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No final das contas o principal objetivo de criação de conteúdo é venda. A venda pode não acontecer assim que um usuário consumir o conteúdo, e por isso é importante acompanhá-lo e, com a ajuda de outros conteúdos relevantes, criar necessidade, mostrar a sua autoridade e prepara-lo para o momento de compra. É aqui que o departamento de vendas entra em jogo.

Infelizmente por muito tempo departamentos de marketing e vendas jogavam cada um na sua equipe, os objetivos deles não eram os mesmos, muitas vezes os funcionários de marketing nem tinham um canal de comunicação estabelecido com o time de vendas. Cada departamento fazia o seu melhor, e embora a estratégia trazia alguns resultados era evidente que eles podem ser melhorados.

A última tendência é de proporcionar a colaboração máxima entre os departamentos de marketing e vendas, fazendo com que os dois times trabalhem para alcançar o mesmo objetivo e sentem a importância do papel deles nos resultados finais da empresa.

Durante o Meetup de Conteúdo da SEMrush o CEO da RockContent, Vitor Peçanha compartilhou as principais dicas para alinhamento de trabalho de departamentos de marketing e vendas e o tema causou tanto interesse que hoje queremos dedicar um post a esse assunto.

Mas vamos começar pelo começo.

Marketing de Conteúdo – a arma poderosa de Marketing

Vamos ser objetivos – marketing de conteúdo é uma das principais chaves de sucesso da sua estratégia.

Só que marketing de conteúdo também está mudando e passando por alterações de conceito. Hoje em dia não é só produzir conteúdo recheado de palavras-chave e menções do seu produto ou serviço para atrair a atenção do público. O público de hoje não quer ouvir da sua marca, eles querem consumir conteúdo divertido, relevante, que resolve os problemas e tira as dúvidas, e é nisso que você precisa focar.

Se não acredita em mim, dê uma olhada nos exemplos das empresas – gigantes do mercado e nas táticas deles de aumento de visibilidade de marca.

“Eu gosto muito do exemplo da Red Bull” – diz o Vitor Peçanha – “Eles têm a Red Bug que é a revista de tiragem mensal, com a maior tiragem mensal do mundo. Pensa só, uma marca de energéticos que é a maior editora mensal do mundo! E nem precisa ir tão longe, aqui no Brasil você tem exemplo da Friboi que está investindo pesado na academia da carne, para ensinar as pessoas como fazer churrasco”.

Chegou a hora de soluções criativas, conteúdo fora de comum e pensamentos fora da caixa.

Mas antes de criar qualquer conteúdo é preciso fazer um bom planejamento, respondendo as 3 principais perguntas:

· Por que estou fazendo marketing de conteúdo;
· Para quem estou fazendo esse conteúdo;
· Como vou alcançar essas pessoas.

Primeiro você tem que pensar qual é o principal objetivo do seu conteúdo – aumentar visibilidade, diminuir o custo de venda, diminuir o custo de suporte, aumentar a base de emails

Em seguida é importante definir o perfil da pessoa que você gostaria de atrair com o seu conteúdo. Seja mais detalhista possível, pense na idade, profissão, como ela gosta de passar seu tempo livre etc. Pesquisa bastante e crie a sua personagem, imagine a vida dele – essas informações vão te ajudar a responder a terceira pergunta, a definir quais canais você pode usar para chamar a atenção dessa pessoa.

Qual tipo de conteúdo ela prefere? Vídeo, e-book, post de blog? Quais canais ela mais acessa? Blogs, redes sociais, e-mail? Quis palavras-chave ela usa para pesquisar os assuntos do interesse dela? A que horas tem maior pico de atividade online?

E agora é só alinhar os seus conteúdos com os níveis de funil de vendas, preenchendo lacunas e criando um fluxo natural do topo do funil até o fundo.

Por exemplo, criando conteúdo para o topo do funil você vai focar em tirar as principais dúvidas dos usuários, resolver os problemas deles e educá-los.

“Nessa etapa a pessoa ainda não quer comprar nada, ela só quer tirar a dúvida. O topo do funil tem muito volume, então você pode por coisas de fácil acesso, blog post, vídeo, webinar, vai ter alto alcance, alto volume. Você não vai pedir para alguém preencher um formulário e fazer um registro para ler um blog post.” – recomenda o Vitor Peçanha

No meio do funil a pessoa começa a sentir necessidade e está procurando solução, mas ainda não está preparada para comprar. Aqui você pode oferecer várias soluções, pouco-a-pouco se apresentando como uma referência no assunto – você disponibiliza um e-book para receber qual a pessoa precisa preencher um formulário e consegue o e-mail dela. Agora você pode mandar newsletters e novidades da sua empresa, sempre oferecendo conteúdo útil e trazendo a pessoa para o topo do funil.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

No topo do funil você pode dar exemplo de soluções que você pode oferecer – a pessoa já tomou a decisão de compra e agora você precisa convencê-la que a sua empresa é a melhor escolha. Você pode falar da sua autoridade no mercado (mostrando prêmios, referências, comentários e outras marcas de reconhecimento), mostrar como usar o seu produto e quais benefícios ele tem etc.

Qual é a principal vantagem dessa estratégia de funil de vendas? A possibilidade de passar para o seu departamento de vendas um lead extremamente qualificado, já sabendo o e-mail, cargo, tamanho da empresa e outras informações do seu usuário.

Vitor Peçanha deu um exemplo bem prático de mapeamento de conteúdo: “Imagina que eu vendo um programa de exercício em casa. Aí no topo de funil eu vou falar de 5 dicas para melhorar sua qualidade de vida. Ainda não estou falando sobre fazer exercício nem sobre comprar nada. Só digo, olha se você está estressado, você pode fazer yoga, você pode fazer exercício, você pode se alimentar melhor. O cliente vai pesquisar melhor e vai chegar à conclusão que quer fazer exercício. Agora ofereço um e-book para ele fazer exercício em casa já que ele não tem tempo. A pessoa baixa esse e-book, me dá os seus dados e eu começo a fazer os disparos de e-mail para ela.

Depois de um tempo eu vou mandar um e-mail para ela contando de cinco pessoas que mudaram de vida usando nosso programa Power 3000. Muitas vezes a pessoa pensa – quero mudar de vida! E compra, mesmo sem eu ter feito qualquer oferta. É assim que funciona o funil de vendas”

Juntando os esforços

Agora que você começou a gerar leads de qualidade com a sua campanha de marketing é preciso aprender a trabalhar em conjunto com o departamento de Vendas para fazer os seus esforços valerem a pena.

Na maioria das vezes é só questão de comunicação constante e aberta e alinhamento. “Todo mundo tem que falar a mesma língua, você tem que criar rotina de comunicação entre times, você tem que ter métricas unificadas. Todo mundo tem que ter a mesma definição básica, todo mundo deve saber o que é uma boa lead, uma lead qualificada” – comenta Vitor Peçanha

A conversa constante é importante para poder aperfeiçoar a sua estratégia constantemente com base nos feedbacks. Para exemplificar isso usaremos o exemplo que o Vitor deu durante o Meetup de Conteúdo:

Vamos supor que você gastou R$ 5.000 em marketing gerando 10.000 leads. Ou seja, cada lead custou 50 centavos. Qualifiquei 200 leads, e conversando com o departamento de vendas descobri, que deles foram gerados 2 clientes. Ou seja, cada um desses clientes custou R$ 2.500

Agora você pode avaliar e entender se o investimento valeu o retorno ou se é necessário ajustar a minha estratégia.

E isso não é o único benefício de alinhamento entre as áreas de marketing e de vendas. De acordo com o Vitor Peçanha, cooperando você tem toda eficiência do processo, consegue corrigir pontos de falha mais rapidamente, as oportunidades chegam mais qualificadas aos vendedores e os vendedores não vão perder tempo com leads que não são qualificados.

Para concluir, queria dizer que o marketing de conteúdo dá resultado, desde que você tenha uma estratégia, desde que você tenha um plano e um caminho para levar o seu cliente e gerar negócios.

Novos jogadores surgem no mercado diariamente e está ficando mais e mais difícil alcançar as metas e conseguir vencer nesse mundo tão competitivo de marketing digital.

Está procurando novas dicas e táticas para aplicar na sua estratégia de mídias sociais? Gostaria de se destacar de milhares de usuários de mídias sociais e ser ouvido por seu público?

Recentemente organizamos um meetup online (em inglês) dedicado à mídias sociais com 3 especialistas fantásticos que compartilharam o conhecimento e experiência deles. Donna Moritz mostrou as ferramentas que ela prefere usar para criar conteúdo visual e ganhar compartilhamentos. Nathan Hague trouxe umas dicas práticas de otimização para YouTube e dicas e ferramentas para ganhar ranqueamentos mais altos para seus vídeos. E no final a Diretora de Mídias Sociais da SEMrush Olga Andrienko revelou os segredos de criação de uma comunidade social forte com a ajuda de Twitter chats e algumas ferramentas úteis

Aqui você pode assistir a gravação do meetup na integra (em inglês), entretanto nesse post queria compartilhar algumas dicas mais interessantes da apresentação da Donna Moritz, a fundadora de Socially Sorted.

Qual conteúdo visual é o mais compartilhado?

Ainda 5 anos atrás mídias sociais eram diferentes. O mercado está mudando constantemente e está ficando mais e mais “lotado”. Como convencer os usuários das redes sociais que estão rolando a linha de tempo a parar e dar um pouco de atenção ao seu conteúdo? Hoje em dia a decisão de se interessar pelo conteúdo ou ignorá-lo é tomada em fração de segundos.

Donna Moritz revelou quais são os 5 tipos de conteúdo que são facilmente compartilhados por usuários.

1- Conteúdo original

O que faz a diferença é trazer informações que são realmente importantes e encontrar o conteúdo certo para seu público.

Olha esse exemplo real. Shawn, o funcionário da Margaret River Discovery, começou a postar todo dia uma foto de Margaret River, uma região de vinícolas situada na parte oeste da Austrália. Shawn não é um fotógrafo profissional, mas ele é consistente. Ele serviu de exemplo para outras empresas que começaram considerar o Instagram dele como uma fonte de conteúdo bom. Se você conseguir publicar conteúdo de uma forma consistente, outras empresas começarão a te considerar como fonte de conteúdo que pode ser compartilhado.  

Conclusão: Você não precisa ser fotógrafo ou designer profissional para criar um bom conteúdo visual. O seu conteúdo deve ser bonito e conter uma mensagem bacana. Também é importante ser consistente e usar ferramentas certas.

2- Conteúdo oportuno

Se você estiver na hora certa e no lugar certo isso pode apresentar uma boa oportunidade para criar um conteúdo marcante.

Não se esqueça de regras principais de conteúdo oportuno:

  1. Reaja rápido. Motive sua equipe a agir rápido e tirar foto ou fazer um vídeo assim que algo acontece.
  2. Esteja preparado e planeje com antecedência. Poste o seu conteúdo dedicado à eventos e celebrações de manhã cedo para que as pessoas o vejam logo depois de acordar. Se você postar algo cedo no dia que todos estão festejando, suas chances de ganhar compartilhamentos aumentam.

Caso precise de uma ajuda para encontrar eventos que valem uma postagem, confira o site Social Media Events Genie que oferece informações sobre eventos de vários típos. Prepare-se e faça uma lista de eventos!

Conclusões. Você pode usar qualquer evento para criar conteúdo oportuno. Nem sempre você consegue reagir rápido e ser o primeiro a postar, mas o importante é se planejar com antecedência e tentar ser entre os primeiros do dia.

3- Conteúdo Relevante

Outro jeito de criar um conteúdo que será compartilhado é de apostar no conteúdo relevante. Seu conteúdo deve ser feito sob medida para que seus seguidores queiram fazer um repost nessa rede social.

Por exemplo, vídeos – especialmente os vídeos para diversão – são extremamente populares no Facebook. E no Instagram os usuários querem ver imagens bonitas, com cores atraentes, pessoas e histórias reais e fotos de “por trás da cena”. O conteúdo postado no Facebook deve ser diferente do conteúdo postado no Instagram.

Conclusões. Você precisa descobrir qual é o tipo de conteúdo mais adequado para sua rede social e apostar nele

4- Conteúdo “Fácil de Digerir”

Conteúdo fácil de digerir são imagens, vídeos, GIFs e infográficos pequenos. Esse tipo de conteúdo é extremamente fácil de processar e é mais envolvente, por isso ele recebe mais compartilhamentos.

Dicas para criar conteúdo fácil de digerir:

  •    Quebre o conteúdo com frases mais cumpridas em pequenas partes com imagens
  •    Use ripl.com para criar vídeos curtos e fáceis de digerir
  •    Crie SlideShares com até 8 slides

Pessoas preferem consumir esse tipo de conteúdo de manhã ou antes de dormir. De qualquer maneira é melhor fazer testes para descobrir quando seu público consome melhor informação de digestão rápida para postar seu conteúdo na hora certa.

Conclusões. Os usuários estão ficando mais e mais impacientes a cada dia. Eles preferem conteúdo fácil de processar e digerir e compartilham esse tipo de conteúdo com gosto

5- Conteúdo com call to action

Às vezes você precisa ser pouco discreto e pedir às pessoas diretamente a fazer aquilo que você quer que eles fazem. Adicione um call to action e facilite a tomada de decisão para seus usuários.

Avalie seu conteúdo visual considerando os seguintes pontos:

  1. Conteúdo. O primeiro passo é o conteúdo em si.
  2. Call to action. Seu conteúdo precisa de um call to action. O que você quer que os seus usuários façam com o conteúdo? Você prefere que eles cliquem nele, o leiam ou compartilhem?
  3. Landing. O que acontece quando seus usuários clicam no conteúdo? Aonde esse clique vai leva-los? Até um conteúdo visual mais completo, um landing page, uma página de inscrição de um webinar?
  4. Objetivo/Meta. Você precisa ter um objetivo claro que você quer alcançar pedindo os usuários a seguir um call to action. Você quer que eles se inscrevem para um webinar, compartilhem uma imagem ou leiam um post de blog?
  5. Acrescentado valor. Verifique novamente que o seu conteúdo é valioso e relevante.

Conclusões. Você precisa comunicar claramente os objetivos do seu conteúdo, mostrar o que você quer que as pessoas fazem e qual benefício eles terão clicando no seu call to action. No caso de imagens, certifique-se que você tem só um call to action por imagem

Ferramentas

No final da apresentação Dona compartilhou a lista de ferramentas para criar imagens fantásticas e vídeos curtos.

Ferramentas para criação de conteúdo visual:

Ferramentas para criação de vídeos:

Esperamos que essas dicas ajudaram a entender melhor aspetos diferentes de mídias sociais e fazer mais um passo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

E você, quais truques utiliza para aumentar a quantidade de compartilhamentos do seu conteúdo?

Produção de conteúdo é uma estratégia vital para aumentar a visibilidade de qualquer site na internet. Com conteúdo direcionado ao seu público-alvo, há grandes chances de sua empresa capturar tráfego relevante e potencialmente interessado a baixo custo.

Uma das técnicas que pode ser usada com conteúdo é a alimentação de listas de retargeting, característica que uma boa plataforma de marketing de performance e afiliação provê a seus clientes. Para isso, é fundamental que seu conteúdo seja direcionado ao seu público-alvo utilizando-se de técnicas que permitam identificar o que seus potenciais clientes costumam consumir na internet.

“É preciso fazer uma análise científica, mensurar o impacto de cada conteúdo e produzir exatamente aquilo que interessa ao seu público, evitando-se temas não correlacionados”, informa Edgar Correa, da Conteúdo sob Demanda.

Como funciona o retargeting com conteúdo

Essa modalidade é um pouco diferente daquilo que podemos chamar de retargeting tradicional. Nesta última, anúncios são direcionados para usuários que já viram um produto em seu site, mas que, por alguma razão, não efetuaram a compra. Tal técnica tem um alto apelo para seu potencial cliente, gerando alto CTR e boas taxas de compra.

Com conteúdo há uma relação mais indireta, mas que, se bem executada, garante excelentes taxas de retorno. Nesta modalidade, anúncios de produtos são exibidos a usuários que viram conteúdo relacionado. Por exemplo, suponha que você tenha uma agência de turismo e um usuário faz uma pesquisa por “pontos turísticos de Bonito/MS” e encontra seu site. Essa busca revela grande grau de intenção de viajar, portanto faz todo sentido mostrar a ele ofertas de passagens ou hotéis em Bonito.

Dessa forma, o Marketing de Conteúdo – quando bem utilizado – contribui para alimentar o topo do funil de vendas (leia aqui como não fazer Marketing de Conteúdo). É preciso deixar claro que a técnica não substitui campanhas por CPC ou mesmo o retargeting de produtos. Ao contrário, trata-se de um complemento às maneiras mais usuais de se fazer marketing digital e funciona também como incentivo para suas campanhas.

Publicado anteriormente no Blog da Afilio.

Hoje em dia, para conquistar um novo cliente, você não pode mais se dar ao “luxo” somente de dizer que o seu produto ou serviço é melhor da categoria. Esse tipo de comunicação narcisista, focada no próprio negócio e em suas ofertas, deu lugar a um modelo que valoriza o relacionamento com o público. São as formas como a sua marca interage e é percebida pelos consumidores que estão, nesse momento, no centro das estratégias de marketing.

Essa mudança se deu de forma natural, muito em função da Web 2.0 e as suas ferramentas, como as redes sociais, apps de mensagens e e-mail marketing. Elas deram autonomia ao público, que passou a ser produtor da sua própria comunicação e não depende apenas dos velhos anúncios para decidir uma compra.

Agora, as pessoas buscam referências nas opiniões de outros compradores, no conteúdo que você produz, nos valores da sua marca e nas experiências que a sua empresa proporciona. Tudo isso contribui, de alguma forma, para melhorar o relacionamento com os consumidores, o número de vendas e, consequentemente, a fidelização de clientes.

Quer saber quais estratégias de marketing são capazes de produzir esses grandes resultados? Então, acompanhe as melhores que separei para este post!

Social media marketing

Vamos começar justamente por um dos meios que mais aproximaram as relações entre marcas e consumidores: as redes sociais. Por meio de plataformas, como o Facebook, Twitter, Instagram e agora o Snapchat, você pode interagir com o público como se fosse uma troca entre duas pessoas comuns. São estabelecidos diálogos mais informais, humanizados e que despertam o interesse dos usuários.

Uma estratégia de marketing nas mídias sociais se baseia em contar a história da sua marca por meio de conteúdos interessantes. Claro que as redes também devem ser usadas para promover suas ofertas, levar tráfego ao seu site/blog, gerar leads e servir como canal de atendimento ao público. De todo modo, a ideia é gerar engajamento com o seu negócio (comentários, compartilhamentos, avaliações e menções positivas).

Mas não estamos falando em compartilhar memes, ok? Trata-se de publicar conteúdos que serão importantes aos seus seguidores. Não se esqueça de que é muito mais fácil um potencial cliente abrir o seu próprio Facebook do que o seu blog. Então, se você quer ter um contato próximo e criar negócios, leve os seus valores também para as redes sociais.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo também é uma das estratégias de marketing que podem estreitar a sua comunicação com o público. Como o nome sugere, é um conjunto de técnicas usadas para produzir e divulgar conteúdo útil e relevante para uma audiência específica, com o objetivo de gerar engajamento, autoridade para a marca, leads e novos clientes. Essa metodologia está presente em diversos canais, como as redes sociais, blogs, sites, e-mail ou em veículos impressos.

Como os conteúdos produzidos têm o intuito de ajudar o público a resolver um problema, há uma identificação maior. Essa empatia é o que proporciona boas quantidades de compartilhamento, comentários e links para as suas páginas de conteúdo. Com o tempo, seu site ou blog começa a aparecer na primeira página do Google. Assim, mais pessoas se interessam por seus materiais, ampliando sua rede de contatos de forma econômica e escalável.

Suponhamos que você tenha uma pequena agência de turismo: os seus conteúdos não falariam dos pacotes em si, mas sim de “como uma viagem melhora a produtividade no trabalho” ou “os destinos mais inesquecíveis para os seus filhos”. Perceba que são temas que procuram envolver o consumidor ainda no topo do funil de acordo com o seu perfil (trabalho ou família). Eles geram boa reputação para você e tornam os leads mais bem preparados para fazer uma melhor escolha no futuro.

E-mail marketing

Por ser uma ferramenta mais pessoal e direta, o e-mail tende a ter uma eficiência maior na comunicação, já que suas mensagens chegam para mais pessoas do que uma publicação orgânica nas redes sociais. Segundo dados da Return Path, a taxa de abertura gira em torno de 30 a 40% de acordo com o dispositivo de acesso (mobile, desktop ou webmail).

Como mais pessoas têm contato com o seu conteúdo, é natural que as interações sejam maiores. Elas podem vir em forma de respostas aos e-mails ou em cliques — que posteriormente resultam em conversões.

O e-mail marketing também é muito importante para fazer nutrição de leads. Essa estratégia consiste em manter os leads da sua base aquecidos, com mais conteúdos relevantes, fazendo com que eles aumentem o interesse na sua comunicação e nas suas ofertas.

Para ser mais prático, os conteúdos relevantes de que tanto falamos nesses três primeiros tópicos se referem aos textos, imagens, áudios ou vídeos que abordem assuntos que sejam de interesse do público de acordo com o seu estágio no funil de vendas. Isso significa que não são textos de vendas e que exaltam o seu produto, mas sim algo voltado para a atração de consumidores que ainda nem sabem o que querem para resolver seus problemas (a maioria deles).

Marketing de experiência

Essa estratégia, como o termo indica, é centrada em ações que visem tornar a experiência do cliente satisfatória e memorável. Ela pode ser dividida em duas áreas: o marketing de experiência físico, feito na loja ou escritório, e o marketing de experiência online, que acontece no site, blog e em outros canais digitais.

Fisicamente, podem-se destacar dois segmentos: melhoria no atendimento e marketing sensorial. Esse último item, em especial, costuma ser mais impactante aos consumidores, já que estimula, de forma criativa e diferenciada, um ou mais dos nossos 5 sentidos (tato, olfato, paladar, visão e audição). Os objetivos são os de deixar os clientes mais à vontade e produzir emoções que os levem a ter mais desejo de comprar na loja.

Na internet, vale ressaltar as técnicas aplicadas para melhorar a experiência dos usuários. Incluem-se nesse leque de estratégias:

  • A redução no tempo de carregamento do site;
  • Design intuitivo (facilitar para o público a localização dos itens em seu site/blog);
  • Layout responsivo (para carregamento em telas menores);
  • Disponibilizar todos os contatos da sua empresa e certificados de segurança no site.

Marketing de indicação

O marketing de indicação, ou de recomendação, é uma tática interessante porque busca atingir três metas de uma só vez: aumentar as vendas recorrentes, fidelizar os atuais clientes e conquistar novos compradores.

Esse investimento na base é comprovadamente mais barato do que os esforços para conquistar novos clientes. Isso sem contar que as pessoas tendem a valorizar muito mais as impressões de outros consumidores em vez do que você fala da sua própria oferta.

Toda essa mecânica é feita por meio de determinados estímulos, que variam entre descontos e prêmios para os atuais clientes até a promoção de conteúdos segmentados, que ajudarão seus compradores a aproveitarem melhor as suas compras. Esse incentivo gera indicações espontâneas e um crescente aumento na sua rede de contatos e clientes.

O que essas cinco estratégias de marketing têm em comum é o fato de todas elas promoverem a aproximação da sua empresa com os leads e clientes. Note que em cada uma há um aspecto de atração, incentivo ou melhora na experiência, isto é, fatores que naturalmente despertam o interesse do público em manter uma relação comercial e amigável com o seu negócio. Se boas relações costumam gerar boas vendas, então você estará no caminho certo se aplicar essas táticas.

Inbound, termo tão utilizado ultimamente, chegou ao e-commerce. Mas, o que é Inbound Commerce e como utilizá-lo? Neste post, vamos te ajudar a entender o que esse novo conceito significa e como levá-lo à sua loja virtual. 😉

O que é Inbound Commerce e como usá-lo em seu negócio

O Inbound Commerce significa entregar conteúdos relevantes ao seu cliente/lead independente da etapa de conversão em que ele se encontra. O Inbound Commerce é o Inbound Marketing voltado para um público bem específico: pessoas que compram online. Então, é necessário saber onde o seu potencial cliente procura por produtos, informações, promoções e etc. É em cima desses dados que sua equipe deve trabalhar.

Os sites de buscas como o Google, as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat e outros), Youtube e blogs são essenciais para a criação de uma estratégia de Inbound Commerce. Esteja onde o seu público está!

Será a partir dessas ações que você vai elevar o posicionamento do seu e-commerce nos buscadores (de forma orgânica), aumentar seus fãs nas redes sociais e, consequentemente, tornar o seu nome uma referência na área.

Por fim, mas não menos importante, foque em criar laços com o seu público, fazendo com que ele se sinta especial para você e não apenas números  em seu orçamento.

Lembre-se: as pessoas necessitam de atenção. Antes de consumidores, elas são seres humanos. Então, trabalhe isso em sua estratégia.

Para que o Inbound Commerce funcione, é necessário entender o funil de vendas. E é isso que vamos fazer agora!

Como atrair um lead com o Inbound Commerce

Esse é o momento em que você deve mostrar à sua buyer persona o que a sua loja virtual oferece. É por meio disso que o seu site alcançará tráfego em seus canais de comunicação e, assim, se transformar em leads.

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Para que isso aconteça, indicamos a criação/aperfeiçoamento das seguintes ferramentas:

Blog

Ter um blog é conversar, sempre, com o seu público. Nele, você pode dar dicas sobre os seus produtos, mostrar tendência do seu mercado, sugerir livros e filmes, além de publicar artigos e editoriais assinados pela sua equipe.

O blog é tido como uma das principais estratégias de Marketing de Conteúdo e, claro, Inbound Commerce. Esse será o seu espaço e, se bem trabalhado, garantirá que a sua empresa seja referência em sua área de atuação.

Porém, essa ferramenta precisa de compromisso e planejamento. Pense, semanalmente, em pautas e publique-as de duas a três vezes por semana. Crie um layout limpo e intuitivo e não se esqueça de ter um buscador eficaz em seu blog.

Se coloque no lugar do usuário e provoque uma boa experiência de navegação.

SEO

A compra online começa com uma busca na internet. Então, o seu site/blog precisa estar bem posicionado.

Para isso é necessário que você faça um estudo de SEO com palavras-chave, títulos, otimização de páginas, conteúdos relevantes e e inserção de links externos e internos.

Mais uma vez, coloque-se no lugar de quem vai procurar pelos seus produtos na rede. Quais palavras você usaria? Você digitaria qual pergunta nos buscadores? Pesquise e faça testes.

Mídias Sociais

As mídias sociais são um mundo de oportunidades e criatividade. Para que isso dê certo, é necessário estar atendo às mudanças que acontecem a todo o momento.

Um estudo do Big Data Corp. mostrou que 61% dos e-commerces brasileiros utilizam as redes sociais em suas estratégias de comunicação.

Então, observe o comportamento dos usuários e interaja com eles. Seja informativo, mas sem perder a leveza. Use emojis quando a situação permitir. Crie artes que gerem engajamento. Esteja presente!

PPC ou Custo por clique

O PPC ou Custo por clique nada mais é do que anúncios pagos. Como exemplo, podemos citar o Facebook Ads e o Google Adwords.

Se a sua loja virtual acaba de lançar um produto, usar o Facebook Ads é uma estratégia mais que indicada. A partir dessa divulgação, você gera mais tráfego para o seu site e chama a atenção de novos leads.

Como converter um lead com o Inbound commerce

Agora que você já sabe onde deve estar, chegou o momento de trazer essas potenciais compradores para a sua lista de e-mails.

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Nesse ponto, precisamos ressaltar que é sempre mais fácil converter alguém que já recebe e acompanha os seus conteúdos. Afinal, fechamento de vendas está diretamente ligado à confiança.

Então, seguem algumas dicas de como aumentar as suas conversões de forma sustentável, levando em conta o tamanho do seu comércio eletrônico. Não se prenda às estatísticas, ok? Isso varia muito de acordo com o porte do negócio.

Crie formulários

Formulários precisam ser práticos para não correrem o risco do seu futuro cliente desistir de preenchê-lo. Assim, pense em perguntar apenas o que  será essencial nesse momento de atração.

Itens como nome, sobrenome e e-mail podem ser um bom início para o relacionamento com o usuário. E-mail cadastrado, lead gerado.

Landing Pages

E já que falamos em landing pages em um dos tópicos anteriores, vamos conversar um pouco mais sobre elas!

A landing page é onde você vai colocar todas as informações sobre determinada ação e convidar o seu cliente/lead a participar.

Vamos à prática? Se você vai fazer lançar um novo produto, a landing page é o espaço onde a pessoa vai encontrar detalhes sobre ele. É lá que você vai contar tudo o que a pessoa precisa saber para, então, comprá-lo.

Essa ideia é ótima e eficaz para a conversão de leads. Abuse dela.

Call to action

Call to action é o conjunto de links (ou um link apenas, de acordo com a sua necessidade) que estimulará a ação de compra dentro do seu e-commerce. Sabe quando você é direcionado ao fechamento da venda após ler todas as informações sobre o produto? É exatamente isso.

Para que um call to action seja eficaz, ele deve ser intuitivo. Então, nada de elaborar chamadas mirabolantes. Faça com que ele seja atraente, mas sem forçar a barra.

Organize seus contatos

Contatos convertidos, hora de organizá-los e direcioná-los. Uma boa saída (na verdade, a melhor) é escolher uma ferramenta de automação de marketing.

Como sugestão, indicamos o Mautic, que utilizamos aqui na Bertholdo, ou o Hubspot. Ambas são plataformas de automação de marketing e vendas, em que você cria campanhas de forma fácil e sem perder tempo.

Como transformar o seu lead em venda com o Inbound commerce

Você atraiu as pessoas, as transformou em leads e, consequentemente, começou a se comunicar com elas? Ótimo! Agora, chegou a hora de estimular o desejo da compra.

Lembre-se de que um objeto precisa trazer um “quê” a mais e, assim, fidelizar o consumidor. Pessoas não compram coisas, pessoas compram experiências.

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Vamos às táticas que te ajudam a transformar leads em consumidores?

E-mail marketing

O e-mail marketing é a porta de entrada para as vendas. Capture o lead e envie boas-vindas a ele, acompanhado de um desconto para a primeira compra. Dê a ele vantagens para fazer negócio com você. Seja atrativo.

Conteúdos de qualidade

Conteúdo é a chave do sucesso do Inbound Commerce. Por isso, ele aparece em todas as etapas desse processo. A diferença, agora, é que esse material deve ser personalizado.

Acompanhe o histórico de visitas de forma a saber as páginas visitadas. Se a pessoa navegou e pesquisou preços de várias panelas, por que não enviar mais opções à ela?

Outra dica é ter conteúdos para reverter o abandono de carrinhos. A pessoa abandonou o carrinho com determinada mercadoria? Envie um e-mail marketing com um cupom de desconto para ser utilizado na compra desse produto.

Lead Scoring

Lead Scoring são formas de pontuar os seus leads. Por meio dessa estratégia, você cria um ranking de qualificação de leads e trabalha a comunicação ideal para cada um.

O intuito é acompanhar a evolução e investimento em conteúdo para determinado lead. Quanto maior a pontuação, mais perto da venda você estará.

Como fidelizar e encantar o seu lead com o Inbound Marketing

Venda fechada, momento de estreitar o contato e fidelizar o, agora, cliente.

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Tenha em mente que, hoje, as pessoas são fãs de uma marca. E você deve trazer isso à sua realidade. Vamos às estratégias?

Pesquisas de satisfação

Após o pagamento, procure saber se o seu cliente navegou com facilidade pelo site, se teve dificuldades em algum formulário ou no ato da compra. Assim que o produto chegar, pesquise como foi o recebimento e se o mesmo chegou nas condições prometidas.

A premissa de menos é mais também cabe no formulário criado para pesquisa de satisfação. Seja o mais breve possível em suas perguntas.

Up Selling e Cross Selling

Calma que a gente explica! Vamos por partes:

o Cross Selling é a prática de oferecer produtos complementares ao que foi adquirido. Se a pessoa comprou um tênis para corrida, ofereça shorts, meias e camisas para essa modalidade.

Já o Up Selling é a melhora da venda por meio da oferta de um produto com uma qualidade melhor ou outras cores e tecidos, por exemplo.

O importante é fazer com que essas ações sejam benéficas para o cliente, instigando ele a investir nas ofertas. Lembre-se, sempre, de oferecer algum desconto ou outra ação em que ele se sinta “ganhador” de algo. O frete gratuito é uma boa ideia!

Se você gostou desse conteúdo, clique nas estrelas abaixo e ajude com que mais pessoas o encontrem na internet!

Conteúdo publicado anteriormente no Blog da Bertholdo.

Sempre quando falo na importância de conhecer melhor a sua persona, alguém faz a seguinte pergunta: “Ok Fabrício, mas como vou conhecer a minha persona se ainda não tenho clientes?”

Assista o vídeo abaixo e veja a resposta a esta pergunta:

Se preferir você pode ver este mesmo conteúdo no formato escrito, logo abaixo.

Como conhecer a minha persona se não tenho cliente?

Como conhecer a sua Persona se você ainda não tem clientes? Parece uma pergunta muito comum quando a gente fala em marketing de conteúdo, marketing de relacionamento, Persona.

Pode ser que você que está me ouvindo aqui agora, queira realmente conhecer melhor o seu público, ou o publico que você vai ainda se relacionar e possivelmente vender pra ele. Mas você não tem cliente ainda, e você fala, poxa Fabrício como é que eu vou fazer o exemplo uma pesquisa se eu não tenho cliente, como que eu vou fazer uma entrevista se eu não tenho cliente.

Realmente essas coisas que eu falei em um outro vídeo não vai funcionar se você ainda não tem cliente. Mas como que você pode conhecer o seu publico mesmo sem ter cliente ainda.

Identificando as necessidades do cliente

A primeira coisa que tenho pra te falar é, se isso estiver acontecendo com você esse é o cenário ideal. O cenário ideal é você conhecer realmente o público antes de já estar no mercado. Se nós formos olhar é isso que as empresas fazem, uma empresa que faz um carro por exemplo:

Será que ela primeiro planeja aquele carro, pra depois ver pra quem que ela vai vender aquele carro?

Geralmente ela vê uma necessidade e cria aquele carro pra aquele tipo de pessoa, vamos dizer a Jeep por exemplo, que produz carros que são carros muito fortes, especialmente voltados pra andar em estrada de terra a estrada toda ondulada.

Então, será que a ideia é, poxa eu vou criar aqui esse carro e depois eu vou procurar um público que tenha interesse. Então esse é o cenário ideal, primeiro você a Identificar qual que é a dor ou a necessidade ou sonho e depois ter a solução. Agora, como você pode fazer isso?

A primeira dica é a mesma que eu dei em um vídeo passado, que é falando sobre o Facebook especialmente.

Facebook

Entrar em grupo do Facebook, que seja um grupo relacionado aquilo que você vai vender. Isso vai funcionar muito bem tanto se você já tem um negócio, mas se você ainda não tem vai funcionar perfeitamente.

O legal é que, quando você não tem um negócio ainda, talvez você ainda não tem ideia tem dúvida sobre o que as pessoas falam sobre aquilo, quando você entrar nesses grupos você vai ver na prática o que que as pessoas comentam.

E com certeza vai te dar ideias do que que você pode fazer, então entrar em grupos e também se tiver alguma pessoa que se destaca no grupo, que interagem mais, você pode entrar no perfil dessas pessoas e conhecer elas um pouco melhor.

Agora a segunda maneira de fazer isso é uma maneira um pouco mais técnica que é usando também no Facebook. Mas é uma ferramenta que se chama, audience insights

Audience Insights

É uma ferramenta do Facebook que te permite conhecer melhor o seu público.

Você pega a página, suponhamos que você venda artigos de luxo, então você pega uma página da Rolex, uma página do Facebook da Rolex e lá no Audience Insights você consegue ver qual que é o tipo de pessoa que está ali naquela página.

A maioria das pessoas que estão naquela página ela tem qual idade, qual que é o sexo, quais que são os interesses daquela pessoa. Ela vai te mostrar no Audience Insights outras páginas, outros conteúdos, que aquela pessoa também curte a Rolex curte.

Então, basicamente vai ser uma página de uma empresa que provavelmente o seu público está nela e quando você analisar essa página do Facebook, no Audience Insights vai te mostrar várias características em comum da pessoa que está naquela página.

E de novo pra fazer isso, você não precisa ter um negócio ainda, é especialmente o que eu tô falando aqui, pra você que ainda não tem um negócio.

A terceira maneira de fazer isso é usando uma ferramenta chamada Quora.

Quora

O que essa ferramenta faz? Ela funciona como Yahoo Respostas, só que de um jeito mais eficiente, ela é uma ferramenta muito mais eficiente que o Yahoo Respostas.

É uma ferramenta em inglês, todas as perguntas que estão lá são em inglês. O que você pode fazer?

Eu peguei a palavra Persona, coloquei lá nessa ferramenta e cliquei, lá mostrou diversas perguntas que as pessoas faziam sobre esse tema, sobre Persona, e advinha qual que era uma das perguntas?

Como conhecer a persona se eu não tenho cliente?

E aqui está o vídeo que eu respondo isso, então esse vídeo saiu dessa ferramenta. Então, você pode por exemplo, suponhamos que você venda tênis de corrida, aí você vai precisar traduzir, colocar no inglês e colocar lá tênis de corrida.

E ver as principais perguntas que as pessoas têm relacionado à tênis de corrida, e isso vai te ajudar especialmente se você quiser criar conteúdo relacionamento marketing de relacionamento.

Enfim, vai te ajudar muito, a entender que tipo de pergunta as pessoas fazem relacionadas seu produto.

Conclusão

Espero que tenha te ajudado este conteúdo, e tenha te ajudado em como você pode realmente conhecer a persona, mesmo sem ter uma persona ainda. Um grande abraço e até o próximo vídeo!

Texto publicado anteriormente no FabricioVenancio.com.br.

Veja também:

Superpersona: A ferramenta para criar uma Buyer Persona

Em meio a uma época que vem sendo marcada pelo crescimento do número de empreendedores no marketing digital, conseguir autoridade na internet e aumentar a relevância da sua marca vem se tornando, como já se podia prever, um ponto cada vez mais crucial.

Vários fatores levam a isso. Entre eles está o crescimento de estratégias eficazes, tanto no marketing de conteúdo em si quanto nas práticas de SEO, fazendo valer aquela antiga máxima de que a alta concorrência implica em serviços mais bem prestados ao consumidor final.

Como para os empreendedores o trabalho de conquistar autoridade na internet é árduo, é preciso saber alguns truques. Neste post, você aprenderá alguns passos importantes para construir uma imagem influente na internet, através de estratégias que não são tão difíceis de aplicar. Confira!

Seja uma autêntica “fonte de conhecimento”

Publicar conteúdo online é como escrever uma obra a ser constantemente referenciada em trabalhos acadêmicos. Quando o autor produz um grande trabalho, cuja consistência é tão grande que suas ideologias contribuem para o aprendizado de várias gerações seguintes, a autoridade conquistada é algo que nada e nem ninguém apagará.

E é exatamente isso que os maiores vencedores do mundo digital conseguem ao fornecer conteúdos autênticos, ricos e informativos. Se você possui o conhecimento, não hesite em deixá-lo disponível para quem necessitar dele futuramente. Deixe o seu legado ao público.

Com o tempo existirão muitos concorrentes procurando fazer conteúdos parecidos com o seu, mas o conteúdo que sempre será amplamente consultado e compartilhado é o original. De forma mais poética, podemos dizer que ser semeado é melhor do que ser simplesmente lembrado.

Ensine primeiro e venda depois

Ofertar uma promessa é algo a ser evitado. Além de não passar credibilidade, estratégias dessa natureza estão próximas de ser extintas do marketing digital — a própria concorrência trata de derrubar essas táticas.

Siga os princípios de inbound marketing, que consistem em fornecer conteúdos ricos e educativos para o público. Sem desembolsar nada os leitores passarão a reconhecer você como uma referência no assunto e então se aproximarão, por conta própria, da sua marca.

Lembre-se de que toda autoridade é construída por valores, portanto esse deve ser o seu foco.

Como criar o melhor conteúdo possível

Produza conteúdos específicos sobre determinado tema

Deixemos de lado um pouco o conceito de funil de vendas — que é imprescindível para o planejamento. Você, caro leitor, já parou pra pensar em como deve ser o conteúdo ideal? Muita gente pode supor que as melhores produções textuais priorizam a quantidade de informações, ou seja, textos que sejam o mais informativo possível.

Porém, por mais informações que você tente colocar em um post, sempre faltará alguma coisa. Fora que um tópico sempre leva a outro, e, por fim, o conteúdo se torna complexo e de difícil compreensão. O que fazer então?

A solução é simples: escolha um tema como base e produza uma série de posts relacionados a ele. Isso comprovará o seu nível de conhecimento acerca do assunto e promoverá um aprendizado ainda maior aos seguidores, dois fatores-chave da autoridade na internet.

Lembre-se de não escrever demais: os textos para internet precisam seguir a dinâmica do resto da rede.

Por que o conteúdo autoral é mais importante que o SEO

Trate o networking como algo fundamental

Ampliar a sua rede de contatos profissionais e marcar presença em eventos importantes — você tem ideia do quanto isso reflete no ganho de autoridade na internet? 80% dos grandes executivos do mercado reconhece o networking como estratégia determinante — segundo pesquisa realizada em 2013 pelo Instituto de Desenvolvimento de Conteúdo para Executivos (IDCE) —, e os seus benefícios são nítidos para as empresas de menor porte.

Entre as várias posturas a serem adotadas para ter sucesso com networking, uma delas em especial tem muito a ver com ganho de autoridade e também de notoriedade. Trata-se de ser uma “engrenagem” num círculo social, aquele que apresenta as pessoas umas às outras, o ponto a que a maioria recorrerá em situações diversas. Ou seja, ser um influenciador!

Quando você desempenha um papel de influência entre profissionais e empreendedores de uma mesma área, muitas boas oportunidades surgem. Seu nome passa a ter maior credibilidade, outros influenciadores vão citá-lo e recomendar seus conteúdos, e isso vai refletir significativamente no crescimento de autoridade e notoriedade de sua marca.

Considere o SEO como uma prática relevante

As tendências podem acarretar em algumas mudanças no marketing digital, porém, é certo que durante os próximos anos as estratégias de otimização para motores de busca (SEO) continuarão sendo fundamentais para o engajamento de novos leitores.

Se o seu website não estiver bem posicionado nos resultados do Google, será difícil reforçar o peso de sua marca ao público. Deve-se compreender que o ponto de vista do usuário do Google não é igual ao de quem trabalha com marketing e web. Geralmente, as pessoas consideram as páginas posteriores do Google uma colocação entre os sites menos acessados, o que dá a entender que seu conteúdo não é dos mais qualificados.

Portanto, é altamente recomendável continuar desenvolvendo e aprimorando os aspectos SEO de sua página, até porque somente benefícios serão recolhidos.

Como produzir blog posts e descrições de produtos pensando em SEO?

Invista no design

Um ótimo design gera muito mais do que um bom aspecto ao site. Ao investir em design de bom gosto, que seja responsivo e também funcional para o usuário, sua marca demonstrará, acima de tudo, que se importa em oferecer a melhor experiência possível.

Todo mundo — sem exceção — gosta de sites que carregam rapidamente, que tenham uma navegação simplificada (acessar conteúdos em poucos cliques), compatível com qualquer dispositivo e navegador, e, é claro, com um visual atrativo. Vale lembrar que o público se tornará cada vez mais exigente e aqueles que ignoram a importância disso ficarão para trás.

Tenha uma variedade de materiais em diferentes formatos

Em vez de se basear em pesquisas sobre “qual o formato de mídia preferido dos internautas”, procure ser mais abrangente com relação a isso. Faça dos seus conteúdos algo acessível para todos os gostos e necessidades.

Muitas pessoas têm maior facilidade de compreensão assistindo a vídeos, enquanto outras gostam mais de ler arquivos em PDF (como e-books, pesquisas, tutoriais, etc.). Há também o público que prefira webinars por conta da interação em tempo real, assim como os que acham infográficos mais interessantes.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

Em suma e sem ressalvas: conquistar maior autoridade na internet significa se tornar uma referência consolidada, o que só vai acontecer se o maior número possível de gente interessada no assunto tiver acesso aos conteúdos que o seu site promove.

A chegada de novas redes de afiliação e novos profissionais e empresas gerando conteúdo com foco nesse negócio aquecem cada vez mais o mercado de afiliados no Brasil. O ramo de atuação é voltado para proprietários de um site, redes sociais ou outro canal da internet faturar com comissão ajudando a vender produtos e serviços.

O período de ascensão pelo qual o mercado de afiliados está passando é visto como uma grande oportunidade por pessoas que desejam iniciar seu empreendimento digital ou rentabilizar os seus projetos on-line. Ao mesmo tempo, é cercado de receios diretamente relacionados à falta de consenso das informações que circulam sobre o assunto.

Por que apostar no Marketing de Afiliados para e-commerce?

Muitos são mitos negativos que afastam potenciais investidores dessa atividade promissora ou, pior que isso, atrapalham quem quer entrar nesse tipo de programa a tomar as decisões mais assertivas para que seu negócio seja bem-sucedido. Para ajudá-lo, separamos os cinco mitos mais comuns e a explicação do porquê estão equivocados.

1- Afiliados somente podem ser blogueiros

Pensar que o mercado de afiliados somente está disponível para blogueiros é muito comum e afasta o interesse de proprietários ou interessados por outros canais on-line. Talvez isso se deva ao fato de que o negócio ganhou muito notoriedade através das páginas de blogs.

Todas as pessoas que desejam representar alguma marca na internet e ao mesmo tempo alavancar o tráfego de para suas redes sociais, site ou mesmo blog podem ser afiliadas. Nesse sentido, pode utilizar as ferramentas que já possuem ou mesmo adaptar algum recurso exclusivamente para explorar o negócio.

Exemplo disso, é oferecer um portal para divulgação de cupons de descontos, obtendo lucros a partir de tudo o que for vendido.

Cinco ações para motivar afiliados e aumentar as vendas

2- Programas de afiliados são fáceis de gerenciar

Quando se trata de internet, as pessoas costumam ter a falsa ideia de que todos os negócios relacionados a essa área são fáceis de administrar. Se você deseja iniciar atividades no mercado de afiliados, no entanto, deve se preparar para uma realidade totalmente diferente do que o senso comum propaga.

Provavelmente, você deverá encarar uma concorrência muito grande e dificilmente obterá uma receita satisfatória em curto prazo. Mas tudo isso não deve desanimá-lo. Para alcançar sucesso estabeleça um bom relacionamento, fazendo as parceiras corretas e eficientes, e mantenha um conteúdo sempre com qualidade e bem atualizado.

Investir nas campanhas adequadas para transformar os seus acessos em conversões também é essencial para garantir diferencial nesse ramo de atuação.

3- Só vale investir em mercados de afiliados quem trabalha em um nicho de negócio lucrativo

A ideia de que o mercado de afiliados é exclusivo para quem trabalha em um nicho de negócio considerado lucrativo também costuma desanimar empresas que enxergam seu ramo de atuação pequeno demais. Essa premissa não é verdadeira porque, apesar de segmentos populares costumar apresentar um desempenho melhor nesse negócio, isso não significa que outros ramos não possam se dar bem com essa ferramenta.

Nesse sentido, vale a pena investir nessa atividade e garantir melhor desempenho, basta manter-se alinhado com os seus objetivos e encontrar afiliados que entendam e valorizem a sua relevância.

CPA, CPC, DPC? Entenda as principais formas de comissionamento de afiliados

4- O mercado de afiliados é uma estratégia obsoleta

Considerando que os novos algoritmos de SEO do Google têm deixado a tradicional construção de links para trás, investir em marketing de filiados pode não parecer uma atividade muito promissora. No entanto, é possível trabalhar aliando as duas técnicas para construir e proporcionar mais visibilidade a sua marca.

5- Você somente obterá sucesso com mercado de afiliados se conseguir anunciar os produtos em um maior número de canais possíveis

A atuação no mercado de afiliados depende mais da qualidade do que da quantidade. Isso significa que mesmo anunciando em poucos sites, você ainda poderá ter um bom resultado, caso todos os seus parceiros entreguem conversões significativas. Por esse motivo, o sucesso da atuação nesse negócio dependerá exclusivamente de contar com as associações certas e que estejam preferencialmente voltadas para seu ramo de atuação.

4 KPIs importantes para anunciantes no Marketing de Afiliados

Agora que esses mitos foram derrubados, a sua percepção sobre o mercado de afiliados pode não ser das melhores. Assim como outros negócios, realmente esse ramo também oferece riscos e desafios. Mas se você construir uma boa rede de afiliação, focar em sua área de atuação e investir nas campanhas adequadas poderá obter ótimos resultados.

Com a tecnologia, as empresas multiplicaram as ferramentas de marketing capazes de alcançar o cliente. Redes sociais, e-mail marketing e SMS são apenas algumas das formas de converter leads e aumentar as vendas, mas as empresas precisam entender que o cliente não quer ser contatado apenas com a clara intenção de venda.

Para criar um relacionamento mais duradouro e demonstrar que se preocupa com ele sem interesses, é necessário investir em marketing de conteúdo. E a newsletter é uma das ferramentas mais simples de se fazer isso. Quer saber o que é newsletter e como ela vai te ajudar na conversão de leads?

O que é newsletter?

Também chamada de boletim informativo, a newsletter é uma publicação fixa da empresa para seus clientes e potenciais clientes. Assim como jornais e revistas, ela tem periodicidade, linha editorial, linha visual, etc. Pode ser enviada inclusive em formato de jornal, impressa, mas o mais comum é por meios eletrônicos, em especial, via e-mail.

Por ser mandada por e-mail, muitos a confundem com e-mail marketing. Diferentemente do e-mail marketing, a newsletter é mais focada em produção de conteúdo que em vendas. Seu objetivo não é ser uma mala direta para estampar promoções e novidades da marca, mas sim para trazer informações relevantes ao público que se interessa por assuntos relacionados à empresa.

Essa é outra característica exclusiva da newsletter. Ela não chega para pessoas aleatórias. Em geral, ela é entregue apenas para as pessoas que optaram por receber esse conteúdo da empresa, em geral ao preencherem seu cadastro em um formulário online.

Por serem direcionadas apenas para quem quer receber este tipo de material, as newsletters já começam em vantagem em relação ao e-mail marketing, sendo assim, é trabalho das empresas atender e até superar as expectativas dos clientes para não acabar caindo na famosa caixa de spam.

Como não se tornar spam?

Para manter o interesse dos clientes e potenciais clientes no conteúdo da newsletter é essencial que a empresa dedique tempo na criação de cada boletim. Independente de sua periodicidade, a newsletter precisa trazer novidades, ter uma linguagem clara e objetiva, com mensagens curtas e de fácil leitura.

O objetivo desse meio de comunicação é criar vínculos com o leitor, uma relação mais longa que, logo, é conquistada a longo prazo. Se a empresa quer ganhar conversões a curto prazo, não deve investir na newsletter. Se ela não oferecer nada de útil ao leitor, inevitavelmente acabará caindo na caixa de spam, sem trazer resultados nem a curto nem a longo prazo.

Trabalhe conteúdos que sejam interessantes, sem estender o assunto. O material precisa ser dinâmico, objetivo e criativo. Uma boa estratégia é segmentar as newsletters, criando conteúdos para nichos dentro do mercado da marca.

Por exemplo, uma empresa de cosméticos pode direcionar um boletim sobre cuidados com mechas apenas para clientes que têm esse tipo de tinta no cabelo. Para isso, é essencial criar uma base de e-mails bem detalhada e utilizar boas ferramentas de automação.

Como saber se a estratégia está funcionando?

Para saber se a newsletter enviada está realmente sendo vista e bem recebida pelo seu público-alvo, existe uma série de métricas a serem analisadas. Em geral, a própria ferramenta de automação no envio de e-mails desse tipo entrega taxas de cliques, como a quantidade de pessoas que abriram o e-mail.

Se a taxa de rejeição for alta, você pode rever o que pode ter dado errado naquela newsletter (o título, o horário de envio, a segmentação escolhida) e reenviá-la com adaptações ou, pelo menos, levar o aprendizado para a criação de novas estratégias.

Por meio de ferramentas como o Google Anaytics, é possível analisar outras métricas importantes também para campanhas via e-mail, como as newsletters. Uma prática muito comum, por exemplo, é incluir no boletim links para conteúdos publicados recentemente no blog da empresa. É possível, então, determinar quais cliques de um post vieram por meio da newsletter nesse caso.

Como monitorar todas as ações do visitante através de uma URL personalizada

Como se destacar na caixa de entrada?

Por ser uma ferramenta ágil, barata e eficaz, cada vez mais empresas vêm usando a newsletter para ter um contato mais próximo com seus clientes. Mas como se destacar em meio a tantos e-mails recebidos todos os dias?

O primeiro passo é criar um título atraente, sucinto e objetivo, que mostre claramente o que o cliente encontrará caso clique no seu e-mail. Hoje em dia é possível inserir até emoticons animados no título do e-mail, então não tem desculpa para não usar a criatividade nesse meio. 😉

Tratar o cliente de forma única e especial, personalizando o conteúdo também gera muitos pontos para a empresa. Um jeito simples de fazer isso é colocando o nome de cada usuário no título da mensagem. Outra forma é inserindo um nome no e-mail de remetente e uma assinatura de alguém real da empresa. Os clientes se sentem muito mais atraídos quando conversam com alguém do que quando recebem um e-mail de naoresponda@lojavirtual.com, por exemplo.

Qual a periodicidade ideal?

Por ter um objetivo a longo prazo, os disparos de newsletter não precisam e nem podem ser muito frequentes. Empresas que mandam conteúdos novos diariamente a seus clientes acham que entregam newsletters, mas na verdade estão mandando spam.

Mesmo que o cliente tenha solicitado o envio da newsletter, ela deve ser enviada com parcimônia, de forma que o cliente tenha uma boa surpresa sempre que receber uma nova mensagem da marca em sua caixa. Newsletters semanais, quinzenais e até mensais tendem a ter mais eficácia que as com frequência mais curta.

Uma marca de roupas femininas, por exemplo, pode mandar uma newsletter mensal com as novidades da loja e opções de combinação de peças para sua cliente. Ela vai ficar muito mais interessada nos produtos do que se recebesse e-mail marketing diário com fotos de peças novas.

Como você viu, a newsletter é uma arma poderosa, mas apenas se for bem utilizada. Se o seu negócio for uma empresa que vende soluções de informática para executivos, por exemplo, não é interessante colocar emoticons de bonequinhas dançantes no título da sua newsletter. Já se você vender roupas para meninas adolescentes, essa linguagem pode alcançá-las de forma mais certeira.

O importante é adaptar a sua linguagem e saber que o cliente, antes de se tornar um lead para a sua empresa, é uma pessoa, com interesses, gostos e afins. Hoje em dia, a empresa que não valoriza a geração de conteúdo, perde uma oportunidade incrível de converter as pessoas em clientes fiéis.

Você quer dar uma repaginada em sua estratégia de conteúdo? Comece com essas dicas

Você não é obrigado a criar ideias originais de conteúdo a cada vez que sentar para escrever. Isso é uma verdade. Estamos programados para pensarmos que, se não formos brilhantes, nossos leitores irão nos abandonar sem pensar 2 vezes.

Mas isso não é de todo verdade. O que nossos leitores estão procurando é conteúdo útil e relevante.

Além disso, é cansativo e demorado tentarmos chegar a novas ideias para cada artigo. Estamos constantemente copiando e retrabalhando ideias e as apresentando como novas, a partir de tendências.

Então, por que não economizar algum tempo e aproveitar uma fonte virtualmente infinita de conteúdo que já está disponível?

Há um grande reservatório de material existente para mergulharmos: a partir de nosso próprio blog e dos influenciadores de nosso mercado, bem como a sabedoria coletiva de nosso público e nossos pares.

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Você faz Curadoria de Conteúdo?

Remixando o conteúdo

O reaproveitamento de conteúdo pode ser muito útil e inteligente para o nosso negócio. Aqui está o por que:

  • É eficiente. Planejar e reutilizar seu conteúdo vai ajudar você a redirecionar conteúdo em diferentes formatos para diferentes canais.
  • Ele combate a distração. Leitores online têm se desgastado em suas leituras e são facilmente distraídos. As possibilidades são que apenas um pequeno percentual de leitores realmente leem seus posts.
  • Ele constrói relevância de SEO. Quando as suas táticas de SEO e marketing de conteúdo trabalham em conjunto, adaptar conteúdos significativos significa mais oportunidades de atrair tráfego.

Então, abrace o remix de conteúdo. Aqui estão algumas ideias para como usar o remix para criar conteúdo matador.

remix

1- Reorganize seus posts mais longos

Qualquer coisa de suas obras de arte anteriores têm a ver com isso, como e-books, estudos de caso ou white papers.

Divida-os em pedaços menores para colocá-los em seu blog, newsletters ou mini posts em mídias sociais.

2- Reescreva um post popular

Você pode modernizar um post popular com novas informações, estatísticas, infográficos, ou qualquer outra informação relevante para torná-lo mais atraente para seus leitores hoje.

3- Crie transcrições de outros meios de comunicação

Isso pode ser feito a partir de seminários, entrevistas e podcasts antigos, como uma série de novos artigos do blog e mini posts para as mídias sociais.

4- Pegue um post antigo e transforme-o em uma nova mídia

Crie um infográfico ou uma apresentação de slides para recontar seu post em uma mídia diferente.

5- Crie uma série de podcasts ou vídeos

Isso pode ser feito com base em seu conteúdo antigo para tocar um público que prefere um formato de áudio ou visual.

podcast

6- Faça uma lista de posts antigos

Encontre um tema em suas mensagens que receba uma boa resposta e faça um pequeno resumo de seus melhores posts de uma determinada categoria.

7- Crie uma série de temas populares

Use o Google Analytics para determinar seus posts mais populares, e em seguida faça um acompanhamento com um guia ou post com base no seu material original.

8- Use as atualizações

Se as informações em seu campo são suscetíveis de mudanças rápidas, os posts mais antigos precisam ser atualizados.

Aproveite a oportunidade de criar um novo post incorporando as atualizações para tornar as coisas mais atuais.

9- Destaque as postagens populares na barra lateral do seu site

Você pode compilar um post de melhores, no final do mês, trimestre, semestre, ou ano e mostrar o material que seus leitores acharam mais úteis, divertidos ou informativos.

10- Crie um evento

Reutilize o conteúdo de antigos posts para transformá-los em um webinar ou criar uma mini série a partir de seu material.

11- Use os comentários de seus leitores

Use as mensagens mais engajadas dos leitores nos comentários, reclamações, perguntas e crie um post de acompanhamento.

Isso se aplica igualmente aos tweets e comentários do Facebook, ou qualquer interação nas mídias sociais.

12- Crie posts do que fazer e do que não fazer

Mais uma vez, use a capacidade de resposta de seu público ao material original e escreva um post sobre as melhores práticas.

13- Compile as mensagens relacionadas sobre um tema

Isso pode ser feito em um e-book ou uma mini-série de posts como um presente ou incentivo para interessar novos leitores.

14- Dê voz aos influenciadores

Descubra o que os especialistas em seu mercado têm a dizer sobre o tema e crie um post em torno disso.

Use essas opiniões para apoiar um post original, ou estabelecer sua posição perceptiva como um especialista.

15- Use o Throwback Thursday para reviver um post

O Throwback Thursday é uma brincadeira em que pessoas e empresas compartilham algo referente ao passado.

Mas, isso pode ser feito como artigos que tenham tido uma boa receptividade do seu público.

Para gerar interesse, poste um link com a hashtag #TBT no Twitter, Facebook e Instagram com uma breve explicação sobre porque os posts foram bem recebidos.

ttb

16- Use os posts antigos para criar mini posts

Pegue seções de seus posts antigos e faça mini posts sobre seus assuntos nas mídias sociais. Isso gera intriga e curiosidade, muito parecido com um teaser de um filme.

17- Destaque os aspectos únicos de um post antigo

Remodele-o, expandindo o conteúdo de fora do comum, como “o segredo por trás de…”, ou “a chave para” o post.

Agora você já sabe o que fazer

Como você pode ver, há muitas maneiras de reciclar o seu assunto antigo em ideias novas em conteúdos úteis. Com todo o esforço que você coloca na criação de seu conteúdo original, faz sentido tirar proveito do reaproveitamento.

Então, poupe seu tempo e supere a ansiedade de estar constantemente tentando ser original, revisitando o seu velho material e dando vida nova a ele, com umremix.


Este artigo foi adaptado do original, “17 Ideas On How To Do Clever Content Marketing”, do blog do Jeff Bullas. Texto anteriormente publicado no Pulse do LinkedIn.