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Esta imagem acima não é uma propaganda, muito menos estamos recebendo do Itaú por este post. Na verdade é uma propaganda, mas a ideia aqui é mostrar o case de uma comunicação conceitual e “responsável”. Parte do posicionamento com unidade dos canais de comunicação do Itaú.

Conteúdo MUITO relevante para todos interessados em Marketing de Conteúdo. O Cassio Politi, do excelente blog da Tracto Content Marketing entrevistou o Superintendente de Marketing do Itaú. O profissional contou a estratégia muito interessante do Itaú que tem trabalhado a relação com seu público através de conteúdo.

A marca pode ser considerada uma verdadeira referência em Content Marketing no Brasil hoje. Case dos bons de marca grande brasileira investindo forte no conceito. Um bom exemplo? Coisas simples e relevantes como este infográfico com 10 dicas para uma compra online segura.


Por Cassio Politi para o Blog da Tracto. Transformar qualquer marca numa empresa de mídia é o desafio de empresas que se aventuram em content marketing. O Itaú é um exemplo tipicamente brasileiro de como uma empresa grande pode assimilar essa cultura e, por isso, a entrevista desta semana é com o Superintendente de Marketing Eduardo Tracanella.

Um erro comum de content marketing é a comunicação em silos. Ou seja, o conteúdo de marca tem abordagem distinta da campanha publicitária, que por sua vez diverge da comunicação institucional e por aí vai. A comunicação do Itaú faz o oposto disso: segue a mesma linha em redes sociais mais populares, YouTube, revista impressa e canais e ações pontuais. E faz uma combinação balanceada entre a construção de audiência própria e mídia paga.

O que talvez torne o Itaú um exemplo a ser observado não é exatamente a escolha de canais — que nem é tão grande —, mas a consistência da mensagem que os permeia. A mensagem “Isso Muda O Mundo” faz com que um banco, cuja natureza da atividade sugere uma relação fria com o público naturalmente, consiga criar vínculos emocionais. Como?

Sendo útil a partir do momento em que educa o público; e sendo consistente ao aplicar a técnica de storytelling de marca (falamos disso num podcast neste ano), que começa a ganhar força no Brasil.

Entrevista com Eduardo Tracanella do Itaú. Ouça

A entrevista na íntegra com Tracanella, com duração de 19 minutos, está disponível abaixo.


Cassio é autor do livro Content Marketing – O Conteúdo que Gera Resultados e é o único jurado brasileiro do Content Marketing Awards, principal prêmio do mundo relacionado a essa atividade. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

Segundo pesquisa do Content Marketing Institute, divulgada nesta quarta-feira, 1, a maioria dos profissionais de marketing B2B utilizam o content marketing como estratégia de aproximação.

A quinta edição do estudo anual “2015 B2B Content Marketing Benchmarks, Budgets and Trends” baseou-se em uma pesquisa online feita com mais de 1,8 mil empresas de marketing B2B norte-americanas em julho e agosto deste ano. O resultado revelou que 86% dos entrevistados utilizam content marketing como parte da sua estratégia. Entretanto, 48% afirmam não documentá-la e 35% registram a ação.

Pesquisa: 86% das empresas B2B utilizam content marketing

Manter uma estratégia de gerenciamento de conteúdo documentada parece surtir efeito; 60% dessas empresas apresentam alto grau de eficiência em content marketing, em comparação aos 32% que obtêm sucesso apenas com um plano verbal.

Mensurar o ROI em content marketing permanece um desafio. Apenas 21% dos profissionais dizem conseguir monitorar com sucesso esse retorno, embora 35% das empresas que registram sua estratégia alegam ser bem-sucedidas nesse monitoramento.

Apesar dos desafios, 70% das empresas B2B estão criam mais conteúdo do que há um ano, mesmo aquelas que se julgam menos eficazes (58%) e as que não apresentam qualquer tipo de estratégia (56%). Além disso, 55% dessas companhias planejam aumentar o orçamento destinado a content marketing nos próximos 12 meses.

Atualmente, essas empresas investem cerca de 28% do seu orçamento total de mídia em content marketing. Porém, as marcas mais bem sucedidas alocam uma média de 37% e as menos eficazes, apenas 16%.

Os métodos mais utilizados em content marketing são redes sociais (92%), newsletter (83%), artigos no site da companhia (81%), blogs (80%), eventos presenciais (77%), estudos de caso (77%) e vídeos (76%). Em termos de eficiência, as estratégias mais adotadas são eventos presenciais (69%), webinars ou webcasts (64%), vídeos (60%) e blogs (60%).

Com relação às plataformas de social media, as mais utilizadas foram: LinkedIn (94%), Twitter (88%), Facebook (84%), YouTube (72%) e Google+ (64%). O LinkedIn também foi classificado como a rede social mais eficaz (63%), seguido por Twitter (55%), YouTube (48%) e SlideShare (42%).

Já os principais canais publicitários pagos utilizados para o content marketing foram search engine marketing (58%), impresso ou outras promoções off-line (52%), anúncios em banner online (49%) e anúncios em redes sociais (48%). Com informações do Advertising Age

Texto publicado no Proxxima.

Por Cassio PolitiO mercado brasileiro vive o momento de transição da comunicação corporativa baseada em assessoria de imprensa com pitadas em redes sociais para um modelo mais amplo, que é o Content Marketing (ou Marketing de Conteúdo).

Nessa fase de experimentação, erros não só são normais como são bem-vindos. Fazem parte do processo de aprendizado e de criação de uma cultura corporativa de fazer comunicação com foco em resultados.

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Ilustração do Uberflip.
Em consultorias pelos quatro cantos do Brasil, tenho observado que as falhas são mais ou menos as mesmas em empresas privadas, órgãos públicos, agências grandes, agências pequenas. Reuni aqueles que considero mais frequentes. Cheguei ao número de sete, e por isso os batizei de pecados capitais, que enumero a seguir.

1. Escolher as táticas antes da estratégia.

Antes de publicar o próximo post ou de produzir o próximo podcast, pare por um instante e responda: aonde você quer chegar? Que tipo de resultados busca? Mais vendas? Reposicionamento? Fortalecimento da marca?

É muito comum as empresas começarem o plano de content marketing pela escolha das ferramentas, e não pela definição de objetivos, que deve sempre nortear a operação.

2. Não documentar a estratégia.

A pesquisa Content Marketing B2B no Brasil – 2014, da Tracto em parceria com o Content Marketing Institute, mostra que, entre empresas eficientes em content marketing, 58% têm sua estratégia não apenas definida, mas documentada. Entenda por documentada qualquer registro simples dos objetivos traçados.

Entre as empresas ineficientes em content marketing, no entanto, apenas 20% documentam suas estratégias. Há, portanto, uma clara correlação entre fazer o registro do plano de content marketing e o sucesso nessa atividade.

3. Criar personas sem entrevistá-las.

Construir persona é a maneira mais eficiente de se compreender o público-alvo. Para essa atividade ser bem sucedida, é preciso entrevistar clientes e, a partir daí, construir um personagem que represente fielmente o público. É comum empresas criarem personas com base em suas suposições.

Resultado: o processo de descoberta dos hábitos é dispensado e a persona acaba sendo reflexo do que os produtores de conteúdo acreditam que ela seja.

4. Misturar conteúdo e propaganda.

Conteúdo é conteúdo. Propaganda é propaganda. Um atrai a audiência, o outro turbina o processo de conversão. Use conteúdo e use propaganda, mas jamais os misture. Jamais faça propaganda disfarçada de conteúdo. O público perceberá, se sentirá traído e não hesitará em cortar relações com a sua marca.

5. Aderir à monocultura do Social Media.

Content marketing pressupõe um encadeamento das ferramentas formando um funil. Primeiro, as pessoas descobrem a existência da sua marca. Depois, se aproximam dela, por exemplo, participando de eventos, assinando newsletter ou baixando e-books. A partir daí, tem maior chance de se interessar pelas ofertas comerciais.

monocultura das redes sociais (especialmente, do Facebook) fez muita gente acreditar que bastaria ter audiência nas redes sociais para se conquistar clientes. Não é verdade. É preciso pensar num modelo de aquecimento dos lides (leads) comerciais.

6. Tratar assessoria e conteúdo separadamente.

Vejo muitos ― muitos mesmo ― profissionais de assessorias de imprensa que enxergam assessoria de imprensa como uma atividade diferente de Social Media, que por sua vez é diferente de envio de newsletter.

É compreensível que seja assim. Afinal, a cultura de comunicação corporativa se fortaleceu no Brasil nos anos 90 com base no serviço de assessoria. Mas não é compreensível que continue assim. O trabalho de comunicação de marca é um só. (Nota: este tópico rende um artigo inteiro. Sairá em breve. Prometo.)

7. Confundir ROI com resultados de comunicação.

Retorno sobre o investimento, abreviado pela sigla ROI, diz respeito ao resultado importante para a empresa como um todo, e não apenas para a comunicação. Obter mais visitantes, visualizações, curtidas ou retuítes significa que houve bom uso das respectivas ferramentas, mas as empresas precisam de mais do que isso. Precisam de resultados reais, como clientes, força da marca, posicionamento etc.

Lembre-se: mensurar é preciso; entregar resultado é vital.

O tema deste artigo foi apresentado em um webinar gratuito. Os slides estão disponíveis para download em nosso canal no SlideShare e também para consulta logo abaixo.∞

Texto do Blog da Tracto. Cassio Politi é diretor de content marketing da Tracto. É autor do livro Content Marketing – O Conteúdo que Gera Resultados. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

Basicamente a nutrição de leads é capturar o contato de um visitante e trabalhá-lo, enviando materiais, conteúdo de qualidade e construindo um relacionamento.

Com o tempo você irá qualificar seus contatos e conseguirá visualizar se eles são boas oportunidades de vendas ou não. Isso irá poupar esforços do seu time de venda, fazendo com que eles gastem menos tempo e otimizem processos, reduzindo custos.

No vídeo, você irá ver como fazer a nutrição e obter os melhores resultados. As empresas parceiras citadas, como ferramentas de automação, são:

• Resultados Digitais
• HubSpot

Leia também: TOFu, MOFu e BOFu: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

Então, a nutrição de leads pode ser útil para sua  empresa? Qualquer dúvida, deixe sua pergunta nos comentários e não esqueça de se cadastrar no canal e não perder nenhuma atualização!

Publicação original no MarketingdeConteudo.com

Marketing de Conteúdo no Brasil. Todos os anos, o Content Marketing Institute realiza nos Estados Unidos e no Canadá uma pesquisa que mostra o estado do content marketing nos mercados desses dois países. Tem sido assim desde 2010.

13 conclusões sobre o Marketing de Conteúdo no Brasil.

No final de 2013, a pesquisa foi realizada pela primeira vez no mercado brasileiro. A iniciativa é fruto de uma parceria da Tracto, com o CMI. Foram 1.201 respondentes. Extraímos 523 respostas de empresas B2B e chegamos ao conjunto de 13 conclusões, apresentadas numa série de webinars entre 17 e 19 de dezembro. O download do relatório completo da pesquisa pode ser feito no site da Tracto.

Veja também: Curso Presencial – Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing.

Eis as conclusões do estudo:

1. 83% dos profissionais de comunicação e marketing B2B do Brasil usam conteúdo para alcançar seus objetivos corporativos.

Nos Estados Unidos e no Canadá, o percentual é de 95%, o que indica que content marketing B2B está mais difundido na América do Norte do que no Brasil.

2. 49% se consideram eficazes na produção de conteúdo.

Resultado melhor do que nas empresas americanas e canadenses (42%).

3. Ter um documento que registre a estratégia de conteúdo é fator-chave de sucesso.

58% das empresas muito eficazes documentam suas ações. Só 20% das pouco eficazes o fazem.

4. Ter um colaborador que supervisione a estratégia de content marketing é outro fator crítico de sucesso.

Das empresas muito eficazes, 76% têm alguém nessa função. Entre as pouco eficazes, só 54% o têm.

5. Empresas que documentam suas estratégias são capazes de produzir mais conteúdo.

76% das que têm um documento produzem hoje mais conteúdo do que um ano atrás. Entre as que não geram documento, o desempenho é de 71%.

6. Uma empresa usa, em média, 13 táticas de content marketing.

É o mesmo número de táticas adotadas por americanas e canadenses.

7. Redes sociais são a tática mais popular tanto no Brasil quanto na América do Norte.

Matéria no site, newsletter online, matéria em site de terceiros, evento presencial e papers vêm em seguida.

8. Vídeo é a tática considerada mais eficaz no Brasil, seguida de redes sociais, evento presencial e artigo.

Na América do Norte, o ranking apresenta evento presencial, estudo de case e vídeo nas primeiras posições.

9. Facebook é a rede social preferida nas empresas brasileiras.

E LinkedIn reina entre americanos e canadenses.

10. Aquisição de clientes é o principal objetivo dos brasileiros.

Entre as muito eficazes, consciência da marca lidera. Nos Estados Unidos e no Canadá, também.

11. A maioria pretende aumentar investimentos em conteúdo nos próximos 12 meses, sobretudo as muito eficazes.

52% dos que se consideram pouco eficaz, no entanto, não pretendem aumentar. Ou seja, quanto mais eficaz, maior a motivação para produzir.

12. Design é a função mais terceirizada no Brasil. Redação vem em segundo lugar.

A maioria das empresa produz conteúdo (todo ele ou parte dele) internamente. Só 1% terceiriza toda a produção.

13. Falta de orçamento é o problema mais frequente.

Produzir conteúdo que gera engajamento vem em segundo lugar.

Texto publicado no site E-commerce Brasil por Cassio Politi.