Tags Posts tagged with "e-commerce"

e-commerce

Se você, como eu, trabalha em algum tipo de negócio on-line, mais precisamente e-commerce, tenho certeza que em algum momento se deparou com situações onde os resultados não estavam satisfatórios e você, no seu papel de gestor, analisou todas as possíveis variáveis que poderiam estar relacionadas ao problema e nada. Continuou sem respostas e sem resolver a questão.

Acredito que todos nós que trabalhamos com operações de e-commerce já passamos por estas situações e nestes momentos, as pesquisas on-line são ótimos instrumentos para se buscar as possíveis respostas.

Afirmo sem pestanejar que as pesquisas on-line, quando bem aplicadas, podem mudar o rumo ou até salvar um negócio. O ponto positivo é que atualmente existem ótimas ferramentas que possibilitam a criação de uma pesquisa eficiente a baixo (ou nenhum) custo.

É sobre isso que falarei neste artigo. Vou explicar em detalhes os motivos e possíveis aplicações das pesquisas on-line, quais ferramentas utilizar e como elas podem efetivamente ajudar o seu negócio on-line.

Para ser bem prático, vou apresentar alguns cenários reais e mostrar como você pode utilizar as pesquisas em cada um deles.

Digamos que seu e-commerce…

1. Possua uma taxa de abandono de carrinho muito alta.
2. Precisa entender o seu cliente para oferecer melhores produtos, de forma mais personalizada e eficiente.
3. Precisa aumentar o engajamento com sua audiência para aumentar o tráfego das mídias sociais e orgânico.
4. Está com dificuldade de criar conteúdo relevante e de alta qualidade.

Tenho certeza que estes cenários são familiares a grande parte das operações on-line e são neles que irei me aprofundar.

1- Seu e-commerce possui uma taxa de abandono de carrinho muito alta

Sua loja é super bem feita, rápida e seu carrinho e checkout otimizados, mas mesmo assim sua taxa de abandono é alta. Teoricamente tudo está funcionando como deveria.  

E agora? Como diagnosticar o que pode estar gerando este comportamento dos usuários? Como vamos conseguir esta resposta?

Para entendermos o que pode estar acontecendo vamos fazer o mais fácil. Perguntar para o próprio visitante. Ele que irá nos responder. É uma das maneiras mais rápidas e simples de obter este tipo de resposta.

No momento que o visitante estiver abandonando o carrinho, ao sair da página de checkout, vamos abrir um pop-up e perguntar o motivo para a desistência da compra.

Como nosso intuito aqui é saber apenas o motivo do abandono, é importante que a pesquisa seja rápida e objetiva. Recomendo fazer uso de perguntas abertas e não só múltiplas escolhas, assim não limitamos as possibilidades de respostas.

Nota: quando colocamos opções de respostas fechadas (múltiplas escolhas) em pop-ups, os usuários tendem a selecionar a primeira opção para “se livrar” do pop-up mais rapidamente e isso certamente irá distorcer os resultados de sua pesquisa.

Só precisaremos de uma pergunta:

O que lhe impediu de finalizar o seu pedido?

Você só precisa fazer esta pergunta para entender os reais motivos do abandono.

Não recomendo dar incentivos como cupons ou descontos para a participação pois isso influencia na qualidade da resposta, já que participante pode responder rapidamente qualquer coisa apenas para garantir o benefício. Sem o incentivo a conversão será mais baixa, mas a qualidade das respostas certamente será melhor.

Aos que participaram e ajudaram, aí sim recomendo um cupom de desconto ou frete grátis. Eles merecem. Esse momento do agradecimento também é uma ótima forma de garantir a captura do e-mail em troca do benefício.

Para implementar este tipo de pesquisa em seu e-commerce você vai precisar de algumas (poucas) ferramentas.

1- Ferramenta de pop-ups de saída

Este pop-up será acionado quando o usuário estiver saindo de sua página. É neste pop-up que você irá inserir a sua pesquisa. Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas como: Hotjar, Wisepops, Pop-up Domination,  SumoMe, Get Site Control entre outras. (outras ferramentas podem ser vistas aqui)

2- Ferramentas de pesquisa ou formulário on-line

Essas ferramentas já são bastante utilizadas na internet, mas nós vamos as utilizar de uma maneira um pouco incomum já que vamos inseri-las (embed) em nossos pop-ups de captura.
Existirem muitas ferramentas disponíveis como Google Form e Survey Monkey, eu pessoalmente recomendo o Typeform.

Alguns exemplos:

Apenas com uma pergunta aberta. (recomendado)

image02

Apenas com múltiplas escolhas. (não recomendado)

image06

Múltiplas escolhas + campo para resposta personalizada. (recomendado)

image01

2- Seu e-commerce precisa entender o seu cliente para oferecer melhores produtos, de forma mais personalizada e eficiente

Informação é poder. Quanto mais informações você tiver sobre o perfil dos seus clientes e visitantes mais insumos você terá para personalizar a comunicação, aumentando a sua relevância e consequentemente, a conversão.

Uma das aplicações mais comuns para as pesquisas online são as Pesquisas de Opinião, onde são levantadas informações sobre a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos pela sua empresa.

Para coletar informações adicionais de seus clientes de forma pontual, você pode criar um formulário de pesquisa com as perguntas certas e enviar o link deste formulário por e-mail para a sua lista os convidando para participar de sua pesquisa.

Recomendo separar as lista de e-mails e os formulários em clientes (compradores) e cadastros (não compradores). Isso é importante pois cada um destes grupos pode nos dar informações diferentes, além do fato de já termos informações mais detalhadas dos compradores devido ao seus dados de pedidos anteriores.

Para dar escala neste processo e tornar o processo de coleta de opinião contínuo, o ideal é criar uma automação em sua plataforma de e-mail para enviar o link da pesquisa alguns dias depois do pedido feito. É importante que a pesquisa seja enviada após a entrega do produto assim você pode avaliar a qualidade deste processo também.

Recomendo que o e-mail seja enviado de 10 a 15 dias após a compra, assim certamente o cliente já terá recebido o pedido e poderá avaliar não só o processo de compra como também o de entrega.

Sugestões de perguntas para inserir em sua Pesquisa de Opinião:

• Qual a sua faixa etária?
• Quando você costuma comprar em nosso site?
• O que te faz desistir de uma compra online?
• Qual sua forma preferida para receber as nossas novidades?
• Você teve dificuldade para comprar em nossa loja virtual?
• Sua compra foi entregue em dia e de forma adequada?
• Você recomendaria a nossa marca para seus amigos?
• Como podemos melhorar os nossos serviços?

A Amazon é especialista e sempre foi referência neste tipo de automação e pesquisa de satisfação, mas com o passar do tempo e a democratização das ferramentas de pesquisa e avaliação, este tipo de automação se torna cada vez mais comum.

Exemplo de e-mail com pesquisa de satisfação do cliente.

image10

As informações obtidas nas pesquisas podem ser ótimos insights para a melhoria de seu e-commerce ou para a coleta de informações antes de um novo projeto – a reformulação de uma loja virtual por exemplo.

Quando estiver fazendo ou participando da reformulação de uma loja virtual, faça uma pesquisa com seu público antes. Este processo trará informações valiosas para ajudar e direcionar o projeto.

Abaixo seguem algumas das perguntas que considero importantes para pesquisas com este perfil.

• Em qual dispositivo você costuma visitar o nosso e-commerce?
Você considera difícil encontrar um produto em nossa loja virtual?
O que acha do design e apresentação de nossos produtos?
O que acha da qualidade e clareza de nossas descrições de produto?
Como você classifica a performance de nosso e-commerce?
Como avalia o nosso processo de entrega?
Você recomendaria a nossa loja para seus amigos?

Montei um exemplo deste tipo de pesquisa super rápido usando o Typeform. Você pode ver (e responder) aqui.

image04

Nesta categoria também podem ser inseridas as “Avaliações de Produtos“, que usam a prova social, um dos gatilhos persuasivos mais eficientes para diminuir a insegurança do consumidor no momento da compra.

As avaliações são ótimas ferramentas para aumentar a conversão, mas o processo de solicitar a avaliação de produtos aos clientes não é muito simples, por isso muitas ferramentas foram criadas com este objetivo: gerenciar o processo de pesquisa/avaliação de produtos nas lojas virtuais.

Estas ferramentas, de fácil integração com a loja virtual, enviam e-mails automáticos e personalizados para os clientes incentivando a participação, além de administrar todo o fluxo e apresentação da avaliação no site.

Entre as ferramentas com este objetivo recomendo:

3- Seu e-commerce precisa aumentar o engajamento com sua audiência para aumentar o tráfego das mídias sociais e orgânico

Este não é um exemplo literal de pesquisa, mas está nesta lista pois traz benefícios diretos para seu e-commerce e pode ser criado em uma ferramenta de pesquisa como o Typeform. Estamos falando de Testes de Conhecimento ou Quiz.

Testes de conhecimento são ótimas maneiras de capturar e-mails qualificados para seu negócio on-line, engajar e divertir sua audiência. Não é raro uma quiz viralizar nas redes sociais gerando exposição da marca e tráfego gratuito.

Alguns exemplos de quiz ou testes de conhecimento voltados para e-commerce:

A marca de óculo Zenni usa um quiz para recomendar o melhor óculos para o formato de rosto de cada pessoa.

image14

image05

A Birtchbox também usa esta estratégia para engajar seu público, coletar e-mails e vender mais.

image09

image11

image12

Aqui no Brasil, um e-commerce que faz este tipo de ação muito bem é o Men’s Market, voltado para o público masculino. Aqui vemos um exemplo de como eles usam uma pesquisa para engajar e trazer o “produto perfeito” para o visitante.

Não tenho informações precisas, mas acredito que a taxa de conversão dos participantes desta pesquisa é mais alta do que a conversão média. Ao menos deveria.

Anúncio no Facebook para atrair os participantes.

image07

Quiz

image08

Tela de Resultado oferecendo o “produto ideal” para o meu tipo de cabelo.

image15

Muitas empresas de serviços também utilizam Testes de Conhecimento para engajar e capturar e-mails qualificados. Uma empresa que faz isso muito bem é a Resultados Digitais. Neste link você pode ver uma pesquisa focada em profissionais de marketing digital e negócios on-line, o perfil de seu público alvo.

A Unbounce também é um ótimo exemplo e utiliza o Typeform em seus testes de conhecimento para seu público alvo. São muito bem feitos, você pode vê-los aqui.

image03

4- Seu e-commerce precisa de ajuda na produção de conteúdo

Todo mundo que produz conteúdo enfrenta o mesmo desafio. Qual será o assunto do meu próximo artigo ou post? As pesquisas são uma ótima maneira de entender as dúvidas de seu público alvo e dessa forma produzir o conteúdo certo para ele.

O processo é bem simples, basta enviar um e-mail para sua lista com o link para a sua pesquisa. Se puder complementar com uma pequena campanha no Facebook para incentivar a participação, tenho certeza que os resultados serão ainda melhores.

Aqui eu recomendo a franqueza na comunicação. Vamos incentivar o gatilho da reciprocidade. “Me diz o assunto que te interessa que eu vou escrever um material incrível sobre ele para você.”

Considero uma troca justa.

Esta tática certamente funciona melhor com pessoas ou marcas que já tenham algum tipo de influência em seu segmento, assim a percepção de valor dessa troca é ainda maior.

Podemos até fazer um teste aqui, agora.

Criei uma pesquisa exatamente com este formato AQUI. (levou apenas 10 minutos)

É o mapeamento do Perfil do Profissional de E-commerce no Brasil. Estou fazendo esta pesquisa para profissionais do segmento, como você e depois irei montar um relatório (conteúdo!) bem completo com os resultados da pesquisa. Se você trabalha com e-commerce este material certamente será relevante.

image00

Este uso é apenas um exemplo de como as pesquisas podem ajudar na produção de conteúdo. Você também pode perguntar para o seu público qual assunto eles consideram relevante e criar conteúdos baseados nestas respostas. Bem fácil.

Importante!

Apesar de não ser parte do tópico abordado, minhas pesquisas normalmente estão integradas à plataforma de automação Active Campaign e a dos meus clientes ao Mailchimp. Como o Typeform, que normalmente eu uso, não tem integração direta com o Active Campaign, eu o integro com o Google Sheets utilizando o Pluga.co e depois uso o Zapier para conectar o Google Sheets ao Active Campaing. Pode parecer complexo, mas na prática não é. O melhor é que não há necessidade nenhuma de programação.

Esta integração descrita acima não é fundamental para o funcionamento das pesquisas, mas considero muito importante por viabilizar algumas ações como:

• Criar gatilhos automáticos para envio das pesquisas aos seus clientes;
• Inserir os e-mails capturados em suas listas ou CRM;
Enviar cupons de agradecimento pela participação.

Para facilitar a visualização desse sistema de ferramentas integradas, criei o mapa mental abaixo.

image13

Clique aqui para ver a imagem em tamanho maior.

Resumindo!

Como afirmei no início deste artigo as pesquisas on-line são fáceis e baratas e efetivamente podem mudar o rumo de seu negócio.

Mostrei, de forma prática, como as pesquisas podem ajudar o seu e-commerce caso ele:

1. Possua uma taxa de abandono de carrinho muito alta.
2. Precise entender o seu cliente para oferecer melhores produtos, de forma mais personalizada e eficiente.
3. Precise aumentar o engajamento com sua audiência para aumentar o tráfego das mídias sociais e orgânico.
4. Esteja com dificuldade de criar conteúdo relevante e de alta qualidade.

Citei também as ferramentas mais indicadas para ajudar nos casos acima, como:

Pop-ups de intenção de saída:

Formulários on-line:

Integradores:

E-mail marketing e Automações:

Avaliações e comentários:

Viu? Não é tão difícil assim. As dicas estão aí em cima, agora basta colocar a mão na massa e fazer a sua própria pesquisa on-line.

Depois não esqueça de compartilhar a sua pesquisa aqui nos comentários!

Os Correios informaram no início desta semana que vão descontinuar o e-Sedex. A mudança impacta diretamente pequenos e médios e-commerces de todo país, que não poderão mais contar com esse serviço para a entrega dos produtos da sua loja a partir de 1º de janeiro de 2017.

A estatal informou que não haverá renegociação ou formalização de contratos com o serviço e-Sedex, independentemente do estágio de negociação, e todos os processos que atualmente estão em análise serão devolvidos. Os contratos comerciais que contêm e-Sedex devem ser ajustados com a exclusão do serviço até o dia 31 de dezembro de 2016.

Além disso, a partir de 1º de janeiro de 2017 não serão mais aceitas postagens de encomendas por meio desse serviço, mesmo as que tiverem incluídas anteriormente em Pré-Lista de Postagem (PLP). Segundo os Correios, todos os clientes que tenham no contrato o serviço e-Sedex serão comunicados via carta até 30 de novembro.

Confira abaixo o comunicado na íntegra:

Correios_fim_esedex_mandae-1

O que é e-Sedex

E-Sedex é o serviço de encomenda expressa dos Correios para produtos adquiridos por meio do comércio eletrônico, ou seja, somente e-commerces que têm contrato com a estatal podem utilizá-lo.

Com o fim desse serviço, o pequeno e médio empreendedor deixa de contar com essa modalidade de envio, mas, ainda assim, encontra alternativas no mercado que oferecem uma gama de opções de frete de acordo com o que o deseja priorizar: melhor preço ou entrega rápida.

Texto publicado anteriormente no Blog da Mandaê.

Infográfico Ebit destaca o perfil do consumidor e apresenta todos os dados sobre a principal data do varejo eletrônico brasileiro

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturados pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$753, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index.

“Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

black-friday-2016

Bom resultado da Black Friday deve continuar impulsionando vendas no final de semana e na Cyber Monday

O e-commerce faturou R$1,9 bilhão na Black Friday 2016, alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 5%, para 2,23 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

Somado ao faturamento das quatro horas de quinta-feira (24), quando os principais e-commerces iniciaram suas promoções, o faturamento foi de R$2,06 bilhões, em linha com a previsão da Ebit, de R$2,1 bilhões para a edição de 2016.

“Os varejistas se prepararam antes e anteciparam muitos descontos das categorias mais buscadas pelos consumidores e isso acelerou parte das vendas para a quinta-feira, mas os picos de consumo continuaram acontecendo na madrugada de sexta-feira, especialmente entre às 0h e 1h”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O expressivo crescimento de 2016 mostra duas coisas, segundo Guasti. “A Black Friday está cada vez mais consolidada no calendário brasileiro do varejo e o crescimento do número de e-consumidores ativos, que subiu 17%, para 1,955 milhão, dos quais 281.264 usuários novos que fizeram sua primeira compra na internet”, diz o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

A alta no tíquete médio deve-se principalmente a maior participação de itens de maior valor agregado, porém potencializou uma mudança de comportamento do consumidor. “A crise econômica acabou ajudando a atrair novos consumidores que antes compravam produtos de maior valor agregado somente no varejo físico”, afirma.

Pedro Guasti acredita que o sucesso da Black Friday deve refletir-se também nas vendas do final de semana e na segunda-feira, conhecida como “Cyber Monday”. “A tendência é que os varejistas que ainda possuem estoque prolonguem suas promoções, praticando descontos semelhantes aos concedidos na noite de quinta-feira (24) e sexta-feira (25). 

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume de pedidos):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o. Moda e acessórios
4o. Eletrônicos
5o. Informática

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume financeiro):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o Eletrônicos
4o Informática
5o. Casa e Decoração

Faturamento do e-commerce cresceu 236% na quinta-feira (24); na madrugada, cerca de 50 pedidos foram realizados por segundo

Balanço parcial da Ebit aponta que as vendas da Black Friday atingiram R$519 milhões das 20h de quinta-feira (24) até às 8h desta sexta-feira (25). O faturamento é 60% superior ao registrado em 2015, no mesmo intervalo. Na mesma base de comparação, o número de pedidos cresceu 23%, de 621 mil para 763 mil.

No intervalo de maior movimento da Black Friday, entre 0h e 1h, foram realizados cerca de 50 pedidos por segundo no varejo eletrônico brasileiro.

Monitoramento realizado pela Ebit na última quinta-feira indica que, com o início dos descontos, o e-commerce faturou R$354,9 milhões nesta quinta-feira (24), alta de 236% na comparação com o mesmo dia da semana anterior (17), quando o faturamento foi de R$105,7 milhões.

“Comparando os dados da terceira semana de novembro ante a anterior, verificamos um faturamento 19% menor. Essa redução preliminar aliada ao crescimento registrado ontem mostra que as antecipações de promoções feitas pelos varejistas não surtiram o efeito esperado. O consumidor realmente estava aguardando a Black Friday para comprar”, afirma André Dias, diretor de Operações da Ebit.

“Caso sejam mantidas as promoções, a tendência é que a Black Friday 2016 atinja a previsão inicial da Ebit, que é de R$ 2,1 bilhões em faturamento somente nesta sexta-feira, alta de 30% ante o ano passado. Nossos clientes também podem acompanhar o desempenho de sua loja frente ao mercado em tempo real, utilizando a Ebit Real Time”, destaca Dias

Referindo-se à ferramenta que permite aos varejistas a realização monitoramento dos principais indicadores do e-commerce – captura de vendas, captura de pedidos, tíquete médio capturado e share por dispositivo -, além do cruzamento das informações para a geração de análises.

Em períodos como a Black Friday, a caixa de entrada dos usuários se torna um verdadeiro campo de batalha em que as marcas disputam a atenção e o volume de campanhas cresce consideravelmente. Os destinatários chegam a receber, em média, 50% mais mensagens promocionais.

Esse excesso de informações exige que profissionais de e-mail marketing tenham ainda mais cuidado ao planejar suas estratégias. É muito curto o espaço de tempo em que um usuário decide se vai abrir, deletar ou ignorar uma mensagem.

Nesse processo de atração do cliente no ambiente do e-mail, a linha de assunto das mensagens se torna um fator muito relevante nas taxas de abertura das campanhas. Destaco a necessidade de atenção especial a 10 pontos:

1- Personalização

Colocar o nome dos usuários na linha de assunto faz com que se sintam especiais, além de dar maior credibilidade à sua marca, mostrando um forte laço de engajamento. Mas você pode ir além, utilizando os dados que possui sobre os assinantes para personalizar o assunto de acordo, por exemplo, com o time para qual torcem, sexo, localização, etc.

Porém, também é preciso ter cautela ao usar essas informações: não adianta adicionar em todas as campanhas o nome dos clientes, pois isso pode fazer com que se sintam saturados e suas mensagens não pareçam mais exclusivas, deixando de chamar a atenção.

Tenha cuidado ao utilizar dados que não possui de toda a sua lista, para não enviar e-mails que fiquem com assuntos incompletos, como: “Nome do cliente, confira esta promoção”.

email1

Exemplo de mensagem que explora o nome do usuário em um e-mail de aniversário.

2- Estimule a curiosidade de seu usuário

Faça perguntas no assunto do e-mail ou o incentive a procurar uma informação ao abrir e clicar em sua mensagem. O uso de algumas palavras que se correlacionam com o senso de urgência também performa muito bem, por exemplo: ‘Ainda dá tempo’, ‘Corra e aproveite’, ‘Último dia’…

3- Use e abuse do pre-header

Principalmente para complementar sua linha de assunto. Sempre que possível, personalize também esse elemento, mas evite deixá-lo como: ‘Clique aqui para visualizar seu e-mail no navegador’ :/

email2

Exemplo de mensagem com uma boa utilização de pre-header personalizado.

4- Sender Name

Eu, particularmente, não gosto de sender names como: ‘Fulano, do E-commerce X’, e as empresas usam essa estratégia para parecer que estão tratando com proximidade seu usuário, porém acredito que deva-se utilizar apenas o nome da marca.

Ela sim é conhecida pelos clientes, que não fazem ideia de quem seja Beltrano ou Ciclano!

5- Tamanho

Seja breve nos assuntos – nada de escrever um “textão” na linha de assunto do e-mail, pois diversos provedores irão “cortá-la” e seu usuário irá ler apenas as primeiras palavras. Confira a lista de quantidade de caracteres por provedores.

Isso vale também para quem abre mensagens no mobile. O recomendado é que se utilize de 41 a 50 caracteres na linha de assunto, porém nunca exceder a 70 caracteres. Nesse caso, menos é mais 😉

6- Faça um benchmark de seus concorrentes ou de empresas que considere com estratégias de linha de assunto positivas

A Return Path possui o SLO (Subject Line Optimizer), que pesquisa as palavras-chave de seu assunto e compara com mensagens da concorrência que já utilizaram esses mesmos termos, mostrando a efetividade da campanha por meio da taxa de leitura.

7- Utilize caracteres especiais e números

Smiles, corações e estrelas sempre são bem-vindos e se destacam na caixa de entrada – alguns provedores mostram eles até coloridos! E isso, com certeza, se usado com moderação, impacta positivamente na taxa de abertura. Brincadeiras com números, como contagens regressivas, também resultam em um bom engajamento.

email3

email4email5Exemplos de linhas de assunto que utilizam caracteres especiais.

8- Utilize palavras-chave

Palavras como ‘Desconto’, ‘promoção’, ‘off’ e outras antigamente impactavam negativamente a entregabilidade, pois os provedores as julgavam como tendenciosas a spam, porém hoje em dia o que vale muito é o seu engajamento com o cliente, e esses termos na linha de assunto não afetarão em nada sua reputação.

9- Linguagem da marca

Se sua marca usa linguagem informal, utilize gírias para lidar com o público, mantendo a mesma abordagem na hora de elaborar o assunto das mensagens. Não seja cordial com um público que é despojado e vice-versa. Fale a língua do seu cliente.

email6

Exemplo de um bom uso de linguagem da marca.

10- (E mais importante) Teste sempre

O teste A/B com linhas de assunto é pouco usado e precisa ser mais explorado. Mensure os testes pela taxa de abertura, cliques e até mesmo conversão. Só assim você irá conhecer o seu público e mensurar a efetividade de sua linha de assunto.

Não há mágica para uma linha de assunto perfeita. Teste o que funciona para sua marca e para os seus usuários, e boa sorte!

email7

Exemplo em que a palavra “teste” foi esquecida na linha de assunto.

O potencial de conversões e vendas da Black Friday é enorme, e atualmente isso é fato não só nos Estados Unidos, onde a tradição dos descontos surgiu, mas em todo o mundo. Para entender um pouco melhor os efeitos da data sobre os e-commerces, e identificar formas de explorar o seu máximo potencial, analisamos os anúncios de clientes em 40 mercados diferentes.

A partir dos dados estudados, descobrimos que as campanhas digitais tiveram um desempenho cerca de 70% superior na Black Friday de 2015, e quase 30% maior na Cyber Monday, em comparação com o resultado médio de todo o mês de novembro do mesmo ano. Além disso, o tráfego total nos sites também foi mais de 30% maior na sexta, e 20% superior na segunda.

A Black Friday é mais do que um dia de promoção. Além das vendas tradicionais do período, é uma oportunidade única para as marcas criarem interesse e influenciarem o envolvimento futuro dos clientes. Se os comerciantes conseguirem fornecer os melhores negócios online quando os consumidores estão ativamente procurando por isso, fica mais fácil para eles conquistarem o reconhecimento da marca, e até mesmo alavancar as vendas do período de fim de ano, já visando o retorno futuro desses clientes.

Personalizar os anúncios focando os usuários individualmente durante o período é uma das formas mais poderosas para os comerciantes incentivarem as compras dos visitantes de seus sites e maximizarem o retorno sobre o investimento.

Crie campanhas “teaser” da Black Friday para usuários inativos

Criar um senso de urgência é importante durante a Black Friday e a Cyber Monday. Por exemplo, com o retargeting personalizado, os comerciantes podem exibir anúncios com produtos para os quais o usuário já tenha demonstrado interesse antes, e que incluam uma oferta personalizada e específica para aquele momento.

Os visitantes que navegaram pelo site dias, semanas ou mesmo meses atrás podem não ter comprado na ocasião, e a Black Friday é uma grande oportunidade para incentivá-los a levar produtos que eles já querem.

O retargeting ainda torna possível preparar uma campanha teaser para informar os clientes sobre as promoções que estão por vir na Black Friday ou na Cyber Monday. Deixe que os banners digam, por exemplo:

“Ei! Faz algum tempo que não o vemos em nosso site, venha conferir o que preparamos para você na Black Friday e na Cyber Monday”.

Atraia consumidores que querem comprar agora

As ferramentas de retargeting ajudam a impactar os usuários no momento em que eles estão com a maior intenção de compra, além de permitirem criar conexões com consumidores nos momentos atuais e futuros.

Anúncios que respondam e se adaptem rapidamente às particularidades de cada indivíduo permitem envolver e reengajar os usuários certos no momento certo, o que é fundamental para a curta janela de oportunidade criada durante o fim de semana da Black Friday e da Cyber Monday.

A partir de uma estratégia de anúncios personalizados, as campanhas podem ser otimizadas em tempo real para que exibam produtos que já foram visualizados pelos consumidores durante a Black Friday e, em seguida, tragam descontos ou lembretes na Cyber Monday, por exemplo.

Explore datas futuras para maximizar vendas e promoções

As campanhas de retargeting também podem focar não apenas uma compra única, mas uma série completa de eventos de engajamento para os consumidores. Um anúncio inteligente não deve apenas levar em conta o histórico e as necessidades de um cliente.

Precisa também despertar o seu interesse sobre outros produtos. Ao configurar a campanha para a Black Friday, é possível já focar a jornada do consumidor como um todo, a fim de facilitar suas compras de fim de ano com dicas sobre o que mais ele pode precisar.

Por exemplo, se o cliente tiver comprado uma jaqueta de inverno durante as vendas da Black Friday ou da Cyber Monday, o retargeting personalizado poderá exibir anúncios com produtos correspondentes, como lenço ou luvas, nos próximos dias e semanas. Este planejamento sequencial de anúncios permite incentivar o usuário a considerar comprar naquele e-commerce também antes do Natal.

Os dados utilizados nesta pesquisa foram extraídos de ferramentas de retargeting personalizado desenvolvidas pela RTB House.

Para quem está começando um negócio agora e decidiu trabalhar com produtos estrangeiros, importar pode parecer um bicho de sete cabeças à primeira vista. Mas neste artigo vamos te mostrar passo a passo como escolher um fornecedor e negociar um acordo de importação.

Para isso, vamos utilizar o site Alibaba, a maior loja online do mundo e que reúne milhares de fornecedores asiáticos que você pode contatar através do próprio site sem nenhuma burocracia.

1- Começando do princípio: escolhendo o que quer vender

No Alibaba você vai encontrar uma infinidade de produtos e preços. Pense bem no público e segmento que quer atingir para não acabar se perdendo e comprando produtos que ninguém vai se interessar no Brasil.

Escolhidos o público e o segmento (sapatos masculinos, por exemplo), faça uma pesquisa de quais itens disponíveis no site você gostaria de importar: sapatos sociais, botas, chinelos, etc.

A próxima coisa que eu vou falar não é uma regra, mas não custa nada tentar segui-la: escolhidos os tipos de produtos, tente encontrar o máximo de itens que você deseja do mesmo fornecedor. Por que? Bom, porque quanto mais produtos comprar de um mesmo fornecedor, mais chances de conseguir uma negociação melhor você terá, simples assim.

2- Entrando em ação: fazer o contato com o fornecedor através do Alibaba

A melhor parte do Alibaba – e o que o diferencia dos e-commerces tradicionais – é que ele permite que você entre em contato diretamente com o fornecedor.

Você pode fazer isso de duas maneiras: clicando em “Contatar Fornecedor” ou em “Solicitar Cotação”. As duas formas são parecidas, mas a ideia é que ao solicitar uma cotação você receba a informação de valores de várias empresas diferentes, já que a solicitação será enviada para vários fornecedores com perfis semelhantes ao escolhido por você.

Para mandar uma comunicação efetiva ao fornecedor lembre-se de mencionar na mensagem os seguintes pontos:

• Qual a quantidade desse tipo de produto que você gostaria de importar e quantas unidades de cada variação (tamanho, cores, etc);
• Qual a quantidade mínima por produto (QMP) que você pode importar;
• A frequência com a qual você gostaria de fazer essa importação e qual o valor que ele conseguiria te oferecer para ser um fornecedor recorrente;
• Quais as opções para o pagamento do pedido que ele pode te oferecer;
• Existe algum custo para o envio de amostra do produto em questão antes de fechar a negociação?

Essa última pergunta é fundamental para você ter certeza que não está levando gato por lebre e de fato comprando produtos com uma boa qualidade.

Enviada a mensagem, leve em conta que pode demorar alguns dias para que você receba um retorno. Enquanto isso, continue pesquisando outros fornecedores para ganhar tempo caso a primeira opção não atenda às suas necessidades.

3- Acertando os detalhes da negociação

Depois que você já recebeu a amostra do produto e decidiu por continuar o processo de importação, você precisará acertar alguns detalhes com o fornecedor antes que o acordo seja finalizado.

Forma de pagamento do pedido

Existem muitas formas de realizar um pagamento internacional, porém, a maioria delas não oferece nenhuma garantia caso você sofra um golpe.

Tome muito cuidado com esse ponto da negociação; além de só fazer acordo com fornecedores certificados, dê preferência aos que permitem o pagamento do pedido através do PayPal, uma das formas mais fáceis e seguras de se pagar por uma compra internacional.

No que diz respeito às taxas de importação que devem ser pagas, leve em consideração que a maioria das negociações são fechadas no modelo FOB (Free on board), onde o exportador se responsabiliza por todos os custos até o embarque da carga no navio, enquanto o importador se responsabiliza pelos custos do destino, como desembaraço da carga.

Quando o pedido será entregue?

Se você nunca comprou da China ou de qualquer outro país, talvez não saiba que as encomendas geralmente demoram de 40 a 60 dias para serem entregues, mas esse prazo é só uma estimativa.

Na realidade, os pedidos podem demorar mais se a mercadoria precisar passar por um dos chamados canais de inspeção alfandegária ou se o navio precisar mudar a rota por algum motivo, por exemplo.

Portanto, é melhor não fechar a negociação em cima da hora para não correr o risco de ficar literalmente a ver navios.

Será que é seguro comprar desse fornecedor estrangeiro?

Uma coisa é insistir em algo que acredita mesmo que exista uma chance de dar errado, outra é dar um passo maior que a perna e correr riscos desnecessários.

Não feche negócio apostando todas as suas fichas se ainda não estiver totalmente seguro que o fornecedor vai ser capaz de entregar o seu pedido com a mesma qualidade que a amostra. Mesmo que você tenha que atrasar o lançamento da sua loja, nesses casos a pressa costuma ser inimiga da perfeição.

Tire todas as dúvidas para ter certeza de que os dois lados estão falando “a mesma língua” quanto ao que deve ser entregue; isso evitará prejuízos posteriormente. Existem milhares de outros fornecedores seguros e certificados no Alibaba, então não tenha medo de dizer um “não” se estiver desconfiado do acordo.

Se a sua empresa já está com a documentação em dia e você pretende comprar uma leva muito grande de produtos (mais de 20 mil dólares), pergunte ao fornecedor se o pagamento pode ser feito através de uma carta de crédito. Essa é uma forma mais segura (para ambos) de fazer pagamentos de grandes quantias a distância.

Entendido?

É possível começar a importar com sucesso para seu e-commerce mesmo que você nunca tenha tido experiência com isso antes.

Estudar bem o modelo de negócio e as práticas mais comuns, tomar algumas precauções básicas de segurança (principalmente com relação ao seu dinheiro) e desconfiar de qualquer proposta “milagrosa” já são boas dicas para que você consiga importar sem problemas.

Muitos lojistas se perguntam quando é o momento certo de reformular o layout da sua loja virtual. Pensando nisso, escolhi 3 bons motivos para você pensar e refletir antes de iniciar um projeto de redesign. Deixe os gostos pessoais de lado, leia com atenção e veja se seu e-commerce se encaixa em algum deles.

1- Não sei como meu usuário esta interagindo com minha loja virtual

heatmapExemplo de resultados de programas de mapa de calor e relatório de Google Analytics. 

Antes de pensar em reformular o layout da sua loja virtual é muito importante entender o seu público. Qual sua taxa de conversão, os pontos onde há maior desistência no processo de compra, o que ele procura, onde clica, etc.

Ter um especialista ao seu lado e saber analisar as estatísticas é essencial para saber se o que você precisa é ou não uma reformulação total da sua loja. Há casos que, realizando melhorias contínuas, adicionando novas funcionalidades, fazendo contantes testes AB, te farão alcançar melhores resultados do que fazendo uma mudança radical.

Tomar as decisões com foco no perfil do seu consumidor e segmento é preciso para que sua loja “converse” com o usuário.

2- Minha loja virtual não tem uma boa experiência em telas de celulares e tablets

Entender o perfil do consumidor que chega até sua loja é o primeiro passo. Em segundo (e não menos importante) é entender com qual dispositivo seu consumidor está acessando sua loja prioritariamente. Sua interface possui uma boa experiência de navegação e compra para este dispositivo?

Hoje em dia, está se tornando cada vez mais comum o primeiro contato com às lojas virtuais ser feito através de smartphones, e não é surpreendente avaliarmos lojas com mais de 60% dos acessos vindos desses dispositivos, porém com uma conversão baixíssima. O erro? Uma interface que não é responsiva ou mobile para “receber” seu cliente de maneira apropriada.

Manter a unidade na identidade visual entre a loja que é apresentada no computador, tablet e smartphone fará com que seu consumidor se encontre mais facilmente, garantindo assim uma ótima experiência de compra.

vestem-responsivoLayout responsivo da loja Vestem. Adaptação dos conteúdos e unidade na identidade visual e navegação entre os dispositivos. 

3- Comprar na minha loja virtual exige pensar muito e dar muitos cliques

blog-post“RG, CPF, data de nascimento, apelido, senha com maiúscula + número + carácteres… Sério?”

O usuário não gosta de pensar muito e comprar não pode ser uma tarefa complicada. Não é no físico, porque seria pela internet? O comportamento de compra pela web, geralmente é realizado em horário de trabalho, e ninguém quer perder muito tempo pra fazer um pedido.

“Estou no meio das minhas tarefas do dia!” Focar no que é básico e em funcionalidades que facilitarão não só o entendimento do usuário, como também seu processo de compra, é de extrema importância para engajar o cliente e aumentar sua taxa de conversão e recompra. Quantos cliques você deu até fechar um pedido? Sua loja responde rápido aos cliques e interações do usuário?

Muitos usuários desistem no processo de compra na finalização do pedido por acharem o processo muito burocrático. Realizar uma compra deve ser fluído!

Conclusão

Pense em todos os tópicos antes de reformular totalmente sua loja. Se você se identificou com um dos motivos, ótimo! Você já sabe o qual caminho seguir. Agora, caso tenha se identificado com os 3, é fato que o layout da sua loja precisa ser reformulado.

Procure um especialista com dados e estatísticas de sucesso do seu e de outros segmentos. Converse com os clientes da plataforma ou agência que deseja contratar para investir com mais segurança e tenha ótimos resultados!

Publicado anteriormente no Blog da Quatro Digital.