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Antes de falarmos sobre como as lojas virtuais podem utilizar essa ferramenta e estratégia para melhorar o engajamento dos seus clientes, é importante explicarmos qual o significado desse conceito que tem sido muito aplicado em diferentes segmentos.

Os jogos têm a capacidade de manter as pessoas envolvidas por um longo período de tempo, a fim de construir relacionamentos de confiança entre as pessoas, além de ter a capacidade de desenvolver seus potenciais criativos. Por este motivo, a gamificação consiste em extrair estruturas e dinâmicas de jogos com o objetivo de aplicá-las em outros contextos, para gerar mais engajamento entre as partes envolvidas.

Gamification pode dar o empurrãozinho que seu negócio precisa

De acordo com um levantamento feito pela Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações do trade de marketing e vendas, até 2020, 85% das grandes empresas usarão a gamificação em suas operações e estima-se que o investimento atingirá cerca de US$ 5 bilhões até 2018.

Dentre os segmentos que podem utilizar essa ferramenta para aumentar suas vendas estão as lojas virtuais. Em termos simples, ela faz parte de uma estratégia digital que utiliza das dinâmicas dos jogos para fidelizar os usuários e aumentar as taxas de conversão em relação a uma marca específica. Dessa forma, as empresas melhoram seu engajamento com os clientes, ditam comportamentos e consolidam ideias sobre um produto ou serviço.

Com essa ferramenta, o e-commerce torna-se mais atrativo e, por esta razão, a empresa pode conduzir os clientes por meio de um processo de navegação específico. Outro motivo que explica a importância da gamificação é a utilização das redes sociais, que constituem um dos terrenos mais férteis.

As pessoas têm o costume de competir e compartilhar conteúdos, ou seja, se você associar sua marca a esses canais de interatividade entre as pessoas, com certeza sua empresa terá mais visibilidade no mercado.

Um dos principais benefícios dessa ação é ter o feedback dos seus usuários. Com um processo otimizado, as empresas podem descobrir quais são suas preferências e que tipo de conteúdo eles estão procurando. Se tiver essa informação disponível, será mais fácil ajustar suas atividades para beneficiar o seu negócio.

Outra vantagem da gamificação é poder aproveitar ao máximo a criatividade das pessoas responsáveis por desenvolver uma estratégia de marketing para sua empresa, e um ponto positivo é que muitas das iniciativas desenvolvidas não precisam de grandes investimentos e podem ser adaptadas às necessidades de cada área.

Depois de conhecermos os motivos importantes para o uso da gamificação, é fundamental sabermos como podemos utilizá-la no e-commerce, mesmo que ela possa ser trabalhada para todo e qualquer produto ou serviço. Afinal, ela é adaptável a cada orçamento.

O primeiro passo é experimentar um jogo simples, aprender como a teoria funciona na prática e verificar como seu público-alvo recebe o jogo. Depois disso, é preciso estruturá-lo de maneira simples e coerente, pois se for muito complexo, os usuários dificilmente irão utilizar e nunca irão obter resultados satisfatórios. Por isso, é melhor dividir o jogo em um conjunto de pequenas atividades para que os visitantes possam aprender gradualmente e compartilhar apenas as informações necessárias para passar de nível.

Para finalizar, podemos concluir que a gamificação é uma excelente estratégia para ajudá-lo a apimentar o seu marketing de conteúdo e envolver o seu público-alvo de diversas formas, proporcionando uma grande experiência para o usuário fomentando a lealdade do consumidor e construindo uma imagem positiva de sua marca.

Em parceria com a NET Internet separamos as principais vantagens e desvantagens das principais soluções de entrega de compras via e-commerce.

Tanto para quem está começando agora quanto para os mais veteranos do mercado e-commerce o frete é um fator chave para o sucesso do negócio. Segundo pesquisas, os consumidores são bastante influenciados na decisão de compra pelo preço do frete e pela confiança e agilidade na entrega.

Portanto, conhecer o seu público e definir claramente os objetivos do seu negócio são os primeiros passos para escolher qual solução de entrega será a mais indicada para a sua loja e seus consumidores.

Investir em frota própria ou terceirizar suas entregas?

Possuir uma frota própria trás grandes vantagens dependendo do tamanho do seu negócio. Ao optar por essa modalidade de entrega, a sua empresa ganha controle total sobre a operação e agilidade estratégica que juntas podem ser uma arma e tanto no processo de fidelização de seus clientes.

Mas nem tudo são flores. Investir em uma frota própria exige um alto investimento inicial e custos de manutenção e pessoal. Sua demanda precisa justificar tal estratégia. Portanto avalie bem se o seu e-commerce está pronto para esta modalidade.

Por outro lado, as opções de terceirização de entregas são uma excelente opção para a sua loja virtual aliviar os custos e ganhar abrangência. Entre elas estão modos mais convencionais como os Correios, as Transportadoras e as Frotas Terceirizadas. Além de modalidades mais inovadoras como a utilização de Couriers ou a abertura de Pontos de Retirada.

Correios: Maior abrangência e credibilidade

Se o seu objetivo é vender para todo o Brasil os Correios podem ser de grande ajuda para o seu negócio. A imensa cobertura da empresa de postagens oficial permite que você possa vender para locais mais distantes com um bom custo-benefício.

Além de oferecer diversos tipos de postagens de acordo com o peso e tempo de entrega, é possível integrar sua plataforma de vendas com o sistema de cobrança dos Correios. Assim, o consumidor pode calcular o frete no próprio processo de finalização de compra da sua loja.

Transportadoras: Opção estratégica e personalizável

O frete via transportadoras é uma ótima pedida para quem busca priorizar áreas estratégicas para o seu negócio. Apesar de, geralmente, terem menor abrangência em relação aos Correios a sua loja pode ganhar agilidade e personalização nos serviços de entrega.

Se você possui cidades ou regiões específicas com maior volume de vendas, você pode dedicar um serviço de entregas especial, negociando diretamente com a transportadora melhores custos e prazos.

Courier: Garantia de qualidade para entregas urgentes

Os serviços de Courier possuem uma excelente qualidade e credibilidade no mercado. Porém seus custos podem ser mais elevados. São ótimas opções para lidar com uma situação onde a intenção é evitar desgaste com os consumidores.

Possuem uma grande abrangência, inclusive internacional, possibilitando entregas para fora do país caso a sua loja ofereça tal opção.

Pontos de Retirada: Uma nova maneira de entregas de compras online

Essa é uma tendência mundial no mercado de e-commerce. Muitas lojas consagradas como a Amazon, por exemplo, estão disponibilizando a opção de retirada da mercadoria em pontos específicos. Os custos do frete caem até 30% e permitem ao consumidor uma maior controle de seu tempo.

É claro que tal estratégia não funciona para todos os tipos de produtos. A entrega em domicílio de móveis e eletrodomésticos de grande porte acaba sendo mais vantajosa para o cliente do que a sua retirada. Por isso é essencial estudar muito bem o perfil do seu público e a viabilidade desta modalidade.

Depois de conhecer melhor cada modalidade de frete vai ficar bem mais fácil pensar em como melhorar a qualidade, os custos e a satisfação do seu cliente. Estude o seu negócio e comece já a pensar em qual a melhor solução de entrega de compras online para a sua loja virtual.

Aumente a taxa de conversão de seu site com ajuda de 12 dicas que visam atrair, manter, e persuadir usuários e testar resultados

O Brasil é o 10º maior mercado de e-commerce do mundo, segundo dados divulgados pelo site MarketingProfs. No total, em 2015, os brasileiros gastaram mais de 18 bilhões de dólares em sites na internet.

Parece uma boa notícia para você? Sim, claro, e também para alguns outros milhares de empreendedores que usam seus sites para converter vendas na internet em nosso país.

Confira o infográfico comparativo entre nações, divulgado pelo MarketingProfs:

Sabe o que isso significa? Significa que se você quer melhorar sua taxa de conversão, você precisa se destacar não somente para esses milhões e consumidores, mas também se destacar em relação aos milhares de concorrentes que compõem este mercado.

Quer saber como fazer isso e aumenta a taxa de conversão de seu site?

Use 4 palavras:

  1. Atrair
  2. Manter
  3. Persuadir
  4. Testar

Atrair para seu site, manter seu público navegando nele e, finalmente, persuadir seus clientes a comprar. Só que para tudo isso dar certo, é preciso sempre testar as melhores soluções para cada um desses pontos, e evoluir cada vez mais.

Para atrair:

1- SEO

Ao criar seu site, é preciso fazer um estudo analítico das palavras-chave relativas ao seu negócio e que são mais usadas pelo seu público-alvo nos buscadores na internet.

Então, de forma inteligente, é preciso incluí-las em seu texto, melhorando seu ranqueamento no Google. Quanto mais qualificadas suas palavras-chaves (mais focadas no seu público-alvo), mais alta será sua taxa de conversão.

2- Adwords, rede de display, remarketing e outras publicidades online

Outra maneira de atrair consumidores para seu site é através de mídia paga na internet. Estes são apenas alguns exemplos:

  • AdWords: são aqueles 3 primeiros links para sites que aparecem na busca do Google, além daqueles na lateral. Você pode dar um lance por palavras-chave e seus links podem aparecer lá.
  • Rede de display: diversos sites afiliados, relacionados com seu público-alvo, apresentam banners, filmes, textos e outras mídias anunciando seu site.
  • Remarketing: usuários que já visitaram seu site verão anúncios relacionados a ele com mais frequência. Remarketing pode ser realizado a través de redes de display, do Facebook, de redes de afiliação, de ad network, entre outros.

3- Marketing de conteúdo e nutrição de leads

Das diversas formas de marketing digital, estas, atualmente, são algumas das que têm trazido mais resultados.

Ao criar conteúdo relevante e atrativo para seus clientes (como textos, vídeos, infográficos e outros), principalmente em blogs, mas também em mídias sociais, você os faz conhecer sua empresa e os atraia para seu site. Uma vez lá, você oferece conteúdos mais ricos (como e-books, testes grátis de apps, cursos online, webinars e outros), em troca do cadastramento de dados como nomes e e-mails.

Em seguida, estes leads passam a receber e-mails baseados em seus comportamentos na internet e ao receber e-mails, sendo impactados por conteúdos cada vez mais interessantes, com o objetivo de fazê-los iniciar a jornada de compra em seu site, podendo culminar, com o tempo, em uma conversão.

É importante ressaltar que não é enviando dezenas de e-mails por dia que você conseguirá melhorar seus resultados, porém criando regras inteligentes de automação de marketing para mandar as mensagens mais assertivas de acordo com os “triggers” que você irá definir. Antes de começar, modele seu funil de marketing identificando em qual estágio cada lead se encontra e qual é seu perfil, para mandar o e-mail certo no momento certo.

Para manter:

1- Layout responsivo:

No final de 2015, segundo pesquisas, 46% dos brasileiros realizavam pagamentos via smartphone e 45% já fizera uma compra por um aplicativo em seu celular. Isso significa que seu site deve se adaptar automaticamente a qualquer dispositivo móvel.

2- Seu site deve abrir rapidamente:

Dados revelam que sites que demoram para carregar acabam perdendo usuários, em torno de 7% a cada segundo.

3- Usabilidade e intuitividade:

Deve ser fácil navegar em seu site, pesquisar produtos e entender como praticar qualquer atividade que ele disponibilize para os usuários.

4- Cadastro:

Sem complicações ou excesso de etapas e pedidos de informações desnecessárias.

5- Evite excesso de cliques:

Apesar de alguns processos necessitarem de muitos cliques e verificações, usualmente o exagero de redirecionamentos não agrada aos usuários.

6- Checkout ágil:

Ao mesmo tempo que deve mostrar segurança na transação, evite que o checkout se torne tão chato para o usuário que ele desista da compra nesse momento crucial.

Para persuadir:

1- Dê motivos para o usuário confiar em seu site:

Para aumentar a taxa de conversão, é preciso que o cliente confie em seu site. Demonstre isso com ajuda de depoimentos de clientes satisfeitos, avaliações positivas, selos de site seguro, links para mídias sociais e outros.

Identifique as páginas com maior taxa de saída, e tente entender as razões pelas quais a pessoa deixou o site:

  • Falta de confiança?
  • Falta de informação?
  • Custo do frete?
  • Porque ficou com receio?

Crie algumas hipóteses, e vá testando: primeiro mudando a sua página para incluir novos blocos de conteúdo ou imagens, e incluindo links para páginas que vão explorar com mais profundidade aquele conceito.

Por exemplo: você identificou que muitas pessoas saem na primeira página do checkout porque eles não entenderam o que é seu produto e suas vantagens.

Adicione um bloco de informação explicativo, com link para a página “como funciona” e outro link para um case de sucesso, isso pode ser a solução!

2 – CTA:

O Call to Action é um dos mais importantes elementos para aumentar a taxa de conversão em seu site. É ele quem passa um comando incentivando seu cliente a comprar.

Usualmente, CTAs têm cores chamativas, empregam um verbo de ação, destacam o benefício da compra (não características do produto ou serviço). Os CTAs podem ser posicionados em várias locais diferentes de sua landing page, em cada um deles com frases e cores diferentes

Para testar:

1- Medir e testar:

Todas as ações citadas aqui devem ser testadas. Faz-se uma melhoria no site e se testa, em comparação com a versão anterior, qual das duas converte mais. São os chamados testes A/B. Conforme essas melhorias vão se acumulando, a taxa de conversão do site vai aumentando progressivamente.

Preparado para implementar estas 12 dicas em seu site? Antes de começar, não se esqueça de fazer um bom planejamento e escrever um belo briefing para o designer!

Vivemos a era da especialização. Não temos só ortopedistas, temos ortopedistas especialistas em pé. Mas não é qualquer pé, é no pé direito ou especialistas em pé esquerdo, especialistas em calcâneo e assim vai.

No jornalismo não poderia ser diferente. Temos os especialistas em política, economia, esporte e os especialistas na arte de transformar seus clientes em notícia. Que clientes? Pode ser o Chitãozinho e Xororó, pode ser o CRM -Conselho Regional de Medicina, a OAB ou a KRJ, especializada no desenvolvimento e fabricação de conectores elétricos para redes aéreas.

As necessidades da KRJ são necessariamente diferentes das necessidades do Chitãozinho e Xororó. Dai a necessidade da especialização, especialmente quando levamos em consideração o público alvo de ambas.

Sempre é importante definir porque um conjunto musical, uma entidade de classe, pessoa física ou empresa necessitam de assessoria de imprensa. Qual é a razão pela qual querem ampliar a sua visibilidade? Serem vistas e conhecidas? Criarem e tornar público um novo produto ou um novo conceito? Se tornarem autoridades em um determinado assunto? Ou simplesmente se diferenciarem da concorrência para tentar aumentar o faturamento?

E essa pergunta vai determinar que tipo de empresa de assessoria de imprensa  deve ser contratada, com a ressalva de que a alta especialização do assessor está diretamente relacionada ao tipo de resultado que ele gera.

Eu diria que a especialização na indústria é uma das mais árduas tarefas a que um assessor pode se propor. Se toda a grande imprensa sempre está interessa em assuntos relacionados à música sertaneja ou às grandes celebridades, o mesmo não acontece com novos centros de usinagem lançados no mercado para atender à indústria de base ou novos botões capazes de melhorarem o acionamento de grandes centrais de produção ou sistemas de grande porte.

O Universo industrial é amplo, complexo, mas determinante para o desenvolvimento de qualquer país. É a indústria que gera emprego em massa, que desenvolve regiões quando implantada, causando desenvolvimento e impacto social positivo.

Mas para escrever sobre isso e, mais ainda, transformar essa realidade em notícia é preciso mais do que entender de pautas e horários de fechamento de grandes redações. É preciso uma especialização macro, em business to business e falar a língua e entender a realidade da empresa que contrata o serviço de assessoria de imprensa e da empresa que vai comprar o produto divulgado.

Existem jornalistas especializados , existem veículos mais especializados ainda, cuja pauta gira em torno desses avanços tecnológicos e especificidades de cada área. Temos revistas como Brasil Mineral, Petro& Química, Controle e Instrumentação, Brasil Energia. Blogs que cuidam de reciclagem, logística e sustentabilidade. Não basta conhecer jornalismo, é preciso conhecer a indústria que será assessorado, seus produtos, serviços e diferenciais competitivos.

Para gerar resultados nesse segmento é preciso competência, mas acima de tudo conhecer a linguagem e as necessidades específicas desse segmento que merece destaque na imprensa nacional, não só  pela sua grandeza, mas pela importância no desenvolvimento do País.

Os diretores de marketing precisam incorporar os princípios do growth hacking. Aqui estão algumas lições úteis para isso

Se você busca novidades em tecnologia, você pode ter lido alguma coisa sobre growth hackers. Eles são designers de produtos e experiência do usuário que se especializam no crescimento.

Considerando-se que o growth hacking parece representar uma ameaça para as técnicas de marketing mais tradicionais, você pode esperar que os diretores de marketing fiquem céticos sobre isso.

E alguns deles, presumivelmente, estão cautelosos com toda a atenção que vem sendo dedicada aos growth hackers recentemente.

Então, o que os diretores de marketing podem aprender com os growth hackers? Vamos dar uma olhada em 3 lições específicas.

Lição 1: Os dados devem ser colocados em prática rapidamente

Os growth hackers entendem que a tecnologia torna possível, não só acumular enormes quantidades de dados, mas agir sobre os dados quase que imediatamente.

Para os diretores de marketing, a lição não é apenas que você precisa entregar mensagens altamente segmentadas com base em dados demográficos e dados comportamentais.

Em vez disso, a lição é que essas informações podem ser aproveitadas em tempo real. Colocar dados para serem usados imediatamente torna possível quebrar o ciclo de adoção do produto tradicional, concentrando-se em táticas de curto prazo.

Os growth hackers esperam resultados baseados em dados imediatos, assim deveriam ser também os diretores de marketing.

Lição 2: O fracasso pode ser construtivo

Diretores de marketing também podem aprender muito com os growth hackers com as iterações. Afinal, eles não têm medo de tentar, falhar e, tentar novamente.

Tudo que eles fazem é examinado por seu potencial impacto sobre o crescimento escalável. Isso não quer dizer que profissionais de marketing tradicionais não fazem qualquer teste. Há uma abundância de experimentação e testes acontecendo nas melhores campanhas de hoje.

Mas, uma vez que a abordagem ou a mensagem é resolvida por uma determinada campanha, as coisas param por aí. A campanha tradicional, uma vez colocada em movimento, funciona como um trem que não pode ser interrompido.

Como Andy Johns, que trabalhou como growth hacker no Facebook, Twitter e Quora, disse a Forbes, “a maioria das pessoas não percebe o que está acontecendo nos bastidores dessas empresas. A maioria foi a realização de vários experimentos por dia para determinar a melhor forma de influenciar as pessoas a fazer o que elas queriam que eles fizessem“.

O diretor de marketing que pensa como um growth hacker executa várias campanhas em milhares de sites para ver o que pega e o que não funciona, então volta para o poder da publicidade programática para otimizar todas estas campanhas.

O fracasso ou erro pode nos ensinar muitas coisas e, mostrar novos caminhos.

Lição 3: O poder da atração

A lição para os diretores de marketing é simples: as melhores mensagens de marketing envolvem a vida e os pensamentos de um usuário.

No mundo da exibição, isso significa usar dados para interpretar a intenção do usuário. Quando você está entregando a mensagem certa, na hora certa, você não está se intrometendo na vida do usuário, mas prestando um serviço que pode ser tão útil e interessante como todos os outros conteúdos que o usuário está interagindo online.

Isso é onde a publicidade programática oferece uma tremenda oportunidade para os diretores de marketing pensarem como growth hackers.

Nada disso quer dizer que growth hackers acertam sempre. Os diretores de marketing ainda precisam olhar para os ganhos de curto prazo no contexto das relações de longo prazo com os consumidores.

E marcas que esperam ter relações de longo prazo com os consumidores precisam contar suas histórias de forma consistente.

Mas para os diretores de marketing, olhar para o panorama geral não significa virar as costas para o growth hacking. Significa ter certeza que você tem o hack certo para crescer.

Os principais profissionais de marketing do futuro serão amantes de dados que pensam como engenheiros e conhecem o mercado de uma maneira única.


Este artigo foi adaptado do original, “3 Lessons CMOs Can Learn From Growth Hackers”, do CMO.

Texto publicado anteriormente no Jornal do Empreendedor.

As decisões do profissional de marketing passaram a ficar cada vez mais complicadas. Há pouco tempo, o desafio estava em decidir se a verba de mídia iria para TV, mídia impressa ou outro canal offline.

Entretanto, as coisas mudaram bastante nos últimos anos, exigindo do mercado um profissional inserido no contexto de marketing digital e preparado para planejar e justificar as escolhas de sua estratégia, seja ela em AdWords, Social, Display, CRM, Inbound, entre várias outras. Surgiram inclusive novas áreas e títulos para estas funções, como o Business Intelligence, Marketing Technology, Growth Hacking, etc.

Apesar de todo o mix digital disponível, vemos pouquíssimos players enxergando a jornada do consumidor até o final do funil. A estratégia digital de grandes companhias tem se limitado aos objetivos de awareness ou, quando norteado por conversão, se esquecem muitas vezes que no meio destes dois existe um objetivo mais importante, o da experiência do usuário.

Nesta época do ano sempre ouvimos uma série de tendências quando o assunto é e-commerce: Métodos de Pagamentos, Interatividade, Segurança, Atendimento, Mobile First, Big Data, Omnichannel. Considero todas muito importantes, mas muito me chamou a atenção ver que a maioria delas são motivadas pela mudança de comportamento do consumidor.

Sim, nosso consumidor mudou. O mindset mudou. Além do consumidor tradicional e dos Millenials, que podemos dizer que aprenderam a se adaptar ao mundo tecnológico, estamos lidando também com uma Geração Z (nascidos a partir de meados dos anos 90) que hoje representa 20% da população, mas que até 2020 podem representar 40%.

Estamos falando de um grupo com alta habilidade de circular no digital, que apesar dos problemas de distração, costumam ser promotores das experiências boas, ou seja, podem ser grandes advogados das marcas, mas… Desde que a sua marca passe por este crivo de relevância e qualidade, que eles sabem fazer muito bem.

Então, afinal, o que este consumidor quer? Para começar nossa reflexão, vale uma comparação com o mundo físico: você entra em uma loja e vê um produto interessante, mas ele não tem nenhuma informação além do nome, preço e código.

Comparando com o produto do concorrente, também com informações escassas, restam duas coisas: fazer uma aposta e comprar qualquer um deles (onde há um grande risco de devolução e insatisfação) ou sair da loja para procurar mais detalhes (nesta, você perdeu a venda). Mas e se nesta loja alguém chegasse para perguntar: “Posso te ajudar com esse produto? Ele é ideal para você, pois…”. Ótimo, mas até aqui nenhuma novidade, afinal, esta pessoa tem nome: é o vendedor.

Como aqui o assunto aqui é marketing digital, vamos voltar às escolhas feitas na estratégia e retomar o ponto levantado lá em cima: De que valem os investimentos em todas as opções do mix digital quando tudo leva para uma página sem vendedor? Sim, estamos falando da sua página de produto.

Se você vende os seus produtos no varejo online, sabe que as equipes de cadastro ficam responsáveis por números assustadores de cadastros de produtos em suas plataformas, consequentemente se concentrando em um tipo conteúdo básico: Título, Código, Descrição, Especificações e Imagens.

Mas a dúvida que fica é: o consumidor está realmente tendo uma experiência de compra? Lembre da Geração Z que falamos agora pouco e tente imaginar qual das páginas de produto abaixo realmente passaria pelo crivo de qualidade deles:

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Conteúdo de Produto deve ser visto como uma extensão da Estratégia Digital. Portanto, se você é da indústria, vale a reflexão sobre incluir mais uma linha em seu planejamento digital.

O conteúdo básico que começa no cadastro, pode (e deve) se estender a formatos mais ricos, chamados de Conteúdo Especial. Este é o seu vendedor online, responsável por apresentar seu produto de forma didática, ilustrativa, dinâmica e responder todas as dúvidas do consumidor, antes que este caia na monotonia de textos e tabelas técnicas dos varejistas.

Com informações consistentes o consumidor faz uma compra mais esclarecida, reduzindo o índice de devoluções e reclamações. Mas, muito além disso, com experiência online você posiciona sua marca, cria um relacionamento e se destaca frente a concorrência do varejo online. Resultado: mais conversão.

Para concluir o tópico de hoje, separamos algumas dicas importantes:

  • Estratégia: reveja seu calendário de lançamentos e datas especiais e pondere sobre a necessidade de impulsionar seu produto ou linha. O conteúdo de produto bem elaborado pode ajudar muito nos números de conversão no online.
  • Consistência: seja consistente em todos os canais. O consumidor atual circula com muita facilidade entre o físico e digital (o consumidor brasileiro em especial, devido a algumas barreiras culturais de compra online, ainda pesquisa muito online e compra no físico). Portanto, garanta que está passando todas as informações necessárias e criando uma experiência uniforme com a sua marca, em todos os canais.
  • Seja Transparente e Didático: não tente falar muito ou enganar esta geração de consumidores. Eles são espertos e investigam tudo no seu site, varejistas, comparadores, e, como falamos acima, no ponto de venda físico.
  • Abuse dos Recursos: imagens, vídeos, animações, interações, ajudam muito na explicação do seu produto e na experiência deste consumidor atual. Lembre-se apenas onde e como pretende utilizar este conteúdo para não se surpreender com as limitações de plataformas.
  • Mobile: qualquer conteúdo pode ficar lindo no papel, mas sem utilidade se não for responsivo. Acesso à internet via Smartphones e Tablets já representam 51% no mundo e o com o aumento da disponibilidade de wi-fi e dados este consumidores devem consultar cada vez mais o estoque, reviews e ofertas, via Mobile.

Boa Sorte!

Texto publicado anteriormente no Blog da iSee.

A maioria das empresas investe em ferramentas digitais para atrair, converter e reter clientes, mas nem sempre essas soluções garantem uma experiência de compras agradável e o motivo é simples: falta conhecimento sobre eles. Qual o seu perfil? O que essa pessoa costuma comprar? O que ela precisa? Quais os seus desejos de consumo?

O fato é que a limitação de acesso às informações dos clientes pode trazer inúmeros prejuízos às organizações que, cada vez mais, precisam de insights sobre os desejos dos clientes durante a jornada de compras. É aí que área de Marketing entra em cena, uma vez que capacita as organizações para captarem tais percepções sobre as intenções dos consumidores, por meio de experiências individuais e em tempo real, até porque o dinamismo do mercado exige agilidade nas ações e na tomada de decisões.

O marketing contextual, por exemplo, que é a evolução do marketing personalizado, reúne informações dos clientes de vários canais como: interações anteriores, isto é, histórico de transações (pedidos, compras, pagamentos); antecipação de comportamentos e intenções atuais.

A partir daí, a experiência do cliente passa a ser personalizada, contextualizada e relevante. Há soluções de marketing e comércio que proporcionam engajamento com os clientes, ou seja, antecipam as necessidades e interesses do público-alvo.

Uma plataforma especializada por meio da combinação dos seus módulos de Commerce, Service, Sales e Marketing, oportuniza experiências exclusivas durante toda a jornada de compras, desde o despertar do interesse, pesquisa, a compra em si até o pós-venda. Nesse caso, todo o relacionamento é focado no engajamento e na satisfação dos clientes B2B e B2C.

Uma plataforma de relacionamento omnichannel que garante possibilidades diferenciadas de interação com foco na venda. A comunicação ocorre por múltiplos canais de contato, com isso há um melhor engajamento entre os clientes, além da oferta da inteligência digital para a força de vendas e da possibilidade do Marketing desenvolver campanhas segmentadas e inteligentes, desde materiais impressos até as mídias sociais.

Quando se trata do comércio multicanal é imprescindível a criação, o gerenciamento e a publicação de informações relevantes em todos os canais de vendas e serviços. Então, para as empresas que buscam a gestão de conteúdo de produtos, gestão de conteúdo da Web, mobilidade, pesquisa e recursos de comercialização integrados, esta solução é uma alternativa mais que indicada, ou melhor, é indispensável.

Outra possibilidade para gerar engajamento com os clientes são as ferramentas que permitem os insights das intenções dos consumidores em tempo real e, consequentemente, experiências contextuais e agilidade frente ao concorrente.

Esse tipo de solução também oferece recursos como recomendações de produtos, microssegmentação, direcionamento e conversão de carrinhos abandonados com o remarketing, análise preditiva, medição de sentimento dos consumidores, ROI de campanhas em tempo real, integração com mídias sociais, criação de perfis únicos e completos dos seus clientes, além do auxílio à conversão dos acessos anônimos de seu website em clientes satisfeitos e fidelizados.

A verdadeira visão de 360° das interações com os clientes – em todos os canais – cria uma percepção única de informações relevantes de consumidores em um só local, fator que possibilita a identificação do público-alvo para campanhas omnichannel.

O resultado é certo: aumento das conversões de clientes, consolidação e recomendação da marca. O que mais a sua empresa deseja?

Landing page, ou página de conversão de vendas, é uma página web para onde são direcionados seus clientes e prospects com o objetivo de adquirirem um produto ou serviço que está sendo oferecido.

Estes consumidores, muitas vezes, são atraídos por diversos canais, como mídias sócias, e-mail marketing, blogs e links patrocinados, por exemplo.

Aliás, uma boa ferramenta de BI que mensure de onde vem o tráfico para sua landing page ajudará muito a pensar nas formas de marketing digital mais adequadas para seu negócio.

Nesta postagem, vamos apresentar 10 fatores que não podem faltar em bons exemplos de lading pages.

Mas, antes das dicas, vamos a uma nomenclatura importante, o termo Above the Fold.

O espaço que fica visível para seu usuário, assim que abre sua landing page, sem que tenha que usar a barra de rolagem, é o chamado Above the Fold (algo como “acima da dobra”).

Apesar de variar de computador para computador, em função das especificações determinadas pelo usuário, é possível definir quais são os formatos mais usados pelo seu público.

Esta é a área mais nobre da landing page e deve conter a maior quantidade possível dos elementos citados a seguir, mas sem ficar poluída! Um desafio, claro, em que o segredo é escolher o que é mais importante e construir um layout agradável.

Checklist: os 10 elementos essenciais de uma landing page que converte

Vamos dividir estes 10 itens em 2 partes. Os 3 primeiros se referem a cuidados técnicos, ou mais gerais, sobre a página de conversão, os 7 seguintes, a elementos que devem fazer parte da landing page para converter mais.

1- Leve e com abertura rápida

Este é um detalhe importante: ninguém ficará esperando sua página abrir, as pessoas são ansiosas e têm pressa. Use imagens leves e contrate um web designer que não pense apenas no layout, mas que leve este ponto em consideração também.

2- Esqueça o menu

A landing page, como dissemos, deve ser agradável, sem poluição ou excesso de informações que possam distrair seu usuário. Remova o menu geral de seu site desta página, ele é desnecessário e apenas mais uma “rota de fuga” para seus clientes!

3- Landing page responsiva

Uma pesquisa da empresa Adyen indicou que 15% das transações na internet no Brasil são realizadas em dispositivos móveis. Por isso, além de responsiva, isto é, se adaptar facilmente e sem problemas a dispositivos móveis, suas landing pages devem ter um layout atraente e uma boa usabilidade nesses aparelhos.

4- Headline que funcione

Também chamada de título, ela tem que ser curta, com no máximo 6 palavras, criativa, se possível, e atrair a atenção dos usuários. Além disso, deve informar claramente qual o benefício em adquirir o produto ou serviço. Não foque em características, foque nos benefícios!

5- Subtítulo explicativo

Agora é preciso esclarecer um pouco melhor do que se trata a oferta. Use de persuasão para mostrar de forma ainda mais esclarecedora como sua oferta vai resolver um problema de seu cliente potencial.

6- Call to Action

O velho e bom Call to Action (CTA) é o botão “mágico” que vai direcionar seu cliente para fazer uma compra, baixar um material, assistir um vídeo ou seja qual for o objetivo de sua landing page.

Todo mundo diz que os CTAs devem ser BOB: Big Orange Botons, mas isso é um exagero! A cor do CTA pode até ser mais chamativa, e geralmente é, mas isso vai depender do layout de sua página.

Quanto ao texto do CTA, as boas práticas de marketing dizem que:

  • Deve ter um verbo de ação;
  • Despertar senso de urgência;
  • Indicar o benefício de se clicar naquele link.

7- Formulário para coletar dados de leads

Um pequeno formulário, com poucos campos, preferencialmente nome e e-mail, deve constar de sua landing page para promover a nutrição de leads, posteriormente.

E para estimular o preenchimento deles, você deve criar conteúdos extras e dar de presente a seus clientes que te fornecem essas informações.

8- Conteúdos extras

Pode ser uma planilha, um template, um curso grátis, um e-book, não importa! O que é preciso é que este conteúdo seja tão relevante e útil para seu cliente que ele estará disposto a te entregar o e-mail dele em troca. Capriche nessa criação!

9- Vídeo curto

Um vídeo curto explicando o funcionamento do produto ou as vantagens e benefícios do serviço costuma ter um grande feito de persuasão sobre os leitores de uma landing page, pense nisso.

Este site ajuda a criar vídeos por conta própria e tem um plano gratuito, confira: www.rawshorts.com

10- Depoimentos e avaliações

Mostrar boas avaliações e depoimentos de clientes satisfeitos sempre dá mais credibilidade a sua empresa.

DICA EXTRA: testes A/B

Absolutamente tudo que você usa em uma landing page deve ser testado e melhorado com o uso de testes A/B, com o objetivo de sempre otimizar a taxa de conversão – Conversion Rate Optimization, em inglês. Faça 2 versões de sua landing page e direcione metade dos usuários para cada uma.

Idealmente, cada versão deve ter apenas um elemento diferente da outra, para testar qual dos dois funciona melhor. Por exemplo: teste 2 CTAs, escolha o melhor e depois teste 2 Headlines, e assim por diante, até ter uma landing page perfeita e que converte muitas vendas.

Para exemplificar o potencial desse trabalho, em um dos nossos testes, alterando apenas o conteúdo em uma dobra da nossa home, conseguimos aumentar o número de leads gerados pela página em 40%.

As oportunidades sempre existem. Mas, antes de sair mexendo em tudo que aparecer na sua frente, é importante que você saiba o que está errado em sua landing page. Estude suas ferramentas de Analytics. Entenda como o usuário se comporta na página. Desta forma, você diminui muito as chances de perder tempo fazendo alterações que são irrelevantes para suas conversões.

Com cada vez mais serviços sendo disponibilizados na internet, desde treinamentos, cursos e atendimentos online, surge também uma dúvida muito comum entre os empreendedores digitais: como definir um preço justo?

É preciso compreender que o preço de um produto online deve ser pensado de forma diferente do que é pensado em um produto físico. Muitos empreendedores, influenciadores e até mesmo marcas do segmento digital não possuem referenciais para saber o quanto cobrar por serviços na internet.

No mercado de produtos físicos, o preço é calculado com base nos custos de produção, nos gastos variáveis e fixos como transporte e impostos, e no percentual de lucro.

Se eu vou vender um computador ou uma cadeira, por exemplo, além de todos estes gastos, eu ainda preciso analisar o preço praticado pela concorrência, mas isso não é necessário no mercado digital.

Conforme é trabalhada a autoridade do profissional e o posicionamento do produto, ele se torna algo único. Por isso o seu produto não precisa ser precificado conforme algum concorrente. Infoproduto não é commodity.

O que eu preciso aprender para entrar no mercado de E-commerce?

Definir, testar e entregar mais

No caso de cursos e treinamentos, o produto é escalável. Ele já está pronto, e isso deve ser considerado na hora de definir o preço. Para os casos de aulas ou atendimentos individuais que, mesmo online, devem considerar o trabalho que exigem do profissional.

Defina o preço conforme o que você acha ser justo, e faça testes para ver a aceitação do público, destacando que as tentativas de erro e acerto fazem parte do mercado digital. Considere sempre o público-alvo para entender a faixa de renda e o valor que faz sentido para ele.

O uso de valores quebrados são boas estratégias de precificação, é possível aumentar gradativamente o preço de um infoproduto conforme o crescimento da credibilidade do infoprodutor. Se você souber se posicionar e se diferenciar, pode cobrar o valor que quiser, desde que o cliente esteja disposto a pagar.

Pratiquem sempre o overdelivery, que significa entregar mais que o prometido. Na internet, as pessoas sempre esperam algo a mais, então busque surpreender o seu cliente para que ele esteja plenamente satisfeito.

Descubra o que é overdelivering e como aplicar agora em suas vendas

O que é proibido, é ter medo de se posicionar e acabar cobrando valores muito baratos. O pensamento de que é preciso cobrar muito pouco por estar começando faz com que muitos empreendedores fiquem ‘começando’ por muitos anos e não conquistem a prosperidade que buscam.

Quantos e-mails, diariamente, você recebe em sua caixa postal? Desses que chegam lá, quantos, na verdade, você tem a chance de ver em sua caixa de entrada porque não foram capturados pelo filtro de spam?

Agora, pense assim: do montante de e-mails que aparecem em sua caixa de entrada, quantos você simplesmente joga fora (ou marca como spam), sem nem abrir? Depois de abrir, quantos deles você percebe que são inúteis ou desinteressantes, e deleta novamente?

Dos poucos que sobreviveram a isso tudo, quantos destes heróis têm uma oferta que realmente te interessa e você começa a ler, mesmo não sendo um assunto de trabalho ou pessoal?

E após ler seu conteúdo, se é que você termina de ler, quantos têm apelo suficiente para que você clique em um link e seja direcionado para uma página de vendas?

E, finalmente, após este direcionamento para a tal landing page de vendas, quantas vezes você se decidiu por realmente fazer aquela compra?

Caso não tenha notado, são 7 filtros consecutivos do recebimento até a conversão da compra.

Se você quer aprender a gerar mais vendas com e-mail marketing, deverá usar estratégias específicas para fazer seu e-mail não cair nessas peneiras, em cada uma das 7 etapas da venda.

Disposto a encarar este desafio?

Então, acompanhe com a gente:

As 7 estratégias para gerar mais vendas com e-mail marketing!

Veja, a seguir, como criar um e-mail marketing seguindo o passo a passo de 7 etapas:

1- Preparando seu mailing

O primeiro passo para que uma quantidade razoável de e-mails disparados ao menos chegue nos aplicativos de correio eletrônico dos usuários é usar uma lista de e-mails estruturada e segmentada.

Nada de comprar listas prontas, nem enviar e-mail sem o consentimento do cliente. Se seu endereço de e-mail começar a ser identificado como responsável por muitas denúncias de spam por parte dos usuários, pode cair até nas listas negras dos servidores, cuidado!

Além disso, é preciso contar com um remetente de e-mail corporativo, no estilo seu.nome@suaempresa.com e usar plataformas de disparo de e-mail marketing profissionais, como Mailchimp ou Benchmark (ambas têm planos gratuitos!).

Para criar seu mailing adequadamente, é preciso atrair clientes com uso de várias formas de marketing digital, com conteúdos tão relevantes que seus clientes estarão dispostos a preencher formulários fornecendo seus e-mails para receber mais informações como essas.

2- Passando pelos filtros de spam

Algumas das providências acima também ajudam a evitar ser classificado como spam.

A dica principal é evitar usar nos assuntos dos e-mails palavras como “grátis”, “promoção”, “compre agora” etc. Elas são detectadas como indício de spam pelos provedores.

Outra dica é criar contas nos principais e-mails, como Gmail, Outlook, Uol etc. e verificar se estão recebendo seus e-mails marketing ou se estão sendo barrados por esses servidores.

3- Aumentando a taxa de abertura

Uma boa estratégia para gerar mais vendas com e-mail marketing é aumentar a taxa de abertura.

Para isso, você conta com uma única arma: o assunto do e-mail!

  • Use números e lista no assunto do e-mail: os TOP 5…
  • Acrescente “emoticons”: ♠☼♂
  • Faça perguntas e desperte a curiosidade do leitor: Você sabia que…?
  • Mostre uma solução: Tudo que você queria saber sobre…
  • Surpreenda: Revelação surpreendente de cientistas, confira!
  • Faça parecer exclusivo: Você que é contador encontrou a solução…
  • Evite mais que 40 ou 50 caracteres no assunto.
  • Evidencie conhecimento: O GUIA definitivo para…

Estas são apenas algumas técnicas.

Mas a melhor forma de testar isso, assim como vários dos elementos citados a seguir (como CTAs, cores e imagens), é fazendo testes A/B para otimizar a conversão (CRO em inglês). Você cria dois assuntos diferentes, envia para amostras diferentes de usuários, vê qual funciona melhor e depois dispara para todo mailing!

4- Fazendo seu cliente ler o e-mail

Além de um título instigante e que mostre, de cara, o benefício que o cliente vai ter lendo o e-mail, é muito importante tomar cuidado para que ele não fique pesado e lento para abrir.

Se isso acontecer, as pessoas vão fechar o e-mail. Não use imagens pesadas e crie o e-mail com código de programação HTML, e não se esqueça de torná-lo responsivo, isto é: abrir sem problemas em smartphones e tablets.

Capriche no layout com ajuda de designers profissionais!

5- Não deletar o e-mail depois de ler

Aqui um pouco de tudo que você já fez vai contribuir para isso. E, principalmente, se sua segmentação do público estiver adequada ao conteúdo do e-mail, as pessoas podem querer guardá-lo para acessar a oferta no futuro ou mesmo indicar para um amigo.

Layout, títulos e imagens são importantes também: é o “conjunto da obra” até aqui que fará o e-mail não ser deletado depois de lido!

6- Aumentando a taxa e cliques!

Neste ponto, o Call to Action (CTA) é o fator mais importante para aumentar suas vendas com e-mail marketing.

Usualmente eles têm cores fortes e chamativas, como vermelho ou laranja, mas isso não é uma regra obrigatória. Além disso, o texto do Call to Action deve:

  • Ter um verbo de ação
  • Mostrar um certo senso de urgência
  • Identificar os benefícios imediatos de clicar nele

Como dito anteriormente, o melhor para se certificar sobre o Call to Action é fazer testes A/B.

7- Landing page

A landing page é a página web para onde seu cliente é direcionado para fazer a compra depois de clicar no CTA.

As melhores estratégias para gerar mais vendas com e-mail marketing, neste ponto, além da página ter um layout semelhante ao e-mail e corresponder ao que foi prometido, incluem os chamados elementos de confiança, tais como:

  • Selos de segurança (tipo site seguro)
  • Depoimentos
  • Avaliações de usuários
  • Notícias sobre a empresa na mídia
  • Lista de clientes, filiais, plantas, montante de receitas e outros números “impressionantes”
  • Acesso fácil às redes sociais
  • Canais de atendimento do tipo SAC e outros

Estas foram as nossas 7 dicas para aumentar suas vendas com e-mail marketing. Comece com uma boa segmentação, siga o passo a passo e veja como terá ótimos resultados!