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Você já sabe o que é SEO, ok. Mas como iniciar a aplicação dessas técnicas no meu site?

É uma dúvida comum que enfrento em meu dia a dia. São diversos clientes perguntando como funciona na prática e o que pode ser feito internamente para acelerar os resultados. Bom, se fosse fácil, não haveria tantas startups e ecommerces investindo cada vez mais em Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, duas metodologias baseadas em SEO.

A questão é que não basta querer ser um site otimizado. É preciso saber fazer.

E há alguns pormenores que devem ser observados para que os resultados sejam atingidos dentro do prazo e sem aumentar ainda mais os custos. Se você está disposto a fazer a otimização do seu site, esse é um guia completo com tudo o que você precisa fazer para montar uma lista de ações completa.

Como quero ser prático, nem vou me alongar mais. Vamos direto ao ponto. Aos pontos, aliás. Nesse artigo citarei as melhores práticas e estratégias de SEO On-page e Off-page para você dar os primeiros passos.

Fiz com muito cuidado e baseado nas dúvidas mais comuns de clientes.

Espero que gostem, de verdade!

SEO On-page

SEO On-page é tudo aquilo que pode ser feito internamente para otimizar seu site.

Isso quer dizer: estrutura HTML, conteúdo, tags, imagens, landing pages, listas de palavras-chave, otimização, meta description, etc.

Você deve estar atento a muitas coisas para não deixar nada passar. Por isso, nesse conteúdo, irei direto ao ponto, citando todos os fatores que você deve por em seu checklist para ter um site totalmente otimizado em SEO.

Vamos lá!

1. Pesquisa de palavras-chave

Ranquear nas palavras-chave importantes para suas personas é a primeira etapa do planejamento SEO. É nesse momento em que você delimita seu público e faz com que seu conteúdo seja encontrado apenas por quem potencialmente pode chegar até a outra ponta da jornada de compra. Ou seja: possíveis consumidores da sua empresa.

Mas como fazer essa pesquisa de palavras-chave na prática? Irei explicar!

Primeiro, você vai precisar de uma boa ferramenta de pesquisas. Um lembrete: provavelmente, caso você tenha planos ambiciosos, terá que investir em uma ferramenta paga. Sendo bem sincero, caso você faça um trabalho competente, é um investimento que irá se pagar em menos de um ano.

Continuando.

Encontrando as palavras-chave ideais

Nessa etapa, recomendo sem medo o Keyword Planner, do Google Adwords.

Para sua surpresa, é de graça. Você só precisar ter uma conta do Analytics em seu site para usá-lo.

A pesquisa funciona de forma muito simples. Você digita um termo específico para pesquisar e a ferramenta lista milhares de termos relacionados que usuários do Google costumam utilizar em suas pesquisas.

Por exemplo: digite “pisos de borracha”. Os resultados serão: “pisos emborrachados”, “o que é piso de borracha”, “onde comprar piso de borracha”, “piso de borracha para academia”, etc.

Além das palavras, como ferramenta de SEO que se preze, o pesquisador de palavras-chave do Adwords também indica a concorrência do termo para ranquear bem, o volume médio mensal de buscas e o CPC – custo por clique – para criação de anúncios.

Na imensa maioria dos casos, o Keyword Planner irá quebrar seu galho.

No entanto, caso você não tenha uma ideia de palavra-chave por onde começar, serão necessárias outras ferramentas.

Outra gratuita fornecida pelo Google é o Webmaster Tools ou Google Search Console.

Essa ferramenta faz um raio-x completo do seu site. A grande vantagem, para quem não tem um ponto de partida, é saber por quais palavras-chave os visitantes chegam até sua página.

Ela te dá uma lista completa, das palavras que trazem mais tráfego até os termos que trazem menos.

Obviamente, você deve reforçar seu foco em se posicionar ainda melhor nos termos que lhe trazem mais visitantes. Aproveite para jogar esses termos no Adwords e observar o potencial deles: se uma palavra que tem 1000 buscas por mês atualmente lhe traz 100 acessos, seu primeiro esforço deve ser melhorar seu posicionamento nela, para que consiga até 300 acessos, por exemplo.

Essas duas ferramentas devem bastar para uma listagem inicial de palavras-chave.

Mas para refinar o trabalho e ampliar seus horizontes, não há como abrir mão de ferramentas como SemRush e Moz. O diferencial delas é fornecer dados completos sobre as palavras-chave utilizadas por concorrentes diretos e indicar todos os dados possíveis sobre esses termos.

Dificuldade de indexação, volume de buscas, CPC, concorrência, posicionamento do seu site na palavra-chave, posicionamento dos concorrentes, etc. Quer dizer: o mínimo que você precisa fazer para montar uma lista de palavras-chave a serem trabalhadas nos conteúdos do seu site é indexar em todos os termos que seus concorrentes estão.

Claro que você não precisa focar em todas ao mesmo tempo. Felizmente, ao indicar a url do site concorrente, é possível descobrir as palavras que mais trazem tráfego ao site. Dê prioridade a elas no início do seu planejamento de SEO e depois expanda seu raio de alcance. É sempre importante lembrar que o planejamento de persona é fundamental aqui.

Já aconteceu comigo de me preocupar tanto em ranquear nas mesmas palavras do concorrente, que acabei caindo no mesmo erro deles. Às vezes, o público pesquisa por algo totalmente diferente no Google e nem eu, nem eles, conseguíamos atingir essas pessoas.

Por isso, não siga seus concorrentes cegamente. Copie seus acertos e busque descobrir suas falhas, para transformá-las em uma vantagem do seu negócio.

Faça a pesquisa das palavras-chave que os concorrentes estão bem indexados, sim. Mas depois faça a sua!

2. Crie conteúdo otimizado

Agora que você já tem a lista de palavras-chave, hora de partir para o conteúdo. Isso quer dizer: produzir novos e otimizar os que você já tem.

Como produzir um conteúdo otimizado em SEO? Sendo relevante para o público e o Google. A melhor forma de conseguir um bom posicionamento é produzindo um conteúdo melhor do que os seus concorrentes. Mais informativo. Mais bem escrito. Mais otimizado.

Há alguns anos atrás, era mais fácil “forçar a barra” para conseguir o primeiro lugar do resultado de buscas. Repetir “mil” vezes a palavra-chave no conteúdo era um dos truques que formavam o “black hat SEO”.

No entanto, visando refinar sua pesquisa e oferecer mais qualidade aos usuários, o maior mecanismo de buscas do mundo tratou de sofisticar seus robôs. Há uma série de fatores que são levados em conta, além da utilização das palavras-chave.

Vamos citar os principais.

Crie conteúdo com mais de 1500 palavras

Atualmente, os primeiros resultados para as buscas são conteúdos com entre 1500 e 2000 palavras. É uma forma dos robôs do Google descobrirem se o texto é aprofundado sobre o assunto.

Portanto, sabe aquela estratégia que você já deve ter ouvido falar, de produzir um calhamaço de textos pequenos e curtos, utilizando o maior número de palavras-chave possível?

Ainda dá certo. Em curto prazo. Em longo prazo, pode dizer adeus às suas tentativas de indexação. Mas você pode argumentar? Então basta utilizar um gerador de caracteres para textos longos e pronto? Não!

O fato do texto ser longo permite que você utilize outros headlines – subtítulos – ao longo do texto e termos referentes ao assunto. São justamente esses termos específicos que dizem ao Google sobre o que aquele conteúdo trata.

Quanto mais longo e bem escrito, provavelmente maior a variedade de palavras relacionadas usadas ao longo do texto, certo? É aí que esses materiais se diferenciam. O sistema de avaliação do Google identifica esses termos. Você ganha pontos com isso.

Caso seu conteúdo seja bom, provavelmente as pessoas ficarão mais tempo em sua página, irão comentar e compartilhar seu material.

É a união entre esses dois fatores – a otimização para o Google e a qualidade para o público – que farão seu conteúdo conquistar um bom posicionamento, em conjunto com os outros tópicos que abordaremos a seguir.

3. HTML e formatação

A estrutura do site também é um fator primordial no SEO.

Suas páginas precisam ter tags de títulos (H1, H2, H3, etc), alt text para imagens, meta description, urls inteligentes, compatibilidade para dispositivos móveis, tempo de carregamento rápido e certificados de segurança.

Title tags

As tags de título indicam sobre o que seu conteúdo se trata. É por essa hierarquia que os robôs do Google leem os textos do site.

Por isso é fundamental que o H1 contenha a palavra-chave. Da mesma forma, os headlines (H2, H3, H4, H5, etc) devem ser vários e incluir os principais termos relacionados.

Assim o Google percebe do que o texto se trata e o aprofundamento dele.

Alt text para imagens

O alt text nada mais é do que o texto que aparecerá caso a imagem não carregue. Se para o leitor o que importo é a imagem, para o Google a única forma de lê-la é através do alt text.

Por isso também é fundamental que pelo menos uma das imagens do conteúdo contenha a palavra-chave. No entanto, as outras devem ser o mais descritivas possível.

Exemplo: um blog post sobre “10 dicas de alimentação saudável”. O alt text da imagem capa pode ser “lista de dicas de alimentação saudável”. No entanto, caso o restante sejam fotos de tomates, verduras, alimentos saudáveis e orgânicos, o ideal é você utilizar exatamente essas palavras na descrição.

Assim o Google também saberá que são termos relacionados e seu conteúdo ganhará credibilidade.

Meta description

A meta description é aquele texto que aparece abaixo do título do conteúdo nos resultados das pesquisas. É fundamental que seu meta description seja “vendedor”. É sua chance de conquistar o leitor. A dica é ir direto ao ponto e entregar tudo o que o conteúdo irá comentar.

Caso você não tenha ideia, mais uma vez, recorra à concorrência. Veja as meta descriptions dos primeiros colocados, ofereça tudo o que eles dizem ao leitor e algo a mais. E não esqueça de inserir a palavra-chave sempre!

URLs inteligentes

A URL da página também deve conter a palavra-chave. É essencial.

Não precisa ser muito longa, com o título inteiro do blog post. Simplifique e utilize apenas a palavra-chave, quando possível.

Design responsivo

Bem mais da metade dos acessos à internet são feitos por smartphones. Portanto, cada vez mais o Google considera o desempenho de sites nesses devices para checar se são confiáveis.

O Google Webmaster Tools, que já comentei aqui, também faz um raio x da performance responsiva do seu site. Ele indica os erros, para que você possa corrigi-los. Certifique-se que seu site seja mobile friendly.

PageSpeed

O tempo de carregamento das páginas também é um fator considerado pelo Google para avaliar a qualidade do site.

Utilize a ferramenta gratuita de análise Website Grader para verificar se o page speed do seu portal é aceitável e quais melhorias podem ser feitas. Você só precisa colocar a url da sua página e preencher um formulário bem curtinho.

A análise é bem completa, embora algumas funcionalidades para melhoria imediata só sejam possíveis com a versão paga. No entanto, você consegue fazer isso com sua equipe de desenvolvimento sem problemas.

Imagens pesadas e excesso de código são os motivos mais comuns para deixar a entrada na página muito lenta, o que afasta muitos, muitos mesmo, visitantes.

Certificados de segurança

Recentemente o Google também passou a valorizar sites com certificados SSL ou HTTPS.

São garantias que dão um certo trabalho para conseguir – são pagas também, mas muito bem-vistas pela plataforma. Em uma semana você consegue implementar essa nova url, o que também traz mais segurança para seus usuários, sobretudo no caso de e-commerces.

É muito mais fácil implementar o certificado de segurança em sites que ainda estão sendo construídos, pois a quantidade de urls é bem pequena. Sites grandes também não enfrentam muito problema, então, não se preocupe. Só é preciso garantir que o redirecionamento automático seja feito corretamente, em todas as páginas já existentes.

SEO Off-page

Agora que você melhorou as páginas internas do seu site, é hora de trazer relevância a partir de links externos. Esse é o diferencial de uma boa estratégia de SEO e a forma mais rápida de tornar seu site referência do mercado.

Entenda como!

Conquiste a confiança do Google

O PageRank do Google leva em consideração aspectos não relacionados diretamente ao conteúdo da sua página.

É o caso da autoridade de domínio (Domain Authority) e a autoridade de página (Page Authority). O domain authority é a medida que diz o quanto seu site é relevante. Quanto mais conteúdos bem indexados e mais conteúdos externos que linkam para seu site, maior seu domain authority.

O page authority é referente apenas a uma página específica. Se você indexa um conteúdo em primeiro lugar para uma palavra-chave importante, mais links externos serão direcionados a essa página, que, por sua vez, aumentará o page authority.

Mas não se trata apenas de backlinks.

A autoridade está ligada também ao tempo de existência da página. Sim, o Google leva em conta a idade do seu negócio em território digital, ainda que não seja tão relevante assim.

O fator primordial mesmo é a taxa de rejeição.

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é calculada sobre a quantidade de vezes em que um usuário entrou no seu site em uma determinada página e saiu sem interagir. Isso quer dizer: não clicou em nenhum link, nem abriu qualquer outro conteúdo.

O Google entende que não havia nada mais interessante e que seu site não resolveu o problema desse usuário, tirando pontos seus. Às vezes, como disse anteriormente, o tempo de carregamento e problemas no HTML também são responsáveis por esse tipo de desistência do visitante.

A taxa de rejeição é informada no Google Analytics. Então, dê sempre uma olhada nessa métrica em suas páginas mais acessadas para garantir que nada de errado esteja acontecendo.

Backlinks e link building

Link building é a parte crucial da estratégia de SEO. Por melhor que sejam seus conteúdo e estejam bem ranqueados, há um enorme potencial de tráfego que pode ser alcançado por meio de conteúdos planejados em parceria.

Pense que você oferta um serviço para um público A. Esse público A, além dos seus serviços, pode procurar também por outros tipos de produtos, para resolver outros problemas. Por que não aparecer também em páginas relevantes desses outros produtos que ele pode estar procurando e surgir como uma solução que a persona ainda não despertou?

É disso que se trata uma estratégia de backlinks bem pensada. Estar onde seu público está e atraí-los para sua página, em parceria com sites realmente relevantes.

Como encontrar esses sites?

O ideal é montar uma lista com todos os links que podem ser úteis ao seu negócio. Eventualmente você não conseguirá montar parcerias com todos. Por isso é importante ter um leque de alternativas.

Uma das melhores ferramentas para essa missão é o Ahrefs.

Você pode usá-la gratuitamente para testar suas possibilidades. Aposto que vai querer pagar depois.

Os fatores que você deve levar em conta são:

Qualidade dos links

Utilize o Ahrefs para encontrar as páginas mais relevantes, para o público e o Google, nos assuntos que lhe interessam. O passo seguinte é descobrir autores mais frequentes e tentar entrar em contato. Mande um e-mail e sugirá uma troca de guest posts frequente, talvez de um conteúdo por mês.

Mostre que os dois tem a ganhar, afinal, se você tem um bom site, o convidado também terá um aumento de relevância. Aproveite para deixar comentários nas páginas mais visitadas dos parceiros, com links para seu site também. É uma estratégia antiga, mas que ainda funciona bem!

O material produzido deve ser super compartilhável. Você e o convidado devem divulgá-lo prioritariamente. Assim o alcance torna-se ainda maior, para os dois envolvidos.

Texto âncora

O texto âncora nada mais é do que as palavras utilizadas como hiperlink. Nunca coloque o link em “veja mais aqui” ou “nessa página”.

O ideal é utilizar termos relacionados, sinônimos da palavra-chave ou a keyword específica do conteúdo que está sendo linkado.

Quantidade de links

Obviamente que quantos mais sites usam você como referência – linkam para seus conteúdos -, provavelmente mais confiáveis seus textos são para potenciais usuários.

Isso tem um peso enorme para os mecanismos de busca.

É a principal maneira deles saberem que seu conteúdo é a maior referência no meio digital sobre aquele assunto ou keyword.

Dicas extras

Bom, você leu o material até o final.

Espero que realmente tenha sido útil.

Para ajudar ainda mais, reforçarei as ferramentas que você pode utilizar para montar sua estratégia:

  • Keyword Planner
  • SemRush
  • Moz
  • Google Search Console
  • Website Grader
  • Ahrefs
  • WordPress (com plugin Yoast ou All-In-One SEO).

Queria citar o WordPress como uma última dica. Sabe todas essas dicas que dei sobre formatação, tags, title, meta description e alt text? Então, alguns templates – inclusive gratuitos – do CMS para utilizado para criação de sites no mundo, condensam essas informações em campos para preenchimento.

Tudo isso usando um dos plugins que citei: Yoast ou All-In-One SEO.

Além disso, os templates do WordPress são feitos para serem otimizados e terem uma melhor performance de acordo com os padrões cobrados pelo Google. Portanto, recomendo fortemente que você utilize o WordPress como plataforma do seu site, inclusive recorrendo a uma migração.

É isso pessoal, foi minha última dica nesse artigo. Agora vocês estão prontos para por a mão na massa.

Qualquer dúvida, não deixem de entrar em contato. Somos especialistas em estratégias SEO e não temos problemas em compartilhar nossos conhecimentos.

Obrigado!

De acordo com os dados da Ebit, o Dia das Mães de 2016 apresentou um faturamento de 1,62 Bilhão, no período de 23 de abril a 7 de maio, registrando um crescimento de 8% em relação ao ano anterior.

E este ano, o que você pode fazer para que seu e-commerce entre nesta porcentagem do mercado?

Nossos consumidores gostam de compras de última hora, recomendo geralmente para começar a promover suas campanhas 3 a 4 semanas antes. isso permitirá que as pessoas decidam o que comprar,  levando em consideração ao prazo de entrega da sua loja.

O importante é começar a planejar com antecedência, sempre validando sua loja virtual e testando suas ferramentas. Abaixo listamos algumas ideias para varejistas de todos os tamanhos. Eles são fáceis de implementar e não exigem grandes orçamentos de marketing. 

Criar uma categoria especial para o Dia das Mães

Lançar uma nova categoria dedicada com promoções especiais para as Mães, permitindo que os compradores procurem por preço e destacando produtos chaves. Não se esqueça de incluir também belas imagens de estilo de vida, mostrando mães reais usando os produtos.

Crie um guia de presentes

Todos os anos nos esforçamos para encontrar um presente perfeito para nossa Mãe, pessoalmente adoro quando encontro uma loja que me ajude a encontrar produtos especiais para esta data.

Seu e-commerce deve ser funcional, apresentar os produtos que estão sendo mais buscados para as Mães, ou criar um filtro de busca de acordo com a persona de cada Mãe. Se a Mãe gosta de cozinhar, ela vai gostar de receber um livro de receitas, kit de cozinha, jogo de panelas, etc.

Criar uma série de e-mail para o Dia das Mães

O e-mail é uma grande ferramenta para promover sua campanha de marketing do dia das Mães.

Certifique-se de enviar e-mail marketing com produtos de tendência e os mais populares e com cupom especial de desconto, se necessário. Envie seu e-mail destacando seu guia de presentes. 

Criar uma campanha de mídia social usando #Hashtag

Selfies são fáceis de compartilhar e as pessoas adoram fazê-lo. Aproveite sua rede de mídia social para lançar uma oferta do Dia das Mães, fazendo com que seus seguidores compartilhem e marquem uma foto de si mesmos com a mãe. 

Este tipo de campanha pode ajudar a aumentar a audiência da marca, bem como promover a sua loja.

Criar postagens criativas para mídias sociais

Uma forma criativa de aumentar a notoriedade da marca para este feriado é criando imagens divertidas e divertidas para as pessoas compartilharem em mídias sociais. Você pode criar citações do dia das mães, provérbios populares, piadas ou até mesmo compartilhar mães de celebridades populares que inspiram pessoas em todo o mundo.

Crie um cupom exclusivo

Todo mundo adora cupons. Criar um exclusivamente para o Dia das Mães. Um cupom pode oferecer um desconto em itens selecionados ou armazenar grandes descontos durante as promoções do Dia das Mães.

Isso também permitirá acompanhar o desempenho de suas campanhas de marketing.

Checklist para o Dia das Mães

  • Adicione referências ao Dia das Mães em todo o seu conteúdo, incluindo no nome dos produtos;
  • Lembre por e-mail seus clientes, sobre suas ações para o Dia das Mães;
  • Ofereça comodidade agregando produtos para oferecer mais valor;
  • Crie uma categoria em seu e-commerce dedicada ao Dia das Mães;
  • Faça uso das páginas de destino do Dia das Mães, para oferecer suporte aos seus anúncio. Envie o tráfego diretamente para eles.
  • Crie campanhas de e-mail de última hora para aqueles que deixam tudo para última hora;
  • Lembre-se de que sua loja deve ser adaptada aos dispositivos móveis, compradores pesquisam e comparam preços. Certifique-se de que suas campanhas estão boas em dispositivos móveis;
  • Promova vale-presentes para clientes que ainda tem dúvidas do que comprar.

Com estas dicas, você vai sentir a diferença e um aumento de conversão na sua loja virtual.

Como consultor em uma agência de marketing digital, converso com empreendedores com seus projetos de loja virtual diariamente.  Uma das preocupações mais recorrentes que escuto é: montei minha loja virtual, e agora? Como vendo?

Há um preconceito no Brasil que chamo de “mito do e-commerce” que paira na mente de muitos empreendedores:

– Montar uma loja virtual é mais barato que uma loja física
– Vender online é muito mais fácil, pois posso vender para o Brasil todo
– Vou fechar minha loja física e ficar só com a loja virtual

Vender online ou vender offline tem dificuldades e facilidades inerentes a cada meio. O fato é que não dá para vender online sem uma boa estratégia de marketing digital. Por diversas vezes, os empreendedores estão mais preocupados em saber: loja em Magento ou em uma plataforma alugada?

Uma estratégia de marketing digital deve contemplar estratégicas para os seguintes momentos do ciclo de compras: Conhecimento > Consideração > Compra > Pós Venda

Em cada uma dessas fases, usamos uma estratégia diferente de marketing digital.

Fase de Conhecimento

Nessa fase os clientes nem sequem sabem o que comprar. É a fase em que devemos mostrar aos prospects que temos uma marca, que temos produtos que eles podem querer. Aqui podemos usar as seguintes práticas do marketing digital:

– Posts no Blog
– Posts institucionais nas Redes Sociais
– PubliPosts em outros blogs

Nesse momento do ciclo da compra, o prospect não está pronto para comprar. Ele nem se quer tem a intenção de comprar.

“Vou dar uma navegada pela internet hoje: no Facebook, em alguns blogs que gosto, em portais”

Fase da Consideração

Nessa fase, o prospect já reconhece que precisa/quer algo.  Aqui ele costuma buscar o máximo de informação sobre o produto: preço, marcas disponíveis, comparativo entre produtos, produtos similiares, etc… Nessa fase, devemos ter outro tipo de conteúdo para os prospects. Ele está buscando informações mais profundas.

– Ter uma boa presença no Google, já que o Google é o principal canal que se usa para buscar informações
– Reviews de produtos em seu site próprio
– Reviews de produtos em sites de terceiros (Publipost)
– Remarketing

“Nossa lembrei de uma bota que vi na festa ontem. Deixa eu ver algumas botas nesses sites de calçados”

Fase da Compra

Uma vez considerada a solução e escolhida a empresa que resolverá o problema, devemos expor nossos produtos, para quem está nesse estágio do ciclo de venda.

Uma boa ferramenta para isso são os links patrocinados. A ideia é expor nossos produtos para quem esteja procurando por eles, no momento em que eles estejam fazendo isso: marketing de intenção.

Outra ferramenta importante é estar bem ranqueado no Google para que as buscas dos prospects no Google, encontre os seus links e não os do concorrente.

Nessa fase, o cliente está no auge da excitação. É o momento mágico. Ele acabou de descarregar toda a indecisão de comprar ou não, ele passou da barreira da desconfiança se deve comprar nessa ou naquela loja virtual. Atingimos o objetivo!

Fase de Lealdade

Depois de transformar o prospect em cliente (compra), o ciclo deve continuar, estabelecendo relacionamento de pós-venda com o cliente. As ferramentas mais usadas para essa fase são:

– Email marketing
– Ferramentas de Reviews
– Remarketing pós compra

Depois do momento da compra é um dos momentos mais importantes. Fidelizar o cliente e fazê-lo reconsiderar novas compras é essencial. Alcançando novas compras, você vai reduzir o seu CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e aumentar sua lucratividade. Além disso, você vai reafirmando seu mindshare na mente do cliente.

Essas sãs as fases que completam o ciclo de compra. Entender cada uma delas e saber trabalhar as ferramentas e práticas do marketing digital para cada fase em que se encontra o consumidor é vital para ter um negócio lucrativo na web.

Saber que há práticas que trazem resultados no curto prazo e práticas que visam o longo prazo também é muito importante.

Não foque apenas na fase da COMPRA.  Execute práticas para todas as fases, pois pessoas em todas as fases do ciclo entrarão em contato com suas redes sociais, marca, loja virtual, etc..

Como definir o preço de venda de um produto? A resposta a esta pergunta envolve diversas variáveis.

Na definição do preço que será praticado no mercado devem ser levados em conta, entre outros atributos, custos operacionais, concorrência e percepção de valor junto ao cliente. Para além de uma simples decisão comercial, a definição do preço de venda está diretamente relacionada à atração de clientes, servindo, portanto, também como uma tática de marketing.

Isso permite uma série de combinações distintas que podem ser adotadas pelos lojistas para gerar vendas, sendo que cada uma delas serve a interesses e objetivos diversos. Confira a seguir, cinco dessas estratégias:

Preço alto-baixo

Na estratégia de preço alto-baixo, a loja oferece um desconto temporário para um determinado grupo de produtos, para depois retorná-lo ao preço normal.

Essa redução de preço costuma ser amplamente divulgada e visa gerar um aumento pontual no fluxo de clientes. Os consumidores podem ser fidelizados ou estimulados a comprarem mais produtos na mesma transação, elevando o ticket médio.

Um dos principais desafios para essa prática é a gestão de estoque. A loja precisa estar preparada para comportar o aumento na demanda sem ruptura (indisponibilidade de produtos), já que isso pode despertar reclamações.

Preço baixo todo dia

A prática do preço baixo todo dia é uma decisão deliberada da loja em praticar o menor preço possível, diariamente.

Nesse caso, não há grande variação de preços, resultando em uma curva de vendas mais estável e um volume de produtos em estoque mais equilibrado.

O objetivo desse modelo é transmitir uma imagem positiva para a loja no longo prazo. Assim, não é necessário realizar gastos pontuais para divulgar promoções específicas, por exemplo.

O principal desafio para o êxito dessa estratégia é o fato de que muitos consumidores ainda são seduzidos por grandes ofertas e promoções. Isso exige um esforço maior para superar os concorrentes.

Preço por volume

O preço por volume se assemelha às vendas por atacado. Essa estratégia privilegia os consumidores que compram uma quantidade maior de um item, oferecendo descontos.

Em geral isso é feito na forma de kits ou pacotes com várias unidades. Para reforçar a divulgação, costuma-se destacar por quanto acaba saindo o valor unitário do produto nessa compra em escala.

Essa prática permite que a loja obtenha ganhos de escala, ampliando o ticket médio e reduzindo o volume parado em estoque.

Preço sazonal

O preço sazonal é aquele influenciado pelo calendário. Datas comemorativas ou períodos de elevada demanda por um produto geram elevação dos preços. Isso é compensado em momentos de queda na procura, quando são realizadas ofertas e promoções.

Para que essa prática seja efetiva, a alta nos preços não pode soar abusiva para o consumidor.

Também é preciso ter bom senso. Recentemente, um site de vendas online foi duramente criticado por ter elevado o preço das camisas do time da Chapecoense logo após o acidente que vitimou a delegação da equipe. A empresa argumentou que a alteração foi feita por algoritmos, sem intervenção humana, mas ainda assim houve repercussão negativa.

Preço psicológico

O preço psicológico tem o objetivo de confundir a percepção de valor do cliente frente a um produto. Para isso, um item é anunciado com preços como R$ 9,99 ou R$ 9,90. Mesmo custando praticamente R$ 10, essa diferença sutil é percebida como um desconto ainda maior pelo consumidor, que muitas vezes acaba ficando propenso a efetivar a compra.

A análise desses diferentes modelos permite concluir que a definição da estratégia praticada por uma loja reflete a imagem que ela deseja transmitir para seus consumidores. Sendo assim, a precificação deve estar alinhada com as ações de marketing e construção da marca.

Cada um dos exemplos citados tem maior eficiência para um determinado perfil de consumidores e segmentos de mercado. Portanto, é fundamental realizar testes e um estudo prévio antes de escolher uma estratégia.

Leia também:

Estratégia de Preço para ampliar vendas

Criada há quatro anos, data já é uma das mais importantes do calendário nacional do e-commerce

A Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, estima um faturamento de R$265 milhões no Dia do Consumidor Brasil, celebrado em 15 de março, alta de 18% ante à mesma data em 2016, quando foi registrado R$224 milhões.

Dia do Consumidor 2016 registra crescimento de 12% em faturamento

O aumento deverá ser impulsionado pela alta do tíquete médio, de R$398 para R$470, já que o número de pedidos permanecerá praticamente estável, em 563,8 mil, ante os 562,7 mil período anterior. 

A data, criada em 2014 pelo Buscapé Company, surgiu para impulsionar as vendas do e-commerce em um dos meses mais fracos do ano. “Em pouco tempo a data transformou-se em uma das mais importantes para o varejo eletrônico brasileiro. Em faturamento diário, a data só perde para a Black Friday”, explica Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O Dia do Consumidor Brasil conta com grande adesão dos lojistas virtuais e está cada vez mais difundido entre os consumidores. Dados da Ebit apontam que 38% do público já conhece a data. Estimulados por descontos que podem chegar até a 60%, mais de 30% dos consumidores pretendem comprar na edição de 2017.

“A intenção de compra passou de 24% para 33% na comparação entre 2016 e 2017. Trata-se de um expressivo aumento de nove pontos percentuais, impulsionados pela consolidação da data e dos sinais de melhora no cenário econômico”, afirma Guasti.

Entre as categorias mais desejadas pelo consumidor estão Eletrônicos, Eletrodomésticos, Informática, Telefonia e Celulares e Cosmésticos/Perfumaria/Cuidados Pessoais. “O consumidor espera encontrar preços convidativos nos produtos de maior valor agregado, por isso a Ebit estima esse aumento no valor do tíquete médio”, disse. 

O crescimento de importantes datas, como o Dia do Consumidor Brasil, deverá ser um dos principais fatores a impulsionar o crescimento do e-commerce em 2017. No relatório Webshoppers 35, lançado em fevereiro, a Ebit aponta crescimento de 12% para o setor no ano, com faturamento de R$49,7 bilhões.

Os números do mercado de E-commerce

A VTEX, plataforma especializada em tecnologia para e-commerce, lançou o e-book “6 Erros de Migração de Plataforma de Loja Virtual”. O material, gratuito, é indicado tanto para quem pensa em mudar de solução quanto para aqueles que já tomaram a decisão de mudar de plataforma, buscando responder às principais dúvidas de lojistas durante este processo.

No primeiro capítulo, o e-book apresenta os problemas mais comuns que levam as lojas virtuais a cogitarem a troca de plataforma e o investimento em uma solução mais robusta. Na sequência, são apresentados os seis principais erros cometidos ao longo do processo de migração, apresentados em seis subcapítulos, quais sejam:

  • Escolher o parceiro de implantação errado;
  • Revolucionar o layout;
  • Esquecer do SEO;
  • Não fazer a correta gestão do projeto;
  • Transformar a integração com sistemas legados um processo complexo e demorado;
  • Não fazer o levantamento dos dados históricos.

São apresentados, ainda, cases de empresas que foram bem-sucedidas nessa transição.

Para baixar o e-book, gratuitamente, basta clicar neste link, efetuar o cadastro e acessar o material.

6 Erros de Migração de Plataforma de Loja Virtual

Antes de falarmos sobre como as lojas virtuais podem utilizar essa ferramenta e estratégia para melhorar o engajamento dos seus clientes, é importante explicarmos qual o significado desse conceito que tem sido muito aplicado em diferentes segmentos.

Os jogos têm a capacidade de manter as pessoas envolvidas por um longo período de tempo, a fim de construir relacionamentos de confiança entre as pessoas, além de ter a capacidade de desenvolver seus potenciais criativos. Por este motivo, a gamificação consiste em extrair estruturas e dinâmicas de jogos com o objetivo de aplicá-las em outros contextos, para gerar mais engajamento entre as partes envolvidas.

Gamification pode dar o empurrãozinho que seu negócio precisa

De acordo com um levantamento feito pela Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações do trade de marketing e vendas, até 2020, 85% das grandes empresas usarão a gamificação em suas operações e estima-se que o investimento atingirá cerca de US$ 5 bilhões até 2018.

Dentre os segmentos que podem utilizar essa ferramenta para aumentar suas vendas estão as lojas virtuais. Em termos simples, ela faz parte de uma estratégia digital que utiliza das dinâmicas dos jogos para fidelizar os usuários e aumentar as taxas de conversão em relação a uma marca específica. Dessa forma, as empresas melhoram seu engajamento com os clientes, ditam comportamentos e consolidam ideias sobre um produto ou serviço.

Com essa ferramenta, o e-commerce torna-se mais atrativo e, por esta razão, a empresa pode conduzir os clientes por meio de um processo de navegação específico. Outro motivo que explica a importância da gamificação é a utilização das redes sociais, que constituem um dos terrenos mais férteis.

As pessoas têm o costume de competir e compartilhar conteúdos, ou seja, se você associar sua marca a esses canais de interatividade entre as pessoas, com certeza sua empresa terá mais visibilidade no mercado.

Um dos principais benefícios dessa ação é ter o feedback dos seus usuários. Com um processo otimizado, as empresas podem descobrir quais são suas preferências e que tipo de conteúdo eles estão procurando. Se tiver essa informação disponível, será mais fácil ajustar suas atividades para beneficiar o seu negócio.

Outra vantagem da gamificação é poder aproveitar ao máximo a criatividade das pessoas responsáveis por desenvolver uma estratégia de marketing para sua empresa, e um ponto positivo é que muitas das iniciativas desenvolvidas não precisam de grandes investimentos e podem ser adaptadas às necessidades de cada área.

Depois de conhecermos os motivos importantes para o uso da gamificação, é fundamental sabermos como podemos utilizá-la no e-commerce, mesmo que ela possa ser trabalhada para todo e qualquer produto ou serviço. Afinal, ela é adaptável a cada orçamento.

O primeiro passo é experimentar um jogo simples, aprender como a teoria funciona na prática e verificar como seu público-alvo recebe o jogo. Depois disso, é preciso estruturá-lo de maneira simples e coerente, pois se for muito complexo, os usuários dificilmente irão utilizar e nunca irão obter resultados satisfatórios. Por isso, é melhor dividir o jogo em um conjunto de pequenas atividades para que os visitantes possam aprender gradualmente e compartilhar apenas as informações necessárias para passar de nível.

Para finalizar, podemos concluir que a gamificação é uma excelente estratégia para ajudá-lo a apimentar o seu marketing de conteúdo e envolver o seu público-alvo de diversas formas, proporcionando uma grande experiência para o usuário fomentando a lealdade do consumidor e construindo uma imagem positiva de sua marca.

As decisões do profissional de marketing passaram a ficar cada vez mais complicadas. Há pouco tempo, o desafio estava em decidir se a verba de mídia iria para TV, mídia impressa ou outro canal offline.

Entretanto, as coisas mudaram bastante nos últimos anos, exigindo do mercado um profissional inserido no contexto de marketing digital e preparado para planejar e justificar as escolhas de sua estratégia, seja ela em AdWords, Social, Display, CRM, Inbound, entre várias outras. Surgiram inclusive novas áreas e títulos para estas funções, como o Business Intelligence, Marketing Technology, Growth Hacking, etc.

Apesar de todo o mix digital disponível, vemos pouquíssimos players enxergando a jornada do consumidor até o final do funil. A estratégia digital de grandes companhias tem se limitado aos objetivos de awareness ou, quando norteado por conversão, se esquecem muitas vezes que no meio destes dois existe um objetivo mais importante, o da experiência do usuário.

Nesta época do ano sempre ouvimos uma série de tendências quando o assunto é e-commerce: Métodos de Pagamentos, Interatividade, Segurança, Atendimento, Mobile First, Big Data, Omnichannel. Considero todas muito importantes, mas muito me chamou a atenção ver que a maioria delas são motivadas pela mudança de comportamento do consumidor.

Sim, nosso consumidor mudou. O mindset mudou. Além do consumidor tradicional e dos Millenials, que podemos dizer que aprenderam a se adaptar ao mundo tecnológico, estamos lidando também com uma Geração Z (nascidos a partir de meados dos anos 90) que hoje representa 20% da população, mas que até 2020 podem representar 40%.

Estamos falando de um grupo com alta habilidade de circular no digital, que apesar dos problemas de distração, costumam ser promotores das experiências boas, ou seja, podem ser grandes advogados das marcas, mas… Desde que a sua marca passe por este crivo de relevância e qualidade, que eles sabem fazer muito bem.

Então, afinal, o que este consumidor quer? Para começar nossa reflexão, vale uma comparação com o mundo físico: você entra em uma loja e vê um produto interessante, mas ele não tem nenhuma informação além do nome, preço e código.

Comparando com o produto do concorrente, também com informações escassas, restam duas coisas: fazer uma aposta e comprar qualquer um deles (onde há um grande risco de devolução e insatisfação) ou sair da loja para procurar mais detalhes (nesta, você perdeu a venda). Mas e se nesta loja alguém chegasse para perguntar: “Posso te ajudar com esse produto? Ele é ideal para você, pois…”. Ótimo, mas até aqui nenhuma novidade, afinal, esta pessoa tem nome: é o vendedor.

Como aqui o assunto aqui é marketing digital, vamos voltar às escolhas feitas na estratégia e retomar o ponto levantado lá em cima: De que valem os investimentos em todas as opções do mix digital quando tudo leva para uma página sem vendedor? Sim, estamos falando da sua página de produto.

Se você vende os seus produtos no varejo online, sabe que as equipes de cadastro ficam responsáveis por números assustadores de cadastros de produtos em suas plataformas, consequentemente se concentrando em um tipo conteúdo básico: Título, Código, Descrição, Especificações e Imagens.

Mas a dúvida que fica é: o consumidor está realmente tendo uma experiência de compra? Lembre da Geração Z que falamos agora pouco e tente imaginar qual das páginas de produto abaixo realmente passaria pelo crivo de qualidade deles:

conteudo_especial_isee

Conteúdo de Produto deve ser visto como uma extensão da Estratégia Digital. Portanto, se você é da indústria, vale a reflexão sobre incluir mais uma linha em seu planejamento digital.

O conteúdo básico que começa no cadastro, pode (e deve) se estender a formatos mais ricos, chamados de Conteúdo Especial. Este é o seu vendedor online, responsável por apresentar seu produto de forma didática, ilustrativa, dinâmica e responder todas as dúvidas do consumidor, antes que este caia na monotonia de textos e tabelas técnicas dos varejistas.

Com informações consistentes o consumidor faz uma compra mais esclarecida, reduzindo o índice de devoluções e reclamações. Mas, muito além disso, com experiência online você posiciona sua marca, cria um relacionamento e se destaca frente a concorrência do varejo online. Resultado: mais conversão.

Para concluir o tópico de hoje, separamos algumas dicas importantes:

  • Estratégia: reveja seu calendário de lançamentos e datas especiais e pondere sobre a necessidade de impulsionar seu produto ou linha. O conteúdo de produto bem elaborado pode ajudar muito nos números de conversão no online.
  • Consistência: seja consistente em todos os canais. O consumidor atual circula com muita facilidade entre o físico e digital (o consumidor brasileiro em especial, devido a algumas barreiras culturais de compra online, ainda pesquisa muito online e compra no físico). Portanto, garanta que está passando todas as informações necessárias e criando uma experiência uniforme com a sua marca, em todos os canais.
  • Seja Transparente e Didático: não tente falar muito ou enganar esta geração de consumidores. Eles são espertos e investigam tudo no seu site, varejistas, comparadores, e, como falamos acima, no ponto de venda físico.
  • Abuse dos Recursos: imagens, vídeos, animações, interações, ajudam muito na explicação do seu produto e na experiência deste consumidor atual. Lembre-se apenas onde e como pretende utilizar este conteúdo para não se surpreender com as limitações de plataformas.
  • Mobile: qualquer conteúdo pode ficar lindo no papel, mas sem utilidade se não for responsivo. Acesso à internet via Smartphones e Tablets já representam 51% no mundo e o com o aumento da disponibilidade de wi-fi e dados este consumidores devem consultar cada vez mais o estoque, reviews e ofertas, via Mobile.

Boa Sorte!

Texto publicado anteriormente no Blog da iSee.

Com cada vez mais serviços sendo disponibilizados na internet, desde treinamentos, cursos e atendimentos online, surge também uma dúvida muito comum entre os empreendedores digitais: como definir um preço justo?

É preciso compreender que o preço de um produto online deve ser pensado de forma diferente do que é pensado em um produto físico. Muitos empreendedores, influenciadores e até mesmo marcas do segmento digital não possuem referenciais para saber o quanto cobrar por serviços na internet.

No mercado de produtos físicos, o preço é calculado com base nos custos de produção, nos gastos variáveis e fixos como transporte e impostos, e no percentual de lucro.

Se eu vou vender um computador ou uma cadeira, por exemplo, além de todos estes gastos, eu ainda preciso analisar o preço praticado pela concorrência, mas isso não é necessário no mercado digital.

Conforme é trabalhada a autoridade do profissional e o posicionamento do produto, ele se torna algo único. Por isso o seu produto não precisa ser precificado conforme algum concorrente. Infoproduto não é commodity.

O que eu preciso aprender para entrar no mercado de E-commerce?

Definir, testar e entregar mais

No caso de cursos e treinamentos, o produto é escalável. Ele já está pronto, e isso deve ser considerado na hora de definir o preço. Para os casos de aulas ou atendimentos individuais que, mesmo online, devem considerar o trabalho que exigem do profissional.

Defina o preço conforme o que você acha ser justo, e faça testes para ver a aceitação do público, destacando que as tentativas de erro e acerto fazem parte do mercado digital. Considere sempre o público-alvo para entender a faixa de renda e o valor que faz sentido para ele.

O uso de valores quebrados são boas estratégias de precificação, é possível aumentar gradativamente o preço de um infoproduto conforme o crescimento da credibilidade do infoprodutor. Se você souber se posicionar e se diferenciar, pode cobrar o valor que quiser, desde que o cliente esteja disposto a pagar.

Pratiquem sempre o overdelivery, que significa entregar mais que o prometido. Na internet, as pessoas sempre esperam algo a mais, então busque surpreender o seu cliente para que ele esteja plenamente satisfeito.

Descubra o que é overdelivering e como aplicar agora em suas vendas

O que é proibido, é ter medo de se posicionar e acabar cobrando valores muito baratos. O pensamento de que é preciso cobrar muito pouco por estar começando faz com que muitos empreendedores fiquem ‘começando’ por muitos anos e não conquistem a prosperidade que buscam.

No final das contas o principal objetivo de criação de conteúdo é venda. A venda pode não acontecer assim que um usuário consumir o conteúdo, e por isso é importante acompanhá-lo e, com a ajuda de outros conteúdos relevantes, criar necessidade, mostrar a sua autoridade e prepara-lo para o momento de compra. É aqui que o departamento de vendas entra em jogo.

Infelizmente por muito tempo departamentos de marketing e vendas jogavam cada um na sua equipe, os objetivos deles não eram os mesmos, muitas vezes os funcionários de marketing nem tinham um canal de comunicação estabelecido com o time de vendas. Cada departamento fazia o seu melhor, e embora a estratégia trazia alguns resultados era evidente que eles podem ser melhorados.

A última tendência é de proporcionar a colaboração máxima entre os departamentos de marketing e vendas, fazendo com que os dois times trabalhem para alcançar o mesmo objetivo e sentem a importância do papel deles nos resultados finais da empresa.

Durante o Meetup de Conteúdo da SEMrush o CEO da RockContent, Vitor Peçanha compartilhou as principais dicas para alinhamento de trabalho de departamentos de marketing e vendas e o tema causou tanto interesse que hoje queremos dedicar um post a esse assunto.

Mas vamos começar pelo começo.

Marketing de Conteúdo – a arma poderosa de Marketing

Vamos ser objetivos – marketing de conteúdo é uma das principais chaves de sucesso da sua estratégia.

Só que marketing de conteúdo também está mudando e passando por alterações de conceito. Hoje em dia não é só produzir conteúdo recheado de palavras-chave e menções do seu produto ou serviço para atrair a atenção do público. O público de hoje não quer ouvir da sua marca, eles querem consumir conteúdo divertido, relevante, que resolve os problemas e tira as dúvidas, e é nisso que você precisa focar.

Se não acredita em mim, dê uma olhada nos exemplos das empresas – gigantes do mercado e nas táticas deles de aumento de visibilidade de marca.

“Eu gosto muito do exemplo da Red Bull” – diz o Vitor Peçanha – “Eles têm a Red Bug que é a revista de tiragem mensal, com a maior tiragem mensal do mundo. Pensa só, uma marca de energéticos que é a maior editora mensal do mundo! E nem precisa ir tão longe, aqui no Brasil você tem exemplo da Friboi que está investindo pesado na academia da carne, para ensinar as pessoas como fazer churrasco”.

Chegou a hora de soluções criativas, conteúdo fora de comum e pensamentos fora da caixa.

Mas antes de criar qualquer conteúdo é preciso fazer um bom planejamento, respondendo as 3 principais perguntas:

· Por que estou fazendo marketing de conteúdo;
· Para quem estou fazendo esse conteúdo;
· Como vou alcançar essas pessoas.

Primeiro você tem que pensar qual é o principal objetivo do seu conteúdo – aumentar visibilidade, diminuir o custo de venda, diminuir o custo de suporte, aumentar a base de emails

Em seguida é importante definir o perfil da pessoa que você gostaria de atrair com o seu conteúdo. Seja mais detalhista possível, pense na idade, profissão, como ela gosta de passar seu tempo livre etc. Pesquisa bastante e crie a sua personagem, imagine a vida dele – essas informações vão te ajudar a responder a terceira pergunta, a definir quais canais você pode usar para chamar a atenção dessa pessoa.

Qual tipo de conteúdo ela prefere? Vídeo, e-book, post de blog? Quais canais ela mais acessa? Blogs, redes sociais, e-mail? Quis palavras-chave ela usa para pesquisar os assuntos do interesse dela? A que horas tem maior pico de atividade online?

E agora é só alinhar os seus conteúdos com os níveis de funil de vendas, preenchendo lacunas e criando um fluxo natural do topo do funil até o fundo.

Por exemplo, criando conteúdo para o topo do funil você vai focar em tirar as principais dúvidas dos usuários, resolver os problemas deles e educá-los.

“Nessa etapa a pessoa ainda não quer comprar nada, ela só quer tirar a dúvida. O topo do funil tem muito volume, então você pode por coisas de fácil acesso, blog post, vídeo, webinar, vai ter alto alcance, alto volume. Você não vai pedir para alguém preencher um formulário e fazer um registro para ler um blog post.” – recomenda o Vitor Peçanha

No meio do funil a pessoa começa a sentir necessidade e está procurando solução, mas ainda não está preparada para comprar. Aqui você pode oferecer várias soluções, pouco-a-pouco se apresentando como uma referência no assunto – você disponibiliza um e-book para receber qual a pessoa precisa preencher um formulário e consegue o e-mail dela. Agora você pode mandar newsletters e novidades da sua empresa, sempre oferecendo conteúdo útil e trazendo a pessoa para o topo do funil.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

No topo do funil você pode dar exemplo de soluções que você pode oferecer – a pessoa já tomou a decisão de compra e agora você precisa convencê-la que a sua empresa é a melhor escolha. Você pode falar da sua autoridade no mercado (mostrando prêmios, referências, comentários e outras marcas de reconhecimento), mostrar como usar o seu produto e quais benefícios ele tem etc.

Qual é a principal vantagem dessa estratégia de funil de vendas? A possibilidade de passar para o seu departamento de vendas um lead extremamente qualificado, já sabendo o e-mail, cargo, tamanho da empresa e outras informações do seu usuário.

Vitor Peçanha deu um exemplo bem prático de mapeamento de conteúdo: “Imagina que eu vendo um programa de exercício em casa. Aí no topo de funil eu vou falar de 5 dicas para melhorar sua qualidade de vida. Ainda não estou falando sobre fazer exercício nem sobre comprar nada. Só digo, olha se você está estressado, você pode fazer yoga, você pode fazer exercício, você pode se alimentar melhor. O cliente vai pesquisar melhor e vai chegar à conclusão que quer fazer exercício. Agora ofereço um e-book para ele fazer exercício em casa já que ele não tem tempo. A pessoa baixa esse e-book, me dá os seus dados e eu começo a fazer os disparos de e-mail para ela.

Depois de um tempo eu vou mandar um e-mail para ela contando de cinco pessoas que mudaram de vida usando nosso programa Power 3000. Muitas vezes a pessoa pensa – quero mudar de vida! E compra, mesmo sem eu ter feito qualquer oferta. É assim que funciona o funil de vendas”

Juntando os esforços

Agora que você começou a gerar leads de qualidade com a sua campanha de marketing é preciso aprender a trabalhar em conjunto com o departamento de Vendas para fazer os seus esforços valerem a pena.

Na maioria das vezes é só questão de comunicação constante e aberta e alinhamento. “Todo mundo tem que falar a mesma língua, você tem que criar rotina de comunicação entre times, você tem que ter métricas unificadas. Todo mundo tem que ter a mesma definição básica, todo mundo deve saber o que é uma boa lead, uma lead qualificada” – comenta Vitor Peçanha

A conversa constante é importante para poder aperfeiçoar a sua estratégia constantemente com base nos feedbacks. Para exemplificar isso usaremos o exemplo que o Vitor deu durante o Meetup de Conteúdo:

Vamos supor que você gastou R$ 5.000 em marketing gerando 10.000 leads. Ou seja, cada lead custou 50 centavos. Qualifiquei 200 leads, e conversando com o departamento de vendas descobri, que deles foram gerados 2 clientes. Ou seja, cada um desses clientes custou R$ 2.500

Agora você pode avaliar e entender se o investimento valeu o retorno ou se é necessário ajustar a minha estratégia.

E isso não é o único benefício de alinhamento entre as áreas de marketing e de vendas. De acordo com o Vitor Peçanha, cooperando você tem toda eficiência do processo, consegue corrigir pontos de falha mais rapidamente, as oportunidades chegam mais qualificadas aos vendedores e os vendedores não vão perder tempo com leads que não são qualificados.

Para concluir, queria dizer que o marketing de conteúdo dá resultado, desde que você tenha uma estratégia, desde que você tenha um plano e um caminho para levar o seu cliente e gerar negócios.