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Pesquisa elaborada pela área de Pesquisa e Inteligência de Mercado do grupo Abril traz um olhar inédito sobre a Geração X, que representa, aproximadamente, as pessoas com idade entre 35 e 54 anos. Segundo o estudo, esse ainda é o público que mais consome, embora grande parte da publicidade das empresas seja focada nos Millennials.

Segundo os números, o X representa hoje aproximadamente ¼ da população e é responsável por mais da metade da renda gerada no país e com um uso diário de e-mail na faixa de 94%, o uso de ferramentas de marketing por e-mail tornam-se uma excelente oportunidade para segmentar e personalizar o conteúdo para que o retorno financeiro sobre este público extremamente representativo seja o melhor possível.

Algumas dicas para atingir o coração e o bolso do “X” segundo o estudo

• Estética, símbolos e contexto são imprescindíveis
• Represente-o de fato: nem mais novo, nem com mais cabelo ou menos barriga
• Geração multiplataforma: os X construiu a ponte entre o on e o off-line
• A razão tem destaque na equação entre o racional e o emocional
• Mais sobre o produto, menos sobre o propósito
• Família: um clichê que dá certo
• Conteúdo é sempre bem-vindo
• Quebre paradigmas sem apelar para estereótipos
• Reflexão: ajude-o a refletir e o conquistará
• Cuidado com as generalizações ao utilizar um target baseado apenas em demografia

Publicado anteriormente no blog da Mailify.

Inbound Marketing – Vantagens da web para atrair mais clientes para seu e-commerce

“Não corra atrás das borboletas, cuide do seu jardim e elas virão até você”. Essa pequena frase traduz a essência do que é o Inbound marketing.

A metodologia tornou-se popular nos últimos anos e se baseia na essência das novas formas de consumo de informação, em que a borboleta, ou o cliente tem o poder de escolher qual conteúdo ela quer acessar e quando acessar.

Como se fazia antes do Inbound marketing? Corríamos atrás das borboletas

A técnica chamada de outbound, ou marketing de interrupção interrompia o fluxo de navegação do usuário e inseria a publicidade no meio da busca pelo conteúdo. Era o comercial no intervalo do jornal, ou o pop-up que se abria na frente de um conteúdo.

Essas técnicas ainda existem e se forem bem usadas podem trazer grandes benefícios para sua estratégia de inbound. Porém, em regra, são invasivas, geram repulsa no cliente e muito cara e desaconselháveis para sua primeira entrada no marketing digital.

Como eu faço agora? Cuide do seu jardim

Ir atrás do cliente não é indicado, então o ideal é que ele venha até você. Mas por que ele viria até você. Por que você tem algo relevante e de valor que é justamente o que ele procura, que pode ser o seu produto, mas se você quiser atrair muitos clientes, talvez não seja ideal começar falando sobre o que você faz.

“Inbound marketing não é sobre o que você faz, mas sobre o que você sabe”

Possivelmente, a maioria dos seus potenciais clientes ainda não cogitou comprar o seu produto. A depender do seu mercado, a maioria deles nem se quer sabe que seu produto existe. Então, antes de pensar em apresentar todos os atributos incríveis e o preço inacreditável é melhor entender o que o seu cliente deseja e como seu produto pode ajudá-lo.

Se você é dono de uma academia, por exemplo, deve possuir conhecimentos únicos sobre treinamentos e programas de emagrecimento. Então, antes de falar sobre a nova modalidade de treinamento funcional, ou hit, não seria melhor apresentar algumas dicas e técnicas para emagrecer? Veja só quantas pessoas pesquisam por isso no Google todos os meses.

Não plante um jardim onde não há borboletas

Não adianta colocar um outdoor em uma avenida na qual não passam carros, tampouco anunciar produtos eróticos em um programa religioso. Então, seja bem criterioso antes de escolher as mídias nas quais pretende divulgar sua marca. Não é incomum a criação de uma conta em uma rede social, ou lançamento de um site não servir para nada. Quantas não foram as empresas que correram para criar sua conta no Google Plus, ou no Vine?

Restrinja bem quem são os seus clientes em potencial e estude-os para saber como chegar até eles. Seja muito criterioso nesta etapa. A maior parte dos empreendedores tendem a pensar que qualquer pessoa é um cliente em potencial, que sua marca tem abrangência ampla e isso apenas prejudica toda a estratégia.

Pense bem quem é seu melhor cliente. Aquele com o maior tíquete, que compra com maior frequência. Chegue a um ou dois perfis no máximo. Aí sim, você começa a produzir conteúdo e divulgá-los em seu site e redes sociais.

3 coisas que vão acontecer com empresas que não usarem Inbound Marketing

Como aplicar inbound marketing em sua micro, ou pequena empresa

Acho que apresentei bem o conceito de inbound e espero que você já esteja convencido a utilizá-lo para atrair e encantar seus cliente. A pergunta é: como colocar minha empresa na internet da melhor forma e com o máximo de resultado em vendas? A resposta é tema do meu infográfico reproduzido abaixo.

6 passos para começar sua estratégia de marketing digital

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A grande diferença entre Inbound Marketing e Growth Hacking

A decisão de construir ou reformar um imóvel pode acontecer por diversos fatores: casamento, a chegada de um filho, uma mudança na carreira e outros. Como em outras indústrias, para decidir quais fornecedores, móveis e lojas escolher, muitos brasileiros vão para a Internet para pesquisar sobre o tema e efetuar suas compras.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em casa e construção é mulher (74%), casada (83%), com idade entre 35 a 59 anos (46%), da classe Alta (64%) e graduada (56%).

Dentro desse tema, os três produtos pelos quais os brasileiros mais buscam são móveis de quartos, climatizadores e materiais de construção. Já as marcas preferidas são Brastemp, Tramontina e Panasonic. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (55%).

No tema casa e construção se interessam por jardinagem, arquitetura, móveis e decoração. Fora dele, se interessam por esportes motorizados, colecionismo e literatura.

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Vencedores (28%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Casa e Construção, a maioria deles se encaixa no perfil Mobiliando (52%) do Navegg EveryBuyer – composto por pessoas que estão em período de mudança e precisam adquirir vários produtos ao mesmo tempo -, seguido de um empate entre o perfil Marido de Aluguel (24%) – representados pelas pessoas que sempre estão realizando pequenas construções ou fazendo reformas, por isso, tendem a comprar pouco e com frequência – e Luxo e decoração (24%) – composto por pessoas sofisticadas, que trocam a decoração de sua casa de acordo com as tendências.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em casa e construção.

Fonte: Navegg

Alguns preferem assistir e torcer. Outros preferem praticar. De uma forma geral, é fácil ver como os brasileiros interessados em esportes. Mesmo porque somos conhecidos como o país do futebol. Nesse cenário, a Internet é a grande aliada para aqueles que buscam comprar ingressos, camisetas de times, artigos para a prática esportiva e/ou notícias dos campeonatos e competições que acompanham.

A Navegg observou toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos brasileiros interessados em esportes e reuniu toda essa informação no infográfico abaixo.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em esportes é mulher (55%), casada (61%), com idade entre 18 a 24 ou 35 e 59 anos (ambos com 32%), da classe A/B (59%) e graduada (51%).

Dentro desse tema, os três produtos pelos quais os brasileiros com interesse em esportes mais têm intenção de compra são Artigos de competições mundiais, de ciclismo e de futebol. Já as buscas, são mais frequentes por esportes motorizados, pelo time Flamengo e por futebol.

Além de esportes, eles se interessam por estética, balada e vídeo games. As suas três marcas preferidas são Microsoft Xbox, Ford e Fiat. Para realizar tais buscas, utilizam smartphones (58%).

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Vencedores (25%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Esportes, a maioria deles se encaixa no perfil Geração Saúde (52%) do Navegg EveryBuyer – composto por pessoas que têm um estilo de vida totalmente voltado ao bem estar físico. -, seguida do perfil Torcedores (26%) – representados pelas pessoas que são fãs de um clube, liga ou organização esportiva e, por isso, tendem a consumir todos os produtos e serviços relacionados a essa entidade. 22% deles está no perfil Atletas de final de semana – pessoas que levam uma vida comum mas gostam de praticar algum tipo de atividade física como hobby ou lazer.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em esportes.

O fato de que há muitos brasileiros interessados em veículos não é novidade. Vemos muitas histórias de amor entre o homem e a máquina. Além disso, ter um carro, ou outro meio de locomoção, próprio está entre os sonhos de consumo da maioria dos brasileiros. Alguns já estão prontos para comprar o seu veículo. Já aqueles que ainda não chegaram nesse estágio de compra, estão procurando cada vez mais informação sobre os modelos na Internet.

Na esfera sociodemográfica observamos que a maioria dos brasileiros interessados em veículos é mulher (58%), casada (69%), com idade entre 35 e 59 anos (37%), da classe A/B (75%) e graduada (58%).

As três marcas de veículos preferidas são Jeep, Ford e Fiat. Além de veículos, eles se interessam por concursos públicos, economia e finanças, museu e outros temas. Essas pessoas estão buscando comprar produtos relacionados à educação profissional, aluguel de carros, concursos públicos, entre outros. Para realizar tais buscas, utilizam desktops (51%) e smartphones (47%).

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Vencedores (36%) do Navegg Everyone. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Serviços Financeiros, a maioria deles se encaixa no perfil Popular (44%) do Navegg EveryBuyer– composto por pessoas que não têm preferência por marcas, pois prezam por preços baixos, financiamentos a longo prazo, consórcios e ofertas sazonais -, seguida do perfil Luxo (39%) – aqueles que são fiéis às marcas e podem pagar por versões mais luxuosas dos veículos que desejam. 17% deles está no perfil Compacto – pessoas que prezam pelo custo-benefício em suas compras e que gostam de carros práticos, pois irão utilizá-los no dia a dia e para pequenas viagens.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em veículos.

O fato do Brasil ter passado o ano de 2016 em crise e de haver incertezas quanto à recuperação da economia em 2017, aumentou a quantidade de brasileiros interessados em serviços financeiros. Muitos buscam por empréstimos e financiamentos. Outros buscam novas formas de controlar suas finanças, poupar, investir e preparar-se para o futuro.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas no mundo todo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e usar esta informação para gerar insights e tomar decisões. Além disso, os dados ficam disponíveis para diversos tipos de ações de marketing: mídia programática, personalização de sites/ vitrines/ campanhas, lookalike, retargeting e muito mais.

Observamos toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos brasileiros interessados em serviços financeiros e reuniu toda essa informação no infográfico abaixo.

No âmbito sociodemográfico, descobriu-se que a maioria é mulher (67%), tem entre 35 e 59 anos (33%), é casada (65%), pertence a classe A/B (71%) e é graduada (61%). Quando o assunto não é finanças, estas pessoas interessam-se por moda, móveis e decoração, culinária gourmet, entre outros temas.

Os brasileiros interessados em serviços financeiros buscam por empregos, graduação,  legislação e finanças pessoais. Além de notícias sobre economia e finanças e sobre o mercado imobiliário. Os dispositivos utilizados para realizar tais buscas são smartphones (49%) e desktops (49%).

Quando o assunto é intenção de compra, produtos de carreira e educação, de economia e finanças e de concurso público estão no carrinho dos brasileiros interessados em serviços financeiros.

Além disso, a maioria deles pertence ao cluster Vencedores (31%) do Navegg EveryOne. Ou seja, valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir.

Comportamento de consumo

Quando o assunto é comportamento de consumo dentro da indústria de Serviços Financeiros, a maioria deles se encaixa no perfil Consumista (44%) do Navegg EveryBuyer – que tende à compra impulsiva, sente prazer ao comprar e, quando endividados, busca empréstimos e financiamentos para retomar o poder de consumo -, seguida do perfil Planejador (36%) – que é organizado, disciplinados, investe em consórcios, previdências privadas, poupanças e investimentos de baixo risco e tem metas claras para as próximas etapas da vida – e do perfil Digital Exclusivo (20%) – que gosta de exclusividade e serviços personalizados aliados à comodidade que a tecnologia oferece, tem alto poder de consumo e é mais ousado em relação aos gastos e aos investimentos.

Confira o infográfico completo abaixo e saiba mais sobre o perfil dos brasileiros interessados em serviços financeiros.

O final do ano é a época que significa, para muitas pessoas, viagens, passeios com a família e descanso. Muitos brasileiros, economizam durante o ano e aproveitam as férias escolares para viajar. É por isso, que meses antes, agências de turismo, companhias aéreas e empresas de hospedagem se preparam para atrair a atenção do viajante brasileiro.

Uma pesquisa realizada pela revista Viagem e Turismo – da editora Abril – em parceria com a Confederação Nacional do Comércio (CNC) e o Ibope Inteligência, revela que o viajante brasileiro utiliza três principais ferramentas na hora de planejar a sua viagem. Em primeiro lugar, com 36% das respostas, estão as revistas de viagem. Em segundo lugar, quase empatado com 34% das respostas, estão as buscas em sites e blogs especializados. Com 13% das respostas estão as operadoras de turismo.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas ao redor do globo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e pode ser aplicado para geração de insights e tomada de decisões.

No infográfico abaixo, revelamos o que descobrimos em relação ao perfil do viajante brasileiro. Em sua maioria, os viajantes têm entre 18 a 24 anos (38%) ou de 35 a 59 anos (35%), são casados, graduados e pertencentes à classe A/B. Além de buscar por temas relacionados a viagens e turismo, eles buscam por temas relacionados a atividades ao ar livre, carros, idiomas e casamento. O que revela que muitos viajam buscando diversão e/ou estão em lua-de-mel. Além disso, preocupam-se em locar veículos e aprender novos idiomas para facilitar a comunicação no local de destino.

Para compor a viagem, os produtos mais buscados são pacotes turísticos, passagens aéreas e reserva de hotéis. A maioria está em busca de destinos internacionais. Entre eles, os mais buscados são Buenos Aires, Montevideo e Santiago. Já aqueles que preferem ficar dentro do território nacional estão de olho em Fortaleza, Natal e Maceió, principalmente.

Em relação ao seu perfil comportamental são, em sua maioria (32%), vencedores. Ou seja, pessoas seguras e bem sucedidas. Sucesso profissional e poder financeiro são algumas das características mais marcantes desse cluster do Navegg EveryOne. Eles valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir. Qualidade, inovação e, principalmente, exclusividade, podem ter maior peso no momento da decisão e dificilmente são impedidos quando o motivo é apenas financeiro. Movidos pela razão, não costumam ser induzidos a fazer algo que não acreditam.

Em relação ao seu perfil de consumo dentro da indústria  de Viagem e Turismo, pertencem, em sua maioria (51%), ao cluster pacotão do Navegg EveryBuyer, pessoas que prezam pela segurança e pela praticidade principalmente porque não têm experiência no tema. Buscam bons preços e a possibilidade de conhecer lugares e pessoas sem sair do orçamento. São planejados e costumam tirar férias curtas fora de época mas é a oferta que define seu destino.

Quer saber mais sobre o perfil do turista brasileiro? Confira o infográfico completo abaixo.

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Infográfico Ebit destaca o perfil do consumidor e apresenta todos os dados sobre a principal data do varejo eletrônico brasileiro

Cerca de 20% das compras online realizadas durante a Black Friday foram feitas por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets), aponta o monitoramento da Ebit. O percentual representa R$380 milhões dos R$1,9 bilhão faturados pelo e-commerce na edição de 2016. Na comparação com 2015, o percentual mais do que dobrou. No ano passado, cerca de 9% das compras foram feitas foram feitas por celulares e tablets.

As compras online durante a Black Friday registraram alta de 17% na comparação com 2015. O número de pedidos cresceu 4%, para 2,92 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$653, 13% maior do que no ano passado. O levantamento leva em conta as compras feitas entre às 0h e 23h59 desta sexta-feira (25).

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, o crescimento do uso dos dispositivos móveis durante a Black Friday para a realização de compras surpreendeu. “Para um público cada vez maior o smartphone é o meio principal de acesso à internet. As principais lojas passaram a oferecer ou aperfeiçoaram seus aplicativos, tornando a utilização cada vez mais inteligente, isso também impactou positivamente no crescimento deste público”, diz.

O monitoramento da Ebit mostra que quem compra pelo celular ou tablet gasta mais: o tíquete médio das compras realizadas utilizando os dispositivos móveis foi de R$753, cerca de 20% maior do que o tíquete médio via desktop. “Grandes lojas apostaram no desenvolvimento de APPs e sites responsivos, alavancando assim a venda de produtos de maior valor agregado como Linha Branca, Celulares e Eletrônicos”, explica.

Dados do monitoramento Ebit apontam que o consumidor da Black Friday tem maior presença na região Sudeste (62%), é mais masculino (homens 52%) e possui renda familiar mensal de R$5.590 mil. Em média, na edição de 2016, o consumidor fez 1,5 compras online. Veja o levantamento completo no infográfico Ebit.

Relevância

Nos Estados Unidos, berço da Black Friday, o faturamento do e-commerce no dia 25 foi de US$ 3,3 bilhões, segundo dados da Adobe Digital Index.

“Convertendo o faturamento brasileiro em dólares, chegamos s US$554 milhões, seis vezes menor, mas ainda assim muito relevante, já que o mercado norte-americano é 30 vezes maior que o nosso. Isso mostra como a data ganhou em importância nos últimos anos e já é a mais importante do calendário do e-commerce brasileiro”, diz Pedro Guasti.

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A Black Friday – que acontece sempre na última sexta-feira de novembro – já é um acontecimento tradicional e esperado pelos consumidores de vários países. O evento, que surgiu nos Estados Unidos, ganhou adeptos em várias partes do mundo, inclusive no Brasil.

Por aqui, o evento acontecerá pela sexta vez consecutiva e está marcado para o dia 25 de novembro, prometendo descontos de até 80% em diversas categorias de produtos e serviços. Para verificar o tamanho e o sucesso da Black Friday, basta observar os números: só no ano passado movimentou R$1,5 bilhão em todo o país. E esse resultado só aumenta a cada ano.

Leia também, os números da Ebit:

84% dos consumidores online pretendem comprar na Black Friday

A expectativa de crescimento para 2016 é de, pelo menos, 18% – tanto nas vendas em lojas físicas quanto no e-commerce, responsável pela maior parte das ofertas. Ou seja, é uma ocasião excelente para os lojistas – que conseguem alavancar as vendas e esvaziar o estoque – e para os consumidores, que com o planejamento certo conseguem garantir a compra de produtos com uma boa economia.

Contudo, é importante lembrar que existem alguns cuidados que devem ser tomados para não cair em roubadas e garantir bons descontos!

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Somente no segundo trimestre de 2015 o número de usuários de smartphones cresceu 48% no Brasil, com isso, as compras via mobile também aumentaram e estão em constante desenvolvimento.

Os dados de 2015 ainda apontam que 1 décimo das compras brasileiras é feita por smartphones e tablets, porém a expectativa para 2016 é que esse tipo de conversão represente 30% no total de vendas de lojas on-line, o que acaba aumentando a necessidade de adaptação do e-commerce ao ambiente das vendas móveis.

Um dos pontos que alavancaram as vendas pelo celular foram as telas maiores dos aparelhos de última geração, como o Galaxy S6 e o Iphone 6. Já a categoria de produto que tem sido mais buscada é a de moda, sendo 32% do consumo feito pelo dispositivo.

O que chama a atenção também é que quase 5% dos brasileiros compram on-line por conta de promoções ou desconto, desta forma os cupons de descontos têm sido bons aliados para fidelizar e gerar novas vendas no comércio virtual.

Pensando nisso, o SaveMe elaborou um infográfico sobre o perfil do consumidor mobile no Brasil, onde apresenta as principais características do usuário on-line, informações sobre o uso dos cupons de desconto no país e dicas de economia para quem deseja ter vantagens na hora do pagamento.

As fontes dos dados encontram-se no rodapé do infográfico.

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