Tags Posts tagged with "marketing de conteúdo"

marketing de conteúdo

Vivemos a era da especialização. Não temos só ortopedistas, temos ortopedistas especialistas em pé. Mas não é qualquer pé, é no pé direito ou especialistas em pé esquerdo, especialistas em calcâneo e assim vai.

No jornalismo não poderia ser diferente. Temos os especialistas em política, economia, esporte e os especialistas na arte de transformar seus clientes em notícia. Que clientes? Pode ser o Chitãozinho e Xororó, pode ser o CRM -Conselho Regional de Medicina, a OAB ou a KRJ, especializada no desenvolvimento e fabricação de conectores elétricos para redes aéreas.

As necessidades da KRJ são necessariamente diferentes das necessidades do Chitãozinho e Xororó. Dai a necessidade da especialização, especialmente quando levamos em consideração o público alvo de ambas.

Sempre é importante definir porque um conjunto musical, uma entidade de classe, pessoa física ou empresa necessitam de assessoria de imprensa. Qual é a razão pela qual querem ampliar a sua visibilidade? Serem vistas e conhecidas? Criarem e tornar público um novo produto ou um novo conceito? Se tornarem autoridades em um determinado assunto? Ou simplesmente se diferenciarem da concorrência para tentar aumentar o faturamento?

E essa pergunta vai determinar que tipo de empresa de assessoria de imprensa  deve ser contratada, com a ressalva de que a alta especialização do assessor está diretamente relacionada ao tipo de resultado que ele gera.

Eu diria que a especialização na indústria é uma das mais árduas tarefas a que um assessor pode se propor. Se toda a grande imprensa sempre está interessa em assuntos relacionados à música sertaneja ou às grandes celebridades, o mesmo não acontece com novos centros de usinagem lançados no mercado para atender à indústria de base ou novos botões capazes de melhorarem o acionamento de grandes centrais de produção ou sistemas de grande porte.

O Universo industrial é amplo, complexo, mas determinante para o desenvolvimento de qualquer país. É a indústria que gera emprego em massa, que desenvolve regiões quando implantada, causando desenvolvimento e impacto social positivo.

Mas para escrever sobre isso e, mais ainda, transformar essa realidade em notícia é preciso mais do que entender de pautas e horários de fechamento de grandes redações. É preciso uma especialização macro, em business to business e falar a língua e entender a realidade da empresa que contrata o serviço de assessoria de imprensa e da empresa que vai comprar o produto divulgado.

Existem jornalistas especializados , existem veículos mais especializados ainda, cuja pauta gira em torno desses avanços tecnológicos e especificidades de cada área. Temos revistas como Brasil Mineral, Petro& Química, Controle e Instrumentação, Brasil Energia. Blogs que cuidam de reciclagem, logística e sustentabilidade. Não basta conhecer jornalismo, é preciso conhecer a indústria que será assessorado, seus produtos, serviços e diferenciais competitivos.

Para gerar resultados nesse segmento é preciso competência, mas acima de tudo conhecer a linguagem e as necessidades específicas desse segmento que merece destaque na imprensa nacional, não só  pela sua grandeza, mas pela importância no desenvolvimento do País.

As decisões do profissional de marketing passaram a ficar cada vez mais complicadas. Há pouco tempo, o desafio estava em decidir se a verba de mídia iria para TV, mídia impressa ou outro canal offline.

Entretanto, as coisas mudaram bastante nos últimos anos, exigindo do mercado um profissional inserido no contexto de marketing digital e preparado para planejar e justificar as escolhas de sua estratégia, seja ela em AdWords, Social, Display, CRM, Inbound, entre várias outras. Surgiram inclusive novas áreas e títulos para estas funções, como o Business Intelligence, Marketing Technology, Growth Hacking, etc.

Apesar de todo o mix digital disponível, vemos pouquíssimos players enxergando a jornada do consumidor até o final do funil. A estratégia digital de grandes companhias tem se limitado aos objetivos de awareness ou, quando norteado por conversão, se esquecem muitas vezes que no meio destes dois existe um objetivo mais importante, o da experiência do usuário.

Nesta época do ano sempre ouvimos uma série de tendências quando o assunto é e-commerce: Métodos de Pagamentos, Interatividade, Segurança, Atendimento, Mobile First, Big Data, Omnichannel. Considero todas muito importantes, mas muito me chamou a atenção ver que a maioria delas são motivadas pela mudança de comportamento do consumidor.

Sim, nosso consumidor mudou. O mindset mudou. Além do consumidor tradicional e dos Millenials, que podemos dizer que aprenderam a se adaptar ao mundo tecnológico, estamos lidando também com uma Geração Z (nascidos a partir de meados dos anos 90) que hoje representa 20% da população, mas que até 2020 podem representar 40%.

Estamos falando de um grupo com alta habilidade de circular no digital, que apesar dos problemas de distração, costumam ser promotores das experiências boas, ou seja, podem ser grandes advogados das marcas, mas… Desde que a sua marca passe por este crivo de relevância e qualidade, que eles sabem fazer muito bem.

Então, afinal, o que este consumidor quer? Para começar nossa reflexão, vale uma comparação com o mundo físico: você entra em uma loja e vê um produto interessante, mas ele não tem nenhuma informação além do nome, preço e código.

Comparando com o produto do concorrente, também com informações escassas, restam duas coisas: fazer uma aposta e comprar qualquer um deles (onde há um grande risco de devolução e insatisfação) ou sair da loja para procurar mais detalhes (nesta, você perdeu a venda). Mas e se nesta loja alguém chegasse para perguntar: “Posso te ajudar com esse produto? Ele é ideal para você, pois…”. Ótimo, mas até aqui nenhuma novidade, afinal, esta pessoa tem nome: é o vendedor.

Como aqui o assunto aqui é marketing digital, vamos voltar às escolhas feitas na estratégia e retomar o ponto levantado lá em cima: De que valem os investimentos em todas as opções do mix digital quando tudo leva para uma página sem vendedor? Sim, estamos falando da sua página de produto.

Se você vende os seus produtos no varejo online, sabe que as equipes de cadastro ficam responsáveis por números assustadores de cadastros de produtos em suas plataformas, consequentemente se concentrando em um tipo conteúdo básico: Título, Código, Descrição, Especificações e Imagens.

Mas a dúvida que fica é: o consumidor está realmente tendo uma experiência de compra? Lembre da Geração Z que falamos agora pouco e tente imaginar qual das páginas de produto abaixo realmente passaria pelo crivo de qualidade deles:

conteudo_especial_isee

Conteúdo de Produto deve ser visto como uma extensão da Estratégia Digital. Portanto, se você é da indústria, vale a reflexão sobre incluir mais uma linha em seu planejamento digital.

O conteúdo básico que começa no cadastro, pode (e deve) se estender a formatos mais ricos, chamados de Conteúdo Especial. Este é o seu vendedor online, responsável por apresentar seu produto de forma didática, ilustrativa, dinâmica e responder todas as dúvidas do consumidor, antes que este caia na monotonia de textos e tabelas técnicas dos varejistas.

Com informações consistentes o consumidor faz uma compra mais esclarecida, reduzindo o índice de devoluções e reclamações. Mas, muito além disso, com experiência online você posiciona sua marca, cria um relacionamento e se destaca frente a concorrência do varejo online. Resultado: mais conversão.

Para concluir o tópico de hoje, separamos algumas dicas importantes:

  • Estratégia: reveja seu calendário de lançamentos e datas especiais e pondere sobre a necessidade de impulsionar seu produto ou linha. O conteúdo de produto bem elaborado pode ajudar muito nos números de conversão no online.
  • Consistência: seja consistente em todos os canais. O consumidor atual circula com muita facilidade entre o físico e digital (o consumidor brasileiro em especial, devido a algumas barreiras culturais de compra online, ainda pesquisa muito online e compra no físico). Portanto, garanta que está passando todas as informações necessárias e criando uma experiência uniforme com a sua marca, em todos os canais.
  • Seja Transparente e Didático: não tente falar muito ou enganar esta geração de consumidores. Eles são espertos e investigam tudo no seu site, varejistas, comparadores, e, como falamos acima, no ponto de venda físico.
  • Abuse dos Recursos: imagens, vídeos, animações, interações, ajudam muito na explicação do seu produto e na experiência deste consumidor atual. Lembre-se apenas onde e como pretende utilizar este conteúdo para não se surpreender com as limitações de plataformas.
  • Mobile: qualquer conteúdo pode ficar lindo no papel, mas sem utilidade se não for responsivo. Acesso à internet via Smartphones e Tablets já representam 51% no mundo e o com o aumento da disponibilidade de wi-fi e dados este consumidores devem consultar cada vez mais o estoque, reviews e ofertas, via Mobile.

Boa Sorte!

Texto publicado anteriormente no Blog da iSee.

Landing page, ou página de conversão de vendas, é uma página web para onde são direcionados seus clientes e prospects com o objetivo de adquirirem um produto ou serviço que está sendo oferecido.

Estes consumidores, muitas vezes, são atraídos por diversos canais, como mídias sócias, e-mail marketing, blogs e links patrocinados, por exemplo.

Aliás, uma boa ferramenta de BI que mensure de onde vem o tráfico para sua landing page ajudará muito a pensar nas formas de marketing digital mais adequadas para seu negócio.

Nesta postagem, vamos apresentar 10 fatores que não podem faltar em bons exemplos de lading pages.

Mas, antes das dicas, vamos a uma nomenclatura importante, o termo Above the Fold.

O espaço que fica visível para seu usuário, assim que abre sua landing page, sem que tenha que usar a barra de rolagem, é o chamado Above the Fold (algo como “acima da dobra”).

Apesar de variar de computador para computador, em função das especificações determinadas pelo usuário, é possível definir quais são os formatos mais usados pelo seu público.

Esta é a área mais nobre da landing page e deve conter a maior quantidade possível dos elementos citados a seguir, mas sem ficar poluída! Um desafio, claro, em que o segredo é escolher o que é mais importante e construir um layout agradável.

Checklist: os 10 elementos essenciais de uma landing page que converte

Vamos dividir estes 10 itens em 2 partes. Os 3 primeiros se referem a cuidados técnicos, ou mais gerais, sobre a página de conversão, os 7 seguintes, a elementos que devem fazer parte da landing page para converter mais.

1- Leve e com abertura rápida

Este é um detalhe importante: ninguém ficará esperando sua página abrir, as pessoas são ansiosas e têm pressa. Use imagens leves e contrate um web designer que não pense apenas no layout, mas que leve este ponto em consideração também.

2- Esqueça o menu

A landing page, como dissemos, deve ser agradável, sem poluição ou excesso de informações que possam distrair seu usuário. Remova o menu geral de seu site desta página, ele é desnecessário e apenas mais uma “rota de fuga” para seus clientes!

3- Landing page responsiva

Uma pesquisa da empresa Adyen indicou que 15% das transações na internet no Brasil são realizadas em dispositivos móveis. Por isso, além de responsiva, isto é, se adaptar facilmente e sem problemas a dispositivos móveis, suas landing pages devem ter um layout atraente e uma boa usabilidade nesses aparelhos.

4- Headline que funcione

Também chamada de título, ela tem que ser curta, com no máximo 6 palavras, criativa, se possível, e atrair a atenção dos usuários. Além disso, deve informar claramente qual o benefício em adquirir o produto ou serviço. Não foque em características, foque nos benefícios!

5- Subtítulo explicativo

Agora é preciso esclarecer um pouco melhor do que se trata a oferta. Use de persuasão para mostrar de forma ainda mais esclarecedora como sua oferta vai resolver um problema de seu cliente potencial.

6- Call to Action

O velho e bom Call to Action (CTA) é o botão “mágico” que vai direcionar seu cliente para fazer uma compra, baixar um material, assistir um vídeo ou seja qual for o objetivo de sua landing page.

Todo mundo diz que os CTAs devem ser BOB: Big Orange Botons, mas isso é um exagero! A cor do CTA pode até ser mais chamativa, e geralmente é, mas isso vai depender do layout de sua página.

Quanto ao texto do CTA, as boas práticas de marketing dizem que:

  • Deve ter um verbo de ação;
  • Despertar senso de urgência;
  • Indicar o benefício de se clicar naquele link.

7- Formulário para coletar dados de leads

Um pequeno formulário, com poucos campos, preferencialmente nome e e-mail, deve constar de sua landing page para promover a nutrição de leads, posteriormente.

E para estimular o preenchimento deles, você deve criar conteúdos extras e dar de presente a seus clientes que te fornecem essas informações.

8- Conteúdos extras

Pode ser uma planilha, um template, um curso grátis, um e-book, não importa! O que é preciso é que este conteúdo seja tão relevante e útil para seu cliente que ele estará disposto a te entregar o e-mail dele em troca. Capriche nessa criação!

9- Vídeo curto

Um vídeo curto explicando o funcionamento do produto ou as vantagens e benefícios do serviço costuma ter um grande feito de persuasão sobre os leitores de uma landing page, pense nisso.

Este site ajuda a criar vídeos por conta própria e tem um plano gratuito, confira: www.rawshorts.com

10- Depoimentos e avaliações

Mostrar boas avaliações e depoimentos de clientes satisfeitos sempre dá mais credibilidade a sua empresa.

DICA EXTRA: testes A/B

Absolutamente tudo que você usa em uma landing page deve ser testado e melhorado com o uso de testes A/B, com o objetivo de sempre otimizar a taxa de conversão – Conversion Rate Optimization, em inglês. Faça 2 versões de sua landing page e direcione metade dos usuários para cada uma.

Idealmente, cada versão deve ter apenas um elemento diferente da outra, para testar qual dos dois funciona melhor. Por exemplo: teste 2 CTAs, escolha o melhor e depois teste 2 Headlines, e assim por diante, até ter uma landing page perfeita e que converte muitas vendas.

Para exemplificar o potencial desse trabalho, em um dos nossos testes, alterando apenas o conteúdo em uma dobra da nossa home, conseguimos aumentar o número de leads gerados pela página em 40%.

As oportunidades sempre existem. Mas, antes de sair mexendo em tudo que aparecer na sua frente, é importante que você saiba o que está errado em sua landing page. Estude suas ferramentas de Analytics. Entenda como o usuário se comporta na página. Desta forma, você diminui muito as chances de perder tempo fazendo alterações que são irrelevantes para suas conversões.

No final das contas o principal objetivo de criação de conteúdo é venda. A venda pode não acontecer assim que um usuário consumir o conteúdo, e por isso é importante acompanhá-lo e, com a ajuda de outros conteúdos relevantes, criar necessidade, mostrar a sua autoridade e prepara-lo para o momento de compra. É aqui que o departamento de vendas entra em jogo.

Infelizmente por muito tempo departamentos de marketing e vendas jogavam cada um na sua equipe, os objetivos deles não eram os mesmos, muitas vezes os funcionários de marketing nem tinham um canal de comunicação estabelecido com o time de vendas. Cada departamento fazia o seu melhor, e embora a estratégia trazia alguns resultados era evidente que eles podem ser melhorados.

A última tendência é de proporcionar a colaboração máxima entre os departamentos de marketing e vendas, fazendo com que os dois times trabalhem para alcançar o mesmo objetivo e sentem a importância do papel deles nos resultados finais da empresa.

Durante o Meetup de Conteúdo da SEMrush o CEO da RockContent, Vitor Peçanha compartilhou as principais dicas para alinhamento de trabalho de departamentos de marketing e vendas e o tema causou tanto interesse que hoje queremos dedicar um post a esse assunto.

Mas vamos começar pelo começo.

Marketing de Conteúdo – a arma poderosa de Marketing

Vamos ser objetivos – marketing de conteúdo é uma das principais chaves de sucesso da sua estratégia.

Só que marketing de conteúdo também está mudando e passando por alterações de conceito. Hoje em dia não é só produzir conteúdo recheado de palavras-chave e menções do seu produto ou serviço para atrair a atenção do público. O público de hoje não quer ouvir da sua marca, eles querem consumir conteúdo divertido, relevante, que resolve os problemas e tira as dúvidas, e é nisso que você precisa focar.

Se não acredita em mim, dê uma olhada nos exemplos das empresas – gigantes do mercado e nas táticas deles de aumento de visibilidade de marca.

“Eu gosto muito do exemplo da Red Bull” – diz o Vitor Peçanha – “Eles têm a Red Bug que é a revista de tiragem mensal, com a maior tiragem mensal do mundo. Pensa só, uma marca de energéticos que é a maior editora mensal do mundo! E nem precisa ir tão longe, aqui no Brasil você tem exemplo da Friboi que está investindo pesado na academia da carne, para ensinar as pessoas como fazer churrasco”.

Chegou a hora de soluções criativas, conteúdo fora de comum e pensamentos fora da caixa.

Mas antes de criar qualquer conteúdo é preciso fazer um bom planejamento, respondendo as 3 principais perguntas:

· Por que estou fazendo marketing de conteúdo;
· Para quem estou fazendo esse conteúdo;
· Como vou alcançar essas pessoas.

Primeiro você tem que pensar qual é o principal objetivo do seu conteúdo – aumentar visibilidade, diminuir o custo de venda, diminuir o custo de suporte, aumentar a base de emails

Em seguida é importante definir o perfil da pessoa que você gostaria de atrair com o seu conteúdo. Seja mais detalhista possível, pense na idade, profissão, como ela gosta de passar seu tempo livre etc. Pesquisa bastante e crie a sua personagem, imagine a vida dele – essas informações vão te ajudar a responder a terceira pergunta, a definir quais canais você pode usar para chamar a atenção dessa pessoa.

Qual tipo de conteúdo ela prefere? Vídeo, e-book, post de blog? Quais canais ela mais acessa? Blogs, redes sociais, e-mail? Quis palavras-chave ela usa para pesquisar os assuntos do interesse dela? A que horas tem maior pico de atividade online?

E agora é só alinhar os seus conteúdos com os níveis de funil de vendas, preenchendo lacunas e criando um fluxo natural do topo do funil até o fundo.

Por exemplo, criando conteúdo para o topo do funil você vai focar em tirar as principais dúvidas dos usuários, resolver os problemas deles e educá-los.

“Nessa etapa a pessoa ainda não quer comprar nada, ela só quer tirar a dúvida. O topo do funil tem muito volume, então você pode por coisas de fácil acesso, blog post, vídeo, webinar, vai ter alto alcance, alto volume. Você não vai pedir para alguém preencher um formulário e fazer um registro para ler um blog post.” – recomenda o Vitor Peçanha

No meio do funil a pessoa começa a sentir necessidade e está procurando solução, mas ainda não está preparada para comprar. Aqui você pode oferecer várias soluções, pouco-a-pouco se apresentando como uma referência no assunto – você disponibiliza um e-book para receber qual a pessoa precisa preencher um formulário e consegue o e-mail dela. Agora você pode mandar newsletters e novidades da sua empresa, sempre oferecendo conteúdo útil e trazendo a pessoa para o topo do funil.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

No topo do funil você pode dar exemplo de soluções que você pode oferecer – a pessoa já tomou a decisão de compra e agora você precisa convencê-la que a sua empresa é a melhor escolha. Você pode falar da sua autoridade no mercado (mostrando prêmios, referências, comentários e outras marcas de reconhecimento), mostrar como usar o seu produto e quais benefícios ele tem etc.

Qual é a principal vantagem dessa estratégia de funil de vendas? A possibilidade de passar para o seu departamento de vendas um lead extremamente qualificado, já sabendo o e-mail, cargo, tamanho da empresa e outras informações do seu usuário.

Vitor Peçanha deu um exemplo bem prático de mapeamento de conteúdo: “Imagina que eu vendo um programa de exercício em casa. Aí no topo de funil eu vou falar de 5 dicas para melhorar sua qualidade de vida. Ainda não estou falando sobre fazer exercício nem sobre comprar nada. Só digo, olha se você está estressado, você pode fazer yoga, você pode fazer exercício, você pode se alimentar melhor. O cliente vai pesquisar melhor e vai chegar à conclusão que quer fazer exercício. Agora ofereço um e-book para ele fazer exercício em casa já que ele não tem tempo. A pessoa baixa esse e-book, me dá os seus dados e eu começo a fazer os disparos de e-mail para ela.

Depois de um tempo eu vou mandar um e-mail para ela contando de cinco pessoas que mudaram de vida usando nosso programa Power 3000. Muitas vezes a pessoa pensa – quero mudar de vida! E compra, mesmo sem eu ter feito qualquer oferta. É assim que funciona o funil de vendas”

Juntando os esforços

Agora que você começou a gerar leads de qualidade com a sua campanha de marketing é preciso aprender a trabalhar em conjunto com o departamento de Vendas para fazer os seus esforços valerem a pena.

Na maioria das vezes é só questão de comunicação constante e aberta e alinhamento. “Todo mundo tem que falar a mesma língua, você tem que criar rotina de comunicação entre times, você tem que ter métricas unificadas. Todo mundo tem que ter a mesma definição básica, todo mundo deve saber o que é uma boa lead, uma lead qualificada” – comenta Vitor Peçanha

A conversa constante é importante para poder aperfeiçoar a sua estratégia constantemente com base nos feedbacks. Para exemplificar isso usaremos o exemplo que o Vitor deu durante o Meetup de Conteúdo:

Vamos supor que você gastou R$ 5.000 em marketing gerando 10.000 leads. Ou seja, cada lead custou 50 centavos. Qualifiquei 200 leads, e conversando com o departamento de vendas descobri, que deles foram gerados 2 clientes. Ou seja, cada um desses clientes custou R$ 2.500

Agora você pode avaliar e entender se o investimento valeu o retorno ou se é necessário ajustar a minha estratégia.

E isso não é o único benefício de alinhamento entre as áreas de marketing e de vendas. De acordo com o Vitor Peçanha, cooperando você tem toda eficiência do processo, consegue corrigir pontos de falha mais rapidamente, as oportunidades chegam mais qualificadas aos vendedores e os vendedores não vão perder tempo com leads que não são qualificados.

Para concluir, queria dizer que o marketing de conteúdo dá resultado, desde que você tenha uma estratégia, desde que você tenha um plano e um caminho para levar o seu cliente e gerar negócios.

Novos jogadores surgem no mercado diariamente e está ficando mais e mais difícil alcançar as metas e conseguir vencer nesse mundo tão competitivo de marketing digital.

Está procurando novas dicas e táticas para aplicar na sua estratégia de mídias sociais? Gostaria de se destacar de milhares de usuários de mídias sociais e ser ouvido por seu público?

Recentemente organizamos um meetup online (em inglês) dedicado à mídias sociais com 3 especialistas fantásticos que compartilharam o conhecimento e experiência deles. Donna Moritz mostrou as ferramentas que ela prefere usar para criar conteúdo visual e ganhar compartilhamentos. Nathan Hague trouxe umas dicas práticas de otimização para YouTube e dicas e ferramentas para ganhar ranqueamentos mais altos para seus vídeos. E no final a Diretora de Mídias Sociais da SEMrush Olga Andrienko revelou os segredos de criação de uma comunidade social forte com a ajuda de Twitter chats e algumas ferramentas úteis

Aqui você pode assistir a gravação do meetup na integra (em inglês), entretanto nesse post queria compartilhar algumas dicas mais interessantes da apresentação da Donna Moritz, a fundadora de Socially Sorted.

Qual conteúdo visual é o mais compartilhado?

Ainda 5 anos atrás mídias sociais eram diferentes. O mercado está mudando constantemente e está ficando mais e mais “lotado”. Como convencer os usuários das redes sociais que estão rolando a linha de tempo a parar e dar um pouco de atenção ao seu conteúdo? Hoje em dia a decisão de se interessar pelo conteúdo ou ignorá-lo é tomada em fração de segundos.

Donna Moritz revelou quais são os 5 tipos de conteúdo que são facilmente compartilhados por usuários.

1- Conteúdo original

O que faz a diferença é trazer informações que são realmente importantes e encontrar o conteúdo certo para seu público.

Olha esse exemplo real. Shawn, o funcionário da Margaret River Discovery, começou a postar todo dia uma foto de Margaret River, uma região de vinícolas situada na parte oeste da Austrália. Shawn não é um fotógrafo profissional, mas ele é consistente. Ele serviu de exemplo para outras empresas que começaram considerar o Instagram dele como uma fonte de conteúdo bom. Se você conseguir publicar conteúdo de uma forma consistente, outras empresas começarão a te considerar como fonte de conteúdo que pode ser compartilhado.  

Conclusão: Você não precisa ser fotógrafo ou designer profissional para criar um bom conteúdo visual. O seu conteúdo deve ser bonito e conter uma mensagem bacana. Também é importante ser consistente e usar ferramentas certas.

2- Conteúdo oportuno

Se você estiver na hora certa e no lugar certo isso pode apresentar uma boa oportunidade para criar um conteúdo marcante.

Não se esqueça de regras principais de conteúdo oportuno:

  1. Reaja rápido. Motive sua equipe a agir rápido e tirar foto ou fazer um vídeo assim que algo acontece.
  2. Esteja preparado e planeje com antecedência. Poste o seu conteúdo dedicado à eventos e celebrações de manhã cedo para que as pessoas o vejam logo depois de acordar. Se você postar algo cedo no dia que todos estão festejando, suas chances de ganhar compartilhamentos aumentam.

Caso precise de uma ajuda para encontrar eventos que valem uma postagem, confira o site Social Media Events Genie que oferece informações sobre eventos de vários típos. Prepare-se e faça uma lista de eventos!

Conclusões. Você pode usar qualquer evento para criar conteúdo oportuno. Nem sempre você consegue reagir rápido e ser o primeiro a postar, mas o importante é se planejar com antecedência e tentar ser entre os primeiros do dia.

3- Conteúdo Relevante

Outro jeito de criar um conteúdo que será compartilhado é de apostar no conteúdo relevante. Seu conteúdo deve ser feito sob medida para que seus seguidores queiram fazer um repost nessa rede social.

Por exemplo, vídeos – especialmente os vídeos para diversão – são extremamente populares no Facebook. E no Instagram os usuários querem ver imagens bonitas, com cores atraentes, pessoas e histórias reais e fotos de “por trás da cena”. O conteúdo postado no Facebook deve ser diferente do conteúdo postado no Instagram.

Conclusões. Você precisa descobrir qual é o tipo de conteúdo mais adequado para sua rede social e apostar nele

4- Conteúdo “Fácil de Digerir”

Conteúdo fácil de digerir são imagens, vídeos, GIFs e infográficos pequenos. Esse tipo de conteúdo é extremamente fácil de processar e é mais envolvente, por isso ele recebe mais compartilhamentos.

Dicas para criar conteúdo fácil de digerir:

  •    Quebre o conteúdo com frases mais cumpridas em pequenas partes com imagens
  •    Use ripl.com para criar vídeos curtos e fáceis de digerir
  •    Crie SlideShares com até 8 slides

Pessoas preferem consumir esse tipo de conteúdo de manhã ou antes de dormir. De qualquer maneira é melhor fazer testes para descobrir quando seu público consome melhor informação de digestão rápida para postar seu conteúdo na hora certa.

Conclusões. Os usuários estão ficando mais e mais impacientes a cada dia. Eles preferem conteúdo fácil de processar e digerir e compartilham esse tipo de conteúdo com gosto

5- Conteúdo com call to action

Às vezes você precisa ser pouco discreto e pedir às pessoas diretamente a fazer aquilo que você quer que eles fazem. Adicione um call to action e facilite a tomada de decisão para seus usuários.

Avalie seu conteúdo visual considerando os seguintes pontos:

  1. Conteúdo. O primeiro passo é o conteúdo em si.
  2. Call to action. Seu conteúdo precisa de um call to action. O que você quer que os seus usuários façam com o conteúdo? Você prefere que eles cliquem nele, o leiam ou compartilhem?
  3. Landing. O que acontece quando seus usuários clicam no conteúdo? Aonde esse clique vai leva-los? Até um conteúdo visual mais completo, um landing page, uma página de inscrição de um webinar?
  4. Objetivo/Meta. Você precisa ter um objetivo claro que você quer alcançar pedindo os usuários a seguir um call to action. Você quer que eles se inscrevem para um webinar, compartilhem uma imagem ou leiam um post de blog?
  5. Acrescentado valor. Verifique novamente que o seu conteúdo é valioso e relevante.

Conclusões. Você precisa comunicar claramente os objetivos do seu conteúdo, mostrar o que você quer que as pessoas fazem e qual benefício eles terão clicando no seu call to action. No caso de imagens, certifique-se que você tem só um call to action por imagem

Ferramentas

No final da apresentação Dona compartilhou a lista de ferramentas para criar imagens fantásticas e vídeos curtos.

Ferramentas para criação de conteúdo visual:

Ferramentas para criação de vídeos:

Esperamos que essas dicas ajudaram a entender melhor aspetos diferentes de mídias sociais e fazer mais um passo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

E você, quais truques utiliza para aumentar a quantidade de compartilhamentos do seu conteúdo?

Produção de conteúdo é uma estratégia vital para aumentar a visibilidade de qualquer site na internet. Com conteúdo direcionado ao seu público-alvo, há grandes chances de sua empresa capturar tráfego relevante e potencialmente interessado a baixo custo.

Uma das técnicas que pode ser usada com conteúdo é a alimentação de listas de retargeting, característica que uma boa plataforma de marketing de performance e afiliação provê a seus clientes. Para isso, é fundamental que seu conteúdo seja direcionado ao seu público-alvo utilizando-se de técnicas que permitam identificar o que seus potenciais clientes costumam consumir na internet.

“É preciso fazer uma análise científica, mensurar o impacto de cada conteúdo e produzir exatamente aquilo que interessa ao seu público, evitando-se temas não correlacionados”, informa Edgar Correa, da Conteúdo sob Demanda.

Como funciona o retargeting com conteúdo

Essa modalidade é um pouco diferente daquilo que podemos chamar de retargeting tradicional. Nesta última, anúncios são direcionados para usuários que já viram um produto em seu site, mas que, por alguma razão, não efetuaram a compra. Tal técnica tem um alto apelo para seu potencial cliente, gerando alto CTR e boas taxas de compra.

Com conteúdo há uma relação mais indireta, mas que, se bem executada, garante excelentes taxas de retorno. Nesta modalidade, anúncios de produtos são exibidos a usuários que viram conteúdo relacionado. Por exemplo, suponha que você tenha uma agência de turismo e um usuário faz uma pesquisa por “pontos turísticos de Bonito/MS” e encontra seu site. Essa busca revela grande grau de intenção de viajar, portanto faz todo sentido mostrar a ele ofertas de passagens ou hotéis em Bonito.

Dessa forma, o Marketing de Conteúdo – quando bem utilizado – contribui para alimentar o topo do funil de vendas (leia aqui como não fazer Marketing de Conteúdo). É preciso deixar claro que a técnica não substitui campanhas por CPC ou mesmo o retargeting de produtos. Ao contrário, trata-se de um complemento às maneiras mais usuais de se fazer marketing digital e funciona também como incentivo para suas campanhas.

Publicado anteriormente no Blog da Afilio.

Hoje em dia, para conquistar um novo cliente, você não pode mais se dar ao “luxo” somente de dizer que o seu produto ou serviço é melhor da categoria. Esse tipo de comunicação narcisista, focada no próprio negócio e em suas ofertas, deu lugar a um modelo que valoriza o relacionamento com o público. São as formas como a sua marca interage e é percebida pelos consumidores que estão, nesse momento, no centro das estratégias de marketing.

Essa mudança se deu de forma natural, muito em função da Web 2.0 e as suas ferramentas, como as redes sociais, apps de mensagens e e-mail marketing. Elas deram autonomia ao público, que passou a ser produtor da sua própria comunicação e não depende apenas dos velhos anúncios para decidir uma compra.

Agora, as pessoas buscam referências nas opiniões de outros compradores, no conteúdo que você produz, nos valores da sua marca e nas experiências que a sua empresa proporciona. Tudo isso contribui, de alguma forma, para melhorar o relacionamento com os consumidores, o número de vendas e, consequentemente, a fidelização de clientes.

Quer saber quais estratégias de marketing são capazes de produzir esses grandes resultados? Então, acompanhe as melhores que separei para este post!

Social media marketing

Vamos começar justamente por um dos meios que mais aproximaram as relações entre marcas e consumidores: as redes sociais. Por meio de plataformas, como o Facebook, Twitter, Instagram e agora o Snapchat, você pode interagir com o público como se fosse uma troca entre duas pessoas comuns. São estabelecidos diálogos mais informais, humanizados e que despertam o interesse dos usuários.

Uma estratégia de marketing nas mídias sociais se baseia em contar a história da sua marca por meio de conteúdos interessantes. Claro que as redes também devem ser usadas para promover suas ofertas, levar tráfego ao seu site/blog, gerar leads e servir como canal de atendimento ao público. De todo modo, a ideia é gerar engajamento com o seu negócio (comentários, compartilhamentos, avaliações e menções positivas).

Mas não estamos falando em compartilhar memes, ok? Trata-se de publicar conteúdos que serão importantes aos seus seguidores. Não se esqueça de que é muito mais fácil um potencial cliente abrir o seu próprio Facebook do que o seu blog. Então, se você quer ter um contato próximo e criar negócios, leve os seus valores também para as redes sociais.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo também é uma das estratégias de marketing que podem estreitar a sua comunicação com o público. Como o nome sugere, é um conjunto de técnicas usadas para produzir e divulgar conteúdo útil e relevante para uma audiência específica, com o objetivo de gerar engajamento, autoridade para a marca, leads e novos clientes. Essa metodologia está presente em diversos canais, como as redes sociais, blogs, sites, e-mail ou em veículos impressos.

Como os conteúdos produzidos têm o intuito de ajudar o público a resolver um problema, há uma identificação maior. Essa empatia é o que proporciona boas quantidades de compartilhamento, comentários e links para as suas páginas de conteúdo. Com o tempo, seu site ou blog começa a aparecer na primeira página do Google. Assim, mais pessoas se interessam por seus materiais, ampliando sua rede de contatos de forma econômica e escalável.

Suponhamos que você tenha uma pequena agência de turismo: os seus conteúdos não falariam dos pacotes em si, mas sim de “como uma viagem melhora a produtividade no trabalho” ou “os destinos mais inesquecíveis para os seus filhos”. Perceba que são temas que procuram envolver o consumidor ainda no topo do funil de acordo com o seu perfil (trabalho ou família). Eles geram boa reputação para você e tornam os leads mais bem preparados para fazer uma melhor escolha no futuro.

E-mail marketing

Por ser uma ferramenta mais pessoal e direta, o e-mail tende a ter uma eficiência maior na comunicação, já que suas mensagens chegam para mais pessoas do que uma publicação orgânica nas redes sociais. Segundo dados da Return Path, a taxa de abertura gira em torno de 30 a 40% de acordo com o dispositivo de acesso (mobile, desktop ou webmail).

Como mais pessoas têm contato com o seu conteúdo, é natural que as interações sejam maiores. Elas podem vir em forma de respostas aos e-mails ou em cliques — que posteriormente resultam em conversões.

O e-mail marketing também é muito importante para fazer nutrição de leads. Essa estratégia consiste em manter os leads da sua base aquecidos, com mais conteúdos relevantes, fazendo com que eles aumentem o interesse na sua comunicação e nas suas ofertas.

Para ser mais prático, os conteúdos relevantes de que tanto falamos nesses três primeiros tópicos se referem aos textos, imagens, áudios ou vídeos que abordem assuntos que sejam de interesse do público de acordo com o seu estágio no funil de vendas. Isso significa que não são textos de vendas e que exaltam o seu produto, mas sim algo voltado para a atração de consumidores que ainda nem sabem o que querem para resolver seus problemas (a maioria deles).

Marketing de experiência

Essa estratégia, como o termo indica, é centrada em ações que visem tornar a experiência do cliente satisfatória e memorável. Ela pode ser dividida em duas áreas: o marketing de experiência físico, feito na loja ou escritório, e o marketing de experiência online, que acontece no site, blog e em outros canais digitais.

Fisicamente, podem-se destacar dois segmentos: melhoria no atendimento e marketing sensorial. Esse último item, em especial, costuma ser mais impactante aos consumidores, já que estimula, de forma criativa e diferenciada, um ou mais dos nossos 5 sentidos (tato, olfato, paladar, visão e audição). Os objetivos são os de deixar os clientes mais à vontade e produzir emoções que os levem a ter mais desejo de comprar na loja.

Na internet, vale ressaltar as técnicas aplicadas para melhorar a experiência dos usuários. Incluem-se nesse leque de estratégias:

  • A redução no tempo de carregamento do site;
  • Design intuitivo (facilitar para o público a localização dos itens em seu site/blog);
  • Layout responsivo (para carregamento em telas menores);
  • Disponibilizar todos os contatos da sua empresa e certificados de segurança no site.

Marketing de indicação

O marketing de indicação, ou de recomendação, é uma tática interessante porque busca atingir três metas de uma só vez: aumentar as vendas recorrentes, fidelizar os atuais clientes e conquistar novos compradores.

Esse investimento na base é comprovadamente mais barato do que os esforços para conquistar novos clientes. Isso sem contar que as pessoas tendem a valorizar muito mais as impressões de outros consumidores em vez do que você fala da sua própria oferta.

Toda essa mecânica é feita por meio de determinados estímulos, que variam entre descontos e prêmios para os atuais clientes até a promoção de conteúdos segmentados, que ajudarão seus compradores a aproveitarem melhor as suas compras. Esse incentivo gera indicações espontâneas e um crescente aumento na sua rede de contatos e clientes.

O que essas cinco estratégias de marketing têm em comum é o fato de todas elas promoverem a aproximação da sua empresa com os leads e clientes. Note que em cada uma há um aspecto de atração, incentivo ou melhora na experiência, isto é, fatores que naturalmente despertam o interesse do público em manter uma relação comercial e amigável com o seu negócio. Se boas relações costumam gerar boas vendas, então você estará no caminho certo se aplicar essas táticas.

Inbound, termo tão utilizado ultimamente, chegou ao e-commerce. Mas, o que é Inbound Commerce e como utilizá-lo? Neste post, vamos te ajudar a entender o que esse novo conceito significa e como levá-lo à sua loja virtual. 😉

O que é Inbound Commerce e como usá-lo em seu negócio

O Inbound Commerce significa entregar conteúdos relevantes ao seu cliente/lead independente da etapa de conversão em que ele se encontra. O Inbound Commerce é o Inbound Marketing voltado para um público bem específico: pessoas que compram online. Então, é necessário saber onde o seu potencial cliente procura por produtos, informações, promoções e etc. É em cima desses dados que sua equipe deve trabalhar.

Os sites de buscas como o Google, as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat e outros), Youtube e blogs são essenciais para a criação de uma estratégia de Inbound Commerce. Esteja onde o seu público está!

Será a partir dessas ações que você vai elevar o posicionamento do seu e-commerce nos buscadores (de forma orgânica), aumentar seus fãs nas redes sociais e, consequentemente, tornar o seu nome uma referência na área.

Por fim, mas não menos importante, foque em criar laços com o seu público, fazendo com que ele se sinta especial para você e não apenas números  em seu orçamento.

Lembre-se: as pessoas necessitam de atenção. Antes de consumidores, elas são seres humanos. Então, trabalhe isso em sua estratégia.

Para que o Inbound Commerce funcione, é necessário entender o funil de vendas. E é isso que vamos fazer agora!

Como atrair um lead com o Inbound Commerce

Esse é o momento em que você deve mostrar à sua buyer persona o que a sua loja virtual oferece. É por meio disso que o seu site alcançará tráfego em seus canais de comunicação e, assim, se transformar em leads.

Inbound-commerce-1

Para que isso aconteça, indicamos a criação/aperfeiçoamento das seguintes ferramentas:

Blog

Ter um blog é conversar, sempre, com o seu público. Nele, você pode dar dicas sobre os seus produtos, mostrar tendência do seu mercado, sugerir livros e filmes, além de publicar artigos e editoriais assinados pela sua equipe.

O blog é tido como uma das principais estratégias de Marketing de Conteúdo e, claro, Inbound Commerce. Esse será o seu espaço e, se bem trabalhado, garantirá que a sua empresa seja referência em sua área de atuação.

Porém, essa ferramenta precisa de compromisso e planejamento. Pense, semanalmente, em pautas e publique-as de duas a três vezes por semana. Crie um layout limpo e intuitivo e não se esqueça de ter um buscador eficaz em seu blog.

Se coloque no lugar do usuário e provoque uma boa experiência de navegação.

SEO

A compra online começa com uma busca na internet. Então, o seu site/blog precisa estar bem posicionado.

Para isso é necessário que você faça um estudo de SEO com palavras-chave, títulos, otimização de páginas, conteúdos relevantes e e inserção de links externos e internos.

Mais uma vez, coloque-se no lugar de quem vai procurar pelos seus produtos na rede. Quais palavras você usaria? Você digitaria qual pergunta nos buscadores? Pesquise e faça testes.

Mídias Sociais

As mídias sociais são um mundo de oportunidades e criatividade. Para que isso dê certo, é necessário estar atendo às mudanças que acontecem a todo o momento.

Um estudo do Big Data Corp. mostrou que 61% dos e-commerces brasileiros utilizam as redes sociais em suas estratégias de comunicação.

Então, observe o comportamento dos usuários e interaja com eles. Seja informativo, mas sem perder a leveza. Use emojis quando a situação permitir. Crie artes que gerem engajamento. Esteja presente!

PPC ou Custo por clique

O PPC ou Custo por clique nada mais é do que anúncios pagos. Como exemplo, podemos citar o Facebook Ads e o Google Adwords.

Se a sua loja virtual acaba de lançar um produto, usar o Facebook Ads é uma estratégia mais que indicada. A partir dessa divulgação, você gera mais tráfego para o seu site e chama a atenção de novos leads.

Como converter um lead com o Inbound commerce

Agora que você já sabe onde deve estar, chegou o momento de trazer essas potenciais compradores para a sua lista de e-mails.

inbound-commerce-2

Nesse ponto, precisamos ressaltar que é sempre mais fácil converter alguém que já recebe e acompanha os seus conteúdos. Afinal, fechamento de vendas está diretamente ligado à confiança.

Então, seguem algumas dicas de como aumentar as suas conversões de forma sustentável, levando em conta o tamanho do seu comércio eletrônico. Não se prenda às estatísticas, ok? Isso varia muito de acordo com o porte do negócio.

Crie formulários

Formulários precisam ser práticos para não correrem o risco do seu futuro cliente desistir de preenchê-lo. Assim, pense em perguntar apenas o que  será essencial nesse momento de atração.

Itens como nome, sobrenome e e-mail podem ser um bom início para o relacionamento com o usuário. E-mail cadastrado, lead gerado.

Landing Pages

E já que falamos em landing pages em um dos tópicos anteriores, vamos conversar um pouco mais sobre elas!

A landing page é onde você vai colocar todas as informações sobre determinada ação e convidar o seu cliente/lead a participar.

Vamos à prática? Se você vai fazer lançar um novo produto, a landing page é o espaço onde a pessoa vai encontrar detalhes sobre ele. É lá que você vai contar tudo o que a pessoa precisa saber para, então, comprá-lo.

Essa ideia é ótima e eficaz para a conversão de leads. Abuse dela.

Call to action

Call to action é o conjunto de links (ou um link apenas, de acordo com a sua necessidade) que estimulará a ação de compra dentro do seu e-commerce. Sabe quando você é direcionado ao fechamento da venda após ler todas as informações sobre o produto? É exatamente isso.

Para que um call to action seja eficaz, ele deve ser intuitivo. Então, nada de elaborar chamadas mirabolantes. Faça com que ele seja atraente, mas sem forçar a barra.

Organize seus contatos

Contatos convertidos, hora de organizá-los e direcioná-los. Uma boa saída (na verdade, a melhor) é escolher uma ferramenta de automação de marketing.

Como sugestão, indicamos o Mautic, que utilizamos aqui na Bertholdo, ou o Hubspot. Ambas são plataformas de automação de marketing e vendas, em que você cria campanhas de forma fácil e sem perder tempo.

Como transformar o seu lead em venda com o Inbound commerce

Você atraiu as pessoas, as transformou em leads e, consequentemente, começou a se comunicar com elas? Ótimo! Agora, chegou a hora de estimular o desejo da compra.

Lembre-se de que um objeto precisa trazer um “quê” a mais e, assim, fidelizar o consumidor. Pessoas não compram coisas, pessoas compram experiências.

inbound-commerce-3

Vamos às táticas que te ajudam a transformar leads em consumidores?

E-mail marketing

O e-mail marketing é a porta de entrada para as vendas. Capture o lead e envie boas-vindas a ele, acompanhado de um desconto para a primeira compra. Dê a ele vantagens para fazer negócio com você. Seja atrativo.

Conteúdos de qualidade

Conteúdo é a chave do sucesso do Inbound Commerce. Por isso, ele aparece em todas as etapas desse processo. A diferença, agora, é que esse material deve ser personalizado.

Acompanhe o histórico de visitas de forma a saber as páginas visitadas. Se a pessoa navegou e pesquisou preços de várias panelas, por que não enviar mais opções à ela?

Outra dica é ter conteúdos para reverter o abandono de carrinhos. A pessoa abandonou o carrinho com determinada mercadoria? Envie um e-mail marketing com um cupom de desconto para ser utilizado na compra desse produto.

Lead Scoring

Lead Scoring são formas de pontuar os seus leads. Por meio dessa estratégia, você cria um ranking de qualificação de leads e trabalha a comunicação ideal para cada um.

O intuito é acompanhar a evolução e investimento em conteúdo para determinado lead. Quanto maior a pontuação, mais perto da venda você estará.

Como fidelizar e encantar o seu lead com o Inbound Marketing

Venda fechada, momento de estreitar o contato e fidelizar o, agora, cliente.

inbound-commerce-4

Tenha em mente que, hoje, as pessoas são fãs de uma marca. E você deve trazer isso à sua realidade. Vamos às estratégias?

Pesquisas de satisfação

Após o pagamento, procure saber se o seu cliente navegou com facilidade pelo site, se teve dificuldades em algum formulário ou no ato da compra. Assim que o produto chegar, pesquise como foi o recebimento e se o mesmo chegou nas condições prometidas.

A premissa de menos é mais também cabe no formulário criado para pesquisa de satisfação. Seja o mais breve possível em suas perguntas.

Up Selling e Cross Selling

Calma que a gente explica! Vamos por partes:

o Cross Selling é a prática de oferecer produtos complementares ao que foi adquirido. Se a pessoa comprou um tênis para corrida, ofereça shorts, meias e camisas para essa modalidade.

Já o Up Selling é a melhora da venda por meio da oferta de um produto com uma qualidade melhor ou outras cores e tecidos, por exemplo.

O importante é fazer com que essas ações sejam benéficas para o cliente, instigando ele a investir nas ofertas. Lembre-se, sempre, de oferecer algum desconto ou outra ação em que ele se sinta “ganhador” de algo. O frete gratuito é uma boa ideia!

Se você gostou desse conteúdo, clique nas estrelas abaixo e ajude com que mais pessoas o encontrem na internet!

Conteúdo publicado anteriormente no Blog da Bertholdo.

Sempre quando falo na importância de conhecer melhor a sua persona, alguém faz a seguinte pergunta: “Ok Fabrício, mas como vou conhecer a minha persona se ainda não tenho clientes?”

Assista o vídeo abaixo e veja a resposta a esta pergunta:

Se preferir você pode ver este mesmo conteúdo no formato escrito, logo abaixo.

Como conhecer a minha persona se não tenho cliente?

Como conhecer a sua Persona se você ainda não tem clientes? Parece uma pergunta muito comum quando a gente fala em marketing de conteúdo, marketing de relacionamento, Persona.

Pode ser que você que está me ouvindo aqui agora, queira realmente conhecer melhor o seu público, ou o publico que você vai ainda se relacionar e possivelmente vender pra ele. Mas você não tem cliente ainda, e você fala, poxa Fabrício como é que eu vou fazer o exemplo uma pesquisa se eu não tenho cliente, como que eu vou fazer uma entrevista se eu não tenho cliente.

Realmente essas coisas que eu falei em um outro vídeo não vai funcionar se você ainda não tem cliente. Mas como que você pode conhecer o seu publico mesmo sem ter cliente ainda.

Identificando as necessidades do cliente

A primeira coisa que tenho pra te falar é, se isso estiver acontecendo com você esse é o cenário ideal. O cenário ideal é você conhecer realmente o público antes de já estar no mercado. Se nós formos olhar é isso que as empresas fazem, uma empresa que faz um carro por exemplo:

Será que ela primeiro planeja aquele carro, pra depois ver pra quem que ela vai vender aquele carro?

Geralmente ela vê uma necessidade e cria aquele carro pra aquele tipo de pessoa, vamos dizer a Jeep por exemplo, que produz carros que são carros muito fortes, especialmente voltados pra andar em estrada de terra a estrada toda ondulada.

Então, será que a ideia é, poxa eu vou criar aqui esse carro e depois eu vou procurar um público que tenha interesse. Então esse é o cenário ideal, primeiro você a Identificar qual que é a dor ou a necessidade ou sonho e depois ter a solução. Agora, como você pode fazer isso?

A primeira dica é a mesma que eu dei em um vídeo passado, que é falando sobre o Facebook especialmente.

Facebook

Entrar em grupo do Facebook, que seja um grupo relacionado aquilo que você vai vender. Isso vai funcionar muito bem tanto se você já tem um negócio, mas se você ainda não tem vai funcionar perfeitamente.

O legal é que, quando você não tem um negócio ainda, talvez você ainda não tem ideia tem dúvida sobre o que as pessoas falam sobre aquilo, quando você entrar nesses grupos você vai ver na prática o que que as pessoas comentam.

E com certeza vai te dar ideias do que que você pode fazer, então entrar em grupos e também se tiver alguma pessoa que se destaca no grupo, que interagem mais, você pode entrar no perfil dessas pessoas e conhecer elas um pouco melhor.

Agora a segunda maneira de fazer isso é uma maneira um pouco mais técnica que é usando também no Facebook. Mas é uma ferramenta que se chama, audience insights

Audience Insights

É uma ferramenta do Facebook que te permite conhecer melhor o seu público.

Você pega a página, suponhamos que você venda artigos de luxo, então você pega uma página da Rolex, uma página do Facebook da Rolex e lá no Audience Insights você consegue ver qual que é o tipo de pessoa que está ali naquela página.

A maioria das pessoas que estão naquela página ela tem qual idade, qual que é o sexo, quais que são os interesses daquela pessoa. Ela vai te mostrar no Audience Insights outras páginas, outros conteúdos, que aquela pessoa também curte a Rolex curte.

Então, basicamente vai ser uma página de uma empresa que provavelmente o seu público está nela e quando você analisar essa página do Facebook, no Audience Insights vai te mostrar várias características em comum da pessoa que está naquela página.

E de novo pra fazer isso, você não precisa ter um negócio ainda, é especialmente o que eu tô falando aqui, pra você que ainda não tem um negócio.

A terceira maneira de fazer isso é usando uma ferramenta chamada Quora.

Quora

O que essa ferramenta faz? Ela funciona como Yahoo Respostas, só que de um jeito mais eficiente, ela é uma ferramenta muito mais eficiente que o Yahoo Respostas.

É uma ferramenta em inglês, todas as perguntas que estão lá são em inglês. O que você pode fazer?

Eu peguei a palavra Persona, coloquei lá nessa ferramenta e cliquei, lá mostrou diversas perguntas que as pessoas faziam sobre esse tema, sobre Persona, e advinha qual que era uma das perguntas?

Como conhecer a persona se eu não tenho cliente?

E aqui está o vídeo que eu respondo isso, então esse vídeo saiu dessa ferramenta. Então, você pode por exemplo, suponhamos que você venda tênis de corrida, aí você vai precisar traduzir, colocar no inglês e colocar lá tênis de corrida.

E ver as principais perguntas que as pessoas têm relacionado à tênis de corrida, e isso vai te ajudar especialmente se você quiser criar conteúdo relacionamento marketing de relacionamento.

Enfim, vai te ajudar muito, a entender que tipo de pergunta as pessoas fazem relacionadas seu produto.

Conclusão

Espero que tenha te ajudado este conteúdo, e tenha te ajudado em como você pode realmente conhecer a persona, mesmo sem ter uma persona ainda. Um grande abraço e até o próximo vídeo!

Texto publicado anteriormente no FabricioVenancio.com.br.

Veja também:

Superpersona: A ferramenta para criar uma Buyer Persona

Em meio a uma época que vem sendo marcada pelo crescimento do número de empreendedores no marketing digital, conseguir autoridade na internet e aumentar a relevância da sua marca vem se tornando, como já se podia prever, um ponto cada vez mais crucial.

Vários fatores levam a isso. Entre eles está o crescimento de estratégias eficazes, tanto no marketing de conteúdo em si quanto nas práticas de SEO, fazendo valer aquela antiga máxima de que a alta concorrência implica em serviços mais bem prestados ao consumidor final.

Como para os empreendedores o trabalho de conquistar autoridade na internet é árduo, é preciso saber alguns truques. Neste post, você aprenderá alguns passos importantes para construir uma imagem influente na internet, através de estratégias que não são tão difíceis de aplicar. Confira!

Seja uma autêntica “fonte de conhecimento”

Publicar conteúdo online é como escrever uma obra a ser constantemente referenciada em trabalhos acadêmicos. Quando o autor produz um grande trabalho, cuja consistência é tão grande que suas ideologias contribuem para o aprendizado de várias gerações seguintes, a autoridade conquistada é algo que nada e nem ninguém apagará.

E é exatamente isso que os maiores vencedores do mundo digital conseguem ao fornecer conteúdos autênticos, ricos e informativos. Se você possui o conhecimento, não hesite em deixá-lo disponível para quem necessitar dele futuramente. Deixe o seu legado ao público.

Com o tempo existirão muitos concorrentes procurando fazer conteúdos parecidos com o seu, mas o conteúdo que sempre será amplamente consultado e compartilhado é o original. De forma mais poética, podemos dizer que ser semeado é melhor do que ser simplesmente lembrado.

Ensine primeiro e venda depois

Ofertar uma promessa é algo a ser evitado. Além de não passar credibilidade, estratégias dessa natureza estão próximas de ser extintas do marketing digital — a própria concorrência trata de derrubar essas táticas.

Siga os princípios de inbound marketing, que consistem em fornecer conteúdos ricos e educativos para o público. Sem desembolsar nada os leitores passarão a reconhecer você como uma referência no assunto e então se aproximarão, por conta própria, da sua marca.

Lembre-se de que toda autoridade é construída por valores, portanto esse deve ser o seu foco.

Como criar o melhor conteúdo possível

Produza conteúdos específicos sobre determinado tema

Deixemos de lado um pouco o conceito de funil de vendas — que é imprescindível para o planejamento. Você, caro leitor, já parou pra pensar em como deve ser o conteúdo ideal? Muita gente pode supor que as melhores produções textuais priorizam a quantidade de informações, ou seja, textos que sejam o mais informativo possível.

Porém, por mais informações que você tente colocar em um post, sempre faltará alguma coisa. Fora que um tópico sempre leva a outro, e, por fim, o conteúdo se torna complexo e de difícil compreensão. O que fazer então?

A solução é simples: escolha um tema como base e produza uma série de posts relacionados a ele. Isso comprovará o seu nível de conhecimento acerca do assunto e promoverá um aprendizado ainda maior aos seguidores, dois fatores-chave da autoridade na internet.

Lembre-se de não escrever demais: os textos para internet precisam seguir a dinâmica do resto da rede.

Por que o conteúdo autoral é mais importante que o SEO

Trate o networking como algo fundamental

Ampliar a sua rede de contatos profissionais e marcar presença em eventos importantes — você tem ideia do quanto isso reflete no ganho de autoridade na internet? 80% dos grandes executivos do mercado reconhece o networking como estratégia determinante — segundo pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE) —, e os seus benefícios são nítidos para as empresas de menor porte.

Entre as várias posturas a serem adotadas para ter sucesso com networking, uma delas em especial tem muito a ver com ganho de autoridade e também de notoriedade. Trata-se de ser uma “engrenagem” num círculo social, aquele que apresenta as pessoas umas às outras, o ponto a que a maioria recorrerá em situações diversas. Ou seja, ser um influenciador!

Quando você desempenha um papel de influência entre profissionais e empreendedores de uma mesma área, muitas boas oportunidades surgem. Seu nome passa a ter maior credibilidade, outros influenciadores vão citá-lo e recomendar seus conteúdos, e isso vai refletir significativamente no crescimento de autoridade e notoriedade de sua marca.

Considere o SEO como uma prática relevante

As tendências podem acarretar em algumas mudanças no marketing digital, porém, é certo que durante os próximos anos as estratégias de otimização para motores de busca (SEO) continuarão sendo fundamentais para o engajamento de novos leitores.

Se o seu website não estiver bem posicionado nos resultados do Google, será difícil reforçar o peso de sua marca ao público. Deve-se compreender que o ponto de vista do usuário do Google não é igual ao de quem trabalha com marketing e web. Geralmente, as pessoas consideram as páginas posteriores do Google uma colocação entre os sites menos acessados, o que dá a entender que seu conteúdo não é dos mais qualificados.

Portanto, é altamente recomendável continuar desenvolvendo e aprimorando os aspectos SEO de sua página, até porque somente benefícios serão recolhidos.

Como produzir blog posts e descrições de produtos pensando em SEO?

Invista no design

Um ótimo design gera muito mais do que um bom aspecto ao site. Ao investir em design de bom gosto, que seja responsivo e também funcional para o usuário, sua marca demonstrará, acima de tudo, que se importa em oferecer a melhor experiência possível.

Todo mundo — sem exceção — gosta de sites que carregam rapidamente, que tenham uma navegação simplificada (acessar conteúdos em poucos cliques), compatível com qualquer dispositivo e navegador, e, é claro, com um visual atrativo. Vale lembrar que o público se tornará cada vez mais exigente e aqueles que ignoram a importância disso ficarão para trás.

Tenha uma variedade de materiais em diferentes formatos

Em vez de se basear em pesquisas sobre “qual o formato de mídia preferido dos internautas”, procure ser mais abrangente com relação a isso. Faça dos seus conteúdos algo acessível para todos os gostos e necessidades.

Muitas pessoas têm maior facilidade de compreensão assistindo a vídeos, enquanto outras gostam mais de ler arquivos em PDF (como e-books, pesquisas, tutoriais, etc.). Há também o público que prefira webinars por conta da interação em tempo real, assim como os que acham infográficos mais interessantes.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

Em suma e sem ressalvas: conquistar maior autoridade na internet significa se tornar uma referência consolidada, o que só vai acontecer se o maior número possível de gente interessada no assunto tiver acesso aos conteúdos que o seu site promove.