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Com cada vez mais serviços sendo disponibilizados na internet, desde treinamentos, cursos e atendimentos online, surge também uma dúvida muito comum entre os empreendedores digitais: como definir um preço justo?

É preciso compreender que o preço de um produto online deve ser pensado de forma diferente do que é pensado em um produto físico. Muitos empreendedores, influenciadores e até mesmo marcas do segmento digital não possuem referenciais para saber o quanto cobrar por serviços na internet.

No mercado de produtos físicos, o preço é calculado com base nos custos de produção, nos gastos variáveis e fixos como transporte e impostos, e no percentual de lucro.

Se eu vou vender um computador ou uma cadeira, por exemplo, além de todos estes gastos, eu ainda preciso analisar o preço praticado pela concorrência, mas isso não é necessário no mercado digital.

Conforme é trabalhada a autoridade do profissional e o posicionamento do produto, ele se torna algo único. Por isso o seu produto não precisa ser precificado conforme algum concorrente. Infoproduto não é commodity.

O que eu preciso aprender para entrar no mercado de E-commerce?

Definir, testar e entregar mais

No caso de cursos e treinamentos, o produto é escalável. Ele já está pronto, e isso deve ser considerado na hora de definir o preço. Para os casos de aulas ou atendimentos individuais que, mesmo online, devem considerar o trabalho que exigem do profissional.

Defina o preço conforme o que você acha ser justo, e faça testes para ver a aceitação do público, destacando que as tentativas de erro e acerto fazem parte do mercado digital. Considere sempre o público-alvo para entender a faixa de renda e o valor que faz sentido para ele.

O uso de valores quebrados são boas estratégias de precificação, é possível aumentar gradativamente o preço de um infoproduto conforme o crescimento da credibilidade do infoprodutor. Se você souber se posicionar e se diferenciar, pode cobrar o valor que quiser, desde que o cliente esteja disposto a pagar.

Pratiquem sempre o overdelivery, que significa entregar mais que o prometido. Na internet, as pessoas sempre esperam algo a mais, então busque surpreender o seu cliente para que ele esteja plenamente satisfeito.

Descubra o que é overdelivering e como aplicar agora em suas vendas

O que é proibido, é ter medo de se posicionar e acabar cobrando valores muito baratos. O pensamento de que é preciso cobrar muito pouco por estar começando faz com que muitos empreendedores fiquem ‘começando’ por muitos anos e não conquistem a prosperidade que buscam.

Quantos e-mails, diariamente, você recebe em sua caixa postal? Desses que chegam lá, quantos, na verdade, você tem a chance de ver em sua caixa de entrada porque não foram capturados pelo filtro de spam?

Agora, pense assim: do montante de e-mails que aparecem em sua caixa de entrada, quantos você simplesmente joga fora (ou marca como spam), sem nem abrir? Depois de abrir, quantos deles você percebe que são inúteis ou desinteressantes, e deleta novamente?

Dos poucos que sobreviveram a isso tudo, quantos destes heróis têm uma oferta que realmente te interessa e você começa a ler, mesmo não sendo um assunto de trabalho ou pessoal?

E após ler seu conteúdo, se é que você termina de ler, quantos têm apelo suficiente para que você clique em um link e seja direcionado para uma página de vendas?

E, finalmente, após este direcionamento para a tal landing page de vendas, quantas vezes você se decidiu por realmente fazer aquela compra?

Caso não tenha notado, são 7 filtros consecutivos do recebimento até a conversão da compra.

Se você quer aprender a gerar mais vendas com e-mail marketing, deverá usar estratégias específicas para fazer seu e-mail não cair nessas peneiras, em cada uma das 7 etapas da venda.

Disposto a encarar este desafio?

Então, acompanhe com a gente:

As 7 estratégias para gerar mais vendas com e-mail marketing!

Veja, a seguir, como criar um e-mail marketing seguindo o passo a passo de 7 etapas:

1- Preparando seu mailing

O primeiro passo para que uma quantidade razoável de e-mails disparados ao menos chegue nos aplicativos de correio eletrônico dos usuários é usar uma lista de e-mails estruturada e segmentada.

Nada de comprar listas prontas, nem enviar e-mail sem o consentimento do cliente. Se seu endereço de e-mail começar a ser identificado como responsável por muitas denúncias de spam por parte dos usuários, pode cair até nas listas negras dos servidores, cuidado!

Além disso, é preciso contar com um remetente de e-mail corporativo, no estilo seu.nome@suaempresa.com e usar plataformas de disparo de e-mail marketing profissionais, como Mailchimp ou Benchmark (ambas têm planos gratuitos!).

Para criar seu mailing adequadamente, é preciso atrair clientes com uso de várias formas de marketing digital, com conteúdos tão relevantes que seus clientes estarão dispostos a preencher formulários fornecendo seus e-mails para receber mais informações como essas.

2- Passando pelos filtros de spam

Algumas das providências acima também ajudam a evitar ser classificado como spam.

A dica principal é evitar usar nos assuntos dos e-mails palavras como “grátis”, “promoção”, “compre agora” etc. Elas são detectadas como indício de spam pelos provedores.

Outra dica é criar contas nos principais e-mails, como Gmail, Outlook, Uol etc. e verificar se estão recebendo seus e-mails marketing ou se estão sendo barrados por esses servidores.

3- Aumentando a taxa de abertura

Uma boa estratégia para gerar mais vendas com e-mail marketing é aumentar a taxa de abertura.

Para isso, você conta com uma única arma: o assunto do e-mail!

  • Use números e lista no assunto do e-mail: os TOP 5…
  • Acrescente “emoticons”: ♠☼♂
  • Faça perguntas e desperte a curiosidade do leitor: Você sabia que…?
  • Mostre uma solução: Tudo que você queria saber sobre…
  • Surpreenda: Revelação surpreendente de cientistas, confira!
  • Faça parecer exclusivo: Você que é contador encontrou a solução…
  • Evite mais que 40 ou 50 caracteres no assunto.
  • Evidencie conhecimento: O GUIA definitivo para…

Estas são apenas algumas técnicas.

Mas a melhor forma de testar isso, assim como vários dos elementos citados a seguir (como CTAs, cores e imagens), é fazendo testes A/B para otimizar a conversão (CRO em inglês). Você cria dois assuntos diferentes, envia para amostras diferentes de usuários, vê qual funciona melhor e depois dispara para todo mailing!

4- Fazendo seu cliente ler o e-mail

Além de um título instigante e que mostre, de cara, o benefício que o cliente vai ter lendo o e-mail, é muito importante tomar cuidado para que ele não fique pesado e lento para abrir.

Se isso acontecer, as pessoas vão fechar o e-mail. Não use imagens pesadas e crie o e-mail com código de programação HTML, e não se esqueça de torná-lo responsivo, isto é: abrir sem problemas em smartphones e tablets.

Capriche no layout com ajuda de designers profissionais!

5- Não deletar o e-mail depois de ler

Aqui um pouco de tudo que você já fez vai contribuir para isso. E, principalmente, se sua segmentação do público estiver adequada ao conteúdo do e-mail, as pessoas podem querer guardá-lo para acessar a oferta no futuro ou mesmo indicar para um amigo.

Layout, títulos e imagens são importantes também: é o “conjunto da obra” até aqui que fará o e-mail não ser deletado depois de lido!

6- Aumentando a taxa e cliques!

Neste ponto, o Call to Action (CTA) é o fator mais importante para aumentar suas vendas com e-mail marketing.

Usualmente eles têm cores fortes e chamativas, como vermelho ou laranja, mas isso não é uma regra obrigatória. Além disso, o texto do Call to Action deve:

  • Ter um verbo de ação
  • Mostrar um certo senso de urgência
  • Identificar os benefícios imediatos de clicar nele

Como dito anteriormente, o melhor para se certificar sobre o Call to Action é fazer testes A/B.

7- Landing page

A landing page é a página web para onde seu cliente é direcionado para fazer a compra depois de clicar no CTA.

As melhores estratégias para gerar mais vendas com e-mail marketing, neste ponto, além da página ter um layout semelhante ao e-mail e corresponder ao que foi prometido, incluem os chamados elementos de confiança, tais como:

  • Selos de segurança (tipo site seguro)
  • Depoimentos
  • Avaliações de usuários
  • Notícias sobre a empresa na mídia
  • Lista de clientes, filiais, plantas, montante de receitas e outros números “impressionantes”
  • Acesso fácil às redes sociais
  • Canais de atendimento do tipo SAC e outros

Estas foram as nossas 7 dicas para aumentar suas vendas com e-mail marketing. Comece com uma boa segmentação, siga o passo a passo e veja como terá ótimos resultados!

2016 foi o ano das mudanças no Instagram. O aplicativo mudou mais o ano passado  do que em todos os outros anos somados, trazendo novas ferramentas, novos usuários e passando a competir com o Snapchat.

E antes que o ano acabasse, a rede social anunciou mais algumas novidades: transmissões de vídeos ao vivo, fotos e vídeos que desaparecem no Direct e possibilidade de salvar posts.

Transmissões ao vivo

Seguindo a mesma tendência do Facebook, o Instagram disponibilizou aos seus usuários a opção de transmitir vídeos ao vivo. Essa ferramenta é encontrada no mesmo lugar dos vídeos e fotos do Instagram Stories.

Quando uma pessoa começa uma transmissão ao vivo, seus seguidores receberão uma notificação para assistir e poderão fazer comentários que vão aparecer no canto esquerdo da tela. Além disso, na mesma barra em que aparecem as histórias novas, as pessoas que estão transmitindo vídeos em tempo real são mostradas com uma etiqueta de “ao vivo”.

Uma das principais diferenças dessas transmissões para as que são feitas no Facebook é que, depois que forem finalizadas, elas desaparecem completamente, ou seja, não ficam salvas no app. O tempo máximo de cada transmissão é de uma hora.

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Fotos e vídeos efêmeros no Instagram Direct

Outra novidade é que o Instagram ficou ainda mais parecido com o Snapchat. Agora também é possível mandar fotos ou vídeos que desaparecem depois de alguns segundos para pessoas específicas ou grupos. Isso se dá por meio do Instagram Direct.

Além disso, assim como no Snap, é possível saber quem viu seu conteúdo mais de uma vez ou ainda quem fez um print screen da tela e salvou aquele vídeo ou foto.

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Posts Salvos

Agora também será possível salvar fotos ou vídeos que você gostou em uma pasta dentro do próprio aplicativo. Essa medida deixa o Instagram um pouco parecido com o Pinterest, onde você pode buscar referências e inspirações e salvar em uma pasta.

A pasta é privada e a pessoa que publicou a foto ou vídeo não saberá que o conteúdo foi salvo.

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Gostou?

Com tantas novidades não tem como deixar de usar o Instagram, né? Ele pode ser vantajoso para qualquer tipo de negócio.

Se você vende pela internet, pode aproveitar para divulgar seus produtos, contar histórias, fazer transmissões ao vivo de eventos da sua marca e se comunicar com clientes.

A internet oferece cada vez mais soluções para quem tem negócios e o marketing digital é uma das possibilidades para ter sucesso nas vendas e propagação da empresa. Para ajudar empreendedores e empresários que pretendem investir neste mercado online, listei três oportunidades para aproveitar em 2017.

Inbound Marketing

Ao longo de 2016 confirmamos que a estratégia é muito sólida e pode gerar ótimos resultados se aplicada da maneira correta. Presenciei um caso em que as vendas de um e-commerce aumentaram 400% usando Inbound Marketing.

O mercado implementará muito mais a estratégia e, para quem vai começar o próprio negócio, é essencial adquirir uma ferramenta eficiente de gestão de leads – que são os contatos que podem ser transformados em clientes – fazer um planejamento de persona, jornada de compra e desenvolver todos os canais de aquisição.

Personalização

Uma das outras tendências para o ano seguinte é a entrega de valor para o cliente através da personalização, seja ela de conteúdo, materiais, pontos de conexão com a audiência, entre outros.

Tratando-se de Inbound Marketing, por exemplo, você pode conhecer melhor suas personas e a jornada de compra delas, e a partir disso você pode personalizar e-mails, anúncios, ofertas, abordagens e até mesmo conteúdo como e-books e vídeos.

Vídeos

Uma das melhores oportunidades para os negócios será investir em vídeos. Desde 2015 aposto no formato para produzir conteúdo sobre Marketing Digital. Acredito que 2017 será um ano forte para os vídeos, pois a banda larga está sendo disseminada no Brasil, e com mais gente com acesso à internet de qualidade mais vídeos serão consumidos.

O ideal é somar essas três oportunidades. Não considere elas de maneira segmentada, pois as três juntas serão mandatórias em diversas estratégias e farão diferença em vários mercados.

Leia também:

20 especialistas falam sobre as principais tendências de Marketing Digital para 2017

Cuidar da imagem na internet tem sido um tabu para muitos empreendedores. Para alguns, trata-se de um bicho de sete cabeças, complexo e de difícil construção, mas construir uma imagem na internet com autoridade não é tão complexo quanto parece.

É primordial que o profissional tenha uma imagem e reputação bem construída nos meios digitais, pois é através desses meios que o sucesso se constrói, a audiência se multiplica e a autoridade se solidifica.

Sabendo disso, decidi listar 5 atitudes que geram autoridade na internet.

1-  Seja autêntico

Autenticidade é um ponto muito importante para o sucesso de um profissional no meio digital. Esse é um ponto que sempre pode ser melhorado através do autoconhecimento: quanto mais a pessoa se conhece, mais potencial para ser autêntica ela tem.

Para que a imagem na internet de um profissional transmita autoridade, ela precisa ser única, verdadeira e condizente com os seus valores. No entanto, não se trata de se transformar em uma personagem diferente de quem ele é ou ser uma outra pessoa!

Ser autêntico é ser, acima de tudo, verdadeiro consigo mesmo, admitindo os pontos fracos e fortes, unindo-os para que ambos se melhorem, de forma que o crescimento venha naturalmente. Outro detalhe importante é que o meio digital vem ganhando cada dia mais novos adeptos, pessoas que escolhem ser infoprodutores e investem nesta carreira.

O que garante o sucesso e o fracasso de muitos deles é a autenticidade. Aquele que inova, que se melhora, que está à frente dos outros e que é autêntico, tem a sua imagem na internet com autoridade e se torna referência em seu segmento.

2- Entenda o contexto de sua imagem na internet

Um dos grandes erros que um influenciador digital comete sempre é não entender o contexto no qual ele está inserido.

Exemplificando: digamos que um influenciador digital quer transmitir uma imagem na internet sobre simplicidade. Postar fotos em suas redes sociais dizendo que está hospedado em um hotel cinco estrelas, que adquiriu uma fortuna com o lançamento do seu produto, ou que comprou para seu bel prazer uma casa enorme com 40 cômodos, não condiz com a mensagem que essa pessoa quer passar para as pessoas sobre simplicidade.

Isso não significa que grandes conquistas não devem ser compartilhadas: a atenção deve ser dada à mensagem que é pregada e ao público-alvo.

3- Abomine a resposta padrão

A imagem na internet baseia-se no que os outros estão falando sobre você. Um ponto em que muitos empreendedores sempre pecam muito é na resposta padrão. Para tudo, respondem a mesma coisa, seja um elogio ou crítica, sempre usam a mesma resposta robotizada que os distanciam de sua audiência.

Essas respostas padrões nas redes sociais acabam com a imagem na internet de qualquer influenciador digital! O legal de se ter comentários sobre os conteúdos que o infoprodutor repassa no mundo digital é que isso permite que exista conexão com a audiência, ou seja, proximidade!

Uma dica legal, é criar várias respostas diferentes de agradecimentos e, quando for responder alguém, responder de verdade, querendo que aquela resposta chegue ao seguidor, permitindo que ele se sinta único.

4- Conheça quem te segue

É muito comum que determinados seguidores de um infoprodutor resolvam adicioná-lo também no perfil pessoal. Nesse perfil, na grande maioria dos casos, não é compartilhado conteúdo profissional, pois trata-se de um perfil voltado à vida pessoal.

No entanto, não é interessante para o profissional ter seguidores de sua página em sua rede de contatos pessoais, pois o que é interessante para quem o segue não está no perfil pessoal. Mesmo assim, estar nas redes sociais é ter a imagem exposta na internet, e por essa razão não se deve publicar nas redes sociais algum conteúdo que possa causar qualquer visão negativa.

5- Nunca diga nunca

Uma atitude que contribui na construção de autoridade de um empreendedor com a sua imagem na internet é ter cuidado com o que fala!

Levantar a bandeira do “nunca” pode ser perigoso para a imagem e reputação de alguém. Em um mundo constante, onde tudo muda o tempo todo, opiniões são alteradas dia após dia. Existem opiniões e atitudes mais extremas que merecem ter atenção ao serem reproduzidas.

Alguém que diz, por exemplo, “Eu nunca vou investir em curso online”, e um ano depois vê que essa pode ser a melhor alternativa para o seu negócio, acaba entrando em descrédito. A imagem na internet está puramente ligada ao que um profissional diz sobre ele mesmo, sobre seu produto, sobre comportamento e sobre o mundo.

Por esta razão, melhor do que levantar a bandeira do “nunca farei isso, nunca farei aquilo” é manter-se aberto às mudanças de percepções, de ideais e de conceitos.

Com essas dicas de atitudes, um profissional consegue enxergar que não é tão difícil construir uma imagem na internet de autoridade, mas ainda assim requer atenção e cuidado.

Confira o vídeo, 3 piores erros na hora de construir autoridade no marketing digital:

Foi-se o tempo em que um fabricante podia se dar ao luxo de dizer: “Pode escolher a cor que quiser para seu carro, desde que seja preto”, como Fazia Henry Ford.

O foco da gestão empresarial mudou muito ao longo do tempo, da produção (como nesse exemplo), para a gestão, depois para o cliente e finalmente para a experiência do cliente.

E uma das experiências mais relevantes para qualquer pessoa ao fazer uma compra são as cores. Segundo estudos antropológicos citados no livro “Comunicação e Marketing”, da professora Clotilde Perez, o homem das cavernas só enxergava em preto e branco, tendo a evolução da espécie nos propiciado esse dom de visualizar toda uma gama de cores e seus significados.

E quem somo nós para ir contra a evolução da humanidade, não é mesmo?

É por isso que selecionamos aqui algumas dicas de como usar a psicologia das cores para melhorar suas vendas.

Mas, como o assunto é bem amplo, vamos focar em 3 temas principais:

  1. Posicionamento através das cores.
  2. CTA, o famoso Call to Action
  3. Combinação de cores.

Além disso, trouxemos diversos vídeos e links para infográficos.

Como usar a psicologia das cores para posicionar seu e-commerce

Não só para um e-commerce, mas qualquer marca precisa escolher as cores de forma a mostrar claramente seu posicionamento para o público.

E é fácil entender isso com exemplos, veja:

Imagine que você tenha um e-commerce especializado em livros de direito. Passaria por sua cabeça fazer uma página de e-commerce multicolorida, em tons de laranja, verde cítrico e amarelo?

Provavelmente não. Possivelmente você usaria tons de azul e cinza, eventualmente complementados com detalhes em outras cores.

No entanto, se esse e-commerce fosse especializado em equipamentos para esportes radicais, surf, skate, escalada etc., essa combinação de laranja, verde e amarelo poderia cair muito bem.

É este tipo de cuidado que você deve ter ao escolher as cores de seu e-commerce para posicionar sua marca criando uma identidade visual online adequada.

Veja um resumo rápido da psicologia das cores:

Azul: segurança, conhecimento e confiança.
Verde: juventude, crescimento e fartura.
Amarelo: luz, riqueza e atenção.
Vermelho: paixão, emoção e perigo.
Laranja: aconchego, proximidade, calor.
Preto: luxo, exclusividade e luto.
Branco: pureza, limpeza e paz.
Roxo: nobreza, criatividade e imaginação.

Para saber mais sobre isso, dê uma olhada nesta videoaula:

Usando a psicologia das cores em CTAs

Existe a chamada teoria BOB, que diz que CTAs devem ser “Big Orange Bottons”, isto é: grandes botões cor de laranja.

Como toda generalização, a verdade não é bem esta. Ainda mais quando se trata de um elemento tão importante para seu e-commerce quanto o Call to Action.

Sim, é usual empregar CTAs (Botões de Call to Action) em cores chamativas, mas esta não é uma regra infalível. Dependendo do contexto e da identidade de sua marca, outras cores podem ser usadas, assim como outros fatores que interferem nisso tudo, tais como a frase ideal para usar, em que local da página colocar o CTA e outras dicas para seu uso.

Com certeza, não há como escolher a melhor cor para um CTA sem fazer testes A/B. Isto é: crie duas páginas idênticas e varie apenas a cor do CTA. Faça uma campanha usando uma boa ferramenta de envio de e-mail marketing e direcione metade dos usuários para uma página e metade para a outra. Depois, verifique a cor que funcionou melhor. Só assim você terá a resposta mais adequada.

Você pode ir refinando o processo e testar outras cores, assim como frases e outros elementos do CTA (uma coisa de cada vez!).

Neste vídeo, veja outras dicas sobre o uso de cores no marketing virtual:

Combinando cores no e-commerce

A melhor forma de se fazer isso é com o uso do círculo cromático.

Esta ferramenta de design consiste em um círculo em que você pode visualizar as cores complementares, as cores análogas e as cores triádicas, entre outras combinações harmônicas possíveis.

circulo-cromatico

Entenda um pouco melhor:

  • Complementares: Cores diretamente opostas no círculo e, por isso mesmo, se complementam muito bem. Bom para usar em sites mais dinâmicos e criativos.
  • Análogas: Cores que são quase que variações de tom entre si. São parecidas, transmitindo mais suavidade e estabilidade, indicadas para lojas virtuais mais acadêmicas ou técnicas.
  • Triádicas: São usadas 3 cores distantes proporcionalmente entre si, criando um contraste não muito forte e, ao mesmo tempo, uma combinação menos “rígida” das cores, o que pode atrair uma variedade maior de públicos.

Se você quiser se aprofundar neste assunto, dê uma olhada neste interessante vídeo:

A SEM Rush entrevistou 20 referências em Marketing Digital e trouxe as principais tendências para 2017 nas áreas de Email Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO, RP, Social Media e ecommerce. Confira!

Dezembro é sem dúvida o mês de olhar para o ano que está indo embora para tirar conclusões e olhar para o ano que está chegando para fazer planos e previsões. E é justo isso que queremos fazer neste post – olhar para o futuro.

Pedimos aos principais especialistas da área de Marketing Digital para compartilhar conosco as principais tendências de marketing e empreendedorismo digital em 2017 por um simples motivo – acreditamos que se os líderes de opinião da nossa área sentem que essas tendências vão influenciar o mercado no ano que vem, e é melhor você ficar sabendo delas antes de planejar a sua estratégia para 2017!

Preparado? Aqui estão as tendências para as áreas de E-mail Marketing, Marketing de Conteúdo, SEO, RP, Social Media e ecommerce

E-mail Marketing

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O uso do Email Marketing vem crescendo internacionalmente e, com isso, os consumidores também vêm se tornando mais exigentes. Ou seja, eles não querem apenas receber ofertas e afins, eles estão ansiosos por conteúdo. Creio que, no próximo ano, essa tendência venha a se multiplicar inúmeras vezes.

Portanto, se eu pudesse ter uma previsão para 2017, seria que o Email Marketing irá crescer exponencialmente. Sabendo que 9 em cada 10 brasileiros utilizam e-mail, esse ainda é – e será por um bom tempo – o melhor e maior meio de comunicação corporativo do mundo. E afirmo novamente que as empresas que não conquistarem o seu espaço digital irão fracassar, queiram ou não.

A utilização do Email Marketing precisa ser feita de forma assertiva, evitando spam e similares. Sabemos que nem todas as empresas respeitam isso, algumas até compram listas de email (coisa que não é legal) e saem por aí enviando emails de venda. Até os servidores comuns, como Gmail, Hotmail, Yahoo, entre outros, perceberam isso e começaram uma verdadeira campanha contra spamers. Eles criaram e otimizaram algoritmos para evitar esse tipo de email nas caixas de entrada de seus clientes.

Para combater isso, a melhor forma é criar sua própria lista de emails, coisa que já é comum entre empreendedores digitais da atualidade.

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Email Marketing somente focado em promoções está fadado a não performar tão bem quanto nos últimos anos.

Focar em histórias que cativam, que gerem interesse e entreguem algo relevante ao usuário deve gerar muito mais conversões!

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As pessoas não aguentam mais receber tantos emails, mas ainda assim se inscrevem para recebê-los e contam com a sua caixa de entrada para ficarem atualizados sobre alguns assuntos e ofertas.

A dica? Repensar a estratégia de quantidade de emails para focar em qualidade.

Menos é mais, neste caso. Ao trocar 3 envios semanais por 1 diferenciado, o público agradece, fica na expectativa e você garante a leitura do seu conteúdo.

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Em 2017 iremos apostar na segmentação e behavior target para melhorarmos nossos resultados com Email Marketing.

Temos diversas segmentações na nossa base. Por exemplo, se o Lead está no topo, meio ou fundo de funil, se ele veio das nossas ferramentas, se ele veio de uma Landing Page, de um eBook, etc.

Isso já é um avanço, mas longe do ideal, pois não mapeia o comportamento de forma completa.

O que estamos apostando agora é em um ciclo de emails interativos de acordo com seu comportamento no nosso site. Por exemplo, se você se cadastrou em uma Landing Page para comprar um logo, vai receber emails para comprar logo. Se nesse período você entrar em uma outra Landing Page para comprar, por exemplo, um site para médicos, automaticamente você irá parar de receber emails de logo e irá receber emails de site para médicos.

Dessa forma esperamos atingir o usuário no detalhe máximo da sua personalização e com isso aumentarmos o engajamento e receita.

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Você já deve ter percebido que as taxas de abertura e cliques de Email Marketing estão caindo com o passar o tempo, certo? Isso acontece por duas causas principais:

  • 1. A maneira errada de construir a lista de emails (por exemplo, quando o email é conseguido em troca de eBook sem conteúdo, sem direcionamento específico e percebendo isso o Lead não quer mais abrir seus emails);
  • 2. A manutenção errada da lista (envio de emails sem entender qual a hora certa de enviar uma oferta, em qual etapa de conversão aquele Lead está etc).

Eu acredito que somente as empresas que tiverem uma captação e nutrição inteligente de Leads vão ter resultados sólidos, seguindo esses pilares:

  • Entrega de alto valor percebido, e não um e-book descartável para guardar no computador;
  • Inteligência de lista: ter um mapeamento individual dos interesses dos seus Leads baseado em comportamento e não uma sequência genérica para todos;
  • Fazer ofertas no tempo certo e não oferecer produtos errados para pessoas certas no tempo errado, ou pior, oferecer seu produto para pessoas erradas;
  • Campanhas de vendas inteligentes: criar ofertas para as pessoas que dizem não para sua proposta, identificando as objeções e contornando-as.

RP e Social Media

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Com a popularização de conceitos como growth e sales hacking, é cada vez maior a quantidade de empresas que estão conseguindo exposição nos canais de mídia de massa com táticas não convencionais, de forma independente e, o mais importante, sem gastar muito.

As startups ditam o ritmo com suas agressivas táticas na busca por rápida tração, mas acredito que em 2017 estes conceitos se fortaleçam e propaguem para todo os tipos de negócios, on e offline.

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Indexação do Conteúdo Social. Se você pesquisa por uma notícia hoje talvez você encontre um tweet nos resultados, mas acredito que logo mais veremos tweets e outros resultados sociais.

Não tenho dúvida que a indexação do conteúdo nas mídias sociais será um grande avanço do Google, que poderá usufruir dessa quantidade enorme de dados de social media como respostas a muitas pesquisas, podendo também usá-los como fatores de posicionamento.

Os sinais sociais devem crescer substancialmente como fatores de posicionamento orgânico e acredito que nos próximos estudos já teremos indícios de sua evolução. Agora já não basta só otimizar seu site, é necessário engajar e fazer um bom trabalho de mídias sociais.

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Em 2017, o vídeo entra ainda mais em cena como favorito do público das redes sociais. Ele também está mais certo das suas preferências, e você tem que acompanhá-lo, seguindo as regras de cada mídia.

O bom conteúdo, aquele realmente planejado e desenvolvido para o seu público, será cada vez mais consumido em dispositivos móveis. Saia do padrão, faça lives, ofereça conteúdos em novos formatos, com relevância e frequência. Teste seu público até chegar às suas preferências. Depois, continue testando.

A briga entre Google AdWords e Facebook Ads vai aumentar, e espera-se que os anúncios do Facebook encareçam em até 5 vezes em 2017.

Com o aumento de investimento na maior rede social do mundo, os budgets reservados para os links patrocinados do Google estão caindo.

Com isso, o Google AdWords deve ser ainda mais atualizado, com opções de segmentação e outras informações de BI relevantes para atrair os anunciantes.

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Transmissões ao vivo também devem ganhar muita força, levando a experiência de vídeos para um novo patamar, proporcionando a qualquer pessoa trazer o seu ponto de vista sobre eventos, festas e acontecimentos ao redor do mundo.

Nessa estratégia, o Facebook Live é a bola da vez para engajar e impactar nas redes sociais.

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Acredito no machine learning para campanhas em Marketing Digital, podendo ter mais inteligências em dados em base de histórico de clientes e nichos de mercado. Explorar mais resultados com base nesses números, como saber o melhor horário de disparar uma campanha de email, qual melhor horário postar nas redes sociais, tipo de palavras-chaves utilizar, quais campanhas trazem mais vendas etc.

Outra tendência é o web scraping para extrair dados a partir de uma outra fonte, como um outro site ou banco de dados. Dessa forma,você poderá ter mais informações sobre possíveis clientes para prospectar.

SEO

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Google AMP Everywhere:  O projeto AMP (accelerated mobile pages), iniciativa open source do Google para tornar a navegação em dispositivos móveis mais rápida, deve ganhar ainda mais notoriedade em 2017 com a expansão do projeto para além dos portais de conteúdo, foco inicial do projeto.

As páginas em AMP carregam até 4 vezes mais rápido, um ganho importante na experiência do usuário e consequentemente no posicionamento orgânico.

UX:  User experience ou experiência do usuário é a base do sucesso de uma campanha de SEO para 2017 e além. Mobile first, tempo de carregamentos, HTTPS/SSL, Rank Brain entre outras atualizações do Google dos últimos anos tem como foco principal forçar sites a aprimorar o UX.

Quanto mais rápido suas páginas carregarem, quanto mais forte for a encriptação de dados do seu certificado SSL, quanto melhor a experiência do mobile, a navegação, o layout e o conteúdo do seu site, melhor será o desempenho do SEO do seu site. Em outras palavras, quanto melhor for a experiência dos usuários maiores as chances das suas páginas chegaram ao topo dos resultados orgânicos do Google.

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Intenção será mais importante do que as palavras-chave: a capacidade de processamento dos mecanismos de pesquisa cresce de maneira ridícula, e isso proporciona um melhor entendimento da intenção de pesquisa que passa a analisar muitos aspectos, inclusive retornar resultados semânticos.

Imagine que ao pesquisar por uma “bolsa barata” o Google pode exibir uma bolsa usada no brechó mais perto da sua casa… as possibilidades são imensas.

Isso significa que não basta ajustar o meta title com base nas pesquisas, mas fornecer informação e conteúdo suficiente em suas páginas para que o Google consiga entender todas as possibilidades em que pode exibir seus produtos ou posts.

HTTPS neles: menção honrosa à adoção do certificado de segurança, o famoso S no HTTP, que foi uma tendência esse ano mas promete ser dominante no próximo.

Isso deve ocorrer tanto por ser um fator de posicionamento para o Google quanto pela facilidade e possibilidade de se obter um certificado grátis hoje em dia, o que era impensável há alguns anos atrás.

Muitos apps: com a capacidade dos smartphones aumentando assim como a criatividade dos desenvolvedores, estamos vendo um aumento significativo na quantidade de aplicativos, e estar bem posicionado nas Apps Store pode ser determinante para o sucesso de seu app ou negócio.

Também conhecido como ASO (App Store Optimization), é uma variante do SEO destinado a posicionar somente os apps nas lojas online.

Até agora, a dança do posicionamento nas lojas online não era tão complexo (quanto SEO) mas com a quantidade de opções disponíveis acho que em 2017 o bicho vai pegar e o que era basicamente título, descrição, ícone e reviews vai se juntar com links profundos, conteúdo, engajamento, dentre outros.

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As tendências do mercado – transparência de ROI, benchmarking competitivo, aumento de dados disponíveis para análise, análise e uso eficiente de big data – ditam a necessidade de uso de ferramentas adequadas, que permitem economizar tempo e dinheiro ao mesmo tempo providenciando informações confiáveis e consistentes.

Por isso, a estratégia da SEMrush para 2016/2017 é de apostar na criação da ferramenta all-in-one, e por isso acabamos de acrescentar 8 ferramentas novas para a plataforma, atendendo as áreas de PPC, SEO, Marketing de Conteúdo dentre outras.

O futuro está em soluções práticas e compactas. O usuário mais do que nunca quer receber soluções que resolvam vários problemas e atendam várias necessidades pelo preço de uma.

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Sites mobile friendly e performance acima da média não são mais apenas conceitos relacionados à experiência do usuário, agora eles fazem parte do vocabulário dos profissionais de SEO.

A partir do momento que o Google começou a penalizar sites ineficientes e/ou lerdos, essas variáveis se tornaram fundamentais nas estratégias de SEO e isso trará novos desafios (e oportunidades) para os negócios online e agências digitais.

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Para 2017 considero duas áreas essenciais e estratégicas de marketing e empreendedorismo. São elas: mobile e growth hacking.

Os números sobre Mobile no Brasil são expressivos e serão cada vez mais. É importante que os negócios sejam pensados com o conceito de mobile first para ir ao encontro de uma audiência focada na palma da mão.

O conceito e a técnica de growth hacking ganha novos adeptos todos os dias por estar de acordo com a expectativa de todos os negócios, principalmente os iniciantes, de crescer exponencialmente e com baixo investimento.

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Desde 2015 vemos o Google fazendo grandes ações relacionadas à mobile. Não é para menos, visto que os acessos através de smartphones vem aumentando consideravelmente e em diversos nichos já ultrapassa os acessos via desktop.

Então a minha dica de SEO para 2017 é investir em aprimorar os sites para mobile, desde um layout responsivo até o mais recente AMP.

Ter um site otimizado para dispositivos móveis além de colaborar para as buscas pode ser o grande diferencial para fazer o seu site converter muito mais.

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Acredito que o ano de 2017 será de consolidação de diversas tendências em SEO que percebemos nos últimos anos.

O mobile tem grande destaque através do projeto AMP, principalmente com o aumento do uso do AMP para e-commerce.

A busca por voz já é realidade e tende a ser difundida com intensidade durante o ano. Tenho certeza que você vai ouvir falar do Amazon Alexa/Echo, um assistente pessoal com comando de voz que pode controlar (quase) tudo que você deseja.

Por fim, durante 2016 tivemos o Panda e o Penguin incorporados ao núcleo do algoritmo, e este último agora é executado em tempo real. Isso abre um novo horizonte de possibilidades e acredito que em 2017 o Google irá incorporar mais um ou no máximo dois dos seus algoritmos ao núcleo principal e aproveitar as vantagens da execução em tempo real.

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AMP: Em 2016, vimos surgir os sites com tecnologia AMP. Nos últimos dias centenas de sites aderiram à essa tecnologia, motivados pela notícia de que o Google começou a destacar esses sites nos resultados de busca.

A dificuldade na implementação freou a quantidade de sites usando tal recurso, porém há uma tendência de que muitos novos sites já sejam publicados nesse formato; além da necessidade dos sites mais antigos aderirem ao AMP para evitar a perda de tráfego orgânico.

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Vejo que 2017 irá consolidar definitivamente o mobile como foco principal das estratégias digitais. Temos algumas iniciativas importantes que reforçam esse ponto de vista, como a adoção do AMP (Accelerated MobilePages) pelos grandes players como Google, Facebook, Twitter e eBay. É a busca de uma melhor experiência para os usuários, através de uma web mais rápida e com menos interrupções.

O último ponto que destaco e que deve ser a atenção dos profissionais de SEO para 2017 é avaliar e entender o impacto do RankBrain nas buscas. Como utiliza machine learning e os dados vêm sendo colhidos por alguns meses, acredito que o maior impacto dessa atualização do Google será sentido ao longo do próximo ano, privilegiando principalmente quem tem foco em criar conteúdo relevante e de muita qualidade.

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O SEO é uma das “caixas pretas” da internet, ninguém sabe exatamente quais os critérios mais relevantes e sua relação com as demais técnicas.

Uma tendência que já foi muito forte em 2016 são os sites que proporcionam uma melhor experiência de navegação para o usuário. Esses sites ganharão muitos pontos com o Google em 2017 também!

Outra forte tendência, já citada inclusive pelo Google, é que menções em redes sociais exercerão um bom impacto no SEO geral. E, por fim, com o contínuo aumento de acessos via smartphone, o SEO local deve também ganhar uma maior relevância.

Marketing de Conteúdo

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A principal tendência que vejo em 2017 é a de otimização de recursos: ao invés de abrir dezenas de frentes de Marketing Digital e atuar em várias redes sociais, vários canais de relacionamento, várias mídias e fontes de tráfego, os negócios maduros vão se concentrar na Lei de Pareto: otimizar as 20% de fontes de tráfego responsáveis por 80% dos resultados do negócio.

Os canais digitais estão se tornando mais complexos e integrados, mas ao mesmo tempo é mais caro estar em todos os lugares. Por isso, é fundamental medir, gerenciar e otimizar recursos para conseguir ganhar escala e crescer em 2017!

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A metodologia do Inbound Marketing está cada vez mais presente nas estratégias de comunicação das empresas!

O usuário está cansado de receber somente promoções e ofertas e está sedento por informação.

Focar no conteúdo de qualidade, que eduque, que ajude o usuário e seja relevante é um passo sem volta para quem quer se destacar na internet.

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Uma vez mais, 2017 será um ano cheio de conteúdos em todas as áreas do Marketing Digital! Para todos os empreendedores digitais o foco deve ser este mesmo: dar respostas aos seus usuários com bons conteúdos, sejam em texto, vídeo ou outro formato.

Portanto, acho que a criação de bons conteúdos a pensar em dar a devida resposta, ao que o usuário está à procura, será provavelmente a melhor solução e a principal tendência nas diversas áreas do Marketing Digital. Este será o desafio para 2017.

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Conteúdo denso: no começo o conteúdo era rei, mas o rei perdeu a majestade. Aos poucos era necessário criar um conteúdo diferenciado, o famoso conteúdo épico, melhor que todos os outros. Mas agora parece que todos os conteúdos querem ser épicos, então qual a próxima onda?

A verdade é que os usuários estão cansados de encontrar o mesmo conteúdo maquiado com palavras e gráficos diferentes, um atrás do outro. Talvez a próxima grande tendência seja o conteúdo denso, que é aquele que oferece uma grande quantidade de informação de maneira direta e objetiva – em outras palavras, mais eficiente.

O conteúdo denso também pode ser rico em tipos de conteúdo e veremos posts com texto, vídeos, áudios e diversas incorporações. É a volta da multimídia, palavra que encantava o mundo na década de 90.

Vídeo: por falar em conteúdo densos, nada mais denso do que um vídeo, não? Se uma imagem vale por mil palavras, por quantas palavras vale um vídeo?

Os usuários estão cada dia procurando mais por vídeos e esse tipo de conteúdo pode ser diferencial para o seu negócio, principalmente agora com a facilidade para se conectar em uma boa conexão Wi-Fi, seja no trabalho ou em casa.

Também não custa lembrar que o YouTube é o segundo mecanismo de pesquisa com mais buscas e que se você criar conteúdo nesse formato pode ter grandes benefícios por esse canal também.

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Vídeos: nós estamos vivendo hoje o boom dos vídeos, mas ainda não atingimos o auge da mudança.

No próximo ano veremos uma mudança ainda maior no formato em que os vídeos para internet são produzidos.

Hoje nós herdamos o formato horizontal, clássico do cinema e da TV, porém com o domínio dos dispositivos móveis esse formato irá mudar para vertical.

Nós já começamos a ver essa mudança com aplicativos como Snap e a tendência é que ele seja cada vez mais usado em outros aplicativos, redes sociais e sites.

Outro aspecto que prevejo é a qualificação da produção de conteúdo como um todo.

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Nos últimos anos tivemos um boom do Marketing de Conteúdo com uma quantidade enorme de blogs, artigos, listas, e-books e infográficos sendo produzidos, mas grande parte deles feitos com conteúdo de baixa qualidade

Isso terá que mudar já que conteúdo de baixa qualidade não propaga, não traz retorno financeiro. Quando se trata de conteúdo, qualidade é mais importante do que quantidade.

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Personalização de conteúdo: todos os profissionais de marketing sabem que um conteúdo que é personalizado para a sua audiência possui um maior engajamento e traz melhores resultados.

Hoje, mais do que nunca, temos vários recursos à nossa disposição, que nos permitem personalizar o conteúdo entregue para cada segmento de nossa audiência, e acredito que em 2017 eles começarão a ser amplamente usados pelos profissionais de marketing. Logo, se você ainda não personaliza seu conteúdo, é hora de começar. Mas como fazer isso?

Não consigo passar por todas as possibilidades aqui, mas alguns esforços mais simples que já podem dar resultados rápidos são:

  • Segmentar a distribuição nas redes sociais baseado em segmentações avançadas (como promover o mesmo post com títulos diferentes para vários segmentos no Facebook, para aumentar o CTR);
  • Fazer disparos segmentados de emails, com o mesmo email sendo criado em várias versões para segmentos distintos. Para você ter uma ideia, na Rock Content cada email possui em torno de 6 versões distintas, o que triplica nossa taxa de abertura;
  • Usar automação de marketing para entregar conteúdos personalizados de acordo com o momento da jornada de compra do cliente.

Se existe um ponto principal a ser levado sempre em conta é que a personalização de conteúdo requer um trabalho constante de captação e tratamento de dados, por isso sempre que possível use cookies, tags e outros recursos para capturar dados dos visitantes.

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Uma das principais dicas que eu tenho para dar neste ano é: atualize conteúdos antigos do seu blog! Sabe aquele artigo do seu blog que foi publicado há algum tempo e que está estagnado nas páginas de busca? Essa estratégia é exatamente para ter resultados com esses artigos.

Isso significa que você não precisará criar um conteúdo completamente novo. Uma simples atualização naquele artigo antigo já pode fazer uma grande diferença no seu resultado orgânico.

As melhores oportunidades para atualização estão entre a 10ª e a 20ª posições nos motores de busca. Encontre estes artigos do seu blog, identifique as melhores oportunidades e atualize essas peças agora!

Aqui na Rock Content nós tivemos artigos que saíram da 20ª posição e foram para o 6º lugar nas páginas de busca com apenas esse hack!

Ecommerce

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Mesmo com o crescimento do setor, o ano de 2016 foi de diminuição nas vendas para o varejo online no Brasil. Por isso, acredito que em 2017 os lojistas irão aumentar o engajamento dos clientes mais lucrativos e fiéis para diminuir o alto investimento na captação de novos clientes.

Além disso, percebo que o cenário econômico futuro tende a diminuir o poder de compra da classe C, sendo que esta classe foi um dos principais motivos do enorme crescimento do mercado de ecommerce.

Acredito que as lojas virtuais médias serão as principais afetadas e, por isso, precisam direcionar esforços na profissionalização da operação.

Por último, também observo uma tendência de crescimento das lojas virtuais locais de micro e pequenos empresários porque essas lojas tornam-se alternativas de baixo custo inicial para os varejistas offline que estão vendo as vendas diminuindo com o atual momento econômico.

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Uma forte tendência nas redes sociais é uma maior integração diretamente com o ecommerce. Twitter e Facebook já tem seus botões “comprar agora”, porém para aproveitar essas oportunidade, os ecommerces têm que se adaptar ao mobile, pois no Brasil quase 70% dos acesso ao Facebook são feitos a partir de smartphone ou tablets.

Destaque também para o fato de ser uma forte tendência as menções sociais influenciando no SEO dos sites. Torna-se fundamental levar isso em conta e aproveitar essa oportunidade!

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Mobile: segundo a Ebit, no final de 2017, mobile já deve representar 40% de todo o faturamento do e-commerce no Brasil. As dicas que já ouvíamos há dois, três anos para preparar o site para os dispositivos móveis já se transformaram no básico e obrigatório para qualquer loja online. O ano do mobile finalmente chegou.

Omnichannel: uma coisa acaba puxando a outra. Se mobile é o “arroz com feijão”, os conceitos de multicanal ainda podem colocar as lojas à frente da concorrência. Já comum nos Estados Unidos, o pick up in store, que permite comprar online e retirar na loja, já começa a funcionar aos poucos aqui no Brasil com grandes players.

Integrar estoques de lojas online e físicas, permitir pagar online na loja física ou comprar online e retirar na loja física me parecem mais acessíveis. Isso ajuda em um dos pontos que mais mostra diferencial ao consumidor: no preço. Comprar sem frete, por exemplo, hoje mostra boa vantagem.

Personalização: Estamos falando de Internet, e aqui tudo se monitora, cada “passo” que é dado podemos saber e medir. E essas informações cruzadas já nos permitem soluções bem acessíveis para a personalização de ofertas, produtos e linguagens.

A abordagem one-to-one do eccommerce é cada vez mais poderosa e customizada para cada um. Esta vejo ainda um pouco mais distante, porém 2017 já pode mostrar um passo definitivo para esta linguagem personalizada para cada um que acessa seu site.


E você, quais tendências de Marketing Digital para o ano 2017 está prevendo? Compartilhe conosco nos comentários!

Esse post foi escrito por Maria Chizhikova, da SEM Rush.

Texto publicado anteriormente no Blog da Resultados Digitais.

No final das contas o principal objetivo de criação de conteúdo é venda. A venda pode não acontecer assim que um usuário consumir o conteúdo, e por isso é importante acompanhá-lo e, com a ajuda de outros conteúdos relevantes, criar necessidade, mostrar a sua autoridade e prepara-lo para o momento de compra. É aqui que o departamento de vendas entra em jogo.

Infelizmente por muito tempo departamentos de marketing e vendas jogavam cada um na sua equipe, os objetivos deles não eram os mesmos, muitas vezes os funcionários de marketing nem tinham um canal de comunicação estabelecido com o time de vendas. Cada departamento fazia o seu melhor, e embora a estratégia trazia alguns resultados era evidente que eles podem ser melhorados.

A última tendência é de proporcionar a colaboração máxima entre os departamentos de marketing e vendas, fazendo com que os dois times trabalhem para alcançar o mesmo objetivo e sentem a importância do papel deles nos resultados finais da empresa.

Durante o Meetup de Conteúdo da SEMrush o CEO da RockContent, Vitor Peçanha compartilhou as principais dicas para alinhamento de trabalho de departamentos de marketing e vendas e o tema causou tanto interesse que hoje queremos dedicar um post a esse assunto.

Mas vamos começar pelo começo.

Marketing de Conteúdo – a arma poderosa de Marketing

Vamos ser objetivos – marketing de conteúdo é uma das principais chaves de sucesso da sua estratégia.

Só que marketing de conteúdo também está mudando e passando por alterações de conceito. Hoje em dia não é só produzir conteúdo recheado de palavras-chave e menções do seu produto ou serviço para atrair a atenção do público. O público de hoje não quer ouvir da sua marca, eles querem consumir conteúdo divertido, relevante, que resolve os problemas e tira as dúvidas, e é nisso que você precisa focar.

Se não acredita em mim, dê uma olhada nos exemplos das empresas – gigantes do mercado e nas táticas deles de aumento de visibilidade de marca.

“Eu gosto muito do exemplo da Red Bull” – diz o Vitor Peçanha – “Eles têm a Red Bug que é a revista de tiragem mensal, com a maior tiragem mensal do mundo. Pensa só, uma marca de energéticos que é a maior editora mensal do mundo! E nem precisa ir tão longe, aqui no Brasil você tem exemplo da Friboi que está investindo pesado na academia da carne, para ensinar as pessoas como fazer churrasco”.

Chegou a hora de soluções criativas, conteúdo fora de comum e pensamentos fora da caixa.

Mas antes de criar qualquer conteúdo é preciso fazer um bom planejamento, respondendo as 3 principais perguntas:

· Por que estou fazendo marketing de conteúdo;
· Para quem estou fazendo esse conteúdo;
· Como vou alcançar essas pessoas.

Primeiro você tem que pensar qual é o principal objetivo do seu conteúdo – aumentar visibilidade, diminuir o custo de venda, diminuir o custo de suporte, aumentar a base de emails

Em seguida é importante definir o perfil da pessoa que você gostaria de atrair com o seu conteúdo. Seja mais detalhista possível, pense na idade, profissão, como ela gosta de passar seu tempo livre etc. Pesquisa bastante e crie a sua personagem, imagine a vida dele – essas informações vão te ajudar a responder a terceira pergunta, a definir quais canais você pode usar para chamar a atenção dessa pessoa.

Qual tipo de conteúdo ela prefere? Vídeo, e-book, post de blog? Quais canais ela mais acessa? Blogs, redes sociais, e-mail? Quis palavras-chave ela usa para pesquisar os assuntos do interesse dela? A que horas tem maior pico de atividade online?

E agora é só alinhar os seus conteúdos com os níveis de funil de vendas, preenchendo lacunas e criando um fluxo natural do topo do funil até o fundo.

Por exemplo, criando conteúdo para o topo do funil você vai focar em tirar as principais dúvidas dos usuários, resolver os problemas deles e educá-los.

“Nessa etapa a pessoa ainda não quer comprar nada, ela só quer tirar a dúvida. O topo do funil tem muito volume, então você pode por coisas de fácil acesso, blog post, vídeo, webinar, vai ter alto alcance, alto volume. Você não vai pedir para alguém preencher um formulário e fazer um registro para ler um blog post.” – recomenda o Vitor Peçanha

No meio do funil a pessoa começa a sentir necessidade e está procurando solução, mas ainda não está preparada para comprar. Aqui você pode oferecer várias soluções, pouco-a-pouco se apresentando como uma referência no assunto – você disponibiliza um e-book para receber qual a pessoa precisa preencher um formulário e consegue o e-mail dela. Agora você pode mandar newsletters e novidades da sua empresa, sempre oferecendo conteúdo útil e trazendo a pessoa para o topo do funil.

Funil de vendas: Como escolher o tipo de conteúdo correto para seus objetivos

No topo do funil você pode dar exemplo de soluções que você pode oferecer – a pessoa já tomou a decisão de compra e agora você precisa convencê-la que a sua empresa é a melhor escolha. Você pode falar da sua autoridade no mercado (mostrando prêmios, referências, comentários e outras marcas de reconhecimento), mostrar como usar o seu produto e quais benefícios ele tem etc.

Qual é a principal vantagem dessa estratégia de funil de vendas? A possibilidade de passar para o seu departamento de vendas um lead extremamente qualificado, já sabendo o e-mail, cargo, tamanho da empresa e outras informações do seu usuário.

Vitor Peçanha deu um exemplo bem prático de mapeamento de conteúdo: “Imagina que eu vendo um programa de exercício em casa. Aí no topo de funil eu vou falar de 5 dicas para melhorar sua qualidade de vida. Ainda não estou falando sobre fazer exercício nem sobre comprar nada. Só digo, olha se você está estressado, você pode fazer yoga, você pode fazer exercício, você pode se alimentar melhor. O cliente vai pesquisar melhor e vai chegar à conclusão que quer fazer exercício. Agora ofereço um e-book para ele fazer exercício em casa já que ele não tem tempo. A pessoa baixa esse e-book, me dá os seus dados e eu começo a fazer os disparos de e-mail para ela.

Depois de um tempo eu vou mandar um e-mail para ela contando de cinco pessoas que mudaram de vida usando nosso programa Power 3000. Muitas vezes a pessoa pensa – quero mudar de vida! E compra, mesmo sem eu ter feito qualquer oferta. É assim que funciona o funil de vendas”

Juntando os esforços

Agora que você começou a gerar leads de qualidade com a sua campanha de marketing é preciso aprender a trabalhar em conjunto com o departamento de Vendas para fazer os seus esforços valerem a pena.

Na maioria das vezes é só questão de comunicação constante e aberta e alinhamento. “Todo mundo tem que falar a mesma língua, você tem que criar rotina de comunicação entre times, você tem que ter métricas unificadas. Todo mundo tem que ter a mesma definição básica, todo mundo deve saber o que é uma boa lead, uma lead qualificada” – comenta Vitor Peçanha

A conversa constante é importante para poder aperfeiçoar a sua estratégia constantemente com base nos feedbacks. Para exemplificar isso usaremos o exemplo que o Vitor deu durante o Meetup de Conteúdo:

Vamos supor que você gastou R$ 5.000 em marketing gerando 10.000 leads. Ou seja, cada lead custou 50 centavos. Qualifiquei 200 leads, e conversando com o departamento de vendas descobri, que deles foram gerados 2 clientes. Ou seja, cada um desses clientes custou R$ 2.500

Agora você pode avaliar e entender se o investimento valeu o retorno ou se é necessário ajustar a minha estratégia.

E isso não é o único benefício de alinhamento entre as áreas de marketing e de vendas. De acordo com o Vitor Peçanha, cooperando você tem toda eficiência do processo, consegue corrigir pontos de falha mais rapidamente, as oportunidades chegam mais qualificadas aos vendedores e os vendedores não vão perder tempo com leads que não são qualificados.

Para concluir, queria dizer que o marketing de conteúdo dá resultado, desde que você tenha uma estratégia, desde que você tenha um plano e um caminho para levar o seu cliente e gerar negócios.

Em períodos como a Black Friday, a caixa de entrada dos usuários se torna um verdadeiro campo de batalha em que as marcas disputam a atenção e o volume de campanhas cresce consideravelmente. Os destinatários chegam a receber, em média, 50% mais mensagens promocionais.

Esse excesso de informações exige que profissionais de e-mail marketing tenham ainda mais cuidado ao planejar suas estratégias. É muito curto o espaço de tempo em que um usuário decide se vai abrir, deletar ou ignorar uma mensagem.

Nesse processo de atração do cliente no ambiente do e-mail, a linha de assunto das mensagens se torna um fator muito relevante nas taxas de abertura das campanhas. Destaco a necessidade de atenção especial a 10 pontos:

1- Personalização

Colocar o nome dos usuários na linha de assunto faz com que se sintam especiais, além de dar maior credibilidade à sua marca, mostrando um forte laço de engajamento. Mas você pode ir além, utilizando os dados que possui sobre os assinantes para personalizar o assunto de acordo, por exemplo, com o time para qual torcem, sexo, localização, etc.

Porém, também é preciso ter cautela ao usar essas informações: não adianta adicionar em todas as campanhas o nome dos clientes, pois isso pode fazer com que se sintam saturados e suas mensagens não pareçam mais exclusivas, deixando de chamar a atenção.

Tenha cuidado ao utilizar dados que não possui de toda a sua lista, para não enviar e-mails que fiquem com assuntos incompletos, como: “Nome do cliente, confira esta promoção”.

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Exemplo de mensagem que explora o nome do usuário em um e-mail de aniversário.

2- Estimule a curiosidade de seu usuário

Faça perguntas no assunto do e-mail ou o incentive a procurar uma informação ao abrir e clicar em sua mensagem. O uso de algumas palavras que se correlacionam com o senso de urgência também performa muito bem, por exemplo: ‘Ainda dá tempo’, ‘Corra e aproveite’, ‘Último dia’…

3- Use e abuse do pre-header

Principalmente para complementar sua linha de assunto. Sempre que possível, personalize também esse elemento, mas evite deixá-lo como: ‘Clique aqui para visualizar seu e-mail no navegador’ :/

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Exemplo de mensagem com uma boa utilização de pre-header personalizado.

4- Sender Name

Eu, particularmente, não gosto de sender names como: ‘Fulano, do E-commerce X’, e as empresas usam essa estratégia para parecer que estão tratando com proximidade seu usuário, porém acredito que deva-se utilizar apenas o nome da marca.

Ela sim é conhecida pelos clientes, que não fazem ideia de quem seja Beltrano ou Ciclano!

5- Tamanho

Seja breve nos assuntos – nada de escrever um “textão” na linha de assunto do e-mail, pois diversos provedores irão “cortá-la” e seu usuário irá ler apenas as primeiras palavras. Confira a lista de quantidade de caracteres por provedores.

Isso vale também para quem abre mensagens no mobile. O recomendado é que se utilize de 41 a 50 caracteres na linha de assunto, porém nunca exceder a 70 caracteres. Nesse caso, menos é mais 😉

6- Faça um benchmark de seus concorrentes ou de empresas que considere com estratégias de linha de assunto positivas

A Return Path possui o SLO (Subject Line Optimizer), que pesquisa as palavras-chave de seu assunto e compara com mensagens da concorrência que já utilizaram esses mesmos termos, mostrando a efetividade da campanha por meio da taxa de leitura.

7- Utilize caracteres especiais e números

Smiles, corações e estrelas sempre são bem-vindos e se destacam na caixa de entrada – alguns provedores mostram eles até coloridos! E isso, com certeza, se usado com moderação, impacta positivamente na taxa de abertura. Brincadeiras com números, como contagens regressivas, também resultam em um bom engajamento.

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email4email5Exemplos de linhas de assunto que utilizam caracteres especiais.

8- Utilize palavras-chave

Palavras como ‘Desconto’, ‘promoção’, ‘off’ e outras antigamente impactavam negativamente a entregabilidade, pois os provedores as julgavam como tendenciosas a spam, porém hoje em dia o que vale muito é o seu engajamento com o cliente, e esses termos na linha de assunto não afetarão em nada sua reputação.

9- Linguagem da marca

Se sua marca usa linguagem informal, utilize gírias para lidar com o público, mantendo a mesma abordagem na hora de elaborar o assunto das mensagens. Não seja cordial com um público que é despojado e vice-versa. Fale a língua do seu cliente.

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Exemplo de um bom uso de linguagem da marca.

10- (E mais importante) Teste sempre

O teste A/B com linhas de assunto é pouco usado e precisa ser mais explorado. Mensure os testes pela taxa de abertura, cliques e até mesmo conversão. Só assim você irá conhecer o seu público e mensurar a efetividade de sua linha de assunto.

Não há mágica para uma linha de assunto perfeita. Teste o que funciona para sua marca e para os seus usuários, e boa sorte!

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Exemplo em que a palavra “teste” foi esquecida na linha de assunto.

O potencial de conversões e vendas da Black Friday é enorme, e atualmente isso é fato não só nos Estados Unidos, onde a tradição dos descontos surgiu, mas em todo o mundo. Para entender um pouco melhor os efeitos da data sobre os e-commerces, e identificar formas de explorar o seu máximo potencial, analisamos os anúncios de clientes em 40 mercados diferentes.

A partir dos dados estudados, descobrimos que as campanhas digitais tiveram um desempenho cerca de 70% superior na Black Friday de 2015, e quase 30% maior na Cyber Monday, em comparação com o resultado médio de todo o mês de novembro do mesmo ano. Além disso, o tráfego total nos sites também foi mais de 30% maior na sexta, e 20% superior na segunda.

A Black Friday é mais do que um dia de promoção. Além das vendas tradicionais do período, é uma oportunidade única para as marcas criarem interesse e influenciarem o envolvimento futuro dos clientes. Se os comerciantes conseguirem fornecer os melhores negócios online quando os consumidores estão ativamente procurando por isso, fica mais fácil para eles conquistarem o reconhecimento da marca, e até mesmo alavancar as vendas do período de fim de ano, já visando o retorno futuro desses clientes.

Personalizar os anúncios focando os usuários individualmente durante o período é uma das formas mais poderosas para os comerciantes incentivarem as compras dos visitantes de seus sites e maximizarem o retorno sobre o investimento.

Crie campanhas “teaser” da Black Friday para usuários inativos

Criar um senso de urgência é importante durante a Black Friday e a Cyber Monday. Por exemplo, com o retargeting personalizado, os comerciantes podem exibir anúncios com produtos para os quais o usuário já tenha demonstrado interesse antes, e que incluam uma oferta personalizada e específica para aquele momento.

Os visitantes que navegaram pelo site dias, semanas ou mesmo meses atrás podem não ter comprado na ocasião, e a Black Friday é uma grande oportunidade para incentivá-los a levar produtos que eles já querem.

O retargeting ainda torna possível preparar uma campanha teaser para informar os clientes sobre as promoções que estão por vir na Black Friday ou na Cyber Monday. Deixe que os banners digam, por exemplo:

“Ei! Faz algum tempo que não o vemos em nosso site, venha conferir o que preparamos para você na Black Friday e na Cyber Monday”.

Atraia consumidores que querem comprar agora

As ferramentas de retargeting ajudam a impactar os usuários no momento em que eles estão com a maior intenção de compra, além de permitirem criar conexões com consumidores nos momentos atuais e futuros.

Anúncios que respondam e se adaptem rapidamente às particularidades de cada indivíduo permitem envolver e reengajar os usuários certos no momento certo, o que é fundamental para a curta janela de oportunidade criada durante o fim de semana da Black Friday e da Cyber Monday.

A partir de uma estratégia de anúncios personalizados, as campanhas podem ser otimizadas em tempo real para que exibam produtos que já foram visualizados pelos consumidores durante a Black Friday e, em seguida, tragam descontos ou lembretes na Cyber Monday, por exemplo.

Explore datas futuras para maximizar vendas e promoções

As campanhas de retargeting também podem focar não apenas uma compra única, mas uma série completa de eventos de engajamento para os consumidores. Um anúncio inteligente não deve apenas levar em conta o histórico e as necessidades de um cliente.

Precisa também despertar o seu interesse sobre outros produtos. Ao configurar a campanha para a Black Friday, é possível já focar a jornada do consumidor como um todo, a fim de facilitar suas compras de fim de ano com dicas sobre o que mais ele pode precisar.

Por exemplo, se o cliente tiver comprado uma jaqueta de inverno durante as vendas da Black Friday ou da Cyber Monday, o retargeting personalizado poderá exibir anúncios com produtos correspondentes, como lenço ou luvas, nos próximos dias e semanas. Este planejamento sequencial de anúncios permite incentivar o usuário a considerar comprar naquele e-commerce também antes do Natal.

Os dados utilizados nesta pesquisa foram extraídos de ferramentas de retargeting personalizado desenvolvidas pela RTB House.