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Hoje, muitos empreendedores que querem montar um e-commerce têm poucos conhecimentos sobre os meios de pagamento online. Muitos desconhecem como esses sistemas funcionam e quais são as vantagens e desvantagens de cada um.

Quem pretende trabalhar com uma loja virtual tem basicamente duas alternativas de meios de pagamento online: o gateway ou o intermediador de pagamento. Ambos podem ser menos ou mais interessantes para diferentes estruturas de lojas virtuais.

Para abrir um e-commerce, o empreendedor não deve seguir a lógica tradicional do ponto comercial. Isso significa que, mais do que montar uma loja em um ambiente virtual, o empreendedor precisa conhecer algumas estratégias de marketing para atrair o seu cliente, além de proporcionar uma experiência de compra inteligente, segura e eficiente para ele.

Um dos maiores desafios dos e-commerces é ganhar a confiança dos clientes que estão habituados à forma presencial de comprar, em lojas físicas, por exemplo. Para driblar as desconfianças, é preciso que a loja virtual demonstre credibilidade e profissionalismo durante toda a experiência do cliente no e-commerce, especialmente quando ele vai “passar no caixa” do mundo virtual.

Empreendedores com experiência em e-commerces sabem que a finalização da compra é um dos momentos mais críticos. É justamente nessa etapa que o chamado abandono de carrinho costuma acontecer. Isso se dá, muitas vezes, pela falta de praticidade e rapidez no processo das compras, que impõem ao consumidor inúmeras etapas e burocracias, antes de que ele possa realizar o momento mágico de autorizar o pagamento.

E existem muitos motivos para os carrinhos serem abandonados, veja nesse infográfico os principais motivos para abandono de carrinhos.

Está mais do que comprovado que, quanto menos cliques na hora de efetuar um pagamento online, maiores são as chances de conversão. Por isso, o ideal é buscar um sistema que priorize a agilidade e a boa experiência ao consumidor e que respeite as capacidades de logística e de investimento do e-commerce.

Se você pretende montar um e-commerce ou migrar sua estrutura física para o ambiente online, vale a pena conferir esses tópicos essenciais para o bom desempenho do seu site!

Como eu escolho o sistema de pagamentos ideal?

Nos últimos anos, o mercado de meios de pagamentos online ganhou uma série de players. Por esse motivo, o empreendedor pode contar com diversas opções na hora de escolher uma empresa que lhe forneça um gateway ou   um intermediador de pagamentos. Porém, independentemente da empresa, é importante que o empreendedor digital conheça quais são os tipos de soluções disponíveis no mercado e quais delas se adequam melhor ao seu modelo de negócio.

Se você já conversou com outros empreendedores que possuem um e-commerce, deve ter percebido que dúvidas do tipo: “por quê tantos clientes abandonam o carrinho antes de finalizar a compra? ”, “por quê tantas vendas online são negadas? ”, “por quê o valor demora tanto para ser compensado na conta da empresa? ”, entre outras. Essas dúvidas são muito comuns, e muitas vezes ocorrem porque o empreendedor não conhece detalhes importantes sobre o seu meio de pagamento online, o que acaba gerando frustrações e insatisfações depois que o sistema é implementado.

Para que você não passe por esse tipo de situação, é preciso que você conheça as vantagens e desvantagens de cada meio de pagamento online, para só então escolher o mais adequado ao seu modelo de negócio.

Quando a questão é decidir qual meio de pagamento online é o melhor para o seu modelo de negócio, não existe uma fórmula pronta. Por isso, o ideal é analisar cada meio e as necessidades da sua empresa, antes de partir para a integração.

Gateway de pagamentos: a maquininha virtual de cartões

O gateway de pagamentos nada mais é do que uma forma de processar o pagamento online realizado pelo cliente através do cartão de crédito, débito ou boleto bancário. O gateway, portanto, é a ferramenta responsável por conectar o seu e-commerce aos agentes financeiros, tais como os bancos e as operadoras de cartões. Ele basicamente tem a mesma função das maquininhas de cartão de crédito das lojas físicas.

Essa conexão, no entanto, é feita de forma automática e independente do e-commerce. Na prática, isso quer dizer que o empreendedor precisa efetuar contratos junto às instituições financeiras, além de assumir todos os riscos relativos às transações efetuadas.

A compra online por meio de um gateway de pagamento ocorre em 3 etapas:

– Primeiramente o cliente acessa o e-commerce e, ao finalizar sua compra, a loja utiliza o gateway para fazer a cobrança.
– Em seguida, o gateway se comunica com as empresas chamadas de adquirentes, que são empresas licenciadas pelas bandeiras de cartões de crédito e analisam as transações financeiras.
– A adquirente, por sua vez, vai até o emissor para verificar se os dados da compra são seguros e se existe saldo suficiente para concluir a transação.

Antes de optar por um gateway, no entanto, o empreendedor precisa estar atento à complexidade que envolve a sua operação. Primeiramente, é preciso estar ciente de que para operar um gateway é necessário realizar diversos contratos e integrações. Além disso, o e-commerce arca com uma taxa que recai sob o número de transações efetuadas, independentemente de serem bem-sucedidas ou não.

Como explicamos, o sistema age de forma independente, colocando todos os riscos sob a responsabilidade do e-commerce. Por conta disso, o empreendedor, além de contratar as instituições financeiras e interagir com a adquirente, precisará contar com o auxílio de um sistema de gestão de riscos, para não sofrer as consequências de fraudes e outros problemas relacionados às compras online.

Também será preciso contratar um responsável pela conciliação financeira, que fará todo o controle contábil e de recebimentos de pagamentos na conta da empresa.

O gateway, embora seja uma solução bastante robusta em termos de sistemas de pagamentos, acaba exigindo uma série de contratações de serviços que não estão inclusos, o que torna essa ferramenta bastante cara e difícil de operar, especialmente por pequenos e médios empreendedores, que estão buscando operar um meio de pagamento online com um baixo custo. Dependendo do volume de vendas e do porte do seu e-commerce, vale a pena considerar o uso de um intermediador de pagamentos.

Intermediador de pagamento: uma solução completa

O intermediador de pagamentos é uma ferramenta independente que interliga clientes, adquirentes e lojistas.

O intermediador de pagamentos oferece diversas alternativas de pagamentos online ao consumidor. A cobrança de alguns intermediadores pode ser feita por uma uma tarifa de integração do meio de pagamento ao seu e-commerce, mais uma taxa por cada transação aprovada dentro da loja. Por exemplo, o Moip Pagamentos é seguro e faz a intermediação de pagamentos com um serviço isento de cobranças para a integração, com as tarifas inclusas apenas no valor transacionado dentro do e-commerce.

Com um intermediador de pagamentos, não existe a necessidade de fazer inúmeros contratos e integrações para começar a operar, como no caso do gateway de pagamento. Com um simples cadastramento na plataforma de vendedor, já é possível colocar o sistema para funcionar, veja como funciona no infográfico abaixo.

Além disso, o intermediador conta com a ferramenta do checkout transparente, que livra o cliente dos redirecionamentos de página que dificultam o processo de finalização da compra. O checkout transparente aumenta significativamente as taxas de conversão de um e-commerce, pois garante ao cliente uma experiência de compra inteligente, rápida e sem burocracias.

A grande vantagem é que toda a gestão de riscos, decorrentes de fraudes e repasses de valores, é realizada dentro da própria plataforma dos intermediadores, poupando o empreendedor de ter que pagar para contratar esse serviço à parte que opera com o seu meio de pagamento online.

O intermediador de pagamento é a solução mais efetiva e menos burocrática presente no mercado porque oferece diversos benefícios tanto para o e-commerce quanto para o bolso do lojista.

Pronto para a sua decisão?

Cada e-commerce conta com uma realidade própria, que é determinada a partir do seu nicho de mercado e porte. Justamente por isso, a escolha do melhor sistema de pagamentos deve ser feita de acordo com o modelo do seu negócio. Mas, com certeza, garantir que o funcionamento do meio de pagamentos online seja livre de inúmeras integrações, contratos e gastos desnecessários irá beneficiar (e muito) qualquer e-commerce.

Independentemente da sua escolha, seja ela um gateway ou um intermediador de pagamento, vale a pena investir no meio de pagamentos online que te ofereça menos custos e burocracias, e mais funcionalidades. Isso faz toda a diferença no desempenho de um e-commerce que busca oferecer a melhor experiência de compra para os clientes.

Esse post foi útil para você? Então que tal conhecer mais sobre o intermediador de pagamento e o Moip?

Como aumentar as vendas do meu negócio online sem ter que investir muito mais em marketing e mídia? Meu site já tem um grande número de acessos orgânicos, então, será que não é melhor fazê-los comprar do que atrair mais visitantes que talvez também não comprem?

Se essas duas perguntas já passaram pela sua cabeça ultimamente, saiba que grandes empresas do mercado que tiveram esse problema encontraram uma solução: CRO para e-commerce.

Simplificando, CRO representa um conjunto de técnicas baseadas em estatísticas para melhorar a taxa de conversão do seu e-commerce.

Isso quer dizer: AUMENTAR SUAS VENDAS, transformando os visitantes em clientes.

Não está familiarizado com o termo? Não se preocupe.

Irei explicar como funciona essa metodologia, por que já é uma realidade entre as empresas de venda online e as técnicas que a tornam um modelo de otimização tão preciso e de resultados impressionantes.

Confira!

Mas o que é CRO mesmo?

CRO é uma sigla para Conversion Rate Optimization, traduzido como Otimização da Taxa de Conversão ou somente Otimização de Conversão.

É um conjunto de técnicas baseadas em testes A/B que une melhorias em copywriting, usabilidade e design, para alavancar as conversões no seu site. No caso de um e-commerce, isso significa aumentar a quantidade de visitantes que se transformam em compradores.

Você não investe um centavo a mais em mídia e marketing. A ideia é otimizar seu site atual no menor tempo possível, acelerando os resultados.

Por isso a maioria das empresas especializadas em CRO costumam fazer uma auditoria gratuita com os clientes para avaliar se essa melhoria rápida é possível.

Se, por exemplo, o site for muito ruim ou o investimento em marketing seja insuficiente para gerar resultados, somente a otimização de conversão não resolverá os problemas. Mas se a sua empresa já estiver madura no ambiente digital e acostumada com investimentos em mídia online, essa estratégia pode trazer um grande retorno. Por que?

CRO nunca irá diminuir a taxa de conversão do seu site porque é baseado em dados e experiências. Os testes são feitos um a um, para saber o resultado trazido por cada mudança feita.

Pode ser necessário um tempo até achar a solução ideal. Entretanto, uma vez encontrada, pode representar um grande aumento percentual nas suas conversões. E muito dinheiro a mais na conta da sua empresa.

E como funciona o CRO para e-commerce na prática?

Otimização de conversão para e-commerce é totalmente focada em testes A/B.

Testes A/B funcionam da seguinte maneira: suponha que você tenha problema na página específica de um produto. Suponha que de 100 visitantes que chegam à página de compra do produto, só 5 convertem, uma taxa muito baixa.

Após analisar o mapa de calor da página e fazer testes de usabilidade, sua equipe de otimização decide que a mudança primordial deve ser no texto do botão de compra.

A partir dessa definição, a equipe cria duas possibilidades de texto para o botão, coloca as duas alternativas no ar para a mesma quantidade de pessoas e verifica qual performa melhor.

Caso uma das duas supere os resultados anteriores, então a mudança é efetivada. Por isso a otimização de conversão é tão certeira: só a hipótese que trará resultados vai para o ar. Citei o botão como exemplo, mas poderia ser o texto da landing, da home do site, a posição do botão de compra, adicionar um selo de segurança, enfim, diversas hipóteses.

O importante é saber que não se trata de apostas e chutes. A criação das hipóteses é feita após entrevistas com leads ou prospects, testes de usabilidade, análise de dados, diagnóstico de heat maps e reuniões.

Testes A/B – Uma metodologia que você precisa conhecer

Como posso aplicar otimização de conversão no meu e-commerce

Comentei anteriormente que o processo de CRO é baseado em analisar o site, descobrir o problema, criar hipóteses, fazer teste A/B e analisar resultados.

Portanto, podem haver diversas causas para a taxa de conversão do e-commerce estar aquém do potencial.

Contudo, existem alguns hackings – técnicas de melhoria – de CRO que costumam dar ótimos resultados na maioria dos casos.

Vou apresentar 5 deles!

Consiga um programa de testes

Para que seus testes sejam bem feitos, você irá precisar de um programa específico.

São muitas as opções e a qualidade não varia tanto entre elas. Costumam ser um pouco caras, mas use uma versão trial de cada para verificar qual você mais gosta e aproveite para conhecer melhor as ferramentas.

As melhores opções do mercado são:

Inclua testemunhos

Sua melhor propaganda sempre será seus clientes.

Nada gera mais confiança do que uma história de como outra pessoa teve o mesmo problema que você resolvido por um determinado produto.

Crie essa mesma impressão nos seus visitantes.

Consiga uma declaração de algum cliente satisfeito com a compra e coloque-a no ar na página de conversão. E siga essas dicas:

  • Mostre o nome da pessoa;
  • Use fotos reais;
  • Diga qual produto/serviço ela comprou;
  • Não foque apenas em consumidores “famosos”, os comuns têm até mais valor para o público por não passarem a imagem de publicidade “paga”.

Diminua os formulários e ofereça uma boa “troca” ao visitante

Aumentar as conversões significa diminuir eventuais impeditivos e objeções à compra dos visitantes.

E se tem uma coisa que assusta consumidores na compra online é o fornecimento de dados.

É simples: vá direto ao ponto. Do que você precisa para converter? Nome, endereço e e-mail? Então peça só isso. Numa segunda oportunidade, tente solicitar dados como telefones, CPF e dados do cartão de crédito.

Outra coisa: o cliente tem que se sentir muito recompensado pelo fornecimento dos dados.

Cupons de desconto, ofertas e promoções realmente vantajosas são ótimas iscas para diminuir a rejeição dos usuários em fornecer os dados.

Faça um copy direto

Copy é o texto publicitário da sua home, landing page ou qualquer outra página de conversão.

Na grande maioria das vezes, ele é o responsável – depois da necessidade de solucionar um problema particular – do visitante se tornar um comprador no seu site, ou seja, converter.

Em vez de falar das funcionalidades do seu produto/serviço, sempre dê preferência aos benefícios que ele traz para o consumidor. Digamos que você venda máquinas de cortar cabelo.

Não fale das lâminas super afiadas de titânio ou dos mil botões de velocidade. Fale que o consumidor irá economizar em cortes no salão, que não precisará comprar pentes diferentes, que ganhará muito mais tempo, etc.

Sempre foque em benefits – benefícios – em vez de features – funcionalidades -, como dizem os americanos.

Copywriting: 6 técnicas essenciais para aplicar na sua escrita

Adicione selos de segurança e credibilidade

Há variedade de e-commerces por setor faz com que as pessoas estejam cada vez mais seletivas em suas opções de compra. Em meio à desinformação sobre o que é um site seguro ou não, as pessoas optam por páginas confiáveis para consumir sem medo.

Principalmente em landing pages, gerar confiança no visitante é um desafio a ser vencido. E não é tão difícil.

Você pode:            

  • Destacar a logo da sua marca na página;
  • Adicionar selos de segurança reconhecidos, como de antivírus e coisas do tipo;
  • Usar links de fontes seguras e respeitadas (notícias e reviews).

Otimizar a conversão de e-commerce traz resultados grandiosos em relação aos outros mercados.

Muitos sites possuem grande número de visitantes e já investem em mídia online. Portanto, alavancar em 100% uma taxa de conversão pode aumentar as receitas absurdamente do seu negócio.

Claro que, como comentei lá no começo do texto, você precisa ter uma base – fazer SEO para e-commerce, marketing de conteúdo, ter boa quantidade de visitas, investir em mídia online, links patrocinados – e algumas noções de que o resultado pode vir rápido ou demorar um pouco mais, todavia, ele virá.

Ficou interessado ou tem alguma dúvida no assunto? Deixe o seu comentário para que possamos conversar mais, ok?!

Conteúdo desenvolvido em colaboração com Ciclo Agência Digital.

A VTEX, plataforma especializada em tecnologia para e-commerce, lançou o e-book “Aprenda a escolher a melhor plataforma de comércio eletrônico para a sua loja virtual”. Como a escolha da plataforma é um dos principais fatores de sucesso da loja virtual, o processo de decisão pode ser demorado e muito arriscado, já que qualquer erro poderá causar grandes perdas.

Esse material é indicado para quem quer mudar de plataforma porém ainda não está seguro de qual modelo mais adequado para o seu negócio.

Nesse e-book são abordadas 4 grandes análises que devem ser feitas na no momento de de escolher sua plataforma de e-commerce:

  • Custos
  • Avaliando funcionalidades
  • Serviços agregados
  • Potencial de conversão

Ao final, o lojista terá uma análise racional de qual plataforma será a melhor opção para ele, deixando de lado opiniões totalmente emocionais.

Para baixar o e-book, gratuitamente, basta clicar neste link, efetuar o cadastro e acessar o material.

Aprenda a escolher a melhor plataforma de comércio eletrônico para a sua loja virtual

Dentre as diversas formas de marketing digital, estratégias de inbound marketing têm se destacado ultimamente por sua efetividade e custo mais acessível.

Pesquisas revelam que o inbound marketing custa 61% menos do que o marketing tradicional, que usa anúncios em TV e revistas, por exemplo.

Além disso, empresas que usam estratégias de inbound marketing bem executadas têm resultados 10 vezes melhores, e apontam um retorno sobre o investimento positivo, na opinião de 79% das empresas que usam um blog em suas ações na internet.

Isso acontece porque o inbound marketing não interrompe as pessoas que buscam entretenimento ou informação com anúncios ou chamadas, mas, ao contrário, atrai seus clientes por meio de conteúdos interessantes e relevantes para o mercado-alvo de seu e-commerce.

Outros dados da mesma fonte comprovam que 80% dos decisores de compras nas empresas preferem receber informações em uma série de artigos do que em um anúncio publicitário.

É por esses e outros motivos que estratégias de inbound marketing devem fazer parte das ações do seu e-commerce.

Aprenda agora como fazer isso e ter excelentes resultados.

Estratégias de inbound marketing no e-commerce

Como você viu, técnicas de inbound marketing estão focadas em conteúdo relevante para atrair clientes potenciais. Mas não apenas nisso.

É preciso destacar mais dois importantes elementos da estratégia de inbound marketing:

  1. SEO: Search Engine Optimization, que consiste (de modo simplificado) em achar as palavras-chave mais usadas nas buscas de seu público na internet e usá-las em seu site e blog para atrair seus clientes potenciais.
  2. Mídias Sociais: usar as plataformas onde seu público-alvo mais interage para apresentar seu conteúdo a eles.

Além disso, as boas-práticas do inbound marketing indicam 4 fases que seu cliente deve percorrer ao entrar em contato com seus conteúdos e seu e-commerce:

  1. Atrair visitantes para seu site
  2. Colher dados dos visitantes (transformá-los em leads)
  3. Transformar leads em clientes (ao converter vendas)
  4. Fidelizar e encantar seus clientes, vendendo cada vez mais

Para cada uma dessas fases, vamos apresentar algumas estratégias de inbound marketing

1- Atraindo visitantes

Se é o conteúdo de qualidade que vai atrair seu público, é preciso conhecê-lo bem para saber o que é relevante para ele.

Para isso, depois de fazer pesquisas, entrevistas e usar ferramentas de BI e analytics na internet, você deve construir a persona (ou personas), de seu público.

Persona é um personagem fictício, com nome, idade, profissão e outras características que vão ajudar você a entender quais os assuntos que interessam a ele, para produzir os conteúdos certos.

Agora que você sabe quais os assuntos para desenvolver os conteúdos, crie um blog ligado ao seu e-commerce para falar sobre eles, sem esquecer de usar as palavras-chave identificadas através de ferramentas de SEO e empregá-las em seus textos.

Além disso, seu próprio site pode usar essas palavras-chave, de forma estratégia. Por fim, use os perfis e páginas de sua empresa nas mídias sociais para atrair ainda mais prospects com os assuntos relevantes para eles.

2- Transformando visitantes em leads

O conceito de lead define aqueles visitantes que demonstram algum interesse em seu produto ou serviço e deixam, espontaneamente, informações de contato para você poder falar com eles.

Assim, crie em seu blog conteúdos mais profundos e ricos, como e-books, infográficos, webinars, acesso a cursos e vídeos etc., e solicite que seus visitantes deixem dados como e-mail e nome, em um pequeno formulário, para poderem ter acesso a esses conteúdos especiais.

3- Convertendo vendas

Conhecendo o e-mail de seu lead, passa-se à fase de nutrição de leads, que consiste em enviar cada vez mais conteúdos relevantes para eles, por meio do disparo de e-mail marketing, com o objetivo de educá-los sobre seus produtos e serviços, mostrar como podem ser uma solução para seus problemas, oferecer mais materiais ricos ou outros conteúdos do interesse deles.

Com ajuda de software de automação de marketing, você descobrirá quais desses leads estão se interessando mais por seus materiais e como eles interagem com seus e-mails, blogs e mídias sociais.

Assim, será possível definir regras de como saber quais deles já estão interessados a ponto de poder receber um telefonema de sua equipe de vendas, por exemplo, no caso de negócios B2B, ou e-mails com links para ofertas em seu e-commerce, no caso de B2C, direcionados para landing pages especialmente criadas para melhorar a conversão, com auxílio de:

  • Boas imagens
  • Um site leve que abre rapidamente
  • Navegação intuitiva
  • Layout atrativo e responsivo
  • Elementos que caracterizam um site seguro
  • Call to Action engajador

4- Fidelizando e encantando seus clientes

Acha que depois da primeira venda, a estratégia de inbound marketing acabou? Pelo contrário, é hora de continuar conhecendo cada vez melhor seu cliente e enviar os conteúdos certos, para que ele compre cada vez mais e divulgue sua marca nas mídias sociais.

Este foi um roteiro rápido das principais estratégias de inbound marketing. Se você quiser saber mais sobre o assunto, sugiro que leia este artigo: Guia prático sobre o que é marketing digital

Criada há quatro anos, data já é uma das mais importantes do calendário nacional do e-commerce

A Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, estima um faturamento de R$265 milhões no Dia do Consumidor Brasil, celebrado em 15 de março, alta de 18% ante à mesma data em 2016, quando foi registrado R$224 milhões.

Dia do Consumidor 2016 registra crescimento de 12% em faturamento

O aumento deverá ser impulsionado pela alta do tíquete médio, de R$398 para R$470, já que o número de pedidos permanecerá praticamente estável, em 563,8 mil, ante os 562,7 mil período anterior. 

A data, criada em 2014 pelo Buscapé Company, surgiu para impulsionar as vendas do e-commerce em um dos meses mais fracos do ano. “Em pouco tempo a data transformou-se em uma das mais importantes para o varejo eletrônico brasileiro. Em faturamento diário, a data só perde para a Black Friday”, explica Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O Dia do Consumidor Brasil conta com grande adesão dos lojistas virtuais e está cada vez mais difundido entre os consumidores. Dados da Ebit apontam que 38% do público já conhece a data. Estimulados por descontos que podem chegar até a 60%, mais de 30% dos consumidores pretendem comprar na edição de 2017.

“A intenção de compra passou de 24% para 33% na comparação entre 2016 e 2017. Trata-se de um expressivo aumento de nove pontos percentuais, impulsionados pela consolidação da data e dos sinais de melhora no cenário econômico”, afirma Guasti.

Entre as categorias mais desejadas pelo consumidor estão Eletrônicos, Eletrodomésticos, Informática, Telefonia e Celulares e Cosmésticos/Perfumaria/Cuidados Pessoais. “O consumidor espera encontrar preços convidativos nos produtos de maior valor agregado, por isso a Ebit estima esse aumento no valor do tíquete médio”, disse. 

O crescimento de importantes datas, como o Dia do Consumidor Brasil, deverá ser um dos principais fatores a impulsionar o crescimento do e-commerce em 2017. No relatório Webshoppers 35, lançado em fevereiro, a Ebit aponta crescimento de 12% para o setor no ano, com faturamento de R$49,7 bilhões.

Os números do mercado de E-commerce

Saiba o que priorizar de acordo com a quantia que vai receber do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

Quem não sonha em ter um dinheirinho extra para finalmente alcançar a independência financeira, que atire a primeira pedra!

Pois bem, a oportunidade está batendo à sua porta e se chama Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, mais conhecido como FGTS. 

Se ao ouvir a palavra FGTS você já fica pensando em todas as possibilidades que terá ao botar a mão nessa grana, que tal pensar em algo para fazer esse dinheiro render?

Existem várias coisas que você pode fazer para tentar multiplicar essa grana, mas se seu sonho é se tornar o mais novo empresário da praça, que tal uma loja virtual?

Com ela você poderá começar aos poucos mesmo sem precisar largar seu emprego atual e criá-la do seu jeito, vendendo os produtos que você quiser – desde que eles não sejam ilegais, claro.

Como aplicar o seu dinheiro em uma loja online e o que priorizar de acordo com o valor que você vai receber?

Até mil reais

Com esse dinheiro você já vai ter a possibilidade de comprar um estoque inicial, como de roupas ou acessórios, e montar uma loja online com tudo o que você precisa.

Lembre-se que, se você escolher trabalhar com um intermediador de pagamento, precisará guardar um dinheirinho para postar as primeiras vendas nos Correios.

E se você não tem nem ideia de onde encontrar os produtos certos para venda, não se preocupe, pode acessar no link: 

Como escolher bons fornecedores para a sua empresa

De 1.000 a 2.500 reais

Assim como para uma loja física de sucesso, não basta somente abrir a loja, mas sim atrair o comprador de alguma forma.

Neste caso, o dinheiro que sobrar após a montagem da loja vai servir para que você comece a divulgá-la. Além de criar perfis nas redes sociais para a sua marca, aproveite ferramentas como Google AdWords e Facebook Ads para chegar aos seus clientes mais facilmente.

De 2.500 a 4.000 reais

Além de montar a loja online com tudo o que tem direito, você vai ter um bom valor para mantê-la estável por, pelo menos, os três primeiros meses.

Utilize anúncios, mas também tente se destacar da concorrência oferecendo cupons de desconto para as primeiras compras ou frete grátis a partir de determinado valor do pedido.

Mais de 4.000 reais

Se você já ralou tanto na vida a ponto de receber mais de quatro mil reais de FGTS, vai usufruir de algumas regalias na hora de montar a sua loja virtual. Por exemplo, contratar um designer para desenvolver um layout personalizado de acordo com a identidade visual da sua marca e pensar em contratar uma agência para cuidar da parte de anúncios.

Você pode fazer tudo sozinho? Pode! Mas por que ter todo esse trabalho se você pode se dar ao luxo de contratar especialistas no assunto?

Quero abrir uma loja virtual, por onde eu começo?

Espero que o artigo sirva como um guia para saber o que você deve priorizar no seu e-commerce de acordo com a quantidade de dinheiro que vai receber das contas inativas do FGTS.

Use-o com sabedoria e poderá lhe garantir uma boa renda extra.

Manter-se constantemente atualizado com as novas tecnologias de comércio eletrônico e de marketing pode ser uma tarefa assustadora. Com a rápida evolução que vemos lá fora, não é fácil identificar em quais novidades vale mesmo a pena investir.

Uma coisa, porém, é certa: para obter uma vantagem competitiva, os e-commerces devem se concentrar em soluções realmente inovadoras, que ajudem a mantê-los próximos das necessidades dos clientes e que otimizem sua presença digital.

O fato é que em 2017 o e-commerce brasileiro deverá crescer 12%. Esse crescimento gera um ambiente de comércio eletrônico cada vez mais competitivo, ao mesmo tempo em que os clientes, mais ambientados com este universo, tornam-se mais exigentes.

Com base nisso, listamos três tecnologias que prometem revolucionar a forma como as marcas interagem com seus consumidores na internet, gerando vantagem competitiva e alavancando seu poder de vendas online:

1- Facebook Messenger Chatbots

Não há dúvida sobre a importância das mídias sociais no processo de tomada de uma decisão de compra. Uma pesquisa do Gartner mostra que as marcas perderão 15% de seus clientes se não responderem àqueles que os contatam através das mídias sociais.

Já um segundo estudo realizado pela Bain & Company mostrou que, ao responder aos clientes através deste canal, uma marca pode esperar um aumento na receita por cliente entre 20 e 40%. Nesse cenário, o Facebook Messenger Chatbot tem se mostrado um recurso interessante para estreitar essa comunicação.

Quando devidamente implantados, os chatbots permitem uma interação eficiente e responsiva com os clientes. Eles tornam-se ainda mais robustos com recursos de automação, tendo o mesmo impacto que um assistente pessoal, sendo capaz de estimular mais conversas e construir um compromisso verdadeiro do público com a marca.

Ele pode, por exemplo, responder a muito mais perguntas do que um FAQ padrão e ainda utilizar como contexto o conhecimento sobre o cliente em questão, fornecendo informações atualizadas sobre uma determinada entrega ou disponibilidade de produtos.

A automatização do chatbot não só melhora a satisfação do cliente como reduz instantaneamente os custos operacionais no atendimento e suporte.

Aplicativo Facebook Messenger promete revolucionar o jeito de comprar online

2- Aplicações progressivas para a web

O mobile cresceu tão rapidamente que já se tornou a plataforma digital mais utilizada. A atividade total em smartphones e tablets representam dois terços do tempo total gasto em mídia digital.

Os aplicativos de smartphones sozinhos agora capturam cerca de metade desse tempo, de acordo com a agência de pesquisa internacional ComScore. Nesse cenário, os consumidores estão cada vez mais avessos a sites que não são amigáveis às plataformas móveis.

Em paralelo a essa tendência, o baixo desempenho de aplicativos de e-commerce para dispositivos móveis têm levado as marcas a recorrerem cada vez mais a aplicativos progressivos para a web como uma alternativa. Este ecossistema basicamente combina as vantagens dos aplicativos e da web.

Ele tem a funcionalidade completa dos sites, como dados dinâmicos e acesso ao banco de dados, ao mesmo tempo em que mantém a facilidade de uso do aplicativo mobile.

Em resumo, isso significa criar um site totalmente responsivo no celular ou no tablet e extremamente rápido – dando aos usuários a oportunidade de trabalharem off-line e em qualquer dispositivo sem a necessidade de baixarem um aplicativo nativo. Além disso, permite às marcas diminuírem os grandes investimentos em apps, sem deixarem de atender às expectativas dos clientes.

3- User Experience baseado em Deep Learning

Os algoritmos avançados de deep learning são hoje a espinha dorsal de muitas tecnologias preditivas, como o motor DeepText do Facebook, por exemplo, cujo objetivo é melhorar a experiência dos chatbots.

Eles também são usados em uma variedade de motores de processamento de imagem, como na seleção de ofertas similares no e-commerce para fins de recomendação, ou ainda na solução de reconhecimento de imagem do Yahoo, ajudando a identificar automaticamente imagens não adequadas para o trabalho (NSFW).

Além disso, o Google faz uso do deep learning no seu sistema de tradução, reduzindo os erros em 60% – o que poderia ajudar os operadores de comércio eletrônico a abrirem serviços em ambientes multilíngues.

Algoritmos de deep learning também representam uma grande oportunidade para campanhas de publicidade programática. Por exemplo, a tecnologia de retargeting tem sido usada já há algum tempo, mas o deep learning está mudando rapidamente a maneira como o retargeting personalizado funciona.

Tais métodos são capazes de melhorar a experiência do usuário de várias maneiras, predizendo o seu comportamento e indicando probabilidades de eventos específicos com mais precisão.

Dados internos da RTB House mostraram que o uso de algoritmos de deep learning pode levar rapidamente ao aumento do desempenho das campanhas de exibição em 13% para cliques e 25% para conversões. Isso ocorre porque a análise abrangente de dados que vem com o deep learning pode revelar uma compreensão muito mais ampla das intenções dos visitantes do site, ajudando os players de comércio eletrônico a anunciarem de forma eficaz, além de tornar os processos de compra online ainda mais fáceis.

A VTEX, plataforma especializada em tecnologia para e-commerce, lançou o e-book “6 Erros de Migração de Plataforma de Loja Virtual”. O material, gratuito, é indicado tanto para quem pensa em mudar de solução quanto para aqueles que já tomaram a decisão de mudar de plataforma, buscando responder às principais dúvidas de lojistas durante este processo.

No primeiro capítulo, o e-book apresenta os problemas mais comuns que levam as lojas virtuais a cogitarem a troca de plataforma e o investimento em uma solução mais robusta. Na sequência, são apresentados os seis principais erros cometidos ao longo do processo de migração, apresentados em seis subcapítulos, quais sejam:

  • Escolher o parceiro de implantação errado;
  • Revolucionar o layout;
  • Esquecer do SEO;
  • Não fazer a correta gestão do projeto;
  • Transformar a integração com sistemas legados um processo complexo e demorado;
  • Não fazer o levantamento dos dados históricos.

São apresentados, ainda, cases de empresas que foram bem-sucedidas nessa transição.

Para baixar o e-book, gratuitamente, basta clicar neste link, efetuar o cadastro e acessar o material.

6 Erros de Migração de Plataforma de Loja Virtual

Estudo aponta quanto tempo as pessoas levam para fazer compras online

Entender o comportamento do e-consumidor, juntamente com o processo de compra em si, é uma das chaves para o sucesso do varejo online. Na verdade, para melhorar a conversão do comércio eletrônico, o primeiro passo, sem dúvidas é reunir informações sobre perfil de seus consumidores.

Uma das várias métricas utilizadas para esse tipo de informação é o tempo necessário para concluir o processo de transação, ou seja, o número de minutos, horas e dias gastos por este público para concluir uma compra.

Entretanto, o tempo para aquisição de um produto on-line pode ser muito diferente em cada parte do mundo. Com o intuito de avaliar este comportamento, nós do UmSóLugar desenvolvemos uma pesquisa envolvendo 12 diferentes países da Europa: República Checa, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Suécia e Eslováquia.

Principais diferenças no tempo de compra em alguns países

Para se ter uma ideia, enquanto na maioria dos países os consumidores levam cerca de 1 hora para comprar roupas, na França são necessárias pelo menos 4 horas – observado como o tempo mais longo nessa categoria.

Na contramão desta realidade está a Eslováquia, visto como o país mais rápido quando o assunto é consumo fashion, com aquisições realizadas em menos de 20 minutos, desde o primeiro clique até a decisão final. Situação semelhante em outra grande categoria do e-commerce: sapatos.

A média é de 68 minutos em toda a Europa, mas, novamente a França aparece em destaque na lista como o país no qual usuários consomem mais tempo na transação, com suas características 4 horas – muito distantes dos apenas 10 minutos investidos pelos e-consumidores noruegueses.

Para móveis e decoração, entretanto, a maioria dos internautas finaliza a compra dentro de 1 hora, com exceção de Itália e França.

O cronograma da compra on-line

Para melhor visualizar esse comportamento, o infográfico* mostra a linha de tempo do período necessário para que um usuário médio europeu finalize sua aquisição, levando em consideração alguns dos produtos mais comuns.

Como a maioria das compras ocorre dentro de 48 horas, o gráfico foi desenhado partindo do primeiro clique dado no produto, até a tomada de decisão, após um período máximo de dois dias.

Infográfico publicado no site do UmSóLugar.

A linha do tempo destaca, ainda, diferentes categorias, possibilitando observar claramente que roupas em geral, com exceção de camisetas básicas, ocupam uma posição central – afinal, encontrar o vestido de festa perfeito pode demorar um pouco mais.

Alguma peça importante de mobiliário, como um sofá (certamente mais caro que acessórios), também exige maior investimento de tempo, enquanto óculos de sol e brinquedos despontam na primeira seção da linha do tempo, necessitando apenas de 26 minutos para serem escolhidos.

Comportamento do consumidor brasileiro

Para traçar um paralelo com a realidade do perfil do e-consumidor Brasileiro, o estudo aplicou as mesmas métricas para este mercado e chegou a conclusões intrigantes, como, por exemplo, o tempo gasto para a compra de um kit de maquiagem, que pode ser dez vezes maior do que a demora para a escolha de um sofá!

Em geral, se comparado com o comprador online europeu, o brasileiro leva mais tempo para tomar a decisão final em todas a principais categorias de básicas. Na Alemanha, a média de investimento em tempo para aquisições online gira em torno de 5 horas, enquanto que aqui, do primeiro clique à compra, são gastas, aproximadamente, 10 horas.

Na hora de redecorar a casa, no Brasil, o consumidor online leva até 3h30 para comprar o sofá, mas apenas 90 minutos para se decidir sobre a mesa. Entretanto, neste setor, os produtos que necessitam de menos tempo investido até a tomada de decisão são as cadeiras, escolhidas em apenas 12 minutos.

Já para vestuário, calçados e acessórios, o tempo gasto varia de acordo com o valor do produto. Por exemplo, para comprar uma peça de roupa, em média, o consumidor precisa de 2h30 e, para um par de tênis, apenas 55 minutos até a confirmação do pedido. Porém, quando o assunto é bolsa, um acessório normalmente mais caro que os demais, o tempo para reflexão salta para 10 horas, até que a compra seja concluída.

Por fim, o comportamento mais interessante do comprador brasileiro é no setor de beleza. Talvez por não ser possível experimentar um perfume ou uma maquiagem virtualmente, o consumidor invista mais tempo em pesquisas online sobre qualidade e procedência desses produtos ou mesmo tente prová-los em lojas físicas, antes de realizar a primeira compra online.

Assim, na hora de adquirir um perfume, o brasileiro que utilizou nosso site gastou até 1 dia, 11 horas e 52 minutos para se decidir, enquanto que para o consumo de maquiagens, o tempo é ainda mais impressionante: 3 dias, 12 horas e 14 minutos!

Antes de falarmos sobre como as lojas virtuais podem utilizar essa ferramenta e estratégia para melhorar o engajamento dos seus clientes, é importante explicarmos qual o significado desse conceito que tem sido muito aplicado em diferentes segmentos.

Os jogos têm a capacidade de manter as pessoas envolvidas por um longo período de tempo, a fim de construir relacionamentos de confiança entre as pessoas, além de ter a capacidade de desenvolver seus potenciais criativos. Por este motivo, a gamificação consiste em extrair estruturas e dinâmicas de jogos com o objetivo de aplicá-las em outros contextos, para gerar mais engajamento entre as partes envolvidas.

Gamification pode dar o empurrãozinho que seu negócio precisa

De acordo com um levantamento feito pela Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações do trade de marketing e vendas, até 2020, 85% das grandes empresas usarão a gamificação em suas operações e estima-se que o investimento atingirá cerca de US$ 5 bilhões até 2018.

Dentre os segmentos que podem utilizar essa ferramenta para aumentar suas vendas estão as lojas virtuais. Em termos simples, ela faz parte de uma estratégia digital que utiliza das dinâmicas dos jogos para fidelizar os usuários e aumentar as taxas de conversão em relação a uma marca específica. Dessa forma, as empresas melhoram seu engajamento com os clientes, ditam comportamentos e consolidam ideias sobre um produto ou serviço.

Com essa ferramenta, o e-commerce torna-se mais atrativo e, por esta razão, a empresa pode conduzir os clientes por meio de um processo de navegação específico. Outro motivo que explica a importância da gamificação é a utilização das redes sociais, que constituem um dos terrenos mais férteis.

As pessoas têm o costume de competir e compartilhar conteúdos, ou seja, se você associar sua marca a esses canais de interatividade entre as pessoas, com certeza sua empresa terá mais visibilidade no mercado.

Um dos principais benefícios dessa ação é ter o feedback dos seus usuários. Com um processo otimizado, as empresas podem descobrir quais são suas preferências e que tipo de conteúdo eles estão procurando. Se tiver essa informação disponível, será mais fácil ajustar suas atividades para beneficiar o seu negócio.

Outra vantagem da gamificação é poder aproveitar ao máximo a criatividade das pessoas responsáveis por desenvolver uma estratégia de marketing para sua empresa, e um ponto positivo é que muitas das iniciativas desenvolvidas não precisam de grandes investimentos e podem ser adaptadas às necessidades de cada área.

Depois de conhecermos os motivos importantes para o uso da gamificação, é fundamental sabermos como podemos utilizá-la no e-commerce, mesmo que ela possa ser trabalhada para todo e qualquer produto ou serviço. Afinal, ela é adaptável a cada orçamento.

O primeiro passo é experimentar um jogo simples, aprender como a teoria funciona na prática e verificar como seu público-alvo recebe o jogo. Depois disso, é preciso estruturá-lo de maneira simples e coerente, pois se for muito complexo, os usuários dificilmente irão utilizar e nunca irão obter resultados satisfatórios. Por isso, é melhor dividir o jogo em um conjunto de pequenas atividades para que os visitantes possam aprender gradualmente e compartilhar apenas as informações necessárias para passar de nível.

Para finalizar, podemos concluir que a gamificação é uma excelente estratégia para ajudá-lo a apimentar o seu marketing de conteúdo e envolver o seu público-alvo de diversas formas, proporcionando uma grande experiência para o usuário fomentando a lealdade do consumidor e construindo uma imagem positiva de sua marca.