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Marketplace

Ao comprar por meio da internet, grande parte da população não tem ideia do tamanho da operação que está por trás da tela do computador. No entanto, uma pesquisa recente encomendada pela PayPal revela que 92,64% dos empreendimentos virtuais são de pequeno porte.

A tendência é que o número de pequenos negócios só aumente, já que além da tradicional loja própria, os empresários do mundo virtual contam também com a opção dos marketplaces, shoppings virtuais que permitem o comércio com facilidade e ampla visibilidade.

Como ainda se trata de uma “novidade” no Brasil, pode ser que o empreendedor fique em dúvida sobre apostar ou não nesta alternativa. Para ajudar na escolha, levantamos os benefícios de cada um dos formatos, confira.

Por que a reputação é tão importante nas vendas em marketplaces?

Clientes

De nada adianta uma loja linda se não houverem compradores para movimentar. Os marketplaces já possuem uma visibilidade e estratégias de marketing consolidadas que garantem um fluxo frequente de visitantes aos lojistas.

Para quem está começando, entrar em um shopping virtual pode ser uma boa forma de se lançar na internet. Quem opta pela loja própria precisa reservar um capital de giro e trabalhar massivamente ações de divulgação até que os visitantes apareçam.

Infraestrutura

Nos marketplaces é preciso ter os produtos disponíveis, tirar boas fotos e criar descrições criativas, subir tudo na plataforma e começar a vender. Na loja virtual, o lojista tem a possibilidade de contratar uma plataforma de e-commerce que já oferece sistema de pagamento.

Daí em diante, a preocupação se volta para o planejamento de marketing, as vendas, o estoque, etc. A vantagem é que o proprietário pode controlar toda a sua operação, oferecendo vantagens exclusivas a seus clientes.

Marketing

Fazer marketing na internet está cada dia mais simples e isso é uma vantagem para o lojista virtual. Dá para começar pelo marketing de conteúdo, estruturar estratégias para o inboud marketing e reforçar vendas com links patrocinados, que tem investimento flexível.

O marketing por conta própria dá visibilidade a uma única marca, ou seja, uma loja virtual própria, o que ajuda a conquistar clientes fiéis. Já no marketplace o marketing é massivo, sem foco neste ou naquele lojista que o compõe.

Concorrência

No Brasil atualmente são 450 mil e-commerces disputando espaços, então para se destacar é preciso ter uma boa estratégia, atraindo clientes por identificação com o negócio ou pela relevância do empreendimento perante o público.

No marketplace os elementos fortes para se diferenciar são preço e velocidade da entrega.

Lucro

Como cobrar mais pelo mesmo produto? Quem vende por conta própria pode, com o tempo, trabalhar a percepção de valor dos seus clientes, para que eles topem gastar mais em um produto por conta do relacionamento estabelecido com a marca.

Já no marketplace como a marca não está em destaque, a palavra de ordem é número de vendas: a dica é diminuir a margem de lucro e brigar pelo preço.

É bom lembrar que a cada venda realizada, há o pagamento de uma comissão para o shopping virtual.

Estoque

Estoque parado é dinheiro perdido. Então aqui a dica é movimentar por meio de promoções. No marketplace não é possível lançar promoções a hora que desejar, por isso na hora de realizar ofertas a loja própria dá mais liberdade.

Vai vender em marketplace? Tenha atenção redobrada com o estoque

Os marketplaces operam com grandes promoções que contemplam todos os lojistas, já a loja consegue individualizar sua queima de estoque.

Marca

Para quem mantém o comércio virtual como segunda fonte de renda e não tem necessidade de crescer, os marketplaces são ótimos, porque demandam menos tempo na gestão e cumprem o seu papel.

No entanto, para quem fez da loja sua principal atividade, vale a pena refletir sobre quanto tempo e dinheiro quer e pode investir para dar personalidade ao negócio.

Como destacar seus produtos dentro de um Marketplace?

Não necessariamente precisa existir uma escolha, pois dependendo do que se deseja, as duas plataformas trabalhadas de maneira unificada podem trazer um resultado ainda mais positivo. Para aumentar as chances de acerto é preciso ter claros objetivos e o planejamento a ser seguido.

Ao vender nos marketplaces a maioria dos lojistas costuma dar maior ênfase a aspectos essenciais do comércio, como preço de venda, gestão do estoque e logística e a administração financeira. Embora fundamentais, esses elementos não são suficientes para garantir um bom desempenho nas vendas. A atenção a alguns detalhes pode ser decisiva para garantir o sucesso do negócio.

Negligenciada por muitos lojistas, a reputação pode ser o item determinante para um resultado positivo nos marketplaces. Ela não só influencia a decisão de compra do cliente como também afeta a visibilidade dos produtos anunciados.

Quando determinada loja é desconhecida pelo consumidor, ele procura informações em buscadores, fóruns e canais de avaliação como o Reclame Aqui, por exemplo. Se a imagem da empresa é negativa nestes espaços, são grandes as chances de que ele faça negócio em outro lugar.

Além disso, a reputação é um dos atributos levados em conta pelos algoritmos dos marketplaces para dar destaque aos produtos de um determinado lojista na “buy box”, o espaço privilegiado e de destaque dentro da página de produtos.

Buy Box: A posição que você precisa almejar em um marketplace

Por essa razão, a busca de uma reputação positiva deve estar entre os pilares estratégicos para quem vende nos marketplaces.

Com algumas ações simples, como as listadas abaixo, é possível conquistar esse resultado.

Venda de produtos com alta qualidade

Ao fazer uma compra pela Internet, o consumidor cria grande expectativa sobre o produto adquirido. Se o item entregue possuir qualidade duvidosa o cliente pode vincular sua frustração à loja que fez a venda.

Para não ter que lidar com esse tipo de situação o lojista deve adotar critérios rígidos de seleção dos fornecedores. É importante testar todos os produtos que vão ser anunciados, bem como verificar a opinião dos clientes sobre o item em questão.

Por fim, as imagens e descrição do produto devem corresponder a realidade, demonstrando que a marca valoriza a transparência.

Agilidade e eficiência no frete

O único momento de contato físico entre o cliente e a loja virtual é na entrega dos pedidos. Por essa razão é importante surpreendê-lo, sendo ágil no frete. Além disso, vale enriquecer a experiência de compra oferecendo uma embalagem diferenciada e fornecendo algum benefício extra, como um brinde, cupom de desconto ou mensagem de agradecimento.

Possíveis atrasos precisam ser comunicados imediatamente, sempre que possível com uma justificativa. No caso de o produto chegar com alguma avaria ou defeito a substituição precisa ser imediata e sem custos para o consumidor. Assim o cliente se sente mais seguro e a marca evita críticas desnecessárias.

Atendimento de excelência

O fato da compra estar sendo feita em um ambiente digital não significa que a interação entre o cliente e o lojista tenha que ser artificial. O consumidor precisa ser bem atendido já no primeiro contato, tendo todas as dúvidas respondidas de forma clara, educada e atenciosa. Isso faz com que ele se sinta valorizado e tenha maior pré-disposição a finalizar a compra.

Isso é ainda mais importante no pós-venda. É comum que, em caso de problemas, o cliente faça contato demonstrando irritação, o que exige um esforço extra da equipe de atendimento. O diálogo precisa ter foco em soluções, em uma conversa amistosa. Isso ajuda a gerar avaliações positivas para sua marca.

Experiência e autoridade nas vendas

Uma das etapas da jornada de compra do consumidor é marcada pelo surgimento de dúvidas sobre o produto ou solução que está à venda. A loja pode ajudar nesse processo de decisão fornecendo informações por meio de uma estratégia de marketing de conteúdo.

A criação de um blog ou o bom uso das redes sociais podem ajudar sua marca a se tornar autoridade em determinado assunto, dando mais confiança para o cliente. Apresentar reviews e avaliações de produtos ou demonstrações de uso são opções de conteúdo que favorecem a imagem da marca.

Como deve ser um blog de e-commerce

Oferecer preços e competitivos

O mundo perfeito para os clientes é aquele em que eles recebem bom atendimento pagando preços baixos. Ao conseguir associar essas duas virtudes, sua marca amplia exponencialmente as chances de conquistar avaliações positivas e indicações.

Isso não significa que o negócio deva operar de forma deficitária ou no prejuízo. Uma margem de lucro menor nos produtos pode ser compensada com um aumento na escala de vendas, amparada por uma alta reputação.

Conclusão

As lojas que vendem em marketplaces recebem avaliações públicas, com direito a nota e depoimentos. Essa variável não está sob controle direto do lojista, mas pode ser administrada com a adoção de práticas simples em prol de uma reputação positiva.

Isso favorece não apenas a retenção de clientes como também a visibilidade dos produtos na disputa pela buy box. Vale apegar-se ao antigo mantra popular de que “uma reputação leva anos para ser construída, mas pode ser destruída em segundos”.

Com possibilidades de receber altas demandas, pedidos e encomendas, um vendedor no marketplace precisa se atentar à gestão de seu estoque, para garantir o sucesso das operações e a satisfação dos clientes. Hoje, falaremos sobre alguns cuidados necessários com o estoque, ao vender em um marketplace.

Por que é necessário redobrar a atenção neste quesito? Confira o nosso artigo do dia!

1- Fique atento à quantidade de produtos que você tem

Anunciar determinados produtos, de x características (como cor e tamanho) e não ter em estoque é um risco grande que você corre de receber um pedido (ou muitos deles) e não ter como entregar o que o cliente espera.

Ainda que você vá buscar no fornecedor o quanto antes — até mesmo por não dispor de um espaço muito amplo para manter estoques de pronta entrega — é necessário tomar cuidado para não gerar nos consumidores expectativas não condizentes com a realidade.

Isso pode ocasionar reclamação e insatisfação, resultando não só em clientes que não mais comprarão com você, como também em má reputação no ambiente online, afastando outros compradores.

2- Seja precavido

Experiência desagradável com alguma compra é mais do que suficiente para um cliente desistir de determinado vendedor e passar a “má fama” adiante. Ainda mais em um ambiente onde há espaço para se manifestar publicamente quanto à sua satisfação, como a internet.

Ao mínimo sinal de que as encomendas podem ultrapassar a capacidade imediata de sua loja, atender a todos os clientes com rapidez ou entregar produtos exatamente nas especificações anunciadas — como no caso de grandes promoções, que geralmente atraem muitos consumidores — deixe bem claro que os pedidos poderão ser entregues de acordo com a “disponibilidade de estoque”. Crie regras e gerenciamento para isso.

3- Esteja ciente de sua responsabilidade em entregar no prazo

Ao conseguir espaço nas prateleiras digitais de grandes empresas, você deve estar ciente de que existe a responsabilidade de atender bem, entregar o produto correto e no prazo certo, para ter uma boa imagem. Em um marketplace, você não arca com os custos de um e-commerce, mas a responsabilidade de entregas é como se você tivesse realmente sua própria loja.

O conceito de drop shipping, que aborda uma maneira de trabalhar sem estoque real (o que pode significar redução de custos, mas também necessidade de ter atenção redobrada para não ter problema junto aos clientes) deve ser cuidadosamente trabalhado em marketplace, se essa for a opção do vendedor.

Para se aplicar a esse tipo de negócio, é preciso ter muito cuidado com a escolha do fornecedor e uma boa comunicação com ele, visto que se depende do estoque sobre o qual você não tem controle.

Como escolher um operador logístico para a loja virtual

4- Cumpra o prometido para não perder classificação

Por abranger uma grande área de atuação, atendendo e vendendo a clientes de diversas áreas, o e-commerce exige mais atenção. Se for o caso de trabalhar sem estoque ou depender de condições especiais na negociação com a logística, deixe bem claro que as condições de entrega podem variar de acordo com a região, condições de estrada e acesso.

Pega muito mal vender sem ter a mercadoria, atrasar ou chegar em desajuste. Isso pode trazer prejuízos até mesmo por haver custos com a entrega e o consumidor ter o direito de desistir ou de devolver.

Em marketplace, é necessário lembrar que há muitos concorrentes e qualquer erro pode significar perda de vantagem competitiva.

Leia também:

Como preparar sua loja virtual para vender nos maiores Marketplaces do Brasil

Nesse sentido, a gestão do estoque influencia diretamente na posição que o vendedor ocupa na plataforma e, consequentemente, no destaque dado aos produtos. Um vendedor que tenha descumprido prazos e gerado insatisfação em algum cliente pode ser mal avaliado e decair no ranking de melhores vendedores, perdendo confiança de potenciais consumidores novos.

Texto publicado anteriormente no Blog da Olist.

Quem possui uma loja virtual ou pensa em abrir uma no Brasil certamente já ouviu a expressão marketplace. Estes sites nada mais são do que centros de compras virtuais, em que vários lojistas expõem seus produtos para os consumidores (semelhante ao shopping center no varejo físico).

O modelo de negócio está em alta no e-commerce brasileiro justamente pelos inúmeros benefícios proporcionados aos consumidores e empresários.

Porém, diferentemente dos modismos que surgem no comércio eletrônico, este conceito deve permanecer por anos como uma boa opção para alavancar as vendas. Confira cinco ótimos motivos para acreditar nos marketplaces:

1- As vendas no e-commerce começam no marketplace

Pesquisa da Pymnts.com para a Amazon em 2015 já mostrava essa tendência global: 64% dos consumidores admitiram que iniciam a busca por novos produtos nos centros de compras virtuais por conta da diversidade de itens e revendedores.

A possibilidade de tirar dúvidas, economizar e comprar em um único site faz o consumidor adotar mais este modelo de compra. Logo, esse número deve aumentar ainda mais nos próximos anos.

O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

2- A relação custo x benefício é mais vantajosa para todos

Se o consumidor consegue fazer tudo no marketplace, os lojistas podem aumentar as receitas e diminuir os custos de operação e de marketing.

Isso porque a maioria dessas empresas oferece um pacote serviços para o empresário poder rapidamente passar a vender os seus produtos no marketplace. Assim, ele ganha fôlego para se dedicar a outros pontos importantes do seu negócio.

O triângulo comercial entre lojistas e-commerces, operadoras de marketplace e consumidores

3- Parceiras ajudam na evolução da loja virtual

O marketplace “empresta” sua credibilidade para as marcas inseridas em seu site, o que faz o varejista trabalhar com uma vitrine virtual para exibir os produtos e garantir o tráfego.

Entretanto, essa parceria vai além das vendas e do marketing, envolvendo até mesmo o suporte tecnológico no momento da integração entre as ferramentas com a infraestrutura de TI.

Como preparar sua loja virtual para vender nos maiores Marketplaces do Brasil

4- Novos públicos podem conhecer a sua marca

O número de consumidores que acessa um marketplace é infinitamente maior e mais diversificado do que aqueles que entram diretamente em uma loja virtual.

Se o empresário realizar um bom trabalho na definição do portfólio que será disponibilizado no marketplace e contar com preços atraentes, ele certamente atingirá um público diferente daquele que normalmente vinha comprando diretamente na sua loja e aumentando significativamente o volume de vendas.

Como destacar seus produtos dentro de um Marketplace?

5- É possível ter mais um ponto de venda para expor os produtos

Por fim, aqueles que já possuem um e-commerce podem optar por montar uma loja dentro do marketplace, ampliando os canais de venda na web e aproveitando os benefícios listados acima. A lógica é simples: com mais sites expondo seus produtos, mais pessoas irão visualizá-los e mais fácil será vendê-los.

Mas nem tudo são flores. Num próximo texto iremos abordar os cuidados que um lojista deve ter e eventuais riscos ao apostar nos Marketplaces. O equilíbrio é a chave!

Um consumidor entra em um marketplace e faz a busca por um determinado produto. Apesar dos muitos vendedores, um deles é destacado como “Melhor Oferta”, levando em conta critérios de ordenação deste próprio deste canal. Essa posição, responsável por gerar maior número de vendas para o varejista em destaque é o famoso Buy Box, ou, traduzido ao pé da letra, “Caixa de Venda”, responsável por US$56 dos 62 bilhões vendidos pela Amazon.com em 2015.

Para se ter uma ideia do crescimento que vem pela frente no Brasil, as vendas de parceiros (modelo marketplace) nos sites da B2W e Cnova representaram 7% e 12% do seu faturamento em 2015, respectivamente.

O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

No entanto, estar nesse espaço privilegiado não é simples, e ao contrário do que muitos varejistas pensam, não é apenas o preço que é levado em conta na hora de dar mais visibilidade ao varejista. Outros critérios como reputação e tempo de entrega também pesam.

Confira abaixo alguns dos pontos que o Amazon.com leva em conta para o varejista virtual conquistar um espaço no BuyBox:

Preço

Esse é um fator muito importante, e obviamente os valores mais baixos levam vantagem. Mas, há outros itens como frete, por exemplo, que também são considerados pelo marketplace na hora de destacar a oferta.

Reputação

O número de feedbacks positivos e as notas dadas pelos consumidores para cada vendedor nos últimos 365 dias são essenciais para determinar se a loja aparecerá ou não no BuyBox. Na Amazon.com, por exemplo, é necessário que a qualificação seja acima de 98%.

Frete

O tempo de entrega é mais um item importantíssimo para o marketplace. Aqueles que conseguem fazer com que o produto esteja em até dois dias nas mãos do consumidor levam vantagem.

Atendimento

Um contato em até 12 horas é o tempo aceitável para responder ao consumidor por e-mail ou outro canal de atendimento. Se passar disso, as chances de estar no Buy Box diminuem consideravelmente.

Outros fatores como pontualidade de entrega e possibilidade de rastreamento do produto contribuem para ganhar visibilidade.

O caminho é bem desenhado e as vantagens são claras, só depende do lojista estar no Buy Box. Em tempos de crise, ser destaque frente ao concorrente é essencial para garantir a venda!

Muito se fala sobre o modelo de Marketplace, o qual grandes sites varejistas vem adotando. Se você possui e-commerce, é bem provável que você verá com bons olhos este método de vendas, mesmo ele não tendo, aparentemente, relação direta com seu negócio.

Por que o modelo de Marketplace é bom para lojas virtuais?

Porque é possível vender os seus produtos nos sites que utilizam esse modelo e isso inclui os campeões de vendas do país, como: Mercado Livre, Submarino, Extra entre tantos outros.

O que isso quer dizer:

Os seus produtos serão disponibilizados para milhares de clientes destes Marketplaces todos os dias;
Mais credibilidade para seu negócio, afinal você estará vendendo nos maiores sites do Brasil;
Muito mais oportunidades de vendas;
Mais visibilidade para sua marca, principalmente se você está começando com as vendas online.

Mas claro que para conquistar tantos benefícios, você, a sua loja, e os seus produtos precisam estar preparados e alinhados com os Marketplaces. Por isso, alguns quesitos são imprescindíveis para começar a vender e ter sucesso nestes sites.

Pensando nisso, o Olist e a Uni Buscapé Company se uniram para criar um guia completo com tudo o que você precisa saber para preparar a sua loja virtual para vender nos maiores marketplaces do Brasil.

O Guia “Como preparar sua loja virtual para vender nos maiores Marketplaces do Brasil” conta com alguns conceitos e dicas valiosas para você tirar o melhor proveito desta nova estratégia de vendas e alavancar de vez os seus resultados. Além disso, no decorrer do material surgirão etapas, que deverão ser concluídas, para que no final você e sua loja virtual estejam prontos para ter sucesso nos principais marketplaces do país.

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Ação visa incentivar os pequenos lojistas e pretende aumentar as oportunidades de compra do usuário.

As micro e pequenas empresas representam hoje 95% dos negócios no Brasil, sendo que 44% desse universo atuam no comércio. Porém, elas ainda respondem por 27% do PIB brasileiro e precisam de estímulo para ampliar a participação no mercado.

Para incentivar o crescimento das vendas dos pequenos empreendedores, especialmente no comércio eletrônico, o Buscapé aderiu ao Movimento Compre do Pequeno Negócio – uma iniciativa do Sebrae para fortalecer a economia – lançando um novo comparador de preços e produtos que reúne apenas e-commerces de pequeno porte (compredopequeno.buscape.com.br).

“Assim como as grandes lojas, no comércio eletrônico as demais lojas passam a contar com toda infraestrutura para negociar seus produtos e concorrer em condições de igualdade. Para ajudá-las a impulsionar suas vendas e atrair consumidores, nos juntamos à campanha do Sebrae”, afirma Romero Rodrigues, CEO Global do Buscapé Company.

Segundo dados da E-bit divulgados recentemente no 32o relatório WebShoppers, até o final de 2015 o faturamento do e-commerce deve chegar a R$ 41,2 bilhões. E as micro e pequenas empresas são responsáveis por apenas 10% desse montante, mesmo com mais de 70% de representatividade no setor.

Para aderir ao comparador

Neste marketplace, o usuário poderá conferir as ofertas disponibilizadas por cerca de 5 mil lojas virtuais nas mais diversas categorias de produtos. Basta pesquisar, encontrar o que deseja e clicar para a compra. Para se juntar a este comparador de ofertas, o Buscapé convida novas lojas a se cadastrarem em sua plataforma, podendo assim aumentar suas chances de venda.

As lojas que começarem a anunciar dentro do Buscapé passam a fazer parte do shopping automaticamente e, além disso, o Buscapé irá presentear esses lojistas com bônus de R$200 (na comissão a pagar).

O funcionamento do novo site será permanente, mas a iniciativa do Sebrae – que já está no ar – tem como marco o dia 5 de outubro, Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa.

“Sempre nos preocupamos em preparar o empreendedor para melhorar a gestão da sua empresa. Esta é a primeira vez que fazemos um movimento para a sociedade, para que as pessoas percebam que, ao comprar do pequeno, estão melhorando sua cidade, gerando empregos e ajudando a economia”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

Para também fazer parte do Movimento Compre do Pequeno, basta preencher o cadastro com os dados da empresa em www.compredopequeno.com.br. Lá o lojista faz a propaganda gratuita de sua loja e entra para o mapa online de empresas.

Assista abaixo, a propaganda desenvolvida para o movimento:

O comércio eletrônico oferece várias possibilidades para quem quer vender online. Uma dessas modalidades é o marketplace, pense em um shopping virtual. Simplificando, uma loja virtual composta com produtos de várias outras lojas online.

Por isso, se você está investindo, ou pensando em investir em marketplace, precisa conferir nossas dicas para destacar seus produtos dentro destes outros sites e vender mais e melhor.

Leia mais sobre marketplace: O triângulo comercial entre lojistas e-commerces, operadoras de marketplace e consumidores

Continue com a leitura e veja o que preparamos para você!

Destaque os seus produtos com belas fotos

Fato é que a vitrine virtual é composta por boas fotos dos produtos. Em um marketplace, então, as fotos dos produtos tornam-se um grande diferencial. Por isso, se você vai expor e vender seus produtos em um marketplace, saiba que estará competindo com várias outras lojas que, muitas vezes, venderão exatamente os mesmos produtos que o seu negócio. Por isso, destaque-se.

Aqui vão algumas dicas:

• Cuidado com o plano de fundo. Use fundo branco para destacar o produto e não o que há em volta dele;
• Não economize na qualidade das imagens, use sempre fotos HD;
• Aposte em uma posição diferenciada do seu produto, focando em detalhes e, principalmente, fazendo diferente dos seus concorrentes;

Para conferir outras dicas de fotografia para lojas virtuais, confira também o nosso artigo “Segredos da fotografia de e-commerce”.

Seja claro ao descrever os seus produtos e a sua loja

Além das fotos dos seus produtos, tenha um cuidado especial com a descrição destes produtos. É essencial que o seu cliente entenda exatamente o que está lendo, comparando com as fotos e, dessa forma, se decidindo pela compra. Deixe claras informações como dimensões, materiais e funcionalidades, por exemplo.

Em um marketplace, onde vários lojistas competem pela atenção e pela venda, é essencial ter uma boa descrição da sua loja ou a famosa “descrição do vendedor”.

Para isso, deixe claras as suas especialidades, missão, visão e valores, a política da sua loja e outras informações relevantes. Avaliações positivas e depoimentos de clientes satisfeitos também contam, pois ajudam a construir uma boa reputação.

Grátis para download: Aumente suas vendas melhorando a página dos seus produtos

Ofereça algo a mais

O seu produto é bom? Excelente, mas saiba que isso será apenas um dos fatores analisados pelos compradores na hora de escolher a sua loja virtual dentro do marketplace. Por isso, para se destacar é preciso oferecer algo a mais.

Pode ser um frete menor ou uma entrega mais rápida do que as demais, uma embalagem para presente diferenciada ou um cupom  de desconto para a próxima compra: pense fora da caixa e não apenas venda. Conquiste o seu cliente, fidelizando-o e gerando mais receita.

Mais do que produtos, venda experiências!

Sim, para ter sucesso em um marketplace você precisará contar a história dos seus produtos, da sua marca e, dessa forma, cativar seu o seu potencial cliente.

Quando você conta uma história, cria empatia com o público e pode conquistá-lo antes do seu concorrente e, convenhamos, em um shopping virtual isso fará toda a diferença na hora de fechar a venda!

Capriche no pós-venda

Você conseguiu atrair o olhar do consumidor e vender para ele, ganhando dos demais lojistas virtuais do marketplace, ótimo. Missão cumprida? Claro que não! O processo de venda no e-commerce não acaba quando o cliente resolve “passar o cartão”.

Por isso, lembre-se de que o atendimento e o pós-venda são essenciais. Será através deles que você mostrará para o comprador que ele fez uma excelente escolha.

Mas como fazer isto? E-mails transacionais são um excelente ponto de partida, por isso, informe ao cliente quando o pedido dele foi concluído, quando o pagamento foi aprovado, o status de envio, etc. Não deixe de fazer pesquisa de satisfação também.

Aproveite este momento para pedir para que este comprador avalie a compra, dando uma nota sobre o seu produto e serviço. Isso ajudará a sua loja e os seus produtos a se destacarem em meio a diversas marcas e outras lojas.

Em caso de experiências negativas, o que contará será a forma como você lidará com o problema. Seja cortês com o seu cliente, entenda o que levou a acontecer o problema e, principalmente, resolva-o o mais rápido possível. Tenha em mente que o problema resolvido de hoje será o cliente satisfeito de amanhã.

Por fim, nossa dica de ouro é: capacite-se! Não deixe de estudar, de se atualizar sobre as tendências, as novidades do mercado e como surfar na crista dessa onda.

Busque por cursos especializados e conte com profissionais para lhe dar consultoria e te ajudar em todo o processo. Se tiver qualquer dúvida, escreva nos comentários e nós lhe ajudaremos. Conte com a gente!

Leia também: O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

Desde a chegada da Amazon no Brasil, os principais varejistas online brasileiros colocaram seus esforços em se tornarem marketplaces para centenas de lojas virtuais. Resultado? Muita loja virtual que enfrentava dificuldades em “fechar a conta”, viu suas vendas multiplicarem do dia para noite.

A ideia de uma loja virtual usar um varejista grande como canal de vendas não é nova, o que mudou foram alguns conceitos. A Netshoes é um grande “case” neste assunto pois viu o “milagre da multiplicação de pedidos” quando assumiu em 2008 a venda de calçados da Americanas.com.

Na época isso era feito em sistema de cross-docking. Para quem não está familiarizado com o termo trata-se de uma prática logística onde a Americanas.com vendia o tênis mas não possuía o produto em estoque. Um sistema de back office consultava o estoque da Netshoes e consolidava o pedido após a confirmação de pagamento. A Netshoes faturava e despachava o produto para a Americanas.com que por sua vez enviava ao consumidor.

Na época isso resolveu um grande problema da Americanas.com, que não queria trabalhar com um estoque de vestuário (que normalmente tem uma infinidade de SKUs) e desta maneira aumentava a “Cauda Longa” de seus produtos sem praticamente demandar investimentos.

Desnecessário dizer que isto foi fundamental para melhorar de forma significativa a “musculatura” da Netshoes que em 2007. Já havia tomado a decisão de se tornar “pure play” (varejista que só vende online) e já tinha fechado todas as suas lojas físicas.

Algumas lições muito interessantes podem ser tiradas dessa operação que foi um divisor de águas na vida da Netshoes. Embora pouco divulgada nos artigos relativos à empresa, acho muito válido o registro:

1- Derrubou o mito no Brasil que um varejista online não poderia ser parceiro de outro (estamos falando de 2008).
2- Conseguiu viabilizar economicamente e fiscalmente a revenda pela Americanas.com. Na época esse fato foi um grande “Ovo de Colombo”, pois muitas tentativas até então tinha falhado na hora de calcular a “margem líquida” que ficava na operação.
3- Os sistemas de ERP de ambas empresas estavam integrados e foi fundamental para viabilizar o cross-docking.
4- Conseguiu cadastrar milhares de SKUs no sistema da Americanas.com.
5- Estava preparada para ter um salto de demanda significativo, pois isso implicaria em aumentar seu estoque interno, ter equipe focada na operação da Americanas.com. Seja na gestão dos pedidos, marketing ou no atendimento ao consumidor.

Atualmente os sistemas de marketplaces já começam a ser integrados com as principais plataformas do mercado, o que de cara elimina uma grande barreira tecnológica que é a integração de estoques. Com relação a lucratividade da operação também está mais simples de resolver, uma vez que o varejista vai pegar a calculadora e ver se o percentual cobrado pelo marketplace fecha a conta.

Os dois grandes pontos a serem superados agora para que os marketplaces deslanchem como fez a operação da Netshoes e Americanas.com estão no cadastramento de produto e na eficiência do parceiro.

O cadastramento de produtos ainda é um grande gargalo dos principais marketplaces que para contornar o problema estão investindo em equipes e tecnologia para poder dar vazão aos produtos que chegam das lojas parceiras.

O outro ponto fundamental e que está relacionado com o último item citado é talvez o mais importante no atual momento, a eficiência da loja parceira.

Quando se entra num marketplace, é preciso já estar com a estrutura “redonda”. Tenho visto muito lojista iniciante achar que o marketplace é a “tábua da salvação” quando boa parte da sua operação ainda necessita resolver problemas internos.

Mas a eficiência não se trata apenas da capacidade operacional, o lojista precisa ter profissionais dedicados ao canal marketplace.  Quando a Netshoes fazia cross-docking, ela não tinha concorrentes nesta categoria, mas estava muito afinada com a equipe de marketing da americanas para promover seus produtos bem como resolver rapidamente problemas gerados no SAC que são crucias neste modelo.

Os marketplaces já perceberam o quanto é valioso um bom lojista e atribuem um pontuação atrelada ao desempenho nestes quesitos, é o caso do Walmart.

“Costumamos dizer que o lojista precisa ter principalmente duas coisas: estrutura e foco na operação. Estrutura para aguentar principalmente os picos de vendas que as ações de marketing proporcionam. E foco no marketplace para responder de forma ágil e com ofertas competitivas que realmente despertem a atenção do consumidor entre seus concorrentes no canal.” , afirma Gabriel Fernandes, Analista de Novos Negócios do canal de marketplace do Walmart.

Sem dúvida temos uma janela de oportunidade que dará novo fôlego para o e-commerce brasileiro. Que sente os efeitos da crise como qualquer varejo e a lição de casa é grande para marketplaces e lojistas, mas a exemplo do que ocorreu na Netshoes, valerá cada gota de suor.

Bem-me-quer! Malmequer! O triângulo comercial – com prós e contras – entre lojistas e-commerces, operadoras de marketplace e consumidores

Não importa o quanto vai bem o relacionamento de um lojista e-commerce com seus consumidores. Aliás, quanto mais alinhado estiver esse relacionamento, mais breve chegará o momento de pensar em marketplace.

Apesar de um período de atuação ainda relativamente curto no Brasil, o modelo de negócio já firmou espaço e adaptou-se ao mercado nacional, podendo ser encontrado em versões amplas, de múltiplos produtos, ou segmentados, por nichos.

Em tradução literal o termo significa lugar de vendas, mas o significado online – e-marketplace – já agrega a definição de plataforma, canal ou shopping online (operador de marketplace) onde vendedores (lojistas e-commerces) oferecem produtos e serviços a compradores potenciais (consumidores).

O tema é vasto, por isso o gerente de marketplace da Magamobi, Diego Lindner, vai ajudar a compreender pelo ponto de vista do lojista e-commerce, quem é quem nesse triângulo e por que o formato ganha a cada dia, mais e mais adeptos.

“As operadoras de marketplaces são grandes e ótimas vitrines. Não há como negar a força alavancadora de vendas e o quanto o lojista e-commerce tem a ganhar em visibilidade, escalabilidade e desenvolvimento da marca investindo nesta alternativa que atualmente significa muito em questão de números e soluções.”

De um lado o lojista e-commerce: os prós!

O foco do lojista e-commerce é conversão, portanto novas alternativas de vendas são sempre bem-vindas. Com um modelo de negócios onde uma plataforma centraliza o processo de busca, compra e pagamento de vários e-commerces, o e-markekplace – que oferece uma gama maior de serviços e benefícios com um investimento relativamente menor – é uma excelente oportunidade.

“Vale destacar pontos básicos, com o e-marketplace ganha-se grande visibilidade com ações de marketing nacionais viabilizadas pelas operadoras, o fluxo de visitantes é contínuo e composto de públicos diversos. Há soluções antifraudes, variedades de operadoras de cartões, relevância nas buscas SEO e os repasses são feitos à vista, mesmo nas vendas parceladas.

E alguns pontos são de extrema importância, como as possibilidades de ampliação de portfólio e testes de produtos com baixo custo e risco reduzido, as oportunidades para trabalhar estoque de modo estratégico, o conhecimento tanto do perfil dos consumidores como dos concorrentes e a obtenção de dados de buscas e de navegação.

E tudo isso acontece sob o respaldo do guarda-chuva de um nome já conhecido e consolidado no mercado.”

Do outro lado, o operador marketplace: os contras para o lojista e-commerce!

Entre os principais receios do lojista e-commerce está o comprometimento da margem de lucro. E esse com certeza é o ponto mais sensível do relacionamento entre as bases desse triângulo: “o comissionamento cobrado é alto, a taxa pode chegar a 20% sobre o valor do produto.”

Outro ponto crítico é a forma como são feitos os repasses do marketplace para o lojista e-commerce: “Os valores são repassados à vista, mas em ciclos, às vezes quinzenais, às vezes, mensais. E dinheiro parado, dinheiro que não está girando no marketplace, é dinheiro que não está rendendo para o e-commerce.”

E sabe aquele ditado popular: quem não presta assistência, abre espaço pra concorrência? Pois é, ele também serve nesse triangulo. “Se por um lado é positivo estar onde a concorrência está, por outro, é lá também que a concorrência é muito maior. E é lá que o lojista e-commerce se depara com o sistema de ranqueamento de preços.

Explicando melhor, nas operações marketplaces há inúmeras ofertas do mesmo produto, ganha o destaque – o lugar mais alto do sistema de ranqueamento de preços – e consequentemente a venda, o lojista e-commerce que tiver o menor preço no item.” Para ganhar em posicionamento no ranking e em volume de vendas – sem perder margem de lucro – é preciso assistência full-time, monitoramento e atenção. “Quem dorme menos, vende mais!”

Também não adianta criar ilusões, o cliente é do marketplace e é este quem detém o papel principal, a atuação do lojista e-commerce é de coadjuvante. Assim, antes de optar pelo modelo e por um parceiro, muita atenção no posicionamento e nas políticas da operadora.

Outra coisa, a gestão e a logística para a operação marketplace não podem conflitar com as da loja e-commerce: “é fundamental ter processos muito alinhados. O lojista e-commerce precisa ter em mente que a atenção dispensada à operação marketplace é proporcional à dispensada para uma loja e-commerce.

E que é primordial fazer a gestão da operação, e que isso demanda energia e tempo, demanda equipe para atuar em portfólio e feed, indexação de itens, organização de produtos, monitoramento de prazos, atendimentos e protocolos. Acuracidade de estoque e expedição são obrigações básicas e um serviço de monitoramento de postagens é indicado para aferir o cumprimento dos prazos de entrega.”

E lá na ponta do triangulo, o consumidor: uma relação de ganha-ganha!

Enquanto lojistas e-commerces e operadoras de marketplaces ficam nesse bem-me-quer, malmequer, o consumidor fica com o melhor de cada uma das pontas, diversidade de produtos, modelos e fornecedores, todos em um mesmo endereço eletrônico e – claro – preço: “o consumidor pesquisa, compara, compra e paga com uma única transação, em um único ambiente virtual, como se todo o marketplace fosse uma única loja, é fácil, prático e seguro. As entregas são individuais, mas isso não chega a ser um problema para o consumidor”.

Obter os melhores preços em compras asseguradas por um portal de renome e confiança no mercado nacional é bom né? “O consumidor fica no ganha-ganha! A concorrência entre si garante os preços e o marketplace exige o padrão de qualidade, tanto dos produtos quanto dos serviços oferecidos”.

Metendo a Colher, a opinião de Diego Lindner

Para o gerente de marketplace, o modelo de negócio está em alta e deve se manter estável por um bom período ainda, mas peca principalmente quanto à estrutura e suporte ao lojista e-commerce: “É preciso estar atento às equipes de atendimento dos marketplaces, que muitas vezes não têm crescido na mesma proporção das vendas e do modelo de negócio, impondo déficits tanto para o lojista e-commerce como para o cliente.

Sendo assim, sugiro uma equipe exclusiva destinando energia para cuidar da operação, tanto para alinhar os processos com o marketplace como para tratar com o cliente e atender rigorosamente os prazos estabelecidos, eliminando assim os risco de quaisquer problemas e prejuízos à marca”.

Uma última observação ao lojista e-commerce, e de quebra uma dica de quem gerencia as operações marketplaces de uma holding com 5 lojas especialistas em smartphones:

“Estar em um marketplace é viabilizar a oferta da marca em portais com fluxo de visitas de alguns milhões de possíveis novos clientes, então vale a pena apostar, mas isso deve ser feito de maneira segura, com plano de negócios e políticas de preços alinhadas, responsabilidades pré-estabelecidas para cada uma das partes. Quer ser diferencial?

Trabalhe com metas específicas para os canais individuais e os marketplaces distintos. Faça acompanhamentos diários e monitore resultados, informações são base para traçar as melhores estratégias.

Hoje vejo como inevitável operar com marketplaces. Eles são um caminho relativamente mais curto para levar os produtos aos olhos dos clientes, fixar a marca na preferência do consumidor e aumentar de modo considerável o volume de vendas. Os marketplaces são um caminho mais curto, mas não são o único, não devem ser! Minha dica para o lojista e-commerce é: aproveite a onda do marketplace, mas acima de tudo, aumente a confiabilidade da marca e impulsione o crescimento da loja e-commerce, do site da marca. Diego Lindner.