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Esse ano completo duas décadas na área de E-commerce e Marketing Digital. Para um segmento tão novo, pode-se dizer que faço parte de uma turma que acompanhou empresas dominarem o mundo em pouco tempo e outras desaparecerem tão rápidas quanto surgiram. Em 1998, a Amazon tinha quatro  anos, mas já faturava quase US$ 1 bilhão/ano (ultimamente ela tem 2 bi de lucro no quadrimestre).

Já o Google, naquela época era um buscador pouco conhecido e o Yahoo parecia não ter concorrente a altura. E o Facebook? Bom, Mark Zuckeberg era um adolescente de 14 anos que provavelmente estava mais preocupado com os videogames da época. O ponto onde quero chegar é, num ambiente tão dinâmico e “volátil”, ainda vejo profissionais e empreendedores em busca da “fórmula pronta”. Ainda ouço :

“professor, qual o percentual de investimento recomendado para cada mídia, no segmento do meu produto?”

Minha resposta para essa questão nos cursos de Marketing Digital ou em consultoria é: não existe “fórmula pronta” existe “profissional antenado”. Sim, antenado com os KPIs de audiência e conversão de vendas gerados pelas mídias e também conectado com as alterações tecnológicas do mercado. Isso por que, neste mercado, o que funciona hoje pode não funcionar amanhã.

Recentemente conheci o Rafael Calixto, Social Media Manager da RecordTV. Trata-se de um “monstro” na área, cujo trabalho é reconhecido com várias premiações internacionais e que fizeram a emissora abrir uma grande frente nessa área em relação à concorrência. Se você perguntar para ele qual a fórmula do sucesso ele vai dizer que “a única regra em mídia social é que não existe regra”. Na prática, o que ele fez desde o início foi sempre procurar entender todos os movimentos do Facebook e “surfar a onda” ao máximo. Há uns dois anos quando percebeu que o vídeo passou a ser valorizado pelo algoritmo da rede social, ele focou sua produção de conteúdo para este formato e aumentou rapidamente seu alcance orgânico. Já nesse ano, a prioridade é entender as mudanças drásticas impostas ao algoritmo do Facebook que causaram grande impacto nos resultados dos anunciantes e publicadores de conteúdo.

Um dos professores da Impacta e consultor de SEO, JB Queiroz, levou seu portal o Canal do Ensino a bater a audiência de 1 milhão de visitas em menos de 2 anos e sem gastar em mídia paga. Qual a fórmula? JB estuda a fundo o funcionamento do Google e suas atualizações. Por exemplo, quando o Google configurou seu algoritmo para valorizar sites que carregavam rapidamente, ele de imediato começou a ajustar com precisão os servidores do Portal para garantir a melhor performance de velocidade.    

Mas como se manter antenado em um mundo que jorra informação como se fosse mangueira de bombeiro e só conseguimos tomar a água com um canudinho?

Aí é que está o ponto crítico da questão: se você seguir um portal de informação por área de marketing digital já terá muita informação para consumir. Então comece seu dia lendo sobre a mídia que está dando mais resultado para o seu negócio, e depois passe para as outras sempre focando nas oportunidade e possíveis ameaças de tecnologia. Ainda que uma empresa utilize os serviços de uma agência de marketing digital, é mandatório que o profissional que interage com ela, esteja a par das mudanças do mercado.

Em outras palavras é mais fácil fazer previsão econômica no Brasil do que criar uma fórmula pronta de marketing digital que dure por muito tempo.

E então, já se deu uma olhada nos KPIs e se atualizou hoje?

Backlinks ruins

Na estrada do SEO, existem casos em que você pode querer remover backlinks ruins do seu site no Google. Quem nunca ?

Ou porque você comprou links de alguma empresa de SEO não confiável, participou de esquemas de troca de links ou porque você cometeu o erro de criar links artificiais de baixa qualidade para o seu site.

Independentemente do motivo, o Google irá punir você porque o link building é uma violação das diretrizes para webmasters do Google. Engraçado né ?

Neste post, você aprenderá como identificar os backlinks ruins e como informar ao Google para não levar em conta backlinks ruins que apontam para o seu site.

Por que o link building é importante?

Antes de entrar na parte sobre como limpar seu website de backlinks ruins, vamos ver em breve porque o link building é uma parte importante do processo de SEO.

Quando um usuário digita uma consulta de pesquisa no Google, o algoritmo de classificação avalia mais de 200 sinais para decidir quais páginas exibir nas primeiras posições dos resultados (SERPS).

Um dos sinais mais importantes é o PageRank.

Conforme declarado pelo Google, o PageRank é a opinião do Google sobre a importância de uma página com base nos links recebidos de outros sites.

Em outras palavras, um site que recebe links de outras páginas da web, é percebido pelo Google como um bom site (inclusive pense no SEO on-page com internal back links), que merece uma posição mais alta nos resultados da pesquisa.

Assim, uma boa maneira de mostrar ao Google que você tem um site de alta qualidade é garantir que ele tenha vários backlinks.

É claro que, como veremos abaixo, não é apenas um jogo de números, ou seja, o website com backlinks de qualidade terá classificação mais alta e não o website com o maior número de backlinks.

Além disso, deve ficar claro que o link building é apenas uma das ferramentas que compõem o que chamamos de SEO off-page.

Como o Google pune um site?

Mencionei na introdução que o Google pode punir um site por causa do link building, e é necessário explicar por que e como o Google pune um site.

Qualquer tentativa de manipular o PageRank é contra as diretrizes do Google.

O Google possui sistemas sofisticados que podem diferenciar entre backlinks naturais e backlinks que são criados artificialmente com o único propósito de aumentar o PageRank de um website.

Alguns exemplos são:

  • Comprar links de vários sites, diretórios de links ou blogs,
  • Vender links;
  • Participar de esquemas de troca de link (eu linko para o seu site e você linka pro meu);
  • Publicação de Guest Posts com links de texto âncora com palavras-chave iguais em todos;
  • Construção massiva de links (usando programas automatizados para criar links, geralmente em comentários de sites).

O Google, em uma tentativa de proteger a qualidade de seus resultados de busca, introduziu em abril de 2012 a atualização Penguin.

Quando o algoritmo descobre que um site tem muitos backlinks que são de baixa qualidade (como os descritos acima), ele remove o site específico do índice do Google ou desvaloriza seu ranking (para o site como um todo ou para páginas específicas).

Em outras palavras, o site perde todos os seus rankings e a confiança do Google.

No passado, o Google costumava executar o algoritmo do Penguim uma vez a cada poucos meses, mas desde setembro de 2016, ele é integrado como parte do algoritmo do ranking central.

Isso significa que as verificações relacionadas às práticas ruins de criação de links são em tempo real. Lascou tudo !

Um site pode ter imposta uma penalidade a qualquer momento e isso também pode ser feito a partir de uma penalidade tomada (desde que ações corretivas foram tomadas), sem ter que esperar para a atualização do Penguim para executar. #Medo

Qual é a diferença entre os links follow e nofollow?

Outro aspecto importante do link building é a diferença entre os links follow e nofollow.

Quando o Google avalia os links que apontam para um site, ele verifica se esses links têm a tag nofollow.

Links que são nofollow instruem o Google a não passar nenhum valor de pagerank de um site para outro.

Em outras palavras, é como dizer ao Google para não levar em conta esses links para fins de classificação.

Por exemplo, se você veicular anúncios de texto em seu website com links apontando para outros websites, esses links deverão ser nofollow, caso contrário, o Google poderá pensar que você está vendendo links.

Outro exemplo é quando você deseja vincular-se a um site em que não confia ou não tem certeza da qualidade desse site.

Um bom exemplo são os links encontrados na seção de comentários.

Esses links devem ser nofollow porque muitas vezes eles são usados ??por spammers e bots automatizados.

Importante: Todos os links são, por padrão, links seguidos, follow.

Para fazer um link nofollow você precisa adicionar a seguinte diretiva no link rel = ”nofollow” como mostrado no exemplo abaixo:

<a href=”https://www.zeruella.com” rel=”nofollow”>Esse é um link nofollow  </a>

Por que se preocupar com links follow e nofollow?  Quando você passa pelo processo de encontrar os links a serem removidos do Google, só precisa levar em conta os links que são follow e não os links que têm a tag nofollow, pois esses links não podem causar danos ao seu site.

Como encontrar backlinks ruins

O resumo da introdução acima é que o link building é importante para o ranking, mas se você não sabe o que está fazendo, provavelmente irá gerar resultados opostos.

O que você pode fazer neste caso? Encontre e remova os backlinks ruins.

Existem duas maneiras de encontrar links tóxicos apontando para o seu site.

O primeiro é analisar manualmente seus backlinks e identificar links ruins e o segundo (mais rápido e confiável) é fazer uso de uma ferramenta.

Como encontrar backlinks ruins (o caminho manual)
O primeiro passo é registrar seu website no Google Search Console.

Entre outras métricas úteis, você poderá obter uma lista de links apontando para o seu site, sobre o qual o Google sabe.

A lista inclui todos os tipos de links (bons e maus, seguir e não seguir).

O Google não informará quais links são bons ou ruins, você terá que exportar os links em uma planilha do Excel e revisar manualmente cada link para decidir se é um bom link ou um link potencialmente tóxico.

Os links tóxicos serão adicionados a um arquivo de rejeição e enviados ao Google (mais sobre isso abaixo).

Aqui estão os passos para analisar manualmente o seu perfil de link building:

Etapa 1: Faça login no Google Search Console. Se você ainda não fez isso, adicione e verifique seu website (todas as variações, com e sem www).

Etapa 2: Clique em “Tráfego de Pesquisa” e, em seguida, em “Links para seu site” no menu à esquerda.

Etapa 3: Em “Maior quantidade de links”, clique abaixo em “Mais >>”

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

O que você vê agora é uma lista de todos os domínios que têm links apontando para o seu site.

Você pode clicar em qualquer domínio para ver em quais páginas do seu site ele está vinculado.

Opcional: você pode clicar em Fazer download desta tabela para exportar os detalhes como um arquivo CSV (planilha do Excel) ou Google Docs.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Essa era a parte fácil.

O que você precisa fazer agora é analisar cada link e tomar uma decisão se deseja mantê-lo ou soltá-lo.

Algumas dicas para ajudar você na sua decisão:

1 – Você pode ignorar com segurança os links das redes de mídias sociais. A maioria dos links é “nofollow” de qualquer maneira e aqueles que não são, não podem prejudicar a reputação do seu domínio.

2 – Você pode ignorar com segurança os links provenientes de domínios que não existem mais. É muito comum clicar em um domínio para ver os links recebidos e descobrir que expirou ou não está mais disponível. É uma questão de tempo para o console de pesquisa do Google atualizar os dados e remover os links.

3 – Não remova links só porque eles parecem estranhos. É normal que todo site tenha alguns links estranhos apontando para ele.

4 – Para cada link, faça a si mesmo estas perguntas:

  • O único propósito do link é passar o pagerank de uma página para a outra?
  • Esse link agrega valor real ao artigo ou site publicado?
  • Você ficaria preocupado se um funcionário do Google estivesse revisando a qualidade desse link?
  • O site é publicado em um site de qualidade com tráfego ou é apenas um repositório de artigos com links de saída?
  • O link em um campo de comentário não adiciona nenhum valor à conversão?
  • O link em um website está segmentando pessoas em um país específico que não tem nada a ver com seu público-alvo?

Nem sempre é fácil responder a essas perguntas, especialmente para iniciantes em SEO.

Os profissionais de SEO experientes podem detectar facilmente backlinks ruins, mas felizmente existem ferramentas (como veremos abaixo) para ajudá-lo nesse processo.

Então, antes de prosseguir para a próxima etapa (ou seja, remover os backlinks ruins do Google), você precisa percorrer todos os seus links e preparar uma lista de todos os links que deseja remover do seu perfil de link building.

Como encontrar backlinks ruins usando SEM Rush

Outra forma mais rápida e eficiente de garantir que seu perfil de link esteja sempre limpo é usar uma ferramenta boa de auditoria de links.

Uma ferramenta boa tem várias vantagens:

  • Ela pode verificar automaticamente os backlinks e propor quais são possivelmente tóxicos;
  • Pode criar o arquivo de rejeição para você;
  • Ela pode executar o processo todo mês e atualizá-lo quando for necessário executar uma ação;
  • Você pode conectar a ferramenta ao seu Google Search Console para recuperar os links automaticamente, para que você não precise fazer nenhum trabalho manual;
  • Você pode aproveitar outros recursos relacionados a SEO oferecidos pela ferramenta para melhorar seu ranking do Google.

A ferramenta que eu estou falando e que  uso para todas as minhas atividades de SEO é a SEMRUSH.

Não é uma ferramenta gratuita, ela tem um custo mensal, mas você pode usá-la para várias coisas, incluindo pesquisa de palavras-chave, otimização de snippets em destaque, análise de concorrentes, rastreamento de posição de palavras-chave e muitas outras tarefas essenciais de SEO. Um show de bola !

Mas vamos ao que interessa.

Aqui abaixo estão os passos para encontrar backlinks ruins usando o SEMRUSH.

1 – Faça login no SEMRUSH

2 – Vá para Projetos no menu à esquerda e clique em Adicionar novo projeto

3 – Dê um nome ao seu projeto, digite seu domínio e clique em Avançar.

4 – No Dashboard, clique em SET UP na opção Backlink Audit.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

5 – Selecione o domínio raiz como o escopo da campanha e clique em Configurações da marca

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

6 – Especifique o nome da sua marca. O SEMRUSH detectará automaticamente o nome da sua marca a partir do seu nome de domínio, mas se você usar outros nomes para sua marca (ou em idiomas diferentes), adicione-os e clique em Domain Categories.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

7 – Selecione todas as categorias que seu domínio está associado e clique em Target Countries..

É importante selecionar as categorias certas, pois isso ajudará o SEMRUSH a identificar links de risco (provenientes de categorias não relacionadas à sua) e a fornecer resultados mais precisos.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

8 – Finalmente, digite o país associado ao seu público-alvo e clique no botão Start Backlink Audit.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

O SEMRush começará a analisar os links que eles conhecem.

Para obter resultados mais precisos, você precisa se conectar ao seu Google Search Console para que eles possam importar os links informados pelo Google.

1 – Clique em conectar ao lado do Google Search Console.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Você será encaminhado para uma tela que se parece com essa:

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Basicamente, tudo que você precisa fazer agora é dar acesso ao seu Google Search Console ao e-mail especificado para que o SEMRUSH possa acessar os dados de seu link.

Se você não souber como fazer isso, clique no botão show more details (Mostrar mais detalhes) para obter instruções passo a passo.

Feito isso, você verá uma tela semelhante a esta:

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Você pode ver de relance o número total de links e a porcentagem de links que são considerados pela ferramenta como tóxicos ou potencialmente tóxicos.

2 – Analise links tóxicos

Clique nos links tóxicos para obter uma lista de todos os links considerados semitrilhos como tóxicos.

Certifique-se de clicar no filtro FOLLOW para excluir links nofollow.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Algumas coisas a considerar:

O SEMRUSH identifica links tóxicos com base em vários fatores.

Entre outras coisas, verifica a autoridade do domínio e da página, o número de links externos, o texto âncora usado para os links e a relevância do site.

O que você precisa fazer agora é revisar esses links e decidir se deseja mantê-los ou adicioná-los ao arquivo de rejeição.

Você pode usar os mesmos critérios do processo manual (explicado na etapa 4 acima).

Para manter um link, você pode clicar no botão “KEEP” e colocar o domínio na lista de permissões.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Para adicionar o link ao arquivo de rejeição, clique em DELETE e, em seguida, em “To Disavow”.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

# 3 – Analise links potencialmente tóxicos

Repita o processo acima, mas para os “links potencialmente tóxicos”.

Como remover os Backlinks inválidos

Depois de identificar os backlinks inválidos a serem removidos, usando o método manual ou automático, a próxima etapa é enviar uma solicitação ao Google para removê-los.

O que queremos dizer com “remover backlinks”? O termo remover backlinks pode ser um pouco confuso porque os links não serão realmente removidos do Google ou da Web.

Quando dizemos “remover backlinks”, queremos dar instruções ao Google para não levar em conta esses links quando se trata de passar pagerank de um site para outro.

Os links continuarão sendo exibidos no seu console de pesquisa do Google, mas não serão considerados pelo algoritmo.

Eis como fazer:

1: O primeiro passo que você precisa dar é tentar entrar em contato com os webmasters e pedir-lhes para remover os links ou adicionar a tag nofollow para que nenhum pagerank seja passado. Na maioria dos casos, isso é muito difícil, mas é um passo necessário que você precisa dar antes de prosseguir para a próxima etapa.

Etapa 2: Livre-se das páginas que têm backlinks ruins apontando para elas. Esta não é uma boa solução, mas é um passo extra que você pode adotar (com a Etapa 3 abaixo). A maneira mais fácil de “livrar-se” de uma página é alterar o URL ou cancelar sua publicação para que o Google receba um erro 404 (não encontrado) ao tentar acessar a página.

Etapa 3: Quando tudo o mais falhar, pegue o telefone do Batman e use a ferramenta de rejeição do Google.

O que é a ferramenta de rejeição de backlinks do Google?

A ferramenta de rejeição de backlinks do Google é um recurso avançado e você deve usá-la com cuidado.

Conforme declarado pelo Google, se usado incorretamente, pode prejudicar mais o seu site do que ajudar.

Basicamente, a ferramenta de rejeição do Google é um recurso que permite que você envie um arquivo para o Google com uma lista de links que você não deseja que o Google leve em consideração ao rankear seu site.

Pegue a lista de links identificados nas etapas acima e adicione-os a um arquivo .txt usando o seguinte formato:

A) Use # na frente de uma linha para adicionar comentários;

B) Quando você quiser rejeitar uma URL específico, adicione o link completo, por exemplo, http://zeruela.com/link1.html

C) Quando você quiser rejeitar TODOS os links de um domínio específico, usando este formato: domain: zeruela.com.

Aqui está um exemplo de um arquivo de rejeição bem formatado:

# zeruela.com removeu a maioria dos links, mas esqueceu esse

http://spam.zeruela.com/qqrcoisa/algoassim.html

http://lixo.zeruela.com/sabedenada/inocente.html

# Contactado proprietario de melomelo.com em 31/2/2018 

# Pedi para remover os links mas não obtive resposta

domain:melomelo.com

Como preparar o arquivo de rejeição de backlinks (usando o SEMRUSH)?

Quando você clicar em DELETE e, em seguida, em DISAVOW, o SEMRUSH criará o arquivo de rejeição para você no formato correto.

Você pode ver quais links estão incluídos no arquivo de rejeição, clicando na guia DISAVOW no menu.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Como enviar o arquivo de rejeição de backlinks ao Google (modo manual)?

Quando o arquivo estiver pronto, salve-o como .txt e, em seguida, vá para a ferramenta de Rejeitar Backlinks do Google.

Selecione seu domínio na lista e clique em LINKS DE DESVIO

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Clique em REJEITAR LINKS novamente para confirmar que você deseja usar este recurso avançado do console de pesquisa do Google.

Clique em ESCOLHER ARQUIVO para selecionar o arquivo de rejeição e, em seguida, clique em ENVIAR.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Depois de enviado corretamente, o Google fornecerá um resumo do número de links processados no arquivo e das opções para fazer o upload de um novo arquivo ou fazer o download do arquivo existente.

É isso, você solicitou ao Google que não leve em consideração os backlinks ruins que apontam para o seu site. Parabéns \o/

Como enviar o arquivo de rejeição de backlinks para o Google (usando o SEMRUSH)?

Com SEMRUSH, você tem que escolher.

Você pode exportar o arquivo de rejeição e enviá-lo para o Google usando a maneira manual ou pode clicar na opção UPLOAD DISAVOW FILE.

Como Remover Backlinks Ruins do Google - Guia Definitivo

Se você optar por fazer isso manualmente, precisará confirmar para a SEMRUSH que enviou o arquivo ao Google para que ele não mostre os links da lista de substâncias tóxicas (ou potencialmente tóxicas).

O que acontece depois?

Você precisa ser paciente e esperar que o Google processe seu arquivo.

Monitore suas classificações para quaisquer alterações e continue monitorando seus backlinks para novos domínios (ou links) que precisarem ser adicionados ao arquivo.

Notas importantes sobre o arquivo de rejeição de backlinks do Google:

  • Envie o arquivo para todas as variações do site, por exemplo, para suas versões http://,  http://www, https:// e https://www.;
  • Sempre que você quiser adicionar um novo domínio ou links para o arquivo, certifique-se de manter os existentes;
  • Quando você quiser remover um link do arquivo de rejeição, envie novamente o arquivo novamente sem esse link;
  • Em vez de usar URLs únicas, use o domínio (domínio: example.com) para garantir que todos os links desse domínio não sejam levados em conta;
  • Mesmo que o Google decida não levar em conta alguns links porque eles estão incluídos no arquivo de rejeição, eles ainda serão exibidos no console de pesquisa do Google;
  • O Google nunca lhe dirá ou fornecerá uma indicação sobre quais links são bons ou ruins e quais links serão considerados ao acessar a qualidade do seu site.

Eu enviei um arquivo de rejeição de backlinks, mas minhas classificações não melhoraram, por quê?

Essa é uma pergunta muito popular e que não tem uma resposta precisa.

Existem muitas razões pelas quais o seu site pode não ter uma classificação alta no Google.

Quando você perde a confiança do Google, tudo fica mais difícil. Bem mais

É por isso que é importante não participar de ações que possam colocar seu website no radar do Google.

Pedir ao Google para remover links do seu perfil é apenas uma ação que você pode realizar.

O que mais você pode fazer é garantir que seu website atenda aos padrões de alta qualidade definidos pelo Google, continuar publicando conteúdo que mereça links e tente obter links naturais que não causem problemas.

Finalmente, se você perdeu seu ranking e tem muitos backlinks ruins apontando para o seu site, pode ser melhor começar do zero com um novo domínio em vez de tentar consertar uma situação que não é reversível. Dói, mas é a verdade.

Conclusão:

Quando você segue as diretrizes do Google e se concentra na criação de um website que agregue valor aos usuários, não é preciso se preocupar com a remoção de backlinks ruins do Google.

Os algoritmos do Google são inteligentes o suficiente para diferenciar os links que são spam e os links criados com o único propósito de enganar o sistema.

Há casos em que uma empresa que você contratou fez algo errado ou você fez algo errado sem saber.

Nesses casos, a realização de auditorias regulares do perfil de backlinks não é uma má ideia.

Ela pode ajudar você a identificar links que estão prejudicando seu domínio, e seria melhor se esses links fossem enviados para remoção usando a ferramenta de rejeição do Google.

O processo é simples:

  • dentifique links potencialmente tóxicos;
  • Adicione esses links em um arquivo .txt (formatado de acordo com as diretrizes do Google).;
  • Envie o arquivo ao Google usando a ferramenta de rejeição.

Como palavra final, quando se trata de penalidades do Google, a prevenção é sempre a melhor cura.

Tenha cuidado com quem contratar para trabalhar em seu SEO, certifique-se de que usem práticas de White Hat e que você saiba em detalhes como e de onde eles planejam construir backlinks para o seu site e com que finalidade.

 

Fonte: rodolfosabino.co

Agora mesmo, enquanto você lê este texto, bilhões de dados estão sendo gerados no mundo todo, nas mais diversas plataformas e em formatos variados. É o tão falado big data, o enorme conjunto de dados que serão garimpados, analisados e processados para fornecerem ideias e insights, gerando estratégias e soluções. Hoje, a maioria das organizações está consciente de que é essencial ter em mãos dados que sejam importantes para o seu negócio. O desafio agora é identificar e usar bem os dados corretos, isto é, os mais adequados para o contexto e as demandas.

O que estou querendo dizer com isso é que, cada vez mais, o valor não reside na informação em si, mas sim na nossa capacidade de tratá-la, analisá-la e, principalmente, contextualizá-la. Porque só assim conseguimos fazer o melhor uso dos dados que vão, efetivamente, enriquecer nossas campanhas, nossas ideias, nossos projetos e trabalhos.

Sabemos que a publicidade tradicional já não funciona, afinal, o mundo mudou, a internet diversificou as fontes de pesquisa e não buscamos mais informação como costumávamos fazer. O tempo em que a propaganda dizia às pessoas o que elas queriam ou do que precisavam já passou. Hoje, a empresa que quiser ser relevante tem que chegar ao consumidor com a solução que ele precisa naquele momento para resolver determinada dúvida ou problema. E, para isso, o uso estratégico do big data, com a coleta eficiente e as análises precisas, deve embasar qualquer plano de atuação ou tomada de decisão.

Mas, então, o que se pode fazer para usar os dados de maneira mais eficaz? A resposta pode ser enganadoramente simples: comece com um dado que mostre um impacto claro nos negócios e siga a partir daí. Um exemplo: você tem uma reunião em que vai apresentar a proposta da sua agência para a empresa X. Você pode chegar com muita informação sobre essa empresa – não terá feito mais do que se espera, certo?

Por outro lado, se você tem na cabeça que “dados por si só não são a solução”, terá estudado, também, o contexto, o mercado da empresa, como ela aparece, como se diferencia (ou não) dos seus competidores, seus pontos fracos e fortes, o que as pessoas comentam sobre a empresa e sobre seus competidores. Enfim, você terá, mais do que dados, informações pertinentes, relevantes, que passaram por uma análise cuidadosa e efetivamente contribuem para mostrar (e gerar insights para mudar) a realidade da empresa cliente. Ou seja, o uso dos dados corretos enriquece a atuação.

Se o conteúdo é rei, a informação relevante é a rainha nesta corte digital. Os melhores dados, analisados e contextualizados, levam à criação de conteúdo mais rico e influente, inspiram produtos, serviços e ofertas que respondem às demandas dos clientes.

É mais do que hora de os profissionais de marketing, além de pensarem no conteúdo como a bateria que superalimenta tudo o que eles fazem, perceberem que, para além dos dados, a utilização das informações corretas e relevantes é o que realmente importa. E, para isso, o uso de plataformas que utilizam a inteligência para coletar e analisar informações é fundamental, reunindo os dados corretos sobre um potencial consumidor e ajudando os times criativos a convertê-los em ações que sejam relevantes, adequadas, efetivas e que tenham mais originalidade e um approach mais direcionado.

Desde 2017, o mercado de bitcoin já conta com mais pessoas físicas que grandes modelos de investimentos tradicionais, como a bolsa de valores. As três principais exchanges de criptomoedas do país somadas contam com 1,4 milhões de investidores, mais que duas vezes mais que as 619 mil pessoas cadastradas na B3 (bolsa de valores do Brasil) e os 558 mil investidores de títulos públicos. Os dados são do G1.

Foi exatamente nesta época que o mundo do bitcoin entrou na minha vida. Como uma oportunidade de ajudar a fomentar este mercado no Brasil. Um potencial gigantesco, que gira valores astronômicos. Porém, com muitos pontos ainda inexplorados e com uma necessidade latente de conteúdo relevante, de informação de qualidade.

O mais incrível do potencial deste mercado é que no Brasil ele ainda não foi devidamente apresentado para a maioria da população economicamente ativa. A comunidade de bitcoin é sim bem relevante (e engajada), mas o modelo de negócio ainda conta com um gigantesco horizonte para ser descoberto. Segundo o site Cryptocompare, o mercado brasileiro representa 0,07% do mercado mundial de bitcoins de um horizonte de US$519 bilhões de dólares de volume de transações por dia.

Mercados emergentes como este normalmente sofrem com um grande desafio comum: falta de informação de credibilidade. Afinal, como qualquer coisa nova, ainda não conta com reputação, palavrinha mandatória na sociedade atual. A ausência de informação e consequente reputação pode significar um destino pouco promissor.

Ponto válido para destaque também é o atual hábito brasileiro, e por que não mundial, para consumir. O consumidor atual não deseja ser interrompido, e sim encontrar sempre exatamente o que está procurando e necessita. E a única maneira de tornar isso viável é com conteúdo relevante.

O consumidor procura por relevância, ele espera que você faça Marketing de Conteúdo

Pense bem, você simplesmente pensaria em investir (SEU DINHEIRO) em algo que conta com informações duvidosas, desencontradas e de fontes não muito confiáveis? Evidente que não.

Pior, esta falta de informação para o mercado não acontece apenas para o cliente, consumidor final de qualquer modelo de negócio. Acontece também com o formador de opinião, com o jornalista.

Sem um veículo de credibilidade é inevitável que as informações que mais aparecerão serão ruins. A velha e sempre válida história de que notícia negativa dá mais audiência. Um caso de falta de informação ali, outra meia verdade lá e o grande público que é diretamente impactado por esses veículos terá uma opinião negativa formada.

Fiz parte de um movimento semelhante há pouquíssimo tempo com o E-commerce, que sofreu por um tempo com falta de reputação suficiente para passar a confiança necessária para os consumidores comprarem online. Bastante comum nos últimos anos matérias em grandes veículos que traziam medo e cases de pessoas “diferentes” que faziam compras pela Internet! A resistência com o novo, e mesmo com o não tão novo ainda é grande.

É exatamente este o diagnóstico que recebi e validei agora em janeiro de 2018, quando passei a fazer parte do time da Foxbit. Oportunidades únicas de conteúdo que necessitam de curadoria, organização e informação de credibilidade. Só assim o grande público, aquele impactado pelo formador de opinião, terá desejo, motivação e confiança suficiente para fazer parte.

E como resultado desta análise, depois de muito trabalho, tenho o orgulho de apresentar nosso projeto que tem a pretensão de ser a principal fonte de informação do promissor mercado de criptomoedas no Brasil.

Trazendo conteúdo relevante e confiável sobre a Nova Economia. Apresento o Cointimes, grande portal de conteúdo provido pela Foxbit, maior corretora de bitcoins brasileira.

Com um time de especialistas do segmento, unimos profissionais selecionados de diferentes áreas para, quem sabe em um futuro próximo, fazer do bitcoin e das criptomoedas em geral a principal fonte da Economia. Descentralizada e com liberdade para qualquer um ser dono do seu próprio dinheiro, seja ele qual você bem entender. Estamos só começando.

Texto publicado anteriormente no Cointimes.

Veja também, o evento de lançamento do novo portal:

Pizza, debate e conteúdo: nasce o Cointimes!

 Data vem ganhando mais força e mais significância com o passar dos anos por mostrar resultados expressivos de crescimento.

O dia das mães é conhecido como uma das datas mais importantes para o comércio brasileiro sendo comparado com o Natal e Black Friday. Essa tendência vem ganhando cada vez mais força no mercado digital. Segundo dados da Social Miner, o Dia das Mães representou R$1,9 bilhões de faturamento para os e-commerces e a Ebit estimou um aumento de 15% nesta receita para 2018.

Neste ano, houve um aumento de 9,8% nas vendas totais. Setores de eletrodomésticos, eletrônicos, pet e cosméticos foram o que mais cresceram no período. O destaque foi para a categoria de eletrodomésticos que teve um aumento de 74,81% em comparação ao ano passado.

Os números não foram somente significativos no setor de vendas. A área de atendimento ao cliente também sofre alterações com a data. De acordo com a NeoAssist, entre a primeira e a segunda quinzena de maio de 2017, houve um aumento médio de 20% na demanda por atendimento ao cliente, sendo o telefone, chat e registros manuais os canais que mais cresceram em procura – cerca de 40%, 35% e 25% respectivamente.

O dado alerta gestores das área: É preciso estar preparado e preparar a equipe para atender a esse pico de procura durante o período. Além de ferramentas como o telefone e chat, o Atendimento Inteligente pode ser uma boa alternativa para agilizar o processo de atendimento. O recurso automatiza o atendimento, oferecendo respostas para perguntas mais comuns e que, por ser escalável, poupa os recursos da manutenção de um time inteiro focado no atendimento em tempo real.

A data pode ser geradora de novos negócios já que 83% dos consumidores fizeram sua primeira compra nos e-commerces durante do período do Dia das Mães. Porém, pode-se analisar que ainda falta muito para atingir bons números de recompra. Apenas 1,5% dos compradores do Dia das Mães de 2017 voltam a comprar na mesma loja em 2018.

Um dos fatores que podem estar relacionados à esses dados alarmantes é um atendimento ruim. Segundo a NeoAssist, 87% dos entrevistados na pesquisa Percepção do Consumidor sobre o atendimento afirmaram que já deixaram de comprar uma marca por ter recebido um mau atendimento.

A Copa do Mundo FIFA, que ocorre em junho, na Rússia, deve aquecer diversos mercados. As camisetas das seleções, bem como os aparatos decorativos devem ser amplamente comercializados nos quatro cantos do país. O segmento alimentício também vê a movimentação do evento com bons olhos: na última Copa, o setor faturou 25% mais do que o habitual, conforme dados da LCA consultoria.

Esses não foram os únicos setores beneficiados pelo espetáculo: o mercado televisivo teve alta de mais de 100%, ainda segundo a LCA. Esse número, que já chama atenção, pode ser ainda maior neste ano, já que a Copa não irá ocorrer em território nacional, como em sua última edição. Assim, mais pessoas podem se interessar pela aquisição de planos exclusivos ou de canais Pay Per View para acompanhar os jogos. É aí que entram os assistentes virtuais ou chatbots.

Isso mesmo, esta alta na demanda pode ser facilmente atendida com o uso de soluções com inteligência artificial para o atendimento ao cliente. O atendimento automatizado, por exemplo, além de mais rápido, gera uma nova experiência para os usuários que tem sua necessidade atendida rapidamente e um outro nível de experiência.

Para se ter noção da eficácia dos chatbots, a Sony conseguiu atender um aumento de 1200% na demanda de informações sobre seus produtos em uma das edições da Black Friday com a ajuda de soluções de assistente virtual que utiliza machine learning para atender os usuários.

Criada para simular um ser humano na comunicação com outras pessoas, a tecnologia dos chatbots pode impulsionar ainda mais a contratação de pacotes adicionais e/ou de planos de TV por assinatura no período por meio do atendimento automático e da redução de custos das empresas.

Como em todos os setores, o aumento da demanda significa, também, uma elevação dos custos de produção, manutenção e comercialização dos serviços. No caso das operadoras televisivas, a alta se dá na parte da infraestrutura física e digital para suportar os novos atendentes que realizam a venda de pacotes fechados e dos planos adicionais ou canais Pay Per View.

Assim, por meio da tecnologia e dos chatbots, todos os lados ganham: o consumidor consegue contratar, alterar ou ter suporte para suas necessidades de maneira mais rápida e assertiva e a operadora, por sua vez, atende mais pessoas sem precisar que o investimento cresça na mesma proporção.

Essa é a inovação dessa tecnologia, que por meio de aplicações de Inteligência Artificial, tende a se aprofundar para solucionar problemas específicos e gerais em menos tempo e com maior assertividade. Assim, todos os aficionados por futebol poderão, com certeza, acompanhar aos jogos de todas as seleções que desejarem com a praticidade na contratação do serviço.

Você não é aquele empreendedor tão criativo e com muita prática na hora de escrever? A boa notícia é que você talvez não deveria ser mesmo… Afinal de contas, o seu negócio é vender (e não criar conteúdo), certo? rs

De qualquer forma, produzir conteúdos cativantes pode ser a porta de entrada para engajar a audiência e multiplicar o seu faturamento no final do mês.

Quer escrever mais textos para o seu blog e/ou redes sociais, mas está travado na falta de ideias de conteúdos? Veja o que fazer para sair dessa situação e ter insights todos os dias:

1- Pesquise o que os concorrentes estão fazendo

Independentemente de qual seja o seu mercado, muitos concorrentes com certeza já estão produzindo conteúdos há algum tempo. Vale a pena visitar seus sites, fanpages e canais do Youtube para saber o que está sendo feito por esses caras.

Dito isso, identifique quais são os temas que mais ganham curtidas, visualizações, compartilhamentos e, principalmente, comentários. Sua meta é entender exatamente quais assuntos mais atraem a atenção dos clientes.

Lembre-se de ir fazendo uma lista em tópicos com todas as ideias coletadas.

2- Acompanhe revistas e publicações especializadas

Você também pode fazer uma ampla pesquisa em revistas, sites e jornais que cubram o seu nicho de mercado. Lembre-se de que essas empresas vivem de publicar conteúdo diariamente — logo são uma das melhores fontes para quem quer ter mais ideias de conteúdo.

Se você tem um e-commerce de suplementos, sites como Hipertrofia.org ou revistas como a Men’s Health podem ser uma boa. Já para quem vende produtos orgânicos, a Revista Vida Simples é uma das opções mais certeiras (e assim por diante).

3- Utilize ferramentas gratuitas disponíveis na internet

Por fim, as ferramentas online também são de grande valia para quem já esgotou sua criatividade e não sabe mais o que postar.

Nesse caso, você pode começar pelo Google Keywords ou a plataforma KeywordTool.io. Em ambas é possível partir de uma palavra-chave para descobrir ideias de outros termos e frases que são buscados mensalmente pelos usuários do Google.

Fazendo isso você pode partir, por exemplo, do termo “definir abdômen” e descobrir que outras palavras-chave semelhantes, como “definir abdômen feminino” e “definir abdômen inferior”, são muito pesquisadas na rede.

Além dessas duas ferramentas que ficam disponíveis gratuitamente para qualquer pessoa, existem também serviços mais sofisticados como o Semrush, que é capaz de mapear as palavras-chave mais importantes do seu site e dos concorrentes, dar a dificuldade de ranqueamento de cada termo, sugerir centenas de outras ideias a partir de um termo qualquer etc.

Acesse o site se quiser testar a versão gratuita ou ficar por dentro dos planos de assinatura!

Ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário e vamos continuar conversando… Boas vendas!

Se tem uma coisa que deve ser evitada em Marketing Digital é aquilo que chamo de “Panfletagem Digital”.

Quem vive nas grandes cidades do Brasil sabe bem o que é chegar num farol (ou semáforo ou sinaleiro ou luz etc.) e receber “gratuitamente” panfletos promocionais. Isto é “panfletagem”.

Disparar e-mail marketing em massa para todo o seu mailing, com a mesma mensagem, nada mais é do que “panfletagem digital”.

Ok. Então eu preciso segmentar, certo?

Sim, claro. Segmentar as suas ações de promoção e relacionamento online é essencial e gera muito resultado (até 760% mais receita de acordo com este estudo).

Mas existe um tipping point, um ponto ótimo a partir do qual aprofundar a segmentação pode prejudicar a ação ao invés de potencializá-la.

A segmentação é condição necessária para a personalização. E personalizar é o que, de fato, humaniza uma conversa, que aproxima uma marca de seus atuais ou futuros clientes.

Mas na vida real a maioria das empresas tem silos de informação – ao invés de uma visão 360º do cliente.

Você pode constatar isto ao descobrir que uma loja mantém cadastros de clientes diferentes para a loja online e as lojas físicas ou, se preferir estatísticas, ao saber que um estudo recente do CMO Council mostra que apenas 3% dos CMOs nos Estados Unidos afirmam ter dados de clientes e jornadas integrados, alinhados e saneados.

Vamos voltar à segmentação

Voltando: segmentação não é um tópico importante – é mandatório. Especialmente quando o canal email está sendo usado – já que um clique no “descadastrar” desconstrói todas as possibilidades futuras de conversa com o cliente.

A beleza do marketing digital, em especial quando você está suportado por uma plataforma de customer experience, é a possibilidade de testar e aprofundar o que funciona e desligar (rápido) o que não performa.

Qualquer profissional da área de marketing conhece o termo “Teste A/B”. E é bastante comum a prática de testes A/B (assunto, cores, conteúdo, imagens). Todo mundo faz isto.

Mas a impressão que temos é que as estratégias de segmentação não são testadas com a mesma frequência.

E ao conversar com profissionais de clientes, agências e do mercado em geral, tudo indica que a razão é simples: falta de ferramental.

Leia também:

Planejamento de Marketing Digital: é hora de acabar com o puxadinho digital

A lei dos retornos decrescentes

Como a informação sobre os leads e clientes está espalhada pelo citoplasma (disparador de email marketing, social media, disparador de SMS, CRM, ERP, sistema de chat, atendimento, etc…), o fato é que, na média, as empresas não têm um Golden record sobre seus clientes (vou explorar isto em outro artigo).

Quando isto acontece, fazer um esforço de segmentação que vá além do opt-in/opt-out implica em reunir “n” bases de dados e rodar querys intermináveis.

Um caso emblemático (fonte aqui) é o de uma seguradora do Reino Unido que investiu 3 pessoas durante 4 dias full (quase 100 horas/homem) para segmentar os seus e-mails em grupos específicos baseados em idade, renda, local de residência e data de renovação do contrato. Com os segmentos em mãos, a empresa mandou e-mails personalizados para cada segmento. Mas os emails eram quase iguais entre si. O assunto dos emails era o mesmo!

A questão que se coloca: valeu o investimento das 100 horas/homem? E sob uma perspectiva de gestão, que outras campanhas poderiam ter sido feitas com o mesmo esforço.

O fato de vários custos de marketing serem fixos pode dar a falsa impressão que “tanto faz”. Nada mais falso.

Se de um lado você não gasta mais com salários, de outro lado, o custo da oportunidade (o que você deixou de fazer e ganhar) se mostra desfavorável a este tipo de esforço.

Como sair do outro lado?

O ótimo estudo do IRi (A arte e a ciência da segmentação, 2014) mostra que segmentação excessiva pode acarretar na lei dos retornos decrescentes. O esforço não vale o resultado, ainda que relativamente melhor. No final, tudo é retorno sobre investimento.

1. Tenha um Golden Record para seu cliente

Para segmentar da forma certa (e rápido), o ponto de partida é o Golden Record. Organize suas fontes de dados de tal forma que você tenha um único local atualizado e confiável onde o perfil do seu cliente estará (seus endereços de email, dados cadastrais, reclamações recentes, últimas compras, etc.).

Existem soluções que te ajudam a organizar, em uma única fonte, os dados de clientes para depois utilizá-los na identificação e processamento de novos segmentos.

2. Integre os canais

Isto vale tanto para a natureza do canal de vendas (online ou off-line) quanto para o canal de contato com o cliente (email, SMS, push, social media, display, etc.).

Você precisa levar em consideração que a mensagem deve ser orquestrada em torno do cliente e não em torno do canal. Forçar o cliente a um canal (seu app ou email ou SMS, etc.) pode gerar afastamento ao invés de proximidade.

Ao pensar as jornadas dentro de cada uma das campanhas, procure explorar as potencialidades de cada canal, bem como mensagens adequadas para cada canal e momento na jornada da campanha. 

3. Teste muito (e aprenda rápido)

É muita pretensão achar que existe um caminho certo. Não há. Você irá precisar testar uma infinidade de possibilidades e, acredite, o que funciona vai mudar ao longo do tempo.

Então considere sair de “disparadores” e entrar no mundo da orquestração – que é a evolução da automação. E orquestrar inclui conectar as experiências das peças de campanhas à experiência que o seu cliente terá na sua página online.

Mas orquestração não pode significar horas extras.

Quando você integra a campanha à experiência online, adicionando personalização, você potencializa o ROI via aumento da conversão. Ferramentas ajudam, por exemplo, a oferecer um ar-condicionado que aquece para quem está num lugar frio e um ar-condicionado de ciclo frio para quem mora em Manaus.

Mãos à obra!

Feito é melhor que perfeito. Os grandes momentos do varejo estão adiante – mas com a estratégia de segmentação, o ferramental e os dados certos você pode criar novas sazonalidades e resultados para o seu negócio!

Cada vez o marketing digital vem se tornando uma estratégia de grande importância para as empresas, porém poucas empresas veem o potencial do viral para impulsionar a conversão para o negócio.

Segundo a pesquisa realizada pela empresa Bain & Company no final de 2016, apenas 18% do investimento em publicidade das empresas brasileiras é direcionado para mídias digitais. Em 2015 esse investimento chegou a 8 bilhões, sendo a expectativa chegar a 16 bilhões até 2020.

O conceito de viral em vídeos e seus benefícios é pouco explorado pelas empresas e quem ainda não buscou investir nesse formato estratégico está ficando para trás. Isso porque os vídeos virais estão deixando de ser uma tendência e estão se tornando uma realidade dentro do marketing e comunicação digital das empresas.

Por outro lado, mesmo enxergando essa mudança de comportamento, ainda existem empresas que não estão usando da forma correta esse conceito e com isso não atingindo uma conversão da forma desejada. Esse é um principal gargalo de muitas PMEs que não enxergam o verdadeiro potencial de criar esses conteúdos bem elaborado e com as características necessárias que não irá interferir no resultado almejado.

Pensando em como auxiliar as empresas que querem se inserir nessa nova realidade, listei quatro pontos que projetam um vídeo nas redes sociais na rota da viralização:

Roteirização

A maioria dos vídeos viralizados por pessoas é em alguma situação cotidiana que foi filmado por acaso. É a típica frase: pessoa certa no local e horário certos.

Muitas marcas, acreditam que vídeos podem ser viralizados desta forma e acabam forçando uma situação. O internauta dificilmente irá acreditar no conteúdo, por este motivo, é necessário seguir um roteiro, com ideias pré definidas, e um conteúdo atraente que gere curiosidade no outro lado.

Protagonizar o conhecimento

A falta de empatia ou entendimento com quem segue a marca nas redes sociais, faz com que sejam criados vídeos que sirvam apenas para destacar o institucional da empresa, enaltecendo durante minutos a excelência nos serviços que são prestados.

Esse erro é muito comum, pois ninguém quer saber o que a marca diz sobre ela mesma. Para isso, existem outras formas de medir a reputação de uma empresa.

O protagonismo da marca em um vídeo acontecerá quando ela mostrar que entende do assunto, posicionando-se como um especialista de um determinado assunto/tema.

Narrativa

Não basta ter um conteúdo intelectual e informativo para ter uma grande audiência nos vídeos. É necessário que a narrativa seja construída de acordo com o perfil do público que quer engajar.

Além disso, para deixa-lo ainda mais atraente é necessário ter dosagens de perfis, com um pouco de humor e emoção, para envolver ainda mais as pessoas, além de expressões faciais e corporais.

Investimento Técnico

Já ouviu falar da expressão “Comer com os olhos”? Pois é, nos vídeos para redes sociais, também deve-se ter o mesmo pensamento.

Quando um vídeo tem um investimento em iluminação, áudio e edição, as chances dele chamar a atenção do seguidor, aumentam ainda mais.

O ano de 2018 já está aí, junto com aqueles pensamentos de ano novo que quase sempre estão na sua cabeça, entre eles, arrebentar nos rankings do Google. Se você é um aficcionado em SEO, é bem provável que um dos pedidos na virada do ano, junto com os já recorrentes “ter mais prosperidade, paz, amor e saúde”, seja alcançar a primeira página durante o ano inteiro.

Esse é um ótimo pedido, sem sombra de dúvidas, mas como alcançar esse resultado? Com certeza, ele não cairá do céu: você precisa fazer a sua parte.

Para isso, é preciso que você recorra a boas técnicas de SEO, aquelas que realmente trazem bons resultados e podem fazer com que você deixe todos os seus concorrentes para trás (ou melhor, para baixo).

Então, para começar, não tem sugestão melhor: comece agora mesmo. Veja as dicas que o consultor Kadu Carvalho preparou para você:

 

1- Mobile, Mobile, Mobile

O Google anunciou que, em breve, passará a adotar o mobile-first indexing, ou seja, vai usar como base nos resultados de suas pesquisas a versão mobile do seu site, e não mais a desktop.

Ainda não se sabe exatamente quando ele vai começar a efetivamente funcionar, mas como já diz aquele velho ditado, cautela e canja de galinha não fazem mal à ninguém. Então, comece hoje mesmo!

Verifique se o seu site apresenta uma navegação perfeita no mobile, sem limitações ou travamentos. Todo o conteúdo deve ser de fácil acesso e, de preferência, sem aqueles botões “leia mais”, já que sua presença pode dificultar o escaneamento do crawler do Google.

Como muita gente que está bem ranqueada hoje vai demorar para adaptar o seu site, essa é uma boa chance de ganhar posições valiosas nos resultados de pesquisa do Google. Este assunto vem lá de 2014:

Google planeja priorizar sites mobile nos resultados de busca

2- Invista nos vídeos (de preferência, no YouTube)

Você deve ter assistido a mais vídeos durante esse ano do que fez no ano passado, certo? Pois bem, essa também é uma tendência de todo o mundo: o tráfego de vídeos não para de crescer.

Isso não é uma previsão não: o próprio Google anunciou isso na Pesquisa Video Viewers 2017, que entre vários insights, mostrou que o consumo de vídeos online em 2017 foi de 15,4 horas por semana. Isso é bastante coisa.

Também não é para menos, já que a quantidade de plataformas disponíveis atualmente é muito grande: YouTube, Vimeo, Instagram e Facebook, só para citar algumas.

Se você quer escolher uma para começar a melhorar o seu SEO, então fique com o YouTube, por um motivo óbvio: ele é do Google!

Então, em um resultado de pesquisa no Google, caso você tenha um vídeo interessante sobre o assunto, o buscador pode te colocar na primeira página. Só o fato de aparecer um snippet com uma miniatura do vídeo já aumenta bastante o interesse do usuário.

Se você ainda não está convencido, mais um ponto importante: mais da metade das pesquisas feitas no Google hoje contam com pelo menos 1 vídeo na primeira página. Faça o teste você mesmo: na maioria das pesquisas, você receberá recomendações de vídeos.

Você pode até ter um pouco de vergonha de gravar vídeos, o que é normal, mas um ponto positivo para você é que muita gente também é assim. Então, essa é mais uma brecha para você subir nos resultados de pesquisa.

Faça um esforço para superar esse medo. Com certeza, os resultados obtidos compensarão muito, e quem assistir ao vídeo poderá ir para o seu site e, depois, se converter em um lead, um cliente e um defensor da marca. Tem coisa melhor?

3- Responda às perguntas da sua audiência

Quem abre o Google dificilmente procura por algo que não seja a resposta a uma solicitação, seja ela uma receita de coxinha de frango com requeijão, qual médico procurar quando tiver dor de cabeça ou quais são os profissionais referência no SEO mundial.

Por isso, nunca se esqueça de que quem procura o Google quer saber de alguma coisa, e se você oferecer a melhor resposta, as pessoas acessarão a sua página! Consequentemente, mais tráfego, menos taxa de rejeição, mais posições no ranking.

A resposta para as perguntas de sua audiência deve ser feita de uma forma bem explicadinha, para que ninguém precise entrar em outra página e complementar a explicação.

Esse é um caminho não tão simples, mas se você se esforçar em dar a melhor resposta possível, os usuários visitarão o seu site e o Google recompensará por isso, com a ascensão de várias posições nos resultados de pesquisa.

Para pensar na melhor forma de fazer isso, se coloque no lugar da audiência: será que você respondeu a todas as perguntas? Esclareceu todos os assuntos? Se a resposta for sim, então você pode subir bastante na SERP.

4- O conteúdo ainda é rei, mas a palavra-chave é rainha

SEOs de todo o mundo já ouviram e até repetiram essa frase: “o conteúdo é rei”. E isso é verdade, afinal de contas, sem conteúdo não é possível indexar uma página e nem dar aquilo que o usuário procura.

Porém, todo rei precisa de uma rainha, e a rainha do conteúdo é a palavra-chave. Afinal de contas, de nada adianta criar conteúdos apenas por criar, sem escolher um termo matador para trabalhar na página.

Existem diversas ferramentas que podem ser usadas para a pesquisa de palavras-chave, como SEMrushMoz Keyword Explorer, apenas para citar alguns.

Porém, você também pode contar com uma alternativa gratuita, que não conta com tantos recursos mas pode quebrar um galho para quem ainda está no início dessa vida de SEO: o Keyword Planner, do Google AdWords!

Todo mundo tem uma conta no Google (e se não tem, deve ter). Esse é o requisito para começar a usar o planejador do AdWords, que também pode te dar bons insights, inclusive de quais termos possuem um maior fluxo de buscas.

Ainda assim, para quem queira ter dados mais profundos e correlacionados, a melhor escolha fica a critério dos softwares pagos mesmo. Com certeza, o investimento valerá a pena.

5- Conteúdos longos, parágrafos curtos

Conteúdos longos são ótimos para reunir todas as informações que os visitantes querem ver, assim como nós vimos no item 3, mas a forma com a qual eles são organizados pesa bastante.Você deve preferir, sempre, fazer parágrafos curtos, e isso não é apenas um gosto pessoal: é uma ciência, já comprovada e que traz resultados efetivos.

Existe um conceito conhecido como escaneabilidade (crawlability, em inglês), que consiste em definir a facilidade que uma pessoa tem de ler o seu conteúdo (ou de escaneá-lo visualmente).

Pense em duas páginas com o mesmo conteúdo, mas em uma os parágrafos são enormes, com 10 linhas ou mais, enquanto a outra conta com parágrafos de 3 linhas. Qual é mais fácil de ler? Sim, a segunda.

Nisso, também entra outro conceito, que é o de espaço em branco (blank space, também em inglês), que é exatamente o que o nome sugere: espaço em branco. Espaços vazios são agradáveis para o cérebro, pois as informações podem ser lidas mais facilmente, sem dar aquela impressão de cansaço ou de preguiça de ter que ler um parágrafo que parece um artigo do Código Penal.

Invista nessas técnicas: conteúdos longos,as parágrafos curtos. Você vai se agradar quando bater o olho no resultado, e todo mundo que acessar a sua página também. Num efeito dominó, menos rejeição, mais posições no ranking.

6- Imagens são ótimos conteúdos

Lembra daquela história de que o conteúdo é rei? Então, ela realmente é verdade, mas o que é conteúdo para você?

Muita gente associa conteúdo apenas a textos, mas não é bem assim que funciona, ainda mais nos dias de hoje, com tantas redes sociais que prezam conteúdos visuais (Pinterest e Instagram são os melhores exemplos).

Isso, porém, também pode ser utilizado no seu site. Quem não gosta de ver uma imagem com conteúdos bem interessantes, como infográficos ou até mesmo imagens menores, mas interessantes e que agregam valor?

Além de tornar a leitura mais fluida e menos cansativa, imagens interessantes podem gerar bons backlinks, desde que elas ajudem a solucionar as dúvidas ou necessidades de outras pessoas. E, um bom backlink nunca é demais, não é mesmo?

Então, tire essa ideia de que conteúdo é só texto. Os avanços do consumo de conteúdo provam que isso não é mais uma verdade absoluta, e quem se adaptar antes, colherá melhores resultados antes.

7- Sai “m.seusite.com”, entra “seusite.com” responsivo

Antigamente, era comum ver muitos sites com versões desenvolvidas exclusivamente para o mobile, com aquele famoso “m.” antes do endereço da página.

Hoje em dia, essa não é uma técnica recomendável: o próprio Google já disse isso. E, cá entre nós, se o “Big G” falou, quem somos nós para contestar?

O ideal é que o seu site seja responsivo, que o mesmo conteúdo visto no desktop também apareça no mobile, mas na mesma página. Assim, você concentra todos os seus esforços na mesma página, o que é muito mais prático.

Ah, você se lembra do mobile-first indexing, que nós falamos anteriormente? A versão mobile do seu site será a com maior peso para o Google, então faça tudo o que for necessário para que a navegação seja fluida e que tudo funcione como deveria.

A responsividade é uma tendência que já começou a ser implementada, mas sempre têm aquelas pessoas que só correm atrás do prejuízo quando não tem mais jeito. Não espere chegar nesse ponto: comece agora mesmo.

8- Foco: ganhar links naturalmente

Desde os primórdios do Google, ter links (de boa qualidade) que apontam para o seu site é muito bom. E se você acha que isso mudou, está bastante errado. Os links são indicações de que aquilo é bom, tanto os links internos quanto os externos. Porém, aqui cabe uma observação que pode mudar a forma com a qual você olha para o assunto.

Imagine que a sua irmã Bruna faz bolos maravilhosos, daqueles que ninguém consegue comer só um pedaço. A partir de então, você, seu pai e sua mãe começam a dizer que os bolos da Bruna são deliciosos.

Então, chega a Júlia, de outra família e te pergunta se os bolos da Bruna são bons, você diz que sim e, inclusive, sua família toda concorda. Então, a pessoa retruca: “mas e as pessoas de fora, o que elas dizem?”.

Você pode não ter entendido, mas calma, vamos explicar: é como se as indicações da sua família fossem os links internos, as indicações de outras pessoas fossem os links externos e a Júlia fosse o Google.

Ainda está meio confuso, mas vamos lá: o Google valoriza os links internos, pois você mostra, dentro do seu domínio, que determinada página é boa, mas uma opinião imparcial, da Júlia, que está de fora, tem um valor maior nesse caso.

Então, quando outro site aponta para o seu, ele reconhece que aquele conteúdo é bom de verdade, é isso é excelente. Quanto mais backlinks de sites importantes você obter, mais o Google saberá que aquela página é boa e, consequentemente, a posicionará lá no topo das pesquisas.

Por isso, sempre se esforce para criar conteúdos únicos, seja com textos, vídeos, infográficos ou o que você tiver à sua disposição. O resultado será excelente, pode confiar.

9- Foque em UX (Experiência do Usuário)

O Google sempre foi muito esperto, disso ninguém duvida. Mas, com o passar do tempo, ele passou a ser mais humanizado, ou seja, a não pensar apenas como um algoritmo de computador.

Por isso, a UX, ou experiência do usuário, é mais importante do que nunca nos dias de hoje. Afinal, se o usuário interage bem com o seu site, então ele é um site de boa qualidade e que merece posições melhores.

Você já pode ter se perguntado se a experiência do usuário é um fator de ranqueamento. A resposta? Sim, mas não apenas diretamente.

Se alguém entra no seu site e não consegue navegar direito, então essa pessoa sairá do site, sem ter ficado muito tempo ali. Então, dois fatores já conhecidos para o SEO estão envolvidos: tempo de navegação baixo e taxa de rejeição.

Esses dois fatores podem, sim, fazer com que o seu site seja punido e caia nos resultados de pesquisa. Além disso, com a importância cada vez mais que a responsividade apresenta nos dias de hoje, os cuidados devem ser ainda maiores.

Então, você deve sempre pensar que o seu site deve ser totalmente acessível, com botões em um tamanho confortável para mobile e desktop, com fácil navegação e baixo tempo de carregamento.

Fazer tudo isso vai dar um certo trabalho, mas você não vai se arrepender, e o Google te dará, com orgulho e merecimento, uma posição melhor em suas páginas de resultados, graças à User Experience, ou UX, para os mais íntimos.

10- Prazer, RankBrain

Você já ouviu falar em RankBrain? Se não, deveria. O RankBrain é um recurso que foi implementado no algoritmo do Google, cuja função é realmente como se fosse a de um cérebro para ranqueamento: entender qual é o melhor resultado de uma pesquisa.

Bem, é isso o que o Google faz há bastante tempo, nós sabemos. Porém, agora essa avaliação está ainda mais complexa e precisa, já que o objetivo é de realmente entender, como se fosse um humano, e não apenas uma máquina.

Os dois fatores mais importantes para o RankBrain são o tempo de navegação e o CTR (Click Through Rate), ou seja, a relação do número de vezes que um site apareceu nos resultados de pesquisa para quantas vezes a página foi clicada.

Tais fatores trabalham juntos para que o buscador mostre exatamente o que o usuário quer encontrar. Mas aí, você se pergunta: como o RankBrain pode influenciar no SEO?

É uma correlação simples: se foram mostrados 10 resultados, o usuário escolheu o 3º, ficou mais de 3 minutos naquela página e saiu, então o algoritmo entende que a página é boa para aquela pesquisa.

Em contrapartida, outro usuário acessou o 2º resultado, mas o conteúdo era muito ruim. Então, ele saiu rapidinho da página e foi justamente para o 3º, onde achou tudo o que ele queria.

Então, o RankBrain vai aprender que o 2º resultado não é bom (e consequentemente vai puní-lo em sua posição) e o 3º é muito bom (e merece subir nas posições).

Quanto mais tempo os usuários gastarem em sua página, melhor. Assim, ela ganhará posições, e mais pessoas clicarão nela e navegarão por bastante tempo. Isso se torna um ciclo virtuoso.

Basicamente, o RankBrain pegou dois fatores já conhecidos do SEO e os tornou ainda mais importantes. Então, mantenha os olhos abertos nisso e busque encantar todos que entrarem nas páginas de seu site!

Mais sobre o RankBrain:

FAQ: Tudo sobre RankBrain, o novo algoritmo do Google

11- Conheça os 3 fatores de ranqueamento mais importantes para o Google

Você já deve ter ouvido falar que existem mais ou menos 200 fatores de ranqueamento que são levados em consideração para o SEO de uma página. Já pensou como seria incrível conhecer o Top 3?

Felizmente, hoje, nós sabemos quais são os 3 fatores mais importantes!

Os fatores que ocupam as duas primeiras posições quanto à relevância que o Google dá para uma página são o conteúdo e os links. Ambos são relacionados, já que bons conteúdos geram links, e links apontam para bons conteúdos.

Já o terceiro fator mais importante é o RankBrain, que nós vimos acima e depende diretamente do tempo de navegação e também do CTR.

Os mais importantes fatores do Google, que antes eram secretos, agora não são mais. Com isso em mãos, você já tem informações suficientes para saber em que deve focar no SEO.

Porém, por mais que tais informações já estejam disponíveis, poucos são os que a colocam em prática de verdade. Seja um desses poucos e faça com que seu site suba constantemente nos rankings.

12- Prazer, LSI

Mais uma apresentação: você já conhece o LSI? Se não, então também deveria.

A sigla LSI significa Latent Semantic Indexing, que em português fica algo como “Indexação Semântica Latente”. Afinal de contas, o que isso significa?

A semântica trata da relação entre significados, o que pode ajudar a entender o conceito. Já conseguiu captar como isso pode ajudar a catapultar o seu site com o SEO?

Quando você cria um conteúdo, seleciona uma palavra-chave principal e, eventualmente, palavras-chave complementares, certo? Então, com a técnica de LSI, você passará a utilizar termos similares aos que serão trabalhados.

Por exemplo, se você for falar sobre a seleção brasileira de futebol, você também pode falar sobre uniforme, bola, troféus, capitão, conquistas, artilheiros, goleiros, entre uma infinidade de outros assuntos relacionados.

Além de tornar o seu conteúdo mais interessante, o Google vai entender que sua página realmente trata daquele assunto, já que também aborda outros temas que fazem parte do mesmo universo.

O LSI Graph é uma excelente ferramenta para isso: basta digitar o termo que você trabalhará no seu conteúdo e ele pesquisará outros assuntos semanticamente relacionados.

O Keyword Planner, do Google AdWords, também pode te ajudar: é só você inserir um termo, clicar em “obter ideias” e ver quais são as outras opções que aparecem. Tudo isso tornará seu texto semanticamente mais forte.

Ao saber quais são outros termos relacionados ao seu conteúdo, utilize-os durante a construção do texto e tenha chances muito melhores de ocupar as valiosas primeiras posições do ranking!

13- Posição #1? Agora, o foco é a posição #0 (Featured Snippet)

Sempre foi assim: todo mundo batalhava para alcançar a primeira posição do Google. Esse era o sonho de todo profissional ou amante de SEO, e já pode ter sido o seu, por muitos anos.

Porém, hoje, o resultado #1 não é mais o sonho de consumo. Hoje, todo mundo quer chegar no resultado #0.

Você pode nunca ter ouvido falar disso, mas é bem provável que já tenha presenciado. O resultado #0, também chamado de featured snippet ou snippet em destaque, é justamente aquele que aparece destacado quando você pesquisa algo.

Esse resultado fará com que o conteúdo da sua página seja visto por ainda mais pessoas, já que elas nem precisarão abrir o link para acessá-lo. E isso é excelente para o SEO do seu site, além de gerar um branding fenomenal.

Grande parte dos conteúdos que aparecem nessa posição de destaque são aqueles que respondem a uma pergunta que foi feita pelo usuário, assim como nós vimos no item 3.

Por exemplo, se você digitar “quanto custa a transferência de um carro”, o Google provavelmente vai exibir um resultado destacado com a resposta para essa pergunta. E já pensou que ótimo se for a sua página que está lá?

Para alcançar essa posição, você pode utilizar uma técnica: colocar a pergunta que você quer responder no meio do seu conteúdo, bem como a resposta para ela, de forma sucinta e direta.

Assim, o Google perceberá que a pergunta também está na sua página, bem como a resposta, e identificará que essa é uma boa opção para atender à necessidade do usuário.

Portanto, não almeje mais a posição #1, e sim a #0. Pode dar trabalho, mas assim que você alcançá-la, estará tão feliz que vai até tirar um print da página e guardar para a posteridade.

14- Pesquisas por voz? Se prepare

Você já parou para pensar nas pesquisas por voz? Talvez não, mas provavelmente já fez uma. E é aí que está o ponto.

As pesquisas por voz crescem a cada dia que passa, já que a pressa é tão grande no dia a dia que muitas vezes falta tempo para digitar. E você também pode ser beneficiado por isso.

Faça o teste agora: pegue o seu celular (ou notebook, ou computador com microfone) e faça uma pesquisa por voz no Google. Você verá que ela funciona tão bem quanto uma pesquisa convencional.

A grande questão está em fazer com que a sua página seja a resposta para a solicitação do usuário. Ao fazer uma pesquisa assim, é provável que o Google leia uma resposta, e essa pode ser a sua.

Porém, para que isso dê certo, não existe mágica: é preciso otimizar para a pesquisa por voz, aplicar todas as técnicas de SEO e fazer com que a sua página esteja no topo das pesquisas, de preferência no featured snippet, que geralmente é o que o Google lê.

O processo para alcançar isso demanda um passo a passo bastante complexo, bem como muita persistência, mas será difícil evitar as lágrimas de felicidade rolando quando você pesquisar alguma coisa por voz e ouvir seu conteúdo sendo recitado pelo Google.

15- Não esqueça das técnicas de sempre

As técnicas citadas anteriormente são relativamente recentes e podem impulsionar bem o seu site. Mas, você não deve abandonar as técnicas antigas!

Colocar a palavra-chave no título da página, na URL, no H1, na meta-descrição e no alt da imagem ainda é muito importante. Ao fazer isso, você indica que o seu conteúdo é relevante.

Não plagiar outros conteúdos também é essencial, e isso ainda está no radar do Google. Então, não se esqueça da originalidade, que é essencial para um conteúdo de qualidade.

Use o Search Console, indexe as suas páginas, faça a marcação de dados estruturados e acompanhe seu desempenho no Google Analytics. Isso fará com que você tenha mais chances de ranquear bem e de mudar o que for necessário para isso.

Compartilhe seus conteúdos nas redes sociais, parametrize os links para poder contabilizar os acessos com precisão, envie e-mails para sua base de contatos e nutra seus leads.

Tudo isso ainda tem o seu devido valor, então não deixe essas técnicas de SEO mais clássicas para trás.

Escale posições na página de resultados do Google!

Cada uma dessas dicas valiosas de SEO para 2018 vão fazer com que seu site tenha muito mais chances de alcançar as primeiras posições (ou a posição #0) do Google.

Você terá que fazer a sua parte, não desistir e aplicá-las da forma correta, de acordo com as melhores recomendações e práticas do mundo de SEO, mas tenha certeza de que todas elas ajudarão a empurrar seu site para o topo das pesquisas.

Por isso, não perca mais tempo: se você quer colher bons frutos de SEO em 2018, comece agora mesmo!