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KPI

O principal desafio de pequenos e-commerces é garantir o crescimento do negócio e a satisfação do cliente. Em busca desses objetivos, muitas questões passam pela mente do empreendedor: Como melhorar a experiência do usuário? Como ter um site melhor? E como definir estratégias que aumentem o número de vendas e, consequentemente, a receita da loja?

Para garantir a expansão do negócio só há uma maneira: investir em pesquisa e planejamento, e isso inclui a análise de diversos dados para ter insights relevantes e assertivos. Felizmente há uma maneira rápida de alcançar isso. Por meio das metas SMART.

Metas SMART: o que são e para que servem

O primeiro passo é entender o que são as metas SMART.

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Como mostra a imagem acima, SMART é a sigla de Specific (específica), Measurable (mensurável), Attainable (alcançável), Relevant (relevante) e Time based (temporal). As metas SMART, também conhecidas como metas inteligentes, servem para definir os objetivos do negócio concentrando-se na obtenção de resultados, ou seja, ajudam a tornar as metas alcançáveis e realistas.

Pode parecer algo óbvio se pensarmos que todo objetivo visa um resultado, mas, na gestão de uma loja virtual, a definição de uma métrica ou objetivo errado pode causar sérios prejuízos na análise dos resultados e, consequentemente, na conversão de clientes. Por isso é tão importante definir as metas certas, que ajudem a alcançar o sucesso do negócio.

Como aplicar as metas smart no planejamento estratégico do seu e-commerce

Conheça detalhadamente cada objetivo SMART e saiba como inclui-los no planejamento estratégico do seu e-commerce:

Metas SMART – Específico (“S” specific)

Defina um objetivo quantificável para o seu site, como: aumentar o número de leads qualificados em 15%, melhorar a taxa de conversão em 5% e melhorar a satisfação do cliente em 10%.

A análise da taxa de conversão costuma ser uma das mais importantes, pois mede o verdadeiro desempenho do site. Andrew Kucheriavy, CEO e cofundador da Intechnic, empresa especializada em soluções web para e-commerce, afirma que prefere a definição de objetivos relativos (10% mais leads) ao invés de números absolutos (como 1000 leads), pois isso também mede o desempenho do site, independentemente de flutuações no tráfego.

Metas SMART – Mensurável (“M” measurable)

Estabeleça critérios concretos para medir o progresso de cada objetivo. Os principais métodos de medição são o acompanhando de leads por meio da sua plataforma de envio de e-mails, acompanhando da taxa de conversão (o Google Analytics pode ajudar nisso) e pesquisas com clientes antes e depois de mudanças no design do seu site.

Não há como fugir dessa análise: se você não acompanhar o desempenho de cada métrica, não saberá como está o desempenho do seu e-commerce. É como trabalhar no escuro.

Metas SMART – Atingível (“A” attainable)

Não adianta definir objetivos muito baixos ou impossíveis. Para que o seu e-commerce cresça de maneira contínua e progressiva é preciso estabelecer metas reais, que sejam possíveis de atingir. Aumentar o número de leads de 0 para 100.000, por exemplo, é uma meta real? E quais ações vai desenvolver para que esses leads sejam qualificados?

Para definir metas tangíveis, compare o desempenho atual do seu site, analise se os seus objetivos realmente podem ser atingidos e, o mais importante, reflita sobre como você pode agir para alcançar isso.

Segundo Kucheriavy, as médias do mercado sugerem que é possível aumentar a taxa de conversão em 5% apenas apresentando fotos de melhor qualidade dos produtos, vídeos e depoimentos de clientes. Um adicional de 10% pode ser conquistado por meio de publicidade paga e SEO para aumentar o tráfego. Além disso, testes de usabilidade sugerem que o uso de user experience design (UX) para melhorias no site pode resultar no aumento da satisfação do cliente em 10% ou mais.

Metas SMART – Relevante (“R” relevante)

Pare e pense: por que determinada meta é importante para o seu negócio? Em que vai ajudar a alcançar a visão e missão da empresa? Ela está de acordo com as necessidades da empresa e dos clientes?

Para obter essas respostas, é importante analisar se cada meta é consistente com os outros objetivos que você estabeleceu a curto e longo prazo. Por exemplo, o aumento de 5% nas vendas da sua loja virtual está alinhado com a meta da empresa de aumentar a receita em 10% no próximo ano?

Como você viu, o ponto chave aqui é analisar a relevância dos seus objetivos de acordo com o todo. Por isso é tão importante definir metas reais, que sejam fundamentais para o crescimento do seu e-commerce, e constantemente acompanhá-las.

Metas SMART – Temporal (“T” time based)

Defina prazos para as suas metas, assim você terá um alvo claro para trabalhar. Mas, lembre-se: o prazo também precisa ser realista, ou seja, deve ser determinado por um período em que seja possível alcançá-las.

“O aumento de 20% em leads provenientes do seu site vai começar com o percentual inicial de 10%, resultante de melhorias que você pode realizar no design do site em 6 meses, contando a partir de agora. Os outros 10% serão resultado do tráfego adicional para o site através de publicidade paga e SEO, que vai demorar pelo menos mais seis meses para produzir resultados desejáveis”, explica Kucheriavy.

Como você pode ver, a elaboração de um calendário é fundamental para atingir seus objetivos, mas é essencial que os prazos sejam condizentes com a realidade. No exemplo dado por Kucheriavy, é preciso levar em conta não só o tempo que vai demorar para redesenhar o site, mas também levar em consideração que o resultado de algumas ações, como SEO, pode não ser imediato.

Objetivo smart: definir metas assertivas é o que realmente importa

Todos os tópicos que garantem a eficiência das metas SMART envolvem a definição das principais tarefas do dia a dia para acompanhar o progresso da empresa e chegar ao objetivo final.

Na gestão de um pequeno e-commerce, muitas vezes é preciso lidar com recursos escassos, tanto de mão de obra quanto de investimento, tornando o desafio do crescimento ainda maior. No entanto, vale lembrar que nenhum império se ergueu sozinho, todo grande negócio teve um começo muitas vezes modesto, que exigiu inovação, criatividade e um olhar perspicaz para alçar o crescimento.

Para implementar as metas SMART em seu negócio:

– Defina as suas principais metas.
– Determine as tarefas que precisará realizar para alcançar essas metas.
– Alcance seu objetivo.

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“Mantenha a calma e faça metas inteligentes”.

Coloque esses passos em prática e siga confiante rumo aos seus objetivos. Aproveite e deixe um comentário contando as principais dificuldades e alegrias que você enfrenta no dia a dia do seu empreendimento. Compartilhe suas experiências!

Texto publicado anteriormente no Mandaê Blog.

Você está executando a sua estratégia de Inbound Marketing, isso é ótimo. Mas você sabe se ela está funcionando?

Use essas 7 métricas principais para medir e aprender o que funciona, qual tipo de conteúdo obtém os melhores resultados, os links mais valiosos, os novos cadastros de usuários – e começar a medir o seu impacto.

Aqui estão as métricas.

1- Número de domínios referência com “Dofollow

Quanto mais domínios referenciando o seu site, maior o tráfego para ele. Se, além disso, as referências são “dofollow” (que não possuem a tag “nofollow” e permitem a indexação dos buscadores), isso ainda vai contar no Google para melhorar o seu SEO nos rankings de busca.

Existem muitas ferramentas para ajudar a controlar isso, com o ahrefs.com, e moz.com.

2- Número de links internos

Quando mais páginas com links, maiores as chances para os potenciais clientes encontrarem e visitarem mais páginas suas durante a visita em sua página.

Além disso, isso também vai aumentar o tempo de permanência e diminuir taxa de rejeição, dois ótimos indicadores para melhorar o seu SEO.

3- Ranking de resultados de busca

Verifique o seu ranking nos buscadores para suas páginas publicadas e blog. Faça isso semanalmente e veja como você está progredindo.

Você pode usar o Rank Tracker do Moz para isso.

4- Ranking de palavras-chave

Verifique o seu ranking nos buscadores para suas palavras-chave principais. Faça isso semanalmente e veja como você está melhorando aos poucos.

5- Número de leads gerados

Seu conteúdo se destina a capturar e-mails para que você possa nutrir e criar confiança em potenciais clientes com conteúdo no futuro.

Meça o quão bem você está tendo sucesso em capturar novos assinantes de e-mails em seu site.

6- Número de signups diretos

Ao passo que você constrói confiança, os seus potenciais clientes começam a ter um interesse em testar o seu produto.

Isso significa que as pessoas começam a clicar através do seu blog para a página de destino real do produto. Essas são as pessoas demonstrando o seu interesse pelo seu produto.

Meça o quão bem você está tendo sucesso em levar as pessoas a clicarem nas suas páginas através do seu conteúdo.

7- Número de ações sociais

O compartilhamento social estende o seu alcance e ajuda as pessoas a encontrarem o seu conteúdo.

De acordo com Neil Patel, o social é o novo SEO,
porque as próprias redes sociais funcionam
como motores de busca poderosos.

Meça cada postagem do seu blog

É importante acompanhar os resultados para cada post. Isso vai ajudar você a entender que tipo de conteúdo ressoa com o seu público e obtém o melhor resultado.

Você pode começar simplesmente criando uma planilha com as seguintes colunas, e atualizá-lo a cada semana:

• Hora de publicação e autor.
• Título.
• Número de domínios referência – com dofollow.
• Inbound.
• Número de Inbound
• Ranking da página.
• Ranking de palavras-chave.
• Número de leads.
• Número de signups.
• Quantidade de ações sociais.

Este artigo foi adaptado do original, “7 Must Track Metrics for your Inbound Marketing”, do Popcorn Metrics. Publicado anteriormente no LinkedIn.

Google Analytics: Configure corretamente e descubra se sua loja virtual está bem de verdade (Bônus: Enhanced Ecommerce)

Depois de muito tempo eu aprendi que dizer que uma loja virtual está indo bem baseado apenas no número de vendas é tão ingênuo quanto dizer que seu carro está perfeito só por que ele está andando.

Se as pastilhas de freio estiverem carcomidas e você não fizer nada uma hora você vai beijar o volante.

O Google Analytics é uma ferramenta gratuita que dá informações valiosas sobre as visitas e visitantes de um site ou loja virtual.

As informações vão das mais básicas, como número total de visitas, até as mais avançadas, como número de pessoas que colocaram produtos no carrinho e não compraram.

Isso significa que você pode até estar vendendo, mas o GA vai te dizer se você está vendendo como deveria. Não é o mesmo que te impedir de beijar o volante, mas é quase.

Nesse post eu vou te ajudar a dar o primeiríssimo passo: configurar o Google Analytics para receber corretamente informações para gerenciar sua loja virtual.

Parece algo idiota a se ensinar, mas é muito comum as pessoas deixarem passar batido configurações básicas que sem elas não é possível saber se a loja está indo bem ou mal.

Criando uma conta

Quando você entrar na página inicial do GA terá que fazer login usando uma conta Google, ou seja usando seu e-mail Gmail ou Google Apps.

Supondo que você nunca se aventurou usando o GA a página que ele te mostrará será parecida com a de baixo.

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Clique no botão grandaralhão escrito “Sign up“.

Preencha os campos de acordo com os ensinamentos do Mestre Yoda:

• Nome da Conta é o nome da sua conta. Preencha com o nome da sua marca ou empresa. A ideia é que se você tiver um site, um blog e um e-commerce para uma determinada marca/empresa tudo ficará “de baixo” dessa conta. Eu vou preencher Marca X;
• Nome do website é o nome do projeto, exemplo se é um site pode ser Site da Marca X, se for um blog pode ser Blog da Marca X ou se for um e-commerce Loja Virtual Marca X. Se você tem os 3 projetos se preocupe primeiro com um, posteriormente você pode criar a conta dos outros;
• URL do website é o link do projeto, exemplo http://marcax.com.br/;
• Categoria do setor a categoria que seu negócio está inserido. Se você não preencher ou preencher errado não afetará em nada nos resultados. Esse campo é usado apenas para o GA te dar dicas voltadas para sua área de atuação.
• Fuso horário dos relatórios é o fuso horário de onde você mora.

Depois de preencher tudo e aceitar os temos de uso você receberá seu Tracking ID. Esse é o número de sua conta que deve ser configurada na plataforma.

tracking-id

Você verá nessa mesma página que o GA dá o código Javascript para ser inserido em todas as páginas do seu e-commerce. Todas as plataformas já o colocam automaticamente, então basta você informar o Traking ID (destacado na imagem acima) que a plataforma fará todo o resto.

Exemplo: Informando código do GA no Magento
Exemplo: Informando código do GA no Magento

Configurações básicas da propriedade

administrador

Sempre que quiser editar alguma configuração da sua conta você irá clicar no menu Administrador (circulado na imagem acima).

O que vamos editar agora é a vista da propriedade da sua conta (onde a seta vermelha está apontando).

Clique em Visualizar configurações.

As configurações padrão nunca vem otimizadas. Algumas eu até me pergunto por que pois são tão importantes que na minha opinião deveriam vir já pré-configurado. Vai entender né? ¯\_(ツ)_/¯

Nessa página você irá editar os seguintes campos:

• Moeda exibida como
Selecione Real Brasileiro;
• Filtragem de bots
Marque a opção;
• Acompanhamento da pesquisa no site
Ative a opção e informe o parâmetro de consulta. Aí depende da plataforma, mas é fácil identificar. Faça uma busca na sua loja e olhe o link que se forma. Na minha eu busquei por “camisa” e o link que se formou foi: http://marcax.com.br/catalogsearch/result/?q=camisa

Logo, eu informei como parâmetro da consulta a letra “q”.

• Eliminar os parâmetros de consulta da URL
Se essa opção não estiver marcada cada resultado de busca será contado como um link diferente e isso só é bom em casos muito específicos. Se for o seu mantenha desmarcado, mas eu aconselho sempre marcar.

O que fizemos aqui foi dizer ao GA qual será a moeda que ele contabilizará os valores de conversão e como ele descobrirá as palavras-chave usando na busca interna da sua loja.

Esse último será de grande valor pois você terá informações importantes como Canais ou Regiões de quem busca por uma determinada palavra chave.

Configurando o Google Analytics para receber informações de compra ou “Olha como o Enhanced Ecommerce é lindo”

Nota: A partir daqui as configurações serão um pouco mais avançadas e exigirão que a sua plataforma envie ao GA vários dados específicos. Caso a sua não faça isso eu apresento no final do post uma alternativa.

Ainda no menu da vista da propriedade, clique em Configurações de comércio eletrônico.

Em Status marque “Ativado” e passe para a próxima etapa.

O campo Ativar relatórios avançados de comércio eletrônico é a parte polêmica dessa configuração. Sua plataforma precisa implementar o que o GA chama de Enhanced Ecommerce. Sem ele não vai adiantar habilitar essa opção.

Depois de ativar, na parte de Etapas do Funil você deve configurar de acordo com que a sua plataforma manda. Nas lojas que fazemos aqui na Bleez, as configurações ficam assim:

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O que você verá ao habilitar essas configurações?

Para ver o resultado das configurações você deverá esperar pelo menos 24 horas para o GA colher dados. Depois vá a parte de relatórios e no menu do lado esquerdo clique em Conversões > Comércio Eletrônico > Análise de compras > Comportamento do checkout.

Você verá um relatório parecido com esse:

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Esses são exatamente os mesmos passos que cadastrei lá em Etapas do Funil.

Ele me diz as visitas que avançaram em cada seção do meu checkout, ou seja, quem caiu no carrinho (coluna 1), avançou para preencher seus dados pessoais (coluna 2), depois informou seu endereço e selecionou o frete (coluna 3), em seguida selecionou a forma de pagamento (coluna 4) e finalmente concluiu a compra (coluna 5) ou quem desistiu em cada etapa (as áreas abaixo das setas vermelhas).

Como nem toda plataforma tem checkouts parecidos esse relatório pode mudar. E para ele funcionar corretamente é imprescindível que você o configure corretamente como expliquei anteriormente. Se você não souber como devem ser cadastrado fale com o suporte de sua plataforma.

Uma das coisas mais legais desse relatório é a possibilidade de clicar em uma das setas vermelhas e criar seguimentos.

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Isso significa que você pode mandar o GA exibir, por exemplo, dados apenas de quem adicionou produto no carrinho e não comprou.

Daí você começa a investigar. Quais são as fontes de tráfego ou campanhas que estão trazendo essas personae non gratae? Você está gastando quanto pra trazer elas a sua loja? Quais os produtos que elas mais visualizam?

Além disso ao implementar o Enhanced Ecommerce você tem relatórios que dão outro post só sobre eles. Mas toma uma palinha do que você terá em mãos:

• Comportamento de compra completa. Das visitas totais quantas visualizaram um produto, dessas quantas colocaram produto no carrinho, dessas quanta foram ao checkout e dessas quantas concluíram?
• Desempenho do produto. Quais produtos mais visualizados? Qual a taxa de adição ao carrinho em relação às visualizações? Qual a taxa de compra em relação às visualizações?
• Desempenho de vendas. Quais foram os maiores pedidos que você teve?
• Desempenho da lista de produtos. Desempenho das categorias dos produtos. Quais categorias mais tiveram vendas?

Pesquisa no site

Também configuramos o parâmetro de pesquisa no site.

Para ver os resultados vá em Comportamento > Pesquisa interna. Lá possui 4 relatórios que te dará uma noção dos resultados que as buscas na sua loja está dando.

Por exemplo, no menu Utilização tem informações de visitas e receita gerada a partir de pessoas que buscaram e que não buscaram na loja.

Já em Termos de pesquisa tem todas as palavras-chave procuradas junto com outras informações relevantes como o tempo de navegação após a pesquisa ter sido realizada.

Também dá um outro post completo só sobre esse assunto.

Não vá se perder

Eu sei que é fácil olhar para os relatórios e ficar perdido sem saber o que fazer com tanta informação. Mas fique calmo e não se desespere.

O GA é meio que um Mestre dos Magos da Era Moderna. Para você obter as respostas certas precisa fazer as perguntas certas.

Não me pergunte qual é a do ventilador lá atrás por que eu não sei
Não me pergunte qual é a do ventilador lá atrás por que eu não sei

O que quero dizer é que antes de você olhar, por exemplo, para o relatório de pesquisas no site você deve estar se fazendo pelo menos uma dessas perguntas:

As pessoas estão buscando por algo na minha loja?
Elas estão encontrando o que procuram?
Depois que encontram os resultados elas compra?
Quanto tempo elas passam navegando depois que fazem uma busca?

E etc, etc, etc…

Mais importante que fazer a pergunta certa é tomar alguma atitude a partir das informações que o GA vai te dar. Ou seja, se você não tem perguntas é por que não está atrás de melhorar nada, logo não tem por que se preocupar com esse relatório.

Portanto se você não tem perguntas comece a fazê-las ou desencane e seja feliz. 🙂

Alternativa ao Enhanced Ecommerce: Metas e Funis

O GA é tão legal que te permite definir objetivos estratégicos. Ele chama isso de Metas.

Basicamente as Metas são qualquer resultado que você deseja alcançar em relação a métricas. Pode ser receber uma ou mais visitas à uma página, pode ser receber cliques em um banner ou pode ser receber visitas que duram mais de 1 minuto navegando.

A sua Meta depende exatamente da sua… Meta.

No nosso caso, um e-commerce, uma das Metas é o visitante finalizar uma compra.

Geralmente as páginas de compra tem uma URL, por exemplo, http://marcax.com.br/finalizar-compra/sucesso/. Logo vamos dizer para o Google Analytics que a nossa meta é receber visitas na página /finalizar-compra/sucesso/.

Então siga o caminho das pedras: Vá no já conhecido menu Administrador e na Vista da propriedade clique em Metas.

Depois de clicar no botão Nova Meta você terá de colocar o nome da meta e dizer ao GA qual é a sua meta.

No primeiro passo selecione Personalizado e avance.

No segundo informe o nome e depois escolha Destino.

No terceiro passo o destino deve ser igual ao endereço da sua página de sucesso. No meu caso eu preenchi com /finalizar-compra/sucesso/.

Até aqui já temos o que precisamos para criar nossa Meta, mas se pararmos aqui vamos perder o mais legal que são os Funis.

Um Funil te dá passo a passo ate a finalização da compra. A visão que o GA te dará será parecida com essa:

Imagem gentilmente cedida pelo Google Images por que não tenho nenhum funil de checkout configurado aqui :(
Imagem gentilmente cedida pelo Google Images por que não tenho nenhum funil de checkout configurado aqui :(

O último quadrado do seu Funil será sua Meta. E acima são todos os passos que os visitantes seguiram até atingir a meta com números de quem prosseguiu e quem abandonou.

“Como eu crio isso?”

Parecido como criamos Metas, usando URLs.

Vamos imaginar que cada passo até o fim da compra tem uma página diferente:

• Carrinho: /finalizar-compra/carrinho
• Login: /finalizar-compra/login
• Pagamento: /finalizar-compra/pagamento

Então ative a opção funil e crie as etapas de acordo com as URLs dos passos que sua plataforma segue. No meu caso, criei as etapas exatamente como listei acima.

Depois de um tempo coletando dados você pode ver como ficou indo em Conversões > Metas > Visualização de funil.

Fazendo isso você terá o mínimo de noção se sua loja está indo realmente bem, em que passo do checkout as pessoas estão indo embora e você deve melhorar (não se esqueça que mais importante que ter a informação é tomar uma atitude com ela).

Metas e Funis não é essa Coca-Cola toda – comparada com o Enhanced Ecommerce – mas é o que tem pra hoje.

Texto publicado no Blog da Bleez.

É indiscutível o impacto da logística na satisfação do cliente final. Uma entrega fora do prazo, pacote com avaria ou ainda, produto fora da especificação do consumidor são alguns dos erros mais comuns. No e-commerce a logística tem um papel ainda mais importante, podendo ser um grande problema ou vista como diferencial competitivo.

Durante uma compra online o e-consumidor cria algumas expectativas, a partir de um clique no final da compra certas emoções surgem até que o pacote esteja na mão do comprador. A expectativa de receber o pedido é grande!

Na era da internet, um comprador insatisfeito, compartilha sua experiência com muita gente. Portanto é preciso escolher o operador logístico certo e controlar muito bem as operações logísticas. Do centro de distribuição ao frete last mile muita coisa pode acontecer!

Os principais indicadores logísticos para e-commerce são

1- Pedido Perfeito: É o indicador mais importante da logística, pois está diretamente relacionado com a satisfação do cliente quanto à operação logística. Engloba diversos outros índices, como OFR, OTIF, OCT, não conformidade, avarias e acuracidade de inventário.

2- OFR: Order Fill Rate. É a taxa de processamento de pedidos, ou seja, o tempo médio para realizar o fulfillment, do picking, packing até a expedição de uma compra.

3- OTIF: On Time In Full. É o cumprimento da entrega no prazo acordado, ou seja, informado no momento da compra.

4- OCT: Order Cycle Time. É o prazo gasto entre o recebimento do pedido do cliente e data efetiva de entrega. Considera todas as atividades de backoffice de um pedido. Geralmente é o tempo de compra percebido pelo cliente final.

5- Não Conformidades: Qualquer divergência entre o que foi comprado e o que foi recebido.

6- Avarias: Dano físico no material ou embalagem, como amassados, furos e riscos.

7- Acuracidade de Inventário: Diferença entre a disponibilidade de material no estoque dentro do centro de distribuição em relação ao saldo sistêmico, apresentado na loja virtual.

Esses 7 indicadores logísticos são essenciais em qualquer operação de backoffice de loja virtual. Existem centenas de outros que podem ser interessantes para cada e-commerce.

Definir os key performance indicators (KPI) é importante, porém de nada adianta se não forem controlados periodicamente, avaliados e implementados planos de ação para melhoria contínua.

A periodicidade do controle e análise também é importante, quanto mais pró-atividade nas ações, menos o cliente final sentirá os problemas.

Algumas metodologias e ferramentas de qualidade auxiliam na identificação da causa e solução dos problemas, tais como: Método de Análise e Solução de Problemas (MASP), Pareto, Ishikawa (espinha de peixe) e Poke Yoke são alguns dos principais.

Texto publicado no blog da ASAPLog.

Oi, seuslyndos! O cenário do Mobile no mundo todo é animador, segundo a E-bit, no Brasil em 2014 10% de todas as compras online já foram feitas por celular. Estes indianos, por exemplo, até fecharam o site para vender exclusivamente pelos aplicativos. Nada mais justo do que pensarmos em como devemos olhar e interpretar as métricas no mobile, como ficam nas ferramentas de análise para os apps.

Se você deseja investir nesta área, ainda destaco esta pesquisa realizada pelo Internet Media Services (IMS) e comScore de Março de 2015, os usuários de smartphones tem em sua grande maioria um smartphone com o sistema Android, do Google. Com dispositivos em preços mais acessíveis, o sistema é de longe o mais popular no Brasil e na América Latina como um todo:

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Gráfico original completo publicado no eMarketer.

Hummmm… Na web, entre outras métricas, monitoramos sessions (sessões), pageviews (visualizações de páginas), visitors (visitantes únicos), time on site (tempo de visita), bounce rate (taxa de rejeição). Mas o que monitorar e o que observar/medir quando estou falando de métricas nos aplicativos?

Bem, você deve monitorar as mesmas métricas, a diferença estará na sua interpretação, na forma de como ela é mostrada em sua ferramenta de web analytics e de como ela deverá ser encaminhada para a área de marketing.

Leia também: Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Minha ideia é expor as diferenças, para que este mundo de BI/Web Analytics se torne um pouco mais simples para você. Minha solução está logo abaixo, montei esta tabela com referências das métricas e técnicas mais usadas e mais importantes, bem como, seu equivalente no “mundo app” e, claro – bem simples – o que cada uma delas significam.

Como interpretar as métricas no mobile?

Vale lembrar também que o Google Analytics já padronizou a métrica “visitas”. Deixando tanto nos relatórios de website como de apps a métrica nomeada como: SESSIONS. Para você que está interessado/precisa saber mais sobre o assunto, recomendo este e-book (em inglês): “App Marketing for Web Marketers“, da Localytics.

E você, como está medindo seus aplicativos? Faltou alguma métrica que você acha importante? Conta pra mim!

Analisar dados é essencial para manter o bom desempenho das suas campanhas. Ter a sua marca exibida em centenas de milhares de canais de afiliados não só é uma ótima alternativa de publicidade, como também garante o ROI (Return of Investment) e dá escalabilidade ao seu negócio.

Se você já investe nesse mercado (ou pretende investir em breve), há 4 KPIs (Key Performance Indicators) que são fundamentais. São eles que darão a visão geral de que o seu negócio está no caminho certo. Portanto, nem pense em não levá-las a sério!

Afiliados

Saber a quantidade de afiliados ativos e acompanhar novos adeptos que divulgam suas campanhas é importante para avaliar o impacto da sua marca e das suas estratégias. Será que sua marca por si só já atrai afiliados? Ou seria interessante realizar campanhas de incentivo, com aumento de comissão, premiações e ampliação do tempo da janela de comissão?

Juntamente com a plataforma de afiliados, você conseguirá formular a melhor estratégia para o seu e-commerce.

Taxa de conversão

Quantos visitantes enviados pelos afiliados foram convertidos em venda? Hoje a média da Lomadee, plataforma de afiliados do Buscapé Company, varia entre 0.55% e 1,55%. Este é um índice considerado alto para o mercado. Portanto, quando o seu e-commerce tem uma grande quantidade de visitantes e poucas vendas, ou seja, pouca conversão, alguma coisa deve estar errada. Algumas hipóteses são:

 Produtos com preço não competitivos;
 Usuários não encontram o que procuram, seja pela navegação confusa ou porque os produtos não existem;
 Dificuldade em acessar o catálogo de produtos ou existência de pop-ups evasivos e menus escondidos;
 Confusão de produtos, sem foco no segmento de atuação;
 Layout sem usabilidade;
 Pixel não funciona no ambiente mobile.

Tráfego

Contabilizar o número de visitantes enviados para seu site por meio de estratégias de Affiliate Marketing permite analisar a movimentação do seu e-commerce sob uma diferente perspectiva. Isso porque o Marketing de Afiliados é focado em conversões, mas também ajuda no fortalecimento e divulgação da marca.

Sempre configure funis de conversão em seus relatórios e veja quantos novos visitantes estão ingressando no seu site. Também verifique a qualificação deste tráfego, que por ser gerado por meio de estratégias de afiliação tende a ser mais fiel e potencialmente interessado em sua marca e produtos.

Aprovação de transações

Essa KPI é muito importante para se conquistar a confiança dos publishers, ou seja, os afiliados da plataforma. Quanto mais cedo você envia os status das transações geradas via plataforma de afiliação, mais cedo os afiliados conseguem fazer as análises do lado dele, seja em estratégias de compra de mídia, disparos de e-mail marketing ou qualquer que seja a prática adotada.

A Lomadee oferece uma solução que permite ao anunciante enviar transações diariamente à rede depois de passar pela operadora do cartão de crédito ou pagamento do boleto.

E lembre-se sempre: Trabalhar com Marketing de Afiliados é como cuidar de uma planta. Deve-se regar sempre para que ela cresça. Portanto, ofereça material frequente, cupons, promoções e um bom payout. Marketing de Afiliados é como um organismo, que pode crescer quando regado, mas também pode morrer se faltar água.

Coordenador de E-commerce na Nike Store São Paulo

Sobre a área:

Digital é um exponente de crescimento para a nossa marca e como canal de venda é um importante fator transformador do mercado. Digital Commerce é hoje o negócio que mais cresce no varejo brasileiro e já representa grande parte do faturamento da Nike do Brasil. NikeStore.com.br virá para ser a primeira Brand Experience Digital da América Latina e será inaugurada em Setembro de 2013. Os membros deste time trabalharão em conjunto com o time de DTC do Brasil e da Geografia para entregar a melhor experiência de consumo virtual do varejo brasileiro, garantindo o melhor produto, no melhor ambiente com a maior energia para o consumidor.

Requisitos:

● Inglês avançado;
● Conhecimento avançado em mídia de performance, especialmente AdWords;
● Conhecimento avançado de ferramentas de acompanhamento de resultado como Analytics e Omniniture;
● Bom conhecimento em estratégias de comparadores de preço;
● Bom conhecimento em mídias online, soluções Google e redes sociais;
● Conhecimento de programas de afiliados;
● Conhecimento avançado do pacote básico do office; Desejável experiência em gestão de agência de publicidade/digital.

Sobre a vaga:

● Garantir os KPIs de SEM do e-commerce de alta performance da Nike acompanhando de perto todos os resultados e trabalhando em otimizações para melhorar as métricas;
● Garantir os KPIs das demais mídias de performance do e-commerce;
● Garantir o tráfego qualificado para o site;
● Analisar com profundidade o comportamento do consumidor e sugerir melhorias com base nas informações das ferramentas de acompanhamento de resultado;
● Gerenciar a agência de performance acompanhando o dia-a-dia do trabalho e garantindo assim os KPIs.
● Atuar com uma equipe multifuncional para garantir as principais ações de marca do site;
● Trabalhar em conjunto com a área de marketing garantindo a mesma linha de comunicação em todos os canais;
● Trabalhar em parceria com a área de Marketing para garantir o melhor conteúdo de marca para o site;
● Trabalhar em parceria com o departamento de mídia para garantir o melhor uso de todos investimentos da Nike do Brasil para o E-commerce.

Candidate-se

Para se candidatar à vaga acesse o site da empresa e cadastre-se neste link: Vaga Nike Store São Paulo Coordenador de E-commerce