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e-mail marketing

Em períodos como a Black Friday, a caixa de entrada dos usuários se torna um verdadeiro campo de batalha em que as marcas disputam a atenção e o volume de campanhas cresce consideravelmente. Os destinatários chegam a receber, em média, 50% mais mensagens promocionais.

Esse excesso de informações exige que profissionais de e-mail marketing tenham ainda mais cuidado ao planejar suas estratégias. É muito curto o espaço de tempo em que um usuário decide se vai abrir, deletar ou ignorar uma mensagem.

Nesse processo de atração do cliente no ambiente do e-mail, a linha de assunto das mensagens se torna um fator muito relevante nas taxas de abertura das campanhas. Destaco a necessidade de atenção especial a 10 pontos:

1- Personalização

Colocar o nome dos usuários na linha de assunto faz com que se sintam especiais, além de dar maior credibilidade à sua marca, mostrando um forte laço de engajamento. Mas você pode ir além, utilizando os dados que possui sobre os assinantes para personalizar o assunto de acordo, por exemplo, com o time para qual torcem, sexo, localização, etc.

Porém, também é preciso ter cautela ao usar essas informações: não adianta adicionar em todas as campanhas o nome dos clientes, pois isso pode fazer com que se sintam saturados e suas mensagens não pareçam mais exclusivas, deixando de chamar a atenção.

Tenha cuidado ao utilizar dados que não possui de toda a sua lista, para não enviar e-mails que fiquem com assuntos incompletos, como: “Nome do cliente, confira esta promoção”.

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Exemplo de mensagem que explora o nome do usuário em um e-mail de aniversário.

2- Estimule a curiosidade de seu usuário

Faça perguntas no assunto do e-mail ou o incentive a procurar uma informação ao abrir e clicar em sua mensagem. O uso de algumas palavras que se correlacionam com o senso de urgência também performa muito bem, por exemplo: ‘Ainda dá tempo’, ‘Corra e aproveite’, ‘Último dia’…

3- Use e abuse do pre-header

Principalmente para complementar sua linha de assunto. Sempre que possível, personalize também esse elemento, mas evite deixá-lo como: ‘Clique aqui para visualizar seu e-mail no navegador’ :/

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Exemplo de mensagem com uma boa utilização de pre-header personalizado.

4- Sender Name

Eu, particularmente, não gosto de sender names como: ‘Fulano, do E-commerce X’, e as empresas usam essa estratégia para parecer que estão tratando com proximidade seu usuário, porém acredito que deva-se utilizar apenas o nome da marca.

Ela sim é conhecida pelos clientes, que não fazem ideia de quem seja Beltrano ou Ciclano!

5- Tamanho

Seja breve nos assuntos – nada de escrever um “textão” na linha de assunto do e-mail, pois diversos provedores irão “cortá-la” e seu usuário irá ler apenas as primeiras palavras. Confira a lista de quantidade de caracteres por provedores.

Isso vale também para quem abre mensagens no mobile. O recomendado é que se utilize de 41 a 50 caracteres na linha de assunto, porém nunca exceder a 70 caracteres. Nesse caso, menos é mais 😉

6- Faça um benchmark de seus concorrentes ou de empresas que considere com estratégias de linha de assunto positivas

A Return Path possui o SLO (Subject Line Optimizer), que pesquisa as palavras-chave de seu assunto e compara com mensagens da concorrência que já utilizaram esses mesmos termos, mostrando a efetividade da campanha por meio da taxa de leitura.

7- Utilize caracteres especiais e números

Smiles, corações e estrelas sempre são bem-vindos e se destacam na caixa de entrada – alguns provedores mostram eles até coloridos! E isso, com certeza, se usado com moderação, impacta positivamente na taxa de abertura. Brincadeiras com números, como contagens regressivas, também resultam em um bom engajamento.

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email4email5Exemplos de linhas de assunto que utilizam caracteres especiais.

8- Utilize palavras-chave

Palavras como ‘Desconto’, ‘promoção’, ‘off’ e outras antigamente impactavam negativamente a entregabilidade, pois os provedores as julgavam como tendenciosas a spam, porém hoje em dia o que vale muito é o seu engajamento com o cliente, e esses termos na linha de assunto não afetarão em nada sua reputação.

9- Linguagem da marca

Se sua marca usa linguagem informal, utilize gírias para lidar com o público, mantendo a mesma abordagem na hora de elaborar o assunto das mensagens. Não seja cordial com um público que é despojado e vice-versa. Fale a língua do seu cliente.

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Exemplo de um bom uso de linguagem da marca.

10- (E mais importante) Teste sempre

O teste A/B com linhas de assunto é pouco usado e precisa ser mais explorado. Mensure os testes pela taxa de abertura, cliques e até mesmo conversão. Só assim você irá conhecer o seu público e mensurar a efetividade de sua linha de assunto.

Não há mágica para uma linha de assunto perfeita. Teste o que funciona para sua marca e para os seus usuários, e boa sorte!

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Exemplo em que a palavra “teste” foi esquecida na linha de assunto.

A eleição presidencial de 2016 dos Estados Unidos foi diferente de qualquer outra que o mundo já viu. Para entender qual é a realidade da disputa no ambiente do e-mail marketing, a Return Path criou o site Email for President, que evidencia o importante papel das mensagens eletrônicas no desempenho das campanhas dos principais candidatos à presidência: Donald Trump e Hillary Clinton.

Ao longo do ciclo eleitoral, o site gerou comparações diretas entre os programas de e-mail dos rivais, revelando insights únicos sobre seu desempenho diante dos potenciais eleitores.

A análise da Return Path foi realizada com base em dados de mais de 2,5 milhões de caixas de entrada de usuários, durante os meses que antecederam a eleição de novembro. Desse estudo, é possível extrair quatro valiosas lições sobre o papel do e-mail:

 Trump x Clinton: a batalha dos candidatos no ambiente do e-mail marketing

1- Tenha uma lista legítima para não estressar destinatários

Hillary Clinton iniciou a campanha virtual com uma clara vantagem sobre o adversário no tamanho da lista de e-mail. A diferença devia-se ao fato de que ele iniciou a base de dados do zero, enquanto ela cultivava o seu banco de endereços eletrônicos há anos, sempre dentro do cenário político.

Recentemente, porém, a situação se inverteu. Trump chegou a ter uma lista de e-mails 20% superior, vantagem que hoje é de 9%. O problema é que para alcançar essa superioridade, aparentemente, Donald comprou um mailing, no qual é possível que muitos destinatários não tenham interesse em receber suas mensagens.

A prática não é recomendável porque tende a gerar baixa taxa de abertura e/ou aumento da classificação de mensagens como spam pelos destinatários, comprometendo tanto a reputação do remetente diante dos provedores, quanto a entrega na caixa de entrada das pessoas que realmente gostariam de receber o e-mail.

2- Cair no spam é sinônimo de perda de oportunidades de negócios

Na tentativa de angariar fundos para a campanha por meio de uma ação virtual intitulada “The First One”, Trump foi prejudicado pelos filtros de spam. Na ocasião, seu acesso à caixa de entrada dos eleitores foi de cerca de 35%.

A análise da Return Path mostra que o e-mail de angariação de recursos foi enviado de um novo domínio não testado e não reconhecido como remetente legítimo. Embora a equipe de Donald tenha afirmado que a campanha arrecadou US$ 40 milhões em duas semanas, esse total poderia ter sido muito maior.

3- Não perca a credibilidade diante dos provedores

No início da campanha, os destinatários de Trump mostraram-se altamente receptivos, o que fez com que o candidato sempre vencesse a adversária Hillary nas taxas de abertura de e-mail.

No entanto, Donald viu sua vantagem cair significativamente nesse quesito após a falta de planejamento na campanha de angariação de fundos, e não conseguiu mais se recuperar completamente.

No final de outubro, sua taxa de abertura era de 12%, contra 18% da adversária. Ambos estavam acima da média da indústria (11%).

4- Vale a pena investir tempo e dinheiro em boas práticas

A adesão da equipe de Clinton às melhores práticas no uso do e-mail rendeu resultados positivos à candidata no processo de acesso aos eleitores. Toda a campanha eletrônica de Hillary é disparada a partir de um único domínio certificado, com taxa de entregabilidade de 96% e quase nenhuma reclamação de spam por parte dos destinatários.

O sucesso no acesso à caixa de entrada deve-se à preocupação com a segmentação das campanhas de acordo com os interesses de quem as recebem, além da realização de rigorosos testes. Já a campanha de Trump, disparada de diferentes domínios, registrou taxa de reclamação de até 20% nas últimas semanas.

Apesar dos variados canais de comunicação disponíveis, o e-mail continua sendo um dos meios mais eficientes de acesso, no caso, aos eleitores e assim angariar votos. Como vimos nos dados extraídos do site Email for President, um programa bem-sucedido de e-mail pode manter a máquina de campanha acelerada, enquanto os erros de e-mail tendem a ser incrivelmente prejudiciais.

O site é uma pequena amostra do funcionamento interno de um programa de e-mail. Com as soluções adequadas, é possível que os profissionais de marketing obtenham insights que vão além de simples acessos e cliques, para garantir que cada e-mail atinja seu destino pretendido, entregando uma mensagem relevante e maximizando o ROI.

Quem diria que uma ferramenta que já leva mais de dez anos de uso continuaria sendo uma das principais geradoras de receita para as empresas? Sim, estamos falando do envio de e-mail marketing!

Apesar das intrigas e das predições de que o e-mail marketing deixaria de ser utilizado com o avanço das redes sociais, podemos dizer que ele continua firme e forte. E como você já deve ter ouvido falar por aí, ele pode gerar um ROI (Retorno Sobre o Investimento) de aproximadamente 4000%.

Como as pessoas conseguem resultados tão surpreendentes com essa estratégia? É o que você vai descobrir. Acompanhe!

Entendendo por que o envio de e-mail marketing ainda funciona

Antes de partirmos para a prática, acreditamos ser importante levantar quais são os motivos que fazem do e-mail marketing uma estratégia de sucesso. Basta começar pensando na quantidade de pessoas que possui um e-mail. De crianças a adultos, praticamente todo mundo tem uma conta e confere suas mensagens ao menos uma vez por dia.

Além disso, o e-mail marketing é uma ferramenta de marketing direto, isto é, chega direto ao destinatário, sem intermediários, o que dá a chance de você falar abertamente com seu público-alvo. Para completar, ele é versátil, servindo a diversos propósitos, como: envio de newsletters, boletins, convites, informativos, pesquisas, cartões, entre outros tipos de mensagem que só fortalecem o vínculo com sua audiência.

Mas não é só isso: o e-mail marketing também é uma das estratégias de marketing digital mais baratas do mercado, com uma infinidade de possibilidades de ferramentas de automação que você pode escolher para dinamizar e acelerar o contato com seus leads e clientes.

Enviando e-mail marketing de forma eficiente

A partir daqui, vamos te dar um passo a passo para fazer o envio de e-mail marketing de forma eficiente. São pequenas dicas que fazem toda a diferença no momento de colher os resultados do seu esforço.

1. Segmente sua base de leads

O primeiro passo é segmentar sua base de contatos segundo determinados critérios que determinam o tipo de mensagem a ser enviado a cada grupo. Se você tem uma loja de roupas íntimas, por exemplo, as mulheres receberão determinada mensagem e os homens outra, concorda?

É por isso que a segmentação é o primeiro passo a ser dado no envio de e-mail marketing. Quanto mais assertiva for sua mensagem, menor será seu ciclo de vendas e mais conversões chegarão em menos tempo.

2. Desista das listas compradas

Tem muita gente vendendo listas de e-mails na internet. E não passam disso, listas de e-mails, que podem ser válidas ou não. O problema desse tipo de estratégia é que as pessoas que estão nessas listas podem não ter interesse no que você tem a oferecer, comprometendo tempo e recursos que você poderia dedicar a uma audiência mais qualificada.

3. Crie uma linha de assunto interessante

A linha de assunto é a primeira coisa que o destinatário lê ao receber um e-mail. Se ela não for interessante o suficiente, nada de aberturas. Sendo assim, procure ser claro e objetivo, demonstrando o benefício que o leitor terá ao abrir sua mensagem.

4. Identifique-se

Outra questão de suma importância é a identificação de quem está enviando o e-mail. Se você é defensor das melhores práticas de inbound marketing, sabe que só pode enviar e-mail marketing para quem deu permissão para tal contato, sendo assim, ao receber um e-mail da sua empresa, com a sua marca, o leitor se sentirá mais confiante em abri-lo.

5. Seja simples

Cada e-mail marketing enviado deve ter um objetivo claro, mesmo que seja uma newsletter, com várias informações. Não sobrecarregar o e-mail com diversos temas é uma forma de manter o leitor focado na conversão, isto é, em fazer aquilo que você espera. É por isso que muitas empresas enviam cada e-mail marketing com uma única mensagem.

6. Equilibre texto e imagem

As imagens servem para ilustrar muitos dos temas que estamos propondo à audiência, mas tome cuidado para não carregar demais seu e-mail, pois os filtros antispam podem bloqueá-lo. O melhor é manter um equilíbrio, sempre prezando por imagens otimizadas para o e-mail e links que levem a conteúdos mais completos.

7. Torne-se relevante

Na ânsia de captar clientes, muitos se esquecem de que um e-mail marketing deve, acima de tudo, gerar valor para quem o recebe. Gerar valor é entregar conteúdo de qualidade, que esteja direcionado às necessidades de quem o recebe e tenha alguma novidade que possa interessar e ajudar essa pessoa.

Promover produtos e serviços o tempo todo sem critério algum pode até trazer um ou outro cliente, mas mina completamente suas chances de uma estratégia de relacionamento de longo prazo.

8. Mantenha a regularidade

E-mails demais ou e-mails de menos, essa é uma das grandes dúvidas no momento de fazer o envio de e-mail marketing. O ideal é não sobrecarregar sua audiência com muitas mensagens, senão você corre o risco de ir parar na lixeira.

Equilíbrio é fundamental ao manter a regularidade do contato, portanto, prefira iniciar com menos e-mails e mais qualidade. Sua audiência agradece.

9. Ouça sua audiência

O e-mail marketing também é uma excelente ferramenta de captação de insights sobre sua audiência. Acompanhando as métricas de abertura, cliques, envolvimentos, entre outras, você pode aprofundar o conhecimento sobre suas personas e, assim, aprimorar constantemente suas estratégias de marketing digital.

Desta maneira, fique atento ao que diz o comportamento dos seus leads e clientes. Quanto mais fiel você for às necessidades apresentadas, mais chances de aumentar suas conversões.

10. Monitore seu sucesso

Ninguém chega ao sucesso do dia para a noite. O êxito de uma campanha de e-mail marketing vem de um trabalho minucioso e atento sobre como chegar até seu público-alvo e gerar valor para ele.

Neste sentido, é vital que você monitore todos os indicadores de desempenho da sua campanha e tenha uma visão crítica e estratégica sobre como você pode aprimorar sua performance para atingir melhores resultados.

Hoje em dia, para conquistar um novo cliente, você não pode mais se dar ao “luxo” somente de dizer que o seu produto ou serviço é melhor da categoria. Esse tipo de comunicação narcisista, focada no próprio negócio e em suas ofertas, deu lugar a um modelo que valoriza o relacionamento com o público. São as formas como a sua marca interage e é percebida pelos consumidores que estão, nesse momento, no centro das estratégias de marketing.

Essa mudança se deu de forma natural, muito em função da Web 2.0 e as suas ferramentas, como as redes sociais, apps de mensagens e e-mail marketing. Elas deram autonomia ao público, que passou a ser produtor da sua própria comunicação e não depende apenas dos velhos anúncios para decidir uma compra.

Agora, as pessoas buscam referências nas opiniões de outros compradores, no conteúdo que você produz, nos valores da sua marca e nas experiências que a sua empresa proporciona. Tudo isso contribui, de alguma forma, para melhorar o relacionamento com os consumidores, o número de vendas e, consequentemente, a fidelização de clientes.

Quer saber quais estratégias de marketing são capazes de produzir esses grandes resultados? Então, acompanhe as melhores que separei para este post!

Social media marketing

Vamos começar justamente por um dos meios que mais aproximaram as relações entre marcas e consumidores: as redes sociais. Por meio de plataformas, como o Facebook, Twitter, Instagram e agora o Snapchat, você pode interagir com o público como se fosse uma troca entre duas pessoas comuns. São estabelecidos diálogos mais informais, humanizados e que despertam o interesse dos usuários.

Uma estratégia de marketing nas mídias sociais se baseia em contar a história da sua marca por meio de conteúdos interessantes. Claro que as redes também devem ser usadas para promover suas ofertas, levar tráfego ao seu site/blog, gerar leads e servir como canal de atendimento ao público. De todo modo, a ideia é gerar engajamento com o seu negócio (comentários, compartilhamentos, avaliações e menções positivas).

Mas não estamos falando em compartilhar memes, ok? Trata-se de publicar conteúdos que serão importantes aos seus seguidores. Não se esqueça de que é muito mais fácil um potencial cliente abrir o seu próprio Facebook do que o seu blog. Então, se você quer ter um contato próximo e criar negócios, leve os seus valores também para as redes sociais.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo também é uma das estratégias de marketing que podem estreitar a sua comunicação com o público. Como o nome sugere, é um conjunto de técnicas usadas para produzir e divulgar conteúdo útil e relevante para uma audiência específica, com o objetivo de gerar engajamento, autoridade para a marca, leads e novos clientes. Essa metodologia está presente em diversos canais, como as redes sociais, blogs, sites, e-mail ou em veículos impressos.

Como os conteúdos produzidos têm o intuito de ajudar o público a resolver um problema, há uma identificação maior. Essa empatia é o que proporciona boas quantidades de compartilhamento, comentários e links para as suas páginas de conteúdo. Com o tempo, seu site ou blog começa a aparecer na primeira página do Google. Assim, mais pessoas se interessam por seus materiais, ampliando sua rede de contatos de forma econômica e escalável.

Suponhamos que você tenha uma pequena agência de turismo: os seus conteúdos não falariam dos pacotes em si, mas sim de “como uma viagem melhora a produtividade no trabalho” ou “os destinos mais inesquecíveis para os seus filhos”. Perceba que são temas que procuram envolver o consumidor ainda no topo do funil de acordo com o seu perfil (trabalho ou família). Eles geram boa reputação para você e tornam os leads mais bem preparados para fazer uma melhor escolha no futuro.

E-mail marketing

Por ser uma ferramenta mais pessoal e direta, o e-mail tende a ter uma eficiência maior na comunicação, já que suas mensagens chegam para mais pessoas do que uma publicação orgânica nas redes sociais. Segundo dados da Return Path, a taxa de abertura gira em torno de 30 a 40% de acordo com o dispositivo de acesso (mobile, desktop ou webmail).

Como mais pessoas têm contato com o seu conteúdo, é natural que as interações sejam maiores. Elas podem vir em forma de respostas aos e-mails ou em cliques — que posteriormente resultam em conversões.

O e-mail marketing também é muito importante para fazer nutrição de leads. Essa estratégia consiste em manter os leads da sua base aquecidos, com mais conteúdos relevantes, fazendo com que eles aumentem o interesse na sua comunicação e nas suas ofertas.

Para ser mais prático, os conteúdos relevantes de que tanto falamos nesses três primeiros tópicos se referem aos textos, imagens, áudios ou vídeos que abordem assuntos que sejam de interesse do público de acordo com o seu estágio no funil de vendas. Isso significa que não são textos de vendas e que exaltam o seu produto, mas sim algo voltado para a atração de consumidores que ainda nem sabem o que querem para resolver seus problemas (a maioria deles).

Marketing de experiência

Essa estratégia, como o termo indica, é centrada em ações que visem tornar a experiência do cliente satisfatória e memorável. Ela pode ser dividida em duas áreas: o marketing de experiência físico, feito na loja ou escritório, e o marketing de experiência online, que acontece no site, blog e em outros canais digitais.

Fisicamente, podem-se destacar dois segmentos: melhoria no atendimento e marketing sensorial. Esse último item, em especial, costuma ser mais impactante aos consumidores, já que estimula, de forma criativa e diferenciada, um ou mais dos nossos 5 sentidos (tato, olfato, paladar, visão e audição). Os objetivos são os de deixar os clientes mais à vontade e produzir emoções que os levem a ter mais desejo de comprar na loja.

Na internet, vale ressaltar as técnicas aplicadas para melhorar a experiência dos usuários. Incluem-se nesse leque de estratégias:

  • A redução no tempo de carregamento do site;
  • Design intuitivo (facilitar para o público a localização dos itens em seu site/blog);
  • Layout responsivo (para carregamento em telas menores);
  • Disponibilizar todos os contatos da sua empresa e certificados de segurança no site.

Marketing de indicação

O marketing de indicação, ou de recomendação, é uma tática interessante porque busca atingir três metas de uma só vez: aumentar as vendas recorrentes, fidelizar os atuais clientes e conquistar novos compradores.

Esse investimento na base é comprovadamente mais barato do que os esforços para conquistar novos clientes. Isso sem contar que as pessoas tendem a valorizar muito mais as impressões de outros consumidores em vez do que você fala da sua própria oferta.

Toda essa mecânica é feita por meio de determinados estímulos, que variam entre descontos e prêmios para os atuais clientes até a promoção de conteúdos segmentados, que ajudarão seus compradores a aproveitarem melhor as suas compras. Esse incentivo gera indicações espontâneas e um crescente aumento na sua rede de contatos e clientes.

O que essas cinco estratégias de marketing têm em comum é o fato de todas elas promoverem a aproximação da sua empresa com os leads e clientes. Note que em cada uma há um aspecto de atração, incentivo ou melhora na experiência, isto é, fatores que naturalmente despertam o interesse do público em manter uma relação comercial e amigável com o seu negócio. Se boas relações costumam gerar boas vendas, então você estará no caminho certo se aplicar essas táticas.

Reclamações de usuários, envio de mensagens a destinatários desconhecidos e falta de engajamento de assinantes são alguns dos fatores que podem arruinar a reputação de um remetente com os provedores de e-mail, impactando negativamente a entrega na caixa de entrada.

Essas informações fazem parte do Relatório de Benchmark do Sender Score 2016, produzido pela Return Path, com base na análise de mais de quatro trilhões de e-mails comerciais enviados em 2015.

O estudo revela que as marcas que possuem reputação de remetente mais altas alcançam o público pretendido de maneira consistente. Esse seleto grupo, com pontuação no Sender Score entre 91 e 100, registrou, no ano passado, taxa de entrega de 95% e apenas 0,17% das mensagens foram bloqueadas ou marcadas como spam.

Já remetentes com reputação considerada boa (81-90) apresentaram índice de entrega cinco pontos percentuais abaixo das anteriores e taxa de reclamação (marcação como spam) próxima a 1%.

Ter boa reputação já não é mais suficiente. É preciso atingir a excelência para superar os concorrentes e chegar à caixa de entrada dos usuários. Monitorar a reputação de forma constante através do Sender Score e implementar as melhores práticas da indústria é fundamental para o sucesso das campanhas de e-mail marketing.

Ao consideramos remetentes com pontuações de reputação inferiores, como os classificados entre 71 e 80 pontos, nota-se uma alteração significativa de resultados: 76% de alcance à caixa de entrada e 2,19% de reclamações de spam. No caso de marcas que pontuaram no Sender Score abaixo de 70, apenas pouco mais da metade das mensagens enviadas foram efetivamente entregues.

Taxa de reclamação de spam

Nota no Sender Score 2014 2015
91 – 100 0,16% 0,17%
81 – 90 0,79% 0,94%
71 – 80 1,81% 2,19%

Taxa de entrega

Nota no Sender Score 2014 2015
91 – 100 92% 95%
81 – 90 79% 90%
71 – 80 58% 76%
61 – 70 36% 55%
51 – 60 20% 32%
41 – 50 13% 21%
31 – 40 11% 16%
21 – 30 10% 14%
11 – 20 6% 8%
0 – 10 2% 2%

Sender Score

Fonte de dados do relatório, o Sender Score é um proxy de avaliação da reputação de endereços de IP que enviam mensagens comerciais e indica sua confiabilidade como remetente de e-mail.

Para estabelecer a pontuação da reputação são considerados fatores como reclamações de spam, envio de mensagens para usuários desconhecidos, engajamento de assinantes, whitelists e blacklists da indústria, entre outros fatores. Ao final, a reputação dos remetentes é representada com pontuação entre 0 e 100.

Consulta de pontuação e download gratuitos

É possível consultar o Sender Score de sua marca gratuitamente, no site www.senderscore.org. O Relatório de Benchmark do Sender Score 2016 pode ser baixado.

Como aumentar a reputação da marca

Há muitos fatores que compõem a reputação de uma marca. Por exemplo, para provedores de e-mail, mensagens classificadas como spam são fortes sinais de que o conteúdo é indesejado.

Pensando nisso, sugerimos 10 boas práticas que vão auxiliar remetentes a aumentar sua reputação e capacidade de entrega. O manual completo pode ser baixado em nosso site:

1- Controle sua reputação – seja a de seu domínio remetente (caso envie e-mails de IP compartilhado) ou a de seu endereço de IP dedicado;
2- Saiba o Sender Score de seus domínios ou endereços de IP de envio;
3- Identifique métricas de reputação problemáticas;
4- Garanta que links para descadastro de usuários funcionem e estejam visíveis;
5- Autentique seus domínios de envio;
6- Dê atenção às reclamações de usuários;
7- Saiba quais dispositivos seus usuários utilizam para ler e-mails;
8- Otimize suas campanhas para todos os dispositivos;
9- Garanta que todas as URLs estejam funcionando; e
10- Segmente sua lista com base no engajamento de seus usuários.

Montar um negócio na internet leva tempo, envolve logística, reuniões para definir a criação e estruturação do site, além das demandas burocráticas…

Quero abrir uma loja virtual, por onde eu começo?

Finalmente, o site está pronto e o negócio pode começar. E agora? Agora vem a parte mais importante: como vou vender? Quem vai comprar ou contratar os meus serviços? Cadê o meu público?

Além de links patrocinados, utilizo várias formas de divulgação gratuita e elas têm dado muito certo. Compartilho aqui as principais ações para obter sucesso na divulgação de seu site.

Leia até o fim e mãos à obra. Faça você mesmo e os resultados serão imediatos!

1- Grupos do Facebook

Os grupos do Facebook são preciosos universos que reúnem pessoas por determinados interesses. Eles (ainda) não permitem que posts patrocinados invadam seu espaço, então a divulgação ali é algo um pouco mais sutil, mas gera efeitos incríveis.

Como fazer:

Procure por grupos que reúnam pessoas que tenham o perfil de seu público-alvo. Por exemplo, se o seu negócio é voltado para o público infantil, encontre grupos de mães que trocam dicas. Se o seu negócio é uma imobiliária em determinado bairro, encontre grupos que reúnam moradores do bairro.

Você pode encontrar muitos grupos interessantes e entrar neles.

Exemplificando com um negócio meu: tenho um escritório e alugo salas por hora ou período em São Paulo. Então, entrei em grupos de psicólogos, coaches, nutricionistas, advogados e também grupos de classificados bairro de Higienópolis, onde o espaço se localiza.

Estes grupos reúnem o perfil ideal de pessoas que possam se interessar em alugar salas comerciais por hora.

Uma vez aceita nos grupos, leio as regras e posto, 1 ou 2 vezes por semana, um texto objetivo e simpático que descreve o meu negócio (basicamente um anúncio).

Já conquistei muitos clientes assíduos através desta ação.

2- Fanpage no Facebook

Fazer uma fanpage é praticamente uma obrigação. Hoje o Google rankeia estas páginas e insere nos primeiros resultados das buscas.

Então, deve-se fazer a fanpage de forma completa, com todas as informações, telefone, descrição do negócio, fotos, chamada para ação… E convidar amigos para curtirem!

3- Google+

O Google+ é uma rede social pouco utilizada, assim portanto as pessoas acabam por não dar a devida importância a ela. Mas a rede social tem algo de muito valioso: tudo que é postado lá é indexado rapidamente pelo Google.

Então, se eu tenho um buffet na Zona Sul e desejo aparecer no Google sem pagar nada, uma das ações é montar uma página para o meu buffet no Google+ e postar periodicamente posts com palavras-chave relevantes.

Estes posts serão indexados pelo Google e, quando pesquisarem por buffet infantil na zona sul, mesmo que o site não apareça na primeira página, muito provavelmente seus post aparecerão. Por isso, deve descrever o seu negócio e incluir sempre um link para o site.

4- Google Meu Negócio e Google Maps

Importantíssima ação gratuita para aparecer no topo do Google. Seu negócio aparece com fotos e destaque logo no primeiro resultado, quando pesquisarem por ele. E nada é cobrado para que isso aconteça.

Basta acessar o Business Center, se cadastrar e seguir os passos. Sua empresa será destacada no Google quando pesquisarem por ela.

5- Buscar e-mails interessantes e utilizar um extrator de e-mails gratuito

Se você dispuser de tempo, esta ação é bastante interessante. Encontre listas de e-mails relacionadas com seu público-alvo (através de busca no Google). Com o extrator de e-mails Gratuito, basta copiar um texto e colar na janela para que ele devolva apenas os e-mails válidos.

Veja como funciona aqui: http://www.extrator.com.br/extrator-de-emails/

Você pode montar sua lista de e-mails e salvá-la. Depois, é só enviar periodicamente um e-mail  (pode ser somente um texto, que você vai criar com calma para garantir que fique curto e objetivo) para a lista.

6- Montar um blog no Blogspot

Um blog costuma ser indexado pelo Google tanto quanto sites. Montando um blog e postando novidades e links para o site garante mais relevância para o seu site. Atualmente é bem fácil e intuitivo montar um blog:

https://www.blogger.com/home

Leia também:

Qual a melhor plataforma de blog?

7- Dentro do seu site

Seu site deve ter na página principal um formulário para contato e o seu telefone de forma destacada.

Isso facilita para os visitantes. Então, ter uma página principal objetiva e com os itens acima é fundamental para garantir que os visitantes tomem a decisão de entrar em contato (e passar informações como telefone e e-mail).

8- Identificar as principais palavras-chave e utilizá-las sempre que possível em todas as ações.

Determine sua lista de palavras-chave. Uma vez definidas, procure utilizar sempre que postar algum texto em blogs, Facebook (utilize hashtags), Google+, inclusive nas páginas de seu site.

Conclusão

Com este conjunto de ações, fica simples ganhar relevância no Google, Facebook e conquistar clientes novos. São ações que devem ser periódicas. Não podemos esquecer de fazer uma planilha com informações de como cada novo cliente veio parar no seu site, mensurando os resultados das suas ações.

Estas ações gratuitas, combinadas com ações pagas (links patrocinados, por exemplo) garantem uma eficiente divulgação para qualquer tipo e tamanho de negócio.

Com a tecnologia, as empresas multiplicaram as ferramentas de marketing capazes de alcançar o cliente. Redes sociais, e-mail marketing e SMS são apenas algumas das formas de converter leads e aumentar as vendas, mas as empresas precisam entender que o cliente não quer ser contatado apenas com a clara intenção de venda.

Para criar um relacionamento mais duradouro e demonstrar que se preocupa com ele sem interesses, é necessário investir em marketing de conteúdo. E a newsletter é uma das ferramentas mais simples de se fazer isso. Quer saber o que é newsletter e como ela vai te ajudar na conversão de leads?

O que é newsletter?

Também chamada de boletim informativo, a newsletter é uma publicação fixa da empresa para seus clientes e potenciais clientes. Assim como jornais e revistas, ela tem periodicidade, linha editorial, linha visual, etc. Pode ser enviada inclusive em formato de jornal, impressa, mas o mais comum é por meios eletrônicos, em especial, via e-mail.

Por ser mandada por e-mail, muitos a confundem com e-mail marketing. Diferentemente do e-mail marketing, a newsletter é mais focada em produção de conteúdo que em vendas. Seu objetivo não é ser uma mala direta para estampar promoções e novidades da marca, mas sim para trazer informações relevantes ao público que se interessa por assuntos relacionados à empresa.

Essa é outra característica exclusiva da newsletter. Ela não chega para pessoas aleatórias. Em geral, ela é entregue apenas para as pessoas que optaram por receber esse conteúdo da empresa, em geral ao preencherem seu cadastro em um formulário online.

Por serem direcionadas apenas para quem quer receber este tipo de material, as newsletters já começam em vantagem em relação ao e-mail marketing, sendo assim, é trabalho das empresas atender e até superar as expectativas dos clientes para não acabar caindo na famosa caixa de spam.

Como não se tornar spam?

Para manter o interesse dos clientes e potenciais clientes no conteúdo da newsletter é essencial que a empresa dedique tempo na criação de cada boletim. Independente de sua periodicidade, a newsletter precisa trazer novidades, ter uma linguagem clara e objetiva, com mensagens curtas e de fácil leitura.

O objetivo desse meio de comunicação é criar vínculos com o leitor, uma relação mais longa que, logo, é conquistada a longo prazo. Se a empresa quer ganhar conversões a curto prazo, não deve investir na newsletter. Se ela não oferecer nada de útil ao leitor, inevitavelmente acabará caindo na caixa de spam, sem trazer resultados nem a curto nem a longo prazo.

Trabalhe conteúdos que sejam interessantes, sem estender o assunto. O material precisa ser dinâmico, objetivo e criativo. Uma boa estratégia é segmentar as newsletters, criando conteúdos para nichos dentro do mercado da marca.

Por exemplo, uma empresa de cosméticos pode direcionar um boletim sobre cuidados com mechas apenas para clientes que têm esse tipo de tinta no cabelo. Para isso, é essencial criar uma base de e-mails bem detalhada e utilizar boas ferramentas de automação.

Como saber se a estratégia está funcionando?

Para saber se a newsletter enviada está realmente sendo vista e bem recebida pelo seu público-alvo, existe uma série de métricas a serem analisadas. Em geral, a própria ferramenta de automação no envio de e-mails desse tipo entrega taxas de cliques, como a quantidade de pessoas que abriram o e-mail.

Se a taxa de rejeição for alta, você pode rever o que pode ter dado errado naquela newsletter (o título, o horário de envio, a segmentação escolhida) e reenviá-la com adaptações ou, pelo menos, levar o aprendizado para a criação de novas estratégias.

Por meio de ferramentas como o Google Anaytics, é possível analisar outras métricas importantes também para campanhas via e-mail, como as newsletters. Uma prática muito comum, por exemplo, é incluir no boletim links para conteúdos publicados recentemente no blog da empresa. É possível, então, determinar quais cliques de um post vieram por meio da newsletter nesse caso.

Como monitorar todas as ações do visitante através de uma URL personalizada

Como se destacar na caixa de entrada?

Por ser uma ferramenta ágil, barata e eficaz, cada vez mais empresas vêm usando a newsletter para ter um contato mais próximo com seus clientes. Mas como se destacar em meio a tantos e-mails recebidos todos os dias?

O primeiro passo é criar um título atraente, sucinto e objetivo, que mostre claramente o que o cliente encontrará caso clique no seu e-mail. Hoje em dia é possível inserir até emoticons animados no título do e-mail, então não tem desculpa para não usar a criatividade nesse meio. 😉

Tratar o cliente de forma única e especial, personalizando o conteúdo também gera muitos pontos para a empresa. Um jeito simples de fazer isso é colocando o nome de cada usuário no título da mensagem. Outra forma é inserindo um nome no e-mail de remetente e uma assinatura de alguém real da empresa. Os clientes se sentem muito mais atraídos quando conversam com alguém do que quando recebem um e-mail de naoresponda@lojavirtual.com, por exemplo.

Qual a periodicidade ideal?

Por ter um objetivo a longo prazo, os disparos de newsletter não precisam e nem podem ser muito frequentes. Empresas que mandam conteúdos novos diariamente a seus clientes acham que entregam newsletters, mas na verdade estão mandando spam.

Mesmo que o cliente tenha solicitado o envio da newsletter, ela deve ser enviada com parcimônia, de forma que o cliente tenha uma boa surpresa sempre que receber uma nova mensagem da marca em sua caixa. Newsletters semanais, quinzenais e até mensais tendem a ter mais eficácia que as com frequência mais curta.

Uma marca de roupas femininas, por exemplo, pode mandar uma newsletter mensal com as novidades da loja e opções de combinação de peças para sua cliente. Ela vai ficar muito mais interessada nos produtos do que se recebesse e-mail marketing diário com fotos de peças novas.

Como você viu, a newsletter é uma arma poderosa, mas apenas se for bem utilizada. Se o seu negócio for uma empresa que vende soluções de informática para executivos, por exemplo, não é interessante colocar emoticons de bonequinhas dançantes no título da sua newsletter. Já se você vender roupas para meninas adolescentes, essa linguagem pode alcançá-las de forma mais certeira.

O importante é adaptar a sua linguagem e saber que o cliente, antes de se tornar um lead para a sua empresa, é uma pessoa, com interesses, gostos e afins. Hoje em dia, a empresa que não valoriza a geração de conteúdo, perde uma oportunidade incrível de converter as pessoas em clientes fiéis.

O estudo “As métricas ocultas da entregabilidade” traz ainda uma ampla análise desses indicadores, dividida por 28 setores da indústria

O sucesso de uma campanha de e-mail marketing não depende apenas de uma oferta atrativa, seja de produto ou serviço. Antes de apertar o botão “enviar” é importante que os profissionais de marketing se aprofundem em métricas “ocultas” do e-mail marketing, como taxas de leitura, encaminhamento, reclamação, entre outras.

Esses dados são fundamentais para entender o engajamento dos consumidores – e ainda são utilizados pelos provedores de e-mail para determinar quais mensagens chegam à caixa de entrada. Trata-se de uma excelente oportunidade para que executivos do setor obtenham vantagens competitivas ao complementar métricas básicas e tradicionais, como taxa de abertura e click-throughs.

Os principais provedores de e-mail como Microsoft, Google e Yahoo! estão considerando cada vez mais o engajamento para decidir quais e-mails devem ser entregues na caixa de entrada.

Existe uma grande oportunidade, pois muitos profissionais de marketing ainda não estão analisando estas métricas, que podem ter um impacto significativo na entregabilidade, além de oferecer informações valiosas para aumentar o engajamento.

Ciente deste cenário, a Return Path lançou o estudo As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails, que não só apontam quais são os indicadores que todo profissional de e-mail marketing deveria analisar, como também explicam o que eles significam e por que são importantes.

Neste material também estão listados os benchmarks de 28 setores da indústria, para que as marcas saibam como os seus consumidores se engajam com concorrentes. Com base nos dados do material, é possível identificar oportunidades de melhoria nas campanhas e, consequentemente, melhorar os índices de entregabilidade e o retorno sobre investimento da área deste canal.

Confira abaixo as principais conclusões do estudo “As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails”. O arquivo completo está disponível para download no site da Return Path. As conclusões têm como base mais de 3,5 bilhões de e-mails comerciais recebidos em 2015.

Afinidade – Os consumidores estão mais propensos a ler e-mails de marcas com as quais tenham contas. Bancos, seguros e outros setores dentro de serviços foram os que atingiram as maiores taxas de leitura em 2015.
Na lixeira – E-mails com temas relacionados a animais de estimação, material de escritório e empresas de presentes, como flores, são os mais propensos a serem excluídos sem leitura, um sinal claro de baixo engajamento e/ou excesso de e-mails enviados.
Menos é mais – As reclamações (marcação de mensagens como spam) apresentaram uma alta em diversas indústrias no último trimestre do ano, indicando que os consumidores, talvez, não aprovem o aumento no volume de e-mails promocionais durante o período das festas de fim de ano.

Sete métricas que todo profissional de e-mail marketing deveria rastrear, de acordo com os especialistas:

Indicadores POSITIVOS das mensagens

O que significa

Indústria com maior índice

Índice dessa indústria

lidas

o destinatário quer receber sua mensagem

Serviços públicos

47%

respondidas

a mensagem é desejada e, provavelmente, de natureza pessoal

Telecomunicações

1,49%

encaminhadas

o destinatário gostou da mensagem e outras pessoas podem se interessar também

Serviços públicos

0,47%

marcadas como “não spam”

forte sinal para os provedores de que e-mails daquele destinatário devem chegar no inbox

Seguros

0,10%

 

Indicadores NEGATIVOS das mensagens

O que significa

Índústria com maior índice

Índice dessa indústria

deletadas antes da leitura

a mensagem não é relevante para o destinatário

Materiais p/ escritório

14%

entrega em pasta de “spam” ou lixo

O provedor utiliza filtros que indicam que a mensagem é indesejada

Automotiva

29%

marcadas pelo usuário como “spam”

o destinatário indica que não quer receber a mensagem

Telecomunicações

0,98%

Todo mundo aqui adora comprar pela internet, ainda mais se tiver um desconto. Certo?

Nos EUA a prática de comprar com um cupom de desconto é bem antiga, muito antes de existir e-commerce, a utilização de cupons de descontos ficou conhecida em 1887, Asa Candler, usou como estratégia de marketing para o lançamento da Coca-Cola a distribuição de vouchers impressos em revistas que poderiam ser trocados por refrigerantes gratuitamente em stands de venda.

Esta foi a primeira vez na história em que se teve notícia de que cupons foram usados de forma efetiva para atrair clientes e expandir vendas de um produto. No Brasil ainda é uma prática pouco difundida, comparada com o mercado americano.

Todos os tipos de empresas podem usar a estratégia de descontos com cupom na loja virtual?

De certa forma, sim. Quando você pensa em um cupom, não é nada mais (e nada menos) do que uma condição oferecida a um cliente em potencial que, quando eles aceitam, compram o seu produto mais barato do que outras pessoas. Essa é a ideia por trás do cupom.

Na prática, porém, como diria o americano “o diabo está nos detalhes”. E a pergunta que nós deveríamos estar fazendo aqui, não é se o seu negócio pode oferecer cupons, mas como fazê-lo de uma maneira que faz com que toda a estratégia seja rentável desde o primeiro dia.

Confira abaixo as dicas:

1- Cupons gerais vs. Cupons por categoria

Normalmente quando se cria uma ação para disponibilizar cupons de descontos, os lojistas tem o hábito de disponibilizar uma única opção de cupom de desconto, que vale para o site todo. Essa prática não é ruim, mas não é o melhor dos cenários.

O ideal é ter um cupom para cada tipo de categoria no site, pois cada linha de produto tem uma margem para se trabalhar, dessa forma não compromete a rentabilidade da venda, produtos que se vendem por si só, não precisam de cupons, não estimule o cliente a utilizar cupons em produtos que eles já comprariam. ,

Pode se criar um cupom generalista (valido em todas categorias da loja), mas com descontos menores, cupons por categoria podem ter descontos melhores e mais altos.

2- Aumento do tíquete-médio

Uma das maiores dificuldades dos lojistas é fazer com que os clientes gastem mais na sua loja. O uso do cupom de desconto pode ser um auxilio na estratégia para o aumento do tíquete-médio.

Por exemplo, se sua loja tem um tíquete-médio de R$ 150, ofereça um cupom de 10% nas compras a partir de R$ 200,00 e assim por diante. Conforme falamos no tópico acima, crie vários cupons e com varias faixas de desconto atrelado a um valor mínimo de compra.

3- Aumentar as vendas nos finais de semana e feriados

Normalmente os finais de semana e feriados são muito ruins para a maioria do e-commerce, o cupom pode ser um aliado para aumentar o resultado nesse período. Crie cupons específicos para o final de semana, com um titulo bem chamativo “Final de semana maluco”.

Crie uma condição realmente diferenciada para o período. Muito importante também é não repetir a promoção nos demais finais de semana, sempre crie condições e ofertas diferenciadas.

4- Divulgando os cupons de descontos

Não adianta nada você ter cupons de desconto se ninguém conhece, certo?

Criei cupons diferentes para divulgar para sua base de clientes, coloque o código do cupom na peça de e-mail marketing, caso a campanha seja de uma determinada categoria ou tipo de produto, divulgue um cupom especifico, se a campanha for generalistas, utilize um cupom que funcione em todas categorias do site.

Conforme falamos no tópico acima, nas ações de final de semana e feriados, crie banners e coloque o código do cupom na arte, divulgue na home da sua loja, essa estratégia é interessante para impactar clientes que não receberam o e-mail marketing ou deixaram de ser impactado por outras mídias.

Nunca ofereça um cupom para os seus clientes com a mesma condição de um cupom para atrair novos clientes.

Os afiliados são um importante aliado na sua estratégia de cupons. Inscreva a sua loja em alguma rede de afiliados e inicie esse trabalho ou então prospect seus afiliados, de preferência os que são especializados em sites de cupom. Para os afiliados mais importantes crie códigos com as iniciais do parceiro ou até condições diferenciadas, isso ajuda a fortalecer a parceria.

Sempre importante lembrar, não prejudique sua margem, crie cupons que seja vantajoso para ambos, lojista e cliente.

Texto publicado anteriormente no Blog da Rakuten.

Antes de montar um fluxo de nutrição de leads, é preciso entender o que é a nutrição de leads e o que ela pode fazer por seu e-commerce. A nutrição é um processo de relacionamento com o público com base em conteúdos ligados aos interesses dos seus leads, e o método mais comum é o disparo automático de e-mails para os seus contatos.

Seu objetivo é aquecer seus potenciais e atuais clientes enquanto estão em sua jornada de compra. No post de hoje, saiba como investir nessa ideia!

O papel da nutrição de leads

A nutrição de leads resolve o problema do cliente que está interessado em uma solução, mas ainda não está pronto para comprar. Assim, a criação de fluxos faz com que ele avance pelo funil de vendas ao se educar acerca da oferta e seus benefícios.

Se um visitante se converte em lead ao baixar um e-book chamado “Como escolher a melhor ração para o seu cachorro”, na nutrição ele deve receber conteúdos complementares e que o mantenha aquecido até se convencer da compra.

Logo, quando ele decidir comprar, irá se lembrar da empresa que o auxiliou enquanto pesquisava opções de ração.

A montagem do fluxo de nutrição de leads

Não basta apenas um fluxo — criando um único caminho você descarta a possibilidade de segmentar os envios para o público. Há de se considerar que existem pequenos nichos em sua lista e que seu público pode ser dividido de acordo com localização, idade, gênero ou interesses.

Você pode criar diferentes fluxos a partir desses parâmetros e dos dados fornecidos pelos visitantes no momento da conversão.

Retomando ao exemplo do tópico anterior: se na landing page pede-se, além de nome e e-mail, a raça do animal, um fluxo voltado para cuidados com aquele tipo de cão pode ser montado, assim como vários outros fluxos para cachorros de diferentes portes e/ou raças.

A frequência de envio de e-mails

Não existe um padrão definido sobre qual é a frequência ideal de envio de e-mails. Você deve considerar o ciclo de venda do produto, a sua complexidade, o preço, as dificuldades normalmente encontradas pelos interessados e outros fatores que possam afetar a jornada de compra.

Suponhamos que o ciclo de venda de um produto seja de dez dias — você pode criar uma sequência de três ou quatro e-mails para uma campanha de sete dias, sendo uma semana um bom tempo para que o lead se mantenha interessado na compra.

Os e-mails não precisam necessariamente ser disparados todos os dias; um intervalo de um dia pode ser respeitado ou aproveitado para reenviar para aqueles que não receberam, ou com títulos diferentes para quem recebeu e não abriu o e-mail.

Os tipos de conteúdo a serem trabalhados

Para o conteúdo dos e-mails, você pode variar entre artigos, e-books, webinars, vídeos, estudos de caso e depoimentos de clientes.

O que se deve ter em mente é sempre educar o lead, eliminar suas objeções de compra e aproximá-lo da empresa. É uma relação baseada na cooperação e reciprocidade.

O envio da proposta de venda

A sua proposta pode ser colocada nos e-mails em todos os disparos. Afinal, desde o primeiro envio, o cliente já pode estar decidido por comprar o seu produto. O ideal é não ser tão direto com a intenção de venda nas primeiras mensagens; pouco a pouco, você aumenta o botão de conversão, fala mais sobre os benefícios da oferta ou oferece um link onde o lead possa falar com um consultor.

Você também pode enviar uma proposta quando o lead der um sinal ativo do seu interesse, como em um abandono de carrinho originado de um e-mail do seu fluxo, por exemplo.

A montagem dos fluxos de nutrição de leads parte de um planejamento claro que organize as ações a serem tomadas. São esses esforços para acertar os detalhes iniciais que fazem a diferença lá na frente. Importante também é contar com ferramentas que auxiliem a execução desse processo, como Hubspot e RD Station, pois realizar todos os disparos e registrar cada interação dos lados manualmente é um processo complicado.

Ainda tem dúvidas sobre nutrição de leads? Como ela geralmente se baseia no envio de e-mail marketing, nada mais propício do que você saber porque ele é o aliado perfeito para o e-commerce no nosso post sobre o assunto!