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Backlinks ruins

Na estrada do SEO, existem casos em que você pode querer remover backlinks ruins do seu site no Google. Quem nunca ?

Ou porque você comprou links de alguma empresa de SEO não confiável, participou de esquemas de troca de links ou porque você cometeu o erro de criar links artificiais de baixa qualidade para o seu site.

Independentemente do motivo, o Google irá punir você porque o link building é uma violação das diretrizes para webmasters do Google. Engraçado né ?

Neste post, você aprenderá como identificar os backlinks ruins e como informar ao Google para não levar em conta backlinks ruins que apontam para o seu site.

Por que o link building é importante?

Antes de entrar na parte sobre como limpar seu website de backlinks ruins, vamos ver em breve porque o link building é uma parte importante do processo de SEO.

Quando um usuário digita uma consulta de pesquisa no Google, o algoritmo de classificação avalia mais de 200 sinais para decidir quais páginas exibir nas primeiras posições dos resultados (SERPS).

Um dos sinais mais importantes é o PageRank.

Conforme declarado pelo Google, o PageRank é a opinião do Google sobre a importância de uma página com base nos links recebidos de outros sites.

Em outras palavras, um site que recebe links de outras páginas da web, é percebido pelo Google como um bom site (inclusive pense no SEO on-page com internal back links), que merece uma posição mais alta nos resultados da pesquisa.

Assim, uma boa maneira de mostrar ao Google que você tem um site de alta qualidade é garantir que ele tenha vários backlinks.

É claro que, como veremos abaixo, não é apenas um jogo de números, ou seja, o website com backlinks de qualidade terá classificação mais alta e não o website com o maior número de backlinks.

Além disso, deve ficar claro que o link building é apenas uma das ferramentas que compõem o que chamamos de SEO off-page.

Como o Google pune um site?

Mencionei na introdução que o Google pode punir um site por causa do link building, e é necessário explicar por que e como o Google pune um site.

Qualquer tentativa de manipular o PageRank é contra as diretrizes do Google.

O Google possui sistemas sofisticados que podem diferenciar entre backlinks naturais e backlinks que são criados artificialmente com o único propósito de aumentar o PageRank de um website.

Alguns exemplos são:

  • Comprar links de vários sites, diretórios de links ou blogs,
  • Vender links;
  • Participar de esquemas de troca de link (eu linko para o seu site e você linka pro meu);
  • Publicação de Guest Posts com links de texto âncora com palavras-chave iguais em todos;
  • Construção massiva de links (usando programas automatizados para criar links, geralmente em comentários de sites).

O Google, em uma tentativa de proteger a qualidade de seus resultados de busca, introduziu em abril de 2012 a atualização Penguin.

Quando o algoritmo descobre que um site tem muitos backlinks que são de baixa qualidade (como os descritos acima), ele remove o site específico do índice do Google ou desvaloriza seu ranking (para o site como um todo ou para páginas específicas).

Em outras palavras, o site perde todos os seus rankings e a confiança do Google.

No passado, o Google costumava executar o algoritmo do Penguim uma vez a cada poucos meses, mas desde setembro de 2016, ele é integrado como parte do algoritmo do ranking central.

Isso significa que as verificações relacionadas às práticas ruins de criação de links são em tempo real. Lascou tudo !

Um site pode ter imposta uma penalidade a qualquer momento e isso também pode ser feito a partir de uma penalidade tomada (desde que ações corretivas foram tomadas), sem ter que esperar para a atualização do Penguim para executar. #Medo

Qual é a diferença entre os links follow e nofollow?

Outro aspecto importante do link building é a diferença entre os links follow e nofollow.

Quando o Google avalia os links que apontam para um site, ele verifica se esses links têm a tag nofollow.

Links que são nofollow instruem o Google a não passar nenhum valor de pagerank de um site para outro.

Em outras palavras, é como dizer ao Google para não levar em conta esses links para fins de classificação.

Por exemplo, se você veicular anúncios de texto em seu website com links apontando para outros websites, esses links deverão ser nofollow, caso contrário, o Google poderá pensar que você está vendendo links.

Outro exemplo é quando você deseja vincular-se a um site em que não confia ou não tem certeza da qualidade desse site.

Um bom exemplo são os links encontrados na seção de comentários.

Esses links devem ser nofollow porque muitas vezes eles são usados ??por spammers e bots automatizados.

Importante: Todos os links são, por padrão, links seguidos, follow.

Para fazer um link nofollow você precisa adicionar a seguinte diretiva no link rel = ”nofollow” como mostrado no exemplo abaixo:

<a href=”https://www.zeruella.com” rel=”nofollow”>Esse é um link nofollow  </a>

Por que se preocupar com links follow e nofollow?  Quando você passa pelo processo de encontrar os links a serem removidos do Google, só precisa levar em conta os links que são follow e não os links que têm a tag nofollow, pois esses links não podem causar danos ao seu site.

Como encontrar backlinks ruins

O resumo da introdução acima é que o link building é importante para o ranking, mas se você não sabe o que está fazendo, provavelmente irá gerar resultados opostos.

O que você pode fazer neste caso? Encontre e remova os backlinks ruins.

Existem duas maneiras de encontrar links tóxicos apontando para o seu site.

O primeiro é analisar manualmente seus backlinks e identificar links ruins e o segundo (mais rápido e confiável) é fazer uso de uma ferramenta.

Como encontrar backlinks ruins (o caminho manual)
O primeiro passo é registrar seu website no Google Search Console.

Entre outras métricas úteis, você poderá obter uma lista de links apontando para o seu site, sobre o qual o Google sabe.

A lista inclui todos os tipos de links (bons e maus, seguir e não seguir).

O Google não informará quais links são bons ou ruins, você terá que exportar os links em uma planilha do Excel e revisar manualmente cada link para decidir se é um bom link ou um link potencialmente tóxico.

Os links tóxicos serão adicionados a um arquivo de rejeição e enviados ao Google (mais sobre isso abaixo).

Aqui estão os passos para analisar manualmente o seu perfil de link building:

Etapa 1: Faça login no Google Search Console. Se você ainda não fez isso, adicione e verifique seu website (todas as variações, com e sem www).

Etapa 2: Clique em “Tráfego de Pesquisa” e, em seguida, em “Links para seu site” no menu à esquerda.

Etapa 3: Em “Maior quantidade de links”, clique abaixo em “Mais >>”

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

O que você vê agora é uma lista de todos os domínios que têm links apontando para o seu site.

Você pode clicar em qualquer domínio para ver em quais páginas do seu site ele está vinculado.

Opcional: você pode clicar em Fazer download desta tabela para exportar os detalhes como um arquivo CSV (planilha do Excel) ou Google Docs.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Essa era a parte fácil.

O que você precisa fazer agora é analisar cada link e tomar uma decisão se deseja mantê-lo ou soltá-lo.

Algumas dicas para ajudar você na sua decisão:

1 – Você pode ignorar com segurança os links das redes de mídias sociais. A maioria dos links é “nofollow” de qualquer maneira e aqueles que não são, não podem prejudicar a reputação do seu domínio.

2 – Você pode ignorar com segurança os links provenientes de domínios que não existem mais. É muito comum clicar em um domínio para ver os links recebidos e descobrir que expirou ou não está mais disponível. É uma questão de tempo para o console de pesquisa do Google atualizar os dados e remover os links.

3 – Não remova links só porque eles parecem estranhos. É normal que todo site tenha alguns links estranhos apontando para ele.

4 – Para cada link, faça a si mesmo estas perguntas:

  • O único propósito do link é passar o pagerank de uma página para a outra?
  • Esse link agrega valor real ao artigo ou site publicado?
  • Você ficaria preocupado se um funcionário do Google estivesse revisando a qualidade desse link?
  • O site é publicado em um site de qualidade com tráfego ou é apenas um repositório de artigos com links de saída?
  • O link em um campo de comentário não adiciona nenhum valor à conversão?
  • O link em um website está segmentando pessoas em um país específico que não tem nada a ver com seu público-alvo?

Nem sempre é fácil responder a essas perguntas, especialmente para iniciantes em SEO.

Os profissionais de SEO experientes podem detectar facilmente backlinks ruins, mas felizmente existem ferramentas (como veremos abaixo) para ajudá-lo nesse processo.

Então, antes de prosseguir para a próxima etapa (ou seja, remover os backlinks ruins do Google), você precisa percorrer todos os seus links e preparar uma lista de todos os links que deseja remover do seu perfil de link building.

Como encontrar backlinks ruins usando SEM Rush

Outra forma mais rápida e eficiente de garantir que seu perfil de link esteja sempre limpo é usar uma ferramenta boa de auditoria de links.

Uma ferramenta boa tem várias vantagens:

  • Ela pode verificar automaticamente os backlinks e propor quais são possivelmente tóxicos;
  • Pode criar o arquivo de rejeição para você;
  • Ela pode executar o processo todo mês e atualizá-lo quando for necessário executar uma ação;
  • Você pode conectar a ferramenta ao seu Google Search Console para recuperar os links automaticamente, para que você não precise fazer nenhum trabalho manual;
  • Você pode aproveitar outros recursos relacionados a SEO oferecidos pela ferramenta para melhorar seu ranking do Google.

A ferramenta que eu estou falando e que  uso para todas as minhas atividades de SEO é a SEMRUSH.

Não é uma ferramenta gratuita, ela tem um custo mensal, mas você pode usá-la para várias coisas, incluindo pesquisa de palavras-chave, otimização de snippets em destaque, análise de concorrentes, rastreamento de posição de palavras-chave e muitas outras tarefas essenciais de SEO. Um show de bola !

Mas vamos ao que interessa.

Aqui abaixo estão os passos para encontrar backlinks ruins usando o SEMRUSH.

1 – Faça login no SEMRUSH

2 – Vá para Projetos no menu à esquerda e clique em Adicionar novo projeto

3 – Dê um nome ao seu projeto, digite seu domínio e clique em Avançar.

4 – No Dashboard, clique em SET UP na opção Backlink Audit.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

5 – Selecione o domínio raiz como o escopo da campanha e clique em Configurações da marca

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

6 – Especifique o nome da sua marca. O SEMRUSH detectará automaticamente o nome da sua marca a partir do seu nome de domínio, mas se você usar outros nomes para sua marca (ou em idiomas diferentes), adicione-os e clique em Domain Categories.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

7 – Selecione todas as categorias que seu domínio está associado e clique em Target Countries..

É importante selecionar as categorias certas, pois isso ajudará o SEMRUSH a identificar links de risco (provenientes de categorias não relacionadas à sua) e a fornecer resultados mais precisos.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

8 – Finalmente, digite o país associado ao seu público-alvo e clique no botão Start Backlink Audit.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

O SEMRush começará a analisar os links que eles conhecem.

Para obter resultados mais precisos, você precisa se conectar ao seu Google Search Console para que eles possam importar os links informados pelo Google.

1 – Clique em conectar ao lado do Google Search Console.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Você será encaminhado para uma tela que se parece com essa:

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Basicamente, tudo que você precisa fazer agora é dar acesso ao seu Google Search Console ao e-mail especificado para que o SEMRUSH possa acessar os dados de seu link.

Se você não souber como fazer isso, clique no botão show more details (Mostrar mais detalhes) para obter instruções passo a passo.

Feito isso, você verá uma tela semelhante a esta:

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Você pode ver de relance o número total de links e a porcentagem de links que são considerados pela ferramenta como tóxicos ou potencialmente tóxicos.

2 – Analise links tóxicos

Clique nos links tóxicos para obter uma lista de todos os links considerados semitrilhos como tóxicos.

Certifique-se de clicar no filtro FOLLOW para excluir links nofollow.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Algumas coisas a considerar:

O SEMRUSH identifica links tóxicos com base em vários fatores.

Entre outras coisas, verifica a autoridade do domínio e da página, o número de links externos, o texto âncora usado para os links e a relevância do site.

O que você precisa fazer agora é revisar esses links e decidir se deseja mantê-los ou adicioná-los ao arquivo de rejeição.

Você pode usar os mesmos critérios do processo manual (explicado na etapa 4 acima).

Para manter um link, você pode clicar no botão “KEEP” e colocar o domínio na lista de permissões.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Para adicionar o link ao arquivo de rejeição, clique em DELETE e, em seguida, em “To Disavow”.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

# 3 – Analise links potencialmente tóxicos

Repita o processo acima, mas para os “links potencialmente tóxicos”.

Como remover os Backlinks inválidos

Depois de identificar os backlinks inválidos a serem removidos, usando o método manual ou automático, a próxima etapa é enviar uma solicitação ao Google para removê-los.

O que queremos dizer com “remover backlinks”? O termo remover backlinks pode ser um pouco confuso porque os links não serão realmente removidos do Google ou da Web.

Quando dizemos “remover backlinks”, queremos dar instruções ao Google para não levar em conta esses links quando se trata de passar pagerank de um site para outro.

Os links continuarão sendo exibidos no seu console de pesquisa do Google, mas não serão considerados pelo algoritmo.

Eis como fazer:

1: O primeiro passo que você precisa dar é tentar entrar em contato com os webmasters e pedir-lhes para remover os links ou adicionar a tag nofollow para que nenhum pagerank seja passado. Na maioria dos casos, isso é muito difícil, mas é um passo necessário que você precisa dar antes de prosseguir para a próxima etapa.

Etapa 2: Livre-se das páginas que têm backlinks ruins apontando para elas. Esta não é uma boa solução, mas é um passo extra que você pode adotar (com a Etapa 3 abaixo). A maneira mais fácil de “livrar-se” de uma página é alterar o URL ou cancelar sua publicação para que o Google receba um erro 404 (não encontrado) ao tentar acessar a página.

Etapa 3: Quando tudo o mais falhar, pegue o telefone do Batman e use a ferramenta de rejeição do Google.

O que é a ferramenta de rejeição de backlinks do Google?

A ferramenta de rejeição de backlinks do Google é um recurso avançado e você deve usá-la com cuidado.

Conforme declarado pelo Google, se usado incorretamente, pode prejudicar mais o seu site do que ajudar.

Basicamente, a ferramenta de rejeição do Google é um recurso que permite que você envie um arquivo para o Google com uma lista de links que você não deseja que o Google leve em consideração ao rankear seu site.

Pegue a lista de links identificados nas etapas acima e adicione-os a um arquivo .txt usando o seguinte formato:

A) Use # na frente de uma linha para adicionar comentários;

B) Quando você quiser rejeitar uma URL específico, adicione o link completo, por exemplo, http://zeruela.com/link1.html

C) Quando você quiser rejeitar TODOS os links de um domínio específico, usando este formato: domain: zeruela.com.

Aqui está um exemplo de um arquivo de rejeição bem formatado:

# zeruela.com removeu a maioria dos links, mas esqueceu esse

http://spam.zeruela.com/qqrcoisa/algoassim.html

http://lixo.zeruela.com/sabedenada/inocente.html

# Contactado proprietario de melomelo.com em 31/2/2018 

# Pedi para remover os links mas não obtive resposta

domain:melomelo.com

Como preparar o arquivo de rejeição de backlinks (usando o SEMRUSH)?

Quando você clicar em DELETE e, em seguida, em DISAVOW, o SEMRUSH criará o arquivo de rejeição para você no formato correto.

Você pode ver quais links estão incluídos no arquivo de rejeição, clicando na guia DISAVOW no menu.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Como enviar o arquivo de rejeição de backlinks ao Google (modo manual)?

Quando o arquivo estiver pronto, salve-o como .txt e, em seguida, vá para a ferramenta de Rejeitar Backlinks do Google.

Selecione seu domínio na lista e clique em LINKS DE DESVIO

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Clique em REJEITAR LINKS novamente para confirmar que você deseja usar este recurso avançado do console de pesquisa do Google.

Clique em ESCOLHER ARQUIVO para selecionar o arquivo de rejeição e, em seguida, clique em ENVIAR.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Depois de enviado corretamente, o Google fornecerá um resumo do número de links processados no arquivo e das opções para fazer o upload de um novo arquivo ou fazer o download do arquivo existente.

É isso, você solicitou ao Google que não leve em consideração os backlinks ruins que apontam para o seu site. Parabéns \o/

Como enviar o arquivo de rejeição de backlinks para o Google (usando o SEMRUSH)?

Com SEMRUSH, você tem que escolher.

Você pode exportar o arquivo de rejeição e enviá-lo para o Google usando a maneira manual ou pode clicar na opção UPLOAD DISAVOW FILE.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Se você optar por fazer isso manualmente, precisará confirmar para a SEMRUSH que enviou o arquivo ao Google para que ele não mostre os links da lista de substâncias tóxicas (ou potencialmente tóxicas).

O que acontece depois?

Você precisa ser paciente e esperar que o Google processe seu arquivo.

Monitore suas classificações para quaisquer alterações e continue monitorando seus backlinks para novos domínios (ou links) que precisarem ser adicionados ao arquivo.

Notas importantes sobre o arquivo de rejeição de backlinks do Google:

  • Envie o arquivo para todas as variações do site, por exemplo, para suas versões http://,  http://www, https:// e https://www.;
  • Sempre que você quiser adicionar um novo domínio ou links para o arquivo, certifique-se de manter os existentes;
  • Quando você quiser remover um link do arquivo de rejeição, envie novamente o arquivo novamente sem esse link;
  • Em vez de usar URLs únicas, use o domínio (domínio: example.com) para garantir que todos os links desse domínio não sejam levados em conta;
  • Mesmo que o Google decida não levar em conta alguns links porque eles estão incluídos no arquivo de rejeição, eles ainda serão exibidos no console de pesquisa do Google;
  • O Google nunca lhe dirá ou fornecerá uma indicação sobre quais links são bons ou ruins e quais links serão considerados ao acessar a qualidade do seu site.

Eu enviei um arquivo de rejeição de backlinks, mas minhas classificações não melhoraram, por quê?

Essa é uma pergunta muito popular e que não tem uma resposta precisa.

Existem muitas razões pelas quais o seu site pode não ter uma classificação alta no Google.

Quando você perde a confiança do Google, tudo fica mais difícil. Bem mais

É por isso que é importante não participar de ações que possam colocar seu website no radar do Google.

Pedir ao Google para remover links do seu perfil é apenas uma ação que você pode realizar.

O que mais você pode fazer é garantir que seu website atenda aos padrões de alta qualidade definidos pelo Google, continuar publicando conteúdo que mereça links e tente obter links naturais que não causem problemas.

Finalmente, se você perdeu seu ranking e tem muitos backlinks ruins apontando para o seu site, pode ser melhor começar do zero com um novo domínio em vez de tentar consertar uma situação que não é reversível. Dói, mas é a verdade.

Conclusão:

Quando você segue as diretrizes do Google e se concentra na criação de um website que agregue valor aos usuários, não é preciso se preocupar com a remoção de backlinks ruins do Google.

Os algoritmos do Google são inteligentes o suficiente para diferenciar os links que são spam e os links criados com o único propósito de enganar o sistema.

Há casos em que uma empresa que você contratou fez algo errado ou você fez algo errado sem saber.

Nesses casos, a realização de auditorias regulares do perfil de backlinks não é uma má ideia.

Ela pode ajudar você a identificar links que estão prejudicando seu domínio, e seria melhor se esses links fossem enviados para remoção usando a ferramenta de rejeição do Google.

O processo é simples:

  • dentifique links potencialmente tóxicos;
  • Adicione esses links em um arquivo .txt (formatado de acordo com as diretrizes do Google).;
  • Envie o arquivo ao Google usando a ferramenta de rejeição.

Como palavra final, quando se trata de penalidades do Google, a prevenção é sempre a melhor cura.

Tenha cuidado com quem contratar para trabalhar em seu SEO, certifique-se de que usem práticas de White Hat e que você saiba em detalhes como e de onde eles planejam construir backlinks para o seu site e com que finalidade.

 

Fonte: rodolfosabino.co

Agora mesmo, enquanto você lê este texto, bilhões de dados estão sendo gerados no mundo todo, nas mais diversas plataformas e em formatos variados. É o tão falado big data, o enorme conjunto de dados que serão garimpados, analisados e processados para fornecerem ideias e insights, gerando estratégias e soluções. Hoje, a maioria das organizações está consciente de que é essencial ter em mãos dados que sejam importantes para o seu negócio. O desafio agora é identificar e usar bem os dados corretos, isto é, os mais adequados para o contexto e as demandas.

O que estou querendo dizer com isso é que, cada vez mais, o valor não reside na informação em si, mas sim na nossa capacidade de tratá-la, analisá-la e, principalmente, contextualizá-la. Porque só assim conseguimos fazer o melhor uso dos dados que vão, efetivamente, enriquecer nossas campanhas, nossas ideias, nossos projetos e trabalhos.

Sabemos que a publicidade tradicional já não funciona, afinal, o mundo mudou, a internet diversificou as fontes de pesquisa e não buscamos mais informação como costumávamos fazer. O tempo em que a propaganda dizia às pessoas o que elas queriam ou do que precisavam já passou. Hoje, a empresa que quiser ser relevante tem que chegar ao consumidor com a solução que ele precisa naquele momento para resolver determinada dúvida ou problema. E, para isso, o uso estratégico do big data, com a coleta eficiente e as análises precisas, deve embasar qualquer plano de atuação ou tomada de decisão.

Mas, então, o que se pode fazer para usar os dados de maneira mais eficaz? A resposta pode ser enganadoramente simples: comece com um dado que mostre um impacto claro nos negócios e siga a partir daí. Um exemplo: você tem uma reunião em que vai apresentar a proposta da sua agência para a empresa X. Você pode chegar com muita informação sobre essa empresa – não terá feito mais do que se espera, certo?

Por outro lado, se você tem na cabeça que “dados por si só não são a solução”, terá estudado, também, o contexto, o mercado da empresa, como ela aparece, como se diferencia (ou não) dos seus competidores, seus pontos fracos e fortes, o que as pessoas comentam sobre a empresa e sobre seus competidores. Enfim, você terá, mais do que dados, informações pertinentes, relevantes, que passaram por uma análise cuidadosa e efetivamente contribuem para mostrar (e gerar insights para mudar) a realidade da empresa cliente. Ou seja, o uso dos dados corretos enriquece a atuação.

Se o conteúdo é rei, a informação relevante é a rainha nesta corte digital. Os melhores dados, analisados e contextualizados, levam à criação de conteúdo mais rico e influente, inspiram produtos, serviços e ofertas que respondem às demandas dos clientes.

É mais do que hora de os profissionais de marketing, além de pensarem no conteúdo como a bateria que superalimenta tudo o que eles fazem, perceberem que, para além dos dados, a utilização das informações corretas e relevantes é o que realmente importa. E, para isso, o uso de plataformas que utilizam a inteligência para coletar e analisar informações é fundamental, reunindo os dados corretos sobre um potencial consumidor e ajudando os times criativos a convertê-los em ações que sejam relevantes, adequadas, efetivas e que tenham mais originalidade e um approach mais direcionado.

Desde 2017, o mercado de bitcoin já conta com mais pessoas físicas que grandes modelos de investimentos tradicionais, como a bolsa de valores. As três principais exchanges de criptomoedas do país somadas contam com 1,4 milhões de investidores, mais que duas vezes mais que as 619 mil pessoas cadastradas na B3 (bolsa de valores do Brasil) e os 558 mil investidores de títulos públicos. Os dados são do G1.

Foi exatamente nesta época que o mundo do bitcoin entrou na minha vida. Como uma oportunidade de ajudar a fomentar este mercado no Brasil. Um potencial gigantesco, que gira valores astronômicos. Porém, com muitos pontos ainda inexplorados e com uma necessidade latente de conteúdo relevante, de informação de qualidade.

O mais incrível do potencial deste mercado é que no Brasil ele ainda não foi devidamente apresentado para a maioria da população economicamente ativa. A comunidade de bitcoin é sim bem relevante (e engajada), mas o modelo de negócio ainda conta com um gigantesco horizonte para ser descoberto. Segundo o site Cryptocompare, o mercado brasileiro representa 0,07% do mercado mundial de bitcoins de um horizonte de US$519 bilhões de dólares de volume de transações por dia.

Mercados emergentes como este normalmente sofrem com um grande desafio comum: falta de informação de credibilidade. Afinal, como qualquer coisa nova, ainda não conta com reputação, palavrinha mandatória na sociedade atual. A ausência de informação e consequente reputação pode significar um destino pouco promissor.

Ponto válido para destaque também é o atual hábito brasileiro, e por que não mundial, para consumir. O consumidor atual não deseja ser interrompido, e sim encontrar sempre exatamente o que está procurando e necessita. E a única maneira de tornar isso viável é com conteúdo relevante.

O consumidor procura por relevância, ele espera que você faça Marketing de Conteúdo

Pense bem, você simplesmente pensaria em investir (SEU DINHEIRO) em algo que conta com informações duvidosas, desencontradas e de fontes não muito confiáveis? Evidente que não.

Pior, esta falta de informação para o mercado não acontece apenas para o cliente, consumidor final de qualquer modelo de negócio. Acontece também com o formador de opinião, com o jornalista.

Sem um veículo de credibilidade é inevitável que as informações que mais aparecerão serão ruins. A velha e sempre válida história de que notícia negativa dá mais audiência. Um caso de falta de informação ali, outra meia verdade lá e o grande público que é diretamente impactado por esses veículos terá uma opinião negativa formada.

Fiz parte de um movimento semelhante há pouquíssimo tempo com o E-commerce, que sofreu por um tempo com falta de reputação suficiente para passar a confiança necessária para os consumidores comprarem online. Bastante comum nos últimos anos matérias em grandes veículos que traziam medo e cases de pessoas “diferentes” que faziam compras pela Internet! A resistência com o novo, e mesmo com o não tão novo ainda é grande.

É exatamente este o diagnóstico que recebi e validei agora em janeiro de 2018, quando passei a fazer parte do time da Foxbit. Oportunidades únicas de conteúdo que necessitam de curadoria, organização e informação de credibilidade. Só assim o grande público, aquele impactado pelo formador de opinião, terá desejo, motivação e confiança suficiente para fazer parte.

E como resultado desta análise, depois de muito trabalho, tenho o orgulho de apresentar nosso projeto que tem a pretensão de ser a principal fonte de informação do promissor mercado de criptomoedas no Brasil.

Trazendo conteúdo relevante e confiável sobre a Nova Economia. Apresento o Cointimes, grande portal de conteúdo provido pela Foxbit, maior corretora de bitcoins brasileira.

Com um time de especialistas do segmento, unimos profissionais selecionados de diferentes áreas para, quem sabe em um futuro próximo, fazer do bitcoin e das criptomoedas em geral a principal fonte da Economia. Descentralizada e com liberdade para qualquer um ser dono do seu próprio dinheiro, seja ele qual você bem entender. Estamos só começando.

Texto publicado anteriormente no Cointimes.

Veja também, o evento de lançamento do novo portal:

Pizza, debate e conteúdo: nasce o Cointimes!

Cointimes quer ajudar investidores carentes de informações sobre o tema

A exchange de bitcoins Foxbit anunciou na última semana o Cointimes, um portal de notícias sobre criptoeconomia voltado para o investidor individual. O objetivo é ajudá-lo a tomar a melhor decisão para suas finanças. No total, oito profissionais capitaneados por Mayra Siqueira, ex-CBN e SporTV, vão cuidar de todo o conteúdo.

Além de notícias, o portal também disponibilizará artigos e entrevistas com especialistas e entusiastas nacionais e internacionais. “O mercado passou recentemente por um boom muito grande, o número de investidores subiu muito, mas o público ainda é muito carente em boas fontes de informações sobre a criptoeconomia. Pensamos no Cointimes justamente para suprir essa lacuna. O investidor bem informado tem condições de tomar melhores decisões”, explica João Canhada CEO da Foxbit.

Sobre o modelo de negócios do novo veículo, Roberto Cury, CMO da Foxbit, revelou alguns detalhes. “Neste primeiro momento a Foxbit será a patrocinadora principal, pois nosso objetivo é oferecer conteúdo relevante sobre criptoeconomia, para trabalharmos com geração de tráfego (SEO) e branding. Mas branded content e anúncios publicitários para atrair anunciantes da cadeia de serviços financeiros, em especial da indústria de meios de pagamento, que já observa o crescimento do mercado, também estão em nosso radar”, explicou.

O portal Cointimes é o primeiro produto lançado após a reformulação do time de comunicação e marketing da Foxbit, que conta atualmente com 400 mil investidores em sua base.

Publicado anteriormente no Propmark.

Você não é aquele empreendedor tão criativo e com muita prática na hora de escrever? A boa notícia é que você talvez não deveria ser mesmo… Afinal de contas, o seu negócio é vender (e não criar conteúdo), certo? rs

De qualquer forma, produzir conteúdos cativantes pode ser a porta de entrada para engajar a audiência e multiplicar o seu faturamento no final do mês.

Quer escrever mais textos para o seu blog e/ou redes sociais, mas está travado na falta de ideias de conteúdos? Veja o que fazer para sair dessa situação e ter insights todos os dias:

1- Pesquise o que os concorrentes estão fazendo

Independentemente de qual seja o seu mercado, muitos concorrentes com certeza já estão produzindo conteúdos há algum tempo. Vale a pena visitar seus sites, fanpages e canais do Youtube para saber o que está sendo feito por esses caras.

Dito isso, identifique quais são os temas que mais ganham curtidas, visualizações, compartilhamentos e, principalmente, comentários. Sua meta é entender exatamente quais assuntos mais atraem a atenção dos clientes.

Lembre-se de ir fazendo uma lista em tópicos com todas as ideias coletadas.

2- Acompanhe revistas e publicações especializadas

Você também pode fazer uma ampla pesquisa em revistas, sites e jornais que cubram o seu nicho de mercado. Lembre-se de que essas empresas vivem de publicar conteúdo diariamente — logo são uma das melhores fontes para quem quer ter mais ideias de conteúdo.

Se você tem um e-commerce de suplementos, sites como Hipertrofia.org ou revistas como a Men’s Health podem ser uma boa. Já para quem vende produtos orgânicos, a Revista Vida Simples é uma das opções mais certeiras (e assim por diante).

3- Utilize ferramentas gratuitas disponíveis na internet

Por fim, as ferramentas online também são de grande valia para quem já esgotou sua criatividade e não sabe mais o que postar.

Nesse caso, você pode começar pelo Google Keywords ou a plataforma KeywordTool.io. Em ambas é possível partir de uma palavra-chave para descobrir ideias de outros termos e frases que são buscados mensalmente pelos usuários do Google.

Fazendo isso você pode partir, por exemplo, do termo “definir abdômen” e descobrir que outras palavras-chave semelhantes, como “definir abdômen feminino” e “definir abdômen inferior”, são muito pesquisadas na rede.

Além dessas duas ferramentas que ficam disponíveis gratuitamente para qualquer pessoa, existem também serviços mais sofisticados como o Semrush, que é capaz de mapear as palavras-chave mais importantes do seu site e dos concorrentes, dar a dificuldade de ranqueamento de cada termo, sugerir centenas de outras ideias a partir de um termo qualquer etc.

Acesse o site se quiser testar a versão gratuita ou ficar por dentro dos planos de assinatura!

Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário e vamos continuar conversando… Boas vendas!

O trabalho de SEO vem se tornando cada vez mais importante para as empresas que estão em busca de uma vantagem competitiva na internet.

Os primeiros resultados no Google (ou em qualquer outro site de busca ou rede social, diga-se de passagem) são vistos como o verdadeiro “graal” da divulgação digital.

E se você deseja saber mais sobre como um bom trabalho de SEO pode impactar positivamente as suas vendas, então continue lendo esse post, pois nele vamos mostrar como essa otimização para os motores de busca pode trazer grandes resultados para o faturamento da sua empresa!

Pronto para saber mais a respeito? Continue a sua leitura!

Como o trabalho de SEO pode melhorar suas vendas

Um bom trabalho de SEO pode contribuir de várias formas para o seu processo de vendas. Isso porque, através desse trabalho de otimização, você pode alcançar inúmeras vantagens, como:

Milhares de visitas gratuitas todos os dias

O primeiro ponto que deve ser mencionado é que com um bom trabalho de SEO o seu site recebe milhares de visitas gratuitas todos os dias. As buscas orgânicas aumentam e você não precisa se preocupar com anúncios ou com quaisquer outras fontes de tráfego que necessitem de algum tipo de pagamento.

Isso faz com que você passe a ter mais tempo para otimizar outras áreas do seu negócio (como o seu funil de vendas ou a conversão das suas páginas de captura, por exemplo), o que é essencial para a busca de melhores resultados.

Você também deixa de ficar “preso” a somente uma fonte de tráfego, e passa a poder diversificar mais a sua atenção em outras plataformas e metodologias que podem trazer um número constante de pessoas a baixo custo.

Não se esqueça que a relocação dos seus investimentos com o tráfego pago também pode ser uma importante ferramenta para fazer com que você consiga fazer o seu negócio crescer no menor tempo possível.

A contratação de mais pessoal e a contratação de novas ferramentas são algumas das novas possibilidades que você terá com um orçamento maior em mãos.

Um trabalho de SEO bem realizado também ajuda no seu posicionamento no mercado

Fora a diminuição dos seus custos com mídia paga, um trabalho de SEO bem realizado pode fazer com que você consiga se transformar em uma autoridade no seu nicho de atuação.

Imagine que uma pessoa esteja buscando por uma loja de roupas, em especial ela esteja procurando por camisas polo. Normalmente, não existem muitos materiais destinados a esse tema, e assim que a busca for realizada, ela encontra o seu site.

Lá estão presentes várias marcas, modelos e conteúdos que informam o visitante sobre as particularidades desse tipo de roupa. Existem guias sobre como se vestir melhor e também são apresentados os melhores tipos de tecidos que essas camisas podem ter.

Além do visitante se deparar todas essas informações, você ainda realiza a venda de várias camisas desse tipo. O que certamente faz com que o seu cliente em potencial se sinta bem “acolhido” pela sua expertise sobre o assunto.

Com todo esse “terreno” criado, é muito difícil imaginar que o leitor do seu site pensará em alguma página genérica de roupas para realizar suas compras. Afinal, você aparece nos primeiros resultados das buscas, e o seu conteúdo consegue realmente solucionar problemas que essas pessoas possuem quando vão comprar essas roupas.

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Mais credibilidade e autoridade no mercado

Além de conquistar a preferência do seu público, um bom trabalho de SEO não só lhe renderá as primeiras posições do Google (e possivelmente milhares de reais), como também permitirá que você se torne uma autoridade no assunto.

O seu site é tido como referência não só pelos usuários, como pelo próprio site que é considerado o maior site de buscas de toda a internet.

Suas vendas disparam, o posicionamento da sua marca decola e em pouco tempo as pessoas passam a reconhecer a sua companhia como uma das melhores do mercado. Todos esses benefícios são encontrados com um bom trabalho de SEO.

Entretanto, é preciso informar que os resultados podem demorar algumas semanas (ou até mesmo meses) para acontecer de forma orgânica. Essa metodologia preza por resultados a longo prazo, e é preciso sempre estar atento com o seu conteúdo e ter um mindset voltado para a melhora constante.

Esse foi o nosso post de hoje sobre como um bom trabalho de SEO pode trazer mais vendas para o seu negócio!

Gostou do conteúdo? Concorda que um bom trabalho de SEO pode melhorar significativamente as suas vendas? Deixe um comentário logo abaixo e compartilhe conosco a sua opinião e dúvidas sobre esse assunto!

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Ano após ano o comércio eletrônico tem se tornado mais democrático no mercado brasileiro, apresentando números sólidos de crescimento (12% em 2017) e evidenciando um consumidor cada vez mais habituado com a compra online. Mas ao passo que temos um número maior de shoppers circulando neste meio, precisamos ser transparentes em relação ao desafio que ainda temos de reduzir a barreira de entrada e buscar sempre promover experiências mais próximas da realidade do mundo físico.

Entre outros fatores que contribuem para uma boa experiência como a Tecnologia, Logística, Atendimento, vale lembrar que no e-commerce temos também cada vez mais oportunidades de formatos de comunicação, informação e conteúdo, para fazer a vez do vendedor físico e dar ao consumidor o poder de conhecer os produtos no detalhe e fazer um processo de compra assistido.

Se você atua no e-commerce, já deve ter se deparado com as planilhas de cadastro ou com a necessidade de produzir fotografia de seus produtos para alimentar a galeria das lojas, certo? Pois então, podemos dizer que o trabalho de produção de conteúdo de um produto acompanha o início do seu ciclo de vida sendo essencial para a venda no meio digital.

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Este pode ser um trabalho amplo, em especial quando falamos de empresas com um volume grande de skus, ou aquelas que comercializam seus produtos no varejo online. Exemplo: Faça a conta da quantidade de produtos X a quantidade de varejistas. O total deve gerar a quantidade de páginas (URL). Vale lembrar que o número pode ser enorme e aumentar muito a responsabilidade da indústria em relação a estas informações.

Ou seja, o desafio vai além de produzir o conteúdo, mas de fazer com que ele seja utilizado corretamente pelos varejistas onde seu produto será comercializado.

Hoje, é necessário que tudo esteja interligado. É preciso usar a tecnologia a favor da sua operação e começar a abrir mão de métodos convencionais de distribuição de conteúdo, que demandam tempo das equipes e geram inconsistências nas informações.

Para começar a virar esta chave, listamos os três principais pecados na distribuição de conteúdo:

1- Gestão das Informações

Gerenciar todas as informações dos produtos com os varejistas sempre foi um grande problema para a indústria. Normalmente, com a distribuição em larga escala, os itens chegavam ao ponto de venda sem o descritivo correto devido a problemas ocasionados por falhas em logística ou comunicação.

Hoje, com o auxílio da tecnologias de Gestão de Informação de Produtos ou Catálogos Online, os dados podem ser gerenciados digitalmente e disponibilizados de maneira mais organizada ao players da sua cadeia.

2- Integridade do Conteúdo

Hoje existe um gap entre os conteúdos produzidos pela indústria e aquilo que será efetivamente utilizado nas páginas dos varejistas. Portanto, sem uma boa visibilidade sobre seus conteúdos produzidos e os pontos de venda (varejistas) que precisam utilizar, estes últimos acabam por não utilizar as informações da maneira correta, colocando determinado item ao lado do concorrente e com uma descrição insuficiente.

Isso dá margem para que o consumidor opte pelo artigo de outro fabricante por conta de pequenos detalhes que poderiam ser facilmente corrigidos.

3- Auditoria e Visibilidade

Gerenciar inúmeros varejistas para entregar de forma correta os conteúdos produzidos e ainda assegurar a integridade das suas informações para fechar o ciclo da venda on-line não é uma tarefa fácil.

Hoje, com a quantidade de players no mercado virtual, a indústria precisa de ferramentas que sejam capazes de analisar constantemente as páginas de venda dos clientes, verificando se as informações chegaram e se estão sendo utilizadas da maneira correta.

Para reduzir essas situações, os gestores precisam contar com empresas capazes de garantir a entrega e a usabilidade de plataformas integradoras, relacionando os varejistas com o e-commerce. Assim, seu conteúdo será distribuído para o varejo on-line de forma imediata, garantindo a unidade da informação e, consequentemente, aumentando a chance de converter com seu consumidor.

O ano de 2018 já está aí, junto com aqueles pensamentos de ano novo que quase sempre estão na sua cabeça, entre eles, arrebentar nos rankings do Google. Se você é um aficcionado em SEO, é bem provável que um dos pedidos na virada do ano, junto com os já recorrentes “ter mais prosperidade, paz, amor e saúde”, seja alcançar a primeira página durante o ano inteiro.

Esse é um ótimo pedido, sem sombra de dúvidas, mas como alcançar esse resultado? Com certeza, ele não cairá do céu: você precisa fazer a sua parte.

Para isso, é preciso que você recorra a boas técnicas de SEO, aquelas que realmente trazem bons resultados e podem fazer com que você deixe todos os seus concorrentes para trás (ou melhor, para baixo).

Então, para começar, não tem sugestão melhor: comece agora mesmo. Veja as dicas que o consultor Kadu Carvalho preparou para você:

 

1- Mobile, Mobile, Mobile

O Google anunciou que, em breve, passará a adotar o mobile-first indexing, ou seja, vai usar como base nos resultados de suas pesquisas a versão mobile do seu site, e não mais a desktop.

Ainda não se sabe exatamente quando ele vai começar a efetivamente funcionar, mas como já diz aquele velho ditado, cautela e canja de galinha não fazem mal à ninguém. Então, comece hoje mesmo!

Verifique se o seu site apresenta uma navegação perfeita no mobile, sem limitações ou travamentos. Todo o conteúdo deve ser de fácil acesso e, de preferência, sem aqueles botões “leia mais”, já que sua presença pode dificultar o escaneamento do crawler do Google.

Como muita gente que está bem ranqueada hoje vai demorar para adaptar o seu site, essa é uma boa chance de ganhar posições valiosas nos resultados de pesquisa do Google. Este assunto vem lá de 2014:

Google planeja priorizar sites mobile nos resultados de busca

2- Invista nos vídeos (de preferência, no YouTube)

Você deve ter assistido a mais vídeos durante esse ano do que fez no ano passado, certo? Pois bem, essa também é uma tendência de todo o mundo: o tráfego de vídeos não para de crescer.

Isso não é uma previsão não: o próprio Google anunciou isso na Pesquisa Video Viewers 2017, que entre vários insights, mostrou que o consumo de vídeos online em 2017 foi de 15,4 horas por semana. Isso é bastante coisa.

Também não é para menos, já que a quantidade de plataformas disponíveis atualmente é muito grande: YouTube, Vimeo, Instagram e Facebook, só para citar algumas.

Se você quer escolher uma para começar a melhorar o seu SEO, então fique com o YouTube, por um motivo óbvio: ele é do Google!

Então, em um resultado de pesquisa no Google, caso você tenha um vídeo interessante sobre o assunto, o buscador pode te colocar na primeira página. Só o fato de aparecer um snippet com uma miniatura do vídeo já aumenta bastante o interesse do usuário.

Se você ainda não está convencido, mais um ponto importante: mais da metade das pesquisas feitas no Google hoje contam com pelo menos 1 vídeo na primeira página. Faça o teste você mesmo: na maioria das pesquisas, você receberá recomendações de vídeos.

Você pode até ter um pouco de vergonha de gravar vídeos, o que é normal, mas um ponto positivo para você é que muita gente também é assim. Então, essa é mais uma brecha para você subir nos resultados de pesquisa.

Faça um esforço para superar esse medo. Com certeza, os resultados obtidos compensarão muito, e quem assistir ao vídeo poderá ir para o seu site e, depois, se converter em um lead, um cliente e um defensor da marca. Tem coisa melhor?

3- Responda às perguntas da sua audiência

Quem abre o Google dificilmente procura por algo que não seja a resposta a uma solicitação, seja ela uma receita de coxinha de frango com requeijão, qual médico procurar quando tiver dor de cabeça ou quais são os profissionais referência no SEO mundial.

Por isso, nunca se esqueça de que quem procura o Google quer saber de alguma coisa, e se você oferecer a melhor resposta, as pessoas acessarão a sua página! Consequentemente, mais tráfego, menos taxa de rejeição, mais posições no ranking.

A resposta para as perguntas de sua audiência deve ser feita de uma forma bem explicadinha, para que ninguém precise entrar em outra página e complementar a explicação.

Esse é um caminho não tão simples, mas se você se esforçar em dar a melhor resposta possível, os usuários visitarão o seu site e o Google recompensará por isso, com a ascensão de várias posições nos resultados de pesquisa.

Para pensar na melhor forma de fazer isso, se coloque no lugar da audiência: será que você respondeu a todas as perguntas? Esclareceu todos os assuntos? Se a resposta for sim, então você pode subir bastante na SERP.

4- O conteúdo ainda é rei, mas a palavra-chave é rainha

SEOs de todo o mundo já ouviram e até repetiram essa frase: “o conteúdo é rei”. E isso é verdade, afinal de contas, sem conteúdo não é possível indexar uma página e nem dar aquilo que o usuário procura.

Porém, todo rei precisa de uma rainha, e a rainha do conteúdo é a palavra-chave. Afinal de contas, de nada adianta criar conteúdos apenas por criar, sem escolher um termo matador para trabalhar na página.

Existem diversas ferramentas que podem ser usadas para a pesquisa de palavras-chave, como SEMrushMoz Keyword Explorer, apenas para citar alguns.

Porém, você também pode contar com uma alternativa gratuita, que não conta com tantos recursos mas pode quebrar um galho para quem ainda está no início dessa vida de SEO: o Keyword Planner, do Google AdWords!

Todo mundo tem uma conta no Google (e se não tem, deve ter). Esse é o requisito para começar a usar o planejador do AdWords, que também pode te dar bons insights, inclusive de quais termos possuem um maior fluxo de buscas.

Ainda assim, para quem queira ter dados mais profundos e correlacionados, a melhor escolha fica a critério dos softwares pagos mesmo. Com certeza, o investimento valerá a pena.

5- Conteúdos longos, parágrafos curtos

Conteúdos longos são ótimos para reunir todas as informações que os visitantes querem ver, assim como nós vimos no item 3, mas a forma com a qual eles são organizados pesa bastante.Você deve preferir, sempre, fazer parágrafos curtos, e isso não é apenas um gosto pessoal: é uma ciência, já comprovada e que traz resultados efetivos.

Existe um conceito conhecido como escaneabilidade (crawlability, em inglês), que consiste em definir a facilidade que uma pessoa tem de ler o seu conteúdo (ou de escaneá-lo visualmente).

Pense em duas páginas com o mesmo conteúdo, mas em uma os parágrafos são enormes, com 10 linhas ou mais, enquanto a outra conta com parágrafos de 3 linhas. Qual é mais fácil de ler? Sim, a segunda.

Nisso, também entra outro conceito, que é o de espaço em branco (blank space, também em inglês), que é exatamente o que o nome sugere: espaço em branco. Espaços vazios são agradáveis para o cérebro, pois as informações podem ser lidas mais facilmente, sem dar aquela impressão de cansaço ou de preguiça de ter que ler um parágrafo que parece um artigo do Código Penal.

Invista nessas técnicas: conteúdos longos,as parágrafos curtos. Você vai se agradar quando bater o olho no resultado, e todo mundo que acessar a sua página também. Num efeito dominó, menos rejeição, mais posições no ranking.

6- Imagens são ótimos conteúdos

Lembra daquela história de que o conteúdo é rei? Então, ela realmente é verdade, mas o que é conteúdo para você?

Muita gente associa conteúdo apenas a textos, mas não é bem assim que funciona, ainda mais nos dias de hoje, com tantas redes sociais que prezam conteúdos visuais (Pinterest e Instagram são os melhores exemplos).

Isso, porém, também pode ser utilizado no seu site. Quem não gosta de ver uma imagem com conteúdos bem interessantes, como infográficos ou até mesmo imagens menores, mas interessantes e que agregam valor?

Além de tornar a leitura mais fluida e menos cansativa, imagens interessantes podem gerar bons backlinks, desde que elas ajudem a solucionar as dúvidas ou necessidades de outras pessoas. E, um bom backlink nunca é demais, não é mesmo?

Então, tire essa ideia de que conteúdo é só texto. Os avanços do consumo de conteúdo provam que isso não é mais uma verdade absoluta, e quem se adaptar antes, colherá melhores resultados antes.

7- Sai “m.seusite.com”, entra “seusite.com” responsivo

Antigamente, era comum ver muitos sites com versões desenvolvidas exclusivamente para o mobile, com aquele famoso “m.” antes do endereço da página.

Hoje em dia, essa não é uma técnica recomendável: o próprio Google já disse isso. E, cá entre nós, se o “Big G” falou, quem somos nós para contestar?

O ideal é que o seu site seja responsivo, que o mesmo conteúdo visto no desktop também apareça no mobile, mas na mesma página. Assim, você concentra todos os seus esforços na mesma página, o que é muito mais prático.

Ah, você se lembra do mobile-first indexing, que nós falamos anteriormente? A versão mobile do seu site será a com maior peso para o Google, então faça tudo o que for necessário para que a navegação seja fluida e que tudo funcione como deveria.

A responsividade é uma tendência que já começou a ser implementada, mas sempre têm aquelas pessoas que só correm atrás do prejuízo quando não tem mais jeito. Não espere chegar nesse ponto: comece agora mesmo.

8- Foco: ganhar links naturalmente

Desde os primórdios do Google, ter links (de boa qualidade) que apontam para o seu site é muito bom. E se você acha que isso mudou, está bastante errado. Os links são indicações de que aquilo é bom, tanto os links internos quanto os externos. Porém, aqui cabe uma observação que pode mudar a forma com a qual você olha para o assunto.

Imagine que a sua irmã Bruna faz bolos maravilhosos, daqueles que ninguém consegue comer só um pedaço. A partir de então, você, seu pai e sua mãe começam a dizer que os bolos da Bruna são deliciosos.

Então, chega a Júlia, de outra família e te pergunta se os bolos da Bruna são bons, você diz que sim e, inclusive, sua família toda concorda. Então, a pessoa retruca: “mas e as pessoas de fora, o que elas dizem?”.

Você pode não ter entendido, mas calma, vamos explicar: é como se as indicações da sua família fossem os links internos, as indicações de outras pessoas fossem os links externos e a Júlia fosse o Google.

Ainda está meio confuso, mas vamos lá: o Google valoriza os links internos, pois você mostra, dentro do seu domínio, que determinada página é boa, mas uma opinião imparcial, da Júlia, que está de fora, tem um valor maior nesse caso.

Então, quando outro site aponta para o seu, ele reconhece que aquele conteúdo é bom de verdade, é isso é excelente. Quanto mais backlinks de sites importantes você obter, mais o Google saberá que aquela página é boa e, consequentemente, a posicionará lá no topo das pesquisas.

Por isso, sempre se esforce para criar conteúdos únicos, seja com textos, vídeos, infográficos ou o que você tiver à sua disposição. O resultado será excelente, pode confiar.

9- Foque em UX (Experiência do Usuário)

O Google sempre foi muito esperto, disso ninguém duvida. Mas, com o passar do tempo, ele passou a ser mais humanizado, ou seja, a não pensar apenas como um algoritmo de computador.

Por isso, a UX, ou experiência do usuário, é mais importante do que nunca nos dias de hoje. Afinal, se o usuário interage bem com o seu site, então ele é um site de boa qualidade e que merece posições melhores.

Você já pode ter se perguntado se a experiência do usuário é um fator de ranqueamento. A resposta? Sim, mas não apenas diretamente.

Se alguém entra no seu site e não consegue navegar direito, então essa pessoa sairá do site, sem ter ficado muito tempo ali. Então, dois fatores já conhecidos para o SEO estão envolvidos: tempo de navegação baixo e taxa de rejeição.

Esses dois fatores podem, sim, fazer com que o seu site seja punido e caia nos resultados de pesquisa. Além disso, com a importância cada vez mais que a responsividade apresenta nos dias de hoje, os cuidados devem ser ainda maiores.

Então, você deve sempre pensar que o seu site deve ser totalmente acessível, com botões em um tamanho confortável para mobile e desktop, com fácil navegação e baixo tempo de carregamento.

Fazer tudo isso vai dar um certo trabalho, mas você não vai se arrepender, e o Google te dará, com orgulho e merecimento, uma posição melhor em suas páginas de resultados, graças à User Experience, ou UX, para os mais íntimos.

10- Prazer, RankBrain

Você já ouviu falar em RankBrain? Se não, deveria. O RankBrain é um recurso que foi implementado no algoritmo do Google, cuja função é realmente como se fosse a de um cérebro para ranqueamento: entender qual é o melhor resultado de uma pesquisa.

Bem, é isso o que o Google faz há bastante tempo, nós sabemos. Porém, agora essa avaliação está ainda mais complexa e precisa, já que o objetivo é de realmente entender, como se fosse um humano, e não apenas uma máquina.

Os dois fatores mais importantes para o RankBrain são o tempo de navegação e o CTR (Click Through Rate), ou seja, a relação do número de vezes que um site apareceu nos resultados de pesquisa para quantas vezes a página foi clicada.

Tais fatores trabalham juntos para que o buscador mostre exatamente o que o usuário quer encontrar. Mas aí, você se pergunta: como o RankBrain pode influenciar no SEO?

É uma correlação simples: se foram mostrados 10 resultados, o usuário escolheu o 3º, ficou mais de 3 minutos naquela página e saiu, então o algoritmo entende que a página é boa para aquela pesquisa.

Em contrapartida, outro usuário acessou o 2º resultado, mas o conteúdo era muito ruim. Então, ele saiu rapidinho da página e foi justamente para o 3º, onde achou tudo o que ele queria.

Então, o RankBrain vai aprender que o 2º resultado não é bom (e consequentemente vai puní-lo em sua posição) e o 3º é muito bom (e merece subir nas posições).

Quanto mais tempo os usuários gastarem em sua página, melhor. Assim, ela ganhará posições, e mais pessoas clicarão nela e navegarão por bastante tempo. Isso se torna um ciclo virtuoso.

Basicamente, o RankBrain pegou dois fatores já conhecidos do SEO e os tornou ainda mais importantes. Então, mantenha os olhos abertos nisso e busque encantar todos que entrarem nas páginas de seu site!

Mais sobre o RankBrain:

FAQ: Tudo sobre RankBrain, o novo algoritmo do Google

11- Conheça os 3 fatores de ranqueamento mais importantes para o Google

Você já deve ter ouvido falar que existem mais ou menos 200 fatores de ranqueamento que são levados em consideração para o SEO de uma página. Já pensou como seria incrível conhecer o Top 3?

Felizmente, hoje, nós sabemos quais são os 3 fatores mais importantes!

Os fatores que ocupam as duas primeiras posições quanto à relevância que o Google dá para uma página são o conteúdo e os links. Ambos são relacionados, já que bons conteúdos geram links, e links apontam para bons conteúdos.

Já o terceiro fator mais importante é o RankBrain, que nós vimos acima e depende diretamente do tempo de navegação e também do CTR.

Os mais importantes fatores do Google, que antes eram secretos, agora não são mais. Com isso em mãos, você já tem informações suficientes para saber em que deve focar no SEO.

Porém, por mais que tais informações já estejam disponíveis, poucos são os que a colocam em prática de verdade. Seja um desses poucos e faça com que seu site suba constantemente nos rankings.

12- Prazer, LSI

Mais uma apresentação: você já conhece o LSI? Se não, então também deveria.

A sigla LSI significa Latent Semantic Indexing, que em português fica algo como “Indexação Semântica Latente”. Afinal de contas, o que isso significa?

A semântica trata da relação entre significados, o que pode ajudar a entender o conceito. Já conseguiu captar como isso pode ajudar a catapultar o seu site com o SEO?

Quando você cria um conteúdo, seleciona uma palavra-chave principal e, eventualmente, palavras-chave complementares, certo? Então, com a técnica de LSI, você passará a utilizar termos similares aos que serão trabalhados.

Por exemplo, se você for falar sobre a seleção brasileira de futebol, você também pode falar sobre uniforme, bola, troféus, capitão, conquistas, artilheiros, goleiros, entre uma infinidade de outros assuntos relacionados.

Além de tornar o seu conteúdo mais interessante, o Google vai entender que sua página realmente trata daquele assunto, já que também aborda outros temas que fazem parte do mesmo universo.

O LSI Graph é uma excelente ferramenta para isso: basta digitar o termo que você trabalhará no seu conteúdo e ele pesquisará outros assuntos semanticamente relacionados.

O Keyword Planner, do Google AdWords, também pode te ajudar: é só você inserir um termo, clicar em “obter ideias” e ver quais são as outras opções que aparecem. Tudo isso tornará seu texto semanticamente mais forte.

Ao saber quais são outros termos relacionados ao seu conteúdo, utilize-os durante a construção do texto e tenha chances muito melhores de ocupar as valiosas primeiras posições do ranking!

13- Posição #1? Agora, o foco é a posição #0 (Featured Snippet)

Sempre foi assim: todo mundo batalhava para alcançar a primeira posição do Google. Esse era o sonho de todo profissional ou amante de SEO, e já pode ter sido o seu, por muitos anos.

Porém, hoje, o resultado #1 não é mais o sonho de consumo. Hoje, todo mundo quer chegar no resultado #0.

Você pode nunca ter ouvido falar disso, mas é bem provável que já tenha presenciado. O resultado #0, também chamado de featured snippet ou snippet em destaque, é justamente aquele que aparece destacado quando você pesquisa algo.

Esse resultado fará com que o conteúdo da sua página seja visto por ainda mais pessoas, já que elas nem precisarão abrir o link para acessá-lo. E isso é excelente para o SEO do seu site, além de gerar um branding fenomenal.

Grande parte dos conteúdos que aparecem nessa posição de destaque são aqueles que respondem a uma pergunta que foi feita pelo usuário, assim como nós vimos no item 3.

Por exemplo, se você digitar “quanto custa a transferência de um carro”, o Google provavelmente vai exibir um resultado destacado com a resposta para essa pergunta. E já pensou que ótimo se for a sua página que está lá?

Para alcançar essa posição, você pode utilizar uma técnica: colocar a pergunta que você quer responder no meio do seu conteúdo, bem como a resposta para ela, de forma sucinta e direta.

Assim, o Google perceberá que a pergunta também está na sua página, bem como a resposta, e identificará que essa é uma boa opção para atender à necessidade do usuário.

Portanto, não almeje mais a posição #1, e sim a #0. Pode dar trabalho, mas assim que você alcançá-la, estará tão feliz que vai até tirar um print da página e guardar para a posteridade.

14- Pesquisas por voz? Se prepare

Você já parou para pensar nas pesquisas por voz? Talvez não, mas provavelmente já fez uma. E é aí que está o ponto.

As pesquisas por voz crescem a cada dia que passa, já que a pressa é tão grande no dia a dia que muitas vezes falta tempo para digitar. E você também pode ser beneficiado por isso.

Faça o teste agora: pegue o seu celular (ou notebook, ou computador com microfone) e faça uma pesquisa por voz no Google. Você verá que ela funciona tão bem quanto uma pesquisa convencional.

A grande questão está em fazer com que a sua página seja a resposta para a solicitação do usuário. Ao fazer uma pesquisa assim, é provável que o Google leia uma resposta, e essa pode ser a sua.

Porém, para que isso dê certo, não existe mágica: é preciso otimizar para a pesquisa por voz, aplicar todas as técnicas de SEO e fazer com que a sua página esteja no topo das pesquisas, de preferência no featured snippet, que geralmente é o que o Google lê.

O processo para alcançar isso demanda um passo a passo bastante complexo, bem como muita persistência, mas será difícil evitar as lágrimas de felicidade rolando quando você pesquisar alguma coisa por voz e ouvir seu conteúdo sendo recitado pelo Google.

15- Não esqueça das técnicas de sempre

As técnicas citadas anteriormente são relativamente recentes e podem impulsionar bem o seu site. Mas, você não deve abandonar as técnicas antigas!

Colocar a palavra-chave no título da página, na URL, no H1, na meta-descrição e no alt da imagem ainda é muito importante. Ao fazer isso, você indica que o seu conteúdo é relevante.

Não plagiar outros conteúdos também é essencial, e isso ainda está no radar do Google. Então, não se esqueça da originalidade, que é essencial para um conteúdo de qualidade.

Use o Search Console, indexe as suas páginas, faça a marcação de dados estruturados e acompanhe seu desempenho no Google Analytics. Isso fará com que você tenha mais chances de ranquear bem e de mudar o que for necessário para isso.

Compartilhe seus conteúdos nas redes sociais, parametrize os links para poder contabilizar os acessos com precisão, envie e-mails para sua base de contatos e nutra seus leads.

Tudo isso ainda tem o seu devido valor, então não deixe essas técnicas de SEO mais clássicas para trás.

Escale posições na página de resultados do Google!

Cada uma dessas dicas valiosas de SEO para 2018 vão fazer com que seu site tenha muito mais chances de alcançar as primeiras posições (ou a posição #0) do Google.

Você terá que fazer a sua parte, não desistir e aplicá-las da forma correta, de acordo com as melhores recomendações e práticas do mundo de SEO, mas tenha certeza de que todas elas ajudarão a empurrar seu site para o topo das pesquisas.

Por isso, não perca mais tempo: se você quer colher bons frutos de SEO em 2018, comece agora mesmo!

O consumidor atual tem uma realidade bem diferente de um passado ainda próximo. Agora ele é omnichannel, sua concorrência não se resume mais à sua região de alcance físico, e pode estar até do outro lado de um mundo totalmente digital, na China. Seus futuros clientes estão saturados por inúmeras interações não solicitadas e seu grande desafio é como não ser apenas mais um.

Seu e-commerce precisa ter consciência de que as motivações e preocupações de quem está comprando são diferentes. Hoje o consumidor está exposto a conteúdo todo tempo com um dispositivo completo às mãos, é alvo de centenas de marcas fazendo um marketing intrusivo. Kotler, Oráculo do Marketing, definiu em um de seus livros mais recentes como a Era do Marketing 4.0.

Contextualizando: Marketing 1.0 centro apenas no produto, 2.0 nas puras necessidades do consumidor, 3.0 em valores sustentáveis e agora o 4.0, no Digital. Marketing que visa este consumidor, que não tem tempo, que busca as recomendações de conhecidos, que está imerso na Cultura Digital e busca sobretudo relevância.

O consumidor moderno não deseja ser interrompido, e sim encontrar sempre exatamente o que está procurando e necessita. O consumidor busca sempre, sem saber, pelo Marketing de Conteúdo.

Conteúdo personalizado para as necessidades dele, que ao ter o desejo de compra despertado, vai avaliar a reputação online da sua marca relacionada diretamente com a experiência que ela têm proporcionado a outros consumidores. O consumidor moderno busca o que você têm para oferecer, só que personalizado para ele.

Esta é a essência do Marketing de Conteúdo definida pelo Content Marketing Institute:

É a técnica de criar e distribuir conteúdo relevante para atrair, adquirir e/ou engajar uma determinada audiência conhecida – com o objetivo de lucrar futuramente com esta audiência.”

Note que a audiência precisa ser “conhecida”,  para sempre entender o que busca e oferecer o produto correto. Para uma estratégia de Marketing de Conteúdo, mesmo dentro de uma ação específica (como a Black Friday), é recomendado seguir algumas etapas que potencializam sucesso:

Desenhe buyer personas

É preciso entender sobre seu público-alvo, mais do que simples perfis demográficos, desenhar representações fictícias destes clientes e simular situações:

  • Qual problema o consumidor precisa resolver e como sua marca ajudaria?
  • Como ele procura por isso? Buscadores? Quais palavras/termos?
  • Qual o comportamento de navegação? Quais sites e redes sociais ele está? Quais horários?
  • Quais são os tipos de conteúdo que ele interage?
  • Quais produtos consome? Com qual frequência?

Defina cada característica, nomeie suas personas (geralmente terá mais que uma) e aumente significativamente as probabilidades de engajamento/venda.

Entenda como fazer suas buyer personas:

Superpersona: A ferramenta para criar uma Buyer Persona

Defina suas táticas e meios

Como vai conquistar a venda? Você pode, por exemplo, ter uma estratégia de Inbound Marketing, pensando em conquistar o lead (contato) do consumidor, para entender seus problemas e aumentar as chances de oferecer o produto adequado. É preciso ter o “caminho” até a venda muito bem desenhado.

Se a estratégia definida for inbound, o ideal é montar uma landing page com uma recompensa digital em troca do contato do consumidor interessado:

A Landing Page perfeita: Como deixar suas páginas de captura matadoras

Para finalizar sua tática, é preciso entender quais meios elas utilizarão. Um blog é sempre a opção mais robusta pensando em uma estratégia forte de SEO. Porém, não pode ser só isso.

As mídias sociais são fundamentais, YouTube, Instagram, Facebook, Twitter e até o LinkedIn precisam ser consideradas. E nunca deixe de lado as páginas do próprio e-commerce. Sobretudo as páginas de categoria, de produto e landing pages precisam estar otimizadas com muito conteúdo relevante (e multimídia) e SEO.

Pense bem na sua postura em cada uma das redes sociais. Elas demandam um contexto diferente. Sua postura é a mesma na reunião da empresa e em um churrasco com amigos próximos? Não deveria…

Qual Rede Social usar: dois contextos, dois mindsets

Gere conteúdo pensando no funil de vendas

É fundamental entender cada momento do consumidor: Descoberta, Exploração, Escolha e Defesa.

E o conteúdo (que não é só texto) deve ser gerado orientado para cada um destes momentos. Então, se você já conhece o cliente potencial, já sabe qual é este momento e qual tipo de conteúdo é mais adequado para conquistar a venda.

Alguns pontos importantes precisam ser pensados ao criar sua cultura de conteúdo. Como montar sua equipe, por exemplo, leia mais no link abaixo:

Como criar o melhor conteúdo possível

Extremamente válido também, ressaltar duas simples teorias para desenvolvimento de conteúdo (Wow Factor e Sweet Spot) com algumas dicas extras para potencializar suas chances de engajamento:

Como criar conteúdo fácil de consumir e valioso de compartilhar

Lembre-se sempre que esta atuação deve ter uma estratégia omnichannel. A atuação precisa estar integrada e ter uma única “voz”. Seu site, blog, mídias sociais, mídias pagas e campanhas de e-mail precisam falar a mesma língua e dar continuidade à experiência.

Para entender melhor… Não devemos apenas replicar o mesmo conteúdo. Não recomendaria também uma estratégia totalmente diferente de um canal para outro. Salvando exceções de grandes marcas e grupos de empresas, vejo os canais digitais como complementares.

Analise e comece de novo

Estamos na internet, e uma das belezas do nosso meio é que tudo é mensurável. Toda ação realizada precisa ser medida e analisada para o planejamento da seguinte. Não termina na Black Friday, por exemplo.

Lembre-se que a frequência é fundamental para manter presença e lembrança, sendo assim, programe suas próximas interações sempre pensando em melhorar as anteriores.

Um resumo deste conteúdo fez parte do capítulo 8 do Guia para arrasar na Black Friday, que fez uma seleção de 14 profissionais de diferentes áreas com dicas para a atuação dos e-commerces para a data mais importante do ano. Vale o download.

Ter um e-commerce é praticamente obrigatório para qualquer empresa de varejo, afinal, o alcance que a internet pode oferecer não deve ser subestimado. Porém, mesmo que essa loja esteja funcionando, ainda é necessário investir nela de alguma forma. E uma maneira de fazer isso é integrar o blog e a loja virtual.

A 1ª pergunta que você está pensando deve ser “por que deveria ter um blog?”. Simples: é uma forma barata e muito eficiente de contribuir para o rendimento do seu e-commerce.

Muitas ações podem ser realizadas por meio de um blog, o que proporciona maior taxa de conversão e fidelização de clientes — e todos esses benefícios se refletem diretamente no seu faturamento.

Ainda está em dúvida sobre como fazer isso dar certo? Então veja 7 dicas de como integrar blog e loja virtual nas suas campanhas:

Produza conteúdo relevante para o seu público

O marketing de conteúdo é uma das melhores maneiras de engajar o seu público e de adquirir mais compradores.

Normalmente, você teria que buscar um canal de produção de conteúdo voltado para o seu público e pagar para que façam anúncios. Porém, nem todos os espectadores daquele canal são o seu público ideal. Isso significa que você pagará por uma audiência com baixa taxa de conversão.

Porém, ao criar um blog, você também criará esse canal ideal, voltado exclusivamente para o seu público-alvo. Dessa forma, você garantirá que a sua taxa de conversão seja mais alta, pois a maior parte da sua audiência é composta por pessoas interessadas nos seus produtos.

Insira links e chamadas para a sua loja

A forma mais direta de unir blog e loja virtual em uma campanha é inserir um link que leve o cliente para a página de um produto relacionado ao conteúdo da postagem. Essa é uma técnica simples e muito mais eficiente do que aparenta.

Digamos que você escreva um conteúdo sobre manutenção correta do motor de um carro. Ao final, você pode direcionar o leitor para um produto relacionado, como uma ferramenta.

Da mesma forma, você pode fazer o caminho reverso: se um cliente chega à sua loja diretamente e não sabe se aquele produto é o mais adequado para resolver o seu problema, ele pode ler um artigo sobre o assunto e verificar se essa é a compra que ele precisa. E, caso não seja, ele poderá descobrir qual é.

Crie anúncios relacionados no próprio blog

Da mesma maneira que você poderia anunciar os seus produtos em outro site, por meio de um pop-up ou de um banner, é possível criar um site para anunciá-los no seu próprio blog.

É muito fácil colocar pequenos materiais de propaganda nas laterais ou ao final de um artigo, permitindo que o leitor veja e relacione o conteúdo do texto com o do anúncio.

Pense nesses anúncios como chamadas secundárias. O segredo para extrair o máximo de rendimento dessa estratégia é garantir que o anúncio inserido esteja de acordo com o texto. Assim você terá chances bem melhores de levar aquele leitor para a sua loja.

Ensine como usar melhor as suas mercadorias

Uma das primeiras dificuldades ao tentar integrar blog e loja virtual é não saber que tipo de conteúdo se encaixa bem com os seus produtos. Que tipo de informação você pode oferecer para manter os seus clientes engajados e garantir mais vendas? A resposta mais simples é: tutoriais de uso.

Pense em uma loja que venda acessórios para carros. Muitos clientes têm interesse em trocar um aparelho secundário — como o rádio — ou instalar caixas de som internas. Nem sempre é necessário ajuda profissional para fazer instalações mais simples, mas o cliente pode não saber como completá-la.

Ao oferecer instruções detalhadas, o leitor estará ainda mais inclinado a fazer a compra.

Contribua para o SEO do seu e-commerce

A otimização de motores de busca (Search Engine Optimization ou SEO) é um conjunto de técnicas com o objetivo de aumentar a classificação de uma página nas pesquisas do Google e, consequentemente, o tráfego de visitantes. E mais visualizações significam mais leads para se tornarem clientes.

Um dos fatores que contribui para o SEO de uma página é a quantidade de outros links que apontam para ela. Considerando que uma das principais tarefas do seu blog é redirecionar o leitor para sua loja virtual, você já deve imaginar que o seu e-commerce passará a ter uma classificação muito melhor graças ao blog.

Mantenha a atenção do seu público

Já mencionamos como o conteúdo relevante é uma das chaves para integrar blog e loja virtual de forma eficiente. Mas outra característica importante é a continuidade e regularidade desse conteúdo.

Se um blog passa períodos longos e irregulares sem atualizações, a maior parte dos seus leitores apenas migrará para outras fontes de conteúdo.

Uma forma de garantir essa regularidade e de manter a atenção do público é criar uma agenda de postagens. Em vez de entregar uma grande quantidade de textos em pouco tempo, tome nota dos principais temas que devem ser abordados regularmente e de qualquer nova ideia que possa surgir.

Busque também assuntos que estão em alta no momento. Eles sempre possuem maior volume de procura.

Divulgue eventos e temas relacionados ao seu produto

Você não precisa falar apenas da sua loja e dos seus produtos no seu blog. Na verdade, é interessante que você se mantenha relevante ao participar e ao divulgar eventos relacionados ao seu setor.

Se você possui um e-commerce de roupas, pode ser interessante participar de eventos relacionados à moda; já uma loja de acessórios deve ir a eventos sobre automóveis; e por aí vai, isso pode ser um bom negócio.

Além de adquirir mais assuntos para postagens, você também oferece aos seus clientes a oportunidade de conhecer a sua marca mais de perto. Dependendo do índice de fidelização do seu público, isso pode levar a uma relação muito mais duradoura — o que é sempre útil para qualquer negócio.

Agora que você entende um pouco melhor como fazer a integração entre blog e loja virtual, é hora de investir e alavancar o seu e-commerce.

Ainda tem alguma dúvida sobre o tema? Então deixe um comentário com a sua pergunta. Seja estratégico, conecte-se.

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