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Os dispositivos móveis impactaram por completo a forma com que nos relacionamos uns com os outros e isso não poderia ser diferente no marketing. Só no Brasil, o número de usuários que utilizam smartphones chegou a 76,1 milhões no terceiro trimestre de 2015, um crescimento de 48% em comparação com o mesmo período de 2014, segundo a Nielsen Ibope.

Apesar da economia estar em baixa, esses números comprovam que estamos vivendo a era dos smartphones (mais de 20% das vendas no e-commerce no Dia das Mães foram através de dispositivos mobile) e o quanto a área tem um potente dinamismo para poder somar participação nas vendas online.

As grandes marcas já estão ligadas no que essa experiência de consumo pode trazer e sabem que a proximidade na palma da mão de seus clientes irá revolucionar este mercado.

Inovação pode salvar seu negócio

Quem aposta nas mídias digitais, acaba saindo na frente da concorrência. Desta forma você compete com as grandes marcas e consegue vender mais. Segundo o Sebrae, 70% das micro e pequenas empresas ainda não estão presentes no ambiente digital.

Além de que 45% dos donos de smartphones já realizaram algum tipo de compra de dentro de um aplicativo de dispositivo móvel. Nessa experiência, a imersão do consumidor é muito mais natural, pois ele visualiza em mãos os seus produtos de maneira rápida e simples.

Mas por que investir em mobile commerce?

Se você ainda não acredita que o mobile commerce não tem força suficiente para ser um grande investimento em marketing digital, preste atenção nesses dados: segundo a Coupofy, o mobile commerce cresce 300% mais rápido do que o e-commerce convencional e ainda prevê um crescimento de 42% para 2016.

As melhorias na qualidade de conexão, como o aprimoramento do 4G e redes de wi-fi disponíveis em diversos lugares, auxilia o crescimento e dá força às compras realizadas por tablets ou smartphones. Hoje, o Brasil conta com cerca de 32,53 milhões de dispositivos com internet 4G, segundo a Anatel.

Algumas empresas já reconhecem o resultado desse tipo de investimento, como a Netshoes que foi a pioneira em comércio móvel no mundo e em quatro meses de experiência registrou um aumento de incríveis 60% na quantidade de transações, um crescimento de receita de 262%, se considerado apenas o app.

Sites e e-commerces que não possuem versão mobile perderão performance

Deixe seu consumidor em alerta

Ao transformar seu app em uma verdadeira loja mobile, você não pode deixar de torná-lo responsivo e mais conectado com o cliente. As notificações de push são grandes aliadas para manter a comunicação entre o que é importante ser informado e na hora certa. O cliente recebe uma mensagem feita pelo próprio aplicativo divulgando promoções, lançamentos ou novidades sobre qualquer experiência feita com a marca.

Empresas como o Enjoei, uma companhia que permite que usuários vendam produtos, como um classificado online, se esbaldam das possibilidades que essa aproximação pode oferecer. As notificações são bem humoradas e dão um toque de personalidade à marca, que já tem uma comunicação efetiva e bastante marcante com seus usuários.

O envio de SMS também é uma possibilidade de engajar e informar na tela do smartphone trazendo novidades ou finalização de transações.

Ferramentas para o seu negócio

Para que seu m-commerce se mantenha competitivo, existem algumas ferramentas que o tornam eficiente e te ajudarão a potencializar sua estratégia mobile, como:

  • A HANDS Mobile oferece uma experiência que combina tecnologia e UX, com recursos receptivos e com foco em publicidade relevante e criativa para o seu e-commerce.
  • Ad Builder, uma ferramenta para construção de publicidade mobile, que oferece uma maneira simples de visualizar um protótipo de como será a funcionalidade da sua campanha.

Como interpretar as métricas no mobile?

Tenha um layout responsivo

Ao contrário de muitos m-commerce onde a visualização no mobile é cansativa e pouco intuitiva, não se esqueça de entregar aos seus clientes a melhor experiência possível com algumas dicas:

  • Um layout bem característico para a versão móvel;
  • Botões maiores com um Call to Action eficiente;
  • Texto curtos e diretos;
  • Um check out rápido.

Mídias sociais com foco mobile

Atualmente o acesso nas mídias sociais já são predominante via mobile, o que as torna grande fonte de tráfego para sua loja. Algumas delas permitem links para o seu site, ou permitem a solicitação de download, caso tenha app.

Mobile Ads

Quando se fala no termo ADS, você pensa em Google Adwords e Facebook Ads, porém quem são essas plataformas quando se fala em mobile marketing? Bom, os anúncios do Google Adwords e Facebook Ads também tem suas extensões mobile, sendo assim você pode configurar suas campanhas com esse foco. No caso do Facebook você tem opção de anúncios com foco em download ou até mesmo no Instagram, uma rede social com foco mobile.

O guia definitivo para criar anúncios no Instagram

Porém a grande publicidade mobile acontece dentro dos aplicativos, aonde seus produtores detém o perfil exato dos seus usuários e podem entregar a publicidade certa para seu público. Pensando nesse mercado, o Google, lançou a plataforma Admob, que conecta produtores e anunciantes no universo mobile.

É inevitável não abrir os olhos para essa nova fronteira do marketing online, afinal o crescimento do mobile commerce pode chegar a 40% no mundo todo e se você busca melhorar a performance das suas vendas, tanto para pequenos ou grandes negócios, deve investir nessas ferramentas de marketing que levam seu produto ainda mais longe, ou melhor, bem na palma da mão do seu cliente.

Afinal de contas seu cliente pode não finalizar sua compra pelo celular, mas as chances são grandes dele pesquisar preços e mais informações enquanto assiste um comercial de TV ou enquanto está passeando pelo shopping.

Anúncios online são o ponto-chave para convencer pessoas a conhecer determinado produto, atraindo-os das mais diversas plataformas — como as redes sociais (Facebook Ads, LinkedIn Ads e outras), mecanismos de busca (Google Adwords), e através de banners em outros sites — para o seu e-commerce.

Quando falamos de anúncios, temos que ter em mente que, para conseguir fazer os melhores, é necessário um grande conjunto de pequenas ações. Para entender melhor como prosseguir com cada detalhe, listamos algumas dicas de marketing para criar anúncios com grande potencial de cliques.

Escolha a imagem perfeita

Uma das coisas que devem ser feitas para ter anúncios online de sucesso é saber escolher a imagem do anúncio. Ela deve ser compatível com seu produto ou com o serviço que você estará disponibilizando para a pessoa que vai clicar nesse anúncio.

Além disso, podemos citar que o grande objetivo das imagens é causar impacto nas pessoas, despertando curiosidade e vontade de clicar. Uma técnica muito usada por empresas de marketing é usar imagens com bordas destacadas e, também, rostos de pessoas, pois eles costumam chamar mais a atenção do leitor.

Direitos de uso de imagem

Tome cuidado com os direitos de uso da sua imagem. Tenha em mente que é diferente de quando trabalhamos um conteúdo editorial. Imagens para anúncios de marketing precisam ser produzidas, adquiridas em um banco de imagens ou terem a marcação de utilização livre (o que pode não ser muito recomendado, pois se é livre para seu uso, é livre para o uso de qualquer um).

Recomendamos esta leitura antes de escolher suas imagens: 12 melhores tipos de imagens para atrair e persuadir usuários

Lembre-se de que título e texto precisam conversar com a imagem

Depois de escolhida uma imagem que desperte a curiosidade do leitor, você precisa cuidar o título e do texto dos seus anúncios online. A dica é optar por um título que combine com a imagem e que também gere impacto e curiosidade no leitor. A maioria dos títulos de anúncios possuem dois objetivos: evitar a dor e proporcionar prazer.

Exemplificando, evitar a dor é solucionar algum problema das pessoas e proporcionar prazer significa oferecer um título que fale de vantagens que a pessoa pode obter se clicar ali ou adquirir o produto.

Com relação ao texto, é necessário fazer uma breve explicação do seu produto ou serviço que está sendo tratado no anúncio. Também é importante falar das vantagens que o seu produto possui com relação a outros do mercado.

Call-to-action

Outro ponto importante que deve ter em qualquer anúncio online (seja em ads em forma de texto ou em banners em forma de botão) são os call-to-actions (ou chamadas-para-ação). Mostrar claramente o que seu anúncio pretende faz diferença para a pessoa impactada. Termos imperativos com “compre agora”, “inscreva-se” ou até mesmo um “saiba mais” fazem toda a diferença. É fundamental que seus anúncios sempre tenham call-to-actions.

Direcione o anúncio para o público ideal

De nada adianta ter a melhor imagem e os melhores títulos e textos de anúncios online se você não conseguir achar o público ideal, isto é, o público-alvo do anúncio. É muito comum a taxa de clique de um anúncio ser baixa quando ele é mostrado para as pessoas erradas. Dessa forma, preocupe-se muito com a segmentação do público que visualizará o seu anúncio.

O erro de muitas empresas ao fazer anúncios é pensar que, por ter um grande público, os anúncios serão muito clicados. Na verdade, quanto maior for o público, menor será a taxa de clique caso esse público não tenha interesse nos produtos que são exibidos nos anúncios.

Lembre-se ainda de nunca prometer algo diferente do que tenha no link de direcionamento. É fato que você pode aumentar sua taxa de cliques com chamadas muito sensacionalistas. Porém, elas são prejudiciais. De nada adianta conquistar um acesso que procura algo que não existe.

Além disso, qualquer um que clicar em um anúncio e descobrir que se tratava de “sensacionalismo” ficará insatisfeito e muito provavelmente nunca mais clicará em um link seu. Sua reputação em um primeiro contato com o público estará em jogo.

Saiba encontrar o seu público-alvo

Agora que você já sabe que achar o público ideal é uma das principais dicas de anúncios online, precisa saber como achar esse público-alvo.

Caso você esteja em plataformas de anúncios como Facebook ou Google Adwords, é muito fácil achar o seu público-alvo. Para isso, é necessário definir qual é a persona do seu produto, sabendo qual o gênero, idade, localização, interesses, etc.

Com essas informações em mãos, basta colocá-las na segmentação das plataformas de anúncios online. Por exemplo: mulher de 20 a 30 anos, que mora na região Sul do país e que tem interesse em emagrecer, produtos para emagrecimento, dietas, etc.

Você tem alguma outra dica para compartilhar? Conte para nós através dos comentários!

Relatório da Salesforce também mostra que boa parte deles pretende aumentar investimentos em mídias sociais e em apps sociais

Por  para o Brainstorm 9. Os departamentos de mídias sociais poderão receber uma verba extra neste ano. Segundo o relatório 2015 State of Marketing, da Salesforce, profissionais de marketing das mais diversas áreas tendem a aumentar seus investimentos em publicidade para mídias sociais, incluindo anúncios em aplicativos e plataformas sociais como o Facebook, Twitter, InstagramSnapchat.

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Dentre os 5 mil profissionais entrevistados,

66% AFIRMARAM PERCEBER AS MÍDIAS SOCIAIS COMO ESSENCIAIS PARA OS SEUS NEGÓCIOS, E A MESMA PORCENTAGEM JÁ POSSUI EQUIPES DEDICADAS A CUIDAR DE CANAIS DA MARCA EM REDES SOCIAIS.

Conteúdos orgânicos e patrocinados também estarão em alta neste ano – 70% dos entrevistados disseram ter intenções de investir mais nesse tipo de ação de marketing.

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“Um dos receios que eu tinha era que com o crescimento da publicidade em mídias sociais, que as marcas não conseguissem entender que seria preciso também manter uma base de conteúdo orgânico, caso contrário, a publicidade pode ter uma baixa performance. Mas parece que as ações publicitárias serão complementadas por conteúdos orgânicos também”, explica Jeff Rohrs, VP de insights de marketing da Salesforce.

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O relatório completo pode ser conferido no blog da Salesforce. Abaixo você confere um resumo das informações referentes ao Brasil (o relatório é global).

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Texto publicado no Brainstorm 9

As empresas pioneiras vivem um esforço constante para encontrar novas formas de aprimorar o relacionamento com seus consumidores. Nessa tentativa, surgem modismos que prometem soluções rápidas, mas desaparecem com a mesma velocidade com que costumam surgir no mercado. Por sorte, outras tendências evoluem lado a lado com as organizações e indivíduos, proporcionando excelentes resultados para as empresas que as adotam.

A Gamification, ou Gamificação, é uma dessas vertentes que parecem ter chegado para ficar quando o assunto é o relacionamento das marcas com seus consumidores. Prova disso são os números de um relatório divulgado pelo Gartner, empresa de pesquisa de marketing: até 2018, a gamificação será um mercado de mais de 5 bilhões de dólares em todo o mundo.

Ficou curioso? Conheça um pouco mais sobre essa tendência e descubra como ela pode transformar o seu relacionamento com os clientes:

Mais participação e engajamento

Uma das melhores formas de definir a gamificação é pensá-la como uma estratégia de aplicação de elementos de jogos em problemas não relacionados a jogos (como negócios, gestão ou ações sociais). Para as empresas, essa inciativa tem como principal objetivo engajar seu público com a marca, utilizando recursos de interação que são, na maioria das vezes, lúdicos.

A mecânica da gamificação no marketing é simples: a empresa oferece oportunidades para que os clientes realizem algumas ações e, caso elas sejam completadas de acordo com as regras pré-estabelecidas, uma recompensa é recebida.

Uma das razões para o seu amplo sucesso entre as empresas de diferentes segmentos é o seu apelo psicológico: a gamificação explora características inerentes aos seres humanos, como a cooperação em comunidades, a competitividade, a realização pessoal, o status social, o altruísmo, entre outras. Com isso, uma marca se utiliza de elementos de diversão em suas iniciativas empresariais, ao mesmo tempo em que influencia o comportamento de seus consumidores.

No mundo real

A tendência da gamificação pode ser aplicada tanto de forma virtual (com usuários ganhando recompensas e incentivos na web, como medalhas, pontos, cupons ou ‘badges’) quanto física.

Atualmente, a tendência é que as empresas busquem criar interações fáceis de serem aprendidas e executadas, e que também estimulem a participação dos usuários de forma repetida. Essa estratégia possui um apelo particularmente forte nas redes sociais, um ambiente em que as pessoas já estão altamente propensas a interagir com as marcas de sua preferência.

Para aplicar a gamificação no negócio, basta que a empresa encontre as mecânicas que se apliquem ao seu perfil de público e contribuam para o estabelecimento de uma conexão emocional com a marca, o que pode aumentar a lealdade dos clientes em relação a ela.

Para algumas organizações, a solução pode ser oferecer recompensas à medida que seus produtos e serviços são comprados, desenvolvendo programas de fidelidade que fazem com que os consumidores retornem constantemente.

Gamification: a estratégia que vai transformar o seu relacionamento com clientes

Já para outras, o importante é muito mais a interação do que a compra em si: em comunidades virtuais e fóruns, por exemplo, os internautas podem ganhar pontos por realizarem ações como criar tópicos, responder a perguntas, iniciar discussões, entre outras formas de contribuição, acumulando benefícios que podem ser aproveitados junto à empresa.

Outro uso inteligente da gamificação é como uma alavanca para a adoção de novidades e inovações pelos consumidores, como uma nova versão de um software ou um novo serviço baseado na web. Com isso, os usuários podem receber desafios para interagir de forma mais profunda nesse novo ambiente, sentindo-se estimulados a descobri-lo progressivamente e a aceitar as mudanças de forma mais positiva.

Cases de sucesso

Muitas pessoas associam as soluções de gamificação a jogos complexos e elaborados que exigem elevados investimentos para seu desenvolvimento. No entanto, alguns casos de sucesso mostram que aproveitar essa tendência pode ser bem mais fácil do que parece.

Gamification: a estratégia que vai transformar o seu relacionamento com clientes

O acúmulo de milhas em viagens aéreas, desenvolvido de forma pioneira pela PanAm, é considerado uma das primeiras iniciativas voltadas para a gamificação. Ainda que não envolva recursos lúdicos, o acúmulo de pontos para troca por novas passagens estimula um comportamento esperado em seus clientes, contribuindo para o aumento das vendas e da fidelização.

Já no ambiente mobile, o Foursquare é uma das marcas que trabalham bem o conceito de gamificação, desafiando seus usuários a ganharem ‘badges’ e status na rede social ao fazerem check-in nas localidades que visitam. Visitando um mesmo estabelecimento várias vezes, um usuário pode virar prefeito do local e ganhar descontos em produtos e serviços ou outros tipos de recompensas.

Outro exemplo célebre de gamificação foi o serviço de armazenamento na nuvem do Dropbox. Os usuários do sistema que completam certas tarefas (como fazer um tour pelo serviço, conectar a conta às redes sociais, fornecer feedbacks ou indicar a marca para amigos) ganham espaço adicional de armazenamento, se tornando experts e embaixadores da marca de uma só vez.

Alinhamento

Não se esqueça de que, para proporcionar resultados realmente valiosos para o negócio, é fundamental que a estratégia de gamificação esteja alinhada aos objetivos da organização. Dessa forma, a empresa garante que os usuários irão se sentir motivados a interagir com a marca pelos motivos certos e não somente pelo puro entretenimento.

Além disso, é fundamental que a sua empresa seja capaz de monitorar o feedback dos usuários que estão aderindo a essa inciativa. Somente assim será possível realizar melhorias e adicionar funcionalidades que tornarão a experiência sempre divertida e recompensadora para seus usuários, assim como acontece nos jogos.

Com tudo isso, fica mais fácil perceber por que a gamificação vem se consolidando como uma importante tendência nas organizações nos últimos anos. Afinal, não é por acaso que o Gartner estima que 70% das 200 empresas que compõem o ranking global da Forbes estejam planejando utilizar a gamificação para aprimorar suas estratégias de marketing.

E quando pensamos que as estratégias de jogos podem ser adotadas não somente para o relacionamento com consumidores, mas também para aprimorar treinamentos, gestão e até mesmo acompanhar a carreira de funcionários, fica óbvio que a gamificação não é um simples modismo que está prestes a desaparecer.

E você? Entendeu o potencial da gamificação? Acredita que essa tendência realmente veio para ficar? Não perca tempo e saiba mais a respeito dessa estratégia.

Como conquistar engajamento e motivar seus clientes com gamification

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Como conquistar engajamento e motivar seus clientes com gamification

As redes sociais já provaram seu poder de comunicação há algum tempo e os brasileiros abraçaram toda essa cultura de socialização, compartilhamento e viralização. Atualmente, as empresas não têm como “escapar” da realidade online, principalmente as lojas virtuais.

Mesmo que sua loja virtual não tenha um perfil no Facebook ou uma conta no Twitter, isso não impede que seus clientes falem a seu respeito, recomendando seu site, criticando ou mesmo elogiando.

Porém, nem só de gestão de crises vivem as redes sociais, quando bem gerenciadas elas representam um enorme potencial de divulgação da sua marca e do seu e-commerce. Conheça 5 motivos para apostar nas redes sociais:

1. Conhecer as preferências e entender o comportamento do seu público.

As redes sociais podem funcionar como ferramentas de pesquisa de mercado muito eficazes. É possível definir o perfil do seu público-alvo analisando informações como descrição, preferências, compartilhamentos, etc.

Encare comentários, elogios e reclamações como dados importantes para entender seu público e definir as estratégias para o seu negócio.

2. Criar um relacionamento mais próximo com o cliente.

Rede social é sinônimo de relacionamento. Ser “social” é mais um passo na construção da boa relação e da fidelização do cliente. Interaja com seu público, marque em seus posts os usuários mais engajados, aqueles que costumam compartilhar seu conteúdo nas redes sociais. Eles ficarão felizes pela lembrança.

3. Fortalecer a identidade da marca.

A comunicação nas redes sociais deve ser personalizada e condizente com o perfil da empresa. Se você tem uma loja online de artigos voltados para o público mais “descolado” não faz sentido usar termos muito rebuscados.

Grandes e-commerces varejistas apostam até na personificação de personagens para representar sua cara nas redes sociais. Dessa forma, é possível fortalecer a identidade do seu e-commerce diante do seu público.

Social-Media-Crisis-Management4. Otimizar o atendimento.

Atualmente, as redes sociais estão se tornando os novos SACs (Serviço de atendimento ao cliente), mesmo que para a maioria dos gerentes de e-commerce essa não seja uma boa notícia, para outros é a oportunidade perfeita para gerenciar crises de forma mais dinâmica e clara.

Com um bom suporte para atender essa demanda, pequenas dúvidas do consumidor ou de potenciais clientes podem ser sanadas rapidamente. Assim muitos e-commerces conseguem virar o jogo e viralizar seu excelente atendimento. Impactando positivamente na reputação da empresa.

5. Divulgação de baixo custo.

É preciso atenção nesse ponto, não transforme a rede social do seu e-commerce em uma folha de classificados. Isso vai espantar seu público! Você pode utilizar o espaço de forma moderada e estratégica.

Na dúvida, crie seu plano de conteúdo com base na regra 80/20, sendo 80% de conteúdo informativo e 20% de conteúdo publicitário. Outra dica é sempre criar um contexto para divulgar suas ofertas, link sua oferta à realidade do seu público.

Seu e-commerce já aposta nas redes sociais? Então, compartilhe conosco suas dúvidas e comentários.

O E-commerce não para de crescer no Brasil! Só no primeiro semestre de 2014 houve aumento de 26% em relação ao mesmo período do ano passado, o que significa um volume de vendas da ordem de R$ 16 bilhões. As projeções para os próximos ciclos continuam otimistas, segundo levantamento do 30º relatório WebShoppers, apresentado em agosto.

Apesar da desaceleração econômica observada em setores como o automotivo, por exemplo, o cenário nacional para o e-commerce continua favorável, o que estimula o surgimento de novos empreendedores e o aperfeiçoamento daqueles que já estão no mercado. No post de hoje vamos oferecer 5 dicas para você melhorar a loja virtual em gerenciamento e desempenho, garantindo uma participação significativa na fatia promissora deste mercado. Confira!

# Sua loja atende bem o Mobile Commerce?

Se a resposta for não, melhor rever seus conceitos! Nos últimos meses a venda de dispositivos móveis disparou no país (em 2013 foram vendidos 35,6 milhões de smartphones segundo o IDC e a estimativa é que esses números sejam superiores a 50 milhões para 2014).

Somos também uma nação que investe pesado na compra de smartphones e temos visto, cada dia mais, a difusão dos tablets, mesmo entre quem é da classe C. Esses dados ajudam a explicar a explosão de vendas via dispositivos móveis, o Mobile Commerce (M-commerce).Veja o infográfico:

Infográfico Mobile Commerce no Brasil - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.
Infográfico Mobile Commerce no Brasil – Dados do Relatório Webshoppers 30.
Veja+: Infográfico: Lojas virtuais vendem mais de 16bi no primeiro semestre de 2014.

As compras efetuadas por esses dispositivos cresceram no país, o que representou um aumento também do faturamento. Ainda segundo o E-bit Webshoppers, são incríveis 102% de aumento do faturamento de 2013 para 2014 e 126% de crescimento de volume de pedidos.

Portanto, trate de adaptar sua loja virtual para atender bem seus clientes mobile. Invista em plataformas responsivas, que se adaptam a todas as plataformas, para não perder nenhuma venda!

# Monitore o tráfego do seu site.

Achismos a parte, você só terá a real dimensão do seu alcance e da sua performance se tiver em mãos relatórios periódicos sobre quem entra no seu site, quanto tempo fica e em quais páginas circula. Para reforçar a análise, recomendamos aferições diárias, semanais e mensais.

Dessa forma você vai poder ver, na prática, o quão atrativa está sua loja e adotar medidas para ampliar o tráfego e, consequentemente, a conversão do seu site.

Dica de Ouro: Cyfe (www.cyfe.com)

Um painel online que integra gráficos de vários sistemas. Este sistema é o “Sonho de Consumo” de qualquer gestor de loja virtual. Com ele você consegue visualizar em uma mesma tela gráficos importantes como do Google Analytics, Google Adwords, Facebook, Twitter, entre outras. Isso economiza muito tempo não só pelo fato de não precisar fazer o login em vários sistemas, mas também coloca um gráfico ao lado do outro permitindo uma rápida analise das suas métricas mais importantes.

Cyfe - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Para começar a usar este sistema gratuitamente, basta se cadastrar e configurar quais os gráficos que você deseja visualizar seja do Google, Facebook, Twitter, Addthis, Mailchimp, (entre vários outros). Para integrar o gráfico é preciso clicar em Add e Widdget e estar logado previamente na ferramenta a ser adicionado. A versão free dá direito a colocar 5 gráficos, e analisa dados pelo período de 30 dias anteriores a data do dia do acesso a ferramenta.

Veja mais ferramentas gratuitas: 30 ferramentas gratuitas para TURBINAR seu E-commerce.

# Dê mais atenção às páginas da sua loja.

Sim, essa dica é importante, porque não basta que você tenha os dados gerais do seu site. Você precisa saber quais são as páginas que mais e menos recebem visitas e também aquelas que levam à saída da sua loja. E investigue as causas: páginas poluídas? Descrições que não explicam? Muitas cores? Design pouco atrativo? Leia mais sobre Design para E-commerce: 7 tendências de Design para lojas virtuais.

Dica de Ouro: Eyequant (www.eyequant.com)

É uma ferramenta que simula por meio de algoritmos o caminho que o olhar do internauta faz quando visita um site. Este sistema é excelente para você entender o que está chamando mais a atenção do seu internauta quando olha por exemplo para a home da sua loja. Você poderá descobrir que o banner que supostamente deveria captar o olhar do usuário está perdendo para um produto com a cor vermelha ao lado.

Dica de Ouro: Eyequant (www.eyequant.com) - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Esta análise permite você aprimorar a eficiência da sua comunicação visual para poder aumentar a conversão de vendas de seus anúncios e também melhorar a experiência de navegação de forma geral na sua loja. É possível fazer um teste gratuito colocando a URL do seu site e se cadastrando no sistema. Ele irá gerar uma imagem sombreada iluminando as partes que concentram o olhar do internauta, você pode ainda ver um mapa de calor destes pontos.

Entenda melhor sobre esta ferramenta: Eye-Tracking: Para onde vão os olhos do visitante em um website.

Com as respostas em mãos você conseguirá resolver o problema das páginas pouco visitadas ou que não conseguem reter a atenção do visitante por muito tempo.

# Aumente o valor médio do pedido.

Aumente o valor médio do pedido - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Você chega ao tíquete médio dividindo o lucro total pelas compras fechadas. Esse valor te dá o panorama atual das suas vendas. Para aumentá-lo você pode adotar medidas como:

• Especialização dos produtos, foco nos nichos. Texto relevante: Em busca do produto perfeito –  Por que investir em um E-commerce de nicho.
• Marketing de conteúdo, que engaja pessoas com o perfil consumidor para o seu negócio. E-book gratuito: Estratégias de Marketing de Conteúdo para E-commerce.
• Reduza a taxa de abandono do carrinho. Texto relevante: 6 dicas para reverter carrinhos abandonados em vendas.
• Faça cross-selling (sugestões de produtos complementares) e up-selling (sugestão de produto que agrade melhor um cliente já conhecido). Mais sobre o assunto: Marketing Comportamental.

# Proteja-se contra fraudes.

Combata fraudes nos pagamentos online: isso pode ser feito através da contratação de plataformas confiáveis no mercado e disponibilização várias opções de pagamento aos clientes. Acontece mais do que você imagina, e algumas dicas do que procurar ao analisar um pedido são fundamentais para se proteger.

Proteja-se contra fraudes - 5 dicas para o gestor melhorar a loja virtual.

Como se trata de um tema amplo, separamos este Webinar gravado com Rogério Anacleto, especialista em combate à fraudes da FControl: Combata fraudes da sua loja virtual. E a apresentação de slides e perguntas feitas para acompanhar o vídeo. Leia também:  Um Monstro chamado Chargeback.

Aproveite nossas dicas e otimize o gerenciamento – e consequentemente a performance – do seu e-commerce. Se ainda tiver dúvidas, deixe-as nos comentários e lhe responderemos. Continue acompanhando nosso blog para mais dicas de ouro sobre o comércio eletrônico!

Identidade Profissional no LinkedIn ou CV.doc? Em qual tempo você está?

Estando à frente da Universidade Buscapé desde 2012, já faz parte do meu dia a dia receber CVs de pessoas que desejam trabalhar com E-commerce ou Marketing Digital, e me perguntam se eu poderia divulgá-lo para minha rede de contatos.

Minha pergunta padrão de uns tempos para cá é: antes de me enviar seu currículo, me diga como está sua “Identidade Profissional”? E a resposta também padrão que ouço é: hein?

Apesar de esta situação ser recorrente, posso afirmar que em contrapartida uma parcela significativa dos profissionais com quem tenho contato já descobriu que aquela prática de revirar o HD para achar o arquivo “CV.doc” e atualizá-lo com suas últimas experiências profissionais é bem diferente de já possuir um perfil consistente no LinkedIn (e não importa se está a procura ou não de um “novo desafio” ) e frequentemente adicionar novos projetos, cursos, experiências e etc. Em outras palavras, trabalham a sua própria “marca corporativa” , também conhecida por Identidade Profissional.

Uma coisa que poucos sabem é que a verdadeira quebra de paradigma do LinkedIn é dar a possibilidade de se analisar  propostas  de emprego quando justamente não se está precisando e com isso impulsionar a carreira naturalmente.

Se você ainda não está convencido desta tendência aí vão alguns dados interessantes sobre o LinkedIn:

 Desde que fincou escritório no Brasil no final de 2011 viu sua rede expandir de 6 para 15 milhões e no mundo já soma mais de 300 Milhões de perfis. Veja também: LinkedIn ultrapassa Twitter como rede social mais usada no Brasil.
 A ferramenta Job Recruiter que permite aos recrutadores de qualquer empresa pesquise com precisão um perfil na rede é a principal fonte de receita do LinkedIn, ao contrário do Google e do Facebook que ainda são muito dependentes do faturamento dos anúncios.
 É possível aumentar muito a visualização do seu perfil simplesmente deixando-o mais completo e atualizado, pois isso é um dos principais parâmetros considerados nos resultados de busca.
 No mundo o segundo segmento de maior aderência de Medicina e Saúde, mostrando que a  ainda existe  muito a crescer no Brasil em termos de novos perfis de profissionais.
 80% das pessoas que acessam o Linkedin não estão procurando emprego, mas sim consumindo conteúdo e se relacionando com sua rede contatos. Leia mais: Qual rede social usar: Dois Contextos, Dois Mindsets.
 O Slideshare é uma empresa do LinkedIn e isso possibilita o uso de apresentações de forma simples e totalmente integrada no perfil.
 Suas funcionalidades mudaram muito nos últimos dois anos, estão mais amigáveis, o design mais bonito e cada vez mais parecido com seu “primo”, o Facebook.

É fato que não basta simplesmente sair recheando de texto o seu perfil. Para obter os melhores resultados é preciso entre várias coisas, fazê-lo de forma organizada, usar corretamente o endosso da sua rede de contatos e obviamente manter absoluta veracidade no conteúdo apresentado.

Como este assunto apesar de não ser novo, está começando a ganhar forca na carona do crescimento acelerado do LinkedIn, começam a surgir cursos, e-books e posts em blogs especializados sobre o tema.

E então? Bora se informar e dar aquele lustre nos bytes da sua Identidade Profissional?

Por Peter Rosenwald para a Endeavor. O problema é que muitas pessoas de marketing, com os olhos claramente focados em ganhar o prestigiado e glamoroso Leão de Cannes pela “criatividade”, têm pouco interesse em qualquer coisa tão mundana como “métricas”.

Isso é para contadores, dizem ironicamente. Ninguém é tratado como celebridade nos happy hours frequentados pelo pessoal de marketing e publicidade pelo ROMI (retorno sobre o investimento em marketing) de uma campanha. Mas eles deveriam ser.

A disponibilidade de dados que medem o desempenho de marketing com muito mais detalhes do que jamais foi possível antes, e a crescente concentração de clientes e demanda por retornos mensuráveis sobre seu investimento em marketing estão mudando essas atitudes. Mas um dos maiores desafios é encontrar mais pessoas de marketing que vejam o quanto as métricas de marketing podem ajudá-las a fazer um trabalho melhor e servir melhor os seus clientes.

No filme “Todos os Homens do Presidente”, um filme dramático de 1976 sobre o escândalo de Watergate, um personagem fundamental aconselha os repórteres investigativos a “seguir o dinheiro”. Esse é um bom conselho de como gerentes devem conduzir o seu pessoal de marketing para construir uma estratégia fundada em métricas e não apenas em inspiração. Dito isso, não é tão simples quanto parece. Mas também não é tão difícil.

Examinando por que algumas pessoas de marketing em uma empresa brasileira conhecida estavam sendo contrários ao desejo dos seus colegas de produto de mudar uma iniciativa de marketing, seguimos o dinheiro e descobrimos que era uma simples questão de que as compensações de bônus dos dois grupos não fora alinhada.

Fazer a campanha de uma maneira era melhor para o pessoal de marketing, da outra forma era melhor para a equipe de produto. Alinhar o sistema de bônus imediatamente acabou com a discordância. Nenhum dos grupos havia se perguntado: o que é melhor para a empresa?

Essa pergunta: “o que é melhor para a empresa” (e a cultura de se fazer essa pergunta constantemente) está no cerne de como introduzir uma cultura de métricas para o pessoal de marketing.

Imagine uma situação em que duas iniciativas de marketing foram comparadas lado a lado. A equipe que criou e gerenciou a iniciativa na qual as métricas apresentaram a maior ROMI foi recompensada com um bônus significativo, talvez até mesmo com uma parte do aumento do lucro. O time perdedor não recebeu nada. Isso não chamaria a atenção e promoveria a mudança da cultura?

Embora nunca deva ser apenas sobre o dinheiro, não há dúvida de que o dinheiro desempenha um papel principal. Mais e mais empresas estão exigindo que suas agências e fornecedores de marketing trabalhem em regime de “risco”. Depois de o cliente cobrir os custos básicos, a remuneração das agências é baseada em quão melhor ela desempenha em relação a métricas de base pré-determinada.

A métrica chave deve ser o ROMI: Quanto de vendas adicionadas, de lucro, ou do que seja, são provenientes da aplicação de uma estratégia ou de outra? Ao olhar para estratégias alternativas com base em qual é mais provável de produzir o melhor resultado (e talvez um bônus maior), o pessoal de marketing está mais propenso a escolher aquele com o maior retorno.

Como introduzir uma Cultura de Métricas para a Equipe de Marketing.

Há, a meu ver, 6 principais métricas a serem consideradas:

1. O custo permissível por pedido (ACPO)

Saber o que você pode gastar em marketing para atrair, vender e manter os clientes, e medir seu gasto real em relação a isso;

2. Breakevens de marketing

Saber quantos pedidos você precisa receber provenientes de cada meio para atingir o breakeven em relação ao seu ACPO, e determinar se você alcançou essas metas ou não;

3. Etapas do Funil

Conhecer a porcentagem de resposta e o custo por cliente em cada etapa do processo do funil desde o contato inicial até a conversão em venda, e medir o real em relação a isto,

4. Lifetime Value, Churn (ou atrito) e CRM

Conhecer o lifetime value do cliente, os níveis e custos dechurn e investimentos em CRM permitidos, segmentados e apropriados, e medir o desempenho real em relação a estes,

5. Taxas de abertura, Taxas de clique, Taxas de abandono, etc

Saber que estes e muitos outros sãoúteis, mas todos fazem parte do quadro econômico total.

6. Os resultados, o lucro: O Retorno sobre o Investimento em Marketing (ROMI)

Conhecer o retorno em receita e a margem sobre a sua despesa promocional é a métrica final. Você já fez melhor ou pior?

Uma empresa da indústria de bens e produtos de grande consumo pode se recusar a aceitar essas métricas: estas só se aplicam a comercialização orientada a dados, dizem. Até certo ponto eles estão corretos: as mesmas métricas não podem ser aplicadas a todas as iniciativas de marketing. Mas variações dessas métricas podem ser a base sobre a qual qualquer programa de marketing pode ser construído e avaliado.

Deixar muito claro para as equipes de marketing que eles serão julgados e premiados de acordo com o quão bem eles desempenham em relação a essas métricas, não quantos prêmios eles ganham em Cannes, será a melhor forma de fazê-los entender e abraçar a cultura de métricas de marketing.

Pensando bem: se um Leão de Cannes fosse dado por “desempenho nas métricas” em vez de apenas julgamento de pares em “criatividade”, pense quantos profissionais de marketing iriam perceber sua importância.

Até a próxima!

Peter J Rosenwald é especialista em Data-Driven Marketing e autor do livro “Accountable Marketing: Otimizando resultados dos investimentos em Marketing”.

Texto publicado no site da Endeavor.

Na hora de começar um e-commerce muitos empreendedores esbarram em uma grande dúvida: o que vender, afinal? Bem, a primeira dica para quem está em busca do produto perfeito é optar por um mix muito diversificado de produtos pode não ser a melhor opção, já que a quantidade de grandes lojas virtuais é enorme e essa é uma concorrência nada justa, não é mesmo?

Por isso, uma boa opção para pequenos empreendedores que desejam ingressar no comércio virtual é investir em um e-commerce de nicho. Confira algumas razões para esta escolha:

Fidelize seu cliente

Imagine que você optou por abrir um e-commerce exclusivo para sapatos femininos em tamanhos grandes. A partir do momento em que uma mulher que tem dificuldade em encontrar calçados do tamanho dela abrir a sua loja virtual e ver que há diversos modelos que ela gosta, ela já ficará encantada. Se fizer uma compra e gostar do atendimento, ela também vai voltar, certo? E, melhor do que isso, ela vai voltar direto para a sua loja porque sabe que só ali ela vai encontrar os sapatos que precisa.

Esse é um excelente exemplo de um cliente fiel que, além de gerar vendas constantes, também ajuda no marketing boca a boca. Por exemplo, se a mulher que comprou na sua loja ficou satisfeita ela recomendará para amigas que tenham a mesma dificuldade que ela. Dessa forma, você passa a ser a solução dos problemas de um grupo maior de consumidoras específicas. Excelente, não é mesmo?

Torne-se uma referência

Quando você aposta em uma loja virtual de nicho aumenta bastante as chances de se tornar uma referência na sua área de atuação. Isso porque, além da qualidade do seu produto e serviço, você ainda conta com menos concorrência. Isto é muito valioso para uma pequena empresa!

Além de se tornar cada vez mais conhecida por potenciais clientes, sua loja virtual ainda terá divulgação extra. Vale dizer que empresas que se tornam referência, costumam ser bastante procuradas para dar entrevistas para meios de comunicação, participar de eventos do mercado, etc. Ou seja, visibilidade garantida para o seu negócio!

Ofereça um produto e um serviço personalizado

Verdade seja dita: grandes lojas virtuais costumam ser bem impessoais. Porém, ao investir em um e-commerce de nicho você pode tirar vantagem desta característica apostando exatamente na personalização.

Cabe dizer que uma base mais restrita de clientes permite, por exemplo, que você ofereça uma embalagem diferenciada, dê um mimo no aniversário do cliente, faça uma comunicação personalizada com o nome do cliente, etc.

Em busca do produto perfeito: Por que investir em um e-commerce de nicho.

Estabeleça um relacionamento mais próximo com os seus clientes

Um empreendedor apaixonado por futebol que decide abrir uma loja virtual para comercializar camisas de time, por exemplo, tem tudo para estabelecer um relacionamento mais próximo com os clientes por um motivo muito simples: eles compartilham a mesma paixão.

Por isso, na hora de abrir o seu e-commerce, não deixe de levar em consideração as coisas que você gosta e os hobbies que você tem. Cabe ressalta que isto vai auxiliá-lo na hora de criar um elo com os consumidores do seu site. Caso você seja um especialista, pode ter certeza que o cliente preferirá falar com você do que com qualquer empresa grande do mercado.

Apostar em um e-commerce de nicho é uma excelente alternativa para pequenos empresários que são especialistas em alguma área e não querem, ou ainda não têm condição suficiente para, entrar na briga com os grandes varejistas do mercado. Por isso, se você se enquadra em um dos dois casos, mãos à obra e boas vendas!

Do que você gosta? Já pensou em investir neste mercado e conquistar esse nicho para fazer seu e-commerce decolar? Conte suas ideias para a gente nos comentários!

52% dos brasileiros fazem compras por impulso. Mais da metade dos brasileiros (52%) assume que já fez pelo menos uma compra por impulso nos últimos três meses. A conclusão é de um estudo realizado nas 27 capitais pelo portal de educação financeira Meu Bolso Feliz em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

52% dos brasileiros fazem compras por impulso.

O levantamento também procurou identificar com quais produtos os brasileiros mais gastaram desnecessariamente nos últimos 90 dias. Itens como roupas (29%) e calçados (19%) lideram a lista das compras supérfluas, seguidos por eletrônicos/celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%). Dentre as mulheres, a preferência por roupas e calçados é ainda maior: atinge 33% e 19% dos casos, respectivamente.  Do lado masculino, além das despesas com roupas (24%), a aquisição de produtos eletrônicos ganha mais destaque (26%).

A principal justificativa dada pelos consumidores para comprar por impulso são os descontos e promoções, mencionados por metade da amostra (50%). Vale destacar que apesar das promoções serem consideradas uma forma de propaganda para atrair mais público, uma parcela reduzida de apenas 2% e 1%, respectivamente, dos entrevistados assume que é influenciada por campanhas publicitárias ou pela própria ansiedade no ato da compra não planejada.

A pesquisa também mostrou que muitos consumidores brasileiros procuram adequar os gastos ao orçamento, mesmo sabendo que o desembolso total pode ser maior. Outros consumidores preferem prestações menores para reservar parte do salário mensal para outras compras ou para imprevistos”, explica Flávio Borges, gerente financeiro do SPC Brasil.

Clique aqui para ver a pesquisa SPC Brasil completa.

Publicado pela Redação Adnews.