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Por Steve Case. Estamos chegando a um ponto de inflexão na história econômica: a Terceira Onda da Internet. De acordo com uma pesquisa de 2015 pelo Centro Global para a Transformação dos Negócios Digitais, líderes empresariais disseram que quase metade das empresas mais bem posicionadas em suas indústrias terão desaparecido até 2020.

A presença crescente da conectividade com a Internet em todos os aspectos de nossas vidas deu aos empreendedores ferramentas para transformar as maiores indústrias do mundo – Saúde, Educação, Alimentação, Serviços financeiros, Energia – e a própria maneira como vivemos nossas vidas. Essa é a boa notícia.

A notícia não tão emocionante é que, depois de passar alguns anos conversando com centenas de empresários, CEOs das empresas, investidores e líderes do governo, estou convencido de que a maioria das pessoas não perceberam o que está por vir. É por isso que eu escrevi o livro chamado Third Wave.

Eu já vi esse filme antes: durante a Primeira Onda da Internet – quando empresas como a AOL, Cisco e outros estavam construindo a infra-estrutura para o mundo online, houve um atraso entre reconhecer o surgimento do novo meio e se preparar para responder. Grande parte dessas indústrias de comunicações e de computação ficaram para trás.

Em seguida, a Segunda Onda, com novos players criados no topo da infra-estrutura de Internet ganhando escala no social, search, e-commerce, e, eventualmente, na economia dos apps foram alavancados através da revolução dos smartphones.

Hoje, com todo o potencial da “Internet of Everything – IoE” tornando possível a Terceira Onda, uma nova cartilha é necessária. Se você é um CEO, empresário, funcionário ou dirigente política pública – prosperar e até mesmo sobreviver será mais difícil.

Abaixo estão minhas cinco estratégias para garantir o sucesso na Terceira Onda:

1. Seja curioso, ser paranóico

Como muitos têm apontado: a maior editora da atualidade não produz conteúdo (Facebook), mais de um milhão de pessoas se hospedaram com a maior empresa de hospitalidade do mundo (Airbnb) no Ano Novo de 2016, mesmo que essa empresa não possua nenhum quarto de hotel e a maior serviço de táxi não é dono de nenhum carro (Uber).

Esta é a ponta do iceberg. Se você está apenas começando, ou sua empresa tem sobrevivido por décadas, não tenho nenhuma dúvida: os objetos no espelho retrovisor estão mais próximos do que parecem. Os CEOs, empresários e funcionários precisam abraçar uma visão de mundo de que uma mudança está chegando – e então precisa articular essa visão de mundo, interna e externamente.

Cada membro de sua equipe terá de ser curioso sobre hoje e o que está vindo amanhã, com a atenção focada para o que está acontecendo nas bordas de sua indústria com um olho para o que pode acontecer a seguir.

2. Conheça o seu lugar

Nunca foi tão fácil de se abrir e ganhar escala da cidade que chama de lar – não é mais necessário mudar suas operações para Londres ou São Francisco. Estamos descobrindo que a autenticidade local é fundamental.

As empresas que utilizam o DNA local de uma cidade estão melhor posicionadas do que nunca para terem sucesso. Descubra o que sua cidade local faz bem e use isso. E alavanque utilizando novas ferramentas como crowdfunding para levantar o capital que você precisa para iniciar ou escalar.

3. Seja um atacante, não um defensor

Como CEO da Amazon, Jeff Bezos observou recentemente, a questão não é SE a Amazon será substituída, mas quando será.

No mundo dos negócios, há atacantes e defensores. Start-ups estão no ataque e jogam na ofensiva porque eles não têm uma escolha. A mentalidade corporativa, por outro lado, é muitas vezes para proteger o status quo.

Os atacantes são apaixonados sobre maximizar oportunidades. Com demasiada frequência, os defensores estão focados em minimizar os riscos. Mas em uma economia que está mudando rapidamente, a inação ou incrementalismo é muitas vezes o maior risco de todos.

A Kodak sabia que a revolução da câmera digital estava chegando em 1975, quando um de seus engenheiros a inventou. Eles sabiam que a fotografia digital poderia interromper o seu negócio principal de filmes, a longo prazo, mas os executivos estavam mais preocupados com a curto prazo e não fizeram os investimentos certos em R & D. A Kodak declarou falência em 2012.

É fundamental que as organizações inclinem-se para o futuro, e tenham um viés para a ação e inovação. Fazer mais experimentos – sabendo que muitos falharão – permitirá que as empresas estabelecidas se tornem mais ágeis, mais inovadoras e mais empreendedoras.

4. Envolva-se com o governo

Os governos vão ser mais centrais na Terceira Onda do que foram na Segunda Onda. Você pode não gostar mas é verdade. Se você não consegue descobrir como trabalhar com o governo – e como conseguir que governo trabalhe com você – você não será capaz de sobreviver, ou transformar setores como saúde, educação, energia, serviços financeiros, ou alimentação.

Eles têm regimes regulatórios complicados e políticas complexas. Não fuja deles, corra em direção a eles, e você estará bem posicionado para a Terceira Onda.

5. “Se você quiser ir longe, vá junto”

Há um provérbio africano que eu vim a apreciar:

“Se você quiser ir rápido, vá sozinho. Se você quiser ir longe, vá junto.”

Nos últimos anos, se você teve uma grande ideia para um aplicativo, você pode ir sozinho – era tudo sobre como obter o produto certo e impulsioná-lo via adoção viral. Mas na Terceira Onda, as parcerias serão fundamentais.

Start-ups precisam fazer parcerias com empresas para escalar. E corporações precisam fazer parceria com start-ups para que eles possam se beneficiar de inovações na periferia, e estarem bem posicionadas para terem um pedaço do futuro.


Steve Case, co-fundador da AOL, é o presidente e CEO da Revolução LLC, uma empresa de investimento com sede em Washington, DC Seu novo livro, “The Third Wave: Visão de um empreendedor do Futuro”, foi lançado essa semana pela Simon & Schuster.

Texto publicado anteriormente no Jornal do Empreendedor.

Não deixe a crise da economia brasileira deter você. Empresários estão preocupados em relação à expansão de seus negócios, mas o fato é que é possível manter (e até aumentar) o faturamento das empresas.

Trabalhe para que seu e-commerce consiga prosperar e atravessar essa fase da melhor forma possível. Acredite: mesmo neste momento, existem maneiras de crescer.

Quer saber como? Siga nossas dicas e veja por si mesmo!

Afaste ao máximo sua empresa da crise

O setor empresarial continua crescendo no Brasil e muitos empreendedores estão estudando novas formas de entrar no mercado. É importante estar informado a respeito dos obstáculos e dificuldades em momentos de crise, porém é necessário deixar as discussões a respeito do fenômeno um pouco de lado, caso contrário todos acabam desmotivados e com medo de investir em um novo negócio.

Um empreendedor, que administra pessoas e precisa trabalhar com outras variáveis que não as macroeconômicas, pode participar das discussões, mas não deve levar a crise para a empresa.

Aproveite as áreas que ainda têm baixa competitividade

O mercado brasileiro ainda conta com muitas oportunidades em diversas áreas e, ao contrário do que possa parecer, uma empresa menor pode ser mais eficiente do que as maiores, principalmente em questões econômicas.

Já que este seria um momento delicado para investir, que seja em um ambiente menos movimentado. Seja criativo e pense em atingir diferentes mercados.

Invista em um certificado de segurança

O ambiente online precisa ser seguro, principalmente em um momento de crise. O Certificado SSL acaba funcionando também como uma ferramenta de marketing digital, além de garantir transações seguras para clientes e empresários, já que auxilia no posicionamento da loja em buscadores, como o Google.

Além disso, quando uma empresa adquire um SSL é concedido a ela o direito de inserir o Selo de Segurança em sua página, para que o usuário se sinta mais confiante a efetivar a compra. Faz toda a diferença e o retorno desse investimento é garantido.

Economize e guarde recursos

Nesse momento, é importante que o empresário se preocupe com a questão de seu caixa. Está seguro para ultrapassar qualquer aperto? Caso a resposta seja positiva, basta apostar em medidas mais seguras, tomando atitudes conscientes em relação a investimentos, para que não seja necessário parar de crescer.

Os recursos que precisam ser guardados aqui se tratem de pessoas e de dinheiro, estabelecendo objetivos voltados ao público e contando com disponibilidade financeira para executá-los.

Permita que todos tomem decisões e sugiram novos rumos para a empresa

Qualquer empresário precisa ter consciência de que não é possível ser insubstituível o tempo todo. É importante contar com o auxílio de alguém que possa tomar decisões e executar tarefas com a mesma eficiência, pois todos possuem limitações.

Quando o funcionário não tem a oportunidade de colocar o que aprende em prática, a empresa corre o risco de não evoluir como poderia. Permita inovações e faça com que sua equipe saiba o que é esperado de cada funcionário, tornando-o mais motivados e mais dispostos a tentar.

Sua empresa pode crescer muito mais do que se imagina durante um período de crise. Vale a pena aproveitar esse momento para focar em outras prioridades, como vimos. Portanto, não desanime! Motive sua equipe, confie em sua capacidade e vá em frente. Bom trabalho!

Texto anteriormente publicado no E-commerce Brasil.

Os números de abril do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) registram o fechamento de 97.828 postos de trabalho no Brasil.

Especialistas apontam o resultado como reflexo da crise econômica no país e alertam que a retração do emprego não só vai continuar, como deve ficar ainda pior, visto que não há indícios de que a economia vá melhorar nos próximos meses. O ministro Manuel Dias, apesar de não confirmar números, afirma estar ciente de que haverão ainda mais reduções no Caged (O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) de maio.

Na contramão dessa queda na economia parece estar o e-commerce, que apesar de ter desacelerado consideravelmente seu crescimento, no mínimo tem se mantido, como afirma o diretor de Comunicação e Marketing da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.Net), Gerson Rolim.

Ele complementa as projeções de faturamento para 2015 são positivas. Pudera, dos 204 milhões de brasileiros, 51,5 milhões fizeram no mínimo 1 compra online no ano passado. Isso representa cerca ¼ da nação que necessita de atendimento comercial, profissionais de TI, pós-vendas, financeiro, gestão, comunicação e inúmeros outros setores envolvidos.

Pegamos como exemplo a holding Magamobi, especialista na venda de celulares e smartphones. Além do crescimento, os catarinenses ainda se destacam por sua atuação no mercado de trabalho. Frente aos dados de queda, a empresa continua a abrir novas vagas, contratando para ampliar tanto setores quanto horários e atuando com gestão de pessoas e com a capacitação e a formação de colaboradores.

Para o CEO Jaison Goedert uma boa equipe é fundamental: “Focamos em manter um bom time e enriquecê-lo de novos talentos para impulsionar e acompanhar o nosso crescimento. Neste ano teremos investimentos que contemplam infraestrutura, novas tecnologias e equipamentos, mas também voltados à atrair e capacitar colaboradores.”

Porque é necessário capacitar?

Não é de hoje que o mercado e-commerce tem dificuldades na contratação de mão de obra. Currículos de colaboradores especialistas tanto em varejo quanto em tecnologia não são nada comuns e, com o crescimento das lojas virtuais, a deficiência se amplia para as demais áreas gerenciais e operacionais.

O que acontece então, é que apesar da lacuna em uma das áreas de competência, é feita a contratação seguida de uma capacitação dentro do próprio comércio eletrônico, como a forma mais comum de profissionalização.

Segundo a Pesquisa Profissional de E-commerce 2014, parceria entre E-bit e Universidade Buscapé Company, 61% dos profissionais aprendeu a trabalhar com comércio eletrônico assim, na própria empresa. Mas por que isso acontece?

As vagas no comércio eletrônico pertencem a segmentos relativamente jovens e que a intervalos muito curtos inserem e resultam ainda em novas demandas e competências. O mercado profissionalizante não consegue se adequar tão rapidamente para preparar e capacitar esses colaboradores. Assim o déficit que já existe para a mão de obra do e-commerce, não apenas se mantêm, mas aumenta e com o crescimento do setor, se amplia.

Para 2015, a Pesquisa Profissional de E-commerce trará informações muito relevantes sobre como o mercado está lidando com a forte crise econômica no Brasil. Em quais áreas o gestor de e-commerce está investindo e se o perfil do Profissional de E-commerce brasileiro está mudando. Fique ligado!

Vaga: Gerente de Operações
Empresa: Xeriph
Site: https://xeriph.com.br/
Local de trabalho: Rio de Janeiro – Zona Sul

Atividade

Apoiar a gestão de uma startup recém adquirida ajudando-a a priorizar e implantar projetos de desenvolvimento de novos negócios e tecnologias.

A Xeriph é a primeira agregadora e distribuidora de livros digitais do Brasil. Tem por objetivo unir editoras e lojas virtuais, facilitando a cadeia de venda e distribuição de ebooks.

Nossa plataforma oferece uma robusta infraestrutura de venda de livros digitais com DRM para livrarias, ao mesmo tempo em que permite a editoras distribuir seu catálogo em vários canais de uma só vez. Tudo isto através de uma plataforma ágil, simples e segura.

Pré Requisitos

● Conhecimentos em Finanças e gestão de projetos;
● Gerenciamento de equipes;
● Superior completo (desejável Engenharia, Administração ou Economia);
● Desejável Pós-graduação em Gestão de Negócios;
● Experiência de 5 anos em empresas de Tecnologia;
● Inglês Fluente;
● Disponibilidade para viagens (São Paulo).

Benefícios

● Alimentação no local;
● Contrato CLT;
● Remuneração variável;
● Bônus (2,5 salários).

P.S.: Candidatos interessados por favor enviar o currículo para o e-mail curriculos.abrilmidia@abril.com.br – título: Gerente de Operações Xeriph. No corpo do e-mail por gentileza informar a pretensão salarial.