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O final do ano é a época que significa, para muitas pessoas, viagens, passeios com a família e descanso. Muitos brasileiros, economizam durante o ano e aproveitam as férias escolares para viajar. É por isso, que meses antes, agências de turismo, companhias aéreas e empresas de hospedagem se preparam para atrair a atenção do viajante brasileiro.

Uma pesquisa realizada pela revista Viagem e Turismo – da editora Abril – em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o Ibope Inteligência, revela que o viajante brasileiro utiliza três principais ferramentas na hora de planejar a sua viagem. Em primeiro lugar, com 36% das respostas, estão as revistas de viagem. Em segundo lugar, quase empatado com 34% das respostas, estão as buscas em sites e blogs especializados. Com 13% das respostas estão as operadoras de turismo.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas ao redor do globo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e pode ser aplicado para geração de insights e tomada de decisões.

No infográfico abaixo, revelamos o que descobrimos em relação ao perfil do viajante brasileiro. Em sua maioria, os viajantes têm entre 18 a 24 anos (38%) ou de 35 a 59 anos (35%), são casados, graduados e pertencentes à classe A/B. Além de buscar por temas relacionados a viagens e turismo, eles buscam por temas relacionados a atividades ao ar livre, carros, idiomas e casamento. O que revela que muitos viajam buscando diversão e/ou estão em lua-de-mel. Além disso, preocupam-se em locar veículos e aprender novos idiomas para facilitar a comunicação no local de destino.

Para compor a viagem, os produtos mais buscados são pacotes turísticos, passagens aéreas e reserva de hotéis. A maioria está em busca de destinos internacionais. Entre eles, os mais buscados são Buenos Aires, Montevideo e Santiago. Já aqueles que preferem ficar dentro do território nacional estão de olho em Fortaleza, Natal e Maceió, principalmente.

Em relação ao seu perfil comportamental são, em sua maioria (32%), vencedores. Ou seja, pessoas seguras e bem sucedidas. Sucesso profissional e poder financeiro são algumas das características mais marcantes desse cluster do Navegg EveryOne. Eles valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir. Qualidade, inovação e, principalmente, exclusividade, podem ter maior peso no momento da decisão e dificilmente são impedidos quando o motivo é apenas financeiro. Movidos pela razão, não costumam ser induzidos a fazer algo que não acreditam.

Em relação ao seu perfil de consumo dentro da indústria  de Viagem e Turismo, pertencem, em sua maioria (51%), ao cluster pacotão do Navegg EveryBuyer, pessoas que prezam pela segurança e pela praticidade principalmente porque não têm experiência no tema. Buscam bons preços e a possibilidade de conhecer lugares e pessoas sem sair do orçamento. São planejados e costumam tirar férias curtas fora de época mas é a oferta que define seu destino.

Quer saber mais sobre o perfil do turista brasileiro? Confira o infográfico completo abaixo.

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Infográfico Ebit destaca o perfil do consumidor e apresenta todos os dados sobre a principal data do varejo eletrônico brasileiro

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturados pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$753, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index.

“Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

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A Black Friday – que acontece sempre na última sexta-feira de novembro – já é um acontecimento tradicional e esperado pelos consumidores de vários países. O evento, que surgiu nos Estados Unidos, ganhou adeptos em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.

Por aqui, o evento acontecerá pela sexta vez consecutiva e está marcado para o dia 25 de novembro, prometendo descontos de até 80% em diversas categorias de produtos e serviços. Para verificar o tamanho e o sucesso da Black Friday, basta observar os números: só no ano passado movimentou R$1,5 bilhão em todo o país. E esse resultado só aumenta a cada ano.

Leia também, os números da Ebit:

84% dos consumidores online pretendem comprar na Black Friday

A expectativa de crescimento para 2016 é de, pelo menos, 18% – tanto nas vendas em lojas físicas quanto no e-commerce, responsável pela maior parte das ofertas. Ou seja, é uma ocasião excelente para os lojistas – que conseguem alavancar as vendas e esvaziar o estoque – e para os consumidores, que com o planejamento certo conseguem garantir a compra de produtos com uma boa economia.

Contudo, é importante lembrar que existem alguns cuidados que devem ser tomados para não cair em roubadas e garantir bons descontos!

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Somente no segundo trimestre de 2015 o número de usuários de smartphones cresceu 48% no Brasil, com isso, as compras via mobile também aumentaram e estão em constante desenvolvimento.

Os dados de 2015 ainda apontam que 1 décimo das compras brasileiras é feita por smartphones e tablets, porém a expectativa para 2016 é que esse tipo de conversão represente 30% no total de vendas de lojas on-line, o que acaba aumentando a necessidade de adaptação do e-commerce ao ambiente das vendas móveis.

Um dos pontos que alavancaram as vendas pelo celular foram as telas maiores dos aparelhos de última geração, como o Galaxy S6 e o Iphone 6. Já a categoria de produto que tem sido mais buscada é a de moda, sendo 32% do consumo feito pelo dispositivo.

O que chama a atenção também é que quase 5% dos brasileiros compram on-line por conta de promoções ou desconto, desta forma os cupons de descontos têm sido bons aliados para fidelizar e gerar novas vendas no comércio virtual.

Pensando nisso, o SaveMe elaborou um infográfico sobre o perfil do consumidor mobile no Brasil, onde apresenta as principais características do usuário on-line, informações sobre o uso dos cupons de desconto no país e dicas de economia para quem deseja ter vantagens na hora do pagamento.

As fontes dos dados encontram-se no rodapé do infográfico.

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O melhor jeito de ter sucesso nos marketplaces é conhecer o mercado. Para isso a informação de qualidade faz toda a diferença. Com base nos dados da pesquisa E-bit WebShoppers 2015, o Olist produziu um infográfico exclusivo, que mostra os produtos “queridinhos” pelos consumidores.

Essa é uma excelente fonte de informação para inspirar a criação do seu portfólio de produtos e garantir os melhores resultados. O Hall da fama dos produtos do e-commerce brasileiro, vamos lá?

Hall da fama dos produtos do e-commerce brasileiro
Hall da fama dos produtos do e-commerce brasileiro. Conteúdo do perfil do Pinterest da Olist.

Post do Blog Universo Marketplace da Olist.

Pequenos erros podem fazer a loja online perder dinheiro. Confira dicas para dar um up na taxa de conversão

No Brasil, a taxa de conversão média é de 1,65%, de acordo com pesquisa da Experian Hitwise. O dado no meu ponto de vista preocupante é um alerta ao setor.

O desafio está em transformar os visitantes em compradores. Para isso, é fundamental ficar atento a alguns números que apontam onde estão os ruídos nesse processo. Sabemos, por exemplo, que 84% dos compradores online avaliam uma página de mídia social antes de fazer a compra. Ou seja, é fundamental que a loja esteja presente nesses locais.

Para melhorar as taxas de conversão, alguns tópicos são importantes para o e-commerce, conforme as dicas e o infográfico que produzimos abaixo:

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Dados para destacar do infográfico:

1) Faça e disponibilize vídeos sobre os produtos, pois eles podem aumentar as vendas em até 144%;

2) Crie um site simples de usar e certifique-se de que os botões sejam fáceis de encontrar, principalmente os de “Adicionar ao Carrinho” e “Checkout”;

3) O e-commerce deve ser acessível a pessoas com deficiências visual, auditiva, motora, entre outras necessidades especiais;

4) Seja honesto (sempre). Se um produto está esgotado, avise o consumidor. Lembre-se de deixar um botão “Avise-me quando esse produto chegar”;

5) Ganhe a confiança do cliente. Para isso, mostre depoimentos e recomendações sobre a sua página em mídias sociais; disponibilize um número de SAC; tenha uma política de privacidade e mostre que sua loja online possui um processo de pagamento seguro;

6) Ofereça vários métodos de pagamento;

7) Mantenha seu cliente atualizado informando-o quando o produto for enviado e qual o código de rastreamento.

Essas são as principais dicas para melhorar a taxa de conversão do e-commerce. Lembro que o ideal é fazer um acompanhamento constante para saber por que o cliente está deixando a loja online sem efetuar a compra.

Para isso recomendo o uso de ferramentas como o Google Analytics, Crazy Egg, Click Tale e Olark. Não se pode esperar que o problema apareça para o consumidor para tomar as providências. É necessário analisar constantemente para corrigir as falhas rápido, de preferência, antes que afete o usuário.

O Dia das Mães apresentou resultados positivos no comércio eletrônico brasileiro. Do dia 23 de abril até 7 de maio, o e-commerce teve um faturamento de R$ 1,62 bilhão, registrando um crescimento nominal de 8%, em relação ao mesmo período em 2015, quando os ganhos chegaram a R$ 1,51 bilhão.

“As promoções realizadas pelos varejistas on-line contribuíram para o aumento de vendas do e-commerce nesse período, melhorando os resultados de forma geral”, informa o diretor executivo da E-bit, André Ricardo Dias.

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Neste ano, 4 milhões de pedidos foram feitos via Internet, o que representa um crescimento de 2% na comparação com 2015. Já o tíquete médio passou de R$ 380, no ano passado, para R$ 402. No Top 5 de categorias mais vendidas, “Eletrodomésticos” foi a líder com 13,1% de participação de pedidos, seguida por “Moda e Acessórios” (12,9%), “Livros” (12%), “Telefonia/Celulares” (10,6%) e “Casa e Decoração” (9,1%).

Também teve destaque o m-commerce, que cresceu 100% em pedidos, atingindo 20,2% das compras online no período. Foram 816 mil encomendas feitas por smartphones e tablets nesta data ante os 407 mil em 2015, mostrando a evolução significativa do uso de dispositivos móveis pelos e-consumidores brasileiros.

Veja também:

Os números do mercado de E-commerce

Várias perguntas aparecem na cabeça de uma mulher na hora de fazer compras online. Quais são as tendências da próxima estação? Qual é a cor mais fashion do momento? Onde buscar inspiração?

Pensando nisso, a Stylight fez um estudo sobre os produtos mais procurados no site e as tendências mais fashion no e-commerce de forma geral. Reunimos vários dados super inspiradores sobre comportamento do consumidor ao longo dos três primeiros meses de 2016 e criamos um infográfico interativo com base nesse estudo. 😉

Quando compramos…

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Domingo de noite é o horário de maior movimento na Stylight

Keep Calm e… Continue comprando!

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150 bilhões de reais – Valor movimentado no e-commerce fashion do Brasil no ano de 2015

Dados do mercado

Vários dados do e-commerce brasileiro e também de comportamento do consumidor foram reunidos pelo estudo. A conclusão não poderia ser diferente: a categoria de moda é uma das que mais cresce.

Só esse mercado, segundo o Google Varejo. movimentou 150 bilhões de reais em 2015 no Brasil. O reflexo disso é também o aumento de quase 15% no número de produtos no nosso site. Com um mercado cada vez mais desenvolvido, nada mais natural que o tráfego mobile também ganhe destaque. Cada vez mais os nossos usuários acessam  a partir dos nossos apps e dispositivos móveis. Sobre isso, falou o nosso Diretor-Executivo, Max Müller:

“Como o e-commerce mobile ganha cada vez mais o seu momentum, nós focamos na nossa estratégia mobile. Sabemos a importância de uma boa experiência de usuário nesses dispositivos e como isso afeta o nosso consumidor nos diferentes canais.”

Segundo os dados da E-bit, a categoria de Moda & Acessórios lidera as vendas no e-commerce brasileiro desde 2013.

Leia mais sobre isso:

E-commerce mantém crescimento em 2015

As maiores influências

Top 3 ícones de estilo do primeiro trimestre de 2016

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Kendall Jenner

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Gigi Hadid

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Kim Kardashian

Pesquisa por produtos
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Batas boho +++

Body ++
Colete +

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Moletom —

Sandália gladiadora —
Vestidos de couro –

Inspiração pura

Elas estão em praticamente todos os lugares. Kendall Jenner, Gigi Hadid e Kim Kardashian são as atuais musas das redes sociais e inspiram milhões de internautas mundo afora. Para ser mais exata, as três juntas somam 135 milhões de seguidores no Instagram (sendo 53.2 de Kendall, 66.1 de Kim e 15.7 de Gigi).

Basta qualquer uma delas utilizar uma roupa que as lojas esgotam os estoques. E por falar em roupa, o que entra e o que sai de moda nesse primeiro trimestre? No site da Stylight Brasil, a procura por peças de moletom, sandália gladiadora e vestidos de couro caiu bastante. Em compensação, peças de outras épocas voltaram à tona, como é o caso das batas e dos coletes.

As tendências

Produtos favoritos

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Visual clássico e sexy

A mulher brasileira sempre dá preferência à peças bem sexy e que valorizam o corpo. A prova disso é que os vestidos longos (tanto os casuais, como os de festa), além do jeans skinny continuam em alta no nosso site.

Look de trabalho? Camisas sociais de seda e o bom e velho scarpin nunca saem de moda. E para acertar no look, combinar qualquer visual com uma peça da cor bege não tem erro.

Top marcas

Quando se trata de tênis, pode até ser que o clássico Converse All Star lidere as buscas, mas no ranking geral das marcas, são as empresas brasileiras que predominam. A Vizzano é a marca mais procurada na nossa lista, que também conta com a Colcci e a Usaflex.

Top 5 marcas de bolsa mais procuradas

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1. Colcci

2. Phive Rivers
3. Santa Lola
4. Luz da Lua
5. Adidas

Promo? Claro!

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29% de aumento na procura por bolsas de marca na temporada de promoções

As queridinhas das mulheres

Na época de promoções, qual o primeiro item que você pensa em comprar? A maioria das mulheres opta pela bolsa, um dos artigos mais procurados no e-commerce de moda de forma geral. As top 3 marcas das usuárias da Stylight Brasil são: Colcci, Phive Rivers e Santa Lolla.

Gostou do conteúdo do estudo? Faça o download do infográfico completo no site da Stylight.

Veja também:

Guia de Marketing Digital para seu E-commerce de Moda

Segurança. Essa é a palavra da vez, para quem deseja ter sucesso com um e-commerce. Por quê? Simples. O usuário que compra em uma loja online quer ter a certeza de que seus dados serão tratados com toda a segurança e de que ele não vai ter problemas com extravios, clonagem ou roubo de informações importantes.

Você não deve se preocupar apenas com a plataforma de e-commerce a ser utilizada. Deve saber todos os passos e ações que devem ser tomados em casos de urgência. Até porque, o comércio eletrônico é a aposta e os números para 2016, são bem otimistas. Portanto, aproveite e não deixe que nada atrapalhe o sucesso da sua loja virtual.

Infográfico: como garantir a segurança da sua loja virtual

Em meio à crise, é muito importante planejar-se. Descubra quanto custa montar uma loja virtual frente uma loja física

Com a crise, não está fácil ser um empreendedor. E mais difícil ainda vai ser abrir o próprio negócio com o cenário brasileiro da maneira que está. Então, trazemos um infográfico com um balanço dos gastos a serem considerados para abrir uma loja virtual.

Leia também:

Quanto se gasta para abrir uma loja virtual

Tanto física, quanto online. Afinal, a loja virtual conquista cada vez mais espaço, porquê é uma solução prática, econômica e que dá a chance de driblar a crise.

Fuja da Crise, Monte um e-commerce – Que tal empreender sem gastar muito?

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Infográfico do Shopify.