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Se engana quem pensa que ser nômade digital significa só viajar e postar conteúdos sobre suas experiências nas redes sociais.

Você pode viajar o mundo trabalhando como administrador de sites de terceiros ou produzindo conteúdos variados para uma empresa, por exemplo.

Mas pode ser que talvez você prefira ter o seu próprio negócio, e neste caso abrir uma loja online pode ser a melhor opção de trabalho para conseguir viajar o mundo como um rock star.

Neste artigo vou te mostrar como conseguir montar e gerenciar uma loja virtual enquanto está fazendo sua turnê mundial.

Nômade digital e loja virtual: o que você precisa saber?

Ter uma loja online não significa que você só precisará se preocupar com o que está dentro da web. Pelo contrário, para os donos de e-commerce é preciso também estar atento aos meios de pagamento, envio, atualização do estoque, logística reversa, etc.

Por isso, antes de tudo, você precisa saber como uma loja virtual funciona para assim conseguir adaptá-la ao seu modo de vida. E se essa “história” de loja online é nova para você, temos conteúdos que podem te ajudar bastante na nossa Universidade do E-commerce.

Qual o produto ideal para vender online?

Siga o seu coraçãozinho, mas também racionalize se você vai conseguir suprir seu estoque mesmo à distância.

Não se esqueça de definir também se os produtos serão “pronta entrega” ou feitos sob encomenda, pois isso deve ser informado claramente no seu e-commerce.

Para se dar bem nesse ponto, não adianta você querer vender peças de argila, por exemplo, se muitos países não permitem que você entre neles portando esse tipo de material.

Trabalhar com peças de bordados ou tricô, por outro lado, já parece um pouco mais plausível, além do que você vai ter muito tempo livre para tricotar enquanto estiver dentro de um avião. Procure por produtos que sejam de fácil manuseio e transporte caso você opte por confeccioná-los enquanto viaja.

Mas sendo o mais prática possível, eu recomendaria trabalhar com dropshipping – e vou te explicar o porquê abaixo.

Como escolher o produto certo para minha loja virtual?

Como gerenciar os envios da minha loja virtual?

Essa é a falácia de qualquer pessoa que queira administrar uma loja virtual e viajar ao mesmo tempo: quem vai atualizar o estoque e postar os pedidos nos Correios.
Neste ponto não adianta tentar inventar muito, pois ou você vai precisar contratar uma pessoa para fazer isso enquanto você estiver fora, ou, se preferir, você pode abrir uma loja online no formato dropshipping.

Se você optar por ter um funcionário para cuidar dessa parte, ele precisa ser de confiança e vocês precisam combinar como cada tipo de produto deve ser embalado, se vale a pena investir em um serviço de coleta ou quantas vezes na semana seu funcionário deverá ir até os Correios.

Outra vantagem de ter alguém para cuidar dos seus envios é simplificar a logística reversa, que é quando dá algum problema com o produto enviado e ele precisa ser trocado. Acredite, vai acontecer e você precisa estar preparado!

Qual modelo de gestão de estoque é ideal para seu e-commerce?

Se você optar por trabalhar no formato dropshipping, o pedido poderá ser enviado diretamente do fabricante para a casa do seu cliente, poupando você do trabalho de separar e postar o produto. Por outro lado, ter uma loja virtual no modelo dropshipping exige uma série de outros cuidados.

Não tente “dar um jeitinho” nessa etapa do processo. Os pedidos da loja precisam chegar dentro do prazo e em bom estado, do contrário, ter uma loja virtual só vai significar dor de cabeça para você.

E nem pense em enviar os pedidos do país em que você estiver; além de gastar uma grana alta com a postagem, o pedido vai demorar muito para chegar. Se seu cliente quisesse que o produto viesse do exterior, compraria direto no eBay.

Como vou receber por minhas vendas online

Isso eu posso te dizer que é a parte mais simples do processo de montar uma loja virtual sendo nômade digital. Tudo o que você precisa é ter uma conta corrente no Brasil.

A partir daí você poderá escolher o meio de pagamento que mais te interessar e receber direitinho o dinheiro das vendas na sua conta bancária. Eu disse que era fácil!

Pagamento online: Tudo que você e seu cliente precisam saber

Escolha a plataforma ideal para sua loja online

Essa é uma dica que serve para qualquer pessoa que está pensando em montar um e-commerce: pesquise e teste diferentes plataformas.

É importante testar pelo menos duas ou três opções para saber qual oferece melhor “custo x benefício” para as necessidades específicas da sua loja. 

Antes de escolher a plataforma, confira estes 12 requisitos

Relatório produzido pela Ebit aponta retomada dos dois dígitos de crescimento em 2017; compras em sites internacionais atingem US$ 2,4 bilhões

O e-commerce brasileiro fechou 2016 com faturamento de R$ 44,4 bilhões, crescimento nominal de 7,4% ante os R$ 41,3 bilhões registrados em 2015. O número de pedidos permaneceu estável, em 106,3 milhões, mas o tíquete médio registrou alta de 8% na comparação entre os períodos, passando de R$ 388 para R$ 452. Os dados constam no relatório Webshoppers 35, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Ebit, empresa referência em informações sobre o varejo eletrônico nacional.

Apesar de ser o menor crescimento registrado desde o início da série histórica, em 2001, o CEO da Ebit, Pedro Guasti, considera o resultado positivo. “O comércio eletrônico foi um dos poucos setores a andar na contramão da crise econômica. Além dos preços competitivos na comparação com o varejo físico, o e-commerce também foi beneficiado pela expansão do mercado de smartphones, que trouxe uma enorme gama de novos consumidores”, diz.

De acordo com o relatório, o número de e-consumidores ativos cresceu 22% na comparação com 2015, de 39,14 milhões para 47,93 milhões. Guasti ressalta ainda o aumento das vendas via dispositivos móveis (tablets e smartphones), que concentraram 21,5% das transações em 2016, ante 12,5% do ano anterior.

A renda familiar média aumentou 8% na comparação entre 2015 e 2016, de R$ 4.760 mil para R$ 5.142. “Esse movimento mostra o enfraquecimento da classe C nas compras do comércio eletrônico e consequente maior participação das classes mais abastadas nas compras virtuais”, ressalta Guasti.

Seguindo a tendência registrada desde julho de 2014, as lojas de e-commerce mantiveram a estratégia de cobrar pelo frete. Em dezembro de 2016, apenas 36% das vendas foram realizadas sem a cobrança adicional pela entrega.

O Webshoppers nº 35 aponta que as compras realizadas no comércio eletrônico geraram um ganho econômico de R$10,6 bilhões em 2016, relativo à economia de preço e do poder de barganha dos consumidores junto ao varejo físico derivado das buscas na internet. De acordo com Guasti, isso é explicado pelo efeito “ROPO” – Research Online/Purchase Offiline.

As cinco categorias mais vendidas em 2016, em volume de pedidos, foram:

1) Moda e Acessórios – 13,6%
2) Eletrodomésticos – 13,1%
3) Livros/Assinaturas/Apostilas – 12,2%
4) Saúde/Cosméticos/Perfumaria – 11,2%
5) Telefonia e Celulares – 10,3%

As cinco categorias mais vendidas, em faturamento, foram:

1) Eletrodomésticos – 23%
2) Telefonia/Celulares – 21%
3) Eletrônicos – 12,4%
4) Informática – 9,5%
5) Casa e Decoração – 7,7%

Retomada do crescimento

Para 2017, o relatório aponta que o e-commerce brasileiro faturará R$ 49,7 bilhões, com crescimento nominal de 12%. O tíquete médio deverá expandir 8%, para R$ 452, enquanto que, para o volume de pedidos, a expectativa é de uma alta de 4%, para 110 milhões.

“Além da migração de consumidores do varejo físico, o crescimento do e-commerce deverá ser impulsionado pelo aumento de preços e também pela participação das vendas de categorias de produtos de maior valor agregado, tais como eletrodomésticos, smartphones, eletrônicos, acessórios automotivos e casa e decoração”, avalia Guasti.

A Ebit prevê 40% de crescimento das compras feitas por meio de dispositivos móveis no comércio eletrônico. A expectativa é que 32% das transações provenham de smartphones e tablets em dezembro de 2017.

Compras internacionais

Além do relatório Webshoppers 35a edição, a Ebit divulgou também a quarta edição da Pesquisa Cross Border, que avalia o comportamento de compra dos consumidores brasileiros em sites internacionais.

Mesmo em um cenário cambial desfavorável, quando o dólar ultrapassou os R$ 4,00 no primeiro trimestre, os brasileiros gastaram US$ 2,4 bilhões em sites de compra internacionais em 2016, alta de 17% ante os US$ 2,02 bilhões registrados em 2015. O número de consumidores únicos aumentou 21% na comparação entre os períodos, para 21,2 milhões de consumidores únicos.

O site chinês Aliexpress.com permanece como o predileto dos consumidores brasileiros, seguido por Amazon.com, eBay, Deal Extreme e Apple.com. “Mesmo com a alta do dólar e a experiência de compra ruim dos consumidores brasileiros devido ao longo prazo de entrega e atrasos no recebimento dos produtos, as vendas em sites internacionais continuam sendo impulsionadas por fatores como produtos exclusivos e preços muito competitivos”, diz André Dias, COO da Ebit.

As categorias mais compradas em 2016 por consumidores brasileiros em sites internacionais foram:  

1) Eletrônicos – 34%
2) Informática – 25%
3) Moda e Acessórios – 24%
4) Telefonia – 18%
5) Brinquedos – 17%

Consulte o relatório Webshoppers 35 completo.

Muito se fala sobre o potencial do comércio eletrônico no Brasil, mas você sabe quais documentos são necessários para abrir uma loja virtual?

Essa é uma dúvida muito comum para empreendedores que estão começando a se aventurar nesse mercado. Investir um pouco de tempo e dinheiro nessa etapa gera benefícios que serão colhidos no longo prazo pelo negócio.

Estar com toda a documentação regularizada e possuir uma empresa formalizada é o primeiro passo para transmitir credibilidade e segurança aos consumidores.

A formalização também abre as portas para a divulgação em outros canais de venda, como os marketplaces.

Embora envolva algumas etapas, a formalização é mais fácil do que parece. Caso o seu negócio não siga o regime de Microempreendedor Individual, será preciso cumprir estas etapas:

Consulta de concorrentes e pré-requisitos

Após definir um nome para seu negócio, é necessário fazer uma consulta pública para verificar se já existem empresas com nomes iguais ou semelhantes ao da sua loja.

Caso o nome já esteja sendo adotado, será preciso buscar outra denominação para o negócio.

Outro ponto importante é verificar quais os critérios existentes para a concessão de Alvará de Funcionamento pela administração municipal.

Empresas que atuam no ramo de alimentação necessitam de uma licença sanitária, por exemplo.  No caso de atividades industriais, a exigência pode ser de uma licença ambiental.

Definição da natureza jurídica 

Após realizar a pesquisa inicial, é hora de iniciar efetivamente a formalização. Caso você possua um sócio, será preciso estabelecer um contrato social.

Esse documento estabelece três premissas básicas:

  • Interesse das partes;
  • Objetivo da empresa;
  • Distribuição das cotas societárias;
  • Regras gerais de conduta e gestão do negócio.

À exceção das microempresas e empresas de pequeno porte, esse contrato social precisará ser assinado por um advogado para ter validade.

Com esse contrato em mãos, é possível avançar para a etapa seguinte.

Registro na Junta Comercial

As exigências para o registro na Junta Comercial variam conforme o estado, portanto é necessário realizar uma consulta conforme a região. Independente disso, alguns documentos serão exigidos:

  • Contrato Social;
  • Documentos pessoais dos sócios;
  • Capa da Junta Comercial preenchida;
  • Comprovante de quitação das taxas cadastrais.

Com a aprovação do processo será gerada o Número de Identificação do Registro de Empresa (NIRE), que permite o avanço para o nível seguinte.

Criação do CNPJ e Inscrição Estadual

O Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) é o número único de identificação da empresa, sendo equivalente ao CPF para as pessoas físicas.

A solicitação é feita apenas pela Internet, na página da Receita Federal. Será necessário apresentar alguns documentos e também definir o segmento de atuação da empresa.

A Inscrição Estadual dependerá dos serviços de um contador, que também vai informar os documentos necessários. Esse documento permite que a loja obtenha a inscrição no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A conclusão dessa etapa vai permitir a solicitação do alvará de funcionamento.

Obtenção do Alvará de Funcionamento e licenças especiais

Com o registro da empresa oficializado, é chegada a hora de formalizar o espaço físico do negócio. É fundamental verificar se o local almejado atende as leis de zoneamento e planos diretores da cidade.

Além da apresentação de documentos, pode ser necessário agendar uma vistoria do imóvel e licenças complementares, como foi citado acima.

Cadastro na Previdência Social

Após realizar todo o processo de formalização, resta uma última etapa: o cadastro na Previdência Social. Ele é obrigatório mesmo se a empresa não possuir funcionários. Esse cadastro precisa ser feito em, no máximo, 30 dias após o início das atividades.

Conclusão

Mesmo exigindo vários documentos e uma sequência de etapas, a formalização é um esforço que vale a pena para qualquer empreendedor.

Os consumidores estão cada vez mais atentos aos detalhes das empresas, e muitos já pesquisam os dados cadastrais antes de efetivar uma compra.

Após seguir toda a sequência acima, basta ao lojista apenas manter a empresa dentro da formalidade, realizando o pagamento adequado de todos os tributos.

Com isso, seu negócio ganha lastro para crescer dentro da lei, sem qualquer risco.

Texto publicado anteriormente no Blog da Olist.

Experiência do consumidor, atendimento e relacionamento com clientes: as empresas que não estiverem com o cliente centralizado em suas estratégias irão perder cada vez mais espaço.

Eu sempre bato nessa tecla por aqui e vou reforçar mais uma vez: nos próximos anos, a experiência vai ser o principal motor competitivo dos negócios, segundo uma previsão da Gartner que vem se provando assertiva.

E vamos ainda mais longe, lembrando que pelo menos 50% dos investimentos nos próximos anos serão dedicados à experiência do consumidor, segundo a mesma previsão.

Desde empoderamento de operadores à tecnologia de ponta, vamos ver grandes mudanças e quem não acompanhar as demandas do consumidor 3.0, vai ficar de fora.

Você pode ver as previsões nesse vídeo aqui, ou cada uma delas em detalhes depois.

1- Conveniência

Mais que rápido, precisa ser conveniente. Em 2017, o consumidor não quer se esforçar para ser bem atendido. Na verdade, ele está esperando receber as coisas de mão beijada – e isso é um grande diferencial.

Curiosidade

Qual o nosso bem mais valioso? Tempo!

A Amazon está investindo fortemente em conveniência. São serviços de entrega via drones (aumentando a velocidade da entrega de produtos, eliminando problemas com o trânsito, etc), atendimento 24 horas por dia, 7 dias por semana, ao vivo, para ajudar os usuários nas funcionalidades do Kindle e até o cadastro de usuários para fazerem suas próprias entregas.

Spotify te entrega todas as músicas que você quer diretamente no seu celular, a Netflix te possibilita ver filmes e séries de maneira totalmente digital, por uma assinatura mensal com preço bem abaixo do que você pagaria nas mídias físicas ou no cinema (considerando também a economia em recursos intangíveis).

Esses são alguns dos grandes exemplos do mercado. Mas o que você pode fazer?

2- As empresas boas em atendimento serão referência

O atendimento está ficando melhor: tem mais empresa fazendo atendimento bom, e as que não acompanharem esse ritmo vão ficar com a imagem mais arranhada.

Curiosidade

Atendimento ruim faz empresas perderem dinheiro e isso não é novidade. No entanto, talvez nem sempre tenhamos a dimensão do quanto isto custa. Estudo realizado pela Newvoice revela que aproximadamente 62 bilhões de dólares em receita foram perdidos por conta de uma experiência ruim em 2015.

3- Atendimento vs Preço

Valor, experiência e atendimento são mais importantes que preço: especialmente no Brasil, quanto melhor o atendimento, mais chances de continuar competitivo!

Curiosidade

Os consumidores admitem que a personalização é fundamental para fazer negócios. Estudo da Infosys aponta que 86% dos consumidores dizem que a personalização cumpre uma função importante em suas decisões de compra.

4- Autoatendimento: o consumidor sabe se virar

As empresas vão expandir os canais de autoatendimento finalmente. Vão perceber que isso é uma demanda real.

Curiosidade

O autoatendimento no Brasil ainda não é majoritário entre as empresas, mas os consumidores brasileiros demandam isso mais do que podemos imaginar: segundo último estudo da Microsoft, 98% dos brasileiros já esperam que as empresas ofereçam algum canal de autoatendimento.

5- Relacionamentos reais

A gente vai ter mais operadores empoderados pra relações reais, que vão conhecer muito bem do que tão falando. Enquanto a tecnologia faz o trabalho chato, as pessoas vão fazer relacionamento.

Curiosidade

De acordo com pesquisa da American Express, a Customer Service Barometer, 99% dos consumidores entrevistados disseram que ter uma resposta satisfafória ou estar conectado com alguém que tenha conhecimento sobre o assunto (98%) são requisitos importantes para uma ótima experiência. Quando esses requisitos são cumpridos, os entrevistados dizem que personalização e apreciação são chaves para a experiência evoluir de ótima para excelente.

6- Máquinas vão ajudar na construção de relacionamentos

Máquinas e Inteligência Artificial estão cada vez mais presentes no atendimento. Às vezes, vão substituir o trabalho humano, mas o principal é que vão ajudar operadores e gestores na tomada de decisões.

Saiba mais

Falamos sobre a relação entre máquinas e seres humanos no futuro do atendimento e relacionamento com clientes. Você pode ver o artigo completo aqui: Menos humanos, mais humanidade. Com vocês, o futuro do atendimento.

7- Satisfação vai ser a métrica-chave

Métricas de produtividade (TMA, nível de serviço, etc) vão perder espaço para a métrica que realmente importa no final: a Satisfação dos Clientes.

Curiosidade

Apesar de ser a métrica mais importante, a satisfação dos clientes tem caído constantemente ao longo dos anos.

Um estudo chamado Customer Rage, realizado nos Estados Unidos, confirma isso.

Em 1976, estudo da Casa Branca revelou que 23% dos consumidores se sentiam completamente satisfeitos ou receberam mais do que esperavam. Esse número caiu para 17% em 2015.

8- Customer Success: buscando o sucesso do cliente

Mais foco em Sucesso do Cliente: apesar de ser um conceito conhecido, Sucesso do Cliente vai ganhar mais popularidade. Vamos nos empenhar em fazer os clientes alcançarem seus objetivos e vencerem seus desafios!

9- Todo mundo vai falar de atendimento

Atendimento ao cliente e experiência do consumidor vão ser assuntos falados e discutidos amplamente em todos os campos de negócios.

10- Marketing ♥ Relacionamento

Marketing e relacionamento vão estar cada vez mais mesclados, conforme o consumidor 3.0 vai ter cada vez mais poder de espalhar informações positivas e negativas sobre as empresas.

11- Atendimento proativo

Atendimento proativo vai ser diferencial. Se você quiser se diferenciar em 2017, chegue no seu cliente com a solução antes que ele perceba o problema.

Curiosidade

Estudo conduzido pela Ameyo mostra algumas vantagens estatísticas do atendimento proativo.

  • Aumenta a fidelidade dos consumidores. Tomar a iniciativa para prestar suporte pode aumentar a taxa de retenção de clientes de 3% a 5%.
  • Diminui o número de chamadas. Você vai conseguir identificar problemas mais rápido, resolvendo-os com mais eficiência e conseguindo aplicar as soluções em escala, evitando que novos contatos sobre aquele problema sejam realizados.
  • Você pode controlar a comunicação. Os clientes falam de você, seja no privado, em alguma situação específica ou, com o poder da Internet, publicamente. Ser proativo vai te dar uma chance de controlar a conversa e direcioná-la de um jeito mais favorável.

12- Menos telefone

O consumidor vai usar cada vez menos o telefone. Canais alternativos, como mídias sociais, chat, email e atendimento inteligente estão ficando mais populares e até mais efetivos.

13- Agilidade!

A gente quer respostas rápidas! Uma das principais tendências de atendimento pra 2017 é que o tempo médio de resposta das boas empresas vai diminuir drasticamente. Mas o consumidor quer mesmo é que seja instantâneo – e sem perder a qualidade.

14- Atendimento personalizado

A tecnologia vai permitir mais interações e atendimentos personalizados. Pensa nisso: como você pode criar uma experiência personalizada pro seu cliente? Isso vai ser diferencial em 2017.

15- Revolução Omnichannel

As empresas vão começar a integrar todos os seus canais e pontos de contato em um único software, uma única plataforma que consiga registrar o histórico de cada consumidor e prover suporte para relacionamento com clientes. Tecnologia integrada, todos os canais, uma só experiência.

Curiosidade

O sucesso de uma operação omnichannel vem sendo comprovado por diversas centrais de atendimento. Estudo desenvolvido pelo Aberdeen Group revela alguns dados:

16- Jornadas de Relacionamento

O conceito de jornadas de relacionamento vai ser cada vez mais utilizado. Ao invés de pensar em interações pontuais com cada cliente, as empresas vão precisar pensar em toda a jornada de relacionamento, considerando os momentos antes, durante e depois da venda.

Saiba mais

Desenvolvemos o conceito de Jornada de Relacionamento com o Cliente em seis passos, comparando-a com a jornada que pessoas normalmente vivem em relacionamentos amorosos. Você pode ver a Jornada completa aqui: Os 6 Passos da Jornada de Relacionamento com o Cliente.

Considerado um dos maiores desafios das operações de e-commerce, a logística precisa de uma atenção especial. Quando o assunto são os envios de mercadorias, todo tipo de cuidado é necessário para garantir uma excelente experiência de compra para o consumidor.

A armazenagem dos produtos

O processo de armazenagem precisa ser feito de forma cautelosa. Por isso, quando o assunto são as embalagens para e-commerce, é importante saber como escolher a melhor opção.

Qual modelo de gestão de estoque é ideal para seu e-commerce?

Etiqueta Sigep Web

As etiquetas Sigep Web são itens indispensáveis para o envio de encomendas pelos Correios. Esses itens contam com uma medida padrão de 107x138mm e 3mm entre linhas em um rolo de 35m.

O código de etiqueta deve ser obtido mediante contrato com os Correios. A empresa fornece em seu site um documento que aborda as principais dúvidas quanto ao serviço. Caso isso ainda não seja suficiente, é possível entrar em contato com a Central de Atendimento que se encontra no site.

Para a impressão dessas etiquetas, existem alguns modelos de impressoras térmicas específicas nos modelos: Argox, Zebra, Elgin e Datamax.

Caso adquira alguma dessas impressoras, não se esqueça de configurá-la corretamente no programa dos Correios.

Embalagens para e-commerce

Quanto às embalagens para e-commerce, existem diversas opções nos mais variados tamanhos e modelos, quer para caixas ou para envelopes. A estatura e o tipo dependerão do tamanho do produto vendido, porém o mais importante é a segurança da encomenda.

Os envelopes de segurança geralmente são revestidos com plástico à prova de violação, umidade, rachaduras. Possuem adesivo Hot-Melt (não derrete fácil o adesivo em altas temperaturas). Além disso, o saco zip lock pode ser utilizado para o envio de nota fiscal.

Os itens mais comuns são as caixas de papelão. Elas possuem tamanhos variados e são muito similares àquelas comercializadas pelos Correios.

Após uma rápida pesquisa, você encontrará empresas especializadas na venda de caixas por atacado.

A importância da embalagem no E-commerce

Embalagem para notas fiscais

Para o envio de documentos importantes, como é o caso das notas fiscais, existem envelopes e sacos plásticos especializados.

Esses sacos plásticos para notas fiscais (DANFE, AWB, CANGURU) tem suas singularidades devido a tamanhos diferentes para cada necessidade.

Esses produtos são autoadesivos resistentes com abertura no verso para inserção do documento, tecnologia Hot-Melt, além de proteger e manter o documento sempre visível.

O cliente final sempre observará o cuidado com o preparo do envio da mercadoria, antes mesmo do produto em si. Por isso, procure sempre causar uma boa impressão.


Leia mais sobre o tema:

7 Indicadores logísticos essenciais no e-commerce

As decisões do profissional de marketing passaram a ficar cada vez mais complicadas. Há pouco tempo, o desafio estava em decidir se a verba de mídia iria para TV, mídia impressa ou outro canal offline.

Entretanto, as coisas mudaram bastante nos últimos anos, exigindo do mercado um profissional inserido no contexto de marketing digital e preparado para planejar e justificar as escolhas de sua estratégia, seja ela em AdWords, Social, Display, CRM, Inbound, entre várias outras. Surgiram inclusive novas áreas e títulos para estas funções, como o Business Intelligence, Marketing Technology, Growth Hacking, etc.

Apesar de todo o mix digital disponível, vemos pouquíssimos players enxergando a jornada do consumidor até o final do funil. A estratégia digital de grandes companhias tem se limitado aos objetivos de awareness ou, quando norteado por conversão, se esquecem muitas vezes que no meio destes dois existe um objetivo mais importante, o da experiência do usuário.

Nesta época do ano sempre ouvimos uma série de tendências quando o assunto é e-commerce: Métodos de Pagamentos, Interatividade, Segurança, Atendimento, Mobile First, Big Data, Omnichannel. Considero todas muito importantes, mas muito me chamou a atenção ver que a maioria delas são motivadas pela mudança de comportamento do consumidor.

Sim, nosso consumidor mudou. O mindset mudou. Além do consumidor tradicional e dos Millenials, que podemos dizer que aprenderam a se adaptar ao mundo tecnológico, estamos lidando também com uma Geração Z (nascidos a partir de meados dos anos 90) que hoje representa 20% da população, mas que até 2020 podem representar 40%.

Estamos falando de um grupo com alta habilidade de circular no digital, que apesar dos problemas de distração, costumam ser promotores das experiências boas, ou seja, podem ser grandes advogados das marcas, mas… Desde que a sua marca passe por este crivo de relevância e qualidade, que eles sabem fazer muito bem.

Então, afinal, o que este consumidor quer? Para começar nossa reflexão, vale uma comparação com o mundo físico: você entra em uma loja e vê um produto interessante, mas ele não tem nenhuma informação além do nome, preço e código.

Comparando com o produto do concorrente, também com informações escassas, restam duas coisas: fazer uma aposta e comprar qualquer um deles (onde há um grande risco de devolução e insatisfação) ou sair da loja para procurar mais detalhes (nesta, você perdeu a venda). Mas e se nesta loja alguém chegasse para perguntar: “Posso te ajudar com esse produto? Ele é ideal para você, pois…”. Ótimo, mas até aqui nenhuma novidade, afinal, esta pessoa tem nome: é o vendedor.

Como aqui o assunto aqui é marketing digital, vamos voltar às escolhas feitas na estratégia e retomar o ponto levantado lá em cima: De que valem os investimentos em todas as opções do mix digital quando tudo leva para uma página sem vendedor? Sim, estamos falando da sua página de produto.

Se você vende os seus produtos no varejo online, sabe que as equipes de cadastro ficam responsáveis por números assustadores de cadastros de produtos em suas plataformas, consequentemente se concentrando em um tipo conteúdo básico: Título, Código, Descrição, Especificações e Imagens.

Mas a dúvida que fica é: o consumidor está realmente tendo uma experiência de compra? Lembre da Geração Z que falamos agora pouco e tente imaginar qual das páginas de produto abaixo realmente passaria pelo crivo de qualidade deles:

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Conteúdo de Produto deve ser visto como uma extensão da Estratégia Digital. Portanto, se você é da indústria, vale a reflexão sobre incluir mais uma linha em seu planejamento digital.

O conteúdo básico que começa no cadastro, pode (e deve) se estender a formatos mais ricos, chamados de Conteúdo Especial. Este é o seu vendedor online, responsável por apresentar seu produto de forma didática, ilustrativa, dinâmica e responder todas as dúvidas do consumidor, antes que este caia na monotonia de textos e tabelas técnicas dos varejistas.

Com informações consistentes o consumidor faz uma compra mais esclarecida, reduzindo o índice de devoluções e reclamações. Mas, muito além disso, com experiência online você posiciona sua marca, cria um relacionamento e se destaca frente a concorrência do varejo online. Resultado: mais conversão.

Para concluir o tópico de hoje, separamos algumas dicas importantes:

  • Estratégia: reveja seu calendário de lançamentos e datas especiais e pondere sobre a necessidade de impulsionar seu produto ou linha. O conteúdo de produto bem elaborado pode ajudar muito nos números de conversão no online.
  • Consistência: seja consistente em todos os canais. O consumidor atual circula com muita facilidade entre o físico e digital (o consumidor brasileiro em especial, devido a algumas barreiras culturais de compra online, ainda pesquisa muito online e compra no físico). Portanto, garanta que está passando todas as informações necessárias e criando uma experiência uniforme com a sua marca, em todos os canais.
  • Seja Transparente e Didático: não tente falar muito ou enganar esta geração de consumidores. Eles são espertos e investigam tudo no seu site, varejistas, comparadores, e, como falamos acima, no ponto de venda físico.
  • Abuse dos Recursos: imagens, vídeos, animações, interações, ajudam muito na explicação do seu produto e na experiência deste consumidor atual. Lembre-se apenas onde e como pretende utilizar este conteúdo para não se surpreender com as limitações de plataformas.
  • Mobile: qualquer conteúdo pode ficar lindo no papel, mas sem utilidade se não for responsivo. Acesso à internet via Smartphones e Tablets já representam 51% no mundo e o com o aumento da disponibilidade de wi-fi e dados este consumidores devem consultar cada vez mais o estoque, reviews e ofertas, via Mobile.

Boa Sorte!

Texto publicado anteriormente no Blog da iSee.

Existem muitos índices que podemos utilizar na hora de avaliar a saúde do nosso e-commerce. Mas entre eles, quero destacar um que fornece valiosas informações sobre os clientes, mas que infelizmente por falta de conhecimento de alguns empreendedores, não é aproveitado como deveria ser.

Trata-se do LifeTime Value (LTV), que será explicado neste artigo, para quem sabe, torná-lo um grande aliado no planejamento do seu negócio.

O LTV é um indicador do valor que um cliente proporciona à loja durante todo o tempo que ele se relaciona com a marca. Pode parecer um pouco confuso à primeira vista, mas é muito simples para calcular: valor do tíquete médio do cliente X número de compras realizadas X tempo de relacionamento.

Lembrando que: tíquete médio é quanto o consumidor gasta em média a cada compra realizada; número de compras é a quantidade de vezes que o cliente comprou e o tempo de relacionamento indica o período que esta relação de consumo durou. Destas três variáveis, a última pode ser a mais complicada de definir, já que altera de negócio para negócio e é preciso analisar cada caso individualmente.

Uma das principais vantagens de conhecer o LTV é a possibilidade de planejar as estratégias e ações em longo prazo com mais precisão. Afinal, você estará usando dados reais para se programar e estabelecer metas de vendas e orçamentos fica mais fácil quando se sabe quanto cada pessoa gasta na loja.

Outro ponto positivo que existe é conseguir entender melhor o comportamento do cliente, além de desvendar qual seu padrão de consumo. Desta forma, é possível descobrir gatilhos que disparam novas compras e aprender táticas para fidelizar e engajar o consumidor de maneira mais eficaz.

Após entender o LTV, o próximo passo é saber o que fazer para aumentá-lo. Quanto maior ele for, melhor será a saúde da loja, já que ele reflete diretamente a quantia que seus clientes gastam em média. Nesta hora, sua maior aliada é a fidelização.

Conquistar a confiança dos consumidores é o que faz eles se sentirem confortáveis na hora de gastar mais. Mantenha sempre o contato, seja por e-mail marketing ou newsletter, já que ficar ausente por muito tempo pode fazer com que acabem comprando na concorrência. O grande segredo é valorizar o cliente, seja ouvindo suas opiniões ou recompensando sua fidelidade com brindes ou promoções especiais.

Agora que o LifeTime Value não é mais um índice desconhecido, aproveite para se aprofundar ainda mais nesse mundo e utilizá-lo na missão de melhorar o desempenho do seu e-commerce.

O Omnichannel já deixou de ser tendência e tornou-se primordial para o sucesso de qualquer negócio, já que todos sabemos que o consumidor está, cada vez mais, multicanal.

Essa palavrinha, um pouco complicada, significa mais que utilizar vários meios de comunicação para atender o seu cliente. Ela, hoje, tem a ver com oferecer a melhor experiência de compra ao seu público.

Por essa importância, vamos abordar o omnichannel na prática, mostrando cases e sugestões para que você leve a ideia à sua loja virtual independente do tamanho do seu negócio.

Omnichannel: um novo modo de fidelizar seu cliente

A gente acredita muito em trabalhar a fidelização e não focar apenas em vendas. Um cliente satisfeito volta à sua loja virtual sempre. Por isso, tenha em mente que oferecer uma perfeita experiência ao seu público é essencial.

Mas, como o omnichannel pode ajudar nessa questão? Ora! Ele é exatamente isso. Vamos entender melhor.

O que é ser ominichannel?

O prefixo “omni”, em latim, significa tudo, algo que é universal e variável. Por isso, ele é confundido com os termos multichannel e crosschannel. Mas não se engane! O primeiro refere-se a muitos, já o segundo tem a ver com plataformas que se cruzam.

O omnichannel ultrapassa essas barreiras e mostra que para o e-commerce é possível oferecer possibilidades que vão além de ofertar produtos online. Com estratégias que unem os canais on e offline, o usuário encontra todas as informações necessárias, tira dúvidas, compra e troca os produtos independente se está na loja física, aplicativo ou e-commerce.

Abaixo, o exemplo da grife britânica Burberry, onde a pessoa pode comprar os produtos por meio de várias plataformas, além de também conhecer as coleções nas lojas físicas. Outro ponto-chave é propiciar que fãs da marca comprem as roupas e acessórios em locais onde a Burberry não possui pontos de venda.

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Outro caso inspirador de omnichannel é a Sephora, loja de cosméticos. Por vender produtos que exigem testes, como perfumes e maquiagem, as vendas no e-commerce costumam acontecer após uma visita às lojas físicas. Muito esperta, a marca disponibiliza provadores com todos os produtos em seus pontos físicos e deixa as pessoas livres para circular pelo espaço.

Mas, de olho em locais que não têm lojas Sephora, outra ideia foi oferecida às clientes. Por meio da tecnologia, é possível experimentar os produtos e saber qual é o tom ideal para determinada pele.

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Vamos a mais um exemplo? Dessa vez, destacamos o pioneirismo da Amazon ao divulgar o lançamento da Amazon Go que, segundo a empresa, será uma nova maneira de fazer compras, levando a melhor experiência ao usuário junto a mais avançada tecnologia.

Na Amazon Go, o cliente acessa a loja física por meio de um aplicativo, escolhe os produtos desejados e vai para casa, sem filas ou demais burocracias. Podemos dizer que essa é uma verdadeira experiência omnichannel. Realmente inovador! Entenda mais no vídeo:

Agora que você já sabe o que é ser omnichannel e conheceu três cases de sucesso, vamos dar dicas simples para que você aplique a ideia na sua loja virtual, independente do tamanho do seu negócio!

O que o Amazon Go pode nos ensinar sobre experiência do usuário para e-commerce

Omnichannel: como levar a ideia ao seu e-commerce

Se você possui uma loja física, tenha em mente que não importa de onde sairá a venda. O importante é o cliente sentir confiança em você. Então, se uma pessoa entrar em sua loja, olhar um produto e não comprar naquele momento, apresente o seu e-commerce e explique que ela também terá mais essa opção.

Agora, se você está apenas na internet, utilize os chats onlines e fique atento aos demais canais de comunicação como e-mail e redes sociais. Não demore, jamais, nos retornos. Essa falha pode levar esse cliente potencial para o concorrente.

Tanto para quem tem ponto físico + e-commerce, ou quem tem apenas loja virtual, é importante oferecer uma navegação responsiva, que é quando um site funciona perfeitamente no desktop e dispositivos mobile. Lembre-se de que os acessos via smartphones só crescem e a tendência é que tudo seja feito por eles.

Com certeza, focando nesses detalhes essenciais, você irá fidelizar o seu público e oferecer uma satisfatória experiência omnichannel.

Texto publicado anteriormente no Blog da Bertholdo.

A maioria das empresas estão fazendo esforços para aumentar o número de visitas ao site deles. No entanto, um alto tráfego não deve ser o único objetivo das suas campanhas de marketing digital. Para analisar a relevância do seu site e perceber se ele é capaz de atrair e capturar a atenção de seus visitantes, é essencial considerar outros indicadores, entre eles a taxa de rejeição (bounce rate).

A taxa de rejeição é a porcentagem de usuários que deixam o seu site sem visitar outras páginas dele e clicar em links disponibilizados na página de entrada.

Se uma grande quantidade de visitantes voltar para a página de resultados de pesquisa assim que eles entrem no seu site sem navegar pelas páginas dele, o Google pode considerar seu site como irrelevante para os usuários. Isso significa que a taxa de rejeição influencia diretamente os seus ranqueamentos.

Neste artigo vou explicar como implementar ações que diminuam a sua taxa de rejeição, a fim de melhorar tanto a experiência do usuário em seu site quanto o SEO.

Mas, antes de tudo, uma pergunta que não quer calar…

Ter alta taxa de rejeição é sempre um problema?

Na verdade, tudo depende da natureza do seu site. Em alguns casos, uma taxa de rejeição grande é muito normal, em outros, é problemática.

Sites de e-commerce

Como o objetivo de qualquer site de e-commerce é incentivar os visitantes a comprar, uma alta taxa de rejeição pode ser um sinal de uma estratégia de marketing inconsistente.

Se os usuários estão deixando o seu site após de visitar uma página só, é pouco provável que eles fizeram uma compra ou um pedido. Por esta razão, a taxa de rejeição é um indicador importante que os sites que oferecem produtos ou serviços devem ter em conta.

De acordo com o site da Hubspot, os sites de e-commerce normalmente têm taxa de rejeição em torno de 20-40%.

Blog

Quando estamos falando de um blog, a taxa de rejeição alta pode ser explicada com o fato que as pessoas já conhecem o seu site e voltam regularmente para ler novos artigos sem ir fundo e investigar outras páginas do site…

No entanto, também pode significar que os visitantes não acham o seu conteúdo interessante e saem logo depois de entrar. Devemos, portanto, encontrar maneiras de chamar a atenção deles e fazê-los querer descobrir outros conteúdos do seu site.

One-page

Se o seu site contém apenas uma página, os visitantes são obrigados a sair sem ter consultado outros conteúdos, mesmo se eles ficaram perfeitamente satisfeitos com a visita e as informações.

A taxa de rejeição não é um indicador relevante neste caso, e o Google sugere o uso de outros métodos de rastreamento, por exemplo, Eventos.

Em todos os casos

Depois de ter constatado uma alta taxa de rejeição, você tem que fazer uma análise, interpretá-la corretamente e tomar as decisões corretas.

Use o Google Analytics para estudar correlações com outros dados, tais como:

  • Tempo passado no site,
  • Relação de visitantes novos e antigos,
  • Tipo de páginas que têm maior taxa de rejeição.

Com esses dados na mão você pode começar a agir.

Diminui a sua taxa de rejeição em 5 passos

Existem vários critérios que podem afetar sua taxa de rejeição. Neste artigo, vou mostrar os passos mais importantes que você pode tomar para diminuir o seu bounce rate.

Melhore a experiência do usuário desde os primeiros momentos no site

As máquinas de busca fornecem aos usuários uma infinidade de sites, por isso se torna cada vez mais difícil chamar e manter a atenção deles.

Os visitantes tomam a decisão sobre a relevância de um site em questão de segundos. Se você quiser que eles fiquem mais tempo no seu site, evite elementos que podem prejudicar a experiência do usuário.

  • Retire os elementos bloqueados como animações em Flash que requerem a instalação de um plug-in especial;
  • Diminui o tempo de carregamento da sua página. Pense em excluir o conteúdo muito pesado ou comprimir alguns elementos do seu site. De acordo com múltiplos estudos se o site não carregar em 3 segundos, 57% dos visitantes voltam para a página de resultados;
  • Retire os elementos que nunca agradam: música que começa tocar sozinha, publicidades pop-up etc.

Otimize a ergonomia do seu site

Um site bem otimizado de ponto de vista da ergonomia deve ser agradável aos olhos de usuários, têm uma estrutura bem organizada e navegação fácil e intuitiva. Você precisa atender esses critérios para manter seus visitantes no site por mais tempo.

  • Oferece uma navegação intuitiva no seu site. Certifique-se de que os usuários podem acessar qualquer informação em menos de 3 cliques e de que eles conseguem  retornar facilmente para a home page. Os elementos de navegação devem ser coerentes, visíveis e bem localizados na página;
  • Pense sobre a escolha de cores e fontes. Evite os fontes que são difíceis de ler (por exemplo, fontes manuscritas ou fontes com muitas curvas). Escolha uma boa combinação de cores, aqui a melhor estratégia é de optar por cores que facilitam a leitura e permitem os olhos dos usuários a descansar (por exemplo, na maioria dos casos é melhor não usar letras vermelhas com background verde salada). Para texto dê preferência à cores escuras, que não perturbam a leitura e o entendimento do conteúdo. Não coloque muito texto em negrito e itálico;
  • Use conteúdo visual: vídeos, imagens e infográficos atraem a atenção e ajudam a dar pausas à seus leitores. Conteúdo visual é considerado um conteúdo de fácil consumação, e além disso conteúdo visual é o mais compartilhado nas redes sociais;
  • Analise o design do seu site. Para idéias, tente as galerias de CSS que ofereçam coletâneas de melhores modelos do momento (Awwwards, CSSDesignAwards). Você também pode dar uma olhadinha nos temas usados por seus concorrentes ou selecionar um tema que tem a ver com a sua área dos temas sugeridos no WordPress ou PrestaShop.

Melhore a qualidade e a relevância de seus conteúdos

A ideia principal é de postar conteúdos úteis e informativos com valor real para que os visitantes queiram ler mais. Analise o perfil do seu cliente, descubra quais são as necessidade deles e quais palavras-chave eles usam para pesquisar nas máquinas de busca. Escolha temas que correspondem às necessidades de seus usuários e ofereça soluções para problemas específicos.

Lembre-se de otimizar o seu conteúdo para que eles fiquem interessantes e atraem o seu público-alvo.

  • Verifique tags de título e descrição meta. Eles também devem ser relevantes com o conteúdo que você oferece, caso contrário, os visitantes sairão decepcionados ao clicar na descrição do seu site nos resultados de busca.
  • Evite colocar backlinks para sites cujo tema não coincide com o tema do seu. Para detectar esse tipo de backlinks e outros backlinks tóxicos que podem afetar o ranqueamento do seu site, você pode usar Ahrefs ou Auditoria de Backlinks da SEMRush.
  • Evite palavras-chave genéricas que podem ser usadas para falar de temas heterogêneos. Se o seu site aparecer entre os primeiros resultados de busca mas o tema da pesquisa não coincidir com os seus produtos e serviços, sua taxa de rejeição vai disparar.

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Fonte: SEMrush

Também não se esqueça de verificar que as promoções que você faz nas redes sociais sejam coerentes. Se você anunciar algo diferente de conteúdo do seu post, os visitantes vão sair do seu site em questão de segundos.

Analise os links internos do seu site

Otimize os links internos do seu site para fazer os melhores conteúdos mais disponíveis para os usuários.

  • Crie links interligando conteúdos relevantes. Lembre-se que o mais a estrutura temática do seu site será clara para os usuários o mais ela será clara para o Google.
  • Crie âncoras para seus conteúdos que descrevem os textos sem mentir e ao mesmo tempo chamam atenção dos usuários
  • Ofereça artigos e conteúdos relacionados ao conteúdo da página que o seu usuário estiver consultando no meio ou no final do texto – assim você aumentará os chances de levar o visitante para outras páginas do seu site
  • Personalize a página 404. Opte por uma página divertida e original com links que levam para os artigos mais lidos ou para páginas relevantes e importantes do seu site.

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Texto: “Desculpe por ter devolvido um erro de site. Eu poderia ter comido o cabo…e seus sapatos favoritos… Por favor, tente novamente) Fonte: tutorgrafico.com

Crie call to actions incentivando o clique

Para diminuir a taxa de rejeição, é também essencial criar call-to-actions para incentivar os visitantes a explorar páginas estratégicas do seu site. Os call-to-action relevantes também podem permitir-lhe converter seus visitantes em leads.

  • Coloque call-to-actions estrategicamente em suas páginas, certificando-se do que eles são relevantes.
  • Verifique que os botões são visíveis. Escolhe uma cor que permita destacar o botão na página
  • Deixe os benefícios bem visíveis e fáceis de clicar. Reforce o valor prático que você está oferecendo.

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Fonte: Resultados Digitais

Qual é a ordem correta de ações para melhorar as páginas?

Para começar identifique quais páginas têm a maior taxa de rejeição. Uma boa técnica, em seguida, é melhorar as páginas na ordem no qual eles aparecem para o usuário, como se você estivesse desfazendo gradualmente nós em uma corda.

Atenção, não se esqueça que, para algumas páginas, uma taxa de rejeição grande é normal. Este pode ser o caso de página de contatos, onde a conversão é feita quando o usuário leva seu telefone para ligar. Isso é o último passo da viagem do usuário pelas páginas do seu site.

Conclusão

A alta taxa de rejeição é muitas vezes um sinal de que o visitante não encontrou o que ele esperava ao chegar em uma página, ou que a navegação pelo site não estava nas alturas e não conseguiu proporcionar uma boa experiência.

Devemos, portanto, identificar os problemas do site usando as ferramentas certas, e implementar as soluções necessárias, para enviar um sinal positivo para o Google: seu site atrai usuários.

Novamente, o segredo de sucesso consiste em entrar na pele do seu visitante: o que ele espera, de onde vem, qual é o seu propósito e o que o impede de alcançar o objetivo?

A taxa de rejeição é uma questão de experiência do usuário em todos os níveis: melhorando essa métrica você terá outros impactos positivos, que você poderá rastrear monitorando tais indicadores como, por exemplo, tempo de permanência na página!

Janeiro: você pode imaginar um período melhor para fazer um plano para o ano que está começando?

Tenho certeza de que há um lugar especial para o propósito, a cada ano mais promessas e menos sucesso, “ir para a academia toda vez que puder”. Mas talvez em sua lista também tenha “encontrar uma nova oportunidade de trabalho”: em caso afirmativo, você precisará ter um bom plano para encontrá-la.

Bem, um grande ponto de partida é entender onde você pode encontrar mais oportunidades, ou melhor, é ter uma ideia, com base em dados reais, de qual é a distribuição das oportunidades de trabalho no Brasil: este artigo vai tentar ajudá-lo a construir esta ideia**.

Leia também:

7 Competências para te destacar no mercado de e-commerce

Em primeiro lugar, um olhar geral para a distribuição das oportunidades de trabalho nas principais cidades do Brasil, e, depois, um olhar mais atento para o campo específico das ofertas de emprego para o e-commerce (e o confronto com as vagas de estágio):

1- A distribuição geral das ofertas de emprego no Brasil

Vamos começar a partir de uma perspectiva mais ampla: todo o Brasil. Quais são as melhores cidades para disponibilidade de emprego? Deixe os números falarem!

Top Três (total do Brasil: 539.000 vagas disponíveis)

São Paulo (SP) (94.397 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (63.689)
Campinas (SP) (42.529)

Depois deles, encontramos Maringá (31.268), Porto Alegre (25.886), Belo Horizonte (MG) (18.997), Fortaleza (14.777), Curitiba (14.693), e Brasília (8.472).

A mesma imagem é confirmada se olharmos para uma representação estadual:

Estado de São Paulo (SP) com 229.873 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 71.829 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 55.280 vagas disponíveis

Assim, esta é a imagem na sua perspectiva geral; é o mesmo para o mercado de e-commerce? Vamos ver!

2- A distribuição específica das ofertas de emprego em e-commerce

Agora, o olhar mais atento: como parece o mapa da disponibilidade de trabalhos em e-commerce?

Top Três (total do Brasil: 4.600 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (865 vagas disponíveis)
Rio de Janeiro (681)
Campinas (SP) (538)

Depois deles, encontramos Maringá (298), Porto Alegre (242), Belo Horizonte (MG) (233), Fortaleza (205), Brasília (149), e Manaus (111).

Novamente, procurando por estado:

Estado de São Paulo (SP) com 1980 vagas disponíveis
Rio de Janeiro (RJ) com 728 vagas disponíveis
Paraná (PR) com 487 vagas disponíveis

Bem, o olhar mais próximo parece quase uma cópia perfeita do mais amplo: na verdade não há nenhuma mudança nas melhores cidades e estados. As mesmas cidades onde estão disponíveis mais ofertas de emprego no total, também são as mesmas onde há uma maior disponibilidade de oportunidades para encontrar emprego no campo de comércio eletrônico.

Quase o mesmo é visível se olharmos para a disponibilidade de estágios no e-commerce (mas para ser honesta, os números são tão pequenos que não são muito significativos).

Top Três (total do Brasil: 80 vagas disponíveis):

São Paulo (SP) (19 vagas disponíveis)
Porto Alegre (13)
Belo Horizonte (MG) (6)

Procurando por estado:

Estado de São Paulo (29)
Rio Grande do Sul (20)
Minas Gerais (8)

Então, este é o mapeamento das cidades com mais oportunidades de emprego no campo do comércio eletrônico: espero que seja útil para sua busca de trabalho neste começo de 2017… E boa sorte!

** Todos os dados apresentados provém da base de dados da Jobbydoo.

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