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A “taxa de conversão” é um termo altamente recorrente no universo digital. Para conquistá-la, é imprescindível um bom plano de marketing nesse ambiente. Quanto mais estratégias o profissional utilizar, maiores as chances de alcançar bons resultados e, consequentemente, vendas, leads qualificados e audiência.

Anúncios on-line, principalmente em redes sociais, são as melhores formas de se fazer uma divulgação, dado o grande alcance que possuem. Um importante aliado nesse sentido é o Facebook, especialmente se a estratégia envolver anúncios pagos. Mensalmente, mais de 102 milhões de brasileiros se conectam à plataforma. A ampla possibilidade de segmentação, o direcionamento e seus vários formatos tornam essa ferramenta uma excelente opção da equipe de marketing, independente do setor de atuação da empresa. Todo tipo de venda é possível, desde que você tenha a estratégia certa.

Fazer uma boa campanha utilizando o Facebook Ads envolve muito mais do que impulsionar uma determinada publicação e segmentar o público que será atingido por ela. É preciso um objetivo claro, uma ação estratégica e atenção aos mínimos detalhes, principalmente em relação ao conteúdo, às imagens utilizadas e ao posicionamento do anúncio. Isso porque são várias as possibilidades que a rede social de Mark Zuckerberg oferece: é possível anunciar um produto ou serviço, um aplicativo para dispositivo móvel, fazer propaganda de um site ou de uma página específica, impulsionar uma nova postagem de um blog, divulgar um evento, gerarleads, criar anúncios interativos, etc.

Para otimizar as conversões, um dos aspectos mais importantes é a segmentação. Selecionar o seu público-alvo faz com que a publicação alcance justamente quem realmente importa para o seu negócio, aqueles que têm potencial de compra, seja por perfil, por já ter interagido com sua marca ou mesmo por localização. A ferramenta oferece parâmetros como idade, gênero, informações demográficas e até os interesses dos próprios usuários. Costumo afirmar que uma segmentação bem feita é o primeiro grande passo que diferencia um anúncio que realmente converte dos outros milhares que são encontrados por aí. É preciso pensar em quem é o seu público, o que eles esperam e quais ações os levariam a interagir com a sua marca.

Outra dica valiosa é acompanhar bem de perto o desempenho da campanha – e isso pode acontecer em tempo real, inclusive. O Facebook Ads fornece vários relatórios e gráficos sobre o andamento do anúncio em questão. A partir dessas informações, é possível entender quais são os acertos e erros, fazer comparativos e modificar uma divulgação que esteja em andamento, além de aperfeiçoar ainda mais as próximas ações. A posição do anúncio também é muito importante e acredite: faz muita diferença dependendo do objetivo da campanha. Aqueles que ficam localizados na coluna da direita, por exemplo, não são visíveis em dispositivos móveis – e se você se esquece disso, pode ter problemas no seu índice de conversões.

A melhor e mais completa ferramenta para a criação dos anúncios é o Power Editor, oferecida pelo próprio Facebook e que também serve para o Instagram. Ela fornece diversas opções de formato, como o Carrossel, Imagem Única, Vídeo Único, Apresentação Multimídia, Canvas e Facebook Messenger Ads. Com características diferentes, cada recurso deve ser considerado de acordo com o seu objetivo e com o que quer mostrar e quem deseja atingir.

A questão do formato remete a outro quesito bastante importante: o design da campanha. Em um anúncio, o recurso visual é o que realmente capta a atenção das pessoas em um primeiro momento. Só depois de ver a imagem é que o seu possível consumidor irá se ater ao texto. Os elementos visuais são essenciais. Você deve pensar no que essa imagem representa para a sua audiência: provoca empatia, identificação, desperta a curiosidade? Além disso, conteúdos interativos geram valor e agregam novidade e entretenimento. Pesquisas e quizzes são bons exemplos de campanhas que podem se destacar no ambiente do Facebook.

Também recomendo sempre realizar testes com diferentes formatos de anúncios. Isso permite ver qual das versões gera maior número de conversões dos seus usuários. Para garantir que você entenda exatamente qual elemento está afetando os resultados, um único item deve ser testado de cada vez.

Há muitos fatores que podem ser avaliados: o texto, a chamada para ação, o horário de publicação, a imagem do anúncio, as cores, o ângulo da foto do produto, a duração do vídeo, a chamada do vídeo, etc. Quanto mais informações, dados e números você gerar a partir dessas verificações, mais parâmetros vai ter para promover uma melhoria contínua das campanhas. Otimizar as suas conversões é uma questão de experimentar, anotar resultados e aprimorar.

Por fim, destaco: é preciso contar com uma agência ou especialista que use as opções avançadas do Facebook Ads. Só assim, você pode fortalecer a veiculação do anúncio escolhendo a frequência e alterando dados de segmentação do público em relação à sua publicação, ao período de conversão, ao “valor do lance” (que define o custo por interação com o anúncio) e aos dias nos quais sua marca deve aparecer para o público.

Criar anúncios no Facebook pode parecer simples, porém não é uma tarefa fácil. Seja nessa plataforma, seja em qualquer outro tipo de campanha, elaborar uma estratégia clara, profissional e que seja condizente com seus objetivos é fundamental para garantir bons resultados.

Por Luana Scalla para o Adnews. O Facebook se posiciona como uma forte aliada das marcas, tanto no relacionamento direto com o cliente, quanto na própria comercialização de produtos. A última novidade que acaba de chegar ao Brasil é o “Save Button”, uma ferramenta que permite salvar produtos de e-commerce para ver mais tarde na rede social.

Não entendeu? Pois bem, as marcas parceiras do Facebook terão o botão “Salvar no Facebook em cada página de produto de seu site de compras. Caso o usuário goste de uma peça mas não consiga realizar a compra naquele momento, ele terá a possibilidade de acionar o Save Button, ou seja, de seguir aquele produto na rede social.

Dessa forma, ele passa a receber periodicamente informações sobre ele em suas notificações, tais como descontos na peça e novidades de cores. Uma das primeiras marcas a aplicarem o recurso no país é a Reserva.

Além de possuir um e-commerce estruturado, a grife carioca é muito forte nas redes sociais. Sua página no Facebook, por exemplo, possui mais de 2 milhões de seguidores e conta com diversas ações criadas exclusivamente para o universo digital.

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Essa velha parceria com o Facebook foi um dos motivos da marca ser a escolhida pela empresa para testar a versão beta do Save Button.

A possibilidade de salvar posts não é uma novidade no Facebook, mas a extensão para produtos em e-commerce pode mudar e muito a jornada do consumidor. As marcas também se beneficiarão, uma vez que a ferramenta permitirá conhecer melhor o gosto e o perfil do cliente sem que ele tenha, de fato, efetivado a compra.

Publicado anteriormente no Adnews.

Aviso aos marketeiros de plantão do Facebook: os 20% de texto em imagens de anúncios não são mais obrigatórios. Se você não faz ideia do que eu estou falando, explico: antes, para fazer um anúncio no Facebook, não era permitido subir imagens compostas por mais de 20% de texto. A medida tinha como objetivo promover uma timeline menos poluída visualmente e garantir anúncios com maior engajamento.

Nos últimos dias o Facebook começou a tirar essa regra aos poucos. Agora, o anunciante tem a opção de colocar quanto texto quiser em uma imagem. Entretanto, manter a regra dos 20% pode continuar sendo a melhor alternativa. Vamos entender o porquê:

O Facebook vai penalizar os anúncios com maior quantidade de texto

Ainda que você tenha a liberdade de promover imagens da forma que quiser, o Facebook continuará preferindo o mínimo possível de texto. Sendo assim, ao fazer o upload da sua imagem, ela passará por uma análise que determinará quantidade de texto presente como:

OK

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Baixa

fb-baixa

Média

fb-media

Alta

fb-alta

Quanto maior a quantidade de texto na imagem, maiores serão as restrições de público, menores as chances do seu anúncio performar bem e, consequentemente, mais alto você pagará por ele.

Imagens com pouco texto são Mobile Friendly

Isso quer dizer que não podemos nos esquecer dos dispositivos móveis. Se você pretende capturar a atenção da grande porcentagem das pessoas que verá seu anúncio por meio de um smartphone, deve garantir de que a imagem será bem visualizada em telas menores. Muito texto pode dificultar a leitura e fazer com que as pessoas percam o interesse no anúncio.

Para saber se o seu anúncio está dentro dos padrões, use a ferramenta de medição do Facebook. Procure focar em imagens que despertam o desejo do consumidor e deixe os textos para a descrição da imagem. Caso o texto seja essencial, tente resumi-lo em poucas e fortes palavras. E se necessário diminua a fonte.

Espero que essas dicas te ajudem a criar anúncios mais engajadores!

O aplicativo pode ser usado como loja virtual, em plataforma independente. Entenda como deve funcionar o Facebook Messenger para negócios

O Facebook revolucionou as formas de interação no mundo virtual, e lançou mais um avanço: recentemente, seu criador, Mark Zuckerberg, anunciou que o aplicativo Facebook Messenger, com mais de 900 milhões de adeptos no mundo todo, pode ser usado como plataforma independente por lojas virtuais. Com a mudança, o recurso será chamado de Business for Messenger.

Com a novidade, o aplicativo de troca de mensagens do Facebook se transforma em uma verdadeira plataforma de compras. Usuários que possuem o cadastro das informações do cartão de crédito nas lojas e já têm uma conversa iniciada com a marca poderão comprar diretamente no aplicativo de mensagens que agora, também faz negócios.

fbmess-para-comprasAlém disso, os clientes podem conversar de forma prática e direta com as empresas sobre as compras ou as transações que fizeram ou pretendem realizar, e, ainda, alterar ou cancelar os pedidos em tempo real e fazer o rastreamento dos itens, já que as respostas chegam instantaneamente.

Outra facilidade que o novo recurso permite é o de receber as atualizações do comércio via aplicativo, ao invés de receber dezenas de informações que tendem a cair direto na caixa de spam do e-mail do cliente.

O contato pessoal e em tempo real com o consumidor, no entanto, ainda está em fase de testes, disponível para alguns parceiros selecionados nos Estados Unidos. A empresa Uber, por exemplo, permitirá pela primeira vez que os usuários do aplicativo no país possam solicitar veículos, através do Messenger (demonstração no vídeo abaixo). A expansão internacional será organizada futuramente, dependendo do resultado dessa nova experiência.

Com a plataforma, o Facebook tem o intuito não só de conectar empresas e clientes de forma próxima e individualizada, mas também pretende aumentar a popularidade dos seus serviços e evitar o isolamento do aplicativo na rede social, uma vez que seus concorrentes já utilizam o recurso do chat de maneira ampla e interativa.

As estratégias do Business on messenger para atrair parceiros

O consumidor migrou para o espaço online. Segundo dados de 2014, foram mais de 11 milhões de compradores em lojas virtuais. Grande parte destes potenciais consumidores realiza pesquisas e acessa a loja virtual através de seu tablet ou smartphone, mas 52% preferem concluir a compra por meio de um aplicativo, ao invés de usar o site da empresa. É aí que entra a possibilidade do novo recurso, embora ainda sem garantia de eficácia, muito menos de segurança, fator chave para a transação ser concluída.

Muitos empreendedores poderão se interessar pela facilidade em vender seus produtos pelo Business on Messenger no Brasil, encontrando na plataforma uma oportunidade de desenvolver seu negócio de maneira prática e rápida. O recurso é uma espécie de atendimento ao cliente online e tem como objetivo otimizar o tempo do consumidor, já que, para quem está comprando, a agilidade é um diferencial positivo para fechar o negócio.

Já tem em mãos um bom conteúdo para publicar na página da sua empresa no Facebook e transformar seguidores em clientes? Agora, é preciso saber distribuí-lo. Não tenha pressa em postar tudo: controle sua ansiedade e faça um rápido planejamento do que irá ao ar.

Para te ajudar a elaborar seu cronograma, trazemos algumas dicas práticas e que farão toda a diferença:

Identifique os melhores dias e horários

Toda rede social tem momentos de maior alcance, em que os usuários estão mais disponíveis ou dispostos a navegar e interagir. Não há um dia/horário oficial, já que essas tendências mudam o tempo todo, mas um estudo da HubSpot sugere que o ideal é fazer suas publicações entre 13h e 15h.

Aderir a isso, contudo, depende muito da sua demanda. Se você possui três conteúdos para um mesmo dia, por exemplo, condensá-los nessa estreita faixa de horário fará com que cada um perca seu próprio “destaque”.

Portanto, a princípio procure publicar em períodos diferentes: manhã/tarde/noite nos dias comerciais e finais de semana. Apenas o seu público dirá quando acontecem as melhores oportunidades: experimente vários horários e veja quais trazem maior retorno.

Distribua os temas

Ao distribuir diferentes conteúdos entre suas faixas de publicação, procure manter a página diversificada. Agrupe os posts em diferentes categorias, pensando em quais personas e objetivos você deseja atingir com cada uma delas. Vale se perguntar:

  • Esse conteúdo é para quem já curte minha página ou para incentivar outros a fazerem isso?
  • Qual informação é trazida: apresentação de produto, notícia, resposta a uma pergunta ou outra coisa?
  • Qual o formato desse conteúdo: vídeo, imagem ou texto?
  • Ao clicar no link, para onde o usuário será redirecionado? Que tipo de conversão espero dele nessa landing page?

Com essas respostas em mente, separe cada conteúdo e certifique-se de intercalar a publicação das categorias. Você pode, por exemplo, publicar um vídeo pela manhã, uma apresentação de produto à tarde e uma notícia com imagem à noite. A dica é nunca postar o mesmo tipo de informação/formato repetidamente.

Crie um calendário

Uma ferramenta que faz toda a diferença nesse “controle” de publicações é o calendário. Ele pode dar uma visibilidade muito maior aos conteúdos que você pretende lançar e garantir que tudo vá ao ar no momento mais adequado.

Há várias formas de fazer o seu: separando por dia/horário, formato, assunto, link acionado, etc. Analise como você se organiza mentalmente a respeito da demanda e tente montar seu calendário da forma mais intuitiva possível.

Como base, você pode usar o Google Calendar, uma tabela do Excel ou mesmo o Trello.

Programe as publicações

Calendário montado? Agora, vamos programar todos os posts no Facebook para ganhar tempo e impedir que possíveis imprevistos atrasem suas publicações.

Programar post 1

A primeira coisa a fazer é acessar sua fanpage. Feito isso, insira o post no espaço adequado, clique na seta ao lado de “Publicar” (1) e depois em “Programar” (2) .

Programar post 2

Na janela que se abre, ajuste o dia (3) e o horário (4) nos quais sua publicação deverá ir ao ar. Por fim, clique em “Programar” (5) e pronto! Você verá seu post agendado em rascunho.

Tudo certo?

Você já planejou e programou os posts da página no Facebook, mas seu trabalho continua: o próximo passo é acompanhar a resposta do público e ver como tudo está funcionando na prática. Verifique se os períodos escolhidos foram bons, se a distribuição de conteúdos está agradável e se os usuários realmente interagem com você. Faça alterações constantes e não tenha medo de experimentar coisas novas!

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

O Facebook promoveu recentemente algumas mudanças na forma como os usuários interagem com as publicações feitas na plataforma. Chamada de Reactions, ou simplesmente Botões de Reação, essa nova funcionalidade permite que os membros da rede social se expressem de diferentes maneiras ao interagir com uma postagem.

Se antes só havia a possibilidade de “curtir” 👍 uma publicação, agora o Facebook abriu um leque de interações muito maior.

Os novos botões de reação

❤️ Amei: usado geralmente quando um usuário gostou muito de uma publicação;
😆 Haha: usado geralmente para postagens engraçadas/divertidas;
😲 Uau: usado geralmente em publicações que geram algum tipo de espanto (uma notícia bombástica, por exemplo);
😢 Triste: como sugere o nome, utilizado geralmente em postagens tristes (um falecimento, por exemplo);
😠 Grr: usado geralmente quando a publicação gera algum tipo de aborrecimento.

Os botões de reação e a estratégia de Marketing Digital

Por se tratar de uma funcionalidade que ainda pode ser considerada nova, ainda é cedo para fazer uma análise mais profunda, mas, inicialmente (e dependendo do conteúdo do post a interpretação pode ser inversa) os comentários negativos que uma determinada publicação eventualmente receber poderão ser substituídos por um simples clique no novo botão “Grr”.

Isso pode diminuir o número de interações negativas entre clientes e fanpages e, consequentemente, discussões polêmicas que geram marketing nocivo. De novo: ainda é cedo para afirmar que isso vai acontecer com certeza, tampouco que o número de comentários (sejam eles positivos ou negativos) vai diminuir, mas pode ser um indicativo.

Além disso, a novidade trará um novo mundo de possibilidades para marcas que fazem marketing no Facebook, que agora têm informações mais detalhadas sobre como reagem seus respectivos públicos diante de seus conteúdos. Antes da mudança, qualquer “Curtir” era encarado como positivo mesmo que não fosse na prática um sinal de aprovação. Com a mudança, os administradores das fanpages deverão ficar mais atentos às reações dos seus seguidores e terão dados precisos para criar postagens ainda melhores.

Fato é que agora essas reações são totalmente interpretativas. Terão uma variação considerável em relação ao contexto.

Como fica o EdgeRank

Outro ponto que vem sendo discutido é o impacto dos botões de reação no EdgeRank, algoritmo que define a relevância do conteúdo e impacta diretamente no alcance das postagens das páginas no Facebook.

Como o EdgeRank do Facebook funciona?

Pois bem, segundo o próprio Facebook, as novas reações terão o mesmo peso das curtidas no EdgeRank, o que quer dizer que qualquer reação, seja ela “Amei” ou “Grr”, será contabilizada como uma curtida comum. É importante ter isso em conta, uma vez que as curtidas têm um peso diferente de comentários e compartilhamentos no EdgeRank.

E por que o algoritmo do Facebook consideraria igualmente reações tão distintas? De acordo com um estudo do especialista Jonah Berger chamado “O que torna um conteúdo online viral?”, publicações que despertam a reação de raiva nos leitores têm 34% mais chances de serem viralizadas, ou seja, as pessoas gostam de polêmica e de se sentirem desafiadas tanto quanto se identificam com postagens que as façam felizes (via HubSpot), portanto, talvez não interesse tanto à rede social limitar da timeline de seus usuários a aparição de publicações que gerem desconforto.

Métricas para os botões de reação

Ainda há poucas métricas disponíveis para os novos botões de reação. Nas estatísticas do Facebook Insights, por exemplo, você só consegue ver dados gerais sobre curtidas.

Caso queira analisar as opções de reação, portanto, você terá que acessar cada publicação individualmente. Isso pode ser feito diretamente pela linha do tempo de sua fanpage ou através do próprio Insights.

Entre as diversas redes sociais que fazem sucesso ao redor do mundo, o Facebook é uma das que mais se dedica a oferecer serviços diferenciados para usuários comuns e empresas. Com inovações e aprimoramentos constantes, atende a um público muito grande e variado e parece ter plena consciência disso.

Se você usa a plataforma ou pretende fazê-lo para fins pessoais, acompanhando as novidades da sua rede, o ideal é criar um perfil. Contudo, se pretende fazer marketing digital através da mídia e promover seu negócio online por lá, é melhor criar uma página ou fanpage.

Como é um perfil no Facebook

O perfil é a versão da plataforma para pessoas físicas, a princípio seu público principal. Funciona como uma “ficha” dentro do Facebook: contém informações pessoais como locais de estudo e trabalho, rede de amigos (limitada) e uma linha do tempo com fotos, vídeos e notas atrelados unicamente à pessoa identificada.

Conta também com lembrete de aniversários, agenda de eventos, jogos e muitas outras ferramentas também de uso pessoal. O que é publicado através de um perfil aparece como “assinado” pelo autor da postagem e busca um engajamento mais individual.

Como é uma página no Facebook

A página, por si só, já possui um objetivo diferente. Nela, a proposta não é alimentar interesses e compartilhar seu cotidiano com amigos e conhecidos, mas apresentar conteúdo de uma forma mais profissional e comprometida.

Também conhecida como fanpage, entre seus recursos destacam-se a programação de publicações, a possibilidade de adicionar um local físico, múltiplos administradores e, consequentemente, assinatura em nome da marca, e não diretamente do autor.

Minha empresa tem um perfil, e agora?

Fique tranquilo! Se por engano você criou um perfil em vez de uma página para o seu negócio, basta conferir este tutorial e fazer a mudança. Além de melhorar a sua presença na rede social, essa medida é necessária para cumprir com os termos e condições do Facebook e manter sua conta em segurança.

E se eu não tiver nenhum dos dois?

A própria página inicial do serviço oferece a opção de criar um perfil pessoal ou uma página de empresa.

Imaginemos que você tem uma loja online, como um e-commerce de roupas de moda skate, por exemplo. Nessa empresa, tudo é controlado. Como o negócio é novo, o seu capital ainda é restrito e você gasta o pouco que ganha investindo em peças para repor o estoque.

Num primeiro momento, em que sua loja virtual ainda não deu os resultados esperados, você procura por opções mais econômicas para divulgar seu trabalho, de modo a garantir divisibilidade sem que isso cause prejuízo ao seu negócio.

Neste caso, é possível montar uma estratégia de divulgação eficiente e barata, capaz de colocar a sua loja online na cabeça de milhares de possíveis compradores para seus produtos. Quer saber como? Através do Facebook Ads. Por isso, confira agora como usar o Facebook para o e-commerce:

Facebook Ads para divulgar sua empresa

No exemplo do e-commerce de moda skate, quando você investe o seu dinheiro no Facebook Ads, o sistema coloca o seu anúncio em contato com pessoas que têm interesse manifestado por esse assunto. Com anúncios de formato único (80×110 pixels), título e um texto de tamanho limitado, o Facebook Ads permite que você mesmo consiga segmentar o público que será atingido por ele.

Assim, uma campanha bem feita garante resultados como, por exemplo, o aumento do número de curtidas que a fanpage de sua empresa recebe (gerando engajamento, que é fundamental para criar uma relação próxima com os consumidores); além de gerar tráfego para o seu site, o que tende a aumentar a quantidade de vendas.

Como anunciar no Facebook Ads

Na página de anúncios do Facebook, você pode escolher qual o tipo de campanha pretende fazer. Você tem opções entre impulsionar publicações, promover a página em busca de mais curtidas, fazer uma promoção ou divulgar um evento.

Vamos focar nas duas primeiras opções, pensando em ganhar visibilidade para o e-commerce de skate.

• Para impulsionar uma publicação, você escolhe o post, determina o orçamento máximo e a campanha dura até quando a quantidade necessária de cliques para fechar seu orçamento for atingida.

• Para promover a fanpage e obter assim um número maior de curtidas, é necessário segmentar o anúncio a partir de critérios como idade, sexo, localização e interesses pessoais para que as pessoas com o perfil mais próximo de sua empresa recebam esses anúncios em sua linha do tempo.

Remarketing

Além disso, o Facebook ainda oferece outras alternativas para sua campanha. Uma delas é o remarketing, um tipo de ação onde o anúncio é destinado a potenciais consumidores a partir de suas ações anteriores na internet.

Por exemplo: uma pessoa entrou em seu site de moda skate, olhou alguns produtos, mas não efetuou a compra.

Com o remarketing, horas depois, o sistema colocará o anúncio dos produtos que o visitante pesquisou em sua loja diante dele no Facebook. Isso reforça a imagem da sua marca e aumenta as possibilidades de venda.

Facebook para o e-commerce

Se você possui uma empresa, mas não tem capital para divulgar a sua marca, é pertinente considerar as novas ferramentas que o mundo digital oferece. Com o Facebook — a principal rede social do mundo —, é possível marcar presença em ambiente online de maneira eficiente. Tudo isso com investimentos mais baixos do que os exigidos pelo marketing tradicional.

Além disso, é bom ter em mente que sem investimento no Facebook hoje, seu alcance não será muito significativo. Desta maneira, sua fanpage funcionará mais como uma ferramenta para marcar presença na rede social, o que também é bem importante.

Invista nesse tipo de anúncio e obtenha benefícios como aumento de tráfego e vendas para o blog ou site oficial de seu e-commerce. Você já usa o Facebook para seu e-commerce? Qual é a sua opinião sobre o assunto? Deixe aqui o seu comentário!

Originadas no Twitter há alguns anos, hoje as hashtags possuem presença constante na internet. Tratam-se de palavras precedidas pelo sinal #, incluídas em publicações nas redes sociais.

Quando clicada, a hashtag transfere o usuário para uma página de resultados de pesquisa que contém todas as postagens correspondentes a ela, ou seja, todas as publicações com a mesma hashtag. Essa é sua principal função: reunir o conteúdo completo da rede referente ao assunto e contextualizá-lo em uma perspectiva maior.

E embora seu uso possa parecer desnecessário para algumas publicações pessoais, é fundamental lançar mão desse recurso quando se fala em perfis de empresas. Hashtags bem utilizadas podem fazer toda a diferença no alcance das suas postagens, fazendo com que a sua marca atinja novos clientes em potencial e atraia visitantes para a sua loja virtual.

Conheça o contexto

Para produzir qualquer tipo de conteúdo, é preciso pensar primeiramente no espaço em que o mesmo será disponibilizado. Com as hashtags não seria diferente: apesar de não comporem a parte principal da postagem, elas podem causar um grande impacto na mensagem a ser transmitida. Por isso, você precisa considerar dois fatores importantes: a plataforma de publicação e o posicionamento popular a respeito do tema em questão.

Cada rede social utiliza hashtags de uma maneira diferente. No Twitter, Instagram, Facebook e GooglePlus, por exemplo, estas devem ser inseridas diretamente ao final do texto da postagem, enquanto no Pinterest é preciso colocá-las nas descrições dos Pins – e, no YouTube, nos comentários do vídeo.

Sabendo onde sua hashtag será posicionada e o destaque dado a ela, o ideal é pesquisar o assunto que você tem em mente e as possíveis alternativas na rede social. Muitas marcas pecam ao usar hashtags populares ou extremamente polêmicas sem conhecer seu contexto, causando a impressão de estarem “forçando” uma interação ou até mesmo tentando ganhar visibilidade às custas do tema. Veja como os usuários comentam o assunto da sua publicação para saber qual abordagem você deverá utilizar.

Escolha as palavras certas

Conhecendo os melhores termos, é hora de elaborar a sua hashtag. Nada de colocar frases inteiras e que apenas repitam o que já foi mencionado em sua publicação: você precisa de algo relevante, agregador e simples.

Escolha palavras-chave, que acrescentem alguma informação e se relacionem com o ramo de atuação da sua marca. O ideal é selecionar no máximo três e diferenciá-las com letra maiúscula. Em vez de colocar #confiraosnovosbiquinisdeverão, por exemplo, prefira #ModaPraia ou #verao2015.

Não use traços ou espaços, que em geral não são reconhecidos pelas plataformas. Evite também muitos caracteres especiais, acentos e números, escrevendo-os apenas quando realmente necessário.

Não exagere

A simplicidade deve ir além da hashtag em si e se estender ao seu uso. Para evitar “poluição visual”, escolha poucas hashtags para cada publicação – apenas uma ou duas, se possível. Como você já pensou nas palavras ideais, não há necessidade de usar vários termos similares para atingir o seu objetivo de comunicar e aumentar a audiência.

Avalie também o tamanho do texto da sua publicação, mantendo a quantidade de hashtags visualmente proporcional. O espaço ocupado por elas na postagem deve ser sempre menor do que o correspondente ao texto, para que a cor diferenciada dos links não atrapalhe a leitura do resto do conteúdo.

Aplicando todas essas ideias, uma boa publicação no Facebook seria a seguinte: “Confira os nossos lançamentos para a próxima estação! Biquínis, maiôs e sungas para todos os gostos. #ModaPraia #verao2015”.

Tudo certo?

Quando bem elaboradas e posicionadas, as hashtags farão com que pessoas interessadas pelo assunto do seu conteúdo visualizem suas publicações nos resultados de pesquisa e cheguem até o seu perfil. Percebendo a resposta do público, você pode até mesmo criar a sua própria hashtag, convidando seus consumidores a postarem fotos usando os seus produtos.

As plataformas estão adicionando e testando experiências que possam agilizar os processos de compra dos consumidores.

Por ProXXima. O Facebook confirmou, no último dia 15, que está testando uma nova funcionalidade que permitirá a criação de lojas online em um pequeno grupo de páginas de empresas. Ao Buzzfeed, a empresa deixou claro que é apenas um teste.

A iniciativa, entre tantas outras sendo testadas nos últimos meses, reforça a busca da plataforma por melhorar ainda mais a experiência de compra dos consumidores e contribuir para que marcas ampliem seus negócios.

O Facebook é o que mais leva pessoas a sites de comércio eletrônico, o que torna esse mercado ainda mais atrativo. No ano passado, a rede já havia incorporado a seus anúncios o botão “Comprar” disponível para algumas empresas.

Ainda neste mês, o Facebook também deu sinais de que estaria lançando um serviço de assistência virtual que poderia ajudar consumidores a encontrar produtos e serviços. O Moneypenny seria uma espécie de concierge virtual, que promete entregar qualquer produto que o usuário queira em algumas horas.

Google

O Google também vem aprimorando suas ferramentas voltadas às experiências de compras. Em junho, a empresa anunciou que adicionaria o botão de compra ao lado dos links que aparecem em seus resultados. O principal objetivo, segundo a empresa, é facilitar o processo de compra do usuário sem sair da plataforma.

Outra aposta importante do Google, o Google Now, também está voltado para melhorar experiências de consumo. O aplicativo coleta informações de vários aplicativos como o calendário e localização, assim como outros sinais.

Por exemplo, se a pessoa tem uma conference call em um minuto e o Smart Stream percebe que os fones de ouvido estão conectados ao telefone, coloca o número a ser discado na tela de início. Essa antecipação permite oferecer e aumentar o alcance das marcas na hora de oferecer produtos e serviços.

Twitter

Também no ano passado, o Twitter inseriu a ferramenta botão de compra para seus usuários. O recurso otimiza a relação entre consumidor e anunciante na rede social e direciona o usuário para uma nova página, onde são fornecidas as informações de pagamento e entrega, para completar o processo de aquisição.

O botão está disponível apenas para os aplicativos do Twitter em iPhone e Android. A nova ferramenta, no entanto, é mais uma aposta da empresa em resposta direta para as marcas, que poderão acompanhar as conversões por meio dos cliques no botão “Compre”.

Em fase de testes, a ferramenta está disponível apenas para alguns parceiros, que incluem aproximadamente 25 marcas, músicos e ONGs. Texto publicado no ProXXima.

Instagram e Pinterest

O E-commerce tem se mostrado o caminho mais lógico para a estratégia das principais plataformas de redes sociais utilizadas no mundo. Mês passado foi a vez do Instagram e do Pinterest também anunciarem ferramentas de venda online.

Nos mesmos moldes, as funcionalidades entraram em fase de testes e apenas para alguns anunciantes pré-selecionados. Leia o artigo na íntegra: Instagram e Pinterest implementam botões que redirecionam audiência para compras.