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Antes de mais nada, quero deixar claro que sou São Paulino doente. Daqueles que desliga o telefone e fica de mau humor o resto do dia caso meu time não jogue bem. Ganhar ou perder faz parte do jogo, mas o que me tira do sério é a falta de integração do time.

Justiça seja feita, quando vejo o Corinthians jogar, a realidade é completamente diferente. Vejo um time organizado, com uma defesa sólida, um meio de campo organizado e uma ligação eficiente desde a defesa até o ataque (eventualmente, com a realização do gol). É um time que funciona, onde as parte são conectadas e conversam entre si.

O mais curioso disso tudo é que o time do São Paulo teve muito mais tempo e dinheiro para se planejar. O técnico estava contratado desde o ano passado, foram feitos fortes investimentos em novos recursos e o clube teve um grande período de preparação.

Enquanto o Corinthians aproveitou um técnico da base, trouxe jogadores mais baratos e muitas vezes com pouco crédito e começou a temporada sendo considerado um “catado” de jogadores (cenário que lembra meu glorioso Tricolor de 1991 e 1992 comandado pelo mestre Telê, mas talvez poucos tenham tido a magnífica oportunidade de ver aquele time jogar).

Mas agora você deve estar se perguntando o que tudo isso tem a ver com a gestão do seu e-commerce? Nós, da GS&Comm, enxergamos que alguns pilares que fazem um time funcionar são os mesmos que devam estar presentes em seu negócio para que ele tenha sucesso. Claro que isso é uma grande analogia, mas vamos falar mais sobre cada um deles.

Propósito (Objetivos)

Há alguns anos, o Corinthians vem trabalhando em um time que pensa em ser campeão. Entre erros e acertos, a ideia é montar um time que seja competitivo e que consiga enfrentar seus concorrentes de igual para igual. No caso do São Paulo, o time começou com a mentalidade de transformar um grande ídolo em um técnico de futebol, fugindo completamente de seus objetivos.

Para um e-commerce, a ideia é exatamente a mesma. Você precisa desenhar um plano de negócio, analisar a concorrência, mensurar quais serão seus principais obstáculos. Com isso, traçar um objetivo factível e evitar fugir desse caminho.

Certamente haverá correções de rota, mas sua loja precisa de um propósito bem definido. Isso ajudará você a identificar melhor seu cliente, definir com mais clareza seu sortimento de produtos e combater mais firmemente a concorrência.

Plano de Negócios: Como tornar o Sonho do Empreendedorismo uma realidade

Cultura (Técnico)

Nesse período em que o Corinthians definiu seus objetivos, ele também implementou uma cultura bem definida, conhecida por todos como a “Era Tite”. Mesmo o técnico tendo saído do time, a cultura permaneceu, pois foram escolhidos substitutos que tivessem sinergia com essa cultura e que soubessem respeitá-la. Enquanto isso, no São Paulo, depois de um período de firme cultura definida pela “Era Murici”, o time conseguiu trocar mais de dez vezes de técnico nos últimos dois anos. Ou seja, perdeu a linha central que segura um time unido.

No mercado digital, ou nesse caso, em qualquer outra empresa, uma cultura clara que seja abraçada por todos seus funcionários é primordial para que a empresa funcione com o mínimo de ruídos possível e que os direcionamentos sejam incorporados de forma natural e sem conflitos internos. Trazendo para o mundo real, o Whole Food (recém adquirido pela Amazon) coloca essa cultura como um dos pilares de seu sucesso. Pois, todos os funcionários acreditam na cultura da empresa e viram seus embaixadores. Todos têm orgulho de vestir essa camisa.

Zappos e a Cultura de Atendimento ao Consumidor

Infraestrutura (Setor defensivo)

Nem sempre é preciso ter as melhores ferramentas de mercado para montar uma infraestrutura técnica eficiente. Algumas empresas, a partir de soluções caseiras, conseguem ter resultados maravilhosos. Enquanto isso, outras resolvem investir em ferramentas de ponta, mas ainda não estão preparados para elas.

Os sistemas não se conversam e têm potenciais muito superiores aos que estão sendo colocados em prática. Assim, a empresa desvia recursos valiosos para adquirir essas ferramentas, enquanto deixam de investir em áreas mais importantes. Nesse sentido, o mais importante é você ter um sistema que atenda sua demanda de forma eficiente, com o mínimo de esforço possível e maximamente automatizado.

No caso das defesas dos dois times é a mesma coisa. O Corinthians mantém um esquema que funciona para o time: mesmo trocando as peças, as rotinas permanecem as mesmas e apresentam um bom funcionamento. Enquanto isso, seu rival não consegue completar sequer alguns jogos com o mesmo padrão. Isso causa falhas e resulta em resultados negativos.

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Processos (Meio campo)

A partir desse momento, se você não tem uma infraestrutura bem ajustada, nada pode acabar bem. Se a infraestrutura é modificada a todo momento, por consequência, será necessário ajustar todos os seus processos novamente.

Estoque, faturamento, expedição, compras, todos os setores precisam reaprender a trabalhar com uma nova dinâmica. Isso desgasta a equipe, faz com que o time tenha que correr mais do que o necessário, os organizadores não têm tanta clareza para quem devem tocar a bola, precisam reaprender onde estão os erros e os gargalos.

Reconstruir processos é uma jornada desgastante, como se estivesse partindo do zero novamente. Não se trata somente de implementar melhorias, significa uma mudança de Mindset, onde todos devem reaprender suas atribuições. Acredito que, nesse caso, nem é preciso comparar os dois times, pois, quem acompanha futebol já consegue visualizar a diferença.

A importância da liderança no sucesso do e-commerce

Logística (Ataque)

Se alguém que está lendo esse artigo tiver a coragem de falar que o Jô é melhor que o Lucas Pratto, está deixando seu fanatismo falar mais alto. Porém, é inevitável afirmar que o atacante do Corinthians é muito mais eficiente nesse momento.

Quando os processos funcionam de forma correta e eficiente, a logística é somente o belo desfecho desse ecossistema. Entretanto, quando toda a retaguarda do seu e-commerce apresenta falhas, quem mais vai sofrer e receber críticas é o setor logístico (responsável por marcar o gol com o cliente).

Devido a falhas em processos internos, podemos encontrar diversas falhas que trazem insatisfação ao cliente. Desde a questão de segurança do seu site; atendimento SAC; faturamento; picking; expedição; entrega; todos os esses são pontos críticos que podem gerar grande insatisfação do seu cliente e fazer com que ele não compre mais com você.

7 Indicadores logísticos essenciais no e-commerce

Enfim, o objetivo dessa pequena crônica é tentar ilustrar que um e-commerce precisa trabalhar integrado. Saber de forma clara seus objetivos e construir um caminho sólido e realista para atender seus clientes. Respeitar suas limitações e tirar algum proveito delas. Entender profundamente Onde, Como e Quando quero atingir meus objetivos.

Agradeço aos meus companheiros de GS&Comm, Rose Martins e Thiago Melo, pela inspiração e contribuição nesse artigo. Nada como discutir duas paixões (E-commerce e Futebol) com dois grandes experts!

Publicado anteriormente no site Mercado e Consumo.

A precificação de produtos é um processo extremamente importante na vida de lojistas e empresários que desejam obter lucros de seus negócios e crescer de maneira sustentável. Vital para a vitalidade financeira da sua empresa, consiste em fazer uma profunda avaliação para identificar qual é o preço que alia competitividade, atratividade e lucratividade para o seu negócio. Falhar nessa tarefa de precificação de produtos, ou tratá-la com descaso significa perder desempenho e dinheiro investido no negócio. 
 
Nesse artigo especial, vamos ajudar você a entender o que é esse processo e como simplificar de maneira rápida e clara.  

Por que é essencial precificação de produtos? 

Então, antes mesmo de explicar o que é precificação, precisamos te dizer o quão ela é importante para seu negócio. Uma vez entendendo sua vital importância, só assim você dará valor o suficiente para esse processo. 
 
Processo? Sim, precificação não é simplesmente colocar seu preço multiplicado por dois em um guardanapo e esperar ter lucro no final do mês. Ela é um processo. Algo complexo de se trabalhar pois sempre deve estar sobre vigilância. Afinal, você tem concorrentes que fazem isso, o ato de gerir preços competitivos. Você também possui custos, comissões, impostos, taxas de cartão de crédito, débito, pagamentos que acontecem a vista, à prazo, que impactam diretamente sua estratégia de formação de preços.
 
Por que essa tal precificação é tão vital para meu negócio como um todo? De maneira simplificada, o preço é a representação financeira da proposta de valor do seu produto. Algo que engloba despesas, custos, margem de contribuição, concorrência, impostos, competitividade, etc. Ou seja, imagina se você somente pratica preços que acredita serem suficientes para ter um negócio lucrativo? Você estará atirando no escuro e esperando acertar sua conta azul no final no mês.  

O que é precificação? 

Precificação é estratégia. É a simples rotina de manter seus preços de acordo com sua vontade de crescer concomitante a concorrência do mercado. 
 
Mas o que devo levar em consideração para fazer uma precificação eficiente de produtos?  

Custo

Agrega todos os pontos necessários para fabricação/ aquisição de produtos, desde a matéria-prima, impostos, custos relacionados ao frete, mão de obra direta do produto, embalagem, brindes. 

Impostos e Comissões

Os impostos de nossa empresa, bem como as comissões que pagamos a vendedores, marketplaces e demais canais de venda, impactam diretamente em nossa precificação, uma vez que consomem parte do valor do preço de venda. Estes devem ser levados em consideração na hora de fazer sua formação. 

Taxa de Cartão de Crédito/Débito/Antecipação de Recebíveis

Além das comissões, é muito importante levar em consideração o quanto de taxa pagamos para as administradoras de cartão e métodos de pagamento.

Concorrência

Por mais que o preço deva ser formado analisando a sua estrutura de custos e lucro desejado, é importante estar de olho na concorrência para ter preços competitivos de forma a garantir suas vendas. Hoje, graças a internet e aplicativos, todo cliente está o tempo todo fazendo pesquisa de onde pode encontrar uma melhor condição de venda ou um desconto mais interessante antes de fazer sua compra. 

Posso tornar esse processo simplificado? 

Há diferentes estratégias interessantes de precificação de produtos que merecem ser citadas. A técnica de precificação muda conforme fatores como necessidade do negócio, sazonalidade, estoque, fatores climáticos, estação do ano, datas comemorativas, preços da concorrência, etc.
 
Para tornar mais simples seu entendimento, separamos algumas técnicas diferentes:  

Markup

Consiste na análise dos custos relacionados a produção, venda, atendimento, distribuição e publicidade de um produto acrescido da margem de lucro que se deseja obter. É a mais simples técnica. Alternativa para falta de conhecimento de gestão gerencial, e representa um grande risco ao empresário, pois não necessariamente um produto com um markup de 2 vezes representa 50% de lucro no fim da venda. Muitas vezes é bem menos que isso.  

Valor percebido

Nesse modelo de precificação de produtos, apelamos para precificar mediante ao PREÇO que o cliente vê baseado no valor que agregamos no produto comercializado.

Quando um produto ou serviço atende as expectativas e necessidades do consumidor, ao satisfazê-lo é possível estabelecer um elo de confiança e uma maior valorização do preço de venda. Existem diversas formas que o valor percebido pode impactar diretamente o preço de seu produto como: marca, atendimento, bom design, embalagem diferenciada.

Muitas vezes é arriscado pois não necessariamente seu cliente pode aceitar o preço fornecido sem antes sua marca ter a devida notoriedade para justificar o mesmo.

Análise da Concorrência

Um modelo muito usado por muitos lojistas é a precificação baseada em concorrência. Identificar o preço do concorrente e equiparar ou praticar um preço inferior. De todas as práticas de precificação, é a mais arriscada – uma vez que você pode acabar vendendo produtos no prejuízo. É muito importante, não só na análise de concorrência, mas no markup e valor percebido, aplicar o conceito da próxima técnica: a margem de contribuição

Margem de contribuição 

A margem de contribuição é a mais recomendada técnica para formação de preço. Ela determina o quanto “sobra”, dentro do custo de venda, após serem descontados custos e despesas variáveis. 
 
Mas como se calcula? A fórmula básica é Margem de contribuição = Valor de venda – Custos e Despesas variáveis diretas do produto (impostos, comissões, taxas). Ou seja, o lucro real da venda do produto.
 
É o melhor método flexível para formação de preços, pois permite que altere sua margem em períodos competitivos mas que ainda cobre custos.
 
Texto publicado anteriormente no site da Preço Certo.

Levantamento avaliou os produtos mais vendidos em mais de 120 mil itens cadastrados pelos cerca de 2 mil lojistas que utilizaram a plataforma de marketplace nos últimos 12 meses

O levantamento do que é vendido pelo Olist, composto apenas por produtos que podem ser enviados pelos Correios, dá uma amostra significativa do que é comercializado em marketplaces de um modo geral.

A ideia é ajudar os lojistas a responderem uma pergunta muito comum na hora de escolher o que comercializar nos marketplaces: como identificar produtos e categorias com bom potencial para manter o fluxo constante e gerar lucros?

Essa é uma dúvida que surge sempre, pois ficar com produtos encalhados é o grande pesadelo da maioria dos lojistas. Além do capital imobilizado, essa situação também representa custos de manutenção do estoque, comprometendo a rentabilidade do negócio.

Vale ressaltar que esta é uma visão dos últimos 12 meses, e com os lançamentos de versões mais novas de alguns dos aparelhos citados na lista, certamente modelos mais recentes serão favorecidos.

Além disso, falando em futuro, categorias como celulares, eletroportáteis, videogames e a “novata” drones, devido à popularidade crescente e ao baixo custo de alguns modelos, devem continuar liderando as vendas nos próximos meses.

A partir da lista, fica também evidente como marketplaces promovem vendas de produtos tipicamente de cauda longa, como é o caso do 2º e 8º colocados.

Ranking Olist dos 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

Você já sabe o que é SEO, ok. Mas como iniciar a aplicação dessas técnicas no meu site?

É uma dúvida comum que enfrento em meu dia a dia. São diversos clientes perguntando como funciona na prática e o que pode ser feito internamente para acelerar os resultados. Bom, se fosse fácil, não haveria tantas startups e ecommerces investindo cada vez mais em Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, duas metodologias baseadas em SEO.

A questão é que não basta querer ser um site otimizado. É preciso saber fazer.

E há alguns pormenores que devem ser observados para que os resultados sejam atingidos dentro do prazo e sem aumentar ainda mais os custos. Se você está disposto a fazer a otimização do seu site, esse é um guia completo com tudo o que você precisa fazer para montar uma lista de ações completa.

Como quero ser prático, nem vou me alongar mais. Vamos direto ao ponto. Aos pontos, aliás. Nesse artigo citarei as melhores práticas e estratégias de SEO On-page e Off-page para você dar os primeiros passos.

Fiz com muito cuidado e baseado nas dúvidas mais comuns de clientes.

Espero que gostem, de verdade!

SEO On-page

SEO On-page é tudo aquilo que pode ser feito internamente para otimizar seu site.

Isso quer dizer: estrutura HTML, conteúdo, tags, imagens, landing pages, listas de palavras-chave, otimização, meta description, etc.

Você deve estar atento a muitas coisas para não deixar nada passar. Por isso, nesse conteúdo, irei direto ao ponto, citando todos os fatores que você deve por em seu checklist para ter um site totalmente otimizado em SEO.

Vamos lá!

1. Pesquisa de palavras-chave

Ranquear nas palavras-chave importantes para suas personas é a primeira etapa do planejamento SEO. É nesse momento em que você delimita seu público e faz com que seu conteúdo seja encontrado apenas por quem potencialmente pode chegar até a outra ponta da jornada de compra. Ou seja: possíveis consumidores da sua empresa.

Mas como fazer essa pesquisa de palavras-chave na prática? Irei explicar!

Primeiro, você vai precisar de uma boa ferramenta de pesquisas. Um lembrete: provavelmente, caso você tenha planos ambiciosos, terá que investir em uma ferramenta paga. Sendo bem sincero, caso você faça um trabalho competente, é um investimento que irá se pagar em menos de um ano.

Continuando.

Encontrando as palavras-chave ideais

Nessa etapa, recomendo sem medo o Keyword Planner, do Google Adwords.

Para sua surpresa, é de graça. Você só precisar ter uma conta do Analytics em seu site para usá-lo.

A pesquisa funciona de forma muito simples. Você digita um termo específico para pesquisar e a ferramenta lista milhares de termos relacionados que usuários do Google costumam utilizar em suas pesquisas.

Por exemplo: digite “pisos de borracha”. Os resultados serão: “pisos emborrachados”, “o que é piso de borracha”, “onde comprar piso de borracha”, “piso de borracha para academia”, etc.

Além das palavras, como ferramenta de SEO que se preze, o pesquisador de palavras-chave do Adwords também indica a concorrência do termo para ranquear bem, o volume médio mensal de buscas e o CPC – custo por clique – para criação de anúncios.

Na imensa maioria dos casos, o Keyword Planner irá quebrar seu galho.

No entanto, caso você não tenha uma ideia de palavra-chave por onde começar, serão necessárias outras ferramentas.

Outra gratuita fornecida pelo Google é o Webmaster Tools ou Google Search Console.

Essa ferramenta faz um raio-x completo do seu site. A grande vantagem, para quem não tem um ponto de partida, é saber por quais palavras-chave os visitantes chegam até sua página.

Ela te dá uma lista completa, das palavras que trazem mais tráfego até os termos que trazem menos.

Obviamente, você deve reforçar seu foco em se posicionar ainda melhor nos termos que lhe trazem mais visitantes. Aproveite para jogar esses termos no Adwords e observar o potencial deles: se uma palavra que tem 1000 buscas por mês atualmente lhe traz 100 acessos, seu primeiro esforço deve ser melhorar seu posicionamento nela, para que consiga até 300 acessos, por exemplo.

Essas duas ferramentas devem bastar para uma listagem inicial de palavras-chave.

Mas para refinar o trabalho e ampliar seus horizontes, não há como abrir mão de ferramentas como SemRush e Moz. O diferencial delas é fornecer dados completos sobre as palavras-chave utilizadas por concorrentes diretos e indicar todos os dados possíveis sobre esses termos.

Dificuldade de indexação, volume de buscas, CPC, concorrência, posicionamento do seu site na palavra-chave, posicionamento dos concorrentes, etc. Quer dizer: o mínimo que você precisa fazer para montar uma lista de palavras-chave a serem trabalhadas nos conteúdos do seu site é indexar em todos os termos que seus concorrentes estão.

Claro que você não precisa focar em todas ao mesmo tempo. Felizmente, ao indicar a url do site concorrente, é possível descobrir as palavras que mais trazem tráfego ao site. Dê prioridade a elas no início do seu planejamento de SEO e depois expanda seu raio de alcance. É sempre importante lembrar que o planejamento de persona é fundamental aqui.

Já aconteceu comigo de me preocupar tanto em ranquear nas mesmas palavras do concorrente, que acabei caindo no mesmo erro deles. Às vezes, o público pesquisa por algo totalmente diferente no Google e nem eu, nem eles, conseguíamos atingir essas pessoas.

Por isso, não siga seus concorrentes cegamente. Copie seus acertos e busque descobrir suas falhas, para transformá-las em uma vantagem do seu negócio.

Faça a pesquisa das palavras-chave que os concorrentes estão bem indexados, sim. Mas depois faça a sua!

2. Crie conteúdo otimizado

Agora que você já tem a lista de palavras-chave, hora de partir para o conteúdo. Isso quer dizer: produzir novos e otimizar os que você já tem.

Como produzir um conteúdo otimizado em SEO? Sendo relevante para o público e o Google. A melhor forma de conseguir um bom posicionamento é produzindo um conteúdo melhor do que os seus concorrentes. Mais informativo. Mais bem escrito. Mais otimizado.

Há alguns anos atrás, era mais fácil “forçar a barra” para conseguir o primeiro lugar do resultado de buscas. Repetir “mil” vezes a palavra-chave no conteúdo era um dos truques que formavam o “black hat SEO”.

No entanto, visando refinar sua pesquisa e oferecer mais qualidade aos usuários, o maior mecanismo de buscas do mundo tratou de sofisticar seus robôs. Há uma série de fatores que são levados em conta, além da utilização das palavras-chave.

Vamos citar os principais.

Crie conteúdo com mais de 1500 palavras

Atualmente, os primeiros resultados para as buscas são conteúdos com entre 1500 e 2000 palavras. É uma forma dos robôs do Google descobrirem se o texto é aprofundado sobre o assunto.

Portanto, sabe aquela estratégia que você já deve ter ouvido falar, de produzir um calhamaço de textos pequenos e curtos, utilizando o maior número de palavras-chave possível?

Ainda dá certo. Em curto prazo. Em longo prazo, pode dizer adeus às suas tentativas de indexação. Mas você pode argumentar? Então basta utilizar um gerador de caracteres para textos longos e pronto? Não!

O fato do texto ser longo permite que você utilize outros headlines – subtítulos – ao longo do texto e termos referentes ao assunto. São justamente esses termos específicos que dizem ao Google sobre o que aquele conteúdo trata.

Quanto mais longo e bem escrito, provavelmente maior a variedade de palavras relacionadas usadas ao longo do texto, certo? É aí que esses materiais se diferenciam. O sistema de avaliação do Google identifica esses termos. Você ganha pontos com isso.

Caso seu conteúdo seja bom, provavelmente as pessoas ficarão mais tempo em sua página, irão comentar e compartilhar seu material.

É a união entre esses dois fatores – a otimização para o Google e a qualidade para o público – que farão seu conteúdo conquistar um bom posicionamento, em conjunto com os outros tópicos que abordaremos a seguir.

3. HTML e formatação

A estrutura do site também é um fator primordial no SEO.

Suas páginas precisam ter tags de títulos (H1, H2, H3, etc), alt text para imagens, meta description, urls inteligentes, compatibilidade para dispositivos móveis, tempo de carregamento rápido e certificados de segurança.

Title tags

As tags de título indicam sobre o que seu conteúdo se trata. É por essa hierarquia que os robôs do Google leem os textos do site.

Por isso é fundamental que o H1 contenha a palavra-chave. Da mesma forma, os headlines (H2, H3, H4, H5, etc) devem ser vários e incluir os principais termos relacionados.

Assim o Google percebe do que o texto se trata e o aprofundamento dele.

Alt text para imagens

O alt text nada mais é do que o texto que aparecerá caso a imagem não carregue. Se para o leitor o que importo é a imagem, para o Google a única forma de lê-la é através do alt text.

Por isso também é fundamental que pelo menos uma das imagens do conteúdo contenha a palavra-chave. No entanto, as outras devem ser o mais descritivas possível.

Exemplo: um blog post sobre “10 dicas de alimentação saudável”. O alt text da imagem capa pode ser “lista de dicas de alimentação saudável”. No entanto, caso o restante sejam fotos de tomates, verduras, alimentos saudáveis e orgânicos, o ideal é você utilizar exatamente essas palavras na descrição.

Assim o Google também saberá que são termos relacionados e seu conteúdo ganhará credibilidade.

Meta description

A meta description é aquele texto que aparece abaixo do título do conteúdo nos resultados das pesquisas. É fundamental que seu meta description seja “vendedor”. É sua chance de conquistar o leitor. A dica é ir direto ao ponto e entregar tudo o que o conteúdo irá comentar.

Caso você não tenha ideia, mais uma vez, recorra à concorrência. Veja as meta descriptions dos primeiros colocados, ofereça tudo o que eles dizem ao leitor e algo a mais. E não esqueça de inserir a palavra-chave sempre!

URLs inteligentes

A URL da página também deve conter a palavra-chave. É essencial.

Não precisa ser muito longa, com o título inteiro do blog post. Simplifique e utilize apenas a palavra-chave, quando possível.

Design responsivo

Bem mais da metade dos acessos à internet são feitos por smartphones. Portanto, cada vez mais o Google considera o desempenho de sites nesses devices para checar se são confiáveis.

O Google Webmaster Tools, que já comentei aqui, também faz um raio x da performance responsiva do seu site. Ele indica os erros, para que você possa corrigi-los. Certifique-se que seu site seja mobile friendly.

PageSpeed

O tempo de carregamento das páginas também é um fator considerado pelo Google para avaliar a qualidade do site.

Utilize a ferramenta gratuita de análise Website Grader para verificar se o page speed do seu portal é aceitável e quais melhorias podem ser feitas. Você só precisa colocar a url da sua página e preencher um formulário bem curtinho.

A análise é bem completa, embora algumas funcionalidades para melhoria imediata só sejam possíveis com a versão paga. No entanto, você consegue fazer isso com sua equipe de desenvolvimento sem problemas.

Imagens pesadas e excesso de código são os motivos mais comuns para deixar a entrada na página muito lenta, o que afasta muitos, muitos mesmo, visitantes.

Certificados de segurança

Recentemente o Google também passou a valorizar sites com certificados SSL ou HTTPS.

São garantias que dão um certo trabalho para conseguir – são pagas também, mas muito bem-vistas pela plataforma. Em uma semana você consegue implementar essa nova url, o que também traz mais segurança para seus usuários, sobretudo no caso de e-commerces.

É muito mais fácil implementar o certificado de segurança em sites que ainda estão sendo construídos, pois a quantidade de urls é bem pequena. Sites grandes também não enfrentam muito problema, então, não se preocupe. Só é preciso garantir que o redirecionamento automático seja feito corretamente, em todas as páginas já existentes.

SEO Off-page

Agora que você melhorou as páginas internas do seu site, é hora de trazer relevância a partir de links externos. Esse é o diferencial de uma boa estratégia de SEO e a forma mais rápida de tornar seu site referência do mercado.

Entenda como!

Conquiste a confiança do Google

O PageRank do Google leva em consideração aspectos não relacionados diretamente ao conteúdo da sua página.

É o caso da autoridade de domínio (Domain Authority) e a autoridade de página (Page Authority). O domain authority é a medida que diz o quanto seu site é relevante. Quanto mais conteúdos bem indexados e mais conteúdos externos que linkam para seu site, maior seu domain authority.

O page authority é referente apenas a uma página específica. Se você indexa um conteúdo em primeiro lugar para uma palavra-chave importante, mais links externos serão direcionados a essa página, que, por sua vez, aumentará o page authority.

Mas não se trata apenas de backlinks.

A autoridade está ligada também ao tempo de existência da página. Sim, o Google leva em conta a idade do seu negócio em território digital, ainda que não seja tão relevante assim.

O fator primordial mesmo é a taxa de rejeição.

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é calculada sobre a quantidade de vezes em que um usuário entrou no seu site em uma determinada página e saiu sem interagir. Isso quer dizer: não clicou em nenhum link, nem abriu qualquer outro conteúdo.

O Google entende que não havia nada mais interessante e que seu site não resolveu o problema desse usuário, tirando pontos seus. Às vezes, como disse anteriormente, o tempo de carregamento e problemas no HTML também são responsáveis por esse tipo de desistência do visitante.

A taxa de rejeição é informada no Google Analytics. Então, dê sempre uma olhada nessa métrica em suas páginas mais acessadas para garantir que nada de errado esteja acontecendo.

Backlinks e link building

Link building é a parte crucial da estratégia de SEO. Por melhor que sejam seus conteúdo e estejam bem ranqueados, há um enorme potencial de tráfego que pode ser alcançado por meio de conteúdos planejados em parceria.

Pense que você oferta um serviço para um público A. Esse público A, além dos seus serviços, pode procurar também por outros tipos de produtos, para resolver outros problemas. Por que não aparecer também em páginas relevantes desses outros produtos que ele pode estar procurando e surgir como uma solução que a persona ainda não despertou?

É disso que se trata uma estratégia de backlinks bem pensada. Estar onde seu público está e atraí-los para sua página, em parceria com sites realmente relevantes.

Como encontrar esses sites?

O ideal é montar uma lista com todos os links que podem ser úteis ao seu negócio. Eventualmente você não conseguirá montar parcerias com todos. Por isso é importante ter um leque de alternativas.

Uma das melhores ferramentas para essa missão é o Ahrefs.

Você pode usá-la gratuitamente para testar suas possibilidades. Aposto que vai querer pagar depois.

Os fatores que você deve levar em conta são:

Qualidade dos links

Utilize o Ahrefs para encontrar as páginas mais relevantes, para o público e o Google, nos assuntos que lhe interessam. O passo seguinte é descobrir autores mais frequentes e tentar entrar em contato. Mande um e-mail e sugirá uma troca de guest posts frequente, talvez de um conteúdo por mês.

Mostre que os dois tem a ganhar, afinal, se você tem um bom site, o convidado também terá um aumento de relevância. Aproveite para deixar comentários nas páginas mais visitadas dos parceiros, com links para seu site também. É uma estratégia antiga, mas que ainda funciona bem!

O material produzido deve ser super compartilhável. Você e o convidado devem divulgá-lo prioritariamente. Assim o alcance torna-se ainda maior, para os dois envolvidos.

Texto âncora

O texto âncora nada mais é do que as palavras utilizadas como hiperlink. Nunca coloque o link em “veja mais aqui” ou “nessa página”.

O ideal é utilizar termos relacionados, sinônimos da palavra-chave ou a keyword específica do conteúdo que está sendo linkado.

Quantidade de links

Obviamente que quantos mais sites usam você como referência – linkam para seus conteúdos -, provavelmente mais confiáveis seus textos são para potenciais usuários.

Isso tem um peso enorme para os mecanismos de busca.

É a principal maneira deles saberem que seu conteúdo é a maior referência no meio digital sobre aquele assunto ou keyword.

Dicas extras

Bom, você leu o material até o final.

Espero que realmente tenha sido útil.

Para ajudar ainda mais, reforçarei as ferramentas que você pode utilizar para montar sua estratégia:

  • Keyword Planner
  • SemRush
  • Moz
  • Google Search Console
  • Website Grader
  • Ahrefs
  • WordPress (com plugin Yoast ou All-In-One SEO).

Queria citar o WordPress como uma última dica. Sabe todas essas dicas que dei sobre formatação, tags, title, meta description e alt text? Então, alguns templates – inclusive gratuitos – do CMS para utilizado para criação de sites no mundo, condensam essas informações em campos para preenchimento.

Tudo isso usando um dos plugins que citei: Yoast ou All-In-One SEO.

Além disso, os templates do WordPress são feitos para serem otimizados e terem uma melhor performance de acordo com os padrões cobrados pelo Google. Portanto, recomendo fortemente que você utilize o WordPress como plataforma do seu site, inclusive recorrendo a uma migração.

É isso pessoal, foi minha última dica nesse artigo. Agora vocês estão prontos para por a mão na massa.

Qualquer dúvida, não deixem de entrar em contato. Somos especialistas em estratégias SEO e não temos problemas em compartilhar nossos conhecimentos.

Obrigado!

De acordo com os dados da Ebit, o Dia das Mães de 2016 apresentou um faturamento de 1,62 Bilhão, no período de 23 de abril a 7 de maio, registrando um crescimento de 8% em relação ao ano anterior.

E este ano, o que você pode fazer para que seu e-commerce entre nesta porcentagem do mercado?

Nossos consumidores gostam de compras de última hora, recomendo geralmente para começar a promover suas campanhas 3 a 4 semanas antes. isso permitirá que as pessoas decidam o que comprar,  levando em consideração ao prazo de entrega da sua loja.

O importante é começar a planejar com antecedência, sempre validando sua loja virtual e testando suas ferramentas. Abaixo listamos algumas ideias para varejistas de todos os tamanhos. Eles são fáceis de implementar e não exigem grandes orçamentos de marketing. 

Criar uma categoria especial para o Dia das Mães

Lançar uma nova categoria dedicada com promoções especiais para as Mães, permitindo que os compradores procurem por preço e destacando produtos chaves. Não se esqueça de incluir também belas imagens de estilo de vida, mostrando mães reais usando os produtos.

Crie um guia de presentes

Todos os anos nos esforçamos para encontrar um presente perfeito para nossa Mãe, pessoalmente adoro quando encontro uma loja que me ajude a encontrar produtos especiais para esta data.

Seu e-commerce deve ser funcional, apresentar os produtos que estão sendo mais buscados para as Mães, ou criar um filtro de busca de acordo com a persona de cada Mãe. Se a Mãe gosta de cozinhar, ela vai gostar de receber um livro de receitas, kit de cozinha, jogo de panelas, etc.

Criar uma série de e-mail para o Dia das Mães

O e-mail é uma grande ferramenta para promover sua campanha de marketing do dia das Mães.

Certifique-se de enviar e-mail marketing com produtos de tendência e os mais populares e com cupom especial de desconto, se necessário. Envie seu e-mail destacando seu guia de presentes. 

Criar uma campanha de mídia social usando #Hashtag

Selfies são fáceis de compartilhar e as pessoas adoram fazê-lo. Aproveite sua rede de mídia social para lançar uma oferta do Dia das Mães, fazendo com que seus seguidores compartilhem e marquem uma foto de si mesmos com a mãe. 

Este tipo de campanha pode ajudar a aumentar a audiência da marca, bem como promover a sua loja.

Criar postagens criativas para mídias sociais

Uma forma criativa de aumentar a notoriedade da marca para este feriado é criando imagens divertidas e divertidas para as pessoas compartilharem em mídias sociais. Você pode criar citações do dia das mães, provérbios populares, piadas ou até mesmo compartilhar mães de celebridades populares que inspiram pessoas em todo o mundo.

Crie um cupom exclusivo

Todo mundo adora cupons. Criar um exclusivamente para o Dia das Mães. Um cupom pode oferecer um desconto em itens selecionados ou armazenar grandes descontos durante as promoções do Dia das Mães.

Isso também permitirá acompanhar o desempenho de suas campanhas de marketing.

Checklist para o Dia das Mães

  • Adicione referências ao Dia das Mães em todo o seu conteúdo, incluindo no nome dos produtos;
  • Lembre por e-mail seus clientes, sobre suas ações para o Dia das Mães;
  • Ofereça comodidade agregando produtos para oferecer mais valor;
  • Crie uma categoria em seu e-commerce dedicada ao Dia das Mães;
  • Faça uso das páginas de destino do Dia das Mães, para oferecer suporte aos seus anúncio. Envie o tráfego diretamente para eles.
  • Crie campanhas de e-mail de última hora para aqueles que deixam tudo para última hora;
  • Lembre-se de que sua loja deve ser adaptada aos dispositivos móveis, compradores pesquisam e comparam preços. Certifique-se de que suas campanhas estão boas em dispositivos móveis;
  • Promova vale-presentes para clientes que ainda tem dúvidas do que comprar.

Com estas dicas, você vai sentir a diferença e um aumento de conversão na sua loja virtual.

Como consultor em uma agência de marketing digital, converso com empreendedores com seus projetos de loja virtual diariamente.  Uma das preocupações mais recorrentes que escuto é: montei minha loja virtual, e agora? Como vendo?

Há um preconceito no Brasil que chamo de “mito do e-commerce” que paira na mente de muitos empreendedores:

– Montar uma loja virtual é mais barato que uma loja física
– Vender online é muito mais fácil, pois posso vender para o Brasil todo
– Vou fechar minha loja física e ficar só com a loja virtual

Vender online ou vender offline tem dificuldades e facilidades inerentes a cada meio. O fato é que não dá para vender online sem uma boa estratégia de marketing digital. Por diversas vezes, os empreendedores estão mais preocupados em saber: loja em Magento ou em uma plataforma alugada?

Uma estratégia de marketing digital deve contemplar estratégicas para os seguintes momentos do ciclo de compras: Conhecimento > Consideração > Compra > Pós Venda

Em cada uma dessas fases, usamos uma estratégia diferente de marketing digital.

Fase de Conhecimento

Nessa fase os clientes nem sequem sabem o que comprar. É a fase em que devemos mostrar aos prospects que temos uma marca, que temos produtos que eles podem querer. Aqui podemos usar as seguintes práticas do marketing digital:

– Posts no Blog
– Posts institucionais nas Redes Sociais
– PubliPosts em outros blogs

Nesse momento do ciclo da compra, o prospect não está pronto para comprar. Ele nem se quer tem a intenção de comprar.

“Vou dar uma navegada pela internet hoje: no Facebook, em alguns blogs que gosto, em portais”

Fase da Consideração

Nessa fase, o prospect já reconhece que precisa/quer algo.  Aqui ele costuma buscar o máximo de informação sobre o produto: preço, marcas disponíveis, comparativo entre produtos, produtos similiares, etc… Nessa fase, devemos ter outro tipo de conteúdo para os prospects. Ele está buscando informações mais profundas.

– Ter uma boa presença no Google, já que o Google é o principal canal que se usa para buscar informações
– Reviews de produtos em seu site próprio
– Reviews de produtos em sites de terceiros (Publipost)
– Remarketing

“Nossa lembrei de uma bota que vi na festa ontem. Deixa eu ver algumas botas nesses sites de calçados”

Fase da Compra

Uma vez considerada a solução e escolhida a empresa que resolverá o problema, devemos expor nossos produtos, para quem está nesse estágio do ciclo de venda.

Uma boa ferramenta para isso são os links patrocinados. A ideia é expor nossos produtos para quem esteja procurando por eles, no momento em que eles estejam fazendo isso: marketing de intenção.

Outra ferramenta importante é estar bem ranqueado no Google para que as buscas dos prospects no Google, encontre os seus links e não os do concorrente.

Nessa fase, o cliente está no auge da excitação. É o momento mágico. Ele acabou de descarregar toda a indecisão de comprar ou não, ele passou da barreira da desconfiança se deve comprar nessa ou naquela loja virtual. Atingimos o objetivo!

Fase de Lealdade

Depois de transformar o prospect em cliente (compra), o ciclo deve continuar, estabelecendo relacionamento de pós-venda com o cliente. As ferramentas mais usadas para essa fase são:

– Email marketing
– Ferramentas de Reviews
– Remarketing pós compra

Depois do momento da compra é um dos momentos mais importantes. Fidelizar o cliente e fazê-lo reconsiderar novas compras é essencial. Alcançando novas compras, você vai reduzir o seu CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e aumentar sua lucratividade. Além disso, você vai reafirmando seu mindshare na mente do cliente.

Essas sãs as fases que completam o ciclo de compra. Entender cada uma delas e saber trabalhar as ferramentas e práticas do marketing digital para cada fase em que se encontra o consumidor é vital para ter um negócio lucrativo na web.

Saber que há práticas que trazem resultados no curto prazo e práticas que visam o longo prazo também é muito importante.

Não foque apenas na fase da COMPRA.  Execute práticas para todas as fases, pois pessoas em todas as fases do ciclo entrarão em contato com suas redes sociais, marca, loja virtual, etc..

Como definir o preço de venda de um produto? A resposta a esta pergunta envolve diversas variáveis.

Na definição do preço que será praticado no mercado devem ser levados em conta, entre outros atributos, custos operacionais, concorrência e percepção de valor junto ao cliente. Para além de uma simples decisão comercial, a definição do preço de venda está diretamente relacionada à atração de clientes, servindo, portanto, também como uma tática de marketing.

Isso permite uma série de combinações distintas que podem ser adotadas pelos lojistas para gerar vendas, sendo que cada uma delas serve a interesses e objetivos diversos. Confira a seguir, cinco dessas estratégias:

Preço alto-baixo

Na estratégia de preço alto-baixo, a loja oferece um desconto temporário para um determinado grupo de produtos, para depois retorná-lo ao preço normal.

Essa redução de preço costuma ser amplamente divulgada e visa gerar um aumento pontual no fluxo de clientes. Os consumidores podem ser fidelizados ou estimulados a comprarem mais produtos na mesma transação, elevando o ticket médio.

Um dos principais desafios para essa prática é a gestão de estoque. A loja precisa estar preparada para comportar o aumento na demanda sem ruptura (indisponibilidade de produtos), já que isso pode despertar reclamações.

Preço baixo todo dia

A prática do preço baixo todo dia é uma decisão deliberada da loja em praticar o menor preço possível, diariamente.

Nesse caso, não há grande variação de preços, resultando em uma curva de vendas mais estável e um volume de produtos em estoque mais equilibrado.

O objetivo desse modelo é transmitir uma imagem positiva para a loja no longo prazo. Assim, não é necessário realizar gastos pontuais para divulgar promoções específicas, por exemplo.

O principal desafio para o êxito dessa estratégia é o fato de que muitos consumidores ainda são seduzidos por grandes ofertas e promoções. Isso exige um esforço maior para superar os concorrentes.

Preço por volume

O preço por volume se assemelha às vendas por atacado. Essa estratégia privilegia os consumidores que compram uma quantidade maior de um item, oferecendo descontos.

Em geral isso é feito na forma de kits ou pacotes com várias unidades. Para reforçar a divulgação, costuma-se destacar por quanto acaba saindo o valor unitário do produto nessa compra em escala.

Essa prática permite que a loja obtenha ganhos de escala, ampliando o ticket médio e reduzindo o volume parado em estoque.

Preço sazonal

O preço sazonal é aquele influenciado pelo calendário. Datas comemorativas ou períodos de elevada demanda por um produto geram elevação dos preços. Isso é compensado em momentos de queda na procura, quando são realizadas ofertas e promoções.

Para que essa prática seja efetiva, a alta nos preços não pode soar abusiva para o consumidor.

Também é preciso ter bom senso. Recentemente, um site de vendas online foi duramente criticado por ter elevado o preço das camisas do time da Chapecoense logo após o acidente que vitimou a delegação da equipe. A empresa argumentou que a alteração foi feita por algoritmos, sem intervenção humana, mas ainda assim houve repercussão negativa.

Preço psicológico

O preço psicológico tem o objetivo de confundir a percepção de valor do cliente frente a um produto. Para isso, um item é anunciado com preços como R$ 9,99 ou R$ 9,90. Mesmo custando praticamente R$ 10, essa diferença sutil é percebida como um desconto ainda maior pelo consumidor, que muitas vezes acaba ficando propenso a efetivar a compra.

A análise desses diferentes modelos permite concluir que a definição da estratégia praticada por uma loja reflete a imagem que ela deseja transmitir para seus consumidores. Sendo assim, a precificação deve estar alinhada com as ações de marketing e construção da marca.

Cada um dos exemplos citados tem maior eficiência para um determinado perfil de consumidores e segmentos de mercado. Portanto, é fundamental realizar testes e um estudo prévio antes de escolher uma estratégia.

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Estratégia de Preço para ampliar vendas

Criada há quatro anos, data já é uma das mais importantes do calendário nacional do e-commerce

A Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, estima um faturamento de R$265 milhões no Dia do Consumidor Brasil, celebrado em 15 de março, alta de 18% ante à mesma data em 2016, quando foi registrado R$224 milhões.

Dia do Consumidor 2016 registra crescimento de 12% em faturamento

O aumento deverá ser impulsionado pela alta do tíquete médio, de R$398 para R$470, já que o número de pedidos permanecerá praticamente estável, em 563,8 mil, ante os 562,7 mil período anterior. 

A data, criada em 2014 pelo Buscapé Company, surgiu para impulsionar as vendas do e-commerce em um dos meses mais fracos do ano. “Em pouco tempo a data transformou-se em uma das mais importantes para o varejo eletrônico brasileiro. Em faturamento diário, a data só perde para a Black Friday”, explica Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O Dia do Consumidor Brasil conta com grande adesão dos lojistas virtuais e está cada vez mais difundido entre os consumidores. Dados da Ebit apontam que 38% do público já conhece a data. Estimulados por descontos que podem chegar até a 60%, mais de 30% dos consumidores pretendem comprar na edição de 2017.

“A intenção de compra passou de 24% para 33% na comparação entre 2016 e 2017. Trata-se de um expressivo aumento de nove pontos percentuais, impulsionados pela consolidação da data e dos sinais de melhora no cenário econômico”, afirma Guasti.

Entre as categorias mais desejadas pelo consumidor estão Eletrônicos, Eletrodomésticos, Informática, Telefonia e Celulares e Cosmésticos/Perfumaria/Cuidados Pessoais. “O consumidor espera encontrar preços convidativos nos produtos de maior valor agregado, por isso a Ebit estima esse aumento no valor do tíquete médio”, disse. 

O crescimento de importantes datas, como o Dia do Consumidor Brasil, deverá ser um dos principais fatores a impulsionar o crescimento do e-commerce em 2017. No relatório Webshoppers 35, lançado em fevereiro, a Ebit aponta crescimento de 12% para o setor no ano, com faturamento de R$49,7 bilhões.

Os números do mercado de E-commerce

A VTEX, plataforma especializada em tecnologia para e-commerce, lançou o e-book “6 Erros de Migração de Plataforma de Loja Virtual”. O material, gratuito, é indicado tanto para quem pensa em mudar de solução quanto para aqueles que já tomaram a decisão de mudar de plataforma, buscando responder às principais dúvidas de lojistas durante este processo.

No primeiro capítulo, o e-book apresenta os problemas mais comuns que levam as lojas virtuais a cogitarem a troca de plataforma e o investimento em uma solução mais robusta. Na sequência, são apresentados os seis principais erros cometidos ao longo do processo de migração, apresentados em seis subcapítulos, quais sejam:

  • Escolher o parceiro de implantação errado;
  • Revolucionar o layout;
  • Esquecer do SEO;
  • Não fazer a correta gestão do projeto;
  • Transformar a integração com sistemas legados um processo complexo e demorado;
  • Não fazer o levantamento dos dados históricos.

São apresentados, ainda, cases de empresas que foram bem-sucedidas nessa transição.

Para baixar o e-book, gratuitamente, basta clicar neste link, efetuar o cadastro e acessar o material.

6 Erros de Migração de Plataforma de Loja Virtual

Antes de falarmos sobre como as lojas virtuais podem utilizar essa ferramenta e estratégia para melhorar o engajamento dos seus clientes, é importante explicarmos qual o significado desse conceito que tem sido muito aplicado em diferentes segmentos.

Os jogos têm a capacidade de manter as pessoas envolvidas por um longo período de tempo, a fim de construir relacionamentos de confiança entre as pessoas, além de ter a capacidade de desenvolver seus potenciais criativos. Por este motivo, a gamificação consiste em extrair estruturas e dinâmicas de jogos com o objetivo de aplicá-las em outros contextos, para gerar mais engajamento entre as partes envolvidas.

Gamification pode dar o empurrãozinho que seu negócio precisa

De acordo com um levantamento feito pela Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações do trade de marketing e vendas, até 2020, 85% das grandes empresas usarão a gamificação em suas operações e estima-se que o investimento atingirá cerca de US$ 5 bilhões até 2018.

Dentre os segmentos que podem utilizar essa ferramenta para aumentar suas vendas estão as lojas virtuais. Em termos simples, ela faz parte de uma estratégia digital que utiliza das dinâmicas dos jogos para fidelizar os usuários e aumentar as taxas de conversão em relação a uma marca específica. Dessa forma, as empresas melhoram seu engajamento com os clientes, ditam comportamentos e consolidam ideias sobre um produto ou serviço.

Com essa ferramenta, o e-commerce torna-se mais atrativo e, por esta razão, a empresa pode conduzir os clientes por meio de um processo de navegação específico. Outro motivo que explica a importância da gamificação é a utilização das redes sociais, que constituem um dos terrenos mais férteis.

As pessoas têm o costume de competir e compartilhar conteúdos, ou seja, se você associar sua marca a esses canais de interatividade entre as pessoas, com certeza sua empresa terá mais visibilidade no mercado.

Um dos principais benefícios dessa ação é ter o feedback dos seus usuários. Com um processo otimizado, as empresas podem descobrir quais são suas preferências e que tipo de conteúdo eles estão procurando. Se tiver essa informação disponível, será mais fácil ajustar suas atividades para beneficiar o seu negócio.

Outra vantagem da gamificação é poder aproveitar ao máximo a criatividade das pessoas responsáveis por desenvolver uma estratégia de marketing para sua empresa, e um ponto positivo é que muitas das iniciativas desenvolvidas não precisam de grandes investimentos e podem ser adaptadas às necessidades de cada área.

Depois de conhecermos os motivos importantes para o uso da gamificação, é fundamental sabermos como podemos utilizá-la no e-commerce, mesmo que ela possa ser trabalhada para todo e qualquer produto ou serviço. Afinal, ela é adaptável a cada orçamento.

O primeiro passo é experimentar um jogo simples, aprender como a teoria funciona na prática e verificar como seu público-alvo recebe o jogo. Depois disso, é preciso estruturá-lo de maneira simples e coerente, pois se for muito complexo, os usuários dificilmente irão utilizar e nunca irão obter resultados satisfatórios. Por isso, é melhor dividir o jogo em um conjunto de pequenas atividades para que os visitantes possam aprender gradualmente e compartilhar apenas as informações necessárias para passar de nível.

Para finalizar, podemos concluir que a gamificação é uma excelente estratégia para ajudá-lo a apimentar o seu marketing de conteúdo e envolver o seu público-alvo de diversas formas, proporcionando uma grande experiência para o usuário fomentando a lealdade do consumidor e construindo uma imagem positiva de sua marca.