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O consumidor atual tem uma realidade bem diferente de um passado ainda próximo. Agora ele é omnichannel, sua concorrência não se resume mais à sua região de alcance físico, e pode estar até do outro lado de um mundo totalmente digital, na China. Seus futuros clientes estão saturados por inúmeras interações não solicitadas e seu grande desafio é como não ser apenas mais um.

Seu e-commerce precisa ter consciência de que as motivações e preocupações de quem está comprando são diferentes. Hoje o consumidor está exposto a conteúdo todo tempo com um dispositivo completo às mãos, é alvo de centenas de marcas fazendo um marketing intrusivo. Kotler, Oráculo do Marketing, definiu em um de seus livros mais recentes como a Era do Marketing 4.0.

Contextualizando: Marketing 1.0 centro apenas no produto, 2.0 nas puras necessidades do consumidor, 3.0 em valores sustentáveis e agora o 4.0, no Digital. Marketing que visa este consumidor, que não tem tempo, que busca as recomendações de conhecidos, que está imerso na Cultura Digital e busca sobretudo relevância.

O consumidor moderno não deseja ser interrompido, e sim encontrar sempre exatamente o que está procurando e necessita. O consumidor busca sempre, sem saber, pelo Marketing de Conteúdo.

Conteúdo personalizado para as necessidades dele, que ao ter o desejo de compra despertado, vai avaliar a reputação online da sua marca relacionada diretamente com a experiência que ela têm proporcionado a outros consumidores. O consumidor moderno busca o que você têm para oferecer, só que personalizado para ele.

Esta é a essência do Marketing de Conteúdo definida pelo Content Marketing Institute:

É a técnica de criar e distribuir conteúdo relevante para atrair, adquirir e/ou engajar uma determinada audiência conhecida – com o objetivo de lucrar futuramente com esta audiência.”

Note que a audiência precisa ser “conhecida”,  para sempre entender o que busca e oferecer o produto correto. Para uma estratégia de Marketing de Conteúdo, mesmo dentro de uma ação específica (como a Black Friday), é recomendado seguir algumas etapas que potencializam sucesso:

Desenhe buyer personas

É preciso entender sobre seu público-alvo, mais do que simples perfis demográficos, desenhar representações fictícias destes clientes e simular situações:

  • Qual problema o consumidor precisa resolver e como sua marca ajudaria?
  • Como ele procura por isso? Buscadores? Quais palavras/termos?
  • Qual o comportamento de navegação? Quais sites e redes sociais ele está? Quais horários?
  • Quais são os tipos de conteúdo que ele interage?
  • Quais produtos consome? Com qual frequência?

Defina cada característica, nomeie suas personas (geralmente terá mais que uma) e aumente significativamente as probabilidades de engajamento/venda.

Entenda como fazer suas buyer personas:

Superpersona: A ferramenta para criar uma Buyer Persona

Defina suas táticas e meios

Como vai conquistar a venda? Você pode, por exemplo, ter uma estratégia de Inbound Marketing, pensando em conquistar o lead (contato) do consumidor, para entender seus problemas e aumentar as chances de oferecer o produto adequado. É preciso ter o “caminho” até a venda muito bem desenhado.

Se a estratégia definida for inbound, o ideal é montar uma landing page com uma recompensa digital em troca do contato do consumidor interessado:

A Landing Page perfeita: Como deixar suas páginas de captura matadoras

Para finalizar sua tática, é preciso entender quais meios elas utilizarão. Um blog é sempre a opção mais robusta pensando em uma estratégia forte de SEO. Porém, não pode ser só isso.

As mídias sociais são fundamentais, YouTube, Instagram, Facebook, Twitter e até o LinkedIn precisam ser consideradas. E nunca deixe de lado as páginas do próprio e-commerce. Sobretudo as páginas de categoria, de produto e landing pages precisam estar otimizadas com muito conteúdo relevante (e multimídia) e SEO.

Pense bem na sua postura em cada uma das redes sociais. Elas demandam um contexto diferente. Sua postura é a mesma na reunião da empresa e em um churrasco com amigos próximos? Não deveria…

Qual Rede Social usar: dois contextos, dois mindsets

Gere conteúdo pensando no funil de vendas

É fundamental entender cada momento do consumidor: Descoberta, Exploração, Escolha e Defesa.

E o conteúdo (que não é só texto) deve ser gerado orientado para cada um destes momentos. Então, se você já conhece o cliente potencial, já sabe qual é este momento e qual tipo de conteúdo é mais adequado para conquistar a venda.

Alguns pontos importantes precisam ser pensados ao criar sua cultura de conteúdo. Como montar sua equipe, por exemplo, leia mais no link abaixo:

Como criar o melhor conteúdo possível

Extremamente válido também, ressaltar duas simples teorias para desenvolvimento de conteúdo (Wow Factor e Sweet Spot) com algumas dicas extras para potencializar suas chances de engajamento:

Como criar conteúdo fácil de consumir e valioso de compartilhar

Lembre-se sempre que esta atuação deve ter uma estratégia omnichannel. A atuação precisa estar integrada e ter uma única “voz”. Seu site, blog, mídias sociais, mídias pagas e campanhas de e-mail precisam falar a mesma língua e dar continuidade à experiência.

Para entender melhor… Não devemos apenas replicar o mesmo conteúdo. Não recomendaria também uma estratégia totalmente diferente de um canal para outro. Salvando exceções de grandes marcas e grupos de empresas, vejo os canais digitais como complementares.

Analise e comece de novo

Estamos na internet, e uma das belezas do nosso meio é que tudo é mensurável. Toda ação realizada precisa ser medida e analisada para o planejamento da seguinte. Não termina na Black Friday, por exemplo.

Lembre-se que a frequência é fundamental para manter presença e lembrança, sendo assim, programe suas próximas interações sempre pensando em melhorar as anteriores.

Um resumo deste conteúdo fez parte do capítulo 8 do Guia para arrasar na Black Friday, que fez uma seleção de 14 profissionais de diferentes áreas com dicas para a atuação dos e-commerces para a data mais importante do ano. Vale o download.

Ter um e-commerce é praticamente obrigatório para qualquer empresa de varejo, afinal, o alcance que a internet pode oferecer não deve ser subestimado. Porém, mesmo que essa loja esteja funcionando, ainda é necessário investir nela de alguma forma. E uma maneira de fazer isso é integrar o blog e a loja virtual.

A 1ª pergunta que você está pensando deve ser “por que deveria ter um blog?”. Simples: é uma forma barata e muito eficiente de contribuir para o rendimento do seu e-commerce.

Muitas ações podem ser realizadas por meio de um blog, o que proporciona maior taxa de conversão e fidelização de clientes — e todos esses benefícios se refletem diretamente no seu faturamento.

Ainda está em dúvida sobre como fazer isso dar certo? Então veja 7 dicas de como integrar blog e loja virtual nas suas campanhas:

Produza conteúdo relevante para o seu público

O marketing de conteúdo é uma das melhores maneiras de engajar o seu público e de adquirir mais compradores.

Normalmente, você teria que buscar um canal de produção de conteúdo voltado para o seu público e pagar para que façam anúncios. Porém, nem todos os espectadores daquele canal são o seu público ideal. Isso significa que você pagará por uma audiência com baixa taxa de conversão.

Porém, ao criar um blog, você também criará esse canal ideal, voltado exclusivamente para o seu público-alvo. Dessa forma, você garantirá que a sua taxa de conversão seja mais alta, pois a maior parte da sua audiência é composta por pessoas interessadas nos seus produtos.

Insira links e chamadas para a sua loja

A forma mais direta de unir blog e loja virtual em uma campanha é inserir um link que leve o cliente para a página de um produto relacionado ao conteúdo da postagem. Essa é uma técnica simples e muito mais eficiente do que aparenta.

Digamos que você escreva um conteúdo sobre manutenção correta do motor de um carro. Ao final, você pode direcionar o leitor para um produto relacionado, como uma ferramenta.

Da mesma forma, você pode fazer o caminho reverso: se um cliente chega à sua loja diretamente e não sabe se aquele produto é o mais adequado para resolver o seu problema, ele pode ler um artigo sobre o assunto e verificar se essa é a compra que ele precisa. E, caso não seja, ele poderá descobrir qual é.

Crie anúncios relacionados no próprio blog

Da mesma maneira que você poderia anunciar os seus produtos em outro site, por meio de um pop-up ou de um banner, é possível criar um site para anunciá-los no seu próprio blog.

É muito fácil colocar pequenos materiais de propaganda nas laterais ou ao final de um artigo, permitindo que o leitor veja e relacione o conteúdo do texto com o do anúncio.

Pense nesses anúncios como chamadas secundárias. O segredo para extrair o máximo de rendimento dessa estratégia é garantir que o anúncio inserido esteja de acordo com o texto. Assim você terá chances bem melhores de levar aquele leitor para a sua loja.

Ensine como usar melhor as suas mercadorias

Uma das primeiras dificuldades ao tentar integrar blog e loja virtual é não saber que tipo de conteúdo se encaixa bem com os seus produtos. Que tipo de informação você pode oferecer para manter os seus clientes engajados e garantir mais vendas? A resposta mais simples é: tutoriais de uso.

Pense em uma loja que venda acessórios para carros. Muitos clientes têm interesse em trocar um aparelho secundário — como o rádio — ou instalar caixas de som internas. Nem sempre é necessário ajuda profissional para fazer instalações mais simples, mas o cliente pode não saber como completá-la.

Ao oferecer instruções detalhadas, o leitor estará ainda mais inclinado a fazer a compra.

Contribua para o SEO do seu e-commerce

A otimização de motores de busca (Search Engine Optimization ou SEO) é um conjunto de técnicas com o objetivo de aumentar a classificação de uma página nas pesquisas do Google e, consequentemente, o tráfego de visitantes. E mais visualizações significam mais leads para se tornarem clientes.

Um dos fatores que contribui para o SEO de uma página é a quantidade de outros links que apontam para ela. Considerando que uma das principais tarefas do seu blog é redirecionar o leitor para sua loja virtual, você já deve imaginar que o seu e-commerce passará a ter uma classificação muito melhor graças ao blog.

Mantenha a atenção do seu público

Já mencionamos como o conteúdo relevante é uma das chaves para integrar blog e loja virtual de forma eficiente. Mas outra característica importante é a continuidade e regularidade desse conteúdo.

Se um blog passa períodos longos e irregulares sem atualizações, a maior parte dos seus leitores apenas migrará para outras fontes de conteúdo.

Uma forma de garantir essa regularidade e de manter a atenção do público é criar uma agenda de postagens. Em vez de entregar uma grande quantidade de textos em pouco tempo, tome nota dos principais temas que devem ser abordados regularmente e de qualquer nova ideia que possa surgir.

Busque também assuntos que estão em alta no momento. Eles sempre possuem maior volume de procura.

Divulgue eventos e temas relacionados ao seu produto

Você não precisa falar apenas da sua loja e dos seus produtos no seu blog. Na verdade, é interessante que você se mantenha relevante ao participar e ao divulgar eventos relacionados ao seu setor.

Se você possui um e-commerce de roupas, pode ser interessante participar de eventos relacionados à moda; já uma loja de acessórios deve ir a eventos sobre automóveis; e por aí vai, isso pode ser um bom negócio.

Além de adquirir mais assuntos para postagens, você também oferece aos seus clientes a oportunidade de conhecer a sua marca mais de perto. Dependendo do índice de fidelização do seu público, isso pode levar a uma relação muito mais duradoura — o que é sempre útil para qualquer negócio.

Agora que você entende um pouco melhor como fazer a integração entre blog e loja virtual, é hora de investir e alavancar o seu e-commerce.

Ainda tem alguma dúvida sobre o tema? Então deixe um comentário com a sua pergunta. Seja estratégico, conecte-se.

Mais sobre o assunto:

Qual a melhor plataforma de blog?

Pensa em manter um bom relacionamento com seu cliente, conquistando a simpatia ao oferecer além do produto um conteúdo de qualidade? A newsletter é o modelo de comunicação bastante eficaz e de baixo custo, com maiores taxas de retorno, ideal para ajudar na fidelização de clientes e converter leads. Quer saber como?

Primeiro entenda o que é uma newsletter. Também conhecida como boletim informativo, trata-se de uma publicação com conteúdo, periodicidade, linha editorial e comunicação visual atrativa. Possui muitos elementos de jornais e revistas, pode ser também impressa, mas atualmente é mais utilizada na forma eletrônica, enviada por e-mail.

Conteúdo relevante é a cereja do bolo

O marketing tem evoluído e o consumidor está cada vez mais exigente. Cada vez mais as pessoas estão abertas a se comunicarem via mídias online, através de seus smartphones, redes sociais, sites, blogs, etc, e isso tudo se torna um tanto invasivo. De acordo com pesquisa da organização We Are Social, o Brasil está no topo do ranking quando o assunto é o tempo utilizado na internet. O brasileiro gasta em torno de 5 horas por dia conectado a computadores e 3 horas 55 minutos em dispositivos móveis, em média.

Além de recursos online, muitas empresas bombardeiam seus clientes em potencial ou fidelizados com chamadas de vendas via SMS. O consumidor dos dias de hoje está cansado de tanta falta de privacidade e não mais tolera contato de empresas com explícita intenção de venda. Ele precisa sentir que seus interesses são valorizados.

Para isso, o marketing de conteúdo é um ótimo caminho para sedimentar um relacionamento mais duradouro. E a newsletter enviada via plataforma de e-mail marketing é uma das ferramentas mais simples e com alta taxa de retorno para se fazer isso.

E como a newsletter ajuda na conversão de leads?

Agora você já entendeu que conteúdo é tudo, e que a newsletter é um ótimo caminho para levar informações com assuntos relacionados à empresa que despertem o interesse do público em questão. Não de forma aleatória e/ou massificada, mas entregue para pessoas que escolheram receber determinados tipos de conteúdos da empresa. E é possível descobrir isso quando preenchem seu cadastro fornecido via formulário online.

Aí está o pulo do gato para não se tornar um spam: clientes e leads só vão receber conteúdo que concordaram em receber e que realmente os interessa. Portanto, as taxas de abertura e conversão vão ser muito maiores do que em uma comunicação simplesmente massificada.

Segmentar é a chave

Faça abordagens interessantes sem alongar o assunto. O conteúdo precisa ser objetivo, criativo e segmentado. Crie nichos dentro do universo da marca. Trabalhe com temas específicos e únicos em cada newsletter.

Por exemplo, se trabalha com artigos esportivos, procure saber para quais times e tipos de esportes seus clientes gostam. Ou se tem uma empresa de cosméticos, que tipo de pele e/ou cabelo seu lead informa ter e dar dicas sobre cuidados específicos e assim por diante. Crie uma base de e-mails detalhada, dividida por temas e utilize uma boa ferramenta de e-mail marketing com serviço de automação.

Depois que seu lead se interessou pelo assunto o estimule a acessar seu site, ou ir direto para a compra do produto ao qual o conteúdo possa estar relacionado. Também é importante deixar um canal para que o cliente faça contato direto e de forma simples ao responder ao seu e-mail para sanar dúvidas. O processo precisa ser o mais ágil e dinâmico possível para que seu lead se sinta valorizado e conclua a compra.

De olho na periodicidade

Faça com o que seu cliente ao pensar em determinado tema lembre-se do seu negócio como solução. Para fixar o nome da sua empresa como a número um em determinado segmento na mente dele é importante que o envio da newsletter seja periódico, e que tenha uma estrutura gráfica e de conteúdo minimamente pré-definida.

A partir do momento que seu leitor recebe conteúdo que o interessa cria expectativa e segurança sobre os próximos e-mails que serão enviados, o que faz aumentar o interesse e também indicá-lo para outras pessoas.

Monitorar para evoluir sempre

Observar taxas de abertura e conversão ajuda a dar um panorama geral de cada campanha. Mas estar atento na forma como alguns clientes se comportam, e quais palavras-chaves relacionadas ao seu negócio geram mais engajamento, pode dar bons insights sobre o que mais interessa ao seu público alvo.  Mantenha o foco nos padrões e mudanças de comportamento das pessoas que almeja atingir.

Lembre-se sempre: conteúdo, segmentação, periodicidade e monitoramento fazem da sua newsletter o sucesso na comunicação do seu negócio.

Mais sobre newsletter como estratégia:

O que é uma newsletter e como ela pode ajudar no Marketing de Conteúdo?

Com o comércio eletrônico crescendo dois dígitos ao ano, oportunidades de promoção e publicidade surgem diariamente em contextos que fazem sentido ao anunciante, veículo e principalmente ao consumidor, que hoje é quem literalmente possui o poder nas mãos.

Os anunciantes buscam na publicidade digital uma alternativa efetiva para geração de performance e vendas de seus produtos e serviços, mas muitos ainda acreditam que o volume e insistência serão suficientes para entregar resultado. O mercado virtual é um ambiente democrático, com trocas frequentes nas cadeiras do poder, ocupadas sempre por quem investe no engajamento e interesse do usuário, que é quem realmente manda no jogo.

O maior problema nessa corrida em busca da preferência do cliente é a conjuntura, somada à maturidade das empresas. Em um mundo com mil possibilidades de personalização, fica fácil uma marca perder a medida e faltar com as boas práticas, tornando-se inconveniente aos olhos do consumidor.

Para garantir que isso não aconteça, é necessário que grandes marcas, anunciantes de produtos e promoções em sites de varejo busquem alternativas e metodologias para executar o papel do marketing sem prejudicar a experiência do público. Na era do e-commerce, é responsabilidade também do fabricante auxiliar um potencial consumidor a ter uma melhor visualização do item.

Um bom exemplo é a utilização de “hero Images”, as “imagens heroicas” que ajudam o usuário ao exibir características e benefícios do produto estampados de forma clara e principalmente adaptadas às telas de smartphones.

É sempre importante ter em mente que, mesmo em um período em que as lojas virtuais investem em chatbots para emularem o papel do atendente, além das ações de retargeting, ainda não existe a figura do vendedor para sugerir produtos mais adequados às necessidades do comprador ou para esclarecer dúvidas de uma forma mais humanizada. Portanto, o fabricante deve fazer a sua parte ao garantir que a exposição dos itens seja a melhor possível: chamativa, descritiva e com imagens em alta resolução que deem a devida noção do que é o produto.

Ao comunicar o consumidor com informações relevantes, indústria e comércio acabam contribuindo exponencialmente para a aceleração do processo de decisão de compra diminuindo atritos, alcançando o grande objetivo em comum: aprimorar a experiência de compra para aumentar as conversões.

Leia também:

3 coisas que vão acontecer com empresas que não usarem Inbound Marketing

Como profissionais de marketing de desempenho, nossa tarefa mais desafiadora é garantir que nossos ativos de marketing se destaquem. Todos os dias, há uma enorme quantidade de novas mensagens lançadas no universo on-line. E então, há o desafio de se certificar de que sua mensagem não só se destaca, mas também atinge a audiência mais relevante…

Ao iniciar sua jornada no mundo da descoberta, queremos compartilhar nossas melhores práticas para que sua campanha tenha destaque e sucesso dentro das plataformas de recomendação e descoberta. Seguir estas melhores práticas colocará a sua campanha um passo mais perto do sucesso.

1- Defina metas claras para sua campanha

Você pode ter uma ótima ideia para uma campanha de descoberta, mas você definiu metas?

É importante estabelecer os objetivos da sua campanha na fase inicial. Quer seja para gerar leads, vender produtos, downloads de aplicativos ou gerar conhecimento de marca, o KPI precisa ser claro e mensurável.

Ao estabelecer metas específicas, mensuráveis, claras e com limite de tempo, você saberá exatamente o que está trabalhando. É sempre uma boa ideia associar os objetivos da sua campanha aos seus objetivos de negócios. 

2- Pense nos seus ativos de marketing que melhor se encaixam nesses objetivos

Ao escolher seus recursos, não se conforme apenas com o tráfego. Gerar ações específicas para seu público-alvo deve ser o seu foco. E lembre-se, sua mensagem está chegando à sua audiência em um momento de descoberta.

Como qualquer outro usuário da internet, eles provavelmente terão pouca paciência. Seja curto e conciso e chegue ao ponto rapidamente.

Aqui estão algumas boas dicas:

• Certifique-se de que a página de destino tenha uma mensagem que promova uma ação;
• Headline, subheadline, imagens e design devem representar a mensagem da página;
• Garanta que a chamada promova claramente a ação desejada (certifique-se de colocá-la em uma seção diferente da sua página de destino).

3- Headlines e imagens: a chave para CTR

Se você não conseguir que seu público-alvo clique em seus anúncios, todos os esforços que você investiu na etapa um e dois foram à toa.

Certifique-se de mencionar a sua audiência em sua manchete e lembre-se de que imagens de close funcionam melhor do que imagens vagas. Neste Infográfico, você pode aprender tudo sobre as melhores práticas de Outbrain Amplify para headlines e imagens.

4- Segmente a audiência

Você tem seus objetivos, recursos de marketing e CTRs – agora é hora de pensar em segmentar seu público. Ter a audiência certa com a mensagem certa, no lugar certo, no momento certo, é uma grande parte de todas as campanhas de marketing bem sucedidas.

E a descoberta não é diferente. Pense por meio de qual dispositivo você deseja conhecer o seu público e onde. Certifique-se de ter os recursos de marketing corretos que atendam ao mindset da audiência. 

5- Estruture a campanha

Nós sabemos que você provavelmente tem sua preferência de como estruturar sua campanha. No entanto, cada plataforma de marketing tem sua própria estrutura de campanha. Aqui estão algumas das melhores práticas que aprendemos com o gerenciamento de nossas próprias campanhas de descoberta.

• Separar campanhas móveis e de desktop. Existem dois motivos principais para fazer isso: CPCs e experiências de usuário diferentes.

• Comece sua campanha com pelo menos 10 variações de título e imagens. Você vai querer ver quais anúncios performam melhor e, para fazer isso, você deve fornecer ao nosso algoritmo alguns materiais para trabalhar e testar.

• Considere seus lances. Pessoalmente, eu prefiro começar alto. Dessa forma, estou me certificando de que minha campanha comece a ter entregas em seus estágios iniciais, obtenha alto volume de impressões e que eu possa otimizar de acordo com os resultados.

Conclusão

Agora você está pronto para começar a sua nova campanha de descoberta. Lembre-se que, nos primeiros dias da sua campanha, você precisará otimizar o CTR. Uma vez que sua campanha esteja sendo executada por algumas semanas e você tem quantidade suficiente de dados, pode-se começar a otimizar para conversões. 

Como a Red Bull se tornou referência em Marketing de Conteúdo

Nunca fui muito fã de dar aulas, sempre tive problemas com a timidez e fico tenso (dias antes) com a preocupação em trazer conteúdos que realmente sejam interessantes e agreguem valor aos presentes. Entendo que no caso de uma aula de Marketing de Conteúdo (o meu) cria-se uma expectativa maior por isso, ou pelo menos entendo que deveria.

Com o o tempo aprendi a lidar com a situação e hoje é algo até prazeroso (ou quase). Um dos segredos que encontrei para tornar a aula interessante foram os cases. De nada adianta a boa teoria se não mostrarmos uma aplicação prática sobre o tema. E de fato este é o momento que as pessoas mais interagem com perguntas e troca de experiências.

Além disso, o case de uma marca conhecida por todos traz mais que uma aplicação prática, temos neste caso uma amigável familiaridade da plateia. Que empresta suas próprias experiências com aquela marca para um entendimento mais adequado da teoria em questão.

Nesta busca constante por exemplos interessantes estava perdendo um que estava ao meu lado o tempo todo. Explico: como um verdadeiro “ritual” para as aulas, encontrei um item que me ajuda a sentir-se mais seguro, minutos antes do início, bebo uma latinha de Red Bull. Com mais energia e bem disposto, entendo que o discurso fica mais interessante e a performance melhora. Não tenho a noção exata que faz de fato diferença, mas se tornou quase uma superstição.

E era isso mesmo. Estava ali o tempo todo, naquela amigável e simpática latinha de energético…

A história resumida da Red Bull

Ao contrário do que muitos pensam, a Red Bull não é 100% austríaca, pelo menos a origem do produto tem mais história. A bebida foi criada na Tailândia. Diante de uma potencial demanda grande por bebidas na região, o xarope energético que antes era uma quase exclusividade da elite, foi popularizado em uma nova fórmula baseada na hoje já famosa substância taurina.

Porém, o desafio era fazer essa bebida (ainda no formato xarope) chegar ao grande público (trabalhadores rurais, taxistas, etc), quem de fato precisaria de “mais energia” segundo seu criador. Foi então que surgiu a grande ideia de patrocinar o esporte mais popular do país, o Muay Thai, arte marcial local – o futebol deles.

Krating Daeng, vendido na Tailândia.

O sucesso absoluto em seu país chamou a atenção do empresário austríaco Dietrich Mateschitz, com problemas de fuso horário em uma viagem à Tailândia conheceu a bebida Krating Daeng, gostou muito, investiu ($$$) na fórmula do autor Chaleo Yoovidhya e levou para a ideia para a Áustria.

No entanto, alguns ajustes precisavam ser realizados, a marca precisava ser mundial e foi traduzida do tailandês para a hoje conhecida Red Bull. Além da marca, era preciso transformar o xarope, o produto em algo mais fácil e convidativo de ser consumido. Só então foi transformado no modelo “refrigerante”. Mais sobre a história da Red Bull neste vídeo.

A estratégia de Marketing para a operação na Europa

A estratégia de entrada do produto no mercado foi agressiva e com público-alvo bem definido: adolescentes. Já associando o produto à energia, latinhas eram distribuídas em baladas, carros adesivados com latas gigantes, um grande poder de distribuição e a contratação de universitários para representar a marca.

Carro da Red Bull.

Mais do que isso, a bebida entrou no contexto das baladas, virou drink. Foi misturada com inúmeras outras bebidas para se tornar imprescindível em qualquer festa. Movimento semelhante temos hoje à estratégia da Oreo, bolacha (sim, sou de São Paulo) que se tornou ingrediente de várias outras receitas.

Mas cadê o Marketing de Conteúdo?

Em todo lugar com criação de contexto. Como estratégia de branding hoje a associação da marca Red Bull é quase automática: a palavra ENERGIA vêm à mente. Essa associação é simples e direta com os esportes radicais de alta performance. Pense em qualquer esporte maluco ou não, o campeonato será patrocinado pela Red Bull (Motocross, Mergulho, Snowboarding, Skate, Parkour…).

Mas o conceito, aquele mesmo do Muay Thai cresceu, e o apoio ao esporte entrou na cultura da organização. Onde mais estaria esta alta performance? Corridas de carros, claro! Alta velocidade, demanda atenção no nível máximo, altos índices de energia. Eles montaram uma equipe de Fórmula 1.

Leia mais sobre cultura de organização:

Zappos e a Cultura de Atendimento ao Consumidor

O modelo chegou também aos clubes de futebol, o Red Bull Leipzig incomodou o gigante Bayern de Munique e foi vice-campeão da Bundesliga 2016-2017 (Campeonato Alemão), o New York Red Bulls já teve até o lendário jogador francês Thierry Henry como astro e o Red Bull Salzburg é hoje o maior time de futebol da Áustria (venceram 8, das últimas 11 temporadas do país). O Red Bull Brasil, de Campinas/SP, já figura há alguns anos na elite do Campeonato Paulista de futebol. Veja todos os esportes patrocinados pela marca.

Porém, isso tudo é mais do que simples patrocínios. A marca hoje é sinônimo de esportes radicais e atletas de alto desempenho. Através da Red Bull TV e da revista The Red Bulletin gera conteúdo constante sobre o tema. É um novo produto em forma de conteúdo entregue aos seus potenciais consumidores bem diferentes de suas latas de energético.

Os produtos de conteúdo são da Red Bull Media House, outra empresa do grupo, com foco em esportes, cultura e estilo de vida. Conteúdo que virou até filme, abaixo o trailer de The Art of FLIGHT:

Site oficial do filme The Art of FLIGHT

Onde estão as latinhas?

Sem a aparente intenção constante de vender o produto. A marca entrou na rotina e até mesmo no inconsciente das pessoas com a simples associação: alta performance. A Red Bull hoje é conceito puro, traz valor agregado à marca, e o produto em si em muitos momentos é apenas um detalhe. Quando alguém pensa em alta performance, em mais atenção para o trabalho, em energia para um grande projeto, em TCC, praticar esportes, uma única bebida vem à mente… Café Red Bull.

E é exatamente essa uma das melhores definições/associações do conceito do Marketing de Conteúdo:

Segundo o Content Marketing Institute “Marketing de Conteúdo é a técnica de distribuir conteúdo relevante para atrair, adquirir e/ou engajar determinada audiência conhecida com o objetivo de lucrar futuramente com esta audiência”. 

Sim, o conceito habitualmente trata de conteúdo online (não apenas texto, importante destacar), gerado para criar autoridade de marca (credibilidade), para que a marca seja encontrada por consumidores potenciais que já estejam interessados no conteúdo gerado, e que não por acaso conta com exatamente o que a empresa tem à oferecer

Assim, o contato do consumidor com a marca será estimulado por ele próprio, e a empresa aparece como a solução do problema procurado e não como um agente de interrupção de experiência. O relacionamento de negócio, a experiência inicia-se muito mais amigável e sobretudo relevante.

Entende a relação? É exatamente este o conceito da Red Bull, tira do objetivo final (vender bebidas energéticas) e cria um contexto de modo que o público-alvo procure o produto da empresa quando tiver a necessidade que ele se propõe resolver: a alta performance.

E agora a bebida mágica que me traz confiança para falar ganhou um merecido slide da minha aula, o slide que aplica e empresta familiaridade ao conceito principal do Marketing de Conteúdo. Em um case que igualmente merece ser contado repetidamente, como em mais este conteúdo espontâneo gerado por mim para a marca deles. 🤔

Trabalho exige atenção redobrada por parte dos tradutores, de forma que você deve se certificar de contratar sempre profissionais capacitados

Traduzir algum tipo de material não é uma tarefa simples. Além de ser necessário o domínio total de um idioma estrangeiro, é preciso perceber algumas nuances de contexto, algo que apenas a prática é capaz de trazer. Por isso, é mais do fundamental ficar atento na hora de buscar uma empresa de tradução.

É preciso que a companhia em questão tenha em seu quadro de colaboradores profissionais com capacidade comprovada. Em outras palavras, isso significa que estamos falando de uma tarefa que não pode ir parar nas mãos de qualquer um. Porém, além das traduções mais comuns e das traduções juramentadas, existe outro tipo de trabalho que merece atenção redobrada: a chamada tradução técnica.

O que é a tradução técnica?

Uma coisa é a tradução de um texto comum, onde o contexto ou a exatidão das palavras vertidas para o nosso, embora seja importante, não é absolutamente necessária. Em alguns momentos, pode se permitir uma mudança de palavra para que ela faça mais sentido em um determinado contexto ou cultura.

Já a tradução técnica exige que o tradutor tenha mais do que conhecimentos sobre um idioma. É preciso ir além e recorrer a dicionários técnicos, que tratam sobre termos específicos de uma determinada profissão, ou ainda a buscar a informação in loco, com profissionais que sejam referência em uma determinada área.

Quando você vai precisar de uma tradução técnica?

São várias as circunstâncias em que uma tradução técnica pode se mostrar necessária. Por exemplo: se um tradutor for converter para o português um texto de outro idioma na área de medicina, precisará ficar atento à forma exata como são grafados aqui alguns termos técnicos da área.

Em alguns casos, é possível que a palavra em questão não exista, mas levando-se em consideração a maneira como o termo foi criado em outro idioma é possível encontrar uma forma aproximada de se transcrever uma palavra de forma a manter a fidelidade do conteúdo. Assim como citamos um exemplo da área de medicina, os campos da tecnologia e do Direito também são bastante propícios a gerarem demanda por traduções técnicas.

Que tipos de documentos podem requerer tradução técnica?

Agora que você já tem uma ideia do que é uma tradução técnica e em quais áreas é utilizada, é importante saber em quais momentos o tradutor pode ter que correr atrás de informações extras para compor uma tradução como essa. Em alguns casos, inclusive, pode ser interessante ter a participação de um consultor técnico, de forma a garantir um resultado mais preciso.

Manuais de produtos, guias de usuário, fichas técnicas de produtos, requerimentos de patente, orçamentos técnicos, laudos periciais e processos judiciais são alguns dos exemplos onde o conhecimento do tradutor será colocado à prova, de forma que esses trabalhos demandam maio atenção e mais experiência por parte do tradutor.

Conhecimento sobre o tema é essencial

Embora não seja um pré-requisito obrigatório, podemos dizer que se trata de um grande diferencial encontrar um tradutor que seja especialista também em outras áreas. Por exemplo: um advogado tradutor muito provavelmente terá mais familiaridade com o tema na hora de traduzir um processo escrito em outro idioma para o português do que alguém formado apenas em Letras, por exemplo.

Se por um lado o fato de não ter uma graduação na área em questão não é um impeditivo para a realização de um bom trabalho, por outro lado a especialização pode garantir resultados ainda mais precisos. Portanto, caso seja necessário solicitar uma tradução técnica, é importante conversar diretamente com a empresa de tradução e explicar as suas necessidades.

Algumas dicas para uma boa tradução técnica

Para quem é tradutor, vale a pena ficar de olho em alguns conselhos para tornar as traduções técnicas mais precisas. O primeiro passo é compreender bem o contexto no qual o texto inserido. Muitas vezes, um termo específico pode ter uma conotação dentro de uma área e outra em um campo distinto. Portanto, compreender exatamente tudo aquilo que cerca o universo sobre o qual o texto versa é importante.

Para evitar erros, é importante estar munido dos documentos corretos antes de começar o trabalho. Quanto mais você estudar uma área, maiores são as chances de você se tornar um especialista nela. Isso vai garantir a você um trabalho de melhor qualidade e, possivelmente, entregue em um tempo menor – o que pode ser um diferencial importante para o seu cliente.

É preciso tomar muito cuidado com siglas e acrônimos. Algumas áreas de conhecimento contam com termos abreviados que fazem total sentido para quem os escreve, mas que podem não ter uma explicação lógica para quem os lê. Dessa forma, conhecer as convenções de escrita de um termo – como letras maiúsculas e minúsculas ou o uso ou não de pontuação – podem ser decisivos na hora de se produzir um conteúdo fiel ao texto original.

Por fim, dê uma atenção às conversões de números ou unidades de medida. Pode ser que uma determina unidade de medida, como milhas por hora ou graus Fahrenheit, não sejam compreensíveis para leitores brasileiros, uma vez que esse não é o padrão adotado por aqui. Nesses casos, para maior clareza, pode ser que seja necessário fazer a conversão dos valores para que a informação seja transmitida com maior propriedade.

Fonte: Fidelity Translations

Mais uma vez a ideia desse artigo veio em função de experiências vividas, repetidas vezes.

Recentemente um cliente comentou “…contratei um cara muito bom para trabalhar as nossas redes sociais, mas tive que demitir… ele não sabe escrever. Eu escrevo melhor que ele.”

O portal UOL Educação publicou no ano passado “No Brasil, apenas 8% têm plenas condições de compreender e se expressar…”[i], onde comenta alguns resultados sobre o aumento do analfabetismo funcional em nosso país.

Pois é, a maioria dos brasileiros, sem exagero, não tem capacidade de expressar-se. O que é ótimo para um ambiente político-social excludente e péssimo para os negócios.

O ser humano é um ser social, ou seja, ele se reconhece plenamente quando em interação com o outro. Alguns dizem que homem é um produto do meio, outros que ele é o criador do seu ambiente. Não querendo entrar nessa discussão agora, em qualquer um dos casos a comunicação tem um papel fundamental.

A internet nos possibilitou coisas inimagináveis até então, a socialização do conhecimento, em função da redução do limite imposto pelas barreiras geográficas e da conexão com os fatos em tempo real, é apenas uma dessas facilidades. E uma das consequências mais visível foi o aumento da nossa pressa, do nosso imediatismo. Isso nos levou a criar um “idioma” paralelo, repleto de figuras, expressões, analogias, reduções etc. (blz, vc, bj, abs… :-D, <3, K, J…). Para quem se comunica bem, ótimo, é mais uma ferramenta disponível. Mas para quem já não sabia o básico, resta apenas virar número de estatísticas desalentadoras.

Por vários aspectos (logística, abrangência, mensuração, custo, resultados…), hoje o Inboud Marketing tornou-se uma alternativa muito mais atrativa, face ao marketing tradicional (Outbound). Porém, ao contrário deste, sua premissa é a atração do cliente, o que implica a criação e disponibilização de conteúdo relevante para o seu público. E é aí que a coisa complica.

Tecnicamente falando, tem muita gente fantástica no domínio de ferramentas digitais e afins, mas sem a menor capacidade de produzir conteúdo. Aí, nas conversas com alguns colegas, professores de faculdade, fica fácil entender a dificuldade, ainda maior, de uma geração habituada ao Ctrl+C/Ctrl+V.

A produção de conteúdo realmente relevante pressupõe a compreensão dos fatos, da vida, do mundo… e supõe comparação, análise, crítica, posicionamento, conclusão, enfim, uma real contribuição.  

A falta de domínio da língua causa prejuízos de forma democrática, tanto ao emissor quanto ao receptor. Certa vez, participava de uma banca responsável por fazer a avaliação dos “cases” empresariais concorrentes a um prêmio de gestão bastante conhecido. Um dos finalistas quase foi desclassificado por ter usado em seu relato um termo de forma equivocada e que mudava todo o sentido da mensagem.

Deslizes gramaticais no dia a dia, licença poética, informalidade com quem se conhece ou na língua falada, tudo bem, é perfeitamente aceitável. Guardadas as devidas proporções, de uma fala adequada a cada público-alvo, e apesar de saber-se que a língua é algo vivo e, por isso, evolui, o idioma deve ser conhecido e preservado.  

Por exemplo, temos algumas ocorrências tão corriqueiras que acabaram quase se institucionalizando. É bastante comum vermos anúncios de grandes empresas, fala de profissionais conhecidos e até em mídias de massa, coisas como “maiores informações”, “a nível de”, “assertivo” usado como sinônimo de acertado, baixa estima, quando quer se referir à “baixa autoestima”, e por aí vai.

A solução?

Não tem saída, é estudar e exercitar!

Como?

Uma das melhores formas que conheço é a leitura. E se for uma leitura crítica, melhor ainda. Pois, podemos usar a tecnologia a nosso favor, usar o corretor, elaborar processos ou criar novos aplicativos, para quase tudo, mas automatizar a nossa expressão é algo que ainda não foi inventado.

Então mãos à obra.

Boa leitura!


[i] Referência: UOL Educação

Link para a publicação original no LinkedIn.

Investir em Inbound Marketing não é mais uma questão de estar à frente dos concorrentes: é uma obrigação para um negócio se manter. O Inbound Marketing é um conceito que envolve diversas ações de marketing, sempre focando a comunicação do produto e a construção de um relacionamento com os usuários que chegam até a sua marca.

Utilizar a estratégia de Inbound Marketing permite enxergar todas as pessoas que podem vir a se tornar clientes e se comunicar com cada uma delas de maneira diferente. Com isso, você vai saber exatamente o que oferecer de acordo com o momento, para que o público veja a marca como referência, já que ela consegue suprir as necessidades dele.

Lembrando que são necessárias algumas ferramentas para gerenciar os leads – que são os contatos qualificados de uma pessoa (ou empresa) que demonstra interesse através de algum meio em algum produto ou serviço. Para alertar as empresas, destaco 3 consequências que acredito que vão ocorrer com as empresas que não investirem nestas estratégias.

1- Perda de espaço na internet

Como as técnicas de Inbound Marketing são responsáveis por manter a marca presente na internet e sendo vista por aqueles que importam, que são as pessoas interessadas na área, a falta de investimento vai fazer com que a marca pare de ser vista.

Além de não ser encontrada pelos termos de busca, ela vai perder espaço para os concorrentes que fizerem o investimento primeiro, a concorrência é cada vez maior. Além disso, esse investimento permite destacar-se em nichos específicos, o que permite uma diferenciação dos concorrentes.

Ao perder espaço na internet, e considerando que estar presente no ambiente online é imprescindível, a marca perde sua força em todos os ambientes.

2- Queda no valor da marca

Já se foi o tempo em que o valor da marca era dado apenas pelas estratégias de publicidade. Vivemos na era em que o conteúdo dita as regras. Assim, as marcas precisam oferecer informação e experiência aos usuários, e isso só é possível com o investimento em Inbound Marketing.

Mais do que tudo, as marcas precisam entender que as pessoas não querem saber apenas sobre os produtos ou serviços. Essas pessoas precisam de ajuda, com conteúdo simples e objetivo, que agregue valor de verdade no dia a dia.

Caso contrário, ele explica que a percepção de valor da marca passa a ser menor e pode perder para a concorrência.

3- Estagnação

O Inbound Marketing é o grande responsável pelo crescimento de qualquer empresa, seja qual for o segmento e o foco dela. A empresa que não estiver voltada a nutrir os leads tende à estagnação, e no mercado atual, estar estagnado é o primeiro passo para a crise. Não é só o faturamento e o crescimento da empresa que estão em jogo, mas o valor da marca e o posicionamento da empresa.

Não se trata mais de sair na frente. Com as mudanças rápidas do mercado, já é uma questão de não ficar para trás.

Você já sabe o que é SEO, ok. Mas como iniciar a aplicação dessas técnicas no meu site?

É uma dúvida comum que enfrento em meu dia a dia. São diversos clientes perguntando como funciona na prática e o que pode ser feito internamente para acelerar os resultados. Bom, se fosse fácil, não haveria tantas startups e ecommerces investindo cada vez mais em Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, duas metodologias baseadas em SEO.

A questão é que não basta querer ser um site otimizado. É preciso saber fazer.

E há alguns pormenores que devem ser observados para que os resultados sejam atingidos dentro do prazo e sem aumentar ainda mais os custos. Se você está disposto a fazer a otimização do seu site, esse é um guia completo com tudo o que você precisa fazer para montar uma lista de ações completa.

Como quero ser prático, nem vou me alongar mais. Vamos direto ao ponto. Aos pontos, aliás. Nesse artigo citarei as melhores práticas e estratégias de SEO On-page e Off-page para você dar os primeiros passos.

Fiz com muito cuidado e baseado nas dúvidas mais comuns de clientes.

Espero que gostem, de verdade!

SEO On-page

SEO On-page é tudo aquilo que pode ser feito internamente para otimizar seu site.

Isso quer dizer: estrutura HTML, conteúdo, tags, imagens, landing pages, listas de palavras-chave, otimização, meta description, etc.

Você deve estar atento a muitas coisas para não deixar nada passar. Por isso, nesse conteúdo, irei direto ao ponto, citando todos os fatores que você deve por em seu checklist para ter um site totalmente otimizado em SEO.

Vamos lá!

1. Pesquisa de palavras-chave

Ranquear nas palavras-chave importantes para suas personas é a primeira etapa do planejamento SEO. É nesse momento em que você delimita seu público e faz com que seu conteúdo seja encontrado apenas por quem potencialmente pode chegar até a outra ponta da jornada de compra. Ou seja: possíveis consumidores da sua empresa.

Mas como fazer essa pesquisa de palavras-chave na prática? Irei explicar!

Primeiro, você vai precisar de uma boa ferramenta de pesquisas. Um lembrete: provavelmente, caso você tenha planos ambiciosos, terá que investir em uma ferramenta paga. Sendo bem sincero, caso você faça um trabalho competente, é um investimento que irá se pagar em menos de um ano.

Continuando.

Encontrando as palavras-chave ideais

Nessa etapa, recomendo sem medo o Keyword Planner, do Google Adwords.

Para sua surpresa, é de graça. Você só precisar ter uma conta do Analytics em seu site para usá-lo.

A pesquisa funciona de forma muito simples. Você digita um termo específico para pesquisar e a ferramenta lista milhares de termos relacionados que usuários do Google costumam utilizar em suas pesquisas.

Por exemplo: digite “pisos de borracha”. Os resultados serão: “pisos emborrachados”, “o que é piso de borracha”, “onde comprar piso de borracha”, “piso de borracha para academia”, etc.

Além das palavras, como ferramenta de SEO que se preze, o pesquisador de palavras-chave do Adwords também indica a concorrência do termo para ranquear bem, o volume médio mensal de buscas e o CPC – custo por clique – para criação de anúncios.

Na imensa maioria dos casos, o Keyword Planner irá quebrar seu galho.

No entanto, caso você não tenha uma ideia de palavra-chave por onde começar, serão necessárias outras ferramentas.

Outra gratuita fornecida pelo Google é o Webmaster Tools ou Google Search Console.

Essa ferramenta faz um raio-x completo do seu site. A grande vantagem, para quem não tem um ponto de partida, é saber por quais palavras-chave os visitantes chegam até sua página.

Ela te dá uma lista completa, das palavras que trazem mais tráfego até os termos que trazem menos.

Obviamente, você deve reforçar seu foco em se posicionar ainda melhor nos termos que lhe trazem mais visitantes. Aproveite para jogar esses termos no Adwords e observar o potencial deles: se uma palavra que tem 1000 buscas por mês atualmente lhe traz 100 acessos, seu primeiro esforço deve ser melhorar seu posicionamento nela, para que consiga até 300 acessos, por exemplo.

Essas duas ferramentas devem bastar para uma listagem inicial de palavras-chave.

Mas para refinar o trabalho e ampliar seus horizontes, não há como abrir mão de ferramentas como SemRush e Moz. O diferencial delas é fornecer dados completos sobre as palavras-chave utilizadas por concorrentes diretos e indicar todos os dados possíveis sobre esses termos.

Dificuldade de indexação, volume de buscas, CPC, concorrência, posicionamento do seu site na palavra-chave, posicionamento dos concorrentes, etc. Quer dizer: o mínimo que você precisa fazer para montar uma lista de palavras-chave a serem trabalhadas nos conteúdos do seu site é indexar em todos os termos que seus concorrentes estão.

Claro que você não precisa focar em todas ao mesmo tempo. Felizmente, ao indicar a url do site concorrente, é possível descobrir as palavras que mais trazem tráfego ao site. Dê prioridade a elas no início do seu planejamento de SEO e depois expanda seu raio de alcance. É sempre importante lembrar que o planejamento de persona é fundamental aqui.

Já aconteceu comigo de me preocupar tanto em ranquear nas mesmas palavras do concorrente, que acabei caindo no mesmo erro deles. Às vezes, o público pesquisa por algo totalmente diferente no Google e nem eu, nem eles, conseguíamos atingir essas pessoas.

Por isso, não siga seus concorrentes cegamente. Copie seus acertos e busque descobrir suas falhas, para transformá-las em uma vantagem do seu negócio.

Faça a pesquisa das palavras-chave que os concorrentes estão bem indexados, sim. Mas depois faça a sua!

2. Crie conteúdo otimizado

Agora que você já tem a lista de palavras-chave, hora de partir para o conteúdo. Isso quer dizer: produzir novos e otimizar os que você já tem.

Como produzir um conteúdo otimizado em SEO? Sendo relevante para o público e o Google. A melhor forma de conseguir um bom posicionamento é produzindo um conteúdo melhor do que os seus concorrentes. Mais informativo. Mais bem escrito. Mais otimizado.

Há alguns anos atrás, era mais fácil “forçar a barra” para conseguir o primeiro lugar do resultado de buscas. Repetir “mil” vezes a palavra-chave no conteúdo era um dos truques que formavam o “black hat SEO”.

No entanto, visando refinar sua pesquisa e oferecer mais qualidade aos usuários, o maior mecanismo de buscas do mundo tratou de sofisticar seus robôs. Há uma série de fatores que são levados em conta, além da utilização das palavras-chave.

Vamos citar os principais.

Crie conteúdo com mais de 1500 palavras

Atualmente, os primeiros resultados para as buscas são conteúdos com entre 1500 e 2000 palavras. É uma forma dos robôs do Google descobrirem se o texto é aprofundado sobre o assunto.

Portanto, sabe aquela estratégia que você já deve ter ouvido falar, de produzir um calhamaço de textos pequenos e curtos, utilizando o maior número de palavras-chave possível?

Ainda dá certo. Em curto prazo. Em longo prazo, pode dizer adeus às suas tentativas de indexação. Mas você pode argumentar? Então basta utilizar um gerador de caracteres para textos longos e pronto? Não!

O fato do texto ser longo permite que você utilize outros headlines – subtítulos – ao longo do texto e termos referentes ao assunto. São justamente esses termos específicos que dizem ao Google sobre o que aquele conteúdo trata.

Quanto mais longo e bem escrito, provavelmente maior a variedade de palavras relacionadas usadas ao longo do texto, certo? É aí que esses materiais se diferenciam. O sistema de avaliação do Google identifica esses termos. Você ganha pontos com isso.

Caso seu conteúdo seja bom, provavelmente as pessoas ficarão mais tempo em sua página, irão comentar e compartilhar seu material.

É a união entre esses dois fatores – a otimização para o Google e a qualidade para o público – que farão seu conteúdo conquistar um bom posicionamento, em conjunto com os outros tópicos que abordaremos a seguir.

3. HTML e formatação

A estrutura do site também é um fator primordial no SEO.

Suas páginas precisam ter tags de títulos (H1, H2, H3, etc), alt text para imagens, meta description, urls inteligentes, compatibilidade para dispositivos móveis, tempo de carregamento rápido e certificados de segurança.

Title tags

As tags de título indicam sobre o que seu conteúdo se trata. É por essa hierarquia que os robôs do Google leem os textos do site.

Por isso é fundamental que o H1 contenha a palavra-chave. Da mesma forma, os headlines (H2, H3, H4, H5, etc) devem ser vários e incluir os principais termos relacionados.

Assim o Google percebe do que o texto se trata e o aprofundamento dele.

Alt text para imagens

O alt text nada mais é do que o texto que aparecerá caso a imagem não carregue. Se para o leitor o que importo é a imagem, para o Google a única forma de lê-la é através do alt text.

Por isso também é fundamental que pelo menos uma das imagens do conteúdo contenha a palavra-chave. No entanto, as outras devem ser o mais descritivas possível.

Exemplo: um blog post sobre “10 dicas de alimentação saudável”. O alt text da imagem capa pode ser “lista de dicas de alimentação saudável”. No entanto, caso o restante sejam fotos de tomates, verduras, alimentos saudáveis e orgânicos, o ideal é você utilizar exatamente essas palavras na descrição.

Assim o Google também saberá que são termos relacionados e seu conteúdo ganhará credibilidade.

Meta description

A meta description é aquele texto que aparece abaixo do título do conteúdo nos resultados das pesquisas. É fundamental que seu meta description seja “vendedor”. É sua chance de conquistar o leitor. A dica é ir direto ao ponto e entregar tudo o que o conteúdo irá comentar.

Caso você não tenha ideia, mais uma vez, recorra à concorrência. Veja as meta descriptions dos primeiros colocados, ofereça tudo o que eles dizem ao leitor e algo a mais. E não esqueça de inserir a palavra-chave sempre!

URLs inteligentes

A URL da página também deve conter a palavra-chave. É essencial.

Não precisa ser muito longa, com o título inteiro do blog post. Simplifique e utilize apenas a palavra-chave, quando possível.

Design responsivo

Bem mais da metade dos acessos à internet são feitos por smartphones. Portanto, cada vez mais o Google considera o desempenho de sites nesses devices para checar se são confiáveis.

O Google Webmaster Tools, que já comentei aqui, também faz um raio x da performance responsiva do seu site. Ele indica os erros, para que você possa corrigi-los. Certifique-se que seu site seja mobile friendly.

PageSpeed

O tempo de carregamento das páginas também é um fator considerado pelo Google para avaliar a qualidade do site.

Utilize a ferramenta gratuita de análise Website Grader para verificar se o page speed do seu portal é aceitável e quais melhorias podem ser feitas. Você só precisa colocar a url da sua página e preencher um formulário bem curtinho.

A análise é bem completa, embora algumas funcionalidades para melhoria imediata só sejam possíveis com a versão paga. No entanto, você consegue fazer isso com sua equipe de desenvolvimento sem problemas.

Imagens pesadas e excesso de código são os motivos mais comuns para deixar a entrada na página muito lenta, o que afasta muitos, muitos mesmo, visitantes.

Certificados de segurança

Recentemente o Google também passou a valorizar sites com certificados SSL ou HTTPS.

São garantias que dão um certo trabalho para conseguir – são pagas também, mas muito bem-vistas pela plataforma. Em uma semana você consegue implementar essa nova url, o que também traz mais segurança para seus usuários, sobretudo no caso de e-commerces.

É muito mais fácil implementar o certificado de segurança em sites que ainda estão sendo construídos, pois a quantidade de urls é bem pequena. Sites grandes também não enfrentam muito problema, então, não se preocupe. Só é preciso garantir que o redirecionamento automático seja feito corretamente, em todas as páginas já existentes.

SEO Off-page

Agora que você melhorou as páginas internas do seu site, é hora de trazer relevância a partir de links externos. Esse é o diferencial de uma boa estratégia de SEO e a forma mais rápida de tornar seu site referência do mercado.

Entenda como!

Conquiste a confiança do Google

O PageRank do Google leva em consideração aspectos não relacionados diretamente ao conteúdo da sua página.

É o caso da autoridade de domínio (Domain Authority) e a autoridade de página (Page Authority). O domain authority é a medida que diz o quanto seu site é relevante. Quanto mais conteúdos bem indexados e mais conteúdos externos que linkam para seu site, maior seu domain authority.

O page authority é referente apenas a uma página específica. Se você indexa um conteúdo em primeiro lugar para uma palavra-chave importante, mais links externos serão direcionados a essa página, que, por sua vez, aumentará o page authority.

Mas não se trata apenas de backlinks.

A autoridade está ligada também ao tempo de existência da página. Sim, o Google leva em conta a idade do seu negócio em território digital, ainda que não seja tão relevante assim.

O fator primordial mesmo é a taxa de rejeição.

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é calculada sobre a quantidade de vezes em que um usuário entrou no seu site em uma determinada página e saiu sem interagir. Isso quer dizer: não clicou em nenhum link, nem abriu qualquer outro conteúdo.

O Google entende que não havia nada mais interessante e que seu site não resolveu o problema desse usuário, tirando pontos seus. Às vezes, como disse anteriormente, o tempo de carregamento e problemas no HTML também são responsáveis por esse tipo de desistência do visitante.

A taxa de rejeição é informada no Google Analytics. Então, dê sempre uma olhada nessa métrica em suas páginas mais acessadas para garantir que nada de errado esteja acontecendo.

Backlinks e link building

Link building é a parte crucial da estratégia de SEO. Por melhor que sejam seus conteúdo e estejam bem ranqueados, há um enorme potencial de tráfego que pode ser alcançado por meio de conteúdos planejados em parceria.

Pense que você oferta um serviço para um público A. Esse público A, além dos seus serviços, pode procurar também por outros tipos de produtos, para resolver outros problemas. Por que não aparecer também em páginas relevantes desses outros produtos que ele pode estar procurando e surgir como uma solução que a persona ainda não despertou?

É disso que se trata uma estratégia de backlinks bem pensada. Estar onde seu público está e atraí-los para sua página, em parceria com sites realmente relevantes.

Como encontrar esses sites?

O ideal é montar uma lista com todos os links que podem ser úteis ao seu negócio. Eventualmente você não conseguirá montar parcerias com todos. Por isso é importante ter um leque de alternativas.

Uma das melhores ferramentas para essa missão é o Ahrefs.

Você pode usá-la gratuitamente para testar suas possibilidades. Aposto que vai querer pagar depois.

Os fatores que você deve levar em conta são:

Qualidade dos links

Utilize o Ahrefs para encontrar as páginas mais relevantes, para o público e o Google, nos assuntos que lhe interessam. O passo seguinte é descobrir autores mais frequentes e tentar entrar em contato. Mande um e-mail e sugirá uma troca de guest posts frequente, talvez de um conteúdo por mês.

Mostre que os dois tem a ganhar, afinal, se você tem um bom site, o convidado também terá um aumento de relevância. Aproveite para deixar comentários nas páginas mais visitadas dos parceiros, com links para seu site também. É uma estratégia antiga, mas que ainda funciona bem!

O material produzido deve ser super compartilhável. Você e o convidado devem divulgá-lo prioritariamente. Assim o alcance torna-se ainda maior, para os dois envolvidos.

Texto âncora

O texto âncora nada mais é do que as palavras utilizadas como hiperlink. Nunca coloque o link em “veja mais aqui” ou “nessa página”.

O ideal é utilizar termos relacionados, sinônimos da palavra-chave ou a keyword específica do conteúdo que está sendo linkado.

Quantidade de links

Obviamente que quantos mais sites usam você como referência – linkam para seus conteúdos -, provavelmente mais confiáveis seus textos são para potenciais usuários.

Isso tem um peso enorme para os mecanismos de busca.

É a principal maneira deles saberem que seu conteúdo é a maior referência no meio digital sobre aquele assunto ou keyword.

Dicas extras

Bom, você leu o material até o final.

Espero que realmente tenha sido útil.

Para ajudar ainda mais, reforçarei as ferramentas que você pode utilizar para montar sua estratégia:

  • Keyword Planner
  • SemRush
  • Moz
  • Google Search Console
  • Website Grader
  • Ahrefs
  • WordPress (com plugin Yoast ou All-In-One SEO).

Queria citar o WordPress como uma última dica. Sabe todas essas dicas que dei sobre formatação, tags, title, meta description e alt text? Então, alguns templates – inclusive gratuitos – do CMS para utilizado para criação de sites no mundo, condensam essas informações em campos para preenchimento.

Tudo isso usando um dos plugins que citei: Yoast ou All-In-One SEO.

Além disso, os templates do WordPress são feitos para serem otimizados e terem uma melhor performance de acordo com os padrões cobrados pelo Google. Portanto, recomendo fortemente que você utilize o WordPress como plataforma do seu site, inclusive recorrendo a uma migração.

É isso pessoal, foi minha última dica nesse artigo. Agora vocês estão prontos para por a mão na massa.

Qualquer dúvida, não deixem de entrar em contato. Somos especialistas em estratégias SEO e não temos problemas em compartilhar nossos conhecimentos.

Obrigado!