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Todos sabemos o quanto a gestão financeira pode impactar diretamente em nosso negócio. Acompanhar de perto, analisar no detalhe as contas pode parecer complexo, chato e até impossível para algumas pessoas, mas lhe digo uma coisa amigo leitor, pretendo com este artigo deixar esta tarefa um pouco leve com uma linguagem simples e direta.

Bem, vamos aos números…. ainda não, vamos com calma, vamos entender cada coisa, vamos passo a passo.

Se você está montando a sua empresa ou uma loja virtual, você tem de levar em consideração os custos pré-operacionais, esses carinhas são os custos antes de iniciar propriamente as atividades, nestes custos temos, a reforma do local ou da sala alugada, contratar os serviços de  internet, telefone, alarme, não podemos esquecer dos custos de pintura, alvenaria além dos custos das mesas, cadeiras, quadros, micro-ondas, máquina de café e todos os outros custos.

Agora que sabemos o nosso custo pré-operacional, vamos analisar os custos fixos, estes carinhas são os valores que vamos pagar de uma forma ou de outra se faturarmos uma boa grana ou não faturarmos nadinha… eles não estão ligados a venda..ok?

Vamos dar alguns exemplos de custos fixo, telefone, água, luz, iptu, contador, advogado, salários dos funcionários, seguros, licenças de software, aluguéis, tudo o que for fixo? né por isso o nome custos fixos… sacou a relação, fixo com fixo… 😉

Agora vamos para os custos variáveis, aqui também o negócio é a mesma coisa,  você como é uma pessoa esperta já sacou que os custos variáveis, vão… o que? isso mesmo, vão variar de acordo com o seu faturamento.

Estamos bem? Entendendo até aqui? Então vamos em frente, aqui tem um detalhe muito importante, os custos variáveis podem ser divididos em custos variáveis que estão intimamente ligados a venda do produto e os custos variáveis intimamente ligados a operação como um todo…

Xii já está ficando complicado

Calma vamos lá é simples, sério. Os custos variáveis  ligados a venda do produto são as caixas de papelão, as fitas adesivas, plástico bolha, caixas de presente e folhas de sulfite, tinta ou tonner para impressora que vai imprimir os pedidos, notas fiscais.

Agora os custos variáveis ligados a operação são o valores que investimos em marketing, divulgação paga no google ads, instagram, facebook, o custo da agência, pagamento de taxas de boleto, cartão de crédito, custos com frete grátis, aqui entra também o percentual da plataforma e tudo que variar de acordo com o seu faturamento mas sem relação direta ao produto, ficou claro? Operação é uma coisa e produto é outra coisa? os custos são calculados separadamente..blz?

Agora que sabemos os nossos custos pré-operacionais, custos fixos, custos variáveis vamos colocar toda essa gente bonita em um local chamado de fluxo de caixa.  Somamos todos esses carinhas e subtraímos do nosso faturamento, assim começamos a entender como o dinheiro está se movimentando dentro da nossa operação de comércio eletrônico.

O fluxo de caixa é um cara legal e serve para auxiliar a tomar decisões antecipadas sobre a falta ou sobra de dinheiro além de controlar as entradas e saídas, como nome diz é o fluxo de dinheiro que entra ou entrará (vendas parceladas) ou saiu ou sairá (pagamentos futuros de fornecedores, boletos, parcelamentos) ficou claro?

Está clareando? concordo que no começo as coisas parecem nebulosas, complicadas e até um pouco sinistras, é assim para todos, blz?

Vamos construindo o conhecimento passo a passo, sem pressa. Agora vamos falar de markup, esse carinha é o nosso melhor amigo ele nos ajudará a definir o preço de venda do produto levando em consideração todos os custos da nossa operação.

Para calcular o preço de venda de um produto, temos de levar em consideração os impostos (icms, pis, cofins) as comissões dos vendedores e os custos fixos além do nosso querido lucro, quando você for fazer as contas, deixe todo mundo em percentual (%)

Vamos levar em consideração que o preço do produto é 100% (valor cheio para qualquer tipo ou produto) somamos o ICMS que em São Paulo é a bagatela de 18% (na maioria das vezes) o Pis e Cofins que somados totalizam (3,65%) comissões dos nossos queridos vendedores, neste caso é 0% (não temos vendedores) e os custos fixos 13,33% (exemplo)  e desejamos fortemente que o nosso lucro seja de 20% (vintão)

Custo total de vendas é a soma de toda essa gente bonita = ICMS + PIS + Cofins + Comissões dos vendedores + Custos fixos + Lucro = 54,98%

Então chegamos a fórmula mágica de 100% (valor do produto) – 54,98 = 0,4502,  em posse desse numero do poder, vamos aplicá-lo no valor de custo de um produto…

Nossa loja virtual vende (pausa enquanto penso em um exemplo), sim nós vendemos produtos para gestante e bebê

Preço de custo do mijão (calça com pezinhos, para você que não está familiarizado com o termo 🙂 = R$ 6,82

Fazendo as contas = R$ 6,82 / 0,4502 (lembre-se é para dividir, ok)

Preço de venda do mijão = R$ 15,14

Desta forma levamos em consideração os principais custos para chegarmos ao preço correto de venda dos produtos.

Tenho uma dúvida? 
E se o meu preço de venda for maior que o dos meus concorrentes? humm, excelente pergunta leitor atento..

A resposta é bem simples, você deverá rever os seus custos, tente diminuí-los, comprar de outro fornecedor, negociar descontos (requer comprar mais volume ou negociar prazo menor de pagamento) em alguns casos reduzir os lucro. Estude e enxugue os custos até que o seu preço seja compatível ou melhor que a concorrência.

Se a sua loja virtual já está no ar, faça uma pesquisa de mercado, estude a concorrência, veja os prazos de entrega, os valores de frete, quais e quantas são as categorias e principalmente crie vantagens, pense no seguinte, por qual motivo um cliente deixaria de comprar no concorrente para comprar comigo?

Agora se você ainda não montou, excelente faça um plano de negócio e na calma do seu lar ou na loucura do escritório coloque no papel todos estes custos, pesquise a concorrência, faça a lição de casa antes de montar efetivamente o negócio… Olha eu sei que, quando temos uma ideia ou vemos uma oportunidade de mercado ficamos loucos e muitas vezes cegos para aproveitar antes de todo mundo.

Faça o lindo e maravilhoso plano de negócio, gaste uma semana, um mês levantando tudo, absolutamente tudo, falando com potenciais clientes, agora é a hora de fazer tudo direito, neste momento você não tem dezenas de boletos para pagar, alguns funcionários que vão depender o sustento de suas famílias, o voraz governo… calma faça direito e faça para o resto da vida, o seu único custo neste maravilhoso momento de planejamento é o seu tempo, um papel e uma caneta…pense nisso com muito carinho!

Para pensar no almoço ou enquanto estamos tomando aquele cafezinho. Existe uma lacuna no mercado, mas lhe pergunto existe um mercado nesta lacuna?

 

Ecommerce não é um bicho de sete cabeças, talvez seja mais difícil escolher o que assistir no Netflix do que definir o modelo ideal de plataforma para você. Dependendo do seu segmento, características do negócio e o tipo de plataforma que você adotar, você pode ter mais ou menos sucesso, crescimento e lucratividade a longo prazo. Vou explicar…

Talvez você já deve ter ouvido falar nas plataformas “open source’, “on premises” e “SaaS”. Mas qual a diferença? E qual seria a melhor para o seu negócio?

Ao optar por um modelo de plataforma de e-commerce, você está definindo os “termos” do seu negócio online. Por isso, é muito importante que você leve em consideração alguns aspectos como garantia de manutenção, suporte, viabilidade para futuras atualizações, segurança e claro, um dos mais importantes: o custo a longo prazo.

Vamos agora conhecer melhor cada uma delas:

Plataformas SaaS

É a abreviação de “Software as a Service” que para o português significa “software como um serviço”. Nessa modalidade, se paga um valor estipulado para usar a plataforma, como se fosse um aluguel. Pagou usou, e se deixar de pagar, você tem o seu acesso encerrado.

A desvantagem deste modelo é que a tecnologia pode te engessar e não evoluir exatamente como você gostaria ou precisaria no seu negócio, já que você não vai ter acesso ao código da loja. A plataforma é exatamente a mesma para todos os clientes e você vai compartilhar dos mesmos recursos que todos os outos também possuem.

Para minimizar este problema, muitos fornecedores começaram a permitir a instalação de plugins, onde seria possível dar uma personalizada na sua loja, mas mesmo assim é limitante.

De outro lado, a vantagem da plataforma SaaS é que você terceiriza toda a preocupação em manter a sua loja atualizada, segura, hospedada e operando normalmente, já que você está pagando uma mensalidade e estas responsabilidades ficam para a empresa que te fornece a plataforma.

Outra vantagem é o custo. Aqui você encontra desde planos gratuitos até planos profissionais dependendo da sua necessidade, como na Loja Integrada, uma das principais plataformas no modelo SaaS aqui no Brasil.

Plataformas On-Premises

A plataforma On-Premises precisa ser adquirida através de uma licença de uso do código. É um modelo mais tradicional entre grandes empresas devido à certas garantias e controle sobre o próprio código.

Depois da compra da licença, o modelo On-Premises demanda altos custos com a implantação e desenvolvimento específico para você que é cliente. Você também terá que lidar com a tecnologia, atualizações, infraestrutura e hospedagem, tornando toda a brincadeira um bocado mais cara.

Depois de lançada a loja, você deve cuidar da manutenção e das melhorias. Nesse modelo, por haver o pagamento da licença, você tem direito a novas versões que geralmente são lançadas todo ano ou a cada 2 anos.

Plataformas Open Source

São plataformas desenvolvidas por comunidades abertas de programadores que disponibilizam o código para download e utilização gratuita. Devido à essas características, esses sistemas passaram a ser chamados de lojas virtuais de código aberto.

Por serem plataformas de código aberto, elas podem ser modificadas e aprimoradas por qualquer pessoa ou empresa que possua qualificação técnica para isso.

Então quer dizer que é barato só porque é de graça? Definitivamente não.

As plataformas Open Source demandam mão de obra qualificada para rodar o ecommerce de acordo com as características do seu negócio e também não possuem garantias de manutenção e correções, exigindo um time técnico ou uma empresa especializada para dar todo o suporte necessário e evoluir a tecnologia.

Hoje o mercado está bem maduro e se desenvolveu em torno desse tipo de sistema, tanto na área de implementação da tecnologia como no desenvolvimento de módulos e extensões. Atualmente o Magento é a plataforma Open Source mais popular com mais de 250.000 varejistas ao redor do mundo.

A grande vantagem deste modelo é que você pode ir para um nível de personalização extremo, assim como na plataforma on-premises, porém com um investimento muito menor, uma vez que o código fonte aberto te poupará o investimento de aquisição do código.

Outra vantagem da Open Source é o constante processo de atualização. As comunidades de desenvolvedores e empresas que os apoiam estão sempre desenvolvendo diferentes funcionalidades para o sistema, o que traz uma enorme vantagem para que a utiliza.

Conclusão

Deu pra perceber que existem 2 pilares fundamentais para que você faça a sua escolha. Mais controle e flexibilidade com mais custos ou menor custo e menor flexibilidade. Cabe a você entender o seu momento e ver qual solução se encaixa nos planos de médio e longo prazo.

Se pintar qualquer dúvida, escreva aqui nos comentários e irei responder o mais breve possível.

Boa sorte!

A provável retomada econômica e o frescor da chegada de um novo ano criam um cenário de oportunidades e reavivam as esperanças de quem precisa aumentar a renda, o que resulta na busca por uma solução que alavanque as finanças e aumente a autonomia.

Nesse momento, o e-commerce pode ser um grande aliado, pois além de atuar como uma porta de entrada a novos negócios, é um dos setores que mais crescem e, em 2017, registrou expressivos 7,5% de crescimento no primeiro semestre, totalizando R$ 21 bilhões em vendas online, de acordo com o relatório Webshoppers, da Ebit.

Estabilidade e baixo custo

O setor de comércio eletrônico destaca-se em cenários de instabilidade econômica por razões técnicas e logísticas, que simplificam a venda pela internet e aumentam a abrangência, atingindo um público muito maior.

Em grande parte dos negócios, manter um e-commerce é mais barato do que uma loja física. O fato de evitar gastos com aluguel, armazenamento dos produtos, contratação de funcionários já reduz bastante o custo final.

Pesquise e planeje antes de abrir seu negócio

De acordo com informações do SEBRAE, 23% das empresas criadas no Brasil são fechadas até o segundo ano de existência. Em muitos casos, esse fenômeno se dá pela falta de planejamento.

Por isso, para começar um negócio com o pé direito, é fundamental criar um documento com o objetivo que você deseja atingir com a empresa, a análise do público-alvo e a descrição das estratégias a seguir, além de um bom planejamento financeiro, para não cair em armadilhas típicas do desafio de empreender.

Também é importante adquirir conhecimento sobre o comércio eletrônico e o mercado em que deseja atuar, para aumentar as chances de sucesso.

Fique de olho no mercado e nos concorrentes

Embora cada loja tenha sua especificidade, estudar casos de sucesso também ajuda a ter ideias para estruturar a estratégia do seu negócio próprio. Procure por lojas do segmento em que deseja atuar e faça uma ampla pesquisa de concorrentes, analisando como elas começaram e, principalmente, como se destacaram no mercado.

Dessa forma, você conseguirá encontrar seu diferencial e estabelecer as estratégias do negócio, com base nas demandas do público-alvo que você estabeleceu.

Ofereça algo diferente a seus clientes

Entendendo qual o diferencial do seu produto, ou serviço, você terá clareza para definir os produtos que serão comercializados, já que atualmente o e-commerce possui uma enorme gama de grandes varejistas que contam com a credibilidade gerada em suas lojas físicas para atrair o consumidor para as lojas online.

Por isso, é fundamental escolher um segmento e um nicho de mercado e trabalhar com produtos de qualidade e preços competitivos. Assim é possível diferenciar-se nesse mercado tão competitivo e atrair o interesse dos consumidores.

Encontre a estrutura adequada

Com o planejamento encaminhado, é hora de pensar na infraestrutura. Muitos negócios online começam pequenos, por meio das mídias sociais.

Com o aumento da demanda, para dar continuidade ao seu projeto e criar uma loja virtual, é essencial escolher uma plataforma de e-commerce para hospedar seu novo negócio online.

Seja confiável

Não esqueça que uma boa reputação é o segredo do sucesso de uma loja virtual. Por isso, encontrar um fornecedor confiável que entregue as mercadorias no prazo e não te deixe na mão, garante não só uma venda tranquila como otimiza a experiência e a satisfação do cliente.

Preocupe-se em oferecer aos seus clientes um ambiente atrativo, com mercadorias e atendimento de qualidade. Desta forma, o consumidor sentirá segurança em comprar.

Faça seu cliente feliz

É de conhecimento geral que manter os clientes antigos é mais fácil do que conquistar novos, o que significa que a fidelização é peça chave do sucesso do negócio. Uma ótima maneira de gerar compras recorrentes em sua loja é garantir a felicidade do seu cliente, entendendo as necessidades dos compradores e realizando um bom atendimento, pois os clientes satisfeitos são os melhores divulgadores de sua marca.

Por fim, saiba que assim como abrir uma loja física, criar uma loja virtual requer muito tempo e dedicação. Então, que tal aproveitar o mês de janeiro e começar hoje mesmo a planejar seu novo negócio?

Ter um e-commerce é praticamente obrigatório para qualquer empresa de varejo, afinal, o alcance que a internet pode oferecer não deve ser subestimado. Porém, mesmo que essa loja esteja funcionando, ainda é necessário investir nela de alguma forma. E uma maneira de fazer isso é integrar o blog e a loja virtual.

A 1ª pergunta que você está pensando deve ser “por que deveria ter um blog?”. Simples: é uma forma barata e muito eficiente de contribuir para o rendimento do seu e-commerce.

Muitas ações podem ser realizadas por meio de um blog, o que proporciona maior taxa de conversão e fidelização de clientes — e todos esses benefícios se refletem diretamente no seu faturamento.

Ainda está em dúvida sobre como fazer isso dar certo? Então veja 7 dicas de como integrar blog e loja virtual nas suas campanhas:

Produza conteúdo relevante para o seu público

O marketing de conteúdo é uma das melhores maneiras de engajar o seu público e de adquirir mais compradores.

Normalmente, você teria que buscar um canal de produção de conteúdo voltado para o seu público e pagar para que façam anúncios. Porém, nem todos os espectadores daquele canal são o seu público ideal. Isso significa que você pagará por uma audiência com baixa taxa de conversão.

Porém, ao criar um blog, você também criará esse canal ideal, voltado exclusivamente para o seu público-alvo. Dessa forma, você garantirá que a sua taxa de conversão seja mais alta, pois a maior parte da sua audiência é composta por pessoas interessadas nos seus produtos.

Insira links e chamadas para a sua loja

A forma mais direta de unir blog e loja virtual em uma campanha é inserir um link que leve o cliente para a página de um produto relacionado ao conteúdo da postagem. Essa é uma técnica simples e muito mais eficiente do que aparenta.

Digamos que você escreva um conteúdo sobre manutenção correta do motor de um carro. Ao final, você pode direcionar o leitor para um produto relacionado, como uma ferramenta.

Da mesma forma, você pode fazer o caminho reverso: se um cliente chega à sua loja diretamente e não sabe se aquele produto é o mais adequado para resolver o seu problema, ele pode ler um artigo sobre o assunto e verificar se essa é a compra que ele precisa. E, caso não seja, ele poderá descobrir qual é.

Crie anúncios relacionados no próprio blog

Da mesma maneira que você poderia anunciar os seus produtos em outro site, por meio de um pop-up ou de um banner, é possível criar um site para anunciá-los no seu próprio blog.

É muito fácil colocar pequenos materiais de propaganda nas laterais ou ao final de um artigo, permitindo que o leitor veja e relacione o conteúdo do texto com o do anúncio.

Pense nesses anúncios como chamadas secundárias. O segredo para extrair o máximo de rendimento dessa estratégia é garantir que o anúncio inserido esteja de acordo com o texto. Assim você terá chances bem melhores de levar aquele leitor para a sua loja.

Ensine como usar melhor as suas mercadorias

Uma das primeiras dificuldades ao tentar integrar blog e loja virtual é não saber que tipo de conteúdo se encaixa bem com os seus produtos. Que tipo de informação você pode oferecer para manter os seus clientes engajados e garantir mais vendas? A resposta mais simples é: tutoriais de uso.

Pense em uma loja que venda acessórios para carros. Muitos clientes têm interesse em trocar um aparelho secundário — como o rádio — ou instalar caixas de som internas. Nem sempre é necessário ajuda profissional para fazer instalações mais simples, mas o cliente pode não saber como completá-la.

Ao oferecer instruções detalhadas, o leitor estará ainda mais inclinado a fazer a compra.

Contribua para o SEO do seu e-commerce

A otimização de motores de busca (Search Engine Optimization ou SEO) é um conjunto de técnicas com o objetivo de aumentar a classificação de uma página nas pesquisas do Google e, consequentemente, o tráfego de visitantes. E mais visualizações significam mais leads para se tornarem clientes.

Um dos fatores que contribui para o SEO de uma página é a quantidade de outros links que apontam para ela. Considerando que uma das principais tarefas do seu blog é redirecionar o leitor para sua loja virtual, você já deve imaginar que o seu e-commerce passará a ter uma classificação muito melhor graças ao blog.

Mantenha a atenção do seu público

Já mencionamos como o conteúdo relevante é uma das chaves para integrar blog e loja virtual de forma eficiente. Mas outra característica importante é a continuidade e regularidade desse conteúdo.

Se um blog passa períodos longos e irregulares sem atualizações, a maior parte dos seus leitores apenas migrará para outras fontes de conteúdo.

Uma forma de garantir essa regularidade e de manter a atenção do público é criar uma agenda de postagens. Em vez de entregar uma grande quantidade de textos em pouco tempo, tome nota dos principais temas que devem ser abordados regularmente e de qualquer nova ideia que possa surgir.

Busque também assuntos que estão em alta no momento. Eles sempre possuem maior volume de procura.

Divulgue eventos e temas relacionados ao seu produto

Você não precisa falar apenas da sua loja e dos seus produtos no seu blog. Na verdade, é interessante que você se mantenha relevante ao participar e ao divulgar eventos relacionados ao seu setor.

Se você possui um e-commerce de roupas, pode ser interessante participar de eventos relacionados à moda; já uma loja de acessórios deve ir a eventos sobre automóveis; e por aí vai, isso pode ser um bom negócio.

Além de adquirir mais assuntos para postagens, você também oferece aos seus clientes a oportunidade de conhecer a sua marca mais de perto. Dependendo do índice de fidelização do seu público, isso pode levar a uma relação muito mais duradoura — o que é sempre útil para qualquer negócio.

Agora que você entende um pouco melhor como fazer a integração entre blog e loja virtual, é hora de investir e alavancar o seu e-commerce.

Ainda tem alguma dúvida sobre o tema? Então deixe um comentário com a sua pergunta. Seja estratégico, conecte-se.

Mais sobre o assunto:

Qual a melhor plataforma de blog?

Sem dúvida um dos assuntos que mais suscitam dúvidas quando se fala em uma operação de comércio eletrônico é o sistema da loja virtual comumente chamado de plataforma e-commerce. Minha intenção com este post é elencar uma série de fatores e considerações que ajudem o empresário ou profissional de TI que te dirão como escolher a melhor plataforma para sua operação.

Nos cursos de e-commerce a pergunta padrão  é “Qual é a melhor plataforma?” e a resposta correta apesar de frustrante é o famoso “Depende”. Isto por que a escolha envolve fatores específicos a serem considerados para cada empresa/negócio que irá contratar.

Antes de escolher a plataforma de e-commerce, confira estes 12 requisitos

A meu ver, podemos afirmar que a melhor plataforma está diretamente ligada a melhor relação custo-benefício levando-se em conta a seguinte metodologia:

Custo x Fase da loja x Funcionalidade x Suporte

Neste post não vou entrar no mérito se a plataforma mais adequada é: plataforma SaaS, customizada ou código-livre. É claro que as vantagens de cada uma delas deverão ser consideradas e pesadas na balança, mas o ponto principal é ver qual delas se ajusta melhor ao custo-benefício citado. Vamos agora analisar mais detalhadamente como cada um destes fatores agem na decisão:

Custo

Por mais óbvio que possa parecer, este fator às vezes pode ser um dos principais vilões na primeira etapa de uma loja.  É importantíssimo olhar para a verba total  que se tem no projeto e definir claramente o quanto será destinado ao Marketing Digital.

Isto por que  na maioria das vezes é possível começar com uma plataforma mais simples mantendo um investimento de marketing constante e eficiente. Quando esta plataforma der indicações de que não é mais adequada, é sinal de que a loja já se provou um bom negócio e valerá um investimento maior.

Quanto se gasta para abrir uma loja virtual

Empresas como a Netshoes começaram suas operações em plataformas muito simples para mais para frente mudar para outras mais complexas e “parrudas”. Por outro lado, de nada adiantará você ter uma plataforma dos sonhos se isso sacrificar a sua verba de marketing e por consequência não conseguir chegar no faturamento de vendas esperado.

A boa notícia é que hoje as plataformas estão muito mais em conta e os facilitadores de pagamento permitem que mesmo uma operação muito pequena consiga ter a mesma credibilidade e opções de pagamento que os grandes varejistas. Resumindo, é recomendável que o investimento de na plataforma esteja na faixa de 20 à 30% do investimento que será feito em Marketing Digital.

Fase da loja

É importante compreender que pode se definir a fase da loja principalmente por duas medidas: nível de conhecimento da equipe na operação de e-commerce e rentabilidade da loja.

Se você está iniciando sua loja virtual, ainda tem uma longa “curva de conhecimento” (que aliás nunca acaba), e ainda não tem uma loja rentável. Porém se já abriu um e-commerce e está querendo mudar para uma plataforma mais adequada ao novo tamanho da operação a sua visão é completamente diferente.

É importante ter consciência que para aqueles que estão na primeira fase, devem dar preferência a plataformas mais simples, mais intuitivas e é claro se possível mais barata. Este é um típico caso que o “bom” é inimigo do “ótimo” e como eu costumo dizer, às vezes: “ótimo é amigo do  ‘nunca'”.

Se a sua empresa vai implantar um sistema de gestão ou já possui um, avalie se será necessário já começar com uma plataforma integrada ao ERP. Esta integração deixa o projeto muito mais complexo e as vezes acaba demorando tanto para ser feito que pode inviabilizar a operação.

Da mesma forma, quando você inicia, a sua visitação é baixa, e existem algumas plataformas no modelo Saas muito boas no mercado podem ter custos mensais atraentes para quem está iniciando. A recomendação é ficar atento aos modelos de cobrança com custos atrelados a Pageviews da  loja. Isto deverá estar muito bem alinhado com as campanhas de marketing e considerados no custo do projeto.

Funcionalidade da loja

Este item deve ter um peso importante na escolha. É fato comum o lojista depois de contratar a plataforma, descobrir que tem uma série de funcionalidades que ela não possui, ou se possui deve ser cobrada à parte, encarecendo o projeto. Meu conselho padrão é  faça um Benchmarking de mercado. Navegue na loja de seus concorrentes, faça compra (ou simule), em cada uma delas. Avalie as funcionalidades básicas e avançadas que cada uma oferece.

Uma boa forma de escolher estas lojas é entrar no site da Ebit, veja a seção “Reputação de Lojas” e filtre por categorias e medalhas. Escolha a medalha “Diamante” para a categoria correspondente ao seu segmento. Essas lojas são comprovadamente de ótima qualidade e podem ser excelentes referências. No rodapé das páginas destas lojas muitas vezes é exibido o link “desenvolvido por XXX” ou “tecnologia XXX” onde XXX é o nome da plataforma ou agência digital.

Outro conselho importantíssimo: não contrate uma plataforma sem antes navegar no Painel de Controle. Verifique a facilidade de cadastrar produtos, se a plataforma permite importação de dados para o caso de ter milhares de produtos cadastrados.

Veja com atenção os Relatórios Gerenciais (vistas, vendas, status de pedidos) que ela fornece, pois serão de vital importância no dia-a-dia da loja. Outro ponto importante, verifique se ela possui funcionalidades que ajudem a loja a ter um bom posicionamento nos sites de busca (SEO), como por exemplo URL amigável, cadastro de meta tags, meta keywords, etc (Essa fonte de tráfego é muito valiosa para loja).  Enfim, faça uma lista de funcionalidades de cada plataforma a ser orçada e avalie qual está mais adequada as suas necessidades.

Suporte

Loja Virtual: Como escolher a melhor plataforma para sua operação.OK! Você encontrou um prestador de serviço que é um verdadeiro gênio da informática e que rapidamente colocou sua loja no ar por ótimo custo, com as funcionalidades que você desejava. A pergunta é:

Qual a disponibilidade deste profissional quando a loja passar por problemas ou precisar de atualizações simples?

Muitas vezes a “lua-de-mel” com a empresa ou prestador de serviço pode acabar neste momento. Não é simples fazer a manutenção de plataformas de e-commerce e prestar um bom atendimento aos clientes exige infra-estrutura, e não raramente o barato sai caro. Minha recomendação é :

Antes de contratar a plataforma, peça referências de clientes e dê preferência para empresas que estão há mais de 3 anos no mercado.

Ligue para clientes atendidos pela empresa a ser contratada. Se você for integrar sua loja no ERP, essa recomendação é obrigatória. E se a empresa disser que não pode passar referências de clientes por questão de confidencialidade, desconfie, pois essa prática é padrão em empresas de tecnologia.

Questione quais os SLAs de atendimento e os mesmo deverão estar definidos de forma clara na contratação do serviço. Uma questão importante principalmente para aqueles que vão utilizar lojas de código-aberto é saber como a empresa ou prestador de serviço protege a loja de uma possível invasão de hackers e como é feito o backup dos dados da loja. O ideal é que esta loja esteja de alguma forma avaliada por instituições especializadas como por exemplo Site Blindado.

Outro ponto que deve ser colocado é o suporte que essa empresa dará quando você, por ventura, desejar sair da plataforma. Como serão exportados os dados cadastrais e histórico de compras dos seus clientes, transações da loja, entre outras informações? Muitos lojistas só ficam sabendo no momento em que desejam sair que poderão perder uma série de informações importantes da loja, portanto cheque isto com antecedência.

Leia também:

Qual plataforma de e-commerce vocês me recomendariam?

Tomando estes pequenos cuidados suas chances de fazer uma escolha bem sucedida aumentam muito. E mesmo que você tenha que trocar de plataforma mais para frente, as mesmas recomendações continuam valendo porém o seu conhecimento no assunto até lá o ajudará a ser ainda mais assertivo.

Guia Plataformas de E-commerce

Motivados muitas vezes por uma falsa sensação de facilidade/simplicidade, diversos empreendedores optam por começar seus negócios na Internet.

Entretanto, na hora de montar uma loja virtual, muitos deles acabam aliando altos investimentos e expertise sobre o negócio à falta de conhecimento sobre segmento de e-commerce, o que acaba não satisfazendo as expectativas e tendo consequências complicadas.

As melhores áreas para empreender no e-commerce

Você escolheu uma área promissora? Bem, não para por aí. Listamos cinco erros fatais que podem ser evitados na hora de criar uma loja virtual.

Não escolher a plataforma de vendas apropriada

Muitos empreendedores pecam nesta etapa do planejamento, pois não avaliam minuciosamente as funcionalidades e limitações de cada plataforma de vendas online.

Existem diversas no mercado, as simples e as robustas, para pequenas, médias ou grandes empresas, portanto, é essencial estudar uma a uma para não acabar optando por uma que não satisfaça as requisições do seu negócio e te obrigue a trocar mais tarde. Tenha em mente também que você precisará pensar nas etapas posteriores para o esperado crescimento do seu negócio.

Qual plataforma de e-commerce vocês me recomendariam?

Falta de atenção ao relacionamento com o consumidor

Atender bem o cliente é FUNDAMENTAL para o sucesso de qualquer negócio. Um bom plano de CRM compreende tanto o pré quanto o pós-venda, ambos importantíssimos para fidelizar o cliente (fidelização deve constar sempre entre seus objetivos).

Enviar ao cliente, por exemplo, um e-mail newsletter com produtos comprovadamente de interesse do usuário, e-mail marketing com cupom para um produto abandonado durante o processo do checkout, acompanhamento de status de pedido e de entrega e questionamentos sobre satisfação com a compra (seja no processo de escolha, de pagamento ou com o produto em si).

São prática essenciais que demonstram preocupação com quem compra com você. Seu consumidor tem a sensação de que se qualquer coisa der errado ele está seguro, sempre terá alguém para ajudar/resolver.

Atrair ou Fidelizar clientes: qual deve ser sua prioridade?

Problemas na apresentação dos produtos

Por mais baratos que sejam o seu produto e o frete, o fato é que estes prós vão por água abaixo em detrimento de um único fator: a dúvida.

Entre pagar barato por algo que não se tem certeza do que é, o cliente vai optar pela concorrência. Invista em uma fotografia da qualidade, abrangendo todos os ângulos do produto, bem como em uma descrição rica em detalhes de forma que o cliente tenha total certeza sobre o que vai comprar.

Como fazer boas fotografias de produtos e aumentar suas vendas

Não pensar o processo logístico

Este é um dos pilares da operação do e-commerce e deve ter muita atenção. Contar com um processo de fidelização eficiente, um estoque com produtos para pronta entrega e uma equipe ágil não adiantam se a logística for descoordenada.

Como gerenciar o estoque de sua loja virtual em tempos de crise

Aqui a dica é trabalhar com mais de um operador logístico e usar gateway de fretes, de forma a oferecer mais opções de frete ao cliente. Não esqueça da logística reversa, afinal, devoluções e políticas de atuação fazem parte da rotina de todo e-commerce.

Sua loja virtual já tem uma política bem definida?

Não se adaptar ao mobile

É inegável que vivemos em uma geração de mobilidade. Os smartphones fazem parte muito presente na vida de todos, inclusive na hora das compras.

Tentar comprar em uma interface não amigável e desestruturada é um verdadeiro teste de nervos. É essencial que você esteja preparado. O design responsivo não é mais um diferencial, mas sim pré-requisito.

Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Problemas de planejamento

O e-commerce oferece diversas oportunidades, entretanto, em um mercado cada vez mais concorrido, é necessário planejar minuciosamente para, além de não enfrentar problemas financeiros, também conseguir sobreviver e se destacar frente aos concorrentes e se tornar autoridade no negócio.

Para atingir este objetivo ao criar uma loja virtual, é necessário planejar todas as etapas do processo, ou seja, escolher uma área promissora. entender quem é e o que precisa seu cliente, a estrutura tecnológica, a experiência do cliente com a sua loja virtual, o controle de estoque, a logística e todos os outros e, não se limitando somente a isso, gerir todos os processos a fim de otimizá-los constantemente.

Recomendamos o donwload do nosso checklist para o empreendedor que está começando no e-commerce:

Como abrir uma loja virtual? Lembre-se de fazer o checklist!

O E-commerce faz parte dos seus sonhos de sucesso empreendedor? Está preparado para muito trabalho? Mãos à obra e boa sorte! Se ficou alguma dúvida, mande nos comentários e conversamos. 😉

As pessoas gostam de sites rápidos. O Google também.

De acordo com o maior buscador do mundo, a velocidade de seu site é um dos diversos fatores levados em consideração para o rankeamento nos resultados de busca.

A velocidade de carregamento de seu site é um ponto crítico – mas muitas vezes ignorado – na estratégia de otimização para mecanismos de buscas (SEO) e na busca pela melhor experiência de navegação.

Sites lentos proporcionam péssimas experiências para o visitante e o Google não gosta disso. Não mesmo.

Sites com problemas de performance (levando 10 segundos ou mais para carregar) são impactados negativamente de acordo com os próprios Googlers:

“Sim, as páginas muito lentas são levadas em consideração.” John Mueller, Google

De forma prática, o robô (crawler) do Google leva mais tempo para indexar sites lentos. Isso prejudica o número de páginas indexadas pelo buscador e pode ter certeza que isso não é uma boa estratégia de SEO – especialmente ao se editar ou adicionar novos conteúdos, ações que todos os sites deveriam fazer regularmente.

“Temos visto um tempo de resposta extremamente alto em alguns sites (maiores que 2 segundos por uma única url). Isso ocasiona limitações no número de urls indexadas.” John Mueller, Google

John disse especificamente que após 2 segundos sem resposta a indexação de uma url é interrompida.

Experimentos recentes (2016) feitos pela Forbes concluíram que:

“Durante o período de testes os usuários leram menos artigos por dia quando as páginas estavam carregando mais lentamente.”

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“Ficou claro em nossos testes que a velocidade de nosso site afeta nossas fontes de receita, centenas de milhares de libras no curto prazo e milhões no longo prazo. A velocidade do site impacta de forma negativa a profundidade da navegação mesmo que a lentidão seja pequena. Sites lentos prejudicam a quantidade de artigos lidos. Quanto mais lento o site for, maior o impacto. 

Os dados sugerem, tanto na experiência de navegação como no aspecto financeiro, que os sites devem ser cada vez mais rápidos. Por causa desta pesquisa decidimos investir cada vez mais em fazer o novo site FT.com ainda mais rápido.”

Os sites de e-commerce são os que mais sofrem com problemas de performance e abandonos no processo de compra. Uma pesquisa de 2013 mostrou o quanto a velocidade de um site impacta negativamente nas vendas.

Cada segundo conta.

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Maile Ohye, do Google, é categórico, “2 segundos é o tempo aceitável para um site de e-commerce. No Google, esperamos que todos fiquem abaixo de meio segundo.

O Walmart também fez uma análise do impacto da velocidade em sua taxa de conversão e chegou a seguinte conclusão:

google3 Este estudo de 2012 descobriu que:

67% dos consumidores britânicos afirmam que o tempo de carregamento é o principal fator para abandonarem uma compra on-line.

google4 A Akamai, juntamente com a Forrester Consulting fez uma pesquisa com 1.048 consumidores on-line e obteve os seguintes resultados:

  • 47% dos consumidores esperam que a página carregue em 2 segundos ou menos.
  • 40% dos consumidores não irão esperar mais do que 3 segundos pelo carregamento de uma página. Depois disso eles irão abandonar o site.
  • 52% dos consumidores afirmam que a velocidade está diretamente associada com a fidelidade a um determinado site.

Outro fator relevante é o quanto uma página lenta tem o poder de distrair os consumidores, tirando o foco do processo de venda. Isso acarreta alguns problemas sérios.

  • 14% irão visitar outro site.
  • 23% irão interromper a navegação e sairão de seus computadores.

Como falado anteriormente, as lojas virtuais são um dos segmentos mais impactados no caso de lentidão de seus sites. Isso acarreta o seguinte:

  • 79% dos visitantes destes sites desistirão de comprar novamente no site.
  • 64% irão imediatamente procurar outro site mais rápido.

Informações indicam que o tempo de carregamento é fator chave na lealdade de um consumidor on-line, especialmente aqueles que gastam mais. (os chamados heavy users ou heavy spenders no caso de e-commerce.)

  • 79% dos heavy users afirmam que não comprarão mais on-line no site ele for muito lento.
  • 27% disseram que não irão comprar na loja física da marca, deixando claro que o impacto não é apenas on-line influenciando também de forma negativa as lojas físicas.

A mesma Akamai, em pesquisa realizada uma década atras, sinalizou que a maioria dos visitantes abandonam sites que levam “mais de 4 segundos para carregar”. A mesma pesquisa, em sua versão mais recente sinalizou que o nível de tolerância caiu para “2 segundos ou menos”.

Sendo realista, o tempo de carregamento é o segundo maior causador de abandono, ficando atrás de “preços altos e frete caro”. 

O pior é que quase a metade dos 500 maiores site de e-commerce dos EUA demoram mais de 4 segundos para carregar. (os brasileiros não ficam muito longe, pelo contrário – veja mais adiante).

Se levarmos em consideração que parte destas pesquisas foram feitas há alguns anos, tenho certeza que atualmente, com a internet cada vez mais rápida, este impacto se torne ainda maior.

Fato: em 2016 a velocidade de um site é um fator crítico para aumentar a taxa de conversão de um e-commerce.

No infográfico abaixo estão alguns dos impactos causados pela lentidão em um e-commerce:

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Existem diversas ferramentas para analisar a velocidade do seu site. Para falar a verdade, considero este indicador tão importante que criei minha própria ferramenta de análise de sites. O Page Speed Test. Ele se conecta diretamente na API do Google e traz como resultado o diagnóstico do próprio buscador. O resultado é um índice geral de performance e uma série de recomendações de melhorias. Bem simples e objetivo.

Os resultados do teste são classificados pelo Google de 0 a 100. Abaixo uma graduação estimada de acordo com os resultados.

  • 0 a 25 – Seu site precisa de ajuda imediatamente. 
  • 25 a 50 – Seu site precisa de ajuda.
  • 50 a 75 – Seu site pode melhorar. 
  • 75 a 100 – Parabéns. O Google gosta do seu site 😉

Minha recomendação é fazer o quanto antes os ajustes recomendados no teste de velocidade. Principalmente os ajustes sinalizados com o alerta “seu site precisa fazer!”.

Serei sincero e vou confessar que meu site não é o melhor neste quesito. Ele foi feito há algum tempo (final de 2014) e fui eu que fiz tudo sozinho, não dando muito atenção a estes detalhes naquele momento, admito culpa(!), mas nos sites do meu curso e da consultoria fui um pouco mais cuidadoso. O próprio site do Page Speed Test, por ser simples e leve teve um ótimo resultado.

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Qual a velocidade dos principais sites de e-commerce no Brasil?

Foi exatamente esta pergunta que me fiz quando estava escrevendo este artigo. Diante da curiosidade aproveitei para testar com o Page Speed Test cada um dos “maiores sites de e-commerce do Brasil” como apresentado neste artigo “Os 20 maiores sites de e-commerce do país” do Olhar Digital. O resultado ordenado pela performance foi o seguinte:

  Site  Resultado   Link 
 eBay  88  http://www.ebay.com/
 Aliexpress  86  http://pt.aliexpress.com/br_home.htm
 Dafiti  79  http://www.dafiti.com.br/
 Hotel Urbano  75  https://www.hotelurbano.com
 Kanui  75  http://www.kanui.com.br/
 Walmart  73  https://www.walmart.com.br/
 Saraiva  69  http://www.saraiva.com.br/
 Netshoes  68  http://www.netshoes.com.br/
 Extra  67  http://www.extra.com.br/
 Ricardo Eletro  66  http://www.ricardoeletro.com.br/
 Amazon  66  https://www.amazon.com
 Casas Bahia  63  http://www.casasbahia.com.br/
 Centauro  63  http://www.centauro.com.br/
 Shoptime  61  http://www.shoptime.com.br/
 Ponto Frio  60  http://www.pontofrio.com.br/
 Submarino  57  http://www.submarino.com.br/
 Passarela  55  http://www.passarela.com.br/
 Americanas  52  http://www.americanas.com.br/
 Fast Shop  52  http://www.fastshop.com.br/
 Magazine Luiza  45  http://www.magazineluiza.com.br/

 

Como podemos ver grandes sites estão na parte mais baixa do ranking. No fundo eles possuem tanta autoridade de domínio junto ao Google que a velocidade acaba não sendo tão impactante em sua estratégia de SEO, MAS a baixa performance piora a experiência de navegação no site e diminui a conversão, pesadelo de todos os gestores de e-commerce.

A Dafiti foi a única empresa brasileira do ranking a entrar na faixa verde, onde estão os sites mais otimizados de acordo com o Google.

Isso mostra uma ótima oportunidade para sites menores, que podem ser otimizados mais facilmente e oferecer uma melhor experiência de navegação mais rápida do que a dos maiores sites do mercado. Fica a dica.

Proporção entre as faixas de resultado

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E em relação ao resto do mundo, como estamos?

Vamos olhar os números. Para efeito comparativo, montei uma lista com os maiores sites de e-commerce do mundo (referência lá embaixo) e fiz o mesmo teste do Page Speed Test em cada um deles. Os resultados mostram que, em linhas gerais, os sites internacionais são mais rápidos do que os brasileiros. Nestes sites a concentração de resultados “ótimo” é bem maior e não há nenhum registro abaixo de 60 de pontuação.

 Site  Resultado   Link 
 eBay  88  http://www.ebay.com
 Best Buy  86  http://bestbuy.com
 Jabong  84  http://www.jabong.com
 Snapdeal  84  https://www.snapdeal.com
 Alibaba  80  http://www.alibaba.com
 Tmall  77  https://www.tmall.com
 Target  73  http://www.target.com
 Taobao  72  http://www.taobao.com
 Asos  71  http://www.asos.com
 Tesco  70  http://www.tesco.com
 JD.com  70  http://www.jd.com
 Walmart  69  http://www.walmart.com
 Flipkart  67  http://www.flipkart.com
 Amazon  66  http://www.amazon.com
 Otto Group  63  http://www.otto.de
 Rakuten  60  http://www.rakuten.com

Proporção entre as faixas de resultado

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Ótimo. Agora sei que preciso melhorar a velocidade de meu site, mas como fazer?

Para começar, faça o teste Page Speed Test. Os resultados normalmente citam os pontos de aprimoramento descritos abaixo.

Infra Estrutura

Uma boa infra estrutura de hospedagem garante menores tempos de resposta do servidor, menor latência e carregamento de página mais rápidos.

Faça o teste de performance e verifique se há necessidade de melhorar nesta questão. Ele também faz diagnóstico deste tipo de problema.

Use compressão

Utilize ferramentas como o Gzip em seu servidor. Elas comprimem o HTML, JS e CSS de seu site antes de enviar para o browser do visitante reduzindo em até 50% o volume de dados transferidos.

Minifique Javascript e CSS

Mais uma maneira de reduzir, diretamente no servidor o tamanho de seu código fonte, neste caso os Javascripts e CSS contidos em sua página. Normalmente se usa o módulo UglifyJS diretamente no servidor ou ferramentas on-line como a JScompress.

Otimize o HTML

Um HTML limpo é mais leve e consequentemente carrega mais rápido. Espaços, comentários e até aspas podem ser removidos do seu código fonte. A ferramenta HTML Compressor pode ajudar.

Otimize e comprima todas as imagens

Um dos pontos mais importantes e mais fáceis de resolver. Para começar não reduza as imagens direto no HTML e CSS. Reduza as dimensões diretamente no arquivo da imagem deixando-a no tamanho exato.

Antes de subir (upload) qualquer imagem para seu site, utilize programas de compressão avançada. Eles retiram informações desnecessárias dos arquivos sem a perda de qualidade. Estes programas costumam reduzir até 30% o tamanho das imagens, mesmo após “Salvar pela web” no Photoshop. Eu uso o ImageOptim (para Mac) e recomendo. Para Windows o FileOptimizer é uma boa opção.

Use CDN e cache

CDNs são redes de distribuição de conteúdo (content delivery networks) que otimizam o carregamento de um site de acordo com a região geográfica mais próxima. Você irá receber os arquivos de um site (principalmente imagens) do servidor mais próximo, diminuindo o tempo de resposta e consequentemente de carregamento.

O uso de cache também ajuda, pois ele “salva” as páginas mais visitadas não havendo a necessidade de outra requisição para um novo carregamento. O plugin W3 Total Cache é muito usado nos sites em WordPress/WooCommerce.

Para concluir, diminuir o tempo de carregamento de seu e-commerce apenas como estratégia de SEO não é a forma de se encarar o problema, sendo o foco a experiência de navegação do usuário.

Quanto mais rápido seu site for, mais facilmente o visitante irá encontrar o que procura e mais rapidamente poderá efetuar o seu pedido, aumentando as vendas e deixando seu cliente mais satisfeito.

Use o Page Speed Test e faça os ajustes recomendados pelo Google, esse é o melhor caminho para ter um site otimizado. O Google preza por uma internet melhor e mais eficiente e seu site precisa fazer parte deste movimento.


Artigo traduzido e adaptado de Hobo por Raphael Lassance. Publicado no LinkedIn.

Growth Hacking para E-commerce

Pesquisas comprovam que a velocidade da loja virtual está diretamente relacionada à taxa de conversão.

Três segundos. Esse é o tempo desejado pelo consumidor para o carregamento de um site, de acordo com pesquisas, que apontam também que sites lentos dispersam a atenção das pessoas. Já uma pesquisa disponibilizada pela Kissmetrics fala em menos tempo: 2 segundos é o que 47% dos consumidores esperam para que uma página carregue.

Ou seja, e-commerce mais rápido é uma necessidade para garantir uma boa experiência ao usuário e, consequentemente, uma boa taxa de conversão – leia-se “vender mais”.

Uma loja online rápida é sinônimo de mais vendas. A velocidade do site impacta diretamente em dois pontos: melhora a taxa de conversão e de avaliação no ranking do Google, ou seja, favorece o posicionamento da página nas buscas orgânicas.

Estamos falando de segundos, por isso toda ação que deixe a página mais rápida, deve ser feita. Confira os principais itens a serem avaliados:

1- Otimize as imagens

Acusadas de serem as principais responsáveis pelo tempo de carregamento das páginas, elas devem ser otimizadas para a web, em tamanho pequeno, mas sem perder a qualidade.

Especificar a altura e a largura para imagens também é importante, pois fará com que a página e as imagens carreguem simultaneamente.

Dica: O TinyPNG “limpa” suas imagens sem que se perda a qualidade. Basta enviar a imagem original e baixar a imagem muitas vezes com um tamanho mais de 90% menor. Funciona com arquivos PNG e JPG: Tinypng.com

2- Reduza o tamanho da página

Atenção com os elementos da página, em especial com arquivos Java Script, CSS e imagens. Evite incorporar grandes objetos ou imagens em uma página e assim você diminui o kb (unidade de medida).

Para verificar o tamanho do seu site, salve a página no computador como uma pasta de arquivo de web, a partir do browser, e veja o tamanho da pasta.

3- Utilize CDN

A Content Delivery Network (CDN) ou Rede de Distribuição de Conteúdo garante que você ofereça ao seu usuário conteúdo com agilidade e estabilidade.

Como o próprio nome diz, possibilita a distribuição do conteúdo por meio de armazenamento em cache em diversos servidores. Essencial, principalmente, para quem tem clientes em todo o mundo.

4- Escolha servidores rápidos para a hospedagem

Opte por um fornecedor para hospedar o seu site que combine servidores, tecnologia, seja rápido e, consequentemente, atenda às necessidades de tráfego do seu e-commerce.

5- Use sistema de cache

Certifique-se de que o cache está habilitado para garantir o armazenamento de dados ou processos. Assim, o navegador salva a estrutura básica das páginas diminuindo o tempo de download delas em exibições futuras.

6- Reduza o número de requisições

Facilite a comunicação dentro da sua página fazendo com que o browser e o servidor conversem e encontrem rapidamente a informação solicitada pelo usuário.

Para isso, diminua o número de request (requisições), assim o browser não precisar ir e voltar muitas vezes até encontrar a informação. Deixe as requisições que bloqueiam o carregamento da página por último.

7- Evite redirecionamentos

Cada direcionamento incluído no site é como um pedido separado para o servidor o que aumenta o tempo de carregamento da página. Portanto, evite redirecionamento em excesso.

8- Acompanhe a performance do site

Por meio de uma ferramenta de análise, como o Google Analytics, analise o passo a passo do cliente e verifique os possíveis erros da página.

Aproveite também para acompanhar a velocidade do seu e-commerce e melhorar, se necessário. Entre as ferramentas possíveis para isso estão Pingdom, YSlow do Yahoo, e Insights PageSpeed do Google.

É uma cena comum para os pequenos varejistas no Brasil: o consumidor adquire um produto que custa R$ 3,20, tenta pagar com uma nota de R$ 10, mas a falta de moedas para troco faz o comerciante reduzir a R$ 3 para não perder a venda.

A tática, inclusive, foi adotada recentemente pelo Metrô de São Paulo para resolver a dificuldade em não ter moedas suficientes para devolver aos passageiros. Chamado de preço flutuante, o recurso é cada vez mais praticado no varejo online brasileiro, não pela falta de moedas, mas pela regulação da oferta e procura.

Assim, ao invés de um valor único para o produto, o varejista determina uma margem mínima e máxima, permitindo que o preço sofra alterações neste intervalo de acordo com a estratégia da empresa.

A necessidade de queimar o estoque, por exemplo, pode fazer com que a loja atue com uma margem mínima para estimular a venda. Em contrapartida, um item que está sendo ofertado exclusivamente por sua loja no mercado pode elevar a margem de lucro.

A prática do preço flutuante depende do prévio conhecimento do mercado e hábitos do consumidor – o que, nos dias atuais, passa pela adoção de soluções tecnológicas. A popularização destas ferramentas oferece uma série de informações importantes para a estratégia operacional dos negócios.

Sobre o preço, os lojistas têm em mãos relatórios que detalham a política praticada pelos principais concorrentes, o estoque e até as categorias de produtos que são mais trabalhadas em seu segmento. Assim, é possível se antecipar e criar uma estratégia de preço sempre competitivo.

Nos EUA, por exemplo, é comum os pedágios ficarem mais caros quando o tráfego nas estradas é maior. Já os parques de diversões cobram preços diferentes nos dias da semana e finais de semana de acordo com o fluxo de turistas.

Aqui no Brasil, contudo, a ideia foi abraçada pelo e-commerce e incorporada a outro conceito também importado do mercado norte-americano: a precificação dinâmica e inteligente. Não basta fazer o preço flutuar dentro de uma margem; é preciso alterá-lo com frequência para que ele fique em destaque na maior parte do dia.

Foi-se o tempo em que manter o preço congelado era sinal de segurança e confiança para o consumidor. Hoje, com opções disponíveis, as pessoas buscam itens cujos valores estejam condizentes com o que desejam pagar naquele momento – seja de dia, de noite ou de madrugada. A loja virtual que não acompanha este movimento para manter seu preço atrativo, certamente ficará pelo caminho.

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Com a crise, não está fácil ser um empreendedor. E mais difícil ainda vai ser abrir o próprio negócio com o cenário brasileiro da maneira que está. Então, trazemos um infográfico com um balanço dos gastos a serem considerados para abrir uma loja virtual.

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