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Segundo estudo Panorama dos Marketplaces, realizado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que avalia o desempenho dos shoppings centers virtuais em diversos aspectos, no primeiro trimestre de 2017 houve uma queda na quantidade de produtos ofertados nesses canais. O dado caminha no sentido oposto da economia nacional, que está em um momento de retomada sutil.

Mais sobre o estudo:

Estudo mostra aumento de 32,1% no número de varejistas nos marketplaces no segundo trimestre

Os lojistas que comercializam seus produtos nos marketplaces estão em um período de preparo para a Black Friday, que ocorrerá na última sexta-feira de novembro, dia 24. A data é considerada a mais importante para o varejo on-line, pois diversos consumidores se programam para aproveitar os descontos provenientes do dia para já efetuar as compras de Natal.

O levantamento indica queda de 8,8% no número de artigos oferecidos, o que representa uma diminuição de 4,5 milhões para 4,1 milhões em produtos anunciados. Ao mesmo tempo que se preparam para a Black Friday, os pequenos e médios lojistas precisam acompanhar com urgência as empresas maiores que têm aumentado sua participação e lucro.

O momento é ideal para o investimento nos Marketplaces, pois as lojas centralizadoras atraem um público grande e variado, que buscam preços convidativos e boas experiências de compra. A diminuição de itens anunciados abre uma oportunidade para os vendedores, que podem aproveitar essa abertura no setor para ingressarem em um dos principais segmentos do comércio eletrônico brasileiro.

E a oportunidade vai além em alguns casos: os marketplaces inovam no modelo de negócio, transferindo seus produtos e estoques para o inventário de parceiros, ou seja, deixam de comprar artigos de algumas categorias, operando apenas com itens de terceiros.

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Sobre os produtos mais vendidos em marketplaces:

Os 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

Está provado que nenhuma empresa consegue crescer sem usufruir da inteligência provinda pela análise de dados, e isso é ainda mais forte no e-commerce.

Ampliando sua marca de facilitador, o Atlas acaba de disponibilizar, gratuitamente, o E-commerce Radar, estudo sobre o comércio eletrônico brasileiro, tendo como foco a divulgação de dados e informações práticas para auxiliar os comerciantes no crescimento de seu mercado.

Faz parte desta primeira edição os resultados consolidados do primeiro semestre de 2017. O objetivo é trazer um entendimento sobre as variáveis que influenciaram tal desempenho e, a partir daí traçar os caminhos para a evolução, de cada negócio e também de todo o setor, no próximo semestre.

Além do rico material, o E-commerce Radar também traz análises e comentários de grandes profissionais da área, como o Mauricio Salvador (presidente da ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) e do Paulo Schiavon, diretor de Online Business Latin America da Samsung.

Um dos dados importantes que o E-commerce Radar traz é que 31% das vendas online aconteceu via dispositivos móveis no 1º semestre de 2017. Isso representa mais um crescimento expressivo da participação das vendas mobile, considerando que em 2015 a participação dos dispositivos móveis foi de 12% e em 2016, 21,5%.

Entre outros dados abordados estão:

• Qual é o perfil dos consumidores brasileiros geral e por categoria;
• Qual é o desempenho de conversão e representação de vendas dos estados e principais cidades;
• Como está o desempenho de navegação dos e-commerces;
• Qual é a participação dos dispositivos móveis e qual sua efetividade geral e por categoria;
• Qual é a taxa de abandono de carrinho por categoria;
• Como estão os indicadores de itens por pedido e ticket médio;
• Quais as principais origens de tráfego e vendas;
• Qual é a representação em vendas dos dispositivos por origem de tráfego;
• Quais são as principais formas de pagamento;
• O quanto as campanhas de frete grátis representam do todo.

Estes diversos indicadores são importantíssimos para que os e-commerces identifiquem seu posicionamento no mercado e as alternativas disponíveis para o seu crescimento através do aumento das vendas.

Baixe e comprove: Estudo E-commerce Radar

Estudo aponta quanto tempo as pessoas levam para fazer compras online

Entender o comportamento do e-consumidor, juntamente com o processo de compra em si, é uma das chaves para o sucesso do varejo online. Na verdade, para melhorar a conversão do comércio eletrônico, o primeiro passo, sem dúvidas é reunir informações sobre perfil de seus consumidores.

Uma das várias métricas utilizadas para esse tipo de informação é o tempo necessário para concluir o processo de transação, ou seja, o número de minutos, horas e dias gastos por este público para concluir uma compra.

Entretanto, o tempo para aquisição de um produto on-line pode ser muito diferente em cada parte do mundo. Com o intuito de avaliar este comportamento, nós do UmSóLugar desenvolvemos uma pesquisa envolvendo 12 diferentes países da Europa: República Checa, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Itália, Holanda, Noruega, Polônia, Suécia e Eslováquia.

Principais diferenças no tempo de compra em alguns países

Para se ter uma ideia, enquanto na maioria dos países os consumidores levam cerca de 1 hora para comprar roupas, na França são necessárias pelo menos 4 horas – observado como o tempo mais longo nessa categoria.

Na contramão desta realidade está a Eslováquia, visto como o país mais rápido quando o assunto é consumo fashion, com aquisições realizadas em menos de 20 minutos, desde o primeiro clique até a decisão final. Situação semelhante em outra grande categoria do e-commerce: sapatos.

A média é de 68 minutos em toda a Europa, mas, novamente a França aparece em destaque na lista como o país no qual usuários consomem mais tempo na transação, com suas características 4 horas – muito distantes dos apenas 10 minutos investidos pelos e-consumidores noruegueses.

Para móveis e decoração, entretanto, a maioria dos internautas finaliza a compra dentro de 1 hora, com exceção de Itália e França.

O cronograma da compra on-line

Para melhor visualizar esse comportamento, o infográfico* mostra a linha de tempo do período necessário para que um usuário médio europeu finalize sua aquisição, levando em consideração alguns dos produtos mais comuns.

Como a maioria das compras ocorre dentro de 48 horas, o gráfico foi desenhado partindo do primeiro clique dado no produto, até a tomada de decisão, após um período máximo de dois dias.

Infográfico publicado no site do UmSóLugar.

A linha do tempo destaca, ainda, diferentes categorias, possibilitando observar claramente que roupas em geral, com exceção de camisetas básicas, ocupam uma posição central – afinal, encontrar o vestido de festa perfeito pode demorar um pouco mais.

Alguma peça importante de mobiliário, como um sofá (certamente mais caro que acessórios), também exige maior investimento de tempo, enquanto óculos de sol e brinquedos despontam na primeira seção da linha do tempo, necessitando apenas de 26 minutos para serem escolhidos.

Comportamento do consumidor brasileiro

Para traçar um paralelo com a realidade do perfil do e-consumidor Brasileiro, o estudo aplicou as mesmas métricas para este mercado e chegou a conclusões intrigantes, como, por exemplo, o tempo gasto para a compra de um kit de maquiagem, que pode ser dez vezes maior do que a demora para a escolha de um sofá!

Em geral, se comparado com o comprador online europeu, o brasileiro leva mais tempo para tomar a decisão final em todas a principais categorias de básicas. Na Alemanha, a média de investimento em tempo para aquisições online gira em torno de 5 horas, enquanto que aqui, do primeiro clique à compra, são gastas, aproximadamente, 10 horas.

Na hora de redecorar a casa, no Brasil, o consumidor online leva até 3h30 para comprar o sofá, mas apenas 90 minutos para se decidir sobre a mesa. Entretanto, neste setor, os produtos que necessitam de menos tempo investido até a tomada de decisão são as cadeiras, escolhidas em apenas 12 minutos.

Já para vestuário, calçados e acessórios, o tempo gasto varia de acordo com o valor do produto. Por exemplo, para comprar uma peça de roupa, em média, o consumidor precisa de 2h30 e, para um par de tênis, apenas 55 minutos até a confirmação do pedido. Porém, quando o assunto é bolsa, um acessório normalmente mais caro que os demais, o tempo para reflexão salta para 10 horas, até que a compra seja concluída.

Por fim, o comportamento mais interessante do comprador brasileiro é no setor de beleza. Talvez por não ser possível experimentar um perfume ou uma maquiagem virtualmente, o consumidor invista mais tempo em pesquisas online sobre qualidade e procedência desses produtos ou mesmo tente prová-los em lojas físicas, antes de realizar a primeira compra online.

Assim, na hora de adquirir um perfume, o brasileiro que utilizou nosso site gastou até 1 dia, 11 horas e 52 minutos para se decidir, enquanto que para o consumo de maquiagens, o tempo é ainda mais impressionante: 3 dias, 12 horas e 14 minutos!

Esta semana iniciamos a 5ª Edição da Pesquisa Profissional de E-commerce, projeto nosso e da E-bit que traça anualmente o perfil do profissional que atua em nosso segmento. Sucesso de acessos e downloads, a iniciativa tem crescido bastante.

Ano passado, por exemplo, entre 3 de agosto e 2 de setembro tivemos 492 respostas de profissionais da área. Veja os resultados:

Pesquisa Profissional de E-commerce 2015

Pesquisa Profissional de E-commerce 2016

Para este ano contamos com novidades. Abrimos a pesquisa para o mercado e, se você que tem uma loja virtual ou trabalha em uma, gostaríamos de contar com 5 minutos da sua atenção, isso mesmo, não pretendemos tomar mais do que isso do seu tempo.

Em troca, estamos oferecendo o acesso direto ao terminar de responder ao Kit com os 20 e-books de maior sucesso do nosso blog. Um download com 20 PDFs (compactados em um arquivo Zip) em 27,3 Mb. Seja rápido, pois esse acesso só ficará disponível durante a pesquisa.

Além disso, você recebe os resultados do estudo completo em seu e-mail. Clique no link abaixo e responda agora.

Pesquisa Profissional de E-commerce 2016

Um estudo feito pela Forrester Research nos Estados Unidos mostra um resultado que confirma que no mercado B2B está ocorrendo o mesmo comportamento do B2C no que se refere ao aumento de vendas por cliente.

O estudo aponta que os atuais clientes empresariais ou corporativos que já compram de uma determinada empresa, passem agora a também comprar pela internet (online), através de portais de e-commerce B2B. Muitos não sabem, mas comprar pela internet no e-commerce B2B traz uma série de vantagens, o que faz com que eles passem a comprar mais.

Isto por si só já é um motivo mais que suficiente para que as empresas brasileiras, especificamente indústrias, distribuidores, atacadistas e importadores, deem a devida importância ao canal de venda digital. Que passem a incluir em seus planos de curto e médio prazo iniciativas de e-commerce B2B para efetivamente aumentar suas vendas.

Não estamos falando apenas em aumentar as vendas para os atuais clientes, mas também conquistar novos consumidores. Quando falamos de e-commerce B2B, que o foco da venda não é para o cliente final pessoa física (B2C), mas sim a empresa (B2B), a principal conclusão que a Forrester chegou é que o cliente B2B após ter a sua disposição um site de e-commerce e passar a comprar também por este canal, ele acaba fazendo mais compras e por um tempo maior. Ou seja, clientes B2B multicanal compram mais e por mais tempo.

Cerca de 47% dos executivos entrevistados na pesquisa da Forrester disseram que seus clientes que migraram para o e-commerce B2B têm mais potencial de fazer novas compras e 38% disseram ter mais chances de se tornarem clientes de longo prazo.

Outra informação importante que a pesquisa aponta, principalmente para quem vende um mix grande de produtos ou que tenham lançamentos frequentes, é que 38% destes executivos também afirmaram que os clientes que migraram para o on-line são mais aptos a comprar novos produtos.

Concluindo, abrir um canal de vendas de e-commerce B2B, potencialmente traz muitas vantagens: Vender mais, por mais tempo e vender novos produtos. Isto em última instância se chama fidelizar o cliente, dar a ele opções de compra por qualquer meio que queira, entregar informação e ferramentas para fazer análise e escolher o que quer comprar, quando e como quer comprar.

Este é o novo tipo de cliente “omnichannel”, mais conectado e mais exigente, mas que por outro lado gera mais retorno para a empresa. Pense nisso e venha para o e-commerce B2B!

Publicado anteriormente no LinkedIn.

Profissional de E-commerce

A Pesquisa Profissional de E-commerce 2014 está pronta. O estudo é fruto de uma parceria entre E-bit e Universidade Buscapé Company que se iniciou em 2012.

“Estamos na terceira edição desta pesquisa e assim como nos anos anteriores tivemos excelentes resultados. A pesquisa ficou disponível de 3 a 24 de setembro de 2014 e coletamos 347 respostas. A E-bit somada ao Buscapé conta com uma base de mais de 45 mil lojas virtuais conveniadas. A pesquisa tem 49 perguntas que é exibida de acordo com as respostas (filtros) e leva em média 10 minutos para ser concluída.” Explicou Keine Monteiro, Especialista de Inteligência de Mercado da E-bit.

O estudo ainda indicou que “Agilidade“, “Foco em resultado” e “Organização e Planejamento” são consideradas as habilidades mais importantes. Ainda podemos concluir que apesar de uma pequena melhora, a dificuldade em encontrar profissionais qualificados ainda é a maior dificuldade para as contratações.

“A Pesquisa Profissional de E-commerce traz ferramentas para as empresas e para os profissionais se planejarem. O estudo dá dicas importantes para quem precisa contratar e para quem quer ser competitivo e se preparar para entrar neste mercado. Fundamental para a empresa e para o profissional buscarem o aperfeiçoamento de forma assertiva.” Declarou Ione Mendes, Gerente de Inteligência de Mercado da E-bit.

Infográfico

Como podemos verificar no infográfico abaixo, o Profissional de E-commerce no Brasil é homem (81%) com idade média de 35 anos, é graduado e tem renda média de R$5.335,00.

Confira o infográfico abaixo com a comparação entre as três edições e não deixe de baixar o estudo completo.

Pesquisa Profissional de E-commerce 2014

Para fazer o download da Pesquisa completa, clique no link abaixo.

Pesquisa Profissional de E-commerce 2014 Completa