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Como todos sabemos, Amazon é a criadora do marketplace, está presente em vários países do mundo e com muito êxito. Mas, aqui no Brasil, talvez por algum motivo estratégico que fez com que lançassem rapidamente a categoria de Eletrônicos e logo depois a de Casa. As vendas não corresponderam ao esperado, pelo menos, para pessoas como eu, que vendemos em vários marketplace locais há alguns anos.

Vou mencionar alguns dos motivos, que humildemente, acho que estão atrapalhando as vendas em Amazon.br.

É um fato que para a maioria dos consumidores brasileiros, Amazon não é um site de compras conhecido, apesar de estar na liderança globalmente. Me chamou muita atenção que na própria sexta-feira da Black Friday, em horário nobre (novela e Jornal Nacional) na Globo por exemplo, todos os marketplaces publicitavam suas ofertas, e Amazon, zero. Até Google Adwords deu uma caída violenta. Falta publicidade massiva.

Frete

Incrivelmente não é possível subir uma simples planilha dos Correios, transportadora ou integrar com algum hub de logística e dessa forma ter um frete competitivo. Pelo contrário, o seller deve criar sua própria tabela no mesmo site.

Obviamente não está pensado para Brasil. O comprador brasileiro quando procura por um produto, a primeira coisa que deseja saber é, “quanto irá pagar de frete”. Pois bem, isso ele ficará sabendo na etapa final somente antes de concluir o pedido, ou seja, deve previamente fazer o login na conta ou efetuar o cadastro na Amazon.

Seria muito mais simples, e como na maioria dos e-commerces, na mesma página do produto, calcular o frete colocando o CEP correspondente.

Descrição do Produto

Contrariamente ao site americano, é simplesmente um TXT difícil até de ler. Isso acontece mesmo enviando dados até com fotos na descrição, como é o meu caso, igual ao site americano.

Boleto bancário

Todos sabemos que apesar de ser uma pedra no sapato para nós sellers, é um mal necessário, já que uma porcentagem grande de compradores (no meu caso 35%) utilizam este meio de pagamento. Pois bem, a Amazon não tem.

Frete Grátis

Não apresenta relevância na página do produto. Também não tem como filtrar para saber qual dos sellers ofertam determinado produto com frete grátis. Novamente, para o comprador brasileiro é muito importante o valor não só do produto.

Catalogação de produtos

Este é um ponto extremamente positivo. Subir um produto por integração ou manualmente é muito simples e RÁPIDO, apesar de alguns poucos problemas de matching. Ao contrário, de alguns marketplaces muito conhecidos que até hoje, depois de 3 anos, alguns SKU’s ainda não foram catalogados.

Texto publicado anteriormente no Coratella.com.br

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O que significa Natal para a maioria das pessoas? Comemorado em diversos países mundo afora, o dia 25 de dezembro pode ser associado aos mais variados significados, quando questionamos pessoas de diferentes culturas, hábitos e religiões.

Um teste simples, para identificar as principais associações feitas às comemorações de Natal, pode ser feito em um rápido passeio pelo escritório e uma breve conversa com seus colegas de trabalho. Certamente, as respostas serão diferentes umas das outras e poderão ter um viés mais pragmático do que sugerem as histórias narradas sobre o tema.

Fizemos essa experiência entre os membros de nosso escritório. Pedimos que todos citassem as três primeiras coisas relacionadas ao Natal que lhes viessem à cabeça. “Comida” foi um das respostas mais comuns, mas isso já era esperado. Outro aspecto recorrente foi o tema “presentes/compras”. Como resultado, sete em cada dez pessoas incluíram em suas respostas algo relacionado ao consumo.

A partir desse simples experimento e levando em consideração toda mobilização do mercado para as vendas nessa época do ano, subjetividades à parte, sabemos que é disso que se trata o Natal: comprar e presentear.

O movimento gerado pela compra de presentes pode ser observado claramente na dinâmica de vendas das lojas que utilizam a plataformas como o Mercado Livre nos últimos anos. A ocorrência da Black Friday, associada ao início das vendas para o Natal, contribuem para que novembro aponte um pico nas vendas, que se sustenta nas primeiras semanas de dezembro, fazendo com que a compra de presentes para o Natal nesses dois meses seja o equivalente ao dobro, ou até ao triplo, de vendas em um mês comum para muitos.

Mais sobre as vendas no período:

Os números do mercado de E-commerce

Segundo a Real Trends, ferramenta que provê informações para quem opera com e-commerce, no ano de 2016, os segmentos mais procurados em lojas online para os presentes natalinos, foram: celulares e telefones, moda, beleza e cuidado pessoal e eletrônicos, somando 65% das opções disponíveis. O total de vendas para o Natal atingiu o valor de 262.000.000 reais.

É importante salientar que há um aumento significativo das transações e vendas efetuadas via mobile, o que pode ser apontado como tendência real de mercado e enfatiza a relevância de ter um site responsivo para celulares e tablets.

Em fim de ano é natural que o mercado aqueça ainda mais, mesmo em anos de crise econômica. Esse pico de vendas, apesar de desejado, pode também sobrecarregar os servidores e promover falhas em seu site, caso não sejam tomadas as devidas precauções. A velocidade de carregamento da página afeta sua taxa de conversão e até mesmo o SEO.

Também nesta época, tendo em vista o aumento das ofertas em diversos canais, os potenciais clientes se convertem em comparadores seriais de preços. Será um outro grande desafio para os vendedores converter esses consumidores em vendas concretas.

Em razão do aumento da demanda, outro erro de logística muito comum é o não cumprimento dos prazos de entrega dos produtos. Como bom lojista, deve se planejar com antecedência e tomar as medidas necessárias para não frustrar o cliente; ainda mais nessa época do ano, onde os sentimentos ficam à flor da pele e entrega antes do dia 25/12 é fundamental.

A primeira coisa a fazer é ter certeza de que sua loja tem estrutura suficiente para atender a todos os clientes. Outra bem importante é caprichar no seu marketing. Para chamar a atenção das pessoas para sua loja, você pode fazer um post especial no seu blog, chamadas e concursos nas redes sociais, enviar campanhas de e-mail marketing e investir em anúncios pagos no Google AdWords, ou Facebook Ads.

As possibilidades são infinitas! Só tome cuidado para não bombardear o cliente de informações e esquecer do principal: converter vendas.

O e-commerce é uma atividade que veio para ficar. É uma excelente porta para quem deseja entrar no mundo do empreendedorismo, ser seu próprio chefe, conquistar a independência financeira e deixar sua marca no mundo.

Provavelmente, você já deve estar convencido da evolução do comércio eletrônico nos últimos anos e que 2018 promete grande crescimento. O que acha de começar o próximo ano dando um grande salto neste Natal?

As vendas on-line representam um nicho promissor no país para quem deseja empreender. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a expectativa do setor para 2017 é um faturamento de R$ 59,9 bilhões. No ano anterior, o montante chegou aos R$ 53,4 bilhões, ainda segundo a instituição.

Esse cenário, somado à recessão econômica e ao forte desemprego no país, faz com que muitos profissionais considerem abrir uma loja virtual. O segredo é conhecer a área de atuação para tornar o investimento seguro. Veja os melhores mercados para trabalhar com vendas pela internet:

👕 Moda e acessórios

Foi o que mais cresceu em 2015 e manteve bons resultados no último ano. A diversidade de produtos permite que haja espaço para investimentos variados, como roupas infanto-juvenis, moda adulta masculina e feminina, além de acessórios. Também é possível apostar nos brechós on-line.

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🐶 Itens para pets

O setor está entre os que resistiram à crise e apresenta um grande leque para expansão digital. Ao optar por esse mercado, é possível trabalhar com uma variedade de produtos, como ração, petiscos, roupas, acessórios e medicamentos.

📺 Equipamentos eletrônicos

É o terceiro nicho que mais lucrou no e-commerce brasileiro no primeiro semestre de 2015, com 12% do faturamento total com apenas 5% dos pedidos. O empreendedor deve tomar cuidado ao competir com grandes empresas e precisa investir em preços diferenciados e boas condições de pagamento.

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🍼 Artigos infantis

O mercado infantil continua movimentando bilhões a cada ano, principalmente aos pais que buscam facilidade na hora de montar ou renovar o enxoval. Devido à imensidão de artigos para se trabalhar, é bom investir em determinadas categorias, como roupas, brinquedos ou fraldas.

🖼 Produtos de arte

Uma boa oportunidade de atuação são os materiais usados em galerias e ateliês, como pincéis, bisnagas de tinta, aquarelas, quadros, etc. O que não impede o investimento em obras de arte, algumas feitas à mão e em pequena escala.

🛋 Casa e decoração

Há uma infinidade de itens para se atuar. O vendedor pode optar por se especializar em uma categoria ou variar as ofertas. Para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2015 as vendas desse mercado representaram 7% do faturamento do e-commerce no Brasil.

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💋 Cosméticos e perfumaria

O setor recebe alto volume dos pedidos feitos na web. No entanto, a alta concorrência não impede o crescimento de novas lojas virtuais. O fundamental é apostar em variedade de marcas e produtos. Além disso, vale destacar que as mercadorias são originais.

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5 dicas de conteúdo para sua loja de cosméticos faturar muito mais!

💊 Saúde e suplementos

A venda nessa área exige que as orientações da vigilância sanitária sejam cumpridas. Apesar disso, a facilidade para efetuar as compras e os preços acessíveis fizeram com que as vendas on-line desses produtos aumentassem.

Um diferencial é ter agilidade na entrega, pois dependendo do artigo o consumidor espera receber até no mesmo dia.

🏺 Tesouros regionais

Os produtos típicos podem atrair o público segmentado. A tradição, a qualidade e a experiência da marca são atrativos à parte.

Para alcançar bons resultados, invista em divulgação, pois o número de interessados nas mercadorias é mais limitado. No caso de produtos regionais perecíveis, são necessários cuidados especiais com o transporte e a entrega.

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Como escolher o produto perfeito para vender na internet

O direito de arrependimento é um dos temas que mais provocam questionamentos entre os lojistas de e-commerce.. Afinal, a legislação não é tão clara e nem atualizada o suficiente para que os profissionais do comércio eletrônico consigam gerir as ações que decorrem dessa prática.

Diante disso, é mais do que recomendado fazer algumas considerações sobre o tema. Assim, podemos ajudar os lojistas a lidar com essa realidade tão presente no dia a dia do e-commerce.

A origem do direito de arrependimento

O direito de arrependimento está expressamente previsto no Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 49, e foi reforçado pelo Decreto 7.962/2013, conhecido como Lei do E-commerce, no qual o legislador foi além e trouxe, inclusive, inovações nesse sentido. O referido artigo do CDC, Lei nº 8.078 de 11 de setembro de 1990, determina:

Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.

Parágrafo único. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer título, durante o prazo de reflexão, serão devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.

A primeira coisa a ser observada é a idade do CDC. Em 1990, sequer se falava em internet, muito menos se concebia qualquer noção de e-commerce no Brasil.

O que reinava àquela época, quando falamos de compra “não presente”, eram basicamente catálogos como o Hermès, por exemplo, além de empresas que utilizavam mala direta para venda de cursos e produtos à distância.

Nessas malas diretas e catálogos, eram muito comuns as produções fotográficas em que se via a foto de um produto. Entretanto, ao recebê-lo, o consumidor tinha a impressão de que outro produto havia sido comprado.

Pela impossibilidade de o consumidor ter o produto em mãos, associada às técnicas de publicidade da época e aos meios de venda à distância que existiam, veio em boa hora a legislação de defesa ao consumidor.

A relação entre o e-commerce e o direito de arrependimento

Atualmente, a concepção de venda “não presente” é aplicada ao e-commerce e é muito questionada por empresários. Afinal, é mais comum que a loja virtual tenha presença somente no ambiente digital, em uma realidade bem diferente do comércio tradicional, em que o ponto físico (a loja) é o local padrão de funcionamento.

Esse questionamento se expande, também, para a noção de que o consumidor tem o direito de arrependimento resguardado em função de não ter o produto em mãos. Ora, obviamente o legislador à época se referia à impossibilidade do consumidor conhecer as especificações e o produto em si.

A nosso ver, esse entendimento é totalmente incompatível com a internet e, menos ainda, se especificarmos o e-commerce. A rede é pura informação e os anúncios das lojas virtuais oferecem mais dados do que o consumidor poderia adquirir na loja física. Não levamos em conta, nesse caso, que é extremamente comum o próprio anúncio conter avaliações de consumidores que já adquiriram o produto.

Resta entender que, atualmente, por meio do e-commerce, o consumidor passou a ter acesso a informações muito mais abrangentes do que à época da criação e publicação do CDC, o nosso Diploma Consumerista.

>Há maior transparência na seguinte ideia: os sistemas e as plataformas de lojas virtuais proporcionam experiências mais profundas aos consumidores do que uma simples visita a qualquer loja física, por mais moderna que seja. É um contrassenso atribuir caráter “não presencial” a tais vendas.

O entendimento, que parece óbvio para a maioria dos empresários do e-commerce e que, aos poucos, tem sido aceito por consumidores mais “antenados”, não é compartilhado, ao menos por enquanto, por nossa legislação.

A compra efetuada no e-commerce ainda é considerada “não presente” e, por isso, está sujeita ao direito de arrependimento do consumidor. Essa compreensão foi confirmada recentemente através do Decreto 7.962/2013 que, em seu artigo 5º, além de confirmar irrestritamente o direito de arrependimento, trouxe uma nova regulamentação da qual destacamos as principais exigências:

  1. O consumidor poderá exercer seu direito de arrependimento pela mesma ferramenta utilizada para a contratação, sem prejuízo de outros meios disponibilizados. Em outras palavras, deve estar disponível no site a opção de acionar o direito de arrependimento de forma online, na própria loja;
  2. O exercício do direito de arrependimento implica a rescisão dos contratos acessórios, sem qualquer ônus para o consumidor, o que inclui frete (ida e volta) e eventuais despesas financeiras;
  3. Será comunicado imediatamente o exercício do direito de arrependimento pelo fornecedor à instituição financeira ou à administradora do cartão de crédito ou similar, para que a transação não seja lançada na fatura do consumidor. Em outras palavras, que seja efetivado o estorno do valor, caso o lançamento na fatura já tenha sido realizado;
  4. A loja deve enviar a confirmação imediata do recebimento da manifestação de arrependimento ao consumidor.

Diante dessa realidade, é inquestionável a necessidade de adequação da rotina administrativa de uma loja virtual a essa legislação e, mais do que isso, a constante atuação no sentido de diminuir ao máximo as devoluções e estornos aos quais estão sujeitos os e-commerces.

Dicas para agir quando o direito de arrependimento for exercido pelo consumidor

A seguir, 5 dicas importantes de como se preparar para os casos em que o consumidor queira exercer seu direito de arrependimento:

  1. Facilite ao máximo o processo: quanto mais a loja burocratizar o procedimento, mais oneroso pode se tornar o problema;
  2. Atente-se ao que se exige dos consumidores: o produto deve ser devolvido novo, porém, não se pode pedir que a caixa não tenha sido aberta;
  3. Filme o recebimento e a abertura da caixa do produto: ao receber a devolução, recomenda-se a filmagem do momento de recebimento e abertura do pacote, mostrando a caixa, a etiqueta de postagem e a abertura. Esse vídeo costuma ser útil em caso de ações e reclamações no Procon e Juizados;
  4. Informe ao consumidor sobre o estorno: assim que receber o produto e conferir seu estado, avise ao cliente por e-mail que o estorno no cartão já foi solicitado (anexamos o comprovante de solicitação do estorno no e-mail). Caso o estorno seja em dinheiro, é preferível o depósito em conta corrente, em nome do cliente, e o comprovante de depósito é encaminhado em seguida. Evite gerar crédito para compra, salvo por solicitação expressa do consumidor;
  5. Destaque o procedimento de devolução, em caso de arrependimento, nos termos e condições do site: embora seja obrigatório por lei, a informação é agradável e aumenta a sensação de segurança do cliente.

Enquanto a lei ainda não se adequa à realidade do comércio eletrônico, cabe aos lojistas ajustarem suas operações e seu caixa para suportar o direito de arrependimento dos clientes.

É fundamental proporcionar uma experiência de compra que torne a decisão do consumidor mais segura. Portanto, quanto mais informações sobre as ofertas forem divulgadas, menos surpresas o cliente terá após a compra e o recebimento do produto.

Publicado anteriormente no Blog Vtex.

Definir o produto perfeito para vender na internet nem sempre é uma tarefa fácil. Muitas vezes são tantas as opções que o varejista acaba sem saber muito bem por qual caminho seguir. Você já se sentiu assim?

Essa dúvida sobre a escolha do nicho de mercado é tão comum que costumo receber dezenas de e-mails semanalmente em relação a esse assunto. Já escrevi alguns artigos sobre o tema, mas acho que sempre vale falar a respeito.

Se você vem enfrentando problemas para definir o que irá vender na internet, a lista abaixo será muito útil para você. As dicas são bastante práticas e podem levá-lo a chegar mais rapidamente ao tão sonhado produto perfeito:

1- Investigue os seus hobbies

Se você está na estaca zero e não faz nenhuma ideia do que vender pela internet, sugiro que comece investigando alguns de seus hobbies. Pode ser que você tenha algum hábito ou paixão com potencial para se transformar em um negócio rentável.

Não seria ótimo trabalhar diariamente com aquilo que lhe traz prazer e satisfação?

Musculação, música, automobilismo, decoração, artesanato… Tudo isso pode virar um negócio. Pegue um papel e faça uma pequena lista com algumas das coisas que você gosta de fazer.

2- Esse é um mercado “vendedor”?

Dentre os tópicos que você listou, um ou dois certamente chamarão mais a sua atenção — agora é a hora de conferir se esses nichos estão entre os que mais vendem no ecommerce brasileiro.

Atualmente, o top 10 de segmentos do comércio eletrônico é o seguinte (o critério utilizado é o faturamento):

1º – Telefonia/Celulares
2º – Eletrodomésticos
3º – Eletrônicos
4º – Informática
5º – Casa e decoração
6º – Moda e acessórios
7º – Saúde, cosméticos e perfumaria
8º – Esporte e lazer
9º – Alimentos e bebidas
10º – Acessórios automotivos

Seu nicho está entre esses? Excelente. Se não estiver, também não é motivo para desistir. Vamos continuar investigando.

Mais sobre os números de vendas do e-commerce no Brasil:

Os números do mercado de E-commerce

3- Encontrando um micro nicho

Perceba que, na lista acima, os tópicos são mercados (e não micro nichos). Mas o que isso quer dizer?

Quer dizer que você precisa ser mais específico. De nada adianta criar um negócio para vender “Moda e acessórios”… Quais tipos de roupas serão comercializadas? Mais caras ou mais baratas? Para homens ou mulheres? Para crianças ou adultos?

Dentro de cada um desses nichos, existem diversos micro nichos, e é fundamental identificar o seu. Quanto mais segmentado for o seu negócio, mais fácil será a comunicação com os seus clientes. Pense nisso.

Alguns exemplos de micro nichos:

Nicho: Alimentos e Bebidas
Micro nicho: Cervejas artesanais

Nicho: Esportes e Lazer
Micro nicho: Produtos para quem pratica surf

Nicho: Casa e Decoração
Micro nicho: Móveis para home office

4- Existe demanda para esses produtos?

Olhando tudo de uma ótica mais comercial, precisamos entender agora se os produtos desse micro nicho possuem demanda. Para fazer isso, comece acessando o planejador de palavras-chave do Google.

Através dele você consegue fazer, gratuitamente, pesquisas sobre diversos termos que são buscados no Google. A partir disso você entenderá melhor se os seus produtos já são buscados na internet (ou seja, se existe demanda real para eles).

Uma vez aberto o planejador, comece a buscar por termos do seu mercado. Por exemplo: “cerveja artesanal colorado”, “camisa social masculina”, “guitarra fender”, “marmitas congeladas em Campinas” etc.

Em relação ao volume de buscas, não existe um número ideal que estamos procurando — um produto com mais de 500 buscas mensais já mostra que tem boa demanda e talvez possa ser explorado!

5- Algumas características que facilitariam a sua vida…

Se todos os tópicos anteriores vêm confirmando a ideia de que o seu produto é um bom produto para o e-commerce, não se anime ainda… Antes você precisa ter certeza de que não terá complicações logísticas.

Você sabia que os Correios, transportadora utilizada por quase todos os e-commerces que estão começando, tem uma lista de produtos proibidos?

Pois é, se o seu produto for tóxico, perecível, volumoso ou pesado demais, ou ainda apresentar qualquer característica que é vetada pelos Correios, sua vida vai ficar bem complicada. Isso porque, se quiser continuar com a ideia, terá que ir atrás de uma transportadora especializada, e isso geralmente tem um custo considerável.

Além de atributos físicos, como tamanho e peso favoráveis, também temos outras características de mercado que sempre caem muito bem em um negócio do varejo:

• Recorrência (o cliente sempre precisa estar comprando novamente);
• Concorrência equilibrada (nem muita e nem pouca);
• Alto valor agregado;
• Exclusividade.

6- Esse produto é escalável?

Por último, quero que você pare um pouco para refletir: esse produto tem poder de escala?

Estou perguntando isso porque de nada adianta ter uma demanda incrível para um produto incrível se, no final das contas, você só conseguir produzir uma peça por semana.

Isso pode acontecer se o seu produto for de fabricação própria, mas também pode ser um problema caso os seus fornecedores tenham dificuldade para manter esses produtos em estoque.

No primeiro caso, avalie a sua capacidade de produção e entenda quais recursos seriam necessários para aumentar esse volume caso a demanda cresça. Já na segunda situação, busque sempre estar em contato com mais de um fornecedor. Não se torne um “refém” de nenhuma empresa de fornecimento.

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Ao contrário dos dois últimos anos, crescimento foi motivado pela alta no volume de pedidos

A Black Friday gerou faturamento de R$2,1 bilhões no e-commerce em 2017, alta de 10,3%  ante aos R$1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado*. O número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$580 para R$562, na comparação entre os períodos.

A retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela Ebit na quinta-feira (23), véspera da Black Friday, quando os varejistas dão início às vendas dos produtos com descontos.

“Para atrair o consumidor, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no e-commerce e isso refletiu no gasto médio”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Para Guasti, o grande destaque foi o expressivo crescimento no volume de pedidos, que foi quase o dobro do estimado pela Ebit.

“Ao contrário das duas últimas edições, que foram pautadas pelo crescimento no tíquete médio, neste ano o grande vetor do crescimento foi no número de pedidos. Lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor”, disse.  

Outro ponto de destaque da Black Friday foi o crescimento das compras realizadas por celular. “O share de pedidos feitos via celular aumentou 81,8% na comparação com o ano passado. Quase 30% dos pedidos já são realizados por meio de dispositivos móveis”, afirmou. O m-commerce representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. “O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$515, reflexo da maior participação de categorias de menor tíquete, como moda e acessórios e perfumaria e cosméticos”, disse.

Em apenas quatro anos, o m-commerce sextuplicou. “Em 2013, as compras por celular representavam apenas 4,4% do total. Com a expansão do mercado de smartphones e do acesso via 3G e 4G no Brasil, esse é um mercado em franca ascensão, com potencial de crescimento bem acima da média do mercado”, afirmou

Confira o ranking das principais categorias da Black Friday por volume de pedidos e faturamento:

*Os dados apresentados pela Ebit neste press release referem-se ao montante faturado pelo e-commerce nos dias 23 e 24 de novembro. Por conta de uma recente mudança de metodologia e aumento na antecipação de compras ocorrida este ano na véspera da Black Friday dia 23 de novembro, a Ebit irá a partir de agora divulgar o resultado agregado de quinta e sexta-feira, como já ocorre em outros países como Estados Unidos.

Veja todos os números do mercado de e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce

Estudo da One Day Testing monitorou 43 e-commerces nas primeiras horas da Black Friday e constatou que 83% apresentaram instabilidade em algum período

Com faturamento esperado de R$ 2,1 bilhões, de acordo com a Ebit, na Black Friday cada segundo que um site fica fora do ar faz diferença. É com essa premissa que a One Day Testing monitorou 43 lojas virtuais com alto volume de acessos e registrou informações como tempo de carregamento, quantidade de dados transferidos e diferentes tipos de erros que o consumidor pode ter encontrado.

A análise mostra que as 43 lojas demoraram, em média, 9,3 segundos para carregar o conteúdo completo do site no período registrado, entre 22h de quinta-feira (23/nov) e 2h de sexta-feira (24/nov). Destas, 36 (83,7%) apresentaram instabilidade em algum momento, considerada como variação no tempo de carregamento médio superior a 3 segundos. Para ter uma ideia do impacto desta demora adicional, a Akamai estima que cada segundo a mais no carregamento implica em perda de conversão de 20,5% no celular e 21,8% no computador.

O estudo também registrou o timeout, quando o site não termina de carregar mesmo 45 segundos depois de acessado. Neste caso, 32% das lojas virtuais monitoradas (14 sites) enfrentaram esse problema, totalizando 4 horas e 16 minutos fora do ar. Cada segundo conta: de acordo com o Google, um site perde R$ 1,5 milhão quando fica 1 hora fora do ar na Black Friday. Sendo assim, estima-se que apenas nesses 14 e-commerces houve uma perda de faturamento de R$ 6,4 milhões por estarem fora do ar, número que abrange apenas as quatro horas de monitoramento.

O prejuízo total, porém, é maior ainda. Um estudo da NewVoiceMedia mostra que 34% dos consumidores se vingariam de uma experiência ruim compartilhando sua insatisfação nas redes sociais ou em avaliações negativas. Além disso, a White House of Consumer Affairs afirma que experiências negativas são espalhadas para duas vezes mais pessoas do que experiências positivas. Assim, problemas como demora no carregamento ou site fora do ar não só deixam o consumidor insatisfeito, como podem fazer com que o impacto de uma experiência negativa para a marca seja muito maior.

O impacto que ninguém esperava

Durante as 4 horas de análise, constatou-se que o principal problema não foi necessariamente com os servidores dos e-commerces, mas com plug-ins antifraude ou programas de afiliados, que, por conta do incomum volume de acessos, deixaram o carregamento da página excessivamente lento. Dentre os sites analisados, 41% possuíam algum script de terceiros que estava com problemas técnicos e de lentidão, alterando drasticamente o tempo de carregamento do site.

Confira nos gráficos abaixo o comportamento da Loja 1, uma das maiores varejistas do Brasil, e da Loja 2, uma grande livraria. A linha azul mostra o tempo de carregamento do conteúdo completo do site, em segundos.

Loja 1

Loja 2

 

Em análise interna, apurou-se que a demora foi por conta de um plug-in de programa de afiliados usado no site, que provocou um efeito cascata negativo em todas as demais lojas virtuais, em pleno horário de pico da Black Friday. A instabilidade do plug-in apenas foi resolvida por volta de 1h30 da madrugada de sexta-feira.

Sobre a metodologia

Para a coleta dos dados, a One Day Testing acessou uma lista pré-definida de 43 sites a partir de servidores localizados em São Paulo, onde cada servidor monitorava apenas um site para evitar interferência de outros processos. Para simular a experiência de um usuário real, as páginas foram carregadas com o navegador Google Chrome 62.0.3202.89, com cache desativado e aba anônima.

Durante o monitoramento, o Chrome abre uma aba em branco e acessa a página principal da loja virtual; o processo é repetido a cada 60 segundos, e então as informações são registradas. Consideramos um timeout quando, mesmo depois de 45 segundos, a página ainda não terminou de carregar. Foram registradas métricas como tempo de carregamento, quantidade de requisições, dados transferidos e erros HTTP 4xx ou 5xx (como Forbidden e Internal Server Error).

Milhares de compras online são feitas por hora, a todo o momento e de qualquer dispositivo. Como se prevenir de possíveis fraudes virtuais? Aqui alguns dados essenciais.

Seja por meio de dispositivos móveis ou de computadores de escritório, o e-commerce como hábito de consumo já não é mais uma novidade. As perspectivas de crescimento por compras virtuais têm um horizonte só: crescer, crescer e crescer.

De acordo com um informe difundido pelo Business Insider, site especializado em negócios e finanças, 20% dos latino-americanos fazem compras online, e existem prognósticos que indicam que para 2018 haverá vendas na internet por volta de 85 bilhões de dólares.

Ninguém duvidaria que estamos frente a um panorama totalmente alentador no que tange a um setor que fornece dados mais do que positivos para a economia, num contexto não muito favorável. Porém, episódios relativos a fraude informática, invasões de contas ou golpes online, fazem que tanto consumidores como companhias de e-commerce tenham que manter-se alertas ao momento de fazer as suas transações com total tranquilidade.

Tanto o consumidor como as lojas online podem ser vítimas de fraude, são estas últimas as encarregadas de potencializar os cuidados. Em geral, algumas empresas pensam em sua segurança após ocorrer algum incidente, quando o caminho deveria ser ao inverso: antes, a prevenção.

Num contexto onde os ciberataques adquirem um grau de sofisticação cada vez mais complexo, deve-se cuidar do usuário, do consumidor que efetiva sua compra online.

Mobile commerce versus desktop, qual é mais vulnerável?

O comercio mobile (o m-commerce), representa 20% de todo o comércio eletrônico na América Latina. É a modalidade de compra que mais cresce graças ao baixo custo dos dispositivos por contraposição aos computadores de escritório ou laptops e devido a sua portabilidade. Então, isso quer dizer que o m-commerce é mais vulnerável aos ataques?

Em ambos os casos não se encontram grandes diferenças se falarmos de ataque em si. Talvez os celulares, por ter uma tela de menor tamanho, tenham certa informação que não se possa visualizar. No entanto, os aplicativos abrem todo um leque de possibilidades já que são eles quem se encarrega de cuidar da segurança dos usuários.

Algumas recomendações

Tomar os cuidados necessários para não ser vítimas de um ataque já não é algo inalcançável como era até não muito tempo atrás. Por um lado, os usuários finais nunca devem acessar a sites de e-commerce por meio de links que cheguem através de e-mails desconhecidos ou outro sistema de correio eletrônico; realizar compras por meio de um canal seguro, o qual se identifique com HTTPS e por mais que seja óbvio, sempre verificar se a plataforma na que se encontra o comércio seja segura.

Por outro lado, quem deve tomar as redias em medidas de prevenção de ciberataques são as plataformas de e-commerce. É necessário que programem políticas de desenvolvimento seguro e que efetuem auditorias periódicas com o intuito de minimizar as brechas na segurança.

Também é necessário que estejam informados sobre as vulnerabilidades que surgem nos protocolos, serviços e produtos que utilizem para sua plataforma com o objetivo de tomar medidas rápidas e eficazes.

Com o fim do ano se aproximando, na temporada de celebrações e presentes, nada mais confortável que o e-commerce para este tipo de compras, sempre tomando os cuidados necessários para evitar fraudes e sem imprevistos em uma época onde tudo deveria ser uma festa.

As vendas desta quinta-feira (23), véspera da Black Friday 2017, apresentaram crescimento nominal de 21% no e-commerce, de R$355 milhões para R$428,5 milhões, na comparação com o dia anterior à grande data em 2016, de acordo com o monitoramento da Ebit.

O número de pedidos cresceu 23%, de 723,5 mil para 886,8 mil, e o tíquete médio caiu 2%, de R$ 491 para R$ 483, refletindo os descontos maiores praticados pelos lojistas nesta edição e a própria deflação apontada pelo índice Fipe Buscapé nos últimos meses.

O levantamento compreende as compras online realizadas entre 0h e 23h59 desta quinta-feira (23), em comparação com a véspera da Black Friday 2016 (24 de novembro). De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado ficou acima da expectativa.

“Os números mostram que deu certo a estratégia dos varejistas online de aproveitar a véspera da Black Friday para atrair a atenção do consumidor, que, por sua vez está mais atento e não se deixa enganar com falsos descontos”, disse.

Veja quais foram as categorias mais vendidas em volume financeiro e sua participação no e-commerce nesta quinta-feira (23/11):

Eletromésticos – 23%
Telefonia/Celulares – 19%
Eletrônicos – 15%
Informática – 9%
Casa e Decoração – 7%

Veja quais foram as categorias mais pedidas no e-commerce e sua participação em volume de pedidos nesta quinta-feira (23/11):

Moda e acessórios – 14%
Eletrodomésticos – 14%
Perfumaria e cosméticos – 13%
Casa e Decoração – 9%
Telefonia/celulares – 9%

Veja os números finais de faturamento na Black Friday 2017:

Com forte expansão das compras via mobile, faturamento do e-commerce cresce 10,3% na Black Friday 2017

Evento teve o segundo maior faturamento do setor, em 2016

O segundo maior evento do comércio eletrônico brasileiro está para começar. À meia-noite do dia 24/11 será dada a largada oficial para a Black Friday 2017, e a expectativa para o faturamento no e-commerce nunca foi tão alta.

Mesmo em anos de crise, o setor se mostrou forte, com aumento no faturamento em 2015 e 2016. Com o intuito de demonstrar esta evolução, a vitrine virtual UmSóLugar desenvolveu um infográfico listando os eventos de maior impacto no e-commerce brasileiro e a conquista do segundo lugar no pódio pela Black Friday, em 2016.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Segundo dados da Ebit, apesar da desaceleração do varejo nos anos de crise, o e-commerce mostrou expressivos +15% de faturamento, em 2015, registrando 41,3 bilhões em vendas. Em 2016, o setor fechou o ano com número ainda melhores, faturando R$ 44,4 bilhões, ou seja, um crescimento nominal de 7,4%.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

A Black Friday, que no começo trouxe bastante desconfiança aos consumidores, acabou por garantir seu lugar ao Sol poucos anos após estrear em solo nacional, em 2011. Ao menos no que diz respeito a vendas online o evento bateu o segundo lugar em faturamento, nos anos de 2015 (R$ 1,64 bi) e 2016 (R$ 1,90 bi), ficando atrás apenas do Natal e superando datas tradicionais, como Dia das Mães e Dia dos Namorados.

Lembrando que a Black Friday está dentro do período de faturamento do Natal.

Fonte: Ebit Informação – www.ebit.com.br

Durante todo o ano, o e-commerce brasileiro é movimentado por importantes eventos que já fazem parte do calendário do consumidor, como datas comemorativas, feriados e ofertas sazonais. Dentre eles, alguns se mostraram especialmente relevantes para o setor em termos de faturamento, nos últimos dois anos, como o Dia das Mães (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,62 bi), o Dia dos Pais (R$ 1,51 bi) e 2016 (R$ 1,76 bi), e o Natal (R$ 7,40 bi) e 2016 (R$ 7,7 bi).

Mais sobre o faturamento de datas anteriores:

Os números do mercado de E-commerce

O que esperar do ano de 2017

O relatório Webshoppers 36 mostra que o e-commerce já faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, apontando um crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, e a estimativa é de que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a expectativa de crescimento no acumulado do ano.

A Black Friday, por sua vez, tem um papel fundamental nas perspectivas para o segundo semestre de 2017, juntamente com Dia das Crianças e o Natal. Num estudo realizado pela Google Brasil/Provokers sobre as expectativas para Black Friday 2017, 68% dos entrevistados declararam sua intenção de fazer compras nesta edição, o que representa 7% mais pessoas que no ano passado.

Fontes: Ebit, Webshoppers 36, Thinkwithgoogle.com