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São milhares os empreendimentos que vêm sofrendo com as adversidades geradas pela crise financeira que há tempos assola o âmbito nacional. E não há setor que não tenha sido balançado com as retrações, restrições de investimento e baixa nas vendas. Frente ao difícil cenário, muitos gestores vêm enfrentando dificuldades para vender mais na crise.

Embora seja uma tarefa complicada, atingir tal mérito é perfeitamente possível com uma gestão organizada e com a tomada de uma série de medidas que podem ser muito eficazes para vencer a retração e aumentar as conversões.

Confira neste artigo 8 dicas sobre como alavancar as vendas em tempos de crise financeira.

1- Invista no marketing direcionado

Não é incomum nos depararmos com PMEs insatisfeitas com os retornos sobre seus investimentos em publicidade. Embora o poder de compra dos consumidores esteja baixo, as necessidades básicas e desejos persistem, mas a cautela em atingir o alvo correto deve ser maior ainda nesta época de incertezas.

Afinal, o marketing indireto costuma ter baixa taxa de prospects em tempos comuns. Na crise, o ROI é ainda menor. Frente a concorrência — que aumenta consideravelmente neste caso —, o papel do marketing direcionado torna-se ainda mais essencial. Os clientes estarão mais retraídos, desta forma, é preciso minerar o público de forma inteligente para vender seu peixe primeiro.

2- Use um CRM efetivo

A experiência de compra vai muito além de pagar barato e muitos clientes elevam este fator acima de qualquer outro, inclusive preço. Assistir bem o cliente requer um excelente trabalho tanto na fase pré, quanto na pós-compra, e um plano de CRM (gestão de relacionamento com o cliente) é uma das melhores formas de conseguir isso.

Enviar um newsletter com produtos de interesse, lembrar sobre um carrinho abandonado, procurar entender as dificuldades dele com o uso de algum produto, coletar sugestão de otimizações de uma determinada solução e solicitar uma avaliação do nível do seu atendimento e entrega do produto são algumas práticas que compõem um bom plano CRM.

3- Inove constantemente

Ok, inovar é um importante passo em qualquer momento, porém, ele se torna ainda mais indispensável na crise. Oferecer sempre “mais do mesmo” não resolverá a situação em tempos de poder de compra limitado.

É essencial analisar o cliente e entender suas dificuldades. Sejam estas com o seu produto ou o seu concorrente, bem como suas necessidades. Tendo estas duas informações, desenvolver uma solução personalizada e diferenciada torna-se um processo mais fácil e rápido.

4- Analise as informações do negócio

Será que a sua estratégia comercial está adequada e gerando clientes a partir dos leads? E o ROI (Retorno sobre Investimento) do seu marketing? Seu público-alvo está sendo atingido? Se os resultados forem positivos, excelente, caso contrário, será necessário mudar de estratégia. No entanto, para tomar a direção certa, é preciso analisar as informações.

Marketing, financeiro, comercial, efetividade do suporte, rapidez na entrega e muitos outros fatores devem ter seus resultados analisados frequentemente para mensurar o retorno de seus investimentos. Adote KPIs (indicadores) precisos para cada setor, de forma a analisá-los e saber quando e se é a hora de alterar suas estratégias de negócio.

5- Corte os custos

Muitas PMEs acabam não notando que, em determinados momentos, estão rodeadas de processos desnecessários ou que poderiam ser automatizados, ou ferramentas demasiadas que poderiam ser integradas em uma solução mais econômica e efetiva.

Neste ponto, o auxílio do setor de TI pode ser muito bem-vindo. Por exemplo, caso cada um dos seus setores utilize um software de gestão específico, analise a possibilidade de descartá-los e utilizar uma solução integrada, como um ERP (Planejamento de recurso corporativo).

Além de reduzir gastos com licença, manutenção e atualização de software, o uso do tempo é otimizado e os processos administrativos tornam-se mais ágeis.

6- Qualifique a sua equipe

A visão de negócio é essencial para obter do seu empreendimento o resultado que você almeja, mas comumente, as equipes de trabalho acabam não tendo esta mesma visão ou preparo em virtude da falta de treinamento e definição de métricas claras e precisas.

Integre a comunicação com a sua equipe. Defina objetivos, métodos de conduta e políticas precisas, de forma que todos saibam o que estão buscando e como devem fazer isso. Desta forma, os processos ganham força e a possibilidade de conquista de uma meta torna-se maior.

7- Acompanhe as tendências do mercado

Moda, necessidades, preferências, gostos e desejos. Tudo muda. As preferências dos clientes costumam ser voláteis, ou seja, relativas e influenciáveis por diversos fatores. Para maximizar as vendas através do desenvolvimento de soluções diferenciadas, você deve estar atento a este tipo de mudança.

O que em um determinado período é sensação, em outro já pode ser obsoleto, e se você não estiver atento a isso, pode deixar de efetuar muitas vendas por estar desatualizado em relação ao mercado. Acompanhar tendências é uma prática muito importante para manter e maximizar a cartela de clientes, além de ser uma das vertentes para a inovação.

8- Dê atenção às novas tecnologias

Seja qual for o seu segmento, é necessário aceitar que quanto mais tecnologias estiverem empregadas nos processos do seu empreendimento, mais ágeis e precisos eles serão. Ferramentas, sistemas e outras tecnologias surgem com grande frequência no mercado, e é preciso estar atento a isso para otimizar o seu negócio sempre que possível.

Seja uma nova solução em software mais barata e mais eficaz, um novo equipamento mais potente para a sua rede de internet ou qualquer outra novidade do gênero. Independentemente da sua área de atuação, é essencial estar atento aos upgrades.

Bônus – Saiba que vender mais na crise pode ser mais prático do que se imagina

Embora coloque medo quando a questão em pauta é investir e inovar, é preciso ter em mente que a palavra da vez, embora pareça clichê, é justamente essa: inovação. Se estagnar em tempos amenos já é uma atitude que pode ser bastante prejudicial para o seu sucesso, imagine em meio a uma forte crise financeira.

Vender mais na crise pode ser um processo bem mais simples do que se imagina, basta que o empreendimento seja gerido de forma organizada e que o planejamento esteja sempre em pauta.


Mais sobre o assunto? A E-bit e o Profissional de E-commerce montaram este guia entrevistando 9 profissionais que são referência no mercado:

Como o profissional de e-commerce de sucesso enfrenta a crise

Na tempestade uns erguem muros outros constroem moinhos! Sempre que surge a crise esta frase aparece. Outra recorrente, mais moderna e meio “mimimi” fala que “onde uns choram outros vendem lenço”.

Ok! Você pode não estar tão otimista em melhorar sua operação de e-commerce na crise. Isto é totalmente compreensível diante do cenário político e econômico do país. Mas uma coisa é certa, a crise inevitavelmente nos faz olhar muito mais para dentro do que para fora, e isso se bem feito pode ter efeitos muito benéficos à sua empresa.

A história é recheada de exemplos maravilhosos de empresas que estiveram a beira da falência e ao repensar, deram a volta por cima com tal força que retomaram a liderança em seus segmentos melhores do que nunca.

Estou falando de nomes como Apple, Harley Davidson, Toyota e Lego. Que hoje para nós pode ser estranho pensar que já passaram dificuldades.

Nossa intenção com este guia, foi sair à campo e saber o que executivos e consultores de sucesso no e-commerce estão pensando e agindo em um ano de grande desafio. Iniciamos com alguns números de mercado compilados pela E-bit, e ao final, para facilitar, fizemos um rápido resumo dos principais pontos destacados em seus textos.

Pode parecer pretensioso, mas acredito que eles podem sim, despertar insights valiosos para neste momento de introspecção lhe inspirar e por que não dizer,  ajudá-lo montar seu moinho. Vamos lá?

Como o profissional de e-commerce de sucesso enfrenta a crise

Com o cenário político-econômico incerto, o consumidor brasileiro assumiu um perfil mais conservador e passou a ponderar com atenção redobrada o que deve ser levado para casa. O reflexo da crise está no recuo histórico de 4,3% das vendas do varejo restrito no país – que exclui veículos, materiais de construção e combustíveis – no ano de 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que acompanha os índices desde 2001.

Na contramão da crise, entretanto, as vendas online registraram um faturamento de R$ 41,3 bilhões, no ano passado, o que representa um crescimento nominal de 15,3%, se comparado a 2014, de acordo com a E-bit/Buscapé. Veja os números completos do mercado de e-commerce em 2015:

E-commerce mantém crescimento em 2015

Dentre os fatores que contribuíram para o resultado positivo, está a compreensão dos brasileiros com relação aos benefícios do consumo online, que permite uma rápida e eficiente comparação de preços e, consequentemente, uma compra com melhor custo-benefício.

Desta forma, o terreno fértil para o comércio online no Brasil tornou-se um grande atrativo também para startups europeias de tecnologia. O grupo alemão Rocket Internet, que funciona como uma incubadora de empresas emergentes, já trouxe para o país nomes conhecidos, como Dafiti (2011), Cuponation (2012) e permaneceu investindo, com a abertura da Vaniday em 2015, entre outros.

A gigante Axel Springer, uma das maiores editoras digitais na Europa, foi outra que apostou no país com o investimento nas versões brasileiras de Zanox (2011), Guiato (2012) e UmSóLugar (2014).

Como consequência da maré de oportunidades trazida pelo aumento das vendas do varejo online houve a popularização dos marketplaces e plataformas de e-commerce. O surgimento de centenas de novas empresas no setor, por sua vez, gerou maior competição entre os concorrentes, exigindo mais profissionalismo e excelência operacional para oferecer uma boa experiência aos usuários, tanto no momento da compra quanto no pós-venda.

Mobile Commerce

No Brasil, a chegada dos smartphones mudou o comportamento dos consumidores, que passaram a usar o dispositivo móvel como um dos principais caminhos para acessar o produto ou serviço desejado. Ainda de acordo com a E-bit, em 2015, o acesso via dispositivos móveis em lojas virtuais no país foi de 35%.

Isso significa que, em mais de 1/3 do tempo em que os consumidores navegam em lojas virtuais, eles já estão utilizando smartphones ou tablets. Ademais, o ano foi marcado por mudanças no algoritmo da Google, que passou a privilegiar os sites mobile friendly, justamente em decorrência do aumento do acesso por meio de smartphones.

Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Sobre o futuro

Crise também pode significar oportunidade, principalmente no que diz respeito a varejo online. Para garantir sucesso durante a fase turbulenta que a economia nacional atravessa, é importante que as empresas invistam mais em tecnologias que atendam a demanda atual e valorize ainda mais a importância de um bom relacionamento com seus clientes em todas as fases de um processo de compra.

Eficácia e excelência nesse relacionamento podem garantir não somente estabilidade nas finanças da companhia, mas também a fidelização de seu público.

Veja também:

Como o profissional de e-commerce de sucesso enfrenta a crise?

Quem vende pela internet sabe que o “custo da fraudedeve estar sempre embutido no risco do negócio – afinal de contas, no caso de compras realizadas com cartões de crédito roubados, é o lojista que arca com o chargeback (o estorno, a devolução do valor da venda ao cliente que contestou aquela compra).

Hoje em dia é considerado “saudável” um e-commerce que possui uma taxa de fraude inferior a 1% do faturamento, mas este não é o único dado com o qual você deve se preocupar.

Chargeback: o mal, o remédio e a esperança de cura!

Os prejuízos causados pela fraude podem ir além do dinheiro ou do produto perdido. O chargeback é apenas a primeira e a mais óbvia consequência do golpe online. Há outras “camadas” que podem comprometer muito mais que um 1% do seu faturamento ou causar danos muitas vezes irreparáveis para o seu negócio.

Por este motivo, listei os cinco principais problemas que a fraude pode causar, além do chargeback:

1- Você começa a ter dores de cabeça

Lidar com os contratempos causados pela fraude é complicado. Você terá que destinar (ou contratar) funcionários para resolver todos os problemas relacionados a conciliação, contestação, auditoria, recuperação e estorno.

São vários “incêndios” que surgirão em sua empresa e que precisarão ser apagados, atrapalhando a sua operação. Além disso, para proteger o seu negócio, por instinto você poderá ficar mais rígido e exigente no momento da aprovação de pedidos e acabar negando mais vendas.

Ou seja, a partir do momento em que a fraude se torna um problema mais grave para a sua loja, você gasta uma quantidade considerável de tempo e dinheiro para contornar esse “sangramento”, em vez de investir esses recursos em atividades que trarão mais receita.

2- Você fica sujeito a multas muito altas (e em dólares!)

Ao perceber que o seu e-commerce começou a sofrer um alto volume de fraudes, superando a taxa aceitável de 1% ou outras métricas pré-determinadas, as adquirentes de cartão de crédito podem incluí-lo em um programa de chargebacks.

Por este motivo, a loja inicialmente é notificada e, se não corrigir o problema dentro de um período de tempo específico (em torno de três meses), começa a receber multas das operadoras de cartão de crédito.

Essas cobranças são feitas em dólares e são progressivas, tornando-se cada vez mais severas com o passar dos meses. Em alguns casos, o comerciante pode sofrer uma punição de até US$200 por cada chargeback recebido (fora outros encargos e o prejuízo das mercadorias enviadas para os criminosos que conseguiram fazer compras com cartões roubados).

Para deixar o programa de chargebacks, o e-commerce deve retornar ao patamar de fraudes considerado “aceitável” e permanecer nele por alguns meses.

3- Você pode ser descredenciado das adquirentes

Pois é! Se você permanecer por muito tempo no programa de chargebacks e não conseguir recuperar a “saúde” do seu e-commerce, pode perder o direito de receber pagamentos de cartões de uma determinada bandeira (ou de mais de uma).

Já pensou o estrago que isso causaria? Não é difícil calcular, considerando que a média das transações realizadas com cartão de crédito no e-commerce é de 75% e que as empresas Visa e MasterCard, juntas, detêm mais de 90% das transações.

4- Os bancos podem recusar suas vendas

Os bancos não possuem um programa de chargebacks, mas têm uma espécie de score para a reputação das lojas, que influenciam na taxa de aprovação das vendas que passam por essas instituições.

O aumento das fraudes impactará diretamente o score no seu e-commerce, e a sua taxa de aprovação cairá. Os bancos, para se protegerem e resguardar os seus correntistas, passarão a negar os pedidos que vierem da sua loja.

Pense: quanto maior o número de pedidos você tiver, mais relevante será o impacto desse score bancário.

5- O consumidor pode ter medo de comprar com você

“Meu cartão foi clonado e fizeram uma compra de R$ 1.500 na Loja XPTO, acredita? ”. Nós já ouvimos isso, e acredito que você também. Mas você já parou para analisar essa situação?

A Loja XPTO foi apenas o lugar na qual o cartão clonado foi usado, e é bem provável que ela não seja a verdadeira culpada pelo vazamento dos dados. Considerando que o cliente solicitou o chargeback e será ressarcido, a Loja XPTO também se torna a maior vítima dessa história.

Mas aquele consumidor acabou tendo uma experiência tão ruim ao ser vítima de um golpe que os termos “cartão clonado” e “Loja XPTO” ecoarão por tanto tempo que é bem possível que ele tenha receio de fazer uma compra nessa loja no futuro e ter o seu cartão clonado, novamente.

Pior: ele pode compartilhar esse medo com amigos e familiares, que também pensarão na hora de finalizar a compra no seu e-commerce. Diante deste fato, a sua marca ficará desgastada junto ao consumidor, e você ainda poderá perder vários outros clientes.

6- E o que você pode fazer?

Diante desses fatos, a melhor maneira que os lojistas têm para enfrentar a fraude no e-commerce é prevenir-se dela. Reverter um chargeback não é uma tarefa impossível, mas muito difícil. E a solução de todos os problemas que listamos aqui também exigirão uma parcela considerável de tempo, energia e orçamento, o que atrapalhará de maneira significativa a sua operação.

Prevenir-se deste tipo de golpe consiste, especialmente, em proteger o seu e-commerce com o antifraude que mais se encaixe com as suas necessidades e expectativas. Há diversas alternativas disponíveis no mercado, inclusive tecnologias que conseguem detectar compras suspeitas por meio da inteligência artificial na análise de risco.

Resultado reforçou a tendência de crescimento no uso de mídias digitais e dos aplicativos pelo público mais jovem

Com o objetivo de mapear o perfil dos consumidores que já entraram em contato com alguma empresa ou órgão regulador para efetuar uma reclamação, o Centro de Estudos e Tendências da Atento em parceria com o Centro de Inteligência Padrão realizou recentemente uma pesquisa inédita sobre a gestão das reclamações feitas pelos consumidores brasileiros. Além de empresas de 13 diferentes setores, foram entrevistados 552 consumidores de todo Brasil, sendo 53% mulheres e 47% homens. A amostra abrangeu a população com idades entre 18 e mais de 60 anos.

O levantamento constatou que o canal mais utilizado pelos consumidores para reclamar ainda é o telefone (76,3%), seguido pelo e-mail (46,2%), ambos oferecidos por 100% das empresas sondadas.

Entre os que preferem as chamadas telefônicas, 47,8% atribuem a escolha à possibilidade de argumentação e 45,9% ao fato de poderem conversar diretamente com um atendente, sendo que este canal tem o maior índice de resolução se comparado aos demais (78,5%).  O e-mail, apesar de ser o segundo colocado na preferência dos consumidores, apresenta um índice de resoluções menor (62,4%) considerando que 33,9% das mensagens não são respondidas pelas marcas.

A preferência pelo atendimento telefônico é maior à medida que a idade aumenta, ao contrário do que ocorre com os chats corporativos, utilizados com maior frequência pelo público mais jovem e que, na opinião dos entrevistados, ficam em segundo lugar em efetividade, com 74,5% de resoluções, apesar de serem utilizados por somente 23% do total de reclamantes. Além disso, 50% dos consumidores com idades entre 18 e 34 anos tendem a utilizar canais digitais que vão além do chat, como mídias sociais e aplicativos WhatsApp e Viber.

“Este resultado reforça ainda mais que os aplicativos devem revolucionar a interação das empresas com seus públicos, tornando as relações mais eficazes por meio de uma maior automação, com interação direta e contínua entre o solicitante e a empresa”, afirma Regis Noronha, diretor-executivo de Estratégia e Marketing da Atento. “Com o crescimento massivo no uso das redes sociais e aplicativos pela nova geração, a multicanalidade passa a ser uma oportunidade de negocios e não apenas um diferencial de atendimento”, complementa.

O papel das redes sociais na gestão da reclamação

O estudo revelou que 75% dos entrevistados acreditam que, em um futuro próximo, os meios digitais serão mais utilizados na hora de reclamar sobre algum produto ou serviço. Destaque para as redes sociais, que na avaliação de 25% deverão receber a maior parte das reclamações devido à grande visibilidade que propiciam. Segundo o diretor-executivo da Atento, “quanto mais digital o mundo se torna, mais canais de relacionamento surgem, exigindo cada vez mais inovação por parte das companhias, independente do setor de atuação”.

Os consumidores que utilizam as mídias socias para registrar sua reclamação o fazem acreditando que terão maior visibilidade e isso auxiliará na resolução do problema. 90% dos que recorreram a este canal notaram que o tempo de resolução foi inferior em comparação com outros meios.

Por parte das marcas, atualmente, cerca de 82% atendem as solicitações registradas nas redes sociais e 92,4% afirmam que realiza algum tipo de monitoramento destes canais. Já quando o assunto é futuro, os resultados revelaram que 55,3% das companhias já estão se preparando para investir na melhoria das relações por meio das mídias sociais. Outros dois canais que serão foco para novos aportes são os chats (para 60,5%) e os aplicativos próprios (para 57,9%).

Atendimento vs. Fidelidade

A pesquisa também procurou conhecer os motivos que fazem o consumidor a desistir de uma marca. Segundo 80% dos entrevistados, o atendimento ruim é o fator que mais impacta na percepção negativa de uma empresa. Não disponibilizar um canal de relacionamento ágil e eficiente, demorar a responder e-mails ou queixas em redes sociais e subestimar o problema equivalem a perder público.

Para 32%, o que mais os desencanta é perceber que está pagando mais que um cliente novo, enquanto 15% ficam descontentes ao não tomarem conhecimento de ofertas ou mudanças na composição do produto/ fornecimento de serviço.

Segundo o especialista internacional em relações de consumo e comportamento dos consumidores, Roberto Meir, o cliente gosta de se sentir valorizado.

“Os consumidores precisam sentir que são lembrados e beneficiados pela empresas. Atualmente, as pessoas valorizam mais o bom atendimento do que o próprio preço diferenciado”, afirma o especialista.

O estudo ainda apontou que a qualidade dos produtos ou serviços é essencial para garantir a fidelização do consumidor. 72% da amostra afirmou que qualidade é fundamental, seguida tratamento especial (39%), aviso antecipado de promoções e novidades (10%) e outros (8%).

A relação com os órgãos reguladores

A maioria dos consumidores (96%) declarou conhecer os órgãos reguladores e de proteção. Destes, 63% já abriu algum processo com o apoio de tais instituições. A percepção desse público (82%) é que os problemas com as empresas só são resolvidos quando o órgão é acionado. Os principais motivos das reclamações são:

1- Cobrança indevida (70,7%)
2- Má qualidade do serviço ou produto (47%).

De acordo com Roberto Meir, a maioria das pessoas prefere resolver os seus problemas diretamente com a empresa.71,5% dos consumidores só recorrem aos órgãos reguladores em último caso, ou seja, quando eles sentem que há mais esperança em resolver o problema de forma amigável com a empresa. Para se ter uma ideia, 34,8% dos entrevistados só recorrem a outros meios após cinco tentativas de contato com a companhia”, explica.

Para os que nunca acionaram esses meios, a demora para falar com os órgãos é o principal motivo que os impedem de abrir um processo. Segundo 48% dos entrevistados, o contato com as instituições é muito demorado. “Ainda assim, 26,4% dos clientes preferem acionar um órgão regulador. Neste caso, eu recomendo a utilização do portal consumidor.gov.br, o portal mais democrático para empresas e consumidores”, finaliza Meir.

Confira 7 motivos para implantar uma estratégia de big data na sua empresa.

1- Mais informações

Falar em analisar dados clássicos de analytics, jornada de um consumidor dentro de um site e etc, não seria nenhuma novidade. Quando falamos que o big data traz mais informações, estamos falando de garantir um conhecimento profundo sobre a audiência, os concorrentes e o mercado.

2- Tomada de decisões

Com tantas informações disponíveis será quase impossível tomar uma decisão errada. Dali para frente, as decisões serão tomadas com mais segurança e com a certeza dos resultados que trarão.

3- Marketing digital

Trazendo o big data para o marketing digital, com as milhares de informações disponíveis, será possível conectar-se individualmente com os internautas e conhecê-los. Viabilizando projetos como: personalização de site e de ofertas.

4- Reduzir custos

Principalmente em tempos de crise, as empresas não podem perder dinheiro investindo em ações online que não trarão retorno. Dessa forma, a análise de dados do mercado torna-se fundamental para uma maior eficiência da sua estratégia online.

5- Resultados

Segundo estudo realizado pela Texas University, empresas que utilizam o big data em suas estratégias de negócios, têm melhores resultados.

A pesquisa, que considerou 10 diferentes indústrias, aponta que a área de varejo foi a que mais cresceu após implantar o big data. Foi um crescimento de 49% nos resultados. A indústria da comunicação ficou na 8ª posição com um aumento de 18%.

6- Identificar tendências e oportunidades

Manter-se num ambiente competitivo, antecipar, entender e influenciar tendências só é possível para quem já tem uma cultura de dados, utiliza os que já possui e os que vem a adquirir.

7- Futuro

Lembre-se: os dados devem fazer parte da cultura da sua empresa. Eles te ajudarão a enfrentar essa crise e as futuras.

Publicado anteriormente no Blog da Navegg.

Desde que comecei este blog como editor, foquei em uma missão diária simples e clara: informar e educar. O empreendedor de e-commerce, o profissional de e-commerce e o mercado como um todo.

Pessoas informadas, capacitadas trazem prosperidade, se o consumidor é capacitado de informação (além de instrução, ferramentas que permitam manter-se informado) compra melhor. Se o consumidor compra melhor, premia a empresa mais preparada e capacitada para atender a demanda. Se a empresa mais capacitada é premiada, seu concorrente é obrigado a melhorar para se manter competitivo e conquistar aquele consumidor. O que acaba nivelando o mercado para cima. E o consumidor só terá a ganhar com mais opções de empresas com produto/serviço/preço de qualidade para atendê-lo. É um Círculo Virtuoso, onde todos ganham. Isso graças à Educação.

E a necessidade de informar o empreendedor hoje vai além de entender que o mercado de E-commerce tem previsão de 8% de crescimento de faturamento para 2016. Exatamente, e apenas infelizmente, pelas altas de preços trazidas pelos altíssimos 7,59% de INFLAÇÃO previstos. Essa necessidade vai além de você conhecer sobre seu mercado, sobre seu negócio ou seus clientes…

Hoje precisamos que o empreendedor TOME UMA ATITUDE contra este governo que não está interessado em crescimento

Governo com a gestão de uma profissional notoriamente inapta que mal consegue organizar seus discursos (raciocínios) como uma pessoa normal com um mínimo de 3 frases totalmente conectadas.

Profissional que com este tipo de deficiência teria sérios problemas em se colocar em cargos importantes em qualquer empresa. E que mesmo com essas “habilidades” tem o maior cargo do país. Você contrataria um profissional assim para um cargo importante em sua empresa?

O Círculo Vicioso

Precisamos que as pessoas se posicionem contra a corrupção e pressionem o governo que demonstra querer manter a população na pobreza, que quer uma sociedade igual, só que nivelada POR BAIXO. Que se intitula “Pátria Educadora” e retira R$10,5 BILHÕES, ou 10% do orçamento destinado à Educação.

1- Governo que está há 14 anos no poder e no lugar de gerar mais emprego e capacitação, fez o país andar para trás 20 anos (sem nenhum desastre natural para justificar), VICIANDO a população com menos oportunidades em uma Bolsa Família “Pobre”, que condiciona quem melhora suas condições financeiras a perder o benefício.

2- Que enche o empreendedor de impostos (ICMS, ST, DAS, INSS e FGTS) e desestimula novos entrantes com taxas impeditivas e obscenas que inviabilizam até mesmo operacionalmente um pequeno negócio. Convivo diariamente com alguns alunos nossos que antes prósperos, foram obrigados a fechar seus negócios e hoje estão desempregados também.

Os principais impostos para empreendedores do e-commerce

3- Que se mostra incapaz frente à desvalorização do Real em relação às outras moedas, e como consequência aumenta os preços, desestimula que investidores atuem no país por não enxergar prosperidade em um mercado quebrado e sem perspectiva. Entenda melhor as consequências de uma moeda desvalorizada.

4- Que não dá outra alternativa ao empreendedor que não seja o corte de custos, que culmina em demissões em massa. Temos as maiores taxas de desemprego desde 2009. Foram 9 milhões de desempregados em novembro.

Profissionais de qualidade que acabam entrando nesses cortes, e vão parar no item 2. Sem emprego e sem poder empreender, com dificuldades de crescer diante de tantos impostos num mercado quebrado, para terminar no item 1. Dependendo da Bolsa Família “Pobre”, sob os caprichos e desmandos de um governo que flerta com ditaduras como a cubana e a venezuelana. Que inflama uma briga de classes sociais sem medir (ou se importar) com as consequências perigosas que isso pode causar.

Governo da China

A líder do E-commerce mundial hoje é a China. O mercado dos asiáticos já fatura quase o dobro de outro mercado fortíssimo, o dos Estados Unidos (antes inatingível). Como pode ver no gráfico abaixo, faturou em 2014 o que os EUA só atingirão em 2017, e tem previsão de atingir 1 trilhão de dólares em vendas em 2018.

O governo chinês faz sua parte. Isso não cai do céu, o governo da China incentiva o crescimento de seus empreendedores. E não limitam seu mercado nem apenas à maior população do mundo. O incentivo vai além para as vendas online internacionais, diminuindo impostos e fornecendo linhas de crédito atraentes para promover a expansão das lojas.

Realidade distante? O presidente da Argentina Maurício Macri provou que não. Em 20 dias de mandato em 2016, RETIROU OS IMPOSTOS e fez os “hermanos” baterem recorde de exportação para os Estados Unidos.

Um basta à corrupção, um BASTA à incompetência

É por isso que montei este texto. A melhor estratégia para aumentar suas vendas em 2016, a melhor meta para evitar que você vire o ano no vermelho, a melhor atitude que você pode tomar para a saúde do seu negócio é ir às ruas.

É se fazer ser ouvido em todos os lugares, fazendo coro e instruindo as pessoas ao seu redor. A almejar aquele nada utópico Círculo Virtuoso.

Não estou aqui falando de partido político, não estou falando de time de futebol. Não queremos um país dividido. Estamos defendendo nossa pátria, nossos negócios, nossos amigos e nossa família. Nossa bandeira é verde, amarela, azul e branca, nós precisamos restabelecer a ordem, precisamos retomar o progresso. Isso não está escrito à toa.

Neste domingo 20 de março, tome você também uma atitude (que sabemos que todo empreendedor tem). Vamos às ruas, chame seus amigos, vamos fazer deste país um lugar melhor para se viver. Com trabalho para todos. Que premia o trabalho e quem é mais esperto pelo bem, que tem méritos para isso.

E aí, vamos atrás da essência do empreendedor ou vamos ficar no sofá e continuar só reclamando sem ninguém ouvir?

Mais uma vez mostrou-se válida a teoria de que o E-commerce é uma alternativa fundamental para o consumidor que precisa economizar. O cenário de crise política e econômica comprovou que a Internet é a mais eficiente saída na comparação de preços.

O novo relatório E-bit WebShoppers (33ª edição) que acaba de ser divulgado, identificou ainda o surgimento de centenas de novas empresas no setor. Fato que aumentou significativamente a competição e, por consequência, a exigência do diferencial de bons serviços e preços. Mais um indício do amadurecimento do segmento no Brasil. O nível de satisfação do consumidor (NPS), por exemplo, registrou 4 pontos percentuais a mais, subiu de 61 para 65%.

Segundo os especialistas, esse incremento na qualidade dos serviços contribui ainda para aumentar a confiança do consumidor. O que obviamente resulta em aumento de vendas.

O crescimento do E-commerce no Brasil em 2015 desacelerou sim (chegou a 28% de crescimento de 2012 para 2013), mas ainda mostrou expressivos 15% de faturamento a mais em relação à 2014. Como já havíamos informado em janeiro, o setor registrou 41,3 bilhões em vendas no ano passado.

Vale destacar ainda que também foi registrado um enfraquecimento de compras feitas pela Classe C. Consolidamos os principais números do estudo no infográfico abaixo. Na sequência comentamos separadamente.

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O E-commerce brasileiro em 2015

Habitualmente consolidamos todos os números divulgados pelo mercado na nossa sessão Números do E-commerce. Nela criei uma tabela que simplifica os dados de cada data sazonal do mercado para ajudar o empreendedor. A cada nova informação a tabela é atualizada. Logo, este é o melhor momento para registrar nossa tabelinha completa do ano de 2015 com cada data separada.

Por que esta tabela é interessante? Vou tentar explicar. Sabendo, por exemplo, a diferença do volume de demanda da Black Friday para a Cyber Monday, o gestor terá melhor noção de quantidade de produtos em estoque que ele compra para as datas que acontecem entre a sexta e a segunda-feira.

O profissional pode ter um indício de qual porcentagem do estoque dele pode “reservar” para aumentar as ofertas para a segunda-feira. Logicamente isso envolve uma série de variáveis específicas para cada caso.

Categorias mais vendidas

Moda & Acessórios, líder desde 2013, manteve sua posição como categoria de produto que mais vende na Internet brasileira. Neste caso também o destaque para a queda de faturamento. Mesmo com representativos 14% de participação de volume de pedidos no mercado (já teve 19% de participação em 2013), a categoria registrou uma queda de 7% de faturamento em relação a 2014.

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Em segundo lugar aparece a categoria de Eletrodomésticos com 13% de share de mercado – crescimento de 27% de faturamento. Na sequência temos Telefonia & CelularesCosméticos & Perfumaria/Cuidados Pessoais/Saúde e Livros/Assinaturas & Revistas respectivamente completando o Top 5.

Crossborder

Um comportamento do consumidor brasileiro que ganhou destaque (já apareceu no relatório do ano passado e retrasado) e recorrência nos últimos anos é o conceito de crossborder. A compra de brasileiros em sites internacionais ganhou destaque no E-bit WebShoppers depois de um crescimento significativo mesmo com a desvalorização de nossa moeda frente ao dólar principalmente.

Em estudo que contou com 2.019 questionários entre 18 e 26 de dezembro, a E-bit identificou que em 2015, 14,9 milhões de brasileiros compraram de sites de fora do país. Que normalmente oferecem produtos muito mais baratos pela tributação menor dos governos locais.

O número de brasileiros comprando de fora cresceu 36% em comparação com 2014. Impressiona também os números de faturamento, são 2,02 bilhões de Dólares gastos fora do país pela internet.

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Relatório completo para download

O relatório completo com informações bem mais aprofundadas sobre o estudo da E-bit/Buscapé já está disponível para download gratuito no site www.webshoppers.com.br.


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Dólar alto, instabilidade política, desaceleração do consumo, mau humor social. Tudo isso forma parte da vida cotidiana dos brasileiros nos últimos meses. E claro, o otimismo e confiança do empreendedor brasileiro também são abrangidos por isso.

Se você sonhava em abrir seu próprio negócio e agora está inseguro com isso, sem pânico. Vamos te mostrar bons motivos para acreditar que abrir um empreendimento na internet nesse momento pode ser uma ótima ideia!

1- Escolha um bom produto pra vender

Este é o princípio de tudo; escolher um segmento de atuação é mandatório para ajudar você a definir como e quais serão os próximos passos.

Já tem algumas ideias, mas está na dúvida de qual delas tem mais chance de sucesso? Uma dica é usar o planejador de palavras-chave do Google, assim terá uma noção melhor de o que as pessoas mais têm interesse e a relação entre demanda e oferta.

Além disso, preocupe-se também com o valor de venda que o seu produto terá; é importante ter um preço justo para não espantar seu consumidor.

Se possível, dê preferência aos fornecedores nacionais. Apesar dos tributos para as indústrias nacionais serem altos em comparação a outros países, a vantagem é que o preço dos produtos não irá sofrer tanto com a variação direta do dólar e, além disso, é uma boa forma de incentivar a economia nacional.

2- Estude os casos de sucesso

Embora cada loja seja diferente, estudar os casos de sucesso pode te ajudar a ter ideais para montar a estratégia da sua loja.

Busque por lojas com as quais você se identifica e também as do mesmo segmento que o seu; é legal estudar como elas começaram e a partir de qual ponto se destacaram no mercado. Procure também ajuda de alguém que trabalha na área para tirar dúvidas.

3- Leve em conta o custo/benefício das plataformas de e-commerce

Apesar do que pode parecer, plataformas de e-commerce não são todas iguais. Cada uma tem características e ferramentas que funcionam de maneiras distintas, o que faz com que a experiência de administrar sua loja seja completamente diferente de uma plataforma para outra.

A melhor forma de saber qual é a plataforma ideal é testá-las. A maioria das empresas oferece um período de teste gratuito para que você possa montar uma loja e conhecer as ferramentas disponíveis em cada uma.

4- Seja dedicado

Assim como abrir uma loja física, montar uma loja virtual também requer tempo e dedicação.

É preciso se preocupar em montar uma loja em que seu cliente sentirá segurança em comprar.

Você pode se perguntar: eu compraria nessa loja?

Uma alternativa é fazer um “teste cego” com seus amigos e perguntar se eles confiariam na loja, assim você terá a opinião sincera sobre a apresentação do seu e-commerce. É sempre bom lembrar que um bom layout com bons banners e imagens dos produtos garantem uma melhor impressão sobre a loja.

Outra coisa que você deve considerar é o desenvolvimento do seu logotipo. Pense em um logo que tenha a ver com a mensagem que você quer passar aos seus clientes e que também se identifique com os produtos que você vende.

5- Divulgue sua loja

A forma como você divulga sua loja vai definir qual a sua estratégia de marketing e quantos clientes você quer atrair por mês. Estudar qual é o melhor canal para divulgá-la pode não só ajudar a vender mais, como também fortalecer a sua marca. Por isso, a parte de divulgação é fundamental para o sucesso do seu negócio tanto a curto quanto a longo prazo.

O recomendado é que você analise em qual canal seu público-alvo está e qual a melhor forma de atingi-lo. A vantagem de fazer isso é que você gastará sua verba para investimento em publicidade de uma forma mais assertiva e segura, aumentando as chances de conquistar mais clientes.

6- Saiba administrar bem suas vendas pra sobreviver

O mundo empresarial está cheio de casos de empresas conhecidas que fecharam as portas por conta de uma má administração. Por isso, saber administrar suas vendas é parte crucial para seu negócio sobreviver.

Além das entregas, é importante saber separar os rendimentos e os gastos para que fique bem definido o andamento da sua loja. Por isso, vale a pena você gastar um tempo organizando como será feito o balanço mensal do seu negócio.

Ter um bom gerenciamento da loja te dará uma ótima visão de como vai seu negócio e a vantagem é que, com isso, você poderá mais ter mais dados para definir a estratégia do seu empreendimento nos próximos meses.

7- Fidelize seu cliente

Se você já pesquisou bastante sobre e-commerce já deve ter ouvido a seguinte frase: manter os clientes antigos é mais fácil do que conquistar novos. Isso não significa que você deve se contentar somente com as pessoas que já compraram e não investir em ganhar novos clientes. No entanto, uma boa forma de gerar compras recorrentes na sua loja, além de originar divulgação boca a boca, é garantir a felicidade do seu cliente.

Um grande diferencial é entender as necessidades dos compradores e fazer um bom atendimento ao cliente, essas são as melhores formas para conseguir fidelizá-los.

Texto anteriormente publicado no Blog da Nuvem Shop.

Segundo pesquisa divulgada pelo IBGE, o varejo registrou a oitava queda consecutiva em vendas, o que resulta em cerca de 6,8% de perdas, a maior sequência de taxas negativas desde 2000. Esse é um dado assustador, que tem preocupado desde os pequenos comerciantes até grande grupos de varejo ultimamente no Brasil.

No entanto, o Mercado Digital é mais otimista e dá impressão de ser menos impactado pela crise que assola nosso país em diversos setores. Será que isso é uma impressão ou uma realidade diferente para o meio digital? De acordo com a Pesquisa Profissional de E-commerce, 48% dos negócios registraram queda nas vendas em 2015 e, segundo a IDC, alguns meses chegaram a apresentar resultado 16% inferior ao mesmo período comparativamente ao ano anterior.

A crise afeta todos os canais, pois a origem dela é no consumidor, que tem seu poder de compra comprometido, independente do canal. Difícil é ainda pensar nesses dois mundos – online e off-line – como separados e quase concorrentes.

As lojas físicas e o e-commerce deveriam ser complementares e dificilmente sobreviverão separadamente; tanto no serviço e atendimento ao cliente quando na gestão interna, estratégia e mensuração. Há raros exemplos remanescentes estruturas 100% online ou 100% físicas – os modelos híbridos já são a maioria.

Mesmo com a explosão de canais; sites, apps, lojas, flagships, venda direta, etc – a grande maioria ainda não adotou um pensamento Omnichannel e mantém uma separação entre as equipes que gerenciam o e-commerce e as lojas em shoppings e ruas. Pode-se dizer que os sistemas já são mais integrados do que as equipes. Se não existe um alinhamento estratégico e um pensamento de articulação interno, a eficiência será comprometida, mesmo com os melhores sistemas e tecnologias mais avançadas.

O conceito de Omnichannel, por enquanto, é quase só aplicado onde o varejista ganha dinheiro, mas ainda não está presente onde ele gasta. Explico: as preocupações mais frequentes são operacionais e comerciais, por exemplo: “Como meu cliente pode comprar online e trocar na loja? Posso ter um terminal do meu e-commerce na minha loja?” Enquanto o alinhamento estratégico de comunicação, precificação, produto, não são trazidos para discussão com a mesma frequência.

O consumidor já está acostumado a transitar entre os diferentes canais; escolher online e comprar na loja e vice-versa. Mas isso não deveria ser imponderável – o varejista pode ter controle sobre isso e dosar a interpenetração dos canais.

Se a crise afeta seus canais de maneira diferente significa que eles não estão integrados de fato. O consumidor é o mesmo e a origem da retração é no potencial de consumo, independente do canal. Sistemas são automáticos, mas dependem de gestão e estratégia humana e as organizações devem permitir e promover esse fator, se desvencilhando de burocracias que inibem inovação e tomada de decisão rápida. Nesse sentido, a crise exige que o varejista se arrisque mais e se reinvente com menos recursos.

Eficiência é a palavra-chave do momento e pode ser entendida como enxugamento de equipes e revisão de gastos. É um momento em que serão discutidas integrações de áreas, acúmulos de função; que podem ser vistas por uma ótica positiva por proporcionar uma gestão horizontal, mais abrangente e menos burocrática.

O momento anterior à crise, de maior abundância de recursos, gerou uma onda de fragmentação, muitas “áreas e subáreas” que agora começam a desaparecer junto com profissionais menos qualificados, menos eficientes.