Tags Posts tagged with "google analytics"

google analytics

Considerado o pai da administração moderna, Peter Ferdinand Drucker foi escritor, professor e consultor. Nascido na Áustria, em 1909, trouxe uma nova perspectiva a respeito da gestão, da liderança e da essência das empresas.

“Se você não pode medir, não pode gerenciar.” A afirmação que intitula este artigo é uma das citações mais famosas do especialista, e queremos convidá-lo a refletir um pouco mais sobre ela. Por que, afinal, as métricas são tão importantes?

Tudo começa com um diagnóstico

Administrar um negócio não é uma tarefa simples. Na maioria das vezes, a empresa cresce antes mesmo que o empreendedor esteja totalmente preparado para lidar com ela. Se você possui um e-commerce e se dedica a desenvolver estratégias de marketing digital, por exemplo, logo perceberá que suas iniciativas podem tomar proporções maiores do que o esperado.

E se às vezes é tarde demais para mudanças, nunca é muito cedo para começar a ter um bom controle sobre as suas ações. Para entender os resultados do seu trabalho e saber o que precisa ser feito, contudo, é necessário estabelecer índices para mensurar o desempenho de cada parte dele.

Gerenciar implica conhecer

Um bom gestor não é aquele que tem uma visão superficial. Transformações efetivas e sábias requerem um envolvimento profundo com o contexto a fim de identificar os pontos fortes e falhos da situação.

A teoria de Drucker, portanto, vai muito além do “medir” em si: contempla todo o processo de ciência do empreendimento, o ato de buscar informações, entender como julgar cada tarefa e avaliar se o retorno está sendo positivo ou não. Para saber aonde chegar, é preciso saber para onde se está indo.

ROI é indispensável

Todo tempo de trabalho é precioso. Se alguma iniciativa da sua empresa não demanda investimento financeiro, certamente requer uma parte da sua agenda, um item na pauta de algum colaborador ou mesmo um projeto de equipe. Considerando isso, você não pode se dar ao luxo de investir em ações que não trarão diferenças significativas para a sua realidade atual.

E é aí que entra o ROI (Return on Investiment ou Retorno sobre o Investimento). Trata-se de uma análise a respeito do quanto algo exigirá do seu negócio e o que trará de retorno. Sabendo, por exemplo, que uma ação de marketing no Google AdWords custa R$ 300 e adquirir um único cliente custa R$ 5, você conclui que a campanha precisa gerar ao menos 60 novos consumidores para valer a pena.

Para chegar aos números necessários para a fórmula, no entanto, é preciso saber exatamente a que níveis anda a sua performance. Então, amplie sua visão sobre o empreendimento! Mapeie-o, mensure tudo o que pode ser mensurado e tome decisões baseadas em fatos concretos, não em achismos ou expectativas.

Texto publicado no Blog da Nuvem Shop.

Google Analytics: Configure corretamente e descubra se sua loja virtual está bem de verdade (Bônus: Enhanced Ecommerce)

Depois de muito tempo eu aprendi que dizer que uma loja virtual está indo bem baseado apenas no número de vendas é tão ingênuo quanto dizer que seu carro está perfeito só por que ele está andando.

Se as pastilhas de freio estiverem carcomidas e você não fizer nada uma hora você vai beijar o volante.

O Google Analytics é uma ferramenta gratuita que dá informações valiosas sobre as visitas e visitantes de um site ou loja virtual.

As informações vão das mais básicas, como número total de visitas, até as mais avançadas, como número de pessoas que colocaram produtos no carrinho e não compraram.

Isso significa que você pode até estar vendendo, mas o GA vai te dizer se você está vendendo como deveria. Não é o mesmo que te impedir de beijar o volante, mas é quase.

Nesse post eu vou te ajudar a dar o primeiríssimo passo: configurar o Google Analytics para receber corretamente informações para gerenciar sua loja virtual.

Parece algo idiota a se ensinar, mas é muito comum as pessoas deixarem passar batido configurações básicas que sem elas não é possível saber se a loja está indo bem ou mal.

Criando uma conta

Quando você entrar na página inicial do GA terá que fazer login usando uma conta Google, ou seja usando seu e-mail Gmail ou Google Apps.

Supondo que você nunca se aventurou usando o GA a página que ele te mostrará será parecida com a de baixo.

Captura-de-Tela-2015-11-19-às-19.49.281

Clique no botão grandaralhão escrito “Sign up“.

Preencha os campos de acordo com os ensinamentos do Mestre Yoda:

• Nome da Conta é o nome da sua conta. Preencha com o nome da sua marca ou empresa. A ideia é que se você tiver um site, um blog e um e-commerce para uma determinada marca/empresa tudo ficará “de baixo” dessa conta. Eu vou preencher Marca X;
• Nome do website é o nome do projeto, exemplo se é um site pode ser Site da Marca X, se for um blog pode ser Blog da Marca X ou se for um e-commerce Loja Virtual Marca X. Se você tem os 3 projetos se preocupe primeiro com um, posteriormente você pode criar a conta dos outros;
• URL do website é o link do projeto, exemplo http://marcax.com.br/;
• Categoria do setor a categoria que seu negócio está inserido. Se você não preencher ou preencher errado não afetará em nada nos resultados. Esse campo é usado apenas para o GA te dar dicas voltadas para sua área de atuação.
• Fuso horário dos relatórios é o fuso horário de onde você mora.

Depois de preencher tudo e aceitar os temos de uso você receberá seu Tracking ID. Esse é o número de sua conta que deve ser configurada na plataforma.

tracking-id

Você verá nessa mesma página que o GA dá o código Javascript para ser inserido em todas as páginas do seu e-commerce. Todas as plataformas já o colocam automaticamente, então basta você informar o Traking ID (destacado na imagem acima) que a plataforma fará todo o resto.

Exemplo: Informando código do GA no Magento
Exemplo: Informando código do GA no Magento

Configurações básicas da propriedade

administrador

Sempre que quiser editar alguma configuração da sua conta você irá clicar no menu Administrador (circulado na imagem acima).

O que vamos editar agora é a vista da propriedade da sua conta (onde a seta vermelha está apontando).

Clique em Visualizar configurações.

As configurações padrão nunca vem otimizadas. Algumas eu até me pergunto por que pois são tão importantes que na minha opinião deveriam vir já pré-configurado. Vai entender né? ¯\_(ツ)_/¯

Nessa página você irá editar os seguintes campos:

• Moeda exibida como
Selecione Real Brasileiro;
• Filtragem de bots
Marque a opção;
• Acompanhamento da pesquisa no site
Ative a opção e informe o parâmetro de consulta. Aí depende da plataforma, mas é fácil identificar. Faça uma busca na sua loja e olhe o link que se forma. Na minha eu busquei por “camisa” e o link que se formou foi: http://marcax.com.br/catalogsearch/result/?q=camisa

Logo, eu informei como parâmetro da consulta a letra “q”.

• Eliminar os parâmetros de consulta da URL
Se essa opção não estiver marcada cada resultado de busca será contado como um link diferente e isso só é bom em casos muito específicos. Se for o seu mantenha desmarcado, mas eu aconselho sempre marcar.

O que fizemos aqui foi dizer ao GA qual será a moeda que ele contabilizará os valores de conversão e como ele descobrirá as palavras-chave usando na busca interna da sua loja.

Esse último será de grande valor pois você terá informações importantes como Canais ou Regiões de quem busca por uma determinada palavra chave.

Configurando o Google Analytics para receber informações de compra ou “Olha como o Enhanced Ecommerce é lindo”

Nota: A partir daqui as configurações serão um pouco mais avançadas e exigirão que a sua plataforma envie ao GA vários dados específicos. Caso a sua não faça isso eu apresento no final do post uma alternativa.

Ainda no menu da vista da propriedade, clique em Configurações de comércio eletrônico.

Em Status marque “Ativado” e passe para a próxima etapa.

O campo Ativar relatórios avançados de comércio eletrônico é a parte polêmica dessa configuração. Sua plataforma precisa implementar o que o GA chama de Enhanced Ecommerce. Sem ele não vai adiantar habilitar essa opção.

Depois de ativar, na parte de Etapas do Funil você deve configurar de acordo com que a sua plataforma manda. Nas lojas que fazemos aqui na Bleez, as configurações ficam assim:

Captura-de-Tela-2015-11-23-às-16.04.37

O que você verá ao habilitar essas configurações?

Para ver o resultado das configurações você deverá esperar pelo menos 24 horas para o GA colher dados. Depois vá a parte de relatórios e no menu do lado esquerdo clique em Conversões > Comércio Eletrônico > Análise de compras > Comportamento do checkout.

Você verá um relatório parecido com esse:

Captura-de-Tela-2015-11-24-às-13.34.111

Esses são exatamente os mesmos passos que cadastrei lá em Etapas do Funil.

Ele me diz as visitas que avançaram em cada seção do meu checkout, ou seja, quem caiu no carrinho (coluna 1), avançou para preencher seus dados pessoais (coluna 2), depois informou seu endereço e selecionou o frete (coluna 3), em seguida selecionou a forma de pagamento (coluna 4) e finalmente concluiu a compra (coluna 5) ou quem desistiu em cada etapa (as áreas abaixo das setas vermelhas).

Como nem toda plataforma tem checkouts parecidos esse relatório pode mudar. E para ele funcionar corretamente é imprescindível que você o configure corretamente como expliquei anteriormente. Se você não souber como devem ser cadastrado fale com o suporte de sua plataforma.

Uma das coisas mais legais desse relatório é a possibilidade de clicar em uma das setas vermelhas e criar seguimentos.

Captura-de-Tela-2015-11-24-às-13.46.12-258x300

Isso significa que você pode mandar o GA exibir, por exemplo, dados apenas de quem adicionou produto no carrinho e não comprou.

Daí você começa a investigar. Quais são as fontes de tráfego ou campanhas que estão trazendo essas personae non gratae? Você está gastando quanto pra trazer elas a sua loja? Quais os produtos que elas mais visualizam?

Além disso ao implementar o Enhanced Ecommerce você tem relatórios que dão outro post só sobre eles. Mas toma uma palinha do que você terá em mãos:

• Comportamento de compra completa. Das visitas totais quantas visualizaram um produto, dessas quantas colocaram produto no carrinho, dessas quanta foram ao checkout e dessas quantas concluíram?
• Desempenho do produto. Quais produtos mais visualizados? Qual a taxa de adição ao carrinho em relação às visualizações? Qual a taxa de compra em relação às visualizações?
• Desempenho de vendas. Quais foram os maiores pedidos que você teve?
• Desempenho da lista de produtos. Desempenho das categorias dos produtos. Quais categorias mais tiveram vendas?

Pesquisa no site

Também configuramos o parâmetro de pesquisa no site.

Para ver os resultados vá em Comportamento > Pesquisa interna. Lá possui 4 relatórios que te dará uma noção dos resultados que as buscas na sua loja está dando.

Por exemplo, no menu Utilização tem informações de visitas e receita gerada a partir de pessoas que buscaram e que não buscaram na loja.

Já em Termos de pesquisa tem todas as palavras-chave procuradas junto com outras informações relevantes como o tempo de navegação após a pesquisa ter sido realizada.

Também dá um outro post completo só sobre esse assunto.

Não vá se perder

Eu sei que é fácil olhar para os relatórios e ficar perdido sem saber o que fazer com tanta informação. Mas fique calmo e não se desespere.

O GA é meio que um Mestre dos Magos da Era Moderna. Para você obter as respostas certas precisa fazer as perguntas certas.

Não me pergunte qual é a do ventilador lá atrás por que eu não sei
Não me pergunte qual é a do ventilador lá atrás por que eu não sei

O que quero dizer é que antes de você olhar, por exemplo, para o relatório de pesquisas no site você deve estar se fazendo pelo menos uma dessas perguntas:

As pessoas estão buscando por algo na minha loja?
Elas estão encontrando o que procuram?
Depois que encontram os resultados elas compra?
Quanto tempo elas passam navegando depois que fazem uma busca?

E etc, etc, etc…

Mais importante que fazer a pergunta certa é tomar alguma atitude a partir das informações que o GA vai te dar. Ou seja, se você não tem perguntas é por que não está atrás de melhorar nada, logo não tem por que se preocupar com esse relatório.

Portanto se você não tem perguntas comece a fazê-las ou desencane e seja feliz. 🙂

Alternativa ao Enhanced Ecommerce: Metas e Funis

O GA é tão legal que te permite definir objetivos estratégicos. Ele chama isso de Metas.

Basicamente as Metas são qualquer resultado que você deseja alcançar em relação a métricas. Pode ser receber uma ou mais visitas à uma página, pode ser receber cliques em um banner ou pode ser receber visitas que duram mais de 1 minuto navegando.

A sua Meta depende exatamente da sua… Meta.

No nosso caso, um e-commerce, uma das Metas é o visitante finalizar uma compra.

Geralmente as páginas de compra tem uma URL, por exemplo, http://marcax.com.br/finalizar-compra/sucesso/. Logo vamos dizer para o Google Analytics que a nossa meta é receber visitas na página /finalizar-compra/sucesso/.

Então siga o caminho das pedras: Vá no já conhecido menu Administrador e na Vista da propriedade clique em Metas.

Depois de clicar no botão Nova Meta você terá de colocar o nome da meta e dizer ao GA qual é a sua meta.

No primeiro passo selecione Personalizado e avance.

No segundo informe o nome e depois escolha Destino.

No terceiro passo o destino deve ser igual ao endereço da sua página de sucesso. No meu caso eu preenchi com /finalizar-compra/sucesso/.

Até aqui já temos o que precisamos para criar nossa Meta, mas se pararmos aqui vamos perder o mais legal que são os Funis.

Um Funil te dá passo a passo ate a finalização da compra. A visão que o GA te dará será parecida com essa:

Imagem gentilmente cedida pelo Google Images por que não tenho nenhum funil de checkout configurado aqui :(
Imagem gentilmente cedida pelo Google Images por que não tenho nenhum funil de checkout configurado aqui :(

O último quadrado do seu Funil será sua Meta. E acima são todos os passos que os visitantes seguiram até atingir a meta com números de quem prosseguiu e quem abandonou.

“Como eu crio isso?”

Parecido como criamos Metas, usando URLs.

Vamos imaginar que cada passo até o fim da compra tem uma página diferente:

• Carrinho: /finalizar-compra/carrinho
• Login: /finalizar-compra/login
• Pagamento: /finalizar-compra/pagamento

Então ative a opção funil e crie as etapas de acordo com as URLs dos passos que sua plataforma segue. No meu caso, criei as etapas exatamente como listei acima.

Depois de um tempo coletando dados você pode ver como ficou indo em Conversões > Metas > Visualização de funil.

Fazendo isso você terá o mínimo de noção se sua loja está indo realmente bem, em que passo do checkout as pessoas estão indo embora e você deve melhorar (não se esqueça que mais importante que ter a informação é tomar uma atitude com ela).

Metas e Funis não é essa Coca-Cola toda – comparada com o Enhanced Ecommerce – mas é o que tem pra hoje.

Texto publicado no Blog da Bleez.

Em que momento do processo de compra os clientes abandonam a sua loja? Possivelmente, essa pergunta já passou pela sua cabeça. Você deve saber quantas visitas a sua loja virtual recebe e o faturamento gerado, mas reconhece qual das suas páginas te faz perder dinheiro?

Neste post, aprenderemos como o Google Analytics pode responder a essas perguntas. Se você ainda não conhece essa ferramenta, confira nosso antigo anterior que explica o que é Google Analytics e como utilizá-lo.

O que são metas no Google Analytics?

Conversões são as ações que os usuários podem realizar em seu site, gerando valor para a sua empresa. No caso de uma loja virtual, por exemplo, a conversão principal seria a venda. O Google Analytics permite que você defina e meça quatro tipos de metas relacionadas à conversão em seu site:

• URL de destino: é a página visitada pelo usuário. Pode ser uma em que você agradece pela compra ou recepciona um novo cliente;
• Duração da visita: é o tempo médio que os visitantes costumam passar na página. Se eles ficam poucos segundos, você pode se perguntar se o conteúdo está atrativo o suficiente;
• Páginas visitadas: corresponde à quantidade de páginas que o usuário visita em uma sessão, ou seja, em um único acesso;
• Evento: ocorre quando algum visitante realiza uma ação previamente definida como um “evento” por você: compartilhamento nas redes sociais, clique em um anúncio etc.

A seguir, nos concentraremos nas metas de URL de destino, uma das mais importantes para quem investe no e-commerce. Para mais informações sobre os objetivos da ferramenta, visite o Centro de Atendimento do Google.

O que são funis no Google Analytics?

Um funil de conversão permite que você especifique o caminho que os visitantes do seu site precisarão seguir para realizar um determinado objetivo. Pode ser, por exemplo, a série de páginas pelas quais seu cliente deve passar para completar uma compra em sua loja.

Com a definição dos passos de um funil de conversão, o Google Analytics possibilita o acompanhamento da página de entrada e saída do site, ou seja, por onde os visitantes chegam e em que momento eles abandonam seu e-commerce. Assim, você identifica as páginas em que está perdendo dinheiro e pode elaborar estratégias para otimizá-las.

Como configurar metas e funis?

Agora que você já sabe o que são funis e metas, vejamos como configurar o Google Analytics para medir a quantidade de vendas geradas em sua loja virtual. É importante lembrar que esses objetivos não medirão o faturamento e outros fatores relacionados: apenas as vendas em si. Preparado?

1. Acesse seu painel do Google Analytics e clique em “Administrador”;

Como configurar meta e funil no Google Analytics 0

2. Selecione sua conta, a propriedade à qual deseja adicionar um objetivo e o perfil que será utilizado para medir o tráfego da sua loja (caso possua apenas uma opção de cada, não se preocupe: você pode conferir este artigo do suporte do Google para mais informações);

Como configurar meta e funil no Google Analytics 12

3. Clique em “Metas” e, na tela seguinte, selecione “Nova meta”;

Como configurar meta e funil no Google Analytics 2

4. Preencha os atributos da meta que você deseja definir;

Como configurar meta e funil no Google Analytics 3

5. Em “Detalhes da meta”, ative o funil de conversão e configure todas as etapas pelas quais o cliente passará até concluir a compra.

Como configurar meta e funil no Google Analytics 42

Se você tiver por exemplo uma Nuvem Shop, pode incluir as seguintes páginas:

• /checkout/order/new
• /checkout/order/shipping_address
• /checkout/order/shipping_method
• /checkout/order/payment
• /checkout/order/confirmation

Lembre-se de não adicionar como etapa a página exibida quando uma compra é finalizada, pois ela se trata, na verdade, da URL de destino de meta. Recomendamos também não tornar nenhum passo obrigatório, para que a conversão não deixe de ser contabilizada caso o usuário siga um caminho alternativo.

Quais as informações fornecidas pelos funis?

Uma vez configurados os objetivos e funis para a sua loja, você poderá conferir um relatório que mostrará o comportamento dos seus clientes durante o processo de compra. Para visualizá-lo, acesse Conversões Metas Fluxo da Meta no menu à esquerda.

Relatorio Fluxo da Meta do Google Analytics exemplo

Entendido?

Seguindo estes passos, você poderá acompanhar constantemente a experiência de compra dos seus clientes e saber exatamente as partes do processo que geram mais ou menos resultados. E aí, curtiu? Sobrou alguma dúvida? Comente.

Texto publicado anteriormente no Blog da Nuvem Shop.

Peopleee, quando falamos de conversão e ROI com o menor custo ou ativação de base com mínimos esforços tanto para o pequeno quanto para o grande varejista (ou para qualquer tipo de site) logo vem à nossa cabeça o e-mail marketing.

Mas uma pergunta é recorrente quando pensamos neste tema: O e-mail marketing funciona mesmo? Se realizado de acordo com algumas boas práticas, o e-mail marketing irá se tornar, se não a melhor, uma das 3 melhores opções de retorno e de ativação de base da sua loja ou do seu site.

Mas e aí, como fazemos para ver se ele funciona mesmo e está trazendo resultados reais para o meu site ou para minha loja? É simples, prometo. Vamos começar à monitorar todas as ações/cliques originadas do e-mail que meus visitantes realizaram.

Para monitorar essas ações/cliques basta taguear uma url, esta url personalizada com as novas marcações (parâmetros específicos de cada campanha) substituirão a original em todos os links do seu e-mail. É muuuuito fácil taguear um link. Basta seguir o passo-a-passo do “Criador de URL”, do Google Analytics.

Vou usar de exemplo o e-mail do site da VAGAS.com. Este e-mail é enviado para cada visitante que seleciona receber alertas de novas vagas. Observe que o e-mail é claro, objetivo e proporciona uma navegação direta. Com partes especificas que precisam ser monitoradas, separei elas da seguinte forma:

1. Header (cabeçalho).
2. Anúncio de vagas.
3. Conte para a gente.
4. Barra de busca.
5. Atualização de currículo (Banner Footer).
6. Esclareça suas dúvidas (Banner Footer).
7. Footer (rodapé).
8. Mídias Sociais.

case-email-mkt-vagas

Áreas bem definidas, hora de criar nossas urls para monitorar cada passo do seu visitante impulsionado pelo e-mail.

O Criador de URL está dividido em duas partes. Na primeira, colocamos a url de destino e na segunda colocamos os dados da campanha: origem*, mídia*, termo, conteúdo e nome da campanha* (os campos marcados com * são de preenchimento obrigatório para o monitoramento.

É importante explicar melhor o significado de cada um dos campos que você vai preencher:

• Origem da campanha* (obrigatório): site de origem do clique ou meio de origem do clique.
• Mídia da campanha* (obrigatório): mídia de origem do clique.
• Termo da campanha: utilizado para identificar as palavras-chaves de origem do clique.
• Conteúdo da campanha: utilizado para identificar e diferenciar os tipo de anúncios.
• Nome da campanha* (obrigatório): nome da campanha que o contato será direcionado.

No disparo do Vagas que estamos utilizando de exemplo, temos no clique do header (cabeçalho) somente o site da Vagas.com. O link utilizado para o disparo foi este: http://www.vagas.com.br, com o monitoramento a nova url ficaria assim:

http://www.vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=sitevagasheader

Para realizar a construção desta url na primeira parte eu digitei o site da Vagas e na segunda parte eu coloquei os dados do ‘alerta de vagas’/e-mail da seguinte maneira:

contrutor-de-url-ga

Abaixo, listei as outras urls já modificadas de acordos com os cliques como devem ser monitorados. Perceba que no caso do e-mail do Alerta de Vagas somente o campo “nome da campanha” (utm_campaign) foi modificado.

1. Header (cabeçalho)
» http://www.vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=sitevagasheader
2. Anúncio de vagas
» http://vagas.com.br/vagas/v1158547/gerente-de-marketing.html?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=gerentedemarketing
3. Conte para a gente
» http://surveymonkey.com/s/alertadevagas?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=conteparagente
4. Barra de busca
» http://vagas.com.br?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=barradebusca
5. Atualização de currículo (Banner Footer)
» http://vagas.com.br/AcessoCand.asp?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=atualizecv
6. Esclareça suas dúvidas (Banner Footer)
» http://vagas.com.br/ajuda?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=esclarecaduvidas
7. Footer (rodapé)
» http://vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=sitevagasfooter
8. Mídias Sociais
» http://vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=footerlinkedin
» http://vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=footerfacebook
» http://vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=footertwitter
» http://vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=footergoogleplus
» http://vagas.com.br/?utm_source=alertadevagas&utm_medium=email&utm_campaign=footeryoutube

Observação: é recomendado evitar a utilização de caracteres especiais, acentos e espaços nos nomes e dados da campanha (origem, mídia, termo, conteúdo e nome da campanha) na hora de criar seus monitoramentos, ok?

As métricas desses monitoramentos devem encontradas no menu Aquisition – All Traffic – Source/Medium (Aquisição – Todo Tráfego – Origem/Mídia) como você pode ver na imagem abaixo:

Aquisition - Como monitorar a conversão de e-mails com o Google Analytics

IMPORTANTE: É válido destacar que o criador de url deve ser utilizado para todos os apontamentos externos que você fizer para seu site, seja de e-mail marketing, de banners/links de sites parceiros ou de posts em redes sociais, ok?

E aí, este post foi útil? Gostou dele? Precisa de outros temas relacionados com o Web Analytics? Fala para mim, vou adorar o seu comentário!

Oi, seuslyndos! O cenário do Mobile no mundo todo é animador, segundo a E-bit, no Brasil em 2014 10% de todas as compras online já foram feitas por celular. Estes indianos, por exemplo, até fecharam o site para vender exclusivamente pelos aplicativos. Nada mais justo do que pensarmos em como devemos olhar e interpretar as métricas no mobile, como ficam nas ferramentas de análise para os apps.

Se você deseja investir nesta área, ainda destaco esta pesquisa realizada pelo Internet Media Services (IMS) e comScore de Março de 2015, os usuários de smartphones tem em sua grande maioria um smartphone com o sistema Android, do Google. Com dispositivos em preços mais acessíveis, o sistema é de longe o mais popular no Brasil e na América Latina como um todo:

usuarios-de-smartphone
Gráfico original completo publicado no eMarketer.

Hummmm… Na web, entre outras métricas, monitoramos sessions (sessões), pageviews (visualizações de páginas), visitors (visitantes únicos), time on site (tempo de visita), bounce rate (taxa de rejeição). Mas o que monitorar e o que observar/medir quando estou falando de métricas nos aplicativos?

Bem, você deve monitorar as mesmas métricas, a diferença estará na sua interpretação, na forma de como ela é mostrada em sua ferramenta de web analytics e de como ela deverá ser encaminhada para a área de marketing.

Leia também: Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Minha ideia é expor as diferenças, para que este mundo de BI/Web Analytics se torne um pouco mais simples para você. Minha solução está logo abaixo, montei esta tabela com referências das métricas e técnicas mais usadas e mais importantes, bem como, seu equivalente no “mundo app” e, claro – bem simples – o que cada uma delas significam.

Como interpretar as métricas no mobile?

Vale lembrar também que o Google Analytics já padronizou a métrica “visitas”. Deixando tanto nos relatórios de website como de apps a métrica nomeada como: SESSIONS. Para você que está interessado/precisa saber mais sobre o assunto, recomendo este e-book (em inglês): “App Marketing for Web Marketers“, da Localytics.

E você, como está medindo seus aplicativos? Faltou alguma métrica que você acha importante? Conta pra mim!

Por diversas vezes fui questionado por pequenos lojistas e profissionais que estão começando a trabalhar com e-commerce sobre como extrair diferentes métricas além do número de visitantes e da taxa de conversão da loja virtual.

Obviamente, o primeiro passo é instalar a tag do GA em todas as páginas da loja e fazer a configuração correta no Analytics informando que se trata de um comércio eletrônico.

Também é importante destacar que toda configuração que é feita no GA não tem efeito retroativo, ou seja, as novas regras passarão a valer a partir do momento da configuração, por isso é sempre importante criar um perfil de backup sem filtros pra que, caso ocorra algum erro de configuração no perfil base, nenhum dado deixe de ser coletado. Lembrando que todo perfil criado precisa ser configurado novamente, sendo assim, você deverá marcar como comércio eletrônico novamente em cada novo perfil criado.

Com o Analytics devidamente configurado basta seguir os passos abaixo pra tirar maior proveito dos recursos que a ferramenta oferece.

1. Configuração do Funil de Conversão

É extremamente importante configurar uma meta e estabelecer o funil para o alcance da meta principalmente nos passos de checkout. Sem esse funil, não é possível entender em qual etapa os clientes sentem dificuldade pra concluir a compra, ou se há algum link que esteja funcionando como rota de fuga.

Além disso, é possível saber se o seu cliente costuma voltar nos passos do checkout e também pra onde eles vão após abandonarem o carrinho de compras.

Com a análise do funil de conversão fica muito mais fácil estabelecer prioridades no tratamento dos passos do checkout e descobrir falhas que sempre passam despercebidas por quem está mais envolvido com a loja.

7 dicas para utilizar melhor o Google Analytics

2. Filtro por IP

Principalmente para os casos das lojas com baixo volume de visitas, os acessos realizados pelos próprios envolvidos com a operação podem atrapalhar bastante na percepção real do que acontece na loja. Por exemplo, as compras de teste que são realizadas são contabilizadas afetando o número de transações, ticket médio, quantidade de pageviews, o tempo médio g

asto por visitante, percentual de visitantes recorrentes, número de acessos diretos, enfim. Todas as métricas importantes acabam ficando maior jogando a conversão da loja pra baixo.

Isso pode ser facilmente solucionado configurando filtros de acesso. A forma mais fácil de fazer esse filtro é cadastrar o número do IP fixo da sua rede e excluir dos relatórios todo acesso originado daquele IP. Caso você não tenha um IP fixo, há diversas outras formas pra excluir estes acessos dos relatórios, basta escolher a melhor para o seu caso.

Com dados mais precisos fica mais fácil tomar decisões corretas.

3. Conversão por navegador

É sempre bom ficar de olho na taxa de conversão dos usuários de acordo com o navegador que eles utilizam, principalmente após qualquer alteração no layout da loja.

É muito comum acontecerem erros como, por exemplo, sumiço de botões apenas em determinado navegador tornando a compra impossível de ser concluída.

Outros erros como problemas na montagem do layout, carregamento, funcionalidades, etc também podem acontecer em diferentes navegadores, sendo assim, desconfie de navegadores que estejam convertendo muito pouco em comparação com os demais.

Veja também: Curso Presencial Web Analytics Impacta + Universidade Buscapé Company

4. Anotações

Este é mais um hábito que precisa ser adotado do que uma dica.

Muitos lojistas analisam métricas e confiam apenas na memória pra saber a data que alguma coisa foi alterada na loja, ou que alguma ação de marketing foi iniciada.

Quando se tem o hábito de anotar na linha do tempo do Analytics os eventos que podem influenciar nas vendas, fica muito mais fácil entender as variações dos gráficos e determinar mudanças nas estratégias da loja.

Marque sempre que houverem promoções agressivas, inicio de campanhas em datas sazonais, problemas com ruptura de estoque, lançamento de um produto muito aguardado, etc.

5. Use UTMs

O uso das UTMs nos links das ações de marketing é muito importante pra que você consiga mensurar os resultados de forma muito mais simples. Nenhuma ação de marketing deve ser feita sem que os links que serão divulgados estejam tagueados com as UTMs que identificarão o buzz e as vendas que cada ação gerou.

Crie um padrão e passe a segui-lo para marcar toda campanha, tipo de mídia, data do envio, fonte, etc.

Construtor de URLs: Para construir URLs para suas campanha, entre neste link.

6. Teste A/B

Há algum tempo o Analytics absorveu alguns recursos para Teste A/B do extinto Google Website Optimizer fazendo com que configurar um teste seja bastante simples.

A grande vantagem é que você pode usar as metas que já tiverem sido cadastradas como parâmetro para definir o objetivo do teste, seja ele o clique em algum botão específico, a finalização do pedido ou simplesmente a redução do tempo do usuário na página.

Também é possível realizar testes multivariáveis pra testar diferentes estruturas da sua home ou de departamentos específicos, tudo pra que você tenha a certeza de qual é a melhor escolha de layout para a sua loja.

Leia também: Testes A/B – Uma metodologia que você precisa conhecer

7. Análise de página

Há também um relatório bastante útil que simula um heatmap da página. O Analytics usa apenas os dados de navegação para indicar os links mais clicados diferentemente do heatmap, que usa coordenadas precisas pra definir o ponto exato do clique.

De qualquer forma, fica muito mais fácil entender visualmente quais áreas são as de maior interesse dos usuários e como otimizar o layout pra que aquele botão ou link específico receba mais destaque e consequentemente, mais cliques.

Seguindo essas 7 dicas básicas com certeza você conseguirá aproveitar muito mais os recursos que a ferramenta oferece!

Publicação do Diego Jusinskas da Vtex para o E-commerce Brasil – 7 dicas para utilizar melhor o Google Analytics.

5 métricas para loja virtual que você deveria monitorarMétricas para loja virtual. Quando falamos em Comércio Eletrônico, o Profissional de E-commerce normalmente se concentra em métricas como Taxa de Conversão, Número de Transações e Tíquete Médio (Valor médio de todos os pedidos). São realmente métricas valiosas e devem ser monitoradas. Afinal, são estes os resultados que vão afetar diretamente o seu bolso.

Porém, é graças ao Google Analytics (ou à alguma outra ferramenta poderosa de Web Analytics), que conseguiremos outras formas matadoras para analisar a efetividade da sua loja virtual.

5 métricas que você deveria monitorar na sua loja virtual - As taxas de conversão, número de transações e  tíquete-médio são "fáceis" de medir.
As taxas de conversão, número de transações e tíquete-médio são “fáceis” de medir.
A ideia é dar uma atenção redobrada ao comportamento do usuário que interage com as ferramentas do seu e-commerce ou aplicativo mobile. Com isso entender onde pode produzir melhorias significativas para suas deficiências pontuais. O Practical E-commerce selecionou 5 destas interações mais importantes. E se você ainda não está monitorando alguma delas, deveria estar

1. Categorias de Produtos

Você vai identificar facilmente seus principais produtos. Sabe prontamente os que mais vendem e os que menos vendem na sua loja. No entanto, considere ir além ao monitorar suas Categorias de produtos. Como você verá na figura abaixo, algumas categorias podem gerar muito mais receita do que outras. No exemplo, parece que os homens – ou quem compra presentes para homens – gastam mais dinheiro com relógios.

5 métricas para loja virtual que você deveria monitorar - Definir categorias de produtos pode ajudar a determinar quais produtos vendem melhor.
Definir categorias de produtos pode ajudar a determinar quais produtos vendem melhor.

Depois de identificar suas categorias, você pode aprofundar sua análise para obter ideias sobre tráfego, novas campanhas e até mesmo redefinir suas palavras-chave. Identifique ainda qual delas tem um tíquete-médio maior, e invista pontualmente no seu Marketing Digital.

2. Comparação de produtos

Muitas lojas virtuais permitem que os visitantes comparem os produtos lado a lado para facilitar a escolha – dimensões, funcionalidades, preços e muitas outras – e proporcionam a possibilidade de que o cliente saia mais satisfeito com sua transação.

5 métricas para loja virtual que você deveria monitorar - Crie uma métrica para rastrear os dados de comparação de produtos.
Crie uma métrica para rastrear os dados de comparação de produtos.

Se sua loja virtual tem milhares de produtos, ou mesmo centenas, não é nada prático enumerá-los em uma tabela de comparação. O que você costuma ver é uma caixa de seleção para que os clientes escolham quais produtos querem comparar.

Uma técnica de medição útil é acompanhar a interação de usuários específicos – com um “evento” , caso você esteja usando o Google Analytics. Com isso, você é capaz de rastrear os produtos que estão sendo comparados e gerar relatórios que mostram quais produtos são mais (ou menos) escolhidos quando comparados com outros.

Além disso, você pode descobrir produtos que podem ser oferecidos em comparação e melhorar ainda mais a experiência do seu visitante. Munido destas informação, você pode tomar atitudes mais pontuais. Por exemplo, promover os produtos preferidos na homepage, em banners externos ou nas campanhas de e-mail marketing.

3. Rastreamento de Atendimento por Chat

Você provavelmente já viu lojas virtuais com a função de chat ao vivo. Elas são mais frequentes em alguns locais da loja virtual. O visitante chega para pesquisar sobre algum produto e vê um convite (às vezes em forma de pop-up) perguntando se você gostaria de conversar com um agente de atendimento ao cliente. Existem lojas aumentam o tíquete-médio em 25 a 30% quando a compra inclui uma conversa com um consultor.

Se você tem um serviço de chat ao vivo, deve acompanhar quando seus visitantes estão utilizando essa bate-papo com atenção em algumas métricas:

● Taxa de conversão;
● Tíquete-médio;
● Receita geral.

Implementando corretamente seu chat ao vivo, é possível medir ainda mais o impacto dessa funcionalidade nas suas vendas de produtos em categorias específicas. Por exemplo, caso exista relação entre compras de tíquete-médio alto e interações por chat pode ser bom negócio contratar mais pessoas e aumentar o horário de atendimento por chat.

4. Remover do Carrinho de Compras

Embora seja muito mais comum medir os clique no link “Adicionar ao carrinho” e acompanhar que ação ocorreu – se vieram da página de detalhe do produto ou de uma página de promoção – , também pode ser muito útil controlar a remoção dos produtos do carrinho.

Imagine alguém que vende trampolins e quer adicionar automaticamente novos itens como redes de segurança para sugerir uma venda mais completa. Caso comece a perceber um movimento grande de remoções das redes de segurança, talvez seja interessante considerar um e-mail propondo a redução de valor das redes de segurança para estes compradores que optaram por não incluir elas na compra.

5. Segmentação: Conheça seus usuários

Verdadeiras joias podem ser encontradas em um olhar mais apurado sobre o perfil de um grupo de usuários que passa por uma Segmentação, juntamente com o propósito de suas visitas.

Por exemplo, você tem uma loja virtual focada principalmente em produtos de consumo, porém conta com um revendedor ou um canal de distribuição. Esses revendedores são identificados após acessar seu sistema e terão disponíveis preços e descontos exclusivos para cada um deles. Ao rastrear as transações e a receita, é importante para a Segmentação que seus relatórios identifiquem os tipos de compradores. Caso contrário, uma grande encomenda à um preço muito baixo para um de seus revendedores, pode significar uma queda nos seus números gerais.

Abaixo alguns dados sobre uma loja virtual do setor de edução. Segmentado por visitantes de graduação e pós-graduação, relatórios sobre números de vendas. Veja que, enquanto as visitas de pós-graduação contabilizam 19% do total, a receita gerada por elas corresponde à 30% do total. Se a informação corresponde apenas à visitas agregadas e receita agregada, o site não teria nenhuma ideia sobre como cada um desses segmentos pode ser segmentado e contribuir para a arrecadação total.

5 métricas para loja virtual que você deveria monitorar - Grupos com menos visitas às vezes geram mais receita.
Grupos com menos visitas às vezes geram mais receita.
Publicação original do Practical E-commerce | 5 Ecommerce Metrics You Should Be Tracking

Definindo perfil de público para publicidade segmentada | do E-commerce Brasil

Um dos maiores desafios de uma campanha é atingir o público correto, ou seja, um público que realmente tem interesse no seu produto ou serviço. Neste artigo, vou falar sobre a utilização da ferramenta Navegg combinada ao Google Analytics (GA) para definição de perfil de compradores de um determinado produto para que possamos impactar pessoas semelhantes na rede Navegg, que hoje é de quase 90 milhões.

Google Analytics + Navegg Analytics: definindo perfil de público para publicidade segmentada

Primeiro, precisamos ter o Google Analytics e o Navegg Analytics rodando no site e funcionando integrados. A documentação da integração do Navegg Analytics ou, se preferir, pode solicitar o auxílio de um profissional certificado.

A integração acontece por meio das variáveis customizadas do GA – como temos apenas cinco slots (para a versão free do GA), precisamos priorizar os segmentos que a Navegg nos informa. Nesse caso, vou informar nessas variáveis as segmentações gênero, idade e interesse.

Vou escolher um produto específico e com o relatório abaixo identificar qual o perfil de quem compra esse determinado produto.

Gênero

Google Analytics + Navegg Analytics: definindo perfil de público para publicidade segmentada

Idade

Google Analytics + Navegg Analytics: definindo perfil de público para publicidade segmentada

Interesse

Google Analytics + Navegg Analytics: definindo perfil de público para publicidade segmentada

Com os dados acima, separei um perfil de Mulheres, 25-34 anos, com interesse em notícias entretenimento, tecnologia e culinária.

Utilizando a ferramenta de planejamento da Navegg – Media Monitor -, verificamos a quantidade de usuários, dentro do perfil desejado, que não acessou o meu site.

Google Analytics + Navegg Analytics: definindo perfil de público para publicidade segmentada

Temos, nesse caso, um alcance de 5.833.300 pessoas com esse perfil – quanto mais específico for o perfil, maior a taxa de acerto.

Para impactar essas pessoas usando o Google Adwords, basta criar uma campanha de remarketing e informar o pixel de remarketing para a Navegg iniciar as marcações desses usuários.

O resultado de ações como essa pode chegar a uma taxa de conversão 25% a mais sobre a média das demais, e com um custo por conversão 4,3 vezes menor do que o de campanhas sem segmentação. Além disso, a taxa de conversão da campanha com segmentação de audiência pode ser aproximadamente 7,5 vezes maior do que a da ação sem segmentação.

A taxa de clique média (CTR) durante a ação com dados segmentados chega a ser 67% maior do que a da campanha com retargeting e 150% maior do que aquela sem utilização de nenhum tipo de dados. As segmentações utilizadas neste artigo são apenas exemplos; podem ser utilizados inúmeros clusters que a Navegg oferece.

Vale a experiência. Qualquer dúvida, estou à disposição.

Grande abraço e até o próximo artigo.

artigo-alvaroÁlvaro Vasques é analista de Web Analytics no Portal Educação e Sócio Fundador da Opt3 Marketing Digital.
alvarovasques@gmail.com | @alvarovasques

Se você não medir seus esforços em mídias sociais, não poderá focar no que dá mais retorno, ou pior, não conseguirá provar a evolução do trabalho e o quanto ele está beneficiando o resultado da sua empresa.

Será preciso repensar as estratégias se no final do dia, aqueles seus “200 mil” fãs no Facebook não:

● Acessarem o seu site;
● Deixar o processo mais barato (um exemplo simples, um pós-venda eficiente pode reduzir custo de logística com troca de produtos);
● Tiverem um tíquete-médio de compra mais alto que o usual;
● Tiverem um índice de recompra invejável ao ser comparado a outras mídias;

Enfim, se eles não adicionarem nenhum valor ao seu negócio de uma forma mensurável.

Vamos entender como usar o GA (Google Analytics) e como tirar alguns indicadores para facilitar o nosso trabalho de encontrar os números que vão nos guiar na escolha do melhor investimento (de tempo, dinheiro em mídia, equipe, recuso internos de tecnologia).

Leia também: Como o EdgeRank do Facebook funciona?

1. Monitore o tráfego de Busca

O Google pode (e deve) ser um grande aliado para a gestão de mídias sociais. Use o GA para trazer insights importantes.

Os acessos através das buscas orgânicas são indicadores interessantes de como as pessoas, que já procuram por sua marca, fazem a relação de conteúdo com ela.

Olhe os acessos dos Google e faça algumas perguntas básicas, como:

● Quais são as principais keywords da busca orgânica, excluindo os termos institucionais, que trazem as pessoas para o seu site?
● Quais são os principais produtos que estão convertendo a partir de Buscas? Essa métrica pode te dar boas relações de produtos para serem explorados buscando uma melhor conversão, por tanto, aumentando o ROI.
● Quais são os termos relacionados com a sua marca que os usuários estão buscando?

Ex.: “Minha marca + _______”, a segunda palavra é uma relação direta que as pessoas já fazem com a sua marca e que se explorada corretamente, o seu conteúdo irá gerar mais reconhecimento nos usuários e logo, mais aceitação.

Você pode fazer essas e outras perguntas para identificar o comportamento do usuários e se fizer monitoramentos constantes, encontrará algumas tendências que valem a pena ser exploradas.

Dica adicional: Os painéis são ótimos para te ajudar a fazer leituras rápidas do que está acontecendo, adicione o painel abaixo ao seu GA e ganhe tempo para visualizar suas métricas.

<https://www.google.com/analytics/web/template?uid=ReVvcGR2Seq3srS1UODsHA>

2.  Monitore o Engajamento de Marca

Google Analytics: Analisando resultados de Mídias Sociais para e-commerceUse o ‘Multi-Canais’ para fazer cruzamentos das visitas que começaram nas redes sociais e depois fecharam as compras por entrar por outro canal.

Essa métrica não irá aumentar o seu ROI de conversão direta, mas dará um retorno prático da influência do seu trabalho no resultado de construção de marca.

Ex.: Em uma ação básica de Concurso Cultural você terá o resultado de quantas pessoas foram atingidas nas redes sociais

> Quantas acessaram o concurso.
> Quantas participaram ativamente.
> Quantas compartilharam e geraram mais tráfico social para ação.

Correto? Todas essas métricas são números que estão entre o Awareness de marca e o engajamento da ação. Considero completa a etapa de engajamento com Site/Marca quanto o usuário não está só reconhecendo e interagindo com a marca em mídias sociais, mas ele está querendo saber mais sobre a marca e seus serviços/produtos. Isso pode ser medido através da participação dos canais sociais para a construção do acesso de tráfego direto ou o quanto esse acesso social se engaja com o seu site.

Se você achou um pouco confuso o conceito de engajamento de marca, este post sobre Funil de Conversão Social fala exatamente sobre a cadeia de engajamento de marca.

Para calcular essa métrica, use:

> Porcentagem de engajamento de marca gerada por social (Visitas originadas de buscas Institucionais-ou-Diretas que tiveram início por um acesso social / Visitas gerais de buscas orgânica e diretos). – Use a área de Funis multicanal do GA para acessar esses dados.

3. Monitore o Engajamento dos visitantes com o site

Fazer uma leitura da navegação do usuário e o relacionamento com o site deveria ser uma das primeiras coisas a se fazer antes de um planejamento estratégico em mídias sociais, mas a maioria do material que é encontrado sobre métricas de mídias sociais fala muito do monitoramento e análise das conversas que acontecem fora do seu site e deixam de falar/analisar das pessoas que estão gerando todos esses dados ricos e que já estão em seu site.

Aqui vai uma colinha simples o objetiva de como medir a interatividade no seu site (cada site é um caso, a ideia é entender o macro e adaptar para a sua realidade).

Algumas métricas:

● Porcentagem de visitantes que deixam comentários;
● Porcentagem de visitantes que compartilham/votam/amplificam nas mídias sociais;
● Índice de conversão (Porcentagem visitas/conversão) – Vendas, downloads, leads, reviews e classificações derivadas das mídias sociais;
● Porcentagem dos visitantes que clicam no seu link de Call-To-Action;
● Tempo médio de visita;
● Caminho/Etapas para conversão;
● Índice de visitas engajados (Nº de engajamentos/Total visitas);
● Índice de recompra.

4. (Expandido)  Monitore o Engajamento Social do seu site

KPIs:

● Número de ações sociais (Curtir, Tweets) / Pelo número de páginas com os botões de compartilhamento;

Com o Facebook Insights, você pode adicionar um ID ao código do seu site e ter algumas informações sobre a atividade social do seu site.

●  Influência do sua comunidade nas ações sociais do site (número de tweets/Curtir… por acessos derivados das mídias sociais.

Gostaria de convidá-los para acessar o meu blog de mídias sociais, vai que você gosta de alguma coisa lá também, né?! Você também tem algum macete ou jeitinho de usar o Google Analytics para ajudar no trabalho de mídias sociais? Deixe sua dica nos cometários desse artigo.


joao-caetano-ecommerceJoão Caetano é Profissional de Marketing Digital com foco em novas mídias, conversões multicanais e resultados em mídias sociais para varejo. João Caetano no Linkedin | joaocaetano@informepublicitario.com.br
Blog Informe Publicitário http://informepublicitario.com.br/

TEXTO DO E-COMMERCE BRASIL – Google Analytics: Analisando resultados de mídias sociais para e-commerce.

E-commerce no Google Analytics. Quando falamos de e-commerce devemos estar cientes que para o Google Analytics analisar os dados corretamente é necessário que o perfil esteja habilitado para e-commerce e que o tagueamento de transações/itens esteja implementado no site.

1.Configuração no perfil
Para habilitar o perfil desejado para e-commerce é necessário entrar no perfil e clicar em Admin.

E-commerce no Google Analytics

Com a configuração aberta clicar em Profile Settings → E-commerce Settings → Yes, an E-commerce Site → Apply

E-commerce no Google Analytics

2.Tagueamento e-commerce
O tagueamento de e-commerce é um complemento do tagueamento principal que já explicamos anteriormente, sendo assim este tagueamento depende da implementação do tagueamento padrão para funcionar.

Para a captura dos dados de e-commerce o Google Analytics trabalha com três comandos principais que são:

E-commerce no Google Analytics

A sintaxe para o tagueamento segue uma padronização e cada campo corresponde a uma hierarquia dentro do e-commerce. O tagueamento de e-commerce consiste em um bloco para a transação ( _addTrans ) e, em outro bloco para o Item (_addItem). O bloco do _addItem deve ser repetido para cada item do carrinho/compra.

Os dois blocos de tagueamento devem ser configurados na página que finaliza o processo de compra no site e os valores devem ser substituídos a cada compra realizada e finalizada. Dentro da hierarquia do bloco de transação (_addTrans) existem oito informações, porém somente duas são obrigatórias:

E-commerce no Google Analytics

Dentro da hierarquia do bloco de itens (_addItem) existem seis informações, porem somente quatro são obrigatórias:

E-commerce no Google Analytics

Com isso vamos analisar como ficará o taguamento da compra que realizamos no site do Brandsclub:
Item 01 → Caçarola Aço com Alças Duo 2,8L – Tramontina – 149,99
Item 02 → Rasteira Transada – DR Shoes – 64,99

E-commerce no Google Analytics

Com o cenário acima se trocarmos as variáveis no nosso tagueamento, teremos as seguintes informações:

_gaq.push([‘_addTrans’, ‘1245409’, ‘brandsclub.com.br’, ‘229.32’, ‘14.34’, ”, ‘Sao Paulo’, ‘SP’, ‘Brasil’]);
_gaq.push([‘_addItem’, ‘1245409’, ‘80001…’, ‘Caçarola Aço com Alças Duo 2,8L’, ‘Tramontina’, ‘149.99’, ‘1’]);
_gaq.push([‘_addItem’, ‘1245409’, ‘80002…’, ‘Rasteira Transada’, ‘DR Shoes’, ‘64.99’, ‘1’]);

O resultado final da implementação no código, ficará assim:

E-commerce no Google Analytics

Após essa configuração, as análises do e-commerce devem ser visualizadas em Conversions → Ecommerce. Dependendo da necessidade em relação à análise o menu mais apropriado deve ser escolhido, de acordo com as explicações abaixo:

E-commerce no Google Analytics