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Uma loja virtual necessita de uma série de ferramentas para melhorar os resultados de seus lojistas. Embora muitas plataformas contem com diversas ferramentas para ecommerce disponibilizadas desde a instalação da plataforma Рcomo um carrinho de compras e sistema de checkout -, ainda existem uma infinidade de outros serviços e funcionalidades que pode adicionar à seu ecommerce.

Para auxiliar quem est√° nos primeiros passos na montagem de sua loja virtual ou para aqueles que estejam procurando novas maneiras de atrair clientes, separamos 20 das melhores ferramentas para ecommerce. Confira a lista completa abaixo!

1. JivoChat

Uma das plataformas de chat online mais flexíveis do mercado. O Jivochat é compatível com a grande maioria dos serviços de ecommerce, podendo ser instalado em praticamente qualquer site. Outra grande vantagem está na possibilidade de atender não apenas o visitante do seu site, mas também conversar com visitantes de sua Fan Page no Facebook através do Messenger, isso tudo sem precisar sair do aplicativo.

Falando em aplicativos, o Jivochat pode ser usado no Android e iOS, além da ferramenta disponibilizar o código necessário para instalar um chat no seu aplicativo. Isso significa que os usuários do seu app não precisarão sair dele para conseguir atendimento online.

Dica: O Jivochat dá 14 dias GRATUITOS para testar a plataforma. Clique no link para se cadastrar e começar seu teste!

2. Livechat

Outra ferramenta dedicada a fornecer chat online para sua ecommerce, o Livechat também possui grande compatibilidades com plataformas de lojas virtuais. Entre suas principais características, podemos destacar a possibilidade dos visitantes avaliarem o atendimento recebido, permitindo assim analisar e saber em quais aspectos sua equipe está mais carente de treinamento.

Além disso, o Livechat também pode ser usado tanto em computadores quanto dispositivos móveis e permite transferir arquivos. Isso facilita o atendimento em casos nos quais é necessário enviar uma captura de tela ou nota fiscal, pode exemplo.

Dica: Confira todas as funcionalidades do LiveChat e cadastre-se no link para test√°-lo GRATUITAMENTE durante 30 dias!

3. Instapage

Caso ainda n√£o conhe√ßa as landing pages, recomendamos fortemente que considere utiliz√°-las em sua loja virtual. Diferente das outras p√°ginas de seu site – que podem ter diversos objetivos -, a landing page tem como √ļnico objetivo efetuar uma convers√£o, seja ela a venda propriamente dita ou a captura de email para sua base de contatos.

Entre as diversas ferramentas para ecommerce focada na criação de landing pages, o Instapage é uma das melhores no mercado. Ela permite criar sua página do zero ou utilizar alguns dos variados modelos prontos, que podem ser editados da maneira que preferir.

Dica: Conheça mais sobre as funcionalidades do Instapage e aproveite seu período de testes GRATUITOS por 14 dias clicando no link

4. OptinMonster

A mais conhecida entre as ferramentas de popups do mercado, o OptinMonster também é uma das menos custosas para sua ecommerce. O serviço permite que crie seu popup do zero, permitindo usá-los tanto para os visitantes que acessam seu site pelo computador ou por dispositivos móveis.

Ele também pode ser integrado à outros tipos de ferramentas, como sistemas CRM ou plataformas de email marketing como o MailChimp. Clique no link para saber mais sobre o OptinMonster.

5. JungleScout

Embora n√£o adicione funcionalidades √† sua ecommerce, o JungleScout √© um servi√ßo bastante √ļtil para saber quais produtos est√£o sendo mais vendidos dentro de sua categoria no mercado. Para isso, basta acessar o JungleScout, escolher seu nicho e ver quais itens est√£o sendo mais vendidos na Amazon, a maior loja virtual do mundo.

6. AddSearch

Apesar do Google contar com uma ferramenta para incluir um motor de busca interno para seu site, ele muitas vezes é falho e não funciona tão bem como a versão externa. O AddSearch é um serviço que busca solucionar esse problema, servindo como uma alternativa de buscador interno.

Além do tempo menor para exibição dos resultados, é possível selecionar quais serão os primeiros resultados para determinadas palavras-chave de seu site. Clique no link para conhecer o AddSearch.

7. Zendesk Chat

Módulo de uma das mais completas plataformas para atendimento online. O Zendesk Chat pode ser integrado à maioria dos construtores de sites e ecommerce disponíveis do mercado.

Ele também permite a utilização de convites proativos Рsistema no qual um visitante do seu site recebe uma mensagem automática da própria plataforma, aumentando as chances dele se comunicar Рe monitoramento em tempo real de suas conversas. Saiba mais sobre o Zendesk Chat através do link.

8. Unbounce

Outra das ferramentas de landing pages mais utilizadas do mercado. O Unbounce também traz um construtor de landing pages e diversos modelos prontos para utilizar, mas também permite que envie seus próprios elementos para usar no design de sua página de captura.

O servi√ßo tamb√©m pode ser usado para a cria√ß√£o de popups e banners no cabe√ßalho e rodap√© de seu site. Acesse a p√°gina do Unbounce para conhecer suas funcionalidades.

9. SEMRush

Apesar de mais comum para sites de conte√ļdo que buscam conseguir melhor ranqueamento para seus blogs, nada impede que use o SEMRush com o mesmo prop√≥sito.

Ou seja, poder√° utilizar o SEMRush para saber como seus concorrentes est√£o posicionando no Google e quais s√£o suas principais palavra-chave, seja para tentar desbanc√°-los ou explorar palavras que eles ainda n√£o possuem ranqueamento. Saiba mais sobre o SEMRush em seu site.

10. WisePops

Essa ferramenta tamb√©m permite que crie popups para seu site, mas oferece algumas vantagens, como a possibilidade de criar popups segmentados de acordo com o comportamento do visitante ou a p√°gina pela qual ele est√° acessando seu site. Sua mec√Ęnica tamb√©m √© bastante simples, permitindo criar popups sem ter maiores habilidades em programa√ß√£o ou design. Clique no link para acessar o WisePops.

11. LeadPages

Funcionando tanto para a cria√ß√£o de landing pages quanto de popups para sua ecommerce. Inclusive, a cria√ß√£o de ambos √© bastante f√°cil e irrestrita. Isso significa que, ao criar uma landing page, poder√° convert√™-la para um popup diretamente da plataforma. Basta apenas reinserir as informa√ß√Ķes e chamadas para a√ß√£o na convers√£o. Acesse a p√°gina do LeadPages para saber mais sobre a plataforma.

Dica: Conheça mais 14 ferramentas de popups para seu site nesse artigo!

12. AWeber

Uma ferramenta de email marketing focada na captura de contatos para sua lista, o AWeber permite reunir contatos a partir de clientes que fizeram pagamentos no PayPal ou seguidores de sua página no Facebook, além dos subscritos em sua lista de emails, obviamente.

Ele também conta com aplicativo para dispositivos móveis, permitindo adicionar novos nomes à sua base de contatos a qualquer momento. Conheça mais sobre o AWeber clicando no link.

13. Mailchimp

√Č bastante dif√≠cil que nunca tenha ouvido falar do MailChimp, mesmo que nunca tenha trabalhado com a internet. A mais popular plataforma de email marketing, o MailChimp possui integra√ß√Ķes at√© com o Facebook, al√©m de poder ser usado com qualquer construtor de sites para ecommerce como Magento e Shopify.

Ele conta com um dos melhores editores de email, com uma ferramenta de fácil uso, permitindo construir emails de qualidade sem muito esforço. Vale lembrar que é possível agendar o envio de emails, além de obter dados como taxa de abertura, de leitura e de cliques dos emails enviados à sua lista. Acesse a página do MailChimp para conhecer todas suas funcionalidades.

14. EmailDirect

Indo um pouco além das ferramentas de email marketing mais conhecidas, o EmailDirect permite inserir qualquer tipo de informação sobre seus clientes e visitantes.

Essas informa√ß√Ķes podem ser usadas para segment√°-los em listas menores e mais objetivas, permitindo criar email mais pessoais e personalizados. Conhe√ßa as funcionalidades do EmailDirect atrav√©s do link.

15. CrateJoy

Um conjunto de ferramentas para ecommerce, o CrateJoy permite a gestores de ecommerce incluir inventário de itens, sistema de carrinho de compras e a possibilidade de oferecer assinaturas para produtos digitais e físicos, sendo um dos poucos serviços a possibilitar ambos os sistemas. Clique no link para conhecer todas as ferramentas do CrateJoy.

16. Inventory Source

Tamb√©m perfeito para integrar seu invent√°rio com seu site, ou seja, ele automatiza a atualiza√ß√£o de seu invent√°rio com seu website, mantendo ele atualizado sem que precise inserir as informa√ß√Ķes manualmente. O Inventory Source tamb√©m pode ser integrado √† maioria das plataformas mais conhecidas, como Shopify, 3DCart e Magento, entre muitos outros. Acesse a p√°gina do Inventory Source para conhecer a ferramenta.

17. Easy Digital Downloads

Plataforma ideal para quem vende infoprodutos através de um site em WordPress. O Easy Digital Downloads simplesmente permite que realize sua venda, envia um email ao cliente com os passos para o pagamento e, ao receber, envia o link de download de seu produto a esse cliente. Clique no link para começar a usar o Easy Digital Downloads.

18. TradeGecko

Outra das ferramentas para ecommerce dedicadas a gerenciar as opera√ß√Ķes que n√£o acontecem aos olhos dos usu√°rios – chamado de backend. O servi√ßo da TradeGecko administra seu invent√°rio, sincroniza√ß√£o de pedidos e produ√ß√£o de relat√≥rios, entre muitos outros. Conhe√ßa o TradeGecko atrav√©s do link

19. Lucky Orange

Apesar do Google Analytics ser a melhor ferramenta para analisar a movimenta√ß√£o de seu site, algumas alternativas podem ser mais indicadas para quem tem uma ecommerce. Uma delas √© o Lucky Orange, que mostra um mapa de regi√Ķes, mostrando de quais locais seu site √© mais acessado.

Ele também mostra o comportamento dos visitantes em sua página, permitindo descobrir quais são as páginas e produtos mais acessados. Acesse a página do Lucky Orange para entender melhor como a ferramentas funciona.

20. Buffer

Embora n√£o esteja diretamente ligado aos processos de ecommerce, um gerenciador de m√≠dias sociais √© ideal para divulgar novos itens e promo√ß√Ķes de sua loja virtual. Entre os melhores dispon√≠veis no mercado, o Buffer √© um dos mais simples e efetivos.

Possuindo compatibilidade com Facebook, Twitter e Instagram, ele permite agendar seus posts em cada rede social, permitindo inclusive distribuir um post em cada uma delas, caso a publicação respeite as regras de cada uma. Clique no link para saber como usar o Buffer.

Para conhecer mais sobre redes sociais e ecommerce, n√£o saia sem conferir esses artigos:

Qual combinação de ferramentas para ecommerce usa no dia a dia

Ap√≥s nossas recomenda√ß√Ķes, estendemos a pergunta principal desse texto a voc√™s: qual combina√ß√£o de ferramentas para ecommerce √© sua predileta? Gostaria de recomendar alguma outra de sua prefer√™ncia?

Comente abaixo e acesse o AppTuts para saber mais sobre ecommerce, redes sociais e aplicativos móveis!

A transformação do negócio em função da evolução tecnológica dos mercados é um movimento inevitável para todas as empresas. Vemos, no entanto, que muitas delas não sabem quando e nem por onde começar.

Estender suas opera√ß√Ķes e sua presen√ßa para o meio virtual, em um primeiro olhar, pode parecer uma tarefa natural para a equipe de Tecnologia, mas na verdade, trata-se de um grande desafio que envolve diferentes √°reas de uma companhia.

Os atuais investimentos corporativos, mais do que nunca, t√™m como objetivo tornar as institui√ß√Ķes mais tecnol√≥gicas e competitivas. No entanto, promover essa transforma√ß√£o em uma organiza√ß√£o que j√° atua no mercado com algum sucesso √© como trocar as rodas de um carro em movimento, ou realizar a amplia√ß√£o de um edif√≠cio que j√° possui desafios estruturais.

Fala-se muito, por exemplo, da cria√ß√£o de APIs, Plataformas Digitais e at√© mesmo de Intelig√™ncia Artificial, s√≥ que muitas das vezes, por falta de uma atua√ß√£o sin√©rgica entre Neg√≥cios e Tecnologia, essas ‚Äúsolu√ß√Ķes maravilhosas‚ÄĚ podem complicar muito mais uma opera√ß√£o do que aprimor√°-la.

Enfim, para que o investimento em transformação tecnológica seja efetivo aos desafios do negócio, é essencial eliminar as fronteiras entre as áreas de Negócios e de Tecnologia.

O avan√ßo n√£o mais permite discuss√Ķes entre vis√Ķes dissonantes a respeito do projeto ou software que deve ser implementado, considerando apenas quest√Ķes comerciais ou facilidades de aplica√ß√£o no sistema vigente. A realidade do mercado pede agilidade, qualidade, competitividade e valor.

O momento é de integração, a área de Negócios deve enxergar a de Tecnologia como um meio, bem como a de Tecnologia ver a de Negócios como fim, e ambas com um só o propósito: a entrega de valor para seus clientes e acionistas.

Qual é o valor desse projeto dentre as possibilidades existentes? Quais os resultados devem ser alcançados? O que entregamos à instituição e aos clientes no final do dia? São perguntas que só podem ser respondidas por meio de um pensamento unificado.

A ess√™ncia de uma proposta com ganho efetivo contempla intera√ß√Ķes entre as equipes para a realiza√ß√£o de avalia√ß√Ķes t√©cnicas das condi√ß√Ķes atuais e necessidades do legado (em fun√ß√£o do neg√≥cio), bem como de estudos para a concep√ß√£o vi√°vel de um produto a partir de um ponto de vista mais amplo (Ex. Product Discovery).

Integração é a palavra da vez. E ela não se refere apenas a softwares, plataformas e sistemas, mas de profissionais, equipes e gestores. Somente esse trabalho de arquitetura em 360 graus pode definir quais as ferramentas e métricas ideais para o cumprimento dos grandes objetivos: impulsionar os resultados e satisfazer o cliente.

Seja pela praticidade ou por encontrar condi√ß√Ķes melhores, os usu√°rios t√™m incorporado em sua rotina as compras pela internet. Tal atitude j√° √© notada e comprovada por meio de n√ļmeros robustos levantados pela Associa√ß√£o Brasileira de Com√©rcio Eletr√īnico (ABComm): a estimativa √© que o ano de 2017 tenha uma alta de 12% em rela√ß√£o a 2016, faturando R$ 59,9 bilh√Ķes, totalizando pedidos de mais de 38 milh√Ķes de compradores √ļnicos.

Tal patamar, mesmo para um per√≠odo de recupera√ß√£o da crise econ√īmica, demonstra que um bom planejamento e a defini√ß√£o de estrat√©gias espec√≠ficas podem auxiliar na manuten√ß√£o do neg√≥cio. √Č nessa hora de n√ļmeros positivos que o e-commerce pode servir como exemplo para as ind√ļstrias. Confira tr√™s pr√°ticas que o com√©rcio virtual tem a ensinar!

Metrificação e uso dos dados

Na internet, tudo pode ser analisado e medido. Isso permite que os gestores desenvolvam t√°ticas de neg√≥cio para atingir um p√ļblico espec√≠fico ou utilizem a intelig√™ncia fornecida pelos dados obtidos para definir novos modelos comerciais e at√© realizar planejamentos em longo prazo.

Assim, é possível analisar e reagir de maneira muito mais certeira. Mais sobre web analytics para e-commerce:

Quais KPIs acompanhar na performance de marketing do seu e-commerce?

Agilidade na tomada de decis√£o

Tendências são capazes de aquecer todos os setores. Mas da mesma forma que elas chegam rápido, podem desaparecer na mesma velocidade.

Contar com uma cultura e processos que possibilitem que as decis√Ķes estrat√©gicas sejam tomadas de maneira mais √°gil, bem como a implementa√ß√£o das mesmas, podem permitir um bom crescimento tanto para os e-commerces quanto para as ind√ļstrias.

Como fazer um desenho de processos sob medida para o seu e-commerce

Atualização constante

No mundo do com√©rcio eletr√īnico tudo evolui em uma velocidade acelerada, sendo que as m√≠dias s√£o as mais not√°veis. Hoje, √© comum encontrar solu√ß√Ķes que permitam a comunica√ß√£o entre plataformas diferentes de maneira personalizada e individual.

Isso ocorre da mesma forma que nos departamentos de TI, com a infraestrutura e aplica√ß√Ķes, e na log√≠stica, com novidades frequentes, como os lockers para retirada de produtos adquiridos em e-commerces.

Vantagens de utilizar pontos de retirada de produtos:

Aumente as vendas do seu e-commerce com pontos de retirada

Todas as essas informa√ß√Ķes convergem para um √ļnico desfecho: ao analisar, reduzir a burocracia e estar atualizado perante √†s mudan√ßas, as ind√ļstrias podem se permitir uma entrada para o varejo virtual de maneira mais assertiva e saud√°vel.

Al√©m disso, a agilidade presente no com√©rcio eletr√īnico gera a necessidade de que a ind√ļstria tamb√©m se mobilize e acompanhe as novidades dos segmentos e suas caracter√≠sticas, players e tend√™ncias.

Para isso, √© fundamental que os gestores estejam preparados e seguros sobre qual o melhor caminho a ser seguido. Independentemente da ades√£o ou n√£o ao setor, √© fundamental que ocorra o planejamento com a vis√£o das tend√™ncias, que no ambiente on-line costumam ser muito mais fugazes do que no varejo f√≠sico e na ind√ļstria.

Quem não quiser perder mercado precisa estar um passo à frente. Acredite!

Os clientes est√£o cada vez mais exigentes com as empresas. A nova gera√ß√£o de consumidores deseja um atendimento √°gil, personalizado e capaz de responder as suas demandas com efetividade. Os profissionais, por sua vez, tamb√©m esperam mais das corpora√ß√Ķes em que trabalham, buscando realiza√ß√£o pessoal e satisfa√ß√£o com o trabalho.

Em novos tempos, como acompanhar as transforma√ß√Ķes da atualidade? A cultura de atendimento √© uma parte importante da solu√ß√£o para essa quest√£o. Com ela, voc√™ promove melhorias na rela√ß√£o com clientes e traz condi√ß√Ķes mais gratificantes para a sua equipe.

Quer saber o que é cultura de atendimento e como adotá-la na empresa? Confira o nosso post e entenda mais sobre o tema!

O que é a cultura de atendimento?

A cultura de atendimento √© uma metodologia baseada em um conjunto de pr√°ticas que colocam o cliente no centro do neg√≥cio, ou seja, todas as a√ß√Ķes s√£o orientadas √† satisfa√ß√£o dele. Isso significa que a miss√£o, os valores da empresa, as estrat√©gias, os objetivos e as a√ß√Ķes est√£o voltados para promover a melhor experi√™ncia poss√≠vel para o consumidor.

Dessa forma, o relacionamento com a empresa se torna uma ocasi√£o positiva, em que a pessoa busca lidar com suas necessidades e expectativas. A organiza√ß√£o abre para si mesma a oportunidade de participar dessa experi√™ncia, contribuindo para a satisfa√ß√£o do cliente.

Quais as vantagens de implantar uma cultura de atendimento na organização?

Há uma série de vantagens em implementar uma cultura de atendimento na empresa. Veja mais a seguir!

Satisfação e fidelização de clientes

Com um atendimento mais pr√≥ximo, baseado em um relacionamento emp√°tico e positivo, o cliente vai ter a oportunidade de ter suas necessidades ouvidas, visto que o profissional vai ajud√°-lo a encontrar solu√ß√Ķes para as suas dificuldades.

Com isso, o consumidor fica satisfeito e tende a voltar em outras situa√ß√Ķes para fazer neg√≥cios com a empresa. Ou seja: isso garante uma experi√™ncia cont√≠nua de satisfa√ß√£o que promove a fideliza√ß√£o do cliente.

Esses fatores são muito benéficos para o empreendimento pois, com uma clientela fiel, dá para melhorar as receitas e criar uma relação mais próxima com os compradores.

Retenção e atração de talentos

Para que uma empresa realmente tenha uma cultura de atendimento forte e reconhecida pelo consumidor, √© essencial que ela tenha uma aten√ß√£o muito especial com os seus colaboradores, pois na pr√°tica s√£o eles que v√£o entregar esta experi√™ncia positiva aos clientes (veremos mais sobre isso na pr√≥xima parte do texto).

Os profissionais precisam se sentir valorizados e engajados com os objetivos e valores da empresa.

Isso gera um ciclo positivo em que o p√ļblico e a equipe s√£o beneficiados com experi√™ncias gratificantes. Como os trabalhadores ficam mais satisfeitos no dia a dia da empresa, a tend√™ncia √© estimular a reten√ß√£o de talentos. Afinal, o cotidiano corporativo √© realizador e compensador.

Com a organização tendo uma imagem cada vez mais positiva, ela se torna um atrativo para profissionais que são capacitados e que têm as características desejadas para os cargos.

Dessa maneira, √© poss√≠vel formar um time preparado para auxiliar o cliente a resolver seus problemas e promover solu√ß√Ķes que incentivam a melhoria na qualidade de vida do consumidor. Os processos de sele√ß√£o na empresa v√£o ser mais competitivos, contando com candidatos realmente preparados para os desafios do neg√≥cio.

Reputação positiva no mercado

A corpora√ß√£o com uma cultura de atendimento oferece um tratamento que privilegia o lado do cliente, procurando oferecer a ele uma experi√™ncia positiva. Esse trabalho gera resultados muito ben√©ficos, como o aumento da satisfa√ß√£o do p√ļblico e a reten√ß√£o de talentos.

Com todos esses pontos positivos, a organização fica com uma boa imagem no mercado. Além de se popularizar na propaganda boca a boca, a corporação fica bem posicionada diante das concorrentes. Os colaboradores mais satisfeitos também ajudam a promover a marca.

Como criar uma cultura de atendimento no negócio?

Tudo esse discurso √© muito bonito e inspirador, mas colocar isso em pr√°tica? Que a√ß√Ķes as principais empresas do mercado adotam para ter uma cultura de atendimento forte?

Veja alguns destes procedimentos a seguir:

Tenha um propósito claro e inspirador

Ter um prop√≥sito claro e inspirador √© fundamental para desenvolver uma cultura de atendimento. Os prop√≥sitos guiam a postura da ger√™ncia e dos times, apontando a dire√ß√£o certa na tomada de atitudes. Isso permite √† empresa ter as a√ß√Ķes alinhadas com seus ideais.

A clareza de prop√≥sito tamb√©m √© importante para que todo o time se alinhe com essas metas e par√Ęmetros. Esses fatores s√£o importantes para promover a√ß√Ķes em sintonia com o que √© planejado e esperado da organiza√ß√£o.

Defina culture codes

O culture code √© um documento que cont√©m todos os aspectos importantes da cultura organizacional da empresa. Ele deve alinhar as pr√°ticas da corpora√ß√£o, trazendo conte√ļdos como os valores, miss√£o e pr√°ticas que s√£o cultivadas nas atividades.

Muitas corpora√ß√Ķes, como a NetflixZapposHubspot e Resultados Digitais, publicaram os seus culture codes com base em uma cultura de atendimento. Isso melhora a imagem neg√≥cio no mercado e aproxima a empresa dos clientes.

Leia também:

Zappos e a Cultura de Atendimento ao Consumidor

Valorize o time

Para que sua equipe ofere√ßa o melhor atendimento, √© importante que os profissionais estejam bem e se sentindo valorizados. Investir em bons pagamentos, oferecer benef√≠cios, propiciar boas condi√ß√Ķes de trabalho, respeitar as horas de pausa e descanso s√£o medidas que podem ajudar a manter o bem-estar do colaborador.

Somente com a equipe se sentindo bem será possível realizar um serviço efetivo e adequado às demandas do consumidor. Quanto melhor a qualidade de vida dos colaboradores, mais eles serão capazes de oferecer um bom serviço para os clientes.

Invista em sua equipe

Oferecer as melhores condi√ß√Ķes de trabalho √© fundamental para ter uma equipe disposta e engajada. Ter aten√ß√£o com os sal√°rios, benef√≠cios e incentivos √© uma medida necess√°ria para promover boas recompensas para o time.

Em uma cultura de atendimento, é importante também tornar o feedback um hábito, algo a ser reforçado constantemente. Os colaboradores precisam estar em aprimoramento contínuo para oferecer o melhor serviço para o cliente. Aprendendo com os erros, se atualizando e se reciclando, eles podem contribuir muito para a satisfação do consumidor.

√Č importante ainda oferecer treinamentos e capacita√ß√Ķes al√©m de e desenvolver planos de carreira para que os colaboradores tenham perspectivas de crescimento e experi√™ncias de aprendizagem no trabalho. Assim, o time fica satisfeito e oferece um melhor atendimento.

A cultura de atendimento centraliza todas as atividades do neg√≥cio no consumidor, buscando oferecer os melhores servi√ßos poss√≠veis para ele. Aderir a essa metodologia traz credibilidade, valoriza√ß√£o no mercado, fideliza√ß√£o de clientes e promove crescimento da corpora√ß√£o.

Para desenvolver uma cultura de atendimento, invista nos culture codes, no aperfeiçoamento da equipe, tenha metas e propósitos definidos e incentive o feedback continuamente. Dessa forma, é possível ter ótimos resultados no empreendimento.

Texto publicado anteriormente no Blog da DDS.

À medida que a sua operação digital cresce os gestores de e-commerce e marketing digital passam a ter necessidades diferentes de informação

O Brasil √© o pa√≠s do ‚Äúpuxadinho‚ÄĚ. Um lugar onde todo mundo √© arquiteto, consultor de investimento, mec√Ęnico e, por que n√£o, t√©cnico de futebol.

N√≥s usamos a estrat√©gia do puxadinho diariamente em um ‚Äúsem n√ļmero‚ÄĚ de situa√ß√Ķes cotidianas. Mas isto n√£o acontece s√≥ em casa, n√£o senhor.

Uma forma (não tão nova) de puxadinho que está começando a deixar muita gente de cabelo em pé é o puxadinho digital.

Quando algo precisava ser feito

Daniel Kahneman √© um psic√≥logo que ganhou o Pr√™mio Nobel de Economia em 2002. Entre v√°rias contribui√ß√Ķes da sua obra, ele constatou que nossa racionalidade √© bem mais limitada do que imaginamos.

Basta considerar que 80% das pessoas afirmam se acharem melhores do que a média. No mínimo, uma incoerência lógica.

Voltando ao ponto: culturalmente n√≥s vivemos e fazemos coisas pensando num curto prazo. √Č da√≠ (e da falta de recursos) que vem a cultura do ‚Äúpuxadinho‚ÄĚ.

O puxadinho digital surge na medida que uma empresa começa a se aventurar pela digitalização dos seus negócios.

Precisa de um e-mail marketing? Cria uma conta agora.

Agora é um chat? Simples, só assinar este aqui.

SMS para o cliente? Agora: este serviço é fácil e não tem fidelidade.

Quando voc√™ v√™, tem um emaranhado de apps, SaaS, IaaS, XaaS (X = qualquer coisa as a service) que te deixa com mais d√ļvidas do que certezas.

As tecnologias deveriam servir a um √ļnico prop√≥sito: habilitar novas compet√™ncias para aumentar a escala e a produtividade do neg√≥cio.

O ponto de inflex√£o

No meu dia-a-dia converso com gestores de negócios em empresas de vários portes e segmentos. Se um dia e-commerce foi tendência, hoje é mais que uma realidade.

E na medida que as empresas estão superando aquela fase de incredulidade e realmente escalando em vendas, clientes e negócios, o puxadinho digital que lá atrás ajudou a crescer agora começa a atrapalhar.

Veja um exemplo:

‚ÄĘ Voc√™ cria uma campanha em rede social;
‚ÄĘ O cidad√£o clica e visita seu e-commerce (virou um lead!);
‚ÄĘ Ele se cadastra no seu mailing (agora vai!);
‚ÄĘ Entra em um produto e coloca no carrinho (isso, falta pouco!);
‚ÄĘ Abandona o carrinho (como fazem mais de 30% dos compradores);
‚ÄĘ Voc√™ toca o cliente com uma oferta de recupera√ß√£o (aquele desconto camarada);
‚ÄĘ Ele volta e n√£o converte de novo (b√°sico);
‚ÄĘ Entra na r√©gua de novo com a mesma oferta de recupera√ß√£o (quem sabe na segunda vai);
‚ÄĘ O lead resolve virar cliente e comprar (gra√ßas a Deus!);
‚ÄĘ Os sistemas de display perseguem o lead at√© o √ļltimo dos seus dias ofertando os produtos que ele j√° comprou.

Como gestor do negócio eu gostaria de saber três coisas apenas:

1- Quanto este cliente comprou?
2- Quanto esta venda me custou?
3- Quanto esta campanha me retornou?

Tenho certeza que mesmo um gerente de e-commerce j√ļnior vai conseguir responder a pergunta 1 com relativa facilidade.

Mas d√° tanto trabalho reunir as informa√ß√Ķes necess√°rias para responder as perguntas 2 e 3 que a maioria dos gestores (em off apenas) acaba n√£o tendo condi√ß√Ķes ‚Äúde fato‚ÄĚ para respond√™-las.

Quando você cresce o desafio muda

O ponto central aqui é que à medida que a sua operação de venda digital cresce o gestor de e-commerce e o gestor do negócio passam a ter necessidades diferentes de informação.

Quando você é pequeno, pode se dar ao luxo de cometer muitos erros. Eles fazem parte do aprendizado do empreendedor e na média são erros pequenos, dos quais você consegue se recuperar.

√Ä medida que o neg√≥cio ganha corpo e voc√™ flerta com a sa√≠da do Simples Nacional, as coisas passam a ter uma dimens√£o diferente. Ter informa√ß√Ķes de ponta-a-ponta n√£o s√≥ √© desej√°vel: √© mandat√≥rio.

Na real, o puxadinho digital d√° a impress√£o de ser barato porque voc√™ paga v√°rias contas pequenas. Mas quando voc√™ soma estas contas ao overhead (gente adicional) para unificar e analisar os dados mais o custo de oportunidade das decis√Ķes tomadas com base em informa√ß√Ķes erradas, voc√™ constata que, na m√©dia, o puxadinho digital √© o que parece barato mas sai muito, muito caro.

√Č melhor n√£o ter mapa algum do que ter um mapa errado.

A resolução de ano novo: integrar, dar inteligência, inovar

Se você chegou até aqui deve estar se perguntando: como eu faço para acabar com meu puxadinho digital?

A minha resposta de consultor √© que n√£o h√° resposta √ļnica.

(pausa dram√°tica)

Mas se você quer uma ideia de como começar, me permita sugerir o seguinte:

1. Trace um mapa claro de todos os recursos tecnol√≥gicos que sustentam o seu e-commerce (plataforma, automa√ß√£o de marketing, CRM, sistema de atendimento, etc…);

2. Entenda a jornada do seu cliente e entenda quais s√£o os pontos de contato mais importantes e que podem gerar mais impacto no seu resultado (vendas, margem, recompra, NPS, etc…);

3. Com base nesta priorização, estabeleça 1 ou 2 objetivos de melhoria (por exemplo, orquestrar as campanhas em torno do cliente, independente do canal);

4. Avalie fornecedores de tecnologia, que podem te ajudar a analisar e sugerir a adoção de softwares que substituam e simplifiquem o seu mapa de tecnologia.

Tão importante quanto isto é pensar em ciclos contínuos de melhoria. Hoje é perfeitamente possível executar 3 ou 4 projetos ao longo de um ano que permitem fazer um extreme makeover no seu puxadinho digital.

Isto deixa seu negócio mais preparado para alçar voos mais altos, com mais eficiência.

Isto é um processo, ou seja, a cada objetivo cumprido, você deve partir para o próximo. Porque as necessidades do seu negócio e do seu cliente mudam. Sempre há alguma coisa para melhorar.

Espero que voc√™ tenha gostado e, se tiver uma cr√≠tica, d√ļvida ou sugest√£o, comente aqui ou ent√£o me mande uma mensagem. At√© a pr√≥xima!

Investir em um novo neg√≥cio n√£o √© nada f√°cil ‚Äď a come√ßar pelos custos… Um servi√ßo na nuvem pode auxiliar pequenos empres√°rios nesta miss√£o.

Todo empreendedor sabe que come√ßar um neg√≥cio requer muita cautela. A gente precisa pensar em tudo: clientes, funcion√°rios, capital de giro, capital de investimento, parcerias, infraestrutura, estoque… S√£o tantas coisas!

√Č, voc√™ pode at√© n√£o acreditar, mas o Cloud Computing √© um ‚Äúsalvador da p√°tria‚ÄĚ para muitos pequenos empreendedores. Agora, a quest√£o n√£o √© sobre migrar para a nuvem e sim quando fazer isso!

A notícia é boa para todo mundo que tem uma empresa e precisa aumentar o desempenho do seu negócio, mas, especialmente, para os pequenos empresários que acabam esbarrando em muita dificuldade apresentada no mercado, como na burocracia dos documentos.

Imagine a seguinte cena: uma nuvem (internet) e tudo conectado a ela. Computadores, notebooks, mobile (smartphones), data bases, remote servers, remote desktops… Tudo est√° conectado a um √ļnico servidor!

Entendeu? Isso é a Computação em Nuvem!

Bem, vamos parar de imaginar e ir para pr√°tica!

A nuvem existe e tem feito um sucesso em toda empresa que investe nela. O investimento não é alto. A facilidade de migração é efetiva. E existe segurança nesse processo.

Se voc√™ ainda n√£o ‚Äúviu‚ÄĚ motivos suficientes para migrar para a nuvem, confira!

1- Segurança Digital

Quando seus arquivos est√£o na nuvem, eles t√™m seguran√ßa refor√ßada. Os provedores investem muito dinheiro todos os anos para manter as informa√ß√Ķes altamente seguras nos seus centros de dados.

Uma maneira fácil para entender é pensando em um arquivo específico como sendo um quebra-cabeça de várias partes. Quando você coloca esse arquivo na nuvem, ele é fragmentado em várias partes e mesmo que haja um ataque de hacker, ele só conseguirá uma parte do todo.

Além disso, é possível fazer a recuperação do arquivo integralmente (esse backup é feito de maneira automática).

2- Armazenamento em grande quantidade

A nuvem est√° preparada para receber arquivos de v√°rios tamanhos e formatos. As ferramentas cloud facilitam o trabalho de toda empresa que precisa arquivar ou interagir documentos com outros usu√°rios.

Dessa forma, os colaboradores podem executar projetos internos em um ambiente altamente seguro e com alto nível de controle.

3- Redução de Custos

Se por um lado você teria que ter um alto custo com um data base físico, no mundo digital esse gasto é totalmente minimizado.

Você não precisará de um sistema de refrigeração elétrica, nem comprar hardwares ou softwares, nem gastar dinheiro com a manutenção periódica da infraestrutura e nem mesmo ter uma equipe de TI focada 24 horas nesse data base.

Dessa forma, seus recursos financeiros podem ser usados para outros fins. O pagamento da nuvem √© totalmente democr√°tico e se encaixa no famoso ‚ÄúPay Per Use‚ÄĚ, ou seja, voc√™ s√≥ pagar√° pelo que consumir em determinado per√≠odo.

4- Agilidade para acessar arquivos

Outra vantagem de estar na nuvem √© que voc√™ tem mais agilidade para acessar seus documentos ‚Äď tudo √© feito em quest√Ķes de segundos. Voc√™ pode, por exemplo, optar por concentrar na nuvem suas tarefas mais importantes sem se preocupar com a compra de softwares ou com o aumento de armazenamento.

Al√©m disso, voc√™ pode acess√°-los de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora ‚Äď desde que tenha o acesso habilitado (login e senha) e o acesso a internet.

Especificamente sobre o acesso, saiba que ele pode ser feito por computadores, notebooks ou mobile ‚Äď sendo que as plataformas s√£o expans√≠veis para esses mecanismos. Se voc√™ mant√©m seu acesso, voc√™ pode acessar de qualquer dispositivo.

5- Flexibilidade e Escalabilidade

Os especialistas em tecnologia gostam muito de usar a express√£o ‚Äúescalabilidade‚ÄĚ, que tem a ver com o fato de ser adequado √† sua empresa independente do tamanho dela.

Por exemplo, hoje voc√™ √© um microempreendedor… S√≥ que com o passar do tempo, a sua empresa crescer√° muito e voc√™ precisar√° de mais servi√ßos da nuvem. O que acontece? Nada demais. √Č s√≥ voc√™ solicitar um novo recurso.

Logo, a nuvem se adequa ao seu perfil, ao seu crescimento, ao seu sucesso.

Entenda os tipos de computação em nuvem e invista agora mesmo!

Com os motivos comprovados, n√£o restam muitas d√ļvidas sobre a migra√ß√£o do sistema tradicional para a nuvem. Agora, voc√™ s√≥ precisa entender, de forma simples, a diferen√ßa entre os tipos de cloud.

Após escolher o tipo de nuvem que melhor se adequa ao seu negócio, o ideal é buscar conhecimento para fazer a migração da forma correta.

Com a populariza√ß√£o do e-commerce nos √ļltimos anos, a concorr√™ncia tamb√©m aumentou nos mais variados nichos. Uma gest√£o eficaz pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso da opera√ß√£o. O e-commerce √© um modelo de neg√≥cio que come√ßou no Brasil, de forma t√≠mida, em meados dos anos 90 com alguns poucos players e foi se popularizando, conquistando o seu espa√ßo.

Segundo um estudo realizado pelo portal Olhar Digital, o modelo de neg√≥cio j√° representa cerca de 33% do varejo nacional e a tend√™ncia √© crescer ainda mais. Outro dado importante √© o apresentado no relat√≥rio Webshoppers, produzido pelo Ebit, no qual aponta que o faturamento do mercado em 2015 foi de R$ 41.3 bilh√Ķes, j√° em 2016, ap√≥s um crescimento de 7.4%, atingiu a marca de R$ 44.4 bilh√Ķes.

Mais dados do mercado:

Os n√ļmeros do mercado de E-commerce

Com a evolução da tecnologia em ritmo acelerado, o e-commerce também tem sido afetado positivamente. Para entendermos um pouco mais, é só olharmos para o passado:

O Fator Google

A gigante da tecnologia fundada em 1998 por dois estudantes de doutorado em Harvard ajudou (e muito) na propagação do e-commerce.

Afinal, como uma loja de calçados de bairro, e também com atuação online, seria encontrada em meio a esse imenso ecossistema sem o auxílio do Google?

De fato, existem outros buscadores, mas a participa√ß√£o do Google nas buscas, como um todo, est√° em torno dos 70% ou mais…

O Surgimento do iPhone

Em 2007, surgiu o iPhone, um dos smartphones mais populares do mundo desenvolvidos pela Apple, que tem de 1 a 2 vers√Ķes lan√ßadas por ano.

Um fato interessante é que o sistema operacional Android, o grande concorrente do iOS do iPhone, surgiu em 2003, cinco anos antes do primeiro iPhone. Porém, a popularização dos dispositivos móveis, ocorreu para valer, com o smartphone da Apple.

Perguntar qual o impacto dos dispositivos móveis no e-commerce é praticamente redundante, não é mesmo?

Entendendo a popularização desses aparelhos e a mudança do comportamento do consumidor digital, desde 2014 o Google passou a priorizar em suas buscas, sites perfeitamente adaptados para dispositivos móveis.

Se destacando em um mercado competitivo

A popularização de dados, como esses mencionados acima e a facilidade de iniciar uma operação online, tem feito muitos iniciarem uma operação online.

Saiba que grande parte dos e-commerces fecham as portas com menos de 3 anos de operação. Qual a principal causa desse problema?

A falta de organização.

Iniciar uma opera√ß√£o virtual n√£o √© uma tarefa simples, e tampouco √© sin√īnimo de trabalhar menos. Os mesmos custos existentes numa opera√ß√£o f√≠sica est√£o presentes no mercado online, mas de outra forma.

Mais sobre uma operação de e-commerce:

Operação de e-commerce: não durma nunca mais

Estruturando um planejamento eficiente

Para evitar um investimento malsucedido, é necessário fazer um planejamento bem estruturado. Isso o fará enxergar todos os custos, tanto diretos quanto indiretos, como é o caso da logística reversa, algo muitas vezes não planejado por quem está começando.

Se voc√™ tem d√ļvidas e n√£o sabe por onde come√ßar esse planejamento, saiba que um coaching pode ajudar. Essa metodologia pode te dar o apoio necess√°rio para a sua empreitada. 

Planejamento e ação

O coaching é uma metodologia de desenvolvimento humano, pautada em metas, que são mensuráveis e tem uma data final para serem executadas.

Ao fazer um curso de coaching você aprenderá a estabelecer um plano de ação, para não ficar ancorado em seu próprio planejamento, e trabalhará sempre com o foco na solução de cada obstáculo que vier pela frente.

Muito mais que isso, a metodologia coaching trará a você os comportamentos necessários para ter e gerenciar um e-commerce de sucesso!

O direito de arrependimento √© um dos temas que mais provocam questionamentos entre os lojistas de e-commerce.. Afinal, a legisla√ß√£o n√£o √© t√£o clara e nem atualizada o suficiente para que os profissionais do com√©rcio eletr√īnico consigam gerir as a√ß√Ķes que decorrem dessa pr√°tica.

Diante disso, √© mais do que recomendado fazer algumas considera√ß√Ķes sobre o tema. Assim, podemos ajudar os lojistas a lidar com essa realidade t√£o presente no dia a dia do e-commerce.

A origem do direito de arrependimento

O direito de arrependimento est√° expressamente previsto no C√≥digo de Defesa do Consumidor em seu artigo 49, e foi refor√ßado pelo Decreto 7.962/2013, conhecido como Lei do E-commerce, no qual o legislador foi al√©m e trouxe, inclusive, inova√ß√Ķes nesse sentido. O referido artigo do CDC, Lei n¬ļ 8.078 de 11 de setembro de 1990, determina:

Art. 49. O consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio.

Par√°grafo √ļnico. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo, os valores eventualmente pagos, a qualquer t√≠tulo, durante o prazo de reflex√£o, ser√£o devolvidos, de imediato, monetariamente atualizados.

A primeira coisa a ser observada √© a idade do CDC. Em 1990, sequer se falava em internet, muito menos se concebia qualquer no√ß√£o de e-commerce no Brasil.

O que reinava √†quela √©poca, quando falamos de compra ‚Äún√£o presente‚ÄĚ, eram basicamente cat√°logos como o Herm√®s, por exemplo, al√©m de empresas que utilizavam mala direta para venda de cursos e produtos √† dist√Ęncia.

Nessas malas diretas e cat√°logos, eram muito comuns as produ√ß√Ķes fotogr√°ficas em que se via a foto de um produto. Entretanto, ao receb√™-lo, o consumidor tinha a impress√£o de que outro produto havia sido comprado.

Pela impossibilidade de o consumidor ter o produto em m√£os, associada √†s t√©cnicas de publicidade da √©poca e aos meios de venda √† dist√Ęncia que existiam, veio em boa hora a legisla√ß√£o de defesa ao consumidor.

A relação entre o e-commerce e o direito de arrependimento

Atualmente, a concep√ß√£o de venda ‚Äún√£o presente‚ÄĚ √© aplicada ao e-commerce e √© muito questionada por empres√°rios. Afinal, √© mais comum que a loja virtual tenha presen√ßa somente no ambiente digital, em uma realidade bem diferente do com√©rcio tradicional, em que o ponto f√≠sico (a loja) √© o local padr√£o de funcionamento.

Esse questionamento se expande, tamb√©m, para a no√ß√£o de que o consumidor tem o direito de arrependimento resguardado em fun√ß√£o de n√£o ter o produto em m√£os. Ora, obviamente o legislador √† √©poca se referia √† impossibilidade do consumidor conhecer as especifica√ß√Ķes e o produto em si.

A nosso ver, esse entendimento √© totalmente incompat√≠vel com a internet e, menos ainda, se especificarmos o e-commerce. A rede √© pura informa√ß√£o e os an√ļncios das lojas virtuais oferecem mais dados do que o consumidor poderia adquirir na loja f√≠sica. N√£o levamos em conta, nesse caso, que √© extremamente comum o pr√≥prio an√ļncio conter avalia√ß√Ķes de consumidores que j√° adquiriram o produto.

Resta entender que, atualmente, por meio do e-commerce, o consumidor passou a ter acesso a informa√ß√Ķes muito mais abrangentes do que √† √©poca da cria√ß√£o e publica√ß√£o do CDC, o nosso Diploma Consumerista.

>H√° maior transpar√™ncia na seguinte ideia: os sistemas e as plataformas de lojas virtuais proporcionam experi√™ncias mais profundas aos consumidores do que uma simples visita a qualquer loja f√≠sica, por mais moderna que seja. √Č um contrassenso atribuir car√°ter ‚Äún√£o presencial‚ÄĚ a tais vendas.

O entendimento, que parece √≥bvio para a maioria dos empres√°rios do e-commerce e que, aos poucos, tem sido aceito por consumidores mais ‚Äúantenados‚ÄĚ, n√£o √© compartilhado, ao menos por enquanto, por nossa legisla√ß√£o.

A compra efetuada no e-commerce ainda √© considerada ‚Äún√£o presente‚ÄĚ e, por isso, est√° sujeita ao direito de arrependimento do consumidor. Essa compreens√£o foi confirmada recentemente atrav√©s do Decreto 7.962/2013 que, em seu artigo 5¬ļ, al√©m de confirmar irrestritamente o direito de arrependimento, trouxe uma nova regulamenta√ß√£o da qual destacamos as principais exig√™ncias:

  1. O consumidor poderá exercer seu direito de arrependimento pela mesma ferramenta utilizada para a contratação, sem prejuízo de outros meios disponibilizados. Em outras palavras, deve estar disponível no site a opção de acionar o direito de arrependimento de forma online, na própria loja;
  2. O exerc√≠cio do direito de arrependimento implica a rescis√£o dos contratos acess√≥rios, sem qualquer √īnus para o consumidor, o que inclui frete (ida e volta) e eventuais despesas financeiras;
  3. Ser√° comunicado imediatamente o exerc√≠cio do direito de arrependimento pelo fornecedor √† institui√ß√£o financeira ou √† administradora do cart√£o de cr√©dito ou similar, para que a transa√ß√£o n√£o seja lan√ßada na fatura do consumidor. Em outras palavras, que seja efetivado o estorno do valor, caso o lan√ßamento na fatura j√° tenha sido realizado;
  4. A loja deve enviar a confirmação imediata do recebimento da manifestação de arrependimento ao consumidor.

Diante dessa realidade, √© inquestion√°vel a necessidade de adequa√ß√£o da rotina administrativa de uma loja virtual a essa legisla√ß√£o e, mais do que isso, a constante atua√ß√£o no sentido de diminuir ao m√°ximo as devolu√ß√Ķes e estornos aos quais est√£o sujeitos os e-commerces.

Dicas para agir quando o direito de arrependimento for exercido pelo consumidor

A seguir, 5 dicas importantes de como se preparar para os casos em que o consumidor queira exercer seu direito de arrependimento:

  1. Facilite ao m√°ximo o processo: quanto mais a loja burocratizar o procedimento, mais oneroso pode se tornar o problema;
  2. Atente-se ao que se exige dos consumidores: o produto deve ser devolvido novo, por√©m, n√£o se pode pedir que a caixa n√£o tenha sido aberta;
  3. Filme o recebimento e a abertura da caixa do produto: ao receber a devolu√ß√£o, recomenda-se a filmagem do momento de recebimento e abertura do pacote, mostrando a caixa, a etiqueta de postagem e a abertura. Esse v√≠deo costuma ser √ļtil em caso de a√ß√Ķes e reclama√ß√Ķes no Procon e Juizados;
  4. Informe ao consumidor sobre o estorno: assim que receber o produto e conferir seu estado, avise ao cliente por e-mail que o estorno no cart√£o j√° foi solicitado (anexamos o comprovante de solicita√ß√£o do estorno no e-mail). Caso o estorno seja em dinheiro, √© prefer√≠vel o dep√≥sito em conta corrente, em nome do cliente, e o comprovante de dep√≥sito √© encaminhado em seguida. Evite gerar cr√©dito para compra, salvo por solicita√ß√£o expressa do consumidor;
  5. Destaque o procedimento de devolu√ß√£o, em caso de arrependimento, nos termos e condi√ß√Ķes do site: embora seja obrigat√≥rio por lei, a informa√ß√£o √© agrad√°vel e aumenta a sensa√ß√£o de seguran√ßa do cliente.

Enquanto a lei ainda n√£o se adequa √† realidade do com√©rcio eletr√īnico, cabe aos lojistas ajustarem suas opera√ß√Ķes e seu caixa para suportar o direito de arrependimento dos clientes.

√Č fundamental proporcionar uma experi√™ncia de compra que torne a decis√£o do consumidor mais segura. Portanto, quanto mais informa√ß√Ķes sobre as ofertas forem divulgadas, menos surpresas o cliente ter√° ap√≥s a compra e o recebimento do produto.

Publicado anteriormente no Blog Vtex.

Quando falamos em home office, o importante é entender que, apesar de não existir um perfil ideal para a atividade, é possível conhecer as características que favorecem esse profissional e interpretar se a personalidade deles pode interferir nos resultados de quem pretende trabalhar em casa.

Segundo o levantamento feito pela Carreira Muller, na maioria das empresas n√£o h√° preocupa√ß√£o em identificar o perfil do profissional designado ao home office ‚Äď apenas 17% dos RHs voltam sua aten√ß√£o para essa quest√£o.

Para as empresas, no momento de eleger profissionais da equipe para assumirem atividades em home office, alguns pontos podem ser observados pelos gerentes. J√° no caso de profissionais aut√īnomos ou que terceirizam alguma fun√ß√£o, uma autoavalia√ß√£o com base dos itens abaixo tamb√©m pode ajudar:

1- Maturidade Pessoal

A capacidade de administrar as pr√≥prias emo√ß√Ķes, de forma condizente com o ambiente no qual se insere √© uma habilidade que precisa ser dominada pelo profissional, j√° que ele dever√° ser capaz de agir e reagir de forma condizente com o ambiente profissional, apesar de estar em sua pr√≥pria resid√™ncia.    

2- Conhecimento técnico

O home office exige a capacidade de resolver sozinho a maior parte dos desafios e a responsabilidade de saber onde procurar as solu√ß√Ķes para problemas in√©ditos, ou que n√£o estejam diretamente relacionados √† sua √°rea de especializa√ß√£o.

√Č imprescind√≠vel que o profissional seja um profundo conhecedor de sua √°rea de especializa√ß√£o, domine os recursos t√©cnicos disponibilizados pela empresa e possua excelentes no√ß√Ķes dos processos envolvidos.

3- Local de Trabalho

Ambientes barulhentos, desorganizados, ou repletos de poss√≠veis distra√ß√Ķes, dificilmente favorecer√£o o bom desempenho.

Se o profissional tem dificuldade de se concentrar na sua resid√™ncia, ou n√£o consiga focar no trabalho em ambientes p√ļblicos, como caf√©s, hot√©is ou espa√ßos de coworking (trabalho compartilhado) √© preciso considerar se ele √© realmente o mais indicado ao home office.

4- Perfil Comportamental

Competências técnicas podem ser desenvolvidas por meio de treinamentos específicos, porém, o desenvolvimento de competências comportamentais não é tão simples assim.

Uma das maneiras para resolver e identificar brechas nesses casos, é a aplicação de ferramentas capazes de avaliar o perfil comportamental, como a teoria DISC, a Tipologia de Jung ou o Big Five.

Pode ser que o RH da sua empresa j√° tenha contato com alguma delas, vale a pena perguntar!

Confira abaixo as áreas elegíveis ao teletrabalho:

Conhecendo as compet√™ncias necess√°rias para administrar seu tempo e desempenho para o trabalho em home office, fica mais f√°cil perceber se essa atividade se encaixa ou n√£o no seu perfil profissional.  Investir no autoconhecimento √© um dos segredos para se preparar para essa modalidade de servi√ßo, agora regularizada pela Reforma Trabalhista.