Tags Posts tagged with "leads"

leads

No final das contas o principal objetivo de criação de conteúdo é venda. A venda pode não acontecer assim que um usuário consumir o conteúdo, e por isso é importante acompanhá-lo e, com a ajuda de outros conteúdos relevantes, criar necessidade, mostrar a sua autoridade e prepara-lo para o momento de compra. É aqui que o departamento de vendas entra em jogo.

Infelizmente por muito tempo departamentos de marketing e vendas jogavam cada um na sua equipe, os objetivos deles não eram os mesmos, muitas vezes os funcionários de marketing nem tinham um canal de comunicação estabelecido com o time de vendas. Cada departamento fazia o seu melhor, e embora a estratégia trazia alguns resultados era evidente que eles podem ser melhorados.

A última tendência é de proporcionar a colaboração máxima entre os departamentos de marketing e vendas, fazendo com que os dois times trabalhem para alcançar o mesmo objetivo e sentem a importância do papel deles nos resultados finais da empresa.

Durante o Meetup de Conteúdo da SEMrush o CEO da RockContent, Vitor Peçanha compartilhou as principais dicas para alinhamento de trabalho de departamentos de marketing e vendas e o tema causou tanto interesse que hoje queremos dedicar um post a esse assunto.

Mas vamos começar pelo começo.

Marketing de Conteúdo – a arma poderosa de Marketing

Vamos ser objetivos – marketing de conteúdo é uma das principais chaves de sucesso da sua estratégia.

Só que marketing de conteúdo também está mudando e passando por alterações de conceito. Hoje em dia não é só produzir conteúdo recheado de palavras-chave e menções do seu produto ou serviço para atrair a atenção do público. O público de hoje não quer ouvir da sua marca, eles querem consumir conteúdo divertido, relevante, que resolve os problemas e tira as dúvidas, e é nisso que você precisa focar.

Se não acredita em mim, dê uma olhada nos exemplos das empresas – gigantes do mercado e nas táticas deles de aumento de visibilidade de marca.

“Eu gosto muito do exemplo da Red Bull” – diz o Vitor Peçanha – “Eles têm a Red Bug que é a revista de tiragem mensal, com a maior tiragem mensal do mundo. Pensa só, uma marca de energéticos que é a maior editora mensal do mundo! E nem precisa ir tão longe, aqui no Brasil você tem exemplo da Friboi que está investindo pesado na academia da carne, para ensinar as pessoas como fazer churrasco”.

Chegou a hora de soluções criativas, conteúdo fora de comum e pensamentos fora da caixa.

Mas antes de criar qualquer conteúdo é preciso fazer um bom planejamento, respondendo as 3 principais perguntas:

· Por que estou fazendo marketing de conteúdo;
· Para quem estou fazendo esse conteúdo;
· Como vou alcançar essas pessoas.

Primeiro você tem que pensar qual é o principal objetivo do seu conteúdo – aumentar visibilidade, diminuir o custo de venda, diminuir o custo de suporte, aumentar a base de emails

Em seguida é importante definir o perfil da pessoa que você gostaria de atrair com o seu conteúdo. Seja mais detalhista possível, pense na idade, profissão, como ela gosta de passar seu tempo livre etc. Pesquisa bastante e crie a sua personagem, imagine a vida dele – essas informações vão te ajudar a responder a terceira pergunta, a definir quais canais você pode usar para chamar a atenção dessa pessoa.

Qual tipo de conteúdo ela prefere? Vídeo, e-book, post de blog? Quais canais ela mais acessa? Blogs, redes sociais, e-mail? Quis palavras-chave ela usa para pesquisar os assuntos do interesse dela? A que horas tem maior pico de atividade online?

E agora é só alinhar os seus conteúdos com os níveis de funil de vendas, preenchendo lacunas e criando um fluxo natural do topo do funil até o fundo.

Por exemplo, criando conteúdo para o topo do funil você vai focar em tirar as principais dúvidas dos usuários, resolver os problemas deles e educá-los.

“Nessa etapa a pessoa ainda não quer comprar nada, ela só quer tirar a dúvida. O topo do funil tem muito volume, então você pode por coisas de fácil acesso, blog post, vídeo, webinar, vai ter alto alcance, alto volume. Você não vai pedir para alguém preencher um formulário e fazer um registro para ler um blog post.” – recomenda o Vitor Peçanha

No meio do funil a pessoa começa a sentir necessidade e está procurando solução, mas ainda não está preparada para comprar. Aqui você pode oferecer várias soluções, pouco-a-pouco se apresentando como uma referência no assunto – você disponibiliza um e-book para receber qual a pessoa precisa preencher um formulário e consegue o e-mail dela. Agora você pode mandar newsletters e novidades da sua empresa, sempre oferecendo conteúdo útil e trazendo a pessoa para o topo do funil.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

No topo do funil você pode dar exemplo de soluções que você pode oferecer – a pessoa já tomou a decisão de compra e agora você precisa convencê-la que a sua empresa é a melhor escolha. Você pode falar da sua autoridade no mercado (mostrando prêmios, referências, comentários e outras marcas de reconhecimento), mostrar como usar o seu produto e quais benefícios ele tem etc.

Qual é a principal vantagem dessa estratégia de funil de vendas? A possibilidade de passar para o seu departamento de vendas um lead extremamente qualificado, já sabendo o e-mail, cargo, tamanho da empresa e outras informações do seu usuário.

Vitor Peçanha deu um exemplo bem prático de mapeamento de conteúdo: “Imagina que eu vendo um programa de exercício em casa. Aí no topo de funil eu vou falar de 5 dicas para melhorar sua qualidade de vida. Ainda não estou falando sobre fazer exercício nem sobre comprar nada. Só digo, olha se você está estressado, você pode fazer yoga, você pode fazer exercício, você pode se alimentar melhor. O cliente vai pesquisar melhor e vai chegar à conclusão que quer fazer exercício. Agora ofereço um e-book para ele fazer exercício em casa já que ele não tem tempo. A pessoa baixa esse e-book, me dá os seus dados e eu começo a fazer os disparos de e-mail para ela.

Depois de um tempo eu vou mandar um e-mail para ela contando de cinco pessoas que mudaram de vida usando nosso programa Power 3000. Muitas vezes a pessoa pensa – quero mudar de vida! E compra, mesmo sem eu ter feito qualquer oferta. É assim que funciona o funil de vendas”

Juntando os esforços

Agora que você começou a gerar leads de qualidade com a sua campanha de marketing é preciso aprender a trabalhar em conjunto com o departamento de Vendas para fazer os seus esforços valerem a pena.

Na maioria das vezes é só questão de comunicação constante e aberta e alinhamento. “Todo mundo tem que falar a mesma língua, você tem que criar rotina de comunicação entre times, você tem que ter métricas unificadas. Todo mundo tem que ter a mesma definição básica, todo mundo deve saber o que é uma boa lead, uma lead qualificada” – comenta Vitor Peçanha

A conversa constante é importante para poder aperfeiçoar a sua estratégia constantemente com base nos feedbacks. Para exemplificar isso usaremos o exemplo que o Vitor deu durante o Meetup de Conteúdo:

Vamos supor que você gastou R$ 5.000 em marketing gerando 10.000 leads. Ou seja, cada lead custou 50 centavos. Qualifiquei 200 leads, e conversando com o departamento de vendas descobri, que deles foram gerados 2 clientes. Ou seja, cada um desses clientes custou R$ 2.500

Agora você pode avaliar e entender se o investimento valeu o retorno ou se é necessário ajustar a minha estratégia.

E isso não é o único benefício de alinhamento entre as áreas de marketing e de vendas. De acordo com o Vitor Peçanha, cooperando você tem toda eficiência do processo, consegue corrigir pontos de falha mais rapidamente, as oportunidades chegam mais qualificadas aos vendedores e os vendedores não vão perder tempo com leads que não são qualificados.

Para concluir, queria dizer que o marketing de conteúdo dá resultado, desde que você tenha uma estratégia, desde que você tenha um plano e um caminho para levar o seu cliente e gerar negócios.

No relacionamento com a sua base de e-mails, é necessário tomar cuidados importantes

Nutrição de leads é a palavra-chave para qualquer negócio digital. Afinal, não basta captar novos leads e esperar que eles se tornem compradores do seu produto ou serviço em um passe de mágica: é necessário oferecer conteúdo de qualidade.

Listei 6 erros muito comuns que precisam ser combatidos pelos empreendedores digitais.

1- Desrespeitar os princípios do funil de venda

É necessário compreender que o consumidor passa por diversas etapas antes de realmente fazer uma compra. Todo empreendedor digital precisa entender que os leads que acabaram de conhecer a empresa estão no topo do funil, e por isso tem que receber uma abordagem diferente daquela dos leads no fim do funil.

Pode ser ruim usar uma abordagem de venda para quem “acabou de chegar”. É necessário criar um fluxo de nutrição baseado no conteúdo de cada fase. Crie artigos complementares para quem baixou um material gratuito, por exemplo.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

2- Tratar a nutrição de leads como um processo manual

Para conseguir enviar todos os e-mails personalizados de forma eficiente, é fundamental contratar uma ferramenta de automação de marketing.

Ao tentar enviar o conteúdo mais adequado para cada lead com base nas interações, o empreendedor comete duas falhas: corre riscos de errar e desperdiça seu dinheiro e tempo com algo que pode ser simples.

Como deve ser um fluxo de nutrição de leads?

3- Focar apenas na geração de leads

Muitas empresas não conquistam grandes resultados porque direcionam seus esforços apenas para a geração de leads. É importante colocar parte do esforço na manutenção do lead já conquistado. Tente mandar conteúdos que derrubem as objeções e resolvam os problemas dos consumidores.

Desta forma, o contato passa a compreender ainda melhor o que você vende, e ajuda a economizar, já que o lead quente é capaz de comprar com muito mais facilidade que o lead recém-conquistado.

4- Esquecer-se do Call to Action

Todo e-mail enviado para os lead precisa, obrigatoriamente, de um Call to Action (ou CTA). É esta nova ação que vai fazer com que o lead avance no funil de vendas. Além de serem objetivos, os CTAs devem ser destacados no texto. Quanto mais irresistível for a chamada para ação, maior a chance de ter respostas das pessoas.

3 pontos-chave para a sua call-to-action

5- Enviar e-mails sem frequência

Não existe uma periodicidade ideal para enviar e-mails aos leads. É preciso definir o melhor fluxo para o seu público e determinar os intervalos para cada ação.

Um exemplo: Se o tempo ideal para ler um e-book é uma semana, envie um novo e-mail uma semana depois de pedir o download.

6- Unir os leads “frios” e “quentes” em uma mesma lista

Existem dois tipos de leads: os que interagem aos e-mails enviados e os que não interagem. O segundo grupo é chamado de “leads frios”.

Crie uma lista só com os leads menos interessados para saber quais são os que realmente podem se tornar clientes. Esta lista pode ser uma ótima forma de experimentar as copys e descobrir os argumentos mais poderosos, capazes de converter.

O grande segredo para conseguir ampliar os resultados de venda é conhecer os leads a fundo e estabelecer estratégias inteligentes.

Antes de montar um fluxo de nutrição de leads, é preciso entender o que é a nutrição de leads e o que ela pode fazer por seu e-commerce. A nutrição é um processo de relacionamento com o público com base em conteúdos ligados aos interesses dos seus leads, e o método mais comum é o disparo automático de e-mails para os seus contatos.

Seu objetivo é aquecer seus potenciais e atuais clientes enquanto estão em sua jornada de compra. No post de hoje, saiba como investir nessa ideia!

O papel da nutrição de leads

A nutrição de leads resolve o problema do cliente que está interessado em uma solução, mas ainda não está pronto para comprar. Assim, a criação de fluxos faz com que ele avance pelo funil de vendas ao se educar acerca da oferta e seus benefícios.

Se um visitante se converte em lead ao baixar um e-book chamado “Como escolher a melhor ração para o seu cachorro”, na nutrição ele deve receber conteúdos complementares e que o mantenha aquecido até se convencer da compra.

Logo, quando ele decidir comprar, irá se lembrar da empresa que o auxiliou enquanto pesquisava opções de ração.

A montagem do fluxo de nutrição de leads

Não basta apenas um fluxo — criando um único caminho você descarta a possibilidade de segmentar os envios para o público. Há de se considerar que existem pequenos nichos em sua lista e que seu público pode ser dividido de acordo com localização, idade, gênero ou interesses.

Você pode criar diferentes fluxos a partir desses parâmetros e dos dados fornecidos pelos visitantes no momento da conversão.

Retomando ao exemplo do tópico anterior: se na landing page pede-se, além de nome e e-mail, a raça do animal, um fluxo voltado para cuidados com aquele tipo de cão pode ser montado, assim como vários outros fluxos para cachorros de diferentes portes e/ou raças.

A frequência de envio de e-mails

Não existe um padrão definido sobre qual é a frequência ideal de envio de e-mails. Você deve considerar o ciclo de venda do produto, a sua complexidade, o preço, as dificuldades normalmente encontradas pelos interessados e outros fatores que possam afetar a jornada de compra.

Suponhamos que o ciclo de venda de um produto seja de dez dias — você pode criar uma sequência de três ou quatro e-mails para uma campanha de sete dias, sendo uma semana um bom tempo para que o lead se mantenha interessado na compra.

Os e-mails não precisam necessariamente ser disparados todos os dias; um intervalo de um dia pode ser respeitado ou aproveitado para reenviar para aqueles que não receberam, ou com títulos diferentes para quem recebeu e não abriu o e-mail.

Os tipos de conteúdo a serem trabalhados

Para o conteúdo dos e-mails, você pode variar entre artigos, e-books, webinars, vídeos, estudos de caso e depoimentos de clientes.

O que se deve ter em mente é sempre educar o lead, eliminar suas objeções de compra e aproximá-lo da empresa. É uma relação baseada na cooperação e reciprocidade.

O envio da proposta de venda

A sua proposta pode ser colocada nos e-mails em todos os disparos. Afinal, desde o primeiro envio, o cliente já pode estar decidido por comprar o seu produto. O ideal é não ser tão direto com a intenção de venda nas primeiras mensagens; pouco a pouco, você aumenta o botão de conversão, fala mais sobre os benefícios da oferta ou oferece um link onde o lead possa falar com um consultor.

Você também pode enviar uma proposta quando o lead der um sinal ativo do seu interesse, como em um abandono de carrinho originado de um e-mail do seu fluxo, por exemplo.

A montagem dos fluxos de nutrição de leads parte de um planejamento claro que organize as ações a serem tomadas. São esses esforços para acertar os detalhes iniciais que fazem a diferença lá na frente. Importante também é contar com ferramentas que auxiliem a execução desse processo, como Hubspot e RD Station, pois realizar todos os disparos e registrar cada interação dos lados manualmente é um processo complicado.

Ainda tem dúvidas sobre nutrição de leads? Como ela geralmente se baseia no envio de e-mail marketing, nada mais propício do que você saber porque ele é o aliado perfeito para o e-commerce no nosso post sobre o assunto!

Se sua empresa pudesse abordar mais rapidamente pessoas, com maiores chances de comprar seus produtos ou serviços, ela certamente aumentaria a quantidade de suas vendas.

Afinal não é incomum abordarmos clientes que realizam todo o processo de pesquisa e comparação de soluções para seu negócio sozinhos e depois nos acionam apenas no momento em que a compra já está decidida. Imagine se sua empresa pudesse influenciar no processo de pesquisa e comparação, as chances de vender aumentariam não é mesmo? Essa é a função do Lead Scoring.

Neste artigo vamos entender o que é, como aumentar as vendas com a técnica do Lead Scoring, a quais necessidades da empresa ele atende e quais são seus principais métodos de aplicação. Confira logo abaixo!

O que é Lead Scoring?

É uma técnica que atribui pontos ou notas (scoring) conforme dois critérios:

1. O perfil do lead: como cargo, setor de atuação, número de funcionários da empresa em que trabalha ou outros critérios que sejam pertinentes na qualificação dos clientes potenciais de sua empresa.

2. O comportamento do lead com relação aos materiais que você disponibiliza: quais e quantos são os materiais que ele baixou ou teve acesso, quantos e-mails ele leu, quais são os assuntos que mais despertam sua atenção.

Baseando-se em ambos os critérios você descobrirá quais são os leads que estão mais interessados em seus produtos ou serviços e/ou quais possuem um perfil mais decisivo para realizarem uma compra.

Isso definirá aqueles que devem ser abordados mais rapidamente, quais podem esperar um pouco mais de tempo e os não devem ser abordados ainda, por não estarem no momento de avaliação de soluções, por exemplo.

Como aumentar as vendas com Lead Scoring?

A melhor maneira para aumentar as vendas com o Lead Scoring é criando uma boa classificação baseada no perfil e no comportamento das pessoas que interagem com sua empresa. Descobrir esse perfil passa por um passo a passo bem básico:

1. Descubra em sua atual base de clientes quais são os perfis dos decisores (cargos que ocupam, área em que atuam, tamanho das empresas em que trabalham, sexo, idade e dados demográficos que possam ser facilmente capturados em um formulário de contato);

2. Entenda qual é a jornada de compra de seu cliente e os materiais de fundo de funil. Aliar o lead scoring com o Inbound Marketing é uma das melhores estratégias na qualificação de leads. Por isso, descobrir quais são os materiais que facilitam a conversão de um lead em cliente, é essencial para sua empresa, pois para esses downloads ou acessos podem ser definidas pontuações diferentes.

Por exemplo, uma pessoa que baixa um e-book sobre o que é seu serviço ou produto está menos propensa a comprá-lo do que uma que faz o download de um e-book que fala sobre como utilizar seu produto ou serviços na empresa dela;

3. Defina qual será a missão de seu time de vendas ao abordar cada cliente potencial baseando-se em seu perfil e comportamento. Afinal, abordar um decisor que baixou apenas um e-book é muito diferente do que abordar um analista (influenciador) que baixou 15 materiais de sua empresa.

Com essas três informações o processo de vendas se torna mais assertivo e aborda as pessoas com maior chance de conversão em clientes.

Métodos de aplicação do Lead Scoring

Existem dois métodos de aplicação desta técnica:

1. Manual: se sua base de clientes e se a geração de leads de sua empresa for pequena, você pode usar uma planilha para definir manualmente qual é a classificação dos leads.

2. Automática: atualmente já existem softwares de automação que classificam automaticamente os leads conforme os critérios de perfil ou de comportamento que você define previamente. Este método é muito indicado para empresas que possuem uma estratégia de Inbound Marketing ou que captam muitos leads via formulários de Landing Pages.

Todas as empresas que se perguntam “como aumentar as vendas?” em algum momento chegarão à conclusão de que precisão de uma melhor definição de campanhas de marketing e de uma abordagem de vendas mais inteligente, certamente esses são os dois principais benefícios que a técnica do Lead Scoring pode agregar à sua empresa.

Texto publicado anteriormente no Blog da Goomark.

Todos nós sabemos o quanto um cliente é importante para uma marca, principalmente quando enviamos campanhas de e-mail marketing. Mas talvez, mais importante que um cliente se cadastrando para receber as campanhas, é oferecer a ele a possibilidade de descadastro de recebimento dos e-mails. E como fazer isso da melhor forma?

O link de descadastro, apesar de não ser obrigatório, é extremamente recomendado em seu HTML. A grande maioria das marcas dificulta para o usuário encontrar este link, posicionando-o no rodapé da mensagem, com uma fonte pequena e cor cinza clara com fundo branco, prejudicando a leitura.

Isto não é uma boa prática, pois força seu usuário a procurar este link, descendo até o final da mensagem para encontrar a opção de descadastrar. Veja neste exemplo:

Exemplo de uma fonte pequena, na cor cinza, que prejudica a leitura.
Exemplo de uma fonte pequena, na cor cinza, que prejudica a leitura.

Muitas vezes, ao deixar o usuário confuso e irritado procurando o link de descadastro, pode resultar em clicar diretamente no botão SPAM ou de descadastro do próprio provedor de e-mail (Hotmail, Gmail, Yahoo!…), fazendo com que sua reputação de enviador piore e todas futuras mensagens enviadas a este usuário serão enviadas para caixa de spam.

O recomendável é deixar a informação de descadastramento bem clara ao destinatário, de preferência no topo do e-mail, com uma fonte legível a todos. Adapte também o texto de acordo com o seu público alvo, já vi muitas campanhas nas quais o link de descadastramento está escrito em inglês.

Exemplo de descadastro em inglês, de um e-commerce brasileiro.
Exemplo de descadastro em inglês, de um e-commerce brasileiro.

Alguns provedores de e-mail também recomendam ter como forma de descadastro o MAILTO, ou seja, o usuário responde a campanha solicitando o seu descadastro, e para isso você deverá gerir manualmente este controle, e respeitar a vontade do usuário.

Agora se você utiliza e-mails  “nao_responder@” ou “no_reply@”, como pretende se comunicar com seu assinante? Lembre-se que o canal deve estar aberto a perguntas, dúvidas e reclamações.

Mas, e se ele clicar, como faço para minimizar a perda?

Ofereça-o um soft-opt-out, ou seja, preferências de recebimento das campanhas ao seu usuário, tal como frequência semanal ideal, dias específicos de recebimento, temas e assuntos relevantes, e até horário preferido.

Assim você reduz a possibilidade de insatisfação, e mantém seu lead, fidelizando ainda mais ao segmentar de acordo com seu gosto.

Um bom exemplo de soft-opt-out.
Um bom exemplo de soft-opt-out.

Caso não consiga incorporar um centro de preferências, pergunte ao usuário que está se descadastrando o motivo de seu opt-out e estude as respostas, tentando identificar o perfil de usuário com sua frequência de envio. Adapte de acordo com o que foi aprendido e teste, sempre!

Exemplo bom de perguntas de cancelamento, com opção ainda de o usuário explicar o motivo.
Exemplo bom de perguntas de cancelamento, com opção ainda de o usuário explicar o motivo.

Texto anteriormente publicado no blog da Return Path.

Para criar campanhas promocionais capazes de gerar mais vendas em seu e-commerce, além de saber como funciona a automação de marketing, você precisa conhecer quais são as ferramentas disponíveis para facilitar o trabalho dos gestores, bem como as funções básicas de cada uma delas.

Pensando nisso, separamos para você as ferramentas de automação de marketing mais utilizadas no mercado, que lhe ajudarão a obter excelentes resultados em seu negócio. Pronto para conhecê-las? Continue com a leitura!

Sales Autopilot

O Sales Autopilot é uma ferramenta simples e completa que, como o próprio nome já diz, busca deixar o processo de vendas do seu e-commerce no piloto automático. Ela oferece uma série de funções muito úteis para uma loja virtual, como um sistema de CRM para administrar os dados de seus clientes, o gerenciamento de campanhas de e-mail marketing, criação de landing pages, testes A/B e até mesmo a integração com o ERP e o call center de sua empresa.

O Sales Autopilot possui um plano básico que é gratuito, além de uma série de planos pagos que se adaptam à realidade de cada empresa.

Socedo

O Socedo é uma ferramenta que permite a automação das mídias sociais de seu e-commerce, sendo muito útil para te ajudar na geração e nutrição de leads destas redes sociais. Com ela é possível transformar os fãs e seguidores de sua loja virtual em leads qualificados, além de oferecer dados que ajudarão no trabalho de informação do usuário, até que ele esteja pronto para realizar a compra de sua loja.

O Socedo é uma ferramenta paga e oferece 14 dias gratuitos para que as funcionalidades sejam testadas.

Mail Chimp

O Mail Chimp é um software especializado na gestão de campanhas de e-mail marketing, oferecendo suporte completo para cada ação que você deseje realizar. Com o Mail Chimp você será capaz de programar o envio de seus e-mails, realizar estes A/B e contará com uma série de modelos e templates prontos, além de ter uma análise detalhada de cada campanha criada pela plataforma.

O Mail Chimp possui um plano básico que é gratuito e planos pagos que podem superar os US$5.000,00 mensais.

Hubspot

A Hubspot é uma ferramenta robusta, considerada por muitos a mais completa do mercado. Com a ferramenta da Hubspot você será capaz de gerenciar todos os aspectos relacionados à promoção de sua loja, indo desde a criação de CTAs (calls to action), landing pages para produtos específicos, gerenciamento de campanhas de e-mail marketing, gerenciamento de mídias sociais e todo o processo de nutrição de leads.

A Hubspot é uma ferramenta paga, que possui planos de assinatura a partir de US$200,00 mensais.

RD Station

A RD Station é uma boa alternativa para quem busca uma ferramenta robusta como a Hubspot, mas não possui verba suficiente para este investimento. Com a RD Station você também será capaz de gerenciar todo o aspecto promocional de sua loja virtual, como os CTAs, criação de landing pages e todo o processo de nutrição de leads, tudo sem a necessidade de um programador. Esta também é uma ferramenta paga e seu plano básico custa R$249,00 mensais.

Agora que você conhece algumas das principais ferramentas para fazer automação de marketing em sua loja virtual, assine nossa newsletter e receba em primeira mão dicas e novidades que poderão ajudar a seu e-commerce vender ainda mais!