessoas em situações parecidas.

Então se a pessoa faz uma pergunta mais genérica como, por exemplo, instruções para participar de uma campanha X, onde encontrar uma loja física na cidade Y, horários de atendimento entre outros, simplesmente responda o comentário publicamente.

Para situações excepcionais (normalmente os “pepinos”) é recomendado a abordagem de forma privada. O mesmo vale também quando se necessidade coletar dados considerados sensíveis dos clientes.

Nestes casos, responda o comentário público informando que o consumidor receberá uma mensagem particular para tratar o assunto. É interessante, depois do caso resolvido, notificar publicamente no post o fim do caso para que outros clientes percebam que o assunto teve uma tratativa.

Se as regras que foram expostas acima forem seguidas e colocadas em prática no seu negócio, você certamente conseguirá fazer um bom atendimento nas redes sociais. Portanto, comece já para que você possa sair à frente da concorrência.

Publicado anteriormente no Blog da DDS.

Os chargebacks – contestações de vendas com cartões de crédito – são mais comuns do que se pensa. Em lojas físicas do varejo o impacto do problema pode ser controlado à medida que os estabelecimentos possuem o tíquete de papel e podem usá-lo como comprovante da operação. Entretanto, em relação às vendas on-line, é mais difícil atestar a legitimidade das transações quando não são reconhecidas pelo titular do cartão.

Isso ocorre porque, ao não solicitar a confirmação mediante à digitação da senha, as lojas virtuais permitem brechas para ações fraudulentas, que podem ocorrer tanto pelo próprio dono do cartão, que pode comprar e depois negar a operação, quanto por terceiros, que só necessitam ter acesso aos números gravados no cartão para adquirir mercadorias sem dificuldades.

Em ambas as situações, os vendedores raramente conseguem identificar o verdadeiro responsável pelo delito, restando-lhes se resignar com o problema, assumi-lo como parte da rotina de vendas e realizar o controle para que as ocorrências de cada chargeback sejam sempre contabilizadas corretamente pelas operadoras e gateways de pagamento.

Como garantir os direitos do consumidor e do lojista

Quando as contestações acontecem

Juntamente aos casos de fraudes, os principais motivos que fazem com que o consumidor solicite o cancelamento e estorno de uma operação com cartão de crédito são:

• insatisfação com a mercadoria;
• o não reconhecimento da compra, incluindo situações em que o consumidor se esquece de uma aquisição;
• erros de processamento, quando o cliente não confere o comprovante;
• e a transação é efetuada com algum valor indevido, por erro de digitação do vendedor.

Muito além do chargeback: quais outros problemas a fraude pode causar ao e-commerce?

A melhor alternativa é o acompanhamento inteligente

Os equívocos cometidos no registro pelas operadoras e gateways podem implicar em cobranças incorretas ou múltiplas de um mesmo evento.

Para evitar que isso ocorra e gere perdas significativas de receita, o ideal é que as empresas vendedoras realizem um acompanhamento criterioso dos chargebacks, utilizando ferramentas de conciliação automática juntamente com sua gestão de vendas com cartões.

As soluções mais eficientes são capazes de aumentar a produtividade da equipe financeira em mais de 70%. Além de identificar as improcedências no confronto entre informações dos vendedores e das operadoras, algumas são capazes de rastrear os chargebacks, verificando se o que foi registrado corresponde à ocorrência da transação, se apontam duplicidades e se informam sobre os prazos para que os usuários recorram das solicitações.

Leia mais:

Chargeback: o mal, o remédio e a esperança de cura!

Quando o assunto é e-consumidor, pensa-se logo nos Millennials (nascidos entre 1981 e 1997) ou nos jovens da conectadíssima Geração Z (nascidos a partir de 1998). As marcas e empresas focam suas estratégias para encantar, satisfazer e fidelizar esse público.

O que muitos agentes desse mercado ignoram ou negligenciam é o fato de que 1/3 das compras do comércio eletrônico são realizadas por pessoas com mais de 50 anos. De acordo com informações do relatório Webshoppers 35, lançado recentemente pela Ebit, trata-se um mercado que abrange mais de 15 milhões de consumidores.

Os números mais atualizados do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Mais do que isso: trata-se de um público que gasta mais e é mais recorrente em compras. Um estudo global da KPMG, intitulado “A verdade sobre os consumidores online”, aponta que os Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1965) costumam fazer mais 15 compras on-line por ano, número semelhante ao dos Millennials, que já cresceram na era da Internet. Esse mesmo relatório mostra que os Baby Boomers são mais propensos a gastar por transação e o valor médio de suas compras é de US$ 203,00, contra US$ 190 da Geração X e apenas US$ 173,00 dos milênios.

Se esse público é representativo, tem poder aquisitivo maior e compra com recorrência, não faz sentido sua exclusão das estratégias do e-commerce. Iniciativas simples, como as listadas abaixo, podem ajudar o seu e-commerce a tornar-se age friendly, atrair esses consumidores maduros e aumentar a conversão:

Adapte o tamanho e o tipo de fonte, oriente a navegabilidade do site pela experiência do usuário (UX design), ou seja, foque a facilidade de uso, a utilidade dos elementos do site e, principalmente, a eficiência.

• Seu e-commerce precisa não só ser como parecer seguro. Uma das grandes preocupações desse público são as fraudes on-line. Exiba todas as certificações de segurança incluindo o Selo Ebit e use meios de pagamento de fácil utilização.

• Ofereça variedade. A população sênior também quer consumir moda, tecnologia, produtos automotivos, turismo, lazer e serviços.

• Faça um passo a passo de como comprar e também de como desfazer a transação.

• Diversifique seus canais de atendimento: chat on-line e WhatsApp são os mais utilizados por esse público.

• Faça uma estratégia de marketing direcionada para esse público. Por exemplo, quando pensar em mídias sociais, priorize o Facebook. De acordo com dados da consultoria SeniorLab, mais de 80% da população de terceira idade possui perfil nessa rede social.

• Produza conteúdo direcionado. Quer um exemplo? Faça um post nas redes sociais oferecendo dicas de presentes para filhos e netos.

• Apresente dicas de saúde e sugira produtos para uma vida saudável.

Martin Henkel, CEO da SeniorLab, um dos grandes especialistas nesse segmento no Brasil, afirmou recentemente em uma entrevista que a “terceira idade é uma mina escondida, pouco explorada” e que “as marcas precisam escolher agora como vão tratar isso, se querem aumentar seu share nesta população”.

Quem seguir esse conselho no e-commerce, estará muitos passos à frente dos concorrentes. E aí, lojista, o que você está esperando?

Texto anteriormente publicado no E-commerce News.

O feedback digital tem o potencial de impactar profundamente os negócios na definição de métricas, como fidelização de clientes e receita. No entanto, isso acontece apenas se o retorno for aproveitado corretamente. Para que esse seja o caso, há muitas estratégias fundamentais que devem ser seguidas. A primeira delas é garantir a captura de dados corretos.

Parece fácil, mas é surpreendente a quantidade de grandes empresas que não sabem por onde começar. Então, qual é o primeiro passo? Simplesmente ouvir o que os clientes têm a dizer e em suas próprias palavras. Isso pode parecer óbvio, mas muitas empresas fazem de forma errada.

De acordo com pesquisas recentes, 61% das organizações que possuem programas de Voz do Cliente bem desenvolvidos e US$ 500 milhões ou mais de receita anual acreditam que os retornos oferecem mais valor quando estão de acordo com a percepção dos clientes, o que faz sentido. Quando os consumidores iniciam uma conversa com a empresa, eles dizem exatamente como ela pode melhorar e quais são os aspectos de experiência que eles esperam para que a companhia adote uma ação para melhorar.

1- Ouça o que os clientes têm a dizer

Se a empresa já usa uma solução de feedback digital ou se está capturando o ponto de vista do cliente de modo on-line, é necessário estar claro que existe uma distinção sutil, mas importante, entre deixar o cliente falar com a companhia e realmente ouvir o que ele tem a dizer.

Ouvir envolve uma troca de comunicação bidirecional, em que os clientes falam com a empresa e então ela demora um tempo para considerar o que eles realmente estão dizendo. À medida que mais e mais trocas entre consumidores e organizações ocorram on-line, menos oportunidades existirão para ter o mesmo nível de troca bidirecional típica da comunicação presencial.

Um dos principais objetivos na coleta de feedbacks é permitir a comunicação entre a companhia e o consumidor: a informação é entregue (pelo cliente) e uma mensagem é recebida (pela empresa). E, idealmente, as mensagens dos clientes obrigam a organização a agir.

2- Certifique-se de não influenciar as respostas

Para obter o verdadeiro e sincero feedback digital de que a empresa precisa, é necessário garantir que as respostas dos clientes não sejam influenciadas de forma alguma. Ao solicitar o retorno digital, é importante pensar em alguns pontos.

Deixe os consumidores usarem suas próprias palavras, permita que eles façam comentários reais sobre o que querem dizer. A maneira como a pergunta é feita é importante: solicite um feedback on-line com comentários para não influenciar a natureza do que os clientes querem dizer.

Se, por exemplo, a questão for específica de atitude (por exemplo, “como você se sente sobre o conteúdo do nosso site?”), as chances serão de que a informação obtida foque especificamente no conteúdo.

Além disso, é preciso se certificar de que o local para fornecer o comentário esteja à frente e ao centro. Ao exibir de forma proeminente a caixa de comentários quando o cliente optar por deixar comentários digitais, os consumidores contarão exatamente o que primeiro veio à mente quando escolheram falar com a empresa.

O melhor e mais útil feedback é direto, puro e mais reflexivo sobre a experiência do consumidor. Então convide os clientes a fornecerem comentários que incentivem essa percepção.

3. Solicite feedback em todos os pontos de contato digitais

É necessário oferecer aos clientes a capacidade de fornecer feedback em todos os pontos de contato digitais. Em outras palavras, deixe-os falar com a companhia em todas as páginas do site, aplicativos móveis e outras plataformas.

Em muitas situações, as empresas encontram lacunas em suas perspectivas sobre os fatores de CX (Customer Experience) – tudo porque as principais seções do site, subdomínios ou mesmo ferramentas digitais específicas estão desprovidas de uma solução de escuta contínua. Muitas vezes, nesses momentos, as organizações assumem que não existem problemas nesses pontos de contato negligenciados simplesmente porque nenhum feedback está sendo transmitido – o que obviamente é um grande erro.

As janelas de pop-up modais para recuperação de senha são um exemplo perfeito de uma oportunidade comumente perdida de reunir feedback, particularmente em dispositivos móveis. Se o objetivo é criar uma visão abrangente de todas as trocas possíveis entre a empresa e os clientes, é preciso permitir que os usuários deixem comentários digitais em todos os pontos de contato digitais.

4- Faça com que o feedback digital seja fácil para os clientes

Se a empresa quer que os clientes falem com ela sobre o que eles pensam, é preciso facilitar os meios para obter esse retorno.

Um exemplo é incorporar um convite para fornecer feedback por meio de uma aba no lado direito da página e no cabeçalho, que é espelhada em todo o site. Os usuários não têm dúvida em qualquer ponto da interação sobre como dizer à companhia o que eles pensam sobre ela. O convite é facilmente encontrado, acessível e sempre presente em toda a experiência.

Um benefício natural de um convite altamente visível para deixar comentários é que a empresa fica com uma visão muito mais equilibrada. Por exemplo, se colocar um convite de feedback digital no rodapé de um site ou no menu em formato “hambúrguer” das aplicações móveis, mais tendenciosos negativamente os comentários tendem a ser porque os clientes terão dificuldade para descobrir como deixar suas impressões sobre os serviços. Apenas os consumidores mais motivados deixarão registrada sua experiência – e quanto mais difícil o acesso for, mais irritados eles ficarão.

Se a companhia deseja que os comentários digitais sejam úteis e relacionados aos “pontos de dor”, é preciso fazer com que os usuários finais falem facilmente com a empresa o mais próximo possível do “momento da verdade” (MV – ponto crítico em que o cliente forma uma opinião sobre o nível de serviço prestado pela organização), seja esse “momento” o próprio site ou mesmo um aspecto de uma página específica, como detalhes da conta ou resultados de busca.

Essa abordagem também encoraja o feedback em canais cruzados. Onde é o primeiro lugar em que os clientes interagem com a empresa ou pesquisam sobre seus produtos ou serviços? Na maioria das vezes, é no site da companhia. Disponibilizar uma plataforma fácil de encontrar para fornecer feedback significa que a companhia não só receberá insights para melhorar a experiência digital do cliente, mas também a jornada dentro da loja ou rede de agência ou a qualidade dos produtos.

Ainda sobre tornar mais fácil o feedback, implementar um “seletor de canais” significa que a empresa pode segmentar e rastrear as informações facilmente para a tomada de ação enquanto também solicita questões específicas para cada canal ou serviço.

5- Deixe os clientes serem seu guia

Os comentários vindos diretamente dos clientes em suas próprias palavras capturados em feedbacks digitais ajudam a trazer as questões da experiência com os clientes à vida. Lembre-se: cada comentário representa a voz de uma pessoa real. Ouvir ajudará a incutir uma maior sensação de empatia organizacional e melhor permitirá à empresa ver realmente os processos de negócios na perspectiva das jornadas dos clientes reais.

Familiarizar-se com o feedback digital em texto é a melhor maneira de desafiar os próprios pressupostos sobre a experiência do cliente, obter uma noção verdadeira dos resultados desejados desses consumidores e ajudar a esclarecer as necessidades não atendidas que a companhia nunca considerou como fatores para a satisfação geral com a empresa.

Pensando desta forma, o impacto do feedback digital na experiência do cliente, tanto off-line quanto on-line, pode ser grande, apontando o potencial para descobrir as percepções tangíveis da experiência com os clientes e as melhorias nos processos de negócios.

Você já sabe que sites que possuem chats online possuem taxas de conversão muito maiores e que é visível o crescimento do uso de smartphones em e-commerces.

Agora fica a dúvida: as pessoas que estão usando a versão mobile do meu site estão interessadas em usar um chat online? E como eu poderia usar um chat desses em um aplicativo?

A importância de um chat online

Podemos listar dezenas de motivos para você ter um chat online. Mas todos eles se baseiam no mesmo princípio: comunicação.

Ter uma comunicação efetiva com seu prospect é fundamental. Sempre foi.

Porém, dez anos atrás, essa comunicação era praticamente unilateral. Na televisão, no rádio, no jornal ou até mesmo em sites, o lojista falava e o consumidor ouvia.

Isso mudou.

Agora o consumidor tem mais dúvidas, está mais preparado antes da compra e, se ele tiver uma questão que seu site não respondeu, ele muda rapidamente de loja para finalizar a compra.

Não há fidelidade. Não há remorso.

Quem oferecer o melhor atendimento e/ou as melhores condições de compra ganha o cliente. O atendimento deve ser mais ágil com ligações, chat online, e-mails, tickets de serviço e várias outras formas.

No passado, pouco do lado do usuário podia ser feito além de entrar na página de contato, enviar um e-mail e esperar, esperar e esperar.

Velocidade da Comunicação

Como tudo em nossa vida, a tomada de decisão também está sendo feita de forma muito mais rápida. Com o grande salto da velocidade da Internet, fazer uma pesquisa de preço tornou-se instantânea.

Pode-se comparar facilmente 10 sites que vendem o mesmo produto. Faz-se isso até mesmo dentro de lojas físicas, com o celular na mão comparando prazo de entrega, preço, custo do frete e assim por diante.

Um visitante que acessa seu site se tornou um momento muito mais etéreo.

Qualquer motivo é motivo para que ele saia do seu e-commerce e acesse o e-commerce do concorrente.

Falando em concorrência, ela está muito mais numerosa e qualificada. Anos atrás bastava possuir um site para fazer vendas, coisa que mudou drasticamente e que muda muito mais rápido a cada dia que passa.

Então como segurar um visitante em meu site?

Podemos separar três motivos das pessoas saírem do site:

  • Se sentirem perdidas;
    Alguns produtos e serviços precisam passar muitas informações para os usuários para que eles possam decidir a compra. Porém, isso para usuários que estão no começo do funil pode ser assustador. A compra de um carro, por exemplo, pode ser considerada uma compra de alto valor agregado. Mas ela provavelmente começa com uma comparação leve de especificações, qual tipo de carro é melhor para qual tipo de público e assim por diante.
  • Não encontrarem o que procuram;
    Mesmo com vontade de procurar, um usuário pode usar a busca interna do seu site e ainda sim não encontrar o que deseja. Ele pode usar o termo técnico errado, digitar de forma diferente do comum ou até mesmo não saber bem o que precisa.
  • Não terem poder de decisão no momento.
    Uma compra de uma cama de casal é provavelmente uma decisão em conjunto. Então, às vezes, não há como que uma pessoa que está iniciando suas pesquisas decida pela dupla. É preciso esperar.

Qual é sua proporção de novos visitantes para visitantes recorrentes?

E, com esses 3 motivos acima listados em mãos, vamos entender como um chat online faz com que você venda mais para visitantes mobile.

  • Usuários que estão perdidos irão recorrer ao chat para fazer perguntas pessoais que você pode não ter detalhado ainda. Por exemplo, uma loja de skates pode precisar responder até que peso o produto aguenta para um usuário mais preocupado com seu peso. Com posse dessa informação, basta apontar o usuário para a página do produto voltado para os skatistas mais pesados e pronto: venda realizada!
  • Quem não encontrou o que procura pode recorrer à busca interna ou ao chat. Eu mesmo sempre prefiro o chat porque, por melhor que a busca interna seja, o Google geralmente já me levou a uma página interna e se eu ainda não encontrei o que queria, não quero ter que voltar ao Google e depois voltar ao site. O chat online resolve essa dúvida com mais rapidez, podendo levar o usuário até a página do produto que ele quer.
  • A falta de poder de decisão quase sempre se torna anulada com informações extras. Então, basta você treinar seu operador do chat online para informar seu visitante. No caso do colchão, seu atendente pode dizer que mulheres geralmente preferem colchões mais macios e frios, como o modelo xyz, que só sua empresa produz. Quando seu cliente for dialogar com a esposa, já vai chegar argumentando em seu favor. Não é uma compra imediata, mas é uma venda garantida para você e sua empresa.

Checklist: 10 passos para vender 40% a mais para usuários mobile

Chegou a hora de pôr a mão na massa. Você quer vender mais para seus usuários mobile e, para isso, precisar estar atento às necessidades dele. Sem mais delongas, vamos lá:

10- Tenha um site rápido e limpo

Não adianta nada atrair tráfego anunciando, tendo conteúdo de qualidade ou enviando e-mails para uma base se na hora do acesso seu cliente se perde com tantos banners, interrupções no conteúdo ou pop-ups.

Tenha uma experiência agradável no mobile para vender mais.

9- Conteúdo ágil

No mobile você está competindo com notificações de todas as redes sociais e mensageiros para ter a atenção do seu visitante. Não encha linguiça.

8- Imagens que agregam valor

A leitura no mobile geralmente é mais um “scan” da página do que leitura propriamente dita. Tenha imagens/gráficos para auxiliar o entendimento e argumentar a seu favor.

Se você está vendendo uma palmilha ortopédica, uma imagem mostrando a viscosidade da palmilha vende mais que 20 linhas de texto.

7- Vídeos com legenda

Desde a pessoa no ônibus sem fone de ouvido até o marido deitado na cama enquanto a companheira dorme: pense em quem usa o celular no mudo e tenha legenda em seus vídeos.

6- Instagram Stories

A forma mais divertida de perder tempo hoje em dia é deixar o Stories rolando. Se sua marca está lá e aparece mais uma vez para seus seguidores, é um impacto grátis.

5- Permita que seu conteúdo seja baixável

Se você tem um guia de como usar seu produto e o tempo de leitura dele é de 20 minutos, deixe que seu prospect baixe o guia antes mesmo de comprar. Assim ele já saberá como utilizar, não vai precisar coletar essa informação de outro lugar e, no final do guia, você terá todo o poder de convertê-lo em cliente.

4- Use e abuse de animações

Desde que sejam leves e de rápido carregamento, prenda a atenção do seu prospect com GIFs. Fica muito mais fácil explicar como ele deve comprar, por exemplo.

Aqui no TOP 3 vamos ser um pouco mais detalhistas em cada estratégia, para que você alcance e ultrapasse o crescimento de 40% em vendas mobile!

3- Tenha um chat online

Você pode ter um chat online na sua versão mobile do seu site sem problemas, sabia? E o melhor: o seu visitante continua a conversa utilizando qualquer integração (Facebook Messenger, Telegram, etc). Assim, ele não precisa ficar esperando dentro do seu site para falar com você.

O melhor disso é que você pode continuar contactando seu prospect, mesmo dias depois de ele ter acessado o seu site, enviando uma mensagem de uma promoção relacionada com que ele queria por exemplo.

Outro ponto muito interessante de ter um chat online é que se você tem um e-commerce e tem um aplicativo desse commerce (tipo Americanas, Magazine Luiza, etc), você pode ter um chat online dentro desse app! Integrado com o chat online do site.

2- Localização

Se o seu visitante está próximo de você, faça sugestões de promoções para que ele aja na hora, por impulso. É possível solicitar a informação da localização dele via browser (Chrome, Opera, Safari e Firefox permitem facilmente).

Aí, basta com essas informações você medir a distância do seu visitante e então:
a) dar desconto para ir à sua loja;
b) oferecer frete grátis.

1- Ferramenta de Ligações

Se a pessoa já está com o celular na mão, por que não ligar para ela? O funcionamento é super simples: a pessoa digita o número de celular dela e o sistema de chat liga automaticamente para o visitante em menos de 30 segundos!

É muito mais rápido que aquele call center que pede para apertar 2 depois 6. O esquema aqui é velocidade e seu cliente quer tirar dúvidas.

Essa opção das ligações instantâneas para chat online tem se mostrado muito eficaz com pessoas acima de 40 anos, que não querem ficar digitando no celular.

Agora queremos combinar o seguinte com você.

Favorite esse artigo na sua barra de favoritos e volte a visitá-lo uma vez por semana, aplicando uma das dicas acima.

Se em 10 semanas você não tiver aumentado sua receita mobile em 40%, entre em contato conosco que daremos acesso a uma ferramenta que vai te surpreender!

Com mais de 10 anos de experiência como gestor, também sou consumidor e sei que o atendimento é um dos fatores chave para o sucesso de uma empresa. Buscar fidelizá-lo com um bom atendimento já não é mais um diferencial, e sim obrigação para garantir o destaque de sua empresa no mercado. Conforme já dizia Philip Kotler, um dos principais nomes do marketing, conquistar um novo cliente custa entre 5 e 7 vezes mais do que para mantê-lo. Desenvolver e colocar em prática estratégias que priorizem os consumidores já é realidade e as possibilidades se mostram promissoras.

Considero que a capacidade de se colocar no lugar do público é fundamental para encontrar soluções sustentáveis, já que agora ele está mais seletivo, consome produtos, serviços e não dispensa um bom atendimento. Além de qualidade e empatia, exige rápido retorno da empresa quando algo não sai como esperado, transformando a satisfação do consumidor na diferença entre ser a empresa que vende apenas uma vez ou aquela de confiança procurada com frequência.

Diante desse cenário, destaco alguns pontos que merecem a atenção total dos gestores que desejam aprimorar o atendimento.

Seja Multicanal

Como cada pessoa possui um perfil específico, é fundamental sermos multicanalSer capaz de atender os clientes por meio de chat, telefone, e-mail e redes sociais é um diferencial extremamente valorizado. É um sinal que a empresa demonstra preocupação, também transparece sua vontade de resolver as solicitações de forma ágil e eficiente, transformando os canais de comunicação em um ambiente no qual o cliente se sinta confortável.

Afinal, ao perceber as insatisfações individuais, as companhias podem mudar seu comportamento e melhorar cada vez mais em todos os setores de atuação.

Tenha uma área de retenção

Os clientes nos dão informações o tempo todo. Cabe ao empreendedor saber como lidar com elas, o que representa a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma operação. Entender os motivos de cancelamento e insatisfações, por exemplo, permite maior poder de negociação e capacidade de mudar pontos determinantes para atrair de volta um cliente.

Ao ter uma área de retenção, as empresas podem se utilizar dos feedbacks para oferecer melhorias efetivas em seus produtos e serviços.

Ouvidoria

Arrisco dizer que um dos maiores desafios enfrentados pelos consumidores é conseguir registrar, com sucesso, uma queixa. Entretanto, o que deve ser notado pelos gestores é que possuir canais para que o público possa reclamar pode ser aliado na tarefa de retê-lo. Ao receber, analisar e filtrar reivindicações, as organizações passam a ser capazes de adequar seu modelo de atuação, diminuindo os índices de insatisfação.

Assim, os clientes percebem o valor que possuem para a companhia, priorizando as relações e se mantendo ativos, criando uma via de mão dupla, na qual o consumidor tem voz ativa e sabe que as melhorias serão realizadas.

Área comercial

Atuar com uma área comercial eficiente garante a saúde financeira do seu negócio. Alinhar expectativas com a equipe e fornecer instrumentos que auxiliem diretamente na análise de propostas e no gerenciamento de contas são formas de priorizar o consumidor. Quanto maior for a qualidade das ferramentas disponíveis, menor será o tempo para validar as informações do cliente, fazendo com que o processo seja mais ágil e preciso.

Tenho ciência da quantia de atribuições que os executivos possuem atualmente e que as informações e relatórios são cada vez mais valiosos para medir o desempenho da organização. Possuir uma base de dados atualizada em cada setor permite que as tomadas de decisão sejam mais assertivas e rápidas, possibilitando que as áreas sejam capazes de elaborar diferentes estratégias que permitam a centralização do consumidor.

Nos próximos três anos, 60,4% dos brasileiros realizarão compras utilizando tecnologias como de autoatendimento. A informação está na pesquisa High-Tech Retail – A Tecnologia e o Comportamento de Compra do Brasileiro, realizada pela Croma Solutions. Esse dado mostra que os hábitos estão mudando nas jornadas de compra no Brasil, acompanhando o que acontece no mundo.

E ao contrário do que muitos afirmam, não é a tecnologia que promove a mudança no comportamento, mas o comportamento que determina a sua adoção. Esta mudança está relacionada às inovações, mas antes de tudo ao processo humano de aprendizagem, que é movido por recompensas. A tecnologia, nesse contexto, é coadjuvante. Ela pode influenciar e ser estímulo, mas não é causa e finalidade em si mesma.

O cérebro humano é dominante no julgamento de uma recompensa. Além disso, as relações de comércio dependeram historicamente de alguma interação pessoal. Sempre me questionei se, nos primórdios do e-commerce, a resistência estava no fato de fornecer o CPF ou ter que fornecê-lo a uma máquina.

Fico mais com a segunda opção. O aperto de mãos, o sorriso, o olhar, os códigos neurolinguísticos, a respiração, o ritmo de fala, tudo compõe um código de confiança. E levamos esse padrão para todas as nossas relações.

A “voz do Google”, a “moça do Waze”, a “voz do aeroporto”… Todas são humanas e, detalhe, femininas, carregando em si o conforto e o aconchego. Por isso, quando nos deparamos com lojas virtuais ou soluções de autoatendimento, a supressão do elemento humano pode gerar desconforto, fruto da ruptura ao padrão. Aderir dependerá da recompensa, que acontece a partir do repertório de cada um.

Sendo acessível e fácil de usar, porque o autoatendimento não foi ainda amplamente adotado?

Porque os códigos culturais são determinantes à adesão da tecnologia. Por exemplo, comparando a atuação do varejo entre China e Brasil, a curva de adoção de inovações a partir dos códigos relacionais, infraestrutura e educação de cada um desses países é bastante diferente.

Hoje, na China, os cartões de crédito são considerados obsoletos. No Brasil, por sua vez, são bastantes importantes. Outros setores são ainda mais passíveis de comparação: postos de combustível, supermercados, bancos… Os bancos foram os primeiros a se aventurar no autoatendimento estruturado no Brasil. Clientes de companhias aéreas ganham agilidade e tempo por meio de aplicativos e totens, mas ainda é marcante a dependência que culturalmente temos das relações humanas no varejo.

De qualquer forma, setores de moda e vestuário – como a Amaro, Sapati e a Memove, da VGB Global Brands – e alimentação – como o McDonald’s e o próprio iFood – aceleram a inovação em busca da independência do shopper, oferecendo requintes de customização.

No varejo alimentar, a rede de supermercados Muffato começou a usar os equipamentos de autoatendimento em Curitiba em 2013. A rede Zaffari segue o mesmo caminho, assim como a rede Enxuto, do interior de São Paulo.

Na APAS 2017, a Totvs lançou uma solução de self check-out que pretende poupar 30% do tempo do cliente. A loja Pamplona, inaugurada em julho pela rede Carrefour em São Paulo, esbanja tecnologia e oferece, entre outros itens, também o autoatendimento.

Claro que essas movimentações estão bastante relacionadas à rentabilidade por metro quadrado e não somente às demandas crescentes do shopper. Como se pode perceber, se as recompensas são vantajosas, elas são capazes de redefinir rotinas e criar novos padrões.

E por que o autoatendimento começa agora a ser mais notório?

Porque as pessoas simplesmente não estavam preparadas antes. Assim como não estão totalmente prontas para carros elétricos, casas automatizadas, wearable devices e a Internet das coisas (IoT).

Eu me refiro ao fato da inovação ser útil, despertar interesse, ser culturalmente relevante e gerar uma recompensa em um determinado momento da história. Nesse sentido, a experiência digital tem educado, e muito, o comportamento de compra no varejo físico.

As novas gerações, os millennials, possuem modelo mental mais aderente ao digital e às interfaces tecnológicas. Eles absorvem tais inovações de forma mais intuitiva e natural.

Ao avaliar os resultados do High-Tech Retail, a tendência que aponta o autoatendimento como forte inovação para os próximos três anos é justificada pelo fato de que, em 2020, essas pessoas representarão uma parte significativa da população economicamente ativa.

Os millennials têm características de consumo mais independentes, visuais e interativas. No Brasil, o potencial de consumo é de mais de R$ 75 bilhões. Para atender esse tipo de cliente, o varejo será transformado, impulsionando redes e fabricantes a investir no entendimento profundo das jornadas, hábitos e padrões de compra e consumo, como já temos estudado tanto nos últimos anos, por meio de design thinking.

E por que o autoatendimento não floresceu ainda como ideia aplicável nas organizações?

Além do fator cultural, as operações de back office convencionais e a baixa sofisticação da gestão de dados tornava a sua implantação algo impossível. Agora, tecnologias móveis, aplicativos de compra, realidade virtual e visualização 3D farão parte do dia a dia dos shoppers cada vez mais, suportadas por inteligência de dados, moldando a oferta omnichanel.

Se dados acionáveis são a maior riqueza da Era da Informação, a oferta ao cliente passa a ser suportada por um sistema que utiliza conceitos de visão computacional, algoritmos de aprendizagem profunda, modelagens preditivas e fusão de sensores. Tudo isto criará uma experiência completa e encantadora. 

Para as marcas, é cada vez mais importante investir na personalização da experiência de compraBig data e neurociência podem ser usados para apresentar produtos e serviços de maneira personalizada ao transformar informações em insights.

Com a computação cognitiva é possível dar às máquinas a capacidade de detectar alguns padrões de comportamento. No entanto, mesmo que sejam louvados os chatbots e a inteligência artificial como próximas fronteiras para vendas e atendimento, é sempre bom ter em mente que as interfaces humanizadas não são – e nunca serão – interfaces humanas.

A psicologia é um fator essencial e determinante na maioria das estratégias de marketing. Isso porque todas as decisões, desde as mais simples às mais complexas, são tomadas primeiro no inconsciente. Esse processo, dependendo da complexidade da decisão, pode demandar bastante energia do cérebro. Para evitar a fadiga mental, adotamos algumas diretrizes, os chamados gatilhos mentais.

Quando aplicados da maneira correta, são capazes de ajudar no engajamento dos seus consumidores, motivando-os a agir. Em outras palavras, podem atuar como incentivadores em uma decisão de compra.

Listamos abaixo os principais mecanismos utilizados em marketing que poderão ser úteis ao seu negócio e como aproveitá-los da melhor maneira. Confira!

Segurança

Ao oferecer um produto ou serviço, é fundamental demonstrar-se confiante e seguro em relação àquilo que está vendendo. Esse gatilho diz respeito tanto à segurança transmitida pela sua loja quanto à sensação que o produto causa no consumidor.

Como aplicar:
— “Resultados em uma semana ou devolvemos o seu dinheiro”;
— “99% de clientes satisfeitos”.

Escassez

Sabe aquele papo de que “é preciso perder para dar valor”? Acredite ou não, mas essa lógica funciona para os negócios. As pessoas tendem a valorizar aquilo que é escasso e há uma explicação: o inconsciente costuma associar que quanto mais difícil for para adquirir um produto, mais raro e valioso ele é.

Como aplicar:
— “Apenas uma unidade restante em estoque”;
— “Vagas limitadas”;
— “Frete grátis para os 20 primeiros compradores”.

Urgência

Muito parecido com o da Escassez, porém está relacionado ao fator temporal, pois o produto ou serviço oferecidos possuem um prazo limite para serem adquiridos. É agora ou nunca! Depois desse período, o consumidor perde a oportunidade de obter o item ou de aproveitar um desconto, por exemplo. É um gatilho muito efetivo, pois diante dessa situação, tendemos a agir o mais rápido possível.

Como aplicar:

— “Contagem regressiva para comprar”;
— “Só neste fim de semana”;
— “Última chance”.

Prova Social

Por pertencermos a uma sociedade, querendo ou não, o inconsciente tende a seguir a maioria. Seres humanos sentem necessidade de pertencer a grupos que os identifiquem como indivíduos, dessa forma, a Prova Social é um gatilho poderoso.

Como aplicar:
— Depoimentos de clientes satisfeitos e pesquisas de satisfação;
— Opiniões e imagens de pessoas influentes que utilizam o produto;
— Quantidade de unidades vendidas.

Reciprocidade

“Gentileza gera gentileza”. Concorda? Seu inconsciente também. O ser humano tem uma tendência natural a querer retribuir algo que lhe agrega valor de alguma forma.

Portanto, se você pratica algum gesto que seu cliente entenda ser de coração, ele se sentirá grato e retribuirá de alguma forma, seja compartilhando uma publicação, seja cadastrando o e-mail na sua lista ou mesmo comprando um de seus produtos.

Como aplicar:
— Amostras grátis;
— Brindes.

Antecipação

Ao assistir a um trailer empolgante de um filme que será lançado em breve, bate uma ansiedade pela estreia, certo? Assim funciona o gatilho da Antecipação.

Ele diz respeito às expectativas em relação a algo que está por vir e, portanto, é muito poderoso, uma vez que o futuro é algo incerto e o ser humano se sente confortável quando as perspectivas são positivas. Estimular a novidade, antecipando informações sobre um lançamento é mais um modo de conquistar a atenção do público.

Como aplicar:
— Planeje a apresentação do produto e comece a fazer publicidade, estimulando a curiosidade do público sobre o que está por vir.

Razão (Por que)

Mesmo que as decisões sejam tomadas primeiramente no inconsciente, a mente tende a procurar sempre por razões que justifiquem as ações. Quando encontramos essas motivações, acreditamos estar fazendo o certo.

Como aplicar:
— Apresente os motivos pelos quais deveriam comprar seu produto/serviço;
— Quando usar os gatilhos de urgência e escassez, explique o motivo do prazo ou da oportunidade ser única.

Os gatilhos mentais são poderosas ferramentas de convencimento, portanto devem ser utilizados com ética e responsabilidade. Se você não entrega ao público aquilo que promete e os utiliza apenas para benefício próprio, você não estará persuadindo as pessoas, mas manipulando-as.

Lembre-se: A persuasão é a capacidade de entender o que o seu público pensa e deseja, se comportando de forma que os seus objetivos se alinhem a esses desejos e vice-versa.

Sabemos que os consumidores estão cada vez mais exigentes, buscando soluções ágeis e personalizadas para resolver suas dúvidas e necessidades. Além dos melhores preços e produtos de qualidade, os clientes esperam também um atendimento impecável, tanto no pré quanto no pós-venda.

No momento que antecede a compra, o consumidor quer conhecer os produtos disponíveis, esclarecer suas dúvidas, comparar preços, enfim, tudo para ter certeza que está fazendo uma boa escolha. Depois que fecha o negócio, espera ser atendido rapidamente por pessoas capazes e atenciosas para resolver seus problemas.

Quando pensamos nos canais de comunicação que o mercado de e-commerce utiliza para atender essas necessidades, encontramos normalmente o uso do telefone, chat, e-mail e em alguns casos redes sociais. A experiência que estes canais proporcionam para as pessoas, entretanto, deixam bastante a desejar, especialmente quando comparado com o atendimento presencial do varejo tradicional.

É neste contexto que as ferramentas de videochat oferecem importantes atributos para um e-commerce como agilidade no contato, fortalecimento nas relações com o cliente, otimização dos canais de relacionamento, entre outros.

Para te ajudar a entender como o videochat pode melhorar a experiência de compra no seu e-commerce, reunimos em um único artigo seus principais benefícios. Confira:

Experiência semelhante ao atendimento presencial

Em uma interação presencial entre vendedor e cliente, é possível captar gestos e expressões capazes de fazer a diferença na conversão de uma venda.

O videochat oferece a um e-commerce a possibilidade de um contato cara a cara com os consumidores. Essa proximidade, ainda que virtual, cria uma experiência mais personalizada e confiável para o cliente.

Ainda que dados apontem o crescimento constante das vendas online, muitos consumidores ainda não entraram no mundo de compras pela internet. E a ausência de um atendimento mais personalizado, por meio de conversa com um atendente ou vendedor está entre os principais pontos que levam a essa resistência.

Além de funcionar como uma ótima ferramenta para o consultor de vendas, o videochat também é um ótimo formato para prestação de suporte totalmente personalizado e em tempo real.

Maior confiabilidade

Ter uma boa reputação é uma característica muito importante para qualquer empresa e isso se intensifica quando falamos de um e-commerce.

Para lojas de pequeno e médio porte, ainda menos conhecidas no mercado, transmitir confiança aos clientes é um grande desafio. Nestes casos, o videochat pode funcionar como um grande aliado.

Quando o consumidor consegue ver o vendedor que está lhe atendendo, assim como o escritório da empresa e os produtos ofertados, ele sente mais confiança para realizar a compra. Além de impactar nas vendas, ter um consultor ao vivo conversando e esclarecendo dúvidas pode fortalecer a sua imagem no mercado.

Aumento no número de conversões

Oferecer um atendimento personalizado com respostas instantâneas cria uma vivência muito similar às experiências presenciais. Isso reduz a hipótese dos consumidores ficarem em dúvida e pesquisarem na concorrência.

Com o uso do videochat no e-commerce, o vendedor pode interagir em tempo real com o cliente, navegando pela loja virtual junto com ele ou até mostrando o catálogo de produtos e serviços de sua marca. Os atendentes podem inclusive mostrar as opções de cores e tamanhos de cada item.

Ter uma ferramenta que coloca a empresa diretamente em contato com o público ajuda a reduzir os índices de abandono de carrinho, um dos maiores problemas do e-commerce, e traz aumentos significativos no número de conversões.

Conheça o seu cliente

Saber quem é o seu cliente é uma importante ferramenta para as empresas. E com o crescimento no número de marcas e empreendedores investindo no comércio eletrônico, é fundamental encontrar fórmulas para conhecer quem são seus consumidores.

Por isso, o atendimento por meio do videochat também se torna uma ferramenta auxiliar aos departamentos de marketing. Com a possibilidade de entender quem é e como o seu cliente se comporta, as empresas podem traçar perfis mais detalhados de seus consumidores e incrementar suas ações de marketing de relacionamento.

Ser referência no mercado

Por ser uma ferramenta nova no mercado, o seu uso ainda não é muito comum. Além disso, esse é um recurso que despertará a curiosidade e interesse de muitos clientes. Sua marca será vista como pioneira, ou seja, uma referência no mercado, o que gera uma grande repercussão, especialmente em tempos de intenso uso de redes sociais.

A competitividade do varejo pede que as empresas estejam sempre em busca de inovação, soluções customizadas e mais segurança. Por se tratar de uma novidade no mercado nacional, investir em tecnologia de videochat no e-commerce é uma forma para o lojista sair na frente da concorrência.

Em um mercado cada dia mais competitivo, saem na frente as empresas que acompanham as transformações da sociedade e monitoram de perto o comportamento do consumidor.

Texto publicado anteriormente no Blog da DDS.