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Previsão Black Friday 2018

Expectativa é de crescimento de 15% com relação a 2017 e mais de 4 milhões de pedidos online

O comércio eletrônico deve faturar R$2,43 bilhões durante a Black Friday em 2018, alta de 15% na comparação com o ano passado, aponta a estimativa da Ebit|Nielsen.  O número de pedidos deverá registrar uma expansão de 6,4%, de 3,76 milhões para 4 milhões. O tíquete médio deverá ser de R$607,5, alta de 8%.

A Black Friday, que neste ano será realizada em 23 de novembro, é a principal data do calendário do e-commerce brasileiro. Pesquisa da Ebit aponta que 88,6% dos e-consumidores têm intenção de comprar na data – alta de cerca de oito pontos percentuais com relação à pesquisa de expectativa de consumo realizada no ano passado.

O e-commerce continua como o principal canal de venda durante a data. Em 2017, 52% das pessoas entrevistadas fizeram suas compras em uma loja online e 57% delas pesquisaram os produtos de interesse online antes de concluir a aquisição.

A credibilidade da data é outro ponto que está crescendo ao longo dos anos. Conforme levantamento, o número de pessoas que não pretendem comprar durante a Black Friday por não confiar que existam descontos de fato, diminuiu de 38% em 2017 para 35%. “O cenário é um reflexo de todo trabalho e repercussão positiva das últimas edições. As lojas também são fortemente impactadas por esse mérito e precisam zelar por sua reputação no mercado. Para 39% dos consumidores, confiança na marca é determinante na escolha, seguido de menor prazo de entrega, citado por 28% das pessoas”, afirma Keine Monteiro, head de inteligência e operações da Nielsen.

Entre o comportamento dos e-consumidores, 46% afirmaram que vão fazer suas aquisições na sexta-feira (23) e outros 22% indicaram que preferem comprar entre os dias 24 e 30 de novembro. No apontamento, há também os 13% que preferem garimpar promoções pré-Black Friday entre os dias 16 e 22.

Apesar da proximidade com o Natal, a data não representa perigo para as vendas de dezembro já que continua sendo, majoritariamente, usada para compras de uso próprio para 69% das pessoas. Apenas 26% e 20% das pessoas disseram que pretendem comprar algo para a família e dar de presente, respectivamente.

As dez categorias mais desejadas pelo e-consumidor na Black Friday são:

  • Eletrônicos
  • Eletrodomésticos
  • Smartphones
  • Informática
  • Moda e acessórios
  • Cosméticos e perfumaria
  • Casa e decoração
  • Livros
  • Brinquedos e games
  • Esporte e Lazer

Muito além de gerenciar e monitorar ações de marketing, fluxo logístico e comercial, um gerente de e-commerce, deve ficar atento a saúde do seu time, pois é sua obrigação fazer com que as pessoas em sua volta se desenvolvam profissionalmente, atinjam as metas e se sintam motivadas a comprar a briga da empresa.

Em diversos e-commerces que já atendemos na Ciclo, avaliamos que organogramas e processos organizacionais são deficitários prejudicando tanto o gerenciamento de tarefas quanto pessoas, por isso com o objetivo de ajudar os profissionais de e-commerce, criamos esse artigo.

Criando uma equipe de performance

O conceito de pipeline de liderança nos explica que para medir o sucesso de um gestor, temos que avaliar os resultados da sua equipe, pois um gerente de e-commerce deve obter resultado com a execução do trabalho de seus subordinados. Assim como um técnico de futebol que ganha títulos organizando as pessoas e estratégias e não entrando dentro de campo para fazer o gol.

Construção dos processos

Antes você partir para análise e desenvolvimento das pessoas, você deve construir o caminho para saber quais são os gaps dentro do seu fluxo operacional. Por isso você deve mapear e documentar os seguintes pontos do seu e-commerce:

Mapear processos de sucesso: documente quais são os processos que não possuem travas desde de a criação de campanhas de marketing até o suporte de atendimento ao cliente, os que possuem gaps, precisarão ser  redesenhados.

Descrever processos: assim que finalizar o mapeamento, descreva cada processo da empresa.

Montar fluxos visuais: monte em um visualizar como por exemplo o draw.io ou até mesmo mindmeister, os processos para facilitar a interpretação.

KPIs para monitoramento dos processos: para conseguir melhorar futuramente, você deverá documentar as formas como cada processo será monitorado, para conseguir encontrar gaps e oportunidades. Na definição dessas informações, insira informações mensuráveis de maneira quantitativa ou em percentual.

Organizando as pessoas dentro dos processos

Com os processos mapeados e definidos, fica mais fácil de organizar as pessoas com seus respectivos objetivos e responsabilidades.

Organograma do e-commerce

Construa nessa fase o organograma de acordo com os processos do seu e-commerce, compondo de maneira hierárquica os profissionais ideais para realização de cada ação dentro do ecossistema.

Descreva o perfil de cada pessoas com as seguintes informações

Na era dos profissionais que precisam possuir multi-conhecimento, não podemos confundir com multitarefa, pois isso poderá prejudicá-lo tanto na entrega do resultado esperado, quanto no seu desenvolvimento. A falta de definição de sua missão e atividades acaba afetando na clareza de suas responsabilidades, você poderá seguir mais ou menos o exemplo abaixo:

Cargo: Analista de E-commerce

Subordinado: Gerente de E-commerce

Competências básicas: Ter conhecimento em gestão de CRM, E-mail Marketing e etc.

Missão do cargo: Aumentar o LTV dos clientes

Descrição das atividades: enviar briefing de campanhas para a agência de e-commerce.

Gerindo uma equipe de performance

Para gerir a sua equipe podemos dividir em 2 frentes, plano de desenvolvimento e monitoramento e feedback.

Plano de desenvolvimento

O plano de desenvolvimento é importante tanto para monitorar a performance de cada membro da equipe, quanto traçar uma perspectiva de crescimento, por isso para criar esse plano é muito importante saber qual é o pontual A (estágio atual) e o ponto B (estágio que o profissional deve chegar). Você pode criar com as seguintes informações:

  1. Defina objetivo do membro da equipe
  2. Traçar as metas em conjunto
  3. Estruturação de treinamento

Monitoramento e Feedback

Com todo o plano de desenvolvimento criado, você deverá estruturar 2 pilares:

  1. KPIs de acompanhamento: as métricas para saber se cada membro está atingindo os resultados esperados.
  1. Feedback: estruturar períodos com feedbacks constante para melhoria do profissional.

Espero que esse conteúdo tenha te ajudado no gerenciamento da equipe do seu e-commerce. Comente aqui se você tem alguma sugestão ou informação complementar.

5 dicas para fazer compras seguras com dispositivos móveis

O e-commerce é utilizado amplamente pelos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o varejo digital deve atingir o faturamento de R$ 69 bilhões no país em 2018, consolidando alta de 15% em relação ao ano anterior. Porém, devido ao desenvolvimento do setor, o varejo digital se coloca na mira de cibercriminosos, que podem frustrar as expectativas tanto dos consumidores quanto dos lojistas.

Como qualquer operação, há questões de segurança que devem ser levadas em conta quando você for fazer suas compras on-line, principalmente com dispositivos móveis, podendo minimizar os riscos.

Se por um lado o uso de smartphones e tablets para realizar compras on-line é uma praticidade para os consumidores e permite aumentar as vendas das lojas; a falta de atenção a pequenos detalhes para preservar a segurança dos dados pode gerar uma infinidade de problemas caso essas informações caiam em mãos de cibercriminosos.

Por mais que as lojas virtuais contem com proteção para as transações, algumas brechas facilitam que cibercriminosos roubem os seus dados privados. Por isso, a TransUnion, empresa global de soluções de informação, separou dicas para tornar as compras on-line mais seguras. Confira:

Cuidado com as redes públicas de Wi-Fi

As redes públicas de Wi-Fi, como as utilizadas em praças, cafeterias e shoppings, são ótimas caso você queira ler as notícias ou usar as redes sociais. Porém, elas podem ser uma porta de entrada para os cibercriminosos, já que conseguem interceptar informações de registro, como o login e senha, enquanto você transmite dados on-line.

A maior parte dos aparelhos são configurados para acessar o sinal de Wi-Fi mais próximo e mais forte. Isso por padrão. E não temos como saber se a rede acessada é mesmo a rede do local em questão ou uma rede criada por terceiros. Também não temos como nos certificar sobre o nível de segurança desses ambientes no momento do acesso. Se o consumidor costuma realizar compras no aparelho, ele precisa protejer as suas informações. Para isso, basta sempre se conectar com uma senha protegida.

Por garantia extra, guarde seu momento de compras no dispositivo móvel para quando estiver conectado em uma rede confiável, como a de sua casa. Essa simples mudança pode ajudar a prevenir um dos métodos mais comuns de roubo de identidade.

Não use Apps de desenvolvedores desconhecidos 

É necessário muito cuidado para decidir quais aplicativos usar na sua experiência de compras on-line. Só porque o app está disponível na loja do seu aparelho, não significa que o desenvolvedor é igualmente confiável.

Programas de compras podem instalar um malware, código ou programa malicioso e transferir informações pessoais e de cartão de crédito para cibercriminosos. Somente faça downloads de desenvolvedores que tenham uma reputação confiável e verifique as avaliações desses fornecedores na loja de aplicativos. 

Desabilite a conexão Bluetooth

A maioria dos aparelhos móveis vem equipada com a tecnologia Bluetooth, que permite o compartilhamento de informações e a sincronização com outros aparelhos, a exemplo de caixas de som e outros acessórios wireless. Infelizmente, essa tecnologia também pode te deixar vulnerável para cibercriminosos que tentam interceptar informações no seu aparelho. Desabilitar o seu Bluetooth quando não está em uso economiza energia da bateria e também ajuda a proteger o seu aparelho.

O melhor meio de pagamento

Os processadores de pagamento para celulares e tablets facilitam o uso do cartão de crédito. Porém, o fato de um site permitir débito em conta ou geração de boleto para pagamento não significa que ele é confiável. Pessoas físicas também conseguem gerar boletos e, em muitos casos, podem passar uma falsa sensação de segurança.

Independentemente do meio de pagamento, a credibilidade do site ou do app são muito importantes para evitar que o cliente seja lesado.

Fique atento aos seus extratos

Se você faz muitas compras via dispositivos móveis, solicite ao seu banco um comprovante de transação toda vez que uma compra for realizada. Esse é um método prático de verificar prováveis problemas na fatura por meio de atividades fraudulentas.

O consumidor deve estar atento na hora de realizar suas compras, assim como as empresas devem oferecer sempre ambientes seguros para seus usuários. Com novas tecnologias também é possível fazer a verificação do dispositivo, checando se há alguma atividade criminosa. Avaliar os fatores de risco e a reputação de um dispositivo, depois checar os dados com o que se sabe sobre um cliente permite tomar decisões informadas e contextualizadas. Acima de tudo, isso deve ser feito com o mínimo de impacto nas transações dos consumidores.

Mulheres no e-commerce

Seguindo a tendência do empoderamento feminino, mulheres passam a frente e já gerenciam quase 60% das lojas online. Segmento de moda possui o maior volume de líderes mulheres (64%), seguido de saúde e beleza (58%), casa e decoração (45%) e eletrônicos (23%)

A Nuvem Shop, acaba de realizar um levantamento que aponta o aumento de 15% no número de mulheres empreendedoras no mercado brasileiro de e-commerce no último ano (julho 2017 a julho 2018). Os dados confirmam o histórico desde 2016, no qual houve um aumento progressivo do empreendedorismo feminino, numa crescente de 48,20% em 2016, 50,30% em 2017 e 57,60% em 2018. Os resultados foram extraídos da base de dados de quase 200 mil lojas cadastradas na plataforma de serviços de e-commerce da Nuvem Shop no Brasil.

Mulheres empreendedoras

O empreendedorismo e a liderança das mulheres têm ganhado cada vez mais força e aumentado a representatividade no mercado brasileiro. A última pesquisa realizada pelo Fórum Empreendedoras com 1300 mulheres no Brasil revela que 85% já são empreendedoras, enquanto 15% pensam em empreender. Também a Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2016 em parceria com o Sebrae revelou que a taxa de sucesso do empreendedorismo feminino de empresas com até três anos e meio de existência ficou em 15,4% frente aos 12,6% entre os homens.

O relatório apontou ainda que as mulheres foram responsáveis por 51,5% dos novos negócios criados no Brasil em 2016. A persistência feminina se confirma com o estudo realizado pelo The Boston Consulting Group, que revelou que startups fundadas por mulheres faturam mais do que as empresas fundadas por homens. Para cada dólar de financiamento, as startups com mulheres fundadoras geraram 78 centavos, enquanto as fundadas por homens renderam menos da metade disso (31 centavos).

De acordo com Danniela Karam, Gerente de Marca e Marketing da Nuvem Shop, o levantamento realizado só confirma o avanço das mulheres que ganham cada vez mais espaço nesse mercado. “Estamos em um momento em que o empoderamento feminino tem ajudado a quebrar paradigmas e estimular mulheres a abrirem o próprio negócio. E isso tem se refletido em nossa própria base, que hoje já é de maioria feminina”.

Mulheres empreendedoras por verticais

O levantamento revelou ainda que o segmento de moda possui o maior volume de líderes mulheres (64%), seguido de saúde e beleza (58%), casa e decoração (45%) e eletrônicos (23%).

O destaque é para o número de e-commerces gerenciados por mulheres no nicho de moda no último ano, que acompanhou a tendência e cresceu 14%, assim como a vertical de saúde e beleza, com crescimento de 6%. Já os segmentos de casa e decoração e eletrônicos, tiveram leve queda no volume de lojas virtuais lideradas por empreendedoras, de 3% e 2% respectivamente.

Mulheres no e-commerce

Confira detalhes do estudo no infográfico abaixo:

Mulheres empreendedoras no e-commerce

Mercado de e-commerce - relatório Webshoppers

Segundo a última edição do Webshoppers apresentado pela Ebit/Nielsen no dia 29/08, nem greve dos caminhoneiros e nem a Copa do Mundo impediu o crescimento do e-commerce brasileiro que faturou R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre, registrando um crescimento de 12,1%. Um dos principais motivos foi um pequeno aumento no tíquete médio de 3,8% em relação ao mesmo semestre de 2.017.

Já a estimativa para o final do ano, apesar do fator “eleições 2018”. é de fechar em R$ 53,4 bilhões, como mostra o gráfico abaixo:

Abaixo alguns dos destaques apontados pelo relatório no primeiro semestre do ano:

  •  27,4 milhões de consumidores, sendo que destes 4,5 milhões são estreantes
  •  a categoria Saúde / Perfumaria foi a campeã em volume de pedidos desbancando a categoria de Moda e Acessórios
  •  32% das transações do e-commerce forma feitas por meio de dispositivo móvel (alta de 41%)
  • 18% foram feitos pelas classes A e B, a C representou 36%, e a D e E somaram 46%
  •  43 foi a idade média assim como no primeiro semestre de 2.017 
  •  54,4 milhões de pedidos gerados
  • 61,2 % dos pedidos vieram da região Sudeste  e a Sul foi a que mais expandiu com alta de 24% comparativamente a 2.017.

O relatório traz ainda uma visão detalhada sobre as vendas no chamado Digital Commerce, categoria que agrega venda de produtos novos e usados de empresas para consumidores (B2C) e de consumidores para consumidores (C2C), além de serviços (turismo, locação de veículos e Ingressos).

Por fim, esta edição traz uma abordagem especial sobre o panorama da logística no e-commerce mostrando entre outras informações,  o share entre Correios x Transportadoras e seus respectivos desempenhos.

Para baixar gratuitamente o relatório completo, basta acessar a página do Webshoppers no site da Ebit e preencher o formulário online.

Estudo Cointimes - perfil investidor brasileiro

Qual é o perfil do investidor brasileiro? A base são os investimentos tradicionais ou existem novas possibilidades? Quantos deles estão no e-commerce? O Cointimes lançou a primeira edição do estudo sobre o comportamento do investidor do mercado brasileiro.

As respostas serão utilizadas apenas de forma agregada, e não individualmente. Os resultados serão divulgados aqui e no Cointimes. Porém, você também pode cadastrar seu e-mail para receber os resultados.

A pesquisa leva em média 6 minutos. Participe! 😉

Qual o perfil do brasileiro que investe?

Conversões no e-commerce

O crescimento das compras onlines, fez com que empresas como a Amazon, Walmart e Submarino, reinventassem seus modelos de negócios. Isso tornou a competitividade muito maior, não apenas para os grandes mas também para os pequenos. Por isso as pequenas lojas virtuais, precisam ser mais atraentes para os usuários. O primeiro passo é ganhar a confiança do consumidor.

A confiança é conquistada em muitos níveis. Não é um processo muito simples, mas as imagens, vídeos, e artigos sobre produtos, auxiliam no aumento das vendas.

Por exemplo, um estudo recente da Cercefi, testou as informações dos produtos nas plataforma, e mostrou que duas listas de produtos que aparecem lado-a-lado em uma sessão da loja, gera resultados muito diferentes. Uma lista de produtos que inclui muitas imagens, vai obter mais conversões com a metade do tempo, assim como as listas que incluem “Bullet Points”. Os produtos que possuem comentários de outros compradores, também possuem uma conversão maior.

Os principais fatores para impulsionar as vendas

Podemos separar em 8 os fatores que irão contribuir para que suas vendas cresçam:

Experiência positiva

A maioria das lojas on-line dependem da recorrência. Por isso, é importante proporcionar uma experiência agradável para todos os seus potenciais clientes. Desde o primeiro contato até a entrega do produto.

Avaliações positivas

Compradores procuram a opinião de outras pessoas, para saberem se sua loja é segura.

Tempo de mercado

Os usuários costumam comprar de lojas que já estão estabilizadas no mercado, pela confiança. Mas isso pode ser contornado, através de preços mais competitivos e vantagens na entrega.

Segurança

É importante que seu site possua certificados de segurança e um sistema de criptografia forte, pois isso evita fraudes e que os dados dos seus clientes sejam roubados. Ofereça segurança na compra, oferecendo outras formas de pagamento, entrega, etc.

Mostre seus prêmios, certificações e classificações

Prêmios, certificações e classificações podem diminuir a insegurança dos clientes. Muitas lojas incorporam em seus produtos, alguns serviços de avaliações de produto como o Trustvox , que valida as opiniões sinceras dos usuários, e contribui para a autoridade da sua marca. Os prêmios podem ser divulgados nas redes sociais ou ficarem expostos na página inicial.

Recomendações de clientes, familiares e amigos

Quanto mais próxima a relação que o seu cliente tem com uma pessoa, maiores são as chances de influência. Acrescente botões de compartilhamento nas principais redes sociais, pois isso ajuda a aumentar a percepção da sua marca e melhora sua reputação. Os botões podem ser colocados no cabeçalho ou rodapé, próximo a imagem do produto produto ou nas páginas de categoria (para compartilhamento de produtos e linhas de produtos).

Informações relevantes do produto

Conteúdo relevante inclui imagens, vídeos, resenhas de produtos, descrições textuais (e como eles são apresentados), e o conteúdo gerado pelo usuário. É praticamente impossível agradar a todos os consumidores, mas é fundamental que você busque sempre agradar a maioria. Por exemplo, quando a Salsify perguntou para os seus 1.000 compradores, 60% disseram que era necessário, ao menos três imagens do produto para que eles tivessem certeza sobre a compra. Somente 13% disseram que seriam necessárias 5 imagens ou mais.

Mais imagens significam mais vendas

Alguns estudos indicam que os usuários precisam de pelo menos, 3 imagens para poder decidirem sobre a compra. Isso porque as imagens diminuem as dúvidas sobre os produtos, e faz com que eles não se arrependam depois.

Mensure seus resultados

Quando se planeja a criação de loja virtual, é importante avaliar o retorno que estas ações geram para a sua empresa. Afinal, as técnicas variam conforme o segmento, e são necessários muitos testes, até que você possa tirar conclusões mais assertivas.

Se você ingressou recentemente no comércio virtual, é possível que ainda não esteja por dentro de metodologias voltadas para a otimização e automação de importantes processos gerenciais. No artigo de hoje, vamos tratar sobre a importância de integrar um sistema ERP online a sua plataforma de e-commerce. Acompanhe!

Afinal, o que é um sistema ERP?

Antes de falar sobre a importância de integrar essa ferramenta a sua loja virtual, primeiramente é preciso falar do conceito de sistema ERP. Enterprise Resource Planning, ou simplesmente ERP, que em português significa “Planejamento de Recursos Empresariais” é a sigla utilizada para denominar softwares que possuem diversas ferramentas voltadas para facilitar o processo de administração empresarial.

Portanto, um sistema ERP possibilita uma gestão unificada dos mais variados processos gerenciais de uma empresa e pode ser aplicado facilmente para o gerenciamento de lojas virtuais. A seguir, vamos falar especificamente sobre os diferentes módulos que compõem um sistema ERP:

Financeiro

Possibilita o controle de contas a pagar e a receber, emissão de recibos de pagamento e oferece possibilidade de realizar a conciliação bancária por meio do arquivo OFX, dentre muitas outras funcionalidades. A conciliação bancária nada mais é do que um processo comparativo  entre o extrato bancário da empresa com os dados registrados no sistema, de forma a verificar possíveis erros no controle financeiro realizado internamente.

Compras

Permite o cadastro de todas as compras realizadas junto a fornecedores e o preenchimento de informações referentes aos valores, datas e fornecedores, dentre outras.

Vendas

Um sistema de controle de vendas permite cadastrar uma nova venda realizada em sua plataforma de e-commerce e preencher o produto vendido com seu respectivo valor, cliente que efetuou a compra e forma de pagamento, dentre outras informações.

Contatos

No módulo contatos de um sistema ERP, você pode registrar toda a rede de clientes, fornecedores e transportadores de sua loja virtual. Por meio deste menu você poderá controlar todos os pedidos de compra solicitados aos fornecedores, as compras efetuadas por cada cliente de uma forma isolada e possíveis pendências de contas a serem pagas por esses clientes.

Produtos

Neste módulo você poderá controlar todos os produtos disponíveis no estoque de sua loja virtual. A vantagem de um sistema ERP neste sentido, é que você não precisa dar baixa em um determinado produto manualmente a partir da realização de uma nova venda. Basta registrar essa venda no sistema que a nova quantidade de estoque será obtida de uma forma totalmente automatizada.

Relatórios

Os relatórios gerados por um sistema ERP, possibilitam a visualização de uma série de indicadores para que você possa analisar os mais variados aspectos de sua loja virtual, como produtos mais vendidos e os mais lucrativos, além de manter um controle rigoroso de seu fluxo de caixa e futuras contas a pagar e a receber.

Por que utilizar um sistema ERP em seu e-commerce?

Integrar um sistema ERP para seu e-commerce, é essencial para administrar o seu negócio de uma forma organizada e eficiente. Um sistema ERP possibilita a gestão de uma série de processos gerenciais de sua loja virtual, como controle de estoque, controle financeiro, acompanhamento de fluxo de caixa e registro de compras e vendas, dentre outros, tudo de uma forma unificada em uma mesma ferramenta, sem a necessidade de gerenciar diversas planilhas.

Esse tipo de sistema também facilita a identificação de possíveis erros no controle de estoque de sua loja virtual, que podem vir a ocorrer devido ao controle manual e falta de conferência dos dados.

A centralização de todos os processos gerenciais e a maior eficiência ajudam com que você reduza os custos e evite desperdícios de recursos em sua loja virtual, que eventualmente poderiam ocorrer com a compra de determinados produtos que já se encontram em excesso no estoque. O controle de estoque em um sistema ERP é totalmente automatizado, já que a ferramenta atualiza a nova quantidade de cada produto a cada novo registro de compra ou venda.

Por mais que você ainda utiliza planilhas, essas ferramentas não darão conta de um possível crescimento de seu e-commerce e aumento do volume de vendas. Confira 4 vantagens de integrar um sistema ERP ao seu e-commerce:

Emissão de notas fiscais eletrônicas

Além de facilitar a gestão de todo o processo gerencial de seu e-commerce, um bom sistema ERP também possibilita a emissão de notas fiscais eletrônicas para os seus clientes, de uma forma totalmente automatizada. No caso de sua loja virtual, você precisa emitir notas fiscais de uma forma bastante recorrente. Portanto, um sistema ERP propicia uma grande economia de tempo neste processo.

Geração de boletos bancários

Muitas lojas virtuais não oferecem a seus clientes a opção de pagamento por boleto bancário. Sendo assim, contar um sistema emissor de boleto bancário pode ser extremamente importante, para que você possa oferecer essa forma de pagamento e assim criar uma vantagem competitiva para o seu e-commerce em relação a concorrência.

Há de se destacar também que a emissão de boletos bancários por meio de um sistema ERP também ocorre de uma forma simplificada, já que o envio de remessa para o banco pode ser feito diretamente por essa ferramenta, servindo como uma espécie de intermediador entre o seu e-commerce e a instituição bancária.

Relatórios gerenciais

A partir do registro de compras, vendas, receitas e despesas de seu e-commerce em um sistema ERP, essa ferramenta é capaz de gerar uma série de relatórios gerenciais que podem servir para a avaliação dos mais variados indicadores de desempenho de sua loja virtual, tais como fluxo de caixa e fluxo projetado, ABC de vendas por produtos e clientes, extrato financeiro, conciliação bancária e muitos outros.

Portanto, um sistema ERP elimina completamente os achismos no controle de sua loja virtual. É uma ferramenta que oferece dados absolutamente precisos para a sua tomada de decisão, para que você possa fazer uma administração mais segura e eficiente.

Operação online

No caso de se optar por um sistema ERP na nuvem em detrimento de um sistema local, é possível gerenciar a ferramenta em qualquer celular, tablet ou smartphone, sem a necessidade de instalação do sistema em um servidor específico e assim possuir uma grande mobilidade no processo de gestão. Cadastrar um novo produto para o estoque de sua loja virtual, controlar as contas a pagar e a receber, cadastrar uma venda, dentre outras tarefas… Tudo isso pode ser feito em qualquer local a partir de um sistema ERP na nuvem, possibilitando a o gerenciamento de seu e-commerce na palma de sua mão.

Viu como integrar um sistema ERP ao seu e-commerce pode trazer inúmeros benefícios? Esperamos que tenha gostado das nossas dicas!

Quem possui loja virtual conhece os desafios diários quando o assunto é a conquista de novos clientes.

Além de toda a preocupação com envio e rotinas administrativas, o lojista ainda precisa criar campanhas de marketing para atrair novos clientes e de preferência economizar com elas!

O objetivo é e sempre será o crescimento. Porém, para ter sucesso, é necessário muito trabalho, dedicação e um vasto conhecimento e empenho para estar sempre um passo à frente dos concorrentes.

Uma estratégia que apresenta ótimos resultados é a segmentação da loja!

Ela pode ser o que faltava para a sua loja se destacar no mercado. Veja alguns motivos para segmentar sua loja:

Segmentação de loja virtual é um ótimo diferencial

Com a ascensão do e-commerce, é muito comum encontrarmos lojas que vendem inúmeros produtos, como roupas, acessórios, sapatos, utensílios domésticos, entre outros. Isso sem esquecer aquelas que vendem produtos iguais, ou muito semelhantes!

Trabalhar com uma infinidade de produtos pode ser muito bom, mas uma loja voltada para um nicho específico possui maiores chances de alcançar o sucesso. Isso porque é muito mais fácil criar campanhas voltadas para um público mais “enxuto”.

Se analisar o mercado, verá que os e-commerces com grande variedade de produtos sentem dificuldades em trabalhar com qualidade a divulgação dessas marcas e produtos diferenciados.

Por exemplo, copos e taças podem ser adquiridos em diversas lojas que podem trabalhar com muitos segmentos ao mesmo tempo. Porém, aquela que vende somente copos e taças é capaz de fornecer informações e modelos exclusivos que podem ser inclusive, melhores do que os que são oferecidos em lojas não especializadas.

Trabalhar com apenas um segmento pode abrir portas para fidelizar o consumidor. O que é ótimo!

Trabalhando com um público específico

Uma loja segmentada possui um público específico e isso facilita  muito o contato com o mesmo. Além de ajudar no desenvolvimento de campanhas de marketing para alcançar novos clientes.

Isso porque essas pessoas geralmente possuem demandas, gostos e perfis parecidos. Por isso torna-se mais simples a criação de comunicações, materiais e campanhas de um modo geral.

Em contrapartida, as lojas que trabalham com grande gama de produtos precisam trabalhar diversos públicos de perfis diferentes, gastando muito mais.

Lembrando que, quanto mais o público é específico, menor será o investimento para atrai-lo. Assim como os esforços para fidelizá-lo futuramente.

Um exemplo clássico muito utilizado atualmente é o patrocínio nas redes sociais, onde é possível segmentar o público exato para o seu produto e aparecer somente para quem se interessa pelo seu produto!

Construindo reputação e autoridade

A segmentação traz inúmeros benefícios. Entre eles está a construção de uma reputação e também o fato de a loja poder se tornar referência e autoridade no assunto!

Para o mercado, uma loja especializada na venda de determinados produtos significa que ela possui domínio, conhecimento e expertise sobre tudo que envolva seu nicho.

Outro ponto importante da segmentação é que a equipe conhecerá muito bem o produto, podendo ser consultora sobre seu uso e conservação, entre outros temas.

Dessa forma, a loja fornecerá muito mais que o produto somente, mas a solução para as dores de seus clientes!

Isso, além de ser ótimo para a reputação da loja, é o primeiro passo para a fidelização e posterior propagação pelos próprios clientes.

Portanto, pode-se concluir que o investimento em segmentação é na verdade um investimento em resultados. Mas é preciso lembrar que resultados não chegam rápido, mas com um conjunto de atividades inerentes ao dia a dia da construção de um novo direcionamento.

Por isso, antes de tomar a decisão de investir em um nicho específico, vale analisar com cuidado todos os aspectos da loja. Além é claro, de levar em consideração que o marketing deverá ser muito bem trabalhado, para de fato alcançar as pessoas certas e conseguir o resultado esperado!

Desde 2017, o mercado de bitcoin já conta com mais pessoas físicas que grandes modelos de investimentos tradicionais, como a bolsa de valores. As três principais exchanges de criptomoedas do país somadas contam com 1,4 milhões de investidores, mais que duas vezes mais que as 619 mil pessoas cadastradas na B3 (bolsa de valores do Brasil) e os 558 mil investidores de títulos públicos. Os dados são do G1.

Foi exatamente nesta época que o mundo do bitcoin entrou na minha vida. Como uma oportunidade de ajudar a fomentar este mercado no Brasil. Um potencial gigantesco, que gira valores astronômicos. Porém, com muitos pontos ainda inexplorados e com uma necessidade latente de conteúdo relevante, de informação de qualidade.

O mais incrível do potencial deste mercado é que no Brasil ele ainda não foi devidamente apresentado para a maioria da população economicamente ativa. A comunidade de bitcoin é sim bem relevante (e engajada), mas o modelo de negócio ainda conta com um gigantesco horizonte para ser descoberto. Segundo o site Cryptocompare, o mercado brasileiro representa 0,07% do mercado mundial de bitcoins de um horizonte de US$519 bilhões de dólares de volume de transações por dia.

Mercados emergentes como este normalmente sofrem com um grande desafio comum: falta de informação de credibilidade. Afinal, como qualquer coisa nova, ainda não conta com reputação, palavrinha mandatória na sociedade atual. A ausência de informação e consequente reputação pode significar um destino pouco promissor.

Ponto válido para destaque também é o atual hábito brasileiro, e por que não mundial, para consumir. O consumidor atual não deseja ser interrompido, e sim encontrar sempre exatamente o que está procurando e necessita. E a única maneira de tornar isso viável é com conteúdo relevante.

O consumidor procura por relevância, ele espera que você faça Marketing de Conteúdo

Pense bem, você simplesmente pensaria em investir (SEU DINHEIRO) em algo que conta com informações duvidosas, desencontradas e de fontes não muito confiáveis? Evidente que não.

Pior, esta falta de informação para o mercado não acontece apenas para o cliente, consumidor final de qualquer modelo de negócio. Acontece também com o formador de opinião, com o jornalista.

Sem um veículo de credibilidade é inevitável que as informações que mais aparecerão serão ruins. A velha e sempre válida história de que notícia negativa dá mais audiência. Um caso de falta de informação ali, outra meia verdade lá e o grande público que é diretamente impactado por esses veículos terá uma opinião negativa formada.

Fiz parte de um movimento semelhante há pouquíssimo tempo com o E-commerce, que sofreu por um tempo com falta de reputação suficiente para passar a confiança necessária para os consumidores comprarem online. Bastante comum nos últimos anos matérias em grandes veículos que traziam medo e cases de pessoas “diferentes” que faziam compras pela Internet! A resistência com o novo, e mesmo com o não tão novo ainda é grande.

É exatamente este o diagnóstico que recebi e validei agora em janeiro de 2018, quando passei a fazer parte do time da Foxbit. Oportunidades únicas de conteúdo que necessitam de curadoria, organização e informação de credibilidade. Só assim o grande público, aquele impactado pelo formador de opinião, terá desejo, motivação e confiança suficiente para fazer parte.

E como resultado desta análise, depois de muito trabalho, tenho o orgulho de apresentar nosso projeto que tem a pretensão de ser a principal fonte de informação do promissor mercado de criptomoedas no Brasil.

Trazendo conteúdo relevante e confiável sobre a Nova Economia. Apresento o Cointimes, grande portal de conteúdo provido pela Foxbit, maior corretora de bitcoins brasileira.

Com um time de especialistas do segmento, unimos profissionais selecionados de diferentes áreas para, quem sabe em um futuro próximo, fazer do bitcoin e das criptomoedas em geral a principal fonte da Economia. Descentralizada e com liberdade para qualquer um ser dono do seu próprio dinheiro, seja ele qual você bem entender. Estamos só começando.

Texto publicado anteriormente no Cointimes.

Veja também, o evento de lançamento do novo portal:

Pizza, debate e conteúdo: nasce o Cointimes!