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Crescimento foi de 8,7% na comparação ao mesmo período de 2016; Smartphone foi o produto mais comprado no comércio eletrônico

O Dia dos Pais 2017, celebrado no último domingo (13), movimentou R$1,94 bilhão no e-commerce, alta de 10,1% ante aos R$1,76 bilhão registrados no ano passado.

O número de pedidos expandiu 5,1%, de 4 milhões para 4,2 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$462, alta de 4,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Ebit,referência  em informação sobre o comércio eletrônico brasileiro.

“Assim como nos principais eventos do primeiro semestre – Dia das Mães e Dia dos Namorados – o e-commerce registrou um desempenho muito positivo no Dia dos Pais. Por ser a primeira do segundo semestre, a data é um excelente termômetro para as vendas no restante do ano. Depois deste resultado, nossa expectativa é de Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday também registrem um faturamento robusto”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O monitoramento da Ebit considerou as vendas realizadas no comércio eletrônico entre os dias 29 de julho e 12 de agosto.

Confira abaixo as cinco categorias mais vendidas:

O e-commerce no Dia dos Pais de 2015 a 2017

Veja mais números do e-commerce brasileiro:

Os números do mercado de E-commerce

Imagem do Planetpaper.com

A expansão do comércio eletrônico tem criado profundas mudanças em diversos setores do mercado, inclusive o de embalagens. Ao contrário da crença de que o invólucro do produto tem funcionalidade estética, agora vendedores online precisam repensar o acondicionamento dos seus objetos, que devem chegar intactos ao consumidor.

O principal objetivo do pacote é garantir a proteção do produto e isso é especialmente importante para envios de e-commerce, que muitas vezes enfrentam um sistema postal imprevisível. As consequências de um produto danificado podem ser medidas não apenas em dinheiro, mas também na reputação da marca.

De acordo com um estudo da Association for Packaging and Processing Technologies (PMMI), o custo de substituição de um item avariado pode ser até 17 vezes o custo do transporte, além disso, comentários negativos no site, resultantes de prejuízos com o objeto, podem levar meses para contrabalançar com os positivos.

A pesquisa Packaging for e-Commerce Success, realizada pela empresa Sealed Air, aponta que três em cada cinco americanos (58%) dizem que a sua relação com o lojista seria impactada de alguma forma se eles recebessem um produto quebrado ou danificado.

Quase dois em cada cinco (38%) admitem que iriam considerar a compra de um concorrente antes de comprar da loja novamente e um em cinco (20%) não faria novas compras nessa loja. Apesar dos dados serem referentes ao comportamento de compradores de outro país, é possível ter uma noção do quanto um produto danificado prejudica o e-commerce.

Para evitar essas situações e garantir uma experiência de marca positiva, é importante que a embalagem tenha o tamanho adequado para o objeto – assim evita que fique “chacoalhando” de um lado para outro – e seja resistente para suportar todas as etapas do envio. Itens de proteção como plástico bolha, almofadas de ar e isopor continuarão fazendo a diferença em decorrência de sua capacidade de proteger as mais diversas mercadorias.

Como reduzir danos no pacote:

1- Utilize materiais de embalagem resistentes e de qualidade;

2- Escolha uma caixa adequada ao produto, quanto mais espaços vazios no interior da caixa, mais chances do objeto se mover e ser danificado;

3- Para alguns vendedores, é melhor evidenciar sua marca no interior da caixa (como um cartão de agradecimento ou adesivo da empresa próximo ao objeto), do que colocar seu logotipo na parte externa para evitar roubos;

4- Invista em uma empresa de coleta, empacotamento e envio, que terá a expertise necessária para assegurar a embalagem mais apropriada à sua mercadoria.

O ano de 2017 está sendo marcado pela consolidação do modelo marketplace no e-commerce brasileiro. Depois de muitos anos de expectativa, a Amazon finalmente iniciou suas operações no Brasil, primeiramente com livros.

Gigantes como B2W e Via Varejo demonstraram em seus balanços trimestrais que praticamente dobraram o GMV nas vendas de produtos de terceiros na comparação com o mesmo período de 2016, com o Magazine Luiza reforçando suas operações e o anúncio recente do Buscapé inaugurando a entrada nesse mercado, mas sem deixar de lado sua essência de comparador de preço.

O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

Esses fatos comprovam que, para os grandes players do e-commerce, vender via marketplace é muito vantajoso, tanto do ponto de vista financeiro quanto do operacional. Além de impulsionar receitas (por meio do comissionamento das vendas dos produtos de terceiros), os varejistas conseguem ampliar o sortimento e, em muitos casos, aumentar o tíquete médio e fidelizar o consumidor.

Mas e para os pequenos e os médios lojistas, será que a equação também é favorável? Listo abaixo seis vantagens desse modelo de negócios:

1) Redução de custos

Com relação aos custos, o marketplace permite ao empreendedor economizar com criação e manutenção de um website próprio. Aliás, é importante frisar que ter um site continua sendo importante, mas não é mais essencial. Para se destacar no e-commerce, o vendedor precisa de bons produtos e preços competitivos.

Com a operação mais enxuta, o custo com mão de obra é menor. Detalhe importante: o plano de marketing também fica a cargo do marketplace.

Por que a reputação é tão importante nas vendas em marketplaces?

2) Menos preocupações

Garantir um sistema seguro e integrado aos meios de pagamentos sempre foi um dos principais gargalos para os pequenos lojistas, tanto do ponto de vista financeiro quanto do operacional.

No marketplace, todo o conjunto de marketing e venda desde o recebimento do pedido, formalização do pagamento e detecção de fraudes é de responsabilidade do varejista.

3) Visibilidade

A visibilidade dos produtos na busca orgânica será dada pela plataforma escolhida. Outra vantagem: os grandes marketplaces também são os mais bem colocados nos motores de busca. Em outras palavras: a chancela dada pela plataforma atrai mais público (diversificado e de outros segmentos) de forma orgânica, propiciando mais vendas.

4) Só paga se vender 

O marketplace tem seu modelo de negócio baseado no CPA (custo por aquisição). O comissionamento varia de 12% a 16%, a depender da plataforma e da categoria do produto. Não é uma margem baixa, mas o seller só paga se vender.

Além disso, não existe nenhum outro investimento para estar nesse tipo de plataforma. Não é cobrada mensalidade ou anuidade e o investimento em marketing, como dissemos acima, também é de responsabilidade da empresa.

5) O consumidor também ganha

Essa relação não é ganha-ganha apenas para os sellers e marketplaces. O aumento de sellers amplia e diversifica o sortimento dos varejistas, o que faz com que o mercado se torne mais competitivo. Para o consumidor, isso é sinônimo de economia.

6) Regulação

O Banco Central regulará os pagamentos realizados em marketplaces – o prazo foi prorrogado recentemente para 28 de setembro de 2018. A regulamentação, segundo a autoridade monetária, trará avanços para o setor, já que nivelará os participantes do mercado nas mesmas condições de concorrência e segurança, reduzindo barreiras de entrada decorrentes da atuação verticalizada de alguns agentes.

A fragilidade jurídica dos pequenos empreendedores no marketplace

Para escolher a melhor plataforma para alavancar seu negócio, o seller deve avaliar o posicionamento de mercado do marketplace. Além da reputação da loja, que pode ser verificada por empresas certificadoras como a Ebit, é preciso pesar se aquela é a empresa que tem a melhor sinergia com o produto oferecido.

Outra coisa: o e-commerce é um mercado dos mais dinâmicos. Por isso, o sucesso nos negócios está diretamente ligado à capacitação a atualização do empreendedor sobre as plataformas e ferramentas disponíveis no mercado. Para estar entre os melhores, é preciso surfar sempre na crista da onda. O marketplace é uma tendência global e, neste momento, todos os indicativos apontam que veio para ficar.

O Dia dos Pais 2017 está entre as datas comemorativas mais importantes para o comércio eletrônico brasileiro, sendo superada apenas por ocasiões como o Natal e a Black Friday. Em 2016, segundo a Ebit a data movimentou R$ 1,76 bilhão em vendas e a projeção é de que esse desempenho seja superior neste ano.

Vendas no e-commerce devem crescer 10% no Dia dos Pais em 2017

Para aproveitar esse pico de demanda, listei 5 dicas que fazem toda a diferença na preparação da sua loja virtual para as vendas do Dia dos Pais:

1- Escolha produtos com potencial de vendas

Oferecer lembrancinhas já não é o melhor modo de agradar os pais. Em 2016 o tíquete médio (gasto médio) dos produtos vendidos pelo e-commerce na ocasião foi de R$ 441, conforme a Ebit.

Entre os presentes mais populares do período estão os eletrônicos. Itens como notebooks, câmeras digitais, celulares, tablets e mp3 players ocupam o topo do ranking de produtos mais vendidos em 2015, apontou uma pesquisa realizada pelo Mercado Livre. Em 2016, itens como tênis, barbeador elétrico e relógios foram os mais procurados.

E como é comum na maioria das compras, os consumidores iniciam a jornada procurando informações e comparando preços.

Um estudo divulgado pelo Google indica que nos primeiros dias de agosto cresce o fluxo nas categorias de varejo, com destaque para smartphones e calçados esportivos.

Com base nessas informações, a melhor estratégia é reforçar o estoque desses produtos e, ao mesmo tempo, oferecer preços competitivos ou descontos.

2- Prepare a loja para o aumento na demanda

Não é possível prever a demanda do seu negócio com exatidão, mas um bom planejamento pode fazer toda a diferença. Se a loja online está no ar há mais de um ano, vale verificar o histórico de pedidos dos anos anteriores para usar como uma referência.

Com base nessas informações é possível reforçar o estoque, comprando um volume maior de produtos. Isso permite uma negociação antecipada com os fornecedores, aumentando as chances de êxito. Também é possível preparar e ampliar a equipe de apoio para dar conta do aumento no número de pedidos, agilizando o preparo e envio das encomendas.

3- Faça uma seleção criteriosa de fornecedores

As compras realizadas no período de Dia dos Pais possuem uma forte carga emocional, já que se trata de um item que será dado como presente. Se o consumidor enfrentar algum tipo de problema, toda a frustração será projetada sobre a loja, prejudicando a reputação da marca. Isso exige do lojista uma postura mais criteriosa junto aos fornecedores para evitar falhas.

Em primeiro lugar, é necessário vender apenas produtos com alta qualidade. Deste modo evitam-se problemas como quebras e avarias ou mesmo a devolução do produto. Também vale a pena apostar em itens com um bom período de garantia. Isso deixa o consumidor mais confiante para finalizar a compra.

4- Escolha os melhores canais de venda

Na hora de fazer as compras de Dia dos Pais, a maior parte dos consumidores procura produtos nos sites das grandes redes varejistas. Isso gera uma oportunidade valiosa para os lojistas que aproveitam o potencial dos marketplaces.

Apostar nesse canal de venda cria a oportunidade de ampliar a abrangência geográfica do negócio, expondo os produtos para um número maior de clientes. Além disso, a venda nos marketplaces apresenta diversas vantagens que favorecem a gestão e o aumento do faturamento nas vendas online.

5- Envie os produtos dentro do prazo

As compras de Dia dos Pais têm data certa para entrega, portanto os atrasos são intoleráveis. O lojista precisa monitorar constantemente os pedidos, fazendo o embalo e despacho rapidamente. Os prazos de entrega também precisam ser realistas, de modo a não gerar frustração para o cliente. Caso algum problema aconteça, é importante comunicar o cliente rapidamente, apostando na transparência.

Também vale a pena apostar no overdelivering, oferecendo algum brinde ou vantagem, como uma mensagem personalizada ou um cupom de desconto. Isso ajuda a sustentar a reputação da loja.

Descubra o que é overdelivering e como aplicar agora em suas vendas

Antes de mais nada, quero deixar claro que sou São Paulino doente. Daqueles que desliga o telefone e fica de mau humor o resto do dia caso meu time não jogue bem. Ganhar ou perder faz parte do jogo, mas o que me tira do sério é a falta de integração do time.

Justiça seja feita, quando vejo o Corinthians jogar, a realidade é completamente diferente. Vejo um time organizado, com uma defesa sólida, um meio de campo organizado e uma ligação eficiente desde a defesa até o ataque (eventualmente, com a realização do gol). É um time que funciona, onde as parte são conectadas e conversam entre si.

O mais curioso disso tudo é que o time do São Paulo teve muito mais tempo e dinheiro para se planejar. O técnico estava contratado desde o ano passado, foram feitos fortes investimentos em novos recursos e o clube teve um grande período de preparação.

Enquanto o Corinthians aproveitou um técnico da base, trouxe jogadores mais baratos e muitas vezes com pouco crédito e começou a temporada sendo considerado um “catado” de jogadores (cenário que lembra meu glorioso Tricolor de 1991 e 1992 comandado pelo mestre Telê, mas talvez poucos tenham tido a magnífica oportunidade de ver aquele time jogar).

Mas agora você deve estar se perguntando o que tudo isso tem a ver com a gestão do seu e-commerce? Nós, da GS&Comm, enxergamos que alguns pilares que fazem um time funcionar são os mesmos que devam estar presentes em seu negócio para que ele tenha sucesso. Claro que isso é uma grande analogia, mas vamos falar mais sobre cada um deles.

Propósito (Objetivos)

Há alguns anos, o Corinthians vem trabalhando em um time que pensa em ser campeão. Entre erros e acertos, a ideia é montar um time que seja competitivo e que consiga enfrentar seus concorrentes de igual para igual. No caso do São Paulo, o time começou com a mentalidade de transformar um grande ídolo em um técnico de futebol, fugindo completamente de seus objetivos.

Para um e-commerce, a ideia é exatamente a mesma. Você precisa desenhar um plano de negócio, analisar a concorrência, mensurar quais serão seus principais obstáculos. Com isso, traçar um objetivo factível e evitar fugir desse caminho.

Certamente haverá correções de rota, mas sua loja precisa de um propósito bem definido. Isso ajudará você a identificar melhor seu cliente, definir com mais clareza seu sortimento de produtos e combater mais firmemente a concorrência.

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Cultura (Técnico)

Nesse período em que o Corinthians definiu seus objetivos, ele também implementou uma cultura bem definida, conhecida por todos como a “Era Tite”. Mesmo o técnico tendo saído do time, a cultura permaneceu, pois foram escolhidos substitutos que tivessem sinergia com essa cultura e que soubessem respeitá-la. Enquanto isso, no São Paulo, depois de um período de firme cultura definida pela “Era Murici”, o time conseguiu trocar mais de dez vezes de técnico nos últimos dois anos. Ou seja, perdeu a linha central que segura um time unido.

No mercado digital, ou nesse caso, em qualquer outra empresa, uma cultura clara que seja abraçada por todos seus funcionários é primordial para que a empresa funcione com o mínimo de ruídos possível e que os direcionamentos sejam incorporados de forma natural e sem conflitos internos. Trazendo para o mundo real, o Whole Food (recém adquirido pela Amazon) coloca essa cultura como um dos pilares de seu sucesso. Pois, todos os funcionários acreditam na cultura da empresa e viram seus embaixadores. Todos têm orgulho de vestir essa camisa.

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Infraestrutura (Setor defensivo)

Nem sempre é preciso ter as melhores ferramentas de mercado para montar uma infraestrutura técnica eficiente. Algumas empresas, a partir de soluções caseiras, conseguem ter resultados maravilhosos. Enquanto isso, outras resolvem investir em ferramentas de ponta, mas ainda não estão preparados para elas.

Os sistemas não se conversam e têm potenciais muito superiores aos que estão sendo colocados em prática. Assim, a empresa desvia recursos valiosos para adquirir essas ferramentas, enquanto deixam de investir em áreas mais importantes. Nesse sentido, o mais importante é você ter um sistema que atenda sua demanda de forma eficiente, com o mínimo de esforço possível e maximamente automatizado.

No caso das defesas dos dois times é a mesma coisa. O Corinthians mantém um esquema que funciona para o time: mesmo trocando as peças, as rotinas permanecem as mesmas e apresentam um bom funcionamento. Enquanto isso, seu rival não consegue completar sequer alguns jogos com o mesmo padrão. Isso causa falhas e resulta em resultados negativos.

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Processos (Meio campo)

A partir desse momento, se você não tem uma infraestrutura bem ajustada, nada pode acabar bem. Se a infraestrutura é modificada a todo momento, por consequência, será necessário ajustar todos os seus processos novamente.

Estoque, faturamento, expedição, compras, todos os setores precisam reaprender a trabalhar com uma nova dinâmica. Isso desgasta a equipe, faz com que o time tenha que correr mais do que o necessário, os organizadores não têm tanta clareza para quem devem tocar a bola, precisam reaprender onde estão os erros e os gargalos.

Reconstruir processos é uma jornada desgastante, como se estivesse partindo do zero novamente. Não se trata somente de implementar melhorias, significa uma mudança de Mindset, onde todos devem reaprender suas atribuições. Acredito que, nesse caso, nem é preciso comparar os dois times, pois, quem acompanha futebol já consegue visualizar a diferença.

A importância da liderança no sucesso do e-commerce

Logística (Ataque)

Se alguém que está lendo esse artigo tiver a coragem de falar que o Jô é melhor que o Lucas Pratto, está deixando seu fanatismo falar mais alto. Porém, é inevitável afirmar que o atacante do Corinthians é muito mais eficiente nesse momento.

Quando os processos funcionam de forma correta e eficiente, a logística é somente o belo desfecho desse ecossistema. Entretanto, quando toda a retaguarda do seu e-commerce apresenta falhas, quem mais vai sofrer e receber críticas é o setor logístico (responsável por marcar o gol com o cliente).

Devido a falhas em processos internos, podemos encontrar diversas falhas que trazem insatisfação ao cliente. Desde a questão de segurança do seu site; atendimento SAC; faturamento; picking; expedição; entrega; todos os esses são pontos críticos que podem gerar grande insatisfação do seu cliente e fazer com que ele não compre mais com você.

7 Indicadores logísticos essenciais no e-commerce

Enfim, o objetivo dessa pequena crônica é tentar ilustrar que um e-commerce precisa trabalhar integrado. Saber de forma clara seus objetivos e construir um caminho sólido e realista para atender seus clientes. Respeitar suas limitações e tirar algum proveito delas. Entender profundamente Onde, Como e Quando quero atingir meus objetivos.

Agradeço aos meus companheiros de GS&Comm, Rose Martins e Thiago Melo, pela inspiração e contribuição nesse artigo. Nada como discutir duas paixões (E-commerce e Futebol) com dois grandes experts!

Publicado anteriormente no site Mercado e Consumo.

Faturamento deverá ser de R$1,94 bilhão, com mais 4,5 milhões de pedidos e tíquete médio de R$438

O e-commerce brasileiro deverá faturar R$1,94 bilhão, alta de 10% na comparação ao mesmo período de 2016. A estimativa é da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos deverá expandir 11% na comparação ante ao ano anterior, para 4,5 milhões e o tíquete médio deve permanecer praticamente estável, em R$438.

O Dia dos Pais 2017, que será comemorado em 13 de agosto, é a primeira data importante para o varejo eletrônico no segundo semestre. Apesar de ter um volume menor de vendas, do que outras datas como Dia das Crianças, Natal e, especialmente, Black Friday, é considerada um termômetro de vendas para o resto do ano.

“Apesar de todas as incertezas do cenário político e econômico, o e-commerce vem sustentando ao longo de 2017 um crescimento de dois dígitos. Os números estão dentro da estimativa da Ebit, que prevê crescimento de 12% para o setor neste ano”, afirmou Pedro Guasti, CEO da Ebit.

De acordo com o monitoramento Ebit, celulares e smartphones, livros e calçados deverão ser os itens mais comprados no e-commerce para presentear os pais. Confira abaixo o ranking dos 10 produtos mais desejados:

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

Com diferentes modelos de negócio, aplicativos e sites oferecem oportunidades para conquistar renda extra.

A internet já há muitos anos é grande aliada também para profissionais que necessitam uma renda extra em tempos de crise econômica. Por meio de aplicativos e sites, os brasileiros encontram diferentes oportunidades de ganhar dinheiro. A oferta é variada, e cabe a cada um escolher a chance que mais se enquadra de acordo com perfil, disponibilidade e interesse.

Para onde ir? Qual seria a melhor opção? Tudo depende de suas habilidades. Até mesmo montar uma loja virtual pode ser uma saída. Entenda algumas oportunidades bem comuns e acessíveis:

Venda de milhas

A alternativa de vender milhas aéreas pode ser bastante rentável por se tratar de um mercado aberto, em que as ofertas atingem valores mais altos. Além disso, a praticidade para anunciar e encontrar compradores torna a atividade muito atrativa.

A venda de milhas com a MaxMilhas acontece em três etapas: primeiro, o usuário se cadastra e anuncia as milhas com preço estipulado por ele a partir das ofertas de outros vendedores.

Quando a venda é realizada, uma passagem em nome do comprador é emitida. Por fim, o vendedor recebe o valor integralmente solicitado na conta bancária. Não há custo por anunciar no site.

Trabalhos como freelancer online

Páginas como a 99freelas conectam empresas e pessoas que buscam algum tipo de serviço aos profissionais que o oferecem. O usuário cadastrado apresenta uma proposta para a prestação do serviço e, a partir da aprovação, será remunerado pelo trabalho desempenhado.

As ofertas geralmente são para as áreas de programação, marketing, design, conteúdo web e vídeo. Na plataforma da 99freelas, há quase 300 mil profissionais cadastrados.

Forte crescimento das plataformas que recrutam talentos freelance em tecnologia no Brasil

Serviço de hospedagem

O Airbnb é uma plataforma de hospedagem que conecta anfitriões e viajantes ao redor do mundo. Para garantir a renda extra, é preciso se cadastrar e apresentar o apartamento, a casa ou o cômodo disponível para locação.

O sistema conta com vários termos pré-estabelecidos para garantir a segurança de ambas as partes. A ideia é promover uma forma de hospedagem que seja mais acessível. Os valores e as regras de uso das acomodações são determinadas pelo anfitrião.

As táticas não convencionais que levaram o Airbnb ao topo do jogo

Ministrar cursos

Através da plataforma Beved, profissionais de diferentes áreas que queiram ministrar cursos podem se cadastrar no site e definir o formato, o conteúdo, o cronograma e o preço das aulas. Com a venda do curso, a pessoa recebe 70% do valor que foi estipulado.

Como criar o preço adequado para vender conteúdo digital

Venda de produtos usados

Por meio do aplicativos ou site, é possível anunciar roupas, sapatos e acessórios que não são mais usados. De acordo com os dados da plataforma Enjoei, são mais de 370 mil vendedores em todo o país e mais de dois milhões de produtos cadastrados.

Por lá é possível encontrar peças de marcas como Farm, Melissa, Nike, Adidas e Zara. O interessado faz um cadastro e, assim, cria uma lojinha virtual. O pagamento é de 20% da venda e mais R$ 2,15 de taxa de anúncio.

Participação em pesquisas

Sua opinião pode valer dinheiro. Ao se cadastrar em sites ou aplicativos de empresas de pesquisa, os usuários opinam e participam de missões como, por exemplo, visitar um determinado estabelecimento comercial para avaliação.

Para participar é preciso alguns requisitos, como idade mínima de 18 anos. PiniOn, Toluna e Nicequest são algumas das plataformas. 

Conclusão

Ao optar por algum destes modelos de negócios como via de rendimento extra, é sempre importante tomar alguns cuidados. Após escolher o tipo de atividade a ser realizada, é necessário verificar a confiabilidade das plataformas dando preferência àquelas que possuem o trabalho reconhecido, como algumas das citadas acima.

Esta é uma forma de garantir segurança e maiores oportunidades de conquistar mercado, questões essenciais para ser bem-sucedido na empreitada para garantir uma renda extra.

Existe ainda uma série de outras possibilidades interessantes com modelos bem acessíveis. Basta uma ideia boa e dedicação. Vamos começar?

O cenário digital pode promover diversos benefícios para quem busca investir nesse ambiente de vendas que cresce a cada ano. Mas, existe um porém. O cenário do e-commerce é alvo de inúmeras fraudes. Estou falando de fraudes que prejudicam, e muito, o lojista virtual e os serviços envolvidos em toda a operação de um site.

Só de pensar que a estimativa para vendas fraudulentas está entre 25%, o impacto acaba sendo ainda maior. Ou seja, se o seu faturamento mensal for de R$ 10.000 em vendas, o prejuízo pode ser de até R$ 2.500. Quem trabalha com e-commerce sabe muito bem a diferença que isso faz no fim do mês, não é mesmo?

O pior de tudo é que as fraudes no e-commerce não são tão noticiadas nas grandes mídias e acabam, muitas vezes, ficando fora do conhecimento de muitos lojistas, principalmente os iniciantes no mercado online.

Falar sobre as fraudes e mostrar como evitá-las é algo fundamental. Por isso, a intenção desse post é divulgar e explicar por que a garantia de chargeback não é saudável para o seu negócio digital.

Além disso, você entenderá como as fraudes promovem o chargeback, inimigo número 1 do lojista virtual. Então vamos lá?

Falando um pouco sobre as fraudes

Diversas pesquisas mostram o quanto as fraudes são prejudiciais, não só para os lojistas mas para todas as pessoas que utilizam cartões de crédito. Uma pesquisa recente relatou que cerca de 33% dos brasileiros foram vítimas de fraudes com cartões nos últimos 5 anos.

Como eu disse, várias pessoas são afetadas com as fraudes, seja o funcionário de uma empresa ou o próprio empresário que investe no sucesso do seu negócio. 

Primeiramente, você precisa saber que existem diversos tipos de fraudes. Nesse post, eu vou focar no tipo de fraude que mais afeta os lojista virtuais: a autofraude.

Explicando a autofraude:

A autofraude acontece quando um cliente age de má fé e não reconhece a compra que foi feita em seu nome. Embora esse não reconhecimento da compra seja parte dos direitos do consumidor, essa prática acaba trazendo diversos transtornos ao lojista, principalmente após o envio do produto.

A autofraude acaba sendo motivo de muita dor de cabeça para o lojista devido ao que geralmente vem acompanhado dela. Eu estou falando do chargeback. Esse mesmo, capaz de prejudicar todo o faturamento de um negócio digital.

Autofraude = Chargeback

Eu disse anteriormente que a autofraude é um problema que acaba levando ao processo de chargeback. Mas o que é chargeback? O chargeback nada mais é do que um processo inverso ao de um pagamento e acontece quando o cliente contesta a compra realizada, fazendo com que o valor seja estornado em seu cartão de crédito.

O chargeback é um dos maiores problemas para o lojista porque afeta toda a saúde financeira do negócio. Esse problema é listado como o principal motivo para o fechamento de lojas virtuais.

Garantia de chargeback: será que vale a pena?

A garantia de chargeback é um serviço oferecido por alguns meios de pagamento que tem como objetivo garantir uma cobertura financeira, contratada pelo próprio lojista, para protegê-lo de compras confirmadas como fraude.

O problema é que muitos lojistas não sabem que essa garantia não se aplica para todos os tipos de produtos ou serviços vendidos no ambiente virtual. Além disso, os serviços de garantia de chargeback cobrem apenas uma pequena parte do prejuízo.

Abaixo, listei alguns pontos que esclarecem por que a garantia de chargeback não é a opção mais adequada para um e-commerce que tenha como objetivo aumentar o faturamento.

Redução nas taxas de conversão:

O aumento nas taxas de conversão é um dos pontos que os lojistas consideram como uma prioridade, principalmente porque implica diretamente nos resultados financeiros do negócio.

E diversos fatores podem contribuir para o aumento das taxas de conversão. Seja a implementação do checkout transparente ou a análise de risco manual.

O checkout transparente aumenta as taxas de conversão porque otimiza a experiência de compra de um cliente em uma loja virtual.

Já a análise de risco manual promove um aumento na conversão devido ao tipo de análise de transação que é feita. Por ser manual, ou seja, que conta com uma equipe especializada que trabalha para verificar se a transação é, ou não, uma fraude, essa análise é responsável pela confirmação da segurança da transação que está sendo feita.

Ao contrário da análise automática, que pode errar ao considerar uma transação legítima como sendo fraude, a análise de risco manual impede que isso aconteça. Com esse tipo de análise, os dados são verificados minuciosamente.

Se não for identificado nenhum problema com a segurança, a transação é feita normalmente. É por isso que as taxas de conversão de um site são muito mais beneficiadas com o serviço de análise de risco manual. 

A questão é exatamente essa: será que a garantia de chargeback pode afetar a sua conversão? Vamos lá!

Para que um sistema de pagamento online ofereça a opção de garantia de chargeback para o seu cliente, ele precisará diminuir drasticamente as taxas de aprovação de pedidos do lojista que está solicitando esse serviço. Mas por que?

Porque quanto menor o número de transações aprovadas pelo meio de pagamento online, menores serão as chances dessas transações resultarem em um chargeback. Como consequência disso, não será necessário o uso da garantia de chargeback.

Qual seria a solução ideal?

Agora que você entendeu porque a garantia de chargeback não é a melhor opção para o seu negócio, vou te mostrar qual é a alternativa ideal para casos de chargeback.

Análise de risco… você provavelmente deve conhecer esse serviço que cuida da segurança das transações que ocorrem no seu negócio.

A Análise de Risco é encarregada de cuidar da análise de todas as transações feitas em um ambiente de compra digital. Com a integração desse tipo de tecnologia no seu site, fica muito mais fácil e estratégico garantir a segurança das transações.

Conhecendo a análise de risco focada na conversão:

Acima, eu falei sobre o serviço de análise de risco e mencionei as suas vantagens. Porém, você precisa saber que existem 2 tipos de serviço de análise de risco: a automática e a manual.

Análise de risco automática:

Em análises automáticas, muitas vezes, algumas compras legítimas acabam sendo barradas pelo sistema. Isso acontece porque o sistema que está analisando a transação pode suspeitar de alguma compra legítima e acabar impedindo que ela seja efetuada, prejudicando o faturamento do lojista.

Análise de risco manual:

A análise de risco manual é diferente. Esse tipo de serviço conta com uma equipe especializada para verificar se a transação é realmente uma fraude.

Funciona assim: se a análise automática identificar uma compra legítima como sendo fraudulenta, seu papel é confirmar se essa transação é realmente uma fraude. Essa confirmação é feita de diversas formas, seja entrando em contato com o titular do cartão ou fazendo uma vistoria dos dados do comprador.

A consequência de todo esse processo analítico é o aumento nas taxas de conversão do site.

Meios de pagamento online que integrem tanto uma análise de risco automática quanto uma manual, promovem maiores conversões, pois um volume maior de vendas será aprovado com segurança.

Um meio de pagamento online que conta com uma análise de risco manual acaba sendo mais interessante para lojistas digitais, graças ao aumento das taxas de conversão e benefícios que esse tipo de serviço pode oferecer para um e-commerce. Esse aumento nas taxas de conversão se dá pelo tipo de análise de transação que é feita, que é minuciosa e precisa.

Fonte de informações: Moip Pagamentos

Tecnologias de Inteligência Artificial já estão presentes em praticamente todas as indústrias. Na Publicidade e no E-commerce isso não é diferente, e até mesmo a criatividade já pode ser replicada por máquinas.

A Inteligência Artificial (IA) facilita muito a vida dos comerciantes, isso é fato. Como reflexo, hoje já não existem muitas indústrias onde os robôs ainda não estejam presentes. Um anúncio recente da Coca-Cola, por exemplo, indicou que a empresa pretende usar bots para atividades como criar músicas para anúncios, escrever scripts, postar nas redes sociais e comprar mídia.

E esta é apenas uma das inúmeras iniciativas tecnológicas que estão em andamento e que nos mostram o quanto a revolução das máquinas está mexendo com a indústria da publicidade. E neste cenário de mudança, um questionamento recorrente é: qual será o futuro da força de trabalho humana?

Para se ter uma ideia, um novo relatório da PwC apontou que 38% dos empregos dos Estados Unidos serão substituídos por robôs ou algum tipo de Inteligência Artificial até o início de 2030. E embora possa parecer reconfortante pensarmos que características humanas como a criatividade e a empatia ainda são elementos exclusivamente nossos, experiências reais já nos mostram que a prática não é bem assim.

E as máquinas não apenas já competem com os seres humanos, como também os superam em inúmeras funções.

Analistas de dados ou algoritmos de autoaprendizagem?

Vejamos a indústria de comércio eletrônico, por exemplo. Existem inúmeras tendências que nós, humanos, conseguimos prever facilmente. Sabemos que a Black Friday, por exemplo, traz um crescimento de vendas incrível. De fato, análises da RTB House mostram que na Black Friday as campanhas são mais de 100% melhores do que a média. Além disso, as terças e quartas possuem conversões mais altas do que outros dias da semana – até 40% a mais do que no sábado.

Mas apesar de serem informações muito úteis para o planejamento das campanhas, o público real não funciona apenas com base nessas restrições simplistas. Os padrões de compra podem ser extremamente específicos e combinar critérios múltiplos.

É por isso que o marketing digital hoje é todo voltado para a segmentação individual, com anúncios moldados com base nos interesses e desejos mais pessoais de cada um. E, infelizmente, os seres humanos não conseguem perceber as mudanças mais sutis no comportamento de um comprador online. Já os robôs, não só identificam esses padrões, como fazem isso em tempo real e em larga escala.

Dados da RTB House com foco em retargeting personalizado também indicam que os algoritmos baseados em deep learning – um ramo altamente inovador de métodos de Inteligência Artificial que imitam o cérebro humano – podem responder a milhões de pedidos de compra e venda de anúncios por segundo.

Isso é, obviamente, muito mais do que qualquer ser humano poderia analisar. Além disso, as máquinas não dormem, o que lhes permite observar o mercado 24 horas por dia, sete dias por semana e ajustar suas atividades sempre que preciso. Assim fica difícil competir.

O planejamento de mídia subsidiado por máquinas

Ao longo dos últimos anos o planejamento de mídia mudou pouca coisa em seus fundamentos básicos. Porém, o número de indicadores que precisam ser analisados antes, durante e depois de uma campanha explodiu. Hoje, cerca de 2,5 quintilhões de dados são produzidos diariamente e, de acordo com o IDC, menos de 0,5% deles são coletados, analisados e, de fato, utilizados.

Nesse novo cenário, as atividades que formam a espinha dorsal de qualquer processo de compra e venda de mídia, incluindo relatórios, auditoria, verificação periódica, etc., já podem ser totalmente automatizadas, permitindo que os especialistas se concentrem puramente na estratégia e na criatividade. Além de obter informações altamente precisas, é possível analisar rapidamente os crescentes conjuntos de dados coletados.

No retargeting personalizado, por exemplo, as decisões sobre os produtos que devem ser exibidos nos anúncios geralmente são feitas em menos de 10 milissegundos – e isso é mais rápido do um piscar de olhos.

Por fim, a incorporação de algoritmos de autoaprendizagem possibilita analisar as pessoas individualmente, e não a partir de uma segmentação ordinária por grupos. Isso permite que os anunciantes comprem mídia considerando um cenário muito mais específico, sem aquela tradicional dúvida sobre onde um anúncio será colocado – agora a discussão é para quem o banner será mostrado.

Diretores de arte versus algoritmos

Por mais incrível que possa parecer, a Inteligência Artificial também está se fortalecendo para enfrentar o universo criativo. Recentemente a agência McCann-Erickson do Japão promoveu uma batalha interessante, colocando o primeiro robô Diretor de Arte do mundo, chamado AI-CD β, contra um homólogo humano, o Diretor Criativo Mitsuru Kuramoto. Ambos receberam a tarefa de criar um anúncio que seria julgado por votação popular.

Embora o computador tenha sido capaz de dirigir a peça publicitária com sucesso, analisando um banco de dados tagueado e também comerciais de TV antigos, a humanidade aparentemente triunfou nesse desafio. Kuramoto ganhou 54% dos votos populares em comparação com sua concorrente, a IA, que ficou com 46%. Mas temos que admitir que estamos muito próximos do empate.

Uma luz no fim do túnel

Somente o tempo nos dirá se a IA poderá se tornar ainda mais criativa e eficaz do que as mentes humanas, e como isso irá influenciar os locais de trabalho. Por enquanto, sabemos que a tecnologia felizmente também impulsionará o surgimento e o crescimento de muitos novos empregos – incluindo algumas categorias inteiramente novas.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, 65% das crianças que entram na escola primária hoje acabarão em empregos que atualmente não existem. Alguns papéis se tornarão extintos, outros serão criados. Mas no fim do dia, pelo menos no setor de marketing, é inegável que quando os algoritmos são capazes de aprender com os dados, definitivamente fica mais fácil para as marcas entenderem e se comunicarem de forma eficaz com os clientes.

Está provado que nenhuma empresa consegue crescer sem usufruir da inteligência provinda pela análise de dados, e isso é ainda mais forte no e-commerce.

Ampliando sua marca de facilitador, o Atlas acaba de disponibilizar, gratuitamente, o E-commerce Radar, estudo sobre o comércio eletrônico brasileiro, tendo como foco a divulgação de dados e informações práticas para auxiliar os comerciantes no crescimento de seu mercado.

Faz parte desta primeira edição os resultados consolidados do primeiro semestre de 2017. O objetivo é trazer um entendimento sobre as variáveis que influenciaram tal desempenho e, a partir daí traçar os caminhos para a evolução, de cada negócio e também de todo o setor, no próximo semestre.

Além do rico material, o E-commerce Radar também traz análises e comentários de grandes profissionais da área, como o Mauricio Salvador (presidente da ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) e do Paulo Schiavon, diretor de Online Business Latin America da Samsung.

Um dos dados importantes que o E-commerce Radar traz é que 31% das vendas online aconteceu via dispositivos móveis no 1º semestre de 2017. Isso representa mais um crescimento expressivo da participação das vendas mobile, considerando que em 2015 a participação dos dispositivos móveis foi de 12% e em 2016, 21,5%.

Entre outros dados abordados estão:

• Qual é o perfil dos consumidores brasileiros geral e por categoria;
• Qual é o desempenho de conversão e representação de vendas dos estados e principais cidades;
• Como está o desempenho de navegação dos e-commerces;
• Qual é a participação dos dispositivos móveis e qual sua efetividade geral e por categoria;
• Qual é a taxa de abandono de carrinho por categoria;
• Como estão os indicadores de itens por pedido e ticket médio;
• Quais as principais origens de tráfego e vendas;
• Qual é a representação em vendas dos dispositivos por origem de tráfego;
• Quais são as principais formas de pagamento;
• O quanto as campanhas de frete grátis representam do todo.

Estes diversos indicadores são importantíssimos para que os e-commerces identifiquem seu posicionamento no mercado e as alternativas disponíveis para o seu crescimento através do aumento das vendas.

Baixe e comprove: Estudo E-commerce Radar