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Muitos lojistas se perguntam quando é o momento certo de reformular o layout da sua loja virtual. Pensando nisso, escolhi 3 bons motivos para você pensar e refletir antes de iniciar um projeto de redesign. Deixe os gostos pessoais de lado, leia com atenção e veja se seu e-commerce se encaixa em algum deles.

1- Não sei como meu usuário esta interagindo com minha loja virtual

heatmapExemplo de resultados de programas de mapa de calor e relatório de Google Analytics. 

Antes de pensar em reformular o layout da sua loja virtual é muito importante entender o seu público. Qual sua taxa de conversão, os pontos onde há maior desistência no processo de compra, o que ele procura, onde clica, etc.

Ter um especialista ao seu lado e saber analisar as estatísticas é essencial para saber se o que você precisa é ou não uma reformulação total da sua loja. Há casos que, realizando melhorias contínuas, adicionando novas funcionalidades, fazendo contantes testes AB, te farão alcançar melhores resultados do que fazendo uma mudança radical.

Tomar as decisões com foco no perfil do seu consumidor e segmento é preciso para que sua loja “converse” com o usuário.

2- Minha loja virtual não tem uma boa experiência em telas de celulares e tablets

Entender o perfil do consumidor que chega até sua loja é o primeiro passo. Em segundo (e não menos importante) é entender com qual dispositivo seu consumidor está acessando sua loja prioritariamente. Sua interface possui uma boa experiência de navegação e compra para este dispositivo?

Hoje em dia, está se tornando cada vez mais comum o primeiro contato com às lojas virtuais ser feito através de smartphones, e não é surpreendente avaliarmos lojas com mais de 60% dos acessos vindos desses dispositivos, porém com uma conversão baixíssima. O erro? Uma interface que não é responsiva ou mobile para “receber” seu cliente de maneira apropriada.

Manter a unidade na identidade visual entre a loja que é apresentada no computador, tablet e smartphone fará com que seu consumidor se encontre mais facilmente, garantindo assim uma ótima experiência de compra.

vestem-responsivoLayout responsivo da loja Vestem. Adaptação dos conteúdos e unidade na identidade visual e navegação entre os dispositivos. 

3- Comprar na minha loja virtual exige pensar muito e dar muitos cliques

blog-post“RG, CPF, data de nascimento, apelido, senha com maiúscula + número + carácteres… Sério?”

O usuário não gosta de pensar muito e comprar não pode ser uma tarefa complicada. Não é no físico, porque seria pela internet? O comportamento de compra pela web, geralmente é realizado em horário de trabalho, e ninguém quer perder muito tempo pra fazer um pedido.

“Estou no meio das minhas tarefas do dia!” Focar no que é básico e em funcionalidades que facilitarão não só o entendimento do usuário, como também seu processo de compra, é de extrema importância para engajar o cliente e aumentar sua taxa de conversão e recompra. Quantos cliques você deu até fechar um pedido? Sua loja responde rápido aos cliques e interações do usuário?

Muitos usuários desistem no processo de compra na finalização do pedido por acharem o processo muito burocrático. Realizar uma compra deve ser fluído!

Conclusão

Pense em todos os tópicos antes de reformular totalmente sua loja. Se você se identificou com um dos motivos, ótimo! Você já sabe o qual caminho seguir. Agora, caso tenha se identificado com os 3, é fato que o layout da sua loja precisa ser reformulado.

Procure um especialista com dados e estatísticas de sucesso do seu e de outros segmentos. Converse com os clientes da plataforma ou agência que deseja contratar para investir com mais segurança e tenha ótimos resultados!

Publicado anteriormente no Blog da Quatro Digital.

Que a User Experience (ou UX) é super importante para o sucesso da sua loja virtual você já sabe, certo? Agora, será que as experiências das suas páginas estão de acordo com as novas técnicas que têm sido usadas hoje na web? Lembre-se de que o UX para ecommerce também evolui com o tempo, assim como a programação e o design, portanto, é sempre bom ficar de olho para saber se as suas técnicas ainda estão sendo eficientes.

Ficou em dúvida sobre a eficiência do seu UX? Então, não se preocupe, porque iremos listar 4 técnicas matadoras que atualmente são essenciais para qualquer loja virtual. Confira!

1- Menos “firulas”, mais resultados

Script de acompanhamento do Google Analytics, script para fazer rodar os banners, outro para monitorar cliques e mais alguns para o pop-up de captura de e-mails e promoções. Tem gente que coloca muita informação para rodar por trás das páginas do e-commerce e isso, claro, tem um custo para o seu negócio.

De acordo com algumas pesquisas recentes, o tempo médio que o usuário espera por uma página carregar é de no máximo 2 segundos. Passou disso, ele pula para a página do concorrente.

O Google disse 2 segundos de carregamento dos sites. E agora?

Logo, como podemos reduzir esse tempo de carregamento por meio da User Experience? Bem, seguindo algumas das dicas abaixo:

Só use os scripts que forem necessários

Não coloque muitos scripts para rodar por trás das suas páginas. Lembre-se de que quanto mais dados o seu sistema quiser coletar, mais tempo irá demorar para uma página carregar.

Não exagere no número de banners

Excesso de imagens saltando na tela do usuário também é algo que pode pesar no tempo de carregamento de qualquer página, portanto, não coloque muitas “firulas” em seu e-commerce.

Invista em bons servidores

Não economize na hora de contratar um serviço de hospedagem para a sua loja virtual. Bons servidores, como o da Amazon, por exemplo, podem até não serem os mais baratos do mercado, mas, com certeza, entregam a velocidade que você e seus clientes precisam.

2- Login social

De acordo com um relatório do provedor de hospedagem WebHostingBuzz, pelo menos 88% dos usuários esperam que, na hora de fazer o login para efetuar uma compra, eles possam usar o seu login social — aquele mesmo usado no Gmail, Twitter ou Facebook.

Ou seja, ninguém quer ficar preenchendo formulário de cadastro hoje em dia. Desse modo, se não quer ver os carrinhos de compra serem abandonados, coloque logo a opção de login social em seu e-commerce.

3- Teste A/B

O designer diz que o botão de compras com a cor vermelha irá vender mais. Você acha que a cor, na verdade, tem que ser azul, porque combina com o logo da empresa. Para resolver esse problema existe uma saída: não ficar “achando” e investir em um teste A/B.

Como um teste A/B faz diferença nas conversões do e-commerce

Nele, você pode criar duas páginas praticamente idênticas, trocando apenas aquele elemento que gera alguma dúvida, e ver qual delas traz os melhores resultados de conversão. Dessa maneira, a experiência dos usuários fica do jeito que eles querem e não do jeito que você ou o designer pensam ser a melhor.

4- Pare de achar que agora o “mobile é tendência”

Se você acha, assim como alguns veículos de mídia, que o “mobile é tendência” ou que “a internet móvel veio para ficar”, provavelmente, você está atrasado. Desde 2009 os números de acessos via mobile só crescem no país e há mais de um ano o Google já tem priorizado em seus resultados de busca aquelas páginas que sejam responsivas e funcionem corretamente tanto nos PCs quanto nos smartphones. Entenda:

Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Logo, se o seu site ainda está se preparando para ser responsivo em mobile, saiba que você pode estar perdendo acessos e, claro, dinheiro há um bom tempo.

Pronto, agora que você já aprendeu essas técnicas essenciais de User experience, que tal colocar o UX para e-commerce rodando direitinho em sua loja virtual e começar a lucrar ainda mais com a web? Deu para aprender um pouco mais com o nosso post?

Então, conte o que você achou e aproveite para tirar as dúvidas aqui mesmo nos comentários!

TED (acrônimo de Technology, Entertainment e Design) é uma organização sem fins lucrativos que visa a disseminação de ideias pelo mundo. O movimento procura pessoas notáveis para as melhores palestras de suas vidas em até 18 minutos em um formato bem característico. As palestras (TED Talks) podem todas ser encontradas gratuitamente na internet e são legendadas por voluntários de todo o mundo.

O rico conteúdo é gerado semanalmente falando dos mais diversificados assuntos. Esta semana, por exemplo, aconteceu aqui em São Paulo, na Allianz Arena (Estádio do Palmeiras), um TEDxSãoPaulo (TEDx são eventos locais organizados de maneira independente). Entre as incríveis apresentações do dia 6 de junho destaco as do professor Clóvis de Barros Filho, da cineasta Estela Renner, do professor Luis Junqueira e da fotógrafa Angélica Dass. Você pode assistir o evento completo gravado no LiveStream.

Pensando em nosso mercado de e-commerce, fiz uma seleção de apresentações em TEDs que você, profissional de e-commerce precisa assistir.

Alerto que alguns deles são um pouco mais antigos. Entendo que permanecem relevantes, com algumas tendências “vencidas”, mas com conceitos ainda muito importantes. Vale tirar uns minutinhos e/ou guardar o link para assistir depois. Vamos lá?

1- O que os consumidores querem

Consumidores querem sentir que o que estão comprando é autêntico, mas Joseph Pine, o autor de “Customização em Massa“, diz que vender autenticidade é complicado porque, bem, não existe tal coisa. Ele fala sobre algumas experiências que podem ser artificiais geram fazem milhões mesmo assim.

2- A Cauda Longa da Tecnologia

Chris Anderson, editor da revista Wired, explora os quatro estágios de qualquer tecnologia viável: estabelecer o preço certo, ganhar fatia de mercado, mudança de uma tecnologia estabelecida e, finalmente, tornar-se onipresente.

3- Como os sites gigantes são desenhados para você (e para bilhões de outras pessoas também)

Os botões “curtir” e “compartilhar” do Facebook são vistos 22 bilhões de vezes por dia, fazendo com que eles sejam o elemento de design mais visto já criado. Margaret Gould Stewart, diretora de design de produtos do Facebook, descreve três regras para o design em grande escala – tão grande que os menores detalhes poderiam causar um problema em nível global, mas também tão grande que a mais sutil melhoria poderia impactar positivamente a vida de tantas pessoas.

4- Como fazer sucesso na mídia social

Em divertidos e rápidos 4 minutos, Alexis Ohanian da Reddit conta a fábula real de uma baleia jubarte que se torna estrela da Web. A lição do Senhor Splashy Pants é o clássico favorito dos criadores de meme e marketeiros na Era Facebook.

5- Esqueça as compras. Em breve, você fará download de suas roupas novas

Roupas baixadas da internet e para imprimir podem estar chegando a um armário perto de você. O que começou com o projeto de escola de moda da designer Danit Peleg transformou-se em uma coleção de roupas impressas em 3D, que possuem a força e a flexibilidade que o dia a dia requer. “A moda é algo bastante físico”, ela diz. “Imagino como o nosso mundo será quando nossas roupas forem digitais.”

6- Como o Airbnb cria confiança por meio do design

Joe Gebbia, co-fundador do Airbnb, apostou tudo na crença de que as pessoas conseguem confiar o suficiente umas nas outras para ficar nas casa de outra pessoa. Como superamos o preconceito do estranho-igual-perigo? Por meio do bom design.

Agora, 123 milhões de noites (e contando) de hospedagens, Gebbia expõe seu sonho de uma cultura de compartilhamento, em que o design ajuda a fomentar o sentimento de comunidade e conexão em lugar de isolamento e separação.

7- O que acontece dentro desses depósitos gigantescos?

Nós fazemos milhões de compras online diariamente, mas quem (ou o quê) realmente coloca nossos itens em pacotes? Nesta palestra, Mick Mountz conta uma história surpreendentemente cheia de robôs sobre o que acontece dentro de um centro de distribuição.

8- O caso para o consumo cooperativo

No TEDxSydney, Rachel Botsman diz que estamos “conectados para compartilhar” — e mostra como sites como o Zipcar e o Swaptree estão mudando as regras do comportamento humano.

9- Como os vídeos da internet potencializam a inovação global

Chris Anderson diz que o aumento de vídeos na internet está impulsionando um fenômeno global que ele chama de “Inovação Acelerada pela Multidão” — um ciclo de aprendizado auto-alimentado que pode vir a ser tão significante quanto a invenção da imprensa.

Mas, para explorar todo seu potencial, as organizações deverão assumir uma radical abertura. E, para o TED, isto significa a aurora de um capítulo inteiramente novo…

10- O que a Física me ensinou sobre ‘Marketing’

Física e ‘Marketing’ não parecem ter muito em comum, mas Dan Cobley é apaixonado por ambos. Ele reúne estes improváveis companheiros sob a ótica da segunda Lei de Newton, do Princípio da Incerteza de Heisenberg, do Método Científico, bem como da segunda Lei da Termodinâmica, para explicar as teorias fundamentais de construção de uma marca.

11- 3 maneiras de (eficientemente) perder o controle de sua marca

Os dias são passado (se é que existiram) quando uma pessoa, empresa ou marca podia controlar rigorosamente sua reputação – conversas e opiniões on-line significam que, se você é relevante, haverá uma conversa constante e livre acontecendo sobre você, e que você não tem controle sobre isso. Tim Leberecht oferece três grandes ideias para aceitar essa perda de controle, e até se preparar para isso — e utilizar isso como impulso para renovar o compromisso com seus valores.

E aí? Gostou da lista? Já havia assistido algum destes? Lembrou de mais algum que eu não incluí? Dê sua opinião e/ou compartilhe outros TED Talks para o profissional de e-commerce nos comentários! 🙂

Quer mais? Veja esta outra lista com TED Talks para inspirar o empreendedor:

Palestras do TED para inspirar o empreendedor

Um dos objetivos do novo marketing é levar praticidade e não incomodar as pessoas. Mesmo assim, muitos sites ainda possuem elementos que não agradam a maioria dos visitantes. Por que será que isso acontece?

Talvez porque alguns donos de sites não têm experiência ou estão começando seu próprio negócio sem muito conhecimento no meio digital, mesmo tratando-se de um e-commerce. É importante levar uma experiência enriquecedora para os visitantes do seu site, pois se isso não acontecer, pode causar abandono, baixa taxa de conversão e até má reputação.

Veja 6 problemas que definitivamente seu site não deve ter:

1- Carregamento lento da página

Atualmente tudo está acontecendo muito rápido e esperar por algo gera impaciência. É o que acontece, por exemplo, quando um visitante espera carregar seu site. Estudos da Kissmetrics já constataram que 47% dos consumidores esperam uma página web carregar por 2 segundos ou menos e 40% abandonam o site quando leva mais de 3 segundos para carregar.

O tempo de carregamento da página pode ser impactado pelo tamanho das imagens, códigos, vídeos e outros fatores. Se você não quer que haja desistências, otimize seu site.

Aprenda como deixar seu e-commerce mais rápido

2- Navegação difícil

Quando alguém cair em seu site a pessoa vai saber o que fazer? Onde ir? Quais serão os próximos passos?

Embora isso pareça óbvio, ainda há muitos sites que perdem leads e vendas porque suas Call-to-Action foram mal escritas ou simplesmente não forneceu qualquer direção para que os visitantes encontrassem o que buscavam.

É necessário informar de forma clara o que você quer que seus visitantes façam.

6 dicas de design para loja virtual

3- Conteúdos com reprodução automática

Imagina você acessando um site no trabalho e, de repente, a página começa a tocar uma música alta. Não é legal né? Embora algumas redes sociais, como o Facebook, possuam vídeos com autoplay, note que elas estarão sempre no mudo, ao menos que os usuários escolham liberar o áudio.

Animações, vídeos de reprodução automática, anúncios piscando, entre outros, são intrusivos e podem prejudicar o foco do visitante.

4- Falta de clareza sobre o negócio

É frustrante visitar um site e não ter uma noção clara do que a empresa faz e pode oferecer. Os melhores sites explicam claramente quem são, o que fazem e/ou o que você pode fazer lá.

A maioria das empresas ainda precisam responder essas perguntas para que os visitantes saibam que estão no “lugar certo”. Não os façam pensar, se não der para identificar quem você é dentro de segundos, eles vão embora.

5- Falta de blog

Se você não tem um blog, está perdendo grandes oportunidades de fornecer informações valiosas a seus visitantes (também está perdendo oportunidades de classificação).

Os consumidores estão acostumados a pesquisar muito sobre alguma empresa antes de tomar decisões. Se encontrarem respostas para suas perguntas em artigos no blog da própria empresa, eles estão mais propensos a confiar no que você tem a dizer e entrar em contato.

Como criar um blog com o WordPress em 5 etapas simples

6- Ausência de botões de compartilhamento nas redes sociais

Se seu site produz conteúdos interessantes, então provavelmente as pessoas vão querer compartilhar em suas redes sociais. Como já falei aqui, as pessoas buscam praticidade, por esse motivo se elas olham o botão de compartilhamento, aumentam as chances do seu conteúdo ser compartilhado e divulgado para outras pessoas.

Assim, você terá mais visibilidade, o que significa mais tráfego do site, uma melhor classificação do Search Engine, e mais oportunidades.

Cientes do impacto que o design para loja virtual exerce sobre a efetividade das conversões, os gestores estão cada vez mais preocupados com este fator, sempre atentos às tendências e práticas para otimizar de forma contínua suas plataformas de vendas.

É importante que ao pensar em design, você deve ter consciência que estamos falando muito mais que simplesmente de senso estético do subjetivo bonito ou feio. Será que a sua loja está provendo uma boa experiência ao usuário? Ele está fazendo o caminho certo? Vendo o que você quer que seja visto? Entendendo a linguagem visual e conceito que você pretende transmitir?

Confira, neste artigo, 6 dicas de design sobre para deixar o layout da sua loja virtual enxuto, prático e preciso!

1- Possua um mecanismo de busca funcional

Sabe quando você entra em um site e a barra de buscas não encontra os resultados que você procura? É desanimador, não é mesmo? No comércio online, quem auxilia o cliente é o sistema de vendas, desta forma, o seu mecanismo de buscas precisa ser o vendedor que você não tem.

O incrível poder das buscas em uma loja virtual

Ele precisa ser bastante funcional, pois nem sempre o usuário está com tempo ou vontade de navegar pelas categorias. Um recurso bacana para agilizar o processo e evitar perda de tempo, é o Instant Preview, o qual exibe resultados abaixo da barra de buscas conforme o usuário digita a palavra-chave.

2- Tenha cuidado com as propagandas

Oferecer produtos interessantes ao usuário é uma boa prática, mas que, feita em excesso, pode se tornar invasiva Os famosos banners e janelas pop-up são práticas costumeiras dentro das lojas virtuais, mas é primordial saber usá-los de forma estratégica.

A dica aqui é reservar uma área específica da interface para exibir produtos de interesse do usuário, sem a necessidade de apresentar, por exemplo, um balão cada vez que o usuário carrega uma página. Não se esqueça também de mapear os passos do usuário para oferecer somente produtos relacionados aos interesses dele.

3- Apresente bem os seus produtos

Embora diversos usuários entrem nas lojas já sabendo que querem comprar a cafeteira modelo “xyz”, alguns deles entram somente querendo comprar uma cafeteira. Desta forma, atentar a como você está apresentando os seus produtos é essencial para não deixar os clientes com dúvidas, porque a dúvida é uma das maiores inimigas da conversão.

Aposte em uma fotografia bem apresentável, que permita ao usuário avaliar todas as suas características. Além disso, é necessário que a descrição dele seja rica, contendo informações realmente relevantes a respeito do produto e de seu funcionamento.

Como fazer boas fotografias de produtos e aumentar suas vendas

4- Facilite o acesso a informações importantes

Muitas informações devem ser alteradas conforme a navegação, como dados e preço dos produtos, no entanto, alguns elementos precisam ser altamente acessíveis, devem estar destacados no site e presentes em todas as telas, como informações institucionais, menu de contato, barra de buscas e painel de categorias de produtos.

Além disso, botões de call to action ― que incitam o usuário a executar uma ação ― como o de acesso ao carrinho e o de finalizar a compra, devem estar em destaque para facilitar a localização. Falando em carrinho de compras. Leia também este texto que destaca 10 elementos críticos para um checkout efetivo:

10 elementos críticos de uma efetiva página de checkout em e-commerce

5- Entenda o layout como uma extensão da sua marca

É bastante comum encontrarmos lojas virtuais onde as cores, temas e demais elementos empregados no site não correspondem aos usados na construção da marca, o que pode acabar confundindo o leitor.

Manter esta correlação é fundamental porque ajuda a fixar a identidade da marca na mente do consumidor e permite que ele possa identificar você através destes elementos.

O logo é o ativo estratégico de marketing mais importante que uma empresa pode ter

6- Invista em um design responsivo para a loja virtual

O mobile é uma das mais quentes tendências dos últimos e para os próximos anos, e você precisa se adaptar a isso se quiser manter seu e-commerce no páreo. Tanto usuários comuns quanto empresas já aderiram à onda.

Qual é a sua estratégia para o m-commerce?

Investir em um design responsivo não se trata mais somente de um investimento para melhorar o layout, mas, sim, de uma característica essencial para atender a um novo público que está se formando.

Existem, é claro, diversos outros fatores impactantes no sucesso de uma loja virtual, como logística, sistemas da informação, equipe capacitada entre outros., no entanto, o design da sua loja virtual é a sua identidade na web, e se ela não for intuitiva e de fácil navegação, o cliente não vai sequer conhecer o restante da sua estrutura, por mais robusta e capacitada que ela seja.

Seu site é o cartão de visitas e seu maior recurso de marketing e vendas. Quando ele é feito, possui uma meta clara para atrair e consolidar seus clientes. Um site criado à partir do método tradicional, apresenta dificuldades para se modificar de maneira dinâmica, e isso acarreta em uma mudança completa, com alta demanda de tempo e de custo.

Esse ciclo se repete algumas vezes, em um largo espaço de tempo, ao longo da vida da empresa e não atende as necessidades do mercado atual.

É nesse momento que surge uma tendência online: Growth-Driven Design (ou GDD) é uma nova metodologia para abordar este tópico.

O Growth-Driven Design se baseia em um desenvolvimento gradual do website, focando em resultados, novos recursos e funcionalidades para o público. Isso mantém sua página atualizada, clean, moderna e correspondente às tendências do mercado e objetivos da sua empresa.

Veja os benefícios dessa tendência no infográfico abaixo.

inbound-infografico-gdd_unibuscapé-01

O que é usabilidade e como ela influencia processos e serviços

O termo usabilidade tem aparecido de forma bastante frequente em diversos conteúdos da Web. Grandes empresas e marcas investem cada vez mais em pesquisas e testes de usabilidade.

Mas o que é essa tal de usabilidade afinal?

Segundo meu amigo e companheiro “Seu Aurélio” (Usabilidade em: Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa),  usabilidade é:

1. Qualidade do que é usável,
2. Característica do que é simples e fácil de usar e
3. Capacidade de um objeto, programa de computador, página da Internet em satisfazer as necessidades do usuário de forma simples e eficiente.

Para focar no âmbito digital – onde o termo ganhou notoriedade a partir da sua associação às interfaces online – utilizo um conceito já bem difundido entre os especialistas da área: usabilidade é sinônimo de facilidade de uso. Se é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade, aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.

Assim, a usabilidade web é relacionada à utilização e funcionalidade, ou seja, à facilidade de uso e ao modo como o uso facilitado e funcional aumenta a produtividade e os resultados do usuário. Atualmente agrega os adjetivos: responsivo, intuitivo e interativo.

Em um exemplo simples, um cliente precisa do endereço ou telefone da sua marca ou empresa, ele acessa o seu site e rapidamente identifica a aba “Contato”, onde são disponibilizadas as informações básicas e ainda uma opção para envio direto de e-mail. De forma simples e rápida, ao alcance de poucos cliques, ele emprega uma ferramenta e realiza com facilidade uma tarefa específica, isso é usabilidade.

Agora ficou fácil entender por que grandes marcas e empresas voltaram suas energias para esse conceito e por que é tão importante observá-lo, principalmente quanto à processos e serviços. Porém, ninguém faz nada sozinho e a usabilidade também conta com um companheiro fiel, o Design.

Usabilidade e Design, um casamento que dá certo!

Se a usabilidade é intrínseca à funcionalidade e o design está diretamente relacionado à como as coisas funcionam, logo, um bom relacionamento é fundamental. A união de usabilidade e design é a receita certa para uma interface funcional, objetiva e atraente.

Prova disso é o projeto de reformulação de layout aqui do Cissa Magazine. Coordenado pelo designer de usabilidade da Magamobi, Paulo Ricardo Seemann, que alia usabilidade e design.

Parafraseando Jobs, design é como funciona e quando associamos usabilidade e design temos o como funciona melhor”, define Seemann e destaca: “nosso foco sobre as mudanças são a otimização da experiência de uso dos consumidores e a simplificação dos processos, para aumento das conversões. Optamos por prezar a usabilidade no design e os resultados iniciais do projeto, que vem sendo implantado gradativamente nas páginas da loja virtual, comprovaram que escolhemos o modelo certo”.

As interfaces de layout para o comércio eletrônico são basicamente restritas pelas opções de plataformas e-commerce disponíveis no mercado. Com a migração da loja virtual para uma plataforma própria, o e-commerce de celulares e smartphones aproveitou para dar uma repaginada, e a ‘cara nova’ foi pensada, desenvolvida e otimizada com base nos resultados obtidos pelos de testes de usabilidade e testes A e B realizados pela equipe.

Os processos e serviços disponíveis foram observados e revisados quanto à questões de acessibilidade web, identidade, conteúdo e navegabilidade, resultando em otimizações de layout e conteúdo. Melhorando, por exemplo, o acesso aos canais de atendimento ao cliente, a visualização de informações relevantes, a recuperação de erros de acesso, a correção de cliques indevidos e a agilidade no processo de compra.

Em relação às despesas, já relativamente baixas pois testes de usabilidade em geral são baratos e de fácil aplicação, foram absorvidas pelo processo de migração. Assim como os custos para a realização das modificações e adequações, que em função das facilidades oferecidas pela nova plataforma, não oneraram o processo.

Em uma pré-análise, Seemann destaca que dois resultados positivos já são claros: “junto aos clientes observamos uma melhora significativa na experiência de uso e de compra, com baixa na taxa de erros. Em relação à marca contabilizamos o aumento do número de conversões.

A melhor hora é agora?

Se, apesar de todo o burburinho causado pela usabilidade na web, a sua marca ou empresa ainda não prestou atenção nela, um conselho: Corra! Porque já passou da hora.

Os danos oriundos de falhas em usabilidade incidem sobre credibilidade, reputação, colaboradores, clientes e – consequentemente – conversões, portanto, não custa nada dar uma olhada criteriosa para a sua interface e se perguntar: do jeito que está, é possível e fácil fazer o que o usuário necessita fazer?

Aprendi com Jakob Nielsen que cinco diretrizes são a chave para usabilidade web e a resposta de algumas perguntas resulta em um parecer bem efetivo:

1) Aprendizagem

É fácil aprender ou intuir o uso. O usuário novo consegue realizar ações básicas já no contato inicial com a interface?

2) Eficiência

O uso ocorre de modo eficiente. Com a utilização gradual e constante o usuário realiza as ações básicas mais rapidamente e com maior eficiência?

3) Memorização

É fácil lembrar como usar. Depois de uma pausa, a proficiência do usuário é rapidamente recuperada?

4) Robustez

Não há erros durante o uso. Na realização das ações básicas o usuário hesita ou comente erros? É possível, de modo prático e rápido, recuperar esses erros?

5) Satisfação

O uso é agradável. Utilizar a interface é um processo aprazível e atraente ao usuário?

Viu? Falhas de usabilidade são fáceis de identificar! Assim como desenvolver uma nova interface, com as informações de usabilidade em mente, não é uma tarefa tão complicada.

No nosso caso da Cissa Magazine, o processo foi ainda mais cadenciado, visto que a marca aliou as etapas de testes e desenvolvimento dando origem a um produto novo e de quebra inseriu sua própria equipe na migração, colocando quem faz junto de quem usa. O resultado foi a otimização dos processos e um excelente aproveitamento em termos de projeto, criação, custos e versão final. Mas nem sempre é necessária uma grande mudança para alcançar possíveis melhorias.

É esse o seu caso?

Com uma interface já online e em uso, você não tem intenção de mudar tudo? Ainda assim faça os testes, visualize as mudanças. Pequenas adequações são indicadas, já que os problemas com usabilidade não desaparecem, sendo evidenciados cada vez que um usuário – interno ou externo – encontra dificuldades.

Como as falhas em geral ocasionam extravios de dados, desuso de funcionalidades, retrabalhos, diminuição de produtividade, seção ou serviços obsoletos, não conversões, desistência de ações e até, interrupção da navegação, não vale a pena arriscar.

Identifique pontos críticos, viabilize mudanças necessárias e observe resultados como as reduções de custos, a diminuição de atividades de correção e a necessidade cada vez menores de treinamentos, suportes e manutenções.

Enfim, como é que nós usamos?

Uma pergunta pragmática para a qual deixo uma resposta, por Jakob Nielsen, à altura dela:

A usabilidade é um atributo de qualidade relacionado à facilidade do uso de algo. Mais especificamente, refere-se à rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la. Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso, ele pode muito bem não existir.”

Por Blog Shutterstock Brasil. Infográficos são um poderoso meio de se conectar a sua audiência, desde que sejam bem feitos, claro. Mas, às vezes, até mesmo uma grande ideia pode ser difícil de ser comunicada visualmente. Caso você esteja precisando de inspiração, considere alguns dos infográficos abaixo.

Temas sazonais

Editores estão sempre à procura de conteúdo relevante, e ficar de olho no calendário pode ser uma grande ajuda. Quais são os feriados mais importantes no seu país? O St. Patrick’s Day está chegando na Irlanda, por exemplo? Qualquer coisa relacionada a bebidas, sorte, ou o próprio dia da data comemorativa pode funcionar muito bem.

E o Thanksgiving? (No caso de datas fora do Brasil). Talvez sua marca/empresa não tenha nada a ver com o dia, mas isso não importa. Basta ser criativo. Alguns dos tópicos mais criativos abordados em ações têm como tema datas comemorativas, etiqueta, obesidade e até mesmo futebol.

Dica: Muitas vezes, o principais feriados ou datas comemorativas são inundados por uma enxurrada de assuntos relacionados, batidos, e infográficos não são exceção. Portanto, seja diferente e procure datas mais obscuras. Exemplo? O aniversário de alguma figura importante do seu país, ou a estreia de um seriado, como o The Walking Dead. Se você conseguir “sair na frente”, você terá uma enorme vantagem sobre aqueles que não conseguiram se organizar mais cedo.

Números

O infográfico abaixo é um dos favoritos desde 2007. É um dos formatos mais fáceis para apresentar pesquisas, já que mostra uma coleção de números e fatos de maneira simples. Este formato pode ser aplicado a qualquer tema, desde vida selvagem ao índice de desenvolvimento humano, e ainda pode ser combinado com um tema sazonal, para impactar mais ainda.

Dica: Certifique-se de fazer uma pesquisa primeiro para ver se o tópico escolhido por você já foi debatido – caso sua resposta seja sim, faça melhor. A chave do sucesso é conectar os números aparentemente díspares. Um editorial ou narrativa visual deve fazer qualquer informação parecer mais fácil de ser entendida, friendly, e menos do que uma colagem de dados aleatória.

3 maneiras de usar infográficos para promover sua marca
Vetor com elementos de infográfico de Sergey Kandakov.

O mais prático

Alguns infográficos utilizam dados para contar histórias; outros são usados como referência. O gráfico de referência é sempre uma aposta segura, não importa o tema: História, verduras, ou até mesmo algo tão simples (mas incrivelmente útil) como as configurações de um jantar formal.

O fundamental é mantê-lo simples e não complicar o layout; referência serve para obter informações de forma rápida. E caso seu infográfico de referência seja digno de alguém querer colocá-lo em sua parede, melhor ainda!

Dica: Existe algum aspecto da sua empresa que você  poderia usar como referência? A oportunidade de unir sua marca a uma fonte de referência da indústria é valiosa. Apenas uma ressalva: é fácil pegar o formato de tabela periódica e adaptá-lo para seu conteúdo. No entanto, infográficos de “tabela periódica” raramente, ou nunca, na verdade, representam algo periódico, e são, portanto, imprecisos. Há provavelmente formatos muito mais criativos para você escolher.

Post do Blog da Shutterstock Brasil

Com o crescimento do mercado de E-Commerce, surgem a cada dia mais e mais empreendedores virtuais que, infelizmente, ainda acreditam no paradigma de que montar uma loja virtual é algo fácil e que não precisa investir muito para obter visibilidade e sucesso nas vendas.

Mesmo os empreendedores que já perceberam que é preciso entrar de maneira séria nesse mercado, costumam se esquecer de um ponto fundamental: a estrutura de layout e navegação da sua Loja Virtual. A questão é simples de se compreender: o que adianta investir rios de dinheiro em estratégias de Marketing Digital sendo que a sua loja não está devidamente preparada para atender da melhor maneira possível os seus clientes?

Vejo muitos casos de pequenos e médios e-commerces que se preocupam em vender desesperadamente em curto prazo e acabam ficando cegos para a estrutura visual e de navegação de sua Loja Virtual. É uma doença! Ambos querem investir R$ 300,00 e retornar R$ 1.000,00 nas primeiras semanas de atividade da loja, e se os resultados não aparecem, querem apontar os culpados, pausam as atividades e começam a fazer tudo por conta própria! Definitivamente não é assim que as coisas funcionam no mercado de E-commerce.

Assim como em outras fases da vida em que você investe sem ter nenhuma garantia de retorno, como por exemplo na faculdade ou em um concurso público, no seu próprio negócio não é diferente.

Se a sua Loja Virtual não estiver devidamente bem estruturada, com um ótimo layout e detalhes de navegação corretamente implementados, dificilmente você terá um rápido retorno. Se deixar apenas para investir em etapas de divulgação, só conseguirá mostrar a sua loja mal estruturada para um número maior de pessoas.

A economia excessiva, neste caso, pode acabar prejudicando ainda mais o seu negócio! Não somente isso, uma ótima estrutura de layout certamente lhe trará relevância e resultados em longo prazo. Poderá, até mesmo, te deixar à frente da concorrência ao combinar com outras estratégias e ações.

Layout da loja virtual

Aproveito para destacar alguns detalhes importantes que devem ser observados em sua Loja Virtual:

 Disposição das cores da sua loja virtual;
 Simplicidade na comunicação;
 Tarja informativa;
 Itens posicionados em seus respectivos lugares;
 Nomenclatura dos produtos para uma melhor relevância nos mecanismos de busca;
 Qualidade das fotos;
 Descrição dos produtos;
 Opções de parcelamento visíveis.

Uma boa saída para sua loja pode ser procurar uma consultoria de Agências Digitais especializadas em implementação de Lojas Virtuais. O mais importante é entender que esta é uma etapa que não deve ser ignorada.

Não pule etapas! Com uma boa estratégia desenvolvida suas chances de obter sucesso com a sua Loja Virtual aumentará, sem dúvidas! Caso ainda tenha alguma dúvida ou sugestão, deixe um comentário abaixo!