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Dentre as diversas formas de marketing digital, estratégias de inbound marketing têm se destacado ultimamente por sua efetividade e custo mais acessível.

Pesquisas revelam que o inbound marketing custa 61% menos do que o marketing tradicional, que usa anúncios em TV e revistas, por exemplo.

Além disso, empresas que usam estratégias de inbound marketing bem executadas têm resultados 10 vezes melhores, e apontam um retorno sobre o investimento positivo, na opinião de 79% das empresas que usam um blog em suas ações na internet.

Isso acontece porque o inbound marketing não interrompe as pessoas que buscam entretenimento ou informação com anúncios ou chamadas, mas, ao contrário, atrai seus clientes por meio de conteúdos interessantes e relevantes para o mercado-alvo de seu e-commerce.

Outros dados da mesma fonte comprovam que 80% dos decisores de compras nas empresas preferem receber informações em uma série de artigos do que em um anúncio publicitário.

É por esses e outros motivos que estratégias de inbound marketing devem fazer parte das ações do seu e-commerce.

Aprenda agora como fazer isso e ter excelentes resultados.

Estratégias de inbound marketing no e-commerce

Como você viu, técnicas de inbound marketing estão focadas em conteúdo relevante para atrair clientes potenciais. Mas não apenas nisso.

É preciso destacar mais dois importantes elementos da estratégia de inbound marketing:

  1. SEO: Search Engine Optimization, que consiste (de modo simplificado) em achar as palavras-chave mais usadas nas buscas de seu público na internet e usá-las em seu site e blog para atrair seus clientes potenciais.
  2. Mídias Sociais: usar as plataformas onde seu público-alvo mais interage para apresentar seu conteúdo a eles.

Além disso, as boas-práticas do inbound marketing indicam 4 fases que seu cliente deve percorrer ao entrar em contato com seus conteúdos e seu e-commerce:

  1. Atrair visitantes para seu site
  2. Colher dados dos visitantes (transformá-los em leads)
  3. Transformar leads em clientes (ao converter vendas)
  4. Fidelizar e encantar seus clientes, vendendo cada vez mais

Para cada uma dessas fases, vamos apresentar algumas estratégias de inbound marketing

1- Atraindo visitantes

Se é o conteúdo de qualidade que vai atrair seu público, é preciso conhecê-lo bem para saber o que é relevante para ele.

Para isso, depois de fazer pesquisas, entrevistas e usar ferramentas de BI e analytics na internet, você deve construir a persona (ou personas), de seu público.

Persona é um personagem fictício, com nome, idade, profissão e outras características que vão ajudar você a entender quais os assuntos que interessam a ele, para produzir os conteúdos certos.

Agora que você sabe quais os assuntos para desenvolver os conteúdos, crie um blog ligado ao seu e-commerce para falar sobre eles, sem esquecer de usar as palavras-chave identificadas através de ferramentas de SEO e empregá-las em seus textos.

Além disso, seu próprio site pode usar essas palavras-chave, de forma estratégia. Por fim, use os perfis e páginas de sua empresa nas mídias sociais para atrair ainda mais prospects com os assuntos relevantes para eles.

2- Transformando visitantes em leads

O conceito de lead define aqueles visitantes que demonstram algum interesse em seu produto ou serviço e deixam, espontaneamente, informações de contato para você poder falar com eles.

Assim, crie em seu blog conteúdos mais profundos e ricos, como e-books, infográficos, webinars, acesso a cursos e vídeos etc., e solicite que seus visitantes deixem dados como e-mail e nome, em um pequeno formulário, para poderem ter acesso a esses conteúdos especiais.

3- Convertendo vendas

Conhecendo o e-mail de seu lead, passa-se à fase de nutrição de leads, que consiste em enviar cada vez mais conteúdos relevantes para eles, por meio do disparo de e-mail marketing, com o objetivo de educá-los sobre seus produtos e serviços, mostrar como podem ser uma solução para seus problemas, oferecer mais materiais ricos ou outros conteúdos do interesse deles.

Com ajuda de software de automação de marketing, você descobrirá quais desses leads estão se interessando mais por seus materiais e como eles interagem com seus e-mails, blogs e mídias sociais.

Assim, será possível definir regras de como saber quais deles já estão interessados a ponto de poder receber um telefonema de sua equipe de vendas, por exemplo, no caso de negócios B2B, ou e-mails com links para ofertas em seu e-commerce, no caso de B2C, direcionados para landing pages especialmente criadas para melhorar a conversão, com auxílio de:

  • Boas imagens
  • Um site leve que abre rapidamente
  • Navegação intuitiva
  • Layout atrativo e responsivo
  • Elementos que caracterizam um site seguro
  • Call to Action engajador

4- Fidelizando e encantando seus clientes

Acha que depois da primeira venda, a estratégia de inbound marketing acabou? Pelo contrário, é hora de continuar conhecendo cada vez melhor seu cliente e enviar os conteúdos certos, para que ele compre cada vez mais e divulgue sua marca nas mídias sociais.

Este foi um roteiro rápido das principais estratégias de inbound marketing. Se você quiser saber mais sobre o assunto, sugiro que leia este artigo: Guia prático sobre o que é marketing digital

Recentemente, estive pesquisando algumas alternativas de ferramentas para automação de marketing e envio de e-mail-marketing. Imagino que muitos leitores do Profissional de E-commerce devem ter as mesmas dúvidas.

Se você não estiver familiarizado com o conceito, uma ferramenta de automação de marketing irá ajudá-lo a executar, por exemplo, sua campanha de marketing por e-mail com base no comportamento de seus visitantes.

O conceito de automação de marketing não é uma ideia nova, embora essa terminologia possa soar algo diferente. Aqui está uma breve visão geral:

“A Automação de Marketing é uma plataforma para economizar tempo, eliminar erros e melhorar a eficiência de uma ampla gama de tarefas de marketing em vários canais.”

Os profissionais de marketing modernos reconhecem que a automação simplesmente não é suficiente.
Para fornecer o valor mais relevante para os clientes, e clientes certos em todas as fases do ciclo de vida, é necessária uma nova abordagem.

O Marketing vai além da automação, comunicando-se efetivamente com sistemas em todo o ecossistema de clientes e em toda a sua cadeia de marketing.

Por exemplo, se eu fosse dono desse blog e você tivesse uma conta nele e estivesse lendo essas linhas, eu poderia pedir a essa automação de marketing para enviar um e-mail pré-escrito para sua caixa de e-mail para perguntar: “Precisa de uma mão para melhorar sua automação de marketing?”.

Como você passou algum tempo lendo essas linhas, eu poderia presumir que você está interessado em automação de marketing e poderia lhe oferecer meus serviços. Eu também poderia esperar 2 dias depois que você abriu este e-mail, para lhe enviar uma incrível oferta, apenas para você! E caso não tenha aberto, outra super oferta algum tempo depois.

Se também perceber que você verificou várias vezes algumas páginas no meu blog sobre automação de marketing ou qualquer outro tópico semelhante, eu poderia “marcar” o seu potencial em pontos e depois de uma certa quantidade de pontos, o pessoal de vendas poderia entrar em contato com você diretamente. Maravilha, hein?

Esta é uma prática bastante comum e que está disponível para micro, pequenas e médias empresas, não apenas às grandes, com orçamentos gigantescos.

Embora você pode se sentir “espionado”, este tipo de ferramenta é muito apreciada e usada por profissionais e empresas, pois eles podem economizar uma quantidade significativa de tempo, proporcionando um bom serviço aos seus clientes.

Ótimo para produtividade

Mas espere, este tipo de ferramenta não é apenas para as empresas, ela poderia ser usado de muitas maneiras diferentes, como por exemplo para escolas, associações ou qualquer nicho que possa se beneficiar da automação de e-mail marketing.

Porém, como eu e minha consultoria somos especializados em micro, pequenas e médias empresas, não teria nexo sugerir produtos que poderiam, combinados, ficarem mais caros que meu próprio serviço.

Assim tive de pesquisar muito e acabei encontrando boas ferramenta de automação de marketing, como Mailchimp ou Infusionsoft.

Mas sempre batia no ponto CUSTO, pois nenhuma delas é open source, ou seja, grátis …
Pois bem,  essa espera acabou quando eu conheci a ferramenta chamada Mautic.

Agora que você conhece um pouco mais sobre automação de Marketing vou lhe apresentar o Mautic:

O Mautic é uma plataforma que lhe fornece um alto nível de integração com sua audiência, permitindo que você faça conexões mais significativas com o cliente.
O fato de ser Open Source  (assim como Magento para o e-commerce e o WordPress para CMS), você terá APENAS o custo de hospedar a ferramenta em um provedor. Como esse custo é baixo, R$ 20 a 50,00/mês isso a torna praticamente GRÁTIS se comparada as ferramentas mais conhecidas de mercado como RD Station, LeadLovers, HubSpot, entre outras que cobram de R$150,00 a R$ 2.000,00/Mês . 

Além de tudo isso, tem também um belo design e diversos recursos como:

– Calendário: Para acompanhar todas as campanhas que você está executando;
– Leads: Para acompanhar os leads anônimos e conhecidos com métricas-chave como visualizações de página, tempo gasto no site, etc;
– Campanhas: Construtor de campanha para definir as ações e eventos que seus leads seguirão, de forma automática;
– Formulários: Para criar facilmente suas páginas de destino para coletar informações importantes ao promover sua oferta/serviço.
– Pontos (ou score): Para marcar seus leads com base em quão bem eles responderam às suas campanhas, isso poderia ajudar a desencadear campanhas diferentes depois);
– Relatórios: Para obter uma visão geral do sucesso de suas campanhas e ajudá-lo a aprimorá-las.

Eis abaixo as características mais importantes segundo a própria Mautic:

Design Poderoso

Aumentar sua base de clientes, elevando o nível de comunicação com eles. Da prospecção à fidelização, automatizamos o processo de comunicação para que você possa se concentrar nas coisas importantes – ser criativo e aumentar sua base de clientes.

Marketing Inteligente

Envolva seus contatos e use poderosos relatórios e painéis para analisar as atividades deles. Deixe nossa ferramenta de inteligência de campanha ajudá-lo a enviar comunicações mais oportunas e relevantes para fortalecer ainda mais os relacionamentos com seus clientes potenciais e clientes atuais.

Integrações abertas

Entenda melhor seus clientes potenciais e clientes atuais, olhando todas as informações que você tem sobre eles em um só lugar. Integre sua tecnologia de marketing para obter uma visão de 360 graus de seus contatos.

Ainda segundo a própria Mautic, as soluções principais foram desenvolvidas para atender às demandas de negócios e clientes.

A partir do momento em que um visitante interage com a sua marca on-line, essas soluções irão fornecer-lhe uma variedade de abordagens para reunir informações mais profundas, desenvolver relacionamentos baseados no valor, validando os seus esforços de marketing.

Essas soluções englobam, por exemplo:

1- Gestão de contatos

O aspecto mais importante do seu esforço de automação de marketing começa com as pessoas que você está alcançando.

Sejam visitantes desconhecidos ou contatos conhecidos, cada conexão fornece a inteligência necessária para construir relacionamentos mais profundos e fornecer um valor mais significativo. Exemplos:

  • Contatos: Qualquer visitante anônimo, cliente potencial, cliente potencial ou cliente; Contatos que poderiam estar em qualquer área da viagem de compra.
  • Segmentação: Crie filtros e listas que coloquem contatos em grupos diferentes, permitindo que você envie mensagens mais relevantes e personalizadas.
  • Integrações: As empresas usam inúmeros sistemas e tecnologias para atingir seus objetivos. Controle e gerencie inúmeras integrações para maximizá-los todos.

6 erros que não podem ser cometidos com os leads gerados

2- Gerenciamento do Ciclo de Vida do Cliente

A partir do momento em que a necessidade é reconhecida, até o momento em que a necessidade é atendida,  e além, cada ponto de contato é criticamente importante.

Quando você toma o tempo para entender todo o ciclo de vida do cliente e atribuir suas atividades de marketing a cada segmento da jornada de compra, você terá a oportunidade de criar experiências relevantes e cheias de valor. Exemplos:

  • Planeje: Use o calendário de marketing para agendar comunicações de marketing e acompanhar quais já foram executadas.
  • Execute: Envolva seus contatos imediatamente. Sem semanas de treinamento para desenvolver e lançar uma única campanha.
  • Acompanhe: Use integrações e abordagens de rastreamento avançadas para monitorar a atividade em qualquer lugar em seu site e trazer esses dados de volta à Mautic.

3- Marketing Multicanal

Comunique-se com seu público-alvo enviando mensagens personalizadas que são fáceis de criar, não importa onde elas estejam.

Envolver seus clientes potenciais com conteúdo, dentro do canal certo, irá ajudá-lo a reunir dados mais inteligentes, adicionando maior valor e construindo relacionamentos mais significativos com os clientes. Exemplos:

  • E-Mail: Utilize o editor intuitivo para criar e-mails profissionais em minutos e visualizar relatórios em tempo real sobre métricas-chave.
  • Mídias Sociais: Construir dados para seus contatos, puxando os dados das mídias sociais. Compartilhe as mensagens que você cria no Mautic para os seus canais sociais.
  • Web e SMS: Envie mensagens de texto e multimídia para um dispositivo móvel para contatos conhecidos. Compartilhe conteúdo relevante por meio do seu website no navegador.

4- Relatórios e Painéis

O objetivo de qualquer iniciativa de marketing são os resultados. Resultados para o seu cliente e os resultados para o seu negócio. Reconhecemos que cada empresa, indústria e campanha exige a obtenção de informações exclusivas.

Atribuir a atividade do comprador não é apenas medido pela percepção que você coleta através de relatórios, mas também é medido nas conexões de longa duração que são feitas. Exemplo:

  • Relatórios interativos: Selecione seus conjuntos de dados e adicione os filtros necessários para criar relatórios personalizados. Agora, seu relatório está disponível para toda a equipe.
  • Painel de controle: Acompanhe a atividade de cada campanha, e-mail, contato, página de destino e mais de vários painéis encontrados em toda o Mautic.
  • Multi-instância: Painel personalizado permitirá que você agregue dados e execute campanhas em várias instâncias de Mautic com facilidade.

5- Marcação, Criação e Conversão

Cada iniciativa de marketing é projetada para mover seus clientes e possíveis clientes da descoberta para decisão e à advocacia de marca. Acompanhe cada passo e interação, desencadeando comunicações de uma maneira determinada.

Então, quando sua contagem lhe disser que é o momento certo, criar o apelo perfeito à ação que transformará prospects em clientes. Exemplo:

  • Pontuação: Atribuir pontos com base em dados demográficos, sociográficos ou de atividade. Acionar ações adicionais quando um número específico de pontos for atingido.
  • Nutrição: A interface de arrastar e soltar ajuda a criar campanhas baseadas em tempo ou ativadas por atividade para entregar mensagens via email, SMS, social ou web.
  • Chamada à ação: Fácil de criar formulários que podem ser hospedados em seu site, página de destino ou e-mail para capturar informações adicionais sobre seus contatos.

Ficou interessado ? Tem mais ainda !!

6- Marketing de Mídias Sociais

Envolva suas conexões através de poderoso marketing de mídias sociais. Ouça o seu público-alvo e interaja diretamente com eles em sua plataforma de mídia social. Construa suas listas de Leads através de menções sociais, hashtags, palavras-chave e muito mais.

Isso é ter o Marketing de Redes Sociais ativo e integrado em suas campanhas.

7- Gestão de Contatos

Acompanhe sem esforço contatos anônimos e conhecidos. O Mautic fornece um acompanhamento detalhado, incluindo visualizações de páginas, tempo gasto no site e interesses específicos.

Uma vez que você começou o rastreamento, você pode nutrir esses contatos com uma série de processos poderosos e o Mautic torna isso mais fácil.

8- E-mail Marketing

Envie e-mails personalizados para seus contatos. Use o E-mail marketing em massa sem limites de envio. Ah, o Mautic também se integra com soluções de terceiros existentes.

Assista a abertura de e-mail, clique em cliques e envie follow-ups com base nas decisões dos usuários, tudo isso através do Mautic e do e-mail marketing.

9- Formulários

Crie formulários valiosos à sua campanha para coletar informações, criar segmentos, fornecer conteúdo ou comercializar seu próximo webinar com o construtor de formulários altamente personalizável.

10- Campanhas

Gerenciamento de campanha flexível e fácil de usar. Crie uma campanha e defina as ações e eventos que seus contatos seguirão. Automatize o processo de conexão com contatos e alimente-os ao longo do funil de vendas.

11- Relatórios

Use os dados coletados de cada uma de suas campanhas para melhorar seus esforços de marketing. O feedback detalhado dos relatórios da campanha permite melhorar e aperfeiçoar o seu marketing.

Agora que já sabem o que é automação de marketing e (quase) tudo que o Mautic pode fazer por você, vamos às duas opções de uso que o Mautic lhe dá:

1 – Você pode testar o Mautic na opção hospedada por eles mesmo, que é gratuita (claro, com alguns limites, mas ótima para se familiarizar com o Mautic.

Para saber mais sobre isso, clique aqui => https://mautic.com/pricing/. Claro, existe a versão paga também, e no mesmo link você pode comparar ambas.

2 – Você é um profissional Roots e quer partir pro arregaço? Você pode instalar o Mautic diretamente no seu servidor e começar a dominá-lo imediatamente.

Para isso, clique nesse link => https://www.mautic.org/

Finalizando, e para deixar vocês com água na boca, os próximos posts serão sobre:

Parte II – Instalando o Mautic Corretamente (é, nem tudo são flores).
Parte III – Criando Formulários e Campanhas no Mautic.

PS.: No Post Instalando o Mautic Corretamente, lhe ensinarei também a integrar uma ferramenta de disparo de E-mail que lhe dá 100.000 disparos grátis por mês com limite de até 20.000 por dia.

Para quem já quiser ir se aventurando, estou à disposição e responderei as perguntas pertinentes abaixo. Obs.: Não mandem perguntas por e-mail, redes sociais, etc, pois a sua dúvida pode ser a dúvida de outro, e queremos focar essa discussão aqui no Profissional de E-commerce, ok?

Vivemos a era da especialização. Não temos só ortopedistas, temos ortopedistas especialistas em pé. Mas não é qualquer pé, é no pé direito ou especialistas em pé esquerdo, especialistas em calcâneo e assim vai.

No jornalismo não poderia ser diferente. Temos os especialistas em política, economia, esporte e os especialistas na arte de transformar seus clientes em notícia. Que clientes? Pode ser o Chitãozinho e Xororó, pode ser o CRM -Conselho Regional de Medicina, a OAB ou a KRJ, especializada no desenvolvimento e fabricação de conectores elétricos para redes aéreas.

As necessidades da KRJ são necessariamente diferentes das necessidades do Chitãozinho e Xororó. Dai a necessidade da especialização, especialmente quando levamos em consideração o público alvo de ambas.

Sempre é importante definir porque um conjunto musical, uma entidade de classe, pessoa física ou empresa necessitam de assessoria de imprensa. Qual é a razão pela qual querem ampliar a sua visibilidade? Serem vistas e conhecidas? Criarem e tornar público um novo produto ou um novo conceito? Se tornarem autoridades em um determinado assunto? Ou simplesmente se diferenciarem da concorrência para tentar aumentar o faturamento?

E essa pergunta vai determinar que tipo de empresa de assessoria de imprensa  deve ser contratada, com a ressalva de que a alta especialização do assessor está diretamente relacionada ao tipo de resultado que ele gera.

Eu diria que a especialização na indústria é uma das mais árduas tarefas a que um assessor pode se propor. Se toda a grande imprensa sempre está interessa em assuntos relacionados à música sertaneja ou às grandes celebridades, o mesmo não acontece com novos centros de usinagem lançados no mercado para atender à indústria de base ou novos botões capazes de melhorarem o acionamento de grandes centrais de produção ou sistemas de grande porte.

O Universo industrial é amplo, complexo, mas determinante para o desenvolvimento de qualquer país. É a indústria que gera emprego em massa, que desenvolve regiões quando implantada, causando desenvolvimento e impacto social positivo.

Mas para escrever sobre isso e, mais ainda, transformar essa realidade em notícia é preciso mais do que entender de pautas e horários de fechamento de grandes redações. É preciso uma especialização macro, em business to business e falar a língua e entender a realidade da empresa que contrata o serviço de assessoria de imprensa e da empresa que vai comprar o produto divulgado.

Existem jornalistas especializados , existem veículos mais especializados ainda, cuja pauta gira em torno desses avanços tecnológicos e especificidades de cada área. Temos revistas como Brasil Mineral, Petro& Química, Controle e Instrumentação, Brasil Energia. Blogs que cuidam de reciclagem, logística e sustentabilidade. Não basta conhecer jornalismo, é preciso conhecer a indústria que será assessorado, seus produtos, serviços e diferenciais competitivos.

Para gerar resultados nesse segmento é preciso competência, mas acima de tudo conhecer a linguagem e as necessidades específicas desse segmento que merece destaque na imprensa nacional, não só  pela sua grandeza, mas pela importância no desenvolvimento do País.

As decisões do profissional de marketing passaram a ficar cada vez mais complicadas. Há pouco tempo, o desafio estava em decidir se a verba de mídia iria para TV, mídia impressa ou outro canal offline.

Entretanto, as coisas mudaram bastante nos últimos anos, exigindo do mercado um profissional inserido no contexto de marketing digital e preparado para planejar e justificar as escolhas de sua estratégia, seja ela em AdWords, Social, Display, CRM, Inbound, entre várias outras. Surgiram inclusive novas áreas e títulos para estas funções, como o Business Intelligence, Marketing Technology, Growth Hacking, etc.

Apesar de todo o mix digital disponível, vemos pouquíssimos players enxergando a jornada do consumidor até o final do funil. A estratégia digital de grandes companhias tem se limitado aos objetivos de awareness ou, quando norteado por conversão, se esquecem muitas vezes que no meio destes dois existe um objetivo mais importante, o da experiência do usuário.

Nesta época do ano sempre ouvimos uma série de tendências quando o assunto é e-commerce: Métodos de Pagamentos, Interatividade, Segurança, Atendimento, Mobile First, Big Data, Omnichannel. Considero todas muito importantes, mas muito me chamou a atenção ver que a maioria delas são motivadas pela mudança de comportamento do consumidor.

Sim, nosso consumidor mudou. O mindset mudou. Além do consumidor tradicional e dos Millenials, que podemos dizer que aprenderam a se adaptar ao mundo tecnológico, estamos lidando também com uma Geração Z (nascidos a partir de meados dos anos 90) que hoje representa 20% da população, mas que até 2020 podem representar 40%.

Estamos falando de um grupo com alta habilidade de circular no digital, que apesar dos problemas de distração, costumam ser promotores das experiências boas, ou seja, podem ser grandes advogados das marcas, mas… Desde que a sua marca passe por este crivo de relevância e qualidade, que eles sabem fazer muito bem.

Então, afinal, o que este consumidor quer? Para começar nossa reflexão, vale uma comparação com o mundo físico: você entra em uma loja e vê um produto interessante, mas ele não tem nenhuma informação além do nome, preço e código.

Comparando com o produto do concorrente, também com informações escassas, restam duas coisas: fazer uma aposta e comprar qualquer um deles (onde há um grande risco de devolução e insatisfação) ou sair da loja para procurar mais detalhes (nesta, você perdeu a venda). Mas e se nesta loja alguém chegasse para perguntar: “Posso te ajudar com esse produto? Ele é ideal para você, pois…”. Ótimo, mas até aqui nenhuma novidade, afinal, esta pessoa tem nome: é o vendedor.

Como aqui o assunto aqui é marketing digital, vamos voltar às escolhas feitas na estratégia e retomar o ponto levantado lá em cima: De que valem os investimentos em todas as opções do mix digital quando tudo leva para uma página sem vendedor? Sim, estamos falando da sua página de produto.

Se você vende os seus produtos no varejo online, sabe que as equipes de cadastro ficam responsáveis por números assustadores de cadastros de produtos em suas plataformas, consequentemente se concentrando em um tipo conteúdo básico: Título, Código, Descrição, Especificações e Imagens.

Mas a dúvida que fica é: o consumidor está realmente tendo uma experiência de compra? Lembre da Geração Z que falamos agora pouco e tente imaginar qual das páginas de produto abaixo realmente passaria pelo crivo de qualidade deles:

conteudo_especial_isee

Conteúdo de Produto deve ser visto como uma extensão da Estratégia Digital. Portanto, se você é da indústria, vale a reflexão sobre incluir mais uma linha em seu planejamento digital.

O conteúdo básico que começa no cadastro, pode (e deve) se estender a formatos mais ricos, chamados de Conteúdo Especial. Este é o seu vendedor online, responsável por apresentar seu produto de forma didática, ilustrativa, dinâmica e responder todas as dúvidas do consumidor, antes que este caia na monotonia de textos e tabelas técnicas dos varejistas.

Com informações consistentes o consumidor faz uma compra mais esclarecida, reduzindo o índice de devoluções e reclamações. Mas, muito além disso, com experiência online você posiciona sua marca, cria um relacionamento e se destaca frente a concorrência do varejo online. Resultado: mais conversão.

Para concluir o tópico de hoje, separamos algumas dicas importantes:

  • Estratégia: reveja seu calendário de lançamentos e datas especiais e pondere sobre a necessidade de impulsionar seu produto ou linha. O conteúdo de produto bem elaborado pode ajudar muito nos números de conversão no online.
  • Consistência: seja consistente em todos os canais. O consumidor atual circula com muita facilidade entre o físico e digital (o consumidor brasileiro em especial, devido a algumas barreiras culturais de compra online, ainda pesquisa muito online e compra no físico). Portanto, garanta que está passando todas as informações necessárias e criando uma experiência uniforme com a sua marca, em todos os canais.
  • Seja Transparente e Didático: não tente falar muito ou enganar esta geração de consumidores. Eles são espertos e investigam tudo no seu site, varejistas, comparadores, e, como falamos acima, no ponto de venda físico.
  • Abuse dos Recursos: imagens, vídeos, animações, interações, ajudam muito na explicação do seu produto e na experiência deste consumidor atual. Lembre-se apenas onde e como pretende utilizar este conteúdo para não se surpreender com as limitações de plataformas.
  • Mobile: qualquer conteúdo pode ficar lindo no papel, mas sem utilidade se não for responsivo. Acesso à internet via Smartphones e Tablets já representam 51% no mundo e o com o aumento da disponibilidade de wi-fi e dados este consumidores devem consultar cada vez mais o estoque, reviews e ofertas, via Mobile.

Boa Sorte!

Texto publicado anteriormente no Blog da iSee.

Landing page, ou página de conversão de vendas, é uma página web para onde são direcionados seus clientes e prospects com o objetivo de adquirirem um produto ou serviço que está sendo oferecido.

Estes consumidores, muitas vezes, são atraídos por diversos canais, como mídias sócias, e-mail marketing, blogs e links patrocinados, por exemplo.

Aliás, uma boa ferramenta de BI que mensure de onde vem o tráfico para sua landing page ajudará muito a pensar nas formas de marketing digital mais adequadas para seu negócio.

Nesta postagem, vamos apresentar 10 fatores que não podem faltar em bons exemplos de lading pages.

Mas, antes das dicas, vamos a uma nomenclatura importante, o termo Above the Fold.

O espaço que fica visível para seu usuário, assim que abre sua landing page, sem que tenha que usar a barra de rolagem, é o chamado Above the Fold (algo como “acima da dobra”).

Apesar de variar de computador para computador, em função das especificações determinadas pelo usuário, é possível definir quais são os formatos mais usados pelo seu público.

Esta é a área mais nobre da landing page e deve conter a maior quantidade possível dos elementos citados a seguir, mas sem ficar poluída! Um desafio, claro, em que o segredo é escolher o que é mais importante e construir um layout agradável.

Checklist: os 10 elementos essenciais de uma landing page que converte

Vamos dividir estes 10 itens em 2 partes. Os 3 primeiros se referem a cuidados técnicos, ou mais gerais, sobre a página de conversão, os 7 seguintes, a elementos que devem fazer parte da landing page para converter mais.

1- Leve e com abertura rápida

Este é um detalhe importante: ninguém ficará esperando sua página abrir, as pessoas são ansiosas e têm pressa. Use imagens leves e contrate um web designer que não pense apenas no layout, mas que leve este ponto em consideração também.

2- Esqueça o menu

A landing page, como dissemos, deve ser agradável, sem poluição ou excesso de informações que possam distrair seu usuário. Remova o menu geral de seu site desta página, ele é desnecessário e apenas mais uma “rota de fuga” para seus clientes!

3- Landing page responsiva

Uma pesquisa da empresa Adyen indicou que 15% das transações na internet no Brasil são realizadas em dispositivos móveis. Por isso, além de responsiva, isto é, se adaptar facilmente e sem problemas a dispositivos móveis, suas landing pages devem ter um layout atraente e uma boa usabilidade nesses aparelhos.

4- Headline que funcione

Também chamada de título, ela tem que ser curta, com no máximo 6 palavras, criativa, se possível, e atrair a atenção dos usuários. Além disso, deve informar claramente qual o benefício em adquirir o produto ou serviço. Não foque em características, foque nos benefícios!

5- Subtítulo explicativo

Agora é preciso esclarecer um pouco melhor do que se trata a oferta. Use de persuasão para mostrar de forma ainda mais esclarecedora como sua oferta vai resolver um problema de seu cliente potencial.

6- Call to Action

O velho e bom Call to Action (CTA) é o botão “mágico” que vai direcionar seu cliente para fazer uma compra, baixar um material, assistir um vídeo ou seja qual for o objetivo de sua landing page.

Todo mundo diz que os CTAs devem ser BOB: Big Orange Botons, mas isso é um exagero! A cor do CTA pode até ser mais chamativa, e geralmente é, mas isso vai depender do layout de sua página.

Quanto ao texto do CTA, as boas práticas de marketing dizem que:

  • Deve ter um verbo de ação;
  • Despertar senso de urgência;
  • Indicar o benefício de se clicar naquele link.

7- Formulário para coletar dados de leads

Um pequeno formulário, com poucos campos, preferencialmente nome e e-mail, deve constar de sua landing page para promover a nutrição de leads, posteriormente.

E para estimular o preenchimento deles, você deve criar conteúdos extras e dar de presente a seus clientes que te fornecem essas informações.

8- Conteúdos extras

Pode ser uma planilha, um template, um curso grátis, um e-book, não importa! O que é preciso é que este conteúdo seja tão relevante e útil para seu cliente que ele estará disposto a te entregar o e-mail dele em troca. Capriche nessa criação!

9- Vídeo curto

Um vídeo curto explicando o funcionamento do produto ou as vantagens e benefícios do serviço costuma ter um grande feito de persuasão sobre os leitores de uma landing page, pense nisso.

Este site ajuda a criar vídeos por conta própria e tem um plano gratuito, confira: www.rawshorts.com

10- Depoimentos e avaliações

Mostrar boas avaliações e depoimentos de clientes satisfeitos sempre dá mais credibilidade a sua empresa.

DICA EXTRA: testes A/B

Absolutamente tudo que você usa em uma landing page deve ser testado e melhorado com o uso de testes A/B, com o objetivo de sempre otimizar a taxa de conversão – Conversion Rate Optimization, em inglês. Faça 2 versões de sua landing page e direcione metade dos usuários para cada uma.

Idealmente, cada versão deve ter apenas um elemento diferente da outra, para testar qual dos dois funciona melhor. Por exemplo: teste 2 CTAs, escolha o melhor e depois teste 2 Headlines, e assim por diante, até ter uma landing page perfeita e que converte muitas vendas.

Para exemplificar o potencial desse trabalho, em um dos nossos testes, alterando apenas o conteúdo em uma dobra da nossa home, conseguimos aumentar o número de leads gerados pela página em 40%.

As oportunidades sempre existem. Mas, antes de sair mexendo em tudo que aparecer na sua frente, é importante que você saiba o que está errado em sua landing page. Estude suas ferramentas de Analytics. Entenda como o usuário se comporta na página. Desta forma, você diminui muito as chances de perder tempo fazendo alterações que são irrelevantes para suas conversões.

No final das contas o principal objetivo de criação de conteúdo é venda. A venda pode não acontecer assim que um usuário consumir o conteúdo, e por isso é importante acompanhá-lo e, com a ajuda de outros conteúdos relevantes, criar necessidade, mostrar a sua autoridade e prepara-lo para o momento de compra. É aqui que o departamento de vendas entra em jogo.

Infelizmente por muito tempo departamentos de marketing e vendas jogavam cada um na sua equipe, os objetivos deles não eram os mesmos, muitas vezes os funcionários de marketing nem tinham um canal de comunicação estabelecido com o time de vendas. Cada departamento fazia o seu melhor, e embora a estratégia trazia alguns resultados era evidente que eles podem ser melhorados.

A última tendência é de proporcionar a colaboração máxima entre os departamentos de marketing e vendas, fazendo com que os dois times trabalhem para alcançar o mesmo objetivo e sentem a importância do papel deles nos resultados finais da empresa.

Durante o Meetup de Conteúdo da SEMrush o CEO da RockContent, Vitor Peçanha compartilhou as principais dicas para alinhamento de trabalho de departamentos de marketing e vendas e o tema causou tanto interesse que hoje queremos dedicar um post a esse assunto.

Mas vamos começar pelo começo.

Marketing de Conteúdo – a arma poderosa de Marketing

Vamos ser objetivos – marketing de conteúdo é uma das principais chaves de sucesso da sua estratégia.

Só que marketing de conteúdo também está mudando e passando por alterações de conceito. Hoje em dia não é só produzir conteúdo recheado de palavras-chave e menções do seu produto ou serviço para atrair a atenção do público. O público de hoje não quer ouvir da sua marca, eles querem consumir conteúdo divertido, relevante, que resolve os problemas e tira as dúvidas, e é nisso que você precisa focar.

Se não acredita em mim, dê uma olhada nos exemplos das empresas – gigantes do mercado e nas táticas deles de aumento de visibilidade de marca.

“Eu gosto muito do exemplo da Red Bull” – diz o Vitor Peçanha – “Eles têm a Red Bug que é a revista de tiragem mensal, com a maior tiragem mensal do mundo. Pensa só, uma marca de energéticos que é a maior editora mensal do mundo! E nem precisa ir tão longe, aqui no Brasil você tem exemplo da Friboi que está investindo pesado na academia da carne, para ensinar as pessoas como fazer churrasco”.

Chegou a hora de soluções criativas, conteúdo fora de comum e pensamentos fora da caixa.

Mas antes de criar qualquer conteúdo é preciso fazer um bom planejamento, respondendo as 3 principais perguntas:

· Por que estou fazendo marketing de conteúdo;
· Para quem estou fazendo esse conteúdo;
· Como vou alcançar essas pessoas.

Primeiro você tem que pensar qual é o principal objetivo do seu conteúdo – aumentar visibilidade, diminuir o custo de venda, diminuir o custo de suporte, aumentar a base de emails

Em seguida é importante definir o perfil da pessoa que você gostaria de atrair com o seu conteúdo. Seja mais detalhista possível, pense na idade, profissão, como ela gosta de passar seu tempo livre etc. Pesquisa bastante e crie a sua personagem, imagine a vida dele – essas informações vão te ajudar a responder a terceira pergunta, a definir quais canais você pode usar para chamar a atenção dessa pessoa.

Qual tipo de conteúdo ela prefere? Vídeo, e-book, post de blog? Quais canais ela mais acessa? Blogs, redes sociais, e-mail? Quis palavras-chave ela usa para pesquisar os assuntos do interesse dela? A que horas tem maior pico de atividade online?

E agora é só alinhar os seus conteúdos com os níveis de funil de vendas, preenchendo lacunas e criando um fluxo natural do topo do funil até o fundo.

Por exemplo, criando conteúdo para o topo do funil você vai focar em tirar as principais dúvidas dos usuários, resolver os problemas deles e educá-los.

“Nessa etapa a pessoa ainda não quer comprar nada, ela só quer tirar a dúvida. O topo do funil tem muito volume, então você pode por coisas de fácil acesso, blog post, vídeo, webinar, vai ter alto alcance, alto volume. Você não vai pedir para alguém preencher um formulário e fazer um registro para ler um blog post.” – recomenda o Vitor Peçanha

No meio do funil a pessoa começa a sentir necessidade e está procurando solução, mas ainda não está preparada para comprar. Aqui você pode oferecer várias soluções, pouco-a-pouco se apresentando como uma referência no assunto – você disponibiliza um e-book para receber qual a pessoa precisa preencher um formulário e consegue o e-mail dela. Agora você pode mandar newsletters e novidades da sua empresa, sempre oferecendo conteúdo útil e trazendo a pessoa para o topo do funil.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

No topo do funil você pode dar exemplo de soluções que você pode oferecer – a pessoa já tomou a decisão de compra e agora você precisa convencê-la que a sua empresa é a melhor escolha. Você pode falar da sua autoridade no mercado (mostrando prêmios, referências, comentários e outras marcas de reconhecimento), mostrar como usar o seu produto e quais benefícios ele tem etc.

Qual é a principal vantagem dessa estratégia de funil de vendas? A possibilidade de passar para o seu departamento de vendas um lead extremamente qualificado, já sabendo o e-mail, cargo, tamanho da empresa e outras informações do seu usuário.

Vitor Peçanha deu um exemplo bem prático de mapeamento de conteúdo: “Imagina que eu vendo um programa de exercício em casa. Aí no topo de funil eu vou falar de 5 dicas para melhorar sua qualidade de vida. Ainda não estou falando sobre fazer exercício nem sobre comprar nada. Só digo, olha se você está estressado, você pode fazer yoga, você pode fazer exercício, você pode se alimentar melhor. O cliente vai pesquisar melhor e vai chegar à conclusão que quer fazer exercício. Agora ofereço um e-book para ele fazer exercício em casa já que ele não tem tempo. A pessoa baixa esse e-book, me dá os seus dados e eu começo a fazer os disparos de e-mail para ela.

Depois de um tempo eu vou mandar um e-mail para ela contando de cinco pessoas que mudaram de vida usando nosso programa Power 3000. Muitas vezes a pessoa pensa – quero mudar de vida! E compra, mesmo sem eu ter feito qualquer oferta. É assim que funciona o funil de vendas”

Juntando os esforços

Agora que você começou a gerar leads de qualidade com a sua campanha de marketing é preciso aprender a trabalhar em conjunto com o departamento de Vendas para fazer os seus esforços valerem a pena.

Na maioria das vezes é só questão de comunicação constante e aberta e alinhamento. “Todo mundo tem que falar a mesma língua, você tem que criar rotina de comunicação entre times, você tem que ter métricas unificadas. Todo mundo tem que ter a mesma definição básica, todo mundo deve saber o que é uma boa lead, uma lead qualificada” – comenta Vitor Peçanha

A conversa constante é importante para poder aperfeiçoar a sua estratégia constantemente com base nos feedbacks. Para exemplificar isso usaremos o exemplo que o Vitor deu durante o Meetup de Conteúdo:

Vamos supor que você gastou R$ 5.000 em marketing gerando 10.000 leads. Ou seja, cada lead custou 50 centavos. Qualifiquei 200 leads, e conversando com o departamento de vendas descobri, que deles foram gerados 2 clientes. Ou seja, cada um desses clientes custou R$ 2.500

Agora você pode avaliar e entender se o investimento valeu o retorno ou se é necessário ajustar a minha estratégia.

E isso não é o único benefício de alinhamento entre as áreas de marketing e de vendas. De acordo com o Vitor Peçanha, cooperando você tem toda eficiência do processo, consegue corrigir pontos de falha mais rapidamente, as oportunidades chegam mais qualificadas aos vendedores e os vendedores não vão perder tempo com leads que não são qualificados.

Para concluir, queria dizer que o marketing de conteúdo dá resultado, desde que você tenha uma estratégia, desde que você tenha um plano e um caminho para levar o seu cliente e gerar negócios.

Novos jogadores surgem no mercado diariamente e está ficando mais e mais difícil alcançar as metas e conseguir vencer nesse mundo tão competitivo de marketing digital.

Está procurando novas dicas e táticas para aplicar na sua estratégia de mídias sociais? Gostaria de se destacar de milhares de usuários de mídias sociais e ser ouvido por seu público?

Recentemente organizamos um meetup online (em inglês) dedicado à mídias sociais com 3 especialistas fantásticos que compartilharam o conhecimento e experiência deles. Donna Moritz mostrou as ferramentas que ela prefere usar para criar conteúdo visual e ganhar compartilhamentos. Nathan Hague trouxe umas dicas práticas de otimização para YouTube e dicas e ferramentas para ganhar ranqueamentos mais altos para seus vídeos. E no final a Diretora de Mídias Sociais da SEMrush Olga Andrienko revelou os segredos de criação de uma comunidade social forte com a ajuda de Twitter chats e algumas ferramentas úteis

Aqui você pode assistir a gravação do meetup na integra (em inglês), entretanto nesse post queria compartilhar algumas dicas mais interessantes da apresentação da Donna Moritz, a fundadora de Socially Sorted.

Qual conteúdo visual é o mais compartilhado?

Ainda 5 anos atrás mídias sociais eram diferentes. O mercado está mudando constantemente e está ficando mais e mais “lotado”. Como convencer os usuários das redes sociais que estão rolando a linha de tempo a parar e dar um pouco de atenção ao seu conteúdo? Hoje em dia a decisão de se interessar pelo conteúdo ou ignorá-lo é tomada em fração de segundos.

Donna Moritz revelou quais são os 5 tipos de conteúdo que são facilmente compartilhados por usuários.

1- Conteúdo original

O que faz a diferença é trazer informações que são realmente importantes e encontrar o conteúdo certo para seu público.

Olha esse exemplo real. Shawn, o funcionário da Margaret River Discovery, começou a postar todo dia uma foto de Margaret River, uma região de vinícolas situada na parte oeste da Austrália. Shawn não é um fotógrafo profissional, mas ele é consistente. Ele serviu de exemplo para outras empresas que começaram considerar o Instagram dele como uma fonte de conteúdo bom. Se você conseguir publicar conteúdo de uma forma consistente, outras empresas começarão a te considerar como fonte de conteúdo que pode ser compartilhado.  

Conclusão: Você não precisa ser fotógrafo ou designer profissional para criar um bom conteúdo visual. O seu conteúdo deve ser bonito e conter uma mensagem bacana. Também é importante ser consistente e usar ferramentas certas.

2- Conteúdo oportuno

Se você estiver na hora certa e no lugar certo isso pode apresentar uma boa oportunidade para criar um conteúdo marcante.

Não se esqueça de regras principais de conteúdo oportuno:

  1. Reaja rápido. Motive sua equipe a agir rápido e tirar foto ou fazer um vídeo assim que algo acontece.
  2. Esteja preparado e planeje com antecedência. Poste o seu conteúdo dedicado à eventos e celebrações de manhã cedo para que as pessoas o vejam logo depois de acordar. Se você postar algo cedo no dia que todos estão festejando, suas chances de ganhar compartilhamentos aumentam.

Caso precise de uma ajuda para encontrar eventos que valem uma postagem, confira o site Social Media Events Genie que oferece informações sobre eventos de vários típos. Prepare-se e faça uma lista de eventos!

Conclusões. Você pode usar qualquer evento para criar conteúdo oportuno. Nem sempre você consegue reagir rápido e ser o primeiro a postar, mas o importante é se planejar com antecedência e tentar ser entre os primeiros do dia.

3- Conteúdo Relevante

Outro jeito de criar um conteúdo que será compartilhado é de apostar no conteúdo relevante. Seu conteúdo deve ser feito sob medida para que seus seguidores queiram fazer um repost nessa rede social.

Por exemplo, vídeos – especialmente os vídeos para diversão – são extremamente populares no Facebook. E no Instagram os usuários querem ver imagens bonitas, com cores atraentes, pessoas e histórias reais e fotos de “por trás da cena”. O conteúdo postado no Facebook deve ser diferente do conteúdo postado no Instagram.

Conclusões. Você precisa descobrir qual é o tipo de conteúdo mais adequado para sua rede social e apostar nele

4- Conteúdo “Fácil de Digerir”

Conteúdo fácil de digerir são imagens, vídeos, GIFs e infográficos pequenos. Esse tipo de conteúdo é extremamente fácil de processar e é mais envolvente, por isso ele recebe mais compartilhamentos.

Dicas para criar conteúdo fácil de digerir:

  •    Quebre o conteúdo com frases mais cumpridas em pequenas partes com imagens
  •    Use ripl.com para criar vídeos curtos e fáceis de digerir
  •    Crie SlideShares com até 8 slides

Pessoas preferem consumir esse tipo de conteúdo de manhã ou antes de dormir. De qualquer maneira é melhor fazer testes para descobrir quando seu público consome melhor informação de digestão rápida para postar seu conteúdo na hora certa.

Conclusões. Os usuários estão ficando mais e mais impacientes a cada dia. Eles preferem conteúdo fácil de processar e digerir e compartilham esse tipo de conteúdo com gosto

5- Conteúdo com call to action

Às vezes você precisa ser pouco discreto e pedir às pessoas diretamente a fazer aquilo que você quer que eles fazem. Adicione um call to action e facilite a tomada de decisão para seus usuários.

Avalie seu conteúdo visual considerando os seguintes pontos:

  1. Conteúdo. O primeiro passo é o conteúdo em si.
  2. Call to action. Seu conteúdo precisa de um call to action. O que você quer que os seus usuários façam com o conteúdo? Você prefere que eles cliquem nele, o leiam ou compartilhem?
  3. Landing. O que acontece quando seus usuários clicam no conteúdo? Aonde esse clique vai leva-los? Até um conteúdo visual mais completo, um landing page, uma página de inscrição de um webinar?
  4. Objetivo/Meta. Você precisa ter um objetivo claro que você quer alcançar pedindo os usuários a seguir um call to action. Você quer que eles se inscrevem para um webinar, compartilhem uma imagem ou leiam um post de blog?
  5. Acrescentado valor. Verifique novamente que o seu conteúdo é valioso e relevante.

Conclusões. Você precisa comunicar claramente os objetivos do seu conteúdo, mostrar o que você quer que as pessoas fazem e qual benefício eles terão clicando no seu call to action. No caso de imagens, certifique-se que você tem só um call to action por imagem

Ferramentas

No final da apresentação Dona compartilhou a lista de ferramentas para criar imagens fantásticas e vídeos curtos.

Ferramentas para criação de conteúdo visual:

Ferramentas para criação de vídeos:

Esperamos que essas dicas ajudaram a entender melhor aspetos diferentes de mídias sociais e fazer mais um passo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

E você, quais truques utiliza para aumentar a quantidade de compartilhamentos do seu conteúdo?

Produção de conteúdo é uma estratégia vital para aumentar a visibilidade de qualquer site na internet. Com conteúdo direcionado ao seu público-alvo, há grandes chances de sua empresa capturar tráfego relevante e potencialmente interessado a baixo custo.

Uma das técnicas que pode ser usada com conteúdo é a alimentação de listas de retargeting, característica que uma boa plataforma de marketing de performance e afiliação provê a seus clientes. Para isso, é fundamental que seu conteúdo seja direcionado ao seu público-alvo utilizando-se de técnicas que permitam identificar o que seus potenciais clientes costumam consumir na internet.

“É preciso fazer uma análise científica, mensurar o impacto de cada conteúdo e produzir exatamente aquilo que interessa ao seu público, evitando-se temas não correlacionados”, informa Edgar Correa, da Conteúdo sob Demanda.

Como funciona o retargeting com conteúdo

Essa modalidade é um pouco diferente daquilo que podemos chamar de retargeting tradicional. Nesta última, anúncios são direcionados para usuários que já viram um produto em seu site, mas que, por alguma razão, não efetuaram a compra. Tal técnica tem um alto apelo para seu potencial cliente, gerando alto CTR e boas taxas de compra.

Com conteúdo há uma relação mais indireta, mas que, se bem executada, garante excelentes taxas de retorno. Nesta modalidade, anúncios de produtos são exibidos a usuários que viram conteúdo relacionado. Por exemplo, suponha que você tenha uma agência de turismo e um usuário faz uma pesquisa por “pontos turísticos de Bonito/MS” e encontra seu site. Essa busca revela grande grau de intenção de viajar, portanto faz todo sentido mostrar a ele ofertas de passagens ou hotéis em Bonito.

Dessa forma, o Marketing de Conteúdo – quando bem utilizado – contribui para alimentar o topo do funil de vendas (leia aqui como não fazer Marketing de Conteúdo). É preciso deixar claro que a técnica não substitui campanhas por CPC ou mesmo o retargeting de produtos. Ao contrário, trata-se de um complemento às maneiras mais usuais de se fazer marketing digital e funciona também como incentivo para suas campanhas.

Publicado anteriormente no Blog da Afilio.

Hoje em dia, para conquistar um novo cliente, você não pode mais se dar ao “luxo” somente de dizer que o seu produto ou serviço é melhor da categoria. Esse tipo de comunicação narcisista, focada no próprio negócio e em suas ofertas, deu lugar a um modelo que valoriza o relacionamento com o público. São as formas como a sua marca interage e é percebida pelos consumidores que estão, nesse momento, no centro das estratégias de marketing.

Essa mudança se deu de forma natural, muito em função da Web 2.0 e as suas ferramentas, como as redes sociais, apps de mensagens e e-mail marketing. Elas deram autonomia ao público, que passou a ser produtor da sua própria comunicação e não depende apenas dos velhos anúncios para decidir uma compra.

Agora, as pessoas buscam referências nas opiniões de outros compradores, no conteúdo que você produz, nos valores da sua marca e nas experiências que a sua empresa proporciona. Tudo isso contribui, de alguma forma, para melhorar o relacionamento com os consumidores, o número de vendas e, consequentemente, a fidelização de clientes.

Quer saber quais estratégias de marketing são capazes de produzir esses grandes resultados? Então, acompanhe as melhores que separei para este post!

Social media marketing

Vamos começar justamente por um dos meios que mais aproximaram as relações entre marcas e consumidores: as redes sociais. Por meio de plataformas, como o Facebook, Twitter, Instagram e agora o Snapchat, você pode interagir com o público como se fosse uma troca entre duas pessoas comuns. São estabelecidos diálogos mais informais, humanizados e que despertam o interesse dos usuários.

Uma estratégia de marketing nas mídias sociais se baseia em contar a história da sua marca por meio de conteúdos interessantes. Claro que as redes também devem ser usadas para promover suas ofertas, levar tráfego ao seu site/blog, gerar leads e servir como canal de atendimento ao público. De todo modo, a ideia é gerar engajamento com o seu negócio (comentários, compartilhamentos, avaliações e menções positivas).

Mas não estamos falando em compartilhar memes, ok? Trata-se de publicar conteúdos que serão importantes aos seus seguidores. Não se esqueça de que é muito mais fácil um potencial cliente abrir o seu próprio Facebook do que o seu blog. Então, se você quer ter um contato próximo e criar negócios, leve os seus valores também para as redes sociais.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo também é uma das estratégias de marketing que podem estreitar a sua comunicação com o público. Como o nome sugere, é um conjunto de técnicas usadas para produzir e divulgar conteúdo útil e relevante para uma audiência específica, com o objetivo de gerar engajamento, autoridade para a marca, leads e novos clientes. Essa metodologia está presente em diversos canais, como as redes sociais, blogs, sites, e-mail ou em veículos impressos.

Como os conteúdos produzidos têm o intuito de ajudar o público a resolver um problema, há uma identificação maior. Essa empatia é o que proporciona boas quantidades de compartilhamento, comentários e links para as suas páginas de conteúdo. Com o tempo, seu site ou blog começa a aparecer na primeira página do Google. Assim, mais pessoas se interessam por seus materiais, ampliando sua rede de contatos de forma econômica e escalável.

Suponhamos que você tenha uma pequena agência de turismo: os seus conteúdos não falariam dos pacotes em si, mas sim de “como uma viagem melhora a produtividade no trabalho” ou “os destinos mais inesquecíveis para os seus filhos”. Perceba que são temas que procuram envolver o consumidor ainda no topo do funil de acordo com o seu perfil (trabalho ou família). Eles geram boa reputação para você e tornam os leads mais bem preparados para fazer uma melhor escolha no futuro.

E-mail marketing

Por ser uma ferramenta mais pessoal e direta, o e-mail tende a ter uma eficiência maior na comunicação, já que suas mensagens chegam para mais pessoas do que uma publicação orgânica nas redes sociais. Segundo dados da Return Path, a taxa de abertura gira em torno de 30 a 40% de acordo com o dispositivo de acesso (mobile, desktop ou webmail).

Como mais pessoas têm contato com o seu conteúdo, é natural que as interações sejam maiores. Elas podem vir em forma de respostas aos e-mails ou em cliques — que posteriormente resultam em conversões.

O e-mail marketing também é muito importante para fazer nutrição de leads. Essa estratégia consiste em manter os leads da sua base aquecidos, com mais conteúdos relevantes, fazendo com que eles aumentem o interesse na sua comunicação e nas suas ofertas.

Para ser mais prático, os conteúdos relevantes de que tanto falamos nesses três primeiros tópicos se referem aos textos, imagens, áudios ou vídeos que abordem assuntos que sejam de interesse do público de acordo com o seu estágio no funil de vendas. Isso significa que não são textos de vendas e que exaltam o seu produto, mas sim algo voltado para a atração de consumidores que ainda nem sabem o que querem para resolver seus problemas (a maioria deles).

Marketing de experiência

Essa estratégia, como o termo indica, é centrada em ações que visem tornar a experiência do cliente satisfatória e memorável. Ela pode ser dividida em duas áreas: o marketing de experiência físico, feito na loja ou escritório, e o marketing de experiência online, que acontece no site, blog e em outros canais digitais.

Fisicamente, podem-se destacar dois segmentos: melhoria no atendimento e marketing sensorial. Esse último item, em especial, costuma ser mais impactante aos consumidores, já que estimula, de forma criativa e diferenciada, um ou mais dos nossos 5 sentidos (tato, olfato, paladar, visão e audição). Os objetivos são os de deixar os clientes mais à vontade e produzir emoções que os levem a ter mais desejo de comprar na loja.

Na internet, vale ressaltar as técnicas aplicadas para melhorar a experiência dos usuários. Incluem-se nesse leque de estratégias:

  • A redução no tempo de carregamento do site;
  • Design intuitivo (facilitar para o público a localização dos itens em seu site/blog);
  • Layout responsivo (para carregamento em telas menores);
  • Disponibilizar todos os contatos da sua empresa e certificados de segurança no site.

Marketing de indicação

O marketing de indicação, ou de recomendação, é uma tática interessante porque busca atingir três metas de uma só vez: aumentar as vendas recorrentes, fidelizar os atuais clientes e conquistar novos compradores.

Esse investimento na base é comprovadamente mais barato do que os esforços para conquistar novos clientes. Isso sem contar que as pessoas tendem a valorizar muito mais as impressões de outros consumidores em vez do que você fala da sua própria oferta.

Toda essa mecânica é feita por meio de determinados estímulos, que variam entre descontos e prêmios para os atuais clientes até a promoção de conteúdos segmentados, que ajudarão seus compradores a aproveitarem melhor as suas compras. Esse incentivo gera indicações espontâneas e um crescente aumento na sua rede de contatos e clientes.

O que essas cinco estratégias de marketing têm em comum é o fato de todas elas promoverem a aproximação da sua empresa com os leads e clientes. Note que em cada uma há um aspecto de atração, incentivo ou melhora na experiência, isto é, fatores que naturalmente despertam o interesse do público em manter uma relação comercial e amigável com o seu negócio. Se boas relações costumam gerar boas vendas, então você estará no caminho certo se aplicar essas táticas.

Inbound, termo tão utilizado ultimamente, chegou ao e-commerce. Mas, o que é Inbound Commerce e como utilizá-lo? Neste post, vamos te ajudar a entender o que esse novo conceito significa e como levá-lo à sua loja virtual. 😉

O que é Inbound Commerce e como usá-lo em seu negócio

O Inbound Commerce significa entregar conteúdos relevantes ao seu cliente/lead independente da etapa de conversão em que ele se encontra. O Inbound Commerce é o Inbound Marketing voltado para um público bem específico: pessoas que compram online. Então, é necessário saber onde o seu potencial cliente procura por produtos, informações, promoções e etc. É em cima desses dados que sua equipe deve trabalhar.

Os sites de buscas como o Google, as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat e outros), Youtube e blogs são essenciais para a criação de uma estratégia de Inbound Commerce. Esteja onde o seu público está!

Será a partir dessas ações que você vai elevar o posicionamento do seu e-commerce nos buscadores (de forma orgânica), aumentar seus fãs nas redes sociais e, consequentemente, tornar o seu nome uma referência na área.

Por fim, mas não menos importante, foque em criar laços com o seu público, fazendo com que ele se sinta especial para você e não apenas números  em seu orçamento.

Lembre-se: as pessoas necessitam de atenção. Antes de consumidores, elas são seres humanos. Então, trabalhe isso em sua estratégia.

Para que o Inbound Commerce funcione, é necessário entender o funil de vendas. E é isso que vamos fazer agora!

Como atrair um lead com o Inbound Commerce

Esse é o momento em que você deve mostrar à sua buyer persona o que a sua loja virtual oferece. É por meio disso que o seu site alcançará tráfego em seus canais de comunicação e, assim, se transformar em leads.

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Para que isso aconteça, indicamos a criação/aperfeiçoamento das seguintes ferramentas:

Blog

Ter um blog é conversar, sempre, com o seu público. Nele, você pode dar dicas sobre os seus produtos, mostrar tendência do seu mercado, sugerir livros e filmes, além de publicar artigos e editoriais assinados pela sua equipe.

O blog é tido como uma das principais estratégias de Marketing de Conteúdo e, claro, Inbound Commerce. Esse será o seu espaço e, se bem trabalhado, garantirá que a sua empresa seja referência em sua área de atuação.

Porém, essa ferramenta precisa de compromisso e planejamento. Pense, semanalmente, em pautas e publique-as de duas a três vezes por semana. Crie um layout limpo e intuitivo e não se esqueça de ter um buscador eficaz em seu blog.

Se coloque no lugar do usuário e provoque uma boa experiência de navegação.

SEO

A compra online começa com uma busca na internet. Então, o seu site/blog precisa estar bem posicionado.

Para isso é necessário que você faça um estudo de SEO com palavras-chave, títulos, otimização de páginas, conteúdos relevantes e e inserção de links externos e internos.

Mais uma vez, coloque-se no lugar de quem vai procurar pelos seus produtos na rede. Quais palavras você usaria? Você digitaria qual pergunta nos buscadores? Pesquise e faça testes.

Mídias Sociais

As mídias sociais são um mundo de oportunidades e criatividade. Para que isso dê certo, é necessário estar atendo às mudanças que acontecem a todo o momento.

Um estudo do Big Data Corp. mostrou que 61% dos e-commerces brasileiros utilizam as redes sociais em suas estratégias de comunicação.

Então, observe o comportamento dos usuários e interaja com eles. Seja informativo, mas sem perder a leveza. Use emojis quando a situação permitir. Crie artes que gerem engajamento. Esteja presente!

PPC ou Custo por clique

O PPC ou Custo por clique nada mais é do que anúncios pagos. Como exemplo, podemos citar o Facebook Ads e o Google Adwords.

Se a sua loja virtual acaba de lançar um produto, usar o Facebook Ads é uma estratégia mais que indicada. A partir dessa divulgação, você gera mais tráfego para o seu site e chama a atenção de novos leads.

Como converter um lead com o Inbound commerce

Agora que você já sabe onde deve estar, chegou o momento de trazer essas potenciais compradores para a sua lista de e-mails.

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Nesse ponto, precisamos ressaltar que é sempre mais fácil converter alguém que já recebe e acompanha os seus conteúdos. Afinal, fechamento de vendas está diretamente ligado à confiança.

Então, seguem algumas dicas de como aumentar as suas conversões de forma sustentável, levando em conta o tamanho do seu comércio eletrônico. Não se prenda às estatísticas, ok? Isso varia muito de acordo com o porte do negócio.

Crie formulários

Formulários precisam ser práticos para não correrem o risco do seu futuro cliente desistir de preenchê-lo. Assim, pense em perguntar apenas o que  será essencial nesse momento de atração.

Itens como nome, sobrenome e e-mail podem ser um bom início para o relacionamento com o usuário. E-mail cadastrado, lead gerado.

Landing Pages

E já que falamos em landing pages em um dos tópicos anteriores, vamos conversar um pouco mais sobre elas!

A landing page é onde você vai colocar todas as informações sobre determinada ação e convidar o seu cliente/lead a participar.

Vamos à prática? Se você vai fazer lançar um novo produto, a landing page é o espaço onde a pessoa vai encontrar detalhes sobre ele. É lá que você vai contar tudo o que a pessoa precisa saber para, então, comprá-lo.

Essa ideia é ótima e eficaz para a conversão de leads. Abuse dela.

Call to action

Call to action é o conjunto de links (ou um link apenas, de acordo com a sua necessidade) que estimulará a ação de compra dentro do seu e-commerce. Sabe quando você é direcionado ao fechamento da venda após ler todas as informações sobre o produto? É exatamente isso.

Para que um call to action seja eficaz, ele deve ser intuitivo. Então, nada de elaborar chamadas mirabolantes. Faça com que ele seja atraente, mas sem forçar a barra.

Organize seus contatos

Contatos convertidos, hora de organizá-los e direcioná-los. Uma boa saída (na verdade, a melhor) é escolher uma ferramenta de automação de marketing.

Como sugestão, indicamos o Mautic, que utilizamos aqui na Bertholdo, ou o Hubspot. Ambas são plataformas de automação de marketing e vendas, em que você cria campanhas de forma fácil e sem perder tempo.

Como transformar o seu lead em venda com o Inbound commerce

Você atraiu as pessoas, as transformou em leads e, consequentemente, começou a se comunicar com elas? Ótimo! Agora, chegou a hora de estimular o desejo da compra.

Lembre-se de que um objeto precisa trazer um “quê” a mais e, assim, fidelizar o consumidor. Pessoas não compram coisas, pessoas compram experiências.

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Vamos às táticas que te ajudam a transformar leads em consumidores?

E-mail marketing

O e-mail marketing é a porta de entrada para as vendas. Capture o lead e envie boas-vindas a ele, acompanhado de um desconto para a primeira compra. Dê a ele vantagens para fazer negócio com você. Seja atrativo.

Conteúdos de qualidade

Conteúdo é a chave do sucesso do Inbound Commerce. Por isso, ele aparece em todas as etapas desse processo. A diferença, agora, é que esse material deve ser personalizado.

Acompanhe o histórico de visitas de forma a saber as páginas visitadas. Se a pessoa navegou e pesquisou preços de várias panelas, por que não enviar mais opções à ela?

Outra dica é ter conteúdos para reverter o abandono de carrinhos. A pessoa abandonou o carrinho com determinada mercadoria? Envie um e-mail marketing com um cupom de desconto para ser utilizado na compra desse produto.

Lead Scoring

Lead Scoring são formas de pontuar os seus leads. Por meio dessa estratégia, você cria um ranking de qualificação de leads e trabalha a comunicação ideal para cada um.

O intuito é acompanhar a evolução e investimento em conteúdo para determinado lead. Quanto maior a pontuação, mais perto da venda você estará.

Como fidelizar e encantar o seu lead com o Inbound Marketing

Venda fechada, momento de estreitar o contato e fidelizar o, agora, cliente.

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Tenha em mente que, hoje, as pessoas são fãs de uma marca. E você deve trazer isso à sua realidade. Vamos às estratégias?

Pesquisas de satisfação

Após o pagamento, procure saber se o seu cliente navegou com facilidade pelo site, se teve dificuldades em algum formulário ou no ato da compra. Assim que o produto chegar, pesquise como foi o recebimento e se o mesmo chegou nas condições prometidas.

A premissa de menos é mais também cabe no formulário criado para pesquisa de satisfação. Seja o mais breve possível em suas perguntas.

Up Selling e Cross Selling

Calma que a gente explica! Vamos por partes:

o Cross Selling é a prática de oferecer produtos complementares ao que foi adquirido. Se a pessoa comprou um tênis para corrida, ofereça shorts, meias e camisas para essa modalidade.

Já o Up Selling é a melhora da venda por meio da oferta de um produto com uma qualidade melhor ou outras cores e tecidos, por exemplo.

O importante é fazer com que essas ações sejam benéficas para o cliente, instigando ele a investir nas ofertas. Lembre-se, sempre, de oferecer algum desconto ou outra ação em que ele se sinta “ganhador” de algo. O frete gratuito é uma boa ideia!

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Conteúdo publicado anteriormente no Blog da Bertholdo.