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Com projeções cada vez mais otimistas, o varejo digital se consolida como uma das melhores áreas para se investir. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) ela deve atingir o faturamento de R$ 69 bi em 2018, consolidando alta de 15% em relação ao ano anterior.

Com isso, o setor se coloca na mira de criminosos e ativistas virtuais, que podem frustrar as expectativas tanto dos consumidores quanto dos lojistas, especialmente nas datas sazonais.

Iniciados em maio, com o Dia das Mães, os períodos de maior fluxo são representados pelo Dia dos Pais, em agosto; das Crianças, em outubro; Black Friday Cyber Monday, em novembro; e, em dezembro, Natal. Nestes períodos, o número de visitantes nas lojas eletrônicas cresce exponencialmente.

Para se ter uma ideia, dados da ABComm indicam que ao todo movimentaram aproximadamente R$ 17 bi, criando grandes oportunidades comerciais para os lojistas e um cenário perfeito para os cibercriminosos que buscam maneiras de causar danos cada vez maiores aos estabelecimentos.

Para dimensionar o prejuízo potencial dessas datas, uma pesquisa do Google Brasil constatou que cada minuto fora do ar, uma loja perde mais de 5 mil acessos, totalizando mais de 300 mil visitantes impactados por hora de indisponibilidade.

O estudo foi realizado em um período de Black Friday, que é a maior data do e-commerce nacional. Porém, estes cenários podem ser facilmente aplicados às realidades das outras datas comemorativas. Sendo assim, o investimento em tecnologias que garantam a operação em todas as etapas passa a ser fundamental para converter o máximo possível.

Soluções de segurança promovem disponibilidade de lojas virtuais e mitigam os riscos

Uma das ferramentas essenciais para as lojas virtuais é a Rede de Distribuição de Conteúdo (CDN, na sigla em inglês), infraestrutura interligada que hospeda sites, vídeos, imagens etc, em diferentes servidores espalhados pelo mundo, diminuindo o tempo de carregamento dessas aplicações ao direcionar a conexão ao servidor geograficamente mais próximo. 

Isso evita que uma página demore para carregar e leve um consumidor a desistir da compra, por exemplo.

Outra solução importante para a segurança do e-commerce é a de monitoramento de trânsito IP, responsável por evitar ataques DDoS. Os ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês), estão mais frequentes e massivos a cada ano, e têm sido utilizados criminosamente como ferramentas anticompetitivas.

Eles acontecem quando diversos dispositivos infectados são direcionados para acessar um mesmo site simultaneamente, causando a instabilidade ou interrupção dos seus serviços. Portanto, as lojas virtuais devem reforçar sua infraestrutura de proteção para se prevenir contra esse tipo de crime, bloqueando as solicitações ilegítimas tão logo um tráfego suspeito seja iniciado.

O varejo eletrônico é um dos mercados mais saudáveis da nossa economia, mesmo diante da crise. Por esse motivo tem atraído olhares diversos, tanto de empreendedores quanto de consumidores. Logo, o investimento em soluções para o desenvolvimento das lojas virtuais deve acompanhar esse crescimento a fim de garantir a prosperidade do segmento.

Certamente, fazer uma boa gestão do capital humano é um dos grandes desafios dos líderes de call e contact centers de todo o mercado. Afinal, os colaboradores são a força motriz que permite que todo o processo organizacional aconteça. E é exatamente por isso que as campanhas motivacionais são recursos bem interessantes para as empresas.

Apostar em estratégias de motivação é uma boa maneira de garantir resultados satisfatórios na operação, contribuindo significativamente para a melhora de vários aspectos organizacionais.

Quer saber mais como as campanhas motivacionais podem ajudar a alavancar o sucesso da sua organização? Então, acompanhe este post!

Por que devemos nos preocupar com a motivação da equipe de atendimento?

Sabemos que as pessoas são um dos recursos mais importantes de uma instituição, e sua organização requer, portanto, grande atenção por parte dos gestores. Em um call center, essa situação exige ainda mais dos líderes, já que seus colaboradores realizam um trabalho que muitas vezes é altamente desgastante.

Nem sempre treinamentos e capacitações mais técnicas serão suficientes para garantir que os atendentes de uma central de atendimento tenham resultados positivos. Às vezes, falta, nos funcionários, algo que os incentive e dê força para que consigam desempenhar o seu trabalho da melhor maneira possível, ou seja, falta-lhes motivação.

A motivação é essencial para que os colaboradores trabalhem com vontade e para que realmente tenham interesse em contribuir e permanecer na empresa. Além disso, motivar pessoas contribui para que a produtividade da organização seja elevada, uma vez que os funcionários estarão muito mais engajados para cumprir suas metas.

Entretanto, o processo motivacional vai além dos ganhos quantitativos: essa estratégia permite e cria, nos operadores, um sentimento de integração à empresa, eles passam a se sentir parte da instituição e diretamente ligados ao que ela resulta. Portanto, a motivação também ajuda no desenvolvimento organizacional como um todo.

Quais os principais objetivos das campanhas motivacionais no call center?

As campanhas motivacionais servem como uma forma de incentivo à equipe de trabalho. Elas, geralmente, oferecem sistemas de premiações e recompensas para operadores ou equipes que tiveram maior destaque em determinado período de tempo.

Além disso, utilizar esse tipo de estratégia oferece alguns outros benefícios, como: melhora nos níveis de absenteísmo, redução de turnover, maior produtividade com o alcance de metas, maior qualidade no atendimento ao cliente, entre outros.

As campanhas motivacionais podem ter objetivos diferentes, confira os principais abaixo:

Integrar as equipes de trabalho

Uma equipe integrada é vital para permitir que o processo ocorra de forma harmoniosa e eficiente, além de ajudar no desenvolvimento da empresa. Por isso, os responsáveis pela gestão de recursos humanos podem investir em ações que visam a melhorar o clima organizacional, cooperando para fomentar o trabalho em conjunto na instituição.

Atividades coletivas, como dinâmicas e reuniões em grupo, podem ser uma forma de contribuir para essa integração. É importante também investir na boa documentação e otimização dos processos para se alcançar resultados ainda mais expressivos.

Reconhecer e valorizar o desempenho individual e/ou coletivo

É importante incentivar os funcionários a participarem efetivamente da empresa. Em vez de oferecer punição para aqueles que não estão alcançando determinados resultados esperados, pode ser interessante pensar em meios de evitar que esse tipo de situação aconteça.

Oferecer recompensas para os colaboradores mais assíduos, bem como para aqueles com melhor desempenho, é uma forma de agir dentro desse pensamento motivacional. Planos de carreira também podem ser uma ótima ideia para esse propósito.

O sistema de recompensas e premiações é uma forma de reconhecimento do profissional dentro do ambiente corporativo. As premiações devem ser oferecidas de acordo com os critérios estabelecidos pela empresa e podem ser tanto individuais quanto coletivas.

Melhorar o engajamento dos operadores com a empresa

Demonstrar interesse pelo funcionário é uma das melhores maneiras de mostrar que a empresa realmente se preocupa com ele.

Sendo assim, reforçar essa ideia em datas especiais, como aniversários — seja de idade, seja de tempo de casa —, com cartões de cumprimentos, ou, até mesmo, comemorações mensais, pode surtir efeitos positivos na relação da organização com os colaboradores.

Como fazer uma campanha motivacional?

Pelo potencial que as campanhas motivacionais têm para uma operação de atendimento ao cliente, vale a pena gastar um tempo com um planejamento bem detalhado. Dessa forma, garante-se a eficiência do que está sendo proposto.

Confira algumas dicas do que fazer para planejar e criar uma campanha motivacional:

Saiba o que motiva os operadores

Antes de lançar programas de motivação aos funcionários, é preciso, primeiro, conhecer o que realmente os motiva. Os elementos motivadores podem ser vários, como as premiações, a motivação financeira etc.

Muitas organizações não permitem premiações em dinheiro e, especialmente nestes casos, o gestor precisa entender bem o que motiva o grupo de operadores para não desperdiçar um investimento (e uma oportunidade). Converse com a equipe e faça uma pequena pesquisa. Dica: o Google tem uma ferramenta bem fácil e gratuita para isso!

Um pouco de criatividade também é interessante para uma escolha certeira.

Defina qual será o foco da campanha

Depois de saber o que interessa as pessoas da equipe, é preciso entender o que a empresa está buscando naquele momento.

Isto pode ser uma melhora operacional (como reduzir TMA, melhorar o NPS, etc) ou alcançar um objetivo específico (como número de vendas em uma data comemorativa como black friday ou impulsionar o lançamento de um produto).

Tenha um objetivo claro e um sistema de indicadores eficaz

Dois pontos bastante importantes para o planejamento da campanha motivacional são: definir com clareza os objetivos a serem alcançados pela equipe (número de vendas, valor acumulado de vendas, número de reclamações, TMA, etc) e apresentar o sistema utilizado para medir e acompanhar os indicadores em tempo real.

Ter um objetivo claro minimiza possíveis dúvidas ou desentendimentos no momento da apuração dos resultados. E deixar os indicadores visíveis (wallboards ajudam bastante neste ponto) para os participantes ajuda a mantê-los engajados durante todo o período da campanha e não só no começo ou no final, como acontece muitas vezes.

Estimule a qualificação

Aproveite o incentivo para qualificar a equipe. Isso vai deixá-los mais aptos a alcançar as metas e vai refletir em um melhor atendimento por um prazo muitas vezes maior que o da campanha.

Os treinamentos e o feedback são peças fundamentais para que eles vençam o desafio e para que a empresa atinja o resultado esperado.

Ideias para campanhas motivacionais para call center

Confira algumas ideias tradicionais de campanhas motivacionais que podem ser implantadas em um call center:

Equipe de trabalho do mês

Esse tipo de campanha tem como objetivo reconhecer a performance de uma equipe ao longo do mês. O grupo com melhor desempenho no trabalho, de acordo com os critérios que a empresa determina, ganha destaque na instituição e é reconhecido publicamente no seu ambiente de trabalho.

Uma das vantagens desse tipo de campanha é que ela fomenta o trabalho em conjunto e contribui para maior colaboração entre os funcionários. Como recompensa, a organização pode oferecer algum tipo de bonificação aos colaboradores, o que os incentivará a dar continuidade ao bom trabalho.

Reclamação Zero

Como nas centrais de relacionamento, o serviço se trata de um atendimento direto ao cliente, vale a pena que a empresa aposte em campanhas como a Reclamação Zero, cujo objetivo é oferecer um atendimento de excelência ao consumidor.

Nessa campanha, a empresa contabiliza e divulga, na frequência em que for mais conveniente para ela, a quantidade de dias em que os colaboradores estão atendendo sem registrar nenhuma reclamação dos clientes. Ao mesmo tempo, pode divulgar também as gratificações que serão oferecidas de acordo com o total de dias alcançados por eles.

Um recurso fundamental para este tipo de campanha é o uso de pesquisa de satisfação pós atendimento na URA.

Melhores vendedores

Nesse tipo de campanha, os funcionários que mais se destacam nas vendas são recompensados. A organização pode escolher quantos operadores deseja premiar. Os critérios para recompensa também precisam ser definidos, como valores, ou quantidade, e o período a ser contabilizado.

Como premiação, a empresa pode oferecer viagens, ou cartões de incentivos, por exemplo.

Esse tipo de campanha pode ser ainda melhor explorado quando aproveitamos as gravações das ligações para entender quais foram as melhores abordagens do vendedor, como contornar as principais objeções dos clientes, entre outros fatores e incluir nos treinamentos da equipe de vendas para melhorar o desempenho geral da operação.

Viu só como as campanhas motivacionais podem ser grandes aliadas como estratégias organizacionais? Os colaboradores precisam se sentir motivados para trabalharem bem e com qualidade. Como em call centers se presta atendimento direto ao cliente, é imprescindível que a atenção com os operadores seja redobrada para garantir que eles contribuam, de fato, para o sucesso da organização.

Texto publicado anteriormente no Blog da DDS.

Passeando pelos diversos editoriais de negócios, economia e empreendedorismo disponíveis no vasto universo da Internet, não é difícil encontrar mensagens de otimismo, superação, casos de sucesso, muitas dicas e estratégias de como fazer suas vendas e popularidade decolarem na Web.

Todas essas referências são válidas e muito úteis em algumas fases da vida do negócio, mas acredite: antes de tudo, é importante fazer um exercício para entender o que você pode fazer ou já estar fazendo para falir seu e-commerce.

Se você está lendo este artigo, muito provavelmente já empreende ou apresenta algum interesse em negócios online. Diante disso, já enfrentou desafios, momentos de dúvida, receios e talvez já tenha até pensado em desistir algumas vezes. Chegou a hora de conferir se você está no caminho certo para falir seu negócio online ou se ainda pode contar com algum tempo de vida empreendedora na Internet.

1- Não faça um plano de negócios

A primeira dica para ter um negócio predestinado à falência é não planejar, esteja você iniciando um empreendimento, ou com seu negócio online já em andamento.

O planejamento proporciona uma visão mais ampla do seu negócio, dos concorrentes e dos clientes, além de proporcionar uma visão de médio e longo prazo da gestão de custos e a possibilidade de traçar planos alternativos para imprevistos.

Portanto, não planejar e não reavaliar o plano constantemente são um tiro certeiro rumo à bancarrota.

2- Não aposte na tendência mobile

De acordo com a Pesquisa Anual do Uso de TI, divulgada pela Fundação Getúlio Vargas em 2017, o Brasil já conta com mais de 200 milhões de smartphones em seu território, sendo cerca de 1 aparelho por habitante.

Mas não é por isso que sua empresa vai perder tempo se antecipando a apostar na tendência de acesso e vendas via mobile, certo? Afinal de contas, se a ideia é falir, você deve esquecer completamente como deixar seu site responsivo e facilitar o check out na hora das compras. Isso fica para as empresas que querem ter um futuro de sucesso.

3- Não adote uma estratégia omnichannel

Omni o quê? Omnichannel! Essa expressão chegou com tudo no Brasil, nos últimos anos e ainda deixa muita gente de cabelo em pé.

Ter uma estratégia omnichannel significa entender em que canais seus clientes estão, expor sua marca e contemplar grande parte desses canais na hora da venda. Para obter uma falência de sucesso, você tem dois caminhos principais a seguir, dependendo do seu “não planejamento”:

1) Tentar se colocar impulsivamente em todos os canais possíveis, sem ter uma estratégia adequada para isso;

2) Ou ignorar a tendência multicanal e continuar fazendo publicidade o mais tradicionalmente possível.

4- Não invista em estratégias de marketing online

Outra dica fundamental para passar despercebido perante seus concorrentes e clientes e ficar bem longe da internet. Afinal de contas, apesar do crescimento significativo da rede mundial de computadores, bom mesmo para acabar com as chances do seu negócio é ficar longe dessa agitação toda, certo?

5- Não perca seu tempo com redes sociais

O mesmo funciona para redes sociais. Para permanecer firme rumo à falência do seu e-commerce, ignore completamente a existência das redes sociais. Ah! Já tem um perfil criado em alguma delas? Não se preocupe, ainda dá tempo de fracassar em sua estratégia.

Basta não cuidar da identidade da sua marca online; postar pouco, ou quase nada e, quando publicar algo, ser completamente desalinhado com o que se propõe o seu negócio. Seus clientes vão correr de você e, quem sabe, ainda falar mal do seu negócio nas redes.

6- Não se interesse em conhecer seu cliente

Um segredo precioso para quem deseja acabar com um negócio, especialmente online, o quanto antes: não dê ouvidos a seus clientes.

Atendê-los mal, não fazer um acompanhamento pós-venda e não pensar em produtos que eles queiram consumir é chave para abrir as portas do fracasso. Afinal de contas, quem precisa de clientes?

7- Não olhe para seus concorrentes

Se, para falir seu e-commerce, você não precisa dar ouvidos aos seus clientes, o que dizer então dos concorrentes? Ignore-os. Prestar atenção na concorrência aumenta muito suas chances de melhorar suas estratégias e um negócio bem destinado ao insucesso jamais se preocupa com isso.

Portanto, para reduzir muito as chances de sucesso de sua loja online, esqueça tudo o que ouviu falar sobre benchmark e vantagem competitiva.

8- Não invista em novas tecnologias

Todos os dias surgem novas ferramentas e tecnologias para facilitar o trabalho do empreendedor. Mas, em time que está dando certo não se mexe, certo?

Então, para que seu negócio possa estar com dias contados de sobrevivência, não aposte em novas tecnologias e permita que sua loja online seja engolida pelas mudanças, sem fazer adaptações e melhorias em seus processos e ferramentas.

Que tal experimentar um site não responsivo e que demora um bom tempo para carregar? Ou, quem sabe, só aceitar pagamentos à vista, porque não confia na segurança dos meios de pagamento? Estar obsoleto é uma excelente estratégia para ser abandonado por seus clientes.

9- Não fique de olho nas tendências

Assim como no caso das tecnologias, uma opção para ser surpreendido e ter uma virada negativa no seu negócio é viver o hoje, ignorar completamente as tendências do seu segmento e do ramo de e-commerce em geral.

O dinamismo dos negócios online vai fazer sua loja online comer poeira e ficar pra trás antes do que você imagina.

10- Não aprenda com seus erros

Por fim, sabemos que no decorrer da história, a vaidade já naufragou muitos projetos destinados ao sucesso. Portanto, uma das melhores maneiras de falir seu negócio é não aprender com seus erros, não ouvir seus colaboradores, sócios, parceiros, nem interpretar os sinais do mercado para estabelecer planos mais eficientes. Ou seja, repetir estratégias mal sucedidas incansavelmente pode enterrar seu negócio definitivamente.

Se você leu esses dez passos e ainda está se perguntando o porquê de estarmos dando dicas para falir um e-commerce, é hora de deixarmos claro que tudo não passa de uma grande ironia e o nosso verdadeiro conselho é que você siga exatamente o contrário desses passos. Afinal, desejamos sucesso e vida longa para seu e-commerce.

Para continuar no clima e descobrir mais, acesse a série de vídeos sobre como NÃO ser um empreendedor de sucesso.

Saiba como utilizar a metodologia Brainstorm (ou Brainstorming) a seu favor e extrair as melhores ideias da sua equipe

O ditado popular diz que “duas cabeças pensam melhor que uma”. No mundo dos negócios, embora cada colaborador tenha as suas responsabilidades individuais, reunir toda a equipe para pensar em soluções para um determinado problema pode ser a melhor maneira de encontrar a resposta mais inteligente.

A esse processo dá-se o nome de “brainstorm”, que em tradução literal quer dizer algo como “tempestade de cérebros”. Embora o processo seja relativamente simples, em alguns casos a falta de foco do mediador da equipe pode colocar tudo a perder.

Por isso, listamos aqui uma série de conselhos para que você possa envolver toda a sua equipe na hora de tomar decisões criativas para alavancar o marketing da sua empresa. Quanto mais pessoas estiverem envolvidas no processo, maiores são as chances de que você obtenha êxito na sua proposta.

1- Não condene ideias absurdas

A primeira premissa de um processo de brainstorm é que todos têm a oportunidade de falar aquilo que vem à cabeça, por mais absurdo que seja. Vamos supor que você e sua equipe estejam reunidas para encontrar um nome para um novo produto, por exemplo. Mesmo as ideias mais absurdas devem ser consideradas.

O que vale aqui, nesse caso, é tentar compreender por qual motivo a pessoa chegou a aquela sugestão. Mergulhar na lógica por trás de uma sugestão de nome muitas vezes acaba funcionando como um processo de descoberta, no qual você percebe qual é a visão comum das pessoas sobre um determinado assunto.

2- Elimine as distrações e foque no objetivo

Quando estamos reunidos e podemos falar o que quisermos, é natural que a conversa se enverede por caminhos que não temos como prever. Por conta disso, a figura do mediador do debate – no caso, o responsável por coordenar a reunião – assume uma importância ainda maior.

Antes de começar, defina um tempo máximo de duração da reunião e convide todos a evitarem distrações durante a conversa. Desligue o celular, feche o notebook e mantenha à sua frente no máximo uma folha de papel e caneta. O foco deve ser naquilo que está sendo dito pelos colegas e no desejo de resolver o problema proposto.

3- Crie uma cultura participativa

Se a sua empresa não tem uma cultura de ser participativa, é natural que diante dos gestores os funcionários se sintam inibidos quando convidados a falar sobre um determinado tema. Porém, mesmo nos lugares onde há uma certa liberdade é preciso tomar cuidado para não desestimular a participação de todos.

É comum também que após uma reunião de brainstorm não se chegue a um resultado consensual. No entanto, os participantes da reunião devem ser comunicados posteriormente com relação ao que foi decidido. Não há nada mais desmotivador do que dedicar seu tempo a um problema e descobrir depois que tudo aquilo deu em nada. Seja responsável com o tempo de cada um e dê feedbacks.

4- Peça para que os participantes da reunião se preparem

Se você quer fazer uma reunião improdutiva na sua empresa, chame os funcionários de surpresa para qualquer coisa que seja. Além de eles deixarem as suas atividades de lado, certamente não renderão durante a reunião, pois não estavam preparados e nem focados para colaborar com o que quer que seja.

A primeira regra é que uma reunião deve ter uma pauta: objetivo geral, horário para começar e horário para terminar. Isso permite que as pessoas se preparem com antecedência, pesquisando soluções para o problema. Quando elas chegam na sala de reunião, sabem o que vão encontrar e isso ajuda a aliviar o clima de tensão que é natural em qualquer reunião.

5- Faça anotações de tudo

Entre os participantes da reunião, um deles deve ficar encarregado de tomar notas, coletando todas as ideias que forem apresentadas, por mais estranhas que elas sejam. Essa é uma parte fundamental do processo, pois mesmo que as ideias sejam descartadas posteriormente, aquelas que as sugeriram devem receber um feedback do porque isso aconteceu.

Da mesma forma, as ideias coletadas podem ser reduzidas depois a uma lista menor, que pode ser apresentada para mais pessoas – ou para pessoas com maior poder decisivo na companhia, O mais importante, de qualquer forma, é que todos os que participam da reunião se sintam incluídos no processo.

Brainstorm: uma solução para (quase) tudo

Há que se diferenciar muito bem idealização de execução para entender exatamente quais são os benefícios que uma sessão de brainstorm é capaz de proporcionar. Dessa reunião você sairá com muitas ideias, que posteriormente deverão ser testadas ou executadas por profissionais de outras áreas.

Por exemplo, suponha que a reunião em questão tenha como objetivo criar um novo logotipo para a empresa. Do brainstorm sairão ideias relacionadas a quais símbolos e ícones podem representar melhor o produto em questão. 

Ou seja, a criação em si acontecerá depois, mas as diretrizes que vão definir o que será criado nascerão na reunião de brainstorm. Vale a pena fazer essa tentativa na sua empresa. Se você for organizado, verá que muitas boas ideias novas para alavancar o seu negócio podem surgir em poucas horas.

Uma loja virtual necessita de uma série de ferramentas para melhorar os resultados de seus lojistas. Embora muitas plataformas contem com diversas ferramentas para ecommerce disponibilizadas desde a instalação da plataforma – como um carrinho de compras e sistema de checkout -, ainda existem uma infinidade de outros serviços e funcionalidades que pode adicionar à seu ecommerce.

Para auxiliar quem está nos primeiros passos na montagem de sua loja virtual ou para aqueles que estejam procurando novas maneiras de atrair clientes, separamos 20 das melhores ferramentas para ecommerce. Confira a lista completa abaixo!

1. JivoChat

Uma das plataformas de chat online mais flexíveis do mercado. O Jivochat é compatível com a grande maioria dos serviços de ecommerce, podendo ser instalado em praticamente qualquer site. Outra grande vantagem está na possibilidade de atender não apenas o visitante do seu site, mas também conversar com visitantes de sua Fan Page no Facebook através do Messenger, isso tudo sem precisar sair do aplicativo.

Falando em aplicativos, o Jivochat pode ser usado no Android e iOS, além da ferramenta disponibilizar o código necessário para instalar um chat no seu aplicativo. Isso significa que os usuários do seu app não precisarão sair dele para conseguir atendimento online.

Dica: O Jivochat dá 14 dias GRATUITOS para testar a plataforma. Clique no link para se cadastrar e começar seu teste!

2. Livechat

Outra ferramenta dedicada a fornecer chat online para sua ecommerce, o Livechat também possui grande compatibilidades com plataformas de lojas virtuais. Entre suas principais características, podemos destacar a possibilidade dos visitantes avaliarem o atendimento recebido, permitindo assim analisar e saber em quais aspectos sua equipe está mais carente de treinamento.

Além disso, o Livechat também pode ser usado tanto em computadores quanto dispositivos móveis e permite transferir arquivos. Isso facilita o atendimento em casos nos quais é necessário enviar uma captura de tela ou nota fiscal, pode exemplo.

Dica: Confira todas as funcionalidades do LiveChat e cadastre-se no link para testá-lo GRATUITAMENTE durante 30 dias!

3. Instapage

Caso ainda não conheça as landing pages, recomendamos fortemente que considere utilizá-las em sua loja virtual. Diferente das outras páginas de seu site – que podem ter diversos objetivos -, a landing page tem como único objetivo efetuar uma conversão, seja ela a venda propriamente dita ou a captura de email para sua base de contatos.

Entre as diversas ferramentas para ecommerce focada na criação de landing pages, o Instapage é uma das melhores no mercado. Ela permite criar sua página do zero ou utilizar alguns dos variados modelos prontos, que podem ser editados da maneira que preferir.

Dica: Conheça mais sobre as funcionalidades do Instapage e aproveite seu período de testes GRATUITOS por 14 dias clicando no link

4. OptinMonster

A mais conhecida entre as ferramentas de popups do mercado, o OptinMonster também é uma das menos custosas para sua ecommerce. O serviço permite que crie seu popup do zero, permitindo usá-los tanto para os visitantes que acessam seu site pelo computador ou por dispositivos móveis.

Ele também pode ser integrado à outros tipos de ferramentas, como sistemas CRM ou plataformas de email marketing como o MailChimp. Clique no link para saber mais sobre o OptinMonster.

5. JungleScout

Embora não adicione funcionalidades à sua ecommerce, o JungleScout é um serviço bastante útil para saber quais produtos estão sendo mais vendidos dentro de sua categoria no mercado. Para isso, basta acessar o JungleScout, escolher seu nicho e ver quais itens estão sendo mais vendidos na Amazon, a maior loja virtual do mundo.

6. AddSearch

Apesar do Google contar com uma ferramenta para incluir um motor de busca interno para seu site, ele muitas vezes é falho e não funciona tão bem como a versão externa. O AddSearch é um serviço que busca solucionar esse problema, servindo como uma alternativa de buscador interno.

Além do tempo menor para exibição dos resultados, é possível selecionar quais serão os primeiros resultados para determinadas palavras-chave de seu site. Clique no link para conhecer o AddSearch.

7. Zendesk Chat

Módulo de uma das mais completas plataformas para atendimento online. O Zendesk Chat pode ser integrado à maioria dos construtores de sites e ecommerce disponíveis do mercado.

Ele também permite a utilização de convites proativos – sistema no qual um visitante do seu site recebe uma mensagem automática da própria plataforma, aumentando as chances dele se comunicar – e monitoramento em tempo real de suas conversas. Saiba mais sobre o Zendesk Chat através do link.

8. Unbounce

Outra das ferramentas de landing pages mais utilizadas do mercado. O Unbounce também traz um construtor de landing pages e diversos modelos prontos para utilizar, mas também permite que envie seus próprios elementos para usar no design de sua página de captura.

O serviço também pode ser usado para a criação de popups e banners no cabeçalho e rodapé de seu site. Acesse a página do Unbounce para conhecer suas funcionalidades.

9. SEMRush

Apesar de mais comum para sites de conteúdo que buscam conseguir melhor ranqueamento para seus blogs, nada impede que use o SEMRush com o mesmo propósito.

Ou seja, poderá utilizar o SEMRush para saber como seus concorrentes estão posicionando no Google e quais são suas principais palavra-chave, seja para tentar desbancá-los ou explorar palavras que eles ainda não possuem ranqueamento. Saiba mais sobre o SEMRush em seu site.

10. WisePops

Essa ferramenta também permite que crie popups para seu site, mas oferece algumas vantagens, como a possibilidade de criar popups segmentados de acordo com o comportamento do visitante ou a página pela qual ele está acessando seu site. Sua mecânica também é bastante simples, permitindo criar popups sem ter maiores habilidades em programação ou design. Clique no link para acessar o WisePops.

11. LeadPages

Funcionando tanto para a criação de landing pages quanto de popups para sua ecommerce. Inclusive, a criação de ambos é bastante fácil e irrestrita. Isso significa que, ao criar uma landing page, poderá convertê-la para um popup diretamente da plataforma. Basta apenas reinserir as informações e chamadas para ação na conversão. Acesse a página do LeadPages para saber mais sobre a plataforma.

Dica: Conheça mais 14 ferramentas de popups para seu site nesse artigo!

12. AWeber

Uma ferramenta de email marketing focada na captura de contatos para sua lista, o AWeber permite reunir contatos a partir de clientes que fizeram pagamentos no PayPal ou seguidores de sua página no Facebook, além dos subscritos em sua lista de emails, obviamente.

Ele também conta com aplicativo para dispositivos móveis, permitindo adicionar novos nomes à sua base de contatos a qualquer momento. Conheça mais sobre o AWeber clicando no link.

13. Mailchimp

É bastante difícil que nunca tenha ouvido falar do MailChimp, mesmo que nunca tenha trabalhado com a internet. A mais popular plataforma de email marketing, o MailChimp possui integrações até com o Facebook, além de poder ser usado com qualquer construtor de sites para ecommerce como Magento e Shopify.

Ele conta com um dos melhores editores de email, com uma ferramenta de fácil uso, permitindo construir emails de qualidade sem muito esforço. Vale lembrar que é possível agendar o envio de emails, além de obter dados como taxa de abertura, de leitura e de cliques dos emails enviados à sua lista. Acesse a página do MailChimp para conhecer todas suas funcionalidades.

14. EmailDirect

Indo um pouco além das ferramentas de email marketing mais conhecidas, o EmailDirect permite inserir qualquer tipo de informação sobre seus clientes e visitantes.

Essas informações podem ser usadas para segmentá-los em listas menores e mais objetivas, permitindo criar email mais pessoais e personalizados. Conheça as funcionalidades do EmailDirect através do link.

15. CrateJoy

Um conjunto de ferramentas para ecommerce, o CrateJoy permite a gestores de ecommerce incluir inventário de itens, sistema de carrinho de compras e a possibilidade de oferecer assinaturas para produtos digitais e físicos, sendo um dos poucos serviços a possibilitar ambos os sistemas. Clique no link para conhecer todas as ferramentas do CrateJoy.

16. Inventory Source

Também perfeito para integrar seu inventário com seu site, ou seja, ele automatiza a atualização de seu inventário com seu website, mantendo ele atualizado sem que precise inserir as informações manualmente. O Inventory Source também pode ser integrado à maioria das plataformas mais conhecidas, como Shopify, 3DCart e Magento, entre muitos outros. Acesse a página do Inventory Source para conhecer a ferramenta.

17. Easy Digital Downloads

Plataforma ideal para quem vende infoprodutos através de um site em WordPress. O Easy Digital Downloads simplesmente permite que realize sua venda, envia um email ao cliente com os passos para o pagamento e, ao receber, envia o link de download de seu produto a esse cliente. Clique no link para começar a usar o Easy Digital Downloads.

18. TradeGecko

Outra das ferramentas para ecommerce dedicadas a gerenciar as operações que não acontecem aos olhos dos usuários – chamado de backend. O serviço da TradeGecko administra seu inventário, sincronização de pedidos e produção de relatórios, entre muitos outros. Conheça o TradeGecko através do link

19. Lucky Orange

Apesar do Google Analytics ser a melhor ferramenta para analisar a movimentação de seu site, algumas alternativas podem ser mais indicadas para quem tem uma ecommerce. Uma delas é o Lucky Orange, que mostra um mapa de regiões, mostrando de quais locais seu site é mais acessado.

Ele também mostra o comportamento dos visitantes em sua página, permitindo descobrir quais são as páginas e produtos mais acessados. Acesse a página do Lucky Orange para entender melhor como a ferramentas funciona.

20. Buffer

Embora não esteja diretamente ligado aos processos de ecommerce, um gerenciador de mídias sociais é ideal para divulgar novos itens e promoções de sua loja virtual. Entre os melhores disponíveis no mercado, o Buffer é um dos mais simples e efetivos.

Possuindo compatibilidade com Facebook, Twitter e Instagram, ele permite agendar seus posts em cada rede social, permitindo inclusive distribuir um post em cada uma delas, caso a publicação respeite as regras de cada uma. Clique no link para saber como usar o Buffer.

Para conhecer mais sobre redes sociais e ecommerce, não saia sem conferir esses artigos:

Qual combinação de ferramentas para ecommerce usa no dia a dia

Após nossas recomendações, estendemos a pergunta principal desse texto a vocês: qual combinação de ferramentas para ecommerce é sua predileta? Gostaria de recomendar alguma outra de sua preferência?

Comente abaixo e acesse o AppTuts para saber mais sobre ecommerce, redes sociais e aplicativos móveis!

A transformação do negócio em função da evolução tecnológica dos mercados é um movimento inevitável para todas as empresas. Vemos, no entanto, que muitas delas não sabem quando e nem por onde começar.

Estender suas operações e sua presença para o meio virtual, em um primeiro olhar, pode parecer uma tarefa natural para a equipe de Tecnologia, mas na verdade, trata-se de um grande desafio que envolve diferentes áreas de uma companhia.

Os atuais investimentos corporativos, mais do que nunca, têm como objetivo tornar as instituições mais tecnológicas e competitivas. No entanto, promover essa transformação em uma organização que já atua no mercado com algum sucesso é como trocar as rodas de um carro em movimento, ou realizar a ampliação de um edifício que já possui desafios estruturais.

Fala-se muito, por exemplo, da criação de APIs, Plataformas Digitais e até mesmo de Inteligência Artificial, só que muitas das vezes, por falta de uma atuação sinérgica entre Negócios e Tecnologia, essas “soluções maravilhosas” podem complicar muito mais uma operação do que aprimorá-la.

Enfim, para que o investimento em transformação tecnológica seja efetivo aos desafios do negócio, é essencial eliminar as fronteiras entre as áreas de Negócios e de Tecnologia.

O avanço não mais permite discussões entre visões dissonantes a respeito do projeto ou software que deve ser implementado, considerando apenas questões comerciais ou facilidades de aplicação no sistema vigente. A realidade do mercado pede agilidade, qualidade, competitividade e valor.

O momento é de integração, a área de Negócios deve enxergar a de Tecnologia como um meio, bem como a de Tecnologia ver a de Negócios como fim, e ambas com um só o propósito: a entrega de valor para seus clientes e acionistas.

Qual é o valor desse projeto dentre as possibilidades existentes? Quais os resultados devem ser alcançados? O que entregamos à instituição e aos clientes no final do dia? São perguntas que só podem ser respondidas por meio de um pensamento unificado.

A essência de uma proposta com ganho efetivo contempla interações entre as equipes para a realização de avaliações técnicas das condições atuais e necessidades do legado (em função do negócio), bem como de estudos para a concepção viável de um produto a partir de um ponto de vista mais amplo (Ex. Product Discovery).

Integração é a palavra da vez. E ela não se refere apenas a softwares, plataformas e sistemas, mas de profissionais, equipes e gestores. Somente esse trabalho de arquitetura em 360 graus pode definir quais as ferramentas e métricas ideais para o cumprimento dos grandes objetivos: impulsionar os resultados e satisfazer o cliente.

Seja pela praticidade ou por encontrar condições melhores, os usuários têm incorporado em sua rotina as compras pela internet. Tal atitude já é notada e comprovada por meio de números robustos levantados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm): a estimativa é que o ano de 2017 tenha uma alta de 12% em relação a 2016, faturando R$ 59,9 bilhões, totalizando pedidos de mais de 38 milhões de compradores únicos.

Tal patamar, mesmo para um período de recuperação da crise econômica, demonstra que um bom planejamento e a definição de estratégias específicas podem auxiliar na manutenção do negócio. É nessa hora de números positivos que o e-commerce pode servir como exemplo para as indústrias. Confira três práticas que o comércio virtual tem a ensinar!

Metrificação e uso dos dados

Na internet, tudo pode ser analisado e medido. Isso permite que os gestores desenvolvam táticas de negócio para atingir um público específico ou utilizem a inteligência fornecida pelos dados obtidos para definir novos modelos comerciais e até realizar planejamentos em longo prazo.

Assim, é possível analisar e reagir de maneira muito mais certeira. Mais sobre web analytics para e-commerce:

Quais KPIs acompanhar na performance de marketing do seu e-commerce?

Agilidade na tomada de decisão

Tendências são capazes de aquecer todos os setores. Mas da mesma forma que elas chegam rápido, podem desaparecer na mesma velocidade.

Contar com uma cultura e processos que possibilitem que as decisões estratégicas sejam tomadas de maneira mais ágil, bem como a implementação das mesmas, podem permitir um bom crescimento tanto para os e-commerces quanto para as indústrias.

Como fazer um desenho de processos sob medida para o seu e-commerce

Atualização constante

No mundo do comércio eletrônico tudo evolui em uma velocidade acelerada, sendo que as mídias são as mais notáveis. Hoje, é comum encontrar soluções que permitam a comunicação entre plataformas diferentes de maneira personalizada e individual.

Isso ocorre da mesma forma que nos departamentos de TI, com a infraestrutura e aplicações, e na logística, com novidades frequentes, como os lockers para retirada de produtos adquiridos em e-commerces.

Vantagens de utilizar pontos de retirada de produtos:

Aumente as vendas do seu e-commerce com pontos de retirada

Todas as essas informações convergem para um único desfecho: ao analisar, reduzir a burocracia e estar atualizado perante às mudanças, as indústrias podem se permitir uma entrada para o varejo virtual de maneira mais assertiva e saudável.

Além disso, a agilidade presente no comércio eletrônico gera a necessidade de que a indústria também se mobilize e acompanhe as novidades dos segmentos e suas características, players e tendências.

Para isso, é fundamental que os gestores estejam preparados e seguros sobre qual o melhor caminho a ser seguido. Independentemente da adesão ou não ao setor, é fundamental que ocorra o planejamento com a visão das tendências, que no ambiente on-line costumam ser muito mais fugazes do que no varejo físico e na indústria.

Quem não quiser perder mercado precisa estar um passo à frente. Acredite!

Os clientes estão cada vez mais exigentes com as empresas. A nova geração de consumidores deseja um atendimento ágil, personalizado e capaz de responder as suas demandas com efetividade. Os profissionais, por sua vez, também esperam mais das corporações em que trabalham, buscando realização pessoal e satisfação com o trabalho.

Em novos tempos, como acompanhar as transformações da atualidade? A cultura de atendimento é uma parte importante da solução para essa questão. Com ela, você promove melhorias na relação com clientes e traz condições mais gratificantes para a sua equipe.

Quer saber o que é cultura de atendimento e como adotá-la na empresa? Confira o nosso post e entenda mais sobre o tema!

O que é a cultura de atendimento?

A cultura de atendimento é uma metodologia baseada em um conjunto de práticas que colocam o cliente no centro do negócio, ou seja, todas as ações são orientadas à satisfação dele. Isso significa que a missão, os valores da empresa, as estratégias, os objetivos e as ações estão voltados para promover a melhor experiência possível para o consumidor.

Dessa forma, o relacionamento com a empresa se torna uma ocasião positiva, em que a pessoa busca lidar com suas necessidades e expectativas. A organização abre para si mesma a oportunidade de participar dessa experiência, contribuindo para a satisfação do cliente.

Quais as vantagens de implantar uma cultura de atendimento na organização?

Há uma série de vantagens em implementar uma cultura de atendimento na empresa. Veja mais a seguir!

Satisfação e fidelização de clientes

Com um atendimento mais próximo, baseado em um relacionamento empático e positivo, o cliente vai ter a oportunidade de ter suas necessidades ouvidas, visto que o profissional vai ajudá-lo a encontrar soluções para as suas dificuldades.

Com isso, o consumidor fica satisfeito e tende a voltar em outras situações para fazer negócios com a empresa. Ou seja: isso garante uma experiência contínua de satisfação que promove a fidelização do cliente.

Esses fatores são muito benéficos para o empreendimento pois, com uma clientela fiel, dá para melhorar as receitas e criar uma relação mais próxima com os compradores.

Retenção e atração de talentos

Para que uma empresa realmente tenha uma cultura de atendimento forte e reconhecida pelo consumidor, é essencial que ela tenha uma atenção muito especial com os seus colaboradores, pois na prática são eles que vão entregar esta experiência positiva aos clientes (veremos mais sobre isso na próxima parte do texto).

Os profissionais precisam se sentir valorizados e engajados com os objetivos e valores da empresa.

Isso gera um ciclo positivo em que o público e a equipe são beneficiados com experiências gratificantes. Como os trabalhadores ficam mais satisfeitos no dia a dia da empresa, a tendência é estimular a retenção de talentos. Afinal, o cotidiano corporativo é realizador e compensador.

Com a organização tendo uma imagem cada vez mais positiva, ela se torna um atrativo para profissionais que são capacitados e que têm as características desejadas para os cargos.

Dessa maneira, é possível formar um time preparado para auxiliar o cliente a resolver seus problemas e promover soluções que incentivam a melhoria na qualidade de vida do consumidor. Os processos de seleção na empresa vão ser mais competitivos, contando com candidatos realmente preparados para os desafios do negócio.

Reputação positiva no mercado

A corporação com uma cultura de atendimento oferece um tratamento que privilegia o lado do cliente, procurando oferecer a ele uma experiência positiva. Esse trabalho gera resultados muito benéficos, como o aumento da satisfação do público e a retenção de talentos.

Com todos esses pontos positivos, a organização fica com uma boa imagem no mercado. Além de se popularizar na propaganda boca a boca, a corporação fica bem posicionada diante das concorrentes. Os colaboradores mais satisfeitos também ajudam a promover a marca.

Como criar uma cultura de atendimento no negócio?

Tudo esse discurso é muito bonito e inspirador, mas colocar isso em prática? Que ações as principais empresas do mercado adotam para ter uma cultura de atendimento forte?

Veja alguns destes procedimentos a seguir:

Tenha um propósito claro e inspirador

Ter um propósito claro e inspirador é fundamental para desenvolver uma cultura de atendimento. Os propósitos guiam a postura da gerência e dos times, apontando a direção certa na tomada de atitudes. Isso permite à empresa ter as ações alinhadas com seus ideais.

A clareza de propósito também é importante para que todo o time se alinhe com essas metas e parâmetros. Esses fatores são importantes para promover ações em sintonia com o que é planejado e esperado da organização.

Defina culture codes

O culture code é um documento que contém todos os aspectos importantes da cultura organizacional da empresa. Ele deve alinhar as práticas da corporação, trazendo conteúdos como os valores, missão e práticas que são cultivadas nas atividades.

Muitas corporações, como a NetflixZapposHubspot e Resultados Digitais, publicaram os seus culture codes com base em uma cultura de atendimento. Isso melhora a imagem negócio no mercado e aproxima a empresa dos clientes.

Leia também:

Zappos e a Cultura de Atendimento ao Consumidor

Valorize o time

Para que sua equipe ofereça o melhor atendimento, é importante que os profissionais estejam bem e se sentindo valorizados. Investir em bons pagamentos, oferecer benefícios, propiciar boas condições de trabalho, respeitar as horas de pausa e descanso são medidas que podem ajudar a manter o bem-estar do colaborador.

Somente com a equipe se sentindo bem será possível realizar um serviço efetivo e adequado às demandas do consumidor. Quanto melhor a qualidade de vida dos colaboradores, mais eles serão capazes de oferecer um bom serviço para os clientes.

Invista em sua equipe

Oferecer as melhores condições de trabalho é fundamental para ter uma equipe disposta e engajada. Ter atenção com os salários, benefícios e incentivos é uma medida necessária para promover boas recompensas para o time.

Em uma cultura de atendimento, é importante também tornar o feedback um hábito, algo a ser reforçado constantemente. Os colaboradores precisam estar em aprimoramento contínuo para oferecer o melhor serviço para o cliente. Aprendendo com os erros, se atualizando e se reciclando, eles podem contribuir muito para a satisfação do consumidor.

É importante ainda oferecer treinamentos e capacitações além de e desenvolver planos de carreira para que os colaboradores tenham perspectivas de crescimento e experiências de aprendizagem no trabalho. Assim, o time fica satisfeito e oferece um melhor atendimento.

A cultura de atendimento centraliza todas as atividades do negócio no consumidor, buscando oferecer os melhores serviços possíveis para ele. Aderir a essa metodologia traz credibilidade, valorização no mercado, fidelização de clientes e promove crescimento da corporação.

Para desenvolver uma cultura de atendimento, invista nos culture codes, no aperfeiçoamento da equipe, tenha metas e propósitos definidos e incentive o feedback continuamente. Dessa forma, é possível ter ótimos resultados no empreendimento.

Texto publicado anteriormente no Blog da DDS.

À medida que a sua operação digital cresce os gestores de e-commerce e marketing digital passam a ter necessidades diferentes de informação

O Brasil é o país do “puxadinho”. Um lugar onde todo mundo é arquiteto, consultor de investimento, mecânico e, por que não, técnico de futebol.

Nós usamos a estratégia do puxadinho diariamente em um “sem número” de situações cotidianas. Mas isto não acontece só em casa, não senhor.

Uma forma (não tão nova) de puxadinho que está começando a deixar muita gente de cabelo em pé é o puxadinho digital.

Quando algo precisava ser feito

Daniel Kahneman é um psicólogo que ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 2002. Entre várias contribuições da sua obra, ele constatou que nossa racionalidade é bem mais limitada do que imaginamos.

Basta considerar que 80% das pessoas afirmam se acharem melhores do que a média. No mínimo, uma incoerência lógica.

Voltando ao ponto: culturalmente nós vivemos e fazemos coisas pensando num curto prazo. É daí (e da falta de recursos) que vem a cultura do “puxadinho”.

O puxadinho digital surge na medida que uma empresa começa a se aventurar pela digitalização dos seus negócios.

Precisa de um e-mail marketing? Cria uma conta agora.

Agora é um chat? Simples, só assinar este aqui.

SMS para o cliente? Agora: este serviço é fácil e não tem fidelidade.

Quando você vê, tem um emaranhado de apps, SaaS, IaaS, XaaS (X = qualquer coisa as a service) que te deixa com mais dúvidas do que certezas.

As tecnologias deveriam servir a um único propósito: habilitar novas competências para aumentar a escala e a produtividade do negócio.

O ponto de inflexão

No meu dia-a-dia converso com gestores de negócios em empresas de vários portes e segmentos. Se um dia e-commerce foi tendência, hoje é mais que uma realidade.

E na medida que as empresas estão superando aquela fase de incredulidade e realmente escalando em vendas, clientes e negócios, o puxadinho digital que lá atrás ajudou a crescer agora começa a atrapalhar.

Veja um exemplo:

• Você cria uma campanha em rede social;
• O cidadão clica e visita seu e-commerce (virou um lead!);
• Ele se cadastra no seu mailing (agora vai!);
• Entra em um produto e coloca no carrinho (isso, falta pouco!);
• Abandona o carrinho (como fazem mais de 30% dos compradores);
• Você toca o cliente com uma oferta de recuperação (aquele desconto camarada);
• Ele volta e não converte de novo (básico);
• Entra na régua de novo com a mesma oferta de recuperação (quem sabe na segunda vai);
• O lead resolve virar cliente e comprar (graças a Deus!);
• Os sistemas de display perseguem o lead até o último dos seus dias ofertando os produtos que ele comprou.

Como gestor do negócio eu gostaria de saber três coisas apenas:

1- Quanto este cliente comprou?
2- Quanto esta venda me custou?
3- Quanto esta campanha me retornou?

Tenho certeza que mesmo um gerente de e-commerce júnior vai conseguir responder a pergunta 1 com relativa facilidade.

Mas dá tanto trabalho reunir as informações necessárias para responder as perguntas 2 e 3 que a maioria dos gestores (em off apenas) acaba não tendo condições “de fato” para respondê-las.

Quando você cresce o desafio muda

O ponto central aqui é que à medida que a sua operação de venda digital cresce o gestor de e-commerce e o gestor do negócio passam a ter necessidades diferentes de informação.

Quando você é pequeno, pode se dar ao luxo de cometer muitos erros. Eles fazem parte do aprendizado do empreendedor e na média são erros pequenos, dos quais você consegue se recuperar.

À medida que o negócio ganha corpo e você flerta com a saída do Simples Nacional, as coisas passam a ter uma dimensão diferente. Ter informações de ponta-a-ponta não só é desejável: é mandatório.

Na real, o puxadinho digital dá a impressão de ser barato porque você paga várias contas pequenas. Mas quando você soma estas contas ao overhead (gente adicional) para unificar e analisar os dados mais o custo de oportunidade das decisões tomadas com base em informações erradas, você constata que, na média, o puxadinho digital é o que parece barato mas sai muito, muito caro.

É melhor não ter mapa algum do que ter um mapa errado.

A resolução de ano novo: integrar, dar inteligência, inovar

Se você chegou até aqui deve estar se perguntando: como eu faço para acabar com meu puxadinho digital?

A minha resposta de consultor é que não há resposta única.

(pausa dramática)

Mas se você quer uma ideia de como começar, me permita sugerir o seguinte:

1. Trace um mapa claro de todos os recursos tecnológicos que sustentam o seu e-commerce (plataforma, automação de marketing, CRM, sistema de atendimento, etc…);

2. Entenda a jornada do seu cliente e entenda quais são os pontos de contato mais importantes e que podem gerar mais impacto no seu resultado (vendas, margem, recompra, NPS, etc…);

3. Com base nesta priorização, estabeleça 1 ou 2 objetivos de melhoria (por exemplo, orquestrar as campanhas em torno do cliente, independente do canal);

4. Avalie fornecedores de tecnologia, que podem te ajudar a analisar e sugerir a adoção de softwares que substituam e simplifiquem o seu mapa de tecnologia.

Tão importante quanto isto é pensar em ciclos contínuos de melhoria. Hoje é perfeitamente possível executar 3 ou 4 projetos ao longo de um ano que permitem fazer um extreme makeover no seu puxadinho digital.

Isto deixa seu negócio mais preparado para alçar voos mais altos, com mais eficiência.

Isto é um processo, ou seja, a cada objetivo cumprido, você deve partir para o próximo. Porque as necessidades do seu negócio e do seu cliente mudam. Sempre há alguma coisa para melhorar.

Espero que você tenha gostado e, se tiver uma crítica, dúvida ou sugestão, comente aqui ou então me mande uma mensagem. Até a próxima!

Investir em um novo negócio não é nada fácil – a começar pelos custos… Um serviço na nuvem pode auxiliar pequenos empresários nesta missão.

Todo empreendedor sabe que começar um negócio requer muita cautela. A gente precisa pensar em tudo: clientes, funcionários, capital de giro, capital de investimento, parcerias, infraestrutura, estoque… São tantas coisas!

É, você pode até não acreditar, mas o Cloud Computing é um “salvador da pátria” para muitos pequenos empreendedores. Agora, a questão não é sobre migrar para a nuvem e sim quando fazer isso!

A notícia é boa para todo mundo que tem uma empresa e precisa aumentar o desempenho do seu negócio, mas, especialmente, para os pequenos empresários que acabam esbarrando em muita dificuldade apresentada no mercado, como na burocracia dos documentos.

Imagine a seguinte cena: uma nuvem (internet) e tudo conectado a ela. Computadores, notebooks, mobile (smartphones), data bases, remote servers, remote desktops… Tudo está conectado a um único servidor!

Entendeu? Isso é a Computação em Nuvem!

Bem, vamos parar de imaginar e ir para prática!

A nuvem existe e tem feito um sucesso em toda empresa que investe nela. O investimento não é alto. A facilidade de migração é efetiva. E existe segurança nesse processo.

Se você ainda não “viu” motivos suficientes para migrar para a nuvem, confira!

1- Segurança Digital

Quando seus arquivos estão na nuvem, eles têm segurança reforçada. Os provedores investem muito dinheiro todos os anos para manter as informações altamente seguras nos seus centros de dados.

Uma maneira fácil para entender é pensando em um arquivo específico como sendo um quebra-cabeça de várias partes. Quando você coloca esse arquivo na nuvem, ele é fragmentado em várias partes e mesmo que haja um ataque de hacker, ele só conseguirá uma parte do todo.

Além disso, é possível fazer a recuperação do arquivo integralmente (esse backup é feito de maneira automática).

2- Armazenamento em grande quantidade

A nuvem está preparada para receber arquivos de vários tamanhos e formatos. As ferramentas cloud facilitam o trabalho de toda empresa que precisa arquivar ou interagir documentos com outros usuários.

Dessa forma, os colaboradores podem executar projetos internos em um ambiente altamente seguro e com alto nível de controle.

3- Redução de Custos

Se por um lado você teria que ter um alto custo com um data base físico, no mundo digital esse gasto é totalmente minimizado.

Você não precisará de um sistema de refrigeração elétrica, nem comprar hardwares ou softwares, nem gastar dinheiro com a manutenção periódica da infraestrutura e nem mesmo ter uma equipe de TI focada 24 horas nesse data base.

Dessa forma, seus recursos financeiros podem ser usados para outros fins. O pagamento da nuvem é totalmente democrático e se encaixa no famoso “Pay Per Use”, ou seja, você só pagará pelo que consumir em determinado período.

4- Agilidade para acessar arquivos

Outra vantagem de estar na nuvem é que você tem mais agilidade para acessar seus documentos – tudo é feito em questões de segundos. Você pode, por exemplo, optar por concentrar na nuvem suas tarefas mais importantes sem se preocupar com a compra de softwares ou com o aumento de armazenamento.

Além disso, você pode acessá-los de qualquer lugar do mundo e a qualquer hora – desde que tenha o acesso habilitado (login e senha) e o acesso a internet.

Especificamente sobre o acesso, saiba que ele pode ser feito por computadores, notebooks ou mobile – sendo que as plataformas são expansíveis para esses mecanismos. Se você mantém seu acesso, você pode acessar de qualquer dispositivo.

5- Flexibilidade e Escalabilidade

Os especialistas em tecnologia gostam muito de usar a expressão “escalabilidade”, que tem a ver com o fato de ser adequado à sua empresa independente do tamanho dela.

Por exemplo, hoje você é um microempreendedor… Só que com o passar do tempo, a sua empresa crescerá muito e você precisará de mais serviços da nuvem. O que acontece? Nada demais. É só você solicitar um novo recurso.

Logo, a nuvem se adequa ao seu perfil, ao seu crescimento, ao seu sucesso.

Entenda os tipos de computação em nuvem e invista agora mesmo!

Com os motivos comprovados, não restam muitas dúvidas sobre a migração do sistema tradicional para a nuvem. Agora, você só precisa entender, de forma simples, a diferença entre os tipos de cloud.

Após escolher o tipo de nuvem que melhor se adequa ao seu negócio, o ideal é buscar conhecimento para fazer a migração da forma correta.