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e-commerce de moda

Um dos setores que mais se beneficia da ascensão constante do E-commerce brasileiro é a área de Moda & Acessórios. Frente à oportunidade, muitos empreendedores optam por desenvolver suas atividades no ambiente virtual, com um e-commerce de moda: roupas, brincos, anéis, bolsas, sapatos…

Ai vem a pergunta de sempre: como diferenciar seu negócio da concorrência? É preciso aproveitar os recursos que o meio digital oferece para que seus produtos tenham a evidência necessária. E a Fotografia é uma ferramenta imprescindível para a divulgação do seu e-commerce.

Veja também: Como usar o Instagram, o Pinterest e o Tumblr para divulgar meu E-commerce de Moda?

Como a fotografia pode alavancar as vendas do seu e-commerce?

Por mais que as lojas virtuais tenham se consolidado como uma plataforma sólida para os mais variados tipos de negócio, muitos consumidores (acredite) ainda têm receio em realizar algum tipo de transação comercial usando a internet. Seja por medo de expor seus dados bancários na rede, seja por achar difícil comprar algo que não pode ser experimentado na hora, ainda há uma certa resistência que precisa ser vencida. E cabe a você, empreendedor, o papel de mudar este cenário.

Como a experiência de compra de um cliente de uma loja virtual difere daquela que ele obtém em uma loja física, é preciso tentar aproximar ao máximo a relação que ele tem com um produto no ambiente virtual. As imagens são as grandes protagonistas dos e-commerces de moda. Por isso cuide das fotografias de seu site.

Boa Fotografia é essencial para um E-commerce de Moda
Imagem do Corbis Images.

Com fotos de boa qualidade, o cliente conseguirá visualizar melhor cada detalhe da peça? Lembre-se sempre: todo detalhe é importante. Fotografe as costas da modelo, fivelas, e qualquer outra particularidade que tenha sua peça de roupa.

Quer um exemplo? NUNCA fotografe as roupas expostas em cabides ou dispostas em espaços planos. Contrate modelos e registre imagens deles com as peças, para que o consumidor visualize melhor caimento, tamanho, modelagem, etc. Abuse de ângulos diferentes e crie um padrão, sempre de corpo inteiro ou plano americano. Suas fotos sempre devem obedecer este padrão e abordagem definida para seu site.

Fotos bem feitas representam um trabalho sério e caprichado voltado para as necessidades do consumidor. Afinal, você entraria em uma loja de shopping com roupas jogadas no chão ou amassadas?

Leia muito mais sobre o assunto: O varejo virtual de Moda

O que é preciso para ter boas fotografias de moda?

Esqueça a câmera do celular, não chame qualquer pessoa para ser modelo e abandone o Paint para o tratamento das imagens. Se você quer melhores resultados em vendas é preciso profissionalização. Para isso, é preciso que você invista em um bom equipamento e aprenda a operá-lo.

Agora se você não tem nenhum traquejo para a ação, uma boa opção é deixar as fotos nas mãos de um profissional, contratando uma equipe para produzir uma campanha. Com essa preocupação a menos, sobra mais tempo para você pensar em outras estratégias para seu e-commerce.

Boa Fotografia é essencial para um E-commerce de Moda
Imagem do Corbis Images.

Este é apenas o básico sobre o assunto. Se precisa de um pouco mais sobre o assunto, baixe gratuitamente o e-book Guia Prático de Fotografia para as Lojas Virtuais. Dúvidas? Se você tem outras sugestões ou comentário sobre o tema, escreva para a gente abaixo!

De olho no avanço dos sites de financiamento coletivo, um grupo de empresários de São Paulo resolveu se inspirar no modelo para lançar nesta terça-feira (15/4) uma loja virtual com foco em coleções de estilistas novatos. Batizado como The Stylist, eles investiram R$ 500 mil na ideia, que tem como inspiração o site americano Betabrand – startup que faturou US$ 3 milhões em 2013.

Financiamento coletivo inspira e-commerce de moda.
O E-COMMERCE THE STYLIST QUER DAR ESPAÇO A PEÇAS FABRICADAS POR ESTILISTAS NOVATOS (FOTO: DIVULGAÇÃO).

A operação funciona assim: para cada projeto de nova peça disponível no site há uma meta de encomendas que precisa ser alcançada em determinado prazo (por exemplo, 10 unidades em 30 dias). Nesse período de pré-venda, quem gostar da peça se cadastra, fornece as informações de pagamento, o endereço para entrega e pode acompanhar o status das vendas numa espécie de marcador dentro do site. Ao fim do prazo, os clientes recebem um e-mail informando se o produto será produzido ou não. A confecção e a remessa da peça ficam por conta da startup, que remunera os estilistas com 20% dos royalties da venda. A empresa novata espera faturar R$ 1 milhão no primeiro ano de operação.

A fabricação, conta Bruno Amaro, sócio e diretor executivo do site, será três vezes maior do que a demanda diretamente gerada durante a campanha de divulgação. A ideia com isso é criar um excedente de produção que permanecerá à venda no site, passando a integrar o portfólio da loja virtual enquanto perdurarem os estoques.

“Neste primeiro momento, vamos começar a operação com seis estilistas e 30 ofertas de produtos. Mas queremos chegar a 30 estilistas em seis meses”, conta Amaro, que procurou profissionais da área de moda interessados em integrar a plataforma em universidades de São Paulo, Rio e Florianópolis. “Conversamos com professores e recebemos muitas indicações de estilistas já formados”, diz o empresário, que estima um desembolso médio de R$ 150 para quem apoiar o estilista quando o produto estiver na fase do projeto e cerca de R$ 300 para as peças excedentes, aquelas que já foram confeccionadas.

Para Miriam Levinbook, coordenadora do curso de Negócios da Moda da Universidade Anhembi Morumbi, a ideia é interessante, tanto para o consumidor final, quanto para os estilistas novatos. O ponto de atenção, no entanto, vai para o controle da qualidade da produção, detalhe sensível nesse ramo. “É fundamental que o prometido seja entregue ao cliente.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Publicação do site Época Negócios.