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O prêmio mais tradicional do e-commerce brasileiro teve seus vencedores anunciados. Nessa 14ª edição, os grandes vencedores foram: Submarino e Americanas.com. O Submarino venceu como melhor loja do comércio eletrônico brasileiro com base no desempenho obtido em 2016. Já na votação popular, quem levou a melhor foi a Americanas.com.

Também foram agraciados os melhores executivos do e-commerce nacional que, em sua posição de liderança, comandaram times vencedores em projetos que fizeram a diferença no comércio virtual. Na categoria Diamante, a vencedora foi Carla Maria Mita Nogueira Schymura, do Shopfácil; na categoria Ouro, Debora Capobianco, da Privalia; e na categoria Empreendedorismo, Tiago Dalvi, do Olist.

O Prêmio também destacou as melhores plataformas de e-commerce do mercado, em três categorias. As vencedoras foram: Oracle Commerce – ATG (lojas de grande porte); Vtex (lojas de médio porte); e Loja Integrada (lojas de pequeno porte).

Confira abaixo a lista completa de vencedores:

Melhores Lojas – Critérios Técnicos

Diamante Laranja: Submarino
Top 5 Diamante: Americanas.com, KaBuM!, Magazine Luiza, Submarino e Walmart
Ouro: Sépha
Prata: Oculum
Bronze: JF Sun Polarizados

Lojas Mais queridas – Votação Popular        

Diamante: Americanas.com
Alimentos e Bebidas: Delivery Extra
Bebês e Cia: RiHappy
Casa, Decoração e Jardinagem: Loja do Mecânico
Cosméticos e Perfumaria: Natura
Livros: Saraiva
Moda e Acessórios: Posthaus
Pet Shop: Petlove
Saúde: Drogasil

Top 5 Mais Votadas

Americanas.com, KaBuM!, Natura, Nerdstore e Saraiva

Melhores Executivos de E-commerce

Diamante: Carla Maria Mita Nogueira Schymura – Shopfácil
Ouro: Debora Capobianco – Privalia
Empreendedorismo: Tiago Dalvi – Olist

Melhores Plataformas de E-commerce

Lojas grande porte: Oracle Commerce – ATG
Lojas médio porte: Vtex
Lojas pequeno porte: Loja Integrada

Na votação popular, foram mais 1 milhão de votos contabilizados. A 14ª edição do Prêmio Ebit contou com o patrocínio de Rede, Dotz, PwC e Lomadee, além do apoio de 2Get, Impacta, Digitalks e Buscapé.

Veja a lista de vencedores no site da Ebit.

Consumidores de todo o Brasil já podem escolher suas prediletas do e-commerce. A votação para a escolha das Lojas Mais Queridas de 2016 será realizada até o dia 31, no site da Ebit, empresa referência em comércio eletrônico no Brasil. As vencedoras serão homenageadas durante o 14º Prêmio Ebit, que acontecerá no dia 16 de fevereiro, em São Paulo.

São nove categorias em disputa: Lojas Diamante (principal medalha Ebit); alimentos e bebidas; bebês e companhia; casa, decoração e jardinagem; cosméticos e perfumaria; livros; moda e acessórios; pet shop e saúde.  No total, 165 empresas de todas as regiões do país concorrem ao prêmio.

Vote na loja mais querida de 2016.

O CEO da Ebit, Pedro Guasti, afirma que o anúncio das lojas mais queridas é sempre o momento mais aguardado do Prêmio Ebit. “Essas lojas são premiadas diretamente pelo consumidor. E a satisfação do cliente é o componente mais importante para o sucesso de qualquer empresa, especialmente do e-commerce”, disse.

Para despertar o interesse do consumidor e conseguir vencer o prêmio mais importante do e-commerce brasileiro, as empresas usam as mais variadas estratégias, obedecendo o regulamento da premiação. Algumas optam por pedir apoio em seus canais nas redes sociais.

Outras, por sua vez, lançam mão de diversas aplicações para chamar a atenção do cliente e direcioná-lo para a página de votos. “Isso é motivo de muito orgulho. É um sinal que os mais importantes players do setor veem muito valor na premiação e no trabalho realizado pela Ebit”, afirmou.

Além do prêmio de votação popular, o Prêmio Ebit também homenageará as Melhores Lojas do E-commerce, as Melhores Plataformas e os Melhores Executivos do E-commerce, escolhidos por meio de critérios técnicos.

O pensador romano Horácio, que viveu entre 65 a.C e 8 a.C, já dizia que “a adversidade tem o efeito de despertar talentos que em circunstâncias prósperas teriam continuado adormecidos”. Viajando mais de 2000 anos no tempo e trazendo esse pensamento para a realidade atual da economia brasileira e, mais particularmente do e-commerce, pode-se afirmar que nunca esta frase fez tanto sentido quanto em 2016.

O ano foi desafiador para um setor que, por si só, já é extremamente competitivo: crise econômica e cenário político agitado, impactando diretamente no bolso e na confiança do consumidor e do empresariado. Se não bastassem esses pontos cruciais, mudanças nas regras de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o anúncio do fim do e-Sedex – uma liminar atualmente em vigor obriga a manutenção deste serviço pelos Correios – também colaboraram para deixar o ambiente do e-commerce ainda mais conturbado.

Essas dificuldades foram comuns para todo o varejo eletrônico brasileiro, mas alguns players souberam transpor os obstáculos melhor do que outros e vão reportar resultados robustos, mesmo em meio a tanta adversidade. Essas empresas lançaram mão de diversas táticas, como adoção de novas tecnologias e estratégias de marketing, novos canais de vendas inovadores e de CRM, ou ainda implementaram políticas para melhorar seus processos de gestão a acompanhar bem de perto o retorno sobre o investimento (ROI).

Não importa o método ou ferramenta escolhidos, o componente humano é e sempre será a parte mais importante deste e de qualquer negócio. Não existe mudança ou melhoria que se sobressaia no ambiente empresarial sem ter por trás uma equipe coesa. E mais do que isso: não há sucesso alcançado por um time sem a presença marcante de um líder.

O grande gestor é quem dá o tom da organização. Mais do que o reconhecimento por sua grande bagagem técnica sobre o negócio, ele se destaca por inspirar, engajar, transmitir credibilidade e entender que a sua equipe é o principal ativo da empresa.

Dessa forma, o mercado precisa reconhecer esses líderes que fizeram a diferença em 2016 e premiar seus cases de sucesso. Pensando nisso, o 14º Prêmio Ebit, a principal premiação do varejo eletrônico nacional, homenageará pela primeira vez os verdadeiros responsáveis pelo sucesso das empresas e não apenas estas como um todo.

Podem concorrer ao troféu os CEOs, CMOs e diretores de Inovação das lojas virtuais conveniadas à Ebit e certificadas com as medalhas Diamante e Ouro. Criamos ainda uma terceira categoria para premiar os empreendedores de startups, para consagrar a importância dessas empresas, que são fontes quase inesgotáveis de inovação para o e-commerce.

A Ebit espera que esse prêmio seja um grande marco nas carreiras de seus vencedores. Se você é líder e fez a diferença, inscreva-se até 13 de janeiro. Você já agrega valor para o seu time e para a sua empresa, mas pode também escrever seu nome na história do e-commerce brasileiro.

Bom resultado da Black Friday deve continuar impulsionando vendas no final de semana e na Cyber Monday

O e-commerce faturou R$1,9 bilhão na Black Friday 2016, alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 5%, para 2,23 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

Somado ao faturamento das quatro horas de quinta-feira (24), quando os principais e-commerces iniciaram suas promoções, o faturamento foi de R$2,06 bilhões, em linha com a previsão da Ebit, de R$2,1 bilhões para a edição de 2016.

“Os varejistas se prepararam antes e anteciparam muitos descontos das categorias mais buscadas pelos consumidores e isso acelerou parte das vendas para a quinta-feira, mas os picos de consumo continuaram acontecendo na madrugada de sexta-feira, especialmente entre às 0h e 1h”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O expressivo crescimento de 2016 mostra duas coisas, segundo Guasti. “A Black Friday está cada vez mais consolidada no calendário brasileiro do varejo e o crescimento do número de e-consumidores ativos, que subiu 17%, para 1,955 milhão, dos quais 281.264 usuários novos que fizeram sua primeira compra na internet”, diz o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

A alta no tíquete médio deve-se principalmente a maior participação de itens de maior valor agregado, porém potencializou uma mudança de comportamento do consumidor. “A crise econômica acabou ajudando a atrair novos consumidores que antes compravam produtos de maior valor agregado somente no varejo físico”, afirma.

Pedro Guasti acredita que o sucesso da Black Friday deve refletir-se também nas vendas do final de semana e na segunda-feira, conhecida como “Cyber Monday”. “A tendência é que os varejistas que ainda possuem estoque prolonguem suas promoções, praticando descontos semelhantes aos concedidos na noite de quinta-feira (24) e sexta-feira (25). 

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume de pedidos):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o. Moda e acessórios
4o. Eletrônicos
5o. Informática

Confira o ranking das cinco categorias mais vendidas durante a Black Friday 2016
(em volume financeiro):

Categoria:
1o. Eletrodomésticos
2o. Telefonia/Celulares
3o Eletrônicos
4o Informática
5o. Casa e Decoração

Entre os dados apresentados pela Ebit, destaca-se o aumento de 31% dos consumidores virtuais ativos no período ante os seis primeiros meses de 2015. Compras realizadas por smartphones e tablets representam 18,8%, na média do semestre; em junho, chegou a 23%

34º Ebit WebShoppers já está disponível para download, o principal relatório sobre o setor no Brasil. Nesta edição, o estudo informa que no primeiro semestre de 2016 as vendas pela Internet alcançaram um faturamento de R$ 19,6 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado.

Diversos são os fatores que influenciaram este crescimento do volume financeiro movimentado pelos sites de comércio eletrônico. Entre eles estão:

  • Aumento de 7% no valor do tíquete médio, ficando em R$ 403,46, crescimento puxado pela alta de preços registrada pelo Índice FIPE/Buscapé;
  • Maior participação das classes AB;
  • Manutenção das vendas de categorias de produtos de maior valor, como “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”.

Ainda podemos acrescentar a esse resultado outros motivos que colaboraram.  O aumento de 31% em consumidores virtuais ativos, aqueles que realizaram pelo menos uma compra no período, chegando a 23,1 milhões. E o forte crescimento das vendas via dispositivos móveis, que tiveram 18,8% em participação média no semestre e, em junho, representaram 23%.

“Todos esses fatores somados tiveram influência para que o faturamento registrasse um índice positivo, mesmo com um cenário de retração do varejo como um todo no atual momento do País. Mas as vantagens que a compra online oferece também é motivo de atração aos consumidores que desejam fazer uma compra mais qualificada pagando menos”, avalia o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

No entanto, com o aumento do desemprego e enfraquecimento das compras feitas pela classe C, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior. No total, foram contabilizados 48,5 milhões de encomendas virtuais. Por outro lado, a renda média familiar dos consumidores online aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174.

Neste semestre verificou-se uma mudança no comportamento dos consumidores em relação à preferência dos produtos adquiridos. A categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%, que estava à frente desde a primeira metade de 2013), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%), nesta ordem.

“Apesar de um começo de ano com menor ritmo nas vendas, a Ebit registrou uma melhora na confiança do consumidor, o que garantiu uma retomada das transações nos últimos meses. A expectativa é de que o crescimento do e-commerce seja maior no segundo semestre potencializado, principalmente, pela Black Friday e Natal”, comentou o COO da Ebit, André Dias.

A estimativa de vendas até o final do ano se mantém de acordo com o previsto pela Ebit no começo de 2016. O faturamento deverá totalizar R$ 44,6 bilhões, um crescimento nominal de 8% ante 2015. O número de pedidos poderá chegar a 106,5 milhões, próximo ao apresentado no ano passado.

O ciclo de compra na Internet

Em pesquisa especial da Ebit realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho de 2016, sobre o ciclo de compra na Internet, uma pergunta abordava quais produtos foram comprados no e-commerce nos últimos três meses. Celular/smartphone foi o campeão, com 26% da preferência, seguido por Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%).

Analisando o item líder em vendas, verificou-se que em média as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram este produto, 37% já buscam informações apenas na Internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal.

“Cada vez mais estamos vendo uma migração do consumo do varejo físico para o virtual. Isso porque as compras online podem ser mais planejadas, pois possibilitam que o consumidor compare mais facilmente produtos e preços em diversas lojas, antes de fechar seu pedido. E isso lhe garante mais economia e satisfação”, assinala Guasti.

Questionados sobre os fatores de indução de compra, ainda no caso desse produto de preferência, os respondentes indicaram preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) como os que mais levam em consideração no momento de decisão.

Em relação ao NPS® (Net Promoter Score®), indicador que mede a satisfação e fidelização do cliente, pode-se perceber uma evolução gradativa nos últimos meses. Uma das causas foi a queda no volume de atraso na entrega, de 8,6% para 7,7% dos pedidos. Se em dezembro do ano passado o índice sofreu uma queda, logo houve uma retomada, saindo de 59,7% naquele mês, alcançando 61,6% em março e chegando a 64,4%, em junho deste ano.

Pesquisa com FecomercioSP

O Estado de São Paulo é o que tem maior faturamento no comércio eletrônico no Brasil. E no primeiro trimestre de 2016 atingiu R$ 3,6 bilhões, segundo pesquisa da FecomercioSP em parceria com a Ebit para o relatório WebShoppers.

A quantia representa, porém, uma queda real de 7,4% na comparação com os R$ 3,9 bilhões registrados no mesmo período de 2015. A região Sudeste é também a mais forte em participação nas vendas (Ebit), detendo no primeiro semestre 64,5% do todo.

Apesar da retração no início do ano, a perspectiva pelas entidades é de melhora nas vendas do varejo geral no segundo semestre, com a retomada dos investimentos e reaquecimento da economia e, por consequência, maior confiança também do consumidor. Datas como Black Friday e Natal também deverão colaborar com um melhor desempenho do setor, fazendo com que 2016 termine melhor do que começou.

Índice FIPE/Buscapé detecta alta menor devido ao câmbio

No primeiro semestre de 2016, a alta dos preços no varejo continuou a atingir também o comércio eletrônico brasileiro.

No entanto, a variação acumulada positiva de 2,83% registrada pelo Índice FIPE/Buscapé foi menor que a apontada no mesmo período do ano anterior, de 3,73%. Muito por conta da menor pressão do câmbio sobre os preços dos produtos e componentes importados, que têm grande peso no setor.

Para ter acesso ao relatório completo, basta acessar o site da Ebit e fazer o download gratuito em www.ebit.com.br/WebShoppers.

Foram cerca de 4 milhões de pedidos para o Dia dos Pais com tíquete médio de R$ 441, valor 9% maior que em 2015

O Dia dos Pais colaborou no aumento das vendas pela Internet nos dias que antecederam a data, 14 de agosto, registrando crescimento nominal de 12% no faturamento do setor, na comparação com 2015. Entre 30 de julho e 13 de agosto, os e-consumidores foram responsáveis por aproximadamente 4 milhões de pedidos efetuados, que geraram receita de R$ 1,76 bilhão para as lojas virtuais.

O valor do tíquete médio foi de R$ 441, um aumento de 9% em relação às vendas do período no ano passado. A pesquisa apontou que as categorias que tiveram maior volume de encomendas foram “Moda e Acessórios” (16%), “Livro/Assinatura de Revistas” (13%), “Telefonia/Celulares” (12%), “Eletrodomésticos” (12%) e “Cosméticos e Perfumaria/Saúde” (11%).

“Com esse resultado, estamos assistindo a uma gradual recuperação das vendas após um começo de ano difícil para o setor. Tivemos avanços positivos também nos Dias das Mães e dos Namorados, apresentando crescimento de dois dígitos”, analisa Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O perfil dos consumidores online que compraram produtos pela Internet nas duas semanas que antecedem o Dia dos Pais traz, entre as informações levantadas, 53% de participação feminina e 47%, masculina. As regiões pelo País que mais consumiram foram Sudeste (61%), Sul (17%), Nordeste (12%), Centro-Oeste (8%) e Norte (3%).