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Ano após ano a Black Friday se consolida como a data mais importante para o e-commerce brasileiro. Em 2016 o evento representou um faturamento de R$ 2,14 bilhões, tendo um crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2015, conforme levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Entretanto, nem tudo são flores para os lojistas. Com o aumento do fluxo de clientes, ocorre também maior número de chargebacks, solicitações de estornos que podem ser fraudulentos e, portanto, representar um grande impacto na operação dos estabelecimentos que não estiverem preparados.

Chargeback: o que é?

Ocorre quando o consumidor solicita um estorno ao emissor do cartão. Em um exemplo prático, pode acontecer de determinada pessoa não reconhecer um lançamento na fatura. 

A medida pode representar um grande risco ao varejo eletrônico: para que tudo ocorra da maneira certa, as pessoas não podem agir de má fé, solicitando devolução de dinheiro de compras realizadas.

Segundo levantamento realizado pelo Ebit, empresa especializada em transações on-line, no ano de 2016 houve 38 milhões de pedidos de chargeback. Desse total, apenas 2,8 milhões foram revertidos, ou seja, 7,4% foram recusados para o consumidor devido ao lojista provar que é fraude.

Como contestar?

Para provar que a requisição do usuário em sua operadora é uma fraude, os lojistas precisam ter documentos relacionados à transação:

• Comprovante de venda;
• Descrição do produto ou serviço adquirido;
• Nota fiscal;
• Dados do comprador e;
• Informações de entrega ou utilização do item.

Além dessa documentação, os estabelecimentos podem utilizar qualquer outra prova capaz de fazer a conexão entre comprador e operação. A loja tem por obrigação comprovar que houve a venda e que o item ou serviço foram entregues e usufruídos.

Todas essas informações devem ser levantadas e enviadas dentro de um período de dez dias. Em seguida, o banco responsável irá julgar a reapresentação. Caso a contestação seja favorável ao lojista, é realizado um crédito com o valor da venda, anulando o débito anterior, referente ao estorno do chargeback. Já o consumidor, por sua vez, precisa realizar o pagamento.

Caso a instituição não aceite a reapresentação, nada mais poderá ser feito. Provar que uma solicitação de estorno é indevida não é tarefa simples. Por esse motivo, o ideal é que ocorra o controle total das vendas e transações do início até o recebimento da última parcela.

Para diminuir as tentativas de golpes, as lojas precisam atuar diretamente com sistemas antifraude, que tornam-se responsáveis por toda a análise das compras, cruzando as informações dos clientes com as contidas em bancos de dados. Ao identificar um possível ataque, o lojista é avisado e cancela do saldo reservado no cartão do fraudador.

É fundamental ter soluções de gestão financeira e conciliação de vendas, que reúnem todas as informações necessárias sobre as operações realizadas, facilitando ao lojista o acesso fácil e rápido às informações.

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Tradição no varejo norte-americano há décadas, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010 e em poucos anos já se tornou a principal data do e-commerce nacional, com uma expectativa de movimentação acima dos R$ 2 bilhões em vendas e mais de 3 milhões de pedidos, de acordo com a Ebit.

Black Friday no e-commerce deve crescer 15% em 2017 segundo estimativa Ebit

Diante do enorme volume de transações, são frequentes as reclamações sobre problemas técnicos que impossibilitam o acesso às páginas das lojas, a visualização de ofertas ou até a conclusão da compra em suas últimas etapas, frustrando consumidores e lojistas diante da perda de uma grande oportunidade.

Há, ainda, o registro de ocorrências de diferentes tipos de ataques virtuais que sobrecarregam e até derrubam os sites, ocasionando um prejuízo significativo aos comerciantes.

Apenas para dimensionar o tamanho das perdas, uma pesquisa do Google Brasil realizada em 2015 estima que uma loja perca mais de 300 mil acessos a cada hora em que fica fora do ar durante a Black Friday, número que pode representar um prejuízo de até R$ 1,5 milhão para um grande varejista. Logo, passa a ser fundamental o investimento em soluções tecnológicas que aumentem a disponibilidade, garantindo a operação em todas as etapas, a fim de que cada oportunidade seja convertida em uma venda.

Rede de Distribuição de Conteúdo

Uma das ferramentas essenciais é a Rede de Distribuição de Conteúdo, mais conhecida pela sigla CDN – Content Distribution Network, em inglês. Trata-se de uma infraestrutura interligada que hospeda alguns elementos das páginas em diferentes servidores espalhados pelo país (ou pelo mundo), com o objetivo de diminuir o tempo de carregamento do site ao direcionar o acesso ao servidor geograficamente mais próximo. Isso evita que o consumidor desista de uma compra quando uma página demora para carregar devido ao grande fluxo de usuários, por exemplo.

A CDN permite ainda que um consumidor de Manaus tenha mais facilidade em carregar a página de uma loja virtual de Porto Alegre que tenha seus dados hospedados em um servidor em Goiânia. Ela também facilita as compras de um consumidor brasileiro que garimpa em portais de grandes varejistas chinesas, os quais hospedam dados em servidores no nosso país.

Monitoramento de trânsito IP

Outra tecnologia indispensável que visa garantir a segurança do e-commerce é a de monitoramento de trânsito IP. Os ataques de negação de serviço, conhecidos pela sigla DDoS (Distribution Denial of Service, em inglês), estão mais frequentes e massivos a cada ano.

Eles acontecem quando milhares – ou até milhões – de dispositivos infectados conectados à Internet são direcionados para acessar um mesmo site simultaneamente, sobrecarregando-o até a interrupção dos serviços.

Na Black Friday, essa prática tem ficado cada vez mais comum, portanto a loja virtual deve reforçar sua infraestrutura de proteção para se prevenir contra esse tipo de crime, bloqueando as solicitações ilegítimas tão logo um tráfego suspeito seja iniciado.

O e-commerce tem sido um dos mercados mais saudáveis da nossa economia, mesmo no pior momento da crise, e por esse motivo tem atraído olhares de empreendedores e consumidores, e um dos principais motivos é a comodidade proporcionada pela tecnologia.

Portanto, o investimento no desenvolvimento das lojas virtuais deve acompanhar esse crescimento, incrementando soluções em todos os níveis, a fim de manter a prosperidade do segmento.

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Os chargebacks – contestações de vendas com cartões de crédito – são mais comuns do que se pensa. Em lojas físicas do varejo o impacto do problema pode ser controlado à medida que os estabelecimentos possuem o tíquete de papel e podem usá-lo como comprovante da operação. Entretanto, em relação às vendas on-line, é mais difícil atestar a legitimidade das transações quando não são reconhecidas pelo titular do cartão.

Isso ocorre porque, ao não solicitar a confirmação mediante à digitação da senha, as lojas virtuais permitem brechas para ações fraudulentas, que podem ocorrer tanto pelo próprio dono do cartão, que pode comprar e depois negar a operação, quanto por terceiros, que só necessitam ter acesso aos números gravados no cartão para adquirir mercadorias sem dificuldades.

Em ambas as situações, os vendedores raramente conseguem identificar o verdadeiro responsável pelo delito, restando-lhes se resignar com o problema, assumi-lo como parte da rotina de vendas e realizar o controle para que as ocorrências de cada chargeback sejam sempre contabilizadas corretamente pelas operadoras e gateways de pagamento.

Como garantir os direitos do consumidor e do lojista

Quando as contestações acontecem

Juntamente aos casos de fraudes, os principais motivos que fazem com que o consumidor solicite o cancelamento e estorno de uma operação com cartão de crédito são:

• insatisfação com a mercadoria;
• o não reconhecimento da compra, incluindo situações em que o consumidor se esquece de uma aquisição;
• erros de processamento, quando o cliente não confere o comprovante;
• e a transação é efetuada com algum valor indevido, por erro de digitação do vendedor.

Muito além do chargeback: quais outros problemas a fraude pode causar ao e-commerce?

A melhor alternativa é o acompanhamento inteligente

Os equívocos cometidos no registro pelas operadoras e gateways podem implicar em cobranças incorretas ou múltiplas de um mesmo evento.

Para evitar que isso ocorra e gere perdas significativas de receita, o ideal é que as empresas vendedoras realizem um acompanhamento criterioso dos chargebacks, utilizando ferramentas de conciliação automática juntamente com sua gestão de vendas com cartões.

As soluções mais eficientes são capazes de aumentar a produtividade da equipe financeira em mais de 70%. Além de identificar as improcedências no confronto entre informações dos vendedores e das operadoras, algumas são capazes de rastrear os chargebacks, verificando se o que foi registrado corresponde à ocorrência da transação, se apontam duplicidades e se informam sobre os prazos para que os usuários recorram das solicitações.

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O cenário digital pode promover diversos benefícios para quem busca investir nesse ambiente de vendas que cresce a cada ano. Mas, existe um porém. O cenário do e-commerce é alvo de inúmeras fraudes. Estou falando de fraudes que prejudicam, e muito, o lojista virtual e os serviços envolvidos em toda a operação de um site.

Só de pensar que a estimativa para vendas fraudulentas está entre 25%, o impacto acaba sendo ainda maior. Ou seja, se o seu faturamento mensal for de R$ 10.000 em vendas, o prejuízo pode ser de até R$ 2.500. Quem trabalha com e-commerce sabe muito bem a diferença que isso faz no fim do mês, não é mesmo?

O pior de tudo é que as fraudes no e-commerce não são tão noticiadas nas grandes mídias e acabam, muitas vezes, ficando fora do conhecimento de muitos lojistas, principalmente os iniciantes no mercado online.

Falar sobre as fraudes e mostrar como evitá-las é algo fundamental. Por isso, a intenção desse post é divulgar e explicar por que a garantia de chargeback não é saudável para o seu negócio digital.

Além disso, você entenderá como as fraudes promovem o chargeback, inimigo número 1 do lojista virtual. Então vamos lá?

Falando um pouco sobre as fraudes

Diversas pesquisas mostram o quanto as fraudes são prejudiciais, não só para os lojistas mas para todas as pessoas que utilizam cartões de crédito. Uma pesquisa recente relatou que cerca de 33% dos brasileiros foram vítimas de fraudes com cartões nos últimos 5 anos.

Como eu disse, várias pessoas são afetadas com as fraudes, seja o funcionário de uma empresa ou o próprio empresário que investe no sucesso do seu negócio. 

Primeiramente, você precisa saber que existem diversos tipos de fraudes. Nesse post, eu vou focar no tipo de fraude que mais afeta os lojista virtuais: a autofraude.

Explicando a autofraude:

A autofraude acontece quando um cliente age de má fé e não reconhece a compra que foi feita em seu nome. Embora esse não reconhecimento da compra seja parte dos direitos do consumidor, essa prática acaba trazendo diversos transtornos ao lojista, principalmente após o envio do produto.

A autofraude acaba sendo motivo de muita dor de cabeça para o lojista devido ao que geralmente vem acompanhado dela. Eu estou falando do chargeback. Esse mesmo, capaz de prejudicar todo o faturamento de um negócio digital.

Autofraude = Chargeback

Eu disse anteriormente que a autofraude é um problema que acaba levando ao processo de chargeback. Mas o que é chargeback? O chargeback nada mais é do que um processo inverso ao de um pagamento e acontece quando o cliente contesta a compra realizada, fazendo com que o valor seja estornado em seu cartão de crédito.

O chargeback é um dos maiores problemas para o lojista porque afeta toda a saúde financeira do negócio. Esse problema é listado como o principal motivo para o fechamento de lojas virtuais.

Garantia de chargeback: será que vale a pena?

A garantia de chargeback é um serviço oferecido por alguns meios de pagamento que tem como objetivo garantir uma cobertura financeira, contratada pelo próprio lojista, para protegê-lo de compras confirmadas como fraude.

O problema é que muitos lojistas não sabem que essa garantia não se aplica para todos os tipos de produtos ou serviços vendidos no ambiente virtual. Além disso, os serviços de garantia de chargeback cobrem apenas uma pequena parte do prejuízo.

Abaixo, listei alguns pontos que esclarecem por que a garantia de chargeback não é a opção mais adequada para um e-commerce que tenha como objetivo aumentar o faturamento.

Redução nas taxas de conversão:

O aumento nas taxas de conversão é um dos pontos que os lojistas consideram como uma prioridade, principalmente porque implica diretamente nos resultados financeiros do negócio.

E diversos fatores podem contribuir para o aumento das taxas de conversão. Seja a implementação do checkout transparente ou a análise de risco manual.

O checkout transparente aumenta as taxas de conversão porque otimiza a experiência de compra de um cliente em uma loja virtual.

Já a análise de risco manual promove um aumento na conversão devido ao tipo de análise de transação que é feita. Por ser manual, ou seja, que conta com uma equipe especializada que trabalha para verificar se a transação é, ou não, uma fraude, essa análise é responsável pela confirmação da segurança da transação que está sendo feita.

Ao contrário da análise automática, que pode errar ao considerar uma transação legítima como sendo fraude, a análise de risco manual impede que isso aconteça. Com esse tipo de análise, os dados são verificados minuciosamente.

Se não for identificado nenhum problema com a segurança, a transação é feita normalmente. É por isso que as taxas de conversão de um site são muito mais beneficiadas com o serviço de análise de risco manual. 

A questão é exatamente essa: será que a garantia de chargeback pode afetar a sua conversão? Vamos lá!

Para que um sistema de pagamento online ofereça a opção de garantia de chargeback para o seu cliente, ele precisará diminuir drasticamente as taxas de aprovação de pedidos do lojista que está solicitando esse serviço. Mas por que?

Porque quanto menor o número de transações aprovadas pelo meio de pagamento online, menores serão as chances dessas transações resultarem em um chargeback. Como consequência disso, não será necessário o uso da garantia de chargeback.

Qual seria a solução ideal?

Agora que você entendeu porque a garantia de chargeback não é a melhor opção para o seu negócio, vou te mostrar qual é a alternativa ideal para casos de chargeback.

Análise de risco… você provavelmente deve conhecer esse serviço que cuida da segurança das transações que ocorrem no seu negócio.

A Análise de Risco é encarregada de cuidar da análise de todas as transações feitas em um ambiente de compra digital. Com a integração desse tipo de tecnologia no seu site, fica muito mais fácil e estratégico garantir a segurança das transações.

Conhecendo a análise de risco focada na conversão:

Acima, eu falei sobre o serviço de análise de risco e mencionei as suas vantagens. Porém, você precisa saber que existem 2 tipos de serviço de análise de risco: a automática e a manual.

Análise de risco automática:

Em análises automáticas, muitas vezes, algumas compras legítimas acabam sendo barradas pelo sistema. Isso acontece porque o sistema que está analisando a transação pode suspeitar de alguma compra legítima e acabar impedindo que ela seja efetuada, prejudicando o faturamento do lojista.

Análise de risco manual:

A análise de risco manual é diferente. Esse tipo de serviço conta com uma equipe especializada para verificar se a transação é realmente uma fraude.

Funciona assim: se a análise automática identificar uma compra legítima como sendo fraudulenta, seu papel é confirmar se essa transação é realmente uma fraude. Essa confirmação é feita de diversas formas, seja entrando em contato com o titular do cartão ou fazendo uma vistoria dos dados do comprador.

A consequência de todo esse processo analítico é o aumento nas taxas de conversão do site.

Meios de pagamento online que integrem tanto uma análise de risco automática quanto uma manual, promovem maiores conversões, pois um volume maior de vendas será aprovado com segurança.

Um meio de pagamento online que conta com uma análise de risco manual acaba sendo mais interessante para lojistas digitais, graças ao aumento das taxas de conversão e benefícios que esse tipo de serviço pode oferecer para um e-commerce. Esse aumento nas taxas de conversão se dá pelo tipo de análise de transação que é feita, que é minuciosa e precisa.

Fonte de informações: Moip Pagamentos

Tornar os processos mais eficientes e garantir que os clientes executem suas atividades com segurança. Para que as empresas alcancem esses objetivos, é fundamental diferenciar as transações legítimas dos clientes das atividades fraudulentas dos criminosos. Mas esse processo pode custar caro.

Bancos, cooperativas de crédito, operadoras de cartões de crédito e seguradoras, que estão sob constante pressão para reduzir os custos de suas atividades, têm demonstrado maior entusiasmo para a adoção de processos automatizados.

Depois da migração de agências físicas para plataformas móveis e digitais, a automação será o próximo passo para as instituições financeiras que desejam reduzir os custos e inconvenientes envolvidos a investigação de atividades suspeitas e, ao mesmo tempo, tornar as transações mais seguras e eficientes.

As instituições financeiras que aderirem a essa tendência, com a automatização de processos internos e interorganizacionais, serão percebidas como visionárias pelos clientes, e estarão na dianteira desse mercado altamente competitivo que é o FinTech.

Menos erros humanos

Os próprios usuários podem validar transações que se afastam do seu comportamento regular, em vez de deixar a decisão de bloquear ou autorizar uma transação para um agente de fraude que nem sempre é capaz de entrar em contato com o usuário a tempo.

Uma verificação eficiente da identidade do usuário significa que o fluxo de dinheiro e o comércio não serão interrompidos desnecessariamente.

Maior eficiência

Uma plataforma intuitiva de monitoramento de fraude trabalhando em conjunto com a autenticação automática e sem atritos de usuários, significa:

1) Economia substancial recursos, com menos investigações e menores prejuízos com fraude,
2) Possibilidade de gestão de casos adicionais sem a contratação de pessoal adicional, migração de um modelo reativo de investigação para um modelo proativo,
e 3) A coleta automatizada de dados e geração de relatórios.

Verificação multicanal de usuários em tempo real

A autenticação push, juntamente com outros fatores de autenticação forte, como fatores biométricos e senhas de uso único, pode ser usada para validar automaticamente as transações feitas através de diversos canais.

Alguns destes canais incluem ambientes de cartão não presente e e-commerce, saques sem cartão, pagamentos ou transferências feitas através de dispositivos móveis, laptops ou desktops, saques em caixas eletrônicos, sistemas interativos de resposta de voz (URA) e terminais de ponto de venda.

Redução do risco de fraude

A automação da conexão entre uma plataforma inteligente de detecção de fraude e a autenticação de usuários em tempo real contribui para reduzir a ocorrência de novos tipos sofisticados de fraude.

Resumindo: automação igual a redução de perdas com fraude.

Aumento da sensação de segurança e da satisfação do cliente

Clientes que não têm suas transações bloqueadas, mas sabem que suas instituições financeiras são seguras, são clientes felizes. Quando os clientes autenticam as próprias transações, eles se sentem mais seguros e satisfeitos.

Bancos e operadoras de cartão de crédito têm muito a ganhar com a eficientização e modernização desses processos e da cooperação para integração dos protocolos antifraude, com o máximo de automação possível da investigação da fraude nas duas pontas.

A automação pode reduzir a duração do tratamento de um caso de 20 minutos para até 20 segundos.

Em outubro, o Portal G1 divulgou uma matéria sobre roubo de dados de cartão de crédito em lojas virtuais Magento.

No texto, que você pode ler aqui, o jornalista e colunista Altieres Rohr conta detalhes sobre o alerta feito pelo programador holandês Willem de Groot em seu blog. Por lá, foram listados 5.925 sites que tiveram sua segurança comprometida e, aproximadamente, 216 são brasileiros (terminados em .br).

Groot também explicou como o processo acontece: na hora da conversão, um código incluso pelos hackers identifica os dados digitados e os remetem a um site externo mantido pelos invasores. Dessa maneira, a fraude fica restrita à loja virtual, sem que haja nenhuma instalação no dispositivo do cliente.

Sobre isso, o jornalista ainda ressalta que a ocorrência tem como motivo principal a falta de atualização do Magento para as versões atuais. E, por aqui, concordamos!

Por isso, listamos os principais cuidados que você deve ter em relação à segurança do seu e-commerce. Afinal, ninguém vai querer confiar informações ao seu site se ele for inseguro e, olha, isso também é identificado pelo Google, o que prejudica a sua credibilidade no seu principal habitat: a internet.

Dicas de segurança para lojas virtuais Magento

Para facilitar a leitura, de forma com que as informações sejam arquivadas da melhor maneira em sua memória, enumeramos os principais cuidados que você deve ter em relação à segurança da sua loja virtual Magento.

Atualize o Magento para a versão atual

Podemos dizer que atualizar o Magento para a versão atual está no topo da lista. Desde a sua criação, a plataforma passou por diversas transformações e nenhuma foi à toa.

A cada nova versão, um item é acrescentado ou melhorado. Por isso, atualizá-lo, de forma constante, é essencial! Esse cuidado corrigirá problemas, manterá seu banco de dados estável e, consequentemente, aumentará a segurança.

Fique atento às atualizações recentes e busque implementá-las. Atualmente, o Magento está em sua versão 2.1.

Obtenha o Certificado SSL (SSL/HTTPS)

O momento do envio de dados envolve riscos caso a sua conexão não seja criptografada. Mas como fazer isso?

O Magento oferece o certificado de segurança SSL (SSL/HTTPS) e é por meio dele que ocorrerá a criptografia. Para obtê-lo, vá na opção URLs seguras e clique em configuração.

É importante ressaltar que ter o SSL é fundamental para que a sua loja virtual Magento seja compatível com os requisitos de segurança do PCI, que é o padrão de segurança de dados da Indústria de cartões de pagamento.

Adote o SFTP Secure

Uma das formas mais conhecidas para hackear um site é por meio de senhas FTP. Por isso, aposte em códigos elaborados compostos por números, letras maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais.

Além do cuidado citado acima, é aconselhável o uso de um SFTP (Secured File Transfer Protocol), que funciona como uma chave privada na hora da autenticação do usuário.

Cautela com as permissões de diretório do Magento

Os diretórios do Magento são as pastas do sistema. Cada uma delas permitem administrações em três níveis que vão desde o responsável pelo controle da loja virtual, passando por pessoas que ajudam a manter o site até a opção “todos”.

Sobre isso, normalmente, iniciantes em Magento costumam administrar as pastas incorretamente, o que traz vulnerabilidade à loja virtual. Por isso, aconselhamos que você contrate uma equipe especializada em Magento, assim não haverá riscos de invasões.

Lembre-se: hackers conhecem muito bem como o Magento funciona, então é preciso saber blindar os diretórios do sistema.

Inclua o backup em sua rotina

Essa é uma dica básica, porém esquecida por muitos! De nada adianta seguir todas as medidas de segurança se o seu backup não for realizado. E mais: ele precisa ser feito com frequência.

Sobre isso, aconselhamos os backups externos, de hora em hora, e backups para download. Dessa maneira, se houver algum problema em seu sistema, você estará preparado para não perder arquivos e dados.

Você também pode armazenar os documentos de backup por meio de um provedor online voltado para essa finalidade.

Personalize o seu painel de administração

Talvez você, e muitos outros empresários de e-commerce, administram a loja virtual por meio da url: www.seusite.com/adm. Isso acontece por ser mais fácil, claro, mas também pela falta de orientação sobre os perigos dessa prática.

O que acontece é que ao fazer esse caminho, sua conta vira alvo dos invasores, já que esse acesso é muito óbvio. Muitas vezes o login permanece como “admin” e a senha, se for fraca, será achada facilmente por robôs programados para essa busca.

Para evitar esse problema, personalize o seu painel. Veja o passo a passo:

  • Encontre no sistema: /app/etc/local.xml
  • Busque por <! [CDATA [admin]]>
  • Troque o termo “admin” por outra palavra ou código

Escolha uma boa hospedagem

Um plano de hospedagem com recursos ampliados vai favorecer a administração e a segurança da sua loja virtual.

Escolha por um serviço que não limite os seus recursos e atenda suas demandas de maneira eficaz. Com certeza, você não quer que o seu e-commerce fique fora do ar devido o aumento de tráfego em época de promoção, não é mesmo?

Aqui na Bertholdo, usamos a Amazon Web Services (AWS), uma das alternativas mais seguras do mercado.

Contrate empresas de segurança

Existem empresas especializadas em manter a segurança do seu e-commerce. Então, essa opção sempre será uma das melhores alternativas.

Grandes lojistas têm um selo de qualidade, geralmente localizado no rodapé, que comprova a sua credibilidade. Nesse selo, além de identificarem o cuidado com a segurança, há uma data de verificação em que o sistema foi verificado pela última vez (em geral, eles verificam diariamente).

Então, se puder, invista nessa ideia. Você não terá arrependimentos!

Publicado anteriormente no Blog da Bertholdo.

O estudo da Luma Partners apontou as questões da publicidade digital, como fraude, e nós listamos possíveis soluções.

Em estudo realizado e divulgado pela Luma Partners, listou questões relacionadas à publicidade digital e as classificou em sérias, críticas e existenciais. Entre os problemas sérios estão Transparência, Mensuração, Latência e Header Bidding.

Como questões existenciais, a empresa classificou Walled Gardens e a fragmentação. Já entre os problemas críticos, estão ad blocking, fraude e viewability. Sendo estes os mais importantes, são os que escolhemos para detalhar e indicar soluções.

Problemas

1- Ad blocking

O Ad blocking evita que anúncios sejam exibidos. Isso significa a perda de muitas oportunidades cada vez que uma página é carregada.

Apesar de não ser amplamente utilizado – o percentual de internautas do mundo todo que utiliza essa tecnologia é de apenas 7,2% – esse recurso é usado por aqueles que consideram que os anúncios sejam invasivos, afetam o carregamento da página e atrapalham sua experiência no site.

2- Fraude

Fraudes em publicidade online são usuários falsos ou robôs usados para alavancar a quantidade de acessos e visualizações de um site. Por causa disso, o anúncio é visto por um robô ao invés de uma pessoa real.

3- Viewability

Outro problema classificado como crítico que está sendo enfrentado pelos anunciantes é o fato de um anúncio ser impresso, ou seja, ser entregue pelo publisher, mas isso não significar que ele tenha sido efetivamente visto pelo visitante do site. Como o anunciante paga por CPM (custo por mil impressões), ele acaba pagando por um anúncio que sequer passou pelos olhos do visitante.

Os problemas citados não foram classificados como críticos à toa. Juntos, eles compõem um cenário ruim para os dois lados do processo: anunciantes perdem dinheiro pois pagam por um anúncio que não será visto pelo seu público-alvo e publishers perdem seu valor aos olhos dos anunciantes. Como resolver essa situação?

Soluções

1- Ad blocking

Se o que leva alguns internautas a utilizarem este recurso é a publicidade invasiva e irrelevante, a solução é levar mensagem, abordagem, momento (em relação à jornada de compra) e perfil do internauta em consideração para atingir um público mais propenso a receber os anúncios. Isso porque, sob esses termos, a publicidade será considerada relevante e oportuna.

2- Fraude

Existem metodologias anti-fraude para serem aplicadas em campanhas. Um exemplo é o VHT da Navegg, uma metodologia que estuda o histórico de navegação das audiências, identifica quais são de robôs e quais são de pessoas reais e inclui apenas os acessos de pessoas reais em segmentos de audiência que serão utilizados em campanhas.

3- Viewability

Viewability foi a métrica criada para garantir que um anúncio foi visto. Ela leva em conta não só a impressão do anúncio, como scroll – se o visitante rolou a página até o local do site onde está o anúncio – e tempo – quanto tempo o visitante ficou naquela área do site.

Outra maneira de contornar esse problema é não pagar por impressão e utilizar outras formas de pagamento, que não o CPM. Essa é uma tendência de mercado natural e saudável para o anunciante e o consumidor.

Você enfrenta outros problemas em relação à publicidade digital? Conte pra gente!

Publicado anteriormente no Blog da Navegg.

Comprar pela internet é prático, não toma muito tempo e nem exige deslocamento. Por essas e outras razões, o comércio eletrônico tem crescido a cada dia. Mas, as fraudes também migraram para esse meio e afetam uma grande quantidade de consumidores e lojistas.

Depois de conhecermos as diferentes maneiras de proteger seu e-commerce, veremos o outro lado da história: o que fazer e a quem recorrer se você, como comprador, for vítima de fraude em uma loja online.

Temos no Brasil alguns regimentos que protegem o consumidor. Destacam-se entre eles o Código de Defesa do Consumidor e o Decreto regulamentar 7962/2013, sobre os quais você pode aprender mais neste artigo. Com base nessas leis, os órgãos públicos trabalham para que os compradores sejam ressarcidos ou melhor atendidos em caso de insatisfação.

Ações imediatas

Ao perceber que foi vítima de uma fraude, a primeira coisa a fazer é entrar em contato com a loja virtual. Muitas vezes a própria empresa não está ciente do ocorrido e pode já tomar uma providência ao ser informada. O ideal é não recorrer aos demais serviços sem tentar resolver a situação de forma direta.

Fale também com o seu banco para solicitar a verificação ou o bloqueio do cartão de crédito. Em caso de clonagem, a responsabilidade passa a ser da operadora da bandeira (e você pode fazer uma reclamação ao Banco Central se houver demora).

PROCON

Se o e-commerce no qual você sofreu a fraude não tomar as providências necessárias, a alternativa é acionar o PROCON (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor). Junte todos os documentos referentes à compra e ligue para o número 151 pare solicitar orientações específicas.

Na cidade de São Paulo, o atendimento é realizado através dos Postos do Poupatempo, enquanto outras regiões contam com agências conveniadas. Há também a possibilidade de fazer sua reclamação pela internet através do cadastro eletrônico.

IDEC

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) é outra entidade que pode ajudá-lo caso você tenha problemas com compras online. Para utilizar seus serviços, contudo, é preciso se tornar um associado.

Registrando-se através do site oficial do IDEC, é possível obter acesso a diversas informações sobre e-commerce, contar com a ajuda do órgão para solucionar sua situação e até mesmo participar de ações judiciais coletivas, unindo-se a outros compradores que passaram por inconvenientes parecidos.

Delegacias especializadas em crimes virtuais

Se as opções anteriores ainda não te ajudarem a lidar com os prejuízos de uma compra fraudulenta, a medida final indicada é acionar uma das delegacias especializadas em cybercrimes.

Há diversas delas distribuídas pelos estados brasileiros, e você pode conferir uma lista de delegacias de crimes digitais aqui. Ao entrar em contato, você será orientado a registrar um Boletim de Ocorrência para dar início ao processo de investigação e aguardar o solucionamento do problema.

Portanto, ser vítima de uma fraude na internet nunca será uma experiência agradável, mas felizmente os consumidores estão apoiados com diversos recursos. Procure sempre exigir o cumprimento dos seus direitos e tomar o máximo de cuidado com sites suspeitos.

O panorama do cibercrime está mudando. Quanto mais digital fica nossa sociedade, mais casos ocorrem. E você, o que está fazendo para se proteger? Pensando neste e em outros questionamentos a CYLK em parceria com a Gigamon, preparou o infográfico abaixo que apresenta o cenário perigoso dos crimes digitais, bem como soluções infalíveis para uma proteção eficaz.

Vale o destaque para os seguintes pontos:

38% de crescimento de incidentes de seguranças de 2015 em relação à 2014;
• Aumento de 56% de roubos de propriedade intelectual;
• 317 milhões de malwares foram criados, 26% a mais que 2014;
• 23% dos destinatários de e-mails abrem mensagens de phishing, 11% clicam neles!
• 89% das organizações estão vulneráveis à ameaças internas;

Leia também:

Treinar funcionários é tão essencial quanto os antivírus

Confira o infográfico, proteja-se e entenda como funciona este perigoso cenário:

CYLK-Gigamon-Infográfico-traduzido-1-2
Desenvolvimento CYLK em parceria com a Gigamon.

Mais sobre o assunto:

6 tipos de ameaças que seu e-commerce corre risco de sofrer

Segurança. Essa é a palavra da vez, para quem deseja ter sucesso com um e-commerce. Por quê? Simples. O usuário que compra em uma loja online quer ter a certeza de que seus dados serão tratados com toda a segurança e de que ele não vai ter problemas com extravios, clonagem ou roubo de informações importantes.

Você não deve se preocupar apenas com a plataforma de e-commerce a ser utilizada. Deve saber todos os passos e ações que devem ser tomados em casos de urgência. Até porque, o comércio eletrônico é a aposta e os números para 2016, são bem otimistas. Portanto, aproveite e não deixe que nada atrapalhe o sucesso da sua loja virtual.

Infográfico: como garantir a segurança da sua loja virtual