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Oba!! Tô vendendo em um marketplace. Agora vai! Será?

Vários clientes e alunos tem nos questionado sobre como responder às demandas jurídicas que enfrentam nos marketplaces. Embora sejam eles os vendedores, não é incomum o consumidor, respaldado no CDC, acionar apenas o próprio marketplace, deixando de lado o real interessado na demanda que é o comerciante, o verdadeiro vendedor daquela compra.

O marketplace, sem sombra de dúvidas, tornou-se o principal canal de vendas no e-commerce brasileiro nos últimos 3 anos, sendo utilizado pela maioria dos pequenos lojistas virtuais que aproveitam o alto volume de visitas desses grandes “shoppings on-line” para vender seus produtos.

Tudo muito bom, até aparecerem as primeiras demandas judiciais dos consumidores. O nosso Código de Defesa do Consumidor diz que, qualquer pessoa ou empresa que tenha participado da cadeia de fornecimento ao consumidor é responsável solidária pela venda em si em caso de demandas judiciais, ou seja, tanto o comerciante como o marketplace respondem e são responsabilizáveis em caso de processos na justiça. Entretanto, é escolha do consumidor quem ele efetivamente vai processar. Pode ser somente o comerciante… Apenas o marketplace, ou os dois ao mesmo tempo.

Ao acionar apenas o marketplace, o consumidor sabe que, pelo menos em tese, tem uma maior chance de ter sua indenização garantida em caso de sucesso no processo, pois sabe estar lidando com uma grande empresa.

O marketplace, por sua vez tem, contratualmente, a garantia de repassar ao comerciante que efetuou a venda as despesas judiciais, extrajudiciais e condenações que sofrer.

O Comerciante, nesse caso, fica sujeito à defesa feita pelo marketplace, que, na maioria das vezes é deficiente por ser feita em grande escala e não ter acesso às informações peculiares de cada caso, que, bem da verdade, somente o comerciante costuma ter.

Por experiência, sabemos que de pouca valia é o sistema de atendimento ao cliente dos marketplaces nessas situações, pois em poucas situações, vemos tais informações sendo utilizadas por eles nos processos.

Grandes escritórios atendem os grandes marketplaces, com defesas padrões para determinadas demandas. Mas infelizmente não conseguem pormenorizar e individualizar cada caso como deveriam, pois a informação precisa de cada caso é fundamental para que o Juiz possa decidir corretamente e isso, como acabamos de citar, na prática, deixa muito a desejar.

Dentro desse cenário, conseguimos ver claramente o problema enfrentado diante de repetidas demandas de consumidores e repetidas defesas genéricas. Teremos, inevitavelmente, repetidas sentenças condenatórias.

Tal ciclo, tem trazido aos comerciantes que utilizam os marketplaces sérias despesas, muitas vezes decorrentes de má-fé dos consumidores, que afetam diretamente sua operações. As condenações que são dadas pelos juízes, são dadas com o objetivo de equilibrar as relações entre uma grande empresa “marketplace” e o consumidor “hipossuficiente”.

Não contempla o magistrado que esta despesa estará sendo repassada, muitas vezes, para o pequeno comerciante que simplesmente não terá como arcar com tal condenação sem afetar diretamente sua operação e, até mesmo sua subsistência.

A Lei 9099 (juizados especiais), não aceita a intervenção de terceiros, ou seja, a grosso modo, caso somente o marketplace seja acionado, o comerciante não poderia intervir no processo. Nos resta como saída, a tentativa de entrar no processo junto ao marketplace.

Porém, alguns juízes são avessos à essa medida, sob a alegação de dificultar a ação do consumidor. Particularmente, discordamos de tal posicionamento, pois a entrada do comerciante na lide é o único meio seguro de termos em mãos as reais e úteis informações para o processo.

Como a maioria das demandas consumeristas são feitas em Juizados Especiais Cíveis, o comerciante que será afetado pela condenação, se não for citado no processo, só pode rezar para que a bomba que vai estourar em seu colo seja pequena.

Como proteger meu pequeno e-commerce em um marketplace?

Recentemente, em vista de tantos problemas com clientes nossos que operam nos marketplaces, conseguimos uma parceria com um grande player do mercado, na qual, mesmo sem que nossos clientes sejam citados, conseguimos participar do processo proporcionando uma defesa personalizada para o comerciante, e dando ao magistrado uma real visão do caso em si.

Diante dessa nova realidade, não nos parece ser outro o caminho ideal, senão uma afinada parceria entre o jurídico do marketplace e os advogados dos pequenos comerciantes que operam nesse ambiente para que auxiliem a justiça no entendimento do modelo de negócios que mais cresce no ambiente digital.

A solução invariavelmente passa pela necessidade da participação do comerciante na Demanda. A inclusão do real vendedor no processo dá ao Juiz a oportunidade de conhecer os fatos, pessoas, empresas e reais circunstâncias que deram origem ao processo, podendo dessa forma tomar a decisão mais adequada e proporcional a cada caso.

Foi criado há aproximadamente 1 ano, nas redes sociais, o Grupo de Advogados do E-commerce, que conta hoje com mais de 400 advogados, atuantes na área do e-commerce, espalhados pelo Brasil. Isso os permite ter sempre posições atualizadas e intervenções altamente focadas em cada juizado acionado, pois trabalham com colegas que atuam diretamente nessas regiões e que já sabem como pensam e agem os magistrados de cada área.

Ainda é cedo para prever como se comportarão e quais os efeitos práticos desses processos, mas uma coisa é certa: Precisamos unir forças e conhecimento para viabilizar a diminuição dos números e efeitos de tantas demandas que refletem diretamente no caixa dos pequenos comerciantes

Caso contrário, não serão raros os que quebrarão diante do atual modelo de negócio.

São muitos os fatores que podem influenciar a decisão do consumidor fechar (ou não) uma compra na sua loja virtual. Ter confiança na sua marca é importante, assim como encontrar boas condições de pagamento e de entrega. Mas o mais importante para garantir que a venda seja realizada na sua loja e não na de seu concorrente é mexer com a emoção do consumidor.

A psicologia por trás da Percepção de valor

Existem alguns gatilhos mentais certeiros na hora de convencer o cliente a efetuar uma compra: você pode apelar para o senso de urgência, alegar exclusividade ou apresentar as últimas unidades de um produto, mas nada supera a eficácia de oferecer uma vantagem real para o consumidor. Quando o ser humano acredita que está fazendo um grande negócio, a conversão é quase certa.

E é aí que entram os cupons de desconto.

Ao publicar um cupom de desconto, você oferece a possibilidade do consumidor adquirir um produto (que muitas vezes ele nem precisa) por um preço abaixo do normal. E a possibilidade de fazer economia é simplesmente irresistível.

Os benefícios dos cupons de desconto

Oferecer cupons de desconto traz uma série de benefícios reais para a sua empresa. Confira alguns deles:

Os cupons de desconto podem viralizar

Nossa tendência ao saber de boas novidades é compartilhar com os amigos. Ao oferecer um cupom de desconto realmente benéfico, você tem grandes chances de ver esse conteúdo viralizar e atrair novos clientes para seu e-commerce. Também é importante lembrar que os cupons de desconto costumam ser compartilhados em grupos e blogs especializados, o que aumenta o impacto virtual da sua marca.

Os cupons de desconto podem alavancar as suas vendas

Ao criar o seu cupom de desconto você pode determinar as regras do jogo. Se você deseja aumentar o tíquete médio, basta estipular um valor mínimo para o desconto.

Se o objetivo é acabar com o estoque de determinado produto, o cupom pode ser válido apenas na compra do mesmo. Trace metas para as suas vendas, e elabore o seu desconto a partir disso.

Os cupons de desconto diminuem as taxas de desistência no carrinho

Quando o cliente visualiza o impacto do cupom de desconto no carrinho, as chances dele desistir de efetuar a compra diminuem consideravelmente. Dessa maneira, diminuem seus investimentos em remarketing e você pode focar seus esforços em atrair novos clientes.

Você pode mensurar facilmente o resultado dos cupons de desconto

Com a ajuda do Google Analytics e de outras ferramentas, você pode visualizar facilmente o resultado do seu cupom de desconto e o impacto que ele causou nas suas vendas. O mesmo vale para as redes sociais: é muito fácil determinar o alcance dos seus posts a respeito do cupom de desconto.

Os cupons de desconto fidelizam o cliente

A sensação de ter feito um bom negócio é tão satisfatória que a sua empresa certamente causará uma boa impressão. São grandes as chances de que o cliente volte a buscar o seu e-commerce na hora de fazer novas compras!

Alguma dúvida de que os cupons de desconto são um excelente negócio para a sua empresa? Use a caixa de comentários para compartilhar sua experiência ao utilizar cupons de desconto na sua estratégia de marketing!

Fonte original da pesquisa: Vouchercloud.

Para manter a consistência nas vendas, é fundamental aproveitar novas oportunidades de venda. E uma das ocasiões mais próximas é o Dia dos Namorados 2017.

No ano passado, os 15 dias que antecederam a data movimentaram R$ 1,65 bilhão apenas no comércio eletrônico, indicam dados da Ebit. Na comparação com 2015 houve crescimento de 16% em faturamento. O tíquete médio dos pedidos foi de R$ 410, com mais de 4 milhões de pedidos registrados no período.

Vendas online crescem 16% no Dia dos Namorados 2016

Aproveitar a data para conquistar mais vendas é mais simples do que parece. 

1- Observe as categorias e padrões de consumo

Aqui o segredo é observar tanto as tendências de consumo como os padrões de compra na sua loja. Conforme a Ebit, as categorias mais populares no Dia dos Namorados 2016 foram: Livros/ Assinaturas e Revistas; Eletrodomésticos; Telefonia e Celulares; Moda e Acessórios; e Casa e Decoração.

O sucesso destas categorias no ano passado fornece boas pistas de que esses produtos também podem apresentar boa procura em 2017. Portanto, vale a pena reforçar o estoque dessas categorias na sua loja.

Paralelamente a isso, também vale a pena avaliar o padrão de comportamento dos seus clientes no ano passado. Ocorreu um aumento na venda de determinados produtos que tenham relação com a data? São itens de compra recorrente, como perfumes ou cosméticos? Outros consumidores podem ter a mesma ideia de presente neste ano.

2- Ofereça descontos e brindes, como embalagens especiais

Não basta oferecer produtos alinhados com o desejo dos clientes se os preços de venda são pouco competitivos. Por essa razão, é interessante oferecer descontos ou benefícios para atrair mais consumidores.

Uma boa estratégia para conseguir preços mais baixos é reforçar os estoques. Assim é possível comprar um lote maior junto aos fornecedores, barganhando descontos. Outra saída é compor kits de produtos, garantindo um valor de frete mais competitivo.

Outro diferencial para a ocasião é a oferta de brindes. Oferecer uma embalagem especial ou um cartão temático sem custos para o consumidor pode ser o suficiente para gerar mais conversões.

3- Reforce os estoques e otimize a logística

A pontualidade nos envios deve ser uma obrigação constante nas vendas online. Mas nas sazonalidades isso se torna ainda mais importante.

Os consumidores simplesmente não toleram atrasos na compra de produtos que serão dados como presentes. Por isso, é fundamental apresentar prazos de envio realistas com a capacidade operacional e de estoque do negócio.

Faça uma avaliação crítica da operação da sua loja e identifique se há pontos de melhoria. Lembre-se que existe 4 pilares básicos nessa operação: faturamento, picking, packing e postagem. Não hesite em contratar profissionais extras caso sua equipe esteja sobrecarregada.

4- Inicie as campanhas de divulgação o quanto antes

Se você já tem produtos relacionados ao Dia dos Namorados para venda, comece as campanhas de divulgação hoje mesmo. Isso permite que você enfrente menos concorrência e teste várias estratégias de divulgação.

Aposte em ações como o e-mail marketing para enviar e-mails divulgando promoções e benefícios. E não deixe de incluir as redes sociais e demais canais de comunicação na execução dessa estratégia.

5- Aproveite o potencial dos marketplaces

Para aproveitar todo o potencial do Dia dos Namorados também é interessante investir na diversificação de canais. Nesse cenário os marketplaces surgem como uma excelente opção.

Os sites de todas as grandes redes varejistas digitais brasileiras promovem campanhas de divulgação específicas para a data. Deste modo sua loja pode atingir uma audiência muito maior, ampliando as oportunidades de venda.

Quer acompanhar todas as oportunidades de venda online do ano? Então baixe agora mesmo o Calendário do E-commerce 2017.

Investir em Inbound Marketing não é mais uma questão de estar à frente dos concorrentes: é uma obrigação para um negócio se manter. O Inbound Marketing é um conceito que envolve diversas ações de marketing, sempre focando a comunicação do produto e a construção de um relacionamento com os usuários que chegam até a sua marca.

Utilizar a estratégia de Inbound Marketing permite enxergar todas as pessoas que podem vir a se tornar clientes e se comunicar com cada uma delas de maneira diferente. Com isso, você vai saber exatamente o que oferecer de acordo com o momento, para que o público veja a marca como referência, já que ela consegue suprir as necessidades dele.

Lembrando que são necessárias algumas ferramentas para gerenciar os leads – que são os contatos qualificados de uma pessoa (ou empresa) que demonstra interesse através de algum meio em algum produto ou serviço. Para alertar as empresas, destaco 3 consequências que acredito que vão ocorrer com as empresas que não investirem nestas estratégias.

1- Perda de espaço na internet

Como as técnicas de Inbound Marketing são responsáveis por manter a marca presente na internet e sendo vista por aqueles que importam, que são as pessoas interessadas na área, a falta de investimento vai fazer com que a marca pare de ser vista.

Além de não ser encontrada pelos termos de busca, ela vai perder espaço para os concorrentes que fizerem o investimento primeiro, a concorrência é cada vez maior. Além disso, esse investimento permite destacar-se em nichos específicos, o que permite uma diferenciação dos concorrentes.

Ao perder espaço na internet, e considerando que estar presente no ambiente online é imprescindível, a marca perde sua força em todos os ambientes.

2- Queda no valor da marca

Já se foi o tempo em que o valor da marca era dado apenas pelas estratégias de publicidade. Vivemos na era em que o conteúdo dita as regras. Assim, as marcas precisam oferecer informação e experiência aos usuários, e isso só é possível com o investimento em Inbound Marketing.

Mais do que tudo, as marcas precisam entender que as pessoas não querem saber apenas sobre os produtos ou serviços. Essas pessoas precisam de ajuda, com conteúdo simples e objetivo, que agregue valor de verdade no dia a dia.

Caso contrário, ele explica que a percepção de valor da marca passa a ser menor e pode perder para a concorrência.

3- Estagnação

O Inbound Marketing é o grande responsável pelo crescimento de qualquer empresa, seja qual for o segmento e o foco dela. A empresa que não estiver voltada a nutrir os leads tende à estagnação, e no mercado atual, estar estagnado é o primeiro passo para a crise. Não é só o faturamento e o crescimento da empresa que estão em jogo, mas o valor da marca e o posicionamento da empresa.

Não se trata mais de sair na frente. Com as mudanças rápidas do mercado, já é uma questão de não ficar para trás.

Você já sabe o que é SEO, ok. Mas como iniciar a aplicação dessas técnicas no meu site?

É uma dúvida comum que enfrento em meu dia a dia. São diversos clientes perguntando como funciona na prática e o que pode ser feito internamente para acelerar os resultados. Bom, se fosse fácil, não haveria tantas startups e ecommerces investindo cada vez mais em Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, duas metodologias baseadas em SEO.

A questão é que não basta querer ser um site otimizado. É preciso saber fazer.

E há alguns pormenores que devem ser observados para que os resultados sejam atingidos dentro do prazo e sem aumentar ainda mais os custos. Se você está disposto a fazer a otimização do seu site, esse é um guia completo com tudo o que você precisa fazer para montar uma lista de ações completa.

Como quero ser prático, nem vou me alongar mais. Vamos direto ao ponto. Aos pontos, aliás. Nesse artigo citarei as melhores práticas e estratégias de SEO On-page e Off-page para você dar os primeiros passos.

Fiz com muito cuidado e baseado nas dúvidas mais comuns de clientes.

Espero que gostem, de verdade!

SEO On-page

SEO On-page é tudo aquilo que pode ser feito internamente para otimizar seu site.

Isso quer dizer: estrutura HTML, conteúdo, tags, imagens, landing pages, listas de palavras-chave, otimização, meta description, etc.

Você deve estar atento a muitas coisas para não deixar nada passar. Por isso, nesse conteúdo, irei direto ao ponto, citando todos os fatores que você deve por em seu checklist para ter um site totalmente otimizado em SEO.

Vamos lá!

1. Pesquisa de palavras-chave

Ranquear nas palavras-chave importantes para suas personas é a primeira etapa do planejamento SEO. É nesse momento em que você delimita seu público e faz com que seu conteúdo seja encontrado apenas por quem potencialmente pode chegar até a outra ponta da jornada de compra. Ou seja: possíveis consumidores da sua empresa.

Mas como fazer essa pesquisa de palavras-chave na prática? Irei explicar!

Primeiro, você vai precisar de uma boa ferramenta de pesquisas. Um lembrete: provavelmente, caso você tenha planos ambiciosos, terá que investir em uma ferramenta paga. Sendo bem sincero, caso você faça um trabalho competente, é um investimento que irá se pagar em menos de um ano.

Continuando.

Encontrando as palavras-chave ideais

Nessa etapa, recomendo sem medo o Keyword Planner, do Google Adwords.

Para sua surpresa, é de graça. Você só precisar ter uma conta do Analytics em seu site para usá-lo.

A pesquisa funciona de forma muito simples. Você digita um termo específico para pesquisar e a ferramenta lista milhares de termos relacionados que usuários do Google costumam utilizar em suas pesquisas.

Por exemplo: digite “pisos de borracha”. Os resultados serão: “pisos emborrachados”, “o que é piso de borracha”, “onde comprar piso de borracha”, “piso de borracha para academia”, etc.

Além das palavras, como ferramenta de SEO que se preze, o pesquisador de palavras-chave do Adwords também indica a concorrência do termo para ranquear bem, o volume médio mensal de buscas e o CPC – custo por clique – para criação de anúncios.

Na imensa maioria dos casos, o Keyword Planner irá quebrar seu galho.

No entanto, caso você não tenha uma ideia de palavra-chave por onde começar, serão necessárias outras ferramentas.

Outra gratuita fornecida pelo Google é o Webmaster Tools ou Google Search Console.

Essa ferramenta faz um raio-x completo do seu site. A grande vantagem, para quem não tem um ponto de partida, é saber por quais palavras-chave os visitantes chegam até sua página.

Ela te dá uma lista completa, das palavras que trazem mais tráfego até os termos que trazem menos.

Obviamente, você deve reforçar seu foco em se posicionar ainda melhor nos termos que lhe trazem mais visitantes. Aproveite para jogar esses termos no Adwords e observar o potencial deles: se uma palavra que tem 1000 buscas por mês atualmente lhe traz 100 acessos, seu primeiro esforço deve ser melhorar seu posicionamento nela, para que consiga até 300 acessos, por exemplo.

Essas duas ferramentas devem bastar para uma listagem inicial de palavras-chave.

Mas para refinar o trabalho e ampliar seus horizontes, não há como abrir mão de ferramentas como SemRush e Moz. O diferencial delas é fornecer dados completos sobre as palavras-chave utilizadas por concorrentes diretos e indicar todos os dados possíveis sobre esses termos.

Dificuldade de indexação, volume de buscas, CPC, concorrência, posicionamento do seu site na palavra-chave, posicionamento dos concorrentes, etc. Quer dizer: o mínimo que você precisa fazer para montar uma lista de palavras-chave a serem trabalhadas nos conteúdos do seu site é indexar em todos os termos que seus concorrentes estão.

Claro que você não precisa focar em todas ao mesmo tempo. Felizmente, ao indicar a url do site concorrente, é possível descobrir as palavras que mais trazem tráfego ao site. Dê prioridade a elas no início do seu planejamento de SEO e depois expanda seu raio de alcance. É sempre importante lembrar que o planejamento de persona é fundamental aqui.

Já aconteceu comigo de me preocupar tanto em ranquear nas mesmas palavras do concorrente, que acabei caindo no mesmo erro deles. Às vezes, o público pesquisa por algo totalmente diferente no Google e nem eu, nem eles, conseguíamos atingir essas pessoas.

Por isso, não siga seus concorrentes cegamente. Copie seus acertos e busque descobrir suas falhas, para transformá-las em uma vantagem do seu negócio.

Faça a pesquisa das palavras-chave que os concorrentes estão bem indexados, sim. Mas depois faça a sua!

2. Crie conteúdo otimizado

Agora que você já tem a lista de palavras-chave, hora de partir para o conteúdo. Isso quer dizer: produzir novos e otimizar os que você já tem.

Como produzir um conteúdo otimizado em SEO? Sendo relevante para o público e o Google. A melhor forma de conseguir um bom posicionamento é produzindo um conteúdo melhor do que os seus concorrentes. Mais informativo. Mais bem escrito. Mais otimizado.

Há alguns anos atrás, era mais fácil “forçar a barra” para conseguir o primeiro lugar do resultado de buscas. Repetir “mil” vezes a palavra-chave no conteúdo era um dos truques que formavam o “black hat SEO”.

No entanto, visando refinar sua pesquisa e oferecer mais qualidade aos usuários, o maior mecanismo de buscas do mundo tratou de sofisticar seus robôs. Há uma série de fatores que são levados em conta, além da utilização das palavras-chave.

Vamos citar os principais.

Crie conteúdo com mais de 1500 palavras

Atualmente, os primeiros resultados para as buscas são conteúdos com entre 1500 e 2000 palavras. É uma forma dos robôs do Google descobrirem se o texto é aprofundado sobre o assunto.

Portanto, sabe aquela estratégia que você já deve ter ouvido falar, de produzir um calhamaço de textos pequenos e curtos, utilizando o maior número de palavras-chave possível?

Ainda dá certo. Em curto prazo. Em longo prazo, pode dizer adeus às suas tentativas de indexação. Mas você pode argumentar? Então basta utilizar um gerador de caracteres para textos longos e pronto? Não!

O fato do texto ser longo permite que você utilize outros headlines – subtítulos – ao longo do texto e termos referentes ao assunto. São justamente esses termos específicos que dizem ao Google sobre o que aquele conteúdo trata.

Quanto mais longo e bem escrito, provavelmente maior a variedade de palavras relacionadas usadas ao longo do texto, certo? É aí que esses materiais se diferenciam. O sistema de avaliação do Google identifica esses termos. Você ganha pontos com isso.

Caso seu conteúdo seja bom, provavelmente as pessoas ficarão mais tempo em sua página, irão comentar e compartilhar seu material.

É a união entre esses dois fatores – a otimização para o Google e a qualidade para o público – que farão seu conteúdo conquistar um bom posicionamento, em conjunto com os outros tópicos que abordaremos a seguir.

3. HTML e formatação

A estrutura do site também é um fator primordial no SEO.

Suas páginas precisam ter tags de títulos (H1, H2, H3, etc), alt text para imagens, meta description, urls inteligentes, compatibilidade para dispositivos móveis, tempo de carregamento rápido e certificados de segurança.

Title tags

As tags de título indicam sobre o que seu conteúdo se trata. É por essa hierarquia que os robôs do Google leem os textos do site.

Por isso é fundamental que o H1 contenha a palavra-chave. Da mesma forma, os headlines (H2, H3, H4, H5, etc) devem ser vários e incluir os principais termos relacionados.

Assim o Google percebe do que o texto se trata e o aprofundamento dele.

Alt text para imagens

O alt text nada mais é do que o texto que aparecerá caso a imagem não carregue. Se para o leitor o que importo é a imagem, para o Google a única forma de lê-la é através do alt text.

Por isso também é fundamental que pelo menos uma das imagens do conteúdo contenha a palavra-chave. No entanto, as outras devem ser o mais descritivas possível.

Exemplo: um blog post sobre “10 dicas de alimentação saudável”. O alt text da imagem capa pode ser “lista de dicas de alimentação saudável”. No entanto, caso o restante sejam fotos de tomates, verduras, alimentos saudáveis e orgânicos, o ideal é você utilizar exatamente essas palavras na descrição.

Assim o Google também saberá que são termos relacionados e seu conteúdo ganhará credibilidade.

Meta description

A meta description é aquele texto que aparece abaixo do título do conteúdo nos resultados das pesquisas. É fundamental que seu meta description seja “vendedor”. É sua chance de conquistar o leitor. A dica é ir direto ao ponto e entregar tudo o que o conteúdo irá comentar.

Caso você não tenha ideia, mais uma vez, recorra à concorrência. Veja as meta descriptions dos primeiros colocados, ofereça tudo o que eles dizem ao leitor e algo a mais. E não esqueça de inserir a palavra-chave sempre!

URLs inteligentes

A URL da página também deve conter a palavra-chave. É essencial.

Não precisa ser muito longa, com o título inteiro do blog post. Simplifique e utilize apenas a palavra-chave, quando possível.

Design responsivo

Bem mais da metade dos acessos à internet são feitos por smartphones. Portanto, cada vez mais o Google considera o desempenho de sites nesses devices para checar se são confiáveis.

O Google Webmaster Tools, que já comentei aqui, também faz um raio x da performance responsiva do seu site. Ele indica os erros, para que você possa corrigi-los. Certifique-se que seu site seja mobile friendly.

PageSpeed

O tempo de carregamento das páginas também é um fator considerado pelo Google para avaliar a qualidade do site.

Utilize a ferramenta gratuita de análise Website Grader para verificar se o page speed do seu portal é aceitável e quais melhorias podem ser feitas. Você só precisa colocar a url da sua página e preencher um formulário bem curtinho.

A análise é bem completa, embora algumas funcionalidades para melhoria imediata só sejam possíveis com a versão paga. No entanto, você consegue fazer isso com sua equipe de desenvolvimento sem problemas.

Imagens pesadas e excesso de código são os motivos mais comuns para deixar a entrada na página muito lenta, o que afasta muitos, muitos mesmo, visitantes.

Certificados de segurança

Recentemente o Google também passou a valorizar sites com certificados SSL ou HTTPS.

São garantias que dão um certo trabalho para conseguir – são pagas também, mas muito bem-vistas pela plataforma. Em uma semana você consegue implementar essa nova url, o que também traz mais segurança para seus usuários, sobretudo no caso de e-commerces.

É muito mais fácil implementar o certificado de segurança em sites que ainda estão sendo construídos, pois a quantidade de urls é bem pequena. Sites grandes também não enfrentam muito problema, então, não se preocupe. Só é preciso garantir que o redirecionamento automático seja feito corretamente, em todas as páginas já existentes.

SEO Off-page

Agora que você melhorou as páginas internas do seu site, é hora de trazer relevância a partir de links externos. Esse é o diferencial de uma boa estratégia de SEO e a forma mais rápida de tornar seu site referência do mercado.

Entenda como!

Conquiste a confiança do Google

O PageRank do Google leva em consideração aspectos não relacionados diretamente ao conteúdo da sua página.

É o caso da autoridade de domínio (Domain Authority) e a autoridade de página (Page Authority). O domain authority é a medida que diz o quanto seu site é relevante. Quanto mais conteúdos bem indexados e mais conteúdos externos que linkam para seu site, maior seu domain authority.

O page authority é referente apenas a uma página específica. Se você indexa um conteúdo em primeiro lugar para uma palavra-chave importante, mais links externos serão direcionados a essa página, que, por sua vez, aumentará o page authority.

Mas não se trata apenas de backlinks.

A autoridade está ligada também ao tempo de existência da página. Sim, o Google leva em conta a idade do seu negócio em território digital, ainda que não seja tão relevante assim.

O fator primordial mesmo é a taxa de rejeição.

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é calculada sobre a quantidade de vezes em que um usuário entrou no seu site em uma determinada página e saiu sem interagir. Isso quer dizer: não clicou em nenhum link, nem abriu qualquer outro conteúdo.

O Google entende que não havia nada mais interessante e que seu site não resolveu o problema desse usuário, tirando pontos seus. Às vezes, como disse anteriormente, o tempo de carregamento e problemas no HTML também são responsáveis por esse tipo de desistência do visitante.

A taxa de rejeição é informada no Google Analytics. Então, dê sempre uma olhada nessa métrica em suas páginas mais acessadas para garantir que nada de errado esteja acontecendo.

Backlinks e link building

Link building é a parte crucial da estratégia de SEO. Por melhor que sejam seus conteúdo e estejam bem ranqueados, há um enorme potencial de tráfego que pode ser alcançado por meio de conteúdos planejados em parceria.

Pense que você oferta um serviço para um público A. Esse público A, além dos seus serviços, pode procurar também por outros tipos de produtos, para resolver outros problemas. Por que não aparecer também em páginas relevantes desses outros produtos que ele pode estar procurando e surgir como uma solução que a persona ainda não despertou?

É disso que se trata uma estratégia de backlinks bem pensada. Estar onde seu público está e atraí-los para sua página, em parceria com sites realmente relevantes.

Como encontrar esses sites?

O ideal é montar uma lista com todos os links que podem ser úteis ao seu negócio. Eventualmente você não conseguirá montar parcerias com todos. Por isso é importante ter um leque de alternativas.

Uma das melhores ferramentas para essa missão é o Ahrefs.

Você pode usá-la gratuitamente para testar suas possibilidades. Aposto que vai querer pagar depois.

Os fatores que você deve levar em conta são:

Qualidade dos links

Utilize o Ahrefs para encontrar as páginas mais relevantes, para o público e o Google, nos assuntos que lhe interessam. O passo seguinte é descobrir autores mais frequentes e tentar entrar em contato. Mande um e-mail e sugirá uma troca de guest posts frequente, talvez de um conteúdo por mês.

Mostre que os dois tem a ganhar, afinal, se você tem um bom site, o convidado também terá um aumento de relevância. Aproveite para deixar comentários nas páginas mais visitadas dos parceiros, com links para seu site também. É uma estratégia antiga, mas que ainda funciona bem!

O material produzido deve ser super compartilhável. Você e o convidado devem divulgá-lo prioritariamente. Assim o alcance torna-se ainda maior, para os dois envolvidos.

Texto âncora

O texto âncora nada mais é do que as palavras utilizadas como hiperlink. Nunca coloque o link em “veja mais aqui” ou “nessa página”.

O ideal é utilizar termos relacionados, sinônimos da palavra-chave ou a keyword específica do conteúdo que está sendo linkado.

Quantidade de links

Obviamente que quantos mais sites usam você como referência – linkam para seus conteúdos -, provavelmente mais confiáveis seus textos são para potenciais usuários.

Isso tem um peso enorme para os mecanismos de busca.

É a principal maneira deles saberem que seu conteúdo é a maior referência no meio digital sobre aquele assunto ou keyword.

Dicas extras

Bom, você leu o material até o final.

Espero que realmente tenha sido útil.

Para ajudar ainda mais, reforçarei as ferramentas que você pode utilizar para montar sua estratégia:

  • Keyword Planner
  • SemRush
  • Moz
  • Google Search Console
  • Website Grader
  • Ahrefs
  • WordPress (com plugin Yoast ou All-In-One SEO).

Queria citar o WordPress como uma última dica. Sabe todas essas dicas que dei sobre formatação, tags, title, meta description e alt text? Então, alguns templates – inclusive gratuitos – do CMS para utilizado para criação de sites no mundo, condensam essas informações em campos para preenchimento.

Tudo isso usando um dos plugins que citei: Yoast ou All-In-One SEO.

Além disso, os templates do WordPress são feitos para serem otimizados e terem uma melhor performance de acordo com os padrões cobrados pelo Google. Portanto, recomendo fortemente que você utilize o WordPress como plataforma do seu site, inclusive recorrendo a uma migração.

É isso pessoal, foi minha última dica nesse artigo. Agora vocês estão prontos para por a mão na massa.

Qualquer dúvida, não deixem de entrar em contato. Somos especialistas em estratégias SEO e não temos problemas em compartilhar nossos conhecimentos.

Obrigado!

Em 2016, 21% de todos os e-mails legítimos foram desviados para as pastas de spam em vez de atingir o público-alvo das marcas. No entanto, uma análise das mensagens dos remetentes com as melhores métricas apontou que apenas 2% dos e-mails deles não conseguiram acessar a caixa de entrada dos clientes. O que será que fez com que essas marcas registrassem esse baixo índice?

Em recente relatório da Return Path, intitulado “De e-mail a gente entende – Os segredos dos melhores remetentes”, é possível identificar os pontos que fazem com que alguns remetentes se destaquem em relação ao restante da lista no quesito entregabilidade. Entre outros pontos, o estudo revela que os melhores remetentes de e-mail:

1- Sabem a importância de chegar à caixa de entrada

Se o e-mail não chegar à caixa de entrada, perde-se a oportunidade de conexão com os clientes e, consequentemente, de concretizar a venda de um produto ou serviço.

Os melhores remetentes entendem essa dinâmica e, por essa razão, tomam as medidas necessárias para garantir que suas mensagens alcancem o destino certo.

2- Possuem uma identidade de envio estabelecida

Se você quer as mensagens de sua marca longe da pasta de spam, mantenha uma identidade de envio estabelecida, uma reputação positiva e uma base de assinantes engajada.

A identidade de envio consistente ajuda os provedores de caixa de correio a identificar a origem da mensagem.

3- Têm uma forte reputação de envio

A reputação funciona como um certificado de legitimidade do remetente. Dessa forma, a “arma secreta” dos remetentes de destaque é a whitelist, que concede às marcas benefícios especiais, como filtragem menos rigorosa.

Um dos caminhos para ingressas nessa lista é por meio de certificações, com a qual os clientes experimentam uma média de 5% maior de entrega em caixa de entrada em comparação a remetentes não certificados.

4- Têm assinantes engajados

O engajamento dos assinantes, por sua vez, torna-se cada vez mais importante, pois serve como um indicador para que os provedores de caixas de correio determinem se o e-mail é bem-vindo. A perfeita combinação identidade de envio, reputação e engajamento ajudam a garantir o posicionamento da mensagem na caixa de entrada.

O relatório oferece ainda orientações para que os profissionais de marketing utilizem seus programas de e-mail de uma maneira mais eficiente:

A versão completa do relatório “De e-mail nós entendemos – Os segredos dos melhores remetentes” está disponível para download gratuito no site da empresa.

Como medir o sucesso de suas campanhas de email?

As chances são de que você meça o sucesso pelo número de pessoas que abrem o email (taxa de abertura) e do número de pessoas que clicam em um link (click-through).

E enquanto não há nada de errado nisso, o que fica esquecido é que a taxa de cliques é totalmente dependente da taxa de abertura, porque a menos que as pessoas abram o seu email, não há nenhuma chance de que elas possam clicar sobre ele!

Portanto, a fim de obter uma melhor taxa de clicks, você precisa que as pessoas o abram primeiro.

Então, como fazer mais pessoas abrirem os seus emails?

Há um monte de opiniões na web sobre como aumentar taxas de abertura, mas só estamos interessados nos dados concretos por trás do sucesso da taxa de abertura. A forma mais segura para ter um trabalho mais produtivo é optar por uma plataforma de envio de email marketing profissional.

Esses dados irão ajudá-lo e por sua vez impactam positivamente no desempenho global da sua estratégia de email marketing.

Mas primeiro…

O que é uma taxa de abertura de email?

Antes de mergulhar nos dados, você precisa entender essa métrica. Você vê, a maioria das pessoas consideram a taxa de abertura como o número de pessoas que abrem seus emails.

Parece lógico, certo?

Infelizmente, esse não é o caso. Um email só é contado como aberto em uma das seguintes situações:

  1. O leitor permite que as imagens em seu email sejam exibidas no painel de visualização ou em uma visão completa do email.
  2. O destinatário clica em um link no email.

OK, bastante fácil. Mas, como as taxas de abertura são calculadas?

Prestadores de serviços de email (ISPs) calculam a taxa de abertura, como o número de pessoas que abrem o email e dividindo-o pelo número de emails enviados sem bounce, ou seja, não conseguiu chegar ao destinatário.

Por exemplo, se você enviar 100 emails, e 10 retornam, isso deixa você com 90 emails entregues. Desses 90 emails, digamos que 10 são abertas. Isso significa que sua taxa de abertura de campanha de email é de 11% (10 emails abertos a partir de 90 entregues).

Os emails que não são entregues não podem ser abertos, razão pela qual este número não está incluído no percentual de taxa de abertura.

Como as taxas de abertura tem mudado ao longo dos anos?

Dado que o email marketing B2B tem sido o canal de marketing mais popular por vários anos e que o número médio de emails promocionais enviados aos leitores continua a aumentar, você pensaria que a taxa de abertura está em declínio.

No entanto, esse não é o caso. Exceto por uma queda em 2013-2014, a taxa de abertura de email tem sido consistente desde 2006!

Esta é, naturalmente, uma boa notícia, pois significa que o email ainda é um poderoso canal de marketing que você pode usar para se comunicar com seus clientes ou clientes potenciais.

Antes de conseguir mais pessoas para ler seus emails, você primeiro precisa entender onde você está.

Quantas pessoas atualmente leem seus emails? Qual é a sua taxa de abertura de email atual?

Como posso comparar com a média da indústria?

Relatórios de referência são importantes na compreensão de como a indústria está mudando no seu conjunto e você deve encontrar o seu próprio parâmetro de referência com base no seu desempenho da campanha de email marketing. Você deve ser capaz de obter este número do seu provedor de serviços de email.

Aqui está um exemplo internacional das taxas de abertura com base em uma campanha de email marketing que correu no início deste ano:

Como você pode ver, as taxas de abertura variam de país para país.

Quando nos aproximamos do final de 2016, a taxa média em todas as indústrias era de 24%.

Se você tem uma taxa de abertura de 25% ou mais, então você está indo muito bem!

Se não, não se preocupe. Você conhece seus assinantes melhor do que ninguém. Por exemplo, se você sempre chegar a uma taxa de abertura de 15%, o que está abaixo da média mas sua campanha está produzindo resultados, é óbvio que você não está indo mal, “no seu setor”.

Taxas de abertura no setor de seguros, por exemplo, diferem daquelas na indústria de cuidados de saúde. E taxas de abertura na Europa diferem daquelas nos EUA.

O primeiro desafio é obter sua lista de contatos otimizada. Não adianta gastar horas na elaboração de uma campanha perfeitamente otimizada se ela acaba na pasta de spam dos seus leitores, não é?

Como faço para ter mais emails entregues?

Pense sobre isso:

Mais de 20% dos emails marketing nunca chegam à caixa de entrada do assinante. É um em quatro emails!

É claro que, assim como a taxa de abertura, taxas médias de entregabilidade diferem por região.

Por exemplo, apenas 66% dos emails chegam na caixa de entrada de um leitor na Ásia em comparação com 86% na Europa.

Isso faz uma enorme diferença!

Então, como você pode ter certeza que seus emails serão entregues aos seus leitores?

Aqui estão algumas dicas sobre como você pode aumentar as taxas de entrega.

  • Use double opt-in. Double opt-in significa que o assinante irá confirmar se ela quer receber emails do seu negócio. Você não deseja enviar emails para as pessoas que particularmente não se interessam por eles; eles não vão lê-los e isso irá diminuir suas taxas de abertura.
  • Peça a seus leitores para lhe adicionar à sua lista de endereços confiáveis. Ao simplesmente perguntar aos seus leitores para adicionar o endereço “de” email à suas listas de contatos, você pode aumentar o número de emails entregues.
  • Limpe sua lista de email. Se um assinante não abrir um email seu três vezes seguidas, as chances são de que ele não está interessado em sua empresa. Gmail e Yahoo Mail são inteligentes o suficiente para entender se você for irrelevantes para os usuários, e direcioná-lo para a pasta de spam.

Quanto mais emails são entregues ao público certo, maior a chance que você conseguir mais pessoas a abrí-los.

Como as pessoas lêem minhas campanhas de email?

A maneira como as pessoas lêem emails pode fornecer informações importantes na forma como você deve criar suas campanhas.

Por exemplo, o tipo de dispositivo usado.

“Marketeiros” não podem mais ignorar dispositivos móveis e tablets. As taxas de abertura em dispositivos móveis cresceram 180% em três anos e o percentual continua a crescer a cada trimestre.

55% dos emails são agora abertos e lidos em dispositivos móveis

Você consegue adivinhar o que acontece se seus leitores recebem um email que não é otimizado para celular (responsivo)?

70% irá excluir o email imediatamente!

E, no entanto, apenas a 11% das campanhas usam um design responsivo  em seu template de email.

Você já viu o seu próprio template de email em um dispositivo móvel recentemente?

Se não, você deve dar uma olhada. Se você não tiver otimizado suas campanhas de email para dispositivos móveis, agora é a hora!

Quando devo enviar a minha campanha de email?

Timing is money”!. Para saber quando enviar suas campanhas de email marketing, você tem que conhecer o seu público.

Se você vende um software, leve em conta que a maioria de seus clientes estarão apreciando um tempo com a família nos fins de semana e longe do computador. Isso significa que o envio de uma campanha de email no fim de semana vai levar a menos aberturas, se houver alguma!

Então, quando você deve enviar o seu email?

Uma pesquisa recente indica que o melhor dia para enviar emails , a fim de obter uma taxa de abertura mais alta é terça-feira.

Agora que você sabe em que dia para enviar seus emails, o que acontece com a hora do dia?

A pesquisa mostra que os leitores são mais propensos a abrir emails depois das 12h e que 23% de todos os emails abertos ocorrer durante a primeira hora após o disparo do email marketing. Após 24 horas, a chance do seu email de ser aberto fica abaixo de 1%!

Como você pode ver, o “timing” do envio do seu email é crucial para o sucesso de sua campanha. Se você enviá-lo em um dia, quando as pessoas são menos propensas a lê-lo, então você pode estar perdendo uma grande quantidade de clientes.

Assim, quando se trata de enviar sua campanha de email, terça-feira, depois das 12h é a sua melhor aposta.

Como posso aumentar as taxas de abertura?

O nome do remetente e linha de assunto dos emails são os fatores mais importantes na obtenção de aberturas.

Por exemplo, 64% dos assinantes dizem que eles são propensos a ler seu email por causa de quem fez o envio, e 47% dos destinatários de email abrem um email com base na linha de assunto.

Você já ouviu a frase “você deve gastar tanto tempo escrevendo sua manchete quanto gasta escrevendo o conteúdo”?

Bem, exatamente a mesma frase se aplica à sua linha de assunto.

Uma linha de assunto bem trabalhada não deve ser a primeira coisa que você pensa. Em vez disso, ele deve levar tempo. E você deve usar pesquisas e dados para ajudar a guiá-lo.

Um relatório descobriu que as linhas de assunto com 6 a 10 palavras proporcionam a mais alta taxa de abertura, tornando 8 palavras um número ideal para uma linha de assunto.

Se uma linha de assunto é muito longa, ela vai ficar cortada e seu leitor não vai saber sobre o que é o email (e pode ignorá-lo).

Outro motivo para a abertura de um email é se a linha de assunto é personalizada para o destinatário, como linhas de assunto com o primeiro nome de um destinatário, por exemplo, pode elevar as taxas de abertura em 20%!

Ou se você está se sentindo super criativo, linhas de assunto com títulos de filmes e letras de músicas têm uma taxa de abertura média de 26%!

Conclusão

Aqui estão os pontos-chave para que você possa tirar proveito de uma maior taxa de abertura da próxima vez que enviar um email marketing:

  • Use 6 a 10 palavras em suas linhas de assunto para obter a melhor taxa de abertura;
  • Envie suas campanhas de email durante o dia de trabalho e depois do almoço;
  • Personalize linhas de assunto com o nome do leitor;
  • Use um nome de remetente reconhecível;
  • Otimize suas campanhas com templates de email responsivos.

Claro, a melhor opção para você pode não ser a utilização de qualquer um dos itens acima. Depende inteiramente do que seus relatórios estatísticos disserem. Mas você pode começar com os dados fornecidos neste post e usar a ciência para guiá-lo a ter mais emails abertos.

Você opera uma loja física há anos e agora não quer ou não consegue mais mantê-la aberta. Ao mesmo tempo, não quer perder sua fonte de renda. Vender seus produtos numa loja virtual parece ser uma boa opção. Mas aí vem a dúvida: Qual a melhor maneira de colocar seus produtos na internet?

Confira a seguir algumas dicas sobre esse assunto…

Venda seus produtos em marketplaces

Lojas físicas contam com despesas altas, como aluguéis, luz, telefone, IPTU entre outros gastos atrelados ao endereço. Nas lojas virtuais o investimento mensal certamente é menor do que os envolvidos em lojas de cimento e tijolo, mas ainda existem custos, por exemplo, com hospedagem de site, plataforma de e-commerce, SAC, entre outras atividades inerentes a e-commerces tradicionais.

Uma saída mais simples e eficaz para quem busca vender pela internet são os marketplaces – grandes sites especializados em e-commerce, que contam com a estrutura adequada e altíssimo tráfego diário.

Talvez você já tenha ouvido ou lido sobre isso em algum lugar, ou até mesmo já tenha comprado um produto ou visitado um marketplace recentemente e não tenha se dado conta disso.

A palavra “marketplace” vem do idioma inglês, resultante da junção das palavras market (mercado) e place (local). Um Marketplace Online nada mais é do que uma comunidade ou um local onde pessoas e/ou empresas se encontram para realizar negócios, comprar e vender alguma coisa.

Portanto, diferente de uma loja virtual, em que você é um único lojista vendendo seus produtos para múltiplos clientes, no marketplace você anunciará seus produtos juntamente com outros lojistas que concorrem por múltiplos clientes. Qual a grande vantagem deste modelo? A resposta é o tráfego. Grandes marketplaces possuem o tráfego que você não tem e, provavelmente, nunca terá sozinho.

No Brasil, temos vários marketplaces focados em vendas de produtos, como o Mercado Livre, marketplace mais tradicional da América Latina, que realiza milhões de transações todos os anos e processa bilhões de dólares de milhões de vendedores para milhões de compradores.

Outro exemplo é o B2W, que engloba os canais Submarino, Americanas e Shoptime. Além do Walmart, um dos maiores e-commerces do Brasil, e o CNOVA, que integra os e-commerces Extra, Casas Bahia e Ponto Frio.

Com os marketplaces, seu produto é exposto nos sites desses grandes e-commerces, mas seu estoque continua com você.

Utilize um descomplicador

Entrar nos marketplaces, entretanto, é uma tarefa que pode levar tempo e exigir dedicação. Além disso, no Brasil existem diversos sites que operam com esta opção. Uma alternativa para a entrada em vários marketplaces ao mesmo tempo é contar com a ajuda de serviços “descomplicadores” que prestam consultoria no assunto.

Com o auxílio desse serviço, basta um cadastro para os produtos aparecerem nos principais marketplaces automaticamente. Feito isso, uma equipe irá revisar as informações do item e enviar ao canal selecionado. Em geral, um produto pode levar entre 5 e 30 dias úteis para ser publicado nos sites, dependendo da qualidade do seu conteúdo (título, descrição e imagem).

Após publicado, você começará a receber seus primeiros pedidos, e será comunicado, tanto por e-mail, quanto pela própria plataforma do serviço. Em seguida, você emite a Nota Fiscal Eletrônica do Pedido e cadastra o XML ou PDF da NFe no sistema. Neste momento, é liberada uma etiqueta de envio pré-paga dos Correios (PLP) para ser impressa e colada na caixa do seu pedido.

Depois é só entregar em qualquer agência dos Correios ou solicitar a coleta (caso você tenha acordo com alguma agência própria). Você não terá que pagar nada pelo frete.

Uma vez enviado o pedido, é feita a atualização automática do status direto dos Correios e tanto você, quanto seu cliente e o canal de vendas são informados. Este será o gatilho para liberar seu pagamento.

Vendas superaram a expectativa; tíquete médio dos presentes alcançou a marca de R$417

O faturamento do e-commerce no Dia das Mães, celebrado no dia 14 de maio, foi de R$1,9 bilhão, crescimento nominal de 16% ante ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado R$1,62 bilhão. O tíquete médio também registrou elevação de 3,7%, de R$402 para R$417, enquanto o número de pedidos subiu 12%, de 4,036 milhões para 4,520 milhões.

O monitoramento da Ebit baseia-se nas compras realizadas no varejo eletrônico entre 29 de abril e 13 de maio. Dentro de todas as vendas do varejo online, 7% declarou aproveitar a data para comprar presente para a mãe. Smartphone, que correspondeu a 13,40%, foi o presente mais comprado para as mães. Perfume (4,40%), água de colônia (4,17%), geladeira/refrigerador (3,19%) e vinho (2,76%) completam o ranking dos produtos mais comprados para presentear.

“Esta data é um importante termômetro para as vendas do e-commerce no resto do ano. O resultado muito acima na expectativa mostra que o consumidor está confiante de que o pior da crise econômica já passou. Além disso, por possuir preços mais competitivos e disponibilizar entregas em poucos dias em grandes cidades permitindo comprar mais próximo ao do domingo dia das mães , o e-commerce está atraindo ainda mais consumidores que tradicionalmente compravam no varejo físico”, disse.

O Dia das Mães é considerado uma das principais datas do calendário nacional do varejo eletrônico. O crescimento previsto para 2017 mostra o setor voltando a acelerar suas vendas com crescimento de dois dígitos este ano.

“Por conta dos indicadores econômicos apontando a retomada do crescimento econômico, da Black Friday e Natal, as vendas do segundo semestre devem ser ainda mais aquecidas. Os números estão dentro da perspectiva da Ebit, que espera que o e-commerce, de forma geral, cresça 12% neste ano”, ressalta o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Ranking dos produtos mais comprados para as mães (7% das vendas do período)

Subcategorias Share Pedidos
Celular e Smartphone 13,40%
Perfume 4,40%
Água de Colônia 4,17%
Geladeira / Refrigerador 3,19%
Vinho 2,76%
Cafeteira 2,71%
Fogão 2,64%
TV 2,55%
Livros 2,47%
Máquina de Lavar Roupas 2,44%

 

Mais números do mercado:

Os números do mercado de E-commerce

Em 2016, o e-commerce Beleza na Web registrou faturamento perto dos R$ 200 milhões, o que representou crescimento de 50% sobre o ano anterior, segundo seu CEO e fundador Alexandre Serodio. Em março deste ano (2017), a empresa inaugurou oficialmente uma loja física no bairro de Moema, em São Paulo. O local já funcionava há alguns meses no sistema “soft opening”. Mas se o desempenho da empresa que se intitula “o maior e-commerce de beleza da América Latina” é tão bom na web, por que abrir uma loja física?

“Com esse espaço queremos reforçar a marca. Enxergamos que a loja física é uma extensão do Beleza na Web, onde conectamos, profissionais do porte de Celso Kamura, Wanderley Nunes, e Julio Crepaldi às pessoas. A loja serve para expandir o conceito de conteúdo e educação para as clientes”, explica Serodio.

O executivo não divulga o investimento na loja, que possui dentro dela um salão de beleza W Basic (a versão menor da rede Studio W, do cabelereiro Wanderley Nunes), além de um visual merchandising muito interativo e tecnológico. “O que subirmos no online estará na loja ao mesmo tempo”, garante o CEO do Beleza na Web, que possui mais de 278 marcas e 15 mil itens no portfolio e também abriu ano passado um estúdio de 800 metros quadrados para influenciadoras digitais gerarem conteúdo.

A intenção é que, após um processo de maturação dessa primeira experiência em loja física, outros pontos sejam inaugurados. Mas o objetivo principal é reforço de branding aliado a serviços, já que o crescimento online, segundo Serodio, é muito agressivo em relação ao físico e a receita numa loja física, mesmo quando se está vendendo acima do esperado – caso da unidade de Moema – ainda fica aquém do e-commerce. Ele afirma, ainda, que há muito o que aprender em termos mesmo de desenvolvimento de tecnologia, gestão de estoques e inovação, antes de se começar a investir numa expansão.

 

Sobre o contexto de mercado retraído, em consequência da situação econômica do País, Serodio já se mostra mais ousado. “Crise existe para quem olha para ela, ou você vende lenço ou chora. Enquanto outros têm receio de investir, nós investimos bastante. Temos obrigação de ampliar a penetração do mercado de beleza no digital, que é irrisória, no Brasil”, afirma. O que ele chama de irrisório é uma penetração de 1%, enquanto em países mais desenvolvidos o índice é de 10%.

Para o executivo, no entanto, o desempenho do mercado nacional significa apenas que existe muito potencial a ser explorado e ele, ainda que ressaltando os desafios tributários e logísticos do País, não delega a ninguém a culpa pela baixa penetração: “Nosso maior inimigo hoje somos nós mesmos, que queremos fazer muita coisa ao mesmo tempo. Execução é o maior desafio”, afirma.

Apesar de tudo isso, ele ainda espera elevar para R$ 300 milhões o faturamento do Beleza na Web em 2017.


Texto da Roseani Rocha para o Meio e Mensagem.