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A Apple continua faturando bilhões de dólares com a porcentagem que cobra (em média 30%) para cada aplicativo vendido na App Store. A empresa divulgou que houve um aumento de 50% na receita em 2014 em relação a 2013. Para os desenvolvedores de aplicativos, os valores se aproximam dos U$ 15 bilhões dólares.

A parte da Apple foi de U$ 4,5 bilhões de dólares. Um valor quase insignificante para uma empresa quem tem um faturamento em torno de U$ 180 bilhões em vendas anuais.

Em comparação com o Android, do Google, maior sistema operacional móvel do mundo, sua loja de aplicativos (Google Play) gera muito menos dinheiro do que o da Apple. A resposta para esta diferença pode estar na renda média dos usuários de iPhone em comparação com usuários de Android (que conta com aparelhos de custo mais baixo).

Segundo a App Annie, empresa de análise que acompanha vendas de aplicativos móveis, no terceiro trimestre de 2014 a receita da App Store foi 60% maior do que a receita gerada a partir do Google Play. Segundo os dados da própria Apple, a App Store disponibiliza 1,4 milhões de aplicativos para todos os dispositivos da empresa, já o Google Play, conta com 1,72 milhões.

Aplicativos gratuitos são os mais rentáveis

Vale destacar que não estamos apenas falando do valor do aplicativo, os líderes em rentabilidade são gratuitos. Os jogos são verdadeiros mestres na arte de rentabilizar com ferramentas que possibilitam acelerar a evolução nas histórias.

Uma arma nova, ou uma caixa de joias virtual podem significar fortunas aos desenvolvedores. No ranking abaixo, note que os jogos dominam as 20 primeiras posições de apps em rentabilidade. O primeiro colocado “não-jogo” é o Pandora Radio, na quarta colocação geral.

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Print de sexta-feira 23/01/2015 dos Top 20 aplicativos rentáveis de iPhone. Veja a lista dos 200 primeiros atualizada de hora em hora.

Clash of Clans na liderança

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No topo da lista aparece o jogo Clash of Clans, gratuito para download, mas que conta com opções de compra de ferramentas para auxiliar o desempenho do jogador.

Faturamento diário:  U$1.118.457
O que é: Clash of Clans é um jogo de estratégia de combate que lhe permite construir uma vila, treinar tropas e batalha com outros usuários. Ele tem destaque em dois lugares na home page do iTunes e tem uma classificação média de 4,6 estrelas.
Como faz o dinheiro: os usuários podem comprar itens no jogo, como pedras preciosas para ajudá-los a assumir o reino, acelerando o processo de construção. Usuários podem obter mais pedras preciosas automaticamente depois de um tempo, mas são facilmente tentados a gastar dinheiro real para economizar tempo.
Quem faz isso: Este é o maior hit da Supercell, ajudando a empresa finlandesa conseguir uma avaliação de US $3 bilhões.
Quanto custa: O item mais caro disponível para compra é de: $99.99 para uma caixa de jóias
Estimativa de novos usuários por dia: 39.814

Fontes: The New York Times, Statista.com, businessinsider.com

Videogame ensina. Muito se fala em Gamificação (ou Gamification) nos últimos tempos. Adotar mecânicas de jogos em ambientes que não propõem originalmente essa funcionalidade têm gerado bons resultados quando utilizadas da maneira correta. O artigo a seguir publicado no Exame.com diz muito do porquê isto pode trazer tantos benefícios mesmo utilizando APENAS o universo dos games.

Agora pense nestes benefícios inseridos dentro de um contexto… Então!

Por Camila Pati. O videogame está entre os ganhos deste Natal? Comemore. Além de um investimento para o seu lazer, você acaba de ganhar uma ótima ferramenta para exercitar seu cérebro e ser um profissional mais bem preparado para o mercado de trabalho.

Isso mesmo, jogar videogame é bom para a carreira. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da universidade de Denver revelou que as habilidades dos jogadores de videogame são 14% superiores aos não jogadores e a capacidade de retenção de informações é 9% maior. Foram mais de 6,4 mil estagiários avaliados pelos pesquisadores.

Leia também: Gamification: A arte e os desafios de fidelizar consumidores pelos games.

Os quatro especialistas ouvidos por EXAME.com concordam. De acordo com Flora Alves, sócia da SG Soluções e Gestão Empresarial, se bem utilizados, os videogames são uma ferramenta de aprendizagem que pode ser muito bem aproveitada pelas organizações, durante o expediente. “Os videogames devem ser mais do que um momento de descontração porque permitem a aprendizagem de forma mais divertida”, diz.

Confira algumas habilidades estimuladas ao jogar videogame, segundo os especialistas:

1. Criatividade

Ao iniciar um jogo, ninguém consulta um manual para entender regras e jogadas. “O jogo tem uma forma lúdica de permitir ao jogador experimentar situações na base da tentativa e erro”, diz Eline Kullock, especialista em Geração Y. Essa experimentação é um estímulo para a criatividade, de acordo com ela.

6 habilidades que o mercado exige e o videogame ensina.

2. Pensamento estratégico

Para passar de uma fase a outra de um game geralmente é preciso traçar um plano mental do que fazer. “Tem que planejar como vai chegar à próxima etapa, isso é planejamento estratégico”, lembra Eline.

6 habilidades que o mercado exige e o videogame ensina.

E, cada vez mais sofisticados, há jogos que apostam em desafios bem complicados e que demandam raciocínio estratégico dos jogadores.

3. Agilidade

A velocidade é uma característica dos tempos (e dos jogos) atuais. Grande parte dos videogames estimula a habilidade de resposta rápida a estímulos. É muito comum a rapidez ser bem recompensada com pontos nos jogos.

6 habilidades que o mercado exige e o videogame ensina.

“O mundo exige pessoas preparadas para a vida atual que tem como característica a rapidez da transmissão de informações por meio de tablets, smartphones, computadores. Os jogos fazem parte deste contexto”, diz Reinaldo Passadori, CEO do Instituto Passadori.

4. Poder de concentração

“Nos jogos, as pessoas precisam de um nível de concentração elevado”, diz Igor Cozzo, diretor de comunicação da ABTB (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento). Por isso, dificilmente um jogador vai tirar os olhos da tela se alguém o interrompe para perguntar alguma coisa. Essa capacidade de manter o foco é uma das regras básicas para ser mais produtivo durante o expediente.

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5. Foco em solução de problemas

“Os jogos apresentam um objetivo claro e são pensados de forma a restringir o caminho mais fácil”, diz Flora Alves. Essas restrições para atingir a meta, segundo Flora, naturalmente levam o pensamento ao foco na solução de problemas.

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6. Capacidade de trabalho em equipe

Muitos jogos são colaborativos, exigindo interação com outros jogadores tendo em vista o objetivo em comum a ser alcançado. Segundo Passadori, mais uma vantagem que o jogador garante: capacidade de trabalho em equipe.

6 habilidades que o mercado exige e o videogame ensina.

Texto publicado no site Exame.com – 6 habilidades que o mercado exige e o videogame ensina.

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Muito além do nerd. Cultura e comportamento digital, startups, games, e-commerce, realidade aumentada, social media, robótica, educação e até ufologia.

O atual perfil do Campus Party, que está na sexta edição,  nos permite afirmar que o evento extrapolou seu público mais característico, o “nerd”, adentrando áreas do conhecimento que antes não se viam muito engajadas nesse contexto digital, mas que hoje têm seus processos cada vez mais atrelados a este novo paradigma, tais como arquitetura, educação e culinária, dentre outros.

O encontro acontece na cidade São Paulo entre os dias 28 de janeiro e 3 de fevereiro no Anhembi Parque e conta com um ambiente de grande potencial de networking,  permeado por gente criativa.

Campus Party
Campus Party

Estruturado em tendas com palestras, debates e  workshops, o evento proporciona uma imersão completa nesse universo. E o combustível necessário para sobreviver em tal ambiente é um tanque cheio de vontade de explorá-lo. O participante passará 5 dias vivendo em uma barraca onde o único conforto será a certeza da convivência com outros tantos exploradores do universo digital.

O objetivo do evento no país é endossar o potencial criativo tecnológico do brasileiro, ambiente que aparece como um dos grandes empreendedores nesse tema, em especial em startups e no e-commerce.

Se estar em contato com a digitalização do nosso contexto é ser nerd, então talvez hoje todos sejamos nerds.

Fonte: UOL