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Com qual frequência você deixa outras pessoas utilizarem o seu celular? E o seu tablet? Em um passado não muito distante, uma família costumava ter um único computador, que todos compartilhavam.

Tempos depois, os aparelhos se tornaram celulares, tablets e outros tipos de dispositivos móveis inteligentes, que não são mais utilizados de forma comunitária – mas pessoal. E para aqueles que trabalham no ambiente online, e especialmente com experiência do usuário (UX), isso representa uma grande mudança.

O e-commerce está cada vez mais pessoal

Aproximadamente 60% da população global utiliza smartphones, porcentagem que pode chegar a 80% em alguns países altamente tecnológicos. A tecnologia tem se tornado cada vez mais pessoal. Por consequência, o mesmo processo tem ocorrido com o comércio eletrônico.

Imagine um futuro onde as empresas possam identificar seus desejos e hábitos de compras com tanta precisão que elas se antecipem sobre a falta de determinados itens em sua casa, enviando a você uma mensagem com opção de “clique e compre aqui”, sem que você precise sair do aplicativo.

Atualmente, o Serviço de Reabastecimento Dash, da Amazon, permite que os dispositivos conectados monitorem o consumo de produtos básicos e façam pedidos automaticamente, antes de acabarem. Em um futuro muito próximo, esse tipo de transação poderá se tornar comum em todos os lares, graças a alguns avanços tecnológicos:

• Personalização – As novas tecnologias e o uso intenso dos aparelhos eletrônicos levaram a um mundo no qual os dispositivos podem ser usados como uma extensão do indivíduo.

A biometria, como impressões digitais, a varredura de íris e até mesmo o reconhecimento facial aprimorado da Apple oferecem possibilidades de autenticação que tornam a compra muito mais rápida e fácil.

• Marketing digital e tecnologias de rastreamento – As empresas podem agora obter uma compreensão mais profunda das preferências e do comportamento online dos consumidores, com o objetivo de estabelecer relações mais fortes e estreitas com seus clientes.

A intenção é tornar-se um parceiro melhor, identificando o que as pessoas realmente querem e desenvolvendo ofertas mais personalizadas, programas de fidelidade e incentivos. Isso, por sua vez, provavelmente aumentará o engajamento da marca, impulsionando mais transações móveis e aumentando as taxas de conversão.

• Aplicativos sociais e social commerce – Os aplicativos sociais alcançaram um uso consideravelmente maior em dispositivos móveis, especialmente entre a geração millennial. Esse fator abre novos canais para que as marcas se envolvam com seus clientes através do social commerce.

As expectativas dos consumidores continuam evoluindo

Os consumidores estão, gradativamente, usando uma combinação de dispositivos em seu processo de compra, mesmo quando a realizam em loja física. De acordo com um estudo feito antes das festas de dezembro do ano passado, quase 100% dos compradores da geração millennial verificaram preços ou compararam mercadorias em seus smartphones antes de efetivamente fazerem as compras na loja.

O mesmo processo tem ocorrido no sentido inverso: pessoas têm consultado itens na loja física e, depois, realizado as compras de forma online.

Voltando às nossas expectativas para o futuro, imagine que você compre uma roupa online, mas que não sirva em você – ou seja, precisará ser devolvida. No mundo de hoje, você a devolveria pelo correio ou iria a uma loja, onde esperaria em uma fila e lidaria com o incômodo de devolvê-la no checkout.

No futuro, você poderá ser identificado automaticamente ao entrar na loja e seu telefone poderá enviar uma notificação com a localização do mesmo item com um tamanho diferente. Talvez o seu relógio envie a você sugestões com outros itens que você possa gostar.

Ou talvez você coloque o polegar no espelho do provador e o item seja comprado automaticamente e posteriormente enviado à sua casa. Apenas imagine como o varejo e o e-commerce mudarão à medida que os dispositivos e a tecnologia se desenvolvem – as possibilidades são praticamente infinitas.

Nada acontece quando não existe confiança

O omnichannel exige confiança. Os varejistas podem, agora, realmente conhecer seus clientes e criar jornadas de compras individualizadas, mas nada disso é possível sem um forte laço de confiança criado entre o consumidor e a empresa.

Estabelecer confiança, especialmente quando se aplica um marketing baseado em geolocalização e social commerce, é primordial. O mesmo acontece com os pagamentos online. As pessoas precisam se sentir seguras e confiantes de que seus limites pessoais não serão cruzados ou que suas informações pessoais serão mal utilizadas.

Companhias que criam ambientes seguros e confiáveis na etapa em que o pagamento online é solicitado são muito mais propensas a converter a venda. Isso inclui pequenos, porém, significativos detalhes, tais como o ato de oferecer soluções de pagamento reconhecidas, utilizar URLs da marca e ativar medidas de segurança conhecidas para reduzir a fricção e criar confiança no processo de compra.

Na verdade, o dinheiro móvel é realmente bastante seguro se comparado a outros métodos de pagamento. Três quartos dos consumidores globais estariam dispostos a usar o dinheiro móvel se tivessem a certeza de que estariam cobertos em caso de fraude. Educar os consumidores, cultivar a confiança e construir uma sensação de segurança é vital para aumentar a conversão e a lealdade geral.

Fique atento às futuras expectativas de experiência do usuário

Com tantas oportunidades para personalizar a UX (experiência do usuário), utilizar métodos de autenticação mais sofisticados e criar relacionamentos mais profundos com os clientes, é surpreendente que muitos carrinhos de compras ainda sejam regularmente abandonados e respondam por grandes perdas. A conversão móvel, em geral, é baixa.

Conforme prevalecem os dispositivos móveis, muitos consumidores online não completam suas transações, muitas vezes porque experimentam fricção ou hesitação e decidem abandonar a jornada. Somente 37% de todas as transações ocorrem quando os clientes navegam em múltiplos dispositivos, e apenas 31% dessas transações são realmente concluídas em um dispositivo móvel.

Embora carrinhos abandonados ainda sejam bastante comuns, potencialmente 60% das vendas móveis perdidas globalmente podem ser recuperadas por lojistas que facilitam a etapa de checkout para os seus clientes. Isso inclui a oferta de métodos de pagamento e moedas locais, sendo transparente sobre os custos de envio e os prazos de entrega, incluindo até mensagens personalizadas e ofertas para clientes reconhecidos.

Sem dúvida, as empresas favoritas são aquelas que oferecem ótimos produtos e serviços aliados a uma excelente experiência. Como consumidores, estamos naturalmente inclinados a interagir mais com empresas com as quais confiamos e reconhecemos.

Oferecer uma jornada UX mais leve e atraente em todos os pontos de contato – tanto os existentes quanto os futuros – é uma poderosa oportunidade para as empresas que desejam se conectar com as expectativas dos seus clientes.

À medida que os consumidores ficam mais confortáveis com e-commerce, sua jornada digital também fica mais complexa. Isso porque hoje os viajantes já utilizam uma série de ferramentas para facilitar suas buscas pelos melhores preços e ofertas, como mecanismos de pesquisa, aplicativos de reservas, agências de viagens online, entre outros.

De acordo com um relatório recente da Expedia Media Solutions, alguns consumidores visitam até 38 sites antes de reservar uma viagem. Já a agência de marketing online Fuel, aponta que 48,4% das pessoas usam motores de busca quando começam a pesquisar uma viagem.

Neste cenário em transformação, a indústria de viagens deve se adaptar para alcançar de forma efetiva todos esses potenciais consumidores online. Essas três dicas explicam como planejar uma campanha digital efetiva para esse setor:

Segmentação precisa: entenda as necessidades do usuário

Uma campanha publicitária eficaz deve alcançar usuários específicos em diferentes pontos de sua jornada de compras. Este é um desafio especialmente significativo no setor de viagens, pois no momento em que um consumidor insere seu destino no navegador, ele gera uma tonelada de informações que nos ajudam a entender como será sua compra finale a planejar a estratégia de segmentação que norteará a campanha.

A segmentação por categorias é um dos formatos mais robustos atualmente. Ela permite orientar as recomendações com base em itens já vistos por um potencial comprador, como voos, cruzeiros, hotéis, carros para alugar ou passeios turísticos.

Uma análise ainda mais detalhada pode ser ajustada considerando os períodos em que as buscas foram feitas. Já a segmentação de usuários potenciais e existentes permite identificar os consumidores com base em sua jornada individual, direcionando aqueles que já são clientes ou os compradores de alto potencial.

A partir de segmentações inteligentes, a indústria de viagens pode aprender muito sobre os tipos de comportamentos que esses usuários possuem. Eles procuram ofertas de primeira ou última hora? Eles geralmente reservam hotéis junto com os voos? Eles viajam com frequência ou raramente?

Estas são algumas questões importantes que a modelagem preditiva deve responder para enviar mensagens precisas. Tendo isso em mente, um provedor de retargeting experiente deve ajudá-lo a definir metas para cada grupo de consumidores, e a ajustar individualmente as apostas para cada um, a fim de obter negociações estratégicas nos leilões de espaços publicitários.

Venda cruzada: ofereça opções perfeitas

O grande benefício da busca online é justamente a ampla gama de escolhas para o usuário, que pode planejar quase todas as etapas de sua viagem de casa, sentado na frente de um computador. As campanhas digitais devem estar preparadas para isso.

Recomendações detalhadas são possíveis graças a algoritmos avançados baseados em deep learning, o campo mais promissor da pesquisa de Inteligência Artificial. Por exemplo, se um usuário reservar um passeio em Barcelona, ​​ele certamente precisará de um voo, talvez de um hotel, ou ainda de um carro para alugar. Um motor robusto pode coletar, observar e analisar esses dados, para apresentar uma oferta única que funcione em um nível altamente pessoal.

Com um banco de dados adequado e um provedor de tecnologia de ponta, as campanhas podem ser baseadas em cenários avançados de retargeting com banners personalizados para cada cliente.

Cross Device: alcance os consumidores em qualquer lugar, a qualquer momento

Os consumidores de hoje usam inúmeros dispositivos para navegar, pesquisar e comprar. De acordo com a PhoCusWright, 41% dos consumidores pesquisam viagens em smartphones ou tablets, mas 55% deles preferem reservar suas viagens usando um desktop ou laptop, mesmo quando pesquisam usando o celular. Por isso, é crucial ter uma plataforma capaz de atender os clientes onde quer que eles estejam, em qualquer dispositivo.

Campanhas publicitárias em diferentes plataformas permitem que os comerciantes executem campanhas cross device e direcionem as pessoas em suas jornadas, explorando não apenas os melhores horários para suas ofertas, mas também as telas mais propensas a serem usadas. É possível executar essa “previsão de tela” a partir de análises avançadas e modelagem preditiva.

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Como todos sabemos, Amazon é a criadora do marketplace, está presente em vários países do mundo e com muito êxito. Mas, aqui no Brasil, talvez por algum motivo estratégico que fez com que lançassem rapidamente a categoria de Eletrônicos e logo depois a de Casa. As vendas não corresponderam ao esperado, pelo menos, para pessoas como eu, que vendemos em vários marketplace locais há alguns anos.

Vou mencionar alguns dos motivos, que humildemente, acho que estão atrapalhando as vendas em Amazon.br.

É um fato que para a maioria dos consumidores brasileiros, Amazon não é um site de compras conhecido, apesar de estar na liderança globalmente. Me chamou muita atenção que na própria sexta-feira da Black Friday, em horário nobre (novela e Jornal Nacional) na Globo por exemplo, todos os marketplaces publicitavam suas ofertas, e Amazon, zero. Até Google Adwords deu uma caída violenta. Falta publicidade massiva.

Frete

Incrivelmente não é possível subir uma simples planilha dos Correios, transportadora ou integrar com algum hub de logística e dessa forma ter um frete competitivo. Pelo contrário, o seller deve criar sua própria tabela no mesmo site.

Obviamente não está pensado para Brasil. O comprador brasileiro quando procura por um produto, a primeira coisa que deseja saber é, “quanto irá pagar de frete”. Pois bem, isso ele ficará sabendo na etapa final somente antes de concluir o pedido, ou seja, deve previamente fazer o login na conta ou efetuar o cadastro na Amazon.

Seria muito mais simples, e como na maioria dos e-commerces, na mesma página do produto, calcular o frete colocando o CEP correspondente.

Descrição do Produto

Contrariamente ao site americano, é simplesmente um TXT difícil até de ler. Isso acontece mesmo enviando dados até com fotos na descrição, como é o meu caso, igual ao site americano.

Boleto bancário

Todos sabemos que apesar de ser uma pedra no sapato para nós sellers, é um mal necessário, já que uma porcentagem grande de compradores (no meu caso 35%) utilizam este meio de pagamento. Pois bem, a Amazon não tem.

Frete Grátis

Não apresenta relevância na página do produto. Também não tem como filtrar para saber qual dos sellers ofertam determinado produto com frete grátis. Novamente, para o comprador brasileiro é muito importante o valor não só do produto.

Catalogação de produtos

Este é um ponto extremamente positivo. Subir um produto por integração ou manualmente é muito simples e RÁPIDO, apesar de alguns poucos problemas de matching. Ao contrário, de alguns marketplaces muito conhecidos que até hoje, depois de 3 anos, alguns SKU’s ainda não foram catalogados.

Texto publicado anteriormente no Coratella.com.br

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O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

O que significa Natal para a maioria das pessoas? Comemorado em diversos países mundo afora, o dia 25 de dezembro pode ser associado aos mais variados significados, quando questionamos pessoas de diferentes culturas, hábitos e religiões.

Um teste simples, para identificar as principais associações feitas às comemorações de Natal, pode ser feito em um rápido passeio pelo escritório e uma breve conversa com seus colegas de trabalho. Certamente, as respostas serão diferentes umas das outras e poderão ter um viés mais pragmático do que sugerem as histórias narradas sobre o tema.

Fizemos essa experiência entre os membros de nosso escritório. Pedimos que todos citassem as três primeiras coisas relacionadas ao Natal que lhes viessem à cabeça. “Comida” foi um das respostas mais comuns, mas isso já era esperado. Outro aspecto recorrente foi o tema “presentes/compras”. Como resultado, sete em cada dez pessoas incluíram em suas respostas algo relacionado ao consumo.

A partir desse simples experimento e levando em consideração toda mobilização do mercado para as vendas nessa época do ano, subjetividades à parte, sabemos que é disso que se trata o Natal: comprar e presentear.

O movimento gerado pela compra de presentes pode ser observado claramente na dinâmica de vendas das lojas que utilizam a plataformas como o Mercado Livre nos últimos anos. A ocorrência da Black Friday, associada ao início das vendas para o Natal, contribuem para que novembro aponte um pico nas vendas, que se sustenta nas primeiras semanas de dezembro, fazendo com que a compra de presentes para o Natal nesses dois meses seja o equivalente ao dobro, ou até ao triplo, de vendas em um mês comum para muitos.

Mais sobre as vendas no período:

Os números do mercado de E-commerce

Segundo a Real Trends, ferramenta que provê informações para quem opera com e-commerce, no ano de 2016, os segmentos mais procurados em lojas online para os presentes natalinos, foram: celulares e telefones, moda, beleza e cuidado pessoal e eletrônicos, somando 65% das opções disponíveis. O total de vendas para o Natal atingiu o valor de 262.000.000 reais.

É importante salientar que há um aumento significativo das transações e vendas efetuadas via mobile, o que pode ser apontado como tendência real de mercado e enfatiza a relevância de ter um site responsivo para celulares e tablets.

Em fim de ano é natural que o mercado aqueça ainda mais, mesmo em anos de crise econômica. Esse pico de vendas, apesar de desejado, pode também sobrecarregar os servidores e promover falhas em seu site, caso não sejam tomadas as devidas precauções. A velocidade de carregamento da página afeta sua taxa de conversão e até mesmo o SEO.

Também nesta época, tendo em vista o aumento das ofertas em diversos canais, os potenciais clientes se convertem em comparadores seriais de preços. Será um outro grande desafio para os vendedores converter esses consumidores em vendas concretas.

Em razão do aumento da demanda, outro erro de logística muito comum é o não cumprimento dos prazos de entrega dos produtos. Como bom lojista, deve se planejar com antecedência e tomar as medidas necessárias para não frustrar o cliente; ainda mais nessa época do ano, onde os sentimentos ficam à flor da pele e entrega antes do dia 25/12 é fundamental.

A primeira coisa a fazer é ter certeza de que sua loja tem estrutura suficiente para atender a todos os clientes. Outra bem importante é caprichar no seu marketing. Para chamar a atenção das pessoas para sua loja, você pode fazer um post especial no seu blog, chamadas e concursos nas redes sociais, enviar campanhas de e-mail marketing e investir em anúncios pagos no Google AdWords, ou Facebook Ads.

As possibilidades são infinitas! Só tome cuidado para não bombardear o cliente de informações e esquecer do principal: converter vendas.

O e-commerce é uma atividade que veio para ficar. É uma excelente porta para quem deseja entrar no mundo do empreendedorismo, ser seu próprio chefe, conquistar a independência financeira e deixar sua marca no mundo.

Provavelmente, você já deve estar convencido da evolução do comércio eletrônico nos últimos anos e que 2018 promete grande crescimento. O que acha de começar o próximo ano dando um grande salto neste Natal?

Você já ouviu falar de Web Push Notification? Se não ouviu, é uma tecnologia de sistema de notificação por Push. Com certeza você já se cruzou com vários pedidos de permissão para envio de notificações. Estes pedidos de permissão acontecem através de um widget na parte superior do seu navegador. Talvez você reconheça melhor ao ver esta imagem:

É um novo canal de engajamento com seu público que te permite comunicar​ ​com​ ​visitantes anônimos​ e sem que eles tenham que instalar um app. Este é um tipo de comunicação diferenciada, pois o usuário é notificado mesmo sem estar em seu website.

Com esta tecnologia, você não tem que esperar os usuários chegarem até seu website para saber as novidades, agora você pode enviar as novidades até eles em tempo real.

Qual o serviço mais indicado?

Pushnews

O Pushnews​,​ é uma solução muito boa para quem procura este tipo de tecnologia, pois oferece bastantes recursos relacionados com Notificações por Push. Além disso, conta com uma interface bonita e com usabilidade bem pensada.

Atualmente são os que apresentam melhores preços. Mas o melhor é que o suporte é muito eficiente e totalmente​ ​em​ ​português​. A ferramenta é poderosa e, quando utilizada com criatividade, pode fazer diferença em qualquer estratégia de marketing.

Super Push

Com este recurso você pode mostrar produtos, promoções ou imagem de novos artigos do seu blog. Perfeito para engajar sua audiência além das habituais redes sociais e/ou e-mails. A Super Push é uma notificação com imagem grande.

Clientes do Pushnews viram um aumento de resultados em 40% com este recurso! São ótimas oportunidades para aumento de tráfego e conversão.

OnSitePush

O recurso OnSitePush permite comunicar em tempo real com os usuários que estão navegando em seu website. É uma push notification dentro do próprio website e o usuário não necessita de fazer inscrição em push.

Você pode, por exemplo, identificar a hora do dia em que seu site tem mais tráfego e programar uma Push para seus visitantes. Que tal se nela incluíssemos um cupom de desconto exclusivo e válido só na hora?

Facebook to Push

Com esse recurso, o Pushnews transforma automaticamente suas postagens no facebook em Push. Desse jeito, você já não tem que criar uma push sempre que tem um conteúdo novo, olha só:

Para além destes recursos principais, o Pushnews tem outros recursos como:

• Rss to Push;
• Agendamentos;
• Segmentação;
• Segmentação por tipo de dispositivo;
• APIs para todo o tipo de integrações.

Que outras vantagens o Pushnews vai trazer?

Engajar em tempo real com público anônimo

Um dos grandes desafios de qualquer gestor de website é conseguir engajar e fazer retornar os visitantes anônimos. Muitos desses visitantes não gostam de passar informações pessoais e por isso o Pushnews permite que você se mantenha conetado com eles mesmo sem que eles passem qualquer tipo de informação.

É comunicação personalizada para um usuário que você ainda nem conhece. É engajamento acontece em tempo real!

Aumentar tráfego

Imagine atingir uma base de inscritos bem grande e conseguir levá-los até seu website sempre que você envia uma push?

Além disso, sua base de cadastrados é atualizada constantemente. Assim, que qualquer um pode cancelar seu cadastro, e suas métricas estarão atualizadas.

Criação de audiência

Com a segmentação avançada do Pushnews você poderia criar segmentos por interesses do seu público, o que  permite entregar conteúdo altamente relevante para cada segmento. Digamos que seu site tem diferentes categorias, cada categoria pode ser um segmento com notificações diferentes.

Sempre que você lançar uma novidade nessa categoria, poderá enviar push totalmente segmentado. 

Oferta especial

Os leitores do Profissional​ ​de​ ​Ecommerce​ têm um cupom especial para testar o Pushnews durante 14 dias totalmente grátis! Aproveite e valide a eficiência da nossa ferramenta:

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Graças à qualidade e variedade de serviços ou produtos que oferecem, os marketplaces estão cada vez mais populares no Brasil. Esse modelo, portanto, tem sido a bola da vez no país e tem sido visto como um bom investimento pelos empreendedores.

No entanto, surgem muitas dúvidas àqueles que desejam investir nesse mercado principalmente em relação ao fórmula de crescimento do negócio. Para escalar um marketplace é necessário o investimento em boas estratégias de marketing para marketplace, com um plano aplicável e bem desenhado.

Quando se fala de estratégias de marketing para um marketplace, é bom lembrar que precisa ser bilateral: atrair tanto vendedores quanto clientes. Fora isso, o marketplace é o próprio responsável pelo investimento em marketing, portanto, é necessário um espaço virtual com boa visibilidade.

Desta maneira, investir em marketing é essencial para atrair tanto clientes e visitantes quanto sellers, que buscam locais seguros, disponíveis e com boa visibilidade para alocar sua marca.

Os marketplaces só adquirem visibilidade e receita com bons sellers. Para atraí-los, é importante oferecer qualidade no serviço da sua plataforma, como infraestrutura, etc. Por isso, os esforços em melhorias do site são indispensáveis, tornando-o cada vez mais escalável.

Os sellers também são motivados por boas taxas e bom marketing visual. Com investimento em visibilidade e no marketing, o vendedor entende que terá mais chances de compradores acharem seu produto em sua plataforma.

As estratégias de marketing são consideradas uma via de mão dupla por isso: atraem tanto os clientes quanto os sellers. Confira a seguir algumas dicas de boas práticas de marketing para atrair clientes ao seu marketplace.

1– Descubra o melhor canal para o seu marketplace

Conhecidos como canais, são, na verdade, os meios de propagação de determinado serviço ou produto. Atualmente, há uma extensa diversidade de opções de canais de divulgação disponíveis na internet e podem ajudar no crescimento do seu marketplace.

Muitos se questionam onde e como achar o canal certo para investir. A melhor escolha é utilizar o “Bullseye Framework”.

“Bullseye Framework” é um diagnóstico que analisa os canais disponíveis, como redes sociais. O sistema é conhecido entre os “marketeiros” por ajudar a eleger os melhores canais para o seu marketplace. Para colocar o método em prática, é necessário seguir cinco etapas:

Brainstorm: em conjunto com a sua equipe, discuta as possibilidade de canais, apontando os aspectos fortes e fracos de cada um. (torne a discussão mais assertiva levando fatos concretos sobre cada canal);
Gráficos com os canais: após reunir-se com a sua equipe, crie um gráfico com todos os escolhidos e elabore uma lista que os posicione em melhores e piores para que sirva de guia para as próximas decisões;
Separe os canais: agora você deverá fazer uma escolha dos três melhores canais. Neste momento, o foco deverá ser priorizar o marketing sobre os escolhidos;
Teste: após a escolha dos três canais, dê início aos testes nos três, com pequenos e gradativos investimentos. Conforme os resultados, se positivos, passe a aumentar as aplicações. Se os resultados não forem satisfatórios, troque pelo quarto canal da sua lista para começar um novo teste;
Foco nos melhores: na última etapa, busque priorizar o investimento apenas nos melhores canais e siga testando gradativamente, assim, o marketplace será cada vez mais bem avaliado.

2- Investimento em SEO

Conhecido como SEO, a sigla vem de Search Engine Optimization (ou otimização dos motores de busca) e é essencial para o seu marketplace. O SEO consiste em técnicas aplicáveis no conteúdo e no código de seu site, transformando em “amigos” de plataformas de busca, como o Google.

As pesquisas realizadas no Google se dividem em dois resultados: os anúncios e os resultados orgânicos. Além disso, conforme pesquisa feita pelo blog SEO Mad, o primeiro resultado do Google recebe cerca de 46% dos cliques, enquanto a segunda opção orgânica recebe 29%.

Por isso é bom investir no SEO de um marketplace, já que quanto mais amigável for o site, melhor rankeado ele será pelas plataformas de busca.

Como ser um site amigável? Para ser cada vez mais “amigo” do Google por exemplo, é importante saber que eles consideram aspectos como a velocidade do carregamento do conteúdo e a boa navegação dentro do site. O rankeamento dependerá da interatividade e facilidade do site para os usuários.

Como o SEO não é algo simples em um site, se o orçamento permitir, contrate um especialista ou até mesmo invista na terceirização deste serviço. Hoje em dia há muitas agências especializadas em otimizar os rankings organicamente.

3- Trabalhe em marketing de conteúdo em seu site

O SEO é uma estratégia poderosa para qualquer marketplace. No entanto, para que a fórmula funcione, gerando resultados efetivos, é necessário investir em conteúdo como vídeos, textos, guias, infográficos, etc.

O Google, a principal plataforma de busca, ama qualquer tipo de conteúdo e irá valorizar esse seu trabalho. Quando mais tempo você investir em Marketing de Conteúdo, maior será a chance do seu marketplace atingir melhores colocações nos rankings. 

A única exigência é que a produção seja sempre de qualidade. A avaliação do conteúdo é feita pelo algoritmo do Google, que dá ao site os melhores rankings.

Para exemplificar melhor, utilizaremos o Uber. A plataforma possui um blog que traz informações como se fosse um guia da cidade, com as melhores opções de atrações disponíveis nas grandes cidades, atraindo mais clientes para o Uber.

De outro lado, o marketplace Etsy, usa o Marketing de Conteúdo para atrair os sellers. Em sua plataforma, há um manual completo que ensina os vendedores como trabalhar ainda melhor dentro do site.

Ao utilizar o Marketing de Conteúdo é bom lembrar que, quanto mais você produzir, melhor será para o seu marketplace. Por isso, assim como o SEO, você pode optar por terceirizar este trabalho, contratando empresas especializadas em produzir conteúdos de acordo com os seus objetivos.

4- Anúncios pagos são essenciais

Além dos resultados orgânicos, como os do SEO, que geram resultados a longo prazo, há os anúncios pagos, que geram maior visibilidade para o seu marketplace.

A mídia paga também pode ser utilizada para aumentar o tráfego de seu site. Os anúncios pagos são poderosos na geração de tráfego. Se comparar a circulação ocasionada por eles aos conteúdos de um blog, os anúncios possuem conversões muito mais diretas.

O volume de acesso pode indicar ao Google que ele é bem visto pelas pessoas, o que melhora sua posição nos resultados da busca orgânica. Fora isso, o aumento de tráfego traz maior possibilidade de compra, já que a receita de um marketplace está associada, muitas vezes, ao volume de acessos.

Para dar início aos investimentos, é melhor pesquisar e descobrir qual será a opção que lhe trará o melhor ROI (Retorno Sobre Investimento) para a sua plataforma.

Depois, se a sua escolha for os anúncios pagos, você pode contratar um profissional de marketing ou até mesmo uma agência, que operem em seu marketplace utilizando o Google Adwords.

5- Ofereça uma “amostra gratuita” do seu marketplace

Essa estratégia é conhecida como “sampling” e utilizada desde os anos 60. Com sucesso entre os empreendedores, a técnica é basicamente oferecer uma amostra gratuita do seu marketplace para os consumidores. Assim, eles conhecerão e terão mais interesse em utilizar o seu serviço ou adquirir o seu produto.

O maior marketplace do mundo, a Amazon, oferece aos clientes uma assinatura gratuita para o seu novo serviço de streaming, o Amazon Prime, válida por 30 dias. O Uber, também usa essa estratégia, oferecendo a primeira corrida gratuita. 

O sampling é uma técnica que aproxima e ativa os consumidores até o seu marketplace com mais facilidade. Por isso, é uma estratégia que costuma funcionar muito bem.

6- Utilize o e-mail marketing para reter clientes

Ao contrário do que parece óbvio, atrair novos clientes pode custar até cinco vezes mais do que manter um antigo. E, na maioria dos casos, os marketplaces buscam novos consumidores em vez de priorizar os antigos.

O e-mail marketing é uma das ferramentas mais eficientes para fidelizar os clientes. A ideia é dispará-los divulgando novas promoções ou produtos, ou até mesmo fazendo ofertas limitadas a esses usuários.

Além disso, essa técnica também aumentará o tráfego de seu site. Portanto, colete os e-mails de todos os seus clientes e crie uma lista, que é facilmente administrada através de softwares de automação de marketing.

Um bom exemplo de e-mail marketing é o trabalho do marketplace Etsy. As ações da empresa resultaram em 78% da receita gerada pelo marketplace em 2014, isto é, criou vendas “repetidas” e fidelizou clientes através do e-mail.

7- Marketing offline do seu marketplace: patrocine, realize e esteja presente em eventos

Os eventos são um dos menos explorados canais de marketing, isso porque esse tipo de ação costuma ser mais caro. No entanto, se o orçamento permitir, os eventos são boas opções de marketing.

Estar ou realizar um evento pode promover a sua marca e até mesmo ampliar a sua lista de sellers – vale a pena investir naqueles que tanto seus sellers quanto compradores estarão. Hoje em dia, há alguns eventos feitos especialmente para essas situações. O Fórum E-commerce Brasil, é destinado aos lojistas virtuais ou possíveis sellers e, neste ano, contou com o Buscapé, por exemplo.

Torcemos para que você tenha encontrado e compreendido algumas das boas estratégias de marketing para marketplace. Se restou alguma dúvida para aplicá-las em seu negócio, deixe aqui o seu comentário.

Mais sobre marketing para marketplace no Blog da MOIP.

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O consumidor procura por relevância, ele espera que você faça Marketing de Conteúdo

A Black Friday já está chegando e esse ano será no dia 24/11. A data comercial, que foi incorporada ao calendário brasileiro desde 2010, já é a mais importante do ano para o e-commerce.

Em 2016, o evento gerou R$ 1,9 bilhão de faturamento apenas entre 0h e 23h59 da sexta-feira, 25 de novembro, segundo dados da Ebit. Foram mais de 2,92 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 653, uma alta de 13% em relação a 2015.

Para 2017, as perspectivas também são animadoras. Pesquisa da Ebit com 5.300 consumidores mostra que, quando perguntados se as pessoas pretendem comprar pela internet na próxima Black Friday, 81% disseram que sim. Veja a pesquisa: 

Black Friday no e-commerce deve crescer 15% em 2017 segundo estimativa Ebit

A data é uma grande oportunidade para os e-commerces que querem aumentar suas vendas e prospectar novos clientes. Mas atenção! É preciso fazer uma preparação com antecedência e aprender com a experiência das edições passadas.

Confira algumas dicas que a  Stelo preparou para seu e-commerce vender muito nessa Black Friday.

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Depois de montar uma loja virtual e sentir o gosto das primeiras vendas, é natural que o empreendedor procure diariamente por novos clientes. Afinal, isso é fundamental para que o negócio prospere e continue a crescer, certo?

Certo, mas existe uma outra forma de aumentar o seu faturamento, que nem sempre é tão comentada por aí: vendendo mais para a sua atual base de clientes. Isso mesmo: fazendo uma segunda, terceira ou quarta venda para aquelas pessoas que já compraram com a sua loja virtual antes. Você tem se dedicado a isso?

É muito mais fácil vender para alguém que já é seu cliente do que vender para pessoas que ainda não tiveram nenhuma experiência de compra com a sua marca. Isso porque a sua base de clientes já superou a insegurança e desenvolveu um elemento fundamental quando o assunto são os negócios: confiança.

No entanto, alguns empreendedores ainda focam tanto em conquistar novos clientes que acabam esquecendo-se de vender mais soluções para aqueles consumidores que já foram conquistados. Com isso, perdem a oportunidade de incrementar ainda mais as vendas.

Você acha que só porque alguém já comprou uma roupa ou suplemento, essa pessoa nunca mais precisará de outros produtos do seu segmento? Se acredita nisso, é melhor começar a repensar. O cliente continuará consumindo — e se não for no seu e-commerce, será no da concorrência!

Agora que você provavelmente já está convencido do quanto é importante (e possível) aumentar o seu faturamento sem necessariamente aumentar o volume de clientes, confira 3 dicas efetivas para fazer isso de forma prática e eficiente:

1- Ofereça cupons de desconto por e-mail

Sabe aquela loja virtual onde o cliente mal finaliza a compra e a empresa logo enche a caixa de entrada dele com cupons de desconto e promoções “imperdíveis”?

A utilização de cupons de desconto, apesar de ser uma estratégia inteligente e que garante benefícios para ambas as partes, precisa ser feita com certa cautela. Resumindo: não saia por aí distribuindo cupons da sua marca sem nenhum critério!

O cliente comprou de você? Então dê a ele alguns dias para conhecer, utilizar e, se for o caso, curtir o seu produto. Faça um cálculo simples: de quanto tempo ele precisa para entender que o meu produto tem qualidade? Dez, vinte, sessenta dias?

Depois disso, envie um cupom de desconto por e-mail aproveitando um gancho relacionado ao seu mercado. Por exemplo:

“Os suplementos estão acabando? Aqui vai um cupom de R$ 25 para você continuar curtindo os ganhos musculares!” (E-commerce de Suplementos)

“A tinta do cartucho já começou a falhar? Aqui está um cupom de R$ 20 para repor o seu estoque de suprimentos!” (E-commerce de Informática)

Outra dica importante: os cupons de desconto funcionam muito melhor se o valor da oferta for em espécie em vez de em porcentagem. Por isso, em vez de oferecer “30% de desconto”, ofereça “R$ 20 de desconto”.

2- Aumente o seu ticket médio

Se você tem que ganhar mais dinheiro vendendo para o mesmo número de clientes, outra saída é fazer com que essas pessoas gastem mais a cada compra, aumentando o ticket médio da loja.

Existem várias estratégias para isso, mas hoje vou deixar aqui a que mais gosto: trabalhar com combos de produtos.

Muitos clientes entram na loja e estão acostumados a comprar um produto específico? Monte um kit com esse item e mais algum(s) complemento(s), e faça de tudo para que o usuário leve esse combo para a casa. Incentive essa compra, deixando-a em destaque em sua loja virtual e dando um bom desconto.

Também é importante fazer a seguinte reflexão: “quanto de aumento eu pretendo ter no faturamento?”. Essa resposta dará um caminho para que você calcule exatamente o quanto o seu ticket médio precisa crescer.

3- Faça remarketing com a base de clientes

Nós já falamos, ali em cima, sobre oferecer cupons de desconto por e-mail. Ao fazer isso, você descobrirá que nem todos os clientes abrem o e-mail, outros abrem mas o ignoram, e outros ainda podem nem saber que o receberam, já que o disparo muitas vezes pode acabar na caixa de spam do consumidor.

Pensando nisso, recomendo uma estratégia que tem gerado resultados positivos para os meus negócios: praticar remarketing com a base atual de clientes da empresa.

Você provavelmente já faz remarketing para pessoas que visitam a sua fanpage ou blog, por exemplo. O que vai mudar a partir de agora não é a prática em si, mas o público: pegue a sua lista de clientes e utilize-a para campanhas de remarketing no Facebook Ads ou Google Adwords.

Nessas ações, ofereça um cupom de desconto como incentivo para a segunda, terceira ou quarta compra. Além disso, não se esqueça de ser mais assertivo, utilizando uma chamada para ação como: “Última oportunidade!”, “Clique e ganhe R$ 20 de desconto!” ou “Clique para conferir uma oferta exclusiva!”.

Todas as estratégias citadas aqui foram testadas em meus negócios. Se aplicadas da maneira correta, essas 3 técnicas podem fazer o seu faturamento crescer até 30% em um curto período de tempo. Por isso, vale muito a pena investir nelas!

A necessidade de um bom planejamento de alocação de produtos e a garantia de execução podem ser fatores que trarão o sucesso ou fracasso a uma marca, seja no varejo físico quanto on-line.

A mudança do comportamento do consumidor, que interage cada vez mais em múltiplos canais, além de questões relativas à quantidade de tempo gasto nas lojas, necessidade de grandes estoques e dispensas para armazenamento de produtos, entre outros fatores, são agentes transformadores da evolução dos processos não só no varejo, mas também na indústria.

Com isso em mente é importante buscar novos formatos de exibição, para garantir a sobrevivência e a competitividade em espaços cada vez mais reduzidos.

A exibitécnica – termo utilizado para descrever o modo que o produto vai ser exposto de acordo com as estratégias de Trade Marketing formuladas pela indústria para garantir a melhor visualização dos produtos no ponto de venda – é responsável pelo desenvolvimento de tarefas como comunicação, exibição e mão-de-obra (do profissional de marketing responsável pelo planejamento ao funcionário alocado no ponto de venda exclusivamente para garantir a boa apresentação dos produtos).

Mesmo com essa ferramenta à mão, um dos maiores erros das empresas ainda é a falta de inovação derivada do receio em não conseguir aplicar no e-commerce variações das exibitécnicas consolidadas do mercado físico. Um exemplo é a parreira de ovos de Páscoa, case dos anos 1980 usado ainda hoje como estratégia nos supermercados e lojas de departamento. Como replicar experiências como essa nas lojas virtuais? A resposta é o Digital Trade Marketing.

Quando falamos na questão exibitécnica, temos alguns desafios. O primeiro deles é o tipo de público que vamos atingir. Em segundo lugar, a capacidade e mão-de-obra necessárias para a execução do planejamento. A realização de um bom plano estratégico para colaborar com os varejistas e garantir uma exibitécnica qualificada é fundamental para gerar um incremento de venda. 

Exibir de forma adequada os atributos dos produtos

No estabelecimento físico, cada espaço tem um papel importante, dependendo do momento, ciclo de vida do produto e campanhas de divulgação. Por exemplo, no lançamento de uma bolacha recheada, utilizar uma disposição em ilha no supermercado gera menos resultado do que a exposição na gôndola junto com outras ofertas do mesmo produto, pois é nesse momento de decisão, tendo em base a comparação com os demais concorrentes, que o consumidor decidirá se vai experimentar a novidade ou não.

Já no e-commerce vale o velho ditado: a primeira impressão é a que fica. Passa a ser fundamental a exibição dos produtos de acordo com parâmetros predefinidos pela marca. É preciso dar atenção ao cadastro do produto, exposição das informações, qualidade dos textos. As fotos devem estar nítidas e as descrições cada vez mais completas. Os vídeos institucionais também são uma boa aposta.

É importante focar em como expor melhor o artigo, garantindo o destaque dos mesmos em um ambiente competitivo.

Algumas dicas na hora de criar a estratégia para apresentar os atributos: o cliente precisa ter total compreensão do que é o produto, e quem produziu; a proposta de valor deve estar clara (exemplo: shampoo cachos macios).

No varejo físico o benefício ou diferencial de cada item devem estar não só na embalagem, mas em aplicações como banners, catálogos, etc.; no on-line, o descritivo precisa estar com o maior número de detalhes possível.

Todos os exemplos citados mostram que não é possível ignorar a experiência do consumidor. A fidelização, experiência, estímulo e todos os processos trade marketing – tanto no e-commerce quanto no varejo físico – são necessários para garantir que o produto continue sendo adquirido pelos distribuidores e varejistas.

Esses fatores estão atrelados à capacidade da indústria em garantir a vitória frente a seus concorrentes no ponto de venda, no momento de pesquisa e consulta da sua necessidade ou desejo de consumir aquela categoria.

Mais sobre como melhorar sua página de produtos:

Cadastro de produtos: como convencer o cliente a comprar

O consumidor atual tem uma realidade bem diferente de um passado ainda próximo. Agora ele é omnichannel, sua concorrência não se resume mais à sua região de alcance físico, e pode estar até do outro lado de um mundo totalmente digital, na China. Seus futuros clientes estão saturados por inúmeras interações não solicitadas e seu grande desafio é como não ser apenas mais um.

Seu e-commerce precisa ter consciência de que as motivações e preocupações de quem está comprando são diferentes. Hoje o consumidor está exposto a conteúdo todo tempo com um dispositivo completo às mãos, é alvo de centenas de marcas fazendo um marketing intrusivo. Kotler, Oráculo do Marketing, definiu em um de seus livros mais recentes como a Era do Marketing 4.0.

Contextualizando: Marketing 1.0 centro apenas no produto, 2.0 nas puras necessidades do consumidor, 3.0 em valores sustentáveis e agora o 4.0, no Digital. Marketing que visa este consumidor, que não tem tempo, que busca as recomendações de conhecidos, que está imerso na Cultura Digital e busca sobretudo relevância.

O consumidor moderno não deseja ser interrompido, e sim encontrar sempre exatamente o que está procurando e necessita. O consumidor busca sempre, sem saber, pelo Marketing de Conteúdo.

Conteúdo personalizado para as necessidades dele, que ao ter o desejo de compra despertado, vai avaliar a reputação online da sua marca relacionada diretamente com a experiência que ela têm proporcionado a outros consumidores. O consumidor moderno busca o que você têm para oferecer, só que personalizado para ele.

Esta é a essência do Marketing de Conteúdo definida pelo Content Marketing Institute:

É a técnica de criar e distribuir conteúdo relevante para atrair, adquirir e/ou engajar uma determinada audiência conhecida – com o objetivo de lucrar futuramente com esta audiência.”

Note que a audiência precisa ser “conhecida”,  para sempre entender o que busca e oferecer o produto correto. Para uma estratégia de Marketing de Conteúdo, mesmo dentro de uma ação específica (como a Black Friday), é recomendado seguir algumas etapas que potencializam sucesso:

Desenhe buyer personas

É preciso entender sobre seu público-alvo, mais do que simples perfis demográficos, desenhar representações fictícias destes clientes e simular situações:

  • Qual problema o consumidor precisa resolver e como sua marca ajudaria?
  • Como ele procura por isso? Buscadores? Quais palavras/termos?
  • Qual o comportamento de navegação? Quais sites e redes sociais ele está? Quais horários?
  • Quais são os tipos de conteúdo que ele interage?
  • Quais produtos consome? Com qual frequência?

Defina cada característica, nomeie suas personas (geralmente terá mais que uma) e aumente significativamente as probabilidades de engajamento/venda.

Entenda como fazer suas buyer personas:

Superpersona: A ferramenta para criar uma Buyer Persona

Defina suas táticas e meios

Como vai conquistar a venda? Você pode, por exemplo, ter uma estratégia de Inbound Marketing, pensando em conquistar o lead (contato) do consumidor, para entender seus problemas e aumentar as chances de oferecer o produto adequado. É preciso ter o “caminho” até a venda muito bem desenhado.

Se a estratégia definida for inbound, o ideal é montar uma landing page com uma recompensa digital em troca do contato do consumidor interessado:

A Landing Page perfeita: Como deixar suas páginas de captura matadoras

Para finalizar sua tática, é preciso entender quais meios elas utilizarão. Um blog é sempre a opção mais robusta pensando em uma estratégia forte de SEO. Porém, não pode ser só isso.

As mídias sociais são fundamentais, YouTube, Instagram, Facebook, Twitter e até o LinkedIn precisam ser consideradas. E nunca deixe de lado as páginas do próprio e-commerce. Sobretudo as páginas de categoria, de produto e landing pages precisam estar otimizadas com muito conteúdo relevante (e multimídia) e SEO.

Pense bem na sua postura em cada uma das redes sociais. Elas demandam um contexto diferente. Sua postura é a mesma na reunião da empresa e em um churrasco com amigos próximos? Não deveria…

Qual Rede Social usar: dois contextos, dois mindsets

Gere conteúdo pensando no funil de vendas

É fundamental entender cada momento do consumidor: Descoberta, Exploração, Escolha e Defesa.

E o conteúdo (que não é só texto) deve ser gerado orientado para cada um destes momentos. Então, se você já conhece o cliente potencial, já sabe qual é este momento e qual tipo de conteúdo é mais adequado para conquistar a venda.

Alguns pontos importantes precisam ser pensados ao criar sua cultura de conteúdo. Como montar sua equipe, por exemplo, leia mais no link abaixo:

Como criar o melhor conteúdo possível

Extremamente válido também, ressaltar duas simples teorias para desenvolvimento de conteúdo (Wow Factor e Sweet Spot) com algumas dicas extras para potencializar suas chances de engajamento:

Como criar conteúdo fácil de consumir e valioso de compartilhar

Lembre-se sempre que esta atuação deve ter uma estratégia omnichannel. A atuação precisa estar integrada e ter uma única “voz”. Seu site, blog, mídias sociais, mídias pagas e campanhas de e-mail precisam falar a mesma língua e dar continuidade à experiência.

Para entender melhor… Não devemos apenas replicar o mesmo conteúdo. Não recomendaria também uma estratégia totalmente diferente de um canal para outro. Salvando exceções de grandes marcas e grupos de empresas, vejo os canais digitais como complementares.

Analise e comece de novo

Estamos na internet, e uma das belezas do nosso meio é que tudo é mensurável. Toda ação realizada precisa ser medida e analisada para o planejamento da seguinte. Não termina na Black Friday, por exemplo.

Lembre-se que a frequência é fundamental para manter presença e lembrança, sendo assim, programe suas próximas interações sempre pensando em melhorar as anteriores.

Um resumo deste conteúdo fez parte do capítulo 8 do Guia para arrasar na Black Friday, que fez uma seleção de 14 profissionais de diferentes áreas com dicas para a atuação dos e-commerces para a data mais importante do ano. Vale o download.