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Ainda faltam cerca de um mês para a Black Friday, que em 2017 acontece no dia 24 de novembro. Mas é preciso planejar com antecedência e estar preparado para a data que é uma das mais importantes para o comércio virtual. Segundo pesquisa da Google, divulgada dia 22 de agosto, as vendas durante o período devem somar R$ 2,2 bilhões, com crescimento entre 15% e 20%.

O estudo também diz que 68% das pessoas pretendem comprar algo na Black Friday deste ano, enquanto no ano anterior o índice era de 61%. Assim, é fundamental garantir que tudo no e-commerce funcione da melhor forma possível. Entre os principais pontos que precisam ser checados estão infraestrutura e relacionamento com o cliente.

De acordo com a All iN, o e-mail marketing foi o principal canal de conversão entre os varejistas durante a Black Friday de 2016 e a tendência é que a ferramenta mantenha o desempenho neste ano. Ainda segundo a marca, o envio de e-mails tradicionais no período deve crescer 15%, enquanto o disparo de e-mails comportamentais aumenta 25%.

Levantamento realizado pela Tray, informa que a movimentação nas lojas virtuais durante a Black Friday cresce em torno de 20 vezes em relação a um dia normal. O estudo também traz que o tíquete médio da data em 2017, deve ser em torno de R$ 350.

Já pensou o que pode acontecer ao criar uma campanha e perder todo o trabalho porque o número de acessos ultrapassou o limite que o site suporta receber? Ou criar uma ação inovadora e falhar na comunicação com os clientes?

Por isso, abaixo estão três dicas para que os empreendedores comecem a se programar e não percam a oportunidade:

Como está o site?

Aproveite que ainda há um tempo até a Black Friday e revise a estrutura das páginas e os conteúdos. Teste variações de cores e layouts, por exemplo, para deixar a navegação mais atrativa e intuitiva.

Inclua formulários de contato e/ou newsletters. Dessa forma, pode-se criar (ou aumentar) a base de clientes interessados em receber suas mensagens. Essa lista é fundamental para a divulgação de promoções e descontos, ou simplesmente para estreitar o relacionamento.

E se o site ficar fora do ar?

Faça uma análise do número de visitantes que o seu site recebe, acompanhe o histórico e, se possível, compare com o do ano anterior. Existem diversas opções, como Hospedagens ou Clouds, para ampliar a capacidade, mas é preciso entender o tamanho do negócio e o quanto pode-se investir em infraestrutura.

Como dito anteriormente, a estimativa é que o acesso às lojas virtuais durante a Black Friday cresça em torno de 20 vezes em relação aos dias regulares.

E-mail Marketing para avisar os clientes sobre os descontos?

É fundamental que os consumidores saibam o que acontece no e-commerce. As ferramentas de e-mail marketing são importantes para mantê-los atualizados sobre as novidades, promoções e novos produtos ou serviços. Assim, quando a Black Friday chegar, já haverá uma base trabalhada e engajada.

Uma campanha de sucesso depende, e muito, de um bom planejamento e de muita pesquisa.

O Amazon não é a mesma empresa de quando foi fundada, em 1994. Nesta época, o comércio eletrônico ainda era uma indústria relativamente pequena e a Amazon vendia exclusivamente livros. Hoje, a quarta empresa mais valiosa do mundo vende um número impressionante de produtos para bilhões de pessoas em todo o mundo.

Tudo começou quando Jeff Bezos decidiu iniciar um site de comércio eletrônico com o dinheiro investido pelos seus pais. O site, onde vendia livros chamava-se Cadabra, até que mudou o nome para a Amazon depois de perceber que o nome soava parecido com “cadáver”.

Bezos
(fonte da imagem: https://twitter.com/JeffBezos)

Mais sobre Jeff Bezos:

Jeff Bezos: o termo “visionário” se encaixa com perfeição

Hoje, com todo o investimento feito em marketing digital, a Amazon é uma das gigantes da internet. Existem várias maneiras de olhar para o tamanho da Amazon, e cada uma é mais surpreendente que a outra.

7,5% da população trabalhadora de Seattle são funcionários do Amazon

O Amazon possui mais de 300 mil funcionários em todo o mundo e 40 mil deles estão presentes só em Seattle. O gigante do e-commerce fez de Seattle a maior cidade empresarial dos EUA. Além disso, recentemente, a Amazon anunciou planos para investir US$ 5 bilhões em uma segunda sede, para 50 mil funcionários, em algum lugar da América do Norte.

Amazon Seattle

(Fonte da imagem: https://www.gannett-cdn.com/-mm-/4c8d84aa3e148fefef05515b5510da017d0ba257/c=0-0-5177-2925&r=1280×720&r=540/local/-/media/2017/05/08/USATODAY/USATODAY/636298505496030046-AP-AMAZON-CAMPUS-90525690.jpg)

O Amazon envia 1,6 milhões de pacotes por dia

Um relatório de 2013 mostra que a Amazon já enviou 608 milhões de pacotes só neste ano, o que dá uma média de 1,6 milhões de pacotes por dia.

45 mil robôs percorrem os armazéns do Amazon

Para fazer com que os pacotes sejam despachados a tempo, a Amazon confia em uma frota crescente de robôs autônomos que pegam pacotes de suas prateleiras e os trazem para funcionários humanos.

Os 45 mil robôs estão em 20 centros de atendimento nos EUA. Em 2016, a empresa aumentou a frota 50% em relação ao número anterior de 30 mil.

Robôs da Amazon (fonte da imagem: https://i.ytimg.com/vi/4sEVX4mPuto/maxresdefault.jpg)

O Amazon é mais valiosa do que todos os principais varejistas combinados

A soma total dos investimentos em infraestrutura e gerenciamento da cadeia de suprimentos tornou a Amazon de longe o varejista mais valioso nos Estados Unidos.

A avaliação de US$ 356 bilhões do Amazon é maior do que o Wal-Mart, Target, Best Buy, Macy’s, Kohl’s, JCPenney e Sears combinados.

Com a recente aquisição da Whole Foods, não há sinais de que o Amazon tenha planos de desaceleração.

O Amazon conta com 43% de todas as vendas online dos EUA

A Amazon, que antes costumava ser um site para comprar livros online,  hoje, é o site de compras padrão para praticamente tudo.

Uma análise da Slice Intelligence, divulgada em fevereiro, descobriu que 43% de todas as vendas de e-commerce nos EUA foram feitas através da Amazon em 2016. Isso é superior aos 33% de 2015 e aos 25% em 2012.

Com números tão impressionantes em vendas, percentual de mercado e com uma tecnologia de logística muito acima da média, a pergunta é: quem parará a Amazon?

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Game of Thrones do E-commerce: A Estratégia da Amazon para dominar totalmente o varejo online mundial

Segundo estudo Panorama dos Marketplaces, realizado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que avalia o desempenho dos shoppings centers virtuais em diversos aspectos, no primeiro trimestre de 2017 houve uma queda na quantidade de produtos ofertados nesses canais. O dado caminha no sentido oposto da economia nacional, que está em um momento de retomada sutil.

Mais sobre o estudo:

Estudo mostra aumento de 32,1% no número de varejistas nos marketplaces no segundo trimestre

Os lojistas que comercializam seus produtos nos marketplaces estão em um período de preparo para a Black Friday, que ocorrerá na última sexta-feira de novembro, dia 24. A data é considerada a mais importante para o varejo on-line, pois diversos consumidores se programam para aproveitar os descontos provenientes do dia para já efetuar as compras de Natal.

O levantamento indica queda de 8,8% no número de artigos oferecidos, o que representa uma diminuição de 4,5 milhões para 4,1 milhões em produtos anunciados. Ao mesmo tempo que se preparam para a Black Friday, os pequenos e médios lojistas precisam acompanhar com urgência as empresas maiores que têm aumentado sua participação e lucro.

O momento é ideal para o investimento nos Marketplaces, pois as lojas centralizadoras atraem um público grande e variado, que buscam preços convidativos e boas experiências de compra. A diminuição de itens anunciados abre uma oportunidade para os vendedores, que podem aproveitar essa abertura no setor para ingressarem em um dos principais segmentos do comércio eletrônico brasileiro.

E a oportunidade vai além em alguns casos: os marketplaces inovam no modelo de negócio, transferindo seus produtos e estoques para o inventário de parceiros, ou seja, deixam de comprar artigos de algumas categorias, operando apenas com itens de terceiros.

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Sobre os produtos mais vendidos em marketplaces:

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Os chargebacks – contestações de vendas com cartões de crédito – são mais comuns do que se pensa. Em lojas físicas do varejo o impacto do problema pode ser controlado à medida que os estabelecimentos possuem o tíquete de papel e podem usá-lo como comprovante da operação. Entretanto, em relação às vendas on-line, é mais difícil atestar a legitimidade das transações quando não são reconhecidas pelo titular do cartão.

Isso ocorre porque, ao não solicitar a confirmação mediante à digitação da senha, as lojas virtuais permitem brechas para ações fraudulentas, que podem ocorrer tanto pelo próprio dono do cartão, que pode comprar e depois negar a operação, quanto por terceiros, que só necessitam ter acesso aos números gravados no cartão para adquirir mercadorias sem dificuldades.

Em ambas as situações, os vendedores raramente conseguem identificar o verdadeiro responsável pelo delito, restando-lhes se resignar com o problema, assumi-lo como parte da rotina de vendas e realizar o controle para que as ocorrências de cada chargeback sejam sempre contabilizadas corretamente pelas operadoras e gateways de pagamento.

Como garantir os direitos do consumidor e do lojista

Quando as contestações acontecem

Juntamente aos casos de fraudes, os principais motivos que fazem com que o consumidor solicite o cancelamento e estorno de uma operação com cartão de crédito são:

• insatisfação com a mercadoria;
• o não reconhecimento da compra, incluindo situações em que o consumidor se esquece de uma aquisição;
• erros de processamento, quando o cliente não confere o comprovante;
• e a transação é efetuada com algum valor indevido, por erro de digitação do vendedor.

Muito além do chargeback: quais outros problemas a fraude pode causar ao e-commerce?

A melhor alternativa é o acompanhamento inteligente

Os equívocos cometidos no registro pelas operadoras e gateways podem implicar em cobranças incorretas ou múltiplas de um mesmo evento.

Para evitar que isso ocorra e gere perdas significativas de receita, o ideal é que as empresas vendedoras realizem um acompanhamento criterioso dos chargebacks, utilizando ferramentas de conciliação automática juntamente com sua gestão de vendas com cartões.

As soluções mais eficientes são capazes de aumentar a produtividade da equipe financeira em mais de 70%. Além de identificar as improcedências no confronto entre informações dos vendedores e das operadoras, algumas são capazes de rastrear os chargebacks, verificando se o que foi registrado corresponde à ocorrência da transação, se apontam duplicidades e se informam sobre os prazos para que os usuários recorram das solicitações.

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Chargeback: o mal, o remédio e a esperança de cura!

As vendas da Black Friday no e-commerce devem atingir R$ 2,1 bilhões, um crescimento de 15% em relação a 2016. A estimativa é que o número de pedidos aumente 7,7%, de 2,92 milhões para 3,1 milhões.

Na onda de resultados positivos, a projeção para o tíquete médio é de R$ 695, ou seja, alta de 6,4%.

“A expectativa de crescimento para 2017 está baseada no aumento do número de consumidores virtuais e na melhora do cenário econômico com controle da inflação, diminuição da taxa de juros e o índice de desemprego. O consumidor está mais confiante de que o pior da crise já passou, por isso deve usar parte do 13º salário para comprar na Black Friday”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

Uma pesquisa desenvolvida pela Ebit para entender o comportamento dos consumidores virtuais no evento aponta que 81% dos entrevistados pretendem consumir durante a Black Friday.

Os dados apontam que 41% dos entrevistados pretendem aproveitar a Black Friday para adiantar as compras de Natal, mas não necessariamente para comprar presentes. Apenas 18% dos consumidores pretendem comprar para presentear, enquanto 59% compram item para uso próprio.

Eletrônicos lideram o ranking de intenção de compras, com 34%, seguido de eletrodomésticos (27%), informática (24%), telefonia e celulares (23%). Esta última categoria é a de expectativa de tíquete médio mais alto, de R$ 1.236.

“A data ainda tem muito para crescer no país. Prova disso é que 38% dos consumidores falam que não compram porque não acreditam nos descontos. Com a consolidação da Black Friday, a tendência é que essa desconfiança diminua e a adesão aumente. Na comparação com o ano passado (41%), registramos uma queda de 3 pontos percentuais”, afirmou Guasti.

Leia mais sobre o mercado de e-commerce:

Os números do mercado de E-commerce

O Brasil é o quinto país com maior acesso à internet no mundo, ultrapassando a marca de 105 milhões de internautas. Nesse cenário, um acontecimento comum é o abandono de carrinho no e-commerce, que chega a 63%, ou seja, a cada 100 consumidores, 63 não finalizam as compras.

Em um levantamento feito pelo Ibope E-commerce, os principais motivos para o abandono de carrinho apontados pelos internautas foram, respectivamente:  “alto valor do frete”, “consumidor não estava pronto para finalizar a compra”, ou “simulação para comparação de preços e desistência após alto preço”.

Com isso em mente, algumas medidas podem ser tomadas para melhorar a experiência dos seus consumidores e consequentemente alavancar as suas vendas.

1- Facilite o frete dos seus clientes

Os custos logísticos tornaram-se os principais vilões do e-commerce. Com o alto preço pago pelo envio, os clientes chegam a escolher os produtos e desistem após inserir o CEP para finalizar a compra. Para evitar que isso aconteça, ofereça opções de frete de acordo com a necessidade do cliente.

Fretes com prazos e valores diferentes permitem ao cliente comparar os preços e a sensação de ganho é sentida. Ofereça frete expresso, rápido e simples, com tempos de entrega inversamente proporcionais aos valores investidos. Além disso, oferecer um endereço físico para a retirada do produto dentro de um prazo estipulado pode ser a alternativa que o seu cliente busca para fugir dos custos do frete.

Aumente as vendas do seu e-commerce com pontos de retirada

Outra saída é oferecer promoções que isentam o frete caso seja efetuada a compra acima de um valor especificado.

2- Facilite a compra em sua plataforma

Alguns sites oferecem a opção “one-click buy”. Através dela, o cliente pode salvar as informações do cartão, endereço de entrega, entre outras, para que em compras futuras ele consiga realizá-las com apenas um clique. A função pode aumentar as vendas por impulso, assim como ajudar o consumidor que não está encontrando seu cartão no momento em que está fazendo a compra no site e depois acaba esquecendo de finalizá-la.

Caso o comprador ainda não esteja cadastrado em seu site, facilite a inscrição. Ofereça a opção para o cliente preencher os dados a partir das informações das redes sociais, como o Facebook. Desta forma, ele economiza tempo e diminui as chances de desistência.

3- Envie e-mail marketing relevante

Com o e-mail do cliente em mãos, preenchido no cadastro de seu site, envie informações personalizadas sobre os produtos que ele visualizou recentemente, em especial os que colocou no carrinho, mas não finalizou a compra.

Também é possível enviar informações sobre queda de preço ou facilidades de pagamento, ações que possibilitam o resgate de clientes que desistiram de compras nas últimas etapas do processo.

4- Crie um espaço para comentários sobre os produtos

Se o cliente considera o preço do produto alto, sua relação entre custo e benefício não está correta. Para facilitar a tomada de decisão dos consumidores nesses casos de dúvida, crie um espaço para que outras pessoas que compraram em seu site contem sua experiência sobre o produto.

Sejam boas ou ruins, isso torna mais palpável o que é o produto para o cliente, já que, através de um site, ele não está vendo o produto fisicamente. Caso esteja tendo dificuldades para as pessoas opinarem sobre sua compra, incentive-as, oferecendo cupons de descontos para a próximas aquisições àqueles que avaliarem o produto.

Com o avanço da tecnologia e a rapidez do mundo moderno, tudo indica que o e-commerce continuará crescendo desde que tenha o cliente como missão de vida. Entregar uma experiência de qualidade para os seus usuários e buscar sempre conhecimento é o que fará o abandono de carrinho diminuir cada vez mais em seu negócio.

Quando o assunto é e-consumidor, pensa-se logo nos Millennials (nascidos entre 1981 e 1997) ou nos jovens da conectadíssima Geração Z (nascidos a partir de 1998). As marcas e empresas focam suas estratégias para encantar, satisfazer e fidelizar esse público.

O que muitos agentes desse mercado ignoram ou negligenciam é o fato de que 1/3 das compras do comércio eletrônico são realizadas por pessoas com mais de 50 anos. De acordo com informações do relatório Webshoppers 35, lançado recentemente pela Ebit, trata-se um mercado que abrange mais de 15 milhões de consumidores.

Os números mais atualizados do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Mais do que isso: trata-se de um público que gasta mais e é mais recorrente em compras. Um estudo global da KPMG, intitulado “A verdade sobre os consumidores online”, aponta que os Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1965) costumam fazer mais 15 compras on-line por ano, número semelhante ao dos Millennials, que já cresceram na era da Internet. Esse mesmo relatório mostra que os Baby Boomers são mais propensos a gastar por transação e o valor médio de suas compras é de US$ 203,00, contra US$ 190 da Geração X e apenas US$ 173,00 dos milênios.

Se esse público é representativo, tem poder aquisitivo maior e compra com recorrência, não faz sentido sua exclusão das estratégias do e-commerce. Iniciativas simples, como as listadas abaixo, podem ajudar o seu e-commerce a tornar-se age friendly, atrair esses consumidores maduros e aumentar a conversão:

Adapte o tamanho e o tipo de fonte, oriente a navegabilidade do site pela experiência do usuário (UX design), ou seja, foque a facilidade de uso, a utilidade dos elementos do site e, principalmente, a eficiência.

• Seu e-commerce precisa não só ser como parecer seguro. Uma das grandes preocupações desse público são as fraudes on-line. Exiba todas as certificações de segurança incluindo o Selo Ebit e use meios de pagamento de fácil utilização.

• Ofereça variedade. A população sênior também quer consumir moda, tecnologia, produtos automotivos, turismo, lazer e serviços.

• Faça um passo a passo de como comprar e também de como desfazer a transação.

• Diversifique seus canais de atendimento: chat on-line e WhatsApp são os mais utilizados por esse público.

• Faça uma estratégia de marketing direcionada para esse público. Por exemplo, quando pensar em mídias sociais, priorize o Facebook. De acordo com dados da consultoria SeniorLab, mais de 80% da população de terceira idade possui perfil nessa rede social.

• Produza conteúdo direcionado. Quer um exemplo? Faça um post nas redes sociais oferecendo dicas de presentes para filhos e netos.

• Apresente dicas de saúde e sugira produtos para uma vida saudável.

Martin Henkel, CEO da SeniorLab, um dos grandes especialistas nesse segmento no Brasil, afirmou recentemente em uma entrevista que a “terceira idade é uma mina escondida, pouco explorada” e que “as marcas precisam escolher agora como vão tratar isso, se querem aumentar seu share nesta população”.

Quem seguir esse conselho no e-commerce, estará muitos passos à frente dos concorrentes. E aí, lojista, o que você está esperando?

Texto anteriormente publicado no E-commerce News.

O e-commerce brasileiro, para se ter uma ideia, começou este ano com uma perspectiva de faturamento de alta de 10% a 15% no ano, isso após terminar 2016 com um crescimento previsto de 8% nas contas do Ebit, e de 11% de acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Os números do mercado de E-commerce

A parte desafiadora sobre essas previsões é que elas colocam muita pressão sobre as empresas de e-commerce para que elas façam todo o possível para atrair e, consequentemente, converter seus visitantes em clientes.

É aí que entra o CRM, ou Customer Relationship Management, que em português significa “Gestão de Relacionamento com o Cliente”.

Trata-se de uma ferramenta usada no e-commerce que pode te ajudar, e muito, a impulsionar e melhorar as suas taxas de conversão, além de melhorar sua mensagem de marketing e ajudar a criar a sua marca, que são as chaves para um melhor desempenho.

Abaixo estão algumas razões detalhadas pelas quais você precisa de um CRM para impulsionar ainda mais os esforços no seu e-commerce:

Use um CRM para atualizar seus perfis de clientes

Uma pedra angular da estratégia de marketing é a criação de um ou mais perfis de clientes para orientar seus esforços de marketing. Os perfis são representações gerais de grupos de clientes-alvo.

Por exemplo, uma empresa de cosméticos pode criar um perfil de clientes em torno de uma determinada faixa etária de grupo subconjunto de sua audiência.

A questão é, como saber quais perfis representam sua base de clientes?

O CRM permite que você colecione continuamente informações sobre seus clientes. Esta informação é atualizada sempre que o cliente visita seu site ou faz uma compra.

A atualização contínua de informações permite que você analise sua base de clientes em relação à qualidades para um melhor direcionamento de ações, e também atualiza seu avatar com base nas mudanças que você percebe nos seus grupos de clientes alvo ao longo do tempo.

Analise o comportamento do cliente para personalizar o seu marketing por e-mail

O e-mail marketing oferece um dos retornos mais altos em relação ao investimento em qualquer tipo de marketing, mas isso não significa que é infalível. Os consumidores estão ficando cada vez mais frustrados com um dilúvio de muitos e-mails que eles recebem diariamente.

Isso requer o uso de abordagens personalizadas e segmentadas para o marketing por e-mail, sempre que possível.

Usar um CRM de comércio eletrônico permite o envio de e-mails para clientes com base em diferentes ações que eles assumem no seu site.

Por exemplo, é possível instalar um código que vai rastrear a navegação do seu cliente por todo o seu site, portanto você tem informações sobre o seu interesse e que tipo de produto ele mais visitou. Baseado nisso, você pode automatizar o envio de alguma oferta apenas para visitantes que demonstraram interesse naquele tipo de produto, como quando algum produto tem uma baixa de preço.

Este tipo de mensagens de e-mail sob medida é muito menos invasivo do que um e-mail frio sem qualquer informação associada ao cliente.

Um e-mail personalizado mostra que você está sendo consciente do seu tempo, enviando-lhes uma mensagem que é realmente relevante para seus interesses.

Registre o histórico de solicitações dos visitantes e melhore seus processos internos

O acompanhamento das preocupações, perguntas ou reclamações dos seus visitantes e clientes é outra característica fundamental de um CRM para lojas virtuais.

Você pode usar seu software de CRM para fazer anotações sobre o comportamento do cliente e acompanhar algumas das razões pelas quais eles ficaram em dúvida ou abriram algum tipo de reclamação.

Se você trabalha com uma equipe, vai perceber como é útil manter todas as informações sobre atendimento atribuídas ao cliente e disponível para todos.

O CRM em uma Loja Virtual vai servir como um grande banco de dados de informações e servirá como referência para os gestores melhorarem os processos e padrões internos.

Apresentação de produtos com mais qualidade

Uma vez que você esteja coletando todas as dúvidas dos seus clientes, porque não analisar quais dúvidas são relacionadas aos produtos e usar essas informações para melhorar a apresentação dos seus itens?

Como o e-commerce é um auto-serviço, para aumentar sua conversão em vendas, é importante que o teu cliente esteja muito seguro e saiba exatamente as características do seu produto.

Reative clientes antigos para aumentar o faturamento e fidelização

Entre outras características, o registro de compras do cliente é uma das informações mais importantes que você pode ter em mãos.

O seu CRM é um repositório de informações valiosas e tirar proveito disso é fundamental para vender cada vez mais.

Através de relatórios, avalie o histórico de clientes e veja quais consumidores tiveram uma experiência de compra e não retornaram mais.

Levante estas informações para tentar uma reaproximação através de um e-mail personalizado e que também oferece algum tipo de benefício, como um cupom especial de desconto, para que ele volte a comprar de você.

Sempre que fizer estas ações de reativação, considere também fazer uma pesquisa de satisfação para entender os reais motivos do seu cliente não retornar a comprar no seu e-commerce.

Devo mesmo me preocupar com um CRM?

Os serviços de CRM de hoje podem fornecer informações detalhadas sobre sua base de clientes, podem ainda te entregar insights valiosos e podem ser usados ​​para alcançar os clientes de forma proativa e proporcionar uma melhor experiência para todos.

O CRM faz muito sentido para a loja virtual moderna. Se a sua empresa não estiver usando um CRM, pode estar certo de que diversas oportunidades estão sendo perdidas.

Você quer vender mais, economizar tempo e fazer a sua empresa crescer, mas não sabe por onde começar? Então este post é pra você. Google AdWords para e-commerce é um passo fundamental para entrada no mercado.

Para ter uma loja virtual de sucesso, o primeiro passo é garantir que ela seja visitada pelos seus futuros clientes. Assim, anunciar na internet essencial para fortalecer a sua presença online e aumentar a visibilidade de sua marca, aumentando, é claro, as suas vendas.

E onde seus futuros clientes vão fazer pesquisas sobre produtos e novas tendências? Nos mecanismos de busca! O Google, maior plataforma de buscas do mundo, é quem vai responder as dúvidas e sugerir marcas e produtos para os consumidores que podem comprar de você.

Portanto, você precisa aparecer nos resultados de busca relacionados com os produtos que você vende. Em curto prazo, a melhor estratégia para isso é anunciar no Google AdWords.

Neste post, separamos as melhores dicas para aumentar suas vendas utilizando os anúncios pagos do Google. Continue a leitura e confira!

Entenda a importância do Google AdWords para e-commerce

Ao iniciar qualquer campanha de marketing você precisa ter em mente, de forma clara e objetiva, qual o objetivo com aquela ação. Antes de anunciar, faça um planejamento estratégico de quanto quer investir, com que intuito e por quanto tempo.

Por isso o AdWords é tão vantajoso: independentemente de sua meta, ele poderá lhe ajudar. É que a plataforma permite várias adaptações a fim de personalizar a campanha para a sua marca.

Assim, listamos abaixo as principais vantagens de investir no Google AdWords de acordo com o objetivo de sua empresa. Confira!

Divulgue sua loja virtual

Para divulgar ainda mais o seu e-commerce, aproveite para fazer campanhas sazonais em que as pessoas estão ávidas por novidades e propensas a comprar como as datas comemorativas (dia das mães, Natal etc).

Gere tráfego qualificado

Quando você anuncia no AdWords, tanto por palavras-chave quanto por tópicos, é possível selecionar qual o tipo de público você quer que visualize o seu anúncio e gerenciar esse mecanismo por online.

O anúncio vai chegar para quem tem o perfil do comprador que você procura.

Atraia novos clientes

Se você escolher as palavras-chave adequadas para o seu produto, ele será apresentado para potenciais compradores que ainda não conhecem o seu e-commerce.

Uma opção que chama muito a atenção nesse sentido é oferecer frete grátis para determinadas regiões. Analise aquelas em que esse mecanismo não lhe trará prejuízos e anuncie essa vantagem para o visitante.

Coloque-se no lugar do comprador: se você compra pela internet, é porque gosta de preço e comodidade. Se a empresa ainda entregar gratuitamente, a chance de fechar negócio aumenta muito.

Impulsione as conversões

Para impulsionar as suas conversões, uma sugestão interessante é focar no anúncio dos produtos de melhor saída de seu e-commerce.

Sabe aquele produto que todo mundo quer comprar de você, que acaba assim que chega e que sempre tem pedidos? Então, use ele como isca para fidelizar os seus clientes.

Após a primeira compra, você já terá o contato do visitante e poderá desenvolver outras estratégias para vender outros produtos de sua loja.

Marketing Digital: O dilema da qualidade versus preço na criação do seu e-commerce

Aplique as melhores práticas de Google AdWords para e-commerce

O grande segredo de anunciar no AdWords, sem dúvida, é escolher as palavras-chave mais alinhadas com o planejamento de marketing de sua empresa.

São as keywords que vão ditar o sucesso ou o fracasso dos anúncios, o orçamento e todas as demais variações da estratégia de marketing. Por isso, vale a pena gastar o seu tempo escolhendo essas palavras.

Para começar, faça um brainstorm, ou seja, pense em quais palavras ou termos o seu cliente usaria para procurar o produto que você quer anunciar e crie uma lista.

Como encontrar palavras-chave para campanha de Links Patrocinados

A partir da lista, exclua as palavras que forem genéricas ou específicas demais. As primeiras, podem apresentam muita concorrência e as segundas, exigem que o público procure exatamente o seu produto.

Separe as keywords que sobraram por temas como experiência do cliente, especificações técnicas etc. Assim, você saberá qual o tipo de anúncio mais apropriado para cada uma delas.

Procure novas palavras com base naquelas que você já tem. Você pode colocar a palavra que está em sua lista no Google e ver como ele completa, por exemplo.

Quando terminar esse processo, atente-se para os detalhes que trouxemos logo abaixo para prospectar a campanha de seu e-commerce.

Determine um número pequeno de keywords

Nas campanhas do AdWords, cada palavra tem um valor diferente e você pagará por cada uma delas individualmente.

A fim de controlar o seu orçamento e obter os melhores resultados para o seu negócio, determine poucas palavras-chave (mantenha um número entre 5 e 10) e que impactem com mais precisão o seu cliente.

Preste atenção na qualidade das palavras-chave

Já dissemos que as palavras não podem ser nem muito genéricas nem muito específicas. Uma boa prática é encontrar um meio-termo com palavras de cauda longa, que são aquelas que trazem o seu produto e uma qualidade ou especificação dele, de maneira mais ampla.

Veja o exemplo:

  • genérica: “roupa”;
  • específica demais: “roupa para festa de casamento à noite na praia”;
  • cauda longa: “roupa para festa de casamento”.

A grande chave para acertar é a relevância da especificação para o seu público.

Que tal mais cinco dicas para escolher as palavras-chave corretas, veja o vídeo abaixo:

Produza anúncios criativos e com experiência positiva

Quando você realiza vendas, não está vendendo somente as especificações técnicas do produto. O perfil de quem realiza compras pela internet se relaciona com experiência que o produto pode lhe oferecer.

Ao anunciar é imprescindível que você utilize palavras que remetam à sensação positiva e agradável que o seu produto pode proporcionar ao seu cliente. Pense nisso ao escolher as palavras-chave de seu anúncio e, para tanto, determine uma ou duas palavras que remetam à sensação de bem-estar que o seu produto promete ao usuário.

Essa estratégia vai tornar o seu anúncio único e diferenciá-lo de seus concorrentes. Produza um anúncio que chame a atenção e traga uma mensagem positiva.

Algumas dicas sobre grupos de anúncios no AdWords são mostradas no vídeo abaixo:

Segmente sua campanha

Direcione seus anúncios para o mais próximo que conseguir de seu público-alvo. Além de escolher as palavras que são mais prováveis que eles usem nos mecanismos de busca, aproveite as ferramentas adicionais da plataforma para personalizar ainda mais seus anúncios.

É possível segmentar a localização física dos clientes tanto pela geolocalização quanto pelos dados demográficos do local. Da mesma maneira, você pode selecionar os dias e horários em que seu público está mais ativo na internet.

Veja nesse vídeo sobre segmentação por localidade:

Esses pequenos detalhes podem ser o diferencial para o sucesso de seu empreendimento.

Agora que você já tem em mãos as melhores dicas para anunciar no Google AdWords para e-commerce, que tal começar a investir nessa estratégia e aumentar suas vendas?

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SEO ou Links Patrocinados?

O mercado online está cada vez mais competitivo e é essencial investir em todas as oportunidades possíveis para divulgar a sua marca. Pensando nisso, trouxemos hoje uma dica especial: os Twitter Cards. Tratam-se de diferentes tipos de postagens – com conteúdos de mídia avançada – que você pode utilizar no Twitter da sua loja virtual.

Por meio desses cartões você pode ver uma foto, assistir a um vídeo ou baixar um aplicativo sem sair do feed de notícias. Eles são indispensáveis para você que quer aumentar o tráfego do seu e-commerce, já que todas essas interações podem chamar o leitor a conhecer um pouco mais sobre o seu empreendimento.

Utilizar os Twitter Cards é simples e leva poucos minutos. É necessário escolher o tipo de cartão que se deseja aplicar, adicionar algumas meta tags (que descrevem como o conteúdo será apresentado) e executar seu URL para aprovação. Depois de aprovado é só tweetar e seu cartão aparecerá na sua página. Para mais informações do passo-a-passo, você pode acessar Getting Started Guide.

Depois de entender o que são e como aplicá-los, você ainda deve estar se questionando quais são esses tipos de cartões e como eles são apresentados visualmente aos seus seguidores, certo? Pois bem, preparamos um conteúdo te explicando tudo isso. Vamos lá?

Cartão de Resumo

Esse primeiro cartão é considerado o “padrão”, pois inclui um título, uma apresentação e uma imagem pequena – traz uma rápida previsão do que será visto quando o seguidor abrir o link indicado:

O cartão resumo pode ser utilizado tanto para divulgar seus produtos como para indicar artigos do seu blog corporativo. Uma chamada rápida fará seu leitor se interessar e clicar para saber mais sobre o conteúdo que você preparou. Também é possível recomendar posts de outras redes sociais da sua loja virtual.

Cartão de Resumo com Imagem Grande

Esse card é muito parecido com o anterior, a única diferença consiste na imagem que, como o próprio nome já diz, é maior:

Por se tratar de um tweet com a foto em evidência, você pode usar para a divulgação de lançamentos ou dos produtos mais vendidos. Por isso, invista em imagens de boa qualidade para chamar a atenção do seu seguidor e ele se sentir tentado a conhecer mais da sua loja online. Entenda como tirar boas fotos de produtos no vídeo abaixo:

Cartão de Aplicativo

Esse cartão é especial para aqueles que acessam o Twitter pelo dispositivo móvel e desejam fazer rapidamente download de algum aplicativo, esteja ele disponível na App Store ou no Google Play. Esse tweet permitir baixar algo diretamente por ele, e na descrição são indicados: nome, apresentação, ícone do app e até mesmo a classificação e preço (se houver).

No exemplo abaixo, do lado esquerdo mostra-se a exibição na web e, do lado direito, como a divulgação é vista na versão mobile:

Ele é claramente indicado para quando se quer veicular aplicativos; caso você tenha algum da sua loja, esse é o tweet certo para divulgá-lo. Você ainda pode indicar aplicativos que estejam relacionados ao seu nicho: se você vende artigos de moda, recomende, por exemplo, o da revista Vogue Brasil.

Cartão Player

Esse último card fornece a possibilidade de publicar vídeos e áudios com descrição:

O cartão player pode ser usado para exibir com mais detalhes os seus produtos, indicando funcionalidades inclusive. Também é interessante para mostrar como a equipe da sua loja trabalha: a confecção de produtos (se houver), como são embalados e postados, revelando assim o dia a dia daqueles que fazem o seu e-commerce acontecer.

Gostou?

Então, não deixe de investir seus esforços nas redes sociais, bem como nos Twitter Cards. Eles com certeza te ajudarão a melhor divulgar a sua loja virtual e te aproximarão ainda mais dos seus seguidores!

Espero que essas dicas extras sobre Twitter tenham inspirado você a continuar empreendendo e investindo na sua marca. Acredite no seu negócio e mãos à obra!