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A famosa tabela de frete fracionado não é algo simples de se analisar. Sua composição pode ser ampla e varia de acordo com a região e transportadora.

É importante entender inicialmente que o transporte rodoviário pode ser cobrado através de duas formas de medida principalmente, peso e cubagem. O motivo é que algumas mercadorias são leves, porém volumosas. Outras pesadas, mas com pouco volume. Os veículos de transporte de cargas possuem limitação de peso e volume.

Para a cobrança do frete, considera-se o que tiver maior valor numérico entre o peso real (Kg) e o cubado (Kg/m³). No último caso o resultado é obtido através da multiplicação das dimensões por um fator de densidade. Esse peso deverá pertencer a uma faixa da tabela, na qual será possível saber o valor principal do transporte.

Adicionalmente ao valor frete peso, estão outras taxas e impostos, as principais são:

• Ad-valorem: Seguro de responsabilidade civil. Calculado através de um percentual sob o valor da nota fiscal.
• TAS – Taxa de Administração da Sefaz (Secretaria da Fazenda): Cobrado por conhecimento de transporte rodoviário de carga (CTRC).
• TRT – Taxa de Restrição de Trânsito: Transporte para determinadas cidades em zonas urbanas. Calculado através de um percentual sob o valor do frete.
• GRIS – Gerenciamento de Risco: Ações de prevenção a furtos e roubos de cargas. Calculado através de um percentual sob o valor da nota fiscal.
• CAD – Custo Adicional de Descarregamento de veículo: Calculado por toneladação ou fração de peso.
• TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega: Transporte para determinadas regiões do país com maior dificuldade de entrega. Calculado através de um percentual sob o valor do frete.
• CAP – Custo Adicional de Paletização: Unitização de carga, calculado por tonelada ou fração de peso.
• TPC – Taxa de Permanência de Carga: Armazenagem em unidade física do transportador. Cobrado a partir de um prazo específico. Calculado por tonelada ou fração dia mais percentual sob valor da nota fiscal.
Pedágio: Cobrado por fração de peso em regiões com praça de pedágio.
ICMS – Imposto sob Circulação de Mercadorias e Serviços.

Infografico-tabela-de-frete-fracionado-rodoviário

A composição da tabela de frete varia de acordo com a região e transportadora, podendo incluir ou não os itens mencionados acima. Além da tabela de frete, existem diversas outras formas de cobrança pelo serviço de transporte rodoviário de cargas.

Apesar de ser um modelo muito utilizado no comércio eletrônico (e-commerce), não é o único praticado pelas lojas virtuais e transportadoras.

Texto publicado anteriormente no Blog da Asap Log.

Ao se pensar em redução do custo de transporte de cargas deve-se atentar para a chamada taxa de ocupação, um indicador de desempenho chave no setor de Logística. O preço deste tipo de transporte está diretamente relacionado ao custo e volume que se transporta.

Isso quer dizer que quanto maior a quantidade total, menor o custo unitário. Em outras palavras, quanto mais cheio o veículo rodar, melhor sua otimização e, consequentemente o valor do frete!

Como calcular o custo unitário do frete?

Exemplificando: Uma carreta saindo de São Paulo (SP) com destino a Curitiba (PR) tem um custo total de R$ 3.500,00 (valor hipotético).

Esse custo total será dividido pelo volume ou peso total transportado, obtendo desta forma o custo unitário do frete.

Se nesta carreta estiverem 50 m³, o custo unitário do m³ será de R$ 70,00. Se, no mesmo veículo a ocupação for de 65 m³ o custo unitário será de R$ 53,85. Isso demonstra que o preço unitário é inversamente proporcional ao volume ou peso total ocupado numa mesma rota.

Como aumentar a taxa de ocupação da carga

Existem diversas formas de se aumentar a taxa de ocupação, inclusive softwares simuladores disponíveis no mercado. É importante ter em mente que não é possível ocupar 100% de um caminhão, visto que deve-se deixar espaço para elevação da carga no carregamento/descarregamento e na porta traseira.

Algumas variáveis envolvidas são:

Frequência de coleta: determinados locais de coleta fornecem materiais continuamente, porém em pequenos volumes a cada rota. Reduzir a frequência de coleta poderá aumentar o volume em cada rota. É uma alternativa interessante, porém não deve ser avaliada isoladamente devido aos impactos em inventário e espaço para armazenagem principalmente.

Tipo de fluxo: Milk run, crossdocking e fluxo direto. Os diferentes tipos de transporte devem ser aplicados de acordo com as características de cada operação. Também é possível utilização de mais de um modelo para a mesma empresa. A escolha correta do tipo de fluxo permite uma operação logística mais eficiente e, consequentemente, mais barata.

Otimização-e-simulação-de-transporte-211x300 Formato e capacidade de empilhamento de embalagens: O limite de peso de empilhamento das embalagens pode atrapalhar o aumento da taxa de ocupação. O formato das embalagens devem ser pensados também considerando as medidas do veículo de carga.

Veja na imagem à direita, no último caminhão com visão lateral é possível observar que existe capacidade ociosa em termos de espaço, porém devido ao tamanho e formato das embalagens não é possível adicionar mais um nível.

Tamanho do furgão: deve-se combinar o veículo certo com a embalagem certa! Isso quer dizer que embalagens maiores necessitam de veículos maiores. O mesmo vale para embalagens mais pesadas.

Limite de peso e volume do veículo: são limitadores, portanto a taxa de ocupação deve ser calculada levando em consideração o que satura, peso ou volume. Alguns materiais são leves, mas volumosos, outros nem sempre ocupam muito espaço, porém são pesados.

Cada organização possui suas particularidades em termos de características dos produtos transportados, volumes e estratégia corporativa. Portanto não existe uma fórmula simples e geral aplicável em todas as empresas. É preciso conhecer o cenário e buscar a otimização através da combinação das variáveis num modelo ótimo de transporte.

A otimização do transporte de cargas deve ser avaliada pelo setor de Logística em conjunto com outros departamentos. Algumas decisões são necessárias e podem impactar em outros aspectos da operação que também devem ser avaliados sistemicamente.

Texto publicado no Blog da Asap Log.

Com certeza você já deve ter lido sobre a importância do cálculo de frete, quando utilizar frete grátis dentro e fora de sazonalidades, promoções ou algum evento específico. Também conhece políticas de envio, troca e devolução e métodos de entrega eficazes para sua operação. Mas que tal ver alguns insights para aplicar ao seu negócio e ter resultados concretos?

Neste post iremos debater o conceito de frete e como este atualmente é visto pelo consumidor, além de analisar maneiras de garantir um diferencial competitivo desde o começo de sua operação e dividir algumas práticas que podem ser úteis, com estudos realizados em alguns cases.

Frete grátis não é mais o único diferencial competitivo procurado entre os consumidores

De acordo com os dados do último Webshoppers, divulgados pela E-bit, houve uma diminuição na busca por frete grátis pelo consumidor, no período do segundo semestre em comparação ao primeiro de 2014. Isto ocorreu, provavelmente, porque além da entrega gratuita existem outros três fatores a serem levados em consideração para fechar uma compra. Estes são:

Variedade de produtos que o site oferece;
Conveniência na entrega;
Preço baixo perante a concorrência.

Se você é proprietário de uma micro ou pequena operação ou está inclinado a iniciar seu negócio, atente-se a estes pontos, pois serão realmente interessantes para agregar conteúdo e despertar insights. Vamos a cada um dos fatores listados para que possamos ter um melhor entendimento e, posteriormente, a compreensão necessária para adequarmos a nossa operação e colocarmos em prática de modo lucrativo a nosso favor.

O primeiro fator listado – conveniência na entrega – se adequa não só ao fator de tempo estipulado de envio, mas engloba uma série de outros quesitos logísticos em si. Consumidores pesquisam em redes sociais e nos próprios sites feedbacks de outros compradores para ver os mínimos detalhes da experiência de compra que outros internautas tiveram, para mensurar uma série de métricas. Estes quesitos podem ser a segurança de estar fazendo um bom negócio, se realmente o produto chega dentro do prazo estipulado, se vem bem embalado, entre outros fatores.

O Facebook Star Rating é uma ótima ferramenta que pode ser utilizada em sua operação virtual para mensurar a satisfação e o feedback dos clientes. Outros sites populares são o Reclame Aqui, onde nem sempre são registradas somente reclamações – há também elogios, e a E-bit, que além de conter o feedback dos clientes, possui uma avaliação completa em vários quesitos do site, em diversos parâmetros, garantindo segurança para o comprador e para o lojista.

Preço baixo é ainda um dos fatores mais procurados, porém devemos considerar todas as outras métricas válidas na hora do fechamento da compra, tais como: a reputação da loja virtual, se há segurança como selos (SSL, Site Blindado, etc), se há de fato um atendimento qualificado mesmo que totalmente online, entre outros.

Para os clientes, não basta apenas consultar buscadores de preços para realizar a comparação entre lojas: deve-se checar o status que estas conquistam através dos feedbacks oficiais e nas redes sociais.

Por fim, o terceiro fator é o leque de produtos oferecido pela operação. Realmente uma mega operação com cinquenta mil produtos leva vantagem sobre uma com duzentos ou trezentos itens em seu inventário, mas vale lembrar que atualmente existem muitas operações que estão atuando como marketplace (Extra e Walmart, por exemplo), logo, há uma terceirização de estoque. A questão da gama em um leque é mais preocupante em uma operação de pequena e/ou média empresa que está em fase de mutação para grande porte.

Um case real foi de um player de sapatos de médio porte que inclusive apostava em mídia off-line, aparecendo uma vez por semana em um programa de televisão voltado para seu público-alvo, com uma famosa celebridade. Esta, por sua vez, indicava o site através de um tablet e realizava a compra junto com a escolhida do dia, o que gerava picos de acesso na loja online. No entanto, além da péssima estrutura e usabilidade do site, o mesmo não apresentava mais do que setenta pares de calçados, sendo que a condição de mais de suas vinte e tantas lojas físicas era totalmente o oposto. O que então acontecia? Investimento de marketing off-line pesado em vão para um fechamento diário normal.

Juntando os três fatores: conveniência na entrega + preço baixo (ou preço justo) + leque de produtos oferecido pela operação, oferecer frete gratuito também não deixa de ser um diferencial que conta na equação, mas todos os mencionados possuem maior valor pessoal e de experiência para o consumidor no resultado final.

Como uma operação recém-lançada pode ser competitiva em relação às entregas?

Caso você seja proprietário de uma operação recente que esteja iniciando sua jornada no comércio eletrônico, aqui vão algumas dicas para iniciarmos com um diferencial competitivo de mercado perante tantas outras operações que iniciaram de modo padrão.

Sabemos que seu investimento está em fase de recuperação e a prática do frete grátis torna-se inviável em um primeiro momento. Caso você tenha adotado uma plataforma sob demanda de plano mensal (como a Nuvem Shop, a qual é excelente para iniciar negócios online), as primeiras recomendações são:

• Tenha uma página de política de entregas/envios, trocas e devoluções extremamente bem formulada para que o consumidor não tenha nenhuma dúvida ou recorra a concorrentes por falta de informações. Nesta, é ótimo também mencionar que você segue o Código de Defesa do Consumidor para que ambos tenham respaldo da lei;

Ainda nesta página, mencione que o operador do chat online está sempre disponível para solucionar qualquer dúvida quanto às questões logísticas. Pode parecer redundante, mas em operações de pequeno e médio porte por muitas vezes os assistentes de e-commerce, ao serem questionados sobre tais políticas, apenas enviam o link da página como resposta ao invés de dominarem totalmente as questões acerca da operação na qual colaboram. Além de ineficiente, isso é totalmente desrespeitoso com o cliente;

• Utilize a integração da plataforma com os Correios de modo correto e seguro. Para evitar qualquer futura situação com seus primeiros compradores, configure-a de modo adequado, com a ajuda da equipe técnica da plataforma, quantas vezes forem necessárias para que antes do lançamento da loja todos os testes tenham sucesso;

• Caso seu nicho utilize transportadoras, não se esqueça de verificar as condições especiais com ambas as partes (transportadoras e plataforma) antes mesmo de fechar negócio. É extremamente importante que a plataforma, mesmo sob demanda, seja flexível quanto ao cadastro de transportadoras e cálculo de fretes. No caso de transportadoras, hoje há iniciativas para e-commerce e tabelas específicas para tal. Faça uma análise e veja quais as melhores para se trabalhar em parceria.

Uma outra questão que remete às microempresas é a possibilidade de entrega em mãos quando o endereço de envio é muito próximo ao local em que você está. Isso era muito comum (e ainda é), por exemplo, para pequenos vendedores casuais no Mercado Livre, micro ou pequenas operações com objetivo de cortar custos com frete.

Vale lembrar também que com a evolução de sua operação, você certamente deverá buscar selos como o da E-Bit, que estará avaliando todos os quesitos básicos da sua loja virtual como formas de entrega, política de devolução e as características que diferenciam sua operação da concorrência.

Sua micro/pequena operação já está solidificada? Seguem alguns insights com estudos de cases

Levando em consideração a premissa de que você gerencia uma operação consistente há algum tempo e sua evolução tem sido constante e promissora, provavelmente já sabe que não há uma equação perfeita de que maneira aplicar os conceitos de frete grátis dentro ou não de sazonalidades em sua operação, pois cada negócio tem suas particularidades e fica extremamente volátil ditar as tomadas de decisões estratégicas.

Neste caso, esta ação fica a critério do resultado da análise de dados de seu backoffice, ou seja, um colaborador experiente em interpretar as métricas calculadas em ferramentas voltadas para e-commerce e marketing digital é o mais indicado. Caso você não tenha um em sua equipe, pode terceirizar esta tarefa com um consultor ou analista de confiança para que o mesmo identifique as melhores oportunidades.

Não tome decisões baseadas apenas em análise de concorrência ou impulso pela sazonalidade em si. Um case que pode ser tomado como exemplo é o de uma pequena operação de bijuterias que ofereceu frete grátis em certa sazonalidade para todo o Brasil simplesmente após descobrir que sua concorrente o fez enquanto divulgava uma ação em suas páginas nas redes sociais. O que esta não poderia imaginar, no entanto, é que para tal ação foi alocado orçamento vindo da principal loja física, que fica em um dos principais polos comerciais de São Paulo, e também houve um pequeno, porém significativo investimento em campanhas de Facebook Ads.

Outro ponto que deve ser debatido é o envio de e-mails, desde a confirmação da compra até o ponto em que o produto chega no local de entrega, sendo estes via automação de marketing em conjunto ou não com a plataforma. Atente-se para o template e o conteúdo de cada um deles.

Após uma compra bem sucedida, atualmente costuma-se enviar cinco e-mails para a caixa de entrada do comprador:

Aprovação do pagamento do pedido;
Confirmação do pedido;
Pedido entregue a transportadora;
Emissão da nota fiscal do pedido;
Aviso de pedido entregue.

Você não necessariamente precisa implantar e-mails para os cinco passos da sua venda, pois é realmente massivo receber tantas mensagens, mas uma micro ou pequena operação pode realizar a notificação em três etapas: a aprovação e confirmação em um primeiro e-mail com a nota fiscal para visualização, a confirmação de envio do pedido e a terceira com aviso de recebimento. Vale lembrar que todos os e-mails devem estar configurados com o mesmo template bem desenvolvido, sem quebras de imagem ou erros de código, demonstrando profissionalismo e proporcionando segurança ao consumidor.

Uma outra questão são as campanhas de entregas em tempo recorde em locais específicos do Brasil, através de motoboys ou frota própria, por um valor específico. Foi muito comum há uns dois ou três anos algumas conceituadas pet shops online praticarem esta modalidade, mas geralmente esta é uma estratégia falha – a menos que você tenha polo de distribuição para atender todo o Brasil com a modalidade e esteja a nível de mega operação. Algumas razões para micro e pequenas empresas evitarem fortemente este tipo de prática são:

A entrega instantânea segrega clientes de outras regiões. Aposte em um conceito protocolar para sua operação onde os diferenciais competitivos não estão ligados a questões que possa colocar a viabilidade logística do seu negócio em risco;
Caso tenha frota própria e somente você trabalhe na operação, teria que entregar fora de horário comercial, o que inviabilizaria a sua rotina e a do consumidor;
Terceirizar empresas de envio pode se tornar inviável financeiramente;
Pode haver uma alta demanda por esta modalidade em sua área local, fazendo com que os meios convencionais e seguros de envio fiquem subutilizados. Mesmo que a sua operação seja uma extensão da sua loja física, você teria que alocar colaboradores da mesma para participar do evento de entrega, o que exponencialmente começaria a se tornar massivo para a rotina de trabalho dos mesmos.

Texto originalmente publicado no NuvemShop.

Dúvida frequente dos consumidores que adquirem produtos online, o cálculo do frete de uma encomenda é elaborado a partir de vários pontos, como preço, tamanho do produto e distância a ser percorrida. Para orientar os consumidores e lojistas sobre as variáveis que compõem o custo de transporte de um item, os Correios lançaram um guia a respeito.

Correios mostra como calcular o valor do frete de um produto.

Para os Correios, o custo do transporte dos produtos leva em conta a relação Peso X Espaço ocupado pelos objetos. Desde 2011 a empresa aplica essa precificação, que é utilizada no mercado de transporte aéreo no Brasil e em outros países. Para determinar o peso cúbico dos produtos, usa-se a seguinte fórmula:

C x L x A / 6.000
(comprimento, largura e altura)

O resultado dessa equação é o peso cúbico da entrega. Se um produto tiver 10kg ou menos, considera-se o seu peso físico, e não o peso cúbico. Por exemplo, um produto de 5,5 kg de peso físico, tendo as seguintes dimensões: 70cm comprimento; 60cm largura; e 10cm altura tem peso cúbico igual a 7kg (70x60x10/6.000). Nesse caso, como possui peso inferior a 10kg, o valor considerado será 5,5kg.

Já nas encomendas que tiverem peso cúbico superior a 10kg, o que conta é o maior resultado na comparação entre ambos os pesos (cúbico e físico). Por exemplo, uma encomenda que pesa 15kg e possui 43 cm de comprimento; 28 cm de largura; e 52cm de largura; terá peso cúbico de 10,434kg. Nesse caso, para efeitos de custo de transporte, será considerado o peso físico da encomenda: 15kg.

O Manual de implementação do webservice de cálculo de preços e prazos de encomendas pode ser acessado diretamente na página dos Correios. Além das informações sobre frete, os Correios disponibilizam um web service, com detalhes sobre implementação de módulos de cálculo de frete em diferentes sites. Clientes que não possuem contrato de encomenda com os Correios também podem usar a ferramenta, mas somente com os preços praticados no balcão das agências do Correios.

Veja o Manual dos Correios.

Texto publicado pelo E-commerce News.

O Frete realmente importa? Não há a menor sombra de dúvida, que a resposta é sim!

Vamos pensar em nós, apesar deu sempre afirmar que “nós” podemos não ser público-alvo da marca, por isso nossas atitudes podem não representar a real atitude do consumidor, mas pode ser um norte para avaliarmos, uma hipótese do que pode acontecer, pois bem, voltemos a atitude: Você compra um produto com frete alto?

Em um primeiro momento, a resposta pode ser “depende” ou mesmo um sonoro não. No meu caso, eu diria depende pois outro dia, pesquisando um sofá para o meu apartamento, vi um frete de R$ 170,00, no começo pensei que era um absurdo, mas depois, analisando com calma o quanto eu ia ter de “dor de cabeça” de pegar meu carro, ir a loja, pegar o sofá (quem nem caberia no carro), trazer, subir o sofá até o apartamento, bom, analisando tudo isso, R$ 170,00 sairia de graça! Mas e para um livro?

Pesquisei recentemente um livro em que o valor do frete era quase o mesmo preço do livro! Não tive a menor dúvida, entrei no Buscapé e pesquisei o livro. Comprei em um outro site em que o livro e frete saiu bem mais barato, pois o frete era de R$ 3,00 e não de R$ 20,00 como me informou no outro site. O Buscapé é uma ferramenta poderosa em termos de vendas para o e-commerce, eu considero como um dos 4 pilares (ao lado de Google, Email Marketing e site) que mais geram receita as lojas online.

Recentemente resolvi comprar outro livro e fui direto ao site do Buscapé. Ao entrar no site e digitar o livro, vi uma funcionalidade que não tinha visto antes do comparativo, o calculo do frete direto na página, o que me deixou mais antenado a esse fator: sim, o frete é um importante decisor de compra! Vamos analisar o exemplo abaixo:

O Frete realmente importa? - Buscapé

Após assistir a palestra do Alexandre Slivinik sobre o case Disney, resolvi comprar o livro. Entrei no Buscapé e vi a ferramenta do frete.

Ao digitar o CEP da minha casa, ele automaticamente já calcula o frete e o preço com frete em todas as lojas que tem o livro, ou seja, posso escolher o menor preço na própria ferramenta do Buscapé. Isso se torna uma mudança no mercado muito importante, pois com essa nova funcionalidade, o frete se torna, mais ainda, um fator de decisão.

A “péssima” notícia para nós, gestores de varejo online, é que o frete grátis não é mais um diferencial de mercado, é uma obrigação nossa oferecer aos consumidores. Se não o grátis, pelo menos, temos que negociar bem com a nossa logística para sermos o mais barato.

Publicação original no site E-commerce Brasil.

Você colocou sua loja virtual no ar, parabéns! A boa notícia é que ela provavelmente vai vender mais do que você espera. A notícia melhor é que você pode vender mais ainda usando técnicas de persuasão simples e baratas. Vamos ver algumas técnicas importantes:

Sua loja virtual está no ar. E agora? Frete Grátis

Frete grátis – Claro, nada é de graça no mundo. Mas, se você conseguir construir um preço competitivo absorvendo o custo do frete, vai vender mais. Especialmente se der frete de graça a partir de um valor mínimo de compra. É incrível a quantidade de gente que gasta R$ 100 a mais para zerar um frete de menos de R$ 15.

Sua loja virtual está no ar. E agora? Acesso RápidoAcesso rápido – Isso serve para todas as verticais, mas é especialmente importante para moda. Ofereça acesso rápido, a partir do menu principal, a itens em oferta, para quem gosta de economizar, e às novidades, para satisfazer quem dita tendências. Esses são seus produtos que puxam as vendas, e deveriam ser as primeiras categorias destacadas em seu menu.

Sua loja virtual está no ar. E agora? Ver todos os produtosVer todos os produtos – Muitos consumidores preferem ver todos os produtos de uma categoria de uma vez, ao invés de usar paginação. Com a disponibilidade de banda larga e técnicas mais inteligentes de construção de sites, você pode oferecer essa capacidade como alternativa à paginação, sem pesar excessivamente em seus servidores e com uma boa experiência para seus usuários.

Sua loja virtual está no ar. E agora? Fotografias em contextos diferentesFotografias em contextos diferentes – Mostrar várias fotos de um produto não é novidade, mas você pode usar as fotos de maneira mais eficiente exibindo vários casos de uso. Por exemplo, você pode mostrar uma bolsa de perto, por vários ângulos, e também em fotos nas mãos de modelos.

Sua loja virtual está no ar. E agora? Usabilidade nos meios de pagamentoUsabilidade nos meios de pagamento – Sua loja aceita diversas formas de pagamento? Ótimo! Mas não deixe isso confundir o consumidor. Separe corretamente os diversos meios de pagamento: gateways, PayPal, PagSeguro, etc. E deixe muito claros os botões que o consumidor deve clicar para continuar o pagamento.

Sua loja virtual está no ar. E agora? Visibilidade para os selos de confiançaVisibilidade para os selos de confiança – Sim, esses selos são importantes, especialmente se sua loja não é uma das 100 maiores do ecommerce. Os selos trazem a garantia de entidades conhecidas para sua marca. Mostre-os corretamente e, claro, cumpra as normas que as entidades exigem para cedê-los.

Com exceção do frete grátis, essas técnicas dependem mais de bom planejamento e design. Não perca essas oportunidades de fácil alcance para melhorar a performance do seu ecommerce.

Texto original para a Revista Locaweb.

Plano de Negócios Global

É importante ter um Plano de Negócios Global! Se você quer criar um e-commerce e pensa em futuramente expandir seus produtos e serviços para outros países, inclua no seu Plano de Negócios as seguintes variáveis:

• Branding – Construa uma marca fácil de ser assimilada por diversas culturas. Utilize frases e termos comuns para qualquer usuário que está navegando na internet.

• Payment – Estude qual plataforma de pagamento ideal para garantir ao seu usuário uma compra segura.

• Affiliate Programs – Você pode publicar no seu e-commerce lojas que são internacionais, oferecendo produtos da Amazon, Comission Junction e ganhar uma comissão sobre cada venda.

• Free Shipping – Verifique localmente quais são as práticas de frete adotadas.

• Delivery – Exiba em seu e-commerce informações claras sobre as entregas em cada país.

• Call Service – Construa uma equipe especialista em atendimento, com modelos padrão de diversas respostas envolvendo dúvidas sobre seu e-commerce

• Benchmark – Busque em outros sites internacionais a forma correta de escrever as especificações sobre um produto.

Muitas lojas estão se tornando case de sucesso em vendas, como Decolar.com (Despegar.com em espanhol), Dafiti, Netshoes, internacionalizando seus sites, produtos, serviços e campanhas.

Faça um plano de negócios abrangente e torne o seu e-commerce totalmente flexível para atender a necessidade de distintos mercados.

Lei de entrega com hora marcada. E não teve jeito, o governador Geraldo Alckmin sancionou o projeto de lei que proíbe cobrar taxa extra pelo agendamento de entrega de produtos e serviços no Estado de São Paulo segundo nota divulgada nesta quarta-feira à noite (6/2).

Isso deve afetar também fornecedores de fora do Estado que prestam serviço para os paulistas, que devem ser enquadrados na nova lei. A “Lei da Entrega” vem de 2009, quando obrigou-se as empresas paulistas a fixar data e turno e dar a opção de agendamento aos clientes. Como a regra não proibia cobrar pelo serviço, não afetou tanto. Entenda melhor o que vai mudar:

Lei de Entrega
Editoria de Arte/Folhapress

Mesmo com a resistência de associações de varejo a lei foi aprovada. Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a legislação (projeto da deputada estadual Vanessa Damo) foi efetivada sem que representantes do setor fossem ouvidos.

Segundo a Fecomércio-SP, muitos lojistas pequenos podem ficar sem trabalhar, inevitavelmente os valores de frete devem aumentar, o que favorece os grandes sites e age contra a cauda longa, onde se concentram as pequenas empresas. Os Correios não estão sujeitos ao cumprimento da legislação de São Paulo por serem regidos pela lei federal.

Fonte: Folha Online