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Para quem está começando um negócio agora e decidiu trabalhar com produtos estrangeiros, importar pode parecer um bicho de sete cabeças à primeira vista. Mas neste artigo vamos te mostrar passo a passo como escolher um fornecedor e negociar um acordo de importação.

Para isso, vamos utilizar o site Alibaba, a maior loja online do mundo e que reúne milhares de fornecedores asiáticos que você pode contatar através do próprio site sem nenhuma burocracia.

1- Começando do princípio: escolhendo o que quer vender

No Alibaba você vai encontrar uma infinidade de produtos e preços. Pense bem no público e segmento que quer atingir para não acabar se perdendo e comprando produtos que ninguém vai se interessar no Brasil.

Escolhidos o público e o segmento (sapatos masculinos, por exemplo), faça uma pesquisa de quais itens disponíveis no site você gostaria de importar: sapatos sociais, botas, chinelos, etc.

A próxima coisa que eu vou falar não é uma regra, mas não custa nada tentar segui-la: escolhidos os tipos de produtos, tente encontrar o máximo de itens que você deseja do mesmo fornecedor. Por que? Bom, porque quanto mais produtos comprar de um mesmo fornecedor, mais chances de conseguir uma negociação melhor você terá, simples assim.

2- Entrando em ação: fazer o contato com o fornecedor através do Alibaba

A melhor parte do Alibaba – e o que o diferencia dos e-commerces tradicionais – é que ele permite que você entre em contato diretamente com o fornecedor.

Você pode fazer isso de duas maneiras: clicando em “Contatar Fornecedor” ou em “Solicitar Cotação”. As duas formas são parecidas, mas a ideia é que ao solicitar uma cotação você receba a informação de valores de várias empresas diferentes, já que a solicitação será enviada para vários fornecedores com perfis semelhantes ao escolhido por você.

Para mandar uma comunicação efetiva ao fornecedor lembre-se de mencionar na mensagem os seguintes pontos:

• Qual a quantidade desse tipo de produto que você gostaria de importar e quantas unidades de cada variação (tamanho, cores, etc);
• Qual a quantidade mínima por produto (QMP) que você pode importar;
• A frequência com a qual você gostaria de fazer essa importação e qual o valor que ele conseguiria te oferecer para ser um fornecedor recorrente;
• Quais as opções para o pagamento do pedido que ele pode te oferecer;
• Existe algum custo para o envio de amostra do produto em questão antes de fechar a negociação?

Essa última pergunta é fundamental para você ter certeza que não está levando gato por lebre e de fato comprando produtos com uma boa qualidade.

Enviada a mensagem, leve em conta que pode demorar alguns dias para que você receba um retorno. Enquanto isso, continue pesquisando outros fornecedores para ganhar tempo caso a primeira opção não atenda às suas necessidades.

3- Acertando os detalhes da negociação

Depois que você já recebeu a amostra do produto e decidiu por continuar o processo de importação, você precisará acertar alguns detalhes com o fornecedor antes que o acordo seja finalizado.

Forma de pagamento do pedido

Existem muitas formas de realizar um pagamento internacional, porém, a maioria delas não oferece nenhuma garantia caso você sofra um golpe.

Tome muito cuidado com esse ponto da negociação; além de só fazer acordo com fornecedores certificados, dê preferência aos que permitem o pagamento do pedido através do PayPal, uma das formas mais fáceis e seguras de se pagar por uma compra internacional.

No que diz respeito às taxas de importação que devem ser pagas, leve em consideração que a maioria das negociações são fechadas no modelo FOB (Free on board), onde o exportador se responsabiliza por todos os custos até o embarque da carga no navio, enquanto o importador se responsabiliza pelos custos do destino, como desembaraço da carga.

Quando o pedido será entregue?

Se você nunca comprou da China ou de qualquer outro país, talvez não saiba que as encomendas geralmente demoram de 40 a 60 dias para serem entregues, mas esse prazo é só uma estimativa.

Na realidade, os pedidos podem demorar mais se a mercadoria precisar passar por um dos chamados canais de inspeção alfandegária ou se o navio precisar mudar a rota por algum motivo, por exemplo.

Portanto, é melhor não fechar a negociação em cima da hora para não correr o risco de ficar literalmente a ver navios.

Será que é seguro comprar desse fornecedor estrangeiro?

Uma coisa é insistir em algo que acredita mesmo que exista uma chance de dar errado, outra é dar um passo maior que a perna e correr riscos desnecessários.

Não feche negócio apostando todas as suas fichas se ainda não estiver totalmente seguro que o fornecedor vai ser capaz de entregar o seu pedido com a mesma qualidade que a amostra. Mesmo que você tenha que atrasar o lançamento da sua loja, nesses casos a pressa costuma ser inimiga da perfeição.

Tire todas as dúvidas para ter certeza de que os dois lados estão falando “a mesma língua” quanto ao que deve ser entregue; isso evitará prejuízos posteriormente. Existem milhares de outros fornecedores seguros e certificados no Alibaba, então não tenha medo de dizer um “não” se estiver desconfiado do acordo.

Se a sua empresa já está com a documentação em dia e você pretende comprar uma leva muito grande de produtos (mais de 20 mil dólares), pergunte ao fornecedor se o pagamento pode ser feito através de uma carta de crédito. Essa é uma forma mais segura (para ambos) de fazer pagamentos de grandes quantias a distância.

Entendido?

É possível começar a importar com sucesso para seu e-commerce mesmo que você nunca tenha tido experiência com isso antes.

Estudar bem o modelo de negócio e as práticas mais comuns, tomar algumas precauções básicas de segurança (principalmente com relação ao seu dinheiro) e desconfiar de qualquer proposta “milagrosa” já são boas dicas para que você consiga importar sem problemas.

Tornar os processos mais eficientes e garantir que os clientes executem suas atividades com segurança. Para que as empresas alcancem esses objetivos, é fundamental diferenciar as transações legítimas dos clientes das atividades fraudulentas dos criminosos. Mas esse processo pode custar caro.

Bancos, cooperativas de crédito, operadoras de cartões de crédito e seguradoras, que estão sob constante pressão para reduzir os custos de suas atividades, têm demonstrado maior entusiasmo para a adoção de processos automatizados.

Depois da migração de agências físicas para plataformas móveis e digitais, a automação será o próximo passo para as instituições financeiras que desejam reduzir os custos e inconvenientes envolvidos a investigação de atividades suspeitas e, ao mesmo tempo, tornar as transações mais seguras e eficientes.

As instituições financeiras que aderirem a essa tendência, com a automatização de processos internos e interorganizacionais, serão percebidas como visionárias pelos clientes, e estarão na dianteira desse mercado altamente competitivo que é o FinTech.

Menos erros humanos

Os próprios usuários podem validar transações que se afastam do seu comportamento regular, em vez de deixar a decisão de bloquear ou autorizar uma transação para um agente de fraude que nem sempre é capaz de entrar em contato com o usuário a tempo.

Uma verificação eficiente da identidade do usuário significa que o fluxo de dinheiro e o comércio não serão interrompidos desnecessariamente.

Maior eficiência

Uma plataforma intuitiva de monitoramento de fraude trabalhando em conjunto com a autenticação automática e sem atritos de usuários, significa:

1) Economia substancial recursos, com menos investigações e menores prejuízos com fraude,
2) Possibilidade de gestão de casos adicionais sem a contratação de pessoal adicional, migração de um modelo reativo de investigação para um modelo proativo,
e 3) A coleta automatizada de dados e geração de relatórios.

Verificação multicanal de usuários em tempo real

A autenticação push, juntamente com outros fatores de autenticação forte, como fatores biométricos e senhas de uso único, pode ser usada para validar automaticamente as transações feitas através de diversos canais.

Alguns destes canais incluem ambientes de cartão não presente e e-commerce, saques sem cartão, pagamentos ou transferências feitas através de dispositivos móveis, laptops ou desktops, saques em caixas eletrônicos, sistemas interativos de resposta de voz (URA) e terminais de ponto de venda.

Redução do risco de fraude

A automação da conexão entre uma plataforma inteligente de detecção de fraude e a autenticação de usuários em tempo real contribui para reduzir a ocorrência de novos tipos sofisticados de fraude.

Resumindo: automação igual a redução de perdas com fraude.

Aumento da sensação de segurança e da satisfação do cliente

Clientes que não têm suas transações bloqueadas, mas sabem que suas instituições financeiras são seguras, são clientes felizes. Quando os clientes autenticam as próprias transações, eles se sentem mais seguros e satisfeitos.

Bancos e operadoras de cartão de crédito têm muito a ganhar com a eficientização e modernização desses processos e da cooperação para integração dos protocolos antifraude, com o máximo de automação possível da investigação da fraude nas duas pontas.

A automação pode reduzir a duração do tratamento de um caso de 20 minutos para até 20 segundos.

Decreto desonera o capital de giro dos contribuintes do ramo de Comércio Eletrônico e reduz custo operacional das empresas

A partir de agora, empresas de e-commerce atuantes em São Paulo passam a ter regime especial de tributação, o mesmo utilizado pelos grandes varejistas que detém centros de distribuição em território paulista.

“Assinamos esse decreto possibilitando que não haja acúmulo de crédito do ICMS, porque a própria empresa ‘ponto com’ será o polo da substituição tributária”, afirmou o governador Geraldo Alckmin. “Isso é importante porque o setor é o campeão de empregos. Além disso, estamos facilitando o comercio eletrônico aqui em São Paulo e evitando que empresas saiam do Estado”.

Com essa medida, as companhias que realizam operações interestaduais via comércio eletrônico poderão adquirir mercadorias sem a aplicação da substituição tributária e recolher o ICMS apenas quando derem a saída dos produtos.

A iniciativa irá desonerar o capital de giro das empresas que atuam com e-commerce e reduzir seu custo operacional.

Como funcionava

Mesmo em uma operação interestadual, esses contribuintes eram obrigados a recolher o imposto por substituição tributária para, posteriormente, solicitar o ressarcimento do valor à Secretaria da Fazenda.

Esta medida altera o DECRETO Nº 57.608, publicado em 12/12/2011.

Fonte: Portal do Governo do Estado

Igual a um empreendimento, os primeiros anos de vida de um bebê são incríveis. Maravilhosos? Claro! Muiiiito trabalhosos? Também! Mas algo assombroso acontece durante esse período: as crianças são a principal prova de como é possível crescer diariamente e se desenvolver a cada novo acontecimento. Como disse, igualzinho a um empreendimento.

Se você tem a oportunidade de estar perto de alguma criança e vê-la crescer, certamente se surpreende com a forma de desenvolvimento dela. Sempre me vem à cabeça a mesma ideia: se um adulto pudesse manter as características de uma criança, o quanto isso ajudaria a percorrer o caminho no mundo empreendedor!
Por isso, fiz uma lista abaixo do que pude aprender das crianças sobre ter um negócio próprio:

1- Ser perseverante

Quando uma criança quer algo, não se cansa de tentar até conseguir. Sem se importar com quantas vezes a neguem, ela insiste, volta a insistir e continua insistindo até conseguir. Não há (quase) nada que a detenha e não se dão por vencidas facilmente.

No mundo empreendedor, a perseverança é chave. Se um empresário desanima nos primeiros problemas, provavelmente não levará o projeto muito mais à frente. É preciso lembrar que nós sempre devemos encarar os desafios de frente e não desistir dos nossos objetivos.

2- Saber negociar

Como dizia antes, “quase” nada as detém. Mas se percebem que há algum obstáculo para chegar à sua meta, começam a próxima etapa: a negociação. A meta? Tentar melhorar a situação para ficar mais perto do objetivo. Uma capacidade natural e incrível das crianças!

Levante a mão o pai/a mãe que nunca disse ao filho alguma dessas frases: “só mais cinco minutos e depois já para a cama”, “guarde seus brinquedos ou não ganhará mais nenhum” ou “coma toda a comida e depois brincamos”.

Quão bom seria poder manter essa capacidade de negociar com as crianças e aplicá-la nos negócios para conseguir melhores condições? Não é agressivo e nem forçado; se trata de não ter medo de pedir o que nos pareça melhor para nosso projeto.

3- Sair da zona de conforto

O medo do fracasso é algo natural nos adultos (alguns mais, outros menos), mas se potencializa quando se trata de um projeto próprio. Quantas vezes você já escutou a frase “precisa sair da sua zona de conforto”?

Creio que uma única tarde cuidando de alguma criança poderá te inspirar. Elas são incríveis: não têm medo do novo e nem de falhar. Não só estão abertas a novas experiências, mas também as encantam testá-las.

4- Desfrutar o momento

Para os pequenos, o caminho é tão importante quanto o destino. Eles desfrutam de cada momento, vivem no presente. Uma viagem de carro para a casa da vovó se converte em uma oportunidade para descobrir um mundo novo pela janela: outros carros, cores do semáforo, pessoas caminhando na calçada, tudo é uma emoção.

Escutei várias vezes de empreendedores (como eu) o seguinte conselho: um projeto só terá chance de sucesso se for algo que realmente te apaixone. Durante o caminho haverá muitas pedras e é necessário paixão para conseguir transpô-las. Caso contrário, você provavelmente irá desistir por achar que não vale tanto a pena assim. O desenvolvimento de um projeto que nos apaixone também pode nos ensinar a desfrutar do caminho e não só do resultado final.

5- Desafiar os limites estabelecidos

No mundo infantil não existe status quo. Desde que adquirem a capacidade de entender que algo “não se pode fazer”, também aprendem a habilidade de desafiar os limites. “Não aperte este botão, ok? Por que não? Olha como eu consigo apertar o botão!”. Soa familiar?

Se não estão de acordo com algo, vão desafiá-lo e mudá-lo. Buscar uma nova maneira e fazer da forma mais “conveniente” (por ser mais divertida ou agradável). Pensemos no mundo dos negócios… quanto demoramos para tomar a decisão de sair do “estabelecido”?

6- Saber pedir ajuda

As crianças não têm medo de pedir ajuda, simples assim. Se percebem que não podem fazer algo por sua conta, não se rendem. Sabem que pedir ajuda irá levá-las mais perto de seu objetivo. E por isso o fazem, sem pensar duas vezes.

Como adultos, às vezes nos custa pedir ajuda. Como empreendedores, então, muitas vezes! Queremos assumir tantas tarefas ao mesmo tempo e sobre temas tão diferentes que relutamos muito na hora de aceitar ajuda.

7- Nunca deixar de aprender

Os pequenos adoram conhecer coisas novas. Ver como um bebê de dois anos aprende palavras novas todos os dias é algo realmente maravilhoso. Se alguém diz alguma palavra nova, eles a repetem da melhor maneira possível e fazem disso uma incansável diversão. Estão realmente desfrutando a experiência.

Como adulto, tenho que admitir que os invejo. Quanto gostaria de poder manter essa capacidade de absorção das coisas e de surpreender-me com cada descoberta.

8- Conhecer o público

O que é melhor para um empreendedor do que conhecer seu público? Ter a possibilidade de saber quem são os compradores dos seus produtos é ter o poder de saber como atuar e comunicar-se com sua audiência.

As crianças têm essa capacidade bem desenvolvida. Conhecem seu “público” e sabem exatamente com quem podem fazer o que. Por exemplo: “mamãe não me deixa comer sem babador e me faz guardar meu brinquedos. Papai é perfeito para brincar pela sala e posso espalhar todos os meus brinquedos sem que eu tenha que recolher depois. Já meus avós me deixam fazer tudo!”

Não deixo de pensar que, conforme crescemos, vamos perdendo essas características que poderiam nos ajudar no mundo adulto. Mas também me parece que um negócio próprio é como o “bebê” de cada empreendedor, não? Então, só me resta usar essa mesma paixão que cada um põe em seu projeto para evitar que essas coisas tão presentes e naturais das crianças não se percam no dia a dia.

Howard Schultz: esse nome pode não ser tão familiar para você, mas o logo verde da sereia de cauda dupla certamente já apareceu em algum lugar. É o símbolo da Starbucks: cafeteria mundialmente conhecida, que conta atualmente com mais de 20 mil lojas.

Schultz passou a fazer parte da empresa em 1982, quando havia uma única sede em Seattle. Um ano depois, em visita à Itália, apaixonou-se pelo modo como o café era vendido como uma experiência e não apenas um produto – e resolveu levar o conceito adiante com a Starbucks, da qual acabou se tornando CEO.

Com o sucesso conquistado e certo de que isso se deve à maneira como a marca se relaciona com os consumidores, ele atualmente participa de diversas palestras e entrevistas compartilhando o que aprendeu em sua trajetória de empreendedor – inclusive a máxima que intitula o post: “escute com empatia e comunique com transparência”. Mas o que isso significa?

As necessidades estão nos detalhes

A primeira questão que podemos refletir a partir da frase é a importância de conhecer e entender o seu público-alvo. Escutar com empatia significa ouvir o que o seu cliente tem a dizer e, principalmente, se colocar no lugar dele. As pessoas têm uma grande facilidade de falar a respeito do que querem, mas a sua estratégia de marketing precisa ir além e saber do que elas de fato precisam.

Portanto, deixe sempre aberto o espaço para que seus consumidores se expressem: seja diretamente pedindo feedback, convidando-os a prestar depoimentos ou mesmo comentar em sua página no Facebook. Depois, saiba ouvir e identificar na fala deles as suas necessidades diárias. O desafio será adaptar o seu serviço ou produto a elas, mas vale a pena.

Relacionamento é relacionamento

A segunda parte da citação, “comunique com transparência”, tem a ver com o outro lado desse diálogo – o que a sua empresa está dizendo para as pessoas. Schultz reforça que é preciso agir sempre com honestidade: fazer publicidade de acordo com o que você realmente oferece, informar a respeito de eventuais erros, lidar com os seus funcionários de forma sincera e responsabilizar-se por tudo o que acontece no pequeno universo sob seu domínio.

Afinal, nesse sentido, relacionar-se com sua equipe ou seu cliente é como fazer parte de qualquer outro tipo de relação, seja familiar, amigável ou amorosa: requer falar a verdade, expor as situações da forma como elas são e não tentar “maquiar” a realidade. Posicione sua marca (e também a si mesmo como líder) da maneira mais clara, transparente e confiável que puder. Isso é fundamental para conquistar credibilidade e confiança.

Construa a sua própria cultura

Por fim, podemos considerar esses dois valores – empatia e transparência – como pilares da cultura da Starbucks, já que sempre devem ser levados em conta no dia a dia de trabalho e estão de acordo com a missão da empresa:

“Inspirar e nutrir o espírito humano – uma pessoa, uma xícara de café e uma comunidade de cada vez.”

Definir esses core values logo no momento de estruturação do seu negócio faz com que todos os membros dele tenham uma base a seguir, uma orientação a considerar no momento de agir e tomar decisões. Isso garante que, por toda a existência da marca, ela siga seu propósito maior e tenha coerência com o que você acredita. E esse quadro é essencial para qualquer sucesso ou realização pessoal e profissional.

Publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

Todos nós sabemos que o Brasil não se encontra em seu melhor momento econômico. A taxa de crescimento do país foi consideravelmente reduzida e as expectativas para os próximos anos não estão entre as melhores. Por isso, quem possui uma empresa para cuidar pode (e deveria!) se organizar financeiramente, para evitar problemas inesperados.

A grande maioria dos brasileiros, aliás, não controla totalmente suas despesas pessoais e questões relacionadas a gastos passam longe da rotina, então por que seria diferente no ambiente empresarial?

Para administrar bem seu negócio é preciso manter a questão financeira em situação saudável, com responsabilidade e disciplina. Em primeiro lugar, reserve um tempo para organizar todas as despesas e receitas em um planejamento financeiro, pois isso te ajudará a visualizar melhor para onde seu orçamento está sendo direcionado (é importante que todos os gastos sejam registrados para que a análise seja realmente efetiva).

Faça um comparativo entre o que foi previamente incluído no orçamento e o que foi de fato realizado e guarde essas informações em um histórico, que será muito útil para futuras análises, projeções e adequações de estratégias.

Aproveite o momento de crise para fazer o que mais parece óbvio: economizar. É importante poupar para comprar o que já estava estabelecido como meta, para realizar investimentos e também para manter em reserva em casos de imprevisto – o que é importante para qualquer época, pois uma empresa está sujeita a diversos tipos de contratempos. Saiba também como controlar as compras, investindo apenas no que for realmente necessário no momento.

É imprescindível ter objetivos e metas a seguir para que o empresário não perca o foco de como conduzir os negócios e também para que a equipe não se sinta desmotivada.

Uma boa forma de fazer isso é organizar tudo em um planejamento, que deverá ser conhecido por todos os membros da empresa, diagnosticando as necessidades reais e as deficiências que precisarão ser superadas. As metas podem ser definidas a curto e em longo prazo, depende dos objetivos e das características de cada empresa. Encontre a melhor forma de organizar a sua!

Perceba que, caso exista organização, não é difícil manter as finanças de sua empresa em dia. Caso você ainda não tenha feito isso pelo seu negócio, não perca mais tempo e veja como pode fazer diferença.

Texto publicado anteriormente no E-commerce Brasil.

São milhares os empreendimentos que vêm sofrendo com as adversidades geradas pela crise financeira que há tempos assola o âmbito nacional. E não há setor que não tenha sido balançado com as retrações, restrições de investimento e baixa nas vendas. Frente ao difícil cenário, muitos gestores vêm enfrentando dificuldades para vender mais na crise.

Embora seja uma tarefa complicada, atingir tal mérito é perfeitamente possível com uma gestão organizada e com a tomada de uma série de medidas que podem ser muito eficazes para vencer a retração e aumentar as conversões.

Confira neste artigo 8 dicas sobre como alavancar as vendas em tempos de crise financeira.

1- Invista no marketing direcionado

Não é incomum nos depararmos com PMEs insatisfeitas com os retornos sobre seus investimentos em publicidade. Embora o poder de compra dos consumidores esteja baixo, as necessidades básicas e desejos persistem, mas a cautela em atingir o alvo correto deve ser maior ainda nesta época de incertezas.

Afinal, o marketing indireto costuma ter baixa taxa de prospects em tempos comuns. Na crise, o ROI é ainda menor. Frente a concorrência — que aumenta consideravelmente neste caso —, o papel do marketing direcionado torna-se ainda mais essencial. Os clientes estarão mais retraídos, desta forma, é preciso minerar o público de forma inteligente para vender seu peixe primeiro.

2- Use um CRM efetivo

A experiência de compra vai muito além de pagar barato e muitos clientes elevam este fator acima de qualquer outro, inclusive preço. Assistir bem o cliente requer um excelente trabalho tanto na fase pré, quanto na pós-compra, e um plano de CRM (gestão de relacionamento com o cliente) é uma das melhores formas de conseguir isso.

Enviar um newsletter com produtos de interesse, lembrar sobre um carrinho abandonado, procurar entender as dificuldades dele com o uso de algum produto, coletar sugestão de otimizações de uma determinada solução e solicitar uma avaliação do nível do seu atendimento e entrega do produto são algumas práticas que compõem um bom plano CRM.

3- Inove constantemente

Ok, inovar é um importante passo em qualquer momento, porém, ele se torna ainda mais indispensável na crise. Oferecer sempre “mais do mesmo” não resolverá a situação em tempos de poder de compra limitado.

É essencial analisar o cliente e entender suas dificuldades. Sejam estas com o seu produto ou o seu concorrente, bem como suas necessidades. Tendo estas duas informações, desenvolver uma solução personalizada e diferenciada torna-se um processo mais fácil e rápido.

4- Analise as informações do negócio

Será que a sua estratégia comercial está adequada e gerando clientes a partir dos leads? E o ROI (Retorno sobre Investimento) do seu marketing? Seu público-alvo está sendo atingido? Se os resultados forem positivos, excelente, caso contrário, será necessário mudar de estratégia. No entanto, para tomar a direção certa, é preciso analisar as informações.

Marketing, financeiro, comercial, efetividade do suporte, rapidez na entrega e muitos outros fatores devem ter seus resultados analisados frequentemente para mensurar o retorno de seus investimentos. Adote KPIs (indicadores) precisos para cada setor, de forma a analisá-los e saber quando e se é a hora de alterar suas estratégias de negócio.

5- Corte os custos

Muitas PMEs acabam não notando que, em determinados momentos, estão rodeadas de processos desnecessários ou que poderiam ser automatizados, ou ferramentas demasiadas que poderiam ser integradas em uma solução mais econômica e efetiva.

Neste ponto, o auxílio do setor de TI pode ser muito bem-vindo. Por exemplo, caso cada um dos seus setores utilize um software de gestão específico, analise a possibilidade de descartá-los e utilizar uma solução integrada, como um ERP (Planejamento de recurso corporativo).

Além de reduzir gastos com licença, manutenção e atualização de software, o uso do tempo é otimizado e os processos administrativos tornam-se mais ágeis.

6- Qualifique a sua equipe

A visão de negócio é essencial para obter do seu empreendimento o resultado que você almeja, mas comumente, as equipes de trabalho acabam não tendo esta mesma visão ou preparo em virtude da falta de treinamento e definição de métricas claras e precisas.

Integre a comunicação com a sua equipe. Defina objetivos, métodos de conduta e políticas precisas, de forma que todos saibam o que estão buscando e como devem fazer isso. Desta forma, os processos ganham força e a possibilidade de conquista de uma meta torna-se maior.

7- Acompanhe as tendências do mercado

Moda, necessidades, preferências, gostos e desejos. Tudo muda. As preferências dos clientes costumam ser voláteis, ou seja, relativas e influenciáveis por diversos fatores. Para maximizar as vendas através do desenvolvimento de soluções diferenciadas, você deve estar atento a este tipo de mudança.

O que em um determinado período é sensação, em outro já pode ser obsoleto, e se você não estiver atento a isso, pode deixar de efetuar muitas vendas por estar desatualizado em relação ao mercado. Acompanhar tendências é uma prática muito importante para manter e maximizar a cartela de clientes, além de ser uma das vertentes para a inovação.

8- Dê atenção às novas tecnologias

Seja qual for o seu segmento, é necessário aceitar que quanto mais tecnologias estiverem empregadas nos processos do seu empreendimento, mais ágeis e precisos eles serão. Ferramentas, sistemas e outras tecnologias surgem com grande frequência no mercado, e é preciso estar atento a isso para otimizar o seu negócio sempre que possível.

Seja uma nova solução em software mais barata e mais eficaz, um novo equipamento mais potente para a sua rede de internet ou qualquer outra novidade do gênero. Independentemente da sua área de atuação, é essencial estar atento aos upgrades.

Bônus – Saiba que vender mais na crise pode ser mais prático do que se imagina

Embora coloque medo quando a questão em pauta é investir e inovar, é preciso ter em mente que a palavra da vez, embora pareça clichê, é justamente essa: inovação. Se estagnar em tempos amenos já é uma atitude que pode ser bastante prejudicial para o seu sucesso, imagine em meio a uma forte crise financeira.

Vender mais na crise pode ser um processo bem mais simples do que se imagina, basta que o empreendimento seja gerido de forma organizada e que o planejamento esteja sempre em pauta.


Mais sobre o assunto? A E-bit e o Profissional de E-commerce montaram este guia entrevistando 9 profissionais que são referência no mercado:

Como o profissional de e-commerce de sucesso enfrenta a crise

Sou regularmente questionado por alunos e clientes sobre as faixas salariais dos profissionais que trabalham com e-commerce no Brasil.

Percebi que este é um ponto sensível que gera bastante curiosidade e também uma certa polêmica, tanto para quem trabalha no mercado como para os empregadores. Para ajudar, compilei algumas informações e indicadores de mercado e montei um infográfico sobre os salários no e-commerce. Listei os cargos mais populares: Gerente de e-commerce, Coordenador de E-commerce, Analista de E-commerce, Analista de Conteúdo, Analista de Mídia e Web Designer.

Minhas referências do estudo de salários foram: E-Vision Carreiras, Catho, E-commerce News, Sine, E-bit e Uni Buscapé.

Espero que gostem.

PS: Confesso que achei os números um pouco altos em relação ao que tenho visto no mercado. Ainda mais em tempos de crise.

salarios-no-e-commerce

Texto publicado anteriormente no Pulse do LinkedIn.

Growth Hacking para E-commerce


Veja também:

Vagas para E-commerce

Um novo termo vem sendo bastante utilizado no mercado: mentoria reversa. Mas, você sabe o que significa? Quando pensamos em relações de mentoria, automaticamente enxergamos profissionais mais velhos guiando os mais novos, oferecendo insights ganhos através de anos de trabalho duro e de muita experiência. Porém, na mentoria reversa, o que acontece é exatamente o contrário: funcionários mais jovens oferecendo uma nova perspectiva sobre tecnologia, social media e hábitos dos consumidores.

Com avanços tecnológicos ocorrendo a todo o momento, aqueles que nasceram em meio a essa turbulência de informações, os chamados “nativos digitais”, tem maior facilidade para acompanhar, aprender e se adaptar as mudanças que movem o mercado.

As empresas estão cada vez mais adeptas a contratar funcionários mais jovens, que possuem a mente aberta para aprender e inovar sempre que for preciso e, ao somar experiências com quem está presente no mercado há mais tempo, gerar melhores resultados com uma equipe potencializada. E é aí que a mentoria reversa entra em cena, servindo como uma poderosa ferramenta para uma organização.

Ao falar de social media, não basta ter uma conta, é preciso ser ativo e engajar o seu público com o seu conteúdo. Além disso, ajustar o tom de voz é essencial, pois muitas empresas tradicionais ainda tem o costume de ser formais quando conversam com clientes e esse não é o melhor caminho quando lidamos com pessoas que passam boa parte do dia conectadas.

É necessário ter uma aproximação mais casual, que humanize as relações profissionais. Vale encarar essa situação como se estivesse falando com um amigo, fazendo com que as pessoas se sintam mais acolhidas.

Um exemplo bem atual que mostra o quanto as habilidades de um nativo digital podem ter bastante sinergia com uma marca tradicional é o caso do Snapchat, aplicativo que vem adquirindo enorme visibilidade para as marcas mas que é dominado predominantemente por jovens. Neste caso, é primordial que o tom de voz esteja em harmonia para gerar maior engajamento entre o público alvo e a marca em questão.

Outro ponto bastante importante que pode ser aprendido com os mais jovens é não ter medo de arriscar. Quem já está no mercado há bastante tempo e já passou por períodos de crises econômicas, fica receoso de investir em algo novo e que sai fora de uma zona de conforto criada por eles mesmos para garantir estabilidade.

Porém, a pedida do século é justamente sair fora da caixa, arriscar, pois ideias que antes eram boas já ficaram ultrapassadas e está cada vez mais difícil de surpreender as pessoas. As ideias mais “improváveis” e “malucas” são as que mais estão dando certo hoje em dia.

Se você falasse de realidade virtual, há pelo menos um século atrás, quem acreditaria que daria certo? Pois é! Contudo, vale lembrar que é primordial existir um equilíbrio entre o novo e o tradicional, um não deve existir sem o outro, uma vez que a maturidade e a inteligência emocional também atuam como protagonistas nesta relação, fatores que costumam vir com o tempo e bastante experiência.

A maior lição que podemos tirar da mentoria reversa é que cada um de nós é expert em determinado assunto e, quando o assunto é tecnologia, as formalidades têm de ser deixadas para trás e os nativos digitais precisam colocar suas habilidades em prática. Ou seja, tem espaço para todos no mercado, onde todas as vozes precisam ser ouvidas para que se forme um ciclo constante de trocas de experiências valiosas tanto na vida profissional quando pessoal de cada um.

Publicado anteriormente no Pulse do LinkedIn.

O principal desafio de pequenos e-commerces é garantir o crescimento do negócio e a satisfação do cliente. Em busca desses objetivos, muitas questões passam pela mente do empreendedor: Como melhorar a experiência do usuário? Como ter um site melhor? E como definir estratégias que aumentem o número de vendas e, consequentemente, a receita da loja?

Para garantir a expansão do negócio só há uma maneira: investir em pesquisa e planejamento, e isso inclui a análise de diversos dados para ter insights relevantes e assertivos. Felizmente há uma maneira rápida de alcançar isso. Por meio das metas SMART.

Metas SMART: o que são e para que servem

O primeiro passo é entender o que são as metas SMART.

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Como mostra a imagem acima, SMART é a sigla de Specific (específica), Measurable (mensurável), Attainable (alcançável), Relevant (relevante) e Time based (temporal). As metas SMART, também conhecidas como metas inteligentes, servem para definir os objetivos do negócio concentrando-se na obtenção de resultados, ou seja, ajudam a tornar as metas alcançáveis e realistas.

Pode parecer algo óbvio se pensarmos que todo objetivo visa um resultado, mas, na gestão de uma loja virtual, a definição de uma métrica ou objetivo errado pode causar sérios prejuízos na análise dos resultados e, consequentemente, na conversão de clientes. Por isso é tão importante definir as metas certas, que ajudem a alcançar o sucesso do negócio.

Como aplicar as metas smart no planejamento estratégico do seu e-commerce

Conheça detalhadamente cada objetivo SMART e saiba como inclui-los no planejamento estratégico do seu e-commerce:

Metas SMART – Específico (“S” specific)

Defina um objetivo quantificável para o seu site, como: aumentar o número de leads qualificados em 15%, melhorar a taxa de conversão em 5% e melhorar a satisfação do cliente em 10%.

A análise da taxa de conversão costuma ser uma das mais importantes, pois mede o verdadeiro desempenho do site. Andrew Kucheriavy, CEO e cofundador da Intechnic, empresa especializada em soluções web para e-commerce, afirma que prefere a definição de objetivos relativos (10% mais leads) ao invés de números absolutos (como 1000 leads), pois isso também mede o desempenho do site, independentemente de flutuações no tráfego.

Metas SMART – Mensurável (“M” measurable)

Estabeleça critérios concretos para medir o progresso de cada objetivo. Os principais métodos de medição são o acompanhando de leads por meio da sua plataforma de envio de e-mails, acompanhando da taxa de conversão (o Google Analytics pode ajudar nisso) e pesquisas com clientes antes e depois de mudanças no design do seu site.

Não há como fugir dessa análise: se você não acompanhar o desempenho de cada métrica, não saberá como está o desempenho do seu e-commerce. É como trabalhar no escuro.

Metas SMART – Atingível (“A” attainable)

Não adianta definir objetivos muito baixos ou impossíveis. Para que o seu e-commerce cresça de maneira contínua e progressiva é preciso estabelecer metas reais, que sejam possíveis de atingir. Aumentar o número de leads de 0 para 100.000, por exemplo, é uma meta real? E quais ações vai desenvolver para que esses leads sejam qualificados?

Para definir metas tangíveis, compare o desempenho atual do seu site, analise se os seus objetivos realmente podem ser atingidos e, o mais importante, reflita sobre como você pode agir para alcançar isso.

Segundo Kucheriavy, as médias do mercado sugerem que é possível aumentar a taxa de conversão em 5% apenas apresentando fotos de melhor qualidade dos produtos, vídeos e depoimentos de clientes. Um adicional de 10% pode ser conquistado por meio de publicidade paga e SEO para aumentar o tráfego. Além disso, testes de usabilidade sugerem que o uso de user experience design (UX) para melhorias no site pode resultar no aumento da satisfação do cliente em 10% ou mais.

Metas SMART – Relevante (“R” relevante)

Pare e pense: por que determinada meta é importante para o seu negócio? Em que vai ajudar a alcançar a visão e missão da empresa? Ela está de acordo com as necessidades da empresa e dos clientes?

Para obter essas respostas, é importante analisar se cada meta é consistente com os outros objetivos que você estabeleceu a curto e longo prazo. Por exemplo, o aumento de 5% nas vendas da sua loja virtual está alinhado com a meta da empresa de aumentar a receita em 10% no próximo ano?

Como você viu, o ponto chave aqui é analisar a relevância dos seus objetivos de acordo com o todo. Por isso é tão importante definir metas reais, que sejam fundamentais para o crescimento do seu e-commerce, e constantemente acompanhá-las.

Metas SMART – Temporal (“T” time based)

Defina prazos para as suas metas, assim você terá um alvo claro para trabalhar. Mas, lembre-se: o prazo também precisa ser realista, ou seja, deve ser determinado por um período em que seja possível alcançá-las.

“O aumento de 20% em leads provenientes do seu site vai começar com o percentual inicial de 10%, resultante de melhorias que você pode realizar no design do site em 6 meses, contando a partir de agora. Os outros 10% serão resultado do tráfego adicional para o site através de publicidade paga e SEO, que vai demorar pelo menos mais seis meses para produzir resultados desejáveis”, explica Kucheriavy.

Como você pode ver, a elaboração de um calendário é fundamental para atingir seus objetivos, mas é essencial que os prazos sejam condizentes com a realidade. No exemplo dado por Kucheriavy, é preciso levar em conta não só o tempo que vai demorar para redesenhar o site, mas também levar em consideração que o resultado de algumas ações, como SEO, pode não ser imediato.

Objetivo smart: definir metas assertivas é o que realmente importa

Todos os tópicos que garantem a eficiência das metas SMART envolvem a definição das principais tarefas do dia a dia para acompanhar o progresso da empresa e chegar ao objetivo final.

Na gestão de um pequeno e-commerce, muitas vezes é preciso lidar com recursos escassos, tanto de mão de obra quanto de investimento, tornando o desafio do crescimento ainda maior. No entanto, vale lembrar que nenhum império se ergueu sozinho, todo grande negócio teve um começo muitas vezes modesto, que exigiu inovação, criatividade e um olhar perspicaz para alçar o crescimento.

Para implementar as metas SMART em seu negócio:

– Defina as suas principais metas.
– Determine as tarefas que precisará realizar para alcançar essas metas.
– Alcance seu objetivo.

keep-calm-and-make-smart-goals
“Mantenha a calma e faça metas inteligentes”.

Coloque esses passos em prática e siga confiante rumo aos seus objetivos. Aproveite e deixe um comentário contando as principais dificuldades e alegrias que você enfrenta no dia a dia do seu empreendimento. Compartilhe suas experiências!

Texto publicado anteriormente no Mandaê Blog.