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Mais uma vez a ideia desse artigo veio em função de experiências vividas, repetidas vezes.

Recentemente um cliente comentou “…contratei um cara muito bom para trabalhar as nossas redes sociais, mas tive que demitir… ele não sabe escrever. Eu escrevo melhor que ele.”

O portal UOL Educação publicou no ano passado “No Brasil, apenas 8% têm plenas condições de compreender e se expressar…”[i], onde comenta alguns resultados sobre o aumento do analfabetismo funcional em nosso país.

Pois é, a maioria dos brasileiros, sem exagero, não tem capacidade de expressar-se. O que é ótimo para um ambiente político-social excludente e péssimo para os negócios.

O ser humano é um ser social, ou seja, ele se reconhece plenamente quando em interação com o outro. Alguns dizem que homem é um produto do meio, outros que ele é o criador do seu ambiente. Não querendo entrar nessa discussão agora, em qualquer um dos casos a comunicação tem um papel fundamental.

A internet nos possibilitou coisas inimagináveis até então, a socialização do conhecimento, em função da redução do limite imposto pelas barreiras geográficas e da conexão com os fatos em tempo real, é apenas uma dessas facilidades. E uma das consequências mais visível foi o aumento da nossa pressa, do nosso imediatismo. Isso nos levou a criar um “idioma” paralelo, repleto de figuras, expressões, analogias, reduções etc. (blz, vc, bj, abs… :-D, <3, K, J…). Para quem se comunica bem, ótimo, é mais uma ferramenta disponível. Mas para quem já não sabia o básico, resta apenas virar número de estatísticas desalentadoras.

Por vários aspectos (logística, abrangência, mensuração, custo, resultados…), hoje o Inboud Marketing tornou-se uma alternativa muito mais atrativa, face ao marketing tradicional (Outbound). Porém, ao contrário deste, sua premissa é a atração do cliente, o que implica a criação e disponibilização de conteúdo relevante para o seu público. E é aí que a coisa complica.

Tecnicamente falando, tem muita gente fantástica no domínio de ferramentas digitais e afins, mas sem a menor capacidade de produzir conteúdo. Aí, nas conversas com alguns colegas, professores de faculdade, fica fácil entender a dificuldade, ainda maior, de uma geração habituada ao Ctrl+C/Ctrl+V.

A produção de conteúdo realmente relevante pressupõe a compreensão dos fatos, da vida, do mundo… e supõe comparação, análise, crítica, posicionamento, conclusão, enfim, uma real contribuição.  

A falta de domínio da língua causa prejuízos de forma democrática, tanto ao emissor quanto ao receptor. Certa vez, participava de uma banca responsável por fazer a avaliação dos “cases” empresariais concorrentes a um prêmio de gestão bastante conhecido. Um dos finalistas quase foi desclassificado por ter usado em seu relato um termo de forma equivocada e que mudava todo o sentido da mensagem.

Deslizes gramaticais no dia a dia, licença poética, informalidade com quem se conhece ou na língua falada, tudo bem, é perfeitamente aceitável. Guardadas as devidas proporções, de uma fala adequada a cada público-alvo, e apesar de saber-se que a língua é algo vivo e, por isso, evolui, o idioma deve ser conhecido e preservado.  

Por exemplo, temos algumas ocorrências tão corriqueiras que acabaram quase se institucionalizando. É bastante comum vermos anúncios de grandes empresas, fala de profissionais conhecidos e até em mídias de massa, coisas como “maiores informações”, “a nível de”, “assertivo” usado como sinônimo de acertado, baixa estima, quando quer se referir à “baixa autoestima”, e por aí vai.

A solução?

Não tem saída, é estudar e exercitar!

Como?

Uma das melhores formas que conheço é a leitura. E se for uma leitura crítica, melhor ainda. Pois, podemos usar a tecnologia a nosso favor, usar o corretor, elaborar processos ou criar novos aplicativos, para quase tudo, mas automatizar a nossa expressão é algo que ainda não foi inventado.

Então mãos à obra.

Boa leitura!


[i] Referência: UOL Educação

Link para a publicação original no LinkedIn.

Você já sabe o que é SEO, ok. Mas como iniciar a aplicação dessas técnicas no meu site?

É uma dúvida comum que enfrento em meu dia a dia. São diversos clientes perguntando como funciona na prática e o que pode ser feito internamente para acelerar os resultados. Bom, se fosse fácil, não haveria tantas startups e ecommerces investindo cada vez mais em Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, duas metodologias baseadas em SEO.

A questão é que não basta querer ser um site otimizado. É preciso saber fazer.

E há alguns pormenores que devem ser observados para que os resultados sejam atingidos dentro do prazo e sem aumentar ainda mais os custos. Se você está disposto a fazer a otimização do seu site, esse é um guia completo com tudo o que você precisa fazer para montar uma lista de ações completa.

Como quero ser prático, nem vou me alongar mais. Vamos direto ao ponto. Aos pontos, aliás. Nesse artigo citarei as melhores práticas e estratégias de SEO On-page e Off-page para você dar os primeiros passos.

Fiz com muito cuidado e baseado nas dúvidas mais comuns de clientes.

Espero que gostem, de verdade!

SEO On-page

SEO On-page é tudo aquilo que pode ser feito internamente para otimizar seu site.

Isso quer dizer: estrutura HTML, conteúdo, tags, imagens, landing pages, listas de palavras-chave, otimização, meta description, etc.

Você deve estar atento a muitas coisas para não deixar nada passar. Por isso, nesse conteúdo, irei direto ao ponto, citando todos os fatores que você deve por em seu checklist para ter um site totalmente otimizado em SEO.

Vamos lá!

1. Pesquisa de palavras-chave

Ranquear nas palavras-chave importantes para suas personas é a primeira etapa do planejamento SEO. É nesse momento em que você delimita seu público e faz com que seu conteúdo seja encontrado apenas por quem potencialmente pode chegar até a outra ponta da jornada de compra. Ou seja: possíveis consumidores da sua empresa.

Mas como fazer essa pesquisa de palavras-chave na prática? Irei explicar!

Primeiro, você vai precisar de uma boa ferramenta de pesquisas. Um lembrete: provavelmente, caso você tenha planos ambiciosos, terá que investir em uma ferramenta paga. Sendo bem sincero, caso você faça um trabalho competente, é um investimento que irá se pagar em menos de um ano.

Continuando.

Encontrando as palavras-chave ideais

Nessa etapa, recomendo sem medo o Keyword Planner, do Google Adwords.

Para sua surpresa, é de graça. Você só precisar ter uma conta do Analytics em seu site para usá-lo.

A pesquisa funciona de forma muito simples. Você digita um termo específico para pesquisar e a ferramenta lista milhares de termos relacionados que usuários do Google costumam utilizar em suas pesquisas.

Por exemplo: digite “pisos de borracha”. Os resultados serão: “pisos emborrachados”, “o que é piso de borracha”, “onde comprar piso de borracha”, “piso de borracha para academia”, etc.

Além das palavras, como ferramenta de SEO que se preze, o pesquisador de palavras-chave do Adwords também indica a concorrência do termo para ranquear bem, o volume médio mensal de buscas e o CPC – custo por clique – para criação de anúncios.

Na imensa maioria dos casos, o Keyword Planner irá quebrar seu galho.

No entanto, caso você não tenha uma ideia de palavra-chave por onde começar, serão necessárias outras ferramentas.

Outra gratuita fornecida pelo Google é o Webmaster Tools ou Google Search Console.

Essa ferramenta faz um raio-x completo do seu site. A grande vantagem, para quem não tem um ponto de partida, é saber por quais palavras-chave os visitantes chegam até sua página.

Ela te dá uma lista completa, das palavras que trazem mais tráfego até os termos que trazem menos.

Obviamente, você deve reforçar seu foco em se posicionar ainda melhor nos termos que lhe trazem mais visitantes. Aproveite para jogar esses termos no Adwords e observar o potencial deles: se uma palavra que tem 1000 buscas por mês atualmente lhe traz 100 acessos, seu primeiro esforço deve ser melhorar seu posicionamento nela, para que consiga até 300 acessos, por exemplo.

Essas duas ferramentas devem bastar para uma listagem inicial de palavras-chave.

Mas para refinar o trabalho e ampliar seus horizontes, não há como abrir mão de ferramentas como SemRush e Moz. O diferencial delas é fornecer dados completos sobre as palavras-chave utilizadas por concorrentes diretos e indicar todos os dados possíveis sobre esses termos.

Dificuldade de indexação, volume de buscas, CPC, concorrência, posicionamento do seu site na palavra-chave, posicionamento dos concorrentes, etc. Quer dizer: o mínimo que você precisa fazer para montar uma lista de palavras-chave a serem trabalhadas nos conteúdos do seu site é indexar em todos os termos que seus concorrentes estão.

Claro que você não precisa focar em todas ao mesmo tempo. Felizmente, ao indicar a url do site concorrente, é possível descobrir as palavras que mais trazem tráfego ao site. Dê prioridade a elas no início do seu planejamento de SEO e depois expanda seu raio de alcance. É sempre importante lembrar que o planejamento de persona é fundamental aqui.

Já aconteceu comigo de me preocupar tanto em ranquear nas mesmas palavras do concorrente, que acabei caindo no mesmo erro deles. Às vezes, o público pesquisa por algo totalmente diferente no Google e nem eu, nem eles, conseguíamos atingir essas pessoas.

Por isso, não siga seus concorrentes cegamente. Copie seus acertos e busque descobrir suas falhas, para transformá-las em uma vantagem do seu negócio.

Faça a pesquisa das palavras-chave que os concorrentes estão bem indexados, sim. Mas depois faça a sua!

2. Crie conteúdo otimizado

Agora que você já tem a lista de palavras-chave, hora de partir para o conteúdo. Isso quer dizer: produzir novos e otimizar os que você já tem.

Como produzir um conteúdo otimizado em SEO? Sendo relevante para o público e o Google. A melhor forma de conseguir um bom posicionamento é produzindo um conteúdo melhor do que os seus concorrentes. Mais informativo. Mais bem escrito. Mais otimizado.

Há alguns anos atrás, era mais fácil “forçar a barra” para conseguir o primeiro lugar do resultado de buscas. Repetir “mil” vezes a palavra-chave no conteúdo era um dos truques que formavam o “black hat SEO”.

No entanto, visando refinar sua pesquisa e oferecer mais qualidade aos usuários, o maior mecanismo de buscas do mundo tratou de sofisticar seus robôs. Há uma série de fatores que são levados em conta, além da utilização das palavras-chave.

Vamos citar os principais.

Crie conteúdo com mais de 1500 palavras

Atualmente, os primeiros resultados para as buscas são conteúdos com entre 1500 e 2000 palavras. É uma forma dos robôs do Google descobrirem se o texto é aprofundado sobre o assunto.

Portanto, sabe aquela estratégia que você já deve ter ouvido falar, de produzir um calhamaço de textos pequenos e curtos, utilizando o maior número de palavras-chave possível?

Ainda dá certo. Em curto prazo. Em longo prazo, pode dizer adeus às suas tentativas de indexação. Mas você pode argumentar? Então basta utilizar um gerador de caracteres para textos longos e pronto? Não!

O fato do texto ser longo permite que você utilize outros headlines – subtítulos – ao longo do texto e termos referentes ao assunto. São justamente esses termos específicos que dizem ao Google sobre o que aquele conteúdo trata.

Quanto mais longo e bem escrito, provavelmente maior a variedade de palavras relacionadas usadas ao longo do texto, certo? É aí que esses materiais se diferenciam. O sistema de avaliação do Google identifica esses termos. Você ganha pontos com isso.

Caso seu conteúdo seja bom, provavelmente as pessoas ficarão mais tempo em sua página, irão comentar e compartilhar seu material.

É a união entre esses dois fatores – a otimização para o Google e a qualidade para o público – que farão seu conteúdo conquistar um bom posicionamento, em conjunto com os outros tópicos que abordaremos a seguir.

3. HTML e formatação

A estrutura do site também é um fator primordial no SEO.

Suas páginas precisam ter tags de títulos (H1, H2, H3, etc), alt text para imagens, meta description, urls inteligentes, compatibilidade para dispositivos móveis, tempo de carregamento rápido e certificados de segurança.

Title tags

As tags de título indicam sobre o que seu conteúdo se trata. É por essa hierarquia que os robôs do Google leem os textos do site.

Por isso é fundamental que o H1 contenha a palavra-chave. Da mesma forma, os headlines (H2, H3, H4, H5, etc) devem ser vários e incluir os principais termos relacionados.

Assim o Google percebe do que o texto se trata e o aprofundamento dele.

Alt text para imagens

O alt text nada mais é do que o texto que aparecerá caso a imagem não carregue. Se para o leitor o que importo é a imagem, para o Google a única forma de lê-la é através do alt text.

Por isso também é fundamental que pelo menos uma das imagens do conteúdo contenha a palavra-chave. No entanto, as outras devem ser o mais descritivas possível.

Exemplo: um blog post sobre “10 dicas de alimentação saudável”. O alt text da imagem capa pode ser “lista de dicas de alimentação saudável”. No entanto, caso o restante sejam fotos de tomates, verduras, alimentos saudáveis e orgânicos, o ideal é você utilizar exatamente essas palavras na descrição.

Assim o Google também saberá que são termos relacionados e seu conteúdo ganhará credibilidade.

Meta description

A meta description é aquele texto que aparece abaixo do título do conteúdo nos resultados das pesquisas. É fundamental que seu meta description seja “vendedor”. É sua chance de conquistar o leitor. A dica é ir direto ao ponto e entregar tudo o que o conteúdo irá comentar.

Caso você não tenha ideia, mais uma vez, recorra à concorrência. Veja as meta descriptions dos primeiros colocados, ofereça tudo o que eles dizem ao leitor e algo a mais. E não esqueça de inserir a palavra-chave sempre!

URLs inteligentes

A URL da página também deve conter a palavra-chave. É essencial.

Não precisa ser muito longa, com o título inteiro do blog post. Simplifique e utilize apenas a palavra-chave, quando possível.

Design responsivo

Bem mais da metade dos acessos à internet são feitos por smartphones. Portanto, cada vez mais o Google considera o desempenho de sites nesses devices para checar se são confiáveis.

O Google Webmaster Tools, que já comentei aqui, também faz um raio x da performance responsiva do seu site. Ele indica os erros, para que você possa corrigi-los. Certifique-se que seu site seja mobile friendly.

PageSpeed

O tempo de carregamento das páginas também é um fator considerado pelo Google para avaliar a qualidade do site.

Utilize a ferramenta gratuita de análise Website Grader para verificar se o page speed do seu portal é aceitável e quais melhorias podem ser feitas. Você só precisa colocar a url da sua página e preencher um formulário bem curtinho.

A análise é bem completa, embora algumas funcionalidades para melhoria imediata só sejam possíveis com a versão paga. No entanto, você consegue fazer isso com sua equipe de desenvolvimento sem problemas.

Imagens pesadas e excesso de código são os motivos mais comuns para deixar a entrada na página muito lenta, o que afasta muitos, muitos mesmo, visitantes.

Certificados de segurança

Recentemente o Google também passou a valorizar sites com certificados SSL ou HTTPS.

São garantias que dão um certo trabalho para conseguir – são pagas também, mas muito bem-vistas pela plataforma. Em uma semana você consegue implementar essa nova url, o que também traz mais segurança para seus usuários, sobretudo no caso de e-commerces.

É muito mais fácil implementar o certificado de segurança em sites que ainda estão sendo construídos, pois a quantidade de urls é bem pequena. Sites grandes também não enfrentam muito problema, então, não se preocupe. Só é preciso garantir que o redirecionamento automático seja feito corretamente, em todas as páginas já existentes.

SEO Off-page

Agora que você melhorou as páginas internas do seu site, é hora de trazer relevância a partir de links externos. Esse é o diferencial de uma boa estratégia de SEO e a forma mais rápida de tornar seu site referência do mercado.

Entenda como!

Conquiste a confiança do Google

O PageRank do Google leva em consideração aspectos não relacionados diretamente ao conteúdo da sua página.

É o caso da autoridade de domínio (Domain Authority) e a autoridade de página (Page Authority). O domain authority é a medida que diz o quanto seu site é relevante. Quanto mais conteúdos bem indexados e mais conteúdos externos que linkam para seu site, maior seu domain authority.

O page authority é referente apenas a uma página específica. Se você indexa um conteúdo em primeiro lugar para uma palavra-chave importante, mais links externos serão direcionados a essa página, que, por sua vez, aumentará o page authority.

Mas não se trata apenas de backlinks.

A autoridade está ligada também ao tempo de existência da página. Sim, o Google leva em conta a idade do seu negócio em território digital, ainda que não seja tão relevante assim.

O fator primordial mesmo é a taxa de rejeição.

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é calculada sobre a quantidade de vezes em que um usuário entrou no seu site em uma determinada página e saiu sem interagir. Isso quer dizer: não clicou em nenhum link, nem abriu qualquer outro conteúdo.

O Google entende que não havia nada mais interessante e que seu site não resolveu o problema desse usuário, tirando pontos seus. Às vezes, como disse anteriormente, o tempo de carregamento e problemas no HTML também são responsáveis por esse tipo de desistência do visitante.

A taxa de rejeição é informada no Google Analytics. Então, dê sempre uma olhada nessa métrica em suas páginas mais acessadas para garantir que nada de errado esteja acontecendo.

Backlinks e link building

Link building é a parte crucial da estratégia de SEO. Por melhor que sejam seus conteúdo e estejam bem ranqueados, há um enorme potencial de tráfego que pode ser alcançado por meio de conteúdos planejados em parceria.

Pense que você oferta um serviço para um público A. Esse público A, além dos seus serviços, pode procurar também por outros tipos de produtos, para resolver outros problemas. Por que não aparecer também em páginas relevantes desses outros produtos que ele pode estar procurando e surgir como uma solução que a persona ainda não despertou?

É disso que se trata uma estratégia de backlinks bem pensada. Estar onde seu público está e atraí-los para sua página, em parceria com sites realmente relevantes.

Como encontrar esses sites?

O ideal é montar uma lista com todos os links que podem ser úteis ao seu negócio. Eventualmente você não conseguirá montar parcerias com todos. Por isso é importante ter um leque de alternativas.

Uma das melhores ferramentas para essa missão é o Ahrefs.

Você pode usá-la gratuitamente para testar suas possibilidades. Aposto que vai querer pagar depois.

Os fatores que você deve levar em conta são:

Qualidade dos links

Utilize o Ahrefs para encontrar as páginas mais relevantes, para o público e o Google, nos assuntos que lhe interessam. O passo seguinte é descobrir autores mais frequentes e tentar entrar em contato. Mande um e-mail e sugirá uma troca de guest posts frequente, talvez de um conteúdo por mês.

Mostre que os dois tem a ganhar, afinal, se você tem um bom site, o convidado também terá um aumento de relevância. Aproveite para deixar comentários nas páginas mais visitadas dos parceiros, com links para seu site também. É uma estratégia antiga, mas que ainda funciona bem!

O material produzido deve ser super compartilhável. Você e o convidado devem divulgá-lo prioritariamente. Assim o alcance torna-se ainda maior, para os dois envolvidos.

Texto âncora

O texto âncora nada mais é do que as palavras utilizadas como hiperlink. Nunca coloque o link em “veja mais aqui” ou “nessa página”.

O ideal é utilizar termos relacionados, sinônimos da palavra-chave ou a keyword específica do conteúdo que está sendo linkado.

Quantidade de links

Obviamente que quantos mais sites usam você como referência – linkam para seus conteúdos -, provavelmente mais confiáveis seus textos são para potenciais usuários.

Isso tem um peso enorme para os mecanismos de busca.

É a principal maneira deles saberem que seu conteúdo é a maior referência no meio digital sobre aquele assunto ou keyword.

Dicas extras

Bom, você leu o material até o final.

Espero que realmente tenha sido útil.

Para ajudar ainda mais, reforçarei as ferramentas que você pode utilizar para montar sua estratégia:

  • Keyword Planner
  • SemRush
  • Moz
  • Google Search Console
  • Website Grader
  • Ahrefs
  • WordPress (com plugin Yoast ou All-In-One SEO).

Queria citar o WordPress como uma última dica. Sabe todas essas dicas que dei sobre formatação, tags, title, meta description e alt text? Então, alguns templates – inclusive gratuitos – do CMS para utilizado para criação de sites no mundo, condensam essas informações em campos para preenchimento.

Tudo isso usando um dos plugins que citei: Yoast ou All-In-One SEO.

Além disso, os templates do WordPress são feitos para serem otimizados e terem uma melhor performance de acordo com os padrões cobrados pelo Google. Portanto, recomendo fortemente que você utilize o WordPress como plataforma do seu site, inclusive recorrendo a uma migração.

É isso pessoal, foi minha última dica nesse artigo. Agora vocês estão prontos para por a mão na massa.

Qualquer dúvida, não deixem de entrar em contato. Somos especialistas em estratégias SEO e não temos problemas em compartilhar nossos conhecimentos.

Obrigado!

Novos jogadores surgem no mercado diariamente e está ficando mais e mais difícil alcançar as metas e conseguir vencer nesse mundo tão competitivo de marketing digital.

Está procurando novas dicas e táticas para aplicar na sua estratégia de mídias sociais? Gostaria de se destacar de milhares de usuários de mídias sociais e ser ouvido por seu público?

Recentemente organizamos um meetup online (em inglês) dedicado à mídias sociais com 3 especialistas fantásticos que compartilharam o conhecimento e experiência deles. Donna Moritz mostrou as ferramentas que ela prefere usar para criar conteúdo visual e ganhar compartilhamentos. Nathan Hague trouxe umas dicas práticas de otimização para YouTube e dicas e ferramentas para ganhar ranqueamentos mais altos para seus vídeos. E no final a Diretora de Mídias Sociais da SEMrush Olga Andrienko revelou os segredos de criação de uma comunidade social forte com a ajuda de Twitter chats e algumas ferramentas úteis

Aqui você pode assistir a gravação do meetup na integra (em inglês), entretanto nesse post queria compartilhar algumas dicas mais interessantes da apresentação da Donna Moritz, a fundadora de Socially Sorted.

Qual conteúdo visual é o mais compartilhado?

Ainda 5 anos atrás mídias sociais eram diferentes. O mercado está mudando constantemente e está ficando mais e mais “lotado”. Como convencer os usuários das redes sociais que estão rolando a linha de tempo a parar e dar um pouco de atenção ao seu conteúdo? Hoje em dia a decisão de se interessar pelo conteúdo ou ignorá-lo é tomada em fração de segundos.

Donna Moritz revelou quais são os 5 tipos de conteúdo que são facilmente compartilhados por usuários.

1- Conteúdo original

O que faz a diferença é trazer informações que são realmente importantes e encontrar o conteúdo certo para seu público.

Olha esse exemplo real. Shawn, o funcionário da Margaret River Discovery, começou a postar todo dia uma foto de Margaret River, uma região de vinícolas situada na parte oeste da Austrália. Shawn não é um fotógrafo profissional, mas ele é consistente. Ele serviu de exemplo para outras empresas que começaram considerar o Instagram dele como uma fonte de conteúdo bom. Se você conseguir publicar conteúdo de uma forma consistente, outras empresas começarão a te considerar como fonte de conteúdo que pode ser compartilhado.  

Conclusão: Você não precisa ser fotógrafo ou designer profissional para criar um bom conteúdo visual. O seu conteúdo deve ser bonito e conter uma mensagem bacana. Também é importante ser consistente e usar ferramentas certas.

2- Conteúdo oportuno

Se você estiver na hora certa e no lugar certo isso pode apresentar uma boa oportunidade para criar um conteúdo marcante.

Não se esqueça de regras principais de conteúdo oportuno:

  1. Reaja rápido. Motive sua equipe a agir rápido e tirar foto ou fazer um vídeo assim que algo acontece.
  2. Esteja preparado e planeje com antecedência. Poste o seu conteúdo dedicado à eventos e celebrações de manhã cedo para que as pessoas o vejam logo depois de acordar. Se você postar algo cedo no dia que todos estão festejando, suas chances de ganhar compartilhamentos aumentam.

Caso precise de uma ajuda para encontrar eventos que valem uma postagem, confira o site Social Media Events Genie que oferece informações sobre eventos de vários típos. Prepare-se e faça uma lista de eventos!

Conclusões. Você pode usar qualquer evento para criar conteúdo oportuno. Nem sempre você consegue reagir rápido e ser o primeiro a postar, mas o importante é se planejar com antecedência e tentar ser entre os primeiros do dia.

3- Conteúdo Relevante

Outro jeito de criar um conteúdo que será compartilhado é de apostar no conteúdo relevante. Seu conteúdo deve ser feito sob medida para que seus seguidores queiram fazer um repost nessa rede social.

Por exemplo, vídeos – especialmente os vídeos para diversão – são extremamente populares no Facebook. E no Instagram os usuários querem ver imagens bonitas, com cores atraentes, pessoas e histórias reais e fotos de “por trás da cena”. O conteúdo postado no Facebook deve ser diferente do conteúdo postado no Instagram.

Conclusões. Você precisa descobrir qual é o tipo de conteúdo mais adequado para sua rede social e apostar nele

4- Conteúdo “Fácil de Digerir”

Conteúdo fácil de digerir são imagens, vídeos, GIFs e infográficos pequenos. Esse tipo de conteúdo é extremamente fácil de processar e é mais envolvente, por isso ele recebe mais compartilhamentos.

Dicas para criar conteúdo fácil de digerir:

  •    Quebre o conteúdo com frases mais cumpridas em pequenas partes com imagens
  •    Use ripl.com para criar vídeos curtos e fáceis de digerir
  •    Crie SlideShares com até 8 slides

Pessoas preferem consumir esse tipo de conteúdo de manhã ou antes de dormir. De qualquer maneira é melhor fazer testes para descobrir quando seu público consome melhor informação de digestão rápida para postar seu conteúdo na hora certa.

Conclusões. Os usuários estão ficando mais e mais impacientes a cada dia. Eles preferem conteúdo fácil de processar e digerir e compartilham esse tipo de conteúdo com gosto

5- Conteúdo com call to action

Às vezes você precisa ser pouco discreto e pedir às pessoas diretamente a fazer aquilo que você quer que eles fazem. Adicione um call to action e facilite a tomada de decisão para seus usuários.

Avalie seu conteúdo visual considerando os seguintes pontos:

  1. Conteúdo. O primeiro passo é o conteúdo em si.
  2. Call to action. Seu conteúdo precisa de um call to action. O que você quer que os seus usuários façam com o conteúdo? Você prefere que eles cliquem nele, o leiam ou compartilhem?
  3. Landing. O que acontece quando seus usuários clicam no conteúdo? Aonde esse clique vai leva-los? Até um conteúdo visual mais completo, um landing page, uma página de inscrição de um webinar?
  4. Objetivo/Meta. Você precisa ter um objetivo claro que você quer alcançar pedindo os usuários a seguir um call to action. Você quer que eles se inscrevem para um webinar, compartilhem uma imagem ou leiam um post de blog?
  5. Acrescentado valor. Verifique novamente que o seu conteúdo é valioso e relevante.

Conclusões. Você precisa comunicar claramente os objetivos do seu conteúdo, mostrar o que você quer que as pessoas fazem e qual benefício eles terão clicando no seu call to action. No caso de imagens, certifique-se que você tem só um call to action por imagem

Ferramentas

No final da apresentação Dona compartilhou a lista de ferramentas para criar imagens fantásticas e vídeos curtos.

Ferramentas para criação de conteúdo visual:

Ferramentas para criação de vídeos:

Esperamos que essas dicas ajudaram a entender melhor aspetos diferentes de mídias sociais e fazer mais um passo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

E você, quais truques utiliza para aumentar a quantidade de compartilhamentos do seu conteúdo?

Plug-ins são programas mais simples, que você pode instalar no seu blog para acrescentar novas funcionalidades e melhorar tanto a experiência do leitor quanto seus resultados.

Qual a melhor plataforma de blog?

Existem diversos deles espalhados pela internet e, por conta disso, decidimos reunir 5 dos principais plug-ins para um blog de e-commerce em WordPress que você pode instalar agora mesmo! Confira:

1- WordPress SEO

Quando falamos de SEO, existem diversos fatores que influenciam nos seus resultados. O WordPress SEO (By Yoast) permite que você configure praticamente todos eles de maneira prática e rápida. Como:

  • Meta descrição;
  • Títulos;
  • Meta tags para o Facebook;
  • Sitemap XML.

Além disso, ele faz uma análise de desempenho de cada blog post seu, indicando pontos que podem ou não fazer com que ele seja encontrado a partir das palavras-chave que você determinou. Assim, você vai saber de maneira objetiva como pode melhorar o artigo.

Este plug-in é gratuito e essencial para qualquer um que trabalhe com blog em WordPress.

2- Disqus para WordPress

Você quer estimular o compartilhamento e discussão acerca do seu conteúdo, para aumentar o engajamento do público, certo? Para isso, precisa de um bom sistema de comentários no seu blog e o mais indicado é o Disqus. Ele é considerado um dos melhores por diversos motivos, como:

  • Possibilidade de compartilhamento na mesma área de comentário;
  • Cada comentário pode receber votos positivos ou negativos, dando destaque aos mais bem avaliados;
  • O leitor pode postar imagens nos comentários;
  • Limite de comentários por página.

É outro plug-in que é importantíssimo para seu blog e você pode baixá-lo gratuitamente.

3- CloudFlare

O CloudFare é uma plataforma de otimização de sites, que pode integrar-se com o WordPress. Algumas das vantagens incluem:

  • Maior velocidade de carregamento;
  • Proteção contra spam no blog;
  • CDN (rede de distribuição de conteúdo) próprio;
  • Proteção contra pico de acessos inesperados, mantendo o site no ar.

Basta acessar e fazer o download gratuito do plug-in.

4- W3 Total Cache

Ainda falando de velocidade da página e experiência do usuário, lembre-se de que todo segundo conta, portanto, faça tudo que estiver ao seu alcance para melhorar o tempo de carregamento do seu site.

Este plug-in armazena temporariamente dados e informações de sua página em uma memória “cache”, permitindo com que as páginas sejam acessadas novamente sem a necessidade de outra requisição, deixando a navegação do usuário mais fluida e agradável.

O plug-in pode ser baixado gratuitamente.

5- Google Analytics for WordPress (By Yoast)

O acompanhamento das métricas em estratégias de marketing digital vai te dar informações para tomar ações baseadas em dados, portanto mais assertivas, e ajudar em cálculos e relatórios de ROI.

Se você não pode medir, não pode gerenciar: aplicando a teoria de Peter Drucker

Este plug-in não apenas instala o Google Analytics no blog — ferramenta para que você possa visualizar indicadores de desempenho —, mas oferece outras soluções de mensuração e acompanhamento, como:

  • Quais links externos estão te trazendo tráfego;
  • Ignorar acesso de administradores nos números;
  • Metrificação de downloads de arquivos (PDFs, planilhas, etc);
  • Variáveis customizadas.

O Analytics por si só é básico e obrigatório, mas com estas melhorias você vai gerar inteligência ainda mais precisa sobre o que e como pode melhorar seu blog, para maiores resultados.

Esses são 5 dos principais plug-ins para blog de e-commerce em WordPress, mas não se limite a eles! Pesquise e se mantenha atualizado do que está surgindo e que pode te ajudar. Para isso, o primeiro passo é se inscrever na nossa newsletter e não perder nenhum conteúdo sobre este e outros assuntos do mundo do e-commerce!

Se você dirige um site de e-commerce, técnicas de otimização de motores de busca (SEO) tradicionais poderão ajudá-lo a gerar números altos de tráfego, mas esse tráfego poderá não gerar necessariamente muita receita. A chave para melhorar o retorno é ter como alvo usuários que estejam procurando realizar uma compra, e SEO de conversão é o modo de fazer exatamente isso.

1- Identifique palavras-chave geradoras de receita

Identificar palavras-chave geradoras de receita é essencial para o sucesso ao longo prazo. Existem agora ferramentas incríveis para o rastreamento de tráfego. Existem ferramentas (como a HubSpot) que podem mostrar o ciclo de vida completo de seus clientes e, igualmente importante, os usuários que acessam o seu site, mas não se convertem em clientes.

Observe de perto esses relatórios e concentre-se nas palavras-chave que signifiquem usuários prontos para realizar uma compra. Em seguida, separe essas expressões em duas categorias: grande quantidade alta qualidade.

Expressões do tipo grande quantidade são as que trarão receita e tráfego ao gerar muito tráfego direcionado. Expressões do tipo alta qualidade, por outro lado, podem não trazer muito tráfego, mas são as expressões que atraem clientes para os produtos com as maiores margens.

Esses dois tipos de tráfego complementarão um ao outro e promoverão seu site nos resultados dos motores de busca, ajudando a construir a reputação de site de e-commerce consagrado por um longo período.

2- Aumente a qualidade dos visitantes

Fazer isso do modo correto reduzirá a taxa de abandono, aumentará o tempo que os visitantes passam em seu site e renderá mais conversões. Tráfego de qualidade simplesmente quer dizer que os usuários estão encontrando o seu site ou a sua página porque é exatamente o que estão buscando.

Por exemplo, um site que vende camisetas da seleção brasileira pode basicamente ignorar a expressão de busca “seleção brasileira”. Como o objetivo da loja é vender produtos, deve-se usar expressões como “camisetas da seleção brasileira” (Nike vence neste caso) ou “camisas de futebol brasileiro” porque as pessoas que usam essas expressões têm maior probabilidade de realizar uma compra do que usuários procurando expressões mais gerais.

Se você fizer isso corretamente, os usuários permanecerão na sua página por mais tempo porque ela corresponde aos interesses específicos deles. Taxas de abandono serão reduzidas e, à medida que os usuários permanecem em seu site por mais tempo, também clicarão em outras páginas do site.

3- Venda mais produtos por meio de busca orgânica

Você precisa monitorar constantemente o tráfego online para determinar quais os termos que retornam tráfego de alta qualidade. Comece escolhendo um par de termos muito específicos e, à medida que o site crescer em popularidade, expanda o alcance adicionando mais expressões-chave.

Se você tem produtos que não vendem bem, adicione novos produtos que atraiam visualizadores e posicione esses novos produtos em destaque na página inicial. Depois, comece a otimizar palavras-chave no motor de busca para esses produtos.

4- Venda mais produtos por meio de busca paga

Concentre os esforços pago nas palavras-chave de conversão de alta qualidade e elimine palavras-chave geradoras de alto tráfego/baixa conversão. Isso se resume a retorno sobre o investimento (ROI). Se você está pagando pela divulgação com expressões gerais que não trazem taxas altas de conversão, está essencialmente jogando dinheiro fora.

A publicidade de expressões de palavras-chave identificadas na primeira etapa será mais barata porque você terá um número total de cliques menor. Contudo, também será mais lucrativa porque você está atraindo visitantes prontos para comprar.

Essas tarefas podem exigir muito esforço no início, mas, depois de fazê-las corretamente, será muito mais fácil realizar a manutenção. Desde que você permaneça no topo das melhores expressões e palavras-chave direcionadas, o site começará a gerar receita a uma taxa incrível.

Texto publicado anteriormente no Blog da Hubspot Brasil.

Em meio a uma época que vem sendo marcada pelo crescimento do número de empreendedores no marketing digital, conseguir autoridade na internet e aumentar a relevância da sua marca vem se tornando, como já se podia prever, um ponto cada vez mais crucial.

Vários fatores levam a isso. Entre eles está o crescimento de estratégias eficazes, tanto no marketing de conteúdo em si quanto nas práticas de SEO, fazendo valer aquela antiga máxima de que a alta concorrência implica em serviços mais bem prestados ao consumidor final.

Como para os empreendedores o trabalho de conquistar autoridade na internet é árduo, é preciso saber alguns truques. Neste post, você aprenderá alguns passos importantes para construir uma imagem influente na internet, através de estratégias que não são tão difíceis de aplicar. Confira!

Seja uma autêntica “fonte de conhecimento”

Publicar conteúdo online é como escrever uma obra a ser constantemente referenciada em trabalhos acadêmicos. Quando o autor produz um grande trabalho, cuja consistência é tão grande que suas ideologias contribuem para o aprendizado de várias gerações seguintes, a autoridade conquistada é algo que nada e nem ninguém apagará.

E é exatamente isso que os maiores vencedores do mundo digital conseguem ao fornecer conteúdos autênticos, ricos e informativos. Se você possui o conhecimento, não hesite em deixá-lo disponível para quem necessitar dele futuramente. Deixe o seu legado ao público.

Com o tempo existirão muitos concorrentes procurando fazer conteúdos parecidos com o seu, mas o conteúdo que sempre será amplamente consultado e compartilhado é o original. De forma mais poética, podemos dizer que ser semeado é melhor do que ser simplesmente lembrado.

Ensine primeiro e venda depois

Ofertar uma promessa é algo a ser evitado. Além de não passar credibilidade, estratégias dessa natureza estão próximas de ser extintas do marketing digital — a própria concorrência trata de derrubar essas táticas.

Siga os princípios de inbound marketing, que consistem em fornecer conteúdos ricos e educativos para o público. Sem desembolsar nada os leitores passarão a reconhecer você como uma referência no assunto e então se aproximarão, por conta própria, da sua marca.

Lembre-se de que toda autoridade é construída por valores, portanto esse deve ser o seu foco.

Como criar o melhor conteúdo possível

Produza conteúdos específicos sobre determinado tema

Deixemos de lado um pouco o conceito de funil de vendas — que é imprescindível para o planejamento. Você, caro leitor, já parou pra pensar em como deve ser o conteúdo ideal? Muita gente pode supor que as melhores produções textuais priorizam a quantidade de informações, ou seja, textos que sejam o mais informativo possível.

Porém, por mais informações que você tente colocar em um post, sempre faltará alguma coisa. Fora que um tópico sempre leva a outro, e, por fim, o conteúdo se torna complexo e de difícil compreensão. O que fazer então?

A solução é simples: escolha um tema como base e produza uma série de posts relacionados a ele. Isso comprovará o seu nível de conhecimento acerca do assunto e promoverá um aprendizado ainda maior aos seguidores, dois fatores-chave da autoridade na internet.

Lembre-se de não escrever demais: os textos para internet precisam seguir a dinâmica do resto da rede.

Por que o conteúdo autoral é mais importante que o SEO

Trate o networking como algo fundamental

Ampliar a sua rede de contatos profissionais e marcar presença em eventos importantes — você tem ideia do quanto isso reflete no ganho de autoridade na internet? 80% dos grandes executivos do mercado reconhece o networking como estratégia determinante — segundo pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE) —, e os seus benefícios são nítidos para as empresas de menor porte.

Entre as várias posturas a serem adotadas para ter sucesso com networking, uma delas em especial tem muito a ver com ganho de autoridade e também de notoriedade. Trata-se de ser uma “engrenagem” num círculo social, aquele que apresenta as pessoas umas às outras, o ponto a que a maioria recorrerá em situações diversas. Ou seja, ser um influenciador!

Quando você desempenha um papel de influência entre profissionais e empreendedores de uma mesma área, muitas boas oportunidades surgem. Seu nome passa a ter maior credibilidade, outros influenciadores vão citá-lo e recomendar seus conteúdos, e isso vai refletir significativamente no crescimento de autoridade e notoriedade de sua marca.

Considere o SEO como uma prática relevante

As tendências podem acarretar em algumas mudanças no marketing digital, porém, é certo que durante os próximos anos as estratégias de otimização para motores de busca (SEO) continuarão sendo fundamentais para o engajamento de novos leitores.

Se o seu website não estiver bem posicionado nos resultados do Google, será difícil reforçar o peso de sua marca ao público. Deve-se compreender que o ponto de vista do usuário do Google não é igual ao de quem trabalha com marketing e web. Geralmente, as pessoas consideram as páginas posteriores do Google uma colocação entre os sites menos acessados, o que dá a entender que seu conteúdo não é dos mais qualificados.

Portanto, é altamente recomendável continuar desenvolvendo e aprimorando os aspectos SEO de sua página, até porque somente benefícios serão recolhidos.

Como produzir blog posts e descrições de produtos pensando em SEO?

Invista no design

Um ótimo design gera muito mais do que um bom aspecto ao site. Ao investir em design de bom gosto, que seja responsivo e também funcional para o usuário, sua marca demonstrará, acima de tudo, que se importa em oferecer a melhor experiência possível.

Todo mundo — sem exceção — gosta de sites que carregam rapidamente, que tenham uma navegação simplificada (acessar conteúdos em poucos cliques), compatível com qualquer dispositivo e navegador, e, é claro, com um visual atrativo. Vale lembrar que o público se tornará cada vez mais exigente e aqueles que ignoram a importância disso ficarão para trás.

Tenha uma variedade de materiais em diferentes formatos

Em vez de se basear em pesquisas sobre “qual o formato de mídia preferido dos internautas”, procure ser mais abrangente com relação a isso. Faça dos seus conteúdos algo acessível para todos os gostos e necessidades.

Muitas pessoas têm maior facilidade de compreensão assistindo a vídeos, enquanto outras gostam mais de ler arquivos em PDF (como e-books, pesquisas, tutoriais, etc.). Há também o público que prefira webinars por conta da interação em tempo real, assim como os que acham infográficos mais interessantes.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

Em suma e sem ressalvas: conquistar maior autoridade na internet significa se tornar uma referência consolidada, o que só vai acontecer se o maior número possível de gente interessada no assunto tiver acesso aos conteúdos que o seu site promove.

Você quer dar uma repaginada em sua estratégia de conteúdo? Comece com essas dicas

Você não é obrigado a criar ideias originais de conteúdo a cada vez que sentar para escrever. Isso é uma verdade. Estamos programados para pensarmos que, se não formos brilhantes, nossos leitores irão nos abandonar sem pensar 2 vezes.

Mas isso não é de todo verdade. O que nossos leitores estão procurando é conteúdo útil e relevante.

Além disso, é cansativo e demorado tentarmos chegar a novas ideias para cada artigo. Estamos constantemente copiando e retrabalhando ideias e as apresentando como novas, a partir de tendências.

Então, por que não economizar algum tempo e aproveitar uma fonte virtualmente infinita de conteúdo que já está disponível?

Há um grande reservatório de material existente para mergulharmos: a partir de nosso próprio blog e dos influenciadores de nosso mercado, bem como a sabedoria coletiva de nosso público e nossos pares.

Leia também:

Você faz Curadoria de Conteúdo?

Remixando o conteúdo

O reaproveitamento de conteúdo pode ser muito útil e inteligente para o nosso negócio. Aqui está o por que:

  • É eficiente. Planejar e reutilizar seu conteúdo vai ajudar você a redirecionar conteúdo em diferentes formatos para diferentes canais.
  • Ele combate a distração. Leitores online têm se desgastado em suas leituras e são facilmente distraídos. As possibilidades são que apenas um pequeno percentual de leitores realmente leem seus posts.
  • Ele constrói relevância de SEO. Quando as suas táticas de SEO e marketing de conteúdo trabalham em conjunto, adaptar conteúdos significativos significa mais oportunidades de atrair tráfego.

Então, abrace o remix de conteúdo. Aqui estão algumas ideias para como usar o remix para criar conteúdo matador.

remix

1- Reorganize seus posts mais longos

Qualquer coisa de suas obras de arte anteriores têm a ver com isso, como e-books, estudos de caso ou white papers.

Divida-os em pedaços menores para colocá-los em seu blog, newsletters ou mini posts em mídias sociais.

2- Reescreva um post popular

Você pode modernizar um post popular com novas informações, estatísticas, infográficos, ou qualquer outra informação relevante para torná-lo mais atraente para seus leitores hoje.

3- Crie transcrições de outros meios de comunicação

Isso pode ser feito a partir de seminários, entrevistas e podcasts antigos, como uma série de novos artigos do blog e mini posts para as mídias sociais.

4- Pegue um post antigo e transforme-o em uma nova mídia

Crie um infográfico ou uma apresentação de slides para recontar seu post em uma mídia diferente.

5- Crie uma série de podcasts ou vídeos

Isso pode ser feito com base em seu conteúdo antigo para tocar um público que prefere um formato de áudio ou visual.

podcast

6- Faça uma lista de posts antigos

Encontre um tema em suas mensagens que receba uma boa resposta e faça um pequeno resumo de seus melhores posts de uma determinada categoria.

7- Crie uma série de temas populares

Use o Google Analytics para determinar seus posts mais populares, e em seguida faça um acompanhamento com um guia ou post com base no seu material original.

8- Use as atualizações

Se as informações em seu campo são suscetíveis de mudanças rápidas, os posts mais antigos precisam ser atualizados.

Aproveite a oportunidade de criar um novo post incorporando as atualizações para tornar as coisas mais atuais.

9- Destaque as postagens populares na barra lateral do seu site

Você pode compilar um post de melhores, no final do mês, trimestre, semestre, ou ano e mostrar o material que seus leitores acharam mais úteis, divertidos ou informativos.

10- Crie um evento

Reutilize o conteúdo de antigos posts para transformá-los em um webinar ou criar uma mini série a partir de seu material.

11- Use os comentários de seus leitores

Use as mensagens mais engajadas dos leitores nos comentários, reclamações, perguntas e crie um post de acompanhamento.

Isso se aplica igualmente aos tweets e comentários do Facebook, ou qualquer interação nas mídias sociais.

12- Crie posts do que fazer e do que não fazer

Mais uma vez, use a capacidade de resposta de seu público ao material original e escreva um post sobre as melhores práticas.

13- Compile as mensagens relacionadas sobre um tema

Isso pode ser feito em um e-book ou uma mini-série de posts como um presente ou incentivo para interessar novos leitores.

14- Dê voz aos influenciadores

Descubra o que os especialistas em seu mercado têm a dizer sobre o tema e crie um post em torno disso.

Use essas opiniões para apoiar um post original, ou estabelecer sua posição perceptiva como um especialista.

15- Use o Throwback Thursday para reviver um post

O Throwback Thursday é uma brincadeira em que pessoas e empresas compartilham algo referente ao passado.

Mas, isso pode ser feito como artigos que tenham tido uma boa receptividade do seu público.

Para gerar interesse, poste um link com a hashtag #TBT no Twitter, Facebook e Instagram com uma breve explicação sobre porque os posts foram bem recebidos.

ttb

16- Use os posts antigos para criar mini posts

Pegue seções de seus posts antigos e faça mini posts sobre seus assuntos nas mídias sociais. Isso gera intriga e curiosidade, muito parecido com um teaser de um filme.

17- Destaque os aspectos únicos de um post antigo

Remodele-o, expandindo o conteúdo de fora do comum, como “o segredo por trás de…”, ou “a chave para” o post.

Agora você já sabe o que fazer

Como você pode ver, há muitas maneiras de reciclar o seu assunto antigo em ideias novas em conteúdos úteis. Com todo o esforço que você coloca na criação de seu conteúdo original, faz sentido tirar proveito do reaproveitamento.

Então, poupe seu tempo e supere a ansiedade de estar constantemente tentando ser original, revisitando o seu velho material e dando vida nova a ele, com umremix.


Este artigo foi adaptado do original, “17 Ideas On How To Do Clever Content Marketing”, do blog do Jeff Bullas. Texto anteriormente publicado no Pulse do LinkedIn.

Já tem em mãos um bom conteúdo para publicar na página da sua empresa no Facebook e transformar seguidores em clientes? Agora, é preciso saber distribuí-lo. Não tenha pressa em postar tudo: controle sua ansiedade e faça um rápido planejamento do que irá ao ar.

Para te ajudar a elaborar seu cronograma, trazemos algumas dicas práticas e que farão toda a diferença:

Identifique os melhores dias e horários

Toda rede social tem momentos de maior alcance, em que os usuários estão mais disponíveis ou dispostos a navegar e interagir. Não há um dia/horário oficial, já que essas tendências mudam o tempo todo, mas um estudo da HubSpot sugere que o ideal é fazer suas publicações entre 13h e 15h.

Aderir a isso, contudo, depende muito da sua demanda. Se você possui três conteúdos para um mesmo dia, por exemplo, condensá-los nessa estreita faixa de horário fará com que cada um perca seu próprio “destaque”.

Portanto, a princípio procure publicar em períodos diferentes: manhã/tarde/noite nos dias comerciais e finais de semana. Apenas o seu público dirá quando acontecem as melhores oportunidades: experimente vários horários e veja quais trazem maior retorno.

Distribua os temas

Ao distribuir diferentes conteúdos entre suas faixas de publicação, procure manter a página diversificada. Agrupe os posts em diferentes categorias, pensando em quais personas e objetivos você deseja atingir com cada uma delas. Vale se perguntar:

  • Esse conteúdo é para quem já curte minha página ou para incentivar outros a fazerem isso?
  • Qual informação é trazida: apresentação de produto, notícia, resposta a uma pergunta ou outra coisa?
  • Qual o formato desse conteúdo: vídeo, imagem ou texto?
  • Ao clicar no link, para onde o usuário será redirecionado? Que tipo de conversão espero dele nessa landing page?

Com essas respostas em mente, separe cada conteúdo e certifique-se de intercalar a publicação das categorias. Você pode, por exemplo, publicar um vídeo pela manhã, uma apresentação de produto à tarde e uma notícia com imagem à noite. A dica é nunca postar o mesmo tipo de informação/formato repetidamente.

Crie um calendário

Uma ferramenta que faz toda a diferença nesse “controle” de publicações é o calendário. Ele pode dar uma visibilidade muito maior aos conteúdos que você pretende lançar e garantir que tudo vá ao ar no momento mais adequado.

Há várias formas de fazer o seu: separando por dia/horário, formato, assunto, link acionado, etc. Analise como você se organiza mentalmente a respeito da demanda e tente montar seu calendário da forma mais intuitiva possível.

Como base, você pode usar o Google Calendar, uma tabela do Excel ou mesmo o Trello.

Programe as publicações

Calendário montado? Agora, vamos programar todos os posts no Facebook para ganhar tempo e impedir que possíveis imprevistos atrasem suas publicações.

Programar post 1

A primeira coisa a fazer é acessar sua fanpage. Feito isso, insira o post no espaço adequado, clique na seta ao lado de “Publicar” (1) e depois em “Programar” (2) .

Programar post 2

Na janela que se abre, ajuste o dia (3) e o horário (4) nos quais sua publicação deverá ir ao ar. Por fim, clique em “Programar” (5) e pronto! Você verá seu post agendado em rascunho.

Tudo certo?

Você já planejou e programou os posts da página no Facebook, mas seu trabalho continua: o próximo passo é acompanhar a resposta do público e ver como tudo está funcionando na prática. Verifique se os períodos escolhidos foram bons, se a distribuição de conteúdos está agradável e se os usuários realmente interagem com você. Faça alterações constantes e não tenha medo de experimentar coisas novas!

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

O sucesso de uma loja virtual é resultado de um conjunto das ações, que fazem o e-commerce ser encontrado pelo usuário e que este realize todo o processo de compra. Nessa lista de fatores que levam ao sucesso, não pode faltar a atenção ao cadastro dos produtos que serão vendidos no espaço virtual.

Essa etapa interfere diretamente em pelo menos duas situações: no aspecto visual – a home do e-commerce é como a vitrine do negócio – e com o Search Engine Optimization (SEO) da página, ou seja, faz com que a loja virtual seja facilmente encontrada em meio a tantos outros e-commerces.

Não é difícil ver erros de cadastro do produto. Cadastrar produtos no e-commerce é tão importante quanto os demais procedimentos e influencia diretamente na decisão de compra. Cadastrar produtos não é tarefa difícil, mas exige atenção. Por isso, estas cinco dicas para evitar erros e ter um e-commerce de qualidade são fundamentais. Veja:

Descrição

É a descrição do produto que ajuda o usuário a “ver e tocar” no produto que pretende comprar, por isso é preciso dar atenção à ela. Que sensação você quer despertar no usuário?

Produza conteúdos originais e atrativos e leve em conta palavras com mais relevância para os buscadores. Aqui também é importante dar atenção aos detalhes, curiosidades sobre o produto anunciado, além das especificações técnicas.

Leia também:

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

Erros gramaticais

Não adianta o conteúdo ser atrativo e original se ele contiver erros de português.  Infelizmente é comum ver gafes como mais no lugar de mas, problemas na conjugação dos verbos haver e fazer, entre outros.

Na dúvida, consulte um dicionário ou uma gramática ou ainda substitua as palavras que você tem dificuldade por outras mais conhecidas.  Se necessário, peça para algum colega revisar os textos.

Padronização

Estabeleça uma padronização para cadastrar os produtos. Isso facilita a vida do usuário que está realizando uma busca e melhora o posicionamento da marca entre as páginas. Aqui é importante definir categorias e subcategorias. Para isso, crie uma estratégia comum aos produtos, a fim de facilitar a localização deles. Atenção ao agrupá-los.

Mais sobre o assunto:

Como aumentar as visitas das páginas de categoria do e-commerce com SEO

Nomes

Por falar em localização, por qual nome você buscaria um produto dentro de um e-commerce? Pense nisso na hora de fazer a nomenclatura dos produtos. Nada de criar nomes mirabolantes. Precisa ser objetivo e até mesmo óbvio.

Imagens

Você se lembra do ditado “a primeira impressão é a que fica”?  E do outro que diz que “uma imagem vale mais que mil palavras”? Pois é, a imagem é uma das primeiras características vista pelo consumidor, portanto, capriche na foto. Pense no tamanho dela, resolução e proporções. Valorize seu produto, mostrando todos os lados.

Como fazer boas fotografias de produtos e aumentar suas vendas

Esses são os principais cuidados ao cadastrar os produtos na loja virtual. Na dúvida, a dica é se informar e, se achar necessário, procurar a ajuda de profissionais que sejam especializados em e-commerce e já tenham experiência no mercado.

Para quem administra um blog, site ou e-commerce é compreensível a preocupação em colocar suas páginas nos primeiros lugares nas pesquisas feitas nos buscadores. As técnicas de SEO vão ao encontro desse objetivo.

Antes de irmos para a prática, vale ressaltar que SEO não é só produzir conteúdos e preparar páginas para os mecanismos de busca. Você não escreverá somente para o Google entender, mas sim para entregar aquilo que os usuários do Google estão buscando. Ora, se a preocupação dos buscadores é atender as expectativas do público, seu site deve ser estruturado pensando nos robôs e, principalmente, nos seus consumidores.

Para que o SEO não seja um problema e sim solução para os seus textos, preparamos uma sequência com 6 dicas que farão suas páginas aparecerem no topo do ranking das pesquisas.

1- Pesquise as palavras-chave

Você talvez já tenha ouvido falar que as palavras-chave são essenciais para qualquer otimização baseada em SEO, não é mesmo? Então, essa é uma premissa verdadeira. Contudo, seus textos não precisam ser totalmente focados nas palavras-chave.

É importante escolher termos que costumam ser usados pelo seu público-alvo nos campos de pesquisa dos buscadores. Para isso, use ferramentas como o Keyword Planner e o Google Trends para conferir as palavras-chave mais lembradas na sua área e quais são as tendências de utilização.

2- Crie conteúdo original e de qualidade

Esse costuma ser um problema nas descrições de produtos, pois em muitos e-commerces é normal ver esse trecho copiado dos sites dos fabricantes. O Google, assim como os outros buscadores, entende isso como uma duplicação, o que pode prejudicar o ranqueamento dessas lojas virtuais as quais não se preocuparam em escrever diferente.

Além de produzir textos próprios, mesmo que falem da mesma oferta, é importante ser bem informativo, ajudar o público e mostrar que sua empresa entende daquele assunto.

Os problemas de ter conteúdo duplicado no e-commerce e como resolver

3- Faça títulos irresistíveis pensando no SEO

O título de uma página deve ser a última coisa a ser produzida para ser a primeira que entrará em contato com o público. As pessoas verão seus títulos logo de cara assim que fizerem uma pesquisa nos buscadores.

Logo, você precisa prometer algo valioso, criar um senso de urgência, desafiar o leitor, chamar a atenção das pessoas e, principalmente, exibir a palavra-chave escolhida para os mecanismos de busca saberem do que se trata seu conteúdo.

4- Deixe seus textos fáceis de serem lidos

Em blog posts, especialmente os que possuem mais conteúdos, é importante facilitar a leitura para os motores de busca e para as pessoas.

Os buscadores precisam das palavras-chave (com variações de plural, sinônimos, etc.) espalhadas no texto, nos intertítulos (h2, h3, etc.) e no nome das imagens (palavra-chave-descriçãodaimagem.jpg). O público precisa de um visual mais limpo, com textos divididos em blocos, parágrafos curtos, termos importantes destacados em negrito, uso de imagens e vídeos para apoiar a compreensão do conteúdo.

5- Inclua a palavra-chave nas descrições de produtos

Ao chegar à página de uma oferta, a descrição que acompanha a imagem do produto deve ser curta, objetiva e oferecer um argumento matador para convencer o cliente da compra.

É recomendado escrever e destacar as palavras-chave em negrito nesse pequeno texto, para reforçar a referência da página para os motores de busca. As imagens dos produtos devem ter suas tags alt preenchidas com descrições em poucas palavras das fotos, assim como o uso da palavra-chave no nome dos arquivos.

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

6- Faça descrições detalhadas

Descrições de produtos mais completas e detalhadas são importantes para gerar mais informação e conteúdo para as páginas de produtos. Quando uma página possui pouco texto, os buscadores costumam posicioná-la pior nas pesquisas. Portanto, aproveite este espaço para dar detalhes técnicos das ofertas, falar dos seus benefícios, expor comentários de outros clientes, etc.

E aí, o quanto essas dicas de SEO serão úteis para o seu e-commerce e seu blog? Você já praticava alguma dessas ações e não sabia que elas poderiam melhorar o ranqueamento do seu site na internet? Conte nos comentários!