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Somente no segundo trimestre de 2015 o número de usuários de smartphones cresceu 48% no Brasil, com isso, as compras via mobile também aumentaram e estão em constante desenvolvimento.

Os dados de 2015 ainda apontam que 1 décimo das compras brasileiras é feita por smartphones e tablets, porém a expectativa para 2016 é que esse tipo de conversão represente 30% no total de vendas de lojas on-line, o que acaba aumentando a necessidade de adaptação do e-commerce ao ambiente das vendas móveis.

Um dos pontos que alavancaram as vendas pelo celular foram as telas maiores dos aparelhos de última geração, como o Galaxy S6 e o Iphone 6. Já a categoria de produto que tem sido mais buscada é a de moda, sendo 32% do consumo feito pelo dispositivo.

O que chama a atenção também é que quase 5% dos brasileiros compram on-line por conta de promoções ou desconto, desta forma os cupons de descontos têm sido bons aliados para fidelizar e gerar novas vendas no comércio virtual.

Pensando nisso, o SaveMe elaborou um infográfico sobre o perfil do consumidor mobile no Brasil, onde apresenta as principais características do usuário on-line, informações sobre o uso dos cupons de desconto no país e dicas de economia para quem deseja ter vantagens na hora do pagamento.

As fontes dos dados encontram-se no rodapé do infográfico.

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168 milhões. Em maio deste ano, esse será o número de smartphones em uso no Brasil. De acordo com a 27ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, há uma alta de 9% em relação a maio de 2015, quando esse número era de 151,5 milhões.

Em 2018, a projeção é que o número de smartphones ativos chegue a 236 milhões. No comércio eletrônico, a CNova por exemplo, já possui mais de 30% do seu tráfego oriundo de mobile. Na VTEX, alguns clientes possuem mais de 55% dos visitantes e mais de 40% das vendas originados por celulares.

Avaliando esses dados fica fácil entender a relevância do mobile commerce para os negócios, uma vez que todos esses dispositivos representam consumidores em potencial. Que a sua empresa precisa ter uma estratégia mobile é indiscutível. Mas qual é a melhor forma de fazer isso? Existem três opções:

1- Criar um site móvel responsivo,
2- Um site dedicado,
3- Ou desenvolver um aplicativo móvel.

Site responsivo

Ter um site responsivo significa que o seu e-commerce em desktop será adaptado ao mobile: layout e funcionalidades serão ajustadas para as telas de smartphones e tablets. Alguns conteúdos podem até não aparecer para smartphones, mas eles serão carregados normalmente pois o layout é único.

Essa alternativa exige menos recursos, investimentos, e não demanda muito tempo de programação, uma vez que as plataformas desktop e mobile possuem similaridades e são necessários somente alguns ajustes e modificações (que normalmente não possuem um grau alto de complexidade).

A manutenção é simples, pois pode ser feita simultaneamente às atualizações do site. Já quando falamos sobre a experiência do usuário, ela pode ficar um pouco comprometida, pois depende de conexão constante com a internet e limita-se às funcionalidades já existentes na plataforma, reduzindo as possibilidades de customização e interação. Além disso, esse tipo de site pode demorar para carregar, o que diminui as taxas de conversão.

Site dedicado (M.)

Também conhecido como .M, pois costumam ser precedidos pela letra “m” ou pela palavra “mobile” em sua URL, não é apenas uma versão desktop que se ajusta ao mobile – um site responsivo é feito exclusivamente para o ambiente de dispositivos móveis.

Por exemplo, quando alguém acessar seu e-commerce pelo celular, será redirecionado ao site .M. Como esse site é desenvolvido exclusivamente para o smartphone, toda a estratégia desde conteúdos e funcionalidades são pensados para que esses dispositivos.

Como ele é otimizado especialmente para telas pequenas, ele carrega rapidamente e os usuários navegam por ele com mais facilidade em seus smartphones e tablets. A criação e manutenção também são simples, já que é projetado para ser “pequeno” e por isso possui uma quantidade reduzida de códigos e arquivos.

A desvantagem do .M é que a sua empresa terá que cuidar de dois sites: desktop e mobile. Isso significa trabalho dobrado com arquitetura de informação, produção de conteúdo, design de interface e SEO.

Aplicativo

O investimento em um app é mais alto e demorado, pois é preciso desenvolver uma interface, totalmente nova, integrada ao sistema de comércio eletrônico e que funcione nos mais variados aparelhos. Como cada sistema operacional possui uma loja de aplicativos própria, é importante que o app esteja disponível para iOs, Android e Windows Phone. Além disso, aplicativos necessitam de atualizações e testes periódicos.

Contudo, a experiência do cliente tende a ser mais enriquecedora, uma vez que todas as features foram pensadas não somente para ele, mas também exclusivamente para o dispositivo que ele tem em mãos. Ainda, o usuário não precisa estar conectado à internet em tempo integral para interagir com a sua marca através de um app. Mas é importante ressaltar que é necessário um engajamento maior para baixar um aplicativo e mantê-lo instalado no aparelho do que para acessar um site, por exemplo.

É muito comum vermos lojas quererem iniciar suas operações com a terceira opção, os aplicativos. Porém, você deve pensar muito antes de tomar essa decisão.

Eu gero vantagem para o cliente ao fazer o download do aplicativo? Quais os diferenciais que o aplicativo irá entregar? Quanto eu terei que gastar para fazer propaganda desse aplicativo? Bom, então como decidir?

Primeiro é preciso definir a verba existente para o investimento em mobile e os objetivos que a empresa deseja alcançar com a estratégia. Ter uma loja responsiva inicialmente é a melhor estratégia. Ela é rápida e fácil.

A partir do momento que a loja amadurecer e tiver tráfego e vendas que justifiquem, você pode fazer a segunda opção, o M. Por fim, se você entender que consegue gerar um grande engajamento com o cliente a partir de um aplicativo, aí você poderá pensar nessa estratégia.

Texto publicado anteriormente no Blog da Vtex.

Lembra do Instacart? Pois é, a startup Mercode trouxe a ideia de “supermercado delivery” para o Brasil. Nesta semana estão instaladas “gôndolas virtuais” nas estações Faria Lima e Butantã da linha amarela do Metrô de São Paulo.

Com frete entre R$5 e R$15 é possível comprar qualquer um dos produtos “expostos” através do aplicativo de celular (Android e iOS). Basta escanear o QR Code disponível para cada produto que ele é incluído no carrinho de compras. As compras são enviadas para o endereço cadastrado pelo consumidor.

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“Gôndola” instalada na Estação Faria Lima, em São Paulo. (Foto: Divulgação/Mercode)

A tecnologia é semelhante à que a Dafiti está utilizando na loja física que abriu na Rua Oscar Freire, também em São Paulo. Lá você também pode comprar os produtos da loja pelo celular.

“O objetivo é quebrar paradigmas, mostrar às pessoas que não é preciso gastar duas horas e se locomover pela cidade para fazer compras de supermercado. O futuro chegou para este setor. Você tem acesso a produtos de muitas lojas na palma de sua mão”, afirmou o sócio da Mercode, Fabio Campos para o G1.

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O aplicativo escaneia o QR Code do produto para fazer as compras. (Foto: Mercode/Divulgação)

A ideia da empresa não é se limitar aos supermercados. Açougues, lojas de produtos naturais, empórios e pet shops também podem ser encontrados. O aplicativo ainda atende apenas na cidade de São Paulo, mas a empresa diz já estar em processo de expansão. O G1 lembra que a ideia não é nova, o Pão de Açúcar utilizou o mesmo conceito em 2012.

Potencial do mercado

A Instacart, que tem um modelo de negócios parecido, entrou este ano como número 1 na lista da Forbes entre as empresas mais promissoras da América. No topo da lista, a empresa americana de 2012 tem receita de 100 milhões de dólares. A empresa está avaliada hoje em mais de 2 bilhões de dólares! .

É válido lembrar que a concorrência nos Estados Unidos é pesada, o Amazon Dash também entrega suas compras de supermercado, no mesmo dia do pedido.

Origem da ideia

O case da Tesco Korea é bastante utilizado em nosso segmento. E possivelmente serviu de inspiração para estes modelos de negócio. Em 2011, em uma campanha de marketing, a empresa instalou painéis bastante parecidos com estes que estão hoje no Metrô de São Paulo.

Veja o vídeo com o case da Tesco Korea legendando.

A Myntra.com, grande varejista online de moda indiana, está com data marcada para fechar seu site: Dia 1 de maio de 2015. O passo é definitivo para a varejista online concentrar toda a sua operação no aplicativo para dispositivos móveis. As informações são do The Times Of India.

Este é um dos primeiros exemplos de grandes players de e-commerce a migrar todo o modelo de negócio para o mobile. Outra empresa do mesmo grupo, a Flipkart.com (focada em produtos eletrônicos) também deve seguir o mesmo caminho. A Flipkart adquiriu a Myntra em maio de 2014.

A Myntra não deu declarações ao veículo de comunicação indiano e está com todos seus canais de marketing focados na divulgação da migração para o aplicativo. Ainda segundo o site, o player atualmente atrai 80% de todo seu tráfego e 70% das suas vendas a partir do aplicativo. O Flipkart também traz bons números, 60% das suas vendas vem do aplicativo.

Sachin Bansal, co-fundador da Flipkart recentemente declarou que os desktops não estavam dando o retorno sobre investimento esperados em comparação com alguns anos atrás. A ideia dele é que a Flipkart se mantenha atenta à novas aquisições para o mercado mobile.

A dupla aparece entre os top 7 e-commerces da Índia em 2014. Em terceiro lugar, a Flipkart vendeu 17,2 milhões em 2014 e em sexto lugar, a Myntra vendeu 9,2 milhões de dólares. Veja o ranking no gráfico abaixo:

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Gráfico traduzido da eMarketer.com

Segundo relatório recentemente publicado pela Morgan Stanley, a expectativa do mercado indiano de penetração (em porcentagem de usuários de internet) é um aumento significativo: de 9% em 2013 para 36% em 2020 impulsionado principalmente por vendas de M-commerce.

A Associação da Índia de Internet & Celular (The Internet & Mobile Association of India) estima que o total de internautas superaram os 300 milhões em dezembro de 2014, com cerca de 60% através de conexões mobile.

Mais sobre mobile: Mobilegeddon está marcado. A partir de abril sites sem versão mobile perderão performance.

A Índia hoje, segundo país mais populoso do mundo, vendeu “apenas” 5,3 bilhões de dólares no E-commerce em 2014 e a previsão do eMarketer é que o crescimento supere os 45% em 2015 chegando a 7,69 bi. Os números ainda são baixos ao comparar com o varejo indiano como um todo, apenas 0,7% de share. E a projeção de crescimento dessa fatia também é pouco significativa, apenas 1,4% de share para 2018.

No ranking mundial de participação do e-commerce em relação ao varejo, a Índia está na 21ª colocação. Neste mesmo ranking, o Brasil é o 15º com 3,8% de vendas pelo e-commerce. No Brasil, mercado consideravelmente maior, as vendas pelo celular (contando aplicativos e versão mobile de e-commerce) já chegaram à 10% dos 35,8 bilhões vendidos em 2014 segundo os dados da E-bit.

A líder mundial no E-commerce hoje é a vizinha China, com projeção para que o faturamento online supere 1 TRILHÃO de dólares em 2018. O Brasil é o décimo colocado. Veja também: Todos os números do E-commerce no Brasil.

Informações publicadas no The Times Of IndiaE-bit e eMarketer.

Compras online por dispositivos móveis significam comprar através da versão mobile do site ou do aplicativo? Parece que não para muitos m-consumidores do Brasil, de acordo com esta pesquisa da UPS de outubro de 2014.

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Mais de 6 em cada 10 pessoas (61%) que fizeram compras em tablets no Brasil preferiram fazer as compras na versão completa dos websites. Mais de 4 em cada 10 compradores via smartphones (42%) disseram a mesma coisa: preferem comprar na versão completa do site do que em aplicativos ou sites mobile.

A mesma pesquisa constatou as principais razões dos consumidores digitais brasileiros que preferem usar desktop e notebooks para fazer as compras online (preterindo os smartphones e tablets):

• 39% Dificuldade em obter uma imagem dos produtos grande o suficiente;
• 36% Velocidade da conexão do celular é lenta;
• 34% Dificuldade em comparar produtos em dispositivos móveis.

Todos estes itens se demonstraram mais importantes que as preocupações com pagamentos via celular. O PayPal e a Ipsos constataram também que 34% dos e-consumidores brasileiros haviam realizado compras via smartphones após novembro de 2014, e que estas vendas do M-commerce no Brasil cresceram quase 3 vezes mais rápido se compararmos com as vendas do E-commerce como um todo.

Veja também: Todos os números do E-commerce no Brasil

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De acordo com a E-bit, o M-commerce tem aumentado rapidamente sua fatia no Comércio Eletrônico do Brasil, embora represente ainda 10% de todas as vendas do mercado. Em 2014 a categoria de Alimentos & Bebidas foi a campeã do M-commerce, com 8,4% de todas as vendas onlines realizadas por dispositivos móveis.

Texto traduzido do eMarketer.com

Café é uma verdadeira mania no Brasil. De fato nós produzimos alguns dos melhores grãos do mundo e o consumo no dia a dia é gigante, mesmo que a maior parte desses ótimos grãos seja exportada.

Por isso, pra inspirar a sua cabeça empreendedora, vamos falar de café sendo vendido de um jeito diferente nos Estados Unidos, totalmente adaptável pro mercado brasileiro. Trata-se de um mobile commerce integrado ao mundo offline de maneira incrível. Veja mais à frente.

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Direto de San Francisco, CA

Continuando meu tour por San Francisco, CA, em dos milhares de encontros de startups da cidade, tive a chance de conhecer Gilad Rotem, um israelense gente fina que é fundador do aplicativo CUPS (ou xícaras, em português).

Este app nasceu para combater o forte crescimento da Starbucks nos Estados Unidos e funciona de maneira bem simples: você pré-compra uma quantidade que desejar de cafés com desconto, e depois vai consumindo nas centenas de cafeterias associadas em Manhattan, de acordo com sua vizinhança. A cobertura do aplicativo já alcança 200 cafeterias de bairro na Grande Nova York.

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Em uma cidade como Nova York, onde o hábito de levantar cedo e tomar um café na esquina é cultural, criar um serviço desses é uma ideia com forte potencial de crescimento.

Gilad é um dos muitos empreendedores que enfrentam dificuldade para montar um negócio nos Estados Unidos. Ele me contou que fundou sua startup em Telaviv (Israel), através de um bootstrap – dinheiro do próprio bolso – e que bancou advogado de imigração e investimento de capital pra crescer nos EUA. Agora está buscando investidores para apostar na ideia e crescer sua base de usuários.

Seus planos de expansão estão bem agressivos, uma vez que ele planeja deter todas as cafeterias dos Estados Unidos, se tornando uma espécie de “marca de todas as cafeterias independentes”. Pra ele, a principal proposta de valor que o app oferece aos americanos é essa vibe aconchegante de cafeteria local, que a Starbucks nunca conseguiria proporcionar.

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Modelo de Negócio

A CUPS roda com diferentes planos para você comprar os cafés. É possível comprar desde 5 xícaras por US$16; ou 15 + 1 grátis por US$48 e o plano mais interessante na minha opinião: xícaras ilimitadas o mês inteiro por US$120. Essa é boa pra quem é viciado em café.

As cafeterias associadas não pagam taxa alguma para se associar ao serviço. Quando um usuário faz a compra no app, a CUPS faz o repasse financeiro já com sua remuneração descontada (variando de acordo com o consumo em cada cafeteria).

Geralmente a CUPS repassa metade do preço de varejo pelos cafés das cafeterias, o que certamente atrai muitos “novos consumidores” devido a atratividade do custo. Imagino que a esperança dos comerciantes que participam dessa rede é que a CUPS possa gerar muito mais leads e, consequentemente, essas pessoas consumam outros tipos de produtos, aumentando significativamente o tíquete médio.

Se você conhece algum negócio relacionado a cafés no Brasil, deixe seu comentário!

Para conhecer mais do aplicativo, acesse:
Site: Cupsapp.com
Contato: contact@cupsapp.com

Texto publicado no Blog Business Ideas

Os dados mais recentes mostram que as pessoas estão adquirindo o hábito de acessar uma loja online, pesquisar produtos e fechar a compra por meio da tela de um smartphone. Sua empresa está preparada para isso?

A popularização dos dispositivos móveis é visível a olho nu. Basta observar as pessoas – e nós mesmos – na rua, no metrô, nos restaurantes, na balada ou na sala de recepção do dentista para constatar. O que talvez ainda não esteja claro para alguns é o rápido avanço dos aparelhos móveis como instrumentos de compra. A consulta aos dados mais recentes sobre o comércio eletrônico, no entanto, atestam essa evolução, que indica uma oportunidade e um alerta para as empresas.

Lançada neste mês pela E-bit, a 31º edição do relatório WebShoppers, com dados referentes a 2014, mostra o mobile como um dos grandes destaques do e-commerce no ano passado. Com cada vez mais pessoas com acesso a smartphones e tablets no Brasil, as vendas realizadas por meio de aparelhos móveis via navegadores representam atualmente 9,7% do total registrado no comércio eletrônico. Para dar uma ideia da velocidade do crescimento, a participação em janeiro de 2014 era de 4,8% e, ao final do primeiro semestre, 7%.

Os smartphones são o canal preferido para as transações móveis. Em dezembro de 2014, 65% das compras foram originadas por smartphones e 35% por tablets, o que mostra uma inversão em relação a janeiro de 2014, quando este último era responsável por 67% das vendas.

As classes A e B são as maiores adeptas do m-commerce, com 62% de participação, enquanto C e D possuem 27%. O papel das mulheres também é relevante: elas representam 57% dos compradores móveis. Em termos financeiros e de faixa etária, os consumidores do m-commerce têm em média 40 anos e uma renda média maior se comparada à do consumidor apenas do e-commerce: R$ 6.128 ante R$ 4.378.

Outro aspecto interessante constatado pelo Webshoppers diz respeito ao ranking das categorias com a maior participação nas vendas realizadas por meio de dispositivos móveis. Em primeiro lugar está o grupo Alimentos e Bebidas (8,4%), seguido por Joalheria (6,3%), Bebês & Cia (6,2%), Colecionáveis (6,1%) e Cosméticos e Perfumaria/Cuidados Pessoais (6,1%), nesta ordem.

Apesar de Alimentos e Bebidas não representar uma categoria expressiva em volume de pedidos, a parcela significativa de participação em vendas efetuadas por canais móveis se deve ao fato de os sites especializados nesses produtos estarem mais bem preparados para atender o público que compra via canais móveis. Em outras palavras, investem em sites responsivos e otimizados.

O que os dados da nova edição do WebShoppers revelam é que as pessoas estão adquirindo o hábito de entrar numa loja online, visualizar produtos e fechar a compra por meio de uma tela pequena.

Isso indica uma oportunidade para as empresas: suas lojas podem ficar abertas – e ser visitadas – 24 horas por dia, sete dias da semana, sem que isso represente custos monstruosos do ponto de vista operacional. E sua marca pode estar em contato com os consumidores a todo o momento e a um clique de distância.

O reverso da moeda é que seu concorrente também está a uma tela do usuário. Se no varejo físico o lojista tinha cinco, seis ou quem sabe dez concorrentes num determinado raio de distância, agora esse número certamente se multiplicou.

Diante disso, a reflexão que o varejista deve fazer é a seguinte: qual é a sua estratégia para o m-commerce? Você tem um bom site para dispositivos móveis? Continua vendo tablets e, principalmente, smartphones como canais acessórios em sua operação de comércio eletrônico?

Se estiver, sinto lhe dizer: o m-commerce não é mais uma promessa. Ele chegou, e a tendência é uma expansão constante daqui para frente. Quem estiver mais bem posicionado nesse terreno colherá os frutos mais rápido do que se pensa.

Texto publicado no CIO.com.br

As compras efetuadas pela Internet no período de Natal renderam ao comércio eletrônico R$ 5,9 bilhões. A quantia representa um crescimento nominal de 37% em relação ao mesmo período do ano passado e superou a expectativa inicial, que previa R$ 5,2 bilhões em vendas para a data. A E-bit levantou os dados referentes a pedidos realizados de 15 de novembro a 24 de dezembro de 2014.

No total, foram feitos 15,2 milhões de encomendas, com um tíquete médio de R$ 388,00. Um grande incentivador deste aumento de vendas foi a Black Friday, no dia 28 de novembro, que representou 20% de todo este faturamento, sendo que os cinco dias de promoção (27/11 a 01/12 – véspera da Black Friday até a Cyber Monday) foram responsáveis por 36% do total. No período acima, o tíquete médio foi de R$ 451,00, e no dia 28 foi ainda mais alto, R$ 522,00.

A entrada de novos consumidores é outro fator que continua colaborando para o crescimento do e-commerce no País, e no Natal deste ano, eles representaram 1,5 milhão de pessoas. As categorias com maior quantidade de pedidos foram Moda & Acessórios, Cosméticos, Perfumaria & Saúde, Eletrodomésticos, Telefonia & Celulares e Informática.

Com crescimento de 37%, E-commerce fatura 5,9 bilhões no Natal 2014

“Em momento de instabilidade econômica como foi este final de ano, os consumidores intensificam as compras pela Internet, pois isso pode representar ainda mais economia e conveniência em efetuar boas compras”, avalia o diretor executivo da E-bit, Pedro Guasti.

⇒ De acordo com a E-bit, o período de promoção da Black Friday representou 36% das vendas do Natal;
⇒ Tíquete médio foi de R$ 388,00 e 1,5 milhão de consumidores fizeram sua primeira compra online;
⇒ Participação de compras por dispositivos móveis já se aproxima de 9%.

Crescimento das vendas no m-commerce

A E-bit mediu também as compras realizadas por meio de aparelhos móveis: se no mesmo período do ano passado elas representaram 4,8% do faturamento total e 4,5% dos pedidos, neste ano passaram para 8,8% do faturamento (crescimento de 82%) e 8,8% do total de pedidos (crescimento de 96%). No m-commerce, as categorias com maior volume de pedidos foram Cosméticos, Perfumaria & Saúde, Eletrodomésticos, Moda & Acessórios, Telefonia & Celulares, Brinquedos & Games.

Para Guasti, a tendência mostra a aceleração da adesão dos brasileiros por esse modelo de plataforma. “A participação dos dispositivos móveis nas compras virtuais já se aproxima de 9%. E percebemos que dessa maneira, tanto novos entrantes que nunca tiveram acesso à Internet com computadores tradicionais como internautas que antes usavam desktop e notebook estão agora migrando para os smartphones e tablets”, finaliza.

Por Cristina de Luca. O percentual de pessoas que afirmaram já ter realizado alguma compra por meio de dispositivos móveis cresceu de 2013 para 2014. É o que mostra a segunda pesquisa “Brasileiros e o M-Commerce”, da Pagtel e da Mobi.life.

Realizado entre maio e junho deste ano avaliou também a opinião das pessoas sobre as campanhas de mobile marketing. A pesquisa foi dividida em duas etapas, quantitativa e qualitativa, e, ao todo, foram ouvidas 480 pessoas. Entre os entrevistados 96% possuem smartphones, 54% já tinham seus próprios tablets e 50% possuem os dois aparelhos.

M-commerce já deixou de ser tendência
Imagem do Corbis Images.

De acordo com os resultados, em 2014, quase 67% dos entrevistados já haviam feito alguma compra pelo celular ou tablet. Em 2013 esse percentual era de 57%.

Entre os que já realizaram compras mobile, 60% utilizaram os sites de e-commerce, 37% compraram por meio de serviços intermediários como Paypal, Buscapé e PagSeguro, 32% utilizaram as lojas de app, como Google Play e Apple Store, 24% optaram por aplicativos de compra e 10%, SMS (conteúdo sobre futebol, horóscopo, etc.).

O computador ainda é o dispositivo preferido para compras virtuais – 92% dos entrevistados afirmaram realizar, com alguma frequência, compras por meio de PCs, 26% afirmam fazer o mesmo por meio de celulares e 21% por meio de tablets.

Um dado curioso é que enquanto 79% dos entrevistados utilizam o computador para acessar a internet banking, 54% acessam bancos por meio de smartphones e 22% por meio de tablets.

“As pessoas estão pouco a pouco se acostumando a utilizar o celular para realizar transações financeiras e, da mesma forma que a internet banking ajudou na proliferação do e-commerce, o acesso de bancos por meio de aplicativos móveis irá ajudar na disseminação do m-commerce”, afirma Felipe Lessa, diretor de produtos e marketing da Pagtel.

Por que e o quê comprar por meios móveis?

Enquanto 46% dos entrevistados afirmam que optaram por uma compra através de dispositivos móveis por acharem o meio mais prático, 69% ainda preferem utilizar o computador para compras. Muitos não consideram o m-commerce seguro (43%), ou se queixam de sites despreparados pera uso móvel (32%).

“O número de consumidores que aproveitam a comodidade e já confiam na segurança do mobile vem crescendo gradativamente. O dono de loja online que quiser crescer suas vendas deve se preparar para o m-commerce garantindo a segurança e a configuração adequada do site para uso móvel”, afirma Fernando Hasil, gerente de negócios da Mobi.life.

Entre os produtos considerados mais adequados para compras ou pagamentos móveis estão: ingressos (61%), conteúdos virtuais (55%), eletrônicos (52%), produtos culturais como CD, livro e DVDs (47%), delivery de comida (44%), entre outros.

Segurança

Entre os fatores que fazem os usuários se sentirem mais seguros na hora de uma compra através de dispositivos móveis estão a confiança na marca do site, aplicativo ou loja de aplicativo (80%), as formas de pagamentos aceitas (56%), os termos de segurança publicados no site ou app (47%), comentários de outros usuários (39%), digitação de senha pessoal (37%), reconhecimento biométrico (20%), reconhecimento visual por imagem (15%) e reconhecimento por voz (12%).

Mobile marketing

De uma forma geral, as propagandas mobile são mais criticadas do que elogiadas. Mensagens de voz são as mais rejeitadas (88% não aprovam a mensagem recebida), seguidas por banners em jogos (74% desaprovam) e banner em aplicativo (70% não apreciam o conteúdo).

A rejeição das campanhas mobile está diretamente relacionada à propaganda não autorizada pelo usuário, sobretudo vi SMS, conteúdos desinteressantes, sensação de invasão, alta frequência de recebimento de mensagens, e insegurança em relação a vírus e hackeamento.

O estudo mostra ainda que os banners em sites são o formato de propaganda que mais gera engajamento em dispositivos móveis, com 56% das pessoas já tendo clicado em algum deles, interessadas pelo produto ou serviço (55%), esperando ser redirecionada para o site dos anunciantes (54%) ou obter mais informações sobre os produtos e serviços (50%).

M-commerce já deixou de ser tendência

No mundo, M-commerce representará 21% das vendas online este ano

De acordo com dados da edição 2015 do relatório Internet Retailer Mobile 500, os 500 principais varejistas do mundo, sendo 366 dos Estado Unidos e 134 da China, Reino Unido, Rússia, Brasil, África do Sul e outros 16 países, as vendas móveis chegarão a US$ 83,780 milhões até o final de 2014, um aumento de 79,9% comparado ao ano anterior. As compras realizadas por dispositivos móveis serão responsáveis por 21% das vendas dos principais varejistas de e-commerce do mundo até o fim do ano.

“O Brasil teve um crescimento significativo nos últimos meses e já ocupa o quinto lugar de maior mercado do mundo de m-commerce. Para isso é preciso que as empresas estejam preparadas para atender esse público que está cada vez mais se acostumando a fazer compra por meio de dispositivos móveis. Ferramentas de marketing como, aplicativo próprio para a marca e o site responsivo, com fácil leitura e navegação em todos os dispositivos móveis, podem ser estratégias fundamentais para se diferenciar da concorrência”, explica Luís Felipe Cota, diretor de marketing da Goomark.

Texto e infográfico publicados no IDGNOW.

Por Wagner Andrade. Vivemos um momento onde o GPS se consolidou como a tecnologia padrão de localização mas — como você já deve ter descoberto — não funciona dentro de casa, do mercado, do shopping, da academia e nem do banheiro.

Essa lacuna se chama indoor location, que nada mais é do que localização dentro de lugares que o GPS não funciona. Esse segmento ainda dá seus primeiros passos, principalmente no Brasil, e não possui uma tecnologia padrão. Existem várias frentes, cada uma com seus prós e contras, nenhuma ainda que tenha preenchido todos os requisitos de custo/beneficio.

Para que precisamos de indoor location?

Você usa o GPS para se achar dentro dos complexos mapas de cidades desconhecidas e, de quebra, ainda pode encontrar bares, restaurantes, farmácias, escolas, hotéis e muito outros serviços. Essa informação é obtida em tempo real, desde sua origem até seu destino, cruzando dados de apoio como transito, transporte, meteorologia e até interação entre usuários.

Tudo isso é fantástico! E nos ajuda a sobreviver durante alguns dias de folga naquela praia que você nunca esteve antes — desde que tenha sinal 3G. Aliás, como as pessoas visitavam locais desconhecidos antes?

Ok, ótimo… mas sabe qual é o problema dessa tecnologia toda? Essa interação termina quando você entra em algum lugar onde não pega GPS. Ou seja, qualquer lugar coberto. Putz!

Acabamos de responder a pergunta lá de cima: para que precisamos de indoor location? Para ter toda essa interação dentro de lugares cobertos. Agora, vamos à próxima pergunta…

Para que precisamos de toda essa interação dentro de lugares cobertos?

Por que indoor location vai mudar sua vida?As possibilidades são muitas, mais possibilidades que nos locais externos, acredite. Vamos divagar em algumas:

Imagine que, ao chegar no shopping, você pode pesquisar por um produto, ver os preços, escolher dentre as opções e, por fim, ser guiado até a loja e o local onde o produto se encontra;
Ao entrar em uma loja você pode receber as principais promoções no seu celular;
Em um hospital você pode ser guiado até o quarto do paciente que foi visitar;
No estádio, ou no cinema, poderemos saber exatamente o local do nosso assento, onde encontrar pipoca, cachorro-quente, banheiros.

Assim como acontece com serviços externos, podemos nesses casos cruzar dados de outras fontes, como consultar suas preferencias para aprimorar sugestões:

Imagine chegar no mercado, passar por um corredor e seu celular avisar que o M&Ms está em promoção, porque ele sabe que você curtiu a página desses deliciosos doces no Facebook;
Ao chegar em casa e passar pela sua sala de estar, as luzes podem acender automaticamente, assim como o som ambiente com sua música favorita;
Ou até ligar a TV no canal de fofocas porque você acabou de postar no twitter sobre a morte daquela sub-celebridade ex-bbb (não faça isso, por favor).

Podemos ficar aqui até amanhã falando sobre as possibilidades, são infinitas. A tecnologia está caminhando para esse fim e novas portas estão se abrindo, logo será uma realidade. Em outros artigos vou entrar em mais detalhes técnicos de como isso funciona.

Talvez você esteja se perguntando sobre o impacto disso tudo na sua privacidade. Em tempos de internet, redes sociais e espionagem sugiro que você pergunte sobre privacidade para um ex-BBB.

Texto do Wagner Andrade publicado no site imasters.