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Quem está navegando e pesquisando na internet não espera encontrar um site que demore para carregar. Um atraso de apenas 1 segundo no carregamento pode gerar 11% menos visualizações de página, redução de 16% na satisfação do cliente e 7% de perda nas conversões.

Por isso é importante otimizar o desempenho da sua hospedagem de sites.

Os problemas de lentidão podem aparecer sem avisar. E quando aparecem podem ser difíceis de encontrar os problemas para resolvê-los.

E para você que possuí uma loja virtual é essencial e indiscutível que seu ambiente seja ágil e veloz, afinal você não vai querer perder possíveis clientes de seu empreendimento, não é?

Neste post você verá o que pode estar causando alguma lentidão e 6 formas de otimizar seu E-commerce!

Lentidão, o que pode ser?

Se têm dúvidas dos motivos que podem estar retardando sua loja virtual dê uma olhada nos pontos que citarei a seguir:

Plug-ins

Observar cada plug-in e a quantidade que acaba por instalar em seu ambiente é uma importante tarefa para ajudar a combater essa lentidão que pode estar ocorrendo.

Widgets e Plug-ins são feitos de formas distintas e alguns podem não estar sendo atualizados de forma constante, deixando brechas de segurança.

Além disso, quanto maior a quantidade destes recursos mais pesado seu site ficará, levando um tempo maior para carregar.

Mídias

Um site muito bonito pode resultar em um site muito pesado se não for bem ajustado e otimizado. Mídias externas embutidas nele como vídeos, imagens e slides o deixam maior e mais lento.

Problemas com a Hospedagem de Sites

Se o seu e-commerce acaba utilizando demais dos recursos de seu servidor ele pode vir a ficar muito lento ou até mesmo fora do ar. Isso é algo que acontece principalmente em hospedagem de sites compartilhadas, onde a limitação é muito mais “rígida”.

Propagandas

Por mais que seja uma ótima forma de conseguir uma renda extra em seu site, os famosos “Ads” também são uma forma de gerar mais “peso” em seu site.

Flash

Por melhor que possa parecer, o Flash além de não ser compatível com alguns dispositivos móveis é um famoso causador de lentidão de carregamento e alguns navegadores, como Google Chrome por exemplo, não funcionam muito bem com alguns plug-ins.

Conexão Lenta

O tempo, a latência que o usuário leva para conseguir obter as informações para seu site abrir é um fator que deveria ser levado mais em conta por todos os donos de e-commerces. Se este tempo for muito alto consequentemente o carregamento do site também será.

Como Corrigir

Sabendo de alguns problemas causadores de lentidão no carregamento de sua loja virtual posso agora te mostrar as soluções para cada um deles!

Verifique os plug-ins

Pesquise sobre o plug-in que pretende instalar, veja se ele ainda recebe atualizações e se existe alguma exceção de compatibilidade com outro plug-in que você pretende usar.

Desabilite todos os plug-ins e widgets que não faz mais uso ou que pareçam suspeitos.

Widgets podem deixar seu site mais bonito e organizado. Porém evite exagerar , já que alguns podem deixar essa beleza bem demorada para carregar.

Veja também se o plug-in ou widget que pretende colocar em seu site é otimizado de alguma forma. Se por acaso não for, opte por uma ferramente que exerça a mesma função e seja otimizada.

Mídias Organizadas

Evite colocar arquivos grandes em sua loja, como vídeos e imagens. Opte por incorporar links de imagens e vídeos ou se realmente for necessário, use algum compactador de arquivos para reduzir o tamanho total deles. Assim, seus arquivos ficam mais leves e, consequentemente seu site também, favorecendo sua hospedagem de sites.

Reduza o tamanho da imagem antes de colocar ela no seu site. Não adianta colocar uma imagem de tamanho 1000 x 1000 em um formato no site 100 x 100 para tentar reduzir seu peso. Ela continuará com o mesmo peso, só que em um tamanho menor.

Formate imagens como fotografias ou uma paisagem em JPEG e gráficos em PNG. De preferência mantenha seus arquivos de imagem em kilobytes para sua página carregar mais rápido.

Hospedagem de Sites

Quanto à hospedagem de sites ideal para seu site, você deve tomar alguns cuidados mais específicos e precisos:

  • Fique atento aos limites de seu servidor;
  • Procure alguma hospedagem de sites que suporte e entregue todo o desempenho que sua loja virtual precisa;
  • Desconfie de planos muito baratos e que prometem muito;
  • Busque por uma empresa que te dê um bom e rápido suporte sempre.

Você pode optar por uma troca de servidor caso o que esteja hospedando sua loja virtual não consiga mais suportar ela. Exemplos deles são:

Servidor dedicado

O servidor dedicado (uma máquina exclusiva para seu domínio) é onde você pode usar os recursos, dentro do limite, da forma que quiser, já que não os divide com ninguém.

Este tipo de servidor é recomendado para um site com tráfego considerável e uso elevado de hardware.

Cloud Server

O Cloud Server funciona da seguinte forma: Várias máquinas suprindo servidores virtuais, onde são divididos hardwares potentes e de forma mais abundante para todos que estão hospedados.

É recomendado para sites que necessitam de velocidade e disponibilidade.

Cuidado com os Ads

Evite colocar muitas propagandas em seu site. Assim você diminui o tempo de carregamento e deixa seu site mais “clean”.

Substitua o Flash

As tecnologías como o JavaScript, CSS3 e HTML5 podem ser substitutos do flash player.

O processo para desenvolver um site com essas três tecnologias pode ser mais demorado por alguns processos serem feitos “manualmente”. Porém, o resultado final será um site mais ágil e sem a necessidade de instalação de algum plug-in pelos usuários.

Observação: a Adobe interromperá a compatibilidade com o Flash no final de 2020. Visite o blog do Google Chrome para saber mais.

CDN

Para otimizar ainda mais a velocidade de seu site você pode optar por uma CDN, que salvará uma cópia do cache de seu site em alguns servidores espalhados pelo mundo. Assim, o usuário poderá obter os dados mais rapidamente, pois recolherá eles de um servidor mais próximo a ele.

Conclusão

Uma boa otimização de seu e-commerce é uma porta de entrada para manter e fazer novos clientes satisfeitos! Invista um tempo para pesquisar e desenvolver seu site, afinal isso pode ser o fator-chave para garantir sua clientela. 😛

Ah, importante também é ter uma hospedagem de sites que te disponibilize o monitoramento do seu servidor. Assim você pode acompanhar pessoalmente os recursos que seu site está consumindo (Memória RAM, CPU, etc.).

Espero que tenha ajudado e tirado algumas dúvidas!

Um forte abraço e bons negócios!

Leia também:

O Google disse 2 segundos de carregamento dos sites. E agora?

O processo de tomada de decisão é uma das atividades que mais consomem energia e acaba gerando estresse em nós seres humanos, agora junte um mercado com ambiente hostil no caso do comércio eletrônico. Por isso utilizar mecanismos como KPIs de marketing para seu e-commerce será fundamental para te ajudar nesse processo.

Não é a toa que um recente estudo apontou que o estresse prejudica o cérebro, levando a más decisões e todos sabemos que a escolha de determinados caminhos podem prejudicar um negócio.

Com o objetivo de te ajudar nas estratégias de marketing digital da sua loja, nós separamos alguns indicadores que poderão te auxiliar na escolha dos melhores canais e ações.

KPIs de marketing para seu e-commerce

Embora indicadores possam variar dependendo do modelo operacional da loja, separamos os mais utilizados para verificação e otimização da performance das suas estratégias, sendo eles:

Taxa de conversão

O objetivo dessa métrica é medir a eficiência de um canal ou uma determinada landing page do seu site. Isso ajuda tanto no direcionamento de investimentos para os canais com maior taxa de conversão quanto para o direcionamento de campanhas para páginas do seu site que possuam maior eficiência em conversão.

Existem diversos insights que essa métrica pode te proporcionar, como:

  • Reduzir investimento em canais que não performam;
  • Direcionar campanhas para as melhores páginas;
  • Verificar performance de testes A/B ou multivariáveis;

Mais sobre taxas de conversão:

Dobre sua taxa de conversão com essas 11 táticas

Taxa de crescimento

Saber se os resultados estão evoluindo ou caindo também é muito importante, por isso a utilização da taxa de crescimento para comparar as variações de tráfego, receita, taxa de conversão, ticket médio e outros dados ao longo do ano é muito importante.

Taxa de carrinho abandonado

Avaliar essa métrica é fundamental para saber o quanto de dinheiro está parado no carrinho de compras da sua loja. Estimativas conservadoras têm fixado a taxa de abandono por volta de 60%, sendo que algumas pesquisas independentes tem jogado esses números para a casa dos 80%.

6 dicas para reverter carrinhos abandonados em vendas

CAC (Custo de aquisição de clientes)

Quanto você está pagando para adquirir um novo cliente para o seu negócio? Essa métrica é importante, pois traz insights para sabermos quais são os canais que temos um custo maior ou menor na aquisição de novos clientes.

Ticket médio

Saber  quanto em média os seus clientes estão gastando em sua loja é um dado muito importante para analisar se as suas ofertas de up-selling e cross selling estão sendo feitas corretamente.

Quantidade média de produto

Mensurar a quantidade média de produtos que estão sendo vendidos é importante para desenvolver estratégias mais eficientes na hora de entregar o mix de produto para o seu cliente e fazer com que ele aumente o ticket médio nas compras.

ROI (Retorno sobre o investimento)

Você sabe o quanto cada estratégia ou canal está trazendo de retorno para o seu negócio? Não? Então comece a mensurar o ROI das suas campanhas.

ROI no e-commerce: qual é o número mágico?

Estudo da One Day Testing monitorou 43 e-commerces nas primeiras horas da Black Friday e constatou que 83% apresentaram instabilidade em algum período

Com faturamento esperado de R$ 2,1 bilhões, de acordo com a Ebit, na Black Friday cada segundo que um site fica fora do ar faz diferença. É com essa premissa que a One Day Testing monitorou 43 lojas virtuais com alto volume de acessos e registrou informações como tempo de carregamento, quantidade de dados transferidos e diferentes tipos de erros que o consumidor pode ter encontrado.

A análise mostra que as 43 lojas demoraram, em média, 9,3 segundos para carregar o conteúdo completo do site no período registrado, entre 22h de quinta-feira (23/nov) e 2h de sexta-feira (24/nov). Destas, 36 (83,7%) apresentaram instabilidade em algum momento, considerada como variação no tempo de carregamento médio superior a 3 segundos. Para ter uma ideia do impacto desta demora adicional, a Akamai estima que cada segundo a mais no carregamento implica em perda de conversão de 20,5% no celular e 21,8% no computador.

O estudo também registrou o timeout, quando o site não termina de carregar mesmo 45 segundos depois de acessado. Neste caso, 32% das lojas virtuais monitoradas (14 sites) enfrentaram esse problema, totalizando 4 horas e 16 minutos fora do ar. Cada segundo conta: de acordo com o Google, um site perde R$ 1,5 milhão quando fica 1 hora fora do ar na Black Friday. Sendo assim, estima-se que apenas nesses 14 e-commerces houve uma perda de faturamento de R$ 6,4 milhões por estarem fora do ar, número que abrange apenas as quatro horas de monitoramento.

O prejuízo total, porém, é maior ainda. Um estudo da NewVoiceMedia mostra que 34% dos consumidores se vingariam de uma experiência ruim compartilhando sua insatisfação nas redes sociais ou em avaliações negativas. Além disso, a White House of Consumer Affairs afirma que experiências negativas são espalhadas para duas vezes mais pessoas do que experiências positivas. Assim, problemas como demora no carregamento ou site fora do ar não só deixam o consumidor insatisfeito, como podem fazer com que o impacto de uma experiência negativa para a marca seja muito maior.

O impacto que ninguém esperava

Durante as 4 horas de análise, constatou-se que o principal problema não foi necessariamente com os servidores dos e-commerces, mas com plug-ins antifraude ou programas de afiliados, que, por conta do incomum volume de acessos, deixaram o carregamento da página excessivamente lento. Dentre os sites analisados, 41% possuíam algum script de terceiros que estava com problemas técnicos e de lentidão, alterando drasticamente o tempo de carregamento do site.

Confira nos gráficos abaixo o comportamento da Loja 1, uma das maiores varejistas do Brasil, e da Loja 2, uma grande livraria. A linha azul mostra o tempo de carregamento do conteúdo completo do site, em segundos.

Loja 1

Loja 2

 

Em análise interna, apurou-se que a demora foi por conta de um plug-in de programa de afiliados usado no site, que provocou um efeito cascata negativo em todas as demais lojas virtuais, em pleno horário de pico da Black Friday. A instabilidade do plug-in apenas foi resolvida por volta de 1h30 da madrugada de sexta-feira.

Sobre a metodologia

Para a coleta dos dados, a One Day Testing acessou uma lista pré-definida de 43 sites a partir de servidores localizados em São Paulo, onde cada servidor monitorava apenas um site para evitar interferência de outros processos. Para simular a experiência de um usuário real, as páginas foram carregadas com o navegador Google Chrome 62.0.3202.89, com cache desativado e aba anônima.

Durante o monitoramento, o Chrome abre uma aba em branco e acessa a página principal da loja virtual; o processo é repetido a cada 60 segundos, e então as informações são registradas. Consideramos um timeout quando, mesmo depois de 45 segundos, a página ainda não terminou de carregar. Foram registradas métricas como tempo de carregamento, quantidade de requisições, dados transferidos e erros HTTP 4xx ou 5xx (como Forbidden e Internal Server Error).

A transformação digital já é realidade. Segundo uma pesquisa da Dentsu Aegis Network, os gastos publicitários globais com mídia digital devem somar 37,6% dos orçamentos em 2018, superando, pela primeira vez, os investimentos em televisão – previstos para 35,9%.

Como consequência, o mercado de programática também vem evoluindo, e inúmeras ferramentas de otimização disponíveis prometem oferecer todo o suporte necessário para o alcance de metas publicitárias cada vez mais ambiciosas.

Mas como escolher os melhores fornecedores para o meu negócio? Mais do que isso, como tirar o máximo proveito das soluções que oferecem?

Ao menos no universo do retargeting, a resposta para essa questão tem sido a utilização simultânea de mais de um provedor. A lógica por trás da estratégia do múltiplo retargeting é simples, e se baseia no conceito de livre concorrência amplamente defendido por Adam Smith: ao incentivar uma competição “leal” e “saudável” entre dois ou mais fornecedores, eles serão estimulados a sempre entregar o melhor serviço com a melhor performance.

Porém, embora a estratégia tenha se mostrado bastante efetiva na prática, sabemos que executar muitas campanhas diferentes ao mesmo tempo pode ser um desafio. Pensando nisso, elencamos as três regras fundamentais para obter sucesso com o múltiplo retargeting:

Regra um: Dê a todos os provedores as mesmas condições

A concorrência é, sem dúvida, uma força motivadora. Ao cooperar com vários provedores de tecnologia, você experimentará os diferentes serviços oferecidos ao cliente e poderá comparar os resultados de desempenho de provedor para provedor. Mas para obter resultados confiáveis, é fundamental compará-los usando sempre as mesmas métricas.

É uma boa prática utilizar as ferramentas simultaneamente e por um longo período de tempo (entre 6 e 12 meses, se possível), para que ambas tenham aprendizado suficiente sobre os usuários.

Vale a pena também configurar o mesmo orçamento, com objetivos e parâmetros similares – custo por conversão (CPA), ROI, volume de vendas esperado, etc.

Regra dois: Compare sempre os resultados usando uma fonte de informação objetiva

Há uma série de métricas que você deve considerar ao executar atividades de marketing com diferentes provedores. Embora cada um dos seus parceiros ofereça seus próprios dados, a regra mais importante é comparar os custos usando uma ferramenta analítica externa e objetiva (por exemplo, o Google Analytics).

Isso porque os resultados apresentados por cada provedor podem simplesmente não ser diretamente comparáveis uns com os outros devido a diferentes fatores, como a definição de conversões ou como métricas diferentes são calculadas. Somente usando a fonte externa você poderá comparar de forma justa e isenta o custo e o ROI entregue por cada um.

Regra três: Tenha em mente a complementaridade dos provedores

Quando utilizar mais de uma ferramenta de retargeting, não deixe de considerar também a possível complementaridade entre elas. Enquanto um dos provedores pode se sair melhor ao trazer vendas com ticket médio maior, por exemplo, outro pode ser um ótimo parceiro para atrair de volta um público recorrente.

Para avaliar os resultados reais da sua estratégia de múltiplo retargeting você deve medir seus resultados com sabedoria. Então, em vez de simplesmente comparar o número de cliques, você deve se concentrar em métricas mais significativas, como o custo real da conversão. No fim do dia, o objetivo é entender como todos os seus fornecedores funcionam juntos, e como podem otimizar o retorno do seu investimento.

Ainda faltam cerca de um mês para a Black Friday, que em 2017 acontece no dia 24 de novembro. Mas é preciso planejar com antecedência e estar preparado para a data que é uma das mais importantes para o comércio virtual. Segundo pesquisa da Google, divulgada dia 22 de agosto, as vendas durante o período devem somar R$ 2,2 bilhões, com crescimento entre 15% e 20%.

O estudo também diz que 68% das pessoas pretendem comprar algo na Black Friday deste ano, enquanto no ano anterior o índice era de 61%. Assim, é fundamental garantir que tudo no e-commerce funcione da melhor forma possível. Entre os principais pontos que precisam ser checados estão infraestrutura e relacionamento com o cliente.

De acordo com a All iN, o e-mail marketing foi o principal canal de conversão entre os varejistas durante a Black Friday de 2016 e a tendência é que a ferramenta mantenha o desempenho neste ano. Ainda segundo a marca, o envio de e-mails tradicionais no período deve crescer 15%, enquanto o disparo de e-mails comportamentais aumenta 25%.

Levantamento realizado pela Tray, informa que a movimentação nas lojas virtuais durante a Black Friday cresce em torno de 20 vezes em relação a um dia normal. O estudo também traz que o tíquete médio da data em 2017, deve ser em torno de R$ 350.

Já pensou o que pode acontecer ao criar uma campanha e perder todo o trabalho porque o número de acessos ultrapassou o limite que o site suporta receber? Ou criar uma ação inovadora e falhar na comunicação com os clientes?

Por isso, abaixo estão três dicas para que os empreendedores comecem a se programar e não percam a oportunidade:

Como está o site?

Aproveite que ainda há um tempo até a Black Friday e revise a estrutura das páginas e os conteúdos. Teste variações de cores e layouts, por exemplo, para deixar a navegação mais atrativa e intuitiva.

Inclua formulários de contato e/ou newsletters. Dessa forma, pode-se criar (ou aumentar) a base de clientes interessados em receber suas mensagens. Essa lista é fundamental para a divulgação de promoções e descontos, ou simplesmente para estreitar o relacionamento.

E se o site ficar fora do ar?

Faça uma análise do número de visitantes que o seu site recebe, acompanhe o histórico e, se possível, compare com o do ano anterior. Existem diversas opções, como Hospedagens ou Clouds, para ampliar a capacidade, mas é preciso entender o tamanho do negócio e o quanto pode-se investir em infraestrutura.

Como dito anteriormente, a estimativa é que o acesso às lojas virtuais durante a Black Friday cresça em torno de 20 vezes em relação aos dias regulares.

E-mail Marketing para avisar os clientes sobre os descontos?

É fundamental que os consumidores saibam o que acontece no e-commerce. As ferramentas de e-mail marketing são importantes para mantê-los atualizados sobre as novidades, promoções e novos produtos ou serviços. Assim, quando a Black Friday chegar, já haverá uma base trabalhada e engajada.

Uma campanha de sucesso depende, e muito, de um bom planejamento e de muita pesquisa.

Que a User Experience (ou UX) é super importante para o sucesso da sua loja virtual você já sabe, certo? Agora, será que as experiências das suas páginas estão de acordo com as novas técnicas que têm sido usadas hoje na web? Lembre-se de que o UX para ecommerce também evolui com o tempo, assim como a programação e o design, portanto, é sempre bom ficar de olho para saber se as suas técnicas ainda estão sendo eficientes.

Ficou em dúvida sobre a eficiência do seu UX? Então, não se preocupe, porque iremos listar 4 técnicas matadoras que atualmente são essenciais para qualquer loja virtual. Confira!

1- Menos “firulas”, mais resultados

Script de acompanhamento do Google Analytics, script para fazer rodar os banners, outro para monitorar cliques e mais alguns para o pop-up de captura de e-mails e promoções. Tem gente que coloca muita informação para rodar por trás das páginas do e-commerce e isso, claro, tem um custo para o seu negócio.

De acordo com algumas pesquisas recentes, o tempo médio que o usuário espera por uma página carregar é de no máximo 2 segundos. Passou disso, ele pula para a página do concorrente.

O Google disse 2 segundos de carregamento dos sites. E agora?

Logo, como podemos reduzir esse tempo de carregamento por meio da User Experience? Bem, seguindo algumas das dicas abaixo:

Só use os scripts que forem necessários

Não coloque muitos scripts para rodar por trás das suas páginas. Lembre-se de que quanto mais dados o seu sistema quiser coletar, mais tempo irá demorar para uma página carregar.

Não exagere no número de banners

Excesso de imagens saltando na tela do usuário também é algo que pode pesar no tempo de carregamento de qualquer página, portanto, não coloque muitas “firulas” em seu e-commerce.

Invista em bons servidores

Não economize na hora de contratar um serviço de hospedagem para a sua loja virtual. Bons servidores, como o da Amazon, por exemplo, podem até não serem os mais baratos do mercado, mas, com certeza, entregam a velocidade que você e seus clientes precisam.

2- Login social

De acordo com um relatório do provedor de hospedagem WebHostingBuzz, pelo menos 88% dos usuários esperam que, na hora de fazer o login para efetuar uma compra, eles possam usar o seu login social — aquele mesmo usado no Gmail, Twitter ou Facebook.

Ou seja, ninguém quer ficar preenchendo formulário de cadastro hoje em dia. Desse modo, se não quer ver os carrinhos de compra serem abandonados, coloque logo a opção de login social em seu e-commerce.

3- Teste A/B

O designer diz que o botão de compras com a cor vermelha irá vender mais. Você acha que a cor, na verdade, tem que ser azul, porque combina com o logo da empresa. Para resolver esse problema existe uma saída: não ficar “achando” e investir em um teste A/B.

Como um teste A/B faz diferença nas conversões do e-commerce

Nele, você pode criar duas páginas praticamente idênticas, trocando apenas aquele elemento que gera alguma dúvida, e ver qual delas traz os melhores resultados de conversão. Dessa maneira, a experiência dos usuários fica do jeito que eles querem e não do jeito que você ou o designer pensam ser a melhor.

4- Pare de achar que agora o “mobile é tendência”

Se você acha, assim como alguns veículos de mídia, que o “mobile é tendência” ou que “a internet móvel veio para ficar”, provavelmente, você está atrasado. Desde 2009 os números de acessos via mobile só crescem no país e há mais de um ano o Google já tem priorizado em seus resultados de busca aquelas páginas que sejam responsivas e funcionem corretamente tanto nos PCs quanto nos smartphones. Entenda:

Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Logo, se o seu site ainda está se preparando para ser responsivo em mobile, saiba que você pode estar perdendo acessos e, claro, dinheiro há um bom tempo.

Pronto, agora que você já aprendeu essas técnicas essenciais de User experience, que tal colocar o UX para e-commerce rodando direitinho em sua loja virtual e começar a lucrar ainda mais com a web? Deu para aprender um pouco mais com o nosso post?

Então, conte o que você achou e aproveite para tirar as dúvidas aqui mesmo nos comentários!

Pesquisas comprovam que a velocidade da loja virtual está diretamente relacionada à taxa de conversão.

Três segundos. Esse é o tempo desejado pelo consumidor para o carregamento de um site, de acordo com pesquisas, que apontam também que sites lentos dispersam a atenção das pessoas. Já uma pesquisa disponibilizada pela Kissmetrics fala em menos tempo: 2 segundos é o que 47% dos consumidores esperam para que uma página carregue.

Ou seja, e-commerce mais rápido é uma necessidade para garantir uma boa experiência ao usuário e, consequentemente, uma boa taxa de conversão – leia-se “vender mais”.

Uma loja online rápida é sinônimo de mais vendas. A velocidade do site impacta diretamente em dois pontos: melhora a taxa de conversão e de avaliação no ranking do Google, ou seja, favorece o posicionamento da página nas buscas orgânicas.

Estamos falando de segundos, por isso toda ação que deixe a página mais rápida, deve ser feita. Confira os principais itens a serem avaliados:

1- Otimize as imagens

Acusadas de serem as principais responsáveis pelo tempo de carregamento das páginas, elas devem ser otimizadas para a web, em tamanho pequeno, mas sem perder a qualidade.

Especificar a altura e a largura para imagens também é importante, pois fará com que a página e as imagens carreguem simultaneamente.

Dica: O TinyPNG “limpa” suas imagens sem que se perda a qualidade. Basta enviar a imagem original e baixar a imagem muitas vezes com um tamanho mais de 90% menor. Funciona com arquivos PNG e JPG: Tinypng.com

2- Reduza o tamanho da página

Atenção com os elementos da página, em especial com arquivos Java Script, CSS e imagens. Evite incorporar grandes objetos ou imagens em uma página e assim você diminui o kb (unidade de medida).

Para verificar o tamanho do seu site, salve a página no computador como uma pasta de arquivo de web, a partir do browser, e veja o tamanho da pasta.

3- Utilize CDN

A Content Delivery Network (CDN) ou Rede de Distribuição de Conteúdo garante que você ofereça ao seu usuário conteúdo com agilidade e estabilidade.

Como o próprio nome diz, possibilita a distribuição do conteúdo por meio de armazenamento em cache em diversos servidores. Essencial, principalmente, para quem tem clientes em todo o mundo.

4- Escolha servidores rápidos para a hospedagem

Opte por um fornecedor para hospedar o seu site que combine servidores, tecnologia, seja rápido e, consequentemente, atenda às necessidades de tráfego do seu e-commerce.

5- Use sistema de cache

Certifique-se de que o cache está habilitado para garantir o armazenamento de dados ou processos. Assim, o navegador salva a estrutura básica das páginas diminuindo o tempo de download delas em exibições futuras.

6- Reduza o número de requisições

Facilite a comunicação dentro da sua página fazendo com que o browser e o servidor conversem e encontrem rapidamente a informação solicitada pelo usuário.

Para isso, diminua o número de request (requisições), assim o browser não precisar ir e voltar muitas vezes até encontrar a informação. Deixe as requisições que bloqueiam o carregamento da página por último.

7- Evite redirecionamentos

Cada direcionamento incluído no site é como um pedido separado para o servidor o que aumenta o tempo de carregamento da página. Portanto, evite redirecionamento em excesso.

8- Acompanhe a performance do site

Por meio de uma ferramenta de análise, como o Google Analytics, analise o passo a passo do cliente e verifique os possíveis erros da página.

Aproveite também para acompanhar a velocidade do seu e-commerce e melhorar, se necessário. Entre as ferramentas possíveis para isso estão Pingdom, YSlow do Yahoo, e Insights PageSpeed do Google.

Atualmente, as empresas dependem fortemente de aplicações para quase todos os processos críticos de negócios. Estas aplicações são entregues através de uma cadeia composta de hardware, software e diversos serviços que possuem uma variável muito importante na ponta, que é o usuário. No mundo digital do e-commerce, a principal aplicação é justamente a loja virtual onde o principal usuário é o consumidor.

Com o avanço da tecnologia, as lojas virtuais estão cada vez mais modernas e presentes, criando um cenário cada vez mais competitivo. Da mesma forma, este avanço tecnológico é acompanhado de um aumento da complexidade nesta cadeia de entrega da aplicação no mesmo passo que a visibilidade diminui.

Devido a este fato, as empresas buscam diversas formas de melhorar esta visibilidade, em cada uma das camadas que envolvem a aplicação. A grande questão é que na maior parte das vezes as equipes de TI estão muito focadas nos componentes de TI apenas e de forma isolada, não existindo um correlação entre estes componentes e o negócio.

O Gerenciamento de Performance das aplicações, deve ir muito além disso. Ele deve correlacionar todos estes componentes para se ter uma visão única de toda a transação de negócio desde o início da navegação do cliente até a conclusão do pedido ou qualquer outro ponto que ele parar.

É extremamente importante, além de tudo, também monitorar o usuário final para saber se ele está tendo um experiência satisfatória ou frustrada. Este tipo de gestão é muito importante, porque não estamos falando apenas de manter um site/aplicação no ar, estamos falando de estar um passo à frente da concorrência, ou talvez estar no mesmo passo, pois, muitas empresas já estão adotando este tipo de gestão.

Cada segundo de lentidão existente
causa a perda de 7% em conversões em vendas online.

Pesquisas realizadas, mostram que cada segundo de lentidão existente causa a perda de 7% em conversões em vendas online. Por isso a importância de se gerenciar performance. É um trabalho continuo para se detectar problemas para uma ação imediata e, assim, minimizar perdas e também estar sempre buscando melhorias para aumentar vendas.

Monitoramento do negócio

É onde começamos a falar de monitorar o negócio. Não apenas se preocupar se o servidor de aplicação está no ar, se o banco de dados parou, se o link está funcionando. E sim se preocupar em buscar métricas que são capazes de mostrar se o negócio está funcionando como deveria a partir da aplicação. Por exemplo, deve-se monitorar pedidos por minuto, faturamento por minuto, etc.

Ou seja, deve-se buscar o que é relevante de fato no modelo de negócios da empresa e extrair esta informação diretamente da aplicação em tempo real. Quando se monitora pedidos por minuto, cria-se um “baseline”, uma média, onde qualquer alteração para baixo poderá indicar um problema relacionado a performance na cadeia de entrega da aplicação e já iniciar um processo de investigação para uma rápida resolução.

Sem uma visão como essa, muitas vezes o problema só será percebido no “fechamento do caixa” com um faturamento abaixo do normal, pois, não ocorreu uma indisponibilidade, e sim uma lentidão em algum ponto.

O contrário também exige atenção, um aumento além da média em vendas também deve ser alertado para ser acompanhado de perto para garantir que a aplicação irá suportar o aumento da demanda. A regra é simples. Aumentar vendas e minimizar perdas.

A partir do momento que você começa a gerenciar a performance da sua aplicação e monitorar o negócio de fato, pode-se obter respostas para diversas questões como:

• Por que minha taxa de conversão é baixa com este segmento de cliente?
• O que está impulsionando o abandono de páginas/passos dados?
• Como os visitantes percebem meu site versus o de meus concorrentes?
• Por que minha aplicação está recebendo classificações de 2 estrelas?
• Qual é o impacto de inclusão de outro bloco de anúncios no meu site?

Concluindo

O mundo está cada vez mais digital, os funcionários são digitais, os parceiros de negócio são digitais, e, claro, os clientes são digitais. Além da maximização de lucros, é muito importante se preocupar com a imagem da empresa.

O clientes estão cada vez mais exigentes. De acordo com um dado publicado pelo Forrester em Novembro de 2014, 60% das pessoas classifica o tempo de resposta/desempenho como a expectativa número 1 em aplicativos de dispositivos móveis, à frente de características e funcionalidades.

E quase metade transmitirá suas frustrações através de canais eletrônicos como mídias sociais. Ou seja, além da preocupação com o resultado financeiro deve-se focar também no desenvolvimento e proteção da imagem da empresa, da marca, etc.

O E-commerce não para de crescer no Brasil! Só no primeiro semestre de 2014 houve aumento de 26% em relação ao mesmo período do ano passado, o que significa um volume de vendas da ordem de R$ 16 bilhões. As projeções para os próximos ciclos continuam otimistas, segundo levantamento do 30º relatório WebShoppers, apresentado em agosto.

Apesar da desaceleração econômica observada em setores como o automotivo, por exemplo, o cenário nacional para o e-commerce continua favorável, o que estimula o surgimento de novos empreendedores e o aperfeiçoamento daqueles que já estão no mercado. No post de hoje vamos oferecer 5 dicas para você melhorar a loja virtual em gerenciamento e desempenho, garantindo uma participação significativa na fatia promissora deste mercado. Confira!

# Sua loja atende bem o Mobile Commerce?

Se a resposta for não, melhor rever seus conceitos! Nos últimos meses a venda de dispositivos móveis disparou no país (em 2013 foram vendidos 35,6 milhões de smartphones segundo o IDC e a estimativa é que esses números sejam superiores a 50 milhões para 2014).

Somos também uma nação que investe pesado na compra de smartphones e temos visto, cada dia mais, a difusão dos tablets, mesmo entre quem é da classe C. Esses dados ajudam a explicar a explosão de vendas via dispositivos móveis, o Mobile Commerce (M-commerce).Veja o infográfico:

Infográfico Mobile Commerce no Brasil - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.
Infográfico Mobile Commerce no Brasil – Dados do Relatório Webshoppers 30.
Veja+: Infográfico: Lojas virtuais vendem mais de 16bi no primeiro semestre de 2014.

As compras efetuadas por esses dispositivos cresceram no país, o que representou um aumento também do faturamento. Ainda segundo o E-bit Webshoppers, são incríveis 102% de aumento do faturamento de 2013 para 2014 e 126% de crescimento de volume de pedidos.

Portanto, trate de adaptar sua loja virtual para atender bem seus clientes mobile. Invista em plataformas responsivas, que se adaptam a todas as plataformas, para não perder nenhuma venda!

# Monitore o tráfego do seu site.

Achismos a parte, você só terá a real dimensão do seu alcance e da sua performance se tiver em mãos relatórios periódicos sobre quem entra no seu site, quanto tempo fica e em quais páginas circula. Para reforçar a análise, recomendamos aferições diárias, semanais e mensais.

Dessa forma você vai poder ver, na prática, o quão atrativa está sua loja e adotar medidas para ampliar o tráfego e, consequentemente, a conversão do seu site.

Dica de Ouro: Cyfe (www.cyfe.com)

Um painel online que integra gráficos de vários sistemas. Este sistema é o “Sonho de Consumo” de qualquer gestor de loja virtual. Com ele você consegue visualizar em uma mesma tela gráficos importantes como do Google Analytics, Google Adwords, Facebook, Twitter, entre outras. Isso economiza muito tempo não só pelo fato de não precisar fazer o login em vários sistemas, mas também coloca um gráfico ao lado do outro permitindo uma rápida analise das suas métricas mais importantes.

Cyfe - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Para começar a usar este sistema gratuitamente, basta se cadastrar e configurar quais os gráficos que você deseja visualizar seja do Google, Facebook, Twitter, Addthis, Mailchimp, (entre vários outros). Para integrar o gráfico é preciso clicar em Add e Widdget e estar logado previamente na ferramenta a ser adicionado. A versão free dá direito a colocar 5 gráficos, e analisa dados pelo período de 30 dias anteriores a data do dia do acesso a ferramenta.

Veja mais ferramentas gratuitas: 30 ferramentas gratuitas para TURBINAR seu E-commerce.

# Dê mais atenção às páginas da sua loja.

Sim, essa dica é importante, porque não basta que você tenha os dados gerais do seu site. Você precisa saber quais são as páginas que mais e menos recebem visitas e também aquelas que levam à saída da sua loja. E investigue as causas: páginas poluídas? Descrições que não explicam? Muitas cores? Design pouco atrativo? Leia mais sobre Design para E-commerce: 7 tendências de Design para lojas virtuais.

Dica de Ouro: Eyequant (www.eyequant.com)

É uma ferramenta que simula por meio de algoritmos o caminho que o olhar do internauta faz quando visita um site. Este sistema é excelente para você entender o que está chamando mais a atenção do seu internauta quando olha por exemplo para a home da sua loja. Você poderá descobrir que o banner que supostamente deveria captar o olhar do usuário está perdendo para um produto com a cor vermelha ao lado.

Dica de Ouro: Eyequant (www.eyequant.com) - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Esta análise permite você aprimorar a eficiência da sua comunicação visual para poder aumentar a conversão de vendas de seus anúncios e também melhorar a experiência de navegação de forma geral na sua loja. É possível fazer um teste gratuito colocando a URL do seu site e se cadastrando no sistema. Ele irá gerar uma imagem sombreada iluminando as partes que concentram o olhar do internauta, você pode ainda ver um mapa de calor destes pontos.

Entenda melhor sobre esta ferramenta: Eye-Tracking: Para onde vão os olhos do visitante em um website.

Com as respostas em mãos você conseguirá resolver o problema das páginas pouco visitadas ou que não conseguem reter a atenção do visitante por muito tempo.

# Aumente o valor médio do pedido.

Aumente o valor médio do pedido - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Você chega ao tíquete médio dividindo o lucro total pelas compras fechadas. Esse valor te dá o panorama atual das suas vendas. Para aumentá-lo você pode adotar medidas como:

• Especialização dos produtos, foco nos nichos. Texto relevante: Em busca do produto perfeito –  Por que investir em um E-commerce de nicho.
• Marketing de conteúdo, que engaja pessoas com o perfil consumidor para o seu negócio. E-book gratuito: Estratégias de Marketing de Conteúdo para E-commerce.
• Reduza a taxa de abandono do carrinho. Texto relevante: 6 dicas para reverter carrinhos abandonados em vendas.
• Faça cross-selling (sugestões de produtos complementares) e up-selling (sugestão de produto que agrade melhor um cliente já conhecido). Mais sobre o assunto: Marketing Comportamental.

# Proteja-se contra fraudes.

Combata fraudes nos pagamentos online: isso pode ser feito através da contratação de plataformas confiáveis no mercado e disponibilização várias opções de pagamento aos clientes. Acontece mais do que você imagina, e algumas dicas do que procurar ao analisar um pedido são fundamentais para se proteger.

Proteja-se contra fraudes - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Como se trata de um tema amplo, separamos este Webinar gravado com Rogério Anacleto, especialista em combate à fraudes da FControl: Combata fraudes da sua loja virtual. E a apresentação de slides e perguntas feitas para acompanhar o vídeo. Leia também:  Um Monstro chamado Chargeback.

Aproveite nossas dicas e otimize o gerenciamento – e consequentemente a performance – do seu e-commerce. Se ainda tiver dúvidas, deixe-as nos comentários e lhe responderemos. Continue acompanhando nosso blog para mais dicas de ouro sobre o comércio eletrônico!