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Em períodos como a Black Friday, a caixa de entrada dos usuários se torna um verdadeiro campo de batalha em que as marcas disputam a atenção e o volume de campanhas cresce consideravelmente. Os destinatários chegam a receber, em média, 50% mais mensagens promocionais.

Esse excesso de informações exige que profissionais de e-mail marketing tenham ainda mais cuidado ao planejar suas estratégias. É muito curto o espaço de tempo em que um usuário decide se vai abrir, deletar ou ignorar uma mensagem.

Nesse processo de atração do cliente no ambiente do e-mail, a linha de assunto das mensagens se torna um fator muito relevante nas taxas de abertura das campanhas. Destaco a necessidade de atenção especial a 10 pontos:

1- Personalização

Colocar o nome dos usuários na linha de assunto faz com que se sintam especiais, além de dar maior credibilidade à sua marca, mostrando um forte laço de engajamento. Mas você pode ir além, utilizando os dados que possui sobre os assinantes para personalizar o assunto de acordo, por exemplo, com o time para qual torcem, sexo, localização, etc.

Porém, também é preciso ter cautela ao usar essas informações: não adianta adicionar em todas as campanhas o nome dos clientes, pois isso pode fazer com que se sintam saturados e suas mensagens não pareçam mais exclusivas, deixando de chamar a atenção.

Tenha cuidado ao utilizar dados que não possui de toda a sua lista, para não enviar e-mails que fiquem com assuntos incompletos, como: “Nome do cliente, confira esta promoção”.

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Exemplo de mensagem que explora o nome do usuário em um e-mail de aniversário.

2- Estimule a curiosidade de seu usuário

Faça perguntas no assunto do e-mail ou o incentive a procurar uma informação ao abrir e clicar em sua mensagem. O uso de algumas palavras que se correlacionam com o senso de urgência também performa muito bem, por exemplo: ‘Ainda dá tempo’, ‘Corra e aproveite’, ‘Último dia’…

3- Use e abuse do pre-header

Principalmente para complementar sua linha de assunto. Sempre que possível, personalize também esse elemento, mas evite deixá-lo como: ‘Clique aqui para visualizar seu e-mail no navegador’ :/

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Exemplo de mensagem com uma boa utilização de pre-header personalizado.

4- Sender Name

Eu, particularmente, não gosto de sender names como: ‘Fulano, do E-commerce X’, e as empresas usam essa estratégia para parecer que estão tratando com proximidade seu usuário, porém acredito que deva-se utilizar apenas o nome da marca.

Ela sim é conhecida pelos clientes, que não fazem ideia de quem seja Beltrano ou Ciclano!

5- Tamanho

Seja breve nos assuntos – nada de escrever um “textão” na linha de assunto do e-mail, pois diversos provedores irão “cortá-la” e seu usuário irá ler apenas as primeiras palavras. Confira a lista de quantidade de caracteres por provedores.

Isso vale também para quem abre mensagens no mobile. O recomendado é que se utilize de 41 a 50 caracteres na linha de assunto, porém nunca exceder a 70 caracteres. Nesse caso, menos é mais 😉

6- Faça um benchmark de seus concorrentes ou de empresas que considere com estratégias de linha de assunto positivas

A Return Path possui o SLO (Subject Line Optimizer), que pesquisa as palavras-chave de seu assunto e compara com mensagens da concorrência que já utilizaram esses mesmos termos, mostrando a efetividade da campanha por meio da taxa de leitura.

7- Utilize caracteres especiais e números

Smiles, corações e estrelas sempre são bem-vindos e se destacam na caixa de entrada – alguns provedores mostram eles até coloridos! E isso, com certeza, se usado com moderação, impacta positivamente na taxa de abertura. Brincadeiras com números, como contagens regressivas, também resultam em um bom engajamento.

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email4email5Exemplos de linhas de assunto que utilizam caracteres especiais.

8- Utilize palavras-chave

Palavras como ‘Desconto’, ‘promoção’, ‘off’ e outras antigamente impactavam negativamente a entregabilidade, pois os provedores as julgavam como tendenciosas a spam, porém hoje em dia o que vale muito é o seu engajamento com o cliente, e esses termos na linha de assunto não afetarão em nada sua reputação.

9- Linguagem da marca

Se sua marca usa linguagem informal, utilize gírias para lidar com o público, mantendo a mesma abordagem na hora de elaborar o assunto das mensagens. Não seja cordial com um público que é despojado e vice-versa. Fale a língua do seu cliente.

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Exemplo de um bom uso de linguagem da marca.

10- (E mais importante) Teste sempre

O teste A/B com linhas de assunto é pouco usado e precisa ser mais explorado. Mensure os testes pela taxa de abertura, cliques e até mesmo conversão. Só assim você irá conhecer o seu público e mensurar a efetividade de sua linha de assunto.

Não há mágica para uma linha de assunto perfeita. Teste o que funciona para sua marca e para os seus usuários, e boa sorte!

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Exemplo em que a palavra “teste” foi esquecida na linha de assunto.

A eleição presidencial de 2016 dos Estados Unidos foi diferente de qualquer outra que o mundo já viu. Para entender qual é a realidade da disputa no ambiente do e-mail marketing, a Return Path criou o site Email for President, que evidencia o importante papel das mensagens eletrônicas no desempenho das campanhas dos principais candidatos à presidência: Donald Trump e Hillary Clinton.

Ao longo do ciclo eleitoral, o site gerou comparações diretas entre os programas de e-mail dos rivais, revelando insights únicos sobre seu desempenho diante dos potenciais eleitores.

A análise da Return Path foi realizada com base em dados de mais de 2,5 milhões de caixas de entrada de usuários, durante os meses que antecederam a eleição de novembro. Desse estudo, é possível extrair quatro valiosas lições sobre o papel do e-mail:

 Trump x Clinton: a batalha dos candidatos no ambiente do e-mail marketing

1- Tenha uma lista legítima para não estressar destinatários

Hillary Clinton iniciou a campanha virtual com uma clara vantagem sobre o adversário no tamanho da lista de e-mail. A diferença devia-se ao fato de que ele iniciou a base de dados do zero, enquanto ela cultivava o seu banco de endereços eletrônicos há anos, sempre dentro do cenário político.

Recentemente, porém, a situação se inverteu. Trump chegou a ter uma lista de e-mails 20% superior, vantagem que hoje é de 9%. O problema é que para alcançar essa superioridade, aparentemente, Donald comprou um mailing, no qual é possível que muitos destinatários não tenham interesse em receber suas mensagens.

A prática não é recomendável porque tende a gerar baixa taxa de abertura e/ou aumento da classificação de mensagens como spam pelos destinatários, comprometendo tanto a reputação do remetente diante dos provedores, quanto a entrega na caixa de entrada das pessoas que realmente gostariam de receber o e-mail.

2- Cair no spam é sinônimo de perda de oportunidades de negócios

Na tentativa de angariar fundos para a campanha por meio de uma ação virtual intitulada “The First One”, Trump foi prejudicado pelos filtros de spam. Na ocasião, seu acesso à caixa de entrada dos eleitores foi de cerca de 35%.

A análise da Return Path mostra que o e-mail de angariação de recursos foi enviado de um novo domínio não testado e não reconhecido como remetente legítimo. Embora a equipe de Donald tenha afirmado que a campanha arrecadou US$ 40 milhões em duas semanas, esse total poderia ter sido muito maior.

3- Não perca a credibilidade diante dos provedores

No início da campanha, os destinatários de Trump mostraram-se altamente receptivos, o que fez com que o candidato sempre vencesse a adversária Hillary nas taxas de abertura de e-mail.

No entanto, Donald viu sua vantagem cair significativamente nesse quesito após a falta de planejamento na campanha de angariação de fundos, e não conseguiu mais se recuperar completamente.

No final de outubro, sua taxa de abertura era de 12%, contra 18% da adversária. Ambos estavam acima da média da indústria (11%).

4- Vale a pena investir tempo e dinheiro em boas práticas

A adesão da equipe de Clinton às melhores práticas no uso do e-mail rendeu resultados positivos à candidata no processo de acesso aos eleitores. Toda a campanha eletrônica de Hillary é disparada a partir de um único domínio certificado, com taxa de entregabilidade de 96% e quase nenhuma reclamação de spam por parte dos destinatários.

O sucesso no acesso à caixa de entrada deve-se à preocupação com a segmentação das campanhas de acordo com os interesses de quem as recebem, além da realização de rigorosos testes. Já a campanha de Trump, disparada de diferentes domínios, registrou taxa de reclamação de até 20% nas últimas semanas.

Apesar dos variados canais de comunicação disponíveis, o e-mail continua sendo um dos meios mais eficientes de acesso, no caso, aos eleitores e assim angariar votos. Como vimos nos dados extraídos do site Email for President, um programa bem-sucedido de e-mail pode manter a máquina de campanha acelerada, enquanto os erros de e-mail tendem a ser incrivelmente prejudiciais.

O site é uma pequena amostra do funcionamento interno de um programa de e-mail. Com as soluções adequadas, é possível que os profissionais de marketing obtenham insights que vão além de simples acessos e cliques, para garantir que cada e-mail atinja seu destino pretendido, entregando uma mensagem relevante e maximizando o ROI.

Reclamações de usuários, envio de mensagens a destinatários desconhecidos e falta de engajamento de assinantes são alguns dos fatores que podem arruinar a reputação de um remetente com os provedores de e-mail, impactando negativamente a entrega na caixa de entrada.

Essas informações fazem parte do Relatório de Benchmark do Sender Score 2016, produzido pela Return Path, com base na análise de mais de quatro trilhões de e-mails comerciais enviados em 2015.

O estudo revela que as marcas que possuem reputação de remetente mais altas alcançam o público pretendido de maneira consistente. Esse seleto grupo, com pontuação no Sender Score entre 91 e 100, registrou, no ano passado, taxa de entrega de 95% e apenas 0,17% das mensagens foram bloqueadas ou marcadas como spam.

Já remetentes com reputação considerada boa (81-90) apresentaram índice de entrega cinco pontos percentuais abaixo das anteriores e taxa de reclamação (marcação como spam) próxima a 1%.

Ter boa reputação já não é mais suficiente. É preciso atingir a excelência para superar os concorrentes e chegar à caixa de entrada dos usuários. Monitorar a reputação de forma constante através do Sender Score e implementar as melhores práticas da indústria é fundamental para o sucesso das campanhas de e-mail marketing.

Ao consideramos remetentes com pontuações de reputação inferiores, como os classificados entre 71 e 80 pontos, nota-se uma alteração significativa de resultados: 76% de alcance à caixa de entrada e 2,19% de reclamações de spam. No caso de marcas que pontuaram no Sender Score abaixo de 70, apenas pouco mais da metade das mensagens enviadas foram efetivamente entregues.

Taxa de reclamação de spam

Nota no Sender Score 2014 2015
91 – 100 0,16% 0,17%
81 – 90 0,79% 0,94%
71 – 80 1,81% 2,19%

Taxa de entrega

Nota no Sender Score 2014 2015
91 – 100 92% 95%
81 – 90 79% 90%
71 – 80 58% 76%
61 – 70 36% 55%
51 – 60 20% 32%
41 – 50 13% 21%
31 – 40 11% 16%
21 – 30 10% 14%
11 – 20 6% 8%
0 – 10 2% 2%

Sender Score

Fonte de dados do relatório, o Sender Score é um proxy de avaliação da reputação de endereços de IP que enviam mensagens comerciais e indica sua confiabilidade como remetente de e-mail.

Para estabelecer a pontuação da reputação são considerados fatores como reclamações de spam, envio de mensagens para usuários desconhecidos, engajamento de assinantes, whitelists e blacklists da indústria, entre outros fatores. Ao final, a reputação dos remetentes é representada com pontuação entre 0 e 100.

Consulta de pontuação e download gratuitos

É possível consultar o Sender Score de sua marca gratuitamente, no site www.senderscore.org. O Relatório de Benchmark do Sender Score 2016 pode ser baixado.

Como aumentar a reputação da marca

Há muitos fatores que compõem a reputação de uma marca. Por exemplo, para provedores de e-mail, mensagens classificadas como spam são fortes sinais de que o conteúdo é indesejado.

Pensando nisso, sugerimos 10 boas práticas que vão auxiliar remetentes a aumentar sua reputação e capacidade de entrega. O manual completo pode ser baixado em nosso site:

1- Controle sua reputação – seja a de seu domínio remetente (caso envie e-mails de IP compartilhado) ou a de seu endereço de IP dedicado;
2- Saiba o Sender Score de seus domínios ou endereços de IP de envio;
3- Identifique métricas de reputação problemáticas;
4- Garanta que links para descadastro de usuários funcionem e estejam visíveis;
5- Autentique seus domínios de envio;
6- Dê atenção às reclamações de usuários;
7- Saiba quais dispositivos seus usuários utilizam para ler e-mails;
8- Otimize suas campanhas para todos os dispositivos;
9- Garanta que todas as URLs estejam funcionando; e
10- Segmente sua lista com base no engajamento de seus usuários.

O estudo “As métricas ocultas da entregabilidade” traz ainda uma ampla análise desses indicadores, dividida por 28 setores da indústria

O sucesso de uma campanha de e-mail marketing não depende apenas de uma oferta atrativa, seja de produto ou serviço. Antes de apertar o botão “enviar” é importante que os profissionais de marketing se aprofundem em métricas “ocultas” do e-mail marketing, como taxas de leitura, encaminhamento, reclamação, entre outras.

Esses dados são fundamentais para entender o engajamento dos consumidores – e ainda são utilizados pelos provedores de e-mail para determinar quais mensagens chegam à caixa de entrada. Trata-se de uma excelente oportunidade para que executivos do setor obtenham vantagens competitivas ao complementar métricas básicas e tradicionais, como taxa de abertura e click-throughs.

Os principais provedores de e-mail como Microsoft, Google e Yahoo! estão considerando cada vez mais o engajamento para decidir quais e-mails devem ser entregues na caixa de entrada.

Existe uma grande oportunidade, pois muitos profissionais de marketing ainda não estão analisando estas métricas, que podem ter um impacto significativo na entregabilidade, além de oferecer informações valiosas para aumentar o engajamento.

Ciente deste cenário, a Return Path lançou o estudo As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails, que não só apontam quais são os indicadores que todo profissional de e-mail marketing deveria analisar, como também explicam o que eles significam e por que são importantes.

Neste material também estão listados os benchmarks de 28 setores da indústria, para que as marcas saibam como os seus consumidores se engajam com concorrentes. Com base nos dados do material, é possível identificar oportunidades de melhoria nas campanhas e, consequentemente, melhorar os índices de entregabilidade e o retorno sobre investimento da área deste canal.

Confira abaixo as principais conclusões do estudo “As métricas ocultas da entregabilidade de e-mails”. O arquivo completo está disponível para download no site da Return Path. As conclusões têm como base mais de 3,5 bilhões de e-mails comerciais recebidos em 2015.

Afinidade – Os consumidores estão mais propensos a ler e-mails de marcas com as quais tenham contas. Bancos, seguros e outros setores dentro de serviços foram os que atingiram as maiores taxas de leitura em 2015.
Na lixeira – E-mails com temas relacionados a animais de estimação, material de escritório e empresas de presentes, como flores, são os mais propensos a serem excluídos sem leitura, um sinal claro de baixo engajamento e/ou excesso de e-mails enviados.
Menos é mais – As reclamações (marcação de mensagens como spam) apresentaram uma alta em diversas indústrias no último trimestre do ano, indicando que os consumidores, talvez, não aprovem o aumento no volume de e-mails promocionais durante o período das festas de fim de ano.

Sete métricas que todo profissional de e-mail marketing deveria rastrear, de acordo com os especialistas:

Indicadores POSITIVOS das mensagens

O que significa

Indústria com maior índice

Índice dessa indústria

lidas

o destinatário quer receber sua mensagem

Serviços públicos

47%

respondidas

a mensagem é desejada e, provavelmente, de natureza pessoal

Telecomunicações

1,49%

encaminhadas

o destinatário gostou da mensagem e outras pessoas podem se interessar também

Serviços públicos

0,47%

marcadas como “não spam”

forte sinal para os provedores de que e-mails daquele destinatário devem chegar no inbox

Seguros

0,10%

 

Indicadores NEGATIVOS das mensagens

O que significa

Índústria com maior índice

Índice dessa indústria

deletadas antes da leitura

a mensagem não é relevante para o destinatário

Materiais p/ escritório

14%

entrega em pasta de “spam” ou lixo

O provedor utiliza filtros que indicam que a mensagem é indesejada

Automotiva

29%

marcadas pelo usuário como “spam”

o destinatário indica que não quer receber a mensagem

Telecomunicações

0,98%

Você trabalha horas preparando um ótimo conteúdo para aquele e-mail marketing, reúne toda a sua lista de contatos, contrata um bom servidor para efetuar os disparos e nada. Os resultados começam a chegar e mostram que a maioria dos e-mails simplesmente não foi sequer abertos. O que pode ter dado errado? Sinto informar, mas há uma grande chance de o seu e-mail ter ido parar na blacklist dos seus clientes.

Essa “lista negra” é um compilado de e-mails, domínios ou endereços IP que foram reconhecidos e classificados como spam. Se você caiu nessa lista, todas as suas mensagens serão automaticamente encaminhadas para a pasta de spam e seu cliente, certamente, nem saberá que as recebeu. E isso é tão ruim quanto aparenta ser. Um estudo feito pela GetResponse mostrou que um em cada seis destinatários de e-mail não visualizam mensagem que foram bloqueadas pelos filtros de spam.

Para ajudar que você evite cair nessa cilada, listamos algumas dicas que podem trazer grandes resultados. Continue lendo e confira:

Fuja das listas de e-mail pagas

Muita gente recorre aos bancos de e-mails para ter acesso imediato a uma ampla lista de contatos. Porém, essa prática pode te prejudicar de diversas formas. Em primeiro lugar, você corre um sério risco de comprar e-mails falsos que, além de não gerarem nenhuma conversão, ajudam a rebaixar a reputação do seu IP.

Caso esses e-mails sejam de pessoas reais, isso não significa que serão contatos qualificados para serem seu público-alvo. Com isso, você pode se tornar um inconveniente para aquele grupo de pessoas que, irritadas, marcarão seu contato na blacklist.

Construir um mailing concreto e qualificado requer tempo, paciência e muito trabalho, mas certamente vale a pena. Por isso, ofereça um bom conteúdo e mantenha um formulário para inscrição no seu cadastro disponível e acessível em seu site. É muito melhor ter um banco de 10 cadastros de pessoas realmente interessadas no seu produto ou serviço, do que 100 e-mails que te adicionarão em uma blacklist, concorda?

Facilite o seu reconhecimento

Quando for montar o seu e-mail, garanta que todas as informações disponibilizadas ajudarão o seu destinatário a te identificar e sentir interesse em clicar no seu conteúdo.

Use um título claro e atraente no campo de Assunto da Mensagem, cadastre um e-mail remetente que seja instantaneamente reconhecido, e nunca tente chamar a atenção com algo que não possa oferecer. Truques mal intencionados podem agravar as reputações negativas e mandar seu IP para as blacklists.

Cuidado com alguns termos

Algumas palavras, com promoção, desconto e grátis já são cadastradas em filtros de spam e sugadas automaticamente para o buraco negro dos e-mails. Portanto, fique atento se existe alguma delas em sua mensagem e veja se é possível substituí-las por outras.

Além disso, avalie sempre se aquele conteúdo é realmente interessante para a pessoa, ou se é apenas uma forma de promover a sua marca. Caso a resposta for a segunda opção, vale a pena repensar a sua estratégia.

Agora que você já viu essas dicas, revise os seus e-mails, corrija tudo que for necessário antes do próximo disparo e fuja das blacklist para sempre!

Como sair de uma Blacklist?

Aqui fica a Dica de Ouro do dia: Como saber se você caiu em uma temida lista negra? Temos boas notícias. A SpamHaus, maior e mais respeitada blacklist do mundo faz a verificação do seu domínio para saber se ele caiu na blacklist deles. E, a melhor parte, no mesmo link, caso seu e-mail esteja na lista, estarão as instruções para retirá-lo! =)

Outro lugar que deve ser levado em conta na verificação do seu domínio é o MultiRBL.valli.org. Caso seu domínio esteja em alguma lista destas, suspenda qualquer disparo até que seja confirmada a remoção.

Outra opção bem recomendada é obter uma Certificação para seu domínio. Na prática, você paga para entrar na WhiteList. Um remetente certificado normalmente tem a garantia de que preenche um rigoroso conjunto de boas práticas e métricas baseadas em desempenho e “entra VIP na balada”.

E então, você ainda tem alguma dúvida ou quer compartilhar sua opinião sobre o assunto? Escreva para nós através dos comentários!

Depois do surgimento da internet, muita coisa mudou e uma delas foi a forma de se fazer propaganda de marcas, negócios, serviços ou produtos. Antigamente, era comum receber em casa (pelos correios) catálogos divulgando lançamentos e cartas com descontos especiais, mas agora isso tudo é recebido por e-mail.

O e-mail marketing é, certamente, um meio muito mais confortável, prático e econômico de atingir potenciais clientes do que a antiga mala direta. Acontece que, como praticamente todas as empresas — das pequenas até as gigantes — decidiram aderir à técnica, os provedores começaram a criar regras para proteger seus usuários da propaganda indesejada.

Se antes nossas caixas de entrada ficavam lotadas com uma imensa variedade de promoções, hoje isso já mudou bastante. É por isso que vale a pena entender a diferença entre entrega e entregabilidade — conceitos crucias para o sucesso de suas campanhas. Continue acompanhando e confira!

Uma breve explicação sobre o envio de e-mail marketing

Antes de entrarmos na definição dos conceitos de entrega e entregabilidade, vale ressaltar que, ao contrário do que muita gente pensa, não basta criar uma campanha linda copiar e colar os endereços de e-mail em uma mensagem e clicar em “enviar”.

Há muito tempo que as coisas não funcionam mais desse jeito. Como a quantidade de envios de campanhas se tornou absurda, os provedores dos usuários começaram a filtrar esses conteúdos e a analisar sua relevância para cada destinatário. Claro que existe uma engenharia incrível que torna esse processo automático e muito eficiente (não falaremos sobre isso agora).

O que você precisa saber é que: se o seu e-mail (aqui consideramos e-mail o conteúdo da mensagem mesmo) não estiver totalmente de acordo com uma série de normas e se o IP do computador que está enviando não tiver permissão para realizar essa tarefa sua ação não chegará a nenhum remetente. Foi para atender essa necessidade que muitas empresas se especializaram em fazer esses envios e medir a taxa de aceitação/retorno.

O que é entrega?

Agora sim, vamos imaginar uma situação hipotética: você decidiu criar uma campanha para divulgar sua nova coleção de roupas primavera/verão e preferiu enviar as novidades por e-mail para seus 100 clientes cadastrados. A entrega é justamente isso: a forma de medir quantos e-mails chegaram ao provedor do destinatário com sucesso.

É importante compreender que chegar ao provedor não é o mesmo que chegar na caixa de entrada. É no provedor que seu e-mail marketing será avaliado e só então direcionado para o cliente em questão. E ele pode ser aceito ou bloqueado. Pode ir direto para a caixa de entrada ou para o lixo eletrônico.

Então, voltando ao exemplo inicial, se ao fazer o envio as estatísticas não te mostrarem que houve algum tipo de retorno por conta de remetente inválido ou por problemas no conteúdo ou no IP, bingo! Você acaba de fazer suas entregas ao provedor com sucesso. Mas lembre-se: isso não quer dizer que seu e-mail marketing esteja na caixa de entrada do seu cliente, muito menos que ele tenha lido sua mensagem.

O que é entregabilidade?

É a entregabilidade que vai te dizer se o cliente realmente recebeu seu conteúdo na caixa de entrada (ou inbox). E por que é tão importante receber o conteúdo na caixa de entrada? Se ele cair na caixa de spam ou no lixo eletrônico, o que muda?

Bom, para entender é muito simples: imagine que você mora em um prédio onde as caixas de correio de cada morador ficam ao lado da lixeira. O carteiro chega e coloca algumas cartas nas caixas e outras na lixeira. Quais delas você irá ler? Claro que aquelas que recebeu em sua caixa de entrada, porque não é comum ficar vasculhando o lixo, certo? O mesmo acontece no ambiente virtual.

Então, você pode ter uma taxa de entrega de 100% (porque todos os e-mail eram válidos e estavam corretos etc.) e uma taxa de entregabilidade de apenas 70%, por exemplo. Isso que dizer que de todos os envios, apenas 70% deles chegou nas mãos dos destinatários. Logo, seus resultados de ROI — Retorno sobre Investimento (que foi feito na campanha) devem ser baseados nesse último número, para estarem corretos.

Apesar de parecerem a mesma coisa, a entrega e a entregabilidade representam conceitos bastante distintos, mas simples de entender. Agora você já pode partir para sua próxima campanha com muito mais segurança. E se ficou alguma dúvida não de escrever para nós através dos comentários!

Webinar: Entregabilidade – 6 passos para o inbox

Se interessou? Mais sobre o tema? Marcus Vinicius Souza realizou um webinar aprofundando mais o assunto para a E-commerce Brasil, Entregabilidade – 6 passos para o inbox. Assista: