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A transformação digital já é realidade. Segundo uma pesquisa da Dentsu Aegis Network, os gastos publicitários globais com mídia digital devem somar 37,6% dos orçamentos em 2018, superando, pela primeira vez, os investimentos em televisão – previstos para 35,9%.

Como consequência, o mercado de programática também vem evoluindo, e inúmeras ferramentas de otimização disponíveis prometem oferecer todo o suporte necessário para o alcance de metas publicitárias cada vez mais ambiciosas.

Mas como escolher os melhores fornecedores para o meu negócio? Mais do que isso, como tirar o máximo proveito das soluções que oferecem?

Ao menos no universo do retargeting, a resposta para essa questão tem sido a utilização simultânea de mais de um provedor. A lógica por trás da estratégia do múltiplo retargeting é simples, e se baseia no conceito de livre concorrência amplamente defendido por Adam Smith: ao incentivar uma competição “leal” e “saudável” entre dois ou mais fornecedores, eles serão estimulados a sempre entregar o melhor serviço com a melhor performance.

Porém, embora a estratégia tenha se mostrado bastante efetiva na prática, sabemos que executar muitas campanhas diferentes ao mesmo tempo pode ser um desafio. Pensando nisso, elencamos as três regras fundamentais para obter sucesso com o múltiplo retargeting:

Regra um: Dê a todos os provedores as mesmas condições

A concorrência é, sem dúvida, uma força motivadora. Ao cooperar com vários provedores de tecnologia, você experimentará os diferentes serviços oferecidos ao cliente e poderá comparar os resultados de desempenho de provedor para provedor. Mas para obter resultados confiáveis, é fundamental compará-los usando sempre as mesmas métricas.

É uma boa prática utilizar as ferramentas simultaneamente e por um longo período de tempo (entre 6 e 12 meses, se possível), para que ambas tenham aprendizado suficiente sobre os usuários.

Vale a pena também configurar o mesmo orçamento, com objetivos e parâmetros similares – custo por conversão (CPA), ROI, volume de vendas esperado, etc.

Regra dois: Compare sempre os resultados usando uma fonte de informação objetiva

Há uma série de métricas que você deve considerar ao executar atividades de marketing com diferentes provedores. Embora cada um dos seus parceiros ofereça seus próprios dados, a regra mais importante é comparar os custos usando uma ferramenta analítica externa e objetiva (por exemplo, o Google Analytics).

Isso porque os resultados apresentados por cada provedor podem simplesmente não ser diretamente comparáveis uns com os outros devido a diferentes fatores, como a definição de conversões ou como métricas diferentes são calculadas. Somente usando a fonte externa você poderá comparar de forma justa e isenta o custo e o ROI entregue por cada um.

Regra três: Tenha em mente a complementaridade dos provedores

Quando utilizar mais de uma ferramenta de retargeting, não deixe de considerar também a possível complementaridade entre elas. Enquanto um dos provedores pode se sair melhor ao trazer vendas com ticket médio maior, por exemplo, outro pode ser um ótimo parceiro para atrair de volta um público recorrente.

Para avaliar os resultados reais da sua estratégia de múltiplo retargeting você deve medir seus resultados com sabedoria. Então, em vez de simplesmente comparar o número de cliques, você deve se concentrar em métricas mais significativas, como o custo real da conversão. No fim do dia, o objetivo é entender como todos os seus fornecedores funcionam juntos, e como podem otimizar o retorno do seu investimento.

Ainda faltam cerca de um mês para a Black Friday, que em 2017 acontece no dia 24 de novembro. Mas é preciso planejar com antecedência e estar preparado para a data que é uma das mais importantes para o comércio virtual. Segundo pesquisa da Google, divulgada dia 22 de agosto, as vendas durante o período devem somar R$ 2,2 bilhões, com crescimento entre 15% e 20%.

O estudo também diz que 68% das pessoas pretendem comprar algo na Black Friday deste ano, enquanto no ano anterior o índice era de 61%. Assim, é fundamental garantir que tudo no e-commerce funcione da melhor forma possível. Entre os principais pontos que precisam ser checados estão infraestrutura e relacionamento com o cliente.

De acordo com a All iN, o e-mail marketing foi o principal canal de conversão entre os varejistas durante a Black Friday de 2016 e a tendência é que a ferramenta mantenha o desempenho neste ano. Ainda segundo a marca, o envio de e-mails tradicionais no período deve crescer 15%, enquanto o disparo de e-mails comportamentais aumenta 25%.

Levantamento realizado pela Tray, informa que a movimentação nas lojas virtuais durante a Black Friday cresce em torno de 20 vezes em relação a um dia normal. O estudo também traz que o tíquete médio da data em 2017, deve ser em torno de R$ 350.

Já pensou o que pode acontecer ao criar uma campanha e perder todo o trabalho porque o número de acessos ultrapassou o limite que o site suporta receber? Ou criar uma ação inovadora e falhar na comunicação com os clientes?

Por isso, abaixo estão três dicas para que os empreendedores comecem a se programar e não percam a oportunidade:

Como está o site?

Aproveite que ainda há um tempo até a Black Friday e revise a estrutura das páginas e os conteúdos. Teste variações de cores e layouts, por exemplo, para deixar a navegação mais atrativa e intuitiva.

Inclua formulários de contato e/ou newsletters. Dessa forma, pode-se criar (ou aumentar) a base de clientes interessados em receber suas mensagens. Essa lista é fundamental para a divulgação de promoções e descontos, ou simplesmente para estreitar o relacionamento.

E se o site ficar fora do ar?

Faça uma análise do número de visitantes que o seu site recebe, acompanhe o histórico e, se possível, compare com o do ano anterior. Existem diversas opções, como Hospedagens ou Clouds, para ampliar a capacidade, mas é preciso entender o tamanho do negócio e o quanto pode-se investir em infraestrutura.

Como dito anteriormente, a estimativa é que o acesso às lojas virtuais durante a Black Friday cresça em torno de 20 vezes em relação aos dias regulares.

E-mail Marketing para avisar os clientes sobre os descontos?

É fundamental que os consumidores saibam o que acontece no e-commerce. As ferramentas de e-mail marketing são importantes para mantê-los atualizados sobre as novidades, promoções e novos produtos ou serviços. Assim, quando a Black Friday chegar, já haverá uma base trabalhada e engajada.

Uma campanha de sucesso depende, e muito, de um bom planejamento e de muita pesquisa.

Que a User Experience (ou UX) é super importante para o sucesso da sua loja virtual você já sabe, certo? Agora, será que as experiências das suas páginas estão de acordo com as novas técnicas que têm sido usadas hoje na web? Lembre-se de que o UX para ecommerce também evolui com o tempo, assim como a programação e o design, portanto, é sempre bom ficar de olho para saber se as suas técnicas ainda estão sendo eficientes.

Ficou em dúvida sobre a eficiência do seu UX? Então, não se preocupe, porque iremos listar 4 técnicas matadoras que atualmente são essenciais para qualquer loja virtual. Confira!

1- Menos “firulas”, mais resultados

Script de acompanhamento do Google Analytics, script para fazer rodar os banners, outro para monitorar cliques e mais alguns para o pop-up de captura de e-mails e promoções. Tem gente que coloca muita informação para rodar por trás das páginas do e-commerce e isso, claro, tem um custo para o seu negócio.

De acordo com algumas pesquisas recentes, o tempo médio que o usuário espera por uma página carregar é de no máximo 2 segundos. Passou disso, ele pula para a página do concorrente.

O Google disse 2 segundos de carregamento dos sites. E agora?

Logo, como podemos reduzir esse tempo de carregamento por meio da User Experience? Bem, seguindo algumas das dicas abaixo:

Só use os scripts que forem necessários

Não coloque muitos scripts para rodar por trás das suas páginas. Lembre-se de que quanto mais dados o seu sistema quiser coletar, mais tempo irá demorar para uma página carregar.

Não exagere no número de banners

Excesso de imagens saltando na tela do usuário também é algo que pode pesar no tempo de carregamento de qualquer página, portanto, não coloque muitas “firulas” em seu e-commerce.

Invista em bons servidores

Não economize na hora de contratar um serviço de hospedagem para a sua loja virtual. Bons servidores, como o da Amazon, por exemplo, podem até não serem os mais baratos do mercado, mas, com certeza, entregam a velocidade que você e seus clientes precisam.

2- Login social

De acordo com um relatório do provedor de hospedagem WebHostingBuzz, pelo menos 88% dos usuários esperam que, na hora de fazer o login para efetuar uma compra, eles possam usar o seu login social — aquele mesmo usado no Gmail, Twitter ou Facebook.

Ou seja, ninguém quer ficar preenchendo formulário de cadastro hoje em dia. Desse modo, se não quer ver os carrinhos de compra serem abandonados, coloque logo a opção de login social em seu e-commerce.

3- Teste A/B

O designer diz que o botão de compras com a cor vermelha irá vender mais. Você acha que a cor, na verdade, tem que ser azul, porque combina com o logo da empresa. Para resolver esse problema existe uma saída: não ficar “achando” e investir em um teste A/B.

Como um teste A/B faz diferença nas conversões do e-commerce

Nele, você pode criar duas páginas praticamente idênticas, trocando apenas aquele elemento que gera alguma dúvida, e ver qual delas traz os melhores resultados de conversão. Dessa maneira, a experiência dos usuários fica do jeito que eles querem e não do jeito que você ou o designer pensam ser a melhor.

4- Pare de achar que agora o “mobile é tendência”

Se você acha, assim como alguns veículos de mídia, que o “mobile é tendência” ou que “a internet móvel veio para ficar”, provavelmente, você está atrasado. Desde 2009 os números de acessos via mobile só crescem no país e há mais de um ano o Google já tem priorizado em seus resultados de busca aquelas páginas que sejam responsivas e funcionem corretamente tanto nos PCs quanto nos smartphones. Entenda:

Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Logo, se o seu site ainda está se preparando para ser responsivo em mobile, saiba que você pode estar perdendo acessos e, claro, dinheiro há um bom tempo.

Pronto, agora que você já aprendeu essas técnicas essenciais de User experience, que tal colocar o UX para e-commerce rodando direitinho em sua loja virtual e começar a lucrar ainda mais com a web? Deu para aprender um pouco mais com o nosso post?

Então, conte o que você achou e aproveite para tirar as dúvidas aqui mesmo nos comentários!

Pesquisas comprovam que a velocidade da loja virtual está diretamente relacionada à taxa de conversão.

Três segundos. Esse é o tempo desejado pelo consumidor para o carregamento de um site, de acordo com pesquisas, que apontam também que sites lentos dispersam a atenção das pessoas. Já uma pesquisa disponibilizada pela Kissmetrics fala em menos tempo: 2 segundos é o que 47% dos consumidores esperam para que uma página carregue.

Ou seja, e-commerce mais rápido é uma necessidade para garantir uma boa experiência ao usuário e, consequentemente, uma boa taxa de conversão – leia-se “vender mais”.

Uma loja online rápida é sinônimo de mais vendas. A velocidade do site impacta diretamente em dois pontos: melhora a taxa de conversão e de avaliação no ranking do Google, ou seja, favorece o posicionamento da página nas buscas orgânicas.

Estamos falando de segundos, por isso toda ação que deixe a página mais rápida, deve ser feita. Confira os principais itens a serem avaliados:

1- Otimize as imagens

Acusadas de serem as principais responsáveis pelo tempo de carregamento das páginas, elas devem ser otimizadas para a web, em tamanho pequeno, mas sem perder a qualidade.

Especificar a altura e a largura para imagens também é importante, pois fará com que a página e as imagens carreguem simultaneamente.

Dica: O TinyPNG “limpa” suas imagens sem que se perda a qualidade. Basta enviar a imagem original e baixar a imagem muitas vezes com um tamanho mais de 90% menor. Funciona com arquivos PNG e JPG: Tinypng.com

2- Reduza o tamanho da página

Atenção com os elementos da página, em especial com arquivos Java Script, CSS e imagens. Evite incorporar grandes objetos ou imagens em uma página e assim você diminui o kb (unidade de medida).

Para verificar o tamanho do seu site, salve a página no computador como uma pasta de arquivo de web, a partir do browser, e veja o tamanho da pasta.

3- Utilize CDN

A Content Delivery Network (CDN) ou Rede de Distribuição de Conteúdo garante que você ofereça ao seu usuário conteúdo com agilidade e estabilidade.

Como o próprio nome diz, possibilita a distribuição do conteúdo por meio de armazenamento em cache em diversos servidores. Essencial, principalmente, para quem tem clientes em todo o mundo.

4- Escolha servidores rápidos para a hospedagem

Opte por um fornecedor para hospedar o seu site que combine servidores, tecnologia, seja rápido e, consequentemente, atenda às necessidades de tráfego do seu e-commerce.

5- Use sistema de cache

Certifique-se de que o cache está habilitado para garantir o armazenamento de dados ou processos. Assim, o navegador salva a estrutura básica das páginas diminuindo o tempo de download delas em exibições futuras.

6- Reduza o número de requisições

Facilite a comunicação dentro da sua página fazendo com que o browser e o servidor conversem e encontrem rapidamente a informação solicitada pelo usuário.

Para isso, diminua o número de request (requisições), assim o browser não precisar ir e voltar muitas vezes até encontrar a informação. Deixe as requisições que bloqueiam o carregamento da página por último.

7- Evite redirecionamentos

Cada direcionamento incluído no site é como um pedido separado para o servidor o que aumenta o tempo de carregamento da página. Portanto, evite redirecionamento em excesso.

8- Acompanhe a performance do site

Por meio de uma ferramenta de análise, como o Google Analytics, analise o passo a passo do cliente e verifique os possíveis erros da página.

Aproveite também para acompanhar a velocidade do seu e-commerce e melhorar, se necessário. Entre as ferramentas possíveis para isso estão Pingdom, YSlow do Yahoo, e Insights PageSpeed do Google.

Atualmente, as empresas dependem fortemente de aplicações para quase todos os processos críticos de negócios. Estas aplicações são entregues através de uma cadeia composta de hardware, software e diversos serviços que possuem uma variável muito importante na ponta, que é o usuário. No mundo digital do e-commerce, a principal aplicação é justamente a loja virtual onde o principal usuário é o consumidor.

Com o avanço da tecnologia, as lojas virtuais estão cada vez mais modernas e presentes, criando um cenário cada vez mais competitivo. Da mesma forma, este avanço tecnológico é acompanhado de um aumento da complexidade nesta cadeia de entrega da aplicação no mesmo passo que a visibilidade diminui.

Devido a este fato, as empresas buscam diversas formas de melhorar esta visibilidade, em cada uma das camadas que envolvem a aplicação. A grande questão é que na maior parte das vezes as equipes de TI estão muito focadas nos componentes de TI apenas e de forma isolada, não existindo um correlação entre estes componentes e o negócio.

O Gerenciamento de Performance das aplicações, deve ir muito além disso. Ele deve correlacionar todos estes componentes para se ter uma visão única de toda a transação de negócio desde o início da navegação do cliente até a conclusão do pedido ou qualquer outro ponto que ele parar.

É extremamente importante, além de tudo, também monitorar o usuário final para saber se ele está tendo um experiência satisfatória ou frustrada. Este tipo de gestão é muito importante, porque não estamos falando apenas de manter um site/aplicação no ar, estamos falando de estar um passo à frente da concorrência, ou talvez estar no mesmo passo, pois, muitas empresas já estão adotando este tipo de gestão.

Cada segundo de lentidão existente
causa a perda de 7% em conversões em vendas online.

Pesquisas realizadas, mostram que cada segundo de lentidão existente causa a perda de 7% em conversões em vendas online. Por isso a importância de se gerenciar performance. É um trabalho continuo para se detectar problemas para uma ação imediata e, assim, minimizar perdas e também estar sempre buscando melhorias para aumentar vendas.

Monitoramento do negócio

É onde começamos a falar de monitorar o negócio. Não apenas se preocupar se o servidor de aplicação está no ar, se o banco de dados parou, se o link está funcionando. E sim se preocupar em buscar métricas que são capazes de mostrar se o negócio está funcionando como deveria a partir da aplicação. Por exemplo, deve-se monitorar pedidos por minuto, faturamento por minuto, etc.

Ou seja, deve-se buscar o que é relevante de fato no modelo de negócios da empresa e extrair esta informação diretamente da aplicação em tempo real. Quando se monitora pedidos por minuto, cria-se um “baseline”, uma média, onde qualquer alteração para baixo poderá indicar um problema relacionado a performance na cadeia de entrega da aplicação e já iniciar um processo de investigação para uma rápida resolução.

Sem uma visão como essa, muitas vezes o problema só será percebido no “fechamento do caixa” com um faturamento abaixo do normal, pois, não ocorreu uma indisponibilidade, e sim uma lentidão em algum ponto.

O contrário também exige atenção, um aumento além da média em vendas também deve ser alertado para ser acompanhado de perto para garantir que a aplicação irá suportar o aumento da demanda. A regra é simples. Aumentar vendas e minimizar perdas.

A partir do momento que você começa a gerenciar a performance da sua aplicação e monitorar o negócio de fato, pode-se obter respostas para diversas questões como:

• Por que minha taxa de conversão é baixa com este segmento de cliente?
• O que está impulsionando o abandono de páginas/passos dados?
• Como os visitantes percebem meu site versus o de meus concorrentes?
• Por que minha aplicação está recebendo classificações de 2 estrelas?
• Qual é o impacto de inclusão de outro bloco de anúncios no meu site?

Concluindo

O mundo está cada vez mais digital, os funcionários são digitais, os parceiros de negócio são digitais, e, claro, os clientes são digitais. Além da maximização de lucros, é muito importante se preocupar com a imagem da empresa.

O clientes estão cada vez mais exigentes. De acordo com um dado publicado pelo Forrester em Novembro de 2014, 60% das pessoas classifica o tempo de resposta/desempenho como a expectativa número 1 em aplicativos de dispositivos móveis, à frente de características e funcionalidades.

E quase metade transmitirá suas frustrações através de canais eletrônicos como mídias sociais. Ou seja, além da preocupação com o resultado financeiro deve-se focar também no desenvolvimento e proteção da imagem da empresa, da marca, etc.

O E-commerce não para de crescer no Brasil! Só no primeiro semestre de 2014 houve aumento de 26% em relação ao mesmo período do ano passado, o que significa um volume de vendas da ordem de R$ 16 bilhões. As projeções para os próximos ciclos continuam otimistas, segundo levantamento do 30º relatório WebShoppers, apresentado em agosto.

Apesar da desaceleração econômica observada em setores como o automotivo, por exemplo, o cenário nacional para o e-commerce continua favorável, o que estimula o surgimento de novos empreendedores e o aperfeiçoamento daqueles que já estão no mercado. No post de hoje vamos oferecer 5 dicas para você melhorar a loja virtual em gerenciamento e desempenho, garantindo uma participação significativa na fatia promissora deste mercado. Confira!

# Sua loja atende bem o Mobile Commerce?

Se a resposta for não, melhor rever seus conceitos! Nos últimos meses a venda de dispositivos móveis disparou no país (em 2013 foram vendidos 35,6 milhões de smartphones segundo o IDC e a estimativa é que esses números sejam superiores a 50 milhões para 2014).

Somos também uma nação que investe pesado na compra de smartphones e temos visto, cada dia mais, a difusão dos tablets, mesmo entre quem é da classe C. Esses dados ajudam a explicar a explosão de vendas via dispositivos móveis, o Mobile Commerce (M-commerce).Veja o infográfico:

Infográfico Mobile Commerce no Brasil - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.
Infográfico Mobile Commerce no Brasil – Dados do Relatório Webshoppers 30.
Veja+: Infográfico: Lojas virtuais vendem mais de 16bi no primeiro semestre de 2014.

As compras efetuadas por esses dispositivos cresceram no país, o que representou um aumento também do faturamento. Ainda segundo o E-bit Webshoppers, são incríveis 102% de aumento do faturamento de 2013 para 2014 e 126% de crescimento de volume de pedidos.

Portanto, trate de adaptar sua loja virtual para atender bem seus clientes mobile. Invista em plataformas responsivas, que se adaptam a todas as plataformas, para não perder nenhuma venda!

# Monitore o tráfego do seu site.

Achismos a parte, você só terá a real dimensão do seu alcance e da sua performance se tiver em mãos relatórios periódicos sobre quem entra no seu site, quanto tempo fica e em quais páginas circula. Para reforçar a análise, recomendamos aferições diárias, semanais e mensais.

Dessa forma você vai poder ver, na prática, o quão atrativa está sua loja e adotar medidas para ampliar o tráfego e, consequentemente, a conversão do seu site.

Dica de Ouro: Cyfe (www.cyfe.com)

Um painel online que integra gráficos de vários sistemas. Este sistema é o “Sonho de Consumo” de qualquer gestor de loja virtual. Com ele você consegue visualizar em uma mesma tela gráficos importantes como do Google Analytics, Google Adwords, Facebook, Twitter, entre outras. Isso economiza muito tempo não só pelo fato de não precisar fazer o login em vários sistemas, mas também coloca um gráfico ao lado do outro permitindo uma rápida analise das suas métricas mais importantes.

Cyfe - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Para começar a usar este sistema gratuitamente, basta se cadastrar e configurar quais os gráficos que você deseja visualizar seja do Google, Facebook, Twitter, Addthis, Mailchimp, (entre vários outros). Para integrar o gráfico é preciso clicar em Add e Widdget e estar logado previamente na ferramenta a ser adicionado. A versão free dá direito a colocar 5 gráficos, e analisa dados pelo período de 30 dias anteriores a data do dia do acesso a ferramenta.

Veja mais ferramentas gratuitas: 30 ferramentas gratuitas para TURBINAR seu E-commerce.

# Dê mais atenção às páginas da sua loja.

Sim, essa dica é importante, porque não basta que você tenha os dados gerais do seu site. Você precisa saber quais são as páginas que mais e menos recebem visitas e também aquelas que levam à saída da sua loja. E investigue as causas: páginas poluídas? Descrições que não explicam? Muitas cores? Design pouco atrativo? Leia mais sobre Design para E-commerce: 7 tendências de Design para lojas virtuais.

Dica de Ouro: Eyequant (www.eyequant.com)

É uma ferramenta que simula por meio de algoritmos o caminho que o olhar do internauta faz quando visita um site. Este sistema é excelente para você entender o que está chamando mais a atenção do seu internauta quando olha por exemplo para a home da sua loja. Você poderá descobrir que o banner que supostamente deveria captar o olhar do usuário está perdendo para um produto com a cor vermelha ao lado.

Dica de Ouro: Eyequant (www.eyequant.com) - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Esta análise permite você aprimorar a eficiência da sua comunicação visual para poder aumentar a conversão de vendas de seus anúncios e também melhorar a experiência de navegação de forma geral na sua loja. É possível fazer um teste gratuito colocando a URL do seu site e se cadastrando no sistema. Ele irá gerar uma imagem sombreada iluminando as partes que concentram o olhar do internauta, você pode ainda ver um mapa de calor destes pontos.

Entenda melhor sobre esta ferramenta: Eye-Tracking: Para onde vão os olhos do visitante em um website.

Com as respostas em mãos você conseguirá resolver o problema das páginas pouco visitadas ou que não conseguem reter a atenção do visitante por muito tempo.

# Aumente o valor médio do pedido.

Aumente o valor médio do pedido - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Você chega ao tíquete médio dividindo o lucro total pelas compras fechadas. Esse valor te dá o panorama atual das suas vendas. Para aumentá-lo você pode adotar medidas como:

• Especialização dos produtos, foco nos nichos. Texto relevante: Em busca do produto perfeito –  Por que investir em um E-commerce de nicho.
• Marketing de conteúdo, que engaja pessoas com o perfil consumidor para o seu negócio. E-book gratuito: Estratégias de Marketing de Conteúdo para E-commerce.
• Reduza a taxa de abandono do carrinho. Texto relevante: 6 dicas para reverter carrinhos abandonados em vendas.
• Faça cross-selling (sugestões de produtos complementares) e up-selling (sugestão de produto que agrade melhor um cliente já conhecido). Mais sobre o assunto: Marketing Comportamental.

# Proteja-se contra fraudes.

Combata fraudes nos pagamentos online: isso pode ser feito através da contratação de plataformas confiáveis no mercado e disponibilização várias opções de pagamento aos clientes. Acontece mais do que você imagina, e algumas dicas do que procurar ao analisar um pedido são fundamentais para se proteger.

Proteja-se contra fraudes - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Como se trata de um tema amplo, separamos este Webinar gravado com Rogério Anacleto, especialista em combate à fraudes da FControl: Combata fraudes da sua loja virtual. E a apresentação de slides e perguntas feitas para acompanhar o vídeo. Leia também:  Um Monstro chamado Chargeback.

Aproveite nossas dicas e otimize o gerenciamento – e consequentemente a performance – do seu e-commerce. Se ainda tiver dúvidas, deixe-as nos comentários e lhe responderemos. Continue acompanhando nosso blog para mais dicas de ouro sobre o comércio eletrônico!