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Novos jogadores surgem no mercado diariamente e está ficando mais e mais difícil alcançar as metas e conseguir vencer nesse mundo tão competitivo de marketing digital.

Está procurando novas dicas e táticas para aplicar na sua estratégia de mídias sociais? Gostaria de se destacar de milhares de usuários de mídias sociais e ser ouvido por seu público?

Recentemente organizamos um meetup online (em inglês) dedicado à mídias sociais com 3 especialistas fantásticos que compartilharam o conhecimento e experiência deles. Donna Moritz mostrou as ferramentas que ela prefere usar para criar conteúdo visual e ganhar compartilhamentos. Nathan Hague trouxe umas dicas práticas de otimização para YouTube e dicas e ferramentas para ganhar ranqueamentos mais altos para seus vídeos. E no final a Diretora de Mídias Sociais da SEMrush Olga Andrienko revelou os segredos de criação de uma comunidade social forte com a ajuda de Twitter chats e algumas ferramentas úteis

Aqui você pode assistir a gravação do meetup na integra (em inglês), entretanto nesse post queria compartilhar algumas dicas mais interessantes da apresentação da Donna Moritz, a fundadora de Socially Sorted.

Qual conteúdo visual é o mais compartilhado?

Ainda 5 anos atrás mídias sociais eram diferentes. O mercado está mudando constantemente e está ficando mais e mais “lotado”. Como convencer os usuários das redes sociais que estão rolando a linha de tempo a parar e dar um pouco de atenção ao seu conteúdo? Hoje em dia a decisão de se interessar pelo conteúdo ou ignorá-lo é tomada em fração de segundos.

Donna Moritz revelou quais são os 5 tipos de conteúdo que são facilmente compartilhados por usuários.

1- Conteúdo original

O que faz a diferença é trazer informações que são realmente importantes e encontrar o conteúdo certo para seu público.

Olha esse exemplo real. Shawn, o funcionário da Margaret River Discovery, começou a postar todo dia uma foto de Margaret River, uma região de vinícolas situada na parte oeste da Austrália. Shawn não é um fotógrafo profissional, mas ele é consistente. Ele serviu de exemplo para outras empresas que começaram considerar o Instagram dele como uma fonte de conteúdo bom. Se você conseguir publicar conteúdo de uma forma consistente, outras empresas começarão a te considerar como fonte de conteúdo que pode ser compartilhado.  

Conclusão: Você não precisa ser fotógrafo ou designer profissional para criar um bom conteúdo visual. O seu conteúdo deve ser bonito e conter uma mensagem bacana. Também é importante ser consistente e usar ferramentas certas.

2- Conteúdo oportuno

Se você estiver na hora certa e no lugar certo isso pode apresentar uma boa oportunidade para criar um conteúdo marcante.

Não se esqueça de regras principais de conteúdo oportuno:

  1. Reaja rápido. Motive sua equipe a agir rápido e tirar foto ou fazer um vídeo assim que algo acontece.
  2. Esteja preparado e planeje com antecedência. Poste o seu conteúdo dedicado à eventos e celebrações de manhã cedo para que as pessoas o vejam logo depois de acordar. Se você postar algo cedo no dia que todos estão festejando, suas chances de ganhar compartilhamentos aumentam.

Caso precise de uma ajuda para encontrar eventos que valem uma postagem, confira o site Social Media Events Genie que oferece informações sobre eventos de vários típos. Prepare-se e faça uma lista de eventos!

Conclusões. Você pode usar qualquer evento para criar conteúdo oportuno. Nem sempre você consegue reagir rápido e ser o primeiro a postar, mas o importante é se planejar com antecedência e tentar ser entre os primeiros do dia.

3- Conteúdo Relevante

Outro jeito de criar um conteúdo que será compartilhado é de apostar no conteúdo relevante. Seu conteúdo deve ser feito sob medida para que seus seguidores queiram fazer um repost nessa rede social.

Por exemplo, vídeos – especialmente os vídeos para diversão – são extremamente populares no Facebook. E no Instagram os usuários querem ver imagens bonitas, com cores atraentes, pessoas e histórias reais e fotos de “por trás da cena”. O conteúdo postado no Facebook deve ser diferente do conteúdo postado no Instagram.

Conclusões. Você precisa descobrir qual é o tipo de conteúdo mais adequado para sua rede social e apostar nele

4- Conteúdo “Fácil de Digerir”

Conteúdo fácil de digerir são imagens, vídeos, GIFs e infográficos pequenos. Esse tipo de conteúdo é extremamente fácil de processar e é mais envolvente, por isso ele recebe mais compartilhamentos.

Dicas para criar conteúdo fácil de digerir:

  •    Quebre o conteúdo com frases mais cumpridas em pequenas partes com imagens
  •    Use ripl.com para criar vídeos curtos e fáceis de digerir
  •    Crie SlideShares com até 8 slides

Pessoas preferem consumir esse tipo de conteúdo de manhã ou antes de dormir. De qualquer maneira é melhor fazer testes para descobrir quando seu público consome melhor informação de digestão rápida para postar seu conteúdo na hora certa.

Conclusões. Os usuários estão ficando mais e mais impacientes a cada dia. Eles preferem conteúdo fácil de processar e digerir e compartilham esse tipo de conteúdo com gosto

5- Conteúdo com call to action

Às vezes você precisa ser pouco discreto e pedir às pessoas diretamente a fazer aquilo que você quer que eles fazem. Adicione um call to action e facilite a tomada de decisão para seus usuários.

Avalie seu conteúdo visual considerando os seguintes pontos:

  1. Conteúdo. O primeiro passo é o conteúdo em si.
  2. Call to action. Seu conteúdo precisa de um call to action. O que você quer que os seus usuários façam com o conteúdo? Você prefere que eles cliquem nele, o leiam ou compartilhem?
  3. Landing. O que acontece quando seus usuários clicam no conteúdo? Aonde esse clique vai leva-los? Até um conteúdo visual mais completo, um landing page, uma página de inscrição de um webinar?
  4. Objetivo/Meta. Você precisa ter um objetivo claro que você quer alcançar pedindo os usuários a seguir um call to action. Você quer que eles se inscrevem para um webinar, compartilhem uma imagem ou leiam um post de blog?
  5. Acrescentado valor. Verifique novamente que o seu conteúdo é valioso e relevante.

Conclusões. Você precisa comunicar claramente os objetivos do seu conteúdo, mostrar o que você quer que as pessoas fazem e qual benefício eles terão clicando no seu call to action. No caso de imagens, certifique-se que você tem só um call to action por imagem

Ferramentas

No final da apresentação Dona compartilhou a lista de ferramentas para criar imagens fantásticas e vídeos curtos.

Ferramentas para criação de conteúdo visual:

Ferramentas para criação de vídeos:

Esperamos que essas dicas ajudaram a entender melhor aspetos diferentes de mídias sociais e fazer mais um passo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

E você, quais truques utiliza para aumentar a quantidade de compartilhamentos do seu conteúdo?

As redes sociais passaram a ocupar um lugar que até então era liderado pelas buscas orgânicas quando o assunto são os canais de vendas para atingir e auxiliar os consumidores na decisão da compra.

De acordo com pesquisa elaborada pelo Sebrae, 72% dos entrevistados utilizam as redes sociais como um dos principais canais para a concretização das vendas online. Os sites de busca, que até então lideravam o índice, ficaram em segundo lugar, mencionados por 68% dos entrevistados.

A pesquisa vai ao encontro das experiências vivenciadas no dia a dia profissional. Ao elaborar as lojas online, percebemos a preocupação dos clientes em contemplar as redes sociais, devido à importância que elas têm na comercialização dos produtos, seja para encontrar a loja, se relacionar e até mesmo conferir a opinião dos demais consumidores sobre a loja em questão.

As redes sociais possibilitam, antes de tudo, interação e colaboração, e, partir disso, é possível se relacionar e vender. Entre principais e mais usadas redes sociais estão o Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, Pinterest e Foursquare. Porém, lembro que existem outras opções e é preciso saber usar cada uma de acordo com a sua finalidade.

1. Escolha as redes sociais mais adequadas ao seu negócio

Não adianta criar contas em diversas redes sociais sem antes fazer um planejamento levando em conta o tipo de produto comercializado pela loja virtual e o público a que se destina. Além disso, é preciso analisar o que a rede escolhida permite em termos de ações.

Por isso, analise o seu produto e o seu público e converse com a sua equipe em quais redes sociais sua empresa estará presente.

2. Mantenha as redes sociais atualizadas

Criar a conta em uma rede social é apenas o primeiro passo. É necessário realizar um cronograma de publicações e criar conteúdo relevante aos seguidores. Procure fazer uma atualização diária.

Importante: não transforme sua rede social em uma vitrine da sua loja virtual. É importante aproveitar o espaço pra falar dos produtos, promoções e lançamentos, mas também abordar assuntos que sejam de interesse dos consumidores, como informações sobre os produtos que você vende e dicas sobre como melhor utilizá-los.

3. Promova a interação e o engajamento

Converse com as pessoas nas redes sociais. Procure saber o que elas desejam e como gostariam de ser tratadas. Lembre-se de ouvir seu público, responder as dúvidas e reclamações, sempre sendo sincero. É assim que você criará um relacionamento com o público e estará sempre presente na memória dele positivamente.

Por meio da interação e engajamento você poderá conhecer melhor o perfil do seu público e assim vender mais e melhor.

4. Seja multimídia

Que as imagens são essenciais nas redes sociais você já sabe. Então, invista na qualidade delas e ganhe destaque em seus posts. Mas, vá além. Produza vídeos e animações para chamar mais a atenção do consumidor e ter maior interação.

5. Use hashtag

Muito mais que “modinha” ou “bonitinhas”, a hastag (#) é uma importante ferramenta para segmentar as mensagens por assunto e monitorar o alcance do post ou tema. Use hashtag tanto nos posts, quanto nos comentários e lembre-se de monitorar. Utilize essa ferramenta para interação, mas também como estratégia das próximas ações.

Essas são as principais dicas quando o assunto são as redes sociais como ferramentas de negócios, mas sempre é possível incluir outras ações e cuidados durante o planejamento. Para finalizar, reforço que a base de tudo é o relacionamento. Procure se relacionar bem com o consumidor, pois assim a compra e a fidelização serão consequências.

Pensar nas métricas que realmente trazem resultados para seu negócio é fundamental para desenvolver uma boa estratégia nas mídias sociais. Para isso, é importante ter em mente o que chamamos do Funil das Mídias Sociais.


Por . Muitas empresas utilizam as redes sociais para gerar negócios, porém muitas delas acabam não pensando no meio do processo. Devido a isso, essas empresas acabam definindo métricas que não medem efetivamente a geração de oportunidades de negócios nesse canal – são as chamadas métricas de vaidade.

É muito comum encontrar empresas focando no número de curtidas, compartilhamentos e comentários das publicações e esquecendo que o engajamento de nada adianta se não houver a geração de oportunidades de negócio.

Note, não estou falando que essas métricas não devem ser acompanhadas. Sim, elas devem ser monitoradas pois, indiretamente, ajudam no alcance que a sua publicação terá.

Publicações com mais curtidas, comentários e compartilhamentos são entendidas pelas redes sociais como conteúdos de qualidade e por isso as redes sociais dão destaque para elas.

Porém, o enfoque deve ser em métricas que podemos chamar de diretas, ou seja, que mostram o interesse da audiência em continuar interagindo com a sua empresa.

Para isso, é importante ter em mente o que chamamos do Funil das Mídias Sociais.

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1- Impressões

A primeira etapa do funil das mídias sociais representa o número de vezes que a sua publicação foi vista. Impressão é diferente de alcance, pois este representa o número de pessoas que viram sua publicação. Considerando que uma pessoa pode ver mais de uma vez sua publicação, o número de impressões sempre vai ser igual ou maior que o tamanho do alcance das suas publicações.

Sempre procure otimizar suas publicações para que elas sejam vistas cada vez mais vezes pela sua audiência. Algumas variáveis controláveis podem aumentar as impressões da sua página e, consequentemente, aumentar o topo do seu funil.

Uma dessas variáveis é o horário. Saber em quais horários o maior número de pessoas da sua audiência está online é essencial para aumentar as impressões de uma publicação.

No Facebook, por exemplo, existe uma maneira bem fácil de saber os picos de audiência da sua página.

Primeiramente, clique em Informações no topo da página inicial da sua empresa:

Fan-Page-da-Resultados-Digitais-Facebook

Depois, você deve clicar em Publicações na lateral esquerda da página:

Funil-das-Midias-Sociais-Facebook

Agora, você deverá ver um gráfico como este:

Grafico-de-estatisticas-do-Facebook

A partir desse gráfico, é possível relacionar os horários com os picos de audiência. Utilize esse gráfico para definir os melhores horários para suas postagens.

Tipos de publicações diferentes também apresentam médias de impressões diferentes. Para isso, é importante conhecer o comportamento da sua audiência. No ano de 2016, começamos a diversificar nossas publicações e adotamos um tipo de publicação que chamamos de fotos motivacionais.

Essas publicações (como o exemplo abaixo) foram bastante efetivas para a página da Resultados Digitais porque tiveram uma média de impressões 3 vezes maior que os outros tipos de publicações. Isso faz o Facebook entender que a página é relevante para as pessoas e começa a mostrar as publicações em geral com mais frequência do que antes.

Em resumo, procure diversificar as suas publicações e entender qual delas é melhor recebida pela sua audiência. Inclua em seu calendário de Mídias Sociais as publicações com uma boa média de impressões, pois isso irá potencializar o resultado das demais.

2- Cliques

Essa é uma métrica muito importante para medir o desempenho das suas postagens, afinal, o objetivo que compete somente à gestão de mídias sociais de uma empresa é gerar tráfego para outros canais específicos de geração de oportunidades de negócio. Em outras palavras, você deve otimizar ao máximo suas postagens para que sua audiência clique cada vez mais nelas e, posteriormente, seja convertida em Leads.

Assim como nas impressões, existem variáveis controláveis que tornam suas publicações mais atrativas e otimizadas para cliques.

Uma dessas variáveis é o tipo de foto utilizada. Na Resultados Digitais, temos 3 grandes classificações: foto sem rosto, fotos com rosto e ilustrações. Para nossa realidade, entendemos que as fotos com rosto podem despertar uma certa empatia e um apelo emocional na audiência, enquanto que as ilustrações oferecem a possibilidade de colocar Call-to-action. Despertar a atenção e curiosidade da audiência é fundamental para que as pessoas cliquem no conteúdo.

Também nos atentamos ao tamanho da foto utilizada. No Facebook, por exemplo, é possível postar fotos grandes e fotos pequenas (veja mais nesse infográfico com os tamanhos de imagens para as redes sociais). Na nossa página, as publicações com imagens grandes têm, em média, 35% mais cliques do que publicações com imagens pequenas.

Publicação com imagem pequena:

Publicação com imagem grande:

No LinkedIn, o tamanho da imagem também influencia no número de cliques de uma publicação. Porém, existe uma peculiaridade ao configurar o tamanho da foto de uma publicação nessa rede social. Quando você insere o link do conteúdo, a foto que será carregada será uma de tamanho pequeno e terá o link “embedado” (incorporado) nela.

Para carregar uma foto grande, você deve anexar do seu próprio dispositivo. Entretanto, essa foto não terá o link embedado nela. Em muitos casos vale a pena utilizar uma foto grande (sem o link embedado) e colocar o link ao lado da descrição, visto que a média de cliques é o dobro daquela de uma publicação com imagem pequena.

Outra variável que impacta o número de cliques é a chamada da publicação. É com este recurso que você conseguirá ou não despertar o interesse da audiência em ler o conteúdo. De forma geral, algumas dicas que damos para você melhorar a chamada das suas publicações são:

  • Utilize perguntas como forma de induzir a audiência a procurar as respostas no conteúdo publicado;
  • Utilize uma linguagem pessoal para a audiência saber que quem está do outro lado não é um robô e sim um outro ser humano. Para ajudar nisso, utilize o termo “você”, pois ele passa a impressão de que você está falando diretamente com a pessoa.

Uma chamada também pode possuir ou não o link do conteúdo. Nesta questão, assim como em todas as outras, é preciso entender e adaptar ao máximo de acordo com a rede social. No Facebook, por exemplo, nossas publicações que possuem links têm uma média de cliques 123% menor que a média de cliques em publicações sem o link nas chamadas.

3- Conversões

O número de conversões de visitantes em oportunidades de negócio deve ser a sua principal métrica a ser acompanhada neste processo. Apesar da conversão não depender única e exclusivamente do trabalho feito em mídias sociais, ela é uma métrica que mostra a efetividade do canal, ou seja, a quantidade dos seus Leads que foram gerados pela mídias sociais.

Hoje, na Resultados Digitais, 5% de todos os nossos Leads são gerados via mídias sociais. Nosso processo de análise vem avançando bastante e hoje conseguimos medir exatamente quantos Leads foram gerados em cada publicação. Para isso, utilizamos parâmetros em todas as nossas publicações. Isso permite o rastreamento de cada publicação no Google Analytics. Saiba mais neste post.

Apesar de não parecer, é possível otimizar suas publicações nas redes sociais para a conversão. Trabalhar a chamada da publicação é a chave para isso. O grande segredo é pensar cuidadosamente nesta variável da publicação para que ela mostre o real valor do conteúdo. A sua audiência só irá clicar na publicação se ela entender que o conteúdo pode resolver algum dos seus problemas.

Resumindo

Pensar nas métricas que realmente trazem resultados para seu negócio é fundamental para desenvolver uma boa estratégia nas mídias sociais. Existem diversas variáveis que podem ser alteradas nas suas publicações e que trarão resultados em cada uma das etapas do funil das mídias sociais.

Por fim, lembre-se que encontrar as taxas de conversão do seu funil é uma boa prática, mas essas taxas devem ser interpretadas com base no contexto do seu mercado e da sua empresa.

Publicado no Blog da Resultados Digitais.

O estudo “As métricas ocultas da entregabilidade” traz ainda uma ampla análise desses indicadores, dividida por 28 setores da indústria

O sucesso de uma campanha de e-mail marketing não depende apenas de uma oferta atrativa, seja de produto ou serviço. Antes de apertar o botão “enviar” é importante que os profissionais de marketing se aprofundem em métricas “ocultas” do e-mail marketing, como taxas de leitura, encaminhamento, reclamação, entre outras.

Esses dados são fundamentais para entender o engajamento dos consumidores – e ainda são utilizados pelos provedores de e-mail para determinar quais mensagens chegam à caixa de entrada. Trata-se de uma excelente oportunidade para que executivos do setor obtenham vantagens competitivas ao complementar métricas básicas e tradicionais, como taxa de abertura e click-throughs.

Os principais provedores de e-mail como Microsoft, Google e Yahoo! estão considerando cada vez mais o engajamento para decidir quais e-mails devem ser entregues na caixa de entrada.

Existe uma grande oportunidade, pois muitos profissionais de marketing ainda não estão analisando estas métricas, que podem ter um impacto significativo na entregabilidade, além de oferecer informações valiosas para aumentar o engajamento.

Ciente deste cenário, a Return Path lançou o estudo As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails, que não só apontam quais são os indicadores que todo profissional de e-mail marketing deveria analisar, como também explicam o que eles significam e por que são importantes.

Neste material também estão listados os benchmarks de 28 setores da indústria, para que as marcas saibam como os seus consumidores se engajam com concorrentes. Com base nos dados do material, é possível identificar oportunidades de melhoria nas campanhas e, consequentemente, melhorar os índices de entregabilidade e o retorno sobre investimento da área deste canal.

Confira abaixo as principais conclusões do estudo “As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails”. O arquivo completo está disponível para download no site da Return Path. As conclusões têm como base mais de 3,5 bilhões de e-mails comerciais recebidos em 2015.

Afinidade – Os consumidores estão mais propensos a ler e-mails de marcas com as quais tenham contas. Bancos, seguros e outros setores dentro de serviços foram os que atingiram as maiores taxas de leitura em 2015.
Na lixeira – E-mails com temas relacionados a animais de estimação, material de escritório e empresas de presentes, como flores, são os mais propensos a serem excluídos sem leitura, um sinal claro de baixo engajamento e/ou excesso de e-mails enviados.
Menos é mais – As reclamações (marcação de mensagens como spam) apresentaram uma alta em diversas indústrias no último trimestre do ano, indicando que os consumidores, talvez, não aprovem o aumento no volume de e-mails promocionais durante o período das festas de fim de ano.

Sete métricas que todo profissional de e-mail marketing deveria rastrear, de acordo com os especialistas:

Indicadores POSITIVOS das mensagens

O que significa

Indústria com maior índice

Índice dessa indústria

lidas

o destinatário quer receber sua mensagem

Serviços públicos

47%

respondidas

a mensagem é desejada e, provavelmente, de natureza pessoal

Telecomunicações

1,49%

encaminhadas

o destinatário gostou da mensagem e outras pessoas podem se interessar também

Serviços públicos

0,47%

marcadas como “não spam”

forte sinal para os provedores de que e-mails daquele destinatário devem chegar no inbox

Seguros

0,10%

 

Indicadores NEGATIVOS das mensagens

O que significa

Índústria com maior índice

Índice dessa indústria

deletadas antes da leitura

a mensagem não é relevante para o destinatário

Materiais p/ escritório

14%

entrega em pasta de “spam” ou lixo

O provedor utiliza filtros que indicam que a mensagem é indesejada

Automotiva

29%

marcadas pelo usuário como “spam”

o destinatário indica que não quer receber a mensagem

Telecomunicações

0,98%

O Facebook promoveu recentemente algumas mudanças na forma como os usuários interagem com as publicações feitas na plataforma. Chamada de Reactions, ou simplesmente Botões de Reação, essa nova funcionalidade permite que os membros da rede social se expressem de diferentes maneiras ao interagir com uma postagem.

Se antes só havia a possibilidade de “curtir” 👍 uma publicação, agora o Facebook abriu um leque de interações muito maior.

Os novos botões de reação

❤️ Amei: usado geralmente quando um usuário gostou muito de uma publicação;
😆 Haha: usado geralmente para postagens engraçadas/divertidas;
😲 Uau: usado geralmente em publicações que geram algum tipo de espanto (uma notícia bombástica, por exemplo);
😢 Triste: como sugere o nome, utilizado geralmente em postagens tristes (um falecimento, por exemplo);
😠 Grr: usado geralmente quando a publicação gera algum tipo de aborrecimento.

Os botões de reação e a estratégia de Marketing Digital

Por se tratar de uma funcionalidade que ainda pode ser considerada nova, ainda é cedo para fazer uma análise mais profunda, mas, inicialmente (e dependendo do conteúdo do post a interpretação pode ser inversa) os comentários negativos que uma determinada publicação eventualmente receber poderão ser substituídos por um simples clique no novo botão “Grr”.

Isso pode diminuir o número de interações negativas entre clientes e fanpages e, consequentemente, discussões polêmicas que geram marketing nocivo. De novo: ainda é cedo para afirmar que isso vai acontecer com certeza, tampouco que o número de comentários (sejam eles positivos ou negativos) vai diminuir, mas pode ser um indicativo.

Além disso, a novidade trará um novo mundo de possibilidades para marcas que fazem marketing no Facebook, que agora têm informações mais detalhadas sobre como reagem seus respectivos públicos diante de seus conteúdos. Antes da mudança, qualquer “Curtir” era encarado como positivo mesmo que não fosse na prática um sinal de aprovação. Com a mudança, os administradores das fanpages deverão ficar mais atentos às reações dos seus seguidores e terão dados precisos para criar postagens ainda melhores.

Fato é que agora essas reações são totalmente interpretativas. Terão uma variação considerável em relação ao contexto.

Como fica o EdgeRank

Outro ponto que vem sendo discutido é o impacto dos botões de reação no EdgeRank, algoritmo que define a relevância do conteúdo e impacta diretamente no alcance das postagens das páginas no Facebook.

Como o EdgeRank do Facebook funciona?

Pois bem, segundo o próprio Facebook, as novas reações terão o mesmo peso das curtidas no EdgeRank, o que quer dizer que qualquer reação, seja ela “Amei” ou “Grr”, será contabilizada como uma curtida comum. É importante ter isso em conta, uma vez que as curtidas têm um peso diferente de comentários e compartilhamentos no EdgeRank.

E por que o algoritmo do Facebook consideraria igualmente reações tão distintas? De acordo com um estudo do especialista Jonah Berger chamado “O que torna um conteúdo online viral?”, publicações que despertam a reação de raiva nos leitores têm 34% mais chances de serem viralizadas, ou seja, as pessoas gostam de polêmica e de se sentirem desafiadas tanto quanto se identificam com postagens que as façam felizes (via HubSpot), portanto, talvez não interesse tanto à rede social limitar da timeline de seus usuários a aparição de publicações que gerem desconforto.

Métricas para os botões de reação

Ainda há poucas métricas disponíveis para os novos botões de reação. Nas estatísticas do Facebook Insights, por exemplo, você só consegue ver dados gerais sobre curtidas.

Caso queira analisar as opções de reação, portanto, você terá que acessar cada publicação individualmente. Isso pode ser feito diretamente pela linha do tempo de sua fanpage ou através do próprio Insights.

Cada vez mais quem produz conteúdo para a web e planeja estratégias de marketing busca falar a língua do seu público-alvo para se aproximar dele. A era da internet trouxe à tona uma série de novos conceitos, dentre eles os memes, ficaram famosos nos últimos anos.

Imagens e textos engraçados ganham mais projeção com facilidade, graças à força das redes sociais. Com o tempo, as marcas passaram a trabalhar os memes em suas estratégias de marketing digital, visando atingir o seu público com uma comunicação mais atual e descontraída.

Como usar humor nas redes sociais?

No entanto, é frequente vermos casos em que os memes foram utilizados de forma errada, o que gera situações embaraçosas. Afinal, se o objetivo é falar para criar identificação com o seu público, é preciso que este discurso seja o mais eficiente possível.

Por isso, confira a seguir como utilizar este argumento de maneira eficiente.

Devo usar memes no marketing digital?

Imagens engraçadas sempre tiveram lugar na internet. Aquelas que eram repetidas à exaustão e recebiam diversas variações acabaram recebendo o nome de “memes”. Quando algum assunto ou imagem viraliza, as redes sociais tomam para si este conteúdo e o “remixa” com o objetivo de manter o humor fresco. Tudo pode dar origem a um meme, seja uma foto, uma notícia ou um vídeo.

Tudo isso faz muito sentido quando parte de pessoas, mas e com relação às marcas? Se a sua empresa quer usar este recurso para melhorar a sua estratégia de marketing digital, é preciso cuidado.

Primeiramente, não é todo meme que funciona para toda marca. É preciso ficar de olho no contexto da mensagem e analisar todas as suas implicações dele, para não errar na abordagem.

Os usuários das redes sociais reprovaram bastante os partidos políticos que não entenderam como funcionava o “meme da diferentona” e apostaram em uma comunicação completamente errada usando o meme, por exemplo.

O que uma empresa precisa saber antes de usar um meme nas redes sociais?

O primeiro passo é compreender o perfil da sua marca. Depois, tenha em mente qual é o seu público e que tipo de conteúdo ele consome no ambiente digital. Não é porque os memes fazem sucesso na internet, que a sua empresa precisa utilizá-los. Se o seu público-alvo não os consome, não faz sentido abrir espaço para isso. Em caso contrário, mais análise precisa ser empregada.

Entenda o contexto de cada meme e use estes recursos com cautela. A Prefeitura de Curitiba é um exemplo de órgão municipal que sabe utilizar os memes para impactar o público jovem, que até então não se interessava por seu tipo de conteúdo institucional.

curitiba_capivara rain-is-coming

Como a empresa deve utilizá-los?

A sua estratégia de marketing digital precisa estar sempre em pleno processo de atualização. Se um meme se encaixa perfeitamente no tipo de comunicação que a sua marca realiza e no perfil do seu público-alvo, é possível obter muitos benefícios ao utilizá-lo.

Para empregá-lo da forma correta, é preciso se certificar de que você esteja respirando este universo. Crie uma conta e comece a seguir perfis que são referência, pode ser importante para você entender como fazer. É nas redes sociais que nascem à maioria dos memes, e é onde você tem a garantia de ter contato com um conteúdo atualizado em tempo real.

Como ser criativo no Facebook, segundo o próprio Facebook

Pense rápido

Ao escanear o que a internet fala, mantenha o seu radar ligado em busca de oportunidades. Se surgir um meme que se encaixa no perfil da sua marca e esteja de acordo com a sua audiência, é hora de fazer o planejamento estratégico e adaptar aquele meme à proposta desejada pelo seu negócio.

Muitos dos melhores cases que temos notícias vêm de quem teve o timing perfeito. Muitas vezes até como reação à um erro. Um exemplo?

A conta no Facebook do Bis recentemente virou piada ao compartilhar uma foto com uma montagem de “qualidade duvidosa”.

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Você pode perceber no link original da postagem o número de comentários que ridiculariza a “arte mal feita”, fora de proporção e até mesmo com a marca ao contrário.

Proposital ou não, a marca reagiu MUITO BEM ao buzz causado e literalmente entrou na brincadeira fazendo alterações para “melhorar” o post com as dicas dadas nos próprios comentários:

case-bis-lugares-seguros-comentariosClique na imagem para ver maior.

Lembre de medir sempre

Por fim, certifique-se de monitorar os resultados obtidos com este conteúdo. Um sucesso ou fracasso deverão ditar os rumos futuros do envolvimento da sua empresa com esta estratégia.

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Que tal aumentar o engajamento e consequentemente o desempenho de seus anúncios sociais? Aqui estão 3 dicas úteis

Há alguns anos atrás os links patrocinados ainda não eram tão populares quanto são hoje. Atualmente, eles são uma potência para promover seus objetivos de marketing. Se você sente que está jogando dinheiro fora em seus anúncios, porque não está enxergando nenhum retorno, precisa fazer algumas mudanças.

Aqui estão 3 dicas para que você aumente o engajamento e impulsionar o ROI de suas ações de links patrocinados.

1- Escolha seu melhor conteúdo

Se você está sentindo que seus posts patrocinados não estão tendo o resultado que você esperava para poder justificar o gasto que estão tendo, é inteiramente possível que você esteja apenas escolhendo o conteúdo errado.

Uma das coisas que devemos fazer religiosamente antes de produzir conteúdo é testar a ideia nos canais sociais. Se ninguém está interessado no conceito, vale a pena perder tempo produzindo esse tipo de conteúdo? Provavelmente não.

A mesma coisa acontece quando escolhemos a nossa melhor publicação para patrocinar: que tal promover apenas os melhores posts? Aqueles 5% que fazem toda a diferença. Use os dados do Facebook para identificar os posts com pelo menos 2 vezes o engajamento médio dentro de algumas horas de postagem.

Queremos que as pessoas interajam com o conteúdo promovido, e por isso é importante que o desempenho orgânico dele seja melhor do que os outros. Se as pessoas se engajaram com ele, sinal de que quando promovermos, as pessoas vão interagir ainda mais.

Quanto maior é o seu nível de engajamento, menor o seu custo no engajamento. Por que? Porque o engajamento é a maneira como o conteúdo paga se espalha além dos cliques que você pagou. Assim, quando a sua atividade orgânica começa a cair, você promove o post, efetivamente estendendo a sua vida orgânica, ficando à frente de um público e estendendo o seu alcance.

Você sai ganhando porque paga para promover o conteúdo, e de repente sua atividade orgânica se mantém em alta. É como comprar 1 clique e ganhar 2 ou 3. É algo muito bom.

2- Seja inteligente na hora de segmentar

Existem, basicamente, 2 formas de gerar interesse no seu conteúdo:

1- Postar atualizações sociais impressionantes com recursos visuais loucos e/ou títulos atraentes para se destacar e chamar atenção.
2- Brincar com a segmentação de anúncios para chegar à frente das pessoas certas.

A segmentação pode não parecer a coisa mais interessante do mundo, mas você pode ser insanamente específico em seus anúncios.

E você tem que fazer isso. Se você está colocando seus anúncios na frente das pessoas que provavelmente não se preocupam com o que você compartilha – ou elas vão ignorar você, ou vão clicar apenas porque estão entediados e você vai jogar dinheiro fora.

As coisas começam a ficar boas quando realmente usamos os perfis de nossos usuários para segmentar nossos anúncios apenas para quem realmente têm interesse no que fazemos.

Digamos que temos uma lista de 10 ou até mesmo 100 mil clientes, assinantes do blog, assinantes de e-mail e etc. Temos todas essas pessoas que podemos revender nossos anúncios, que é grande para o reconhecimento da marca e até mesmo conversão.

Chamadas direcionadas para essa lista permite que obtenhamos um retorno muito mais específico, com um conteúdo totalmente personalizado, para um público que já demonstrou interesse real no que fazemos.

3- Torne o seu anúncio interessante

As redes sociais tem algumas características de anúncios muito legais – e que poucos anunciantes estão usando.

Vamos começar com o Twitter Cards. Esses são, basicamente, cartões de funcionalidades adicionais para o seu Twitter Ads. Um que você deve definitivamente experimentar é o Lead Generation Card, que permite que os usuários se inscrevam para sua oferta com apenas 2 cliques.

O Twitter já sabe o nome, e-mail, e outras informações do usuários, e por isso preenche automaticamente os campos no anúncio. Você pode, depois disso, fazer download do CSV para exportar as informações coletadas.

Já no Facebook, podemos adicionar botões de apelo à ação para nossos anúncios. Além disso, você também pode adicionar um botão para uma chamada telefônica nos seus anúncios de notícias para mobile.

Isso aumenta – e muito – o apelo dos seus anúncios nas mídias sociais. O engajamento é algo crítico em seus anúncios.

Todo o tipo de interação podem ajudar o seu conteúdo a ser impulsionado para os usuários orgânicos, bem como, melhorar o seu ROI.

Texto publicado anteriormente no LinkedIn Pulse.

Quantas vezes você se deparou com algum vídeo, aplicativo ou qualquer tipo de conteúdo que, da noite pro dia, estava na boca do povo, nos trending topics do Twitter e em boa parte das publicações da timeline no Facebook? Com toda a certeza: muitas. E de uns tempos para cá, essa tal de viralidade está se tornando cada vez mais parte do nosso cotidiano.

Recentemente, estava à procura de livros interessantes na categoria de marketing e me deparei com o seguinte título Contágio — Por que as coisas pegam”, de Jonah Berger, o qual prometia revelar o que faz uma informação tornar-se “viral”. É claro que comprei o meu exemplar, afinal, qual pessoa que trabalha com marketing não quer saber a fórmula da viralidade?

Segundo o autor, o qual é professor de marketing da Wharton School, na Universidade da Pensilvânia, há certos temas ou atributos comuns a uma série de conteúdos contagiantes. Uma receita, por assim dizer, para deixar produtos, ideias e comportamentos mais propensos a se tornar populares.

Após a realização de várias pesquisas sobre conteúdos que se tornavam virais, Jonah Berger descobriu que boa parte deles continham pelo menos um dos seis princípios básicos que fazem com que as coisas sejam faladas, compartilhadas e imitadas. Esses princípios são: Moeda Social, Gatilhos, Emoção, Público, Valor Prático e Histórias.

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Moeda Social

Este princípio diz basicamente que as pessoas compartilham coisas que causem uma boa impressão a respeito delas mesmas para os outros. As pessoas gostam de compartilhar coisas que fazem elas parecer mais inteligentes ou informadas.

O boca a boca é uma ferramenta primordial para o marketing, uma vez que é considerada uma moeda social. Prova disso é as várias vezes que experimentamos um produto ou fomos a um lugar simplesmente porque algum amigo recomendou.

Gatilhos

Existem coisas que simplesmente nos fazem lembrar de outras, as quais podemos chamar de gatilhos. Para Berger, as pessoas falam sobre coisas que se passam pela cabeça delas e é necessário pensar em ideias que sejam acionadas e criar os gatilhos.

Um exemplo dado no livro foi que a venda dos chocolates Mars, em um certo período, aumentou e ninguém sabia qual era o motivo. Depois de vários estudos, descobriu-se que, naquela época, um dos principais assuntos que estavam na mídia era sobre uma missão que a NASA realizou em Marte. E, em inglês Mars significa Marte. Isto acabou gerando um gatilho para as pessoas que, ao irem a um supermercado e entravam na sessão de chocolates, lembravam do chocolate Mars e acabavam comprando.

Pensamentos e ideias levam à ação. Se eles se repetem a todo momento, é mais provável que eu reaja a eles.

Emoção

Histórias de interesse humano normalmente despertam muita emoção.As pessoas sentem vontade de compartilhar com as outras.

Um exemplo clássico disso é a campanha que a Dove realizou, em 2013, chamada “Retratos da Real Beleza”, onde Gil Zamora, artista forense do FBI que já produziu mais de 3.000 retratos falados em seus 28 anos de carreira entrevistou sete mulheres diferentes, e cada uma delas descrevia a si mesma do modo que enxergava no espelho. A maioria das caricaturas acabava tendo um ar triste, em meio a tantos defeitos delatados. O resultado é emocionante.

Por isso as ideias e mensagens devem ser elaboradas de modo que façam as pessoas sentirem algo.

Público

Um fator chave para fazer uma ideia pegar é a visibilidade pública.

Um dos motivos para a maçã da Apple estar gravada de “ponta cabeça” nos notebooks da marca para quem abre o laptop é que, dessa forma, o logo fica direito para o resto do mundo enquanto alguém estiver usando ele. Jobs decidiu fazer isso porque notou que ao perceber os outros fazendo alguma coisa, as pessoas ficam mais propensas a imitá-las. Eu, por exemplo, quando não sabia o caminho para alguma saída de algum lugar, ia pela direção onde a maioria das pessoas estavam indo, o que comprova esse fato da “imitação”.

Para o consumo online, essa característica é muito mais importante, pois ele é quase sempre individual. É por isso que alguns aplicativos realizam o compartilhamento passivo. Ou seja, ao aceitar o aplicativo, os usuários dão ao site o direito de publicar em nome deles nas redes sociais sempre que eles acessam uma determinada página. Isso é tornar as coisas visíveis para o público.

Valor Prático

As pessoas gostam de passar informação prática e útil para seus conhecidos. O autor explica que se a moeda social tem a ver com o compartilhamento render uma boa imagem, o valor prático relaciona-se com quem recebe a informação. É relacionado a economia de tempo ou dinheiro e boas experiências.

É justamente por isso que palavras como “em liquidação” utilizadas em campanhas tem um apelo tão forte, são mais compartilhadas e isso faz aumentar as vendas. Do mesmo modo, funcionam os limites de quantidade, que fazem o produto parecer mais valioso.

Você já conhecia a Regra do 100? Ela diz que, se o preço de um produto é inferior a cem dólares (no nosso caso podemos adotar cem reais), a regra do 100 diz que descontos percentuais vão parecer maiores (exemplo: 20% de desconto). Se o preço for superior a cem reais, melhor oferecer descontos numéricos (por exemplo, 15 reais de desconto).

Histórias

Pessoas pensam com base em narrativas, não em termos de informação. Uma boa história fica na cabeça das pessoas e as estimulam a contar para outras pessoas. Passar as suas ideias na forma de uma história tem um grande poder em influenciar as pessoas a passá-las adiante.

As boas histórias estão cheias de mensagem embutidas, lições ou moral. Assim, quando você é surpreendido com um excelente atendimento, sua experiência pode render uma boa história. Essa história pode influenciar o comportamento das pessoas com as quais você compartilha. Isso vale para experiências negativas também, vide o “Reclame Aqui”.

Enquanto é muito fácil argumentar contra discursos de venda, é difícil argumentar contra histórias pessoais. É complicado discordar de um fato acontecido com alguém, principalmente quando somos enredados no drama da pessoa.

A chave é utilizar histórias que tenham a ver com o produto ou serviço em questão. Afinal, você quer que as pessoas lembrem da história e também quem está por trás dela. Portanto, o conteúdo tem que ser relevante para a empresa responsável por ele. Não vai adiantar se as pessoas gostarem da história, mas não conectarem o conteúdo a você ou à empresa.

Jonah Berger diz que esses 6 princípios sempre estão dentro de todo conteúdo que torna-se um viral. Não necessariamente todos os princípios juntos, mas pelo menos um certamente eles possuem. A lição que podemos tirar de tudo isso é sempre acrescentar ao seu conteúdo que deseja viralizar questões que envolvam moeda social, gatilho, emoção, público ou valor prático.

A leitura do livro também é muito válida, pois ele relata vários cases de conteúdos que tornaram-se virais e que possuíam as características acima. Super recomendo! 🙂

Texto publicado anteriormente no LinkedIn.

Cada rede social representa uma oportunidade a mais para que empresas possam estabelecer um canal de contato direto com seu público. Nesse contexto, o Periscope surge como uma opção viável para empresas de todos os portes se aproximarem ainda mais de seus seguidores.

Mas como usar o Periscope para criar boas ações de marketing? Antes de mais nada você precisa ter um objetivo, que pode ser impulsionar as vendas de um novo produto, aumentar a interação e engajamento com a empresa, humanizar a marca, educar o mercado, fazer promoções ou criar ofertas exclusivas.

Enfim, uma série de possibilidades que podem ser pensadas ao utilizar um app de transmissão de vídeos ao vivo. Mostraremos agora algumas maneiras de tirar proveito desse aplicativo para promover ações junto ao seu público. Confira!

Lançamento de produtos

Se você construiu uma base de seguidores engajados, o Periscope se torna uma oportunidade bacana para promover novidades do seu e-commerce, especialmente os novos produtos. Mas não é qualquer oferta que merece esse destaque, somente aquelas que tem potencial gerar expectativa em seu público.

Você pode estabelecer como parâmetro de escolha os produtos mais comprados e que recebem constantes atualizações ou remodelagens.

Sessões de perguntas e respostas com o público

Essa é uma ótima ocasião para eliminar dúvidas e objeções que possam estar prejudicando o uso de produtos ou a intenção de compra por parte dos consumidores. Diferentemente de um atendimento, o ideal aqui é fazer uma transmissão aberta para que todos os usuários possam fazer perguntas por meio dos comentários em tempo real e tenham seus questionamentos resolvidos.

Usando as transmissões para essa finalidade, você colhe feedbacks relevantes do público. São informações que podem ajudar a otimizar processos internos e a forma como suas ofertas são apresentadas.

Demonstrações de uso de produtos e serviços

Ideal para produtos e serviços com um maior planejamento de compra e para o público que precisa de uma prova mais convincente para efetuar uma aquisição. Mas é bom não confundir com aqueles programas e emissoras de TV que vendem suas inúmeras ofertas diariamente.

A vantagem do Periscope é que as transmissões são feitas ao vivo, ou seja, não tem cortes e nem edições. Isso ajuda a aumentar a credibilidade da marca e a confiança no produto.

Promover ofertas e descontos exclusivos

Isso pode ser feito no Periscope na maioria das ações ditas anteriormente. Por exemplo, um código promocional ou um link que leve a uma página exclusiva de uma oferta pode ser enviado aos usuários que estiverem acompanhando uma determinada transmissão em tempo real.

Pense na experiência proporcionada aos clientes. Eles gostam de fazer parte de um grupo com vantagens exclusivas.

Como qualquer outra rede social, o Periscope se mostra muito eficiente naquilo que se propõe a fazer. O uso do streaming é uma tática valiosa em qualquer estratégia de marketing digital. Afinal, vídeos são relevantes tanto para aumentar o engajamento quanto as receitas dos e-commerces, ou seja, funcionam bem no institucional e no comercial.

Ficou interessado em como utilizar o Periscope? Desenvolvemos o Guia do Periscope para lojas virtuais abaixo com tudo que você precisa saber para começar a trabalhar com o aplicativo e ampliar sua estratégia de atuação de Marketing Digital.

Guia do Periscope para Lojas Virtuais

A gamificação é um assunto em alta, porém algumas pessoas ainda tem dificuldade de entender o que exatamente é,  e como transformar em estratégia para o seu negócio. Gamificação é a aplicação de estruturas e mecânicas de design de jogos em outros contextos, que não são jogos.

Esta estratégia tem sido destacada por especialistas do setor, como uma das mais importantes tendências em tecnologia. A Gamificação pode potencialmente ser aplicada a qualquer tipo de negócio para criar experiências divertidas e atraentes, convertendo usuários em jogadores. Grandes marcas já estão utilizando esta estratégia, confira os cases de Nike, Fiat e Botícário.

O diferencial da gamificação é o seu grande potencial de criação de conteúdo em conjunto com os clientes, de incentivar o cadastro e o acompanhamento das novidades da sua loja virtual, e principalmente de gerar o compartilhamento de links, aumentando a visibilidade, o número de conversões de sua página e fortificando comportamentos de compra. Há diversas possibilidades para a sua empresa ou loja atingir seus consumidores de maneira mais direta, mais lúdica.

Leia também: Gamification pode dar o empurrãozinho que seu negócio precisa

Nem sempre quando você utiliza a gamificação como estratégia você precisa criar exatamente um jogo, existem várias outras formas de aplicar esse contexto, na Camiseteria, por exemplo, cada artista tem um perfil que mostra quantas estampas enviadas e quantas estampas aprovadas ele tem. Não é exatamente uma competição, mas todos que se cadastram como artistas podem comparar suas estatísticas com outros artistas, exatamente como funciona com aqueles jogos que de cartas, onde vence quem tem mais poder. Porém não é um jogo, é um e-commerce de camisetas.

A gamificação é uma estratégia recomendada para empresas que conhecem seu público e já estão estabelecidas no mercado, pois é uma estratégia de longo prazo. O retorno e o engajamento do público podem demorar para acontecer.

Um exemplo básico de gamificação no e-commerce é um sistema de milhagens, conforme o cliente for comprando ele acumula pontos que podem valer brindes ou virar desconto para compras futuras. Se o seu nicho é futebol, você pode contar gols ao invés de milhas e definir que cada R$5 equivalem a um gol.

Existem muitos tipos de jogos, prêmios, concursos, troféus e outras formas de reconhecimento. Se o seu “jogo” não tem nada a ver com a sua marca ou seu setor, ele só irá confundir as pessoas. Além disso, certifique-se que é adequado para o seu público, uma vez que consumidores, empresas e clientes em faixas etárias diferentes, se comportam de forma muito diferente.

Os Recursos da gamificação são muito úteis para guiar os seus usuários para as ações que fazem sentido para o seu site, como encher o carrinho, compartilhar lançamentos, e qualquer outra ação que se converta em retorno financeiro para você.

Assim como nos jogos, a estratégia de gamificação precisa gerar alguma recompensa para o cliente, nem todos gostam de “jogar” apenas por jogar. Avalie o que conta mais para o seu público status social, desconto, brinde… Assim como o E-bit avalia suas lojas, você também pode dividir seus clientes em bronze, prata, ouro e diamante, dependendo do número de pedidos de cada um.

As pessoas gostam de completar um jogo e chegar ao nível superior, mas elas adoram muito mais um desafio. É muito mais motivador para que os “jogadores” realmente se motivem para alcançar resultado, do que alcançá-lo com um pequeno esforço. Recompensas de primeiro nível são importantes para desencadear o interesse dos jogadores a seguirem no jogo e continuarem em busca de novas conquistas.

A Gamificação é uma técnica sólida, porém cada caso é um caso, cada negócio funciona diferente do outro. É o tipo de coisa que pode dar certo muito rápido, mas também dar errado muito mais rápido. E aí todo seu investimento vai por água abaixo. Lembre-se que como qualquer outra estratégia de marketing, é preciso muito planejamento. Caso contrário, não reverterá no seu principal objetivo: vendas.