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O ano de 2017 está sendo marcado pela consolidação do modelo marketplace no e-commerce brasileiro. Depois de muitos anos de expectativa, a Amazon finalmente iniciou suas operações no Brasil, primeiramente com livros.

Gigantes como B2W e Via Varejo demonstraram em seus balanços trimestrais que praticamente dobraram o GMV nas vendas de produtos de terceiros na comparação com o mesmo período de 2016, com o Magazine Luiza reforçando suas operações e o anúncio recente do Buscapé inaugurando a entrada nesse mercado, mas sem deixar de lado sua essência de comparador de preço.

O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

Esses fatos comprovam que, para os grandes players do e-commerce, vender via marketplace é muito vantajoso, tanto do ponto de vista financeiro quanto do operacional. Além de impulsionar receitas (por meio do comissionamento das vendas dos produtos de terceiros), os varejistas conseguem ampliar o sortimento e, em muitos casos, aumentar o tíquete médio e fidelizar o consumidor.

Mas e para os pequenos e os médios lojistas, será que a equação também é favorável? Listo abaixo seis vantagens desse modelo de negócios:

1) Redução de custos

Com relação aos custos, o marketplace permite ao empreendedor economizar com criação e manutenção de um website próprio. Aliás, é importante frisar que ter um site continua sendo importante, mas não é mais essencial. Para se destacar no e-commerce, o vendedor precisa de bons produtos e preços competitivos.

Com a operação mais enxuta, o custo com mão de obra é menor. Detalhe importante: o plano de marketing também fica a cargo do marketplace.

Por que a reputação é tão importante nas vendas em marketplaces?

2) Menos preocupações

Garantir um sistema seguro e integrado aos meios de pagamentos sempre foi um dos principais gargalos para os pequenos lojistas, tanto do ponto de vista financeiro quanto do operacional.

No marketplace, todo o conjunto de marketing e venda desde o recebimento do pedido, formalização do pagamento e detecção de fraudes é de responsabilidade do varejista.

3) Visibilidade

A visibilidade dos produtos na busca orgânica será dada pela plataforma escolhida. Outra vantagem: os grandes marketplaces também são os mais bem colocados nos motores de busca. Em outras palavras: a chancela dada pela plataforma atrai mais público (diversificado e de outros segmentos) de forma orgânica, propiciando mais vendas.

4) Só paga se vender 

O marketplace tem seu modelo de negócio baseado no CPA (custo por aquisição). O comissionamento varia de 12% a 16%, a depender da plataforma e da categoria do produto. Não é uma margem baixa, mas o seller só paga se vender.

Além disso, não existe nenhum outro investimento para estar nesse tipo de plataforma. Não é cobrada mensalidade ou anuidade e o investimento em marketing, como dissemos acima, também é de responsabilidade da empresa.

5) O consumidor também ganha

Essa relação não é ganha-ganha apenas para os sellers e marketplaces. O aumento de sellers amplia e diversifica o sortimento dos varejistas, o que faz com que o mercado se torne mais competitivo. Para o consumidor, isso é sinônimo de economia.

6) Regulação

O Banco Central regulará os pagamentos realizados em marketplaces – o prazo foi prorrogado recentemente para 28 de setembro de 2018. A regulamentação, segundo a autoridade monetária, trará avanços para o setor, já que nivelará os participantes do mercado nas mesmas condições de concorrência e segurança, reduzindo barreiras de entrada decorrentes da atuação verticalizada de alguns agentes.

A fragilidade jurídica dos pequenos empreendedores no marketplace

Para escolher a melhor plataforma para alavancar seu negócio, o seller deve avaliar o posicionamento de mercado do marketplace. Além da reputação da loja, que pode ser verificada por empresas certificadoras como a Ebit, é preciso pesar se aquela é a empresa que tem a melhor sinergia com o produto oferecido.

Outra coisa: o e-commerce é um mercado dos mais dinâmicos. Por isso, o sucesso nos negócios está diretamente ligado à capacitação a atualização do empreendedor sobre as plataformas e ferramentas disponíveis no mercado. Para estar entre os melhores, é preciso surfar sempre na crista da onda. O marketplace é uma tendência global e, neste momento, todos os indicativos apontam que veio para ficar.

O growth hacking é uma estratégia de posicionamento web de baixo custo que cria grandes benefícios para as marcas.

Dizem que o growth hacking e as startups andam de mãos dadas, sendo também um comum denominador em aplicações como Facebook, Twitter, Instagram ou o LinkedIn. Esta forma de ver o posicionamento, passou do mundo online para também ser aplicado no mundo das PME´s e dos negócios físicos.

Leia também:

A ciência por trás da taxa de abertura de email marketing (e como fazer mais pessoas abrirem os seus!)

As organizações podem usar esta filosofia no bem estar do seu negócio utilizando uma ferramenta de email marketing.

O que é o growth hacking, e como usá-lo através de uma ferramenta de email marketing?

O growth hacking é a resposta a baixos orçamentos, ao querer fazer bem as coisas mas sem contar com todos os elementos necessários para fazer marketing tradicional, que implica publicidade e portanto ter grandes quantidades de dinheiro “debaixo da manga”.

O growth hacking é definitivamente para posicionar um produto, tendo como base o mesmo artigo, sem que isto signifique o desenvolvimento de marketing focado no mesmo. A ideia essencial do growth hacking, é crescer de forma sustentada sem muito esforço e sem grandes orçamentos.

O que devem ter em conta as marcas para aplicar o growth hacking?

1- Produto com growth hacking: o produto deve responder à uma necessidade, resolvendo algum tipo de problema. Existem 3 fatores chave debaixo desta filosofia: o produto, o mercado e a equipe. A sinergia entre estes 3 fatores permitirá oferecer um produto que encaixe com o mercado que necessita. As organizações podem ter um excelente produto, mas se este não responde à uma necessidade, pode significar fracasso.

2- Reinventar-se: as marcas devem manter um relação de continuidade dos seus clientes, já que num mercado há sempre concorrência. No growth hacking, deve-se estar na vanguarda e alerta à qualquer possível alteração.

3- Fidelização sempre: Pareto mencionava a lei de 80/20; se esta lei for transferida para o plano de vendas podemos dizer que 80% da receita é alcançada por 20% dos clientes. É mais difícil atrair novos clientes que conservar os já existentes, um cliente fidelizado, é a longo prazo um embaixador da marca, denominado brandlover, alguém capaz de falar sobre a marca positivamente e fazer a tão procurada “publicidade do boca a boca”.

Como utilizar uma ferramenta de email marketing de acordo com esta estratégia?

O growth hacking procura incrementar de forma notória o nível de utilizadores com o mínimo de gasto e esforço.

O email marketing cumpre sempre com este primeiro requisito, é uma ferramenta de comunicação econômica e rentável, com um ROI de 4308%.

1- Envio de questionários de satisfação ao cliente

Os feedbacks dos clientes é sempre importante.

Com uma ferramenta de email marketing pode-se criar e enviar questionários de satisfação ao cliente. O FormBuilder é uma das extensões que a ferramenta de email marketing pode contar. Esta extensão é de uso gratuito, permitindo a possibilidade de criar formulários de inscrição, questionários e landings para as listas de contatos de forma rápida e prática.

Isto permitirá às organizações conhecer melhor os seus clientes, além disso de poder conhecer os “insights” necessários para melhorar os produtos e ter um melhor serviço de pós-venda.

2- Uso de botões na newsletter

Utilizar CTA (call to action): através de botões de “chamada para ação” que convertam, que alcancem esse grande passo de transformar um cliente potencial em um real. Como devem ser estes botões?

• Letras e fundo com contraste;
• Instruções claras e precisas como: “Eu quero”, “Clique aqui”, “Registrar-se”, etc;
• Devem estar localizados: no final do artigo, acima à esquerda onde os olhos dos nossos utilizadores estão (leitura ocidental) ou no meio do artigo.

3- Criatividade primeiro: Conteúdo que desperte curiosidade

Uma grande estratégia de email marketing emana criatividade. Desde o assunto, passando pelo preheader e chegando até ao corpo da mensagem, a originalidade deve estar presente, o conteúdo deve surpreender.

Seguindo a ideia do growth hacking, se a organização possui um blog, inicialmente deverá identificar os artigos que originam mais tráfego e começar a partilhá-los nas newsletters mensais. Com esta opção, as marcas conseguiram agilizar o processo de implementação de uma estratégia de email marketing e por fim atrair novos leitores.

Mais sobre Growth Hacking:

Growth Hacking: 10 técnicas de vendas para aumentar a conversão do seu e-commerce

O Dia dos Pais 2017 está entre as datas comemorativas mais importantes para o comércio eletrônico brasileiro, sendo superada apenas por ocasiões como o Natal e a Black Friday. Em 2016, segundo a Ebit a data movimentou R$ 1,76 bilhão em vendas e a projeção é de que esse desempenho seja superior neste ano.

Vendas no e-commerce devem crescer 10% no Dia dos Pais em 2017

Para aproveitar esse pico de demanda, listei 5 dicas que fazem toda a diferença na preparação da sua loja virtual para as vendas do Dia dos Pais:

1- Escolha produtos com potencial de vendas

Oferecer lembrancinhas já não é o melhor modo de agradar os pais. Em 2016 o tíquete médio (gasto médio) dos produtos vendidos pelo e-commerce na ocasião foi de R$ 441, conforme a Ebit.

Entre os presentes mais populares do período estão os eletrônicos. Itens como notebooks, câmeras digitais, celulares, tablets e mp3 players ocupam o topo do ranking de produtos mais vendidos em 2015, apontou uma pesquisa realizada pelo Mercado Livre. Em 2016, itens como tênis, barbeador elétrico e relógios foram os mais procurados.

E como é comum na maioria das compras, os consumidores iniciam a jornada procurando informações e comparando preços.

Um estudo divulgado pelo Google indica que nos primeiros dias de agosto cresce o fluxo nas categorias de varejo, com destaque para smartphones e calçados esportivos.

Com base nessas informações, a melhor estratégia é reforçar o estoque desses produtos e, ao mesmo tempo, oferecer preços competitivos ou descontos.

2- Prepare a loja para o aumento na demanda

Não é possível prever a demanda do seu negócio com exatidão, mas um bom planejamento pode fazer toda a diferença. Se a loja online está no ar há mais de um ano, vale verificar o histórico de pedidos dos anos anteriores para usar como uma referência.

Com base nessas informações é possível reforçar o estoque, comprando um volume maior de produtos. Isso permite uma negociação antecipada com os fornecedores, aumentando as chances de êxito. Também é possível preparar e ampliar a equipe de apoio para dar conta do aumento no número de pedidos, agilizando o preparo e envio das encomendas.

3- Faça uma seleção criteriosa de fornecedores

As compras realizadas no período de Dia dos Pais possuem uma forte carga emocional, já que se trata de um item que será dado como presente. Se o consumidor enfrentar algum tipo de problema, toda a frustração será projetada sobre a loja, prejudicando a reputação da marca. Isso exige do lojista uma postura mais criteriosa junto aos fornecedores para evitar falhas.

Em primeiro lugar, é necessário vender apenas produtos com alta qualidade. Deste modo evitam-se problemas como quebras e avarias ou mesmo a devolução do produto. Também vale a pena apostar em itens com um bom período de garantia. Isso deixa o consumidor mais confiante para finalizar a compra.

4- Escolha os melhores canais de venda

Na hora de fazer as compras de Dia dos Pais, a maior parte dos consumidores procura produtos nos sites das grandes redes varejistas. Isso gera uma oportunidade valiosa para os lojistas que aproveitam o potencial dos marketplaces.

Apostar nesse canal de venda cria a oportunidade de ampliar a abrangência geográfica do negócio, expondo os produtos para um número maior de clientes. Além disso, a venda nos marketplaces apresenta diversas vantagens que favorecem a gestão e o aumento do faturamento nas vendas online.

5- Envie os produtos dentro do prazo

As compras de Dia dos Pais têm data certa para entrega, portanto os atrasos são intoleráveis. O lojista precisa monitorar constantemente os pedidos, fazendo o embalo e despacho rapidamente. Os prazos de entrega também precisam ser realistas, de modo a não gerar frustração para o cliente. Caso algum problema aconteça, é importante comunicar o cliente rapidamente, apostando na transparência.

Também vale a pena apostar no overdelivering, oferecendo algum brinde ou vantagem, como uma mensagem personalizada ou um cupom de desconto. Isso ajuda a sustentar a reputação da loja.

Descubra o que é overdelivering e como aplicar agora em suas vendas

A precificação de produtos é um processo extremamente importante na vida de lojistas e empresários que desejam obter lucros de seus negócios e crescer de maneira sustentável. Vital para a vitalidade financeira da sua empresa, consiste em fazer uma profunda avaliação para identificar qual é o preço que alia competitividade, atratividade e lucratividade para o seu negócio. Falhar nessa tarefa de precificação de produtos, ou tratá-la com descaso significa perder desempenho e dinheiro investido no negócio. 
 
Nesse artigo especial, vamos ajudar você a entender o que é esse processo e como simplificar de maneira rápida e clara.  

Por que é essencial precificação de produtos? 

Então, antes mesmo de explicar o que é precificação, precisamos te dizer o quão ela é importante para seu negócio. Uma vez entendendo sua vital importância, só assim você dará valor o suficiente para esse processo. 
 
Processo? Sim, precificação não é simplesmente colocar seu preço multiplicado por dois em um guardanapo e esperar ter lucro no final do mês. Ela é um processo. Algo complexo de se trabalhar pois sempre deve estar sobre vigilância. Afinal, você tem concorrentes que fazem isso, o ato de gerir preços competitivos. Você também possui custos, comissões, impostos, taxas de cartão de crédito, débito, pagamentos que acontecem a vista, à prazo, que impactam diretamente sua estratégia de formação de preços.
 
Por que essa tal precificação é tão vital para meu negócio como um todo? De maneira simplificada, o preço é a representação financeira da proposta de valor do seu produto. Algo que engloba despesas, custos, margem de contribuição, concorrência, impostos, competitividade, etc. Ou seja, imagina se você somente pratica preços que acredita serem suficientes para ter um negócio lucrativo? Você estará atirando no escuro e esperando acertar sua conta azul no final no mês.  

O que é precificação? 

Precificação é estratégia. É a simples rotina de manter seus preços de acordo com sua vontade de crescer concomitante a concorrência do mercado. 
 
Mas o que devo levar em consideração para fazer uma precificação eficiente de produtos?  

Custo

Agrega todos os pontos necessários para fabricação/ aquisição de produtos, desde a matéria-prima, impostos, custos relacionados ao frete, mão de obra direta do produto, embalagem, brindes. 

Impostos e Comissões

Os impostos de nossa empresa, bem como as comissões que pagamos a vendedores, marketplaces e demais canais de venda, impactam diretamente em nossa precificação, uma vez que consomem parte do valor do preço de venda. Estes devem ser levados em consideração na hora de fazer sua formação. 

Taxa de Cartão de Crédito/Débito/Antecipação de Recebíveis

Além das comissões, é muito importante levar em consideração o quanto de taxa pagamos para as administradoras de cartão e métodos de pagamento.

Concorrência

Por mais que o preço deva ser formado analisando a sua estrutura de custos e lucro desejado, é importante estar de olho na concorrência para ter preços competitivos de forma a garantir suas vendas. Hoje, graças a internet e aplicativos, todo cliente está o tempo todo fazendo pesquisa de onde pode encontrar uma melhor condição de venda ou um desconto mais interessante antes de fazer sua compra. 

Posso tornar esse processo simplificado? 

Há diferentes estratégias interessantes de precificação de produtos que merecem ser citadas. A técnica de precificação muda conforme fatores como necessidade do negócio, sazonalidade, estoque, fatores climáticos, estação do ano, datas comemorativas, preços da concorrência, etc.
 
Para tornar mais simples seu entendimento, separamos algumas técnicas diferentes:  

Markup

Consiste na análise dos custos relacionados a produção, venda, atendimento, distribuição e publicidade de um produto acrescido da margem de lucro que se deseja obter. É a mais simples técnica. Alternativa para falta de conhecimento de gestão gerencial, e representa um grande risco ao empresário, pois não necessariamente um produto com um markup de 2 vezes representa 50% de lucro no fim da venda. Muitas vezes é bem menos que isso.  

Valor percebido

Nesse modelo de precificação de produtos, apelamos para precificar mediante ao PREÇO que o cliente vê baseado no valor que agregamos no produto comercializado.

Quando um produto ou serviço atende as expectativas e necessidades do consumidor, ao satisfazê-lo é possível estabelecer um elo de confiança e uma maior valorização do preço de venda. Existem diversas formas que o valor percebido pode impactar diretamente o preço de seu produto como: marca, atendimento, bom design, embalagem diferenciada.

Muitas vezes é arriscado pois não necessariamente seu cliente pode aceitar o preço fornecido sem antes sua marca ter a devida notoriedade para justificar o mesmo.

Análise da Concorrência

Um modelo muito usado por muitos lojistas é a precificação baseada em concorrência. Identificar o preço do concorrente e equiparar ou praticar um preço inferior. De todas as práticas de precificação, é a mais arriscada – uma vez que você pode acabar vendendo produtos no prejuízo. É muito importante, não só na análise de concorrência, mas no markup e valor percebido, aplicar o conceito da próxima técnica: a margem de contribuição

Margem de contribuição 

A margem de contribuição é a mais recomendada técnica para formação de preço. Ela determina o quanto “sobra”, dentro do custo de venda, após serem descontados custos e despesas variáveis. 
 
Mas como se calcula? A fórmula básica é Margem de contribuição = Valor de venda – Custos e Despesas variáveis diretas do produto (impostos, comissões, taxas). Ou seja, o lucro real da venda do produto.
 
É o melhor método flexível para formação de preços, pois permite que altere sua margem em períodos competitivos mas que ainda cobre custos.
 
Texto publicado anteriormente no site da Preço Certo.

O termo não é dos mais utilizados mesmo em agências de publicidade, mas a ausência da expressão no Brasil não impediu que as ações com influenciadores criassem um mercado milionário para blogueiras e youtubers.

O conceito não é novo, já estava presente nos estudos de Paul Lazarsfeld (obrigado Vera França) que defendia numa ideia de efeitos diretos que a comunicação de massa não influenciava diretamente os públicos, mas afetados os líderes de opinião, ou personalidades locais exerciam um poder de persuasão muito maior sobre eleitores/consumidores.

Basicamente:

“Marketing de influência consiste em engajar pessoas importantes para que elas divulguem sua marca, ou produto”.

Incorporar essas pessoas importantes em seu plano de comunicação e vendas tem entre algumas das muitas vantagens o poder de persuasão que essas pessoas exercem sobre seu cliente, que está muito mais propenso a ouví-los do que a ler um banner da sua empresa.

Segundo a revista Forbes, estratégias com influenciadores tem 2 vezes mais conversões que ações de publicidade convencional.

“Pessoas importantes” | Quem é o influenciador ideal para minha empresa

Se você leu esse texto pensando apenas em youtubers, ou blogueiros, estava indo para o caminho errado. Quem definiu quais são as pessoas importantes, ou influentes é o seu cliente e o influenciador ideal para a sua empresa é aquele que exerce maior influência sobre a decisão de compra dele.

Na maior parte das vezes, essa pessoa será um primo, um amigo, um vizinho… Você pode utilizar esse tipo de estratégia inclusive já pode ter sido impactado por algumas delas quando recebeu seu primeiro cupom de desconto da Uber, ou foi convidado para entrar no programa de milhas da Latam.

A vantagens de trabalhar com estes influenciadores específicos, ou micro-influenciadores está no baixo investimento para solicitar que um cliente seu divulgue sua marca, além da autenticidade do relato, que favorece a confiança de outros potenciais clientes.

Por outro lado, grande buzz de influenciadores de massa pode facilitar o trabalho deste influenciador local. Afinal será muito mais fácil convencer seu amigo a comprar algo que ele já conhece.

Como começar um trabalho com grandes personalidades?

1- Definição dos objetivos

Como toda ação de sua empresa, ou até mesmo da sua vida, o bom resultado começa com a definição de objetivos claros, específicos e realistas. Sem eles é impossível determinar o sucesso, ou fracasso da sua estratégia, ou mesmo executar o próximo passo.

2- Formação das listas | Casting

Para elaborar uma lista de influenciadores para sua empresa é interessante que você procure pessoas com a mesma persona que a sua. Busque por suas principais palavras chaves do seu produto ou serviço no Google, Facebook e Youtube; o ideal é usar as mesmas palavras que seu público iria usar para te encontrar.

Procure também lançar esses mesmos termos no Buzzsumo. A ferramenta irá te indicar os sites com mais compartilhamentos em uma determinada área.

3- Classificação dos parceiros

Formado um casting você deve fazer uma classificação elegendo os melhores para promover sua marca. Nele, você deve considerar principalmente:

  • Alcance do influenciador;
  • Poder de influência sobre sua persona;
  • Alinhamento com seu produto e valores da marca;
  • Ausência de parcerias com seus concorrentes;
  • Custos da parceria.

Como tudo em comunicação, não existe uma regra muito rígida e um influenciador que tem parceria com outra marca pode ser um parceiro explorado. Quem não se lembra da guerra Schin e Brahma por conta do Zeca Pagodinho?

4- Propostas de parceria e relacionamentos | Marketing de influência não é anúncio

Escolhidos os melhores influenciadores, não é para comprar um banner na home do site. O ideal é que seu produto, ou sua promoção esteja subscrita dentro do conteúdo de tal forma que seja difícil identificar uma separação entre a promoção e o texto do influenciador.

As melhores formas para se fazer isso são:

Sugestão de pautas

Propor ao digital influence que aborde temas ligados ao seu produto em seus textos, vídeos, ou outras peças de mídia.

Entrevistas

Faça uma entrevista para seus próprios canais de mídia com a personalidade e peça que ela compartilhe as peças.

Review de produto

Entregue um exemplar dos seus produtos para a web-celebridade e peça que ela faça uma avaliação e compartilhe com os fãs.

Todas essas modalidades de promoção podem ser orgânicas ou patrocinadas. Exceto pelo fato de ser patrocinado, não se difere muito do trabalho de um assessor de imprensa.

Tecnologias de Inteligência Artificial já estão presentes em praticamente todas as indústrias. Na Publicidade e no E-commerce isso não é diferente, e até mesmo a criatividade já pode ser replicada por máquinas.

A Inteligência Artificial (IA) facilita muito a vida dos comerciantes, isso é fato. Como reflexo, hoje já não existem muitas indústrias onde os robôs ainda não estejam presentes. Um anúncio recente da Coca-Cola, por exemplo, indicou que a empresa pretende usar bots para atividades como criar músicas para anúncios, escrever scripts, postar nas redes sociais e comprar mídia.

E esta é apenas uma das inúmeras iniciativas tecnológicas que estão em andamento e que nos mostram o quanto a revolução das máquinas está mexendo com a indústria da publicidade. E neste cenário de mudança, um questionamento recorrente é: qual será o futuro da força de trabalho humana?

Para se ter uma ideia, um novo relatório da PwC apontou que 38% dos empregos dos Estados Unidos serão substituídos por robôs ou algum tipo de Inteligência Artificial até o início de 2030. E embora possa parecer reconfortante pensarmos que características humanas como a criatividade e a empatia ainda são elementos exclusivamente nossos, experiências reais já nos mostram que a prática não é bem assim.

E as máquinas não apenas já competem com os seres humanos, como também os superam em inúmeras funções.

Analistas de dados ou algoritmos de autoaprendizagem?

Vejamos a indústria de comércio eletrônico, por exemplo. Existem inúmeras tendências que nós, humanos, conseguimos prever facilmente. Sabemos que a Black Friday, por exemplo, traz um crescimento de vendas incrível. De fato, análises da RTB House mostram que na Black Friday as campanhas são mais de 100% melhores do que a média. Além disso, as terças e quartas possuem conversões mais altas do que outros dias da semana – até 40% a mais do que no sábado.

Mas apesar de serem informações muito úteis para o planejamento das campanhas, o público real não funciona apenas com base nessas restrições simplistas. Os padrões de compra podem ser extremamente específicos e combinar critérios múltiplos.

É por isso que o marketing digital hoje é todo voltado para a segmentação individual, com anúncios moldados com base nos interesses e desejos mais pessoais de cada um. E, infelizmente, os seres humanos não conseguem perceber as mudanças mais sutis no comportamento de um comprador online. Já os robôs, não só identificam esses padrões, como fazem isso em tempo real e em larga escala.

Dados da RTB House com foco em retargeting personalizado também indicam que os algoritmos baseados em deep learning – um ramo altamente inovador de métodos de Inteligência Artificial que imitam o cérebro humano – podem responder a milhões de pedidos de compra e venda de anúncios por segundo.

Isso é, obviamente, muito mais do que qualquer ser humano poderia analisar. Além disso, as máquinas não dormem, o que lhes permite observar o mercado 24 horas por dia, sete dias por semana e ajustar suas atividades sempre que preciso. Assim fica difícil competir.

O planejamento de mídia subsidiado por máquinas

Ao longo dos últimos anos o planejamento de mídia mudou pouca coisa em seus fundamentos básicos. Porém, o número de indicadores que precisam ser analisados antes, durante e depois de uma campanha explodiu. Hoje, cerca de 2,5 quintilhões de dados são produzidos diariamente e, de acordo com o IDC, menos de 0,5% deles são coletados, analisados e, de fato, utilizados.

Nesse novo cenário, as atividades que formam a espinha dorsal de qualquer processo de compra e venda de mídia, incluindo relatórios, auditoria, verificação periódica, etc., já podem ser totalmente automatizadas, permitindo que os especialistas se concentrem puramente na estratégia e na criatividade. Além de obter informações altamente precisas, é possível analisar rapidamente os crescentes conjuntos de dados coletados.

No retargeting personalizado, por exemplo, as decisões sobre os produtos que devem ser exibidos nos anúncios geralmente são feitas em menos de 10 milissegundos – e isso é mais rápido do um piscar de olhos.

Por fim, a incorporação de algoritmos de autoaprendizagem possibilita analisar as pessoas individualmente, e não a partir de uma segmentação ordinária por grupos. Isso permite que os anunciantes comprem mídia considerando um cenário muito mais específico, sem aquela tradicional dúvida sobre onde um anúncio será colocado – agora a discussão é para quem o banner será mostrado.

Diretores de arte versus algoritmos

Por mais incrível que possa parecer, a Inteligência Artificial também está se fortalecendo para enfrentar o universo criativo. Recentemente a agência McCann-Erickson do Japão promoveu uma batalha interessante, colocando o primeiro robô Diretor de Arte do mundo, chamado AI-CD β, contra um homólogo humano, o Diretor Criativo Mitsuru Kuramoto. Ambos receberam a tarefa de criar um anúncio que seria julgado por votação popular.

Embora o computador tenha sido capaz de dirigir a peça publicitária com sucesso, analisando um banco de dados tagueado e também comerciais de TV antigos, a humanidade aparentemente triunfou nesse desafio. Kuramoto ganhou 54% dos votos populares em comparação com sua concorrente, a IA, que ficou com 46%. Mas temos que admitir que estamos muito próximos do empate.

Uma luz no fim do túnel

Somente o tempo nos dirá se a IA poderá se tornar ainda mais criativa e eficaz do que as mentes humanas, e como isso irá influenciar os locais de trabalho. Por enquanto, sabemos que a tecnologia felizmente também impulsionará o surgimento e o crescimento de muitos novos empregos – incluindo algumas categorias inteiramente novas.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, 65% das crianças que entram na escola primária hoje acabarão em empregos que atualmente não existem. Alguns papéis se tornarão extintos, outros serão criados. Mas no fim do dia, pelo menos no setor de marketing, é inegável que quando os algoritmos são capazes de aprender com os dados, definitivamente fica mais fácil para as marcas entenderem e se comunicarem de forma eficaz com os clientes.

Atualmente não dá mais para evitar, seja uma pequena ou média empresa, todo negócio precisa garantir sua presença na Internet. Se você não estiver lá o seu concorrente estará.

Loja Virtual, site ou blog: existe uma solução para cada necessidade

Dependendo do tipo de negócio e até mesmo a fase que sua empresa está você escolherá o tipo de presença digital, e pode ser que você precise utilizar mais de uma solução, como por exemplo criar uma loja virtual e um site institucional.

Uma coisa é certa ter uma presença digital é praticamente um certificado de existência.

Tenho certeza que você ao comentar sobre uma academia, um restaurante, um hotel ou outro negócio com seus amigos, a primeira coisa que fez foi procurar referências nos sites da internet, um pacote turístico ou informações nas redes sociais.

Já notou que muitas vezes você, familiares ou amigos mesmo inconscientemente já buscaram uma receita, um artigo, ou uma referência de algum serviço ou produto em blogs especializados?

Os blogs são como uma fonte riquíssima de informações sobre negócio, segmento de atuação das empresas, serviços e produtos, por isso dizemos que eles ajudam a criar autoridade, não é o nosso foco mais segue a dica para usar um blog com sua Loja Virtual:

  • Escrita menos formal conhecida como comunicação 1:1 (um para um);
  • Estilos de comunicação criam um forte relacionamento com seu público;
  • Empresas mesmo pequenas também precisam se aproximar de seus clientes e futuros consumidores.

Por fim, quantas vezes antes de você comprar um produto foi na Web pesquisar em 5, 6 ou 10 lojas virtuais a procura do melhor preço, de informações e até mesmo buscar outras opções em relação ao que buscava comprar?

Isso é muito cômodo, rápido e normalmente mais barato que uma loja física, por isso criar um e-commerce de qualidade é fundamental, sua empresa virtual precisa ter qualidade, não economize demais nisso.

Preço é bem diferente de valor

No final da década de 90, criar loja virtual era exclusividade das grandes empresas, as plataformas de desenvolvimento eram caras, a administração muito complexa e a falta de informações eram extremas.

Criação de sites então era um artigo de luxo, com o passar do tempo preços de hospedagem e desenvolvimento foram caindo, as plataformas foram ficando mais tecnológicas e o público-alvo com mais informações passou a perder o medo de comprar produtos e serviços usando a internet.

Com isso toda pequena e média empresa passou a ter condições de ter uma presença digital com a criação do seu e-commerce ou um blog ou um site.

Atualmente existem duas maneiras de criar o seu e-commerce, você pode utilizar uma plataforma que se denomina gratuita, pois você não paga pelo uso desta plataforma até uma determinada quantia de produtos ou acessos, e em contra partida você precisa aprender sobre como funciona a plataforma para montar seu e-commerce. Ter um certo bom gosto de layout e design, e conhecer sobre combinações de cores, fontes e mais algumas técnicas essenciais, o grande desafio é o tempo que isso pode demandar, semanas ou até meses.

A outra maneira é você utilizar-se de um profissional, agência ou uma franquia de loja virtual, normalmente esses profissionais farão todo o trabalho para você, utilizando ferramentas como WordPress, e-commerce da Shopify ou um programa próprio como o LigueSpeed (LS).

Independente da maneira que você escolher para criar seu e-commerce, avalie preço final do valor agregado.

Quer cobrar quanto? Cinco dicas para desenvolver sua estratégia de preço

A seguir vamos mostrar alguns pontos que você precisa ter ao criar seu e-commerce.

Divulgação do seu e-commerce 

A criação do seu e-commerce é o primeiro passo do seu projeto no mundo digital, tenha em mente que usuários buscam produtos e serviços nos motores de busca como o Bing, Yahoo, e Google o maior disparado de todos.

Em sua análise de qualidade x preço, mensure se você fará tudo sozinho ou se um empresa com cases de sucesso poderá lhe ajudar com os links patrocinados.

Para divulgar ainda mais o seu e-commerce, monte uma estratégia de campanhas sazonais em que as pessoas estão propensas em comprar e buscando novidades, isso se dá bastante em datas especiais como Natal, Dia das Crianças, Dia das Mães, Black Friday e muitas outras.

Números da sazonalidade no E-commerce brasileiro

Google AdWords é uma excelente opção

O AdWords tem muitas vantagens, determine suas metas e o AdWords poderá com certeza te ajudar, o AdWords é uma plataforma do Google que permite várias adaptações a fim de personalizar sua campanha – quanto investir, qual segmentação de público, quanto tempo, quais horários e muitas outras variáveis que você poderá ajustar com objetivo de ser o mais assertivo possível para sua campanha.

Leia mais sobre o assunto:

Porque investir em Adwords e SEO para aumentar a exposição dos negócios

Gere tráfego e atraia clientes

Ao utilizar o link patrocinado no AdWords, você poderá ainda selecionar palavras-chave e tópicos, selecione o tipo de público que você para seus anúncios e de forma online mensure e gerencie tudo.

Quando o anúncio chega nas pessoas certas, ou seja, usuários que querem comprar exatamente aquilo que você quer vender, sua loja virtual começa a receber um trafego de qualidade.

Além de você aumentar o tráfego para sua loja virtual, você tem mais possibilidades de conquistar mais clientes.

Sempre se coloque no lugar dos compradores, quais palavras chaves são as melhores, o que você precisa explicar sobre o seu produto, quais os diferenciais seu produto tem – por exemplo: Frete grátis para a região tal, N tempo de garantia, e assim seja mais especifico possível.

Dica – cuidado com a quantidade de palavras

Nos links patrocinados do AdWords para cada palavra-chave existe um valor que você pagará diferente e de forma individual, lembre-se disso.

Para você controlar melhor sua campanha e principalmente seu dinheiro de orçamento, e sucessivamente obter melhores resultados para sua empresa, comece com poucas palavras-chave (entre 5 e 10) e que tenham maior precisão para seu cliente comprar, vá ajustando e com o tempo essa lista pode crescer, mas fique de olho em seu orçamento.

Os anúncios são importantes

Produzir anúncios criativos e com experiência positiva é uma estratégia fundamental para sua loja aparecer bem aos consumidores.

Não foque apenas nas especificações técnicas do produto ou serviço, procure deixar claro quais os problemas seu produto ou serviço poderá resolver para o consumidor. Seja positivo e agradável, procure mostrar quais sensações de bem-estar o seu produto dará aos usuário, mas lembre-se seja sempre muito sincero.

Chamar a atenção no seu anuncio de forma positiva é fundamental.

Cada detalhe é fundamental para criar os melhores anúncios online

Esses são alguns pequenos detalhes de quem faz Marketing Digital todos os dias, e eles podem fazer muita diferença para o sucesso do seu e-commerce.

 

Marketing Digital é um bom investimento para meu e-commerce?

Qualquer empresário que já investiu em Marketing Digital com o parceiro certo, teve retorno, a curto, médio ou longo prazo dependendo de qual estratégia utilizou.

Normalmente links patrocinados é uma estratégia de curto prazo, lá um blog com otimização de sites é uma estratégia de médio para longo prazo, o fato é que todas tem o seu momento, valor e resultados.

Em comparação com a publicidade tradicional em TVs, o marketing digital ainda tem como vantagem preços acessíveis, flexibilidade de investimentos e muitas ferramentas de que permitem mensuração.

Comece investindo o que cabe no seu bolso depois compare os resultados, e vá aumentando os investimentos gradativamente!

Inbound Marketing – Vantagens da web para atrair mais clientes para seu e-commerce

“Não corra atrás das borboletas, cuide do seu jardim e elas virão até você”. Essa pequena frase traduz a essência do que é o Inbound marketing.

A metodologia tornou-se popular nos últimos anos e se baseia na essência das novas formas de consumo de informação, em que a borboleta, ou o cliente tem o poder de escolher qual conteúdo ela quer acessar e quando acessar.

Como se fazia antes do Inbound marketing? Corríamos atrás das borboletas

A técnica chamada de outbound, ou marketing de interrupção interrompia o fluxo de navegação do usuário e inseria a publicidade no meio da busca pelo conteúdo. Era o comercial no intervalo do jornal, ou o pop-up que se abria na frente de um conteúdo.

Essas técnicas ainda existem e se forem bem usadas podem trazer grandes benefícios para sua estratégia de inbound. Porém, em regra, são invasivas, geram repulsa no cliente e muito cara e desaconselháveis para sua primeira entrada no marketing digital.

Como eu faço agora? Cuide do seu jardim

Ir atrás do cliente não é indicado, então o ideal é que ele venha até você. Mas por que ele viria até você. Por que você tem algo relevante e de valor que é justamente o que ele procura, que pode ser o seu produto, mas se você quiser atrair muitos clientes, talvez não seja ideal começar falando sobre o que você faz.

“Inbound marketing não é sobre o que você faz, mas sobre o que você sabe”

Possivelmente, a maioria dos seus potenciais clientes ainda não cogitou comprar o seu produto. A depender do seu mercado, a maioria deles nem se quer sabe que seu produto existe. Então, antes de pensar em apresentar todos os atributos incríveis e o preço inacreditável é melhor entender o que o seu cliente deseja e como seu produto pode ajudá-lo.

Se você é dono de uma academia, por exemplo, deve possuir conhecimentos únicos sobre treinamentos e programas de emagrecimento. Então, antes de falar sobre a nova modalidade de treinamento funcional, ou hit, não seria melhor apresentar algumas dicas e técnicas para emagrecer? Veja só quantas pessoas pesquisam por isso no Google todos os meses.

Não plante um jardim onde não há borboletas

Não adianta colocar um outdoor em uma avenida na qual não passam carros, tampouco anunciar produtos eróticos em um programa religioso. Então, seja bem criterioso antes de escolher as mídias nas quais pretende divulgar sua marca. Não é incomum a criação de uma conta em uma rede social, ou lançamento de um site não servir para nada. Quantas não foram as empresas que correram para criar sua conta no Google Plus, ou no Vine?

Restrinja bem quem são os seus clientes em potencial e estude-os para saber como chegar até eles. Seja muito criterioso nesta etapa. A maior parte dos empreendedores tendem a pensar que qualquer pessoa é um cliente em potencial, que sua marca tem abrangência ampla e isso apenas prejudica toda a estratégia.

Pense bem quem é seu melhor cliente. Aquele com o maior tíquete, que compra com maior frequência. Chegue a um ou dois perfis no máximo. Aí sim, você começa a produzir conteúdo e divulgá-los em seu site e redes sociais.

3 coisas que vão acontecer com empresas que não usarem Inbound Marketing

Como aplicar inbound marketing em sua micro, ou pequena empresa

Acho que apresentei bem o conceito de inbound e espero que você já esteja convencido a utilizá-lo para atrair e encantar seus cliente. A pergunta é: como colocar minha empresa na internet da melhor forma e com o máximo de resultado em vendas? A resposta é tema do meu infográfico reproduzido abaixo.

6 passos para começar sua estratégia de marketing digital

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A grande diferença entre Inbound Marketing e Growth Hacking

Levantamento avaliou os produtos mais vendidos em mais de 120 mil itens cadastrados pelos cerca de 2 mil lojistas que utilizaram a plataforma de marketplace nos últimos 12 meses

O levantamento do que é vendido pelo Olist, composto apenas por produtos que podem ser enviados pelos Correios, dá uma amostra significativa do que é comercializado em marketplaces de um modo geral.

A ideia é ajudar os lojistas a responderem uma pergunta muito comum na hora de escolher o que comercializar nos marketplaces: como identificar produtos e categorias com bom potencial para manter o fluxo constante e gerar lucros?

Essa é uma dúvida que surge sempre, pois ficar com produtos encalhados é o grande pesadelo da maioria dos lojistas. Além do capital imobilizado, essa situação também representa custos de manutenção do estoque, comprometendo a rentabilidade do negócio.

Vale ressaltar que esta é uma visão dos últimos 12 meses, e com os lançamentos de versões mais novas de alguns dos aparelhos citados na lista, certamente modelos mais recentes serão favorecidos.

Além disso, falando em futuro, categorias como celulares, eletroportáteis, videogames e a “novata” drones, devido à popularidade crescente e ao baixo custo de alguns modelos, devem continuar liderando as vendas nos próximos meses.

A partir da lista, fica também evidente como marketplaces promovem vendas de produtos tipicamente de cauda longa, como é o caso do 2º e 8º colocados.

Ranking Olist dos 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

Mais uma vez a ideia desse artigo veio em função de experiências vividas, repetidas vezes.

Recentemente um cliente comentou “…contratei um cara muito bom para trabalhar as nossas redes sociais, mas tive que demitir… ele não sabe escrever. Eu escrevo melhor que ele.”

O portal UOL Educação publicou no ano passado “No Brasil, apenas 8% têm plenas condições de compreender e se expressar…”[i], onde comenta alguns resultados sobre o aumento do analfabetismo funcional em nosso país.

Pois é, a maioria dos brasileiros, sem exagero, não tem capacidade de expressar-se. O que é ótimo para um ambiente político-social excludente e péssimo para os negócios.

O ser humano é um ser social, ou seja, ele se reconhece plenamente quando em interação com o outro. Alguns dizem que homem é um produto do meio, outros que ele é o criador do seu ambiente. Não querendo entrar nessa discussão agora, em qualquer um dos casos a comunicação tem um papel fundamental.

A internet nos possibilitou coisas inimagináveis até então, a socialização do conhecimento, em função da redução do limite imposto pelas barreiras geográficas e da conexão com os fatos em tempo real, é apenas uma dessas facilidades. E uma das consequências mais visível foi o aumento da nossa pressa, do nosso imediatismo. Isso nos levou a criar um “idioma” paralelo, repleto de figuras, expressões, analogias, reduções etc. (blz, vc, bj, abs… :-D, <3, K, J…). Para quem se comunica bem, ótimo, é mais uma ferramenta disponível. Mas para quem já não sabia o básico, resta apenas virar número de estatísticas desalentadoras.

Por vários aspectos (logística, abrangência, mensuração, custo, resultados…), hoje o Inboud Marketing tornou-se uma alternativa muito mais atrativa, face ao marketing tradicional (Outbound). Porém, ao contrário deste, sua premissa é a atração do cliente, o que implica a criação e disponibilização de conteúdo relevante para o seu público. E é aí que a coisa complica.

Tecnicamente falando, tem muita gente fantástica no domínio de ferramentas digitais e afins, mas sem a menor capacidade de produzir conteúdo. Aí, nas conversas com alguns colegas, professores de faculdade, fica fácil entender a dificuldade, ainda maior, de uma geração habituada ao Ctrl+C/Ctrl+V.

A produção de conteúdo realmente relevante pressupõe a compreensão dos fatos, da vida, do mundo… e supõe comparação, análise, crítica, posicionamento, conclusão, enfim, uma real contribuição.  

A falta de domínio da língua causa prejuízos de forma democrática, tanto ao emissor quanto ao receptor. Certa vez, participava de uma banca responsável por fazer a avaliação dos “cases” empresariais concorrentes a um prêmio de gestão bastante conhecido. Um dos finalistas quase foi desclassificado por ter usado em seu relato um termo de forma equivocada e que mudava todo o sentido da mensagem.

Deslizes gramaticais no dia a dia, licença poética, informalidade com quem se conhece ou na língua falada, tudo bem, é perfeitamente aceitável. Guardadas as devidas proporções, de uma fala adequada a cada público-alvo, e apesar de saber-se que a língua é algo vivo e, por isso, evolui, o idioma deve ser conhecido e preservado.  

Por exemplo, temos algumas ocorrências tão corriqueiras que acabaram quase se institucionalizando. É bastante comum vermos anúncios de grandes empresas, fala de profissionais conhecidos e até em mídias de massa, coisas como “maiores informações”, “a nível de”, “assertivo” usado como sinônimo de acertado, baixa estima, quando quer se referir à “baixa autoestima”, e por aí vai.

A solução?

Não tem saída, é estudar e exercitar!

Como?

Uma das melhores formas que conheço é a leitura. E se for uma leitura crítica, melhor ainda. Pois, podemos usar a tecnologia a nosso favor, usar o corretor, elaborar processos ou criar novos aplicativos, para quase tudo, mas automatizar a nossa expressão é algo que ainda não foi inventado.

Então mãos à obra.

Boa leitura!


[i] Referência: UOL Educação

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