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O comércio eletrônico oferece várias possibilidades para quem quer vender online. Uma dessas modalidades é o marketplace, pense em um shopping virtual. Simplificando, uma loja virtual composta com produtos de várias outras lojas online.

Por isso, se você está investindo, ou pensando em investir em marketplace, precisa conferir nossas dicas para destacar seus produtos dentro destes outros sites e vender mais e melhor.

Leia mais sobre marketplace: O triângulo comercial entre lojistas e-commerces, operadoras de marketplace e consumidores

Continue com a leitura e veja o que preparamos para você!

Destaque os seus produtos com belas fotos

Fato é que a vitrine virtual é composta por boas fotos dos produtos. Em um marketplace, então, as fotos dos produtos tornam-se um grande diferencial. Por isso, se você vai expor e vender seus produtos em um marketplace, saiba que estará competindo com várias outras lojas que, muitas vezes, venderão exatamente os mesmos produtos que o seu negócio. Por isso, destaque-se.

Aqui vão algumas dicas:

• Cuidado com o plano de fundo. Use fundo branco para destacar o produto e não o que há em volta dele;
• Não economize na qualidade das imagens, use sempre fotos HD;
• Aposte em uma posição diferenciada do seu produto, focando em detalhes e, principalmente, fazendo diferente dos seus concorrentes;

Para conferir outras dicas de fotografia para lojas virtuais, confira também o nosso artigo “Segredos da fotografia de e-commerce”.

Seja claro ao descrever os seus produtos e a sua loja

Além das fotos dos seus produtos, tenha um cuidado especial com a descrição destes produtos. É essencial que o seu cliente entenda exatamente o que está lendo, comparando com as fotos e, dessa forma, se decidindo pela compra. Deixe claras informações como dimensões, materiais e funcionalidades, por exemplo.

Em um marketplace, onde vários lojistas competem pela atenção e pela venda, é essencial ter uma boa descrição da sua loja ou a famosa “descrição do vendedor”.

Para isso, deixe claras as suas especialidades, missão, visão e valores, a política da sua loja e outras informações relevantes. Avaliações positivas e depoimentos de clientes satisfeitos também contam, pois ajudam a construir uma boa reputação.

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Ofereça algo a mais

O seu produto é bom? Excelente, mas saiba que isso será apenas um dos fatores analisados pelos compradores na hora de escolher a sua loja virtual dentro do marketplace. Por isso, para se destacar é preciso oferecer algo a mais.

Pode ser um frete menor ou uma entrega mais rápida do que as demais, uma embalagem para presente diferenciada ou um cupom  de desconto para a próxima compra: pense fora da caixa e não apenas venda. Conquiste o seu cliente, fidelizando-o e gerando mais receita.

Mais do que produtos, venda experiências!

Sim, para ter sucesso em um marketplace você precisará contar a história dos seus produtos, da sua marca e, dessa forma, cativar seu o seu potencial cliente.

Quando você conta uma história, cria empatia com o público e pode conquistá-lo antes do seu concorrente e, convenhamos, em um shopping virtual isso fará toda a diferença na hora de fechar a venda!

Capriche no pós-venda

Você conseguiu atrair o olhar do consumidor e vender para ele, ganhando dos demais lojistas virtuais do marketplace, ótimo. Missão cumprida? Claro que não! O processo de venda no e-commerce não acaba quando o cliente resolve “passar o cartão”.

Por isso, lembre-se de que o atendimento e o pós-venda são essenciais. Será através deles que você mostrará para o comprador que ele fez uma excelente escolha.

Mas como fazer isto? E-mails transacionais são um excelente ponto de partida, por isso, informe ao cliente quando o pedido dele foi concluído, quando o pagamento foi aprovado, o status de envio, etc. Não deixe de fazer pesquisa de satisfação também.

Aproveite este momento para pedir para que este comprador avalie a compra, dando uma nota sobre o seu produto e serviço. Isso ajudará a sua loja e os seus produtos a se destacarem em meio a diversas marcas e outras lojas.

Em caso de experiências negativas, o que contará será a forma como você lidará com o problema. Seja cortês com o seu cliente, entenda o que levou a acontecer o problema e, principalmente, resolva-o o mais rápido possível. Tenha em mente que o problema resolvido de hoje será o cliente satisfeito de amanhã.

Por fim, nossa dica de ouro é: capacite-se! Não deixe de estudar, de se atualizar sobre as tendências, as novidades do mercado e como surfar na crista dessa onda.

Busque por cursos especializados e conte com profissionais para lhe dar consultoria e te ajudar em todo o processo. Se tiver qualquer dúvida, escreva nos comentários e nós lhe ajudaremos. Conte com a gente!

Leia também: O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

Como gerente de e-commerce, você pode vender para qualquer lugar do mundo. Porém, sua loja compete não apenas com aquelas na mesma cidade, mas com diferentes lojas virtuais de todos os lugares que imaginar.

Para sobreviver nesse mercado é preciso entender seus concorrentes no e-commerce e estabelecer estratégias para superá-la sistematicamente. Elaboramos a lista abaixo com algumas estratégias para analisar e superar concorrentes do e-commerce. Você já está utilizando algumas delas?

Defina quais são os seus concorrentes

O primeiro passo para desenvolver uma estratégia em relação aos seus concorrentes é saber exatamente quem eles são. Muitos e-commerces erram neste ponto ao achar que os únicos concorrentes são as lojas do mesmo nicho. Não necessariamente.

Seus principais concorrentes podem ser as grandes lojas de departamento ou até mesmo uma empresa que tenha um foco maior em outro nicho, mas que acaba atingindo os seus potenciais clientes também.

Uma forma interessante de mapear seus concorrentes é ver quais são os sites que obtêm os rankings mais altos nas buscas do Google para as principais keywords do seu negócio. Existem, inclusive, ferramentas de marketing que possibilitam esta busca em larga escala.

Entenda como a concorrência trabalha

Depois de mapear quem são os seus concorrentes, você deve entender como eles trabalham. Imagine-se como um cliente e avalie honestamente quais são os pontos fracos e fortes dos seus competidores. Você deve analisar desde o layout do site até o atendimento ao consumidor, passando pelo sistema que ele usa para a loja.

“Finja” que é um consumidor e envie perguntas, anote os prazos de entrega, veja como o site se comporta com a compra de vários itens. Você não precisa necessariamente comprar do concorrente, mas é importante analisar como é feito todo o seu processo de compra, até o momento de fechar o carrinho.

Não se restrinja aos aspectos do site. Como são as estratégias de marketing dos seus competidores? Eles utilizam as redes sociais? Com que frequência? Existe um programa de afiliados consistente? Qual é a forma de remuneração dos seus parceiros? Seja implacável na busca por detalhes para entender o que pode atrair e afastar os clientes dos seus competidores.

Não entre na guerra dos preços

A maioria dos e-commerces, uma vez que estabelece quais são os seus concorrentes, recorre a uma simples estratégia: reduzir os preços. Parece bastante lógico, não é mesmo? Se o seu concorrente vende um determinado produto a R$100, você reduz o preço para R$95 e vê suas vendas dispararem. Obviamente, o consumidor vai preferir comprar o mesmo produto por um preço mais baixo na sua loja.

Este pensamento é verdadeiro, o problema é que ele é também bastante limitado. É como se você só pudesse ganhar da concorrência, perdendo em valor de produto. Ao entrar na guerra dos preços você fica sempre refém deles, tendo que reduzir constantemente a sua margem de lucro. E o pior: sempre haverá outra empresa disposta a diminuir o preço ainda mais.

Estabeleça uma vantagem para sua empresa

Não estamos dizendo que a redução de preços seja uma estratégia inválida. Não é, muitas vezes será preciso alterar sua margem de lucro de acordo com os movimentos do mercado. O problema é quando esta é a única saída para lidar com a concorrência, o que certamente vai se tornar ineficiente no longo prazo. Mais importante do que ficar refém dos preços praticados pelo concorrente é estabelecer uma vantagem competitiva.

Agora que você já mapeou a concorrência e sabe como ela opera em seus principais pontos, é a hora de entender qual é o diferencial da sua empresa, o que ela pode oferecer ao cliente que nenhum outro pode. É o atendimento personalizado? A entrega rápida? Um programa de fidelidade que mantenha o consumidor leal no longo prazo? Caso ainda não exista esta vantagem competitiva, invente!

O importante aqui é criar no consumidor a sensação de que se ele comprar em qualquer outro e-commerce que não seja o seu, estará perdendo alguma coisa. Dessa forma, em vez de ficar preso na guerra dos preços, você “elimina” os seus competidores, porque cria um diferencial com o qual eles não podem competir.

Mas fique atento: da mesma forma que você mapeou a concorrência, também estará sendo mapeado e, caso tenha desenvolvido uma estratégia de sucesso, copiado. Não se importe com isso, faz parte do jogo do mercado. Seja sempre criativo e proativo e crie novos diferenciais.

É fundamental mapear quem é a sua competição e estudar rigorosamente os seus pontos fortes e fracos. A estratégia de apenas reduzir preços pode até ser eficiente, mas torna sua loja refém das flutuações do mercado. Para ir além da guerra de preços, é preciso estabelecer uma vantagem competitiva, um diferencial que atraia o consumidor e “elimine” sua concorrência.

Quer compartilhar alguma estratégia para analisar e superar os concorrentes do e-commerce? Deixe o seu comentário!

Com certeza você já deve ter lido sobre a importância do cálculo de frete, quando utilizar frete grátis dentro e fora de sazonalidades, promoções ou algum evento específico. Também conhece políticas de envio, troca e devolução e métodos de entrega eficazes para sua operação. Mas que tal ver alguns insights para aplicar ao seu negócio e ter resultados concretos?

Neste post iremos debater o conceito de frete e como este atualmente é visto pelo consumidor, além de analisar maneiras de garantir um diferencial competitivo desde o começo de sua operação e dividir algumas práticas que podem ser úteis, com estudos realizados em alguns cases.

Frete grátis não é mais o único diferencial competitivo procurado entre os consumidores

De acordo com os dados do último Webshoppers, divulgados pela E-bit, houve uma diminuição na busca por frete grátis pelo consumidor, no período do segundo semestre em comparação ao primeiro de 2014. Isto ocorreu, provavelmente, porque além da entrega gratuita existem outros três fatores a serem levados em consideração para fechar uma compra. Estes são:

Variedade de produtos que o site oferece;
Conveniência na entrega;
Preço baixo perante a concorrência.

Se você é proprietário de uma micro ou pequena operação ou está inclinado a iniciar seu negócio, atente-se a estes pontos, pois serão realmente interessantes para agregar conteúdo e despertar insights. Vamos a cada um dos fatores listados para que possamos ter um melhor entendimento e, posteriormente, a compreensão necessária para adequarmos a nossa operação e colocarmos em prática de modo lucrativo a nosso favor.

O primeiro fator listado – conveniência na entrega – se adequa não só ao fator de tempo estipulado de envio, mas engloba uma série de outros quesitos logísticos em si. Consumidores pesquisam em redes sociais e nos próprios sites feedbacks de outros compradores para ver os mínimos detalhes da experiência de compra que outros internautas tiveram, para mensurar uma série de métricas. Estes quesitos podem ser a segurança de estar fazendo um bom negócio, se realmente o produto chega dentro do prazo estipulado, se vem bem embalado, entre outros fatores.

O Facebook Star Rating é uma ótima ferramenta que pode ser utilizada em sua operação virtual para mensurar a satisfação e o feedback dos clientes. Outros sites populares são o Reclame Aqui, onde nem sempre são registradas somente reclamações – há também elogios, e a E-bit, que além de conter o feedback dos clientes, possui uma avaliação completa em vários quesitos do site, em diversos parâmetros, garantindo segurança para o comprador e para o lojista.

Preço baixo é ainda um dos fatores mais procurados, porém devemos considerar todas as outras métricas válidas na hora do fechamento da compra, tais como: a reputação da loja virtual, se há segurança como selos (SSL, Site Blindado, etc), se há de fato um atendimento qualificado mesmo que totalmente online, entre outros.

Para os clientes, não basta apenas consultar buscadores de preços para realizar a comparação entre lojas: deve-se checar o status que estas conquistam através dos feedbacks oficiais e nas redes sociais.

Por fim, o terceiro fator é o leque de produtos oferecido pela operação. Realmente uma mega operação com cinquenta mil produtos leva vantagem sobre uma com duzentos ou trezentos itens em seu inventário, mas vale lembrar que atualmente existem muitas operações que estão atuando como marketplace (Extra e Walmart, por exemplo), logo, há uma terceirização de estoque. A questão da gama em um leque é mais preocupante em uma operação de pequena e/ou média empresa que está em fase de mutação para grande porte.

Um case real foi de um player de sapatos de médio porte que inclusive apostava em mídia off-line, aparecendo uma vez por semana em um programa de televisão voltado para seu público-alvo, com uma famosa celebridade. Esta, por sua vez, indicava o site através de um tablet e realizava a compra junto com a escolhida do dia, o que gerava picos de acesso na loja online. No entanto, além da péssima estrutura e usabilidade do site, o mesmo não apresentava mais do que setenta pares de calçados, sendo que a condição de mais de suas vinte e tantas lojas físicas era totalmente o oposto. O que então acontecia? Investimento de marketing off-line pesado em vão para um fechamento diário normal.

Juntando os três fatores: conveniência na entrega + preço baixo (ou preço justo) + leque de produtos oferecido pela operação, oferecer frete gratuito também não deixa de ser um diferencial que conta na equação, mas todos os mencionados possuem maior valor pessoal e de experiência para o consumidor no resultado final.

Como uma operação recém-lançada pode ser competitiva em relação às entregas?

Caso você seja proprietário de uma operação recente que esteja iniciando sua jornada no comércio eletrônico, aqui vão algumas dicas para iniciarmos com um diferencial competitivo de mercado perante tantas outras operações que iniciaram de modo padrão.

Sabemos que seu investimento está em fase de recuperação e a prática do frete grátis torna-se inviável em um primeiro momento. Caso você tenha adotado uma plataforma sob demanda de plano mensal (como a Nuvem Shop, a qual é excelente para iniciar negócios online), as primeiras recomendações são:

• Tenha uma página de política de entregas/envios, trocas e devoluções extremamente bem formulada para que o consumidor não tenha nenhuma dúvida ou recorra a concorrentes por falta de informações. Nesta, é ótimo também mencionar que você segue o Código de Defesa do Consumidor para que ambos tenham respaldo da lei;

Ainda nesta página, mencione que o operador do chat online está sempre disponível para solucionar qualquer dúvida quanto às questões logísticas. Pode parecer redundante, mas em operações de pequeno e médio porte por muitas vezes os assistentes de e-commerce, ao serem questionados sobre tais políticas, apenas enviam o link da página como resposta ao invés de dominarem totalmente as questões acerca da operação na qual colaboram. Além de ineficiente, isso é totalmente desrespeitoso com o cliente;

• Utilize a integração da plataforma com os Correios de modo correto e seguro. Para evitar qualquer futura situação com seus primeiros compradores, configure-a de modo adequado, com a ajuda da equipe técnica da plataforma, quantas vezes forem necessárias para que antes do lançamento da loja todos os testes tenham sucesso;

• Caso seu nicho utilize transportadoras, não se esqueça de verificar as condições especiais com ambas as partes (transportadoras e plataforma) antes mesmo de fechar negócio. É extremamente importante que a plataforma, mesmo sob demanda, seja flexível quanto ao cadastro de transportadoras e cálculo de fretes. No caso de transportadoras, hoje há iniciativas para e-commerce e tabelas específicas para tal. Faça uma análise e veja quais as melhores para se trabalhar em parceria.

Uma outra questão que remete às microempresas é a possibilidade de entrega em mãos quando o endereço de envio é muito próximo ao local em que você está. Isso era muito comum (e ainda é), por exemplo, para pequenos vendedores casuais no Mercado Livre, micro ou pequenas operações com objetivo de cortar custos com frete.

Vale lembrar também que com a evolução de sua operação, você certamente deverá buscar selos como o da E-Bit, que estará avaliando todos os quesitos básicos da sua loja virtual como formas de entrega, política de devolução e as características que diferenciam sua operação da concorrência.

Sua micro/pequena operação já está solidificada? Seguem alguns insights com estudos de cases

Levando em consideração a premissa de que você gerencia uma operação consistente há algum tempo e sua evolução tem sido constante e promissora, provavelmente já sabe que não há uma equação perfeita de que maneira aplicar os conceitos de frete grátis dentro ou não de sazonalidades em sua operação, pois cada negócio tem suas particularidades e fica extremamente volátil ditar as tomadas de decisões estratégicas.

Neste caso, esta ação fica a critério do resultado da análise de dados de seu backoffice, ou seja, um colaborador experiente em interpretar as métricas calculadas em ferramentas voltadas para e-commerce e marketing digital é o mais indicado. Caso você não tenha um em sua equipe, pode terceirizar esta tarefa com um consultor ou analista de confiança para que o mesmo identifique as melhores oportunidades.

Não tome decisões baseadas apenas em análise de concorrência ou impulso pela sazonalidade em si. Um case que pode ser tomado como exemplo é o de uma pequena operação de bijuterias que ofereceu frete grátis em certa sazonalidade para todo o Brasil simplesmente após descobrir que sua concorrente o fez enquanto divulgava uma ação em suas páginas nas redes sociais. O que esta não poderia imaginar, no entanto, é que para tal ação foi alocado orçamento vindo da principal loja física, que fica em um dos principais polos comerciais de São Paulo, e também houve um pequeno, porém significativo investimento em campanhas de Facebook Ads.

Outro ponto que deve ser debatido é o envio de e-mails, desde a confirmação da compra até o ponto em que o produto chega no local de entrega, sendo estes via automação de marketing em conjunto ou não com a plataforma. Atente-se para o template e o conteúdo de cada um deles.

Após uma compra bem sucedida, atualmente costuma-se enviar cinco e-mails para a caixa de entrada do comprador:

Aprovação do pagamento do pedido;
Confirmação do pedido;
Pedido entregue a transportadora;
Emissão da nota fiscal do pedido;
Aviso de pedido entregue.

Você não necessariamente precisa implantar e-mails para os cinco passos da sua venda, pois é realmente massivo receber tantas mensagens, mas uma micro ou pequena operação pode realizar a notificação em três etapas: a aprovação e confirmação em um primeiro e-mail com a nota fiscal para visualização, a confirmação de envio do pedido e a terceira com aviso de recebimento. Vale lembrar que todos os e-mails devem estar configurados com o mesmo template bem desenvolvido, sem quebras de imagem ou erros de código, demonstrando profissionalismo e proporcionando segurança ao consumidor.

Uma outra questão são as campanhas de entregas em tempo recorde em locais específicos do Brasil, através de motoboys ou frota própria, por um valor específico. Foi muito comum há uns dois ou três anos algumas conceituadas pet shops online praticarem esta modalidade, mas geralmente esta é uma estratégia falha – a menos que você tenha polo de distribuição para atender todo o Brasil com a modalidade e esteja a nível de mega operação. Algumas razões para micro e pequenas empresas evitarem fortemente este tipo de prática são:

A entrega instantânea segrega clientes de outras regiões. Aposte em um conceito protocolar para sua operação onde os diferenciais competitivos não estão ligados a questões que possa colocar a viabilidade logística do seu negócio em risco;
Caso tenha frota própria e somente você trabalhe na operação, teria que entregar fora de horário comercial, o que inviabilizaria a sua rotina e a do consumidor;
Terceirizar empresas de envio pode se tornar inviável financeiramente;
Pode haver uma alta demanda por esta modalidade em sua área local, fazendo com que os meios convencionais e seguros de envio fiquem subutilizados. Mesmo que a sua operação seja uma extensão da sua loja física, você teria que alocar colaboradores da mesma para participar do evento de entrega, o que exponencialmente começaria a se tornar massivo para a rotina de trabalho dos mesmos.

Texto originalmente publicado no NuvemShop.

Não é de hoje que a palavra “Natal” faz os comerciantes suspirarem de alegria. E com toda razão! É a melhor data para todos os tipos de comércio. Todo mundo vende mais no Natal! Mas para que esse sonho não se transforme em pesadelo, é preciso levar em conta as tendências e o nível de maturidade dos consumidores, principalmente quando falamos de e-consumidores.

Pensando especificamente em e-mail marketing, ao desenhar estratégias para aproveitar o entusiasmo consumista do momento, muitas empresas caem na mesmice de preparar  campanhas sem diferenciais atrativos, com layouts tradicionais, muitas vezes beirando o brega, e até reaproveitando mensagens antigas, já conhecidas do público e amplamente utilizadas por todas as marcas.

Se você está fazendo isso, melhor repensar! Vivemos na era do engajamento e você acha mesmo que seu cliente vai se impressionar com uma campanha assim?

Faça a diferença! Seu cliente precisa se sentir único para que sua marca chame a atenção em meio a tantas promoções. Devido a quantidade de campanhas enviadas nessa época, cerca de 80% dos e-mails não são se quer abertos pelos usuários. Por isso, pense fora da caixa para não fazer parte dessa estatística.

No Natal, a segmentação é um pouco diferente. O foco não é quem está recebendo seu e-mail, já que a maioria das pessoas está em busca do presente ideal para seus entes queridos. Antes de oferecer o presente, cabe uma reflexão sobre quem está recendo as ofertas. Quem é? Quantos anos têm? Onde mora? O que tem procurado?

É bastante difícil refletir ou ter estas respostas se não a conhecermos previamente, isto é, se não criamos relacionamento prévio com nossa base de clientes. Se você ainda não fez isso, calma! Ainda dá tempo! O Natal é ótima oportunidade para isso. As pessoas ficam mais receptivas e, em um primeiro momento, você pode até enviar mensagens sem objetivo comercial. Criando uma relação de parceria com o receptor.

Evite reflexões existencialistas e generalizadas. Congratule pela passagem de mais um ano. Comemore as conquistas, fomente identificação. Mostre ao usuário que você sabe quem ele é.

Uma alternativa pode ser uma “linha do tempo” do relacionamento de vocês. Pode até valer a pena relembrar alguns produtos que ele comprou em sua loja ao longo do ano, por que não?!  Faça isso e aproveite para colher as informações necessárias para segmentar ainda mais suas próximas mensagens.

Lembre-se: nada de copiar fórmulas batidas. Os símbolos natalinos por si só não expressam nada de relevante. Para ter sucesso com este tipo de mensagem é necessário esforço criativo, pois até uma mensagem de Natal com palavras lindas pode ter a aparência de um par de meias comprado de última hora se não houver comprometimento de quem envia com quem recebe, ou seja, relacionamento.

Publicado no Blog da AllInMail.