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E-mails automatizados se tornaram uma parte essencial de qualquer campanha de marketing bem sucedida, especialmente em e-commerces. Graças a elas você consegue impactar sua audiência no momento exato em que ela precisa e que está mais próxima de converter.

Se você está considerando automatizar algumas campanhas com certeza irá adorar esse artigo.

O que são e-mails automatizados?

Assim como seus e-mails de férias automatizados, campanhas de e-mail marketing não precisam ser enviadas manualmente. Utilizar autorespostas e fluxos de automação permitem que você fale com eles em tempo real como uma respostas a alguma ação de seu cliente.

E-mails automáticos podem ser mensagens individuais ou uma campanha mais extensa. Por exemplo, quando um novo cliente entra na sua base você pode enviar para ele uma série de e-mails contando uma história e explicando sobre a sua missão ou mandar apenas uma mensagem simples de agradecimento.

A partir do momento que você configura uma condição específica basta você publicar sua campanha e pronto! Dai em diante sempre que algum usuário atender essa condição eles vão receber um e-mail em tempo real.

Separamos alguns tipos de e-mails automatizados para você:

1- E-mail de agradecimento

E-commerces e profissionais de marketing estão sempre pedindo que seus usuários façam algo em seu site. Se inscrevam em uma newsletter, façam o download de um e-book, preencham uma pesquisa e outras coisas.

Quando você faz isso o mínimo que você deve fazer é agradecer seu usuário seja com uma mensagem bem redigida ou com até mesmo com algum desconto/benefício. 

2- E-mail de boas vindas

Quando você organiza um jantar na sua casa o que você faz quando seus convidados começam a chegar? Muito provavelmente você agradece eles por terem vindo.

Agradeça seus usuários por terem se inscrito, avise eles com que frequência eles vão receber suas novidades e os tipos de tópicos que você irá abordar.

3- Conheça o time

Algumas vezes você quer se aproximar de seus clientes e ter uma relação mais humana. Apresentar as pessoas por trás do seu site pode ajudar sua marca com isso.

Dependendo do negócio da sua empresa um e-mail de “Conheça o nosso time” pode ser uma ferramenta excelente para mostrar proximidade e até mesmo expertise no segmento de atuação da sua empresa.

4- Baixe o app e permaneça sempre atualizado

Independente de seu negócio ser um e-commerce, um site de notícias ou uma plataforma SAAS, você espera que seus clientes continuem voltando e consumindo. Não existe maneira melhor de fazer isso do que deixar seus cientes que existe um app para isso.

Esse tipo de e-mail é perfeito no início da jornada do seu cliente quando eles ainda estão descobrindo o seu serviço.

5- Seu pedido está a caminho

E-mails de acompanhamento de pedido são populares principalmente no varejo online. Clientes que estão esperando receber seu produto estão geralmente ansiosos e as vezes até um pouco nervosos e preocupados com a entrega.

Você pode enviar e-mails informando que o pagamento foi bem sucedido, que o pedido já foi preparado, que o pedido foi enviado ou até que ele já foi entregue.

6- Compartilhe sua opinião conosco

Quando você precisar saber alguma coisa sobre seus clientes para que departamento você costuma perguntar? O time de vendas, de atendimento ao consumidor ou ao time de marketing?

E porque não perguntar diretamente para o seu cliente via e-mail? Envie uma pesquisa por e-mail e entenda a fundo as necessidades de um de seus clientes.

7- Recomendações

Uma das grandes vantagens do marketing digital é a sua capacidade enorme de segmentação e de apresentação de conteúdo relevante para resolver os problemas específicos de cada cliente.

Se você quer entregar valor para seus consumidores é importante que você preste atenção em como eles interagem com seu site, que produtos eles estão comprando e o que mais lhe interessa. Você precisa conectar o pontos e fazer recomendações precisas para suas necessidades com base no que eles observaram no seu site ao invés de fazer eles navegarem por todo seu site para descobrir um produto interessante.

8- Atualizações do seu blog

Se você é interessado em marketing de conteúdo ou e-commerce é muito provável que você possua um blog. Não pelo simples fato de possuir um blog, mas para possuir um canal para atrair novos clientes. Se com seu blog você é capaz de responder as perguntas que seus consumidores estão fazendo e resolver problemas que eles tendem a encontrar existem boas chances que seu blog vai ser uma importante ferramenta.

Nesse caso é importante que você envie e-mails automatizados para seu seguidores com as novidades em primeira mão do seu blog.

9- Convites de Webinar

Uma das melhores estratégias para criar uma relação próxima com seus clientes é através de Webinars. Eles te ajudam a criar credibilidade, autoridade e o melhor de tudo – mostrar para sua audiência que o seu negócio foi feito para ajudar ele e não apenas para gerar vendas.

O sucesso dos seus esforços de webinar estão diretamente ligados ao número de usuários que se registram no seu evento. Para ter certeza que você está atraindo o máximo possível de interessados, você irá optar por utilizar o máximo possível de canais de marketing disponíveis, incluindo mídia paga e e-mail.

Emails são particularmente úteis quando você está organizando webinars, por que você pode enviar eles automaticamente para qualquer pessoa interessada. Independente de você estar organizando um webinar educacional recorrente ou uma discussão mensal para abordar tópicos mais aprofundados, os e-mails automatizados de convite para seu webinar vão ser seu companheiro.

10- Lembrete de eventos

Simplesmente convidar seus seguidores para um evento não será o suficiente se você realmente quer que eles convertam. Assim como na sua vida cotidiana, se você quer que as pessoas vão até um evento que você está organizando não custa nada avisar a eles que seu evento está para começar e enviar informações de como acessar.

Envie um e-mail alguns dias antes se o evento for offline e no mesmo dia se for online. Assim que eles receberam algo realmente valioso de você, a chance deles fazerem negócio com você aumenta drasticamente.

11- E-mails de reativação

Mesmo que seja algo importante para seus usuários, as pessoas geralmente se esquecem de coisas que já começaram. Eles se esquecem de terminar uma série de TV que já começaram ou de comer de maneira saudável.

A mesma ideia é válida para as suas marcas favoritas. Eles podem ainda serem fãs da sua marca, mas eles simplesmente pararam de visitar seu site ou loja física.

Dito isso, não quer dizer que você tem simplesmente aceitar esse comportamento. Você pode fazer algo quanto a isso como ativar uma campanha de reengajamento. Enviar uma mensagem sempre que o usuário para de abrir suas mensagens por mais de X dias.

12- Seu código de desconto irá expirar em breve

A maioria dos e-commerces tenta ganhar seus clientes utilizando códigos de desconto. A sua importância para o negócio é indiscutível.

Existe porém um problema dos códigos de desconto, cupons e outros tipos de incentivos. Se eles forem utilizados muito frequentemente, eles vão cortar sua margem de lucro e também acostumar sua audiência. Algumas vezes isso acontece de maneira tão drástica que seus clientes só irão comprar em momentos que você está oferecendo uma promoção.

Por isso você tem utilizar códigos de desconto de maneira sábia. Se a ideia deles é ser algo valioso é importante que eles não sejam distribuídos por ai como código folhetos na rua.

13- Follow-up de conteúdo

Automação de marketing envolve acompanhar o comportamento do público e fazer o uso correto das informações coletadas. Uma dessas táticas foca em armazenar os dados da navegação de seus usuários (por exemplo, as páginas que ele visitou no seu site) e se enviar uma mensagem que aborde um tópico parecido com esse.

Existem vários formas de utilizar esse mesmo approach. Um outro exemplo é o seu time de vendas automaticamente entrar em contato com os usuários em período de trial que visitarem a sua página que contém os preços do seu serviço.

14- E-mails de aniversário

Todo brasileiro associa aniversário com presentes. Mesmo que você não concorde com isso, com certeza você ficaria minimamente feliz ao receber um presente ou uma lembrança do seu aniversário.

Enviar para os usuários uma mensagem de parabéns com um pequeno incentivo financeiro pode ser exatamente o que eles estavam precisando para fazer uma compra na sua loja. Para fazer isso, tudo que você tem fazer é coletar a data de aniversário e criar uma régua automática de envio dessa mensagem.

15- E-mail de abandono de carrinho

Mais de 68% dos carrinhos em uma loja online são abandonados, de acordo com um estudo da SaleCycle. Isso é um problema sério para a maioria dos e-commerce, mas, é algo que pode ser trabalhado.

Além de campanhas de retargeting em mídia display, você pode utilizar também campanha de e-mail de carrinho abandono. No geral são mensagens enviadas automaticamente poucos minutos após o usuário ter deixado o seu site sem ter feito uma compra. Um lembrete pode aumentar drasticamente a sua taxa de conversão, especialmente se os seus consumidores estiverem de fato interessados na oferta.

E-mails de abandono de carrinho funcionam bem pois são relevantes e no momento correto. Ou seja, só irá receber o e-mail usuários interessados no produto e no momento em que eles estão procurando por aquela oferta.

16- Obrigado por ter experimentado o nosso serviço

Vamos considerar que você possui um curso online que oferece para seus clientes a possibilidade de um período gratuito de teste. Durante o curso você provavelmente deve enviar algumas mensagens estimulando ele a assinar  seu curso, mas o que acontece com aqueles usuários que terminaram o período de experimentação sem ainda terem tomado uma decisão?

A melhor opção é apresentar para eles um e-mail com uma super oferta ou pedir que eles te deem algum feedback sobre o que acharam do seu serviço e o que você poderia melhorar.

17- Mensagens para gerar experimentação de novos produtos

Os profissionais de marketing sempre querem mais. Querem que seus clientes comprem mais frequentemente, que comprem mais produtos em uma única compra e que gastem mais por pedido. E isso não é nenhuma surpresa já que estamos olhando sempre para o ROI de cada iniciativa.

Um tática de sucesso é chamada de “upselling”. Esse tipo de e-mail é bastante comum em empresas de hotelaria e o objetivo principal é você que você gaste mais na sua compra. Por exemplo, eles podem te convencer a ficar mais tempo em um hotel ou te a ficar em um quarto mais luxuoso (e também mais caro).

18- Se junte a comunidade

Não existe nada melhor que clientes fiéis. Verdadeiros advogados da sua marca. Mas, infelizmente esse tipo de cliente não nasce em árvore.

Para ter clientes apaixonados é importante que você deixe eles o mais exposto possível a sua marca. E para isso você vai precisar impactar eles por todos os canais.

Aumentar o número de interações com seus clientes é algo extremamente importante. Uma forma de fazer isso é convidando assinante para visitar seu site e também seguir seus canais de mídias sociais como Facebook, Twitter, Instagram e outros.

Convide eles a fazerem parte da sua comunidade e não apenas comprarem seus produtos.

Como investir em novas tecnologias pode ser fundamental para o sucesso do varejo online

O comércio eletrônico, embora ainda considerado em estágio inicial quando comparado ao já estabelecido e sólido varejo tradicional, ganhou força na última década. Considerado um fenômeno global, só no Brasil o segmento e-commerce faturou R$ 44,4 bilhões em 2016, segundo dados da Ebit, empresa com foco em inteligência de mercado. Apesar do cenário econômico desfavorável, o setor apresentou aumento de 8% no tíquete médio, passando de R$ 388 para R$ 452.

O grande sucesso para essa forma de consumo se dá, principalmente, devido à adaptação do segmento às necessidades do consumidor contemporâneo. Isto significa que os desafios iniciais enfrentados pela indústria – especificamente relacionados à confiança do consumidor na qualidade do produto, formas de pagamento, cronograma de entrega, opções de devolução ou troca e escala de operações, entre outros – foram, até o momento, solucionados.

É chegada, então, a hora de destinar tempo e recursos para o aprimoramento de ferramentas, ações que se mostrarão fundamentais para resultar numa experiência de compras ainda mais significativa aos consumidores.

Com projetos digitais borbulhando a todo o momento e uma oferta de profissionais de tecnologia curiosos e criativos, apostar em projetos e investimentos voltados aos dispositivos móveis parece ser um movimento certeiro, para não dizer fundamental, quando o assunto é plataforma e-commerce.

Isso, claro, sem falar nas gigantes varejistas internacionais que já investem em práticas ainda mais visionárias, tendo como exemplo a chinesa Alibaba, que em julho de 2016 lançou a Buy +, um espaço que permite aos consumidores comprar em um ambiente virtual, com visualização 360º de produtos como roupas e calçados, utilizando apenas um capacete de realidade virtual e controladores de mão.

O grande motivador para a posição visionária da companhia é o seu lucro anual, que quase duplicou no quarto trimestre de seu exercício 2016-2017, impulsionado principalmente pelas transações através de smartphones e tablets, o que levou o grupo a atingir a marca de US$ 7,67 bilhões de receita total arrecadada.

Para as empresas que ainda não bateram a casa dos bilhões, o foco para investimentos em tecnologia pode permanecer sem maiores ressalvas na dupla de sucesso desktop & mobile, principalmente quando os dados reais do público-alvo mostram que o caminho não poderia ser mais seguro.

No Brasil, por exemplo, a chegada dos smartphones mudou o comportamento dos consumidores, que passaram a usar o dispositivo móvel como um dos principais caminhos para acessar o produto ou serviço desejado. De acordo com o relatório semestral Webshoppers, também apresentado pela Ebit, em 2016, 21,5% das transações online foram realizadas por meio desses dispositivos.

Somente no ano passado, a participação das compras virtuais via smartphones mais do que dobrou, chegando a 26% das compras online, no mês de dezembro. Ademais, 2016 também foi marcado por mudanças no algoritmo da Google, que passou a privilegiar os sites mobile-friendly, justamente em decorrência do aumento da busca e a do acesso a informações por meio de smartphones.

O mais importante, atualmente, é encontrar um meio-termo entre o extremo do investimento em um projeto de realidade virtual ou uma honesta adaptação do formato desktop para o mobile. Se os dispositivos ganharam força, com ela também há a responsabilidade em criar um ambiente capaz de transmitir a mesma segurança a qual os consumidores já estavam habituados a experienciar diante dos monitores de seus tradicionais PC’s.

O avanço da tecnologia versus o comportamento do consumidor online

Nessa discussão, entra em cena a dúvida sobre a melhor forma de apresentação do conteúdo para a otimização dessa experiência digital por meio dos dispositivos. O mais relevante, obviamente, é conseguir agradar os consumidores e fazer com que eles permaneçam o maior tempo possível conectados a um endereço de varejo online.

Entretanto, há sempre a dúvida sobre como balancear investimento e desenvolvimento, diante das opções de:

1) criação de um aplicativo nativo (o app);

ou 2) o ajuste do conteúdo do website já existente de acordo com as orientações de padrões de design responsivo ou adaptável – no qual a diferença se encontra na lógica que será aplicada para a apresentação da informação. 

Atualmente, acredita-se que os apps somam uma série de vantagens ao e-commerce. Os usuários desses aplicativos, muitas vezes, são os mais fieis clientes da marca, encorajados a utilizar repetidamente a ferramenta, diante de vantagens como a possibilidade de salvar itens favoritos, agilizar as formas de pagamento ou receber informações sobre ofertas especiais.

O fato de ter o ícone de uma loja presente na tela dos smartphones de seus clientes, por si só, já é uma forma de garantir presença no radar desses usuários. Entretanto, a pesquisa global Total Retail Survey 2016, realizada pela consultoria PwC revela que 60% dos e-consumidores temem a segurança cibernética de seus dados e não apreciam a ideia de ter informações bancárias armazenadas num aplicativo conectado a um dispositivo móvel.

Diante dessa realidade, volta à tona a discussão sobre a importância de oferecer um ambiente para mobile que seja tão eficiente quanto o desenvolvido para desktops, dando ao consumidor também a opção de acesso a essa versão, sem a obrigatoriedade de baixar um aplicativo, mas com a mesma garantia de uma transação segura e eficiente.

Não é de hoje que a Google mostra seu apreço por sites capazes de prover exatamente uma proveitosa experiência ao usuário, independentemente do recurso que ele tenha escolhido para navegar na web. Ainda em 2012, a pesquisa What Users Want Most From Mobile Sites Today, promovida pela própria Google mostrou, por exemplo, que 79% dos usuários de smartphones abandonariam o site em que estivessem navegando, caso ele não fosse claramente adaptável para seus celulares.

Desde então, a companhia não deixa de influenciar e alertar aos e-commerces ao redor do mundo sobre como uma boa experiência pode transformar um mero visitante em um cliente leal. Para se ter uma ideia, em seu último release relacionado ao tema, anunciado em janeiro deste ano, a Google fala sobre inovações na ferramenta Mobile Friendly Test, que testa a usabilidade dos websites e aponta as possíveis melhorias que podem ser realizadas, também disponível em versão API para monitoramento preciso de URL específicas.

Portanto, toda a avalanche de informações sobre novas tecnologias voltadas ao varejo online reforça a importância da constante atualização pela qual os e-commerces devem sempre atravessar com o intuito de fidelizar seus clientes, atrair novos consumidores e assegurar que as aquisições sejam realizadas com êxito.

Ao lado de uma estratégia de marketing muito bem estruturada, a tecnologia chega para atender as reais necessidades dos consumidores, que estão hoje num patamar diferenciado de exigência, em uma realidade na qual não há mais tempo para se perder.

Número de pedidos cresceu 7,2% no Dia dos Namorados 2017

O e-commerce faturou R$1,71 bilhão, alta de 5,1% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos cresceu 7,2%, para 4,07 milhões, e o tíquete médio foi de R$420.

Os smartphones, tradicionalmente o produto com maior volume de vendas do e-commerce no Brasil, lideraram a lista de presentes mais comprados para presentear os namorados. Completam o ranking dos cinco presentes mais comprados: livros, relógio de pulso, perfume e tênis.

Para Pedro Guasti, CEO da Ebit, o resultado está de acordo com a expectativa do mercado para a data.

“Dos 5 produtos mais vendidos excetuando-se os smartphones, temos produtos com preços abaixo do tíquete médio de compras o que demonstra alternativas muito acessíveis para presentear os namorados em tempos de orçamento reduzido”, disse.

Ao contrário de outras datas, o monitoramento da Ebit mostra que o brasileiro não deixou para comprar o presente dos namorados na última hora. Os dias 5 e 6 de junho foram os que registraram as maiores concentrações de vendas.

Confira as cinco categorias mais pedidas para presentes de Dia dos Namorados:

Vendas do e-commerce crescem 5,1% no Dia dos Namorados 2017

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

O uso de tablets e smartphones nas experiências de busca, navegação e conclusão de compras no comércio eletrônico já faz parte da realidade comportamental da maioria dos consumidores. Para se ter uma ideia da amplitude desse modelo de venda, dados do relatório WebShoppers 35, produzido pela Ebit, apontam que cerca de 32% das compras virtuais deverão ser efetuadas via m-commerce ainda neste ano. Em muitas lojas, o share já supera os 50%, principalmente em categorias como moda e acessórios, e perfumes e cosméticos.

Em países em desenvolvimento, como Índia, China e Brasil, a navegação por smartphones tem potencial de ser superior à de países desenvolvidos pela redução de preços de telefonia móvel, baixo poder de compra para uma 2a tela e economia gerada pela adoção de smartphones na base da pirâmide da população.

Esse cenário cria um ambiente propício para a navegação pelo usuário pois permite uma redução nos custos de comunicação (redução de ligação tradicional) e acesso a preços e informações que caracterizam um empoderamento por parte do consumidor.

No caso específico do e-commerce brasileiro, existem particularidades elementares em relação ao uso de dispositivos móveis na jornada de compra. Segundo pesquisa recente da MMA Mobile Report, desenvolvida pela Millward Brown, em parceria com a Mobile Marketing Association (MMA), os brasileiros possuem, em média, cerca de 20 aplicativos instalados em seus aparelhos, sendo que sete são de natureza social.

Isso torna possível afirmar que a maioria de dispositivos circulando na mão de um possível comprador não possuem alta capacidade de armazenamento e processamento.  O desafio contínuo do lojista é provar por que o aplicativo de sua loja deve ser escolhido para estar presente nesse seleto grupo.

A fim de que o lojista esteja preparado para esse panorama, é fundamental proporcionar um cenário cada vez mais familiar e facilitador para o consumidor final. O desenvolvimento de um ambiente de navegação responsivo, que atenda e comporte com eficiência os múltiplos tamanhos de telas, tem se apresentado como uma estratégia eficiente de retenção e na conversão para a efetivação da compra.

Quando falamos de e-mail marketing, o mesmo propósito deve ser levado em conta. A eficiência em qualquer dispositivo é, de fato, ponto crucial para a potencialização das vendas.

Alta no faturamento do Dia dos Namorados 2017 deverá ser de 6% na comparação com o mesmo período do ano passado

O e-commerce deverá faturar R$1,75 bilhão no Dia dos Namorados, crescimento de 6% ante o mesmo período de 2016, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico. A expectativa é de 4,180 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$418.

A data, celebrada em 12 de junho, está entre as cinco mais importantes do calendário nacional do varejo eletrônico.

Os números do mercado de E-commerce

“Apesar do aumento da instabilidade política, a economia permanece dando sinais de controle da inflação e melhores condições de crédito, por isso a expectativa para o e-commerce é positiva. O e-consumidor deverá ir além da ‘lembrancinha’ neste ano e investirá em itens de tíquete médio mais alto para presentear, como smartphones, tênis e perfumes”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Monitoramento da Ebit aponta abaixo os 20 produtos mais comprados no e-commerce para presentear no Dia dos Namorados, até o dia 5 de junho:

E-commerce movimentará R$1,75 bi no Dia dos Namorados 2017

Mais sobre as estimativas para o E-commerce neste Dia dos Namorados na Globo News: 

 Vendas pela internet para o Dia dos Namorados devem crescer 6%, diz pesquisa

São muitos os fatores que podem influenciar a decisão do consumidor fechar (ou não) uma compra na sua loja virtual. Ter confiança na sua marca é importante, assim como encontrar boas condições de pagamento e de entrega. Mas o mais importante para garantir que a venda seja realizada na sua loja e não na de seu concorrente é mexer com a emoção do consumidor.

A psicologia por trás da Percepção de valor

Existem alguns gatilhos mentais certeiros na hora de convencer o cliente a efetuar uma compra: você pode apelar para o senso de urgência, alegar exclusividade ou apresentar as últimas unidades de um produto, mas nada supera a eficácia de oferecer uma vantagem real para o consumidor. Quando o ser humano acredita que está fazendo um grande negócio, a conversão é quase certa.

E é aí que entram os cupons de desconto.

Ao publicar um cupom de desconto, você oferece a possibilidade do consumidor adquirir um produto (que muitas vezes ele nem precisa) por um preço abaixo do normal. E a possibilidade de fazer economia é simplesmente irresistível.

Os benefícios dos cupons de desconto

Oferecer cupons de desconto traz uma série de benefícios reais para a sua empresa. Confira alguns deles:

Os cupons de desconto podem viralizar

Nossa tendência ao saber de boas novidades é compartilhar com os amigos. Ao oferecer um cupom de desconto realmente benéfico, você tem grandes chances de ver esse conteúdo viralizar e atrair novos clientes para seu e-commerce. Também é importante lembrar que os cupons de desconto costumam ser compartilhados em grupos e blogs especializados, o que aumenta o impacto virtual da sua marca.

Os cupons de desconto podem alavancar as suas vendas

Ao criar o seu cupom de desconto você pode determinar as regras do jogo. Se você deseja aumentar o tíquete médio, basta estipular um valor mínimo para o desconto.

Se o objetivo é acabar com o estoque de determinado produto, o cupom pode ser válido apenas na compra do mesmo. Trace metas para as suas vendas, e elabore o seu desconto a partir disso.

Os cupons de desconto diminuem as taxas de desistência no carrinho

Quando o cliente visualiza o impacto do cupom de desconto no carrinho, as chances dele desistir de efetuar a compra diminuem consideravelmente. Dessa maneira, diminuem seus investimentos em remarketing e você pode focar seus esforços em atrair novos clientes.

Você pode mensurar facilmente o resultado dos cupons de desconto

Com a ajuda do Google Analytics e de outras ferramentas, você pode visualizar facilmente o resultado do seu cupom de desconto e o impacto que ele causou nas suas vendas. O mesmo vale para as redes sociais: é muito fácil determinar o alcance dos seus posts a respeito do cupom de desconto.

Os cupons de desconto fidelizam o cliente

A sensação de ter feito um bom negócio é tão satisfatória que a sua empresa certamente causará uma boa impressão. São grandes as chances de que o cliente volte a buscar o seu e-commerce na hora de fazer novas compras!

Alguma dúvida de que os cupons de desconto são um excelente negócio para a sua empresa? Use a caixa de comentários para compartilhar sua experiência ao utilizar cupons de desconto na sua estratégia de marketing!

Fonte original da pesquisa: Vouchercloud.

Para manter a consistência nas vendas, é fundamental aproveitar novas oportunidades de venda. E uma das ocasiões mais próximas é o Dia dos Namorados 2017.

No ano passado, os 15 dias que antecederam a data movimentaram R$ 1,65 bilhão apenas no comércio eletrônico, indicam dados da Ebit. Na comparação com 2015 houve crescimento de 16% em faturamento. O tíquete médio dos pedidos foi de R$ 410, com mais de 4 milhões de pedidos registrados no período.

Vendas online crescem 16% no Dia dos Namorados 2016

Aproveitar a data para conquistar mais vendas é mais simples do que parece. 

1- Observe as categorias e padrões de consumo

Aqui o segredo é observar tanto as tendências de consumo como os padrões de compra na sua loja. Conforme a Ebit, as categorias mais populares no Dia dos Namorados 2016 foram: Livros/ Assinaturas e Revistas; Eletrodomésticos; Telefonia e Celulares; Moda e Acessórios; e Casa e Decoração.

O sucesso destas categorias no ano passado fornece boas pistas de que esses produtos também podem apresentar boa procura em 2017. Portanto, vale a pena reforçar o estoque dessas categorias na sua loja.

Paralelamente a isso, também vale a pena avaliar o padrão de comportamento dos seus clientes no ano passado. Ocorreu um aumento na venda de determinados produtos que tenham relação com a data? São itens de compra recorrente, como perfumes ou cosméticos? Outros consumidores podem ter a mesma ideia de presente neste ano.

2- Ofereça descontos e brindes, como embalagens especiais

Não basta oferecer produtos alinhados com o desejo dos clientes se os preços de venda são pouco competitivos. Por essa razão, é interessante oferecer descontos ou benefícios para atrair mais consumidores.

Uma boa estratégia para conseguir preços mais baixos é reforçar os estoques. Assim é possível comprar um lote maior junto aos fornecedores, barganhando descontos. Outra saída é compor kits de produtos, garantindo um valor de frete mais competitivo.

Outro diferencial para a ocasião é a oferta de brindes. Oferecer uma embalagem especial ou um cartão temático sem custos para o consumidor pode ser o suficiente para gerar mais conversões.

3- Reforce os estoques e otimize a logística

A pontualidade nos envios deve ser uma obrigação constante nas vendas online. Mas nas sazonalidades isso se torna ainda mais importante.

Os consumidores simplesmente não toleram atrasos na compra de produtos que serão dados como presentes. Por isso, é fundamental apresentar prazos de envio realistas com a capacidade operacional e de estoque do negócio.

Faça uma avaliação crítica da operação da sua loja e identifique se há pontos de melhoria. Lembre-se que existe 4 pilares básicos nessa operação: faturamento, picking, packing e postagem. Não hesite em contratar profissionais extras caso sua equipe esteja sobrecarregada.

4- Inicie as campanhas de divulgação o quanto antes

Se você já tem produtos relacionados ao Dia dos Namorados para venda, comece as campanhas de divulgação hoje mesmo. Isso permite que você enfrente menos concorrência e teste várias estratégias de divulgação.

Aposte em ações como o e-mail marketing para enviar e-mails divulgando promoções e benefícios. E não deixe de incluir as redes sociais e demais canais de comunicação na execução dessa estratégia.

5- Aproveite o potencial dos marketplaces

Para aproveitar todo o potencial do Dia dos Namorados também é interessante investir na diversificação de canais. Nesse cenário os marketplaces surgem como uma excelente opção.

Os sites de todas as grandes redes varejistas digitais brasileiras promovem campanhas de divulgação específicas para a data. Deste modo sua loja pode atingir uma audiência muito maior, ampliando as oportunidades de venda.

Quer acompanhar todas as oportunidades de venda online do ano? Então baixe agora mesmo o Calendário do E-commerce 2017.

Você opera uma loja física há anos e agora não quer ou não consegue mais mantê-la aberta. Ao mesmo tempo, não quer perder sua fonte de renda. Vender seus produtos numa loja virtual parece ser uma boa opção. Mas aí vem a dúvida: Qual a melhor maneira de colocar seus produtos na internet?

Confira a seguir algumas dicas sobre esse assunto…

Venda seus produtos em marketplaces

Lojas físicas contam com despesas altas, como aluguéis, luz, telefone, IPTU entre outros gastos atrelados ao endereço. Nas lojas virtuais o investimento mensal certamente é menor do que os envolvidos em lojas de cimento e tijolo, mas ainda existem custos, por exemplo, com hospedagem de site, plataforma de e-commerce, SAC, entre outras atividades inerentes a e-commerces tradicionais.

Uma saída mais simples e eficaz para quem busca vender pela internet são os marketplaces – grandes sites especializados em e-commerce, que contam com a estrutura adequada e altíssimo tráfego diário.

Talvez você já tenha ouvido ou lido sobre isso em algum lugar, ou até mesmo já tenha comprado um produto ou visitado um marketplace recentemente e não tenha se dado conta disso.

A palavra “marketplace” vem do idioma inglês, resultante da junção das palavras market (mercado) e place (local). Um Marketplace Online nada mais é do que uma comunidade ou um local onde pessoas e/ou empresas se encontram para realizar negócios, comprar e vender alguma coisa.

Portanto, diferente de uma loja virtual, em que você é um único lojista vendendo seus produtos para múltiplos clientes, no marketplace você anunciará seus produtos juntamente com outros lojistas que concorrem por múltiplos clientes. Qual a grande vantagem deste modelo? A resposta é o tráfego. Grandes marketplaces possuem o tráfego que você não tem e, provavelmente, nunca terá sozinho.

No Brasil, temos vários marketplaces focados em vendas de produtos, como o Mercado Livre, marketplace mais tradicional da América Latina, que realiza milhões de transações todos os anos e processa bilhões de dólares de milhões de vendedores para milhões de compradores.

Outro exemplo é o B2W, que engloba os canais Submarino, Americanas e Shoptime. Além do Walmart, um dos maiores e-commerces do Brasil, e o CNOVA, que integra os e-commerces Extra, Casas Bahia e Ponto Frio.

Com os marketplaces, seu produto é exposto nos sites desses grandes e-commerces, mas seu estoque continua com você.

Utilize um descomplicador

Entrar nos marketplaces, entretanto, é uma tarefa que pode levar tempo e exigir dedicação. Além disso, no Brasil existem diversos sites que operam com esta opção. Uma alternativa para a entrada em vários marketplaces ao mesmo tempo é contar com a ajuda de serviços “descomplicadores” que prestam consultoria no assunto.

Com o auxílio desse serviço, basta um cadastro para os produtos aparecerem nos principais marketplaces automaticamente. Feito isso, uma equipe irá revisar as informações do item e enviar ao canal selecionado. Em geral, um produto pode levar entre 5 e 30 dias úteis para ser publicado nos sites, dependendo da qualidade do seu conteúdo (título, descrição e imagem).

Após publicado, você começará a receber seus primeiros pedidos, e será comunicado, tanto por e-mail, quanto pela própria plataforma do serviço. Em seguida, você emite a Nota Fiscal Eletrônica do Pedido e cadastra o XML ou PDF da NFe no sistema. Neste momento, é liberada uma etiqueta de envio pré-paga dos Correios (PLP) para ser impressa e colada na caixa do seu pedido.

Depois é só entregar em qualquer agência dos Correios ou solicitar a coleta (caso você tenha acordo com alguma agência própria). Você não terá que pagar nada pelo frete.

Uma vez enviado o pedido, é feita a atualização automática do status direto dos Correios e tanto você, quanto seu cliente e o canal de vendas são informados. Este será o gatilho para liberar seu pagamento.

Vendas superaram a expectativa; tíquete médio dos presentes alcançou a marca de R$417

O faturamento do e-commerce no Dia das Mães, celebrado no dia 14 de maio, foi de R$1,9 bilhão, crescimento nominal de 16% ante ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado R$1,62 bilhão. O tíquete médio também registrou elevação de 3,7%, de R$402 para R$417, enquanto o número de pedidos subiu 12%, de 4,036 milhões para 4,520 milhões.

O monitoramento da Ebit baseia-se nas compras realizadas no varejo eletrônico entre 29 de abril e 13 de maio. Dentro de todas as vendas do varejo online, 7% declarou aproveitar a data para comprar presente para a mãe. Smartphone, que correspondeu a 13,40%, foi o presente mais comprado para as mães. Perfume (4,40%), água de colônia (4,17%), geladeira/refrigerador (3,19%) e vinho (2,76%) completam o ranking dos produtos mais comprados para presentear.

“Esta data é um importante termômetro para as vendas do e-commerce no resto do ano. O resultado muito acima na expectativa mostra que o consumidor está confiante de que o pior da crise econômica já passou. Além disso, por possuir preços mais competitivos e disponibilizar entregas em poucos dias em grandes cidades permitindo comprar mais próximo ao do domingo dia das mães , o e-commerce está atraindo ainda mais consumidores que tradicionalmente compravam no varejo físico”, disse.

O Dia das Mães é considerado uma das principais datas do calendário nacional do varejo eletrônico. O crescimento previsto para 2017 mostra o setor voltando a acelerar suas vendas com crescimento de dois dígitos este ano.

“Por conta dos indicadores econômicos apontando a retomada do crescimento econômico, da Black Friday e Natal, as vendas do segundo semestre devem ser ainda mais aquecidas. Os números estão dentro da perspectiva da Ebit, que espera que o e-commerce, de forma geral, cresça 12% neste ano”, ressalta o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Ranking dos produtos mais comprados para as mães (7% das vendas do período)

Subcategorias Share Pedidos
Celular e Smartphone 13,40%
Perfume 4,40%
Água de Colônia 4,17%
Geladeira / Refrigerador 3,19%
Vinho 2,76%
Cafeteira 2,71%
Fogão 2,64%
TV 2,55%
Livros 2,47%
Máquina de Lavar Roupas 2,44%

 

Mais números do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Eu preciso me preocupar com as normas do Inmetro e da Anvisa nas vendas online? Caso você possua uma loja virtual e já tenha se perguntado isso, saiba que a resposta é sim!

No Brasil, o comércio de determinados produtos só é autorizado mediante o registro ou a certificação em órgãos específicos. Essa exigência é válida para qualquer canal de venda: loja física, e-commerce próprio, marketplaces, entre outros.

Por essa razão é fundamental conhecer a legislação e cumprir todas as regras antes de iniciar a venda de determinado item. Do contrário, sua loja pode sofrer sanções (multas, por exemplo) e até mesmo a restrição para vendas.

Para que você não tropece nessas normas, reunimos algumas dicas sobre quais produtos exigem certificação, bem como qual o caminho para obtê-las.

Quando os selos e certificações são necessárias?

A exigência de selos e certificações pode valer tanto para produtos quanto para os revendedores.

Você não pode vender agulhas ou seringas, por exemplo, sem que a sua loja tenha autorização da Anvisa para realizar esse tipo de comércio.

Já para o caso de brinquedos, apenas os produtos precisam ter o selo do Inmetro. Sua loja não precisa cumprir nenhum pré-requisito específico.

Essa exigência tem o objetivo de fornecer maior transparência aos consumidores. E isso tem amparo legal, conforme o artigo 31 do Código de Defesa do Consumidor:

“A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.”

Explicaremos a seguir como funcionam os mecanismos de controle e cada entidade.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) existe desde 1999 e está vinculada ao Ministério da Saúde. A entidade exerce controle sanitário sobre produtos como medicamentos, alimentos, cosméticos, sanantes, derivados do tabaco, produtos médicos, e hemoderivados.

Esse controle vale tanto para a produção quanto para o comércio deste tipo de item. Deste modo, só é possível vender online itens que estejam registrados na Anvisa. O ideal é sempre verificar se o número de registro ou processo de homologação está presente na embalagem. Essa informação pode ser compartilhada na descrição do anúncio.

Em determinadas categorias a loja também precisa estar autorizada a fazer a venda.

Listamos a seguir alguns dos itens com comércio controlado pela Anvisa, sobretudo via marketplaces:

  • Medicamentos de qualquer natureza, independentemente da necessidade ou não de prescrição médica;
  • Produtos para saúde e/ou estética;
  • Produtos relacionados à saúde que não possuam a homologação do órgão oficial mas tenham obrigação legal para tanto;
  • Medicamentos, produtos ou serviços que estejam relacionados com a realização de abortos;
  • Suplementos dietéticos ou complexos vitamínicos que não possuem o devido registro ou que não possuem a notificação perante a autoridade competente;
  • Substâncias que contenham anabolizantes ou esteroides;
  • Produtos que contenham substâncias botulínicas;
  • Produtos para alisar cabelos que contenham formol acima do limite estabelecido pela Anvisa para conservar o produto;
  • Cremes com efeitos terapêuticos sem o devido registro ou notificação perante a autoridade competente;
  • Creme “Piel de seda Viansilk”;
  • Ecógrafos;
  • Desfibriladores;
  • Oxímetros;
  • Tubos de oxigênio;
  • Elementos cirúrgicos e seus acessórios, como bisturis e cabo para bisturi;
  • Seringas e agulhas;
  • Próteses e implantes;
  • Equipamentos para autodiagnostico e acessórios; como: medidor de glicose, tiras reativas, lancetador e lancetas para lancetador;
  • Aparelhos auditivos;
  • Entre outros.

Para verificar se um produto está registrado ou não, basta acessar o site oficial da Anvisa.

Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) 

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) foi criado em 1973 e está integrado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A entidade define, certifica, fiscaliza os padrões de conformidade para mais de 300 categorias distintas de itens. O objetivo é garantir segurança ao consumidor e segurança para a indústria nacional.

Para o comerciante, a única exigência da entidade é a venda de produtos com o selo do Inmetro. A loja propriamente dita não necessita de qualquer autorização especial.

Listamos abaixo alguns exemplos de produtos com certificação obrigatória:

  • Mangueira para GLP;
  • Regulador de pressão de GLP;
  • Fusível (rolha e cartucho);
  • Preservativo masculino;
  • Capacete;
  • Brinquedos;
  • Fios e Cabos Elétricos até 750V.

A lista completa está disponível no site do Inmetro.

Outras entidades 

Há outras entidades que regulamentam o comércio de determinadas categorias de itens. Listamos as principais autarquias na lista abaixo, com exemplos de produtos controlados: 

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP: regulamenta o mercado de itens como óleos e lubrificantes, entre outros itens.

Comando do Exército – COMEX : regulamenta o comércio de determinadas armas de Airsoft, fogos de artificio, entre outros itens.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA: controla a produção e fiscaliza a venda de itens como vinhos e cervejas, entre outros.   

Conclusão 

A venda de produtos pela internet está sujeita as mesmas regras aplicadas para qualquer comércio tradicional. Por essa razão, é fundamental conhecer a legislação e cumprir todas as exigências antes de iniciar as vendas.

Se você tem dúvidas sobre a autorização ou não para o comércio de determinado item, é interessante realizar uma consulta aos órgãos citados neste post ou mesmo interagir com outros comerciantes para entender como funciona a legislação. Assim você garante segurança para o seu negócio e para o consumidor final.

Texto publicado anteriormente no Blog da Olist.