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Nota do editor: Este artigo ganhou o prêmio no 2014 Annual Awards Contest do Deadline Club, the New York City chapter of the Society of Professional Journalists.

Ninguém disse que construir uma empresa era fácil. Mas é hora de ser honesto sobre como isso pode ser brutal – e sobre o preço alto que os empreendedores pagam por isso.

Por todos os aspectos, Bradley Smith é um empreendedor de sucesso inquestionável. Ele é CEO da Rescue One Financial, uma empresa de serviços financeiros na California que fechou o ano de 2012 com 32 milhões de dólares em vendas.

A empresa de Smith cresceu mais de 1400% nos últimos 3 anos, estando na posição 310 da Inc. 500 desse ano. Dito isso, você não deve imaginar que, há exatos 5 anos atrás, Smith estava à beira da ruína financeira e do colapso mental.

Em 2008 Smith estava trabalhando longas horas aconselhando clientes nervosos sobre como sair da dívida.

Mas o seu comportamento calmo e mascarado tinha um segredo: ele compartilhava de seus medos. Como seus clientes, Smith foi afundando em mais e mais dívidas.

Ele estava bem perto do vermelho – em todos os sentidos.

EU ESTAVA OUVINDO O QUÃO DEPRIMIDO E VICIADO MEUS CLIENTES ESTAVAM, MAS NO FUNDO EU ESTAVA PENSANDO COMIGO MESMO, EU TENHO O DOBRO DA DÍVIDA DESSE CARA, LEMBRA SMITH.

Ele havia estourado a sua linha de crédito de 60 mil dólares. Havia vendido seu Rolex que comprou com o seu primeiro salário na carreira anterior de corretor. Ele se humilhou diante de seu pai, o homem que acreditava em máximas como, “dinheiro não dá em árvores” e “não se faz negócios com a família”, pedindo 10 mil dólares emprestado, valor que só recebeu após assinar uma promissória com juros de 5%.

Smith projetou otimismo aos seus co-fundadores e 10 funcionários, mas seus nervos estavam em frangalhos.

MINHA ESPOSA E EU GOSTARÍAMOS DE DIVIDIR UMA GARRAFA DE VINHO PARA O JANTAR, MAS APENAS NOS ENTREOLHAMOS LAMENTANDO TUDO. NÓS SABÍAMOS QUE ESTÁVAMOS PERTO DO ABISMO.

Em seguida, a pressão ficou ainda pior: o casal descobriu que estava esperando seu primeiro filho. Eles ficaram noites sem dormir, olhando para o teto. Smith acordava às 4 horas da manhã, preocupado, pensando sobre a situação e se perguntando quando é que as coisas iriam acontecer.

Após 8 meses de ansiedade constante, a empresa de Smith finalmente começou a ganhar dinheiro.

Para quem gosta de empreendedorismo, os empreendedores bem sucedidos têm status de herói em nossa cultura. Nós idolatramos Mark Zuckerberg e Elon Musk. E comemoramos o crescimento incrivelmente rápido das empresas na Inc. 500.

Mas, muitos desses empreendedores, como Smith, carregam seus demônios secretos: antes de se tornarem grandes empreendedores, eles lutaram para superar esses momentos de ansiedade quase debilitante e desesperadores, em que tudo parecia desmoronar.

Até recentemente admitir esses sentimentos era um tabu. Em vez de mostrar a vulnerabilidade, os líderes têm praticado o que os psiquiatras chamam de gerenciamento de impressão, ou o ‘minta até conseguir – fake it till you make it‘. Toby Thomas, CEO do EnSite Solutions, empresa 188 na Inc. 500, explica o fenômeno com sua analogia favorita: um homem cavalgando em um leão.

AS PESSOAS OLHAM PARA ELE E PENSAM: ESSE CARA REALMENTE TEM COLHÃO. ELE É CORAJOSO. MAS O HOMEM MONTADO EM UM LEÃO ESTÁ PENSANDO: COMO DIABOS EU VIM PARAR EM CIMA DE UM LEÃO, COMO EU FAÇO PARA EVITAR SER DEVORADO?

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“É como um homem cavalgando num leão. As pessoas pensam: “Esse cara é corajoso”. E ele está pensando: “Como eu vim parar em cima de um leão e como eu faço para ele não me devorar? “

Nem todo mundo que caminha pela escuridão passa por ela. Em janeiro, o conhecido fundador do e-commerce Ecomom tirou sua própria vida. Sua morte abalou a comunidade startup. Ela também reacendeu a discussão sobre empreendedorismo e saúde mental, que começou há 2 anos após o suicídio de Ilya Zhitomirskiy, de 22 anos, co-fundador da Diaspora, uma rede social.

Ultimamente mais empreendedores começaram a falar sobre suas lutas internas na tentativa de combater o estigma sobre a depressão e a ansiedade que faz com que seja difícil para os doentes procurar ajuda.

Em um post profundamente pessoal chamado When Death Feels Like a Good Option, Ben Huh, CEO do site de humor Cheezburguer escreveu sobre seus pensamentos suicidas após o fracasso de uma startup em 2001.

Sean Percival, ex-vice-presidente do MySpace e co-fundador da startup de roupas para crianças Wittlebee, escreveu um post chamado, When It’s Not All Good, Ask for Help, em seu site.

EU ESTAVA A BEIRA DO ABISMO E QUASE DESISTI DE TUDO NO ANO PASSADO POR CONTA DA DEPRESSÃO E DA PRESSÃO SOBRE NEGÓCIO. SE VOCÊ ESTÁ PRESTES A DESISTIR, POR FAVOR CONTATE-ME.

Brad Feld, diretor executivo do Foundry Group, começou a blogar em outubro sobre o seu mais recente episódio de depressão. O problema não é novo – o capitalista de risco proeminente lutou com transtornos de humor durante toda a sua vida adulta.

Mas então vieram os e-mails. Centenas desses e-mails. Muitos eram de empreendedores que também lutaram com a ansiedade e com o desespero.

SE VOCÊ VISSE A LISTA DE NOMES, SERIA UMA GRANDE SURPRESA. ELES SÃO PESSOAS MUITO BEM-SUCEDIDAS, MUITO CARISMÁTICAS E CHEIAS DE VISIBILIDADE. MAS ELE TÊM LUTADO EM SILÊNCIO. HÁ UMA SENSAÇÃO DE QUE ELES NÃO PODEM FALAR SOBRE ISSO, QUE É UMA FRAQUEZA OU VERGONHA. DEIXAR A COISA ESCONDIDA E PRESA TORNA TUDO PIOR.

Se você é empreendedor, tudo isso pode acabar soando familiar pra você. É um trabalho estressante que pode criar turbulência emocional. Para começar há o grande risco do fracasso.

A estatística afirma que, 3 em cada 4 startups fracassam, de acordo com uma pesquisa feita por Shikhar Ghosh, um professor da Harvard Business School. Ghosh também constatou que mais de 95% das startups ficam aquém de suas projeções iniciais.

Os empreendedores muitas vezes conciliam muitos papéis e enfrentam inúmeros contratempos: clientes perdidos, disputas com parceiros, aumento da concorrência, problemas de pessoal, etc., tudo ao mesmo tempo. Para complicar as coisas, os novos empreendedores muitas vezes tornam-se menos resistentes por negligenciar a sua saúde. Eles comem demais ou muito pouco. Eles não dormem o suficiente.

Por isso não deve ser nenhuma surpresa o fato de empreendedores experimentarem mais ansiedade do que seus empregados.

Na última Gallup-Healthways Well-Being Index, 34% dos empreendedores se declararam preocupados, 4 pontos a mais do que os outros trabalhadores. E 45% dos empreendedores disseram que estavam estressados, 3 pontos a mais do que os outros trabalhadores.

Mas, pode ser muito mais do que apenas um trabalho estressante que empurra os empreendedores para o abismo. Segundo pesquisadores, muitos empreendedores compartilham traços de caráter inato que os tornam mais vulneráveis às oscilações de humor.

AS PESSOAS QUE TEM ESSE LADO CHEIO DE ENERGIA, MOTIVADO E CRIATIVO SÃO MAIS PROVÁVEIS DE SE TORNAREM EMPREENDEDORAS E MAIS PROPENSAS TAMBÉM A TEREM ESTADOS EMOCIONAIS FORTES.

Esses estados podem incluir depressão, desespero, desesperança, sensação de inutilidade, perda de motivação e pensamento suicida.

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O fracasso pode despertar pensamento suicida nos empreendedores.

Os empreendedores são vulneráveis para o lado negro da obsessão, sugerem os pesquisadores da Swinburre University of Technology in Melbourne, na Austrália.

Eles realizaram entrevistas com fundadores de um estudo sobre a paixão empreendedora. Os pesquisadores descobriram que muitos empreendedores tinham sinais de obsessão clínica, incluindo forte sentimento de angústia e ansiedade.

John Gartner, psicólogo que leciona na Johns Hopkins Medical School reforça essa mensagem. Em seu livro, “The Edge Hypomanic: The Link Between (a Little) Craziness and (a Lot of) Success in America, Gartner afirma que um temperamento muitas vezes negligenciado pode ser responsável tanto por alguns pontos fortes dos empreendedores como por pontos fracos.

Não importa o seu perfil psicológico, grandes problemas no seu negócio podem abatê-lo. Mesmo os empreendedores experientes tiveram o tapete puxado.

Mark Woeppel, fundador da Pinnacle Strategies, uma empresa de consultoria de gestão de 1992. Em 2009, o telefone simplesmente parou de tocar. Por conta da crise financeira global, seus clientes estavam de repente mais preocupados com a sobrevivência do que em aumentar a produção.

Suas vendas despencaram 75%. Woeppel demitiu seus funcionários. Em pouco tempo, ele havia exaurido seus bens: carros, jóias, tudo que tinha. Sua confiança foi diminuindo também.

COMO CEO VOCÊ TEM ESSA AUTOIMAGEM DE QUE É O SENHOR DO UNIVERSO. AÍ, DE REPENTE, VOCÊ SIMPLESMENTE DEIXA DE SER.

Woeppel parou de sair de casa. Ansioso e com pouca autoestima, ele começou a comer muito e engordou 50 quilos. Às vezes ele procurava um alívio temporário em um antigo hobby: tocar guitarra. Trancado em um quarto, ele tocava Steve Ray Vaughan e Chet Atkins.

Por isso tudo, ele continuou trabalhando no desenvolvimento de novos serviços. Em 2010, os clientes começaram a voltar. A Pinnacle fechou o seu maior contrato com uma fabricante aeroespacial, com base em um whitepaper que Woeppel havia escrito durante a sua crise.

Ano passado, a receita da Pinnacle atingiu 7 milhões de dólares. As vendas cresceram mais de 5000% desde 2009 e a empresa ganhou destaque esse ano ficando em 57º lugar na lista da INC. 500.

Woeppel diz que agora é mais resistente, por conta da maturidade adquirida em tempos difíceis.

EU COSTUMAVA PENSAR QUE EU ERA O MEU TRABALHO. MAS AÍ VOCÊ FRACASSA. E, DESCOBRE QUE SEUS FILHOS AINDA TE AMAM. QUE SUA ESPOSA AINDA TE AMA. SEU CÃO AINDA TE AMA.

Mas, para muitos empreendedores os ferimentos da batalha não cicatrizam completamente.

Esse foi o caso de John Pope, diretor executivo da WellDog, empresa de tecnologia e energia. Em dezembro de 2002, Pope tinha exatamente 8 dólares em sua conta no banco.

Ele estava 90 dias atrasado na parcela de seu carro, 75 dias atrasado no pagamento de sua hipoteca. A Receita Federal entrou com uma execução contra ele. Seu telefone celular e TV à cabo tinham sido desligados. Em menos de 1 semana a empresa de gás natural iria suspender o serviço na casa que vivia com sua esposa e filhas.

A sua empresa estava esperando uma transferência bancária da Shell, um investidor estratégico que, depois de meses de negociação terminou com um contrato de 380 páginas assinado. Então Pope esperou.

Desde então a WellDog decolou. Nos últimos 3 anos, as vendas cresceram mais de 3700%, passando para uma receita de 8 milhões de dólares, colocando a empresa na posição 89 na Inc. 500. Mas o resíduo emocional dos anos de tumulto ainda perdura.

HÁ SEMPRE AQUELA SENSAÇÃO DE ESTAR SOBRECARREGADO, DE QUE NÃO PODEMOS RELAXAR NUNCA. VOCÊ ACABA COM UM GRAVE PROBLEMA DE CONFIANÇA. VOCÊ SENTE QUE TODA VEZ QUE CONSTRUIR A SUA SEGURANÇA, ALGO VEM E LEVA EMBORA.

Embora o caminho empreendedor seja sempre um caminho selvagem, cheio de altos e baixos, há coisas que os empreendedores podem fazer para ajudar a manter suas vidas fora de uma espiral fora de controle.

Quando se trata de combater a depressão, o relacionamento com amigos e familiares podem ser armas poderosas. E, não deve se ter medo de pedir ajuda.

Freeman também aconselha que os empreendedores devem limitar a sua posição financeira. Quando se trata de avaliação de risco, os pontos cegos dos empreendedores muitas vezes são grandes o suficiente para causar prejuízo.

As consequências podem agitar não apenas a conta bancária, mas também os níveis de estresse. Portanto, defina um limite para o quanto de seu próprio dinheiro você está preparado para investir.

A capacidade de reformular o fracasso e a perda podem ajudar os líderes a manter uma boa saúde mental.

EM VEZ DE DIZER A SI MESMO EU FRACASSEI, O MEU NEGÓCIO FRACASSOU E, EU SOU UM PERDEDOR, OLHE SOB UMA PERSPECTIVA DIFERENTE. QUEM NÃO ARRISCA, NÃO PETISCA. A VIDA É UM CONSTANTE PROCESSO DE TENTATIVA E ERRO. NÃO EXAGERE SEUS SENTIMENTOS.

Por último esteja aberto sobre seus sentimentos. Máscaras não ajudam as suas emoções. Quando você está disposto a ser emocionalmente honesto, você pode se conectar mais profundamente com as pessoas ao seu redor.


Este artigo foi adaptado do original, “The Psychological Price of Entrepreneurship”, da Inc. Publicado anteriormente no Jornal do Empreendedor.

Vemos a cada ano um número significativo de marcas que, com o objetivo de alcançar novos consumidores e mudar o comportamento de compra dessas pessoas, estão ampliando seus canais de vendas e apostam no e-commerce para aumentar as vendas e sair em vantagem diante de outras lojas que ainda utilizam apenas espaços físicos para atender seus clientes.

Com o setor em constante crescimento, as marcas precisam se atentar em alguns pontos, principalmente no que se refere a concorrência que fica cada vez mais acirrada. Para ter destaque nesse mercado é preciso inovar e agir de forma estratégica. Diante deste cenário, o e-commerce de nicho é a melhor solução para esses novos empreendedores para que eles possam desenvolver um trabalho diferenciado.

De acordo com dados do mercado, em 2015 os nichos que apontaram um crescimento significativo foram moda, beleza, saúde, decoração, serviços, automotivo e pet. Para 2016, esse cenário terá algumas mudanças. Com base em um levantamento feito pela ABComm, os nichos que vão ter mais destaques serão educação, conteúdos digitais, saúde, produtos que melhoram a qualidade de vida, alimentação, artigos de culinária e serviços.

Mas, para isso, os empreendedores precisam tomar cuidado, já que se especializar em um nicho não é tão simples quanto parece. Primeiramente é importante estudar minuciosamente o mercado que vai atuar e analisar detalhadamente se há grandes varejistas como concorrentes e saber como é a aceitação deste segmento para o público final.

A importância do nicho de mercado

Um outro ponto importante quando se trata da escolha do nicho é que os lojistas precisam trabalhar com algo que realmente faça sentido para eles e que tenha uma certa afinidade com o assunto. Uma dica que eu posso dar para que o empreendedor seja mais certeiro nessa escolha é listar aquilo que mais gosta de fazer, praticar e definir quais são as suas paixões, isso pode ajudar a dar um direcionamento para quem está começando.

Além disso, é preciso traçar o público-alvo que o e-commerce irá “conversar” e saber se há mercado para este produto. Mas, é preciso tomar cuidado para que o plano de negócio não seja restrito demais e deixe de ter algumas opções de produtos que são importantes para a necessidade do seu cliente.

Após essas duas questões estarem bem definidas no e-commerce, é preciso alinhar o posicionamento da marca, para que a comunicação seja mais assertiva e direcionada para o seu público-alvo. Com isso, fica muito mais fácil de ter um relacionamento mais próximo com o seu cliente e garantir a fidelização na sua loja.

Tirando projetos do papel em tempos difíceis

Com esses pontos alinhados, as chances do negócio dar certo é grande. É preciso se preocupar com o seu cliente e sobre aquilo que é interessante para ele e que vai suprir a sua necessidade.

Diante disso, temos que avaliar o mercado, as oportunidades que aparecem e estarmos atentos a tudo que acontece ao nosso redor para não perder novas chances. Pois bem, com tudo isso que citei acima, vamos começar a listar aquilo que você gosta e iniciar o negócio em um mercado promissor, sem medo e precedentes?

A Black Friday 2015 está batendo à nossa porta e os números prometem boas compras, apesar da crise que assola o Brasil. Por isso, se você tem sua loja virtual e está se preparando para a sexta-feira mais otimista do ano, que tal conferir esse infográfico e entender mais sobre o evento?

Antes (ou depois), leia mais sobre o que já publicamos sobre a Black Friday para este ano:

• E-commerce cresce 51% na Black Friday 2014
Entre consumidores online, 80% querem gastar na BF
Como não ser só mais um spammer na BF
Como os vídeos online podem ajudar a aumentar as vendas na BF?
3 dicas para garantir a melhor performance digital nas vendas online
Como planejar o seu e-commerce para aumentar as vendas na BF

Infográfico – O Universo da Black Friday

Agora sim, o infográfico produzido pelo pessoal da Shopify:

Curiosidades sobre a Black Friday pelo mundo
Curiosidades sobre a Black Friday pelo mundo. Infográfico do Shopify.

O MVP não foi feito para você gastar menos dinheiro, e sim para você aprender de forma mais inteligente.

Um produto mínimo viável (MVP ou minimum viable product, em inglês) nem sempre é uma versão menor ou mais barata do seu produto final. Definir a meta do seu MVP pode te fazer economizar muito tempo, dinheiro e sofrimento. Quer ver por quê?

Drones sobrevoando os campos

Na Universidade de Stanford, na Califórnia, encontrei recentemente uma equipe que estava montando seu MVP e queria lançar veículos aéreos não tripulados (drones) com uma câmera para coletar imagens hiperespectrais de campos agrícolas.

Através delas, os agricultores poderiam monitorar a saúde de suas plantações, a presença de doenças ou insetos, se foi aplicado fertilizante suficiente e se há água o bastante — a câmera tem resolução para ver cada planta individualmente. Com essas informações, as fazendas poderiam fazer previsões mais precisas sobre sua produção, sobre o tratamento de áreas específicas contra pragas e ainda colocar adubo e água somente onde necessário.

Explico: drones são melhores do que os satélites, por terem maior resolução e o potencial de passarem mais vezes sobre as plantações, além de custarem menos que aviões.

Toda essa informação ajudaria os agricultores a aumentar a produção (lucrando mais) e, ao mesmo tempo, reduzir custos, usando água, fertilizantes e produtos químicos apenas onde necessário.

No planejamento, o negócio seria um provedor de serviços de dados em um mercado emergente chamado “agricultura de precisão”. A empresa iria semanalmente às plantações, lançaria os drones, coletaria e processaria os dados e, em seguida, enviaria-os aos agricultores em uma configuração fácil de entender.

Descoberta de clientes nas fazendas

Eu não sei por que, mas essa foi a quarta ou quinta startup que eu vi na área de agricultura de precisão em Stanford que usou drones, robótica, sensores de alta tecnologia, etc. Essa equipe chamou minha atenção quando disseram que queriam discutir suas conversas com clientes em potencial.

Eu escutei e, à medida que eles descreviam suas entrevistas, parecia que tinham descoberto que:

• Sim, os agricultores entendem que não poder ver o que está acontecendo em detalhes nas suas plantações é um problema;
• e sim, ter dados como esses seria ótimo — em teoria.

Assim, a equipe decidiu que isso estava com cara de ser um negócio viável e que eles gostariam de construir.

Quando falei com eles, estavam procurando levantar o dinheiro para construir um protótipo do produto mínimo viável (MVP). Tudo ótimo. Equipe inteligente, especialistas de verdade na área de gravações hiperespectaris, design de drones e com bons primeiros passos na descoberta do cliente, começando a pensar sobre o produto, market fit, etc.

Enxugar custos não é um processo de engenharia

Eles me mostraram as metas e o orçamento para o próximo passo. O que queriam era um cliente inicial satisfeito, que reconhecesse o valor de seus dados e estivesse disposto a se tornar um evangelista. Ótimo objetivo.

Eles concluíram que a única maneira de conseguir encantar o cliente inicial era construir um produto mínimo viável, e acreditavam que o MVP precisaria:

1- Demonstrar o voo do drone;
2- mostrar que o seu software poderia unir todas as imagens da plantação;
3- e, em seguida, apresentar os dados para o agricultor de uma forma que ele pudesse usá-los.

Logicamente, eles concluíram que o caminho seria comprar um drone, uma câmera hiperespectral, o software para processamento de imagens e, por fim, gastar meses de tempo na parte de engenharia, integrando a câmera, a plataforma e o software. Eles me mostraram seu orçamento mínimo para fazer tudo isso. Lógico.

E errado.

Não perca de vista o seu objetivo

A equipe confundiu o propósito do MVP (ver se eles poderiam encontrar e encantar um fazendeiro que pagasse pelos dados) com o processo de chegar nisso.

ELES TINHAM O OBJETIVO CERTO, MAS O MVP ERRADO PARA TESTÁ-LO.

Veja por quê:

A hipótese da equipe era de que eles poderiam fornecer dados acionáveis pelos quais os agricultores pagariam. Ponto. Já que a startup se autodefiniu como uma empresa de serviços de dados, no final das contas, não fazia a menor diferença para o agricultor obter seus dados de satélites, aviões, drones, ou simplesmente mágica, desde que eles tivessem as informações em mãos.

Isso significa que todo o trabalho com a compra do drone, a câmera, o software e o tempo integrando tudo foi desperdício — agora. Eles não precisavam testar nada disso ainda. Já existem provas suficientes de que drones de baixo custo podem ser equipados para transportar câmeras. Eles tinham definido o MVP errado para testar primeiro. O que eles precisavam gastar tempo testando, em primeiro lugar, era se os agricultores se interessariam ou não pelos dados.

Então eu perguntei: “Não seria mais barato alugar uma câmera e colocar em um avião ou helicóptero para voar sobre as plantações e depois processar os dados manualmente para ver se isso é o tipo de informação pela qual os agricultores pagariam? Não dá para fazer isso em um dia ou dois, por um décimo do dinheiro que você está buscando?” Ah…

Eles pensaram sobre isso por um tempo, riram e disseram: “Nós somos engenheiros e queríamos testar toda a tecnologia legal, mas você quer que a gente teste primeiro se temos um produto pelo qual os clientes se interessariam e se isso é um negócio. Nós podemos fazer isso.”

Pessoal inteligente. Eles foram embora pensando sobre como redefinir seu MVP.

Lições aprendidas

• Um produto mínimo viável (MVP) nem sempre é uma versão menor ou mais barata do seu produto final.
• Pense em alternativas baratas para testar o seu objetivo.
• Lembre-se de que grandes fundadores não perdem de vista seu objetivo.

Artigo originalmente publicado no site oficial da Endeavor.

Você já tem interesse em transformar o seu negócio em um e-commerce ou quer se informar sobre a possibilidade de empreender na internet, certo?

Obviamente, não existe uma fórmula pronta, mas muitas marcas e empreendimentos online de sucesso, mesmo seguindo suas próprias trilhas no mercado virtual, se orientaram com um método parecido. E é este método que será essencial para qualquer empresa que queira se firm ar na web.

Veja a seguir algumas dicas para empreender na internet!

1- Tenha e certeza de que a internet é seu lugar

Muitos empreendedores, já convencidos de que a internet é o lugar deles, se assustam com esta pergunta. No entanto, ela é inevitável e é melhor que você saiba com todas as certezas a sua resposta.

Se você já tem um produto ou serviço delimitado, você precisa pensar como o seu consumidor. Ele vai querer procurar este produto presencialmente, ou ele gostaria de comprá-lo através das facilidades da internet?

Ao fazer estes questionamentos, é possível que você veja que há um mercado virtual com uma necessidade; ou seja, existem pessoas que gostariam de comprar seu produto ou contratar seu serviço virtualmente, só que não existem muitas opções. E é aí que o seu negócio entra.

Outra maneira de descobrir isto é fazer pesquisas sobre o público-alvo. Monte um formulário com perguntas relevantes sobre o perfil do seu público e espalhe ela em grupos relacionados no Facebook, LinkedIn e fóruns espalhados pela internet.

2- Pense na necessidade e não no produto

É comum que empresas se preocupem muito com o produto e deixem em segundo plano a relação que o cliente tem com o produto. Muitas vezes, um bom produto não é muito vendido porque o público não sentiu que poderia resolver um problema ou suprir uma necessidade com ele (quando, na verdade, ele seria ideal exatamente para isto!).

Portanto, antes de tudo, você precisa conhecer o seu público, observar seu comportamento, listar as maneiras com que seu negócio pode ajudá-lo e saber qual problema que o seu produto vem resolver.

Por isto, observe quem já está no mercado, compare e-commerces semelhantes. Finja ser um comprador e faça alguma aquisição para ter toda a experiência do cliente da empresa rival. O que poderia ser melhor na compra dele? O que fez a diferença e de que forma ele tenta conquistar o cliente? Como melhorar isto? Após observar como é feito, olhe para como você irá fazer.

Ao escrever sobre seu produto em seu site, traga a solução que seu produto oferece antes mesmo de descrevê-lo. Mostre como seu produto é credível e destaque as diferenças do seu produto ou serviço em relação aos concorrentes do mercado. Em outras palavras, destaque a necessidade, mostre a solução e enfatize o que há de único no seu negócio.

3- Torne essa necessidade algo social

A melhor forma de mostrar ao público como o seu produto soluciona um problema ou uma necessidade, é tornando este mesmo problema e necessidade algo social. De uma forma mais simples, você precisa mostrar para o potencial consumidor que acessa o seu e-commerce que existem outras pessoas que têm o mesmo problema e se sentiram satisfeitas com o seu produto.

Portanto, convide seus mais fiéis clientes a dar o testemunho sobre o impacto do seu produto em suas vidas. Se seu negócio já foi assunto de jornais, revistas e outros sites, destaque o que estes canais falaram de positivo sobre ele. Você criará um estímulo em seu potencial cliente ao informá-lo de que outros também apreciaram o seu produto ou serviço.

4- Faça um site que convide e venda

As dicas acima se tornam inúteis se o seu site não for bem navegável. Pense: quantas vezes você já se sentiu frustrado ou até desistiu de uma compra online porque não conseguiu encontrar determinada informação ou teve dificuldade de solucionar suas dúvidas?

A aparência e navegabilidade do seu e-commerce definem a experiência que o seu consumidor em potencial terá (e você quer que esta experiência seja ótima!).

Portanto, para empreender na internet, é preciso mais que uma vitrine bonita. Crie uma estrutura baseada na relevância das informações: o que é mais importante que seu cliente saiba em cada página? O que ele procura? Use imagens, gráficos e vídeos de forma que você possa conversar com seu cliente do modo mais didático.

Não sobrecarregue o visual, seja básico e direto. Aproveite para convidá-lo a participar da sua lista de e-mails e ofereça benefícios para isto (acesso a conteúdo exclusivo, ou algum desconto na primeira compra). E sempre dê a chance de ele buscar ajuda na página, caso não consiga acessar o que procura.

5- Seja uma referência em conteúdo

Ofereça mais do que simplesmente seu produto em seu site. Crie conteúdo constante e relacionado ao produto ou serviço que você está negociando. Quando uma empresa nos mostra conhecimento e soluciona nossas dúvidas, damos maior credibilidade a ela.

Nossa confiança no produto aumenta e, consequentemente, a nossa preferência fica para esta determinada empresa. Crie esse sentimento de afeição através de um bom conteúdo: artigos, vídeos, e-books, e a linguagem que melhor se adaptar ao público.

Esta estratégia de atração é o que chamamos de inbound marketing (o marketing que usa um conteúdo interessante para atrair seu público). Os artigos que você escrever dentro de um blog no seu e-commerce, por exemplo, poderão ser indexados pelas principais ferramentas de busca (como o Google) e, portanto, se você usar as melhores técnicas para melhorar o ranking dos seus artigos nas ferramentas de pesquisa, mais consumidores em potencial conhecerão o seu produto.

6- Crie uma comunidade de clientes

Você precisa se relacionar com seu cliente. Isto é mais do que estar, meramente, nas redes sociais, ou apenas ter um site e uma operação falha em pós-vendas. Nada disto é suficiente se:

1) você não conhecer o seu consumidor,
2) se você não der a oportunidade para ele se fidelizar e
3) você cultivar essa relação se importante de verdade sobre a qualidade não só do serviço ou produto, mas da experiência que você oferece online.

A forma mais eficaz que os empreendimentos online e e-commerces mantêm é a do e-mail marketing.

Ao manter clientes recebendo algum conteúdo exclusivo e tendo um canal de comunicação direto com estas pessoas, você saberá melhor sobre o perfil do seu consumidor e poderá ter maior interação (e vendas) através de campanhas personalizadas.

Os visitantes do seu site, por exemplo, informarão seus e-mails em troca de um conteúdo exclusivo, que solucione algum problema ou ofereça alguma informação útil.

Você também precisa cultivar o relacionamento que tem com quem já comprou em seu site. Ofereça um pós-vendas interessante não somente ao seu negócio, mas ao seu cliente. Ofereça descontos na segunda compra, pacotes com outros produtos que possam se relacionar com o primeiro produto comprado por esta pessoa etc. Tudo isto e até uma página de agradecimento pela compra influenciam na relação e no afeto que este cliente terá por sua empresa.

E se alguns clientes acabam indo embora, você não pode deixar de atrair novos. Sua empresa está presente em redes sociais, certo?

Pois pense em cada uma dessas redes em uma possibilidade de mídia. É mais barato e prático, por exemplo, criar um anúncio para perfis de consumidores em potencial no Facebook, do que pagar uma propaganda na televisão, em que não há controle sobre quem assiste. Existem diversas maneiras de anunciar sua marca online e você precisa encontrar a mais eficaz para o seu negócio, mas não ignore esta possibilidade.

O caminho para empreender na Internet pode parecer complicado, mas com a orientação certa, o sucesso vem como retorno de investimento. Você ainda tem alguma dúvida sobre o assunto ou alguma sugestão? Escreva para nós nos comentários!

A Endeavor Brasil reuniu algumas valiosas informações para te ajudar a colocar em prática aquela ideia cheia de potencial

Então você teve o grande insight. Concebeu um produto ou serviço inovador, que virá para responder a uma necessidade dos consumidores, e que por isso (você acredita que) será um sucesso. Já realizou os procedimentos de análise de mercado (ainda que informalmente), fez suas pesquisas, e descobriu que de fato sua ideia tem muito potencial. Ótimo! O negócio parece mesmo promissor, e o primeiro passo foi muito bem dado.

Porém, suponhamos que você jamais tenha empreendido antes. Imaginemos que não tenha familiaridade alguma com os processos de abertura de uma empresa: é bem provável que as perguntas “e agora? Como coloco minha ideia em prática?” assustem um pouco.

Mas não se preocupe: praticamente todo empreendedor se depara com esta questão. E elaboramos este artigo justamente para tentar responder a dúvidas relativas a esta etapa a que ninguém pode escapar: como abrir uma empresa. São procedimentos e dicas básicas que podem ajudar você, empreendedor, a abrir sua empresa sem maiores dores.

Você verá que as informações têm caráter mais introdutório. O fato é que o assunto é imenso, e para dar conta de tudo precisaríamos de um espaço bem maior. Por isso, inserimos, no final, alguns links que aprofundam o tema.

Conheça suas características de empreendedor

Partindo do princípio que um empreendimento tem o perfil de quem o criou, é muito melhor que, antes de empreender, você se conheça. Com uma ideia precisa de suas características, você também conhecerá melhor suas motivações, o que tornará mais fácil abrir uma empresa de acordo com o seu perfil. Existem empreendedores com perfil idealista, nato, herdeiro, entre outros tipos.

Para conhecer que tipo de empreendedor você é, conte com este quiz da Endeavor.

Paciência é a alma do processo

O primeiro fato que você deve levar em consideração é que abrir uma empresa pode ser um processo demorado, que exigirá um tanto de sua paciência. Por mais que queira viabilizar logo seu negócio, você tem que aguardar definições de órgãos públicos, e isto costuma levar tempo.

Os processos têm se tornado (um pouquinho) mais ágeis em relação ao passado, mas ainda assim o período para se abrir uma empresa, no Brasil, é um dos mais demorados do mundo. Então, lembre-se: procure manter a cabeça fria ao longo desta etapa.

Vamos a um passo a passo:

1 – Pesquise nomes e o endereço da sua empresa

Neste artigo do Portal Exame, Eduardo Araujo Dias, da Quality Serviços Contábeis, explica que, antes de tudo, você deve pesquisar a viabilidade de nomes na Junta Comercial. A seguir, realize uma consulta prévia de endereço na Administração Regional onde ficará a sede do seu negócio. Isto é necessário para verificar se o endereço permite a realização de atividade econômica.

2 – Encontre um contador de sua confiança

Levantar e validar a documentação para a abertura do seu negócio é, sem dúvida, a parte mais complicada do processo. Um bom contador vai auxiliá-lo em todos os momentos desta via-crúcis – principalmente na hora de recomendar qual será o melhor sistema tributário para o seu empreendimento.

No mesmo artigo da Exame, Alessandro Saade, professor de Empreendedorismo da Business School São Paulo, afirma que o contador também pode auxiliar na montagem de um cronograma para sua empresa, com os dias de pagamento de impostos e a melhor data mensal para realizar seus balanços.

3 – Achou o contador? Próximo passo: elaborar o contrato social e registrar na Junta Comercial

Neste momento, alinhar-se a um advogado de sua confiança faz toda a diferença. Porque ele poderá te auxiliar a elaborar o contrato social da sua empresa. Este é o documento fundador da sua empresa, que conterá informações como “objetivo”, “ramo”, “aspectos societários” e “formação do capital social”.

O CONTRATO SOCIAL ESTÁ PRONTO? ENTÃO LEVE-O, JUNTO COM OS SEUS DOCUMENTOS PESSOAIS (E DOS SEUS SÓCIOS, SE HOUVER), À JUNTA COMERCIAL OU AO CARTÓRIO DE REGISTRO DE PESSOAS JURÍDICAS MAIS PRÓXIMO.

Caso tudo esteja em ordem e não exista outra empresa registrada com o mesmo nome, você procederá ao arquivamento do ato constitutivo da empresa. Neste momento, serão necessários os seguintes documentos:

• três vias do contrato social (ou requerimento de empresário individual, ou estatuto);
• cópias autentidadas do RG e do CPF dos sócios;
• uma via do requerimento padrão (capa da Juna Comercial);
• uma via da ficha de cadastro nacional (FCN), modelos 1 e 2;
• pagamentos de taxas através de DARF.

4 – Empresa registrada? É hora de obter o CNPJ

Após entregar aquela batelada de documentos, você receberá o NIRE – Número de Identificação de Registro de Empresa. Com ele, será possível obter o CNPJ, que é o registro da sua empresa como contribuinte. Você pode fazer isso pelo site da Receita: www.receita.fazenda.gov.br

5 – Cadastrou o CNPJ? Agora, toca para a Prefeitura para pegar o alvará!

Com o CNPJ em mãos, você precisará ir até a Prefeitura (ou administração regional) da sua cidade para adquirir o alvará de funcionamento. Os documentos necessários são:

• formulário próprio da Prefeitura;
• consulta prévia de endereço aprovada;
• cópia do CNPJ;
• cópia do contrato social;
• laudo dos órgãos de vistoria.

6 – A gincana continua: hora de fazer a inscrição estadual na Secretaria da Fazenda

Essa inscrição é necessária para obtenção do registro no ICMS. Em geral, a documentação pedida é:

• três vias do documento único de cadastro, DUC;
• uma via do documento complementar de cadastro, DCC;
• cópia autenticada ou original do comprovante de endereço dos sócios;
• cópia autenticada de documento que prove o direito de uso do imóvel, como contrato de locação ou escritura;
• número do cadastro fiscal do contador;
comprovante de contribuinte do ISS, para as prestadoras de serviço;
certidão simplificada da junta (para empresas constituídas há mais de três meses);
• cópia do ato constitutivo;
• cópia do CNPJ;
• cópia do alvará de funcionamento;
• RG e CPF dos sócios.

Em alguns estados, você pode resolver essa etapa pela internet.

7 – Estamos quase lá: registre-se na Previdência

Feita a inscrição estadual, vá até uma agência da Previdência para fazer o registro de sua empresa. Ainda que não existam funcionários, ela precisa estar registrada para pagar os tributos devidos. O prazo para isso é de 30 dias após o início das atividades.

8 – Agora só falta solicitar autorização para emitir notas fiscais

Isso pode ser feito na Prefeitura da sua cidade, caso sua empresa preste serviços, ou na Secretaria Estadual da Fazenda, caso seja um comércio ou uma indústria. E pronto!

Agora, vamos a algumas outras dicas, mais subjetivas, que podem te ajudar também:

Já tem uma marca? É melhor registrar

Muitos empreendedores consideram este um investimento inicial desnecessário. Porém, registrar a marca pode ser uma importante vantagem no longo prazo.

Se não, imagine a seguinte situação: você teve a ideia de entrar no ramo de Educação a distância (EAD), fornecendo cursos online de preparação para exames, e batizou o projeto de “LEAD Cursos de formação”. Então, abriu sua empresa e consolidou o negócio, a marca. Porém, no médio prazo, descobre que o termo já havia sido registrado por um empresário do mesmo setor, e por isso você se vê obrigado a mudá-lo.

Considerou os desgastes que isso pode causar? Então não deixe de registrar sua marca na hora de abrir uma empresa.

O marketing não pode ficar de fora

É comum também que empresários, ao implantarem um novo negócio, não deem tanta atenção a questões como o desenvolvimento de um logotipo e à divulgação, recorrendo a soluções mais imediatas para isso.
Mas você deve ter em mente que investir em marketing é investir na forma como sua empresa se apresenta ao mercado. No momento em que sua marca surge, o ideal é que ela já venha com um pensamento estruturado e aprofundado acerca da imagem, daquilo que ela pretende comunicar.

Neste sentido, hoje existem empresas especializadas em pequenos empreendedores que desejam dedicar mais atenção e recursos ao marketing. E, por ser um serviço que poucos pequenos empresários buscam, pode ser um importante diferencial para o seu negócio.

Planejamento financeiro: o melhor remédio contra sustos

Pode procurar nos grandes casos de sucesso: todos são frutos de um planejamento sólido, bem estruturado.

E o momento de abrir uma empresa não é diferente. Estar com as finanças em dia, bem controladas, evita sustos e garante o melhor andamento dos processos.

Para o especialista Mauricio Galhardo, sócio da Praxis Business, um pouco de conservadorismo não faz mal a ninguém no momento de abrir uma empresa. Ele se refere basicamente ao estoque inicial, e recomenda que se deve pecar pela falta, e não pelo excesso. Além disso, Galhardo recomenda ter dinheiro no caixa para pelo menos três meses sem lucro.

Existe alguma ferramenta que possa me ajudar neste momento?

Claro. Nesta página do Movimento Empreenda, você encontra uma série de ferramentas que poderão ser úteis nos vários momentos de abertura de uma empresa – desde antes da ideia até colocá-la em prática, passando pela avaliação.

Neste artigo do Sebrae-RS, há um roteiro bastante claro e didático para te auxiliar neste momento.

Como dissemos, este artigo reúne informações e dicas que servem como orientação inicial. Para você se aprofundar no tema, recomendamos a leitura atenta do conteúdo dos links acima, que certamente vão tirar outras dúvidas e complementar este texto. Boa sorte!

Texto publicado no site oficial da Endeavor Brasil.

“Any man who must say, I am the king, is no true king”.

| Este texto não contém nenhum spoiler | O último episódio da quinta temporada aconteceu e, desde então, só se fala em Game of Thrones. É fato que a série é um dos maiores sucessos mundiais e gosta de criar – e arrebentar – expectativas de seus espectadores.

Mas, enquanto muitos confabulam sobre qual vai ser o final do jogo dos tronos, como empreendedor, não tenho como passar batido de lições de liderança que estão aos montes pela série. Aliás, haja líder nessa história.

O site Time listou 5 lições empreendedoras que aprendemos com a série:

1. “The man who passes the sentence should swing the sword.” — Eddard Stark

“O homem dá a sentença deve balançar a espada. Um bom líder não deve se coibir em fazer decisões difíceis. Fazer o trabalho desagradável é importante para seguir em frente. Como Ned nos lembra:

“Aquele que se esconde atrás de carrascos logo se esquece o que é a morte.”

Os líderes que mantém contato com as trincheiras conseguirão tomar decisões difíceis mais seriamente.

2. “A Lannister always pays his debts.” — Tyrion Lannister

“Um Lannister sempre paga suas dívidas.” No ambiente corporativo, a maneira mais rápida de perder respeito é prometer coisas que você não vai conseguir entregar.

A melhor maneira de conseguir que as pessoas contribuam com você é fazer com que confiem em você. Líderes conduzem pela palavra. Quando dizem que vão fazer algo, eles fazem.

3. “Any man who must say, I am the king, is no true king.” – Tywin Lannister

“Qualquer homem que precisa dizer “eu sou o rei”, não é um verdadeiro rei.” O verdadeiro poder vem de onde as pessoas acreditam que vem. Não de onde você diz que vem.

Os melhores líderes são seguidos com base na vontade coletiva, não porque eles dizem: “Eu sou o chefe.” Poder e influência, muitas vezes vêm de lugares inesperados.

4. “Chaos isn’t a pit. Chaos is a ladder.” — Littlefinger

“O caos não é um abismo, o caos é uma escada.” Os tempos caóticos revelam a força de um líder. Quando os tempos são bons, é fácil ser o líder. Os líderes eficazes não são frustrados por desafios. Eles usam desafios para impulsionar sua ascensão.

Como o Mindinho destaca: “Muitos dos que tentam escalar e falham nunca chegam a tentar novamente. A queda os quebra.” Continue subindo.

5. “Winter is coming.” — House Stark

“O inverno está chegando”. Líderes permanecem vigilantes. O mundo é incerto. Os melhores líderes sempre inovam, mantém a postura forte e planejam o futuro. Estar preparado para o inesperado é essencial.

Abrace o inverno, especialmente quando todo mundo está distraído e se aquecendo ao sol.

Publicado no Blog do Romero Rodrigues.

A gestão de custos é um dos processos primordiais para a manutenção do e-commerce. O assunto é ainda mais relevante quando falamos das pequenas lojas virtuais e do quanto os gastos com o envio pesam na hora do fechamento das contas.

Os custos com a entrega – não apenas o envio em si, mas também dos percalços que cerceiam o serviço – podem ser os vilões do seu balanço e se no seu negócio a porcentagem do custo de despacho (divisão das despesas de envio pelo valor do faturamento) é um dos maiores pesos, já passou da hora procurar alternativas e oportunidades de melhorias.

Segundo a Pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro 2013 da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a entrega representa a maior parte das despesas logísticas de um e-commerce, 58%. Os dados apontam ainda que em 61% das lojas virtuais, o pior problema enfrentado no envio é o atraso, enquanto extravios, furtos e roubos somam 39%.

A conta fica mais ‘pesada’ quando acrescentamos os dados do Reclame Aqui, onde 50% dos registros contra lojas virtuais são referentes à problemas com a entrega. E estreitando para os menores, segundo o Raio X dos pequenos e-commerces brasileiros (Exame.com – Set/2014), os Correios são a principal forma de entrega, 87,1%.

O que compreensível quando analisamos pontos como a cobertura – e o renome – dos Correios em todo o território nacional, as várias as modalidades de frete (com valor de envio calculado automaticamente por meio de interação direta com as lojas virtuais) e os contratos para pessoas jurídicas com valores mais em conta.

Se a sua loja virtual usa os Correios, faça as contas, observe as informações acima e compare.  Acresça a essa equação as diversidades do seu perfil de produtos, as disparidades regionais, fatores como áreas de risco, tempo de entrega, prazos, logística reversa, seguros, taxas, garantias… Ufa! O.o

Leia também: Correios agora cobra taxa extra sobre produtos importados

Identificou um ponto crítico?

Isso aconteceu em 2013 com a Tuning Parts, como conta o fundador e CEO Marllon R. P. Castro:

“Iniciamos online em 2005, pequenos, comercializando produtos para personalização automotiva com entrega via Correios. Com o passar do tempo e o crescimento do negócio, fiscalizar o cumprimento dos prazos prometidos pelos Correios e a eficiência das entregas era uma necessidade.

Queríamos efetividade e a certeza do melhor atendimento para nossos clientes, mas não tínhamos como capacitar e manter uma equipe para suprir essa demanda, então optamos pela terceirização. Outro fator que pesou bastante na decisão foi encontrarmos uma opção de serviço especializado que não tem custo, nós pagamos apenas a porcentagem sobre o retorno obtido”.

Outro bom exemplo é a Iart Arte Independente, onde a falta de tempo e de mão de obra capacitada também foram fatores decisivos. “Não sabíamos muito bem como recuperar os prejuízos com as entregas em desacordo e também não tínhamos tempo hábil. Então recebi a indicação de um amigo e descobrimos que havia um serviço especializado na gestão de entregas de encomendas via Correios.

Entrei em contato e com condições como custo zero, 100% de monitoramento, relatórios mensais precisos e qualidade no atendimento nos levaram a experimentar. Hoje nosso e-commerce não abre mão do monitoramento, afinal além de segurança para nossos clientes ainda temos o retorno financeiro dos ressarcimentos”, explica Claudia Vieira, coordenadora Geral Iart.

Monitoramento de Postagens

Existem outros sistemas de monitoramento de postagens e indenização de entregas no mercado, nestes dois casos citados acima, o serviço escolhido foi a Sispostag, startup vencedora do Programa Sinapse da Inovação Sebrae/2012 em Santa Catarina. O serviço de monitoramento de encomendas é disponibilizado para empresas com contrato pós-pago com os Correios e por meio do Código de Defesa do Consumidor viabiliza a restituição de valores gastos com postagens entregues com atraso ou extraviadas, por perda ou roubo.

As atividades incluem desde a filtragem de encomendas, o monitoramentos das entregas, passando pelos pedidos de indenização e contestações, fiscalizando as aprovações de pagamentos e a conferência dos valores recebidos, até o depósito na conta do cliente, com porcentagens de acordo com cada modalidade de serviço postal.

Segundo Schariene Silva, gerente Sispostag, para a empresa contratante é um processo bem simples: “Basta o acesso aos dados de postagens e o monitoramento torna-se efetivo, acompanhado mensalmente ou em tempo real via sistema dos Correios, desde o dia da postagem até o da entrega. E como o Sispostag Monitoramento de Postagens atua com o modelo de remuneração por desempenho, com pagamento apenas sobre o percentual de retorno obtido, não há  despesas além do percentual contratado. E mesmo este, é pago somente depois do recebimento e da conferência dos valores por parte da contratante”.

O serviço garante 100% de monitoramento e a restituição das despesas de serviços postais realizados em desacordo às cláusulas contratuais. Não há períodos de fidelização, taxas ou mensalidades. Os percentuais contratados para pagamento são apenas sobre o retorno obtido com valores de postagens entregues em desacordo às normas contratadas junto aos Correios.

Sobre os valores segurados ou valores declarados, não há nenhuma cobrança, mas o Sispostag realiza o pedido de reembolso e monitora o processo até que o cliente confirme o recebimento.

Indicamos este e outros serviços disponíveis que podem trazer resultados semelhantes. A saúde financeira do seu negócio é muito importante para que o e-commerce prospere e continue à crescer no Brasil. Entenda como a Sispostag funciona e se posiciona no vídeo abaixo:

Em setembro de 1979, o Governo Federal criou o Ministério da Desburocratização. Comandado por um Ministro Extraordinário, conforme o nome oficial do cargo, o órgão tinha a missão de reduzir a interferência governamental na “atividade do cidadão e do empresário e abreviar a solução dos casos em que essa interferência é necessária, mediante a descentralização das decisões, a simplificação do trabalho administrativo e a eliminação de formalidades e exigências cujo custo econômico ou social seja superior ao risco”.

Entre as medidas executadas pelo Ministério estão, por exemplo, o fim da exigência de atestados de vida, residência, dependência econômica, antecedentes, idoneidade moral e pobreza. Os documentos foram substituídos por declarações ou certidões, que eram expedidos de modo mais ágil. Além disso, eliminou o reconhecimento de firmas nos documentos pedidos pelas repartições federais, o que reduziu em até 50% o movimento nos cartórios, e criou o Juizado de Pequenas Causas.

Como se vê, houve alguns avanços importantes, embora seja visível que, 35 anos depois, o excesso de burocracia na administração pública ainda atormente a toda a sociedade.

Relembro aqui o Ministério da Desburocratização, que foi extinto em 1986, porque tenho pensado muito na contribuição que a tecnologia pode dar para o aperfeiçoamento da relação entre os governos e o cidadão. A gestão dos serviços públicos – de ordem tributária, administrativa, atendimento etc – precisa passar por um choque de inovação. De verdade, não só discurso.

Governo eletrônico

Antes de explicar melhor esse ponto, é preciso dizer que é inegável o avanço do Brasil nesse aspecto. Existem ótimos exemplos de utilização do digital nessa área, como a declaração de Imposto de Renda via Internet, licenciamento de veículos e pagamento de IPVA e o registro de Boletins de Ocorrência via web. Mas é preciso ir mais fundo.

A visão moderna de gestão pública passa diretamente pelo uso das novas tecnologias no aumento da interação entre Estado, cidadão e empresas. E isso não se resume à automação de processos e serviços pela Internet, mas abrange principalmente a transformação da maneira com que o Governo, por meio da tecnologia da informação, cumpre seu papel de Estado. Percebo que, nesse ponto, ainda temos um longo caminho a percorrer.

Vamos analisar, por exemplo, o ambiente de negócios. É inconcebível que se demore tanto tempo para abrir uma empresa no Brasil. Além de lento, o processo é burocrático e custoso. Ainda que em algumas regiões seja possível abrir uma empresa em dez dias, essa não é a realidade do País inteiro.

Nessa jornada, o empresário precisa cumprir uma série de procedimentos e vencer várias etapas que envolvem diferentes níveis de governo sem que haja uma padronização de processos. Só para dar um exemplo, não há um cadastro nacional de Juntas Comerciais – cada Estado tem um. Diminuiria muito a burocracia se houvesse um cadastro único, pois assim não seria necessário repetir o mesmo procedimento em diferentes lugares.

Sistema kafkiano

A questão tributária é outro problema. Não apenas pela carga excessiva, mas também pelo emaranhado de normas e dispositivos, pela alma kafkiana que rege o sistema tributário brasileiro. As empresas precisam manter equipes e destinar dinheiro especificamente para decifrar os nós legais – recursos que, com processos simplificados, poderiam ser direcionados para a produção.

Agora vamos pensar nos microempreendedores individuais e nos profissionais liberais, aqueles que têm um CNPJ e emitem nota fiscal para seus trabalhos. A digitalização dos serviços contábeis seria de extrema valia para eles e para os contadores.

Num momento em que muito se discute como melhorar a competitividade da economia brasileira, é necessário estudar a fundo as diferentes soluções para reduzir a burocracia. E a tecnologia está aí para ajudar nesse processo. O mais importante, porém, não é a ferramenta. É mudar a mentalidade da gestão pública. O ambiente de negócios seria facilitado. E o empreendedor agradeceria.

Texto publicado no Blog do Romero Rodrigues

Você já está decidido: quer mesmo abrir  seu negócio online, uma loja virtual. Como se esta decisão já não precisasse de muito planejamento, assim que ela se resolve, outras ocupam o seu lugar: como vou começar? Quem devo contratar? Com o que devo me preocupar primeiro? Quanto terei que gastar? Quando tudo estará acertado? Em quanto tempo começarei a ver os resultados?

Caso isso esteja acontecendo com você, não se preocupe. Abrir um negócio virtual não é uma tarefa simples, mas com planejamento, trabalho e dedicação tudo acaba dando certo.  É preciso contar com um projeto alinhado desde o começo, definindo metas, prazos e o perfil da empresa, para que você não se perca durante o processo. Por este motivo, cada pequena decisão, mesmo que pareça um mero detalhe, não pode ser tomada sem os devidos cuidados.

Dedique-se a cada providência com empenho e se organize para que cada etapa seja cumprida no tempo certo – contar com o auxílio de um roteiro que contenha todas as atividades que devem ser executadas é fundamental! Entenda mais um pouco sobre o que deve entrar no roteiro:

1- Planejamento

Esta etapa é fundamental para o sucesso do empreendimento, já que neste momento serão definidas todas as características do projeto, como mercado de atuação, plano de negócio, abertura da empresa, custos e receitas, definição de metas, entre outros.

2- Sistemas e integrações

Este momento é dedicado à definição de todos os sistemas envolvidos no projeto. É através das integrações que a plataforma selecionada para o negócio conseguirá realizar os procedimentos para a conclusão de uma venda

3- Equipe

Este momento é bastante trabalhoso, principalmente pela falta de especialização dos profissionais que se encontram no mercado atualmente. É preciso definir alguns aspectos estruturais, assim como as atividades principais, as responsabilidades de cada função, os processos das diversas áreas, o organograma e as matrizes de decisões.

4- Comunicação visual

Esta etapa é de extrema importância, pois é a comunicação visual que dará vida ao seu e-commerce (e também o que chamará a atenção dos consumidores!). Os profissionais precisarão estar preparados para tomar decisões e escolher as melhores práticas para aumentar as vendas.

Outras estratégias também deverão ser definidas aqui, como as referências para o briefing, funções, usabilidade, aspectos do layout, mídia interna e interligações entre as versões web e mobile. Vale a pena caprichar!

5- Conteúdo

Enquanto a comunicação visual tem a missão de atrair clientes, o conteúdo precisa manter o consumidor interessado na loja, portanto é igualmente (ou até mais) importante que o processo anterior. O conteúdo gerencia tudo aquilo que estará visível ao usuário, como textos, imagens, vídeos, descrições de produtos, regulamentos, banners, entre outros. Nesta etapa, organizam-se as informações de maneira atrativa e simpática para que os usuários se sintam interessados. O mais importante é fornecer conteúdo de relevante ao público-alvo, de forma clara e objetiva.

6- Logística

Esta etapa precisa ser definida com bastante cuidado, principalmente porque ela envolve os processos realizados após o recebimento do pedido. Esta fase se compara ao setor “físico” da loja virtual, pois este é o único momento em que o cliente estabelece um contato físico com a sua operação, o que demanda um bom processo de atendimento e políticas para manter a imagem de sua empresa como positiva para os clientes.

É durante as definições de logística que são discutidas questões como gestão de estoque, escolha de fornecedores, formas de entrega, processos, fluxo de pedido, gestão de equipe, entre outros fatores importantes para garantir a satisfação dos clientes com a experiência de compra em sua loja.

7- Pagamentos

Apesar de não receber a atenção devidamente merecida em alguns projetos, esta etapa é uma das mais importantes para o resultado do projeto, pois é o momento de receber o dinheiro transacionado durante as operações de seus clientes, mas, também, de fornecer viabilidade nas formas de pagamento.

Neste ponto, torna-se importante considerar o fornecedor escolhido na etapa da logística e observar se é possível obter uma boa taxa de negociação com ele, pois isto será muito importante durante o processo e impactará em seus custos de operação.

8- Selos e segurança

Esta etapa é responsável por garantir segurança para seus clientes e credibilidade para sua loja começar a vender pela internet. É extremamente importante para definir a reputação de seu e-commerce na web, mostrando também a opinião de quem já comprou de sua empresa e resolver fazer um relato desta experiência.

Também deverão ser definidos os certificados de segurança que sua empresa estabelecerá para proteger os clientes durante a compra, além de alinhar a questão com os processos da empresa e com os fornecedores, através de um acompanhamento. Para ser considerada uma empresa segura e confiável, é interessante possuir um cadastro na E-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre o e-commerce nacional. A E-bit analisa a satisfação dos consumidores e transmite segurança aos usuários que encontrarem uma boa avaliação de sua loja virtual através dele.

9- Marketing

Após o planejamento da loja virtual, a escolha da plataforma, a organização da logística de operação e distribuição, a atribuição de funções à equipe e a estruturação de todo o negócio, chega a hora de anunciar o e-commerce, apresentando os produtos e serviços que serão oferecidos por ele. Um bom plano de negócio para o marketing de sua loja virtual é uma ferramenta fundamental para o sucesso de seu empreendimento, portanto esta fase precisa ser desenvolvida com atenção, cuidado e (muita) criatividade!

Sim, realmente, não é uma tarefa tão simples. Mas, é claro, nós também podemos te ajudar! Conheça mais sobre nossos serviços e conte com a gente para que nada saia do controle durante o processo de abertura de sua loja virtual.