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Hoje, muitos empreendedores que querem montar um e-commerce têm poucos conhecimentos sobre os meios de pagamento online. Muitos desconhecem como esses sistemas funcionam e quais são as vantagens e desvantagens de cada um.

Quem pretende trabalhar com uma loja virtual tem basicamente duas alternativas de meios de pagamento online: o gateway ou o intermediador de pagamento. Ambos podem ser menos ou mais interessantes para diferentes estruturas de lojas virtuais.

Para abrir um e-commerce, o empreendedor não deve seguir a lógica tradicional do ponto comercial. Isso significa que, mais do que montar uma loja em um ambiente virtual, o empreendedor precisa conhecer algumas estratégias de marketing para atrair o seu cliente, além de proporcionar uma experiência de compra inteligente, segura e eficiente para ele.

Um dos maiores desafios dos e-commerces é ganhar a confiança dos clientes que estão habituados à forma presencial de comprar, em lojas físicas, por exemplo. Para driblar as desconfianças, é preciso que a loja virtual demonstre credibilidade e profissionalismo durante toda a experiência do cliente no e-commerce, especialmente quando ele vai “passar no caixa” do mundo virtual.

Empreendedores com experiência em e-commerces sabem que a finalização da compra é um dos momentos mais críticos. É justamente nessa etapa que o chamado abandono de carrinho costuma acontecer. Isso se dá, muitas vezes, pela falta de praticidade e rapidez no processo das compras, que impõem ao consumidor inúmeras etapas e burocracias, antes de que ele possa realizar o momento mágico de autorizar o pagamento.

E existem muitos motivos para os carrinhos serem abandonados, veja nesse infográfico os principais motivos para abandono de carrinhos.

Está mais do que comprovado que, quanto menos cliques na hora de efetuar um pagamento online, maiores são as chances de conversão. Por isso, o ideal é buscar um sistema que priorize a agilidade e a boa experiência ao consumidor e que respeite as capacidades de logística e de investimento do e-commerce.

Se você pretende montar um e-commerce ou migrar sua estrutura física para o ambiente online, vale a pena conferir esses tópicos essenciais para o bom desempenho do seu site!

Como eu escolho o sistema de pagamentos ideal?

Nos últimos anos, o mercado de meios de pagamentos online ganhou uma série de players. Por esse motivo, o empreendedor pode contar com diversas opções na hora de escolher uma empresa que lhe forneça um gateway ou   um intermediador de pagamentos. Porém, independentemente da empresa, é importante que o empreendedor digital conheça quais são os tipos de soluções disponíveis no mercado e quais delas se adequam melhor ao seu modelo de negócio.

Se você já conversou com outros empreendedores que possuem um e-commerce, deve ter percebido que dúvidas do tipo: “por quê tantos clientes abandonam o carrinho antes de finalizar a compra? ”, “por quê tantas vendas online são negadas? ”, “por quê o valor demora tanto para ser compensado na conta da empresa? ”, entre outras. Essas dúvidas são muito comuns, e muitas vezes ocorrem porque o empreendedor não conhece detalhes importantes sobre o seu meio de pagamento online, o que acaba gerando frustrações e insatisfações depois que o sistema é implementado.

Para que você não passe por esse tipo de situação, é preciso que você conheça as vantagens e desvantagens de cada meio de pagamento online, para só então escolher o mais adequado ao seu modelo de negócio.

Quando a questão é decidir qual meio de pagamento online é o melhor para o seu modelo de negócio, não existe uma fórmula pronta. Por isso, o ideal é analisar cada meio e as necessidades da sua empresa, antes de partir para a integração.

Gateway de pagamentos: a maquininha virtual de cartões

O gateway de pagamentos nada mais é do que uma forma de processar o pagamento online realizado pelo cliente através do cartão de crédito, débito ou boleto bancário. O gateway, portanto, é a ferramenta responsável por conectar o seu e-commerce aos agentes financeiros, tais como os bancos e as operadoras de cartões. Ele basicamente tem a mesma função das maquininhas de cartão de crédito das lojas físicas.

Essa conexão, no entanto, é feita de forma automática e independente do e-commerce. Na prática, isso quer dizer que o empreendedor precisa efetuar contratos junto às instituições financeiras, além de assumir todos os riscos relativos às transações efetuadas.

A compra online por meio de um gateway de pagamento ocorre em 3 etapas:

– Primeiramente o cliente acessa o e-commerce e, ao finalizar sua compra, a loja utiliza o gateway para fazer a cobrança.
– Em seguida, o gateway se comunica com as empresas chamadas de adquirentes, que são empresas licenciadas pelas bandeiras de cartões de crédito e analisam as transações financeiras.
– A adquirente, por sua vez, vai até o emissor para verificar se os dados da compra são seguros e se existe saldo suficiente para concluir a transação.

Antes de optar por um gateway, no entanto, o empreendedor precisa estar atento à complexidade que envolve a sua operação. Primeiramente, é preciso estar ciente de que para operar um gateway é necessário realizar diversos contratos e integrações. Além disso, o e-commerce arca com uma taxa que recai sob o número de transações efetuadas, independentemente de serem bem-sucedidas ou não.

Como explicamos, o sistema age de forma independente, colocando todos os riscos sob a responsabilidade do e-commerce. Por conta disso, o empreendedor, além de contratar as instituições financeiras e interagir com a adquirente, precisará contar com o auxílio de um sistema de gestão de riscos, para não sofrer as consequências de fraudes e outros problemas relacionados às compras online.

Também será preciso contratar um responsável pela conciliação financeira, que fará todo o controle contábil e de recebimentos de pagamentos na conta da empresa.

O gateway, embora seja uma solução bastante robusta em termos de sistemas de pagamentos, acaba exigindo uma série de contratações de serviços que não estão inclusos, o que torna essa ferramenta bastante cara e difícil de operar, especialmente por pequenos e médios empreendedores, que estão buscando operar um meio de pagamento online com um baixo custo. Dependendo do volume de vendas e do porte do seu e-commerce, vale a pena considerar o uso de um intermediador de pagamentos.

Intermediador de pagamento: uma solução completa

O intermediador de pagamentos é uma ferramenta independente que interliga clientes, adquirentes e lojistas.

O intermediador de pagamentos oferece diversas alternativas de pagamentos online ao consumidor. A cobrança de alguns intermediadores pode ser feita por uma uma tarifa de integração do meio de pagamento ao seu e-commerce, mais uma taxa por cada transação aprovada dentro da loja. Por exemplo, o Moip Pagamentos é seguro e faz a intermediação de pagamentos com um serviço isento de cobranças para a integração, com as tarifas inclusas apenas no valor transacionado dentro do e-commerce.

Com um intermediador de pagamentos, não existe a necessidade de fazer inúmeros contratos e integrações para começar a operar, como no caso do gateway de pagamento. Com um simples cadastramento na plataforma de vendedor, já é possível colocar o sistema para funcionar, veja como funciona no infográfico abaixo.

Além disso, o intermediador conta com a ferramenta do checkout transparente, que livra o cliente dos redirecionamentos de página que dificultam o processo de finalização da compra. O checkout transparente aumenta significativamente as taxas de conversão de um e-commerce, pois garante ao cliente uma experiência de compra inteligente, rápida e sem burocracias.

A grande vantagem é que toda a gestão de riscos, decorrentes de fraudes e repasses de valores, é realizada dentro da própria plataforma dos intermediadores, poupando o empreendedor de ter que pagar para contratar esse serviço à parte que opera com o seu meio de pagamento online.

O intermediador de pagamento é a solução mais efetiva e menos burocrática presente no mercado porque oferece diversos benefícios tanto para o e-commerce quanto para o bolso do lojista.

Pronto para a sua decisão?

Cada e-commerce conta com uma realidade própria, que é determinada a partir do seu nicho de mercado e porte. Justamente por isso, a escolha do melhor sistema de pagamentos deve ser feita de acordo com o modelo do seu negócio. Mas, com certeza, garantir que o funcionamento do meio de pagamentos online seja livre de inúmeras integrações, contratos e gastos desnecessários irá beneficiar (e muito) qualquer e-commerce.

Independentemente da sua escolha, seja ela um gateway ou um intermediador de pagamento, vale a pena investir no meio de pagamentos online que te ofereça menos custos e burocracias, e mais funcionalidades. Isso faz toda a diferença no desempenho de um e-commerce que busca oferecer a melhor experiência de compra para os clientes.

Esse post foi útil para você? Então que tal conhecer mais sobre o intermediador de pagamento e o Moip?

Por Rick Chavie. A indústria do varejo é uma das mais visadas para fraudes e violação de dados. De acordo com a pesquisa da Verizon sobre Violação de Dados em 2013, cerca de um quarto das violações em 2012 afetaram o varejo e os restaurantes, o segundo principal setor da lista, atrás do de finanças.

Uma das razões pelas quais a indústria do varejo é tão atrativa para os que cometem esse tipo de crime é que toda transação tem o potencial de fornecer diferentes tipos dados de cartões de crédito e débito dos consumidores, e isso pode acontecer se a tecnologia da loja estiver infectada ou se o dado estiver armazenado em algum lugar na companhia.

A vantagem da cyber segurança no e-commerce

E, contrário ao que você pode pensar, os varejistas físicos que implantam cuidadosamente softwares de POS (ponto de vendas) para lidar com atividades críticas de checkout na loja, geralmente têm lutado mais do que os varejistas online, pois esses têm atualizações frequentes para suas aplicações de compras e pagamentos para proteger os dados sensíveis e informações bancárias do consumidor.

Software pré-internet no mundo hacker em tempo real

Se o design de seu software stack de loja é da era pré-internet, quando era normal levar meses para  atualizar os softwares de POS a partir de CDs (com sistemas de POS tendo um ciclo de vida de 10 ou mais anos, sistemas como esses ainda estão em operação!), como você responderia efetivamente aos ciberhackers de hoje, que continuamente invadem seu ambiente procurando por vulnerabilidades?

E, mesmo se você identificar uma brecha, consertar o POS dentro de uma grande cadeia pode levar semanas ou meses. Como um hacker, claro, você quer ‘seguir o dinheiro’ e atacar marcas famosas como Target, Neiman Marcus, Home Depot, Michael’s e agora a Staple, assim como JP Morgan Chase, por isso é difícil evitar riscos quando os varejistas e bancos estão expostos. Ironicamente, vemos os clientes optando por pagar em dinheiro para evitar exposição quando compram em lojas físicas!

Mais do que nunca, os varejistas devem apostar em tecnologia de ponta, ou correm o risco de perder reputação no mercado. O motivo? Os compradores pararão de seguir as marcas que não cuidam da proteção dos seus dados e informações. Um estudo feito pela Software Advice descobriu que mais de três quartos dos consumidores  estariam menos dispostos ou completamente relutantes em comprar de uma empresa que já comprometeu seus dados pessoais.

De fato, você pode estar surpreso ao descobrir que a maioria dos consumidores consideram as transações online mais seguras que as dos POS físicos, segundo o estudo recente pela ACI Worldwide e Aite Group. O crescimento do e-commerce no varejo tem muitas razões para continuar, com a demanda dos consumidores por simplicidade e segurança no mesmo lugar. Para o varejo omni-channel funcionar, a loja física precisa acompanhar.

A corrida por atualização

Ainda há alternativas emergindo para os varejistas omni-channel. Espera-se, por exemplo, que o ApplePay tenha um ótimo impulso promocional, pois adiciona não apenas a tokenização, mas a impressão digital e criptografia à transação. E, novamente, se você está vindo do mundo do e-commerce, fica a pergunta: por que você precisa mesmo do POS?

Eu acredito que a convergência dos mundos digitais e físicos acontecerá mais rápido que qualquer um pensa. E os sistemas POS estão com os dias contados por causa dos tablets móveis e dos celulares, e eventualmente será preciso confiar no celular do próprio cliente para iniciar o aviso de pagamento ao varejista. Sem que precise entregar nenhuma das Informações de Identificação Pessoal (PII) do cliente para tecnologias in-store.

Independente dos avanços, esse autor acredita que existirá uma contínua queda de braços – varejistas e provedores de pagamento desenvolvendo, cada vez mais, métodos seguros, incluindo a criptografia fim a fim, e os hackers desenvolvendo sempre ferramentas sofisticadas para encontrar brechas. Claro, que o método mais simples para os hackers é o de ter alguém da organização que saiba os caminhos de todas as defesas.

Anticorpos

Para a maioria dos varejistas, um e-commerce atualizado e sistemas tecnológicos in-store são críticos para melhorar o sentimento do consumidor e a segurança dos dados.

Associado a soluções robustas de prevenção de fraudes, funcionalidades tecnológicas avançadas de commerce, como a convergência incomparável das interações digitais e na loja física em uma única plataforma, e recursos em tempo real podem reduzir o risco de uma séria violação de dados.

As tecnologias poderosas do e-commerce também ajudam as marcas a se tornarem responsivas evoluirá evolução dos riscos de dados. Com o suporte de soluções mais ágeis e robustas, os varejistas podem se adaptar mais rápido às ameaças recentes, incluindo as que ocorrem nas lojas físicas, para reduzir a probabilidade de falhas de segurança e permitir aos consumidores a confiança que eles precisam para se manterem leais à marca.

186ba5089407ac2b6464d13c350400111-61x61 Rick Chavie 

O comércio eletrônico no Brasil continua caminhando a passos largos. Para se ter uma ideia, a Ebit prevê que em 2013 o setor deverá apresentar um crescimento nominal de 25% em relação ao ano anterior, alcançando um faturamento de R$ 28 bilhões. Além disso, o número de internautas deve chegar a 85 milhões. Nesse cenário, o mobile commerce desponta como a grande tendência para este ano. A popularização de tablets e smartphones, somada ao avanço da Internet banda larga no país, propiciam todas as condições para que a modalidade se desenvolva, também, a passos largos.

A era do consumidor multicanalO Brasil já integra os Top 10 dos países com maior quantidade de aparelhos iOS e Android, segundo ranking da Flurry Analytics. Ademais, de acordo com a 26ª edição do relatório WebShoppers, em junho de 2012, o m-commerce representava 1,3% do total de volume de pedidos feitos online. Até o final deste ano, veremos esse número dobrar.

A comodidade e a facilidade do e-commerce ganham novos contornos no ambiente móvel. Aplicativos como o Buscapé Mobile ou o MeuCarrinho, que leem códigos de barra ou reconhecem mercadorias através de imagens, permitem que, através do smartphone, o consumidor pesquise produtos, veja opiniões de outras pessoas, compare preços e compre de qualquer lugar, até mesmo se estiver dentro de uma loja física. O que aumenta o poder de decisão, já que ele tem em mãos todas as informações para poder negociar as melhores ofertas.

E com isso, o varejo se vê diante de um novo desafio: o omnichannel, ou consumidor multicanal, sempre presente e conectado o tempo inteiro. E novas estruturas vão sendo criadas para atrair esse cliente. Nos Estados Unidos, por exemplo, algumas empresas adotaram o sistema de Click and Collect ou Pick Up on Store, que consiste em comprar online e retirar o item em algum lugar de fácil acesso, como postos de gasolina ou o próprio espaço físico do varejista.

Nesse contexto, as lojas tradicionais se tornam um meio para que o consumidor interaja com o produto antes da compra, contando com todo o suporte do vendedor. No entanto, muitas vezes a compra é finalizada online. A decisão fica por conta da conveniência. Especialistas têm chamado esse fenômeno de “showrooming”, porque as lojas físicas acabam funcionando como verdadeiros showrooms.

Lojas físicas funcionam de showrooming
“Os vendedores utilizam smartphones para ler o cartão de crédito dos clientes, que, após finalizarem a compra, recebem a nota fiscal por email.”

Outro ponto importante é que, nessa nova conjuntura, os celulares começam a assumir a função de meios de pagamento. Esse ano, o mobile payment deve decolar nos Estados Unidos. As lojas da Apple no país são um exemplo do que vem pela frente. Nelas, os vendedores utilizam smartphones para ler o cartão de crédito dos clientes, que, após finalizarem a compra, recebem a nota fiscal por e-mail. Pagamento rápido, fácil e seguro.

Todos esses fatores justificam os investimentos constantes em tecnologia, por parte dos varejistas. Frente à competição acirrada, é preciso acompanhar as mudanças que acontecem cada vez mais depressa. A forma de consumir mudou.

TEXTO PUBLICADO NO SITE E-COMMERCE BRASIL.