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No final das contas o principal objetivo de criação de conteúdo é venda. A venda pode não acontecer assim que um usuário consumir o conteúdo, e por isso é importante acompanhá-lo e, com a ajuda de outros conteúdos relevantes, criar necessidade, mostrar a sua autoridade e prepara-lo para o momento de compra. É aqui que o departamento de vendas entra em jogo.

Infelizmente por muito tempo departamentos de marketing e vendas jogavam cada um na sua equipe, os objetivos deles não eram os mesmos, muitas vezes os funcionários de marketing nem tinham um canal de comunicação estabelecido com o time de vendas. Cada departamento fazia o seu melhor, e embora a estratégia trazia alguns resultados era evidente que eles podem ser melhorados.

A última tendência é de proporcionar a colaboração máxima entre os departamentos de marketing e vendas, fazendo com que os dois times trabalhem para alcançar o mesmo objetivo e sentem a importância do papel deles nos resultados finais da empresa.

Durante o Meetup de Conteúdo da SEMrush o CEO da RockContent, Vitor Peçanha compartilhou as principais dicas para alinhamento de trabalho de departamentos de marketing e vendas e o tema causou tanto interesse que hoje queremos dedicar um post a esse assunto.

Mas vamos começar pelo começo.

Marketing de Conteúdo – a arma poderosa de Marketing

Vamos ser objetivos – marketing de conteúdo é uma das principais chaves de sucesso da sua estratégia.

Só que marketing de conteúdo também está mudando e passando por alterações de conceito. Hoje em dia não é só produzir conteúdo recheado de palavras-chave e menções do seu produto ou serviço para atrair a atenção do público. O público de hoje não quer ouvir da sua marca, eles querem consumir conteúdo divertido, relevante, que resolve os problemas e tira as dúvidas, e é nisso que você precisa focar.

Se não acredita em mim, dê uma olhada nos exemplos das empresas – gigantes do mercado e nas táticas deles de aumento de visibilidade de marca.

“Eu gosto muito do exemplo da Red Bull” – diz o Vitor Peçanha – “Eles têm a Red Bug que é a revista de tiragem mensal, com a maior tiragem mensal do mundo. Pensa só, uma marca de energéticos que é a maior editora mensal do mundo! E nem precisa ir tão longe, aqui no Brasil você tem exemplo da Friboi que está investindo pesado na academia da carne, para ensinar as pessoas como fazer churrasco”.

Chegou a hora de soluções criativas, conteúdo fora de comum e pensamentos fora da caixa.

Mas antes de criar qualquer conteúdo é preciso fazer um bom planejamento, respondendo as 3 principais perguntas:

· Por que estou fazendo marketing de conteúdo;
· Para quem estou fazendo esse conteúdo;
· Como vou alcançar essas pessoas.

Primeiro você tem que pensar qual é o principal objetivo do seu conteúdo – aumentar visibilidade, diminuir o custo de venda, diminuir o custo de suporte, aumentar a base de emails

Em seguida é importante definir o perfil da pessoa que você gostaria de atrair com o seu conteúdo. Seja mais detalhista possível, pense na idade, profissão, como ela gosta de passar seu tempo livre etc. Pesquisa bastante e crie a sua personagem, imagine a vida dele – essas informações vão te ajudar a responder a terceira pergunta, a definir quais canais você pode usar para chamar a atenção dessa pessoa.

Qual tipo de conteúdo ela prefere? Vídeo, e-book, post de blog? Quais canais ela mais acessa? Blogs, redes sociais, e-mail? Quis palavras-chave ela usa para pesquisar os assuntos do interesse dela? A que horas tem maior pico de atividade online?

E agora é só alinhar os seus conteúdos com os níveis de funil de vendas, preenchendo lacunas e criando um fluxo natural do topo do funil até o fundo.

Por exemplo, criando conteúdo para o topo do funil você vai focar em tirar as principais dúvidas dos usuários, resolver os problemas deles e educá-los.

“Nessa etapa a pessoa ainda não quer comprar nada, ela só quer tirar a dúvida. O topo do funil tem muito volume, então você pode por coisas de fácil acesso, blog post, vídeo, webinar, vai ter alto alcance, alto volume. Você não vai pedir para alguém preencher um formulário e fazer um registro para ler um blog post.” – recomenda o Vitor Peçanha

No meio do funil a pessoa começa a sentir necessidade e está procurando solução, mas ainda não está preparada para comprar. Aqui você pode oferecer várias soluções, pouco-a-pouco se apresentando como uma referência no assunto – você disponibiliza um e-book para receber qual a pessoa precisa preencher um formulário e consegue o e-mail dela. Agora você pode mandar newsletters e novidades da sua empresa, sempre oferecendo conteúdo útil e trazendo a pessoa para o topo do funil.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

No topo do funil você pode dar exemplo de soluções que você pode oferecer – a pessoa já tomou a decisão de compra e agora você precisa convencê-la que a sua empresa é a melhor escolha. Você pode falar da sua autoridade no mercado (mostrando prêmios, referências, comentários e outras marcas de reconhecimento), mostrar como usar o seu produto e quais benefícios ele tem etc.

Qual é a principal vantagem dessa estratégia de funil de vendas? A possibilidade de passar para o seu departamento de vendas um lead extremamente qualificado, já sabendo o e-mail, cargo, tamanho da empresa e outras informações do seu usuário.

Vitor Peçanha deu um exemplo bem prático de mapeamento de conteúdo: “Imagina que eu vendo um programa de exercício em casa. Aí no topo de funil eu vou falar de 5 dicas para melhorar sua qualidade de vida. Ainda não estou falando sobre fazer exercício nem sobre comprar nada. Só digo, olha se você está estressado, você pode fazer yoga, você pode fazer exercício, você pode se alimentar melhor. O cliente vai pesquisar melhor e vai chegar à conclusão que quer fazer exercício. Agora ofereço um e-book para ele fazer exercício em casa já que ele não tem tempo. A pessoa baixa esse e-book, me dá os seus dados e eu começo a fazer os disparos de e-mail para ela.

Depois de um tempo eu vou mandar um e-mail para ela contando de cinco pessoas que mudaram de vida usando nosso programa Power 3000. Muitas vezes a pessoa pensa – quero mudar de vida! E compra, mesmo sem eu ter feito qualquer oferta. É assim que funciona o funil de vendas”

Juntando os esforços

Agora que você começou a gerar leads de qualidade com a sua campanha de marketing é preciso aprender a trabalhar em conjunto com o departamento de Vendas para fazer os seus esforços valerem a pena.

Na maioria das vezes é só questão de comunicação constante e aberta e alinhamento. “Todo mundo tem que falar a mesma língua, você tem que criar rotina de comunicação entre times, você tem que ter métricas unificadas. Todo mundo tem que ter a mesma definição básica, todo mundo deve saber o que é uma boa lead, uma lead qualificada” – comenta Vitor Peçanha

A conversa constante é importante para poder aperfeiçoar a sua estratégia constantemente com base nos feedbacks. Para exemplificar isso usaremos o exemplo que o Vitor deu durante o Meetup de Conteúdo:

Vamos supor que você gastou R$ 5.000 em marketing gerando 10.000 leads. Ou seja, cada lead custou 50 centavos. Qualifiquei 200 leads, e conversando com o departamento de vendas descobri, que deles foram gerados 2 clientes. Ou seja, cada um desses clientes custou R$ 2.500

Agora você pode avaliar e entender se o investimento valeu o retorno ou se é necessário ajustar a minha estratégia.

E isso não é o único benefício de alinhamento entre as áreas de marketing e de vendas. De acordo com o Vitor Peçanha, cooperando você tem toda eficiência do processo, consegue corrigir pontos de falha mais rapidamente, as oportunidades chegam mais qualificadas aos vendedores e os vendedores não vão perder tempo com leads que não são qualificados.

Para concluir, queria dizer que o marketing de conteúdo dá resultado, desde que você tenha uma estratégia, desde que você tenha um plano e um caminho para levar o seu cliente e gerar negócios.

Em períodos como a Black Friday, a caixa de entrada dos usuários se torna um verdadeiro campo de batalha em que as marcas disputam a atenção e o volume de campanhas cresce consideravelmente. Os destinatários chegam a receber, em média, 50% mais mensagens promocionais.

Esse excesso de informações exige que profissionais de e-mail marketing tenham ainda mais cuidado ao planejar suas estratégias. É muito curto o espaço de tempo em que um usuário decide se vai abrir, deletar ou ignorar uma mensagem.

Nesse processo de atração do cliente no ambiente do e-mail, a linha de assunto das mensagens se torna um fator muito relevante nas taxas de abertura das campanhas. Destaco a necessidade de atenção especial a 10 pontos:

1- Personalização

Colocar o nome dos usuários na linha de assunto faz com que se sintam especiais, além de dar maior credibilidade à sua marca, mostrando um forte laço de engajamento. Mas você pode ir além, utilizando os dados que possui sobre os assinantes para personalizar o assunto de acordo, por exemplo, com o time para qual torcem, sexo, localização, etc.

Porém, também é preciso ter cautela ao usar essas informações: não adianta adicionar em todas as campanhas o nome dos clientes, pois isso pode fazer com que se sintam saturados e suas mensagens não pareçam mais exclusivas, deixando de chamar a atenção.

Tenha cuidado ao utilizar dados que não possui de toda a sua lista, para não enviar e-mails que fiquem com assuntos incompletos, como: “Nome do cliente, confira esta promoção”.

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Exemplo de mensagem que explora o nome do usuário em um e-mail de aniversário.

2- Estimule a curiosidade de seu usuário

Faça perguntas no assunto do e-mail ou o incentive a procurar uma informação ao abrir e clicar em sua mensagem. O uso de algumas palavras que se correlacionam com o senso de urgência também performa muito bem, por exemplo: ‘Ainda dá tempo’, ‘Corra e aproveite’, ‘Último dia’…

3- Use e abuse do pre-header

Principalmente para complementar sua linha de assunto. Sempre que possível, personalize também esse elemento, mas evite deixá-lo como: ‘Clique aqui para visualizar seu e-mail no navegador’ :/

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Exemplo de mensagem com uma boa utilização de pre-header personalizado.

4- Sender Name

Eu, particularmente, não gosto de sender names como: ‘Fulano, do E-commerce X’, e as empresas usam essa estratégia para parecer que estão tratando com proximidade seu usuário, porém acredito que deva-se utilizar apenas o nome da marca.

Ela sim é conhecida pelos clientes, que não fazem ideia de quem seja Beltrano ou Ciclano!

5- Tamanho

Seja breve nos assuntos – nada de escrever um “textão” na linha de assunto do e-mail, pois diversos provedores irão “cortá-la” e seu usuário irá ler apenas as primeiras palavras. Confira a lista de quantidade de caracteres por provedores.

Isso vale também para quem abre mensagens no mobile. O recomendado é que se utilize de 41 a 50 caracteres na linha de assunto, porém nunca exceder a 70 caracteres. Nesse caso, menos é mais 😉

6- Faça um benchmark de seus concorrentes ou de empresas que considere com estratégias de linha de assunto positivas

A Return Path possui o SLO (Subject Line Optimizer), que pesquisa as palavras-chave de seu assunto e compara com mensagens da concorrência que já utilizaram esses mesmos termos, mostrando a efetividade da campanha por meio da taxa de leitura.

7- Utilize caracteres especiais e números

Smiles, corações e estrelas sempre são bem-vindos e se destacam na caixa de entrada – alguns provedores mostram eles até coloridos! E isso, com certeza, se usado com moderação, impacta positivamente na taxa de abertura. Brincadeiras com números, como contagens regressivas, também resultam em um bom engajamento.

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email4email5Exemplos de linhas de assunto que utilizam caracteres especiais.

8- Utilize palavras-chave

Palavras como ‘Desconto’, ‘promoção’, ‘off’ e outras antigamente impactavam negativamente a entregabilidade, pois os provedores as julgavam como tendenciosas a spam, porém hoje em dia o que vale muito é o seu engajamento com o cliente, e esses termos na linha de assunto não afetarão em nada sua reputação.

9- Linguagem da marca

Se sua marca usa linguagem informal, utilize gírias para lidar com o público, mantendo a mesma abordagem na hora de elaborar o assunto das mensagens. Não seja cordial com um público que é despojado e vice-versa. Fale a língua do seu cliente.

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Exemplo de um bom uso de linguagem da marca.

10- (E mais importante) Teste sempre

O teste A/B com linhas de assunto é pouco usado e precisa ser mais explorado. Mensure os testes pela taxa de abertura, cliques e até mesmo conversão. Só assim você irá conhecer o seu público e mensurar a efetividade de sua linha de assunto.

Não há mágica para uma linha de assunto perfeita. Teste o que funciona para sua marca e para os seus usuários, e boa sorte!

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Exemplo em que a palavra “teste” foi esquecida na linha de assunto.

O potencial de conversões e vendas da Black Friday é enorme, e atualmente isso é fato não só nos Estados Unidos, onde a tradição dos descontos surgiu, mas em todo o mundo. Para entender um pouco melhor os efeitos da data sobre os e-commerces, e identificar formas de explorar o seu máximo potencial, analisamos os anúncios de clientes em 40 mercados diferentes.

A partir dos dados estudados, descobrimos que as campanhas digitais tiveram um desempenho cerca de 70% superior na Black Friday de 2015, e quase 30% maior na Cyber Monday, em comparação com o resultado médio de todo o mês de novembro do mesmo ano. Além disso, o tráfego total nos sites também foi mais de 30% maior na sexta, e 20% superior na segunda.

A Black Friday é mais do que um dia de promoção. Além das vendas tradicionais do período, é uma oportunidade única para as marcas criarem interesse e influenciarem o envolvimento futuro dos clientes. Se os comerciantes conseguirem fornecer os melhores negócios online quando os consumidores estão ativamente procurando por isso, fica mais fácil para eles conquistarem o reconhecimento da marca, e até mesmo alavancar as vendas do período de fim de ano, já visando o retorno futuro desses clientes.

Personalizar os anúncios focando os usuários individualmente durante o período é uma das formas mais poderosas para os comerciantes incentivarem as compras dos visitantes de seus sites e maximizarem o retorno sobre o investimento.

Crie campanhas “teaser” da Black Friday para usuários inativos

Criar um senso de urgência é importante durante a Black Friday e a Cyber Monday. Por exemplo, com o retargeting personalizado, os comerciantes podem exibir anúncios com produtos para os quais o usuário já tenha demonstrado interesse antes, e que incluam uma oferta personalizada e específica para aquele momento.

Os visitantes que navegaram pelo site dias, semanas ou mesmo meses atrás podem não ter comprado na ocasião, e a Black Friday é uma grande oportunidade para incentivá-los a levar produtos que eles já querem.

O retargeting ainda torna possível preparar uma campanha teaser para informar os clientes sobre as promoções que estão por vir na Black Friday ou na Cyber Monday. Deixe que os banners digam, por exemplo:

“Ei! Faz algum tempo que não o vemos em nosso site, venha conferir o que preparamos para você na Black Friday e na Cyber Monday”.

Atraia consumidores que querem comprar agora

As ferramentas de retargeting ajudam a impactar os usuários no momento em que eles estão com a maior intenção de compra, além de permitirem criar conexões com consumidores nos momentos atuais e futuros.

Anúncios que respondam e se adaptem rapidamente às particularidades de cada indivíduo permitem envolver e reengajar os usuários certos no momento certo, o que é fundamental para a curta janela de oportunidade criada durante o fim de semana da Black Friday e da Cyber Monday.

A partir de uma estratégia de anúncios personalizados, as campanhas podem ser otimizadas em tempo real para que exibam produtos que já foram visualizados pelos consumidores durante a Black Friday e, em seguida, tragam descontos ou lembretes na Cyber Monday, por exemplo.

Explore datas futuras para maximizar vendas e promoções

As campanhas de retargeting também podem focar não apenas uma compra única, mas uma série completa de eventos de engajamento para os consumidores. Um anúncio inteligente não deve apenas levar em conta o histórico e as necessidades de um cliente.

Precisa também despertar o seu interesse sobre outros produtos. Ao configurar a campanha para a Black Friday, é possível já focar a jornada do consumidor como um todo, a fim de facilitar suas compras de fim de ano com dicas sobre o que mais ele pode precisar.

Por exemplo, se o cliente tiver comprado uma jaqueta de inverno durante as vendas da Black Friday ou da Cyber Monday, o retargeting personalizado poderá exibir anúncios com produtos correspondentes, como lenço ou luvas, nos próximos dias e semanas. Este planejamento sequencial de anúncios permite incentivar o usuário a considerar comprar naquele e-commerce também antes do Natal.

Os dados utilizados nesta pesquisa foram extraídos de ferramentas de retargeting personalizado desenvolvidas pela RTB House.

A eleição presidencial de 2016 dos Estados Unidos foi diferente de qualquer outra que o mundo já viu. Para entender qual é a realidade da disputa no ambiente do e-mail marketing, a Return Path criou o site Email for President, que evidencia o importante papel das mensagens eletrônicas no desempenho das campanhas dos principais candidatos à presidência: Donald Trump e Hillary Clinton.

Ao longo do ciclo eleitoral, o site gerou comparações diretas entre os programas de e-mail dos rivais, revelando insights únicos sobre seu desempenho diante dos potenciais eleitores.

A análise da Return Path foi realizada com base em dados de mais de 2,5 milhões de caixas de entrada de usuários, durante os meses que antecederam a eleição de novembro. Desse estudo, é possível extrair quatro valiosas lições sobre o papel do e-mail:

 Trump x Clinton: a batalha dos candidatos no ambiente do e-mail marketing

1- Tenha uma lista legítima para não estressar destinatários

Hillary Clinton iniciou a campanha virtual com uma clara vantagem sobre o adversário no tamanho da lista de e-mail. A diferença devia-se ao fato de que ele iniciou a base de dados do zero, enquanto ela cultivava o seu banco de endereços eletrônicos há anos, sempre dentro do cenário político.

Recentemente, porém, a situação se inverteu. Trump chegou a ter uma lista de e-mails 20% superior, vantagem que hoje é de 9%. O problema é que para alcançar essa superioridade, aparentemente, Donald comprou um mailing, no qual é possível que muitos destinatários não tenham interesse em receber suas mensagens.

A prática não é recomendável porque tende a gerar baixa taxa de abertura e/ou aumento da classificação de mensagens como spam pelos destinatários, comprometendo tanto a reputação do remetente diante dos provedores, quanto a entrega na caixa de entrada das pessoas que realmente gostariam de receber o e-mail.

2- Cair no spam é sinônimo de perda de oportunidades de negócios

Na tentativa de angariar fundos para a campanha por meio de uma ação virtual intitulada “The First One”, Trump foi prejudicado pelos filtros de spam. Na ocasião, seu acesso à caixa de entrada dos eleitores foi de cerca de 35%.

A análise da Return Path mostra que o e-mail de angariação de recursos foi enviado de um novo domínio não testado e não reconhecido como remetente legítimo. Embora a equipe de Donald tenha afirmado que a campanha arrecadou US$ 40 milhões em duas semanas, esse total poderia ter sido muito maior.

3- Não perca a credibilidade diante dos provedores

No início da campanha, os destinatários de Trump mostraram-se altamente receptivos, o que fez com que o candidato sempre vencesse a adversária Hillary nas taxas de abertura de e-mail.

No entanto, Donald viu sua vantagem cair significativamente nesse quesito após a falta de planejamento na campanha de angariação de fundos, e não conseguiu mais se recuperar completamente.

No final de outubro, sua taxa de abertura era de 12%, contra 18% da adversária. Ambos estavam acima da média da indústria (11%).

4- Vale a pena investir tempo e dinheiro em boas práticas

A adesão da equipe de Clinton às melhores práticas no uso do e-mail rendeu resultados positivos à candidata no processo de acesso aos eleitores. Toda a campanha eletrônica de Hillary é disparada a partir de um único domínio certificado, com taxa de entregabilidade de 96% e quase nenhuma reclamação de spam por parte dos destinatários.

O sucesso no acesso à caixa de entrada deve-se à preocupação com a segmentação das campanhas de acordo com os interesses de quem as recebem, além da realização de rigorosos testes. Já a campanha de Trump, disparada de diferentes domínios, registrou taxa de reclamação de até 20% nas últimas semanas.

Apesar dos variados canais de comunicação disponíveis, o e-mail continua sendo um dos meios mais eficientes de acesso, no caso, aos eleitores e assim angariar votos. Como vimos nos dados extraídos do site Email for President, um programa bem-sucedido de e-mail pode manter a máquina de campanha acelerada, enquanto os erros de e-mail tendem a ser incrivelmente prejudiciais.

O site é uma pequena amostra do funcionamento interno de um programa de e-mail. Com as soluções adequadas, é possível que os profissionais de marketing obtenham insights que vão além de simples acessos e cliques, para garantir que cada e-mail atinja seu destino pretendido, entregando uma mensagem relevante e maximizando o ROI.

Se, em negócios, olhar para trás é uma forma de aprender e tirar lições para aplicá-las ao presente, inclinar-se para o futuro é uma maneira de se antecipar às mudanças no mercado e, assim, lançar-se à frente da concorrência.

Seguindo essa recomendação, os profissionais de e-commerce devem ficar de olhos bem abertos para as novas tecnologias que, ao longo de 2016, foram testadas e aprovadas pelos principais canais de venda online e se tornaram referência no mercado digital, bem como as estratégias que se consolidaram na abordagem do público consumidor do varejo moderno.

Que o mercado segue aquecido mesmo diante da crise, disso ninguém mais dúvida. A Ebit, empresa especializada em reunir informações do e-commerce, publicou recentemente dados do mercado referentes ao fechamento do primeiro semestre.  De acordo com o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no País, as vendas pela internet atingiram um faturamento de R$ 19,6 bilhões no primeiro semestre de 2016. O valor representa um crescimento nominal (descontada a inflação) de 5,2% em comparação ao mesmo período no ano passado.

Para não perder a oportunidade de surfar nessa onda, os empresários devem se preparar, desde já, para investir nas melhores práticas e ferramentas de que o mercado dispõe, além de apostar naquilo que, nos próximos anos, irá definir quem segue em frente e quem está condenado a perecer por obsolescência.

Para ajudar o varejista a se adiantar à concorrência e ganhar relevância junto ao consumidor, listei abaixo algumas das possíveis tendências do e-commerce para 2017:

1- Relacionamento é a alma do negócio

Com a maior competitividade no e-commerce, as empresas devem disputar o laço afetivo do consumidor: o foco é na experiência de compra. Mais do que o produto e o serviço adquirido, a tendência é que o consumidor valorize o processo da compra em si, e o relacionamento da marca com o cliente é crucial nesse momento.

Por que preciso de um SAC no meu e-commerce?

Para o cliente valorizar, ele preciso se sentir valorizado. Daí os empresários do ramo precisam entender que não se trata mais de vender algo para uma pessoa, mas de valorizar a relação estabelecida com ela.

Além disso, com as compras mais personalizadas e feitas na palma da mão, o consumidor deve ficar cada vez mais no comando – e esse detalhe é fundamental no momento de abordagem.

2- Omnichannel ampliado

O consumidor moderno é um consumidor multiplataforma. A mesma pessoa que adquire um produto no Shopping Center pode comprá-lo pela internet. O que muda não é o cliente, mas a opção de compra.

Portanto, o varejo deve estar presente em todas esses canais de venda – é o conceito omnichannel, que muito se fala, mas pouco se faz. Em 2017, o mercado deve contar com mais ferramentas que consolidam esse intercâmbio de canais.

Seu negócio está preparado para o Omnichannel?

Um exemplo disso, é o recém-lançado aplicativo iPDV, que, dentre outras funções, sincroniza os estoques da loja física e virtual e mantém o varejista em contato com o cliente pela internet. A integração de canais de venda, com uso de mais tecnologia embarcada, é um futuro inexorável: o consumidor é um só e transita livremente pelos meios físico e digital.

3- Mobile first

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgados este ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o celular é hoje o principal meio de acesso à internet, sendo usado por 80,4% das casas dos brasileiros com acesso à rede. Estes, por sua vez, já representam quase 55% da população.

Pesquisas independentes mostram que o smartphone já virou uma alternativa na hora de fazer compras e já representa mais de 15% dos pedidos online. Com a adaptação das lojas virtuais para o mobile é de se esperar, portanto, um crescimento na participação do mercado varejista online no chamado m-commerce.

Site responsivo, dedicado ou aplicativo: qual a melhor estratégia mobile para e-commerce?

4- Novos meios de pagamento

A tecnologia avançada trouxe conveniência até para o ato de compra. O mercado já oferece novos meios de pagamento com tecnologia embarcada que agilizam o processo e colaboram com a experiência de compra acima mencionada.

Uma dessas novidades é a carteira virtual no e-commerce, que já foi abraçada por grandes redes de varejo. O dispositivo registra os dados dos cartões e é ativado por meio do mecanismo Touch ID, de leitura biométrica, que facilita o pagamento. Dois cases de sucesso no mercado são o Apple Pay e o Samsung Pay.

5- Personalização

Conteúdo (vídeos, textos, redes sociais e anúncios) e ofertas (recomendação de produtos e descontos) tendem a ser cada vez mais personalizados para o consumidor. O intercâmbio de dados junto às redes sociais permitirá ao varejo definir um perfil mais preciso da demanda, e, por consequência, trabalhar uma divulgação mais assertiva de conteúdo e ofertas, além de definir o próprio nicho de mercado atendido pela loja virtual.

Big data: as informações do seu site valem ouro

Na era da big data, o varejista tem a oportunidade de conhecer em detalhes o perfil de compra de seu cliente e entender suas preferências na hora de colocar o produto no carrinho. Como é sabido, o consumidor deixa rastros por onde quer que passe, facilitando o monitoramento de seus hábitos de consumo.

Novas tecnologias vão ajudar a fazer uma “leitura” mais inteligente dessas informações. Com essa riqueza de dados à disposição, o vendedor tem condições de antecipar o comportamento de compra do consumidor e, assim, criar oportunidades de venda.

O QR Code, ou Código QR, é um código criado pela empresa japonesa Denso-Wave, em 1994, foi desenvolvido inicialmente para a indústria de automóveis japonesa, para auxiliar a catalogação das peças de carros na linha de produção.

Em 2003 o QR Code começou a ser aplicado em celulares, visto que até mesmo as câmeras com tecnologia VGA são capazes de ler e interpretar o código.

Como funciona o QR Code?

Para acessar um conteúdo codificado por QR Code, o usuário deve dispor de um smartphone com câmera e um programa para ler o código bidimensional. O processo é relativamente simples, o usuário precisa abrir o aplicativo leitor de Códigos QR e escanear o código, (os aplicativos utilizam a câmera do gadget para realizar o escaneamento do código).

Com base na programação previamente configurada para esse QR Code, o usuário será redirecionado para um destino específico, podendo ser uma imagem, vídeo, página específica em um site, entre outras possibilidades.

Veja também:

Vitrine virtual permite compras pelo celular no Metrô de São Paulo

Como utilizar o QR Code em seu e-commerce?

Ofertas exclusivas

É uma característica comum do e-commerce, oferecer vantagens, descontos e promoções para os clientes após efetuarem uma compra. Que tal enviar um Código QR para o seu cliente, junto ao produto que ele adquiriu e será entregue em sua residência?

Como diferencial, não se esqueça de oferecer um bônus ou desconto exclusivo; primeiramente o cliente será atraído pela curiosidade de descobrir o que há naquele QR Code, em seguida, ao se deparar com um conteúdo exclusivo, ele fatalmente irá utilizá-lo, e/ou compartilhar com alguém próximo, o que dá espaço para o próximo passo.

Captar contatos e novos clientes

Como citamos anteriormente, é quase que automático o interesse e a curiosidade de saber o que há em um Código QR. Uma alternativa interessante – principalmente se o seu e-commerce trabalha com algum tipo de material impresso – é espalhar QR Code’s que encaminhem os usuários para landing pages repletas de ofertas, novidades e conteúdos exclusivos e interessantes.

Nessas landing pages é possível fazer a captação desses contatos através de formulários com CTAs (call to action – chamada para ação), em troca da possibilidade desses usuários acessarem os conteúdos de interesse.

Cross-selling

Nada mais influencia a aquisição de um consumidor do que um senso de urgência estratégico e bem elaborado. Após finalizar uma compra, ofereça um desconto imperdível através de um Código QR, para uma série de produtos complementares ao que ele acabou de adquirir.

Não deixe de frisar a exclusividade dos descontos de maneira que o cliente não queira correr o risco de perdê-los.

5 estratégias para melhorar o cross selling e upsell do seu e-commerce

Se o Código QR e algumas dessas opções de implementação se adequam a realidade da sua empresa e as necessidades de seu cliente, não hesite em adotar essa estratégia.

Além de inovadora e facilitadora, como toda vertente da tecnologia ela promete ser cada vez mais utilizada, ganhando um papel fundamental no mundo mobile.

Definir o preço de um produto não é tarefa das mais fáceis, mesmo para empreendedores experientes. Vários fatores influenciam essa decisão, como a análise do preço da concorrência, o perfil e as expectativas do público-alvo, a demanda e até mesmo o valor percebido pelo cliente.

Encontrar a medida certa é crucial para a obtenção de lucros sólidos e para agregar valor à sua marca. Afinal, se por um lado um item com preço muito elevado pode fazer potenciais clientes se afastarem de você, por outro manter preços muito baixos pode diminuir exponencialmente sua margem de lucro e causar prejuízos financeiros ao seu negócio.

Além disso, não basta apenas revender o produto por uma margem 20% maior do que o valor de compra do fornecedor, é fundamental saber como calcular o custo de mercadoria vendida corretamente.

Ao invés de somente medir o lucro, esse cálculo leva em consideração a quantidade de itens que sobraram em estoque ou que foram devolvidos no processo pós-venda por algum motivo, como trocas e avarias, já que produto encalhado é sinal de perda de dinheiro. Também é importante considerar outros gastos, como manutenção da sua loja virtual, internet e até empacotamento.

Quer cobrar quanto? Cinco dicas para desenvolver sua estratégia de preço

Dada a natureza competitiva do e-commerce, as estratégias de preços podem variar de acordo com o seu nicho de atuação ou os seus produtos. No entanto, de forma geral, recomenda-se realizar o estudo do mercado e do público-alvo antes de qualquer definição.

  • Público-alvo: quem são suas personas, quais são seus gostos, preferências, escolaridade, poder aquisitivo e formas de pagamento prioritárias? Se os seus produtos são voltados para o mercado de luxo, o alto valor transmite sentimento de qualidade, fundamental para atrair potenciais clientes. Por outro lado, se você comercializa itens mais populares, oferecer preço baixo faz toda a diferença.
  • Avaliação dos concorrentes: quem são seus principais concorrentes, seus diferenciais e suas estratégias de preço? Ao disponibilizar seus itens por um valor abaixo do que os seus concorrentes oferecem, você pode ganhar uma vantagem competitiva – apenas tome cuidado para não prejudicar as finanças da sua loja. Mas, caso você tenha uma proposta de valor muito clara, que transmita qualidade como diferencial, comercializar o produto por um valor um pouco acima também pode ser vantajoso.
  • Percepção de valor da marca: quais são os pilares da sua marca e como as pessoas percebem isso? Para responder essa pergunta, analise quais são seus diferenciais, qual é a relevância do seu produto para seu público-alvo e porque um cliente deveria comprar o seu produto e não o dos seus concorrentes.

Levar em consideração todos esses pontos pode aumentar não apenas a sua margem, mas também melhorar o seu valor no ciclo de vida do cliente.

Ao comprar por meio da internet, grande parte da população não tem ideia do tamanho da operação que está por trás da tela do computador. No entanto, uma pesquisa recente encomendada pela PayPal revela que 92,64% dos empreendimentos virtuais são de pequeno porte.

A tendência é que o número de pequenos negócios só aumente, já que além da tradicional loja própria, os empresários do mundo virtual contam também com a opção dos marketplaces, shoppings virtuais que permitem o comércio com facilidade e ampla visibilidade.

Como ainda se trata de uma “novidade” no Brasil, pode ser que o empreendedor fique em dúvida sobre apostar ou não nesta alternativa. Para ajudar na escolha, levantamos os benefícios de cada um dos formatos, confira.

Por que a reputação é tão importante nas vendas em marketplaces?

Clientes

De nada adianta uma loja linda se não houverem compradores para movimentar. Os marketplaces já possuem uma visibilidade e estratégias de marketing consolidadas que garantem um fluxo frequente de visitantes aos lojistas.

Para quem está começando, entrar em um shopping virtual pode ser uma boa forma de se lançar na internet. Quem opta pela loja própria precisa reservar um capital de giro e trabalhar massivamente ações de divulgação até que os visitantes apareçam.

Infraestrutura

Nos marketplaces é preciso ter os produtos disponíveis, tirar boas fotos e criar descrições criativas, subir tudo na plataforma e começar a vender. Na loja virtual, o lojista tem a possibilidade de contratar uma plataforma de e-commerce que já oferece sistema de pagamento.

Daí em diante, a preocupação se volta para o planejamento de marketing, as vendas, o estoque, etc. A vantagem é que o proprietário pode controlar toda a sua operação, oferecendo vantagens exclusivas a seus clientes.

Marketing

Fazer marketing na internet está cada dia mais simples e isso é uma vantagem para o lojista virtual. Dá para começar pelo marketing de conteúdo, estruturar estratégias para o inboud marketing e reforçar vendas com links patrocinados, que tem investimento flexível.

O marketing por conta própria dá visibilidade a uma única marca, ou seja, uma loja virtual própria, o que ajuda a conquistar clientes fiéis. Já no marketplace o marketing é massivo, sem foco neste ou naquele lojista que o compõe.

Concorrência

No Brasil atualmente são 450 mil e-commerces disputando espaços, então para se destacar é preciso ter uma boa estratégia, atraindo clientes por identificação com o negócio ou pela relevância do empreendimento perante o público.

No marketplace os elementos fortes para se diferenciar são preço e velocidade da entrega.

Lucro

Como cobrar mais pelo mesmo produto? Quem vende por conta própria pode, com o tempo, trabalhar a percepção de valor dos seus clientes, para que eles topem gastar mais em um produto por conta do relacionamento estabelecido com a marca.

Já no marketplace como a marca não está em destaque, a palavra de ordem é número de vendas: a dica é diminuir a margem de lucro e brigar pelo preço.

É bom lembrar que a cada venda realizada, há o pagamento de uma comissão para o shopping virtual.

Estoque

Estoque parado é dinheiro perdido. Então aqui a dica é movimentar por meio de promoções. No marketplace não é possível lançar promoções a hora que desejar, por isso na hora de realizar ofertas a loja própria dá mais liberdade.

Vai vender em marketplace? Tenha atenção redobrada com o estoque

Os marketplaces operam com grandes promoções que contemplam todos os lojistas, já a loja consegue individualizar sua queima de estoque.

Marca

Para quem mantém o comércio virtual como segunda fonte de renda e não tem necessidade de crescer, os marketplaces são ótimos, porque demandam menos tempo na gestão e cumprem o seu papel.

No entanto, para quem fez da loja sua principal atividade, vale a pena refletir sobre quanto tempo e dinheiro quer e pode investir para dar personalidade ao negócio.

Como destacar seus produtos dentro de um Marketplace?

Não necessariamente precisa existir uma escolha, pois dependendo do que se deseja, as duas plataformas trabalhadas de maneira unificada podem trazer um resultado ainda mais positivo. Para aumentar as chances de acerto é preciso ter claros objetivos e o planejamento a ser seguido.

Novos jogadores surgem no mercado diariamente e está ficando mais e mais difícil alcançar as metas e conseguir vencer nesse mundo tão competitivo de marketing digital.

Está procurando novas dicas e táticas para aplicar na sua estratégia de mídias sociais? Gostaria de se destacar de milhares de usuários de mídias sociais e ser ouvido por seu público?

Recentemente organizamos um meetup online (em inglês) dedicado à mídias sociais com 3 especialistas fantásticos que compartilharam o conhecimento e experiência deles. Donna Moritz mostrou as ferramentas que ela prefere usar para criar conteúdo visual e ganhar compartilhamentos. Nathan Hague trouxe umas dicas práticas de otimização para YouTube e dicas e ferramentas para ganhar ranqueamentos mais altos para seus vídeos. E no final a Diretora de Mídias Sociais da SEMrush Olga Andrienko revelou os segredos de criação de uma comunidade social forte com a ajuda de Twitter chats e algumas ferramentas úteis

Aqui você pode assistir a gravação do meetup na integra (em inglês), entretanto nesse post queria compartilhar algumas dicas mais interessantes da apresentação da Donna Moritz, a fundadora de Socially Sorted.

Qual conteúdo visual é o mais compartilhado?

Ainda 5 anos atrás mídias sociais eram diferentes. O mercado está mudando constantemente e está ficando mais e mais “lotado”. Como convencer os usuários das redes sociais que estão rolando a linha de tempo a parar e dar um pouco de atenção ao seu conteúdo? Hoje em dia a decisão de se interessar pelo conteúdo ou ignorá-lo é tomada em fração de segundos.

Donna Moritz revelou quais são os 5 tipos de conteúdo que são facilmente compartilhados por usuários.

1- Conteúdo original

O que faz a diferença é trazer informações que são realmente importantes e encontrar o conteúdo certo para seu público.

Olha esse exemplo real. Shawn, o funcionário da Margaret River Discovery, começou a postar todo dia uma foto de Margaret River, uma região de vinícolas situada na parte oeste da Austrália. Shawn não é um fotógrafo profissional, mas ele é consistente. Ele serviu de exemplo para outras empresas que começaram considerar o Instagram dele como uma fonte de conteúdo bom. Se você conseguir publicar conteúdo de uma forma consistente, outras empresas começarão a te considerar como fonte de conteúdo que pode ser compartilhado.  

Conclusão: Você não precisa ser fotógrafo ou designer profissional para criar um bom conteúdo visual. O seu conteúdo deve ser bonito e conter uma mensagem bacana. Também é importante ser consistente e usar ferramentas certas.

2- Conteúdo oportuno

Se você estiver na hora certa e no lugar certo isso pode apresentar uma boa oportunidade para criar um conteúdo marcante.

Não se esqueça de regras principais de conteúdo oportuno:

  1. Reaja rápido. Motive sua equipe a agir rápido e tirar foto ou fazer um vídeo assim que algo acontece.
  2. Esteja preparado e planeje com antecedência. Poste o seu conteúdo dedicado à eventos e celebrações de manhã cedo para que as pessoas o vejam logo depois de acordar. Se você postar algo cedo no dia que todos estão festejando, suas chances de ganhar compartilhamentos aumentam.

Caso precise de uma ajuda para encontrar eventos que valem uma postagem, confira o site Social Media Events Genie que oferece informações sobre eventos de vários típos. Prepare-se e faça uma lista de eventos!

Conclusões. Você pode usar qualquer evento para criar conteúdo oportuno. Nem sempre você consegue reagir rápido e ser o primeiro a postar, mas o importante é se planejar com antecedência e tentar ser entre os primeiros do dia.

3- Conteúdo Relevante

Outro jeito de criar um conteúdo que será compartilhado é de apostar no conteúdo relevante. Seu conteúdo deve ser feito sob medida para que seus seguidores queiram fazer um repost nessa rede social.

Por exemplo, vídeos – especialmente os vídeos para diversão – são extremamente populares no Facebook. E no Instagram os usuários querem ver imagens bonitas, com cores atraentes, pessoas e histórias reais e fotos de “por trás da cena”. O conteúdo postado no Facebook deve ser diferente do conteúdo postado no Instagram.

Conclusões. Você precisa descobrir qual é o tipo de conteúdo mais adequado para sua rede social e apostar nele

4- Conteúdo “Fácil de Digerir”

Conteúdo fácil de digerir são imagens, vídeos, GIFs e infográficos pequenos. Esse tipo de conteúdo é extremamente fácil de processar e é mais envolvente, por isso ele recebe mais compartilhamentos.

Dicas para criar conteúdo fácil de digerir:

  •    Quebre o conteúdo com frases mais cumpridas em pequenas partes com imagens
  •    Use ripl.com para criar vídeos curtos e fáceis de digerir
  •    Crie SlideShares com até 8 slides

Pessoas preferem consumir esse tipo de conteúdo de manhã ou antes de dormir. De qualquer maneira é melhor fazer testes para descobrir quando seu público consome melhor informação de digestão rápida para postar seu conteúdo na hora certa.

Conclusões. Os usuários estão ficando mais e mais impacientes a cada dia. Eles preferem conteúdo fácil de processar e digerir e compartilham esse tipo de conteúdo com gosto

5- Conteúdo com call to action

Às vezes você precisa ser pouco discreto e pedir às pessoas diretamente a fazer aquilo que você quer que eles fazem. Adicione um call to action e facilite a tomada de decisão para seus usuários.

Avalie seu conteúdo visual considerando os seguintes pontos:

  1. Conteúdo. O primeiro passo é o conteúdo em si.
  2. Call to action. Seu conteúdo precisa de um call to action. O que você quer que os seus usuários façam com o conteúdo? Você prefere que eles cliquem nele, o leiam ou compartilhem?
  3. Landing. O que acontece quando seus usuários clicam no conteúdo? Aonde esse clique vai leva-los? Até um conteúdo visual mais completo, um landing page, uma página de inscrição de um webinar?
  4. Objetivo/Meta. Você precisa ter um objetivo claro que você quer alcançar pedindo os usuários a seguir um call to action. Você quer que eles se inscrevem para um webinar, compartilhem uma imagem ou leiam um post de blog?
  5. Acrescentado valor. Verifique novamente que o seu conteúdo é valioso e relevante.

Conclusões. Você precisa comunicar claramente os objetivos do seu conteúdo, mostrar o que você quer que as pessoas fazem e qual benefício eles terão clicando no seu call to action. No caso de imagens, certifique-se que você tem só um call to action por imagem

Ferramentas

No final da apresentação Dona compartilhou a lista de ferramentas para criar imagens fantásticas e vídeos curtos.

Ferramentas para criação de conteúdo visual:

Ferramentas para criação de vídeos:

Esperamos que essas dicas ajudaram a entender melhor aspetos diferentes de mídias sociais e fazer mais um passo para alcançar seus objetivos de longo prazo.

E você, quais truques utiliza para aumentar a quantidade de compartilhamentos do seu conteúdo?

Como qualquer lojista sabe, uma das etapas do processo de vendas é a abordagem. É o momento em que você se conecta com o seu público pela primeira vez para daí apresentar seu produto. Essa abordagem deve ser certeira e criar conexões com a pessoa, seja pelo lado emocional, afinidade com o tema ou expondo um senso de urgência ou necessidade.

Depois de ter bem claro quem é o seu público-alvo, as redes sociais funcionam como aliadas perfeitas para criar essa primeira conexão do usuário com a marca. As pessoas passam grande parte do seu dia acessando essas mídias; por isso, neste artigo, vamos mostrar algumas técnicas para atrair o seu público por meio das redes sociais.

Bom, primeiro você deve saber em quais redes sociais sua marca estará presente. Não é necessário e, dependendo do seu produto, nem recomendável estar em todas. Lembre-se que é melhor não trabalhar com alguma mídia social do que trabalhar mal. Ou seja, se a sua marca tem um perfil no Twitter, por exemplo, você deve postar conteúdo frequente e de qualidade ali.

Depois de decidir em quais redes sociais sua marca estará presente, mostraremos três formas de usá-las a seu favor para abordar o cliente. Dica: usar essas três estratégias juntas pode garantir um resultado ainda melhor para a sua loja.

1- Se posicionar como expert no assunto

As pessoas estão sempre buscando conteúdo e informação sobre os mais infinitos temas. Ninguém quer ver ofertas de produtos o tempo todo. Por isso, usar o seu canal social na internet para trazer novidades e informações sobre o universo da sua marca é uma ótima estratégia.

Se você trabalha com objetos de decoração, por exemplo, pode criar um blog com informações, dicas e tendências sobre essa área e usar as redes sociais para replicar esse conteúdo. Pode ser um pouco trabalhoso, mas ajudará a gerar clientes conscientes e conectados com a sua marca.

Como criar um blog de sucesso para o seu e-commerce. Resultado garantido!

É claro que para que as pessoas saibam que você também vende produtos e não só informação é preciso exibir o produto nas redes. Escolha uma peça de vez em quando, tire uma foto bem bonita e exiba, mas sempre intercalando com conteúdos informativos.

2- Criar um senso de urgência

Essa técnica te ajuda a vender mais rápido, mas não necessariamente garante a fidelização do cliente. De vez em quando é bom fazer promoções-relâmpago ou estipular um prazo final para uma oferta (“só por hoje”, por exemplo), encorajando as pessoas a comprarem naquele momento.

Nesse caso, é interessante também criar banners, e-mails e impulsionar as publicações nas redes sociais para garantir uma ação mais efetiva e angariar clientes que ainda não conheciam a sua marca.

3- Se relacionar com o cliente

Aqui o foco é o atendimento. As redes sociais podem e devem ser usadas para manter um relacionamento com o cliente. Responder dúvidas, orientar sobre o uso do seu produto, receber feedbacks e agradecer elogios aproxima o cliente da sua marca e te coloca na posição de um amigo, ou seja, alguém que ouve e responde .

Se você tem uma loja física, uma outra estratégia muito importante é vender seus produtos também na internet e se transformar em uma marca sem fronteiras. E só criar sua loja virtual agora.