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Com o comércio eletrônico crescendo dois dígitos ao ano, oportunidades de promoção e publicidade surgem diariamente em contextos que fazem sentido ao anunciante, veículo e principalmente ao consumidor, que hoje é quem literalmente possui o poder nas mãos.

Os anunciantes buscam na publicidade digital uma alternativa efetiva para geração de performance e vendas de seus produtos e serviços, mas muitos ainda acreditam que o volume e insistência serão suficientes para entregar resultado. O mercado virtual é um ambiente democrático, com trocas frequentes nas cadeiras do poder, ocupadas sempre por quem investe no engajamento e interesse do usuário, que é quem realmente manda no jogo.

O maior problema nessa corrida em busca da preferência do cliente é a conjuntura, somada à maturidade das empresas. Em um mundo com mil possibilidades de personalização, fica fácil uma marca perder a medida e faltar com as boas práticas, tornando-se inconveniente aos olhos do consumidor.

Para garantir que isso não aconteça, é necessário que grandes marcas, anunciantes de produtos e promoções em sites de varejo busquem alternativas e metodologias para executar o papel do marketing sem prejudicar a experiência do público. Na era do e-commerce, é responsabilidade também do fabricante auxiliar um potencial consumidor a ter uma melhor visualização do item.

Um bom exemplo é a utilização de “hero Images”, as “imagens heroicas” que ajudam o usuário ao exibir características e benefícios do produto estampados de forma clara e principalmente adaptadas às telas de smartphones.

É sempre importante ter em mente que, mesmo em um período em que as lojas virtuais investem em chatbots para emularem o papel do atendente, além das ações de retargeting, ainda não existe a figura do vendedor para sugerir produtos mais adequados às necessidades do comprador ou para esclarecer dúvidas de uma forma mais humanizada. Portanto, o fabricante deve fazer a sua parte ao garantir que a exposição dos itens seja a melhor possível: chamativa, descritiva e com imagens em alta resolução que deem a devida noção do que é o produto.

Ao comunicar o consumidor com informações relevantes, indústria e comércio acabam contribuindo exponencialmente para a aceleração do processo de decisão de compra diminuindo atritos, alcançando o grande objetivo em comum: aprimorar a experiência de compra para aumentar as conversões.

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A “taxa de conversão” é um termo altamente recorrente no universo digital. Para conquistá-la, é imprescindível um bom plano de marketing nesse ambiente. Quanto mais estratégias o profissional utilizar, maiores as chances de alcançar bons resultados e, consequentemente, vendas, leads qualificados e audiência.

Anúncios on-line, principalmente em redes sociais, são as melhores formas de se fazer uma divulgação, dado o grande alcance que possuem. Um importante aliado nesse sentido é o Facebook, especialmente se a estratégia envolver anúncios pagos. Mensalmente, mais de 102 milhões de brasileiros se conectam à plataforma. A ampla possibilidade de segmentação, o direcionamento e seus vários formatos tornam essa ferramenta uma excelente opção da equipe de marketing, independente do setor de atuação da empresa. Todo tipo de venda é possível, desde que você tenha a estratégia certa.

Fazer uma boa campanha utilizando o Facebook Ads envolve muito mais do que impulsionar uma determinada publicação e segmentar o público que será atingido por ela. É preciso um objetivo claro, uma ação estratégica e atenção aos mínimos detalhes, principalmente em relação ao conteúdo, às imagens utilizadas e ao posicionamento do anúncio. Isso porque são várias as possibilidades que a rede social de Mark Zuckerberg oferece: é possível anunciar um produto ou serviço, um aplicativo para dispositivo móvel, fazer propaganda de um site ou de uma página específica, impulsionar uma nova postagem de um blog, divulgar um evento, gerarleads, criar anúncios interativos, etc.

Para otimizar as conversões, um dos aspectos mais importantes é a segmentação. Selecionar o seu público-alvo faz com que a publicação alcance justamente quem realmente importa para o seu negócio, aqueles que têm potencial de compra, seja por perfil, por já ter interagido com sua marca ou mesmo por localização. A ferramenta oferece parâmetros como idade, gênero, informações demográficas e até os interesses dos próprios usuários. Costumo afirmar que uma segmentação bem feita é o primeiro grande passo que diferencia um anúncio que realmente converte dos outros milhares que são encontrados por aí. É preciso pensar em quem é o seu público, o que eles esperam e quais ações os levariam a interagir com a sua marca.

Outra dica valiosa é acompanhar bem de perto o desempenho da campanha – e isso pode acontecer em tempo real, inclusive. O Facebook Ads fornece vários relatórios e gráficos sobre o andamento do anúncio em questão. A partir dessas informações, é possível entender quais são os acertos e erros, fazer comparativos e modificar uma divulgação que esteja em andamento, além de aperfeiçoar ainda mais as próximas ações. A posição do anúncio também é muito importante e acredite: faz muita diferença dependendo do objetivo da campanha. Aqueles que ficam localizados na coluna da direita, por exemplo, não são visíveis em dispositivos móveis – e se você se esquece disso, pode ter problemas no seu índice de conversões.

A melhor e mais completa ferramenta para a criação dos anúncios é o Power Editor, oferecida pelo próprio Facebook e que também serve para o Instagram. Ela fornece diversas opções de formato, como o Carrossel, Imagem Única, Vídeo Único, Apresentação Multimídia, Canvas e Facebook Messenger Ads. Com características diferentes, cada recurso deve ser considerado de acordo com o seu objetivo e com o que quer mostrar e quem deseja atingir.

A questão do formato remete a outro quesito bastante importante: o design da campanha. Em um anúncio, o recurso visual é o que realmente capta a atenção das pessoas em um primeiro momento. Só depois de ver a imagem é que o seu possível consumidor irá se ater ao texto. Os elementos visuais são essenciais. Você deve pensar no que essa imagem representa para a sua audiência: provoca empatia, identificação, desperta a curiosidade? Além disso, conteúdos interativos geram valor e agregam novidade e entretenimento. Pesquisas e quizzes são bons exemplos de campanhas que podem se destacar no ambiente do Facebook.

Também recomendo sempre realizar testes com diferentes formatos de anúncios. Isso permite ver qual das versões gera maior número de conversões dos seus usuários. Para garantir que você entenda exatamente qual elemento está afetando os resultados, um único item deve ser testado de cada vez.

Há muitos fatores que podem ser avaliados: o texto, a chamada para ação, o horário de publicação, a imagem do anúncio, as cores, o ângulo da foto do produto, a duração do vídeo, a chamada do vídeo, etc. Quanto mais informações, dados e números você gerar a partir dessas verificações, mais parâmetros vai ter para promover uma melhoria contínua das campanhas. Otimizar as suas conversões é uma questão de experimentar, anotar resultados e aprimorar.

Por fim, destaco: é preciso contar com uma agência ou especialista que use as opções avançadas do Facebook Ads. Só assim, você pode fortalecer a veiculação do anúncio escolhendo a frequência e alterando dados de segmentação do público em relação à sua publicação, ao período de conversão, ao “valor do lance” (que define o custo por interação com o anúncio) e aos dias nos quais sua marca deve aparecer para o público.

Criar anúncios no Facebook pode parecer simples, porém não é uma tarefa fácil. Seja nessa plataforma, seja em qualquer outro tipo de campanha, elaborar uma estratégia clara, profissional e que seja condizente com seus objetivos é fundamental para garantir bons resultados.

Fazer compras online está cada vez mais comum, em razão da comodidade, agilidade ou benefícios oferecidos caso o cliente opte pelo e-commerce. Mesmo em um ambiente virtual, os clientes têm a expectativa de receber algum tipo de atendimento ou suporte durante a compra e, de preferência, que seja ágil. Para isso, existem ferramentas certas que ajudam na interação com o cliente durante o processo de compra.

Aqui estão cinco dicas para ajudar a aumentar o engajamento da loja virtual com o cliente em seu processo de compra. Confira abaixo:

1- Utilize o autoatendimento para reduzir o número de chamadas

Quando usados de forma apropriada, os canais de autoatendimento são ótimos para clientes e empresas. Os compradores conseguem a ajuda que precisam de forma completa, minimizando os períodos de espera, e as empresas, por sua vez, reduzem custos de suporte ao eliminar muitas solicitações rotineiras assistidas por equipes de atendimento.

Com canais de autoatendimento, como perguntas frequentes e respostas automáticas, a empresa pode ajudar o cliente a obter resposta as suas dúvidas sem a necessidade de entrar em contato diretamente com a empresa e assim reduzir o número de chamadas.

As respostas automáticas inteligentes podem dar aos clientes as soluções e sugestões necessárias sobre política de devolução, garantia e opções de produto, por exemplo.

Marketing no varejo: as 3 tecnologias que vão revolucionar o e-commerce em 2017

2- Torne informações de contato acessíveis para elevar as taxas de conversão

Para clientes móveis, quase a maioria classifica a “facilidade de encontrar opções de contato” como fator número um para garantir uma boa experiência móvel, sendo assim duas vezes mais importante do que outros fatores.

Tornar mais fácil para os clientes entrar rapidamente em contato com um assistente, fornecendo informações acessíveis ou chat ao vivo, permite garantir uma solução para o problema. Quanto mais rápido o cliente puder entrar em contato com um assistente e obter as respostas de que precisa, menores são as chances de ele ficar frustrado, desistir da compra e buscar um dos seus concorrentes. Estas iniciativas costumam ajuda no crescimento das taxas de conversão das vendas online.

Ferramentas de comunicação virtual são uma ótima alternativa para prestar auxílio rápido, individual e também uma oportunidade para fechar a venda. O uso de ferramentas que facilitam o atendimento tem um papel importante no processo de decisão dos clientes, para que eles tenham a capacidade de tirar suas dúvidas rapidamente e se sintam seguros para fechar a compra online.

3- Utilize engajamento proativo para reduzir abandono de compras e elevar o valor médio dos pedidos

O chat proativo, acionado com base em um conjunto predefinido de comportamentos, permite oferecer atendimento para clientes em momentos críticos dentro do processo de compra, enviando uma mensagem ou a oferta correta em diferentes situações. Usar recursos de análise do site ajuda a determinar em quais páginas o chat proativo deve ser empregado e quando enviar um convite para o cliente falar com um representante.

Usado estrategicamente, o chat proativo pode melhorar os resultados significativamente com um maior engajamento do cliente. E os clientes que participam de uma sessão de chat, no qual é bem atendido, dificilmente irá abandonar suas compras e tendem, inclusive, a aumentar o valor total do carrinho com a inclusão de acessórios e serviços.

Como recuperar clientes que desistiram da compra com o carrinho cheio?

4- Ofereça múltiplos canais de atendimento para que o cliente escolha o seu favorito

Como o maior número de canais de comunicação disponíveis, crescem também as chances de um cliente usar múltiplos canais para ter seu problema resolvido. 86% dos clientes usam cinco ou mais canais para buscar ajuda de acordo com um estudo do instituto de pesquisa Ovum. Isso se deve a diferentes preferências, dependendo da situação e do dispositivo usado.

Os clientes estão cada vez mais exigentes e querem ser atendidos em qualquer lugar e a qualquer momento. Para elevar a satisfação e a fidelidade dos clientes, use uma estratégia de engajamento que possibilite a multicanalidade, permitindo inclusive atendimento direto pelas mídias sociais.

5- Capitalize as demandas exclusivas dos clientes móveis

Os dispositivos móveis estão se tornando uma parte muito importante na experiência de compras: 53% dos clientes usam seus dispositivos móveis para pesquisar sobre um produto ou serviço antes de realizar a compra e 44% usam seus dispositivos móveis para fazer a compra, de acordo com pesquisa realizada pela consultoria Vanson Bourne.

Com o aumento da utilização de equipamentos portáteis, cresce também o nível de exigência dos clientes em relação aos serviços móveis. Para permanecerem competitivas, as empresas precisam de uma estratégia de engajamento móvel que trate o ambiente móvel diferentemente.

O engajamento móvel é uma disciplina distinta que requer consideração cuidadosa sobre treinamento de atendentes, tipos de ferramentas usadas e como medir o sucesso.

Uma ferramenta de chat online deve funcionar diferente quando falamos de usuários de smartphones e de computadores. Existem diferenças importantes que devem ser consideradas, como o próprio tamanho da tela. O objetivo do chat é ajudar na venda e não bloquear a tela do usuário em processo de compra dificultando a sua navegação.

É importante que a ferramenta de chat escolhida pela empresa seja desenvolvida para o ambiente móvel e os mais diversos modelos de celular para assim garantir uma boa experiência nesse ambiente. Usuários móveis também são mais delicados, uma vez que muitas vezes estão em trânsito e com pouco tempo para resolver suas dúvidas.

Eles não têm tempo para serem colocados em espera ou serem transferidos para outro departamento e esperam que o problema seja resolvido o mais rápido possível.

Os clientes escolhem se envolver com as organizações por áudio, texto e vídeo, abrangendo múltiplos canais e dispositivos, como telefone, celular, e-mail, bate-papo, pesquisas e redes sociais. Eles passam de um canal para o outro, mas esperam um serviço consistente e de alta qualidade.

Cada interação é um tesouro de percepções que é muitas vezes ignorado e as organizações lutam para coordenar um nível coerente de serviço nos diferentes canais.

As soluções de análise de clientes ajudam as organizações a capturar interações, comentários e jornadas do consumidor em múltiplos canais; analisar e interpretar essas informações no contexto dos objetivos do negócio e responder de forma mais eficaz a clientes, empresas e demandas do mercado.

Com essas soluções, as organizações podem oferecer experiências consistentes, contextuais e personalizadas aos clientes, e ao mesmo tempo fornecer percepção para aprimorar o desempenho empresarial, o engajamento de clientes e funcionários e a fidelidade dos consumidores.

Muitas companhias inovadoras estão usando soluções de speech analytics, por exemplo, para filtrar milhões de ligações e descobrir insights poderosos, que podem ajudar a aumentar novas conversões e vendas cruzadas, melhorar a retenção e a experiência dos clientes, além de otimizar os processos de negócios.

Segundo uma pesquisa da Verint realizada em conjunto com Opinium Research LLC, 79% dos consumidores entrevistados desejam continuar com um contato pessoal como parte do processo de atendimento ao cliente.

Dessa forma, as chamadas telefônicas continuam sendo um canal importante de interação com o consumidor – é uma mina de ouro de informação. Para se ter ideia, uma ligação de cinco minutos contém, em média, mil palavras que podem revelar necessidades, reclamações, cancelamentos, vendas perdidas, feedback de produtos, entre outros dados.

A análise de voz é capaz de examinar automaticamente milhões de ligações gravadas para revelar descobertas importantes para a empresa. Por meio desse processo, é possível categorizar contatos, distinguir tendências e tópicos mais relevantes, medir a satisfação do cliente e o risco de cancelamento do serviço, acompanhar a performance dos profissionais e desvendar a causa raiz de problemas que motivaram a ligação. 

Desse modo, podemos listar quatro vantagens para o negócio a partir do uso das tecnologias de análise de voz.

1- Redução dos custos e melhora da produtividade do profissional

Em um estudo de caso, o uso de uma solução de análise de voz ajudou uma grande empresa do setor de telecomunicações com cerca de nove mil profissionais a descobrir por que estava recebendo milhões de ligações similares para saber “onde está meu telefone?”.

Foi identificado um problema entre os processos de solicitação e entrega. Uma percepção crítica permitiu que a organização tomasse as ações necessárias, resultando na economia de trinta milhões de dólares no ano.

2- Correção dos problemas com o auto serviço

Em outro caso, uma das líderes no setor de seguros de bens usou uma tecnologia de speech analytics para encontrar prováveis frustrações com os comandos da URA (Unidade de Resposta Audível) que estavam gerando ligações desnecessárias.

A descoberta do motivo impulsionou a redução de 60% no volume de chamadas e uma economia de um milhão de dólares.

3- Redução do cancelamento dos serviços

Nesse exemplo, uma empresa líder no setor de serviços financeiros, com três mil profissionais, usou uma solução de análise da voz para identificar clientes com risco de cancelamento. Isso foi possível devido à inspeção de contas perdidas previamente e aos padrões de voz durante a ligação.

Ao implementar a tecnologia, em apenas três meses, a companhia preveniu o cancelamento de 600 clientes, deixando de perder o equivalente a US$ 1,7 milhão em receita.

4- Detecção de problemas nos processos do negócio

Melhorar os resultados foi o objetivo de uma empresa líder de fornecimento de produtos para manutenção e reparação. A organização usou o speech analytics para revelar gaps nos processos do negócio, que, uma vez solucionados, resultaram na redução considerável do retorno de produtos.

Antes de falarmos sobre como as lojas virtuais podem utilizar essa ferramenta e estratégia para melhorar o engajamento dos seus clientes, é importante explicarmos qual o significado desse conceito que tem sido muito aplicado em diferentes segmentos.

Os jogos têm a capacidade de manter as pessoas envolvidas por um longo período de tempo, a fim de construir relacionamentos de confiança entre as pessoas, além de ter a capacidade de desenvolver seus potenciais criativos. Por este motivo, a gamificação consiste em extrair estruturas e dinâmicas de jogos com o objetivo de aplicá-las em outros contextos, para gerar mais engajamento entre as partes envolvidas.

Gamification pode dar o empurrãozinho que seu negócio precisa

De acordo com um levantamento feito pela Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações do trade de marketing e vendas, até 2020, 85% das grandes empresas usarão a gamificação em suas operações e estima-se que o investimento atingirá cerca de US$ 5 bilhões até 2018.

Dentre os segmentos que podem utilizar essa ferramenta para aumentar suas vendas estão as lojas virtuais. Em termos simples, ela faz parte de uma estratégia digital que utiliza das dinâmicas dos jogos para fidelizar os usuários e aumentar as taxas de conversão em relação a uma marca específica. Dessa forma, as empresas melhoram seu engajamento com os clientes, ditam comportamentos e consolidam ideias sobre um produto ou serviço.

Com essa ferramenta, o e-commerce torna-se mais atrativo e, por esta razão, a empresa pode conduzir os clientes por meio de um processo de navegação específico. Outro motivo que explica a importância da gamificação é a utilização das redes sociais, que constituem um dos terrenos mais férteis.

As pessoas têm o costume de competir e compartilhar conteúdos, ou seja, se você associar sua marca a esses canais de interatividade entre as pessoas, com certeza sua empresa terá mais visibilidade no mercado.

Um dos principais benefícios dessa ação é ter o feedback dos seus usuários. Com um processo otimizado, as empresas podem descobrir quais são suas preferências e que tipo de conteúdo eles estão procurando. Se tiver essa informação disponível, será mais fácil ajustar suas atividades para beneficiar o seu negócio.

Outra vantagem da gamificação é poder aproveitar ao máximo a criatividade das pessoas responsáveis por desenvolver uma estratégia de marketing para sua empresa, e um ponto positivo é que muitas das iniciativas desenvolvidas não precisam de grandes investimentos e podem ser adaptadas às necessidades de cada área.

Depois de conhecermos os motivos importantes para o uso da gamificação, é fundamental sabermos como podemos utilizá-la no e-commerce, mesmo que ela possa ser trabalhada para todo e qualquer produto ou serviço. Afinal, ela é adaptável a cada orçamento.

O primeiro passo é experimentar um jogo simples, aprender como a teoria funciona na prática e verificar como seu público-alvo recebe o jogo. Depois disso, é preciso estruturá-lo de maneira simples e coerente, pois se for muito complexo, os usuários dificilmente irão utilizar e nunca irão obter resultados satisfatórios. Por isso, é melhor dividir o jogo em um conjunto de pequenas atividades para que os visitantes possam aprender gradualmente e compartilhar apenas as informações necessárias para passar de nível.

Para finalizar, podemos concluir que a gamificação é uma excelente estratégia para ajudá-lo a apimentar o seu marketing de conteúdo e envolver o seu público-alvo de diversas formas, proporcionando uma grande experiência para o usuário fomentando a lealdade do consumidor e construindo uma imagem positiva de sua marca.

Muito se diz sobre a Geração Y no mercado de trabalho. Entre análises e estudos, destacam-se alguns preconceitos, como a ideia de que os Millennials, como também são chamados, não gostam de trabalhar. Na verdade, a Geração Y adora trabalhar, mas precisa de motivos que vão além do salário para realizá-lo bem e se sentir satisfeita.

Existem alguns cuidados importantes que devem ser tomados ao tratar com a Geração Y. Muitas pessoas caracterizam essa geração como formada por jovens que alternam muito o emprego, mas isso só é um fato quando as empresas tratam os funcionários de maneira antiquada.

Uma empresa jovem desde o princípio, não se baseia unicamente no tempo de permanência dos colaboradores. Uma pessoa que começou a trabalhar há pouco tempo pode se destacar mais do que alguém mais antigo, desde que dê mais resultados.

No entanto, não é só valorizar o resultado que faz com que os Millennials se sintam satisfeitos.

Satisfação em mudar o mundo

Enquanto muitas pessoas criticam a Geração Y por ser mais egocêntrica, o fato é que trata-se de um grupo de pessoas que geralmente está muito voltado à autorrealização. No entanto, essa vontade de fazer algo que dê satisfação pessoal também está relacionada à vontade de mudar o mundo.

Quando o trabalho promove alguma transformação positiva nas pessoas, ele gera satisfação, mas para isso é preciso que eles conheçam o processo no qual estão inseridos.

É por isso que não basta ensinar um único processo aos profissionais da Geração Y. Eles precisam saber de tudo o que é feito e de como o trabalho deles influencia no resultado final.

Tecnológica e baseada nas interações pela internet desde sua fundação, nossa empresa não viu dificuldades em trabalhar de forma integrada à internet. Mesmo assim, uma dica importante aos outros empresários:

Em vez de impedir o uso das redes sociais ou encarar o celular como um vilão da produtividade, você pode usar tudo isso a seu favor, com aplicativos que ajudam nas tarefas e maior entrosamento da equipe pela internet. Em nossa empresa temos um grupo no Facebook onde sempre trocamos ideias, insights e notícias importantes do segmento.

Mudando o tempo todo

Por fim, a área de Marketing Digital combina com muitos profissionais da Geração Y. Além de permitir levar mensagens positivas às pessoas por meio das redes sociais, como mensagem transformadora dos clientes, por exemplo, é um segmento que está em constante mudança.

É importante estar sempre antenado às novidades e aberto para o novo. Os Millennials são pessoas que não conseguem ficar muito quietas no mesmo lugar, e essa possibilidade de mudança faz com que o trabalho seja ainda mais desafiador e, consequentemente, mais prazeroso.

Novos jogadores surgem no mercado diariamente e está ficando mais e mais difícil alcançar as metas e conseguir vencer nesse mundo tão competitivo de marketing digital.

Está procurando novas dicas e táticas para aplicar na sua estratégia de mídias sociais? Gostaria de se destacar de milhares de usuários de mídias sociais e ser ouvido por seu público?

Recentemente organizamos um meetup online (em inglês) dedicado à mídias sociais com 3 especialistas fantásticos que compartilharam o conhecimento e experiência deles. Donna Moritz mostrou as ferramentas que ela prefere usar para criar conteúdo visual e ganhar compartilhamentos. Nathan Hague trouxe umas dicas práticas de otimização para YouTube e dicas e ferramentas para ganhar ranqueamentos mais altos para seus vídeos. E no final a Diretora de Mídias Sociais da SEMrush Olga Andrienko revelou os segredos de criação de uma comunidade social forte com a ajuda de Twitter chats e algumas ferramentas úteis

Aqui você pode assistir a gravação do meetup na integra (em inglês), entretanto nesse post queria compartilhar algumas dicas mais interessantes da apresentação da Donna Moritz, a fundadora de Socially Sorted.

Qual conteúdo visual é o mais compartilhado?

Ainda 5 anos atrás mídias sociais eram diferentes. O mercado está mudando constantemente e está ficando mais e mais “lotado”. Como convencer os usuários das redes sociais que estão rolando a linha de tempo a parar e dar um pouco de atenção ao seu conteúdo? Hoje em dia a decisão de se interessar pelo conteúdo ou ignorá-lo é tomada em fração de segundos.

Donna Moritz revelou quais são os 5 tipos de conteúdo que são facilmente compartilhados por usuários.

1- Conteúdo original

O que faz a diferença é trazer informações que são realmente importantes e encontrar o conteúdo certo para seu público.

Olha esse exemplo real. Shawn, o funcionário da Margaret River Discovery, começou a postar todo dia uma foto de Margaret River, uma região de vinícolas situada na parte oeste da Austrália. Shawn não é um fotógrafo profissional, mas ele é consistente. Ele serviu de exemplo para outras empresas que começaram considerar o Instagram dele como uma fonte de conteúdo bom. Se você conseguir publicar conteúdo de uma forma consistente, outras empresas começarão a te considerar como fonte de conteúdo que pode ser compartilhado.  

Conclusão: Você não precisa ser fotógrafo ou designer profissional para criar um bom conteúdo visual. O seu conteúdo deve ser bonito e conter uma mensagem bacana. Também é importante ser consistente e usar ferramentas certas.

2- Conteúdo oportuno

Se você estiver na hora certa e no lugar certo isso pode apresentar uma boa oportunidade para criar um conteúdo marcante.

Não se esqueça de regras principais de conteúdo oportuno:

  1. Reaja rápido. Motive sua equipe a agir rápido e tirar foto ou fazer um vídeo assim que algo acontece.
  2. Esteja preparado e planeje com antecedência. Poste o seu conteúdo dedicado à eventos e celebrações de manhã cedo para que as pessoas o vejam logo depois de acordar. Se você postar algo cedo no dia que todos estão festejando, suas chances de ganhar compartilhamentos aumentam.

Caso precise de uma ajuda para encontrar eventos que valem uma postagem, confira o site Social Media Events Genie que oferece informações sobre eventos de vários típos. Prepare-se e faça uma lista de eventos!

Conclusões. Você pode usar qualquer evento para criar conteúdo oportuno. Nem sempre você consegue reagir rápido e ser o primeiro a postar, mas o importante é se planejar com antecedência e tentar ser entre os primeiros do dia.

3- Conteúdo Relevante

Outro jeito de criar um conteúdo que será compartilhado é de apostar no conteúdo relevante. Seu conteúdo deve ser feito sob medida para que seus seguidores queiram fazer um repost nessa rede social.

Por exemplo, vídeos – especialmente os vídeos para diversão – são extremamente populares no Facebook. E no Instagram os usuários querem ver imagens bonitas, com cores atraentes, pessoas e histórias reais e fotos de “por trás da cena”. O conteúdo postado no Facebook deve ser diferente do conteúdo postado no Instagram.

Conclusões. Você precisa descobrir qual é o tipo de conteúdo mais adequado para sua rede social e apostar nele

4- Conteúdo “Fácil de Digerir”

Conteúdo fácil de digerir são imagens, vídeos, GIFs e infográficos pequenos. Esse tipo de conteúdo é extremamente fácil de processar e é mais envolvente, por isso ele recebe mais compartilhamentos.

Dicas para criar conteúdo fácil de digerir:

  •    Quebre o conteúdo com frases mais cumpridas em pequenas partes com imagens
  •    Use ripl.com para criar vídeos curtos e fáceis de digerir
  •    Crie SlideShares com até 8 slides

Pessoas preferem consumir esse tipo de conteúdo de manhã ou antes de dormir. De qualquer maneira é melhor fazer testes para descobrir quando seu público consome melhor informação de digestão rápida para postar seu conteúdo na hora certa.

Conclusões. Os usuários estão ficando mais e mais impacientes a cada dia. Eles preferem conteúdo fácil de processar e digerir e compartilham esse tipo de conteúdo com gosto

5- Conteúdo com call to action

Às vezes você precisa ser pouco discreto e pedir às pessoas diretamente a fazer aquilo que você quer que eles fazem. Adicione um call to action e facilite a tomada de decisão para seus usuários.

Avalie seu conteúdo visual considerando os seguintes pontos:

  1. Conteúdo. O primeiro passo é o conteúdo em si.
  2. Call to action. Seu conteúdo precisa de um call to action. O que você quer que os seus usuários façam com o conteúdo? Você prefere que eles cliquem nele, o leiam ou compartilhem?
  3. Landing. O que acontece quando seus usuários clicam no conteúdo? Aonde esse clique vai leva-los? Até um conteúdo visual mais completo, um landing page, uma página de inscrição de um webinar?
  4. Objetivo/Meta. Você precisa ter um objetivo claro que você quer alcançar pedindo os usuários a seguir um call to action. Você quer que eles se inscrevem para um webinar, compartilhem uma imagem ou leiam um post de blog?
  5. Acrescentado valor. Verifique novamente que o seu conteúdo é valioso e relevante.

Conclusões. Você precisa comunicar claramente os objetivos do seu conteúdo, mostrar o que você quer que as pessoas fazem e qual benefício eles terão clicando no seu call to action. No caso de imagens, certifique-se que você tem só um call to action por imagem

Ferramentas

No final da apresentação Dona compartilhou a lista de ferramentas para criar imagens fantásticas e vídeos curtos.

Ferramentas para criação de conteúdo visual:

Ferramentas para criação de vídeos:

Esperamos que essas dicas ajudaram a entender melhor aspetos diferentes de mídias sociais e fazer mais um passo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

E você, quais truques utiliza para aumentar a quantidade de compartilhamentos do seu conteúdo?

As redes sociais passaram a ocupar um lugar que até então era liderado pelas buscas orgânicas quando o assunto são os canais de vendas para atingir e auxiliar os consumidores na decisão da compra.

De acordo com pesquisa elaborada pelo Sebrae, 72% dos entrevistados utilizam as redes sociais como um dos principais canais para a concretização das vendas online. Os sites de busca, que até então lideravam o índice, ficaram em segundo lugar, mencionados por 68% dos entrevistados.

A pesquisa vai ao encontro das experiências vivenciadas no dia a dia profissional. Ao elaborar as lojas online, percebemos a preocupação dos clientes em contemplar as redes sociais, devido à importância que elas têm na comercialização dos produtos, seja para encontrar a loja, se relacionar e até mesmo conferir a opinião dos demais consumidores sobre a loja em questão.

As redes sociais possibilitam, antes de tudo, interação e colaboração, e, partir disso, é possível se relacionar e vender. Entre principais e mais usadas redes sociais estão o Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, Pinterest e Foursquare. Porém, lembro que existem outras opções e é preciso saber usar cada uma de acordo com a sua finalidade.

1. Escolha as redes sociais mais adequadas ao seu negócio

Não adianta criar contas em diversas redes sociais sem antes fazer um planejamento levando em conta o tipo de produto comercializado pela loja virtual e o público a que se destina. Além disso, é preciso analisar o que a rede escolhida permite em termos de ações.

Por isso, analise o seu produto e o seu público e converse com a sua equipe em quais redes sociais sua empresa estará presente.

2. Mantenha as redes sociais atualizadas

Criar a conta em uma rede social é apenas o primeiro passo. É necessário realizar um cronograma de publicações e criar conteúdo relevante aos seguidores. Procure fazer uma atualização diária.

Importante: não transforme sua rede social em uma vitrine da sua loja virtual. É importante aproveitar o espaço pra falar dos produtos, promoções e lançamentos, mas também abordar assuntos que sejam de interesse dos consumidores, como informações sobre os produtos que você vende e dicas sobre como melhor utilizá-los.

3. Promova a interação e o engajamento

Converse com as pessoas nas redes sociais. Procure saber o que elas desejam e como gostariam de ser tratadas. Lembre-se de ouvir seu público, responder as dúvidas e reclamações, sempre sendo sincero. É assim que você criará um relacionamento com o público e estará sempre presente na memória dele positivamente.

Por meio da interação e engajamento você poderá conhecer melhor o perfil do seu público e assim vender mais e melhor.

4. Seja multimídia

Que as imagens são essenciais nas redes sociais você já sabe. Então, invista na qualidade delas e ganhe destaque em seus posts. Mas, vá além. Produza vídeos e animações para chamar mais a atenção do consumidor e ter maior interação.

5. Use hashtag

Muito mais que “modinha” ou “bonitinhas”, a hastag (#) é uma importante ferramenta para segmentar as mensagens por assunto e monitorar o alcance do post ou tema. Use hashtag tanto nos posts, quanto nos comentários e lembre-se de monitorar. Utilize essa ferramenta para interação, mas também como estratégia das próximas ações.

Essas são as principais dicas quando o assunto são as redes sociais como ferramentas de negócios, mas sempre é possível incluir outras ações e cuidados durante o planejamento. Para finalizar, reforço que a base de tudo é o relacionamento. Procure se relacionar bem com o consumidor, pois assim a compra e a fidelização serão consequências.

Pensar nas métricas que realmente trazem resultados para seu negócio é fundamental para desenvolver uma boa estratégia nas mídias sociais. Para isso, é importante ter em mente o que chamamos do Funil das Mídias Sociais.


Por . Muitas empresas utilizam as redes sociais para gerar negócios, porém muitas delas acabam não pensando no meio do processo. Devido a isso, essas empresas acabam definindo métricas que não medem efetivamente a geração de oportunidades de negócios nesse canal – são as chamadas métricas de vaidade.

É muito comum encontrar empresas focando no número de curtidas, compartilhamentos e comentários das publicações e esquecendo que o engajamento de nada adianta se não houver a geração de oportunidades de negócio.

Note, não estou falando que essas métricas não devem ser acompanhadas. Sim, elas devem ser monitoradas pois, indiretamente, ajudam no alcance que a sua publicação terá.

Publicações com mais curtidas, comentários e compartilhamentos são entendidas pelas redes sociais como conteúdos de qualidade e por isso as redes sociais dão destaque para elas.

Porém, o enfoque deve ser em métricas que podemos chamar de diretas, ou seja, que mostram o interesse da audiência em continuar interagindo com a sua empresa.

Para isso, é importante ter em mente o que chamamos do Funil das Mídias Sociais.

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1- Impressões

A primeira etapa do funil das mídias sociais representa o número de vezes que a sua publicação foi vista. Impressão é diferente de alcance, pois este representa o número de pessoas que viram sua publicação. Considerando que uma pessoa pode ver mais de uma vez sua publicação, o número de impressões sempre vai ser igual ou maior que o tamanho do alcance das suas publicações.

Sempre procure otimizar suas publicações para que elas sejam vistas cada vez mais vezes pela sua audiência. Algumas variáveis controláveis podem aumentar as impressões da sua página e, consequentemente, aumentar o topo do seu funil.

Uma dessas variáveis é o horário. Saber em quais horários o maior número de pessoas da sua audiência está online é essencial para aumentar as impressões de uma publicação.

No Facebook, por exemplo, existe uma maneira bem fácil de saber os picos de audiência da sua página.

Primeiramente, clique em Informações no topo da página inicial da sua empresa:

Fan-Page-da-Resultados-Digitais-Facebook

Depois, você deve clicar em Publicações na lateral esquerda da página:

Funil-das-Midias-Sociais-Facebook

Agora, você deverá ver um gráfico como este:

Grafico-de-estatisticas-do-Facebook

A partir desse gráfico, é possível relacionar os horários com os picos de audiência. Utilize esse gráfico para definir os melhores horários para suas postagens.

Tipos de publicações diferentes também apresentam médias de impressões diferentes. Para isso, é importante conhecer o comportamento da sua audiência. No ano de 2016, começamos a diversificar nossas publicações e adotamos um tipo de publicação que chamamos de fotos motivacionais.

Essas publicações (como o exemplo abaixo) foram bastante efetivas para a página da Resultados Digitais porque tiveram uma média de impressões 3 vezes maior que os outros tipos de publicações. Isso faz o Facebook entender que a página é relevante para as pessoas e começa a mostrar as publicações em geral com mais frequência do que antes.

Em resumo, procure diversificar as suas publicações e entender qual delas é melhor recebida pela sua audiência. Inclua em seu calendário de Mídias Sociais as publicações com uma boa média de impressões, pois isso irá potencializar o resultado das demais.

2- Cliques

Essa é uma métrica muito importante para medir o desempenho das suas postagens, afinal, o objetivo que compete somente à gestão de mídias sociais de uma empresa é gerar tráfego para outros canais específicos de geração de oportunidades de negócio. Em outras palavras, você deve otimizar ao máximo suas postagens para que sua audiência clique cada vez mais nelas e, posteriormente, seja convertida em Leads.

Assim como nas impressões, existem variáveis controláveis que tornam suas publicações mais atrativas e otimizadas para cliques.

Uma dessas variáveis é o tipo de foto utilizada. Na Resultados Digitais, temos 3 grandes classificações: foto sem rosto, fotos com rosto e ilustrações. Para nossa realidade, entendemos que as fotos com rosto podem despertar uma certa empatia e um apelo emocional na audiência, enquanto que as ilustrações oferecem a possibilidade de colocar Call-to-action. Despertar a atenção e curiosidade da audiência é fundamental para que as pessoas cliquem no conteúdo.

Também nos atentamos ao tamanho da foto utilizada. No Facebook, por exemplo, é possível postar fotos grandes e fotos pequenas (veja mais nesse infográfico com os tamanhos de imagens para as redes sociais). Na nossa página, as publicações com imagens grandes têm, em média, 35% mais cliques do que publicações com imagens pequenas.

Publicação com imagem pequena:

Publicação com imagem grande:

No LinkedIn, o tamanho da imagem também influencia no número de cliques de uma publicação. Porém, existe uma peculiaridade ao configurar o tamanho da foto de uma publicação nessa rede social. Quando você insere o link do conteúdo, a foto que será carregada será uma de tamanho pequeno e terá o link “embedado” (incorporado) nela.

Para carregar uma foto grande, você deve anexar do seu próprio dispositivo. Entretanto, essa foto não terá o link embedado nela. Em muitos casos vale a pena utilizar uma foto grande (sem o link embedado) e colocar o link ao lado da descrição, visto que a média de cliques é o dobro daquela de uma publicação com imagem pequena.

Outra variável que impacta o número de cliques é a chamada da publicação. É com este recurso que você conseguirá ou não despertar o interesse da audiência em ler o conteúdo. De forma geral, algumas dicas que damos para você melhorar a chamada das suas publicações são:

  • Utilize perguntas como forma de induzir a audiência a procurar as respostas no conteúdo publicado;
  • Utilize uma linguagem pessoal para a audiência saber que quem está do outro lado não é um robô e sim um outro ser humano. Para ajudar nisso, utilize o termo “você”, pois ele passa a impressão de que você está falando diretamente com a pessoa.

Uma chamada também pode possuir ou não o link do conteúdo. Nesta questão, assim como em todas as outras, é preciso entender e adaptar ao máximo de acordo com a rede social. No Facebook, por exemplo, nossas publicações que possuem links têm uma média de cliques 123% menor que a média de cliques em publicações sem o link nas chamadas.

3- Conversões

O número de conversões de visitantes em oportunidades de negócio deve ser a sua principal métrica a ser acompanhada neste processo. Apesar da conversão não depender única e exclusivamente do trabalho feito em mídias sociais, ela é uma métrica que mostra a efetividade do canal, ou seja, a quantidade dos seus Leads que foram gerados pela mídias sociais.

Hoje, na Resultados Digitais, 5% de todos os nossos Leads são gerados via mídias sociais. Nosso processo de análise vem avançando bastante e hoje conseguimos medir exatamente quantos Leads foram gerados em cada publicação. Para isso, utilizamos parâmetros em todas as nossas publicações. Isso permite o rastreamento de cada publicação no Google Analytics. Saiba mais neste post.

Apesar de não parecer, é possível otimizar suas publicações nas redes sociais para a conversão. Trabalhar a chamada da publicação é a chave para isso. O grande segredo é pensar cuidadosamente nesta variável da publicação para que ela mostre o real valor do conteúdo. A sua audiência só irá clicar na publicação se ela entender que o conteúdo pode resolver algum dos seus problemas.

Resumindo

Pensar nas métricas que realmente trazem resultados para seu negócio é fundamental para desenvolver uma boa estratégia nas mídias sociais. Existem diversas variáveis que podem ser alteradas nas suas publicações e que trarão resultados em cada uma das etapas do funil das mídias sociais.

Por fim, lembre-se que encontrar as taxas de conversão do seu funil é uma boa prática, mas essas taxas devem ser interpretadas com base no contexto do seu mercado e da sua empresa.

Publicado no Blog da Resultados Digitais.

O estudo “As métricas ocultas da entregabilidade” traz ainda uma ampla análise desses indicadores, dividida por 28 setores da indústria

O sucesso de uma campanha de e-mail marketing não depende apenas de uma oferta atrativa, seja de produto ou serviço. Antes de apertar o botão “enviar” é importante que os profissionais de marketing se aprofundem em métricas “ocultas” do e-mail marketing, como taxas de leitura, encaminhamento, reclamação, entre outras.

Esses dados são fundamentais para entender o engajamento dos consumidores – e ainda são utilizados pelos provedores de e-mail para determinar quais mensagens chegam à caixa de entrada. Trata-se de uma excelente oportunidade para que executivos do setor obtenham vantagens competitivas ao complementar métricas básicas e tradicionais, como taxa de abertura e click-throughs.

Os principais provedores de e-mail como Microsoft, Google e Yahoo! estão considerando cada vez mais o engajamento para decidir quais e-mails devem ser entregues na caixa de entrada.

Existe uma grande oportunidade, pois muitos profissionais de marketing ainda não estão analisando estas métricas, que podem ter um impacto significativo na entregabilidade, além de oferecer informações valiosas para aumentar o engajamento.

Ciente deste cenário, a Return Path lançou o estudo As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails, que não só apontam quais são os indicadores que todo profissional de e-mail marketing deveria analisar, como também explicam o que eles significam e por que são importantes.

Neste material também estão listados os benchmarks de 28 setores da indústria, para que as marcas saibam como os seus consumidores se engajam com concorrentes. Com base nos dados do material, é possível identificar oportunidades de melhoria nas campanhas e, consequentemente, melhorar os índices de entregabilidade e o retorno sobre investimento da área deste canal.

Confira abaixo as principais conclusões do estudo “As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails”. O arquivo completo está disponível para download no site da Return Path. As conclusões têm como base mais de 3,5 bilhões de e-mails comerciais recebidos em 2015.

Afinidade – Os consumidores estão mais propensos a ler e-mails de marcas com as quais tenham contas. Bancos, seguros e outros setores dentro de serviços foram os que atingiram as maiores taxas de leitura em 2015.
Na lixeira – E-mails com temas relacionados a animais de estimação, material de escritório e empresas de presentes, como flores, são os mais propensos a serem excluídos sem leitura, um sinal claro de baixo engajamento e/ou excesso de e-mails enviados.
Menos é mais – As reclamações (marcação de mensagens como spam) apresentaram uma alta em diversas indústrias no último trimestre do ano, indicando que os consumidores, talvez, não aprovem o aumento no volume de e-mails promocionais durante o período das festas de fim de ano.

Sete métricas que todo profissional de e-mail marketing deveria rastrear, de acordo com os especialistas:

Indicadores POSITIVOS das mensagens

O que significa

Indústria com maior índice

Índice dessa indústria

lidas

o destinatário quer receber sua mensagem

Serviços públicos

47%

respondidas

a mensagem é desejada e, provavelmente, de natureza pessoal

Telecomunicações

1,49%

encaminhadas

o destinatário gostou da mensagem e outras pessoas podem se interessar também

Serviços públicos

0,47%

marcadas como “não spam”

forte sinal para os provedores de que e-mails daquele destinatário devem chegar no inbox

Seguros

0,10%

 

Indicadores NEGATIVOS das mensagens

O que significa

Índústria com maior índice

Índice dessa indústria

deletadas antes da leitura

a mensagem não é relevante para o destinatário

Materiais p/ escritório

14%

entrega em pasta de “spam” ou lixo

O provedor utiliza filtros que indicam que a mensagem é indesejada

Automotiva

29%

marcadas pelo usuário como “spam”

o destinatário indica que não quer receber a mensagem

Telecomunicações

0,98%