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O e-commerce vem se tornando cada vez mais popular no Brasil e no mundo devido ao ganho de credibilidade e facilidade de comprar sem sair de casa. Embora isso abra portas para um nicho lucrativo, é preciso saber como atuar no mercado da maneira certa para obter todos os resultados esperados.

Nesse sentido, qualificação é fundamental e por isso optar por um curso de e-commerce pode ser a melhor opção. Mas como escolher da maneira certa?

Preste atenção ao nível do curso

Um curso de e-commerce não vai ser sempre igual e, por isso, é necessário que você comece avaliando qual é o nível oferecido. Isso significa que você precisa saber se o curso é mais básico, mais aprofundado ou se tem uma abordagem mais prática ou mais técnica.

Saber isso é importante porque é necessário que o curso esteja adequado às suas necessidades e conhecimentos prévios.

Se você não sabe por onde começar, um curso mais básico é indicado. Se, por outro lado, você já tem uma boa ideia sobre o e-commerce em geral, então um curso mais avançado e complexo é melhor para evitar que você veja conteúdos que já tem conhecimento.

7 Competências para te destacar no mercado de e-commerce

Conheça a reputação do curso

Outro fator indispensável para escolher o curso de e-commerce ideal é conhecer a reputação do curso. Isso significa conhecer a credibilidade da instituição que oferece o curso e também dos professores que serão responsáveis por transmitir o conhecimento.

Essa etapa é importante porque, para que o curso seja realmente relevante e produtivo, é necessário que ele seja oferecido por pessoas que possuam profundos conhecimentos no assunto. Assim, quanto melhor for a reputação e quanto maior for a experiência, maiores as chances de que o curso atenda às suas expectativas e necessidades.

Avalie a possibilidade de aplicação prática

O objetivo do curso não deve ser apenas ensinar a você mais sobre e-commerce, mas também fornecer ferramentas que possam ser usadas na prática. Por isso, é importante avaliar a possibilidade de os ensinamentos do curso serem aplicados de maneira prática.

Embora um curso extremamente teórico tenha, sim, o seu valor, é preciso aplicar esses conceitos na realidade desse tipo de comércio. Por isso, avalie quais serão os tópicos ensinados e veja como isso se aplica na realidade prática do e-commerce. Quanto mais aplicação prática tiver, melhor para os resultados.

Um ótimo indicativo é checar se os instrutores são profissionais que estão atuando no mercado. Isso mostra que ele tem experiência prática ATUAL nos conceitos que está abordando.

Procure sobre o sucesso de ex-alunos

Falando em resultados, poucas coisas dizem tanto sobre a qualidade de um curso de e-commerce do que o sucesso dos ex-alunos. Se outras pessoas que fizeram o curso conseguiram aplicar os conhecimentos e obtiveram resultados satisfatórios com isso, então grandes são as chances de que você também consiga.

Assim como você pretende que seus clientes vejam as opiniões de outros clientes para estimular a compra, você também deve procurar a opinião de ex-alunos. Ao fazer isso, você garante que a escolha seja feita em cheio e que, ao final, você esteja muito mais preparado para esse tipo de comércio.

E-commerce: não há mais espaço para amadores

Escolher o curso de e-commerce ideal não é nenhuma tarefa difícil, mas precisa de alguns cuidados especiais. Gostou das nossas dicas? Ficou com vontade de fazer um curso em breve? Pare de perder tempo, com conhecimento suas chances de prosperar no mercado serão muito maiores.

Caso sua intenção seja se alocar em alguma empresa, cursos de especialização também são muito bem vistos pelos gestores. Pesquise bem e faça a escolha certa.

Em 2014, as transações de vendas online obtiveram um faturamento total de R$ 39,5 bilhões, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Esse dado mostra que o e-commerce é um dos segmentos que mais cresce no Brasil. Veja mais sobre os números do e-commerce.

No entanto, o número de profissionais capacitados para trabalhar nessa área não cresce com a mesma proporção. A Universidade Buscapé Company e a E-bit realizaram uma pesquisa em 2014 com 347 lojas virtuais do país. O resultado da Pesquisa Profissional de E-commerce mostrou que 61% dos candidatos a uma vaga no e-commerce não atendem aos pré-requisitos necessários para o cargo desejado.

É esse mesmo cenário que vemos todos os dias no mercado: falta de preparação de candidatos às vagas abertas e falta de conhecimento das métricas de marketing digital. Como consequência temos uma grande retenção dos profissionais capacitados, o que gera uma inflação de salário.

Como enfrentar esse cenário?

Uma das alternativas encontrada por donos de lojas virtais é o de capacitar seus próprios especialistas, oferecendo treinamento da mesma forma que se faz em uma loja física, mas com um conhecimento mais técnico. Contratar uma pessoa com menos experiência permitirá que esse profissional cresça com o projeto.

A sugestão mais prática, nesse caso, é investir em cursos online. Existe uma variedade de cursos disponíveis, alguns completos e outros mais superficiais. No momento de escolher é preciso atenção. Veja sempre o número de horas que o programa vai oferecer, qual o conteúdo abordado e os comentários de quem já participou.

Outra prática importante para a capacitação é participar de grupos de discussão. LinkedIn e Facebook contam com grupos específicos e nichados para o Profissional de E-commerce. Nesses ambientes, profissionais podem compartilhar experiências com outras pessoas. Vale lembrar que esses grupos também são ótimos locais para os lojistas, que podem encontrar profissionais já capacitados.

Seguindo em frente, após conseguir captar e cultivar esse profissional de e-commerce, chegará a hora de retê-lo. Uma das técnicas mais eficazes para isso, além do valor salarial, é a comissão pelo desempenho de vendas online.

É importante ressaltar que, diferentemente do que acontece na loja física, não existe um limite para o número de clientes a serem atendidos online. Também é importante que o seu gerente de e-commerce veja o valor do trabalho que realiza, tenha orgulho do que faz e se apaixone pelo projeto. Isso ajudará na satisfação profissional em longo prazo.

Como última dica, destaco a necessidade do dono da loja virtual estar atento ao volume de trabalho e demandas submetidas ao gerente de e-commerce. A sobrecarga é um dos principais motivos para descontentamento no trabalho e deve ser evitado, quando possível. Invista em assistentes. Esses novos funcionários darão continuidade ao seu ciclo de capacitação e também ajudarão a sua loja virtual a crescer.

Estou à frente da Uni Buscapé há quase quatro anos e tenho acompanhado o surgimento de novos conceitos e possibilidades de negócio na internet. O Marketing de Conteúdo foi um deles que acompanhei e “bebi da fonte” ao usufruir em ser um dos primeiros do mercado brasileiro à investir na estratégia. O Profissional de E-commerce, blog que você lê neste momento é um dos frutos disto. O curso de Mídias Sociais é outro exemplo excelente que investimos forte em 2012.

Eis que você já deve ter entendido que este próximo tema à explodir no Brasil é Gamification. Os jogos, desde os tempos do Atari com o Pac-Man até os jogos de tabuleiro como o Banco Imobiliário, sempre encantaram e até mesmo “viciaram” milhares pelo mundo todo. Hoje então as possibilidades são muito maiores, na Era dos Smartphones acompanhamos, por exemplo, os relatórios deaplicativos rentáveis da Apple e 70% são jogos.

A área de Treinamentos (em Recursos Humanos principalmente) é uma que já usufrui muito bem do engajamento e motivação através das técnicas baseadas em games. Entendo que se trata de uma das principais tendências do Marketing Digital, E-commerce e muitas outras áreas de negócios para 2016.

Tanto que busquei um profissional que também pensa assim. Acredita mesmo, até iniciou uma startup focada na área. Este cara é o Felipe Marlon, um dos pioneiros à trabalhar o conceito na TV Globo, que hoje está entre seus clientes.

Nesta parceria desenvolvemos o curso totalmente online Gamification Marketing. Além de explicar com exemplos práticos todos os conceitos e elementos que a gamificação pode trazer para agregar valor às estratégias de negócio da sua empresa, o curso vai abrir sua mente para estas novas possibilidades.

Assim como faço com todos meus alunos, te convido à navegar um pouco aqui no Profissional de E-commerce, entender bem as possibilidades do mercado e posteriormente conhecer nossa proposta. Vejo oportunidades concretas aqui. Segue o link do curso: Gamification Marketing – Como motivar clientes utilizando estratégias de games

Gravamos este vídeo com o Felipe para explicar melhor nossa proposta, assista:

Mostrar aos micros, pequenos e médios empresários como ingressar no comércio eletrônico. Este é o objetivo do Ciclo MPE.net, curso gratuito de e-commerce que a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net) promove, em Guarulhos, no próximo dia 31, em parceria com a Dersa.

O evento oferecerá aos novos empreendedores a oportunidade de aprender como implementar e desenvolver seu comércio eletrônico. Para quem ainda não está na Internet, as aulas mostram como planejar, estruturar, operar e divulgar uma loja virtual. Para aqueles já têm o seu negócio online, o curso oferece a oportunidade de aprimoramento.

O Ciclo MPE.net acontece em várias cidades do país desde 2003. De sua primeira edição até agora, já participaram mais de 60 mil pessoas. Dessas, 22% já abriram seu negócio virtual e podem se associar ao Movimento MPE. O movimento é uma iniciativa da Câmara-e.net para difundir informações e conhecimento estratégico sobre e-commerce e promover benefícios que possibilitem às MPEs tirarem proveito da economia digital seguindo os melhores padrões de ética.

Fernando Ricci, coordenador do Ciclo MPE.net, afirma que ainda existe espaço para crescimento neste segmento. “Aproximadamente 20% das pessoas que acompanham os nossos eventos de e-commerce ainda não atuam neste mercado, mas depois de participarem das nossas palestras se sentem motivados e também acabam aderindo às lojas virtuais”, garante Ricci.

Câmara-e.net oferece curso gratuito de e-commerce em Guarulhos.

Se você está pensando em abrir uma loja virtual, comece do jeito certo. Participe do seminário gratuito sobre comércio eletrônico no dia 31/07/2014, em Guarulhos, e saiba como planejar, divulgar e aprimorar seu negócio na internet! O #ciclompe é promovido pela camara-e.net há 11 anos e tem como objetivo capacitar micros e pequenos empresários de todo o País.

Inscreva-se já! As vagas são limitadas: http://goo.gl/IzuMTO

Ocorre no dia 23 de abril (quarta-feira), às oito da noite, a palestra online gratuita “Marketing de Conteúdo: sua principal arma no e-commerce de guerrilha”. O evento será apresentado por Marcio Eugênio da D Loja Virtual, e também por Vitor Peçanha da Rock Content. Os palestrantes irão abordar assuntos envolvendo o marketing de conteúdo como uma estratégia para se diferenciar dos grandes varejistas do comércio online.

Em um primeiro momento, o sócio-diretor da D Loja Virtual irá apresentar estratégias de guerrilha para que as micro e pequenas empresas consigam se destacar no mercado digital. Marcio Eugênio pretende explicar aos espectadores que é preciso utilizar estratégias e ferramentas diferentes das grandes varejistas, de modo que o pequeno não perca lucro ao buscar competitividade com a concorrência.

Engajado com este mesmo viés, Vitor Peçanha irá apresentar estratégias de marketing de conteúdo totalmente focadas nas micro e pequenas empresas, de modo que elas se destaquem no mercado, atraiam mais clientes e consigam mais vendas.

Para assistir à palestra, basta se inscrever no endereço: http://goo.gl/eSr15o. O evento é totalmente gratuito, e as vagas são limitadas.

Marketing de Conteúdo: sua principal arma no e-commerce de guerrilha”, com Marcio Eugênio e Vitor Peçanha
Data: 23/04/2014 (quarta-feira)
Horário: 20 horas (horário de Brasília)
Valor: gratuito
Inscrição: http://goo.gl/eSr15o

Quando o assunto é automação de marketing o conceito de buyer persona é um dos mais importantes. Mas, mesmo com tanta informação disponível muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o que são, para que servem, e especialmente, como montar uma persona. Neste artigo vou esclarecer as dúvidas mais comuns e passar algumas dicas para a criação de personas.

Mas afinal, o que é uma Buyer Persona?

Buyer Persona são apenas representações simplificadas dos clientes ideais de uma empresa. Uma persona é, como o nome sugere, uma personagem criada para ajudar sua empresa a compreender melhor quem é o cliente e do que ele precisa. As aplicações de uma buyer persona são inúmeras, mas para quem trabalha com marketing de conteúdo apenas uma interessa: buyer persona bem definidas significam um marketing de conteúdo mais efetivo.

O que são buyer personas e como criá-las
Exemplo de Buyer Persona, usando nosso template.

Como criar uma buyer persona

Buyer Personas não podem ser criadas através de palpites ou suposições. Para que o produto final seja de qualidade é necessário a realização de pesquisas, entrevistas e coleta sistematizada de dados junto à clientes e prospect. A lista de perguntas que podem ser feitas é extensa, e varia de acordo com o segmento de cada empresa. Mas uma informação é fundamental: como o seu produto, ou serviço, ajuda na vida do seu cliente.

Análise dos dados

O segundo passo é tentar encontrar características comuns entre os clientes, ou seja, quais são os problemas, as reclamações mais comuns e as soluções mais citadas. Quais são as características mais comuns entre os pesquisados? Quais são os problemas mais citados? Em resumo, quais são as características comuns que indicam que estas pessoas possuem uma mesma demanda por conteúdo. Em seguida, componha as personas e defina quais são as mais importantes.

Não existe um número mínimo, ou máximo, a recomendação é começar com algumas personas mais importantes e realizar avaliações periódicas sobre a necessidade de inclusão, ou retirada, de alguma persona.

Evitando os erros mais comuns

Não crie personas demais

Esse talvez seja o erro mais cometido por empresas durante a criação de suas primeiras personas: foco na quantidade e não na qualidade. Não cometa este erro, uma empresa com poucas personas bem definidas, e consequentemente bem trabalhadas, vai conseguir melhores resultados. Na dúvida, comece com uma ou duas personas, e vá criando outras a medida que a necessidade aparecer.

Tome cuidado com o “eu acho que”

Personas são muito úteis para o marketing de conteúdo, especialmente por causa de sua clareza. Mas não se engane, por trás dessa aparente simplicidade deve existir muita pesquisa e estudo. A construção de um persona deve ser feita com base em fatos e dados, não em palpites ou especulações. Uma persona errada pode trazer mais problemas do que soluções.

Não perca tempo com detalhes irrelevantes

Durante o processo de criação de personas, especialmente nos últimos passos, é muito comum surgirem discussões irrelevantes sobre pequenos detalhes. Mantenha o foco nas características importantes, como, qual problema nossa empresa resolve para essa persona. Se você um dia estiver no meio de uma discussão sobre a cor dos olhos, ou dos cabelos da sua persona, você foi longe demais.

Uma buyer persona é uma ferramenta excelente que pode ajudar uma empresa a produzir conteúdo mais relevante e direcionado. Portanto não esqueça de montar as suas com cuidado que elas merecem e, para isso, lembre-se de nosso template. O sucesso da sua estratégia de conteúdo depende disso.

Guilherme AvelinoGuilherme Avelino

Especialista em Branding e Marketing de Conteúdo. Acredito em pesquisa, planejamento e sprezzatura. Também fotografo nas horas vagas. Você pode me encontrar por aqui e por aqui.

Conteúdo original publicado no MarketingDeConteúdo.com

Gostou do tema? Este é apenas o início da sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Para saber isso, e muito mais, confira nosso curso presencial de 20 horas Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing. Com toda a estrutura da Impacta, o curso conta com profissionais do Buscapé Company, Agência Inbound e Rock Content (que escreveram este texto).

Como montar uma tenda fotográfica para fotografar produtos? As fotos de produto de lojas virtuais são fundamentais na definição das vendas. Qualidade, ângulos, iluminação e muitos outros detalhes técnicos são decisivos para uma das etapas mais importantes do seu e-commerce.

Talita Pereira, Fotógrafa do Brandsclub e Professora da Universidade Buscapé Company gravou um vídeo tutorial conosco para mostrar como montar uma tenda fotográfica sem gastar muito.

Veja também: Monte um mini-estúdio para tirar as fotos para loja virtual sem gastar muito

Com materiais simples e baratos é possível conseguir fotos com qualidade mesmo usando um celular. Assista!

Gostou do resultado? A Lista de Materiais que ela usa no vídeo ou que podem ajudar para melhorar suas fotos:

♦ 2 Lâmpadas fluorescentes 
♦ 2 Luminárias 
♦ 1 Rolo de fita adesiva 
♦ 1 Rolo de fita crepe 
♦ 1 Tesoura 
♦ 1 Estilete 
♦ Massinha 
♦ Rolo de fio de nylon 
♦ Papel vegetal 
♦ Papel EVA
♦ Suportes

Guia prático da Fotografia para Lojas Virtuais.

A Profite, agência especializada em E-commerce, está iniciando uma grande parceria de capacitação do mercado de E-commerce com a Universidade Buscapé Company. Uma série de cursos online para Lojas Virtuais com duração de três horas. Os cursos são no formato Online ao vivo, onde você pode acompanhar e interagir de qualquer lugar com os professores em tempo real.

Estamos muito motivados com a parceria pois a agência Profite é referência no e-commerce nacional. O conhecimento que ela adquiriu implantando lojas virtuais e aperfeiçoando a performance de vendas de clientes como Boticário, Staples, Timex, sem dúvida será um grande diferencial para os cursos. Os temas abordados são ideais para quem deseja melhorar a conversão na loja ou se tornar um profissional valorizado pelo mercado.” contou Daniel Cardoso, Diretor da Universidade Buscapé Company.

Loja Virtual da Shoulder, um dos cases Profite. - Lançamento: Novos cursos online para Lojas Virtuais
Loja Virtual de O Boticário, um dos cases Profite.

Sobre a Profite

profiteConectar consumidores à marcas. Proporcionar a experiência perfeita (aliando Design e Tecnologia) para gerar relacionamentos de longa duração com resultados mensuráveis alinhados às estratégias das marcas.

O objetivo é inovar e melhorar as plataformas de e-commerce para torná-las sempre mais aderentes às necessidades dos clientes. Com o desenvolvimento de catálogos de produtos mais dinâmicos e páginas de produtos mais interativas, aumenta a conversão de lojistas e torna a compra mais prazerosa. Conheça um pouco mais sobre o trabalho da Profite.

“Recebemos esta parceria com muito otimismo, pois o Buscapé Company possui uma vasta experiência e credibilidade em diversas áreas deste segmento e sem dúvida temos muito mercado pela frente. Pretendemos continuar com inúmeras parcerias como essa dos cursos na Universidade Buscapé Company. Sem dúvida o conhecimento deve ser passado para todos e achamos uma ótima iniciativa do grupo montar este modelo de negócio para passarmos um pouco da experiência da Profite para o mercado.”, declarou Claudio Macedo, Coordenador de Suporte da Profite.

Novos cursos

Os Cursos Profite focam em pontos fundamentais para lojistas virtuais. Como aumentar conversão adotando pequenas práticas que alteram significativamente os resultados, Introdução ao Google Analytics com foco em E-commerce, Primeiros passos com Webdesign com foco em HTML e CSS e outros três cursos para Plataforma VTEX, uma das maiores do mundo em E-commerce, com SEO, Categorização de Produtos e Front-end. Conheça agora os novos cursos para lojas virtuais.

Exemplo de Curso Online Ao Vivo - Lançamento: Novos cursos online para Lojas Virtuais
Exemplo de Curso Online Ao Vivo

Plano de Negócios. Um novo negócio sempre começa a partir de um sonho.  Sonho de reinventar uma indústria, de lançar um novo produto ou serviço para atender necessidades de pessoas, de alcançar independência financeira, de ter reconhecimento, de deixar uma marca para a eternidade etc.

O Plano de Negócios nada mais é do que um road map para ajudar a traduzir este sonho para o concreto, para o mundo real com suas infinitas variáveis que irão desafiar a viabilidade do empreendimento. Empreendedores, por definição otimistas, estão suscetíveis a ignorar a complexidade da realidade. Um plano de negócio nada mais é do que uma modelagem de diversos fatores que irão afetá-lo, para o bem ou para o mal.

Ele não elimina as incertezas, mas é uma ferramenta que ajuda a mitigá-las ao incentivar a pesquisa e a análise segmentada dos fatores que irão interferir na gestação e crescimento do novo ser jurídico, e como estes se correlacionam entre si.

Começar um projeto é fácil, mas sem um planejamento cuidadoso é como iniciar uma viagem para um destino incerto sem um guia – tudo pode acontecer. Na realidade, sabemos que é muito provável que mudanças aconteçam, sejam de maior ou menor porte, mas quanto mais organizados formos na preparação do percurso, mais prontos estaremos para reagir aos imprevistos e seguirmos por atalhos.

Cultura de Planejamento

A tentação de deixar o plano de negócio de lado tende a ser grande por consumir muito tempo (dificuldade amenizada pelo Canvas – ou Business Model Generation). Como também porque nós, brasileiros, não estamos acostumados a planejar. Por conta do clima, não vivenciamos as estações tão claramente bem como nunca tivemos a preocupação de pensar no futuro, como os habitantes de regiões frias que tinham que guardar comida para o inverno.

Escrever um plano de negócio também significa começar uma nova empresa do jeito certo. É importante criar logo de cara uma Cultura de Planejamento. Quando o plano de negócio se torna realidade, as atividades operacionais devem ser estudadas antes de serem executadas. Desta forma será possível controlar e corrigir seus resultados.

Temos o jeitinho impregnado na nossa cultura. Achamos que somos versáteis para lidar com os imprevistos que irão aparecer pela frente. Isto até é verdade e há algo de positivo, mas dado que não iremos perder esta ‘habilidade’, porque não fortalecer nossas chances com a disciplina de nos preparar adequadamente para o futuro? Me arrisco ao fazer analogia com futebol, mas não seria o Barcelona a mistura perfeita da técnica e arte sul-americana e a força e o padrão europeu?

Importante. Depois que você escreveu seu plano de negócio, procure mostrar para alguém que tenha a coragem e a liberdade de criticá-lo. Isto é válido mesmo para quem escreveu o plano com sócios. Não adianta se esforçar se o trabalho não for validado por mais pessoas pois podemos seguir enviesados mesmo adotando a receita correta.

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Por onde começar?

Curso Online Plano de Negócios e Business Model Generation para E-commerce
Curso Online Plano de Negócios e Business Model Generation para E-commerce

Mais um grande fruto da parceria entre a Universidade Buscapé Company e Impacta. Conheça o novo Curso Multimídia (textos, apresentações, podcasts e vídeos), Plano de Negócios e Business Model Generation para E-commerce. Muitas dicas essenciais e orientações para o empreendedor montar um Plano de Negócios ou um Business Model Generation atrativo e vendedor para um investidor.

Distribuído em 25 horas de conteúdo, contamos com participações de profissionais referência em seu campo de atuação no mercado. Romero Rodrigues vai contar, por exemplo como montou o Plano de Negócios do Buscapé. O curso conta ainda com Pedro Américo contando o case da Imigrantes Bebidas, Daniel Nepomuceno, explicando como funciona o modelo de franquias do MeuAmigoPet, Guga Stocco, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios do Buscapé Company, Fabrizio Bruzetti ensinando como analisar o mercado, Marcelo Negrini, Zappos e muito mais! Assista o trailer:

Para mais informações, acesse: Curso Online Plano de Negócios e Business Model Generation para E-commerce

Perfil do Internauta - Navegg

Como encontramos o perfil do internauta: pesquisas? Para esclarecer como funciona todo o processo – da coleta de dados até chegar aos relatórios que você vê, preparamos o post de hoje.

Coletando dados e gerando informações

Na Navegg, trabalhamos com os chamados “dados observados”, ou seja, inferidos a partir do comportamento de navegação do internauta anônimo. Coletamos a navegação dos internautas em mais de 7 mil sites – de diferentes tamanhos e  temas. Então, a Navegg compara esse registro com pesquisas de mercadoestudos de comportamento de consumo e reports de tendências de hábitos de leitura. Em seguida, utilizamos métodos estatísticos para analisar todos os dados coletados com base nessas pesquisas e estudos, para então chegar ao perfil sócio-demográfico (gênero, idade e escolaridade) dos mais de 80 milhões de internautas que segmentamos.

A Navegg utiliza outra abordagem quando o assunto é conteúdos de interesse e intenção de compra. Nesses casos, as informações são baseadas em demonstrações explícitas dos internautas. Nossa rede é formada por sites de conteúdo, comparadores de preço, clubes de compra coletiva e lojas virtuais. Quando os internautas acessam esses sites, eles demonstram exatamente por quais conteúdos têm mais interesse e quais produtos desejam comprar.

A Navegg coleta essas demonstrações e as analisa aplicando um modelo estatístico que inclui diversos métodos matemáticos, entre eles o de frecency, cálculo ponderado entre frequência e recência. Com base nos resultados, completamos o perfil do internauta com seus assuntos favoritos e produtos que deseja comprar.

Existem diferentes modelos de segmentação de audiência. O baseado em cadastros conta com informações fornecidas diretamente pelo internauta, mas desconsidera variações de comportamento e atinge somente uma pequena parcela dos internautas. Já o baseado em regras permite segmentações com características bem específicas. No entanto, seu tempo de implementação é muito longo e sua metodologia revela apenas uma faceta do internauta.

A Navegg é diferente de outras ferramentas de segmentação de audiência por adotar o modelo da segmentação em rede. Nessa abordagem, um mesmo conjunto de critérios de segmentação é utilizado em todos os sites que usam nossa tecnologia. Dessa forma, é possível analisar o comportamento do internauta em toda a web, obtendo uma visão mais completa de cada pessoa.

Outra vantagem da segmentação em rede Navegg é que ela elimina todo o trabalho de configuração: basta inserir uma linha de javascript no seu site para que seus visitantes passem a ser segmentados. Como os critérios são os mesmos para todos os sites, você vai descobrir o comportamento da sua audiência em páginas totalmente diferentes da sua, revelando facetas do seu público até então desconhecidas.