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Que a operação do AliExpress no Brasil desperta os mais ambiciosos olhares, ninguém contesta. São números sempre superlativos…. Estima-se 300.000 remessas por mês somente para o Brasil, entre outros dados interessantíssimos que não cabe discutirmos no momento.

Ainda que todas essas remessas fossem feitas com o tíquete médio de 50% da média nacional, temos um faturamento anual mínimo de R$ 720 milhões  É óbvio que os grandes players do mercado nacional estão de olho querendo sua fatia do bolo, neste tipo operação onde o consumidor importa direto do fornecedor do exterior. 

A falta de conhecimento é geral

Recentemente em reunião com os responsáveis pela implantação da operação de cross border  (termo utilizado para importação ou exportação de produtos) de um dos maiores Marketplaces do Brasil, ficou claro o despreparo e falta de conhecimento nas questões operacionais e também sobre qual o melhor modelo de negócios a ser implementado. É como se só conseguissem ver a operação do AliExpress e, diante da constatação de possibilidade de cópia do modelo, tenham ficado presos a ele.

A ideia desse Marketplace, guardadas as devidas ressalvas é replicar o modelo financeiro da operação, pagando aos vendedores no exterior, exatamente como faz o AliExpress. A grande questão é que isso obrigaria ao vendedor brasileiro ter uma conta no exterior, ou que o vendedor não seja brasileiro.

Não precisa ser um grande entendedor de economia para perceber que, nesse modelo de operação haverá uma saída de recursos do país, bem como o não fomento às pequenas e médias empresas que operam no e-commerce para que elas se adentrem no mercado do cross border.  Será dinheiro do consumidor brasileiro, enviado diretamente para o exterior para fornecedores estrangeiros e/ou uns poucos brasileiros que conseguirem estabelecer base fora do Brasil para que possam operar nesse modelo.

Em qualquer das situações, a tendência é que se repitam e agravem-se os problemas enfrentados pela AliExpress no Brasil. Seja em decorrência do operacional dos correios, seja em questões fiscais com a receita federal.

Nós do Advogados do E-commerce temos defendido há alguns anos o modelo no qual, sem qualquer afetação prática às operações dos Marketplaces, vendedores nacionais possam se estruturar e implementar o serviço de importação direta ao consumidor, com envio via Courier ou até mesmo correios, porém completamente dentro da legalidade.

Algumas empresas de comércio exterior tem nos procurado para auxiliá-los na implantação de operações para diversas empresas nacionais e estrangeiras. Todas querem trabalhar dentro da mais rígida legalidade e, acreditem, é possível. O que nos parece ser o grande entrave, é uma questão cultural.

Como viabilizar o cross border de forma saudável e legal?

No Brasil, a operação estritamente legal normalmente parece ser utópica. Neste caso não é. Empresas como a Brazilborder , entre outras, já se especializaram nisso e estão crescendo a passos largos na viabilização do cross border para o consumidor brasileiro.

A importação direta ao consumidor, previsto no RTS (Regime Tributário Simplificado), permite que qualquer consumidor brasileiro, importe diretamente, sem necessidade de intermediadores até U$ 3,000, desde que recolhidos os impostos devidos.

Estes mediadores  estruturam e facilitam a operacionalização da importação direta, cuidando do pagamento no Brasil, da remessa de valores para o exterior, do recolhimento de impostos e do pagamento do frete. Fazem, bem da verdade, todo o trabalho administrativo da importação, trazendo ao consumidor a segurança e tranquilidade de que seu produto realmente vai chegar dentro do prazo esperado e sem surpresas desagradáveis.

Esse modelo de operação, além de facilitar a vida dos consumidores, agrega aos e-commerces brasileiros mais uma opção de fornecimento, pois podem buscar no exterior produtos que interessem aos seus consumidores, iniciarem suas vendas sem se preocuparem com todo o emaranhado legal necessário para que se tornem importadores e, somente depois de confirmada a viabilização do produto no mercado nacional, avançarem no sentido de se tornarem importadores.

A solução e viabilização de uma operação de cross border saudável para consumidores e empresas brasileiras, que fomente o e-commerce nacional e proporcione a consumidores e empresários brasileiros segurança e lucratividade sem que se deparem com desconfortos logísticos e ilegalidade das importações, obrigatoriamente passará pela prerrogativa de que nem empresas nem consumidores brasileiros concordem em comprar e vender na ilegalidade.

As opções de modelos de negócios estão na mesa. É essencial que os Marketplaces e lojistas trabalhem juntos na mais estrita legalidade para que proporcionem aos consumidores toda a segurança necessária para que comprem com tranquilidade os produtos importados, sem sustos de demoras intermináveis para a entrega, ou pior, serem surpreendidos com multas e apreensões por falta de recolhimento dos impostos.

Aos rápidos e adaptáveis: a lucratividade 

Quem melhor e mais rápido se adequar e montar a operação mais segura e em total compliance com a legislação nacional, mais lucrará com o cross border, pois esse modelo já é uma realidade entre os e-consumidores brasileiro, que querem comprar com segurança e garantia. A partir do momento que identificarem essa segurança e garantia, onde quer que seja, com toda a certeza correrão em direção a esse player.

E você, já pensou em fazer cross border na sua operação de e-commerce? Compartilhe conosco sua experiência com os leitores do Blog para enriquecer ainda mais a discussão sobre este tema. 

 

O poder do consumo do brasileiro acena uma retomada. O primeiro sinal positivo desde o fim de 2014 ocorreu no segundo trimestre de 2017, com um aumento de 1,4% nesse indicador, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Indo em direção da recuperação, os marketplaces são forte tendência para o varejo nacional. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), apenas no segundo trimestre do ano o setor apresentou alta de 15,3%, indicando que a democratização do acesso aos produtos é benéfica para os lojistas, parceiros, clientes e para a economia brasileira.

Enquanto o varejo físico teve quase 108 mil lojas fechadas em 2016, segundo pesquisa Webshoppers 2017, o e-commerce registrou aumento de 11% nos negócios. Já no primeiro semestre de 2017, o número de e-consumidores ativos registrou expansão de 10,3% segundo a pesquisa e os três setores que mais faturaram foram Moda e Acessórios; Saúde, Cosméticos e Perfumaria; e Casa e Decoração.

E-commerce fatura R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017

Como parte dessa tendência, há o marketplace de serviços, que atraem público que busca por alternativas de qualidade por valores justos e acessíveis. Setores como a área da saúde e a de transportes vêm passando por uma enorme revolução ao possibilitar caminhos tanto para os profissionais, que podem aumentar seu escopo e diversificar sua atuação, quanto para os usuários, que conseguem agendar serviços de maneira mais prática e econômica.

É por meio dessas soluções que a economia brasileira tende a crescer ao fazer o capital girar, uma vez que descentralizam o poder de serviços que antes eram monopolizados por grandes corporações e geram uma concorrência mais precisa, revolucionando o modelo comercial de todos os setores. Os profissionais, além de ampliarem sua atuação, também renovam sua estratégia e diversificam seu público-alvo por meio do incremento de oportunidades, como uma maior diversificação dos meios de pagamento, por exemplo.

Os 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

O consumidor também é beneficiado nesse modelo, pois consegue encontrar o que necessita com as melhores condições de pagamento, sem precisar se aventurar em fontes diferentes, além de contar com todo o suporte de atendimento caso necessário. Outra vantagem é poder comparar preços mais facilmente.  

Os marketplaces são a opção mais prática e versátil para qualquer negócio aumentar sua operação. Esse canal de venda é altamente promissor no Brasil e tende a continuar avançando sua participação no mercado ao longo dos anos. Assim, a economia colaborativa, por meio de parceria entre empresas, geram um benefício real para o usuário. É o mercado do futuro e possui infinitas possibilidades em uma economia que espera-se aquecer mais ainda para 2018.

Saiba porque 2018 será o ano da consolidação dos marketplaces

O desembarque definitivo da Amazon na América Latina vem para mudar os rumos do comércio eletrônico da região. Fulfillment, Big Data e Machine Learning são algumas das ferramentas utilizadas para não perder competitividade no setor.

Na América Latina se espera um 2018 em que se verão importantes avanços no mundo do e-commerce, ainda mais no setor de marketplaces. A Amazon já vem trabalhando fortemente no México e há alguns meses começou também no Brasil.

Esta situação vem para romper o relativo status quo em que se encontram os marketplaces. Um dos gigantes e líderes do e-commerce da região, Mercado Livre, já começou a mover suas peças para não perder competitividade e seguir impulsionando o desenvolvimento do setor. Subsídios de envios grátis e melhoras nos catálogos do site para mostrar as características dos produtos de uma maneira mais completa, são algumas de suas ações.

Na América Latina as vendas no e-commerce representam apenas 3% do total de vendas, enquanto em países como Estados Unidos já chega a 10% e na China a 25%. O jogo está apenas começando.

O modelo de Fulfillment junto com o uso de tecnologias de Big Data e Machine Learning são algumas das estratégias utilizadas pelos especialistas do comércio eletrônico que decidem tomar a frente em questões de inovação.

Com o desenvolvimento do modelo de Fulfillment, o vendedor pode enviar seus produtos a um deposito gigante do Mercado Livre ou da Amazon e então, quando uma compra é realizada, eles podem se encarregar do envio, escolhendo o melhor meio de entrega, garantindo os melhores tempos de despacho e assegurando uma excelente experiência aos compradores, assim como a Amazon vem fazendo nos Estados Unidos há vários anos.

 No caso pontual do Mercado Livre, graças ao uso do Big Data, conhecendo a participação de mercado de cada setor, os produtos mais vendidos, rankings de vendedores, distribuições de preços, entre outros.

Isto é possível já que se coleta informações de tudo o que é publicado no Mercado Livre todos os dias e se transforma centenas de gigas de dados em informação de valor. Com esta informação, por exemplo, o vendedor pode descobrir que existem certos produtos que vendem bem e saber a que preço teria que vendê-los para ganhar estas vendas. Também pode descobrir oportunidades em certos nichos ou decidir com informação 100% certeira quais de seus produtos devem receber maior atenção.

Já o Machine Learnig consiste basicamente em que um sistema não se comporte sempre da mesma maneira, mas que aprenda continuamente a partir do comportamento de seus usuários e melhore seu serviço.

A partir de sua plataforma utiliza-se a Machine Learning para sugerir automaticamente ao vendedor uma resposta para uma pergunta de um potencial comprador. À medida que o vendedor vai respondendo mais perguntas com este “sugeridor de respostas” vai se otimizando e lhe oferece maior qualidade de respostas automáticas.

Estou seguro de que veremos cada vez mais implementações de Big Data e Machine Learning em plataformas de e-commerce, assim como em qualquer plataforma online.

 Sem aprofundar demais o tema, hoje Big Data e Machine Learning estão presentes no dia a dia de plataformas de entretenimento como Spotify, que recomenda listas e artistas baseado no que o usuário escutou anteriormente e no que escutam seus amigos.

Outro caso é o Netflix, que sugere que sugere quais séries e filmes podemos gostar, a partir de uma análise não somente do que foi assistido anteriormente, mas também com base em outros milhões de usuários que assistiram o mesmo que nós. Também em redes sociais como o Facebook e o Instagram que recomendam conteúdo que podemos gostar ou o Linkedin, que sugere pessoas que podem nos ser atrativas para agregar nossa rede de contatos.

Algumas soluções permitem que aquele vendedor que controla um inventário de menos de cem produtos, pode publicá-los um a um e manter o estoque e os preços atualizados manualmente. No entanto, para os grandes vendedores que têm mais de quinhentos produtos, vendê-los e trabalhá-los um a um ficaria bem mais difícil.

Permitem, por exemplo, subir ao Mercado Livre milhares de produtos de forma mais simplificada: com um arquivo de Excel. Por sua vez também serve para o vendedor atualizar qualquer atributo de seus produtos de forma massiva.

Frente a este panorama de melhora na experiência de compras online, os custos de envios subsidiados e o contínuo crescimento da penetração da internet nos diferentes países, será novamente um ano onde o e-commerce seguirá ganhando terreno do mercado tradicional offline.

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Com a recém-chegada da Amazon ao mercado de marketplace brasileiro, muito especulou-se sobre o futuro do e-commerce nacional, tendo em vista a força da companhia no setor em mercados estrangeiros. Porém, será que ela está realmente preparada para aplicar o seu modelo comercial ao Brasil, país que possui diversas particularidades em vários quesitos?

A tecnologia de ponta – um dos motivos do crescimento exponencial da empresa no exterior – precisará passar por um processo de “tropicalização” para se adequar ao Brasil, e isso demanda tempo.

É natural que com o seu tamanho e tecnologia, a essa multinacional de comércio eletrônico conseguirá transformar suas ferramentas, usadas em países da Europa e nos Estados Unidos, para a realidade nacional.

Porém, para isso, precisará conhecer nosso país e as particularidades do seu mercado, criando o tempo necessário para que os outros varejistas do setor consigam equilibrar a balança em relação a experiência que ela vai proporcionar aos brasileiros.

Dessa forma, semelhante ao que acontece na rua Santa Ifigênia, em São Paulo – conhecida pela grande quantidade de lojas que se especializaram na venda de artigos eletrônicos –, existe espaço para todos.

Da mesma forma que as companhias precisarão atualizar o seu modelo de negócio para oferecer um serviço de maior qualidade, a Amazon precisará se adaptar as diferenças culturais do consumidor brasileiro, principalmente no que tange a questão do transporte e da logística para entregas em alguns pontos isolados ou perigosos.

No mais, o preço dinâmico, que foi uma das inovações propostas pela companhia nos EUA, já é utilizado no Brasil, criando mais oportunidades para os consumidores e comerciantes. E sua plataforma, apesar de muito boa, não é uma novidade no mercado.

Diante da ameaça que a chegada dessa empresa norte-americana representava ao setor, os varejistas digitais não estão medindo esforços no investimento em estratégias de marketing para conseguir superar as expectativas da gigante do varejo eletrônico.

Diferentemente do que se podia esperar, a chegada dessa multinacional não irá atrapalhar o faturamento dos varejistas nacionais nas datas importantes, como a Black Friday e o Natal, por exemplo, mas trará mais amadurecimento, oportunidades de venda e crescimento dos marketplaces brasileiros.

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Graças à qualidade e variedade de serviços ou produtos que oferecem, os marketplaces estão cada vez mais populares no Brasil. Esse modelo, portanto, tem sido a bola da vez no país e tem sido visto como um bom investimento pelos empreendedores.

No entanto, surgem muitas dúvidas àqueles que desejam investir nesse mercado principalmente em relação ao fórmula de crescimento do negócio. Para escalar um marketplace é necessário o investimento em boas estratégias de marketing para marketplace, com um plano aplicável e bem desenhado.

Quando se fala de estratégias de marketing para um marketplace, é bom lembrar que precisa ser bilateral: atrair tanto vendedores quanto clientes. Fora isso, o marketplace é o próprio responsável pelo investimento em marketing, portanto, é necessário um espaço virtual com boa visibilidade.

Desta maneira, investir em marketing é essencial para atrair tanto clientes e visitantes quanto sellers, que buscam locais seguros, disponíveis e com boa visibilidade para alocar sua marca.

Os marketplaces só adquirem visibilidade e receita com bons sellers. Para atraí-los, é importante oferecer qualidade no serviço da sua plataforma, como infraestrutura, etc. Por isso, os esforços em melhorias do site são indispensáveis, tornando-o cada vez mais escalável.

Os sellers também são motivados por boas taxas e bom marketing visual. Com investimento em visibilidade e no marketing, o vendedor entende que terá mais chances de compradores acharem seu produto em sua plataforma.

As estratégias de marketing são consideradas uma via de mão dupla por isso: atraem tanto os clientes quanto os sellers. Confira a seguir algumas dicas de boas práticas de marketing para atrair clientes ao seu marketplace.

1– Descubra o melhor canal para o seu marketplace

Conhecidos como canais, são, na verdade, os meios de propagação de determinado serviço ou produto. Atualmente, há uma extensa diversidade de opções de canais de divulgação disponíveis na internet e podem ajudar no crescimento do seu marketplace.

Muitos se questionam onde e como achar o canal certo para investir. A melhor escolha é utilizar o “Bullseye Framework”.

“Bullseye Framework” é um diagnóstico que analisa os canais disponíveis, como redes sociais. O sistema é conhecido entre os “marketeiros” por ajudar a eleger os melhores canais para o seu marketplace. Para colocar o método em prática, é necessário seguir cinco etapas:

Brainstorm: em conjunto com a sua equipe, discuta as possibilidade de canais, apontando os aspectos fortes e fracos de cada um. (torne a discussão mais assertiva levando fatos concretos sobre cada canal);
Gráficos com os canais: após reunir-se com a sua equipe, crie um gráfico com todos os escolhidos e elabore uma lista que os posicione em melhores e piores para que sirva de guia para as próximas decisões;
Separe os canais: agora você deverá fazer uma escolha dos três melhores canais. Neste momento, o foco deverá ser priorizar o marketing sobre os escolhidos;
Teste: após a escolha dos três canais, dê início aos testes nos três, com pequenos e gradativos investimentos. Conforme os resultados, se positivos, passe a aumentar as aplicações. Se os resultados não forem satisfatórios, troque pelo quarto canal da sua lista para começar um novo teste;
Foco nos melhores: na última etapa, busque priorizar o investimento apenas nos melhores canais e siga testando gradativamente, assim, o marketplace será cada vez mais bem avaliado.

2- Investimento em SEO

Conhecido como SEO, a sigla vem de Search Engine Optimization (ou otimização dos motores de busca) e é essencial para o seu marketplace. O SEO consiste em técnicas aplicáveis no conteúdo e no código de seu site, transformando em “amigos” de plataformas de busca, como o Google.

As pesquisas realizadas no Google se dividem em dois resultados: os anúncios e os resultados orgânicos. Além disso, conforme pesquisa feita pelo blog SEO Mad, o primeiro resultado do Google recebe cerca de 46% dos cliques, enquanto a segunda opção orgânica recebe 29%.

Por isso é bom investir no SEO de um marketplace, já que quanto mais amigável for o site, melhor rankeado ele será pelas plataformas de busca.

Como ser um site amigável? Para ser cada vez mais “amigo” do Google por exemplo, é importante saber que eles consideram aspectos como a velocidade do carregamento do conteúdo e a boa navegação dentro do site. O rankeamento dependerá da interatividade e facilidade do site para os usuários.

Como o SEO não é algo simples em um site, se o orçamento permitir, contrate um especialista ou até mesmo invista na terceirização deste serviço. Hoje em dia há muitas agências especializadas em otimizar os rankings organicamente.

3- Trabalhe em marketing de conteúdo em seu site

O SEO é uma estratégia poderosa para qualquer marketplace. No entanto, para que a fórmula funcione, gerando resultados efetivos, é necessário investir em conteúdo como vídeos, textos, guias, infográficos, etc.

O Google, a principal plataforma de busca, ama qualquer tipo de conteúdo e irá valorizar esse seu trabalho. Quando mais tempo você investir em Marketing de Conteúdo, maior será a chance do seu marketplace atingir melhores colocações nos rankings. 

A única exigência é que a produção seja sempre de qualidade. A avaliação do conteúdo é feita pelo algoritmo do Google, que dá ao site os melhores rankings.

Para exemplificar melhor, utilizaremos o Uber. A plataforma possui um blog que traz informações como se fosse um guia da cidade, com as melhores opções de atrações disponíveis nas grandes cidades, atraindo mais clientes para o Uber.

De outro lado, o marketplace Etsy, usa o Marketing de Conteúdo para atrair os sellers. Em sua plataforma, há um manual completo que ensina os vendedores como trabalhar ainda melhor dentro do site.

Ao utilizar o Marketing de Conteúdo é bom lembrar que, quanto mais você produzir, melhor será para o seu marketplace. Por isso, assim como o SEO, você pode optar por terceirizar este trabalho, contratando empresas especializadas em produzir conteúdos de acordo com os seus objetivos.

4- Anúncios pagos são essenciais

Além dos resultados orgânicos, como os do SEO, que geram resultados a longo prazo, há os anúncios pagos, que geram maior visibilidade para o seu marketplace.

A mídia paga também pode ser utilizada para aumentar o tráfego de seu site. Os anúncios pagos são poderosos na geração de tráfego. Se comparar a circulação ocasionada por eles aos conteúdos de um blog, os anúncios possuem conversões muito mais diretas.

O volume de acesso pode indicar ao Google que ele é bem visto pelas pessoas, o que melhora sua posição nos resultados da busca orgânica. Fora isso, o aumento de tráfego traz maior possibilidade de compra, já que a receita de um marketplace está associada, muitas vezes, ao volume de acessos.

Para dar início aos investimentos, é melhor pesquisar e descobrir qual será a opção que lhe trará o melhor ROI (Retorno Sobre Investimento) para a sua plataforma.

Depois, se a sua escolha for os anúncios pagos, você pode contratar um profissional de marketing ou até mesmo uma agência, que operem em seu marketplace utilizando o Google Adwords.

5- Ofereça uma “amostra gratuita” do seu marketplace

Essa estratégia é conhecida como “sampling” e utilizada desde os anos 60. Com sucesso entre os empreendedores, a técnica é basicamente oferecer uma amostra gratuita do seu marketplace para os consumidores. Assim, eles conhecerão e terão mais interesse em utilizar o seu serviço ou adquirir o seu produto.

O maior marketplace do mundo, a Amazon, oferece aos clientes uma assinatura gratuita para o seu novo serviço de streaming, o Amazon Prime, válida por 30 dias. O Uber, também usa essa estratégia, oferecendo a primeira corrida gratuita. 

O sampling é uma técnica que aproxima e ativa os consumidores até o seu marketplace com mais facilidade. Por isso, é uma estratégia que costuma funcionar muito bem.

6- Utilize o e-mail marketing para reter clientes

Ao contrário do que parece óbvio, atrair novos clientes pode custar até cinco vezes mais do que manter um antigo. E, na maioria dos casos, os marketplaces buscam novos consumidores em vez de priorizar os antigos.

O e-mail marketing é uma das ferramentas mais eficientes para fidelizar os clientes. A ideia é dispará-los divulgando novas promoções ou produtos, ou até mesmo fazendo ofertas limitadas a esses usuários.

Além disso, essa técnica também aumentará o tráfego de seu site. Portanto, colete os e-mails de todos os seus clientes e crie uma lista, que é facilmente administrada através de softwares de automação de marketing.

Um bom exemplo de e-mail marketing é o trabalho do marketplace Etsy. As ações da empresa resultaram em 78% da receita gerada pelo marketplace em 2014, isto é, criou vendas “repetidas” e fidelizou clientes através do e-mail.

7- Marketing offline do seu marketplace: patrocine, realize e esteja presente em eventos

Os eventos são um dos menos explorados canais de marketing, isso porque esse tipo de ação costuma ser mais caro. No entanto, se o orçamento permitir, os eventos são boas opções de marketing.

Estar ou realizar um evento pode promover a sua marca e até mesmo ampliar a sua lista de sellers – vale a pena investir naqueles que tanto seus sellers quanto compradores estarão. Hoje em dia, há alguns eventos feitos especialmente para essas situações. O Fórum E-commerce Brasil, é destinado aos lojistas virtuais ou possíveis sellers e, neste ano, contou com o Buscapé, por exemplo.

Torcemos para que você tenha encontrado e compreendido algumas das boas estratégias de marketing para marketplace. Se restou alguma dúvida para aplicá-las em seu negócio, deixe aqui o seu comentário.

Mais sobre marketing para marketplace no Blog da MOIP.

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O consumidor procura por relevância, ele espera que você faça Marketing de Conteúdo

Segundo estudo Panorama dos Marketplaces, realizado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que avalia o desempenho dos shoppings centers virtuais em diversos aspectos, no primeiro trimestre de 2017 houve uma queda na quantidade de produtos ofertados nesses canais. O dado caminha no sentido oposto da economia nacional, que está em um momento de retomada sutil.

Mais sobre o estudo:

Estudo mostra aumento de 32,1% no número de varejistas nos marketplaces no segundo trimestre

Os lojistas que comercializam seus produtos nos marketplaces estão em um período de preparo para a Black Friday, que ocorrerá na última sexta-feira de novembro, dia 24. A data é considerada a mais importante para o varejo on-line, pois diversos consumidores se programam para aproveitar os descontos provenientes do dia para já efetuar as compras de Natal.

O levantamento indica queda de 8,8% no número de artigos oferecidos, o que representa uma diminuição de 4,5 milhões para 4,1 milhões em produtos anunciados. Ao mesmo tempo que se preparam para a Black Friday, os pequenos e médios lojistas precisam acompanhar com urgência as empresas maiores que têm aumentado sua participação e lucro.

O momento é ideal para o investimento nos Marketplaces, pois as lojas centralizadoras atraem um público grande e variado, que buscam preços convidativos e boas experiências de compra. A diminuição de itens anunciados abre uma oportunidade para os vendedores, que podem aproveitar essa abertura no setor para ingressarem em um dos principais segmentos do comércio eletrônico brasileiro.

E a oportunidade vai além em alguns casos: os marketplaces inovam no modelo de negócio, transferindo seus produtos e estoques para o inventário de parceiros, ou seja, deixam de comprar artigos de algumas categorias, operando apenas com itens de terceiros.

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Por que o marketplace é o assunto do momento no e-commerce?

Sobre os produtos mais vendidos em marketplaces:

Os 8 produtos mais vendidos nos marketplaces

Levantamento apresenta que o modelo marketplace, promissor de negócios, pode virar tendência, e que o consumidor tem demonstrado um maior poder de compra no período

O número de lojistas que passou a ofertar seus produtos nos marketplaces registrou avanço de 32,1% no segundo trimestre do ano em relação aos três primeiros meses de 2017. É o que aponta o estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil, criado pela Precifica em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

A maior presença de comerciantes nestes shoppings centers virtuais comprova a necessidade de exposição dos produtos em grandes portais que já estão no inconsciente dos consumidores. Além disso, indica um aumento no consumo de itens do varejo, demonstrando maior poder de compra da população.

Este modelo promissor de vendas tem despontado como tendência, já que muitos varejistas percebem uma oportunidade de divulgar seus produtos com redução no investimento em mídia. O valor cobrado por cada venda varia entre cada marketplace e é o único pagamento obrigatório.

A quantidade de novos vendedores que comercializa seus itens dentre os meios analisados avançou no segundo trimestre, com um total de 1.496 varejistas que passaram a oferecer suas marcas nestes canais.

O ganho de eficiência na ativação de vendedores está principalmente ligado ao emprego de tecnologias e processos que garantem a qualidade do catálogo de produto final dos marketplaces. Os grandes desafios são evitar a duplicação de páginas e o agrupamento de ofertas distintas no mesmo espaço, prejudicando a experiência de compra do consumidor.

Com 28,7% de crescimento no número de ofertas publicadas, o departamento de Esporte e Lazer apresentou a maior evolução, atingindo um total de 2.728; seguido de Móveis e Decoração, com 2.591; Informática, com 2.542; Utilidades Domésticas, com 2.335 e Automotivo, com 2.048.

Por fim, o estudo destaca oportunidades para quem busca um nicho com menor nível de competitividade dentro desses grandes shoppings virtuais, com destaque para DVDs e Blu-Rays; Alimentos e Bebidas e Livros; todos abaixo de 60% da média de concorrência.

Com a competitividade aumentando a cada dia, as tarefas de ampliar o raio de alcance do seu empreendimento, conquistar e manter clientes não são tão fáceis. Hoje, com o acesso rápido a informações, o consumidor consegue avaliar a melhor oferta num piscar de olhos: comparar preços, fretes e prazos de entrega se tornou muito mais simples.

Assim, uma das chaves para ganhar mais destaque entre seu público são os chamados canais de venda. Por meio deles você conseguirá expandir o seu negócio e permitir maior acesso aos conteúdos e produtos do seu e-commerce.

Mas, afinal, o que são canais de venda? Assim como os pontos de um comércio físico (lojas, supermercados e feiras), são outros intermediários para promover o seu negócio, só que virtualmente, como os marketplaces, comparadores de preços e e-mail remarketing.

Além das divulgações mais convencionais como o “boca-a-boca”, jornais, panfletos e revistas, tais canais são diferentes meios de popularizar a sua marca, ter mais acessos e consequentemente mais vendas e rentabilidade.

Por isso, preparamos esse conteúdo especial para esclarecer suas dúvidas sobre tais estratégias de venda e marketing. Vamos lá?

Sua loja virtual

Parece meio óbvio, certo? Mas esse ponto é só pra te lembrar que o princípio do seu negócio é a sua plataforma. Muita vezes, o comprador pode conhecer a sua marca por algum marketplace mas, gostando do seu serviço, poderá procurar sua loja virtual para realizar novas compras.

Por isso, não se descuide. Atualize sempre o seu estoque, invista em layouts intuitivos e em boas descrições de seus produtos e serviços. Ofereça um atendimento de qualidade e diferentes opções de pagamento. Este será o contato mais direto que você oferecerá ao seu cliente, então capriche!

Marketplaces

Marketplaces são plataformas de varejo que abrigam diversas lojas online, como se fosse um grande shopping repleto de vitrines. Nesse espaço é possível comprar produtos de diversos vendedores, todos em um mesmo carrinho. Geralmente há possibilidades de parcelamento e boas condições de frete. Os mais conhecidos são Mercado LivreOLXAmericanasSubmarinoWalmart, e mais recentemente, Facebook e Buscapé.

Mesmo possibilitando maior tráfego de visitas e visibilidade, por ser tratar de um shopping online, a concorrência está toda concentrada em um único lugar. O mesmo item que você oferece estará disponível em muitas outras lojas. Portanto, ofereça preços competitivos e acompanhe os concorrentes.

Dedique-se a descrições detalhadas dos seus produtos, atente-se às avaliações e responda a todas, sejam positivas ou negativas. Diferencie-se mostrando que sua marca se preocupa com cada feedback e tem como principal objetivo facilitar a vida do cliente.

Por que o marketplace é o assunto do momento no e-commerce?

Comparadores de preço

Como o próprio nome já diz, são bases que comparam valores de um mesmo produto em diferentes lojas virtuais – tudo em uma única página. São oferecidas ao cliente informações de preços, produtos e serviços de entrega, para que ele avalie qual lhe compensa mais. Os mais conhecidos são Google ShoppingBuscapé (que também virou marketplace)Zoom e Bondfaro.

Tais plataformas são importantes canais de venda, pois a partir do momento que o cliente escolhe determinado produto, ele é redirecionado para o site que ofereceu tal oferta. Por isso, mais uma vez, não deixe de observar a concorrência e investir em diferentes propostas. Assim será muito mais fácil se destacar e conquistar novos compradores.

E-mail remarketing

Um dos principais empecilhos no negócio online são os carrinhos abandonados. Mas se o consumidor selecionou itens, ele provavelmente tinha interesse. Então o que o fez desistir? Como causas principais dos abandonos temos: valor de frete não esperado, longo prazo de entrega e checkout confuso.

Diante disso, reflita e aplique possíveis melhorias na logística e nas funcionalidades da sua loja, mas também invista na recuperação desses clientes. Ofereça vantagens e descontos – seja no próprio produto ou no fretes grátis – pelo e-mail remarketing. De acordo com os produtos abandonados, crie listas de diferentes perfis de consumidores e, junto das ofertas, envie conteúdos relevantes, relacionados ao mercado.

Por exemplo, a lista tipo 1 abandonou produtos de maquiagem: envie então tais itens com descontos e compartilhe conteúdos sobre tendências atuais. Além de direcioná-los à loja, você também pode convidá-los a conhecer suas redes sociais e o blog corporativo. Assim, será muito mais fácil se aproximar do seu alvo. E, consequentemente, ele se sentirá mais à vontade para interagir e voltar para finalizar a compra.

Logo, para te auxiliar no envio de e-mail remarketing, selecionamos duas ferramentas para te indicar:

1. CartStack
Software que promete recuperação automática de carrinhos abandonados. Disponibiliza uma equipe para desenvolver diferentes modelos de e-mail de acordo com o seu anúncio. Apresenta relatórios completos, serviço de dados encriptados e servidor seguro (SSL/HTTPS).

2. RD Station
Essa ferramenta permite acompanhar as estatísticas de cada campanha enviada, agendar as próximas e criar rascunhos para campanhas futuras. Oferece diversas funcionalidades para personalizar o e-mail e segmentar leads. Disponibiliza opções de envio para todos os clientes ou para listas pré-determinadas.

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Entendido?

Além dos canais de venda, invista no gerenciamento das redes sociais para alavancar ainda mais suas vendas. Por meio das mídias, você poderá divulgar a sua loja e se aproximar dos clientes – seja respondendo dúvidas, descobrindo seus desejos ou agradecendo aos elogios.

O ano de 2017 está sendo marcado pela consolidação do modelo marketplace no e-commerce brasileiro. Depois de muitos anos de expectativa, a Amazon finalmente iniciou suas operações no Brasil, primeiramente com livros.

Gigantes como B2W e Via Varejo demonstraram em seus balanços trimestrais que praticamente dobraram o GMV nas vendas de produtos de terceiros na comparação com o mesmo período de 2016, com o Magazine Luiza reforçando suas operações e o anúncio recente do Buscapé inaugurando a entrada nesse mercado, mas sem deixar de lado sua essência de comparador de preço.

O que a Netshoes pode ensinar aos lojistas de marketplace?

Esses fatos comprovam que, para os grandes players do e-commerce, vender via marketplace é muito vantajoso, tanto do ponto de vista financeiro quanto do operacional. Além de impulsionar receitas (por meio do comissionamento das vendas dos produtos de terceiros), os varejistas conseguem ampliar o sortimento e, em muitos casos, aumentar o tíquete médio e fidelizar o consumidor.

Mas e para os pequenos e os médios lojistas, será que a equação também é favorável? Listo abaixo seis vantagens desse modelo de negócios:

1) Redução de custos

Com relação aos custos, o marketplace permite ao empreendedor economizar com criação e manutenção de um website próprio. Aliás, é importante frisar que ter um site continua sendo importante, mas não é mais essencial. Para se destacar no e-commerce, o vendedor precisa de bons produtos e preços competitivos.

Com a operação mais enxuta, o custo com mão de obra é menor. Detalhe importante: o plano de marketing também fica a cargo do marketplace.

Por que a reputação é tão importante nas vendas em marketplaces?

2) Menos preocupações

Garantir um sistema seguro e integrado aos meios de pagamentos sempre foi um dos principais gargalos para os pequenos lojistas, tanto do ponto de vista financeiro quanto do operacional.

No marketplace, todo o conjunto de marketing e venda desde o recebimento do pedido, formalização do pagamento e detecção de fraudes é de responsabilidade do varejista.

3) Visibilidade

A visibilidade dos produtos na busca orgânica será dada pela plataforma escolhida. Outra vantagem: os grandes marketplaces também são os mais bem colocados nos motores de busca. Em outras palavras: a chancela dada pela plataforma atrai mais público (diversificado e de outros segmentos) de forma orgânica, propiciando mais vendas.

4) Só paga se vender 

O marketplace tem seu modelo de negócio baseado no CPA (custo por aquisição). O comissionamento varia de 12% a 16%, a depender da plataforma e da categoria do produto. Não é uma margem baixa, mas o seller só paga se vender.

Além disso, não existe nenhum outro investimento para estar nesse tipo de plataforma. Não é cobrada mensalidade ou anuidade e o investimento em marketing, como dissemos acima, também é de responsabilidade da empresa.

5) O consumidor também ganha

Essa relação não é ganha-ganha apenas para os sellers e marketplaces. O aumento de sellers amplia e diversifica o sortimento dos varejistas, o que faz com que o mercado se torne mais competitivo. Para o consumidor, isso é sinônimo de economia.

6) Regulação

O Banco Central regulará os pagamentos realizados em marketplaces – o prazo foi prorrogado recentemente para 28 de setembro de 2018. A regulamentação, segundo a autoridade monetária, trará avanços para o setor, já que nivelará os participantes do mercado nas mesmas condições de concorrência e segurança, reduzindo barreiras de entrada decorrentes da atuação verticalizada de alguns agentes.

A fragilidade jurídica dos pequenos empreendedores no marketplace

Para escolher a melhor plataforma para alavancar seu negócio, o seller deve avaliar o posicionamento de mercado do marketplace. Além da reputação da loja, que pode ser verificada por empresas certificadoras como a Ebit, é preciso pesar se aquela é a empresa que tem a melhor sinergia com o produto oferecido.

Outra coisa: o e-commerce é um mercado dos mais dinâmicos. Por isso, o sucesso nos negócios está diretamente ligado à capacitação a atualização do empreendedor sobre as plataformas e ferramentas disponíveis no mercado. Para estar entre os melhores, é preciso surfar sempre na crista da onda. O marketplace é uma tendência global e, neste momento, todos os indicativos apontam que veio para ficar.

Levantamento avaliou os produtos mais vendidos em mais de 120 mil itens cadastrados pelos cerca de 2 mil lojistas que utilizaram a plataforma de marketplace nos últimos 12 meses

O levantamento do que é vendido pelo Olist, composto apenas por produtos que podem ser enviados pelos Correios, dá uma amostra significativa do que é comercializado em marketplaces de um modo geral.

A ideia é ajudar os lojistas a responderem uma pergunta muito comum na hora de escolher o que comercializar nos marketplaces: como identificar produtos e categorias com bom potencial para manter o fluxo constante e gerar lucros?

Essa é uma dúvida que surge sempre, pois ficar com produtos encalhados é o grande pesadelo da maioria dos lojistas. Além do capital imobilizado, essa situação também representa custos de manutenção do estoque, comprometendo a rentabilidade do negócio.

Vale ressaltar que esta é uma visão dos últimos 12 meses, e com os lançamentos de versões mais novas de alguns dos aparelhos citados na lista, certamente modelos mais recentes serão favorecidos.

Além disso, falando em futuro, categorias como celulares, eletroportáteis, videogames e a “novata” drones, devido à popularidade crescente e ao baixo custo de alguns modelos, devem continuar liderando as vendas nos próximos meses.

A partir da lista, fica também evidente como marketplaces promovem vendas de produtos tipicamente de cauda longa, como é o caso do 2º e 8º colocados.

Ranking Olist dos 8 produtos mais vendidos nos marketplaces